sábado, 17 de abril de 2010

Fevereiro 2004

De: "Sandro 01" 1875
Data: Qua Fev 4, 2004 10:08 am
Assunto: TARADO POR TETAS

MINHA TARA FAVORITA É ACARICIAR TETAS DE MULHERES DE CERTA IDADE. ESSA CARNE LEITOSA, MOLE E CAÍDA ME EXCITA AO MÁXIMO. ASSIM, QUANDO POSSO, PROCURO MULHERES MAIS VELHAS QUE ME MASTURBAM ENQUANTO TRITURO SEUS SEIOS. OU ENTÃO, NOS COLETIVOS POSSO ME ESPREMER NOS BUSTOS COMO EU GOSTO, MAS NÃO PASSA DISSO. QUANDO EU TINHA 15 ANOS, ERA AVOADO, COM PÉSSIMAS NOTAS. MEU PAI RESOLVEU ME MANDAR TER AULAS PARTICULARES NA CASA DE UMA PROFESSORA APOSENTADA. ESSA SENHORA DE 60 ANOS, VIVIA SOZINHA NUMA CASA PERTO DA NOSSA. ERA UMA MULHER FORTE, DE BUSTO GENEROSO E PARA MIM MUITO PERTURBADORA. EU A VEJO AINDA SE INCLINANDO POR CIMA DE MIM PARA VERIFICAR A LIÇÃO, COM O TECIDO DO VESTIDO ESTICADO A DOIS DEDOS DO MEU ROSTO. QUANTAS VEZES ME MASTURBEI PENSANDO NAQUELES PEITOS. NO ENTANTO, O ACASO IRIA ME PREGAR UMA PEÇA. NUMA TARDE QUENTE DE MAIO, DONA LAURA ESTAVA COM UM VESTIDO TUBINHO E CONFESSO QUE PROCURAVA OLHAR PELO DECOTE PRA DESCOBRIR UM PEDAÇO DE CARNE. JÁ TINHA VISTO QUE USAVA SUTIÃ BRANCO E UMA COMBINAÇÃO DA MESMA COR POR CIMA. DE REPENTE, SENTI QUE TIVE UMA EREÇÃO, RÁPIDA E INCONTROLÁVEL COMO ACONTECE NESSA IDADE. MEU CACETE ENGROSSOU E TORNOU-SE DURO E ESTICADO ATRAVÉS DA MINHA CALCA. UMA VERDADEIRA TRAGÉDIA. A PROFESSORA ACABOU DIZENDO:
"POR HOJE CHEGA. PODE IR"
VENDO QUE EU DEMORAVA A LEVANTAR, ELA ACRESCENTOU:
"O QUE HÁ? NÃO OUVIU?"
EU ME LEVANTEI COM UMA MÃO SOBRE O VENTRE PARA ESCONDER MEU ESTADO, MANOBRA DESASTROSA, POIS ELA SACOU NA HORA QUE ALGUMA COISA NÃO ESTAVA CERTA.
"QUE FOI? NÃO ESTA SE SENTINDO BEM?"
ELA PAROU DE FALAR NA HORA QUE DESCOBRIU O VOLUME.
"PENSEI QUE JÁ TIVESSE VISTO DE TUDO! VOCÊ PODERIA SE CONTROLAR NA MINHA FRENTE. VOCÊ É BEM TARADO PRA SUA IDADE!"
BALBUCIEI MIL DESCULPAS E DISSE:
"NÃO É MINHA CULPA! ACONTECEU DE REPENTE, JURO QUE NÃO QUERIA!"
ELA AMOLECEU:
"BOM, TUDO BEM. NÃO É GRAVE, NÃO NASCI ONTEM, NÃO DA PRA VOCÊ SAIR ASSIM. O QUE A SUA MÃE IRIA DIZER TE VENDO ASSIM? VAI PASSAR ÁGUA FRIA NO BANHEIRO!"
ASSIM QUE FIQUEI SOZINHO, ABRI AS CALCAS, MINHA CUECA JÁ ESTAVA MANCHADA. ABAIXEI A CUECA E MEU CACETE HIPER-DURO, SAIU APONTANDO PARA O TETO. VIBRANDO DE EXCITAÇÃO, ABRI A TORNEIRA E PASSEI VARIAS VEZES A MÃO MOLHADA, MAS SEM SUCESSO. PARECIA QUE ESTAVA CADA VEZ FICANDO MAIS DURO. DONA LAURA ENTROU COM UMA TOALHA LIMPA NA MÃO. ELA OLHOU PARA O MEU SEXO E DISSE:
"PARECE QUE NÃO DEU CERTO, ESTA MAIS DURO!"
INSPECIONOU AS BOLAS E BELISCOU-AS UM POUCO:
"ESTÃO CHEIAS, PRECISA ESVAZIAR!"
FIQUEI PETRIFICADO.
"BOM VOCÊ VAI FAZER OU QUER QUE EU AJUDE?"
AGARREI A OPORTUNIDADE PARA LHE PEDIR QUE FIZESSE. ELA SORRIU, DIVERTIDA:
"SOU EU QUE O EXCITO? SERÁ POSSÍVEL QUE EU AINDA AGRADE ALGUÉM NA MINHA IDADE? ESPERE MEU QUERIDO, VOU ACALMA-LO"
DIZENDO ISSO ABRIU SEU VESTIDO E AFASTOU O TECIDO. ELA USAVA UMA COMBINAÇÃO BRANCA DE NYLON, CUJAS ALÇAS, ELA PASSOU PELOS BRAÇOS, MOSTRANDO SEU ENORME SUTIÃ. EU VIA OS DOIS PEITOS QUE PARECIAM QUERER TRANSBORDAR.
"VAMOS, APROXIME-SE!"
ENTÃO, ELA PEGOU O MEU CACETE E ME PUNHETOU ENERGICAMENTE, COM GRANDES MOVIMENTOS. NÃO AGÜENTEI MAIS E PEGUEI SEUS SEIOS, ACARICIANDO-OS E TENTANDO BELISCAR OS BICOS.
"ISSO, SE ALIVIE"
DISSE-ME ELA, CONTINUANDO A ME PUNHETAR. ÉBRIO DE PRAZER EU TENTEI SOLTAR DESAJEITADAMENTE, UM SEIO, MAS ELA MESMA ACABOU ABRINDO O SUTIÃ. TINHA LARGAS AUREOLAS ESCURAS E SEU PEITO, AGORA, TOMBAVA SOBRE SEU VENTRE:
"VAMOS, REGALE-SE!"
NA HORA AGARREI AQUELAS MASSAS DE CARNE LEITOSA. ELA ESTAVA SEMPRE COM O MEU CACETE NA MÃO E, COM A OUTRA, APERTAVA OS MEUS TESTÍCULOS.
"E AÍ? ESTA VINDO?"
"SIM, SIM, CONTINUE MAIS UM POUCO!"
INFELIZMENTE NÃO DEMOROU MUITO, COMECEI A GEMER DE PRAZER, TOMADO POR UM ORGASMO VIOLENTO. EJACULEI TRÊS OU QUATRO JATOS POTENTES NA MÃO EM FORMA DE CONCHA DA PROFESSORA, ENQUANTO ELA APERTAVA COM FORCA MEU SACO DIZENDO:
"VAMOS, ESVAZIE TUDO!"
DEPOIS, MEIO QUE SURPRESO, VI DONA LAURA LAMBER A PALMA DA SUA MÃO, ME OLHAVA POR SOBRE OS ÓCULOS, SORRINDO. ELA LAMBEU TODO O SEMEM DA MÃO, E DEPOIS COLHEU AS GOTAS DE ESPERMA QUE AINDA SE FORMAVAM NA CABECINHA DO MEU PÊNIS COM OS DEDOS E OS LEVAVA A BOCA, DIZENDO:
"AH! QUE GOSTOSO!! HÁ MUITO TEMPO NÃO PROVAVA ESSA DELICIA DE LEITE"
QUANDO TUDO ACABOU, FIQUEI ABESTALHADO, COM O SEXO EM BRASAS E PENDURADO, ENQUANTO ELA SE ARRUMAVA:
"POIS BEM, TIVE DE DAR AULA SUPLEMENTAR, SE TODOS FOSSEM COMO VOCÊ..."
ELA ME ACOMPANHOU ATE A PORTA DIZENDO:
"ISSO VAI FICAR ENTRE NÓS COMO UM SEGREDO, MAS A PARTIR DE AGORA VIRE-SE PARA QUE NÃO ACONTEÇA MAIS, SE NÃO SEREI OBRIGADA A CONTAR PARA OS SEUS PAIS."
ESSA AVENTURA NUNCA MAIS SE REPETIU. INFELIZMENTE.
ICQ.: 92617970
msn: sbatista69@hotmail.com
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De: "Sandro 01" 1876
Data: Qua Fev 4, 2004 10:11 am
Assunto: LA BOUCHÉE - UMA ANTIGA ARTE

Durante muito tempo aquela mulher me perseguiu. Perseguiu é mesmo a melhor palavra. Durante muito tempo ela me desejou, se ofereceu provocando-me de todas as maneiras possíveis. Chamava-se D. Aurora e morava na última casa da rua. Acho que só eu, entre todos os meninos da rua, sabia dessa faceta de D. Aurora. Ou pelo menos eu diria que eu era o único objeto de desejo daquela senhora. Sim, uma senhora dos seus cinqüenta anos. Uma coroa enxuta e explodindo de tesão. Mas talvez por preconceito, ou mesmo medo, eu preferia ignorar as tentativas de sedução daquela vizinha excêntrica. Eu passava em frente à casa de D. Aurora e ela me chamava da janela para conversar. E exibia os seios fartos (e bastante apetitosos, devo confessar), suspirava, molhava os lábio com a língua, elogiava meu corpo. O assunto era sempre sexo. Ela me contava casos de estupros, adultérios, paixões. Eu desconversava e, quando me despedia, D. Aurora dizia sempre:
"Não esqueça nunca, meu querido, que casa velha tem bons móveis."
E o tempo passava, eu sempre driblando e escapando das investidas de D. Aurora, ainda que me ficasse na cabeça - na de cima ou na de baixo – uma leve desejo de me entregar à experiência e ao desejo daquela mulher, que nos seus cinqüenta anos ainda conseguia ser tão sensual e fogosa. Uma tarde, um pouco deprimido, talvez devido ao céu cinzento que entristecia aquele domingo, saí para dar uma passeio a pé pelas redondezas. D. Aurora estava na sua janela e me chamou para conversar. Alguma coisa estalou dentro de mim. Comecei imediatamente a achar que o que estava faltando era um pouco de prazer, mais exatamente de sexo. Eu queria levantar meu astral e a verdade é que meu amigo entre as pernas também andava meio cabisbaixo demais. Sentei-me na calçada sob a janela de D. Aurora e ela, como que ignorando minha presença, começou a falar sobra as francesas, sobre os costumes franceses e por fim sobre a técnica da bouchée. Num impulso, interrompi D. Aurora e expus o meu problema: estávamos, meu pau e eu, muito deprimidos. Talvez a ilustre dama pudesse me ajudar com a tal técnica na qual se dizia uma especialista. D. Aurora nem pestanejou. Fechou a janela e veio me buscar na calçada. Me pegou pela mão e me levou para dentro com uma criança. Fui para no quarto da fogosa viúva. Um quarto cheio de almofadas de cetim e um cheiro suave de talco e sabonete. D. Aurora me tirou as calças, deixou-me sentado em sua cama, e foi preparar-se. Eu podia vê-la no banheiro, fazendo um gargarejo com algum produto químico. Cuspiu o líquido, fechou as cortinas do quarto, arrumou alguma coisa na penteadeira e veio postar-se entra as minhas pernas. E aí ela começou um sério trabalho, com a dignidade de um ministro, com a maestria de uma profissional. O membro estava ainda flácido, quase sem forma e sem esperanças de uma ereção. Mas a dama tinha uma língua rápida, que ao mesmo tempo quente e fresca da virilha para os testículos. Interrompia esse movimento e abocanhava o pênis todinho, enquanto as mãos suaves, levemente, massageava meu escroto. O calor e a umidade daquela boca faminta começaram a despertar o macho. E o cacete iniciou o crescimento naquele lugar tão
receptivo. Os lábios de D. Aurora espremiam o talo no pé, junto aos pêlos. Agora, já de membro ereto, sentia as mãos daquela louca mulher levantando-me ligeiramente pelas nádegas, e seus dois polegares colocados na minha virilha, puxavam para trás o prepúcio do falo, parecendo aumentar-lhe o tamanho. Suas chupadas passaram a ser uma verdadeira sucção. Com movimentos laterais de seu maxilar, D. Aurora massageava e chupava violentamente minha glande. E então meu pau recebia uma vigorosa fricção, em movimentos de vaivém. Já alucinado, entrei num estado de gozo, mas aquelas mãos espalmadas nas minhas nádegas me apertaram com tal técnica e perícia que uma dor estranha atrasou-me o orgasmo. Ela tirou sua boca daquele mastro rijo, vermelho e escorregadio com saliva morna. Beijou os pêlos, as coxas e os testículos. Sua língua de cobre subiu pelo membro, que recebia pequenas mordidas. E eu sentia que o contato daquela boca era completamente diferente de qualquer outra. Havia alguma coisa ali que eu não conseguia saber o que era, e ficava, por isso, mais excitado. Finalmente, D. Aurora colocou todo o meu pau em sua boca e sugando-o num tira e põe acelerado, me deixando louco. Senti engrossar minha saliva, minha respiração acelerar, até que, num estremecimento violento, gozei forte. Parecia que tudo saía de mim junto com o esperma diretamente para a boca daquela mulher. Ela não me largou e continuei preso à sua boca. Eu sentia um misto de prazer e cócegas. Tentei me livrar daquelas presas poderosas e fui me afastando, subindo pela cama. Mas minha companheira seguia-me som agilidade, sugando-me sem deixar que eu relaxasse. meu tesão parecia renascer. Quando já não tinha mais como fugir sem violência, deixei-me ficar com as pernas estendidas e abertas ao longo da cama, acariciando os cabelos de D. Aurora que me chupava carinhosamente. Eu é que não queria mais sair dali. Ela então se aproveitou da minha posição e montou em uma das minhas pernas. Com o corpo dobrado ela esfregava sua xoxota quente e molhada em minha perna. O movimento que fazia chupando meu pênis era agora acompanhado pelo movimento de seu corpo, de suas ancas, de sua xota deslizando molhada por minha perna. D. Aurora estava descontrolada com um tesão que eu jamais tinha visto em mulher alguma. Ela estava ofegante e esfregava seu rosto no meu pau, nos meus pêlos. Depois voltava a chupar o membro com sofreguidão e prazer, engolindo-o por inteiro. Sentia-me nas nuvens percebendo que toda a pressão feita no meu falo pela boca daquela mulher não me feria, não me causava qualquer desconforto. Muito pelo contrário. Havia realmente algo muito diferente naquela transa, algo jamais sentido antes. E aquela mulher chupava-me com um prazer incrível, suspirando e gemendo como se aquela fosse a última vez na vida. Parecia querer consumir de uma só vez, esfregando-se toda em meu corpo, molhando minha perna com o suco de sua gruta. Até que D. Aurora suspirou fundo, gemeu como uma gatinha e apertou contra o meu corpo. Sugou-me violentamente e gozou. Teve um orgasmo doce e prolongado. Eu também gozei... e gozei tudo o que tinha direito, enchendo-lhe mais uma vez a boca com meu esperma, numa ejaculação sem medidas. D. Aurora tirou de mim o que eu tinha e o que eu não tinha. E por isso ando juntando coragem para dar uma passadinha na última casa da rua e conversar com D. Aurora. ICQ.: 92617970
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De: "Sandro 01" 1877
Data: Qua Fev 4, 2004 10:09 am
Assunto: OS CAMINHOS DO TESAO

Meu nome e Maria, tenho 1,62m de altura e peso 45kg. Sou loira, de olhos verdes. Tenho consciencia de que transpiro sexo por todo o meu corpo, por cada poro. Na verdade, sou mesmo louca por sexo. Vivo fantasiando as mais incriveis formas de prazer. Os fatos que passo a contar transportaram-me delirios inusitados de luxuria, os quais vivi plenamente. Minha vida sexual comecou com meu primeiro namorado. Ensinei a ele o quanto minha boca podia proporcionar de satisfacao a um homem. Fui uma aluna aplicada. Sempre chupava sua pica ate nao restar mais nenhuma gotinha de porra. Eram quatro ou cinco ejaculadas fortissimas, as quais eu fazia questao de engolir. Depois, passamos para a fase em que ele afastava lateralmente a minha calcinha e colocava sua fina e comprida vara entre minha coxas, mas em contato direto com minha encharcada bocetinha. Eu o masturbava até ele gozar lambuzando a entradinha da minha xoxota. Seu liquido misturava-se aos meus sucos vaginais, ensopando minha calcinha, molhando meu rabinho e, devido a quantidade chegava a molhar o sofá da minha casa, escorrendo por minhas coxas onde secava lentamente. Na etapa seguinte, descobri o prazer de dar a bundinha. Apos ele introduzir a cabeca de sua pica, eu com minhas contracoes anais fazia o resto. Abrindo e apertando o cuzinho, sugava para dentro de mim toda a extensao de sua vara. Até sentir as golfadas quentes bem no fundinho. Depois, com cada namoradinho fui aperfeicoando-me na arte de chupar um caralho e dar o meu rabinho. Foram caralhos de todos os tamanhos e formas. So minha bocetinha continuava intacta. Foi ai que conheci o Ernani, meu noivo. Ele é um verdadeiro garanhao. Sua pica de 20x5cm e uma delicia capaz de me satisfazer de todas as maneiras. Foi com ele que eu perdi o meu cabacinho. Era raro o dia que nao trepavamos feito loucos. Um dia, alegando compromisso de trabalho, disse nao ser possivel encontrar-me. Como tenho a chave do seu apartamento, resolvi ir ate la para fazer uma surpresa. Quem ficou surpresa fui eu. Ao abrir a porta, ouvi gemidos que eu sabia muito bem de quem eram. Sorrateiramente, fui ate a porta do quarto. Encontrei-o com o caralho atolado no cuzinho de uma das minhas melhores amigas, a Ana. Como entrei sai, sem fazer nenhum ruido, mas muito abalada. No caminho para casa, encontrei um amigo nosso, Pedro, que, vendo o meu estado, quis saber o que tinha acontecido. Contei-lhe tudo. Ele, entao, convidou-me para passar o final de semana na casa de praia de sua familia, para espairecer. Fui e levei minha amiga Iris. La, junto com Pedro, um outro amigo estava a nossa espera, Denis. Para descontrair, tomamos algumas bebidinhas e comecamos a dancar. Iris, dancava com Denis e eu com Pedro. Cada vez mais sentia o enorme volume de sua ferramenta, que crescia e pressionava minha xoxota. Pelo volume imaginava o tamanho. Fiquei receosa, mas resolvi ir em frente. Seus beijos em meu pescoco fizeram com que eu me apoiasse ainda mais em seu corpo, minhas pernas ficaram moles e minha vagina encharcada. Ao olhar para o sofa, vi o caralho descomunal de Denis fora da calca. Iris tentava desesperadamente engoli-lo. Paramos de dancar e ficamos observando aquela cena, que me arrepiava toda. Pois adoro chupar uma pica e quanto maior, melhor. Pedro nao perdeu tempo, foi alisando minha bunda e subindo minha minissaia. Lentamente, fui abrindo a camisa dele, beijando dando leves chupoes em seu peito. Desabotoei e desci o ziper da calca, puxei-a para baixo, juntamente com a cueca. Seu cacete saltou para frente, quase batendo em meu rosto. Era lindo, uma cabeca enorme, vermelha e lustrosa, localizada na ponta de uma tora de 25x6cm, conforme fiz questao de medir em oportunidade seguinte. Comecei a beija-la com verdadeira adoracao. Lambi toda a sua extensao e cada bola do seu maravilhoso saco. Iris, com as pernas totalmente abertas, abria com as maos os labios de sua xota depilada para que Denis acomodasse ali o seu mastro. Seus gemidos de dor e prazer davam a medida da desproporcao entre o intruso e a invadida. Mas, aos poucos, a ferramenta foi sumindo em seu interior, ao mesmo tempo que seus gemidos aumentavam. Aquilo fez com que eu caprichasse ainda mais na chupada que estava dando. Nao demorou muito para Pedro gozar aos borbotoes, enchendo minha boca com seu leite quente e viscoso. Sorvi com tanto prazer que tive um orgasmo. Depois de deixa-lo limpinho com minha lingua, fomos em socorro de minha amiga. Pedro deu-lhe o pau flacido para chupar eu cai de boca nos peitinhos dela e fui descendo ate o seu grelinho. Sua explosao de prazer ao atingir o climax foi indescritivel. Ao notar que Denis tambem gozava, retirei seu caralho da boceta alagada de Iris, ainda a tempo de reter seu esperma denso em minha boca. Enquanto realizava a operacao limpeza em sua pica, saboreei delicadamente o gostinho daquela porra, notando a diferenca do sabor comparada a de Pedro. Este, por sua vez, com o pau em riste novamente, era chupado pela boca gulosa de Iris, cuja boceta ainda expelia o suco de Denis. Nao hesitei em buscar com meus labios e minha lingua aquele leite delicioso. Ao ver-me de quatro, Pedro colocou-se atras de mim e foi introduzindo sua fantastica pica em minha boceta. Senti-me partida ao meio, embora o pau do meu noivo seja mais fino. O prazer daquela penetracao lenta, em que eu sentia cada milimetro daquele cacete, a sensacao de completo entupimento e dilatacao dos meus musculos vaginais, como se fossem rasgar-se, provocaram-me orgasmos sucessivos. Os gozos de Iris em minha boca, vertendo copiosamente seus liquidos, elevaram nosso erotismo ao extremo. Ao ver Denis novamente de pau duro, girei meu corpo sobre o de Pedro sem deixar seu mastro escapar de dentro de mim. Fiz um sinal a Denis para que se aproximasse seu cacete na altura da minha boca foi um convite irrecusavel para uma boa chupada. Depois de umedecer bem a sua pica, pedi para que
tentasse introduzila em meu cuzinho. Ele depositou uma generosa porcao de saliva em meu botaozinho, que piscava alucinadamente. Com dois dedos, completou a lubrificacao, dilatou e relaxou a musculatura me volta do meu rabinho. Estremeci quando a cabecorra do seu avantajado caralho forcou a passagem. Senti uma dor aguda, so superada pelo prazer que estava tendo. Depois de por a cabeca, Denis deu uma parada para que eu me acostumasse com o invasor. Pedi a Pedro para que parasse os movimentos. Lentamente, comecei a contrair e a relaxar a musculatura da boceta e do cu, puxando-os para mim. Desejei que aquilo nunca acabasse. Eu sentia como se os dois cacetes estivessem se tocando dentro de meu corpo. Eles gemiam de prazer e eu urrava de tesao. Quando percebi que os orgasmos se aproximavam, acelerei o ritmo e pude sentir seus paus contrairem e se dilatarem repentinamente, despejando em minhas entranhas uma verdadeira cascata de esperma. Meu ultimo orgasmo foi tao forte que comecei a chorar de prazer, misturando minhas lagrimas ao suor abundante do meu corpo. Desmaiei. Acordei com Iris sobre mim, retribuindo o que eu lhe proporcionara momentos antes. Sua suculenta boceta sobre minha boca foi o suficiente para completarmos um 69 maravilhoso. Denis e Pedro, vendo-nos nessa posicao, foram chegando com os cacetes tesos novamente. Pedro colocou o caralho entre os labios da xota de Iris, ao alcance tambem de minha boca. Eu o chupei e depois o introduzi naquela xana linda. Iris e Denis faziam o mesmo comigo. Quando Denis colocou o seu pau no meu cuzinho, fiz o mesmo com a pica de Pedro no rabinho de Iris. Ficamos assim por um longo tempo. Como se tivessemos combinado, os dois gozaram ao mesmo tempo sobre nossas bocetas e cuzinhos. Mais uma vez, cada uma chupou um caralho, ate deixa-los limpinhos. Naquele fim de semana, ainda rolou muitas coisas entre os quatro. As vezes, um cacete nos visitava por qualquer dos orificios. Foram prazeres inusitados numa transa em que terminamos com os nossos cuzinhos ardendo, as bocetas arrombadas e os labios inchados de tanto chupar. Na segunda-feira, meu noivo Ernani procurou-me para saber onde tinha estado. Disse-lhe que tinha passado o final de semana com Iris. Recusei o convite para ir ao seu apartamento, alegando que tinha trabalhado muito naquele dia. Claro que, se eu tivesse topado, ele teria notado o estrago do final de semana. Ultimamente, Pedro tem insistido para que eu chame o meu noivo para passarmos um fim de semana em sua casa de praia, juntamente com minha amiga Iris. Mas ele não merece. gilcsant@terra.com.br
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"Sandro 01" 1878
Data: Qua Fev 4, 2004 10:12 am
Assunto: UM AMOR DE FILHO by Vera

A01 Meu nome é Vera e depois de ler vários relatos sobre incesto resolvi participar relatando o meu acontecido a 6 mêses atras. Depois de um casamento muito tumultuado finalmente me separei, meu "ex" foi morar em outra cidade e nosso filho Roberto ficou morando comigo. Beto como costumo chama-lo é um garoto lindo no auge dos seus 12 anos. Com a separação e agora morando sozinhos aumentou mais ainda aproximação entre nos. Sempre vivemos uma vida muito boa e confortável e meu filho tinha de tudo eu dentro do possível me esforçava para que nada faltasse principalmente com a falta da personagem masculina em casa. Beto estava naquela idade de pré-adolescência e um dia arrumando seu quarto encontrei algumas revistas de mulheres peladas, coisa normal para um garoto que já estava começando a pensar em sexo... então comecei a Ter mais atenção ainda reparando ele que ficava um tempo trancado no banheiro folheando as revistas detalhe que eu fazia que não via... até que um dia de calor cheguei em casa mas cedo... Betinho estudava pela manha e quase sempre passava as tardes na academia ou fazendo atividades esportivas no colégio... mas aquela tarde quando entrei na sala logo percebi que ele havia chegado olhando sua mochila sobre o sofá e nem liguei, fui para meu quarto me despindo louca para tomar um gostoso banho tirei a roupa peguei uma toalha e de calcinha e sutiã fui para o banheiro abri a porta repentinamente me dando com Betinho deitando na banheiro com uma mão segurando uma revista e com a outra dentro da água se masturbando, a surpresa foi igual para nos dois mas ele ficou todo sem jeito me olhando e com um sorriso disse que não esperava naquela hora, dei um passo para dentro chegando ao lado e disse que tinha saído mais cedo do trabalho então ele ficou todo sem jeito por te-lo pego naquela atitude então resolvi encarar aquele momento... me sentei na borda da banheira dei um beijo no seu rostinho e sob a água pude constatar que meu garoto já não era tão menino assim... ele logo tratou de se desculpar pela sua atitude.. -- calma meu amor não precisa ficar assim o que tu esta fazendo é uma coisa natural todo mundo na tua idade já passou por isto... ele então sorriu e senti seu olhar no meu corpo todo só ai me dei conta eu estava de calcinha e sutiã seu olhar passava pela calcinha e os seios mas continuei conversando com ele tentando agir com naturalidade pois não tive como me controlar mas aquela situação mexeu comigo... ele então perguntou se eu não estava braba... -- claro que não querido já falei isto é natural... peguei a revista da sua mão e ainda dei uma olhada comentando em tom de brincadeira que ele tinha bom gosto para mulheres no que ele sorriu, coloquei a revista ao lado peguei a esponja e comecei a passar no seu rosto descendo para o peito mais ainda para barriga e minha mão foi descendo mais então meus dedos chegaram onde alguns pelos começavam a nascer.... -- como tu esta lindo filho olha só já esta quase um homenzinho, e naquela hora não sei o que me deu desci mais a mão e meus dedos tocaram de leve seu pênis ficamos em silencio por alguns segundos... aquele contato começou a me dar sensações que eu não queria sentir mas meu corpo respondeu na hora e me senti excitada enquanto meus dedos começaram a reconhecer toda anatomia do seu membro que logo ficou duro desci mais passando no saco e pude perceber pelo tato que meu garotinho já era bem desenvolvido... ele também sorriu pra mim e ficamos alguns segundos trocando algumas palavras enquanto eu continuava com a mão dentro da água acariciando seu membro... -- agora vou te deixar terminar de olhar a tua revista e não precisa mais ficar escondendo da mamãe... dei um beijinho no rosto dele e voltei pro meu quarto... dei uma arrumada em algumas coisas quando depois de algum tempo ele bateu a porta falando que já tinha tesocupado o banheiro, peguei a toalha e fui rápido para o banheiro tomei uma ducha para tirar o calor enchi a banheiro e me deitei relaxando Beto bateu a porta e do lado de fora disse que iria a casa de uma amigo ali perto... assim que ouvi a porta fechando me deitei mais ainda fechando os olhos e inconscientemente fiquei pensando naquela situação que tinha vivenciado a pouco que fora no minímo ilusutada pelo fato do inesperado primeiro por eu telo surpreendido se masturbando depois por eu Ter indo ate o ponto de Ter pego no seu passasse não esquecendo o fato de Ter me apresentado com roupas intimas na frente dele e não tinha como negar que tinha gostado e percebido pelo seu jeito que ele também o que no menino me envaidecia muito pois apesar dos meus 38 anos ainda mantenho um corpo desejável e atraente mesmo antes da separação sempre malhei pelo menos duas vezes por semana alimentação balanceado coisas assim, tenho seios médios para grandinhos mas não são caídos e o que chama mais atenção é meu bombom redondo e firme... fiquei lembrando tentando criar na mente a imagem de algo que meus dedos tinham tocado enquanto fazia aquele gostoso exercício de imaginação minha mão começou a tocar meus mamilos enquanto meus dedos foram descendo passando no meu clitóris e fui me proporcionando um gostoso momento de prazer coisa que a muito tempo não tinha mesmo no tempo de casada... passada umas duas horas tomei mais uma ducha me enrolei na toalha e fui para meu quarto... vesti calcinha e sutiã e comecei arrumar algumas coisas quando a porta se abre e Betinho entrou parando me dando um susto que me virei tendo um gesto automático de pegar uma peca de roupa para me cobrir... ele ficou parado olhando meu corpo notei no seu olhar que estava gostando então resolvi lhe proporcionar minha visão peguei a camiseta dobrando me virei colocando dentro ao guarda-roupas e continuei caminhando pelo quarto ajeitando tudo... -- então Betinho deixou a língua na rua... -- já cheguei... disse ele meio gaguejando me olhando toda... -- isto eu estou vendo não sou cega... -- então tá, voou pro meu quarto assistir tv... -- tá bem querido eu vou terminar de arrumar a casa... fui ao seu encontro o abrasando ele já tinha a mesma altura minha seu corpo colou no meu e foi muito gostoso aquele contato beijei seu rosto ele o meu e depois ele saiu... Vesti uma camiseta comprida e fui fazer meu trabalho... já a noite depois do jantar estávamos sentados no sofá assistindo a novela percebia que ele discretamente olhava para minhas coxas todas de fora pela camiseta.. aquela situação mexia comigo e com ele também... estava uma noite quente abafada eu reclamei do calor... -- porque a senhora não fica a vontade... disse ele... -- mas eu estou a vontade... falei me surpreendendo com sua sugestão... -- to dizendo assim como que nem hoje no banheiro e quando entrei no seu quarto... -- é acho que tu tem razão mas a janela esta aberta... disse me fazendo de desentendida mas adorando sua sugestão, no que ele deu um pulo do sofá fechando as cortinas estava apenas a luz da cozinha e da telinha iluminando a sala então tirei a camiseta me sentando ao seu lado ele ficou me olhando e sorriu se ajeitando no sofá... -- não vai ficar me olhando hem... -- não mamãe só quero que a senhora não sinta calor... respondeu olhando meu corpo semi despido... quando deu o intervalo me levantei ele olhando minha bunda a calcinha não era muito pequena mas me sentia sexi... fui a cozinha peguei uns refri e voltei me sentando mais próxima ele havia pego uma almofada colocado sobre seu colo. Coloquei meu abraço por cima dos seus ombros fazendo se encostar no meu corpo ficamos assim por um tempo quando a novela terminou começou a passar umas chamadas sobre o carnaval que se aproximava... -- olha la filho que gatas, tu não acha bonitas? -- é são... disse ele baixinho timidamente... -- são tão bonitas quanto as das revistas não é? Ele ficou todo sem jeito... -- são sim mas a senhora é mais bonita que elas todas... -- é mesmo meu amor? Tu acha a mamãe bonita? Ele sorriu confirmando dei alguns beijos no rostinho dele fazendo ele colocar um braço por trás envolta da minha cintura e a outra mão sobre minha coxa... o contato dos dedos nos pelos da minha perna me deixavam cada vez mais arrepiada... ele então votou a me elogiar olhando para meus seios cobertos pelos sutiã que não era transparente mas sexi... resolvi provoca-los mais um pouco e perguntei se ele gostava de me ver de calcinha e sutiã ele respondeu que sim... então ele fez um movimento e a almofada caiu no chão ele rapidamente esticou-se pegando a almofada dando tempo para eu ver o volume sobre o calção quando ele ia colocar em cima eu segurei... -- não precisa ficar envergonhado meu amor isto é normal... mas ele insistiu em colocar a almofada em cima eu ameacei vestir a camiseta ele cedeu... coloquei a mão em cima da perna dele... -- meu garotinho lindo não precisa ficar envergonhado isto é normal ficar assim com o pinto duro... subi mais colocando a mão em cima, sentindo que ele estava sem sunga o fino tecido do chorte me dava a sensação de senti-lo quase todo... ficamos assim por um longo tempo ate que terminou o jornal... -- bem agora esta na hora de dormir amanha tu tem aula cedo, vai te deitar que depois vou te dar um beijinho... depois de alguns minutos desliguei a tv como tinha que fechar o portão na frete vesti a camiseta depois entrei fechei o restante da casa fui ate seu quarto, ele estava lendo uma revista e a outra mão por baixo do lençol... quando me viu entrar ficou encabulado pela revista... -- já disse filho não me importo que tu leia estas revistinhas... me sentei ao lado da cama ele dobrando a perna tentando esconder seu estado eu logo saquei... -- baixa a perna.. -- mas pra que mamãe.. -- baixa seu bobo... falei rindo ele fes marcando o volume... -- seu bobinho tava brincando tava... inclinei dando um beijinho... ele todo sem jeito... aquela situação de deixa-lo encabulado sei la me escitava ao mesmo tempo... coloquei a mão em cima do lençol e fiquei passando os dedos de leve... -- olha só tá durinho... ele sorriu... -- deixa a mamãe ver este pintinho deixa... -- ai não mamãe para... falou rindo... -- há deixa meu gatinho lindo deixa... -- ai não mamãe para não... -- mas porque filho... -- é que eu to pelado... e o que tem afinal de contas tu é meu filho falei insistindo mais uma vez mas ele estava todo sem jeito... -- só deixo se a senhora tirar a camsieta... -- seu safadinho gostou de ver a mamãe de calcinha e sutiã é? -- gostei sim a senhora tem um corpo muito bonito... -- tu acha mesmo? É? Ou tu acha estas mulheres da revista mais bonitas, peguei numa pagina onde havia uma de calcinha mostrando os seios ele olhou e disse sei la a senhora é mais bonita... -- então tá combinado, de ajoelhei ao lado da cama tirando a camsieta ele olhando para meus seios minha mão foi entrando por baixo do lençol e logo meus dedos envolveram... -- olha só como tá durinho... ele sorriu comecei a mexer pra cima e pra baixo... -- gosta quando a mamãe brinca assim? Ele sorriu mexendo com a cabeça afirmativamente... enquanto eu ia puxando lentamente o lençol ate que pude ver de perto o cacete dele durinho e grandinho me surpreendendo, passei os dedos por todo ele no saco sentindo a cabeça molhada... o que me deixou mais excitada ainda já me sentindo úmida... -- os seus são mais bonitos do que os da moca da revista.. disse ele olhando para meus seios... -- tu acha mesmo? -- acho que sim não da pra ver direito, deixa eu ver... -- seu safadinho, hoje não... -- amanha? -- quem sabe se tu te comportar direitinho pode ser... mas eu vou deixar tu passar a mão neles... ele levou a mão tocando meus seios por cima do sutiã... -- gostou? -- gostei sim são macios... seu olhos brilhavam... enquanto isto eu continuava a subir e descer com a mão acariciando seu cacete sentindo meus dedos já molhados.. -- tá mas por hoje chega agora vai dormir... tirei a mão puxando o lençol o cobrindo... -- há ainda não mamãe fica mais um pouco... -- só mais um pouquinho... levei a mão por baixo do lençol segurando o cacete... -- gosta quando a mamãe brinca com o teu cacetinho.. -- gosto sim é tão bom... falou suspirando... -- meu gatinho lindo olha só que corpo quando crescer mais vai dar muito trabalho as namoradas... puxei o lençol olhando mais de perto o cacete... -- que bonitinho como tá grandinho... meus dedos subiam e desciam minha calcinha já molhada dei alguns beijinhos no peito dele depois em cima dos mamilos que ficaram enrijecidos beijei a barriga... -- a mamãe vai dar um beijinho de despedida nele... inclinei o rosto beijando a cabeça e senti nos lábios o gosto salgadinho e adorei beijei mais algumas vezes na cabeça... e consegui me controlar... -- tá meu amor agora chega... Fui pro meu quarto é claro que tasquei aquela ciririca gozando para só depois dormir... No outro dia era sábado Beto foi para o colégio pela manha, depois do almoço me deitei um pouco como, acordei e resolvi fazer uma faxina e convoquei meu filho que não gostou muito mas ficou para me ajudar e quando começou anoitecer terminamos todo o trabalho abri uma cervejinha ele me acompanhou ficamos abrasados por um tempo bebendo e conversando... -- a senhora não tá com calor? -- seu safadinho, tá querendo me ver de calcinha é? Ele sorriu confirmando... -- já que tu me ajudou direitinho então merece... fui no quarto e vesti um conjuntinho de calcinha e sutiã mais sexi e por cima uma saída de banho de seda... -- então gostou? -- puxa mamãe tá linda que corpao... -- bobinho tu só fala isto porque é meu filho... falei abrasando ele que foi logo colando o corpo ao meu... -- não é só por isto tá uma gatona... -- é mesmo? E tu é o meu gatinho... era gostoso sentir outro corpo junto ao meu mesmo que sendo do meu filho passei as mãos no seu peito nas costas ele também me abrasando desci a mão passando sobre o chorte... -- deixa eu abrir?.. ele levou a mão abrindo meu roupão olhando para meu corpo dei uma voltinha nos abrasamos novamente seus braços entraram por dentro passando as mãos nas minhas costas e descendo para minha bunda aquilo me deu um tesão incrível minha mão entrou por dentro do calção baixei o calça dele pegando o cacete esfregando nas minhas coxas ele adorou estávamos muito excitados já não tinha como esconder que estava louca para dar pro meu filho e sentia que ele também me desejava... -- tu quer dormir na cama da mamãe quer meu amor? -- quero sim mamãe, quero... falou todo contente.. -- mas antes vai tomar um banho mas primeiro deixa eu ver este cacetinho lindo... me sentei no sofá ele ficou em pé na minha frente tirei o calção olhando ele peladinho a bundinha durinha linda as coxas já grosas comecei a dar uns beijinhos no cacete e depois coloquei todo na boca dando um gostosa chupada fazendo ele gemer. Depois que ele saiu do banho fizemos um lanche e ficamos assistindo tv.. ele me abrasando querendo passar a mão no meu corpo... -- para filho deixa eu ver a novela depois a mamãe brinca contigo... -- mas eu quero ver teu corpo a senhora prometeu... -- tá bem meu amor mas antes tira o calção e deita aqui no sofá... ele fez se encostando no meu corpo coloquei o braço por cima segurando o cacete e comecei a bater uma punhetinha lentamente ele adorou, suas mãos ficaram passando no meu corpo... ficamos assim por uma hora eu judiando dele que não aguentava mais eu também... -- tá meu amor agora vamos nos deitar.. quando chegamos no quarto ele me abraçou... o cacete entrou no meio das minhas coxas me fazendo suspirar... me deitei de calcinha e sutiã ele peladinho... -- tira mamãe... levei a mão atras libertando meus seios... ele logo levou a mão... -- puxa que bonitos como são macios... -- hoje meu amor a mamãe vai te ensinar algumas coisas boas mas tu tem que me prometer que nunca vai contar nada pra ninguém do que a gente tá fazendo... -- prometo mamãe, prometo... levei sua cabeça aos meus seios ele ficou beijando meio desajeitado no começo mas logo aprendeu sugando meus mamilos o que me deu um grande prazer... -- ai meu amor que gostoso eu ti amo filinho... vou beijar esta boquinha linda... ele adorou e nossos lábios se juntaram senti sua língua entrando na minha boca procurando a minha e foi muito gostoso, depois inclinei e comecei a chupar seu cacete pra valer ele gemia cada vez mais e mais... -- vai querido goza na boquinha da mamãe da o teu leitinho pra mim vai meu amor.. e logo ele deu uma gostosa acabada... continuei a chupa-lo deixando ele duro novamente... então tirei a calcinha peguei a mão dele fazendo tocar a minha xoxota ele adorou a novidade e ficamos assim brincando... já não agüentando mais abri as pernas e coloquei ele sobre meu corpo encostando o cacete na entrada da minha xoxota ele foi empurrando... -- ai filho que pau gostoso vai meu amor come a mamãe come... seu cacete não era muito grande mas o suficiente para me sentir penetrada por um machinho depois de mais de seis mêses... ele ficou louco me dando muito prazer e gozou bem gostoso dentro de mim... ficamos abrasados trocando beijos e mais carícias e ainda naquela primeira noite ensinei ele a chupar a minha xoxota depois ele me comeu mais três vezes e dormimos abrasados. Depois daquela noite nossas vidas mudaram pra melhor meu filho passou a ser meu amante meu homem, tomávamos banho juntos transamos e trocamos carícias em vários lugares da casa... eu que adoro novela agora tinha um jeito mais gostoso de assistir, me deitava no sofá de calcinha ele vinha ajoelhado como um gatinho e começava encostou minha boca em seu grelo. Quase derrete quando comecei a chupar. Que cheiro gostoso que delícia de gosto. O líquido esco comia novamente e por fim a bundinha e dormíamos abraçados. Gostaria de receber emais de homens e mulheres que já praticaram este tipo de relação, escrevam todos: vvera@globo.com
Email: HYPERLINK "mailto:VERA@GLOBO.COM" VVERA@GLOBO.COM
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"Sandro 01" 1879
Data: Qua Fev 4, 2004 10:10 am
Assunto: Eu, minha mulher e o surfista

Tema: Atualidades Ajuda
Assunto: Tamanho é documento?
Autor(a): Witt e Rosana

Eu, minha mulher e o surfista
Meu nome é Witt e minha mulher se chama Rosana. Nosso e-mail é etp909@yahoo.com.br. Uma vez eu e minha mulher transamos a três com outro homem. Foi num campeonato de surfe a que a gente estava assistindo. É claro, entre os competidores havia vários garotões, típicos ratos de praia, bronzeados e de bem com a vida, e alguns eram bonitos e musculosos. Notei que a minha mulher estava secando particularmente um deles, um garotão não muito alto, mas de músculos bem torneados e reluzentes. Ele perdeu e foi desclassificado na terceira bateria mas nem se importou, ficou lá curtindo o resto da competição. Perguntei a minha mulher se ela estava a fim dele. Ela sorrindo disse sim, e eu fui lá jogar um plá. Não deu outra e em breve estávamos os três num motel. O que ficou combinado é que os dois iriam transar enquanto eu olhava, por isso fiquei de lado bem confortável olhando minha mulher um pouco bêbada e muito feliz, deixando cair a tanga e sentando a xoxota de pelos negros na boca do garoto, que se deitara de costas na cama. Minha mulher gemia com a língua do surfista. Enquanto a chupava ele alisava as coxas dela e procurava pegar nos bicos dos seios dela, embora mal conseguisse por causa da posição. Para entrar no clima eu também tirara minha roupa, e fiquei lá só curtindo a delícia de ficar só sentindo o meu pau bem duro vendo o espetáculo, sem me masturbar. Então decidi ser mais ativo. Enquanto minha mulher curtia a língua do garoto, eu, para apressar as coisas (pois era óbvio que os dois iriam querer foder mesmo logo depois), eu me aproximei dos dois e comecei a alisar as pernas musculosas e de pelos alourados do garotão. Tive medo que ele fosse reclamar, mas que nada, nem se importou, pelo contrário, pareceu-me que ele gemia agora um pouco mais gostoso, praticamente sufocado pelos pelos úmidos de minha mulher. Animado com isso, pensei como deviam ser lindos os pelos alourados dele, e lhe tirei o calção, desfazendo-lhe o laço e descendo-o pelas coxas dele. E então aquilo deu um pulo, quase batendo em meu rosto. Não era um pau gigantesco, mas era grande, grosso, troncudo, com os pelos louros, é claro, e principalmente com uma cabeça bem feita e brilhante. Fiquei orgulhoso de minha mulher. Ela disse que sabia reconhecer um caralho grande só pela cara do sujeito, e era mesmo. Tendo em vista aquele espetáculo, eu não podia deixar de entrar na festa. Afastei o pau do garoto com as mãos e beijei-lhe os ovos, um depois do outro. Minha mulher não estava vendo o que se passava, estava de olhos fechados, delirando. Já eu sentia o pau do garoto endurecer anda um pouco mais, se é que isso era possível. Ele claramente estava gostando do trato que eu estava dando nele. Engoli inteira a cabeça brilhante do garotão e senti-lhe com delícia o gosto de sal, típico de pau de surfista. Aquilo me lembrou os tempos de colégio. Quando era adolescente eu já tinha chupado os pintos de uns três ou quatro amiguinhos meus, escondido no recreio, mas eu tinha esquecido o quanto era gostoso. Mas enfim, a transa não era minha. Fui para a pequena cozinha e lá fiquei tomando um uísque. Uns minutos depois minha mulher chegou para mim, olhos brilhantes, nua, os bicos rosados dos seios dançando a cada passo. Estava feliz a valer, beijando-me. Peguei-lhe na xoxota, senti o quanto estava relaxada. Minha gata já tinha fodido para valer. E na porta estava o menino, a rola mais grossa e dura que nunca, e apontando na minha direção. Aquilo e os olhos brilhantes de minha mulher me fizeram entender tudo. Minha mulher sussurrou: "pense na oportunidade, talvez não haja outra". E realmente eu pensei: eu estava ali, com a mulher que eu amo, um garotão gostoso, um ambiente seguro, talvez eu não tivesse mais outra oportunidade tão boa de sentir um caralho de verdade dentro de mim. Tomei um último gole, suspirei e fui decidido para a cama, enquanto os dois gritavam vitoriosos e batiam palmas e se beijavam. Minha mulher pulou de alegria, os seios balançando. A partir daí não teve piadinhas nem risinhos, nós três começamos a trabalhar rapidamente para um objetivo único: eu dar o meu cuzinho. Minha mulher trabalhava arrumando a cama redonda, cobrindo-a direito e arrumando os lençóis, e foi lá no carro pegar um creme, enquanto eu e o garotão conversávamos, encostados no bar. Eu, é claro, já bem a vontade afagava com minha mão os ovos dele enquanto falávamos. Ele não se impportava, pelo contrário, enquanto falava ele alisava minha bunda, ele que ia penetrá-la em breve. Era realmente um típico garotão surfista: de bem com a vida, descontraído, sem encucações. Tudo para ele era motivo de prazer: pegar uma onda grande, beijar uma gatinha, trepar com uma mulher casada, enrabar o marido dela: tudo nele era festa. Mas ele também se admirou quando soube que eu tinha um doutorado e minha mulher era advogada: ele dava valor a pessoas de estudo, embora ele mesmo não gostasse! Minutos depois eu estava de quatro na cama. Meu coração batia pesado de expectativa. O garotão passou a mão com delícia pelas minhas coxas, pelos meus ovos e meu pau, então já duríssimo. Enquanto isso minha mulher, a xoxota negra e úmida contrastando com o corpo bronzeado e os lençóis brancos, serpenteava em torno da gente para não perder nenhum ângulo do espetáculo. Senti o garotão colocar um creme. E então ele enfiou dois dedos em mim, cada vez mais fundo, em movimentos circulares. Bem que ele me disse que já tinha transado com um ou outro garotão surfista, vi que ele tinha prática. Aquilo estava me deixando doido para dar. E finalmente ele se pôs de joelhos, pegou-me pela cintura. Com uma mão apontou o pau e começou a pressionar, não muito forte mas com constância. Já fui enrabado algumas vezes mas francamente o menino era um mestre! Ele conseguia ser másculo e delicado ao mesmo tempo, senti seu pau deslizar dentro de mim como um esquiador na neve, suave e ao mesmo tempo gostoso, me fazendo sentir totalmente preenchido e me inundando de prazer. Minha mulher, deitada ao lado, masturbava loucamente a própria xoxota com uma as mãos e com a outra pegava no meu pau duro. Vendo-lhe os grandes seios com a marca do biquíni pensei, que mulherão que eu tenho. O gato realmente foi enfiando tudo, do jeito que eu queria, e eu senti-lhe os ovos me tocarem. Pronto: eu tinha (de novo) outro homem dentro de mim. Senti-me um vitorioso. Levar uma rola daquelas muitos querem, mas são poucos os que conseguem mesmo. Senti que havia um barulho no quarto, alguém gritava alto. Era eu. Eu gemia e suspirava e pedia mais, e o garotão atendendo a meus rogos começou a me afastar e aproximar dele me fazendo ter verdadeiras vertigens de prazer, enquanto eu sentia os ovos dele batendo em mim e minha mulher se masturbava sucessivas vezes, gozava, parava um pouco e tocava a siririca de novo. Era o paraíso. Agora que eu estava bem acostumado e ele podia penetrar-me bem à vontade, o garotão parecia alucinado de prazer. Metia cada vez mais fundo e firme e dizia coisas desconexas, suspirava: Deus, que gostoso... melhor... que pegar... onda... já tinha comido outros antes... mas tinha esquecido... como era gostoso... o senhor (era interessante o respeito que ele tinha, ele me chamava de "senhor") tem... o ... cuzinho... muito gostoso... o melhor... que eu já... Aquelas palavras me deixavam alucinado e eu rebolava e tentava fazê-lo sentir ainda mais prazer. Minha mulher então já se afastara, eu a via remexendo no frigobar, de cócoras, lindamente nua, os pelos aparecendo por entre as pernas. Não estava nem prestando atenção. E então eu me conscientizei, não era mais uma transa a três, era uma transa a dois, eu e outro garotão. Dois homens fazendo amor, e eu era um deles. E aquilo, embora estranho de aceitar, me encheu de tesão e aí é transei mais forte ainda para dar ainda mais prazer para mim e para o garotão. Eu sentia com delícia os movimentos do macho dentro mim. O garotão gemeu alto. Senti pelas contrações do pau dele que ele ia gozar e então tirei-o de dentro e me virei depressa mas minha mulher foi mais rápida e abocanhou-o inteiro logo quando ele gozava, e vi o garotão derramar em jatos sucessivos seu leite quente na boquinha de minha mulher, enchendo-lhe as bochechas a cada jato, enquanto gemia. Ele terminou e com um movimento de garganta vi minha mulher engolir toda a sua semente quente. Foi a única coisa que não foi perfeita naquela noite. Eu queria ter feito isso eu mesmo. Mas minha mulher me consolou dizendo que não se deve nunca fazer nada perfeito, para sempre se ter vontade de fazer de novo. Quem sabe na próxima...
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"Sandro 01" 1880
Data: Sex Fev 6, 2004 12:40 pm
Assunto: A MASSAGEM

A MASSAGEM
Sou morena-clara, tenho 1,68, 56kg olhos castanhos, cabelos negros cacheados bem longos e, modestamente, devo dizer que possuo um corpo bastante desejável. Por causa do meu corpo e que tenho, agora, a oportunidade de relatar minha historia. Ha algum tempo conheci um rapaz que me causou muito desejo. Como ele também se interessou por mim logo me fez um convite para conhecer seu apartamento. Apenas para fazer charme fiquei pensando na proposta durante uns dias, antes de aceita-la. Ele, muito espertinho, me pediu que, no dia da visita, vestisse um biquíni como roupa de baixo, conhecia uma massagem incrível e gostaria de faze-la em mim. No dia combinado, cheguei ao apartamento e ele logo me serviu uma bebida. Pelo clima, senti que ambos estávamos excitadissimos. Depois de um bom papo, ele finalmente perguntou se eu aceitaria conhecer a sua massagem. Topei no ato e percebi que ele estava com o pau duríssimo. Dava para ver, porque ele vestia um short de malha bem fina e quase transparente. Tirei o meu vestido, ficando apenas com o biquíni. Ele pediu que me deitasse em sua cama e relaxasse. Deitada de costas, comecei a sentir sua mão deslizar delicadamente, descendo pela espinha, depois pelas pernas, ate chegar aos pés. Dai passou a fazer o caminho de volta, ainda mais lentamente. Para facilitar seus movimentos ele usava um liquido bastante perfumado, que me deixava louca de tesão. De repente suas mãos se alojaram entre minhas coxas dando leves apertões enquanto escorregavam em direção a virilha. Seus dedos rapidamente tocaram minha xana, que já estava molhada de prazer. Eu estava doida para ser penetrada. Não resistindo a tanta provocação, decidi agir também. Estiquei o braço e alcancei seu membro rijo, de uns 20cm prestes a estourar o short. Automaticamente ele me virou e passou a massagear minha barriga em direção a boceta. Descobriu também meus seios, cujos bicos duros logo foram sugados por sua boca. Ao mesmo tempo, seus dedos começaram a massagear o clitóris fazendo-me tremer, e sentir seu dedo indicador sendo introduzido no meu buraquinho do prazer e pecado. Não satisfeito em me dedilhar, ele arrancou a parte de baixo do biquíni e foi se deitando sobre meu corpo, já entregue a todas as suas investidas. Ele passou a beijar meus ouvidos, enfiando a língua, e foi descendo para o pescocinho, lambendo minhas costas e chegando cada vez mais perto do cobiçado alvo. Não demorou muito e sua boca gulosa já mordia levemente minha bundinha. Ele pediu que afastasse bem as pernas e então sua língua foi ao encontro da bocetinha. Aquilo me levou as alturas. Arreganhei o quanto pude a xota, com a ajuda das mãos enquanto meu amante tilintava também o botãozinho do cu. Quando alcançou a entrada da vagina, seu dedo foi introduzido por completo. Comecei a gemer e gritar:
"Me fode, me come, seu gostoso, enfia logo esse cacete em mim que eu quero ser arrombada".
Ele não me fez sofrer a sua espera. Tirou seu short, exibindo a ferramenta dura e grossa, e começou a pincelar a chapeleta na xoxota.
"Isso, meu tesão, faz assim bem gostoso, me faz gozar no seu pinto".
Mas ele pediu só um pouquinho de calma, levantou-se e trouxe o membro ate minha boca. Peguei o pinto com as duas mãos e dei um trato superespecial. Chupei com muito carinho, fazendo um vaivém rápido e balançando seu saco. Eu passava a língua naquela cabeçona, deixando bem melado de saliva, e batia uma punheta gostosa para ele. Quando fiquei ainda mais tesuda, ele abriu minhas pernas e meteu a rola de uma vez só. Seu cacete era tão grande que senti a cabeça encostar no meu útero. Ele bombava rápido e forte, arrancando de mim suspiros e gemidos.
"Me come, seu tesudo, come minha boceta e meu cu".
Enquanto metia o caralho na minha gruta, ele tentou colocar o dedo em meu cuzinho. Mas, como a posição era incomoda para seus movimentos, decidi ficar de quatro. Sua tora logo foi afundada na minha xota. E ele meteu também dois dedos no meu cuzinho todo melado. Passei a rebolar na vara grossa, ajudando nas estocadas, e logo senti a porra quente sendo despejada dentro de mim. Ele soltou um urro, estocando com mais violência e isso me fez gozar junto com ele que manteve a pica dentro da boceta ate amolecer. E senti quando ela foi saindo bem devagar. Mas o homem tinha tanta energia e tesão quanto eu. Vendo aquele mastro a disposição, não resisti e cai de boca, para lhe fazer uma gulosa caprichada. O mais gostoso e que eu pude sentir sua jeba crescendo na minha língua, que lambia cada milímetro dela. Depois de suga-la bastante, chupar seu saco e bater-lhe uma punheta com a boca era o momento de enfia-la no meu rabo. Deixei-o deitado mesmo e sentei-me em cima daquele delicioso membro. Aos poucos ele foi desaparecendo atolando por inteiro no meu cuzinho. Já bem acomodado, passei a cavalgar alucinada em seu caralho subindo e descendo com precisão. Enquanto isso ele apertava meus seios, dando beliscões nos bicos durinhos. Não foi preciso muitas estocadas para seu pinto começar a latejar no meu rabinho indicando que o gozo estava chegando. Quando ele me avisou sai de cima dele para receber os jatos na minha boquinha. Ate aquele momento não tinha visto nenhum homem que tivesse tanta porra quanto ele foram espirradas fortes e abundantes. As golfadas quase me fizeram engasgar. Mas o sabor era tão gostoso que não desperdicei uma gota sequer. Foi uma trepada maravilhosa e, talvez, a mais completa e prazerosa da minha vida. No dia seguinte, esfolada pelo pinto dele, eu nem conseguia me sentar direito. Ate hoje, sempre que possível, ele se encontra comigo para comer cada buraco que existe em meu corpo. Deca
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"Sandro 01" 1881
Data: Sex Fev 6, 2004 5:50 pm
Assunto: AMANTE DE UM CASAL
TODO FIM DE SEMANA EU IA PASSEAR NA SÉ, DE OLINDA. FICAVA ALI COM ALGUNS AMIGOS. UM DIA, FUI APRESENTADA A UM CASAL ATRAVÉS DE UMA AMIGA, NA HORA NÃO LIGUEI MUITO PARA ELES, MAS COMO ERAM PESSOAS EDUCADAS FUI GENTIL COM ELES. APÓS A CONVERSA INICIAL, O CASAL ME CONVIDOU PARA DAR UMA VOLTA COM ELES. DISSE LHES QUE NÃO PODIA, POIS ESTAVA ALI COM UMA TURMA. NA VERDADE EU FIQUEI MEIO DESCONFIADA, POIS SENTI QUE HAVIA ALGO MAIS POR TRÁS DO CONVITE. PENSAR QUE PODIA ROLAR UMA SURUBA OU MÉNAGE ME DEIXOU SUPER NERVOSA, POIS NUNCA TINHA PARTICIPADO DE UMA TRANSA DESSE TIPO. NA SEXTA-FEIRA SEGUINTE ELES ME TELEFONARAM. COMO ERAM DE SANTO AMARO, BAHIA, NÃO CONHECIAM NOSSA CIDADE AINDA. QUERIAM QUE EU FOSSE A CICERONE DELES NAQUELA NOITE. COMO BOA ANFITRIÃ, LEVEI O CASAL PARA UMA BOATE NA PRAIA DE BOA VIAGEM, RECIFE. EMBALADOS PELO QUE ROLOU LÁ, FOMOS PARA UM ACONCHEGANTE MOTEL. A CAMA ERA REDONDA E O VÍDEO COM FILMES PORNÔS NOS DEIXARAM BEM A VONTADE. ALI, COMEÇAMOS A NOS CONHECER DE VERDADE. PRIMEIRO, ELE ME PEDIU QUE FIZESSE A SUA MULHER. ELA ERA MAGRA E ALVA, TINHA UMAS PERNAS ALINHADAS, BUNDA GRANDE E PELE MACIA. ATE ENTÃO, NUNCA HAVIA TRANSADO COM OUTRA MULHER MAS COMO SOU UMA PESSOA SEM PRECONCEITOS, ACEITEI O PEDIDO DELE SEM CONTESTAR. FUI ACARICIADA POR AQUELA MULHER E PROCUREI CORRESPONDER AOS SEUS CARINHOS. PARA MINHA SURPRESA, EU ESTAVA GOSTANDO DAQUILO. EU BEIJAVA OS SEUS SEIOS ENRIJECIDOS E ELA ALISAVA OS MEUS. DEPOIS, PASSOU A CHUPAR MEUS PEITOS E EM SEGUIDA, DESCEU ATE A MINHA XOXOTA. FOI AI QUE O SEU MACHO NÃO RESISTIU E AGARROU-ME POR TRÁS. AOS POUCOS ENRABOU A MINHA BUNDINHA, QUE ATE AQUELE MOMENTO NUNCA HAVIA SIDO TOCADA. NÃO DEMOROU MUITO, E ELE GOZOU NO MEU CU INUNDANDO MEU RABINHO COM O SEU ESPERMA. SATISFEITO ELE CAIU AO NOSSO LADO NA CAMA. APROVEITANDO QUE ELE ESTAVA DESCANSANDO, ELA COMEÇOU A LAMBER MEU CORPO. TAMBÉM NÃO DEIXEI POR MENOS, CAI DE LÍNGUA NAQUELA BUCETINHA. SÔNIA, COMO ELA SE CHAMAVA, PASSOU A SE CONTORCER E A GOZAR SEGUIDAMENTE. AO VER AQUILO, ANTÔNIO NÃO QUIS FICAR DE FORA, COLOCOU O SEU CACETE AINDA FLÁCIDO NA BOCA DA MULHER. O CARALHO LOGO FICOU DURO DE NOVO. EU NÃO AGÜENTAVA MAIS E PEDI PARA QUE ELE COMESSE A MINHA BUCETINHA. ENQUANTO ELE ME FODIA, SÔNIA MAMAVA DESESPERADAMENTE MEUS PEITOS. COBERTA DE TANTOS CARINHOS, FUI TENDO UM ORGASMO ATRAS DO OUTRO ATÉ QUE NÃO AGÜENTEI MAIS E QUASE DESFALECI. ENQUANTO EU TENTAVA RECUPERAR AS MINHAS FORÇAS, ELES SE EXIBIAM PRA MIM, COM UM CHUPANDO O OUTRO NA MINHA FRENTE. SÔNIA ERA LAMBIDA PRA LÁ, LAMBIDA PRA CÁ ATÉ QUE TERMINARAM NUM BELO 69. ANTÔNIO AINDA DE PAU DURO, PUXOU-ME E ENTERROU MAIS UMA VEZ SEU CACETE EM MINHA BUCETA. SÓ SEI DIZER QUE, DEPOIS DAQUELA NOITE, FICAMOS HIPERAMIGOS. AGORA, TODAS AS VEZES QUE ELES VÊM PARA RECIFE OU EU VOU A BAHIA, PROCURAMOS REPETIR AS DELICIAS DAQUELAS HORAS E, SEMPRE É MUITO BOM. OS 3
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"Sandro 01" 1882
Data: Sex Fev 6, 2004 5:50 pm
Assunto: CASADA GRELUDA


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CASADA GRELUDA

Em primeiro lugar, quero dizer que de tanto ler esses contos eu e minha mulher acabamos nos tornando um casal bem safado. Eu sou moreno claro, 1,75 cm, 70kg e bem dotado. Ela é loira, tem 1,60 cm, 56 kg, pernas grossas, um rabo empinado, uma buceta média mas com um grelo enorme pendurado pra fora dos grandes lábios, às vezes peludinha, às vezes lisinha, mas sempre muito gulosa. Temos, ambos, 30 anos. Sou voyeur e ela exibicionista ao extremo. Gosto de vê-la se exibindo em locais públicos e às vezes, quando estou saindo para o trabalho, páro o carro fora da garagem da nossa casa e peço para ela que sair só de camiseta ou camisolinha curtíssima e que mostre sua buceta pra mim. Ela fica em pé com aquela cara de safada, empinando a buceta para a frente, expondo seu grelo inchado, principalmente quando trepamos minutos antes de sair. Tem dias em que ela, só para me deixar doido, mija lá no portão, em pé ou abaixada com a xota arreganhada, saindo aquele jato grosso e forte que chega a fazer barulho. Já cheguei a ficar em pé, botar o cacete pra fora e balançar pra ela ver, punhetando ele umas três ou quatro vezes e guardando logo em seguida. Ele se excita e esfrega o grelo, tocando uma siririca ali mesmo, em pé. Tudo isso acontecia de manhã bem cedo e a gente pensava que niguem via. Mas esta semana nossa vizinha (uma morena estilo raimunda) apareceu lá em casa e ficou conversando com minha esposa.Ela estava com uma saia jeans bem curta e, a toda hora, cruzava e descruzava as pernas. Até aí minha esposa achou tudo muito natural. Mas ela começou a olhar minha mulher com cumplicidade e perguntou:
- Vocês não têm medo que alguém veja?
- O que ?
Aí a vizinha disse:
- Eu vi você lá fora só de camiseta, sem calcinha.
Minha mulher ficou meio sem jeito.
- Você estava mostrando pro seu marido, né?
Aí minha esposa, já com sacanagens na cabeça, falou:
- Mostrando o que?
- Mostrando a xoxota. Eu vi e não acreditei no que vi.- disse a vizinha.
Minha esposa respondeu:
- Não acreditou em que?
- No tamanho... porque é muito grande .
- O que é muito grande?
- O seu grelo!
- Você não imaginava que existia deste tamanho?
E a vizinha respondeu:
- Bom, só se eu não vi direito!
Minha esposa, muito sacana, sorriu e perguntou se ela queria ver denovo para poder comprovar o tamanho. Aí ela respondeu:
- Quando é que vocês vam fazer de novo?
Minha esposa falou:
- Você pode ver agora, se quiser!
- E se eu ficar com tesão? Naquele dia tive de tocar umas cinco siriricas pra me acalmar.
- Você ficou com tesão no meu grelo ou foi por causa da situação em si?
- Ahhhh... foi tudo, né?
- Se você ficar com tesão novamente é porque gostou mesmo de ver meu grelo.
- Então deixar eu dar uma olhadinha, só pra ver o tamanho dele.
Minha mulher levantou, puxou o short para o lado e mostrou sua buceta. Aí a vizinha olhou e disse:
- Nossa! Como é grande! e botou as mãos entre as pernas.
Minha mulher sabia que ela estava morrendo de tesão e falou
- Você quer ver ele ficar ainda maior?
- Como?
- Então vem aqui e tira meu short.
A vizinha começou com aquele papo de que nunca tinha feito aquilo assim...
Minha mulher perguntou
- Aquilo o que?
- Nunca fiz este tipo de coisa com mulher... Como ele fica maior?
- Vem aqui e tire meu short!
Então ela veio, assim meio com medo. Parecia que estava pegando numa tomada elétrica. Quando ela pegou o short e começou a baixar junto com a calcinha, minha mulher teve uma idéia e puxou a cabeça dela de encontro à buceta já inchada de tesão esfregou na cara dela e falou:
- Se você dar uma chupada neste grelo ele vai crescer mais ainda e na sua boca.
E deu uma rebolada na cara dela com todo tesão. Ela tirou a cara, olhou minha esposa bem no olho:
- Posso te falar uma coisa?
Minha esposa já pensou; será que ela vai sair correndo e ficar brava? Mas ela disse:
- Quero te mostrar minha xoxota como está. E foi logo levantando a saia e descendo a calcinha, empinou também sua buceta morena na direção da minha mulher e disse
- Olha como esta molhada.
Minha esposa disse que olhou e viu aquela gosma espalhada pelos pentelhos, saindo da caverninha.
Então minha esposa terminou de tirar o short que tinha ficado no meio das pernas e falou:
- Como é? Quer ou não ver o meu grelo ficar maior?
- Quero, sim.
Minha mulher mandou ela deitar no chão da sala mesmo e abaixou a buceta bem na cara dela.
- Agora chupa gostoso esta buceta, chupa meu grelo! E ficou rebolando na cara dela.
A vizinha começou então a chupar parecendo que ia engolir o grelo da minha mulher. O bicho ficou ainda maior do que seus 3cm habituais. A morena batia uma siririca das mais loucas, esfregando o grelinho dela, às vezes enfiando os dedos dentro da própria buceta. Depois de algum tempo, as duas começaram a gozar. Minha mulher quando goza solta uma secreção que parece porra, em grande quantidade. Como ela estava abaixada em cima da morena, a porra foi escorrendo e a morena foi espalhando com língua em toda extensão da buceta ate o rabo onde ela sente bastante tesão. Aí minha mulher mandou ela ficar de quatro. A vizinha ficou parecendo uma égua no cio, com aquele rabão todo arrebitado e minha mulher chegou a roçar o grelo na buceta dela por trás.
- Mete, mete logo, porra! Quero sentir esse grelão ai na minha racha!
Minha mulher esfregava com o maior tesão do mundo. De repente a morena falou:
- Mija em mim do jeito que você mijou lá fora outro dia! Mija esfregando sua racha na minha, vai... Sua gostosa greluda! Ai, seu grelo tá entrando na minha buceta! Não tira... Tá uma delicia! Mete mais, vai! Mete esse grelo que mais parece uma piquinha... Aiiiii... eu quero chupar sempre... Você deixa eu chupar? Deixa?
Minha mulher não agüentou mais e começou a gozar feito uma louca, a melar o rabo da morena todo...
- Mija... Isso... Mija em mim, gostosa!
Minha mulher começou a mijar um pouquinho e a morena ficou louca. Começou a rebolar e falar
- Como você trepa gostoso... Vai, me come sua gostosa mijona!
Minha mulher ficou em pé e forçou mais um jato de mijo nas costas dela. Aí parece que o tesão foi passando mais e a morena falou:
- Você é louca! Como vou embora toda mijada? E lá se foram para o banheiro tomar banho juntas.
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"Sandro 01" 1883
Data: Sex Fev 6, 2004 5:49 pm
Assunto: APRENDIZ DE PUTINHA E VOVO

APRENDIZ DE PUTINHA E VOVO by Camilinha PR

Quando eu cheguei em casa, estava muito feliz, por finalmente ter visto um pau de perto. Apesar disto, eu continuava querendo mais. Fui então para o quarto do meu avô e comecei a ler as revistas. Massageei o meu grelinho, e gozei mais uma vez, desta vez pensando no Sr Cardoso, e naquela pica maravilhosa. Fui esquentar o jantar, que a moça que trabalha em casa havia deixado, e assistir TV. Apesar de estar na frente da Tv, não deixava de pensar na piroca do Sr Cardoso, e já estava excitada novamente, mais uma vez fui ao quarto do meu avô, e lendo as revistas, e os Contos, me masturbei. Quando eu parei, continuei deitada na cama, e fiquei pensando, até que acabei dormindo. Quando eu acordei, meu avô estava sentado no meio das minhas pernas, passando a mão na minha xoxotinha, e tocando uma siririca. Eu então abri meus olhos, e ele tentando se refazer, me perguntou o que eu estava fazendo com aquelas revistas. Eu então comecei a passar a mão na minha xoxota, e a acariciar o meu grelinho, e respondi “Eu estava fazendo isso”. Ele então ficou olhando, e começou novamente a bater uma punheta, olhando pra mim, os olhos dele não saiam da minha xoxota, e eu para provocar ainda mais abri bem a perna para ele ver a minha bocetinha virgem. Eu sem parar de me acariciar, pedi para ele deixar eu chupar o pau dele. Na mesma hora ele ficou de pé, ao meu lado, e eu comecei a fazer a chupeta, do jeito que o Sr Cardoso, havia me ensinado. Enquanto eu chupava, meu avô beliscava meus peitinhos, e me chamava de safada. Ele então tirou o pau da minha boca, e me colocou de quatro, tirou uma pomada da gaveta do criado mudo, e melou meu cuzinho, dizendo que eu era muito safada, que se ele soubesse não havia saído com nenhuma mulher antes. Ele então untou meu cuzinho, e começou a colocar os dados dele para lancear sua entrada, isso no começo doeu, mas eu não pedi para ele parar, falei apenas para ele ir devagar. Quando já estava com três dedos lá dentro, ele falou que era para eu relaxar, pois eu descobriria o quanto era gostoso ser bem vadia. Ele então mirou a piroca no meu anelzinho, e começou a forçar, eu senti uma dor enorme, e comecei a pedir para ele parar, mas vovô apenas respondeu que era pra eu agüentar que já ia ficar bom. Eu então senti a cabeça do pau dele rasgando a entrada do meu cuzinho, e depois a dor diminuir, e ele foi enterrando toda a pica dele, ate eu sentir o saco dele batendo na minha xoxotinha. Ele então ficou parado, deitado sobre mim, e eu comecei a rebolar, devagar. Ele lambia a minha orelha, e mandava eu rebolar mais. Eu então passei uma das mãos por baixo do meu corpo e comecei a massagear o meu grelinho, e ele começou a tirar a colocar o pau no meu cuzinho, e a me falar que eu era mesmo uma vadiazinha, que ele ia me comer sempre, que meu cuzinho era muito apertadinho. Não demorei muito, eu comecei a gozar, foi o gozo mais intenso que eu já havia tido até então, fazendo que de uma forma sem controle o meu cuzinho começasse a piscar, e foi nessa hora que o meu avô encheu meu buraquinho de porra, e eu pude sentir que quando ele tirou o pau para fora, a porra escorreu. Meu avô então se deitou e dormiu, e eu fiz a mesma coisa, ao lado dele, os dois sem roupa e cheirando a sexo. Mais uma vez, eu descobri que sexo e muito bom, e que com certeza isso é a coisa que eu mais gosto de fazer. Escrevam-me suacamilinha@ieg.com.br Email: SUACAMILINHA@IEG.COM.BR
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"Sandro 01" 1884
Data: Sex Fev 6, 2004 6:52 pm
Assunto: AMIGAS EM VIAGEM

AMIGAS EM VIAGEM
O que vou contar, ocorreu a cinco dias. Eu e uma amiga, fomos a Manaus, participar de uma palestra pela empresa. Somos amigas há muitos anos, e sempre trocamos confidencias, principalmente sexuais; pois somos casadas há pouco mais de dois anos. Temos 24 anos. Ela loira, muito bonita, simpática, fofinha e muito sexy. Eu morena clara, cabelos parecidos com os da Gal Costa, lábios grossos, olhos verdes, seios grandes e bicudos, mas super durinhos, cintura fina, quadril bem largo, bumbum arrebitado e redondinho, pernas grossas e hiper lisinhas. Sou baixinha,1,60m, do tipo magrinha, mas muito tesuda, e adoro roupas provocantes que realcem toda minha silhueta. Nessa viagem a Manaus, como íamos ficar apenas três dias, resolvemos aproveitar ao máximo. Como sempre tivemos vontade de transar novos parceiros, resolvemos arrumar dois gatos tesudos. Falamos com uma recepcionista do hotel. Ela achou estranho, pois sempre eram homens que queriam parceiras e não mulheres. Aproveitamos e dissemos a ela que se tivessem dois gatos tesudos, nos toparíamos o encontro. Ela de pronto apontou para o hall do hotel, mostrando dois rapazes muito bem trajados, super lindos, e que também estavam afim de duas gatas. Eles eram do RS, ideal. Olhei para minha amiga e ela também vibrou como eu. Pedimos o contato para com eles. Foi na boate do hotel, e em pouco já estávamos todos muito descontraídos e alegres. Como minha amiga e bem mais alta que eu, ela ficou com o moreno, pois ele devia ter 1,90m de altura e corpo enorme, super forte, e eu com o outro também muito lindo, cabelos loiros escuros e com 1,70m. Já na boate, em uma mesa bem escurinha nos quatro começamos a nos curtir. Uns amassos, eu não perdi tempo, estava tão tesuda, que acabei me abaixando sob a mesa e chupando a rola do gato ali mesmo, e que rola deliciosa, bem grossa e super peluda. Minha amiga parecia não estar se saindo muito bem com seu gato, mas continuavam numa boa. Após uma deliciosa chupada no pau do gato, me levantei e me recompus. Minha amiga disse que eu estava com um fogo do caralho. Disse a ela que sim e, que tudo aquilo que adorávamos fazer em casa com nossos maridos iríamos fazer com os rapazes, iríamos deixá-los nos comer toda e, que eles poderiam até comer nossos bumbuns. Realmente estávamos afim e, também acostumadas com o coito anal e, gozar na boca era normal. Uma delícia, mas minha amiga parecia não estar tão afim de tudo isso como havíamos combinado. Sugeri que subíssemos ao nosso quarto. Já no elevador meu gato colocou sua rola em minhas coxas por trás, e foi me encoxando até o quarto. Entramos e ele já tirou meu vestido me deixando totalmente nua. Seu amigo fez o mesmo com minha amiga. Me ajoelhei e meti a boca no pau do meu gato, fui tirando sua roupa. Minha amiga e o gato dela foram para o quarto ao lado. Não passou cinco minutos e minha veio para a sala, onde eu a essa altura já engolia o pau de meu gato até o saco, pois adoro engolir tudo mesmo. Perguntei a ela se havia algum problema, ela acenou a cabeça que sim e disse se daria para trocarmos o casal. Disse que sim, se meu gato não se incomodasse. Ele disse que se minha amiga fizesse tudo o que eu disse que faria, tudo bem. Ela disse que sim. Eu disse que por mim tudo bem, mas perguntei o que tinha acontecido entre eles. Ai foi que eu entendi porque minha amiga estava com medo. É que o cara tinha a rola muito grande e minha amiga não estava acostumada, principalmente por que eu havia dito sobre sexo anal. Pensei comigo, será que a rola do cara e tão grande, que minha amiga ficou tão assustada assim. Bom, se a rola do cara é grande, melhor, assim a viagem vai ser mais bem aproveitada. Dei um beijinho no pau do meu amigo e fui para o quarto. Eu estava de salto alto, então entrei rebolando toda. Meu amigo novo, estava deitado e com um lençol sobre o corpo. Cheguei ao seu lado, deixando minha xoxotinha bem próxima de seu rosto e, disse: "será que essa bucetinha agüenta toda sua rola?" Ele maroto e com ar de tesão, enfiou os dedos na minha bucetinha e disse: "é bem apertadinha, mas pode deixar que eu arrombo ela para você, TESÃO! Virando-me de lado, me fez ficar de bunda para ele. Ele aterrou um dedo no meu cu e, disse: "Hum, que bom, seu cuzão é bem grande, será que ele é tão bom de rola, como você é de boca?" Disse a ele que ai só depois que ele enterrasse até o saco é que ele poderia saber. Ajoelhei ao lado da cama, e mesmo sobre o lençol, passei a mão sobre sua pica e, realmente era enorme, super comprido, parecia não ter fim, simplesmente enorme. Meu espanto aumentou, quando tentei segurá-lo, minha mão não conseguia envolve-lo por inteiro de tão grosso que era. Lentamente fui puxando o lençol, pois estava curiosa para saber o tamanho. Quando ela apareceu toda triunfante, não pude, deixar de soltar um gritinho de expanto e engolir seco toda a saliva de minha gula por rola. Olhei para meu macho, e disse: "caralho, como sua rola é enorme, parece a rola de um cavalo preste a meter na sua égua." Então vai sua égua, mete ele na boca e engole tudo que você conseguir. Não tive dúvidas, dei uma punhetada e meti na boca, fui ate aonde consegui engolir, mas mesmo assim enterrado em minha garganta não chegava na metade. A rola dele era tão grossa que a dor era demais. Ele se levantou, segurou minha cabeça e, me pediu para arreganhar a boca, assim eu fiz, e ele enfiou toda a rola, até a raiz. Eu não acreditava que tinha conseguido engolir tudo aquilo até o saco, mas podia senti-la no fundo da minha garganta. Ele me levantou e tirou a rola de minha boca, eu estava até meia mole. Ele pediu para que eu arreganhasse minha buceta, para enfiar sua tora. Enlacei minhas pernas em sua cintura e senti a cabeça de sua imensa rola roçando meus lábios vaginais, me prendi firme a ele para não descer muito rápido, mas não foi possível Ele me deu um beijo, passou as mãos sob meus braços, me segurou nos ombros por trás e disse: "a cabeça da minha rola está bem na portinha dessa bucetinha. " Dei uma reboladinha para acertar melhor a entrada da minha buceta que estava prestes a ser arrombada. Ele perguntou se podia arrombar a bucetinha, acenei a cabeça que sim, então enterrou, foi até o saco numa empurrada só. Eu não acreditava que quase 30cm de rola pudessem sumir em minha buceta de uma só vez, e ele enterrou. Dei um gritinho de dor, mas agasalhei toda a rola, até o saco. Ele começou a meter em minha bucetona, como se eu fosse uma putona. Fiquei mais de meia hora pendurada no pau dele. Até ele gozar. Foi uma quantia de porra tão grande que quando ele enterrava saia de minha buceta. Sentamos na cama, eu fiquei em seu colo com toda aquela tora ainda dura dentro de minha vagina. Senti que se rebolasse naquele pinto, poderia gozar também. Comecei um vaivém, enquanto ele enterrava os dedos no meu cu, dizendo que estava me preparando para o coito anal, que eu disse adorar tanto. Quando eu estava para gozar ele tirou a rola de minha buceta colocou-me de quatro na cama, eu estava com muito tesão, e enterrou seu pau na minha bunda. Cheguei a perder os sentidos. Quando dei por mim estava na sala sentada no colo dele com aquela imensa tora no meu cu, e minha amiga se deliciando, dando o cu para seu gato. Confesso que depois me acostumei com toda aquela rola em meu cuzão e que tive vários orgasmos seguidos. Repetimos a dose no dia seguinte, e minha amiga também. Ela deixou ser arrombada por aquela imensa rola. ARROMBADA
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"Sandro 01" 1885
Data: Sex Fev 6, 2004 6:52 pm
Assunto: O grelo de Sofia

O grelo de Sofia Minha história começa no dia 12 de maio de 1990. Eu tinha 18 aninhos e já tinha feito minhas sacanagens por aí, mas tudo convencional, com garotos da minha idade. Na verdade, até aquela época eu nunca tinha tido um homem de verdade, desses que fazem o serviço completo. Eu sempre me envolvia com namoradinhos da mesma idade, com no máximo 2 anos de diferença, e era sempre a mesma coisa: começava com um sarrinho no carro, umas chupadas sacanas, mas dar mesmo, no duro, só tinha dado pra 3 carinhas. Desses, só o último foi legal mesmo, mas só consegui gozar com ele chupando minha xoxota. Foi uma loucura! Ele me deixou maluca com o gelo que tinha passado na língua e depois me chupado. Com penetração mesmo nunca tinha tido um orgasmo. Sempre gostei mais de sexo oral, ser chupada e também chupar. Muitas amigas minhas acham estranho esse meu tesão que é chupar um pau até o cara gozar e engolir tudinho. Eu adoro engolir uma porra quente! Já até gozei só com o gozo de um cara na minha boca. Mas quando o cara tentava me comer, bom, aí eu caía fora. Não sei o que me dava, não sentia muito tesão. Talvez por isso que eu tenha deixado muito homem maluco de vontade de me comer. Chupava o cara até ele gozar e na hora que ele se arrumava todo pra me comer, eu caía fora. Que homem aguenta isso? Claro que hoje em dia já não sou mais assim. Bom, mas minha história de hoje é bem diferente. É a história de uma amiga minha, a Sofia, uma linda loira de olhos azuis aqui da minha região. Sei que no restante do Brasil, uma loira com os atributos dela seria a atração da cidade. Mas aqui em Santa Catarina as loiras são maioria. Eu sim sou uma exceção. Sou morena de olhos verdes. Bem, mas vamos à Sofia.... Sofia tinha na época 17 anos e estava com o corpo totalmente formado. Linda, estonteante, os cabelos dourados longos, pareciam de boneca. Os olhos profundamente azuis eram incríveis, difícil defini-los. O rosto era mesmo belíssimo. Mas o corpo ainda era melhor. Tinha 60 kg distribuídos em 1,74m. Era um mulherão. Gostosa, muito gostosa. Hoje eu posso falar tranquilamente sobre isso, mas na época isso era um tabu para mim. Eu via Sofia como uma mulher deliciosa e era louca para devorá-la, mas nunca admiti isso para ninguém, nem mesmo para mim. E eu admirava minha amiga, andávamos sempre juntas, éramos confidentes. Nossa amizade era perfeita.
Sofia, na época, era apaixonada por um garoto da faculdade, o Guilherme. Ele era mesmo muito bonito, fazia musculação, tinha o corpo com tudo em cima. As meninas literalmente caíam aos seus pés. E ele saía com todas e comia todas na maior cara de pau. E Sofia sabia disso e sofria, sabe como são essas paixões nessa idade. Bom, mas houve um dia em que Guilherme me cantou, afinal eu era e sou muito bonita mesmo. E exótica, por ser morena. Mas não dei muita bola, sabia da fama dele de devorador de menininhas apaixonadas. Além do mais Sofia era apaixonada por ele e eu jamais magoaria minha amiga. Talvez por eu o ter esnobado, Guilherme se apaixonou por mim, a ponto de me enviar uma perua lotada de rosas vermelhas. Não tive outro meio senão contar tudo para Sofia, antes que algum engraçadinho fizesse uma intriga das grandes e eu perdesse minha melhor amiga. Cheguei na casa de Sofia naquela tarde e a mãe dela me pediu para subir até seu quarto. Chegando lá encontrei Sofia só de calcinha, sem sutiã. Ela tinha acabado de tomar banho. Meu coração disparou com a visão magnífica de Sofia seminua. Como era linda! E que corpo! Senti um calafrio na espinha, comecei a suar frio e tive vontade de agarrá-la, mas não podia fazer isso. Eu já tinha visto Sofia nua antes, e apreciado, mas nunca como naquele dia. Não sei o que tinha de fenomenal naquela cena, mas a verdade é que se eu tinha alguma dúvida da minha tara por Sofia, agora não tinha mais. Tudo estava muito claro para mim. Comecei a contar sobre Guilherme e ela desandou a chorar. Chorava como criança, e na verdade ainda era uma criançona, apesar daquele corpo escultural de mulher madura. Sofia soluçava na minha frente e aquilo me apertou o coração. Estava vendo minha amiga sofrendo por causa de cara sem escrúpulos e não podia fazer nada. Tive ódio de Guilherme naquele momento. Sentada na cama, ao lado de Sofia, comecei a acariciar seus cabelos, enquanto seu rosto mantinha-se enterrado entre as coxas, aos prantos. Ali, tão pertinho dela, sentindo seu perfume de gata gostosa, não resisti e me aproximei mais. Puxei seu braço e abracei Sofia gostosamente. Senti seus seios encostando nos meus e molhei a calcinha na hora. Afastei-me dela e enxuguei suas lágrimas. Continuei acariciando seu rosto e ela melhorou o astral, finalmente. Foi então que tive uma grande surpresa: Sofia olhou-me fundo nos olhos e disse:
- Ah, se o Guilherme fosse carinhoso como você....
Não sabia o que dizer. Mas continuei acariciando seus cabelos, seu rosto....e depois de algum tempo, acariciei seus ombros e seus braços. Sofia ficou toda arrepiada com isso, pude sentir os pelinhos do braço todos ouriçados. Ao perceber que minha gata maravilhosa estava gostando dos meus carinhos, delicadamente passei a mão sobre seus seios. Sofia gemeu baixinho. Continuei a passar as mãos nos peitinhos dela, agora já beliscava levemente seus mamilos e Sofia gemeu mais alto. Então, já doida de tesão, aproximei meu rosto dos seus seios e beijei-os gostosamente. Sofia delirava de tesão, gemia como uma gata no cio. Não sei por quanto tempo fiquei ali, chupando os peitinhos dela. Eu lambia os mamilos, chupava os seios todinhos, fazia da minha língua um chicote e batia em seus mamilos durinhos. Só uma mulher para conhecer tão bem os desejos de outra mulher. Com minha língua em seu mamilo eu simulava que estava chupando seu clitóris. Sofia acabou me dizendo que não aguentava mais. Deixei-a maluca de tesão só nos peitinhos. Então deitei minha gata na cama e tirei sua calcinha. A bucetinha dela estava molhadinha, com aquele muco transparente que toda mulher tem quando fica excitada. Abri suas pernas e me aproximei de sua grutinha, apenas para realizar um sonho: sentir o cheiro do sexo de Sofia. E que cheiro maravilhoso exalava de sua xoxotinha! Sofia, a essa altura, implorava para que eu a chupasse, mas eu não cedi imediatamente. Comecei a beijar a parte interna de suas coxas e ia subindo até chegar bem perto de sua grutinha, mas não continuava, e retornava para as coxas... Sofia ficou maluca com isso. Então, virei minha gata de bruços e me delicie com a visão de sua bundinha toda aberta para mim. Secretamente, tinha sonhos com a bundinha de Sofia. Imaginava-me comendo sua bundinha, beijando, lambendo. E agora era exatamente o que fazia. Lambi tanto aquela bundinha, só na parte externa, diga-se, e Sofia não aguentava mais de tanto tesão. Então, percebendo a crueldade que fazia com minha amiga, abri bem sua bundinha e enfiei a língua no seu cuzinho apertado. Sofia quase gozou só com isso. Ela rebolava aquela bunda maravilhosa na minha cara e eu chupava, lambia, forçava a língua na entrada de seu cuzinho, enfim, fazia loucuras na bundinha de Sofia. E foi então que ela não aguentou mais e gozou. Gozou como gente grande. Deu um grito alto e depois gemeu por quase 5 minutos. Minha amiga estava com o corpo amolecido, mas eu não estava satisfeita. Queria sentir o gosto de sua bucetinha. Virei-a de frente e meti a língua na sua xoxotinha. Lambi e engoli todo o mel que escorria de sua fenda, seu gozo tinha um gosto maravilhoso e eu engolia tudo, não queria perder uma gotinha só de seu suco de amor. Sofia estava cheia de tesão novamente. Seu grelo havia crescido com o tesão, estava vermelho, lindo demais. Afastei suavemente os grandes lábios, e cheguei mansamente com minha língua dura no seu grelo inchado. Então comecei com aquele movimento de vaivém que todo homem tenta, mas poucos conseguem fazer, e que deixa as mulheres malucas. Masturbei o grelinho de Sofia com a língua, não dei atenção à mais nada a não ser o grelo de Sofia. Minha amiga arfava e gemia. Dizia que nunca tinha sido chupada dessa forma, que eu era maravilhosa, que ela ia gozar na minha boca. Quando percebia que Sofia estava prestes a gozar, afastava a língua. Nessa hora era Sofia que procurava minha língua com a buceta. E eu afastava, depois me aproximava e recomeçava. Uma loucura! Não deixava minha amiga gozar, queria que ela sentisse um gozo como nunca havia sentido, o gozo proporcionado por uma mulher. Em dado momento, enfiei o polegar na sua xoxota e senti que Sofia urrou de prazer. Aproveitei e enfiei o indicador no seu cuzinho e permaneci assim, "comendo" minha amiga na frente e atrás, enquanto com a língua, proporcionava o maior prazer que alguém pode proporcionar a uma mulher. Então Sofia não aguentou mais e gozou violentamente. Enfiei mais os dedos em seus buraquinhos e pude sentir as contrações de seu gozo. Ela não parava de gozar e eu não parava de chupá-la. Minha vontade era engolir todo o seu clitóris, tamanho era o meu tesão. Sofia chorava de tanto gozar. E foi, aos poucos, relaxando, até que adormeceu ao meu lado. Foi então que me dei conta que nem tínhamos trancado a porta, e a mãe de Sofia estava lá embaixo. Por sorte ela não percebeu nada e eu saí lentamente me despedindo dela com um 'tchau" sem-graça. Claro que essa história não acaba aí. Depois dessa primeira vez, ficamos mais íntimas do que nunca. E tem muita história pra contar dessa amizade. A próxima que contarei será da retribuição de Sofia ao prazer que lhe proporcionei. Aguardem! Carolina Baker (cbaker@zipmail.com.br)
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1886
"Sandro 01"
Data: Sex Fev 6, 2004 8:02 pm
Assunto: AMOR NA TARDE


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AMOR NA TARDE



"Meu marido gosta de me levar a restaurantes finos. Aliás, a qualquer lugar onde as pessoas possam me admirar. E eu sou um troféu que merece ser exibido. Vinte e três anos, um metro e setenta muito bem distribuídos, cabelos escuros abaixo dos ombros, seios médios, duros como os de uma colegial. Não diria que tenho um rosto lindo, mas os homens chegam perto do orgasmo quando eu sorrio para eles.

Naquela noite estávamos num desses restaurantes. Desde que chegamos, notei que uma mulher não tirava os olhos de nós. Achei que estava paquerando meu marido. Ele tem mais que o dobro da minha idade, está cultivando aquela barriguinha que todo homem bem sucedido ostenta, mas ainda pode ser considerado um homem bonito. Bem ruinzinho de cama, mas ela não poderia adivinhar.

Já estávamos na sobremesa quando ela recebeu o troco da conta e se levantou para ir embora. Nossa mesa não ficava no caminho da saída, mas ela preferiu fazer uma volta para passar perto de nós. Parecia ser mais alta que eu, loura de cabelos curtos e olhos castanhos, muito queimada de sol, dentro de um vestido preto bastante curto e decotado. Era bem mais velha que eu. Perto de quarenta anos, com certeza. Mas parecia uma rainha. Seus olhos sorriam de um modo enigmático e eu percebi que não era para meu marido: era para mim!

Quando passou por mim, deu um esbarrão na minha cadeira. Abaixou-se com elegância e, ao levantar, me entregou um cartãozinho.

- Desculpe, eu estava distraída. Eu acho que derrubei isso. É seu.

Não perguntou, simplesmente afirmou. Eu estava pronta para dizer que nem sabia de que se tratava, mas ela fechou minha mão com as dela e seu olhar calou minhas palavras.

- Obrigada...

Ela se virou e deslizou para a rua. Aí eu percebi que o salão estava em silêncio. Todos os olhares acompanhavam a loura até a porta, inclusive o meu marido. Aproveitei para abrir a mão e olhar o cartão. Um número de telefone e as palavras - preciso falar com você. Cristina.

No dia seguinte, assim que me vi sozinha em casa, peguei o cartãozinho e telefonei para ela. Ela foi direto ao assunto: tinha terminado um romance há pouco tempo e se sentia solitária. Se sentiu muito atraída por mim e gostaria muito de me conhecer pessoalmente. Será que eu não queria almoçar com ela?

Antes de casar eu tive alguns contatos mais íntimos com colegas de colégio e amigas de boemia. Mas sempre assim na base de puro sexo momentâneo. Beijar, chupar, esfregar, gozar... quase como uma masturbação, sem nenhum envolvimento. O que aquela mulher me propunha era, sem dúvida, uma coisa bem diferente, mais profunda. Tentei dizer um não bem educado, mas acho que acabei esnobando a loura. Ela se despediu com um tom amargo na voz. - Tudo bem, não posso te forçar. Mas você ia adorar, tenho certeza. Se mudar de idéia, estou aqui.

Ela apareceu em meus sonhos nas duas noites que se seguiram. Por mais que eu fizesse, não ia embora. Eu acordava exausta, como se não tivesse dormido. Os seios doíam, a calcinha molhada. Na rua, qualquer mulher com que eu cruzava tinha o seu rosto. Seu olhar, seu sorriso, seu corpo.

No terceiro dia, entreguei os pontos: revirei a bolsa até encontrar o cartão.

- Cristina? sou eu, Diana... falei com você há três dias.

- Sim, eu lembro. Você está bem?

Que gelo! mas eu merecia...

- Tudo bem. Sabe, aquele seu convite para a gente almoçar...

Silêncio.

- Cristina? está aí?

- Ah... desculpe. Sim, Diana, desculpe, sim... eu fiquei surpresa...

- Acho que você ficou magoada comigo. Afinal, eu não fui muito gentil...

- Bobagem... tudo bem... só que hoje eu não posso sair. Estou aguardando um telefonema importante. Se você quiser vir aqui em casa... seria um prazer mesmo... lá pelas duas da tarde... está bem pra você?

Anotei o seu endereço e às duas em ponto saltei do táxi em frente ao seu edifício. No elevador, meu coração disparava e o corpo tremia todo. Eu parecia uma colegial a caminho do primeiro encontro.

Não precisei tocar a campainha. Ela me esperava à porta. Aquele mesmo sorriso misterioso. Pegou minha mão e me puxou para dentro, até a sala. Ficamos em pé frente a frente, sem dizer uma palavra. Ela examinava meu corpo dos pés à cabeça e eu creio que estava fazendo a mesma coisa. Até que nossos olhares se encontraram. Ainda sem dizer nada, ela pôs as mãos nos meus ombros e me puxou suavemente. Enquanto eu juntava meu corpo ao dela, vi seus lábios vermelhos se abrirem e chegar junto aos meus.

Eu estava hipnotizada, sem a mínima capacidade de reação. Na verdade, não queria reagir. Apenas abri a boca e senti a invasão de uma língua furiosa, devastadora. Num instante ela já conhecia tudo, do céu da boca ao caminho para a garganta. Nunca na minha vida eu fui beijada, chupada com tanta luxúria. Ela passou a lamber minha língua e depois a chupou para dentro de sua boca. Eu sabia que a saliva que inundava minha boca não me pertencia, era dela.

Não sei quanto tempo ficamos ali em pé, nos beijando. Lembro que sentia os mamilos latejando, o clitóris querendo rasgar a tanguinha já encharcada, até que fui perdendo o domínio das pernas e... gozei. Mas gozei mesmo, de verdade, lá no fundo. Nesse momento resolvi me entregar toda. Seria o que ela quisesse. Encostei a cabeça no seu ombro, abracei-a com força e me deixei apoiar em seu corpo.

Quando dei por mim, estava nua numa cama enorme. Ela estava em pé acabando de se despir, sem tirar os olhos de mim. Flutuou até o pé da cama e sentou, acariciando meus pés.

- Agora a Diana vai ficar quietinha. Sua Tina vai cuidar de você... põe as mãos acima da cabeça... isso... não precisa fazer nada, deixa a mamãe cuidar de você...

A voz dela era grave. Carinhosa a autoritária ao mesmo tempo. Eu estava ficando molhada novamente... Sempre sorrindo, ela baixou a cabeça e começou a trabalhar meus pés. Beijinhos estalados que logo se transformaram num roçar de lábios em toda a extensão. Aí, sua língua apareceu. Ela me lambeu a palma, o lados, o peito e chegou aos dedos. Colocou um dedão na boca e o chupou como se fosse um pequeno pênis. Passou para o outro. Juntou meus dois pés e introduziu os dois dedões na boca. De repente, quase todos os meus dedos estavam alojados dentro da sua boca... senti sua língua se intrometer nos intervalos entre os dedos, de um para o outro, sem parar, sem alterar o ritmo.

Meu corpo já não me pertencia. Eu gemia e me contorcia toda. Levantei o tronco e estiquei as mãos numa tentativa de segurar seus cabelos. Ela percebeu, levantou a cabeça e me repreendeu:

- Que foi que eu disse? você fica quietinha... deixa mamãe cuidar de você... não está gostando?

- Estou adorando... só queria te acariciar também...

- Depois... depois eu deixo, querida... nós temos todo o tempo do mundo... deita de novo... vira de barriga para baixo...

Eu obedeci. Senti sua língua subir pelo meu tornozelo, a batata da perna, a dobra que junta a perna com a coxa. Ali ela se deteve algum tempo, sugando o suor que se forma naquele local. E foi outro orgasmo... sem que eu a pudesse tocar... apenas gozar passivamente...

Quando ela percebeu que eu estava gozando de novo, colocou a mão entre as minhas coxas e subiu quase até a vagina. Mas ficou no quase... como eu queria sentir aqueles dedos me penetrando... mas ela só acariciava a parte de dentro das coxas molhadas, preparando caminho para sua língua que já chegava sedenta. Eu não sabia mais o que fazer além de gemer e urrar de desejo. As unhas cravadas no travesseiro para resistir ao desejo de agarrar aquela mulher incrível...

Suas mãos agora separavam minhas coxas enquanto ela vinha lambendo todo o licor que estava escorrendo de dentro de mim. Fui empinando a bunda até me apoiar nos joelhos, deixando a vulva toda exposta para a língua da minha dona. E ela atacou. Suavemente a princípio, como tudo o que fazia. Passou bem de leve sobre meu anus e foi descendo, fazendo o reconhecimento de cada centímetro do meu púbis. Parou indecisa em frente à vagina. Preferiu começar pelo clitóris. Lambeu delicadamente, introduziu na boca e o mordiscou. Eu não estava me agüentando nas pernas de tanto gozar.

- Deixa eu deitar, amor.

Ela sorriu e girou meu corpo até que eu estivesse numa posição cômoda, barriga para cima. Separou minhas coxas e começou a acariciar minha vulva com as pontas dos dedos. Aí, afundou o rosto no meu triângulo. Sua língua queria alcançar meu útero, tanta era sua fúria. Eu já não sabia o que fazer, os orgasmos se emendavam, já era um só, que não terminava, chegava a doer. Até que senti meu corpo todo estremecer e um jato forte de líquido saiu da minha vagina. Gritei e logo em seguida meus músculos relaxaram. A mente também.

Agora eu estava em paz. Acariciava os cabelos da minha loura que continuava a lamber delicadamente o produto do meu orgasmo. Quando se deu por satisfeita, foi subindo o corpo até ficar todo em cima do meu, o rosto colado, a língua brincando na minha orelha.

- Eu disse que você ia gostar...

Não perguntou o que eu achei de tudo. Simplesmente afirmou, como era seu jeito. Eu estava aprendendo a conhecer a minha amante.

- Adorei mesmo. Você me levou à loucura... mas você não gozou...

- É o que você pensa. Nada me agrada tanto como fazer uma mulher como você se desmanchar em prazer... você é maravilhosa...

Sua língua penetrou a minha boca e logo aquela sensação de paz foi dando lugar ao desejo. Eu já me sentia toda molhada de novo.

- Você é que é... você vai me matar...

Ela saiu de cima de mim e ficou deitada ao lado, olhos fechados. Eu me apoiei no cotovelo e fiquei admirando aquele lindo par de seios. Acariciei os mamilos, um após o outro e os senti endurecer nas pontas dos meus dedos. Ela abriu os olhos e eu perguntei:

- Posso? agora posso?

- Faz de mim o que você quiser. Eu sou tua.

E fechou novamente os olhos. Eu me sentia uma criança em dia de festa... em frente à mesa de doces... não sabia por onde começar... aquilo tudo... só pra mim...

Enfiei seus seios na boca, chupei, lambi, mordi... minha mão correu para sua gruta, os pelos ensopados... fiquei feliz... ela estava cheia de tesão... mordi um pouco mais forte, ela gemeu.

- Ai meu amor...

- Desculpa... doeu?

- Não... gostoso... morde mesmo, morde a tua mulher... ai... enfia o dedinho... todo... isso... ai meu amor, me chupa... me chupa toda...

Fui descendo por aquele corpo delicioso, passei pelo umbigo, esfreguei o rosto nos seus pentelhos até ficar toda melada. Ela me puxou para que eu montasse no seu rosto.

- Não, querida... agora é você que vai ficar quietinha...

Me ajoelhei a seus pés e me curvei, lambi o líquido que escorria em suas coxas. Engoli aquela boceta linda de uma só vez, mordi, chupei, tudo dentro da minha boca... encontrei seu grelinho, duro, latejando...

Ela gemia, gritava. Seus quadris se agitavam a ponto de eu ter de segurá-la. Dei uma palmada em sua bunda.

- Quieta, putinha...

Ela olhou para mim.

- Mais... bate mais... com força...

Fiquei surpresa. Ela continuou.

- Bate, Diana... bate na tua puta, pode bater, minha deusa...

Obedeci apesar de não ser isso que eu queria. Dei mais algumas palmadas com bastante força e ela se aquietou, gemendo. Enfiei a língua em sua vagina, o mais fundo que minha língua alcançava. Ela rebolava lentamente enquanto gemia falando um monte de besteiras, que me levavam ao céu. Eu a estava fodendo com a língua, literalmente. Até que senti que ela estava gozando. Seus movimentos se tornaram incontroláveis, os gemidos se transformaram em gritos e eu me senti afogar no oceano do seu orgasmo. Não sei como consegui me manter dentro dela, mas não parei até que senti que ela tinha terminado de gozar.

Agora sim, eu estava feliz. Descansei o rosto sobre aquela poça de prazer e fiquei imóvel até que senti suas mãos me puxando. Ela continuava de olhos fechados e resmungava baixinho.

- Vem amor, monta em mim. Assim, deixa eu te beijar... como você é gostosa... eu gozei demais... nem sei como te agradecer... agora eu sou tua... tua escrava...

Ela lambeu todo meu rosto enquanto suas mãos conferiam cada poro do meu corpo. Murmurou juras de amor nos meus ouvidos. Palavras que eu nunca ouvi de um homem... Me fez sentir uma paz que eu não conhecia. Meus olhos foram se fechando e eu adormeci.

Quando despertei, estava sozinha na cama. Chamei: - Tina querida!, sem resposta. Havia um bilhete na mesinha de cabeceira.

- Meu amor, tive de sair. Não sei a que horas volto. Quando sair é só bater a porta. Telefona logo que puder. Te amo. Tina

Lembrei de suas últimas palavras quando estava comigo: ...agora eu sou tua... tua escrava...

Claro que não ia ser bem assim... E daí?

Tudo bem, minha linda. Você manda, eu obedeço. Claro que vou telefonar..."



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1887
"Sandro 01"
Data: Sex Fev 6, 2004 8:06 pm
Assunto: CARNAVAL COM A SOBRINHA


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CARNAVAL COM A SOBRINHA by Vera



No carnaval de 2201 meu marido foi pescar com meu irmão e uns amigos. Estava imaginando o que fazer quando o telefone toca era Paulinha minha afilhada de 17 anos, conversamos um pouco perguntei sobre seu carnaval ela me falou que não iria fazer nada disse que meu marido havia saido e também estava sozinha perguntei se não queria vir para minha casa... do outro lado ouvi ela dar gritinhos de alegria... desliguei e fui busca-la já que ela mora em outra cidade meia hora estava chegando, quando a porta se abre minha afilhada corre pros meus braços me abrasando e beijando meu rosto demonstrando todo o carinho e saudades quase chorando... depois comprimentei meu cumpadre e comadre... falei da minha intencao de levala para passar o feriado em minha casa o que eles não se opuserao... A noite estava abafada quente mesmo cada uma tomou um banho e vestimos camisetas compridas e calcinha, preparei um lanche joquei algumas almofadas no chao a frente da tv assistindo a novela. Quando terminou logo comecaram as transmissões dos desfiles das escolas do primeiro grudo do Rio de Janeiro... Eu estava encostada no nas almofadas e Paulinha abracada com os bracos em volta da minha cintura as vezes ficava segurando minha mão um verdadeiro grude... mas era assim o seu jeito de demonstrar todo o carinho que sentia por mim... as vezes ela me abracava mais beijando meu rosto falando que me adorava e coisas assim... em alguns momentos dos desfiles apareciam mulheres de peito de fora e algumas até peladas... sem proposito algum... -- olha la Paulinha já pensou vc assim desfilando de peito de fora... ela deu uma risadinha... -- nossa o papai iria morer do coração... eu queria era ver a senhora desfilando assim... -- já passei do tempo não tenho mais corpo para isso... ela meia que sentou me olhando...e depois olhou para meu peito... -- claro que sim a senhora tem um corpo lindo... podia ser destaque de qualquer dessas escolas... -- deixa de bobagem meu amor olha aquela que corpo peito durinho... -- mas os seus são bonitos olha só e colocou a mão por cima da camiseta... eu mais uma vez descordei então ela me surpreendeu quando pediu para ve-los, e tomando a iniciativa ela foi levantando minhca camiseta eu cooperei ela ficou olhando e depois levou a mão passando entre um e outro seio... -- puxa são lindos madrinha muito mais bonito que estas mulheres das escolas... e voltou a se acomodar a cabeça no meu ombro mantendo a mão sobre meu peito... eu fiquei assim com a camiseta toda enrolada no pescoço... e o seu toque confesso que mexeu comigo, na realidade não sabia se tinha ou não outra intecao dela mas estava gostaando... e resolvi entrar no clima coloquei a mão nos seios dela por cima da camiseta ela me olhou beijando meu rosto e apertou minha mão... -- os teus sim deve ser lindinhos... deixa eu ver... ela me olhou e naturalmente tirou a camsieta, os seios eram medios com os mamilos redondos saltados... levei a mão os envolvendo ela suspirou me olhando sorrindo e depois se acomodou ao meu lado após eu também tirar minha camiseta.. ficamos assim só de calcinhas e o contato do seu corpo começou a mexer comigo, Paulinha era uma nifetinha linda e muito gostosa mas confesso que até aquele momento não tinha nenhuma intencao mas a partir dali comecei a sentir uma atracão grande por ela... Num intervalo descemos para pegar uma cerveja estava na cozinha quando ela abraçou por tras senti.. -- ai madrinha é tao bom ficar assim abrasada com a senhora eu ti amo tanto... me virei olhadno pra ela.. -- eu também gosto muito de ti meu amor... ela colocou os bracos em volta do meu pescoço e nossos seios se juntaram ela então foi me beijar o rosto no momento que eu também tive a mesma idéia e sem querer nossos lábios se tocaram de leve e sorrimos uma pra outra desci a mão tocando os seios dela... -- vc ta linda que corpo... ela tocou meus seios e ficamos nos alisando... fomos para a sala onde havia comecado outro desfile ela começou a sambar na minha frente fazendo alguns pacos e umas palhasadas me fazendo rir --- olha só tu leva jeito pra ser sambista... tomamos a cerveja o que ia deixando a gente mais solta.. eu entrei no clima e nos duas comecamos a sambar na frente da tv – viu só imagina nos duas sanbando falei ela riu eu olhando ela se mexendo na minha frente os peitinhs durinhos lindos fazendo alguns movimentos mais sensuais... -- olha só aquelas estao peladas... chamei atenção olhando para a telinha... a estas altura eu já estava louca por ela mas tinha um certo receio... então ela me olhou e disse... -- vamos sambar peladas? Eu ri do seu jeito ela se afastou e tirou a calcinha virando-se de frente seu ventre era liso com alguns pelos ralos a bundinha redonda saltadinha ela então periu para eu tirar a minha calcinha e tirei já me sentia molhada.. continuamos naquele clima então ela veio me abrasando colando o corpo no meu e me deu outro selinho... -- deixa eu dormir na sua cama? -- claro que amor... desliguei a tv e fomos para minha cama nos deitamos de lado passei a mão no seu rosto e toquei os seios ela me olhou... dei um beijinho de leve nos lábios... -- ai madrinha eu sou louca pela senhora eu quero transar... aproximei o rosto e nos beijamos senti sua linda entrando na minha boca o desejo foi aumentando nossas língua juntas o tesão chegando cada vez com mais forca nossas mãos deslisando por nossos corpos desci e comecei a passar a língua nos mamilos sugando ela me abraçou... -- ai que delicia madrinha faz mais... desci a mão ela afastou as coxas e comece ia passar os dedos na xoxotinha delicada sentidno ela molhada encontrei o pequeno clitoris e comecei a presciona-lo que ia se sebressaindo ela gemendo me abrasando fiquei assim beijando a boca e os seios a masturbando lentamente até que a fiz gosar ela me abraçou me beijadno depois no sdeitamos de lado e sua maozinha desceu para a minha xoxota e ficamos nos tocando ela emitando meus movimentos e gozamos no mesmo momento e foi uma delicia.. levei meu dedo a boca sentindo o seu gosto ela fez o mesmo quase não falávamos só nossos suspiros e gemidos fui beijando seu corpo todo a virei de costas e me deliciei beijando a bundinha abri um pouco passando a língua no cuzinho ela suspirou impinando a bundinha desci mais passando a língua nos lábios da xoxotinha ela suspirou... -- ai madrinha que gostoso continua ai como é bom... a virei de frente me mantendo entre suas coxas e comecei a chupa-la minha língua entrando na xoxotinha ela gemendo gritando se agarrando nos lençóis e gozou na minha boca depois ela fez o mesmo comigo e após a deitei em cima do meu corpo e senti sua xoxotinha junto a minha e foi uma delicia gozamos pra valer. No outro dia passamos o dia todo nuas curtimos piscina e é claro transamos pra valer... Paulinha confessou que sentia muita vontade de transar comigo e que ela seria minha sempre que eu quisesse ela foi apreendendo a me chupar o que me deixou louca foi uma loucura total por dois dias. Quando meu marido chegou contei tudo pra ele que ficou muito excitado e resolvemos convidar nossa afilhada para passar outros finais de semana desta vez a três mas isso conto em outra oportunidade gostaria de entrar em contando com mulheres e garotoas para troca de experiencias quem tiver fotos envie que retribuirei. vvera@zipmail.com.br
Email: VBAB@ZIPMAIL.COM.BR
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1888

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1889
"Sandro 01"
Data: Sex Fev 6, 2004 12:39 pm
Assunto: A GRANDE DESCOBERTA


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A GRANDE DESCOBERTA



Meu nome é Denise. Neste ano de 2000, completo 28 anos e sou casada há quatro e não temos problema financeiro, vivemos num belo apartamento, três quartos, minha suíte tem uma banheira enorme. Meu marido é o André, 29 anos. Muito bom homem, não tenho do que reclamar nesses quatro anos e alguns meses de casamento. Por opção, não temos filho. Ele agora já faz doutorado em economia. Eu, que voltei a estudar um pouco mais tarde, estou no quarto ano de administração. Ele trabalha e ganha bem, eu também. Resolvi contar uma das minhas histórias, mas nem fiquem esperando palavras chulas nela, exceto algumas que possam escapar pela excitação, até hoje, de relembrar velhas e saborosas cenas. O André disse que não se importaria se eu contasse, desde que nossos sobrenomes fossem poupados. E digo mais: só resolvi contar depois que andei lendo umas histórias muito chulas numa revista que encontrei no banheiro feminino da empresa onde trabalho. Li e, por que não dizer, apesar da breguice, acabei ficando excitada, coisa que não é muito difícil comigo. Disse isso ao André e ele me respondeu: vá em frente.



As mulheres que possuem um belo corpo e, principalmente, um belo traseiro entenderão muito bem a minha história. Os homens são fissurados em bumbum, e sempre com intenções muito, muito penetrantes. Não se satisfazem de ver, querem entrar. E eu, modéstia à parte, tenho um corpo belíssimo, uma bunda maravilhosa, muito cobiçada pelos homens em geral. Por exemplo, quanto tomo o elevador de manhã para ir ao 18º andar onde trabalho, não poucas vezes sinto alguém se esfregando em mim e também não poucas vezes sinto um volume me apertando. Não tenho reclamado, mas que são ousados são. Minha bunda é cobiçadíssima, o que muito me orgulha. E eu (agora já posso falar) de vez em quando até provoco mesmo, de propósito, só pra ver as reações dos homens. Um dia, na faculdade, um colega reagiu e depois foi fundo mesmo, “castigando-me” deliciosamente por eu ser a gostosona. Nada a reclamar.



Toda essa introdução (que palavra linda!) para poder chegar à história que quero contar. Durante os três primeiros anos do meu casamento, não houve uma única sessão de amor com meu marido que ele não manifestasse a profunda intenção (e até tentasse mesmo) de fazer sexo anal comigo. Sempre neguei. E também sempre ficava preocupada: se eu não ceder um dia, será que ele vai procurar fora de casa?! Ele tanto insistiu, mas tanto insistiu, que resolvi fazer uma proposta muito, mas muito indecente.



Primeiro, antes de entrar na história resultado da minha proposta e na minha proposta propriamente dita, quero esclarecer uma coisinha sobre o André: o pinto dele, muito gostoso, diga-se, tem 16 centímetros! E uma das razões da minha negação pelo sexo anal era exatamente imaginar um troço de 16 centímetros entrando e saindo incessantemente de um lugar que normalmente é só de saída. Mas, como ele insistia, insistia, criei coragem e fiz a proposta: eu só faço sexo anal com você se você também for enrabado na mesma proporção, no mesmo dia, no mesmo momento, por outro cara, ao meu lado, junto comigo, isto é, simultaneamente um me comendo e outro te comendo. Ou seja, para ele comer meu rabinho, outro cara teria de comer o rabinho dele. O que eu agüentasse, ele teria de agüentar, cara a cara, olhando para mim.



Ele ficou puto da vida, disse que eu estava ficando obscena, depravada, que isso não tinha a menor lógica, que homem come o rabo da mulher e não o rabo de outro homem, que ele não era viado. Esperneou à beça. Até me chamou de puta, que eu estava era querendo dar pra outro. Eu fiquei na minha: é assim ou nada. Fiz a proposta achando que ele desistiria de tentar comer meu rabo. Depois disso fizemos sexo mais umas dez vezes e ele não tocou mais no assunto. De vez em quando, no ímpeto do sexo, o dedo dele entrava no meu rabo e, eu, embora sentisse um certo prazer, pra dizer a verdade, um prazer esquisito, meio estranho, meio masoquista, logo tirava, mas sempre deixava um pouquinho. Afinal, dedo é fino e sempre entrava só metade. Pra nada omitir, confesso que uma vez, com uns dois anos de casada, ele tinha lambuzado tanto meu cuzinho (ele adora chupar-me inteirinha!), que, quando distraí, ele cravou a cabeça do pau no meu rabinho. Antes que ele se entusiasmasse e me arrombasse (lembrem-se, eram 16 centímetros), tirei logo, não sem antes sentir uma certa sensaçãozinha de quero mais. Ele ficou frustradíssimo. Olhava minha bunda com muita cobiça, lambia tudo, molhava com a língua meu cuzinho (sensação sempre deliciosa, confesso) e seus dedos estavam sempre dando uma entradinha. Mas cacete, não.



Depois de umas doze transas após minha indecente proposta, ele voltou à carga: nada mesmo nessa rosquinha?! Com ar de brava, disse-lhe: você já sabe em que condições. Ele mexeu, mexeu, alisou, beijou meu bumbum, passou a língua no meu rabinho (que delícia, confesso de novo!) e, para minha supresa e maior pavor, disse: topo. Eu fiquei pasma, não sabia o que dizer, pois, quando fiz a proposta, tinha certeza de que ele jamais aceitaria. Eu precisava raciocinar rapidamente para tentar escapar dessa encrenca, embora, no fundo, no fundo, até que seria um tempero diferente no nosso casamento, que continuava bem, principalmente com a esperança do André de atingir o seu alvo. A curiosidade também já vinha tomando conta de mim. Conversei com amigas minhas, casadas e não casadas, e a maioria delas disse que dava o rabo para os parceiros. E até gozavam bastante com aquele cacete no rabo! Mas eu pensava na vez em que ele me meteu só a cabeça do pau no meu cuzinho e a pontadinha de dor que tinha dado e ficava imaginando, meio apavorada, meio curiosa, um troço inteiro dentro dele! Mas as amigas garantiam que, quando bem feito, dava um prazer louco. Precisava raciocinar e achar uma saída, um novo obstáculo para demovê-lo da decisão. E veio: só que os dois caras, o que vai comer o meu e o que vai comer o seu, devem ter um pau bem maior do que o seu, digamos de uns três centímetros pra mais. Aí você vai ver o que é bom ser enrabado! De novo ele ficou puto, que eu não tinha dito isso e que estava só inventando, que ele não ia ficar medindo cacete por aí, que não tinha lógica ele sair perguntando o tamanho do pau do cara e ainda ter de falar: é pra enrabar minha mulher! Eu bati pé: é assim ou nada!



Mais um tempo e não é que ele diz que acabou encontrando dois caras que toparam e que alegaram que tinham um pau razoável, embora meu marido não tenha tido coragem de medi-los. Acreditou e pronto! Mas antes o André queria marcar uma reunião entre os quatro e fazer um contrato: por exemplo, nenhum deles deveria, sob hipótese alguma, me comer pela frente, que isso era território sagrado e privilégio da língua e do pau dele. Eu estava apavorada e tive de ceder sem maiores obstáculos. Ele marcou a reunião, em casa, e lá estavam o Guilherme, 23 anos, e o Mário, 25, o primeiro mais bonito, mas tanto fazia. Eu estava completamente sem graça, mas totalmente desarmada. Nada mais podia fazer. O pior foi que, na reunião, uma das decisões, além daquela de que na frente nada e que essa suruba só aconteceria aquela vez, era que, para as coisas ficarem iguais e justas, todos comeriam o rabo de todos. Ou seja, eu seria enrabada pelo menos três vezes. Disse-lhes que eu era a única que estava perdendo, pois eles seriam ativos e passivos, enquanto eu seria exclusivamente passiva, só levaria. O André disse que eu que me submetesse, porque esse enrosco todo estava sendo causado pela minha maldita decisão! Era só ter dado o rabo a ele e pronto, nada disso aconteceria. Fiz ar de muxoxo e calei-me. Mas eu ainda teria outra surpresa: o Mário disse que não era bicha, mas que faria o sacrifício só pra ajudar o André a resolver um problema conjugal e principalmente agora que me viu e ficou deslumbradíssimo, taradíssimo pela minha bunda, que até valia o sacrifício de levar no próprio rabo só para comer o meu rabo, mas que ainda tinha uma exigência: já que isso virou uma putaria total, eu teria de chupar o pau do homem que estivesse sendo enrabado, como uma espécie de consolo para ele. Machistas! E chupar até o gozo, sem tirar da boca, engolir tudo! O André, que sempre gozava na minha boca e sentia enorme prazer me vendo engolir toda a sua porra, até a última gota, esperneou um pouco, mas acabou aceitando. Eu, com ar fingido de brava (adoro beber porra!), me submeti.



E fingi mais ainda, fingi ficar de novo puta da vida, só eu estava sendo castigada. O André voltou a ficar puto também: eu era a culpada, tinha armado aquele rolo e agora que agüentasse a confusão. Não quis mais discutir. Eu só impus uma condição ao meu marido: disse que ele deveria fazer em mim o que eu fizesse nele e com ele, só com ele. Ele disse que tudo bem, mas depois não cumpriria e eu não tiro a razão dele. Todos topamos as condições, eu, apavorada, porque nunca tinha sido enrabada, mas morrendo de curiosidade, ainda que me preocupasse um pouco, principalmente se o tamanho que eu mesma tinha exigido fosse cumprido. E era só essa parte que estava faltando para o início da suruba: comprovar o tamanho do pau do Guilherme e o do Mário, o que fazia parte do trato: no mínimo deveriam ter três centímetros a mais do que o do André. O André, esperto, tinha comprado uma espécie de óleo que lambuzava todo o canal e permitiria uma penetração menos dolorosa. Fomos os quatro para a banheira.



Na banheira, os três me lavaram abusadamente, as mãos não tinham o menor pudor em lavar todos os meus buraquinhos, e se lavaram. Saímos e, para que eu pudesse cumprir a medição, comecei a chupar os três cacetes, que já estavam praticamente duros. Eu, que sempre gostei de medir, para saber o tamanho da encrenca que me fazia gozar, peguei minha fita métrica. Não deu outra: meu marido mantinha, apesar do máximo de tesão, os 16 centímetros. O do Mário, que fez a proposta de eu ficar chupando o pau do enrabado, tinha, praticamente, 19 centímetros, faltavam milímetros. Aprovado. Mas o do Guilherme me assombrou e apavorou: 22 centímetros! Imagine isso tudo em você, mas não na buceta e sim no seu cuzinho (especialmente se ele for virgem!)! Até tremi um pouco e, rápida, decidi: o primeiro que me comerá será o Mário. O Guilherme come você, eu disse para o André. Ato contínuo, peguei o pau do Guilherme na boca, o que coube, é claro, chupei-o um pouco mais para ele ficar com mais tesão e, talvez, um pouco maior, só pro André sentir o que o esperava.



Outra surpresa: antes de passar óleo nos nossos rabinhos, no meu e no do meu marido, tanto o Mário, em mim, quanto o Guilherme, no André, foram delicados. É claro que eles sabiam que a vez deles também chegaria. O Mário começou a alisar minha bunda, lambia-me, beijava-a, passava a língua em todo o meu rego, trabalhava gostosamente no meu parque de diversão. Fui ficando excitadíssima, lubrificada. O Guilherme ficou esperando, não queria fazer a mesma coisa na bunda de um homem. O trato era que as penetrações seriam simultâneas. O Mário continuava a me excitar. Mexia, mexia, sua língua entrava gostoso no meu cuzinho. Eu, de quatro, me abria, arreganhava a bundinha, abria o cuzinho e aquela língua gostosa entrava. Eu já estava completamente louca, desejosa! Três paus duros ali assistindo o meu espetáculo. Aquela língua não parava, eu totalmente em sopa. De repente, senti um óleo e a lubrificação. Preparei-me para a perfuração. Só aí o Guilherme começou a lubrificar o rabo do André.



Aí o Mário mandou-me ficar de lado, que assim a penetração seria facilitada. Idem o Guilherme e o André. O Mário, que aparentemente estava no comando naquele momento, como se o prêmio maior fosse o dele, disse para o Guilherme: vamos penetrar bem devagar, sem grandes estragos. Eu estava doida, curiosíssima e fiquei imaginando o Guilherme me enfiando na frente também. Seriam 19 centímetros no rabo e 22 na buceta! Mas os 22 estavam mesmo era entrando no cu do meu pobre marido, juntamente com o do Mário no meu: senti algo me perfurando. Um pouco de dor, mas, para minha surpresa, muita, muita excitação. Devagar, devagar, muito prazer, aquilo deslizando bem devagar cu adentro, que delícia, mas os olhos do André, que estava caladíssimo, deixavam cair umas lágrimas. Eu, ao contrário dele, sorria e, pasmem, queria mais e mais, insaciável! O Mário mexia, enfiava aquela tora e tirava!. Que delícia, que sensação! O Guilherme fazia a mesma coisa no meu marido, que continuava calado e choroso. Levei a mão para a minha bunda e senti que ainda faltavam uns dez centímetros para entrar. Não tive dúvida: joguei minha bunda para trás e aqueles dezenove centímetros me rasgaram, me comeram todinha! Era um enorme de um cacete rasgando gostosamente meu cuzinho! Entrava e saía, agora inteiro, voltava a entrar, e eu só queria mais e mais. Me arrependi de não ter escolhido o outro, o grandão! Estava louca, o André, ainda com lágrimas, levando 22 centímetros! Fiquei com inveja! De repente abocanho o pau do meu marido, que estava na minha frente dando sopa! Afinal, fazia parte do meu sacrifício. Estava duríssimo, embora ele estivesse levando no cu! Será que o filho da puta estava gostando?! Mas e aquelas lágrimas!? Não importa! Comecei a chupá-lo com frenesi. Não parava mais. O rolo no meu cu continuava entrando e saindo, dando-me um prazer nunca sentido antes. O Mário, além de meter todo aquele cacete no meu cu, sem a mínima dó, ainda alisava os bicos dos meus peitos. Eu não me agüentava mais de prazer e comecei a gozar louca e longamente. De repente, num milagre maravilhoso da natureza, senti um jato quente me aquecendo por dentro, por trás, no meu cuzinho adentro. Era porra, quanta porra, quentinha, lubrificante, melecosa. Chupei mais e mais o pau do André e, de repente, minha boca também foi inundada, ficou cheinha também, aquela porra gostosa, quentinha, consistente, saborosa. Saboreei mesmo. Engoli tudo, até a última gota, lambi os lábios e a ponta do cacete do meu marido. O Mário estava ainda dentro de mim, jogando as últimas gotas. Boca e cu irmanados numa mesma enxurrada de porra saborosíssima! O André nunca tinha gozado tanto! Eu também nunca tinha gozado tanto! Senti-me gozando por todos os meus buracos! Dois deles, pelo menos, tiveram a sua aquecida carga de porra!



O Guilherme gozou no cuzinho arrombado do meu marido, mas já tinha tirado o gigante de dentro dele. O Mário, para minha alegria, não tirou de mim e eu sentia uma nova sensação: sentia o pau dele ir murchando bem devagar dentro de mim, dentro do meu aquietado cuzinho, como a acariciá-lo passivamente. O André, meu pobre marido, que acabara de perder a sua outra virgindade, virou a bundona gostosa pra mim, como que a pedir ajuda, bem na minha cara, e fiquei com peninha dele. Todo arrombadinho! Um filete de porra escorria do cuzinho afogueado, todo vermelhinho, do meu marido. Aproximei a língua e chupei o cuzinho dele. Esfregava minha língua, penetrava-a com facilidade, estava todo melecado, e fui massageando aquele castigado cuzinho, sugando toda aquela enorme quantidade de porra que o malvado do Guilherme tinha jogado dentro do meu marido. Chupei aquele filete que tinha escorrido e fiquei um tempão consertando o estrago que eu própria, com a minha proposta indecente, tinha causado no rabinho do meu maridão. Ele parecia estar gostando da minha massagem. Minha língua entrava e voltava melecada de porra. Sempre adorei engolir porra. Gosto do sabor, do cheiro, da consistência. Não ia perder aquela oportunidade. O André também tinha me dado, na boca, o maior gozo dele desde que nos casamos. Nunca tinha sido tanta porra como agora! Fico sempre me perguntando: por que tanta porra? Será que o danado adorou levar aquele cacetão no cuzinho?! Encheu minha boca. Agora eu tirava, sugava mesmo, todo o néctar que o Guilherme desperdiçara no cuzinho do meu marido. E o pau do Mário murchando dentro de mim. Sensação deliciosa: macarrão: entra duro, sai mole e pingando. Sequei meu marido e avancei minha boca para o pau do Mário, que tinha acabado de tirar de dentro de mim, o pau já murchinho, e ainda tentei sugar alguma gotinha, mas ele já tinha deixado tudinho dentro do meu esfogueado cuzinho, que já começava a ficar impaciente pelo novo gigante que o estupraria, sim, porque eu já tinha feito a minha próxima escolha: 22 centímetros! Comecei a sentir algo melecoso escorrer do meu cuzinho. Era o desperdício escapando de dentro de mim. Lembrei o André: você faria tudo que eu fizesse, lembra-se. Ele disse que sim. Então chupe e massageie o meu cuzinho agora, como eu fiz com você. Ele olhou aquela porra vazando devagar, gostosa, quentinha. E falhou, não teve coragem, mas ficou me massageando com os dedos e eu perdoei meu pobre maridão(!?) por ele não ter cumprido essa parte do trato. Acho que seria demais exigir que ele levasse no cu e ainda engolisse a porra que outro tinha jorrado no meu ex-cuzinho (sim, porque depois de um rolo daquele ter feito a festa que fez, entrava e saía sem a menor dó, mas com muito tesão e prazer para mim, não sei se fiquei ainda com um cuzinho!) Seus dedos me massagearam gostosamente, eram penetrantes, meu cu continuava quente, ávido, esperançoso, insaciável. Foi muito bom. Ficamos nessa lenga-lenga quase uma hora. Uma idéia excitante me veio à cabeça: de fato eu acabara sendo comida pelos três ao mesmo tempo, pelo menos a porra dos três ficou em mim: um enorme jato no cu (que agora, lamentavelmente, eu perdia sem possibilidade de mantê-la), o maior jato do André na minha boca, e a porra do Guilherme, que chupei do cu do André. Era a mulher mais realizada do mundo. Mas muita coisa ainda estava para acontecer. Voltamos para a banheira e relaxamos, nos lavamos inteirinhos, livramo-nos de toda a porra possível, ou melhor, da única que não consegui engolir: a que saía do meu próprio rabo.



Mexe daqui, mexe dali, e tudo começa a excitar novamente. Estiquei minha mão por baixo d’água e encontrei alguns gigantes começando a despertar. Alisei os três. O Mário, sem pedir ordem para o André, enfiou a cabeça banheira abaixo e, ato contínuo, senti uma língua me chupando a buceta. Estremeci de prazer e medo, mas o trato era que eles não me comeriam pela frente, não se discutiu quanto a eu ser devida, merecida e gostosamente chupada por eles. Abri a bucetinha e a língua entrou gostoso, profundo, mas faltou-lhe ar e ele veio buscar fora. Outra cabeça desceu e outra língua entrou tesudamente em mim. Agora foi a vez do Guilherme. Fui ficando doida, com uma vontade enorme de ser chupada mais e mais, penetrada, queria os três ao mesmo tempo, um em cada lugar. Ele saiu, o André não agüentou e lá também foi me chupar, deixando o cu à mostra. O Mário, muito rápido, meteu-lhe a língua e o André deu um salto e disse para o Mário: nada disso, agora eu é que vou comer um cuzinho. Eu, de pronto, exigi: bem, eu quero o gigante arrombando o meu cu agora! Ele, que já levou todo o cacetão do Mário, agora exige um novo desafio! Que venham os 22 centímetros descomunais do Guilherme e façam o estrago que quiserem! Diante disso, o que restou ao André foi o cu do Mário. E para mim, além do gigante no rabo, o pau do Mário, que tinha me estuprado o cuzinho e despejado nele um balde de porra (ah! que delícia!), faria a mesma operação na minha boca! Só felicidade! Saímos para as preliminares!



Surpresa e um pouco de medo: comecei a chupá-los de novo e só então reparei numa coisa: o pau do Guilherme, além de maior que os outros, era também bem mais grosso, razão das silenciosas lágrimas do meu maridão. Aí o Guilherme disse: Denise, por consideração e pena, não enfiei nem metade no cu do seu maridinho, que logo já começou a chorar mansinho, feito um corno, mas em você, nessa bunda linda, me desculpe, nada ficará de fora. Parei de chupar o pau dele, que mal cabia na minha boca, examinei-o e realmente me preocupei com a grossura. Fiquei preocupada mas muito mais excitada do que antes. Meu cu, todo arrombadinho, mas desejoso, parecia até piscar de desejo de sentir aquele rei, aquele esplendor explosivo, aquele rolo duro e feroz dentro de si. Comecei a chupá-lo mais e mais, com frenesi, e senti tanto prazer só neste ato que fui ficando molhadíssima, de começar a escorrer a seiva lubrificante da minha buceta rego abaixo, molhando até o meu cuzinho, já que eu estava deitada de costas e chupando o Guilherme. Por uma questão de hábito, nesse ato eu estava com as pernas abertas, buceta exposta, desejosa. O Mário não agüentou e caiu de língua nela e no meu cuzinho, já bem molhado pelo meu próprio líqüido. Para a língua dele entrar na buceta e no cu foi a maior facilidade. Para isso, arreganhou a bunda. O André não se fez de rogado, passou um pouco de óleo no cu do Mário e... crau! Direto, nada delicado! Enfiou sem dó! Sorte que eram só 16 centímetros! O Mário gemeu, agüentou firme e me chupava, mais e mais, numa espécie de vingança contra o André. Eu só podia desejar mais vingança. Por minha vez, não conseguia largar o pau do Guilherme. O André esperneou e disse: o trato não era esse, você tem de levar no cu e chupar o pau do Mário. Bendito marido!



O André tinha razão. Agora não mais precisava ser simultaneamente. Olhei de novo para a grossura do pau do Guilherme e falei: vai devagar, com cuidado, tá. Outra boa surpresa: fiquei de quatro dessa vez e, mais do que depressa, abocanhei os 19 centímetros de pau do Mário, que, a meu ver, já com certo gosto, era comido pelo meu marido. Preparei-me para perder todas as pregas que restavam no cu e relaxei, mas comecei a sentir uma sensação gostosa da língua do Guilherme trabalhando no meu parque de diversões: na buceta completamente molhada e no cu, também completamente encharcado, onde ele penetrava a língua com gosto, e de vez em quando o dedo, tão fininho perto do que o herói já tinha levado antes. Ele estava exagerando na arte de me fazer gozar, de me dar prazer! A língua entrava quase toda em mim, frente e verso, e eu, arreganhada, cu para o ar, chupando o pau do Mário com avidez. Comecei a gozar doidamente só com essas preliminares. Fui entrando em frenesi de novo, não conseguia largar o cacete do Mário e chupava loucamente e, de repente, ele explodiu dentro da minha boca, tanta porra que quase vazava pelos cantos, mas consegui engolir todinha. Não pude saborear tanto, senão caía da minha boca. Tive de engolir rápido! Ele caiu de lado, de fraco, sem que meu marido tivesse gozado no cuzão dele. Meu marido ficou olhando-me como se eu fosse a mais depravada das putas da terra, mas não lhe dei chances para recriminações. Agarrei-lhe o pau, que tinha acabado de sair do cuzão do Mário, e, com a boca ainda com algum resquício de porra, engoli, chupei, chupei, louca, completamente louca e puta, em estado alucinante de gozo permanente, com aquela língua sendo enfiada na minha buceta e no meu cu! O André também não agüentou e descarregou outra carga de porra na minha boca. Engoli tudo, não deixei gota. O André também caiu de lado.



De repente me vejo sem pau pra chupar, mas sendo maravilhosamente chupada. De quatro, com a bundinha arreganhada, meu cu já esperava pelo pior: que entrassem aqueles 22 centímetros de puro prazer, de grossura descomunal. Ele mexendo nos meus peitos, apertando os bicos. Eu não agüentava mais de desejo e tesão! Eu já implorava para o Guilherme e ele me lambia, me chupava. Eu queria, meu cu queria ardentemente, minha buceta queria, minha boca queria e exigia mais e mais. O André e o Mário começaram a acompanhar. De repente, o Mário entrou embaixo de mim e começou a chupar minha buceta, deixando-me à disposição um pau não totalmente duro. Abocanhei-o assim mesmo e, pasmem, delícia chupar um pau semi-duro. Meu marido, vendo a cena, o Guilherme me chupando o cu, o Mário me chupando a buceta, e eu chupando o pauzão(ainda semi-duro) do Mário, começou a abrir o quanto pôde o meu cu, puxava as bandas da minha gostosa bunda, fazia o cu abrir o máximo e começou a guiar, com uma das mãos, o gigante do Guilherme, numa ameaça desesperadora, pois não entrava nunca. Parecia uma eternidade, principalmente porque eu nunca vi um cu tão ávido para ser arrombado! Era uma excitante brincadeira que durou muito tempo. Eu já nem sabia o que era gozar. A sensação é que já estava há uma hora gozando. E queria mais e mais. De repente, sem óleo, mas bem molhada pelo meu líqüido e pela saliva do Guilherme, eu fui sendo rasgada. Devagar, um pouco doloroso no começo, até que relaxei totalmente e aquele colosso me arrombou todinha: maravilha! 22 centímetros, duríssimos e de puro prazer, grossura anormal, que entravam e saíam totalmente. Se eu tinha alguma prega, ela tinha desaparecido, e eu estava deliciada! Como, estúpida, eu não tinha permitido ao meu pobre marido me comer assim antes?! O André, que acompanhava o vai-vem daquele cacetão no meu cu, que sempre queria mais e mais, até já fantasiava de entrar outro pau junto com o do Guilherme, começou a lamber minha bunda, minha buceta, e, de vez em quando, tentava enfiar a língua junto com o pau do Guilherme, no qual dava também, indiretamente, suas chupadinhas. Esse meu marido me surpreendia cada vez mais! Nessa altura, o pau do Mário também já estava duro e eu chupava sem parar, ainda que já estivesse com a boca cansada de tanto chupar cacete! Um atrás do outro! Antes de gozar muito, não queria largar nada: agarrei o pau do André, já excitado, e, meio descoordenada, batia-lhe punheta, o pau do Mário, já bem duro agora, não saía da minha boca, e no cu, num misto de dor e muito, mas muito prazer, o pau do Guilherme e a língua do meu marido. Não agüentei: larguei um pouquinho o pau do Mário e pedi, implorei, supliquei ao meu marido que também me penetrasse na buceta, já que era exclusividade dele (porque no fundo, no fundo, eu queria mesmo era o cacetão do Mário na minha buceta: 19 na frente, 22 no rabo!, mas...). O Mário ficou em pé, o André se deitou embaixo de mim e foi tentando me penetrar, com alguma dificuldade, porque minha buceta estava apertada, comprimida pelo enorme pau do Guilherme no meu cu. Finalmente o André me penetrou e eu pude sincronizar um fantástico movimento de vai-vem: saía o pau do Guilherme do meu cu, entrava o do André na minha buceta; saía o do André, entrava o colosso do Guilherme. Era a realização plena: meus três buracos enormemente tapados. Nunca senti tanto prazer. Agia e ficava fantasiando, pensando até em meter dois paus ao mesmo tempo na buceta ou no cu. E mexia, mexia, afogueada, cu apertado pelo pau do André na minha buceta, buceta apertada pelo minhocão do Guilherme no meu cu. Enlouqueci: gozei, gozei, gozei, gozaram, gozaram, gozaram. O Mário de novo na minha boca, meu marido na minha buceta e nas minhas coxas e o Guilherme despejou uma enormidade de porra e encheu-me o cu até começar a escorrer. misturando-se com a porra do meu marido. Ele disse e cumpriu: nada de pôr só metade, ele cravou-me, sem a mínima dó ou respeito, mas com muita felicidade para mim, todo o cacetão no meu cuzinho e deve ter-me arrombado por uma semana. Ele não agüentou e caiu de lado. Quando tirou de mim, fez um barulho de coisa cheia de líqüido. Bebi, bebi, lambi minhas mãos, suguei as últimas gotas do André também, que voltou a lamber minha bunda, vendo escorrer aquela quantidade de porra, que passava por cima da minha lubrificadíssima bucetinha, toda melecada da porra do meu marido, e pingava no chão. Não queria perder nada: quando pude, fui lá e lambi o chão. Depois, comecei a passar a mão na minha bucetinha e no meu cuzinho e fui trazendo aquela porrinha para a minha boca. Endoidei de vez, nunca me senti tão maravilhosamente puta, tão realizada e tão arrombada!



Todos extenuados, restava-nos a banheira, com água de cheiro e tudo. Dessa vez não precisei massagear meu marido, mas ele ficou acariciando minha bunda, talvez preocupado que eu estivesse literalmente arrombada, o que não era mentira. Mas com certeza ele estava preocupado é com ele mesmo, pois ele seria o próximo dono do meu traseiro. Será que meu cuzinho estava lasseado e o pauzinho do meu marido passearia lá dentro! Ele não estava preocupado se a mulherzinha dele estava despregueada, arrombada, descabaçada do cu! A preocupação dele era com o que poderia acontecer com o pauzinho dele dentro de uma caverna que tinha sido perfurada por um objeto penetrante e roliço de 19 centímetros e esse trabalho complementado por um objeto maior ainda, de 22, e muito mais roliço. E ele acariciava, apertava as partes da bunda, talvez tentando juntar o que sobrou. E eu era um sorriso só. Aquela sensação gostosa de pulsação no cuzinho! Não tínhamos pressa. Ficamos mais uma hora nessa lassidão.



Como já falei pro André, posso dizer aqui, até para não omitir nada: de repente uma lembrança começou a tomar conta da minha cabeça: eu não estava preocupada com o que ia acontecer na minha traseira, pois meu heróico rabinho já tinha agüentado um de 22 e bem grosso, com certeza agüentaria um de 16. Não, meu novo tesão agora estava no que eu ia chupar e na carga de porra que eu estaria saboreando: um pau de 22 centímetros só para a minha boca! E esse talvez fosse o único gozo do Guilherme: agora era a vez dele soltar lágrimas: saberia o que é levar um torpedo de 19 centímetros cu adentro.



Porém, eu quis dar uma folga pro meu pobre e feliz cuzinho e quebrei a seqüência no meio: para desespero do Guilherme, como descobri depois, que só levou no rabo uma vez. Pedi trégua bem na vez do meu marido. Ele reclamou, esperneou, mas eu disse que dali pra frente seria obrigação dele me comer o rabo também, ou melhor, era condição: para ir pela frente, ele teria de passear por trás. Diante disso, ele se conformou. Eu falei o que queria: chupar os três paus ou ser comida mais uma vez pela buceta, ou pelo Mário ou pelo Guilherme. Meu marido não quis, e o Mário logo reclamou: nada disso, é minha vez de comer o cu do Guilherme, você que chupe os dois, mas eu não abro mão do que combinamos. Não houve jeito (pra felicidade do próprio Guilherme), tive de me contentar com o pau do Guilherme e o do meu marido. E o Mário não teve pena do Guilherme, que, pra minha surpresa, adorou mais ser enrabado do que enrabar. Descobriu a vocação dele. Pelo menos, pelo que sei hoje (faz mais de um ano que a nossa suruba aconteceu), ele virou um giletaço e alguma mulher também faz uso daquele esplendoroso gigante, mas ele fica muito mais feliz quando outro gigante o enraba, como eu também.



Quanto a mim, oficialmente sosseguei o facho, mas aí a coisa pegou: num belo dia, nas minhas férias, meu marido (que virou um especialista no meu rabo) chegou mais cedo em casa e me pegou em flagrante: o Mário, de quem me tornei amante anal, hoje com a permissão e a participação do meu maridão, nunca mais abandonou o meu rabinho, e, pela enésima vez, estava me enrabando gostosamente. Lembrem-se de que, logo no início, eu disse que ele tinha ficado deslumbrado pelo meu traseiro. Jamais me comeu pela frente, já que isso fazia parte do trato e ele nunca contestou, mas meu rabinho e minha boca sentem sempre aqueles 19 centímetros, com toda a porra que merecem. Meu marido, quando me viu dando o cu de quatro, ficou espantadíssimo, putíssimo, ameaçou matar, mas quando viu que era o Mário, recobrou-se da surpresa, excitou-se e meteu o cacete na minha boca. Oh! delícia! Às vezes, juntamos os três e, se e quando um come o outro, sempre resta alguma coisa para eu chupar e saborear o resultado. Tchau! S.P. fevereiro de 2000.

Luciana Harada



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1891
"Sandro 01"
Data: Sex Fev 6, 2004 12:39 pm
Assunto: A MASSAGISTA ERÓTICA

Eu tinha apenas 15 anos quando tudo aconteceu. Era muito tímida, filha de pais pobres e um tanto inocente, apesar de ter conhecimento sobre sexo pelos livros e revistas. Uma dor nas costas fez com que a patroa da minha mãe me levasse a uma massagista nas primeiras vezes ela me levou e esperou ate o fim da sessão. Morria de vergonha de ficar nua na frente dela. Meu corpo todo recebia as caricias das mãos experientes e eu relaxava. Depois eu passei a ir sozinha, ia logo tirando a roupa e me deitava de bruços sobre a mesa de massagem. Isaura, a massagista, uma coroa de 40 anos aproximadamente, muito simpática,

e eu ficamos cada vez mais intimas. Um dia, não sei se acidentalmente, tocou

em meu sexo. Estremeci mas nada falei. Fui para casa pensando naquilo e achei

ate gostoso. Mas aquilo que pareceu um toque involuntário passou a se tornar

rotina. Como eu ficava de bruços, ela massageava minha bundinha de tal forma

que abria minhas carnes e expunha meu botãozinho traseiro.



Seus dedos atrevidos passeavam por ali antes de alojar-se na vagina

incandescente. Mexia nos lábios e ai ate aquele pontinho sensível que hoje

sei ser o clitóris. Que delicia era aquilo! Foi assim que tive o primeiro

orgasmo da minha vida. Dai para a frente tudo evoluiu muito rápido. Ela tomou

a iniciativa de me virar de costas para mexer nos meus seios e me masturbar.



Certo dia, descobri que ela também se tocava com a mão esquerda enquanto a

direita mexia em mim. Ela pegou minha mão, me fez sentir o seu sexo muito

cabeludo e quentíssimo. Pediu para que enfiasse o dedo e eu senti o quanto

ela estava molhada. Depois pediu dois, três dedos. Foi quando gemeu alto e

gozamos juntas. No dia seguinte ela entrou na sala e tirou toda a roupa. Vi

o seu sexo peludo, seios grandes e uma bunda carnuda, bastante diferente da

minha, toda delicada.



Naquele dia, senti o quanto e bom ter uma língua vibrante entre as coxas.

Como retribuição, pediu para que fizesse nela também. Hesitei, mas não

tive escolha. Sentada no sofa, ela escancarou as coxas e me puxou pelos

cabelos. A minha frente estava uma vagina enorme, de lábios grossos e

morenos, sob uma floresta de pelos senti o forte cheiro característico de

mulher. Tentei evitar, mas um puxão mais forte grudou nossos lábios, os da

minha boca com os da vagina dela. Botei a língua para fora e coloquei para

dentro dela. Mexi ate ela gemer que estava gozando.



O ritual se tornou rotina. Eu chegava e ela me fazia gozar. Depois ela me

subjugava para seu prazer. Passei a adorar ser "obrigada" a chupar aquele

sexo molhado, senti seu cheiro ocre e beber o suco que escorria dali. As

vezes ela dizia:



"Isso me limpa toda que estou suada. Faz quase 24 horas que eu não tomo

banho e fico a sua espera para que você me limpe..."



Um dia ela me puxou para o meio de suas coxas e sussurrou:



"Vem me limpar. Meu marido me comeu ha pouco e estou toda melada!"



Seu sexo estava inchado e avermelhado, o esperma escorria em abundância.

Enquanto eu chupava, ela dizia:



"Ele tem um pinto enorme, um dia você vai ver... Você quer?"



Como nada respondi, ela me puxou os cabelos e perguntou rispidamente se eu

queria conhecer o pinto dele. Murmurei que sim.



Na sessão seguinte, eu estava nua e de bruços, a espera dela. Só que pela

porta entrou o marido, um coroa mal-encarado e de porte avantajado.

Assustei-me, pois estava nua e sem nada para me cobrir. Ele disse que

ficasse tranqüila, que Isaura já viria me atender e iniciou uma massagem nas

minha costas.



Eu estava tensa por estar nua na frente de um homem, porem a massagem gostosa

me acalmava e me excitava. De olhos fechados senti mais duas mãos em meu

corpo. Eram as de Isaura, que alisava ousadamente o interior de minhas coxas.

Foi avançando ate chegar em meu sexo molhado. Suas mãos deslizaram para o

anus ardente, onde enfiou delicadamente um dedo. Fui ficando maluca enquanto

ela murmurava:



"E hoje que você vai ver o pinto do meu macho um pintão grande, grosso e

duro... Vamos abra o zíper da calca dele."



Abri os olhos e o homem estava bem a minha frente e sob a calca desenhava-se

o membro teso do macho. Levei as mãos ate a calca e iniciei a descoberta. Um

membro enorme saltou quando abaixei a cueca e fui fazendo tudo o que ela

mandava:



"Pega no pintão duro...Isso, sinta o calor, a grossura e dureza... Puxe a

pele para trás para você ver a cabeça roxa... Cheire bastante antes de

enfiar na boca... chupa..."



Ah! Eu delirava com aquele pinto grosso na mão e aquela cabeça enfiada na

boca. O cheiro, o sabor e o dedo cutucando meu traseiro me fizeram gozar.

Isaura foi para o sofa e me pôs de quatro para chupar a vagina molhada.

Antônio veio por trás e cuspiu em meu rego traseiro. Percebi o que iria

acontecer e fiquei apreensiva Isaura dizia para eu relaxar. Senti a cabeça

tentando abrir caminho entre minhas nádegas. Meu grito foi sufocado no

interior da vagina dela. Depois da cabeça o resto foi tudo para dentro. Não

se importaram com meus gritos de dor e eu achei que seria dividida ao meio.

Depois de alguns minutos, a dor deu lugar a um tesão incrível. Eu já rebolava

e jogava o traseiro de encontro ao homem que me fazia arder o canal apertado.

Suas bolas pesadas batiam em minha vagina e seus pelos amassavam-se em minhas

polpas. Isaura me obrigava a falar obscenidades para ele e eu atendia olhando

para os olhos daquele homem:



"Que pinto gostoso, você tem meu macho gostoso... enfia ele todinho no meu

cuzinho... isso... pintudo... grosso, duro me fode o cuzinho..."



Isaura gozou, eu gozei, mas Antônio não.



Ele continuava me castigando com sua ferramenta. Meu botãozinho queimava com

as estocadas violentas. O pênis saia totalmente e entrava com violência, me

alargando toda. Eu mordia as coxas de Isaura e já não agüentando meu botão

em fogo gemi:



"Eu não estou agüentando mais. Dói muito... esta ardendo...



Isaura com autoridade ordenou:



"Põe na boceta dela... arrebenta com esse cabaço..."



Arregalei os olhos e olhando para ela ia pedir clemência, pois era virgem,

mas não deu para falar nada. Uma única estocada me dilacerou o hímen e senti

minha virgindade indo-se para sempre. Gritei, gemi de dor e, minutos depois,

gemi de tesão. Mais uma vez fui obrigada a olhar para trás e dizer:



"Enfia esse pinto duro na minha boceta... enfia que eu gosto..."



Gozei muito, mas, quando ele ia gozar, tirou o membro de dentro do meu corpo

e sentou no sofa. Fui obrigada a segurar o pênis teso com as mãos e a enfiar

a cabeça na boca. Logo após, recebi o jato quente em minha garganta, rosto e

cabelos. Gozei de novo. Quando sai dali, toda ardida e dolorida, não via a

hora de tomar um banho e deitar-me para o merecido descanso. Dias depois lá

estava eu novamente, nua na mesa de massagem, a espera do sexo acido de

Isaura para ser lambido, lambido por mim, e meus orifícios a espera do

membro avantajado de Antônio, que me faria sofrer de dor e delirar de prazer.



Ah! Como era bom!


ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1892
"Sandro 01"
Data: Sex Fev 6, 2004 8:02 pm
Assunto: ANA E CARLINHA


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ANA E CARLINHA

Vou te contar uma coisa que aconteceu comigo. Um dia eu estava sosinha em casa, tinha acabado de tomar banho estava fresquinha e cheirosa. Fui passar meus cremes massagiei meus seios, minhas coxas e bumbum.Fiquei me olhando no espelho do meu quarto, que é bem grande, adimirando meu corpo macio e durinho. Meus peitinhos que são do tamanho ideal para segurar e chupar estavam super sensíveis, meus biquinhos já estavam acesos. Então fui me acariciando e quando me dei conta estava com meus dedinhos em minha xoxotinha, que a esta altura estava completamente meladinha. Então tocarram a campanhia e eu torci para que fosse minha convidada. Eu ainda estava nua, morrendo de tesão, me enrrolei em na tualha e fui atender. Ëra a Carlinha, nos tinhamos combinado de irmos jutas ao cinema, ela estava linda com uma sainha super curta e provocante. Essa visão me deixou ainda mais instigada e asustada,pois até então não tinha sentido nada desse tipo por uma amiga.Ela entrou e fomos para meu quarto para eu terminar de me vestir. Chegando lá ela se sentou em minha cama e eu fiz questão de me trocar em frente dela, pra ver sua reação. quando tirei a tualha minha chaninha já estava pegando fogo, latejando toda meladinha.Carlinha, como estava na minha casa e não tinha ninguem aqui, ficou a vontade e nem ligou quando sua sainha curtissima subiu e mostrou sua calcinha de renda trasparente preta, que deixava aparecer seus pelinhos e xoxotinha. Ela disse que estava calor e se eu não me importava se ela ficasse assim. Eu disse que tudo bem eramos amigas não tinha problema.Quando vi aquela calcinha trasparente e minuscula fiquei ainda mais louquinha, como ainda não estava vestida disse a ela que tinha achado sua calcinha linda, ela perguntou se eu não queria esperimentar para ver como ficava. Fiquei meio com vergonha essa hora, mas disse que sim. Então tirando a calcinha pude ver melhor sua xoxota linda. Quando peguei a calcinha notei que ela estava úmida, notei então que ela tambem estava com tesão. Então, parei quando ela me deu a calcinha.Que loucura depois disso eu não tinha idéia doque iria acontecer. Quando coloquei a calcinha Carlinha disse que não estava direito e que ia me ajudar a arrumar. Então aproximando-se pegou na parte de tras e puxou para cima enfiando o pequeno filzinho em meu bumbum(nossa que sensação maravilhosa),depois a parte da frente, puxando até minha xoxotinha ficar toda divididinha ao meio pelo outro filzinho, então nessa hora fiquei dezesperada, meus labios e pelinhos totalmente à mostra divididos por aquele paninho( sóde lembrar já fiquei com tesão). A essa altura dos acontecimentos eu já não me importava com mais nada, então fui levando tudo na brincadeira e fui brincando tambem. Depois disso fiquei só com a calcinha(que estava enfiada em tudo que é lugar e me espondo totalmente) fexei aporta discretamente caso chegasse alguem e começamos a conversar, só que dessa vez sobre coisas mais interessantes.Em uma certa hora eu disse pra Carlinha que eu não conseguia ser muito provocante quando estava com um menino, ela então se dispós a me ensinar.Primeiro ela disse que eu tinha que me mostrar , me exibir.Ela então disse para eu senta em uma poutrona, que havia no meu quarto.Depois que sentei ela deitou na cama, tirou o vetido e disse: Me imita.Ela então abriu as pernas e eu fiz o mesmo. Ela então começou a passar a mão pelo corpo, falando para eu fazer igual. Foi apalpando seus peitinhos, segurando com as duas mãos, os exibindo pra mim, ela então molhou os dedos na boca e depois passou neles. Eu fiz o mesmo, meio desajeitada. Depois foi descendo pela barriguinha até chegar em sua chaninha. Nesse momento ela pediu que eu chegasse mais perto para ver melhor como ela fazia. Cheguei mais perto e vi como ela passava a mão em sua xoxota, passando os dedos entre os lábios, no clítoris, enfiando um, dois , três dedos de uma vez dentro dela. Tirando então os dedos da xoxota ela os aproximou de meus lábio.fiquei sem saber oque fazer. Ela começou a passar seu mélsinho em meus lábios, como não reagi ela foi aproximando sua boca da minha e foi me beijando de vagar até enfiar sua lingua, nos beijamos muito, desesperadamente.Então pondo um dedo dentro da minha boca, perguntou se eu gostava do sabor de sua chaninha, com a outra mão separava seus lábios deixando tudo esposto aos meus olhos. Respondi então que tinha gostado, com minha resposta positiva Carlinha puxou carinhosamente minha cabeça em direção a sua xoxota. Meio sem jeito fui dando beijinhos, lambidinhas até comessar a suga-la direito. Ficamos um pouco assim, ela então me jogou na cama e começou a me lamber interinha. Fiquei alucinada, ela chupava meus peitinhos, minha barriga, meus pésinhos e eu já estava completamente pirada. Então quando eu menos esperava ela arrancou minha calcinha(que era dela) e foi pondo sua boca em minha xoxota, que já estava pingando(de verdade) de tanto tesão. Foi a sensação mais gostosa que eu já havia tido até então,ela lambia tudinho, chupava cada cantinho e enfiava alingua dentro de mim foi muito bom. Gosei muito em sua boca. Depois fiz o mesmo por ela. Sentada na cama Carlinha me guiou, fui fazendo oque ela pedia. Começei lambendo tudo como ela tinha feito para mim, só que ela queria um pouco mais, pediu então para eu colocar dois dedinhos dentro dela e mexer, depois disse para eu tirar os dois que já estavam bem melados e por e m seu cuzinho. Obedeci, fui enfiando com cuidado para não machucar(sem tirar a boca dela). Ela ficou louca com isso e eu fiquei mais exitada ainda vendo ela gemer com meus dedinhos. Ficamos quase a tarde toda assim gosando juntas. Essa foi minha primeira vez. Gostou da minha história? Ela é verdadeira e aconteceu comigo, uma dessas loucuras que acontecem pelo menos uma vez na vida de todo mundo.Meu nome é Ana sou louca por sexo(adoro, amo, etc). Tenho outras experiencias muito legais e exitamtes para contar se vc estiver afim de ouvir me escreve tá, adoro contar as coisas que faço , só que certas coisas não da para contar pra qualquer um né. ..Se vc é mulher e gostou doque leu me escreva e descubra mais sobre mim. .Beijos na boca , carinhosamente Ana. e-mail: anatudo@zipmail.com.br
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"Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:49 pm
Assunto: conto - sacanagem no trampo


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Sacanagem no Trampo


Sacanagem no trabalho

O que vou relatar aconteceu no ano passado, quando eu trabalhava em uma empresa de telemarketing, liderando quase garotas. Apesar de trabalhar com tantas mulheres eu nunca assediei nenhuma, pois sou muito bem casado com Ramona: moreninha muito bonita e gostosa, vinte e sete anos, olhos cor de mel e cabelos castanhos escuros, seios médios de auréolas grandes e escuras, bunda avantajada e aberta, altura mediana. Minha esposa sempre foi muito boa de cama, além de satisfazer todos os meus desejos. Vamos à "estória" : No meu trabalho havia uma garota, Ângela, que era declaradamente louca por mim, mas eu me fazia de morto e ignorava tudo, pois nunca trairia minha esposinha. Angela era muito bonita e tinha um tipo físico bem atraente: uma bunda e seios enormes, morena clara, altura igual a da minha esposa e uma cara de biscate declarada. Tinha olhos castanhos claros e cabelos longos encaracolados. Numa sexta-feira ela convidou-me para uma festinha que os funcionários iriam fazer no sábado. Esperta, ela estendeu o convite a Ramona e então eu aceitei, imaginando que depois ela deixaria de me assediar. No sábado a noite eu e Ramona nos preparamos e fomos para a festa, que foi realizada em uma chácara em Ribeirão Pires- SP. Ramona me acompanhou vestida com uma saia jeans escura e uma blusa bege um pouco transparente. Logo na chegada fomos recebidos justamente por Ângela, que estava muito bonita com uma mini saia preta e uma blusinha azul. Muito simpática, ela conquistou Ramona rapidamente: "Nossa Esteban, eu não sabia que a sua esposa era tão bonita e simpática" – elogiou. Depois de ter dançado duas vezes com minha esposa, Ângela perguntou-lhe se não poderia dançar comigo e Ramona assentiu sorridente. Ao abraçar aquela morena gostosa eu estremeci, principalmente por que minha mulher observava tudo. Ângela colou seu corpo ao meu de tal maneira que meu pau, que estava duro, quase se encaixou entre suas pernas. Eu transpirava de tesão, mas não podia fazer nada, apesar do desconforto da situação. Durante a dança Ângela aproveitou para me fazer uma proposta, no mínimo indecente:" Será que sua esposa aceitaria dividir você comigo? Que tal nós três na mesma cama? Eu posso tentar convencê-la!". Diante de sua pergunta eu desconversei, apesar de intimamente ter adorado aquilo. Para minha surpresa, no entanto, assim que terminou a música Ângela tirou Ramona para dançar e eu percebi que as duas estavam bastante sorridentes. Eu não sabia no início, mas Ramona havia ficado excitada com Ângela, que cumpriu o que havia dito. Assim que as duas terminaram de dançar Ângela chegou perto de mim dizendo :"Ela aceitou minha proposta indecorosa, Esteban agora você não vai ter como fugir!" – anunciou vitoriosa. Eu fiquei incrédulo mas muito excitado com e fui consultar Ramona que me disse;"Eu percebi como você ficou excitado quando estava dançando com aquela sirigaita. Daí pra você me trair é só um passo, já que ela está super a fim. Foi por isso que aceitei a proposta dela: é melhor você transar com ela na minha frente do que pelas costas!!!". Espantado com suas palavras, logo propus que fôssemos para um motel. Durante o caminho, no carro, Ângela começou a fazer carícias em minha esposa, e as duas pareciam estar se entendo muito bem. Ao chegar ao motel, com o saco doendo de pura excitação, escolhi a melhor suíte: hidromassagem, sauna, piscina e frigobar. Como nunca havíamos feito nada igual, ficamos um pouco inibidos logo ao entrar na suíte, mas Ângela logo nos colocou a vontade, fazendo um delicioso streap tease. Ela começou dançando, olhando pra nós dois, e foi se livrando de suas roupas, ficando só de calcinha e sutiã. Seu corpo realmente era muito gostoso: seios volumosos, bunda grande e pernas bem torneadas, além de uma pele bronzeada. Depois ela ajudou Ramona, desabotoando suas roupas e deixando-a nua na cama, para meu deleite. A cada peça que caia de Ramona, Ângela exclamava:"Nossa, olha que mulher gostosa, olha que tesão!". E assim as logo se abraçaram, e ficaram se bolinando, gemendo e até se beijando na boca. Eu não perdi tempo e fiquei nu rapidamente para me unir as duas. Eu percebi que Ângela estava dando uma atenção especial a minha mulher e isto me excitava muito. A todo momento ela elogiava a bunda e os seios de Ramona, além de lambê-los e chupa-los muito. Ramona estava extasiada e não demorou para pedir para ser fodida. Ela gritava, pedindo para mim meter a vara na sua xana e no seu cuzinho e eu obedeci e fui mirando sua bunda, ao que Ângela abocanhou meu caralho, deixando-o molhado, pronto para a penetração. Minha mulher adorou ver aquilo e incentivava Ângela, dizendo "... vai, chupa mais o meu caralho, enfia na boca a pica do meu marido, isso, vem me beijar!". Eu estava quase gozando só de receber aquele boquete e ouvir Ramona falar palavrões, mas me contive e enfiei o pau em sua buceta com uma estocada lenta. Enquanto eu metia nela, Ângela oferecia as tetonas para Ramona, que as sugava avidamente. Ela estava fora de si, de uma forma que até então eu nunca havia visto. "Mete mais, quero ser fodida com força, enfia tudoooo!", gritava. Depois ela pediu para ser enrabada com a mesma força e novamente Ângela veio nos auxiliar, primeiro lambendo o cuzinho de Ramona e depois enfiando um dedo para abri-lo. Ela pegou no meu pau e o guiou para dentro do cu de minha mulher, que gemia de prazer. Eu meti como um animal, colocando toda minha força nas estocadas. Enquanto eu metia Ângela lambia ora meu saco, ora a buceta de Ramona. Antes que eu gozasse Ângela pediu para eu esporrar em suas tetas e foi o que fiz: quando senti a porra chegando tirei o pau do cu de Ramona e lambuzei as tetas de Ângela. O esperma deixou tudo lambrecado, e escorria pelo resto de seu corpo. Minha mulher pegou uma toalha e limpou Ramona. Fomos os três para o chuveiro, paras nos limparmos e refrescar um pouco o corpo. As duas ficaram um tempo se beijando, e depois de descansar um pouco e de tomar a ducha, nós três reiniciamos a sacanagem na banheira de hidromassagem. Ângela disse que gostaria de ser enrabada e Ramona disse :" fique de quatro que eu vou te enrabar primeiro e depois meu marido termina". Dito isto Ramona enfiou dedos no cu de Ângela e ficou fazendo vai e vem, arrancando gemidos daquela cadela. Ângela era insaciável e pedia mais e Ramona começou a enfiar mais dois dedos da outra mão, fazendo-a gemer e pedir para enfiar devagar. Eu já não agüentava mais de tesão e pedi para Ramona deixar eu meter naquele cu e ela abriu bem a bunda de Ângela e depois de colocar uma camisinha, eu enfiei tudo de uma só vez, arrancando um grito de Ângela :"Ai, seus putos, vocês estão me estuprando!!" Aquilo me deixou mais excitado ainda e eu comecei a foder ainda mais, enquanto Ramona mordia de leve as tetas de Ângela. Estava muito gostoso, mas como eu ainda não queria gozar, tirei a rola do cu de Ramona e enfiei em sua boca, fazendo-a sentir o próprio gosto. Depois ela abriu bem as pernas e eu meti em sua xaninha raspadinha, enquanto ela chupava a buceta de minha mulher. Eu então sentei e pedi para que ela sentasse de frente em meu pau, para que eu a fodesse mais. Nesta posição Ramona aproveitou para enfiar os dedos no cu de Ângela e logo eu gozei naquela xoxota gostosa. Ainda não totalmente satisfeitas, Ramona e Ângela resolveram se masturbar mutuamente, enfiando dedos uma na buceta e no cu da outra, além de se beijar e logo chegaram a gozo. Fodemos madrugada adentro, sempre gritando muito e nos deliciando com as nossas sacanagens. Não é preciso dizer que Ramona e Ângela se tornaram grandes amigas, e nossas transas a continuaram até que dois anos depois nossa amiga começou a namorar e por imposição de seu parceiro terminou tudo conosco...
Esteban e Ramona
Sat Oct 18 11:37:07 2003
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1895
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:47 pm
Assunto: SER CORNO

SER CORNO
Sou casado e feliz, mas muito feliz, pois sou corno vou contar uma historia para as mulheres eu adoro ver minha mulher com outro macho, mas antes quero que saibam de uma coisa eu a amo muito e cada Vez este amor vai aumentando mais e isto não acontece só comigo, mas com quase todos que gostam de ser cornos. Sempre fazíamos encontro de casais era muito bom, mas nem sempre todos saiam realizados resolvi apresentar um garotão para minha esposa ele se chama. Carlos é um cara super legal muito simpático e nos respeita muito. Nosso primeiro encontro foi em nossa casa eu achei até que ela iria se encabular quando o visse mas foi tudo normal deixei eles um pouco a sós para que se conhecesse melhor Fui dar uma volta e quando cheguei em casa entrei bem de mansinho para não interromper os dois e para minha surpresa já o encontrei ambos transando ela gemia como eu jamais vi me subiu um tesão e comecei a me masturbar e gozei muito rápido pois, a Claudia que é minha esposa rebolava como nunca ela dava beijos deliciosos em Carlos até dava impressão que era uma só pessoa Depois ela me contou que deram varias metidas eu participei algumas vezes, mas foi pouco, pois ela só queria saber de Carlos. Ele ficou algumas horas, mas tinha que ir embora naquele mesmo dia eu fiquei até feliz porque já não agüentava mais ver Claudia grudada com ele era muito chamego. Já no outro dia Cláudia não parava de falar de Carlos eu ia ficando cada vez mais excitado eu adorava saber que minha mulher não parava de pensar em outro homem, eu tinha certeza que ela me amava e que ela sentia por Carlos era uma paixão gostosa, pois eu já havia vivido isto e sabia que ela podia me amar e gostar dele ao mesmo tempo, começaram a se comunicar por telefone e suas conversas iam ficando cada vez mais intimas eu adorava depois de suas conversas ela ficar me contando detalhes e não demorou muito e ela já o começou a chamá-lo de meu namoradinho isto me levava a loucura era aquilo que eu queria. Resolvi convidar Carlos para vir nos visitar novamente só que desta vez ele veio para dormir conosco. Claudia não se agüentava e desta vez sim metemos muito nela Carlos fodeu sua buceta seu cúzinho que a muito tempo não era fodido fizemos DP varias vezes eu já tinha perdido a conta de quantas vezes ele trocou de camisinha em um momento ela tirou o pau dele de dentro de seu cu tirou a camisinha do cacete e o lambeu sugou toda porra que tinha nele depois daquela meteção fomos dormir nos três na mesma cama ela no meio é claro eu estava bastante cansado então Claudia deu um beijo em mim e virou se para Carlos Pois era isto que todo corno como eu espera da esposa, dormi ao meio da noite eu acordei e vi os mesmo grudados dando deliciosos beijos e abraços eram como dois adolescentes me excitei tanto mas me contive não me mexi e eles continuavam meu tesão foi quase ao extremo quando eu ouvi Claudia falar no ouvido de Carlos Eu ti amo adoro você e etc... foi quando ela puxou Carlos para cima dela bem devagar pois ela tinha medo que eu acordasse e então a cama começou a se mexer bem devagar é claro mas eu sabia ele estava fodendo ela Claudia dizia me fode gostoso eu ti amo e estou traindo meu marido por favor goza dentro de mim para não sujar o lençol neste momento eu também gozei quase que sem me tocar, ele saiu de cima dele e ela virou se de costas para ele e logo eu sentia seu corpo sendo empurrado com as estocadas de Carlos Ah... eu esqueci de contar um detalhe eu tenho um pênis normal com cm o cacete de Carlos tem cm é um monstro talvez ai a explicação da euforia de Claudia Passei para o sono e quase de manhã eu acordei e não vi ninguém na cama eu estava só então me levantei bem de vagarinho e fui a procura dos dois mas não encontrei ninguém fui em direção ao banheiro e a porta fechado então resolvi dar uma espiada pelo buraco da fechadura e agora eu podia ver ela sentada naquele cacete e sem camisinha mas tinha mais um porem derrepente ela tiro o pau da buceta deu umas chupadas e colocou no cu foi sentando de vagar dava para ouvir seus gritinhos até que o cacete sumiu estava todo dentro do seu cu Claudia rebolava no cacete gemia e falava que amava Carlos Não demorou e Carlos falou que ia gozar para minha surpresa e felicidade ela tirou o pau de dentro de seu cu deu umas lambidas e enfiou de volta na buceta então eu vi a porra escorrendo de dentro daquela vermelha gruta. Eu voltei correndo para cama e fiz de conta que estava dormindo Carlos veio em seguida e se deitou bem devagar e em seguida veio Claudia. Já por volta das oito horas da manhã Carlos foi embora, então Claudia com um ar de arrependimento me falou amor eu te trai esta noite sem deixar ao menos ela continuar eu a falei eu te perdôo para ser sincero eu esperava isto de você Agora eu quero falar uma coisa as mulheres, o homem que quer que sua esposa seja feliz espera isto mesmo dela pois, queremos ser cornos mesmo mas queremos ver nossas esposas nos traindo quando ela fodeu com Carlos sem camisinha ela sabia que não podia e eu já havia pedido algumas vezes para não fazer isto mas era isto que eu queria ver ela fazer O corno adora ouvir a mulher falar de seu amante principalmente quando esta transando ele adora ouvir elas falarem que gosta muito dele mas é muito gostoso ouvir a mulher falar que esta apaixonadinha por ele é lógico que sabemos que a mulher vai sempre gostar mais do marido pois, ele o proporciona muito mais prazer em deixar ela fazer que quer Não tenha medo de se revelar ao seu marido pode ter certeza ele vai adorar ele só não pede para você fazer isto porque tem vergonha e medo da mulher não entender Claudia eu ti amo, por favor, continua assim!!! Ta bom amor
MARCIO
Sat Jun 28 20:30:43 2003
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1896
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:48 pm
Assunto: Salada e Suruba no verão (conto)


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Salada e Suruba no Verão


O que vou relatar foi um fato veridico, sou morena, , altura, kg, anos, solteira, pernas grossas e moro em Salvador. Nunca senti inveja de ninguem, mais confesso que ficava morrendo ciumes quando lia algum conto erotico que os homens fazia atrocidades deliosas com as mulheres ou vice-versa, adoro sexo com dor mais com toda moderação, adorei, ninguem nunca havia me feito um convite para transar a três ou alguma mulher me cantar não sendo elea lesbica, só para uma aventura mesmo, e se fizessem iria aceitar de imediato, meu único receio era ser filmada, nunca se sabe onde irá parrar e nas mão de quem. Tenho minhas loucas fantasias bem parecidas com aa historias que tenho lido, neste momento em que estou relatando é do no trabalho e imaginem como é dificil manter a concentração e o tesão. Sempre leio contos eroticos de todos os tipos, mais o que mais adoro é com sado saudavel.
Uma certa vez eu estava subindo pelas paredes louca para dar uma transada gostosa, mais como eu havia viajado sozinha para a Ilha de Itaparica, pois estva muito cansada e de saco cheio de tudo e de todos. Assim que cheguei na pousada, procurei me hospedar no quarto de cima por mais isolado e mais fresco. Ate então não tinha nenhuma companhia para me satisfazer e no quarto ao lado da pousada em que eu estava, havia um casal que nunca conseguia vê-los, mais os ouvia muito bem os gemidos e sussuros, os tapas na bunda que ele dava nela, as estocadas violentas, e eu do lado ouvindo e me masturbando, no segundo dia não resisti, havia um vazio dentro de mim e dedo não resolve para mim e fui em um mercadinho que ficava no caminho da praia, mais antes fiquei na praia tentando achar uma vitima para me satisfazer e nada, não teve jeito, passei no bendito mercadinho e comprei cenouras e pepinos em tamanhos diferentes, alguns tomates verdes pequenos, uma garrafa de vinho, algumns pregadores de roupas de plasticos, pedi no bar da pousada um refrigerante, um copo com gelo, e um sanduiche para "disfarçar", tomei um belo banho e como antes de viajar havia me depilado todinha (adoro ficar bem raspada, e quando estou me depilando fico muito excita) estava meio caminho andado pois o biquini ficava roçando no meu grelo. Lavei todos os ingredientes deixei ao meu lado junto com uma camisinhas lubrificadas, como não havia nada para me lubrificar até então. Como estava calor deitei nua com o ventilador bem na minha buceta que já estava escorrendo de gozo, peguei o vinho e comecei da tomar na boca da garrafa mesmo, demorou uns minutos e o tal casal entrou no quarto, acho que a garota devia estar nas mesmas condições de tesão que eu estava, de primeira deu para ouvir o tapa que ele recebeu na bunda, juro que senti aquele tapa (já recebeu um tapinha em cima do grelo?? Não sabe o que perde!) eles começar a transar do outro lado e eu fechei os olhos imaginando estar no lugar dela, como ela gemia gostoso Roberta, e eu me contorcia toda na cama sozinha, comecei a roçar em tudo que tinha no quarto, na mesa, cadeira, pia, no ventilado, na televisão, subi da cadeira e fiquei roçando na maçaneta da porta do banheiro, na porta do banheiro, eu estava uma puta de todas as putas subindo pelas paredes, gozava como uma louca meus gemidos conciliavam com os gemidos deles, gozavamos juntos em todos os momentos, quando ela disse para ele – come meu cuzinho amor, ele é todo seu, mete essa tora agora, atola ele todinho no meu cu, mete de vez-, deitei na cama com as pernas para cima e bem abertas e comecei a introduzir sem pema ou piedade na minha buceta uma cenoura media do lado mais grosso, delicia de dor. Depois enfiei a menor com olado mais fino no cu, deus como gemi de dor quando enfiei de vez, e a cenoura tinha umas nervuras, afinal escolhi a dedo, fechei bem as pernas para que não saissem de dentro de mim, comecei o colocar os pregadores de roupas nos meus peitos, no bico que quase não tem, em toda a minha boceta, principalmento bem em cima do pinguelo, as lagrimas descia de dor e prazer. Fiquei meio estasiada com tudo isso, acostumei um pouco com a dor, e fui trocando os meus brinquedinhos, primeiro peguei a mais e mais grossa cenoura enfiei na xaninha com o lado mais grosso obvio, depois retirei o que estava no cu, nesse momento alargado e piscando que nem peixe no aquario, o pepino maior deveria Ter uns cm e uns de diametro, além do mais torto, fiquei imaginando se conseguria suportar, mais meu tesão era tão grande, a intensidade da transa do casal ao lado nem se comenta... enfim, segurei o pepino na vertical numa traveseiro em cima da cadeira de forma que eu pudese me segurar e ter apoio, tomei uma talagada de vinho respirei fundo... e desci de vez, senti tudo aquilo no meu reto, parei para me acostumar mais uma vez com a dor misturada com prazer, chorava de dor e prazer ao mesmo tempo, sentia varios espasmos pelo corpo que tremia todo, comecei a cavalgar como se estivesse em cima de um macho, comecei a gemer de prazer e me xingar de tudo quanto era palavrão, - adoro ser chamada de puta, piranha, rameira -, a minha vontade era de me oferecer para aquele casal fogoso que não paravam de trepar, quando derrepende ele pediu para ela enfiar o vibrador dela, o cara gemia parecendo um puta no cio, e eu a outra putinha gozando mais ainda, a dor já havia sumido a muito tempo, aliás nem sei por quanto tempo fiquei nessa masturbação e enfiação toda, só sei que meu corpo tremia e eu suava muito, me dava um tremor no corpo e em seguida vinha aquele orgasmo estranho e gostoso. Adormeci ou desmaie ou algo parecido, acordei já era umas da madrugada, acho que o casal tambem, quando acordei com tudo aquilo no meu corpo ainda e toda molhada de tanto prazer, senti um troço estranho e comecei a me bolinar, quando dei por mim havia enfiado a cenoura mais fina no meu que já estava com o pepino grande enterrado praticamente todo, comecei a gozar feito louca, gozei como a melhor de todas as putas. Retirei os apetrechos, meu cu parecia a boca de um copo de tão alargado que ficou, senti minha pregas voltanto para o seu devido lugar pedindo mais, o bico do meu peito esta quase roxo, mais meu grelo continuava duro de tesão, imediatamente peguei o pepino maior que estava no meu cu e enfie na buceta sem dó nem piedado, a garrafa de vinho, o fundo, enfiei de vez no meu cu que entrou com certa dificuldade, me travei toda e bati uma siririca daquelas, foi uma atrás da outra, mais dessa vez meu gemidos não foram abafados com o gemido do casal ao lado, quando alguem bateu na porta, perguntei quem era e responderam – queremos te ajudar-, só eu havia deixado a porta aberta por "descuido", eles entram, era um homen alto negro muito lindo, mãos grandes, seu pênis deva de a no meu pepino, ela uma negra linda tambem, estatura media, sua xana estava depilada no estilo tipo moicano, foi bagaceira geral, começaram a me alisar o corpo todo, ele colocou uma camisinha e eu fiquei de quatro e já fui pedido para ser enrrabada de uma só estoca, ela na minha frente toda arreganhada para que podesse me deliciar, cai de boca na xaninha dela, quando ela pediu que mordesse seu grelo, chupei, mordi, enfiei minha lingua naquela gruta deliciosa, quando passei o dedo no cuzinho dela ela deu um suspiro delicioso e pegou a maior cenoura e colocou na minha mão com um riso bem safado, não perdoei e meti sendo metida, trepamos de todas as formas, eu e ela, eu e ele, eu, ela e ele, fudi naquela boca linda dos dois, levei porra e macho e de femea guela abaixo, nos deliciamos as duas do membro dele delicioso enquanto enfiavamos o maior pepino no seu rabo bem apertadinho, ele parecia ser uma putinha no cio de quatro para duas mulheres, teve uma hora que estavamos os três com pepinos e cenouras enfiados dos rabosAi vem a pegunta, pra eu havia comprado os tomates??? Adivinha o que fiz com eles, pois complemente a salada de putas, como não eram grande e estavam verdes deu para enfia-los na boceta um a um, imaginem um pepino grande no cu e alguns tomates na boceta e batendo uma siririca ao mesmo tempo?? Pois é delicias de gozos. Nessa loucura toda adormeci e quando acordei lá pelas ou da manhã estava sozinha, não era mais os tomates que estavam na minha boceta e uma cenoura, aproveitaram que desmaie e de tanto gozo que se aproveitaram mais de mim. Retirei todos aqueles brinquedinhos e tomei um banho bem quente apesar do calor que fazia. Coloquei meu biquini, fui tomar meu café da manhã, e deixar notar perguntei a garota da recepção se havia algum quarto vazio, especialmente o do meu lado, ela disse que justamente havia vago um, então entende-se que o casal já havia ido embora. Não me perguntem os nomes que eu não sei nem me interessava saber, voltei a esta pousada varias vezes no fim de semana e nada, fiquei noites acordada e nada daquele casal que não sei os nomes e nem sei bem como era seus rostos, mais sei como eram deliciosos seus corpos e sexos. Gostaram da minha aventura? Me conte as suas. Me m que contarei como fiz um enema daqueles.

fogomorena
Wed Jul 9 09:57:56 2003
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1897
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:50 pm
Assunto: conto - sacanagem no shopping


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Sacanagem no Shopping


SACANAGEM NO SHOPPING


Eu e meu marido, Guilherme, gostamos de muita criatividade em relação a sexo e por isso sempre compramos acessórios em sex shop. Mas com o passar do tempo nada era mais novidade e resolvemos tentar realizar uma nova fantasia: levar mais uma mulher pra cama conosco. No começo a tarefa parecia fácil, mas não era, pois não queríamos uma garota de programa e tínhamos medo de tentarmos algo com alguém conhecido e sermos mal interpretados. Foi então que tive a idéia de tentar algo através das salas de bate-papo da internet. Depois de quase seis meses procurando alguém, numa tarde de domingo encontrei Débora numa sala de sexo. Depois de teclarmos bastante, descobri que ela tinha muita vontade de transar com uma mulher, mas seu marido não aceitava, por isso ela iria fazer sem que ele soubesse. Combinamos nos conhecermos num shopping de São Paulo, na tarde do dia seguinte. Eu lhe disse que meu marido iria junto, para observar e ela aceitou. No local e hora marcada nos encontramos os três e eu fiquei excitada com Débora: ela era muito bonita, olhos verdes, cabelos castanhos claros curtos, seios médios e bumbum grande e bem empinado. Ela tinha uns anos de idade e era muito simpática, apesar de estar um pouco nervosa, como eu, mas Guilherme nos colocou logo a vontade, já que ele é bastante comunicativo. Débora estava usando uma saia curta, preta e uma blusinha bem leve e branca, deixando bem a mostra o contorno do seu corpo. Como havíamos combinado, antes de irmos ao cinema entramos juntas no banheiro que por sorte, estava vazio. Logo que entramos Débora levantou minha saia e meteu a mão na minha bunda, me deixando super excitada com seu toque. Cuidadosas, resolvemos entrar juntas em um dos cubículos do banheiro e fecharmos a porta. Ávida para sentir Débora, fui logo levantado sua blusa e abocanhei os seus seios, lindos e com os mamilos muito grandes o que me deixou arrepiada de tesão. Enquanto isso Débora, encostada na parede, não tirava as mãos da minha bunda e forçava um dedo no meu cuzinho. Depois resolvi ousar um pouco mais e dei-lhe um beijo na boca, sendo correspondida com sofreguidão. Eu nunca havia sentido tanto tesão e medo ao mesmo tempo, como sentia naquele momento com uma mulher estranha, mas muito bonita e gostosa. Mais a vontade Débora também levantou a saia e me mostrou sua bunda, coberta apenas com uma calcinha fio-dental vermelha. Sua pele era bem clara, mas firme e macia. Quando eu me abaixei para beijar a sua bunda ouvi alguém entrando no banheiro e gelei de medo de sermos descobertas. Olhei para Débora e percebi que ela havia corado de medo também. Ouvi vozes de duas mulheres conversando e uma delas entrou no cubículo ao lado do nosso, mas saíram logo e nós também resolvemos sair.
Do lado de fora encontramos meu marido, nos aguardando com um sorriso no rosto e fomos os três para o cinema. Escolhemos o filme que tinha a menor fila (Impacto Profundo),e logo entramos os três e nos sentamos bem no fundo, afastados das poucas pessoas que estavam ali. Eu fiquei entre meu marido e Débora. Logo que o filme começou senti as mãos de Débora entre minhas pernas, massageando minha xoxota inicialmente por cima de minha calcinha e logo entrando por baixo, tocando meu clitóris. Tomei coragem e também comecei a bolinar seu clitóris e logo ela estava gemendo baixinho em meu ouvido. Guilherme começou a me beijar na boca, me deixando mais excitada ainda. Depois ele puxou uma de minhas mãos e colocou em seu colo, onde seu membro já estava pra fora. Apesar do receio de poder ser descoberta eu fiquei com muito tesão. Débora sussurrou em meu ouvido:"Vou me levantar um pouquinho, ponha um dedo no meu cu ...", fiquei louca de tesão com o seu pedido e não enfiei um, mas dois dedos de uma vez em seu cuzinho apertado. Ela continuava gemendo em meu ouvido e pedindo coisas:"Hummmm, que gostoso, força mais no meu cu...me arromba um pouquinho, safadinha... será que eu agüento três dedos ? " Eu sentia que sua buceta estava molhadinha, lubrificando meus dedos e facilitando a entrada em seu cu. Nisso ela me abraçou e me beijou sofregamente, pouco se importando se havia alguém observando algo. Aquilo estava muito bom, e meu marido também começou a palpar os seios de Débora, no que ela não protestou. Apesar da excitação, resolvemos sair do cinema e meu marido propôs irmos a um motel que havia próximo ao shopping. O motel era simples, na verdade um "moquifo", mas o quarto estava limpo e poderíamos nos divertir muito melhor do que no cinema. Logo que entramos no quarto Débora fez questão de esclarecer que só que queria transar comigo, mas não se importava que meu marido ficasse me tocando ou se masturbando, nu. Estávamos com tanto tesão que logo ficamos as duas nuas e fomos abraçadas para a cama, nos beijando muito. Débora chupou muito minha xoxota e enfiava um dedo no meu cu ao mesmo tempo, o que foi facilitado com uso de lubrificante íntimo que eu havia trazido na bolsa. Como eu tenho fascinação por seios me fartei apertando e chupando os peitos de Débora, que eram maiores do que os meus, além de serem bem durinhos. Depois resolvemos fazer um , chupando uma a buceta da outra e meu marido já não agüentando de tesão começou a me bolinar o cu, encostando a sua vara. Débora ficou fascinada com o que via e logo pedia para ele me comer logo, e até abria minhas pernas para ele meter na minha buceta, bem fundo. Atendendo aos apelos da nossa amante, Guilherme vestiu uma camisinha e encostou o pau na entrada da minha xereca e mandou ver. Ele foi um pouco rude, pois estava com tesão e me fez soltar lágrimas quando entrou de uma vez com a rola em mim. Ele ficou tirando e colocando um tempão, enquanto eu lambia a bunda de Débora. Para minha surpresa logo que ele tirou o pau de minha xoxota, ela meteu a boca nele e começou a chupar, até que ele gozou, enchendo a camisinha. Aí eu tirei a camisinha dele e bebi a porra, além de sugar o pau, para retirar o resto de esperma. Enquanto meu marido se recuperava Débora começou a lamber meu cuzinho, enfiando a língua dentro e me fazendo ficar excitada de novo. Como gosta muito de rock, Guilherme ergueu o som do quarto e logo estávamos metendo com o fundo musical do grupo Ramones. Muito excitada eu segurava a cabeça de Débora e a empurrava contra minha bunda, sentindo sua língua meter no meu cu. Para facilitar a manobra, eu abria bem o rabo e sentia a língua quente dela cada vez mais fundo dentro de meu cu. Ao mesmo tempo eu me masturbava, sentido jorrar lubrificação de minha xana, toda depiladinha. Parecia que com a excitação eu ficava cada vez mais aberta e arreganhada e vi que Guilherme já estava de novo em "pé". Depois Débora foi se aproximando dele e começou a mamar em sua vara, deixando-o louco de tesão. Ficando de quatro, como uma cadela, ela pediu para meu marido: "Vem, come meu cu, eu tô com vontade de ser fodida enquanto sua mulher mama nas minhas tetas". Depois de colocar outra camisinha, ele apontou o caralho para aquela bundona empinada e foi arrombando tudo, enquanto eu me fartava com os seus seios. Quanto mais ele metia, mais ela pedia rôla, ofegante e excitada. Sua cara era de uma puta bem safada, seus olhos reviravam de tesão. Meu marido olhava pra mim e metia mais naquele rabo grande. Ele enfiava com mais força e mais fundo do que fazia comigo e eu até fiquei com inveja, já que nunca agüentei tanto no cu. Sua cara era de total satisfação e isso me deixou um pouco enciumada e por isso eu deu uma mordida leve no bico do seio de Débora, que deu um gritinho e, para minha surpresa, pediu:" Aiiii, isso, morde mais forte, isto me deixa doidinha!" – Ouvindo isso, não deixe por menos e mordiu o outro seio e beslicava sua bundona. "- Vai, pede mais sua vagabunda, vamos, diz que quer ser abusada por nós, sua puta rampeira!" – gritou meu marido, dando-lhe tapas fortes na lomba, deixando-a marcada. "- Isso, me xinga, bate em mim, mete com força, me fodam!" – respondeu a prostituta. Não conseguindo segurar mais, Guilherme gozou, mas tirou o pau logo e meteu em sua boca, pra ela sentir o gostinho do próprio cu. Aí eu abri bem as pernas e ordenei que ela me fizesse gozar com a boca, e ela começou a me chupar com gosto enquanto Guilherme me enfiava o caralho ainda meio duro no meu cu, sem a camisinha. Eu gozei bem rápido, sentindo um grande orgasmo em todo o corpo. Débora ainda quis novamente chupar o pau, para sentir o gosto do meu cu. Antes de irmos embora, eu e meu marido chupamos ao mesmo tempo o cu e a buceta de nossa amante, até ela chegar ao orgasmo. Foi uma tarde super gostosa e que estamos procurando repetir com outra mulher que tenha a mesma fantasia...
Guilherme
Tue Nov 11 00:24:21 2003
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1898
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:55 pm
Assunto: conto - uma putaria gostosa


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Uma putaria gostosa


Ola a todos. Sou leitor assiduo desta HP, mas nunca tive a oportunidade de colaborar, até hoje.
Estava eu sentado em um bar aqui em sampa, após um dia daqueles, quietinho tomando minha cervejinha merecida.
Quando começo a olhar em volta para as outras mesas, sem o menor interesse, so pelo simples fato de olhar.
Me deparei com uma mesa no fundo do bar, onde estavam sentadas duas mulheres lindas de corpo e rosto, uma loira e outra morena tipo india, continuei a olhar e percebi que muitas pessoas também as olhavam, então desencanei e continuei pensando na vida.
Logo em seguida só vi a mesa balançar e foi cerveja para tudo quanto era lado, inclusive em mim. Quando olhei, ja pronto para levantar e mandar tudo a merda, quando me deparo com a loira pedindo desculpas e tentando me limpar. Olhei bem para tudo aquilo e disse não haver problema que tudo se ajeitava.
Logo em seguida vem o garçom com outra garrafa dizendo que foi a morena quem estava oferecendo. Então a olhei e vi que gargalhava e muito, não sei se da minha cara quando vi que era a loira ou do estado em que fiquei. Peguei a garrafa e o copo e fui agradecer pessoalmente, e não precisa nem dizer que la fiquei.
Brindamos ao meu estado e rimos muito, não tardou e a loira ressurgiu no meio daquela mesas, e a cada passo um olhar sedento por aquela linda bunda.
Chegou e se apresentou como Laura, e a sua amiga Lia, beijinhos para cá e em pouco tempo ja estavamos rindo de todo o ocorrido.
No meio da conversa, deixei escapar a minha preocupação em chegar em casa cheirando cerveja e todo molhado. Então surgiu a ideia de irmos até a cada delas que era bem proximo dali, não me fiz de rogado e logico aceitei.
Chegando lá me deixaram bem a vontade, me ofereceram uma bebida e continuamos nosso papinho descontraido. Não demorou muito e o assundo chegou a SEXO. Propus então que fizassemos algum tipo de brincadeira. Quando a Loira pegou uma garrafa vazia e sugeriu que brincassemos de perguntas e respostas - tipo jogo da verdade, e cada resposta duvidosa teria que tirar uma peça de roupa. A Lia quis desistir na hora pois alegou estar apenas com um vestidinho peça unica, mas acabou entrando no jogo. Pergunta vai respostas vem, e não demorou muito para estarmos bem relaxados, e quase pelados.
Fiquei boquiaberto quando Laura (loira) tirou seu vestidinho e ficou somente de calcinha,que maravilha de seios, uma cintura linda e que bunda!
A Lia nem se fala, um par de seio grandes e empinados, uma barriginha lisinha e também que bunda...ha...que bunda.
Por final sobrou para mim ficar todo nu. Quando viram que meu caralho ja estava bem duro, a Laura e Lia se olharam e ja se ajoelharam para mamar bem gostoso.
Se revesavam com meu caralho em suas bocas, lambiam até engolir tudo e ficam brincando com as bolinhas. Lia mais safada precionava com o polegar logo abaixo do saco e isso dava um tesão sem igual.
Puxei a Laura para cima, e tirei sua calcinha com os dentes e comecei a lambe-la do umbigo até seu anelzinho rosado....e que cú maravilhoso.
A cada lambida em sua buceta ela tremia e gemia gostoso, aí então comecei a chupar seu cú bem gostoso e a enfiar um dedinho nele, ela supirava e gemia, adorando tudo aquilo.
Lia como uma boa amiga,pegou uma camisinha e ofereceu meu caralho para a amiga sentar e se deliciar, enquando ficava chupando seu clitoris e meu caralho ao mesmo tempo. Estavamos nessa posição gostosa quando Lia se pôs na frente de Laura e deu sua buceta para a amiga chupar, e como lambia gostoso, fazendo Lia gemer de tesão.
Ficamos nessa posição por mais um tempo, até que Lia disse que seria sua vez, então ficou de quatro e abriu bem a buceta oferecendo a quem quisesse. Não me fiz de rogado e cai de boca lambedo tudo, inclusive seu cuzinho, que piscava a cada lambida, mas ela não aquentou muito e pedia quase implorava para ser comida e bem comida.
Posicionei o meu caralho bem na sua buceta e enfiei de uma vez só, ela gemeu bastante e pedia mais, com palavras e empurrando seu corpo contra o meu. Enquando isso Laura assistia e enfiva um dedo na buceta e outro no seu cú. O que novamente não achei justo, então chamei-a para perto e fiquei lambendo e chupando gostoso, até que Lia pegou meu caralho e pediu que enfiasse em seu cú, o que prontamente atendi.
Enfiei a cabela bem devagar e quando entrou enfiei o resto de uma só vez como pediu, então soltou um urro e um gemmido que de imediato me assustei e so me acalmei quando Laura foi até Lia e lhe deu um longo beijo na boca. Não demorei muito e anunciei o meu gozo, então ficaram na minha frente tiraram a camisinha e chuparam bem gosto até eu gozar, e disputavam a lingua cada gota do meu goso. Fiquei estatico com tal situação, pois era a minha primeira vez com duas mulheres e tão maravilhosas.
Fomos os tres tomar banho e conversar um pouco, até que Laura confessou ter ficado com ciumes da amiga ter sido enrabada e ela não, então não me fiz de rogado nem fui embora sem antes comer e me deliciar com aquele cuzinho antes de ir embora. Infelismeente essa foi uma transa unica mas me recordo com bastante vontade.
o grisalho
Wed Nov 19 11:26:20 2003
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1899
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:56 pm
Assunto: conto - um filme...


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Um filme pra la de prazeiroso..!!


Olá! Vou lhes relatar um prazeiroso ocorrido de uma semana atrás. Era uma quinta-feira e havia combinado com uma garota que já havia saido algumas vezes de irmos no cinema. Até aí tudo normal. Passei na sua a casa e fomos para o cinema do Shopping aqui de minha cidade. O filme que estava passando era aquele novo da Lara Croft, não tinha visto primeiro, mas agora creio que nunca irei ver..!! Rs! Estava péssimo. Então, como sabia que a gorota com quem estava era, digamos, um pouco dada, deixar um apetite sexual (que sempre é grande. rs!), tomar conta da situação. Comecei a passar a mão na sua bunda, que por sinal é uma delícia, branquinha como a pele de uma princesa e farta, redonda, muito boa para apertar sem parar, e foi exatamente o que comecei a fazer. E ela com um jeitinho nem um pouco conviscente pedia para parar, mas que, eu comecei foi a acelerar,isso sim!! Rs! Meu caralho começou a ficar cada vez mais duro, peguei sua mão e coloquei sobre ele então e dizendo: Olha só como você me deixa..!! E ela disse: Nossa, tudo isso por minha causa..??! E disse: Mas é claro! Rs! Então repentinamente puxei o decote de sua blusa e meti a boca em um de seus seios, que delíciaaaa!!! Ela também começou a se esquentar e começou a enfiar a mão dentro da minha calça tentado pegar meu pau, eu então para ajudá-la desabotoei o cinto e abri a calça, adoro fazer este tipo de coisa em locais públicos, claro que não dava para ninguém ver, pois estávamos no fundo do cimena e não tinha muita gente lá. Ela ficou meio preocupada por eu estar com meu caralho todo pra fora resolvemos ir para a última fileira mesmo, quando fui passar por ela para me sentar ao seu lado, meu pau, que ainda estava para fora, ficou há uns dez centímetros de sua boca, não me contive e disse: Chupa, vai, Chupa meu pau, chupa. Então ela disse: Seu loco, alguém pode ver, senta aqui então que eu chupo então. Nossaaaa!!! Que loucura.!!! Foi uma delícia ver e sentir minha benga naquela boquinha tão gostosa!! Eu dizia: Isso, chupa bem gostoso, chupa até esporrar na sua boquinha deliciosa! Enquanto ela chupava passava a minha mão por tudo nela, nos seus peitos na sua bunda, uma loucura!!! Então avisei que estava para gozar e ela mamou com mais vontade ainda!! Nosssaaa!!! Que delícia!!! Gozei abundandemente!! Ela, tadinha, acabou cuspindo no papel que pegar para limpar as mãos da pipoca. Rs! Então agora ela ela que estava louca de tesão, dizendo que queria ser penetrada bem gostoso..!! Estava louco para enrabá-la ali mesmo no cine, mas ela estava com uma espécie de macacão que impossibilitava tal ação sem deixar seus peitos de fora..Rs!! Ela me implorava para irmos embora na metade do filme, mas judiei dela um pouquinho, tadinha, dizendo que queria esperar o filme acabar..! Rs!! Então ela ficou me punhetando bem gostoso enquanto apertava com volúpia sua bunda maravilhosa..!! Acabando o filme, levei-nos direto a uma rua onde carros custumam parar para um rala e rola e então rolou tudo o que tinha que rolar!! A fiz gozar duas vezes e gozei mais uma, espalhamos o carro com aquele aroma de sexo e fui levá-la embora obtendo sua promessa de que iríamos repitir mais vezes este tipo de coisa gostosa que rolou no cinema..!! Em breve contarei mais histórias que aconteceram comigo, em tanto quanto mais picantes, quando transei com uma mulher casada junto com seu marido, quando transei com três deliciosas amiguinhas minhas e muitas outras...!!

CALIENTE.

CALIENTE
Thu Sep 11 17:22:12 2003


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1900
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:51 pm
Assunto: conto - sacanagem no parque


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Sacanagem no Parque


Sacanagem no Parque

Esta aventura aconteceu nas férias do meu marido, Guilherme, em dezembro de .. Nós dois sempre gostamos de aventuras e sexo em locais que houvesse perigo, mas nos últimos tempos não estavam surgindo oportunidades, até que Guilherme me fez uma proposta: de irmos a noite em um parque da cidade, no qual nós havíamos namorado muito e até transado. Gostei muito da idéia, achei romântico da parte dele querer relembrar o passado e topei na hora. Por volta das h me produzi para a ocasião : mini saia jeans, calcinha fio dental preta e uma blusinha decotada. Me perfumei toda e caprichei na maquiagem. Meu marido colocou uma bermuda jeans folgada e camisa pólo e fomos para o parque. Durante o caminho eu não imaginava o que poderia acontecer, mas estava muito excitada. Ao chegarmos ao local nos decepcionamos um pouco : estava quase deserto e um pouco escuro e resolvemos caminhar um pouco ao redor dos jardins. Um pouco mais adiante vimos várias pessoas em um quiosque, jogando conversa fora e bebendo. Mais distante os demais quiosques estavam vazios e escuros e resolvemos sentar um pouco para namorar. Como ficamos ocultos na escuridão, resolvi provocar Guilherme e fiquei de pé e levantei a saia, mostrando minha bunda empinada. Ele adorou a idéia e logo estava apalpando-me e pedindo para me comer ali mesmo. Excitada e com um pouco de medo eu abri bem as penas e ele lambeu minha racha, afastando um pouco minha calcinha. Foi uma delícia sentir sua língua quente lubrificando minha buceta raspada, para receber sua pica. Nos encostamos em um balcão que havia no local e Guilherme logo começou a penetrar-me devagar. Eu fiquei molhada de tesão e comecei a me movimentar, para facilitar a metida. Depois Guilherme levantou uma de minhas pernas, deixando minha buceta ainda mais aberta para ele poder me comer melhor e mais fundo. Do local onde estávamos eu podia ver as pessoas no outro quiosque, mas não éramos vistos. Depois resolvemos ir mais para o fundo do parque, onde havia algumas mesas de concreto e eu poderia ser comida ali em cima. Eu fui subindo em uma das mesas e ficando de quatro, levantando a saia, esperando meu marido me comer gostoso. Ele abriu minha bunda e foi encostando o pau no meu cu, que já estava lubrificado com o líquido que escorria de minha buceta e não foi difícil enfiar o caralho até o fundo. Como estávamos bem longe das pessoas eu não tive pudor e gemia a cada estocada de Guilherme, que estava alucinado, socando a rola com força em meu cu. De repente notamos outro gemido e olhando para o fundo do quiosque, vimos que outro casal também estava transando ali. Eu tentei sair, mas Guilherme não deixou e continuamos a transar, sem nos importamos com o outro casal. A moça estava totalmente nua em cima de outra mesa e gemia bastante. A cena foi me deixando com mais tesão ainda e logo eu gozei como nunca. Notamos que o outro casal também nos observava e gostavam do que estavam vendo. Depois de algum tempo eles nos convidaram para nos aproximarmos deles e fomos. Começamos então a transar na mesma mesa e a moça começou a me acariciar, enquanto seu parceiro a comia por trás. Ela era loira e parecia ser muito jovem, bonita e carinhosa. Eu retribui seus carinhos dando-lhe um beijinho no rosto, mas ela virou e beijou minha boca, enfiando a língua. Eu gostei de sentir seu hálito fresco, enquanto meu marido voltava a comer meu cu. Depois ela ofereceu o seio para mim e eu fui logo abocanhando-o com tesão. Ela também começou a passar a mão em minha bunda e também no pau de Guilherme, que gemeu com seu toque. Ela pegou o pau dele e logo o estava chupando, deixando-o mais lubrificando para meu cu, onde o guiou logo em seguida. Seu parceiro me ofereceu o pau, mas eu não aceitei. Então ele o colocou na boca de sua parceira. Guilherme socava bem fundo o pau no meu cu e logo gozou, deixando a porra escorrer do meu rabo. Depois disso abaixei minha saia e fomos embora, deixando o outro casal ainda transando.
Alexandra & Guilherme Alexandra
Tue Nov 11 00:21:55 2003
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1901
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:53 pm
Assunto: conto - sacanagem de casal


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Sacanagem de Casal


SACANAGEM DE CASAL: Descobertas

Meu marido é bem fetichista, por isso vive me dando lingeries sensuais e diferentes. Já até perdi a conta de quantas calcinhas fio dental e outras sexy, ele já comprou. Eu também adoro isso e até o incentivo, mas não é só de calcinha q ele gosta. Ele adora coisas q possa enfiar em mim e um dia foi ao supermercado e trouxe dois pepinos e uma banana prata... um pepino comum, não muito grosso e outro japonês (mais fino e comprido). Ele me disse que iria enfiar no meu rabo tudo aquilo. Fiquei logo excitada e tirei a roupa, ficando de quatro pra ele poder agir. Depois de brincar bastante comigo, me bolinando de todos os jeitos e me lambendo, ele pegou o pepino mais fino e colocou dentro de uma camisinha, lubrificou com KY e foi devagarzinho enfiando no meu cu... estava gostoso, pois o pepino era mais ou mesmo da mesma grossura do pau dele. Ele ficou brincando, fazendo vai e vem e estava muito gostoso e então eu pedi pra ele trocar e enfiar o pepino mais grosso... Ele fez a mesma coisa: vestiu uma camisinha no pepino, pra entrar mais fácil, e foi enfiando. Teve que ir mais devagar já que o legume era bem mais grosso que a sua rola, mas eu estava molhada de tesão e deixei ele enfiar bastante. Eu sentia aquilo me arrombar, mas estava com muito tesão e não me importava muito com a dor que sentia e ele estava sendo bem carinhoso. Ele enfiava e me chamava de "biscate", "putinha arrombada", coisas que eu adoro quando estou sendo comida...Empolgado, ele foi tentando enfiar o pepino inteiro no meu cu, mas eu não agüentei, era grosso e estava me arregaçando e pedi pra ele tirar. Foi aí que ele me contou a segunda parte da brincadeira, que ele aprendeu no filme "Cidade de Deus": iria meter a banana prata na minha buceta, sem a casca, e ao mesmo tempo comer o meu cu, agora folgado, com o seu caralho... fiquei imediatamente com muito tesão, louca pra sentir aquela dupla penetração e pedi como uma vagabunda pra ele me foder logo. Ele então vestiu a banana com uma camisinha, passou bastante KY e foi metendo ela na minha racha... foi gostoso, pois a banana é muito macia e até parece um pau de verdade! Eu estava de quatro, com a bunda pra cima e com a banana enfiada na xana e aí ele veio com o pau super duro e foi enfiando no meu cu, devagar no começo, mas logo conseguiu colocar tudo. Foi um pouco difícil de meter, pois com a banana enfiada na buceta, o cu ficou mais apertado, mas quando entrou mais do que a metade, eu acostumei com o volume e achei gostoso: parecia que estava fazendo uma massagem lá dentro... Eu me sentia uma verdadeira puta, fodida pelos dois lados, e ele foi socando o pau no meu rabo, sem dó, segurando a banana na minha bucetinha. Estava gostoso, mas doía um pouco e essa dor foi aumentando mais aí ele disse que iria gozar logo e eu então pedi pra ele socar forte no meu cu, e eu tb gozei entalada daquele jeito...Depois fiquei uns dois dias sentindo o cu mais aberto e dei bastante o rabo pra ele naquela semana... foi maravilhoso. Outro dia deixei ele enfiar uma garrafa long neck no meu cu. Na verdade entrou só o gargalo, mas foi um tesão. Ele colocou camisinha no gargalo, lubrificou e foi me abrindo... Como não é muito grosso, o gargalo entrou gostoso e eu até fiquei com vontade que fosse maior. Eu adoro estas sacanagens, adoro me sentir uma puta rampeira, e ele sabe fazer isso muito bem! Agora, uma das maiores descobertas que ele fez, para me excitar, foi com um aparelho chamado "therapeutic". È aquele aparelhinho para massagear as costas, que vende em camelô em Sampa. Um dia ele estava fazendo massagem nas minhas costas, eu estava deitada totalmente nua, quando ele inventou de "massagear" meu clitóris com o aparelho. Confesso que no início não gostei da idéia, achei que poderia me machucar, ou dar um choque, mas acabei cedendo e adorando: como o aparelho vibra bem forte, parece um super vibrador! Gozei em menos de um minuto, com uma sensação que atingiu todo o meu corpo. Foi um orgasmo fudido que agora sempre repito. Ele lubrifica meu clitóris e fica passando de leve o aparelho... eu sempre tenho super orgasmos assim, é demais!!! O gozo com o aparelhinho é sempre mais intenso, na verdade é sempre um orgasmo, às vezes múltiplo! Outra descoberta: como deixar os biquinhos das tetas durinhos. Essa meu marido descobriu ao ler um conto na net, não me lembro em que site, mas é simples até. Ele comprou duas seringas para injeção ml, se agulha. Depois corta-se a "tampa", a parte na iria encaixada a agulha, mas em toda a circunferência da seringa. A mesma ficará como um caninho. Depois é só encostar no biquinho da teta, e ir puxando a base da seringa, como se fosse enche-la de algum líquido, mas no caso enche-se do biquinho da teta, puxa-se o quanto você agüentar...é o maior tesão, principalmente quando já está sendo comida...os mamilos até doem um pouco, mas é uma putaria gostosa. E para esquentar ainda mais a transa, tive a idéia de colocar vick na buceta. Esfreguei bastante no clitóris e na entrada da xoxota, e logo começou a pegar fogo, dando o maior tesão! Quando meu marido comeu a meter a pica, ele também sentiu o calor do vick e ficou também com muita excitação... Outro dia conto outras descobertas nossas... são muitas!!!

Guilherme & Ramona

Guilherme
Fri Nov 14 00:27:06 2003
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1902
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 11:01 pm
Assunto: conto - traição mandada 2


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Traição Mandada - Parte 2


Este é o segundo que mandei para meu namorado, da segunda vez que sai a mando dele. Agora ele quer que eu termine o que começei com o cara do primeiro encontro, ou seja, dar meu rabinho!
'Oi amor,

Tudo bem com vc? Voce ja sabe o meu estado né?! Parece q um time de futebol passou por cima de mim..... Que farra!
Foi muito boa essa saída com o grandao, acho que cedi na boa imaginando vc no lugar dele.....Ele ficou surpreso na hora q eu falei que tinhas outros meios de dividir a cerveja e tasquei-lhe o beijo, ele ficou surpreso, mas depois bem que se entregou bonitinho me dava cada aperto, beijava meu pescoço, voltava pros labios, entao falei no ouvido dele q precisava de uma coisa....e ele me acompanhou, quando chegamos na porta do chuveirao, empurrei ele pra dentro e beijei-o mesmo com furia, depois fui descendo e passando a lingua pelo corpo dele, sentindo o gostinho salgado, pois ele tinha tomado banho de mar, ele quando notou aonde estava indo enlouqueceu, tirei o calçao dele e caí de boca, com todo gosto...ele alisava os meus cabelos, prendia-os com uma mao pra ter uma visao melhor...gemia quando eu percorri todo pau dele com a lingua, e cheguei ate embaixo, coloquei-os na boca e dei uma leve sugada, nossa, ele enlouquecia, só me chamava de gostosa, ele se controlou um pouco quando escutamos o caseiro cortando coco perto de onde estavamos, ele pulsava na minha boca...resolvi acelerar as coisas, e meti-o de vez na boca, indo e voltando, tocando na garganta, ele mexia os quadris pra frente e pra tras como se estivesse comendo a minha boca...quando ele começou a acelerar os movimentos me avisou que estava prestes a gozar, entao tirei da boca e disse que queria mamar todo leitinho q ele me desse, e bati com o pau dele nos meus labios, quando senti q estava vindo coloquei de vez na boca e suguei tudo, ele nao aguentou e jorrou, senti invadindo minha garganta, mas engoli tudo, ele gemia entre os dentes, enquanto segurava meus cabelos, e metia fundo gozando, ate estremecer todinho, nao deixei escapar uma gota sequer...me levantei (estava de joelhos) e ele me deu um beijo de tirar o folego em agradecimento, disse q quem agradecia era eu, por matar a vontade de chupar um pau gostoso como o dele, falei pra ele q tinha uma surpresa guardada, quem sabe a daria mais tarde...
Meu amor, parecia q eu estava fazendo tudo de caso pensado, me depilei toda antes de sair de casa, minha xaninha ficou lisinha, macia, meu rabinho entao, ficou tao gostoso, ainda mais depois de passar um oleo de maracujá da natura, ela ficou macia e cheirosa....pronta pra ser comida, quando me vesti, o contato com o maio nela macia, me dava o maior tesao....vc iria amar e nao ia resistir só ao ve-la....
Bem, voltando ao grandao, depois q fizemos a loucura, nos juntamos ao pessoal, aí ja rolava beijos e mais beijos, na frente da turma, o pessoal tirando o maior sarro, por causa da minha saia, uns diziam q era pra facilitar as coisas, ficamos bebendo com o pessoal e dançando até umas horas, foi quando ele perguntou no ouvido qual era a surpresa q eu tinha pra ele, falei q era algo q eu nao terminei no onibus, ele ficou interessado demais, e me perguntou se nao queria conhecer a casa da barra, claro q aceitei na hora, dava direitinho pra por o q eu queria em pratica, falamos pro pessoal q iamos pra Marina da Barra, dar uma voltinha, saímos na zona do pessoal, dizendo q ele ia ver a barra da Marina.....ja no caminho ele me dava beijinhos e alisava minhas coxas, elogiando a maciez delas e rindo pq sao bem branquinhas, chegamos lá na casa dele, o caseiro veio logo abrir o portao e dar a chave pra ele, depois ele disse q o caseiro podia ir em casa, q ele ainda ia demorar por alí, ele me levou pra conhecer a casa, bem decorada, achou uma garrafa de martini e ficamos bebendo, a essa altura eu ja estava de foguinho mesmo, por tanta caipirosca, cerveja e agora martini q tomei, quando estava parada olhando um quadro q ele tem, com varios tipos de nós, ele chegou por tras, e começou a me beijar a nuca enquanto as maos passeavam por cima dos seios, apertando, comecei feito uma cobra a me roçar nele, eu estava no maior tesao, por duas coisas, por ele ser alto e por ser mais uma aventura q combinamos (eu e vc), nisso a coisa começou a esquentar e ele me levou até o quarto, ligou o ar e trancou a porta, dizendo q agora era entre eu e ele. ..
Ele sentou na cama e começou a tirar minha saia, depois a minha blusa e baixou a alça do maio, caindo de boca nos seios, ele mordia, chupava, passava a lingua nos mamilos, me dando o maior tesao, entao ele deitou na cama e me puxou, deitei ao lado dele, ele veio alisando minhas coxas ate chegar na minha xaninha q ele alisava por cima do maio, quando ele colocou o maio de lado e sentiu a xotinha lisinha, ficou sem acreditar, e me perguntou se era mesmo o q ele estava pensando.....disse-lhe q esta era a surpresa, aí ele enloququeceu, tirou o meu maio e ficou admirando ela lisinha, sem pelos, disse q era o tesao da vida dele transar com uma mulher depilada, mas que a ex-namoradas nunca toparam pq diziam q incomodava, e eu tava dando esse presente pra ele....Ele abriu minhas pernas bem, e caiu de boca, nossa foi uma loucura, a lingua dele percorrendo tudo, me deixava louca, gemi até nao poder mais, foi muito gostoso, ele chupava o grelinho enquanto metia dois dedos nela, me deixando louca, q acabei gozando na mao e na boca dele, q lambeu tudo, disse q a minha xaninha era muito gostosa, macia e cheirosa, q o perfume dela deixava ele louco.....
Depois de me fazer gozar ele foi até o armario e pegou as camisinhas, dei-lhe um trato gostoso com a boca e fiz-lhe uma espanhola divina, ele segurava os seios contra o pau dele enquanto se mexia, depois ajudei a colocar a camisinha, com a boca, ele adorava, entao de costas ele veio por cima e me penetrou, de inicio só na pontinha e saía, me deixando louca, depois ia até o fundo da minha xaninha, eu mexia meus quadris, levantava-os, ele aumentava os movimentos me deixando louca, aquela sensaçao de proibido me deixava louca de tesao ele aumentava os movimentos entrando e saindo até nao aguentarmos mais acabei gozando e ele logo em seguida, tirando a camisinha e gozando na minha barriga, espalhei tudo com a mao como se fosse um creme, nos beijamos por um tempo pra recuperar o folego....coloquei a mao dele entre as minhas coxas pra ele ficar sentindo a maciez da xaninha, nao demorou muito e partimos pro segundo round, dessa vez foi de lado, tenho um tesao por essa posiçao, adoro um homem atras de mim me comendo, ele enganchou as pernas dele entre as minhas e bombava a minha xotinha, enquanto mordia a minha nuca e falava q eu era uma putinha e tanto na cama, q vc devia ser muito sortudo, pq eu era muito louca na cama, me chamava de princesa o tempo todo, quando ele metia com mais força pedi q parasse um instante e fiquei de bruços, aí teve q trocar a camisinha, pq ja estava escapando, e ao colocar a outra, pos do lado errado, riamos um bocado, ele dizia q o tesao por mim deixava ele atrapalhado....nossos corpos suados, e o quarto só cheirava a sexo, o ar ja nao dava mais conta, ajeitou a camisinha e partiu pro ataque, me comendo de bruços, o meu fogo era tanto, sentindo ele por cima de mim, me comendo, o pau dele entrando e saindo, me fazendo gozar, ele saiu de mim e me puxou pro pé da cama me pondo inclinada, em pé, com as maos na cama, e metia sem parar, dando tapas na minha bunda q ardiam, nisso eu ja estava ensopada, sentindo as coxas molhadas do meu gozo, ele metia tao gostoso q nao aguentei e gozei junto com ele, que encheu minha bundinha de gozo, espalhando com o pau dele.....ficamos alí abraçados por um tempo descansando....foi aí q ele perguntou se podia me pedir uma coisa, disse-lhe q sim, e ele perguntou se eu tinha coragem de dar o rabinho pra ele, disse q se ele soubesse tratar com carinho estava disposta a isso sim, ele enlouqueceu, começou a me beijar e a chupar meus seios, enquanto sua mao brincava com meu grelinho, no maior tesao, bem maior do q com o outro carinha, eu gemia, gritava, pedia mais, ele ficou de lado e eu chupei o pau dele bem gostoso, aí ele ficou deitado e eu fui de joelhos e comecei a cavalgar no pau dele, subindo e descendo e ele acariciava meus seios, beliscava meus mamilos e descia em direçao a minha bunda, dei-lhe um beijo bem gostoso, nossas linguas se enroscavam deliciosamente, disse no ouvido dele: ' vem comer meu rabinho depilado pra vc, vem me comer gostoso vem meu garanhao, me fode do jeito q eu mereço', aí ele enlouqueceu, saí de cima dele, e fiquei de com os cotovelos apoiados na cama e o rosto no travesseiro, ele meteu os dedos na minha xaninha, pegando meu mel e passando na porta do meu rabinho, foi metendo o dedo bem devagar, e eu sentindo ele entrar todinho e sair, me acostumando pra receber aquele pauzao maravilhoso, aí ele colocou a cabeça do pau dele bem na portinha e empurrou um pouco, nossa, q dorzinha, ele parou e ficou brincando com meu grelinho, pra nao sentir tanta dor, e foi empurrando devagar, eu sentia ele me invadindo e rasgando tudo, pensei em desistir, mas queria ir até o fim, quando ele colocou tudo até o fim, ficou paradinho pra eu me acostumar, seus dedos brincavam com meu grelinho, me deixando maluca, uma sensaçao de ser invadida e acariciada ao mesmo tempo, acabei gozando com isso, ele deu um tempinho pra me recuperar e começou a entrar e sair, bem devagar, pois eu ainda sentia um pouquinho de dor, aí ele foi agarrando minha bunda e dando tapinhas, entrando e saindo, aumentando o ritmo, indo até o fundo e voltando, eu sentia o suor escorrendo pelas minhas costas....e o atrito do corpo dele com o meu, era delicioso, eu ja enlouquecia, aí ele subiu na cama e eu desci mais , quase me deitando na cama e empinei bem alto a bunda, aí foi q o bicho pegou, ele metia forte e gostoso, sentia o pau dele sair e entrar com tudo, foi uma loucura, q acabei gozando de novo, eu mordia o travesseiro, me agarrava aos lençois, foi muito louco, nao demorou muito e ele avisou q ia gozar, tirou a camisinha e eu me virei rapidinho, dando os seios pra ele gozar, e depois colocou na minha boca.....senti-o estremecer, a cada chupada q eu dava, ele deitou-se ao meu lado e disse q fazia tempo q nao dava tantas assim, q eu era muito tesuda e quem me visse, assim tao brincalhona, nao dava imaginaria nunca do que eu era capaz entre quatro paredes....q eu era bem vadia e ao mesmo tempo doce, ficamos nos beijando até adormecer nos braços dele, acordamos la pelas e pouco, e fomos tomar banho, ensaboei o corpo dele e ele o meu, adorou a xaninha, nao tirava as maos dela....nos arrumamos e voltamos la pro pessoal.
Duro foi aguentar a zona, pq ele ficou logo vermelho, quando os meninos disseram q ele foi alí comer uma 'coisinha', outros ja diziam q sabiam até o jantar, 'coxinha de perua', e por aí vai, os malucos, diziam q foi um banquete pra talheres, com essa saia entao, foi uma farra....
Entrei na casa, e fui tirar o maio, passei mais oleo pelo corpo, joguei uma agua, e vesti uma calcinha branca q tem uma renda na frente....depois deitei na rede, e ele veio logo a seguir, depois o pessoal entrou em casa e foi jantar, outros estavam jogando e ficamos a sós na varanda, deitados na rede, nos beijando, ele me mordia de leve, por causa do cheiro de maracujá do meu corpo, aí ele resolveu por a mao por baixo da minha saia, quando sentiu a renda da calcinha endoidou, subi um pouco pra mostrar, ele adorou, eu perguntei se ele queria pra ele, ele disse q eu nao teria coragem, entao beijei-o bem gostoso, daqueles bem molhados..e fui até o banheiro, la tirei a calcinha, dobrei e pus no bolso dele, e disse: ' guarda como lembrança dessa nossa loucura, ela tem o cheiro q vc tanto gosta', ele pos a mao entre as minhas pernas e sentiu q eu estava sem nada por baixo....( Fiz isso pensando em vc, como vc sempre me propos a fazer), depois ficamos conversando com o pessoal q voltou pra varanda, e ele foi buscar um pano pra me cobrir, disse no meu ouvido, q era pra nao mostrar o premio dele pros outros....ri um bocado com isso...
La pras e pouco viemos todos embora, ele ficou triste quando amigas nossas pediram pra voltar no carro dele, ele tava doido pra brincar comigo no caminho, mas sempre q podia alisava minhas coxas e piscava o olho pra mim, deixamos duas delas no caminho, e ele veio me trazer, pq ja estava tarde pra mim, eu desci e ele me chamou pra tras do carro, me deu um beijo daqueles bem gostosos, cheio de saudade, e me agradeceu, pela tarde louca e gostosa q ele teve, perguntou quando teriamos outra dessa, disse-lhe q essa era a unica, como ja tinha falado pra ele, amo vc, mas tinha tesao em terminar o q comecei no onibus, mas q terminava alí mesmo, q só seriamos amigos e nada mais...combinamos de sair com turma pra uma happy hour do sesc, mas só pra dançar...
depois subi e dormi um pouco, até a hora em q vc me ligou, to toda quebrada, essa semana foi muito louca pra mim, ha quase um ano, só tendo prazer sozinha, e pego logo de cara um afoito e depois o grandao, só podia estar assim...
Confesso q o grandao foi mais gostoso q o outro, mais delicado, beija bem melhor, numa das nossas conversas, ele falou q estava começando a sentir algo por mim e q hj tinha se confirmado, q eu era muito doce e selvagem ao mesmo tempo, e que os meus olhos e a boca deixavam ele maluco...que era uma pena meu coraçao ja ter dono, mas que no seu lugar, ele nao deixaria eu ser de ninguem, mesmo q fosse a distancia....falei q era segura em relaçao a isso, pq eu só amo a uma pessoa, e o fato de transar com outro, nao significava deixar de ama-lo, apenas tinha cuidado, pra ser só uma aventura e pronto, e nao dar continuidade nos encontros, pq aí podia ser perigoso pros ....
Adorei fazer sexo com ele, mas acabou e pronto, agora minha proxima transa será com meu amorzao, e com quem ele quiser, pra realizar nossas loucuras...

Bem meu amor, agora vou nanar, q to com soninho....Fico te devendo a foto q vc pediu, embora essa semana seja meio complicada, pq to começando com umas colicazinhas q tudo indica q vem TPM por aí....

Te amo, amanha eu apareço

Beijos


P.S.: Estou assistindo o filme De olhos bem fechados, e parece um pouco com a gente, experiencias fora da relaçao q as vezes mexem um pouco dentro de nós.....'

Safada Selvagem


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1903
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:58 pm
Assunto: conto - sodomizado por mulher


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sodomizado por mulher...


Eu sempre gostei de sexo, e sempre achei que vale tudo entre quatro paredes, desde que quem está ali concorde.
Desde pequeno, nos manorinhos de 'esconde-esconde' gostava de encostar nas meninas e tocar em suas partes para ver a reação delas. Algumas topavam e brincávamos deliciosamente, outras nem tanto. Fui crescendo e meu interesse também crescia.
Só que eu sempre tive vontade de fazer coisas novas, porque acho que o sexo não deve ter barreiras.
A sodomia era uma delas. Sei que por ser homem, um dos pontos mais erógenos, é entre o saco e o ânus, e o próprio ânus. Pois bem, quando eu dava uma boa trepada, daquelas, aquela área ali sustentava meu orgasmo por minutos. Eu sentia que era dali que saia a energia nas minhas ereções prolongadas.
Eu sentia uma vontade escondida de sentir prazer naquele lugar, mas o preconceito e o tabu eram grandes demais. No fim eu achava errado, e deveria suprimir essa vontade acessória.
Até que achei ela, Edna. Eu com anos e ela com . Nos conhecemos numa roda de samba que estavam fazendo na praia aqui em Florianópolis. Cervejinha daqui, caipirinha dali, trocamos telefones e nos encontramos uma semana depois. Como eu era casado, fomos assistir um filme. Chegamos no cinema em separado, e nos encontramos no escurinho. Demos um amasso daqueles e continuamos a nos encontrar. Passamos a ir no motel, até que senti que ela ficava fixada na minha bunda quando eu me levantava para fumar ou ir ao banheiro.
Depois em outras vezes, começou a fazer comentários sobre minha bunda e quando estávamos transando, ela começou a passar a mão e procurava meu cuzinho com o dedo, fazendo esforço para alcançaar. E quando ela começava a passar o dedo e a unha sobre meus cabelinhos do cu(que tenho um monte) ela ficava mais excitada ainda. Para ela gozar era só molhar o dedo em sua boca e enfiar de leve no meu cuzinho. Aí, sim, ela começava a urrar e gozar como doida.
Quando aconteceu isso pela primeira vez, fiquei um pouco chocado e curioso sobre o fato. Conversando, ela me contou que sempre tinha essa tara escondida de passar a mão na bunda de um homem e até mesmo !'comer' um cuzinho. Mas deixou de pensar no assunto depois que falou para seu então marido sobre esse desejo. O cara, ignorante, nem deixou ela terminar de falar e já foi dando bronca e até ameaçou dar porrada nela. Nunca mais ela tocou no assunto, mas continuou com aquela curiosidade. Depois se separaram por outros motivos. Quando ela começou a saair comigo, viu o meu jeito de cabeça fresca e liberal e pensou novamente no assunto.
Depois desta conversa, ficamos cada vez mais excitados sobre outras formas de fazer amor e começamos a praticar no meio do sexo tradicional. Comprei para ela uma cinta com um pênis de silicone e agora, toda vez que saímos, ela veste aquilo e vem para cima de mim.
Primeiro eu a excito, chupando-a todinha, até que o clitóris dela fique um 'pênis' de tão grande. Depois dou uma penettrada, onde ela fica doidinha, já começando a acariciar minha bunda gostosamente. Depois que ela dá umas duas gozadas, me deito de barriga para baixo, enquanto ela veste a cinta. Ela vem para perto de mim, senta-se na minha bunda e começa a massaagear minhas costas pescoço e puxar levemente meu cabelo. Passa um creme nas minhas costas, acende uma vela e começa a derretê_la toda em mim. Eu vou gemando de leve, o que a deixa mais excitada ainda. Aí, ela passa um lubrificante com os dedos no meu rabinho, que já está piscando nestas horas. Ela vai massageando, dá umas cuspidinhas nele e vai me levantando a bunda, até que eu fique de quatro. Aí, ela passa mais um pouco de lubrificante e enfia com os dedos no meu rabinho. Devagarinho, ela vai pondo a cabecinha do pênis no meu rabo e sua excitação está no limite. Para ela, é o máximo poder fuder um homem pelas costas. Ela fica possessa, enquanto o pênis vai entrando em mim. Depois dos minutos iniciais, quando o ânus está muito apertado, ela começa a socar com mais força, e aí não adianta eu gemer porque ela não pára.
Da última vez que saímos, ela colocou rapidinho todos aqueles cm que eu dei um gemido alto. Mas ela não parou. Ficou socando, num ir e vir, com meus cabelinhos grudando no pênis, no movimento de tirar. Para ela, essa imagem é demais. Depois ela me mandou deitar e deitou em cima de mim, socando tudo para dentro, até o cabo. Pegou os meus cabelos e puxou com toda a força e começou a me cuspir no rosto, toda possessa. Eu ali, debaixo dela, sem reação, com meu ânus cheio, arregaçado e ainda levando cuspida na cara. Ela estava possessa, me socando rapidamente, querendo me machucar. Virou o meu rosto e começou a mebeijar e morder meus lábios com força, enquanto gozava pelo atrito do couro no seu clitóris que estava enorme.
O meu rabinho já estava arrombado e o pau entrava e saia com facilidade. De vez em quando ela parava, olhava o meu buraco, enfiava dois dedos de cada mão e arregaçava mais ele ainda, para dar uma cuspida lá dentro. Passava mais um pouco de lubrificante e continuava a me perfurar sem dó.
Depois de dar mais umas gozadas pelo atrito, ela saiu de cima de mim,me virou , tirou a cinta e sentou-se na minha boca. Comcei a chupá-la e realmente ela tinha gozado, porque de dentro vinha uma coisa semelhante a uma porra masculina, gosmenta e grossa. Lambi aquilo por uns minutos quando ela começou a rir. Perguntei o que tinha acontecido para ela rir e ela respondeu: Não aconteceu, vai acontecer. Pediu para eu abrir bem a boca e atendida, começou a mijar bem devagarzinho dentro da minha boca.. Primeiro uns pingos, depois mais forte. Quando ela sentia que minha boca aberta já estava cheia, parava de mijar e mandava eu engolir. Depois que engoli a primeira vez, ela se sentava bem em cima, bem encaixadinha, deixando só meu nariz de fora. Recomeçava a mijar, se divertindo com o barulhinho do mijo escorrendo para o fundo de minha boca. Assim foi até que ela mijou tudo que tinha direito. E não caiu nada no lençol da cama. Eu engoli tudinho. Depois sequei com minha boca os seus cabelinhos. Continuamos nossa transa e ela ainda gozou algumas vezes. Sempre que saímos nossas stransas são muito boas. Vencemos os preconceitos e nos sentimos bem assim. Nossa próxima etapa seria encontrarmos alguém que me coma na frente dela, pois esse é um desejo que ela tem. Mas temos medo, porque abriríamos para algum estranho o nosso mundo. Mas estamos pensando. Quem sabe??
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1904
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:53 pm
Assunto: conto - questão de quantidade


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Questão de quantidade


Olá! Acho excitante ler estas histórias e, mesmo não me considerando uma mulher ousada me imagino no lugar de algumas, principalmente quando o assunto é sexo grupal. Bem, deixa eu me apresentar. Sou morena, bonita, tenho um metro e setenta, cinqüenta e quatro quilos, dezenove aninhos. Comecei "meio tarde" prá faixa etária de minha turma. Mas desde que comecei, não consigo mais imaginar minha vida sem sexo. Mas no começo, nem tudo é maravilhoso, a inexperiência e a falta de jeito, atrapalham um pouco, mas hoje, acho que estou "madura" e mais liberal à ponto de fazer o que fiz. Bom, sou estudante de arquitetura e minha família está reformando nossa antiga casa. Como é uma obra grande, mudamos de lá e, eu vou supervisionando a obra, junto com o mestre de obra e passo por lá quase todos os dias. Numa dessas idas, levei uma amiga prá ver como as coisas iam indo. Ao chegarmos lá, olhamos em volta, demos alguns palpites e os seis pedreiros contratados, tocavam a obra à todo o vapor prá cumprir o prazo só paravam prá almoçar. Minha amiga, num determinado momento pediu para ir ao banheiro e o mestre de obras indicou um no andar de cima que estava mais em condições. Ela foi e eu fiquei vendo mais alguns detalhes do trabalho. Como ela estava demorando prá voltar, resolvi ir atrás e, ao chegar no andar de cima, fiquei eletrizada como o que vi. Minha amiga em pé, nua, linda, com seu corpo deslumbrante, sendo acariciada, chupada, bolinada por três dos peões. Ela se deliciava e parecia estar curtindo muito a situação. Fiquei meio escondida, observando a cena. Os três eram bem bonitinhos, meios rústicos, mas todos muito interessantes. Na seqüência ela se abaixou e começou a "organizar" a farra, tirando os pênis deles do macacão e beijando um por um alternadamente, iniciando uma chupeta cinematográfica. Os caras foram ficando malucos e tentavam os três em vão preencher a boca dela. Impossível. Então um deles, chegou por trás e começou a pincelar o pau, que tinha um tamanho razoável, não era tão grande, mas extremamente grosso. Num segundo, aquilo tudo, sumiu dentro da minha amiga. Só consegui ouvi um gemido abafado dela, já que estava com os outros dois paus na boca. A cena era deliciosa. Eu não agüentei e comecei e me tocar. De repente senti um bafo quente na minha nuca, meio assustada, olhei prá trás, era o mestre de obra. O mais feio deles, é verdade, um mulatão, meio gordo, fora de forma, mas eu não estava em condições de oferecer resistência. Ele foi chupando minha orelha, meu pescoço, apertando violentamente meus seios, tocando forte minha xaninha, parecia querer me rasgar.
Eu como sou escandalosa, comecei a gemer alto, a procurar a boca dele prá beijar. De costas e com a cabeça virada, minha língua gulosa foi indo em direção à dele. Devagar fui me virando devagar e, com jeito me abaixei até chegar no pênis dele. Um cacete grosso e quente. Pus ele na boca e tentei engolir tudo. Estava desesperada, queria aquilo tudo dentro de mim. Mas o cara não conseguiu segurar e logo, senti seu pau ficar ainda mais grosso na minha boca e um líquido quente e grosso invadir minha garganta. Chupei o máximo que pude esfreguei ele no rosto, querendo sugar cada gotinha que jorrava daquele pau. Confesso que fiquei meio decepcionada, queria mais. Mas nem tive tempo de ficar frustrada. Quando abri os olhos, minha amiga, os três que estavam com ela e os outros dois que vieram ver o que estava acontecendo, estavam ao meu lado, excitado, prontos prá iniciarem uma orgia sem igual. Minha roupa foi praticamente arrancada e, o que se sucedeu depois disso foi um festival de sexo, com nós duas sendo devoradas pelos seis machos. Nossa, única restrição foi pedir que todos colocassem camisinhas para a penetração. Eles obedientes, atenderam o pedido e foram se revezando, ora na frente, ora atrás, ora dois paus ao mesmo tempo. Isso tudo ali, no meio da obra, num chão duro, em meio à cavaletes, que serviam de apoio para ficarmos de e sermos mais e mais penetradas. Os seis não sabiam o que fazer com nós duas. Um deles sugeriu que nós duas fizéssemos amor. Nunca havia transado com um mulher. Mas minha amiga, mais do que excitada, começou a me beijar e a limpar o esperma que o mestre de obra havia despejado na minha boca e rosto. Maliciosamente ela foi abaixando, chupou meus seios e foi descendo até chegar na minha xaninha. Subi num dos cavaletes e fui apoiada por dois peões que praticamente me seguraram, um de cada lado, me deixando com as pernas bem abertas, para que minha amiga chupasse melhor. Fui ao delírio gritei, urrei, enquanto ela se deliciava com minha xana meus seios era sugados. Todos estávamos muito excitados. Um outro chegou por trás dela e enfiou fundo no anus dela, de uma vez só, arrancando um gemido de dor dela. Tudo bem que já havíamos transado anal, mas aquele cara em especial, é dono de pau enorme, cumprido, assustador, imagino a dor que ela sentiu. Ficamos um pouco nessa posição, mas como era desconfortável, pedi prá descer e propus que todos gozassem sobre nós. Fui prontamente atendida e premiada com o maior banho de porra que já experimentei. Nunca vivi nada parecido. Estávamos exaustas, tudo em nosso corpo doía, mas a lembrança do por que, vali cada dor, cada ardor. Nos lavamos no banheiro deles e ainda tive que chupar mais dois caras que estavam novamente em ponto de bala. Revezamos, um prá mim, outro prá ela até novo gozo. Nos trocamos e fomos embora. Nas três semanas que se seguiram,a orgia continuou, só que mais ajeitada, colchões e mantas foram providenciados e confesso que ficamos viciadas em tantos paus. Na despedida, no final da obra, nosso presente prá eles, foi levar mais duas amigas para que eles pudessem devorar e assisitirem quatro mulheres transando entre si. Depois desses dias, eu e minha amiga, não dispensamos uma orgia. Nem dispensamos ficar juntas, nos chupando, transando entre nós. Adoro quantidade. Já fui a outras obras e sempre que posso, encontro com o grupo, que me chama de "princesa" e, acho que sou mesmo e, por isso, topo tudo, já que não posso desapontar meus súditos. Iná Fri Jun 13 11:06:11 2003
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1905
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:52 pm
Assunto: conto - sacanagem em casa


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Sacanagem em Casa


Sacanagem em casa

Uma das muitas fantasias sexuais que eu sempre tive era ir pra cama com duas mulheres. Depois que me casei eu já havia perdido as esperanças de poder satisfazer este desejo, até que um dia Alexandra, minha esposa, me surpreendeu revelando que sentia muita vontade de ir pra cama comigo e uma amiga. Ela me disse que fantasiava a realização do seu desejo (e meu), com Patrícia, uma amiga solteirona e que já beirava os anos de idade. O problema era que ela tinha medo da amiga não gostar da idéia e não sabia como falar com ela. Eu gostei muito da idéia pois Patrícia era um tesão de mulher : loira, , de altura e tinha seios enormes e ainda firmes e um quadril maravilhoso. Nós então bolamos um plano para seduzir Patrícia e a convidamos para vir nos visitar em nosso apartamento no fim de semana. No dia ficamos aguardando Patrícia morrendo de tesão e Alexandra se produziu toda para a amiga: ela vestiu um shortinho preto bem minúsculo e que deixava a mostra boa parte de sua bunda e por baixo uma calcinha fio-dental branca, combinando com sua pele morena. Ela também vestiu uma blusinha branca e quase transparente que deixava seus seios em evidência. Na hora marcada Patrícia chegou e eu logo a coloquei a vontade, no sofá da sala tomando vinho, para ficar mais descontraída. Alexandra chegou toda perfumada e sedutora e recebeu a amiga carinhosamente. Patrícia vestia uma blusinha bege e calça jeans bem apertada, delineando sua bundona. "Nossa, como você está bonita! Sua bunda cresceu, hein? " – disse Patrícia para minha esposa dando-lhe uma palmadinha maliciosa nas nádegas. Aquilo prometia esquentar logo e eu fui ficando animado, tanto que meu pau logo armou a barraca. Ficamos conversando amenidades por algum tempo, os três, até que Alexandra se ofereceu para fazer um "tour" pelo apartamento, conforme nós havíamos planejado. Fazia muito calor naquela tarde de verão em São Paulo e minha esposa ofereceu uma roupa para sua amiga ficar mais a vontade em casa. As duas entraram no quarto e logo encostaram a porta e eu fiquei espiando pelo buraco da fechadura. Lá dentro as duas conversavam e vi minha mulher pegando outro shorts para Patrícia, que apesar de ter protestado um pouco, logo arriou o jeans e vi que usava uma calcinha bem comportada e ouvi minha esposa dizendo : "Não acredito que você ainda usa esse tipo de calcinha !" – " Que tipo de calcinha você usa ?" - perguntou a amiga. Ao invés de responder Alexandra tirou o shortinho e ficou só de calcinha na frente da amiga que novamente elogiou sua bunda :"Que linda esta calcinha, fica muito bonita nesta sua bunda gostosa... que tesão!"- ela disse isso e foi logo passando a mão na bunda de Alexandra, que retribuiu pegando também na bunda de Patrícia. Alucinado com tudo aquilo que via, eu tirei minha roupa e comecei a me masturbar atrás daquela porta. Em pouco tempo as duas estavam totalmente nuas e se bolinando. Sem suportar mais eu fui entrando no quarto e no meio das duas que não estranharam minha intromissão. "Vem meu amor, vamos brincar um pouco!" - disse Alexandra. Sem pensar duas vezes fui logo abocanhando um dos enormes seios de Patrícia. Ao mesmo tempo minha esposa começou a chupar o outro seio de nossa amiga, deixando-a louca de tesão e gemendo. Aproveitei e com uma das mãos fui massageando o clitóris de Patrícia, deixando-a com mais tesão ainda. Minha esposa parecia nunca ter mamado na vida, pois chupava o seio da amiga com muita força, tentando engoli-lo inteiro. Depois as duas se beijaram na boca, na minha frente, uma das cenas mais lindas e excitantes que eu já havia visto. "Vem Patrícia, abre a minha bunda para meu maridão me comer um pouco", pediu Alexandra, ficando de quatro. Para facilitar a penetração eu peguei um lubrificante que ficava na cabeceira da cama e dei para Patrícia, que enfiou um pouco no cu de Alexandra, enfiando dois dedos. Logo eu estava socando o caralho até o fundo do cu de Alexandra, que urrava de tesão, enquanto lambia os bicos dos seios de Patrícia, que se masturbava sem parar. Depois de vestir uma camisinha no pau, meti a vara na buceta de nossa amiga, enquanto ela lambia a bunda de minha mulher, que esfregava a traseira quase em sua cara. "Come agora o cu dela meu amor, vamos, quero ver você foder o rabo dela na minha frente, quero ver você arregaçar uma bunda maior que a minha!" – pedia ofegante Alexandra. Ver as duas lado a lado era muito bonito, principalmente devido ao contraste de suas peles : Alexandra morena e bronzeada e Patrícia super alva e branquela. Eu me sentia o homem mais feliz do mundo, por ter duas beldades em minha cama. Sem me fazer de rogado eu "obedeci" minha esposa com muito prazer e meti com muita vontade no rabo de Patrícia que era uma potranca fodida e safada. Quanto mais eu socava a rola em seu cu, mais ela empurrava a bunda em minha direção, engolindo ainda mais o meu pau. Eu não agüentei muito e logo gozei, enchendo a camisinha. Quando tirei o trabuco do rabo dela, Alexandra não perdeu tempo e foi logo tirando minha camisinha e engolindo o resto da porra que saia do meu pau, fazendo uma chupeta deliciosa, reanimando-me rapidamente. Eu não acreditava, mas meu caralho ficou durinho de novo e minha esposa sentou em cima dele e me cavalgou com muita vontade, enquanto Patrícia chupava e mordiscava seus mamilos e tetas. Depois da segunda gozada eu fiquei exaurido de forças, mas as duas mulheres queriam mais e eu fiquei observando as duas transando ao meu lado. Em dado momento Alexandra saiu do quarto, mas voltou rapidamente trazendo dois pepinos : um pequeno e um que deveria medir quase cm de comprimento, além de ser mais grosso que o meu pau. Ela pediu que Patrícia metesse o mais grosso em seu cu, enquanto ela enfiava o menor na xoxota. Patrícia lambrecou bem o pepino e foi fazendo-o sumir no cuzinho da minha esposa que fazia o mesmo com o menor na buceta. Eu não acreditava, mas Alexandra agüentou o pepino inteirinho no cu e depois ainda pediu para Patrícia ficar enfiando e tirando bem rápido, arregaçando o seu rabo. Nessa sacanagem entre as duas logo minha esposa teve um super orgasmo. Depois de assistir a uma cena tão quente, novamente me reanimei e ainda tive gás para engatar o pau no cu de Patrícia e meter até ela gozar. Depois de tanta sacanagem dormimos os três abraçados na cama e recomeçamos tudo na manhã seguinte. Atualmente buscamos novas aventuras do mesmo tipo
Guilherme
Thu Oct 2 02:27:10 2003
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1906
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:51 pm
Assunto: conto - sacanagem na clinica


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Sacanagem na Clínica


Sacanagem na clínica

Esta aventura aconteceu quando minha esposa, Alexandra, queixou-se de dores nas costas e pediu-me para leva-la a uma massagista. Como eu não conhecia nenhuma, procurei nos classificados do jornal. Depois de ligar para várias, (na maioria garotas de programa), finalmente encontrei uma massagista séria, Silvana, que atendia numa clínica próxima ao nosso apartamento e marquei a consulta para aquele mesmo dia, às horas, último horário que ela atendia. Depois telefonei para Alexandra e lhe disse para ficar pronta, pois ao sair do trabalho a levaria. Ao chegar em casa Alexandra havia acabado de sair do banho e estava nua. Ela é uma mulher muito bonita e aparenta bem menos do que seus anos: moreninha clara, ,m, kg, seios médios e bumbum empinadinho, avantajado, é um tesão de mulher. Sua xana ela sempre conserva depilada, sem nenhum pelo. Apesar do tesão, como íamos sair, não ataquei seu corpo tesudo e perguntei-lhe por que ainda não estava pronta: "Eu quero uma opinião sua, sobre que roupa de baixo devo vestir, afinal de contas terei que ficar só com elas para a massagem". Apesar de um pouco contrariado em ter encontrado Alexandra despreparada, adorei a idéia de escolher suas lingeries. Entrei no quarto e separei algumas calcinhas de sua gaveta, todas excitantes e minúsculas. Na verdade só separei calcinha fio dental e sutiãs de renda. Olhando com cara de malícia para mim, Alexandra disse:"- Você não acha que a massagista vai achar ruim eu vestir tais peças?" – Depois de argumentar que aquelas peças dariam maior liberdade para o trabalho da moça, Alexandra colocou uma calcinha preta, de lycra e bem fininha atrás, na verdade mal escondia seu cuzinho. Também vestiu um sutiã preto de renda. Adorei a combinação e confesso que já fiquei excitado, fantasiando, durante o caminho, o que poderia acontecer na clínica. De toda forma, se nada rolasse, só de ver minha mulher seminua sendo tocada por outra pessoa, seria um tesão pra mim. Eu estava curioso para conhecer Silvana, pois havia gostado de sua voz e seu jeito simpático Alexandra estava bem produzida : um conjuntinho social esporte bege, de saia e blusinha e sapatos salto alto.
Ao chegarmos na clínica uma linda morena, de uns anos de idade, nos aguardava na entrada. Era Silvana, que não me decepcionou em nada, pelo contrário, me deixou ainda mais excitado. Ela vestia um uniforme todo branco, de saia e camisa, e saltos altos. Seu corpo era de uma ninfeta: seios médios, quadril proporcional, cabelos negros, como de uma índia e era muito sorridente, deixando-nos logo a vontade. Logo que chegamos ela nos acomodou num consultório amplo e fez algumas perguntas a Alexandra, sobre suas dores. Ela me disse que eu poderia assistir a massagem, sentado numa poltrona. È claro que eu adorei a idéia. Assim que terminou de preencher o cadastro, Silvana mandou Alexandra ficar só de calcinha e se deitar na cama. Minha esposa tirou rapidamente a roupa, ficando só com a calcinha fio dental, me deixando louco de tesão. Silvana iniciou a massagem na parte da frente do corpo de Alexandra, começando nos pés e subindo. Aquilo foi me dando muito tesão e logo eu estava com o pau duríssimo. Conforme ia subindo no corpo de minha mulher, Silvana ia conversando de forma descontraída. Ela disse que achava super legal um marido como eu, que acompanhava a esposa em todo lugar. "_ Dificilmente algum marido vem junto e fica aqui observando" – contou. Quando atingiu a altura dos seios de Alexandra, Silvana perguntou : "Posso massagear seus seios? Tem mulher que não gosta..." – é claro que minha gata aceitou e disse que gostava muito de massagem em todo o corpo. Assim que terminou a primeira parte da massagem, que era feita com um óleo relaxante, Silvana pediu para minha esposa ficar de bruços... Alexandra ficou com o bundão pra cima, e com a calcinha fio dental deixando quase tudo a mostra. "Desculpe-me perguntar, mas onde você comprou esta calcinha?- perguntou a massagistas –"Eu adorei o modelo! - A partir de tal declaração o papo ficou mais descontraído e Alexandra começou a provocar Silvana, dizendo que ela fazia uma massagem excitante. "Você gosta de massagem na bunda? – "Claro, suas mãos são uma delícia, Silvana... – disse minha esposa. "- Você tem uma bunda muito bonita!" – elogiou Silvana, olhando com um sorriso maroto pra mim, que já não me agüentava de tão duro que meu pau estava por baixo da calça. Eu percebi que Silvana havia notado a minha excitação e de vez em quando fitava o volume no meio das minhas pernas, sorrateiramente. Aquela linda massagista parecia ser muito sacana e provocava minha esposa:" Você fica excitada com massagem?" – perguntou naturalmente, com as mãos apalpando a bunda de Alexandra... – Eu adoro quando ele pega na minha bunda, como você está fazendo agora. Respondeu Alexandra, referindo-se a mim. Aproveitando a deixa, Silvana meteu um dedo no cu de minha esposa, e perguntou: - "E assim, você gosta? Ou prefere algo maior? " – Entrando no clima, minha mulher rebolou um pouco e abriu a bunda com as duas mãos, para acomodar melhor o dedo de Silvana no cu. "- Úiii, que gostoso, vai devagar...isso é muito bom...!" – falou com a voz já meio mole minha esposa. Neste momento meu pau parecia que ia explodir de tesão, eu não sabia o que fazer pra disfarçar o volume e a massagista, olhando para mim com uma cara de sacana, apontou para mim e falou para Alexandra:"- Olha lá, coitadinho, está com o pinto duro de ver você aqui..." – Minha esposa olhou pra mim com cara de safada e respondeu: " – Quando chegar em casa ele vai querer descontar em mim..." –
Silvana continuou a "massagem" e passando ky na bunda e no cu de Alexandra, enfiou mais um dedo nela, arrancando suspiros. "- Você está relaxando? Diz pra mim se você quer algo maior no rabo, diz..." Minha esposa disse sussurando que queria algo mais grosso e Silvana me convidou a aproximar, com o dedo, ao que não perdi tempo e logo estava ao seu lado. Ela pegou em meu pau por cima da calça e disse :"É isso que você quer no cu? Você pode ter agora!" – e foi baixando meu zíper. Meu pau pulo pra fora como se tivesse vida própria e foi logo agarrado pela mão macia da massagista. Excitadíssimo eu fui apalpando a bunda de Silvana, que sorriu pra mim:"Isso, garotão, aperta a massagista" – e foi tirando a saia ficando só de camisa. A safada não usava calcinha e tinha uma bunda morena muito gostosa, apesar de menor do que a de Alexandra.
Arranquei o resto de sua roupa e a minha também e subimos os dois na cama, junto com Alexandra, e os três começamos a nos agarrar mutuamente. Minha esposa abocanhou meu pau, deixando-o bem molhado e de repente sentou em cima com a buceta já molhada. Silvana me tascou um beijo na boca e depois outro em minha esposa, que correspondeu com entusiasmo. Eu metia como um louco na xana da minha gata. A massagista colocou um seio na boca de Alexandra, que começou a chupá-lo como um bebê faminto. Aproveitei a posição de Silvana, que estava ajoelhada, e meti um dedo em sua buceta, que escorria lubrificação. "Ahhhh, mete um dedo no meu cu também ..." – pediu a safada. Lubrifiquei o dedo com KY e mandei ver. Minha mulher apertava a bunda de Silvana e também enfiou um dedo no cu dela, arrancando gemidos safados: -"Ahhh, isso meus safados, me fodam... quero algo maior na buceta, deixa ele me comer?" – perguntou olhando pra Alexandra que já foi saindo de cima de mim e pegando uma preservativo no bolso de minha calça, que estava no chão. Depois de encapuzar minha rola, ela puxou Silvana para perto de mim. Ela sentou de frente em cima de meu pau e deixou todo o peso descer de uma vez. Meu pau quase explodiu. Fiquei com os seio dela bem na frente da boca e comecei a chupa-los, revezando com minha gata. As mão de Silvana trabalhavam em Alexandra, ora apertando os seios, ora entrando em algum de seus buracos. Bombei bastante a rola em sua buceta. Depois ela saiu de ciam de mim e ficou de quatro: "Quem vai querer lamber meu rabo? Venham!" – Fomos eu e minha esposa, gatinhando, como dois cachorros. A cena era um tesão. Depois Alexandra abriu bem o rabo da massagista e guiou meu pau pra dentro dela, depois que eu havia colocado outra camisinha, protegendo-me. Eu arregacei com o cu de Silvana. Alexandra não parava de beijar a boca da massagista. Eu via suas línguas se entrelaçarem, e aquilo me deixava mais aceso ainda. Logo me esvaí em um gozo forte e muito quente. Eu estava todo molhado de suor, escorriam rios de suor de todo o meu corpo, desde a cabeça, parecia que eu havia tomado chuva.
Depois desta foda feroz, Silvana nos conduziu ao banheiro e tomamos banhos os três juntos em um Box apertado, mas isso não fazia diferença. Era muito bom estar com duas mulheres nuas debaixo do chuveiro. Ali reiniciamos as carícias e muita sacanagem. Eu não resisti e beijei Silvana na boca, sentindo sua saliva quente. Percebi que minha esposa havia ficado um pouco assustada e fiquei um pouco arrependido, mas logo larguei Silvana e agarrei Alexandra, dando-lhe tratamento especial e um beijo bem apaixonado. Silvana veio por trás dela e também beijava seu pescoço. Depois nos unimos os três em um único beijo, com direito a línguas se chupando e se entrelaçando. Depois de nos enxugarmos voltamos para a sala, onde Silvana estendeu um lençol no tapete e voltamos a nos acariciar, os três no chão. Silvana lambia bastante a bunda de Alexandra e até enfiava a íngua em seu cu, enquanto eu, já de pau duro e devidamente com camisinha, fui forçando a entrada em seu cu. Percebendo o que eu pretendia, Silvana lambrecou o rabo com KY e pediu pra Alexandra abrir-lhe a bunda. "Eu quero que você enfie tudo de uma vez, pode meter que eu agüento!" – Disse a massagista. Obedecendo, mandei o pau com toda a força em seu cu, sentindo vertigem de tanto tesão. Não demorou muito e gozei de novo, caindo pro lado de tanto prazer. Cansado, fiquei observando as duas mulheres se bolinarem, enfiando dedos nos buracos uma da outra, se beijando muito e logo as duas estavam gemendo, gozando uma na boca da outra. Quando fomos embora, já eram bem tarde, de madrugada, por isso levamos a massagista em casa e combinamos novos encontros...
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1907
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:57 pm
Assunto: conto - traveco por um dia


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TRAVECO POR UM DIA


Um certo dia saindo de uma balada com uns amigos passamos pela Av. Indianópolis, onde é grande o número de travestis, e já eram quase duas horas da manhã e a avenida estava vazia, já que estava frio e garoando. Eu ja tinha bebido um pouco, e me deu vontade de fazer uma extravagançia. Deixei meus colegas em casa, passei na minha e me vesti com um vestidinho preto, uma calcinha e soutia pretos e cinta liga, com um sapatinho e uma peruca que tenho. Como sou CD tenho algumas roupinhas... Então, me produzi toda e fui ao local, estacionei meu carro próximo e sai com um guarda chuva, para me disfarçar caso encontra-se alguém conhecido. Tirei minha pica p/ fora da calcinha, levantei o vestido um pouco e ficava me punhetando e mostrando a minha deliciosa bundona a quem passava( morria de tesão e quase gozava só de por a mão no meu pau. Aí veio um travesti tirar satisfações, e expliquei o que estava acontecendo, e ela (Renata, uma loira com um baita cacete) disse que ela deixaria eu ficar no ponto dela, mas o que eu ganhasse metade era dela, e estipulou o quanto eu deveria cobrar p/ pagar a metade dela. Então, logo chegou um carro com tres caras, qdo vi que não era conhecido, logo fui oferecer o programa. Um deles falou que era aniversário do outro e que era para eu dar um beijo p/ cumprimentar. E logo fiz isso, ele correspondeu, e já foi passando a mão na minha bunda,e peguei no pau dele, e ele no meu, quase gozei só de ele encostar. Com medo de uma violencia, cobrei o programa a eles quatro vezes o valor, e eles aceitaram, e como uma puta não pode rejeitar cliente se se oferece, entrei no carro.O aniversariante já foi logo para o banco de tras comigo e já fomos brincando ali mesmo, quando o do banco do passageiro, pula prá tras e começa a se esfregar em mim, o que estava dirigindo quase ficou louco e acabamos procurando uma boneca amiga deles que estava por ali. Ela entrou no carro, e fomos a um drive. Foi uma delicia, um caiu de boca no meu pau e fizemos um meia nove, o outro veio me metendo e o traveco verdadeiro comendo o outro cara, gozei como nunca antes na boca do cara, todo mundo me chupou, me comeu, e eu comi e chpei parab todo mundo. Mas a melhor parte foi quando eu sentei no pau de um a traveca do meu lado no pau de otro e o que sobrou pediu para eu e a traveca nos beijarmos e pos seu pau na frente para que chupassemos ao mesmo tempo, foi a maior loucura, um beijo todo esporrado, ficamos umas duas horas no drive in. Depois eles me deixaram no ponto, a Renata não estava, fui para pegar meu carro exausta, e nisso um guardinha desses de casa me perguntou se eu era nova ali, eu disse que sim e ele disse que todas que fazem ponto ali, tem que passar pelas mãos dele antes, eu fiquei receosa mas concordei. Ele me levou dentro da guarita insufilmada, e me comeu e me fez um boquete, ele tinha um pau enorme, mas meu cuzinho ja estava mais que aberto, e acabei indo. Na rua, crente que ia embora, já eram quase seis horas da manhã, um outro de carro queria uma chupetinha na faixa, mas eu estava exausta, então ele disse que me procuraria outro dia e eu concordei, estava quase me despedindo mais o tesão falou mais alto e eu concordei, o cara ainda ficou comovido com minha bondade e me deu uma nota de vinte. Enfim fui para casa, quase sete horas, me troquei, tomei um banho e cai na cama...,... mas desta vez para dormir.... Eu sei que no total ganhei cento e setenta reais em cinco horas de puro tesão, e o melhor de tudo, a Renata não apareceu e a grana foi toda minha...

HEGIRL
Wed Oct 29 19:40:19 2003
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1908
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 11:00 pm
Assunto: conto - traição mandada 3


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Traição Mandada - Parte 3


Olá, aqui vai o terceiro relato, onde desta vez meu namorardo pediu que eu desse para o grandão

Que final de semana pesado, overdose de sexo em alto estilo, fiz jus ao meu nick selvagem e safada, o coitado do grandao ficou arrasado, disse que ta pra encontrar uma mulher que o deixe tao louco....Quero dar um tratamento vip desses assim que te encontrar, foi demais! foi a despedida do grandao, vou deixa-lo só suspirando a partir de agora...

aqui vai o relatorio do que eu aprontei, marcamos na sexta de sair pro cinema, as ele me liga se eu nao queria mudar o programa, pois tinha uma festa pra ir, disse q por mim tudo bem, ele passou e me pegou as H e fomos rumo a festa, ficava num lugar meio descampado o que me fez por mil ideias na cabeça, no meio da estrada pedi para ele virar e ir pelo meio de uma estradinha de fazenda, cheia de arvores, bem escurinho, pedi para parar e desci do carro, ele veio atras de mim e paramos na frente do carro, agarrei-o e disse q a diversao começava bem antes da festa, dei-lhe um beijo de tirar o folego enquanto minhas maos desciam alisando seu pau por cima da calça, ele louco, dizia q alguem poderia ver, visto que era a estradinha q dava atalho pra alguns sitios, fora o pessoal que passava por alí a pé, disse em seu ouvido que o perigo me excitava e que os outros iam ficar com inveja dele, nao precisou dizer mais nada, ele ja foi abrindo minha blusa e sugando os meus seios, o tesao que estavamos era incrivel, libertei o pau dele das calças ja endurecido, encostei-o no capo do carro ainda quente e meti bala, minha boca caiu matando, chupava a cabecinha do pau dele, descia ate senti-lo tocando minha garganta, ele urrava, eu aumentava a velocidade e depois parava, descia e subia com a lingua, ele me chamando de putinha safada o tempo todo, mandei bala, batia com o pau dele na minha boca, dava beijinho sempre olhando pra ele, os farois do carro iluminavam a cena, colocava suas maos prendendo meus cabelos e aumentava o ritmo fazendo tocar a minha garganta varias vezes, sentia o pulsar do pau dele, e os primeiros liquidos, sabia q o leitinho vinha a caminho, entao caprichei, fiquei bem na pontinha e mamei feito louca, ele nao aguentou e jorrou tudo, foi um montao de gozo que inundou minha boca, mas consegui engolir tudo, depois fiquei feito uma gatinha, passando a lingua no pau dele bem gostoso pra ficar limpinho...ele me chamava de louca, e eu com a cara mais safada do mundo me levantei e meti a lingua em sua boca, num beijo gostoso e cheio de tesao, pra ele provar o leitinho dele...
ficamos abraçados nos beijando e sinto a mao dele abrindo o ziper da minha calça enquanto sua mao procura minha xotinha molhada, olho pra ele com cara de safada e brinco com ele perguntando aonde a mao dele vai, ele nao diz nada, passa gostosamente a lingua dele em meus labios enquanto seus dedos brincam com meu grelinho, eu encostada ao capô do carro dele louca de tesao, quase sem força nas pernas, ele aumenta o ritmo dos dedos enquanto me beija, nossas linguas, os farois do carro, imploro pra ele me comer alí mesmo, ele fala q é perigoso, mas dou o golpe fatal ao ver o pau dele ficando duro, tiro minha calça e minha calcinha e me curvo em cima do capô do carro, mostrando bem o meu rabinho, chamo-o com muita sensualidade e peço, vem gostoso come esse rabinho vem.....ele nao aguenta e vem me pegando por tras, passando o pau dele entre as minhas coxas grossas lambuzando-o na entrada da minha xaninha alagada, ele me beija o pescoço e falo no ouvido dele q quero meu rabinho comido alí mesmo sem demora, ele enlouquece e me abaixa mais, afasta minhas pernas e mete de vez no meu rabinho, só a metade, o tesao e a dor eram alucinantes, num impulso empurrei minha bunda fazendo ele entrar de vez, q ele me confessou depois q doeu nele um pouco, e ficamos alí metendo gostoso, sentindo entrar de vez no meu rabinho, vimos um farol se aproximando, ele quis parar, eu disse q nao, quando vimos uma moto cruzando por nos, o cara quase caiu da moto quando viu, parou bruscamente e eu fiz sinal q estava tudo bem ao cara, e mandei um beijo, o cara ficou louco e seguiu, mais a frente parou a moto e pela sombra dos farois vi q se masturbava, mostrei ao grandao o q o cara fazia e ele ficou mais louco ainda me virando de perfil pra mostrar ao cara a foda, foi muito louco, nunca tive tanto prazer como do perigo, comecei a rebolar mais rapido enquanto ele entrava e saía, depois ele enconstou-se no capô e eu grudada a ele rebolava bem rapido até ele inundar meu rabo de porra, exaustos ficamos parados por alguns instantes retomando o folego, ele so me chamava de louca, quando olhamos ja haviam passado minutos, nos recompomos e fomos pra festa, voltando pra estrada e pegando o rumo da casa, chegamos abraçados, exaustos, com o pessoal tirando onda e perguntando se tinhamos ido a pé, brinquei com a turma dizendo q paramos no caminho pra o grandao 'beliscar uma coisinha', todos riram.
Durante a festa, beijos molhados, abraços e maos gostosas, e muitos 'loucas' ditos no ouvido, até a hora q ele me convidou pra passar um fim de semana com ele, disse-lhe que so poderia ficar na sexta e no sabado, pois domingo de manhã tinha q estar em casa, liguei pra casa e disse que ia ficar na barra até domingo, chiaram um pouco mais tudo bem, eu disse-lhe q a nossa comemoraçao começava alí e agora, ele vibrava, dançavamos juntos e eu sempre me esfregando nele, seu pau ja ficava endurecido, ele pedia pra parar, tinha muita gente, o tesao havia voltado e eu estava louca pra transar com ele, saímos da pista de fininho e fomos perto de uma pilha de tijolos que havia por tras da casa, encostei-o na parede, no escuro, e chupei o pau dele novamente sem parar e com violencia, a cada sugada ele gemia, tirei minha calça e calcinha e o sentei num tronco que tinha jogado por la, sentei no colo dele e pus o pau dele dentro da minha xana, que ardia de tesao, rebolei, subia e descia descontroladamente nem me preocupando se ele tinha prazer, ele segurava-me pelo quadril e pelos seios, beliscando os mamilos de uma forma gostosa, eu rebolava gostoso em seu colo, ja gozando e apertando o pau dele com minha xaninha quando ele me disse q ia gozar, saí de cima dele, me ajoelhando e caindo de boca no pau dele bem na horinha que ele gozava, bebi todo leitinho, viciada mesmo, ele tentava conter os gemidos mas nao conseguia,, o pau dele explodia em minha boca, pulsava a cada sugada minha que até doia de tao forte, fiquei dando beijinhos no pau dele e pela barriga até chegar aos labios dele, nossa como estavam quentes, sentia a minha xaninha toda molhada e macia, pois estava depilada, nos beijamos muito, parecia que o mundo ia acabar amanhã, nos vestimos e voltamos pra turma, exaustos e com a cara mais safada do mundo, ficamos descansando e conversando com o pessoal, ele brincava comigo, dizia q o meu beijo tinha gosto de cereja com mel(o dele), lá pelas da manhã de sabado resolvemos voltar, perguntei se ele estava disposto a sexo pesado, sem hora pra acabar, por ele tudo bem, passamos num supermercado horas e coloquei algumas coisas no carrinho, mel, morangos, sorvete, hidratante, e la vem ele com uma novidade, ou melhor duas, uma cenoura e um pepino bem grossinhos, dizendo que eu ia ser uma salada, estavamos cheios de boas intençoes....
fomos pra casa dele na praia, fui pra cozinha preparar as coisas, potinhos e mais potinhos, ele me agarrou alí mesmo e ficava me encoxando, esfregava o pau dele na minha bunda que me deixava louca, meti o dedo no pote de sorvete de creme e dei pra ele lamber os meus dedos, nossa, aquilo me arrepiava inteira, o tesao era demais, ele abriu minha blusa e tirou os meus seios fartos do sutiã, enchia os dedos de sorvete e espalhava por cima dos biquinhos, nossa, como é gostoso, minha xaninha ardia de desejo, eu contraía ela sem parar, sentia o frio do sorvete endurecendo os meus biquinhos e ele caindo de boca lambendo todo sorvete que derretia e chupando gulosamente, juntava os dois com as maos e chupava ora um ora o outro, me arrepiando de tesao, fui tirando minha calça e a camisa dele, peça por peça, ficando os dois nus no meio da cozinha, ele me fez abrir bem as pernas e ficou no meio delas, lambendo minha coxa de alto a baixo, nisso derrubei a calda de cereja em cima da xaninha que escorria pelas pernas abaixo, ele lambeu cada centimetro, a lingua quente dele nas minhas coxas subindo em direçao a xaninha me enlouqueciam, eu quase nao sentia as pernas de tanto tesao, me desvencilhei dele que acabou me derrubando no chao, rindo, dizendo que a putinha dele nao ia fugir nao, abriu bem minhas pernas e meteu a lingua bem fundo nela, o tesao era incontrolavel, a cada chupada no grelinho eu vibrava, a lingua dele dava voltas e mais voltas em torno do grelinho, me deixando louca, ele sugava de tal forma que cada vez mais sentia meu grelo inchado, meu quadril erguia-se do prazer que aquela boca gostosa me dava...
Ele se levantou e pegou o pote de sorvete, e encheu minha xana de sorvete, aquilo me deixou com um tesao fora do normal, perdi totalmente o controle sentia minha xana arder do contraste do gelo com o calor da minha xotinha, ele se lambuzava, mordia, metia a lingua a fundo na minha gruta, perdi as contas de quanto gemi e gozei naquela boca, eu nao conseguia me controlar, ele chupava e metia a lingua de uma forma tao louca, meteu dois dedos na minha gruta enquanto massageava meu grelinho, eu rebolava nas maos dele, enlouquecidamente, minhas pernas tremiam, eu gozava loucamente pela terceira vez, sentia os dedos entrando e saindo sem parar, ele me fudendo naquele chao de cozinha, com a luz do sol surgindo vidraça adentro. Uma loucura, pedia pra parar, mas ele estava incontrolavel, dizia que ia me fazer pagar o que ele tinha passado a horas atras...me pediu pra ficar de , eu ja quase sem forças ele meteu mais sorvete, dessa vez dentro da gruta, a sensaçao era indiscritivel, senti o pau dele entrando no meio daquele sorvete que escorria da xotinha, eu gritava, ele tambem, era muito tesao, a cozinha tinha cheiro de baunilha e sexo, ele metia e batia na minha bunda, aquilo era uma sensaçao louca, gozei mais uma vez, ele sentia q ia gozar, tirou o pau e me fez deitar de costas, meti uma espanhola naquele pau que ja escorria enquanto ele jorrava nos meus seios e na minha cara, fiquei toda lambuzada e gozada, ficamos alí parados exaustos, quando olhamos em volta foi que vimos a bagunça ficamos rindo sem parar, minhas pernas estavam lambuzadas de sorvete, cereja, mel, uma meleca só.
Fomos tomar banho juntos, ele me ensaboou por inteira, deu um trato na minha xaninha tao gostoso, abaixou-se bem na frente da minha xotinha, abriu bem os labios e passou um sabonete liquido, massageando bem o meu grelinho, inchadinho, e ficou metendo dois dedos ensaboados na grutinha, eu ali em pé, gozando na mao dele, uma loucura, a agua caindo nos meus seios e ele me chupando e metendo os dedos na minha xotinha ardida e fogosa, me deixando enlouquecida, as pernas tremiam, gozei na boca dele me agarrando as paredes, pois ele pos meu grelinho na boca e nao parou de chupar ate que eu gozasse...ele veio correndo me beijar, dizendo putinha, prova o gosto da tua xotinha, lambi os labios dele lambuzados do meu gozo e invadi sua boca com minha lingua gostosa, nossas bocas devoravam-se, um extase total, nos enxugamos e fomos para o quarto, mandei ele deitar e peguei o hidratante que tinha comprado, fiz uma massagem relaxante no corpo dele inteiro, isso ja era quase da manhã, o ar ligado, curti cada pedaço do corpo dele, pedi que ele virasse e fiz uma massagem, pelos mamilos dele desci massageando sua barriga até chegar no pau, pus um montao de hidratante nas maos e comecei a massagear, espalhei pelo pau inteiro que crescia nas minhas maos, parei e vendei os olhos dele com um lenço que tinha levado na bolsa e pedi que nao tirasse pois ele ia ter todas as sensaçoes sem ve-las, só sentir, comecei explorando o pau dele todo, minhas maos deslizavam pelo pau dele inteiro, de cima a baixo, espalhando o creme, desci até seu saco, massageando, subindo e descendo masturbando-o devagar, sentia o pulsar endurecido, minhas maos percorriam a parte interna da sua coxa, esfregava meus seios em seu membro, ele gemia gostoso, fui por cima dele e encaixei seu pau com a minha xaninha e fiquei cavalgando sem penetrar, a cabeça do pau dele roçando no meu grelo bem devagar, os meus seios deslizavam pelo peito dele, guiei suas maos e fiz elas tocarem meu grelinho, por cima da minha enquanto me masturbava gostoso, guiei a mao dele a tocar no meu grelo enquanto ditava o ritmo me masturbando com a mao dele, o pau dele explodia de tao duro e gostoso, dei-lhe um beijo suave e disse no ouvido dele, vem tesudo, come essa putinha que vc adora, vem me foder a xotinha gostoso, meter no meu cuzinho bem devagar, quero ser comida pelo seu pau gostoso, sou sua puta hoje e vc é que manda, ele gemia, me chamando de puta gostosa, introduzi o pau dele na minha xaninha e comecei a cavalgar lentamente, subindo e descendo bem devagar, massageando o pau com a minha grutinha, metia fundo e depois tirava até a cabecinha, coloquei as maos dele apertando meus seios, aumentei o ritmo da minha cavalgada quando sentia q ele estava prestes a explodir parava, deixando ele enlouquecido, ele pedia pra meter rapido, mas eu nao deixava, começava a rebolar lentamente e aumentava, fiz isso umas vezes, ele implorava, pra gozar....resolvi dar uma chance, mas a meu modo, saí de cima dele e voltei a subir de costas pra ele, peguei seu pau todo molhado da minha xana e coloquei bem na entrada do meu cuzinho e fui descendo devagar sentindo ele entrar todinho aos poucos, fiquei cavalgando lentamente e depois aumentei a velocidade entrando e saindo com ele do meu cu, ele urrava de prazer, me dava tapas na bunda, chamava de potranca, de puta safada, vou arrombar teu cuzinho, rebolava bem depressa até ele gozar e encher meu cuzinho de porra, era tanta que escorria pelas laterais do meu rabinho, rebolei até ele jorrar a ultima gota, ele me virou e me beijou muito, dormimos abraçados e cansados de tanto fuder.
Acordamos as horas, saimos pra jantar por la mesmo e voltamos pra nossa despedida, coloquei na joven pan e estava tocando umas musicas otimas pra strep tease, sentei-o no sofá e comecei a dançar pra ele enquanto tirava a roupa ao som da musica, estava de sapatos altos e conjunto de lingerie preta, tirei minha calça lentamente me abaixando e mostrando meu rabinho, ele louco de desejo libertou o pau e começou a se masturbar, eu me sentava no braço do sofá e rebolava sentindo a xaninha ficar ensopada, me masturbando alí bem ao lado dele no braço do sofá, sentindo minha calcinha ficar ensopada, peguei a mao dele pra sentir como estava molhada, saí de lá e voltei ao streep, tirei a blusa lentamente e o sutia, ficando so de calcinha, agarrava meus seios, passando a lingua neles, bem sexy pra ele, as maos dele aumentavam a velocidade no pau dele q era uma loucura, resolvi apelar, tirei a calcinha e joguei bem em cima do pau dele, ele cheirava e passava ela no pau, sentei no encosto do sofa e abri as pernas, fazendo com que ele tivesse a visao da minha xotinha por completo e comecei numa siririca louca, meus dedos atiçavam meu grelo duro, ficamos os dois alí nos masturbando cada um por si, a sala exalava sexo puro , fiquei em pe colocando minha xotinha bem na cara dele, que tentava lamber o quanto podia do meu gozo e aumentei a siririca, acabei gozando no rosto dele, ele lambia tudo, chegava a babar na minha xotinha....saí dessa posiçao e fiquei bem pertinho do pau dele, que estava prestes a gozar, juntei meus seios e fiz uma bela espanhola com o pau dele, ele gozava feito louco a porra voava por todos os lados, na boca, nos seios, espalhei tudo com as maos e lambi ate onde podia, o pau dele estava vermelho de tanta força que fez, sentia a minha xotinha ardida de tanto foder aquele cara gostoso....e o rabinho todo estourado de tanto me comer, mas nao parei por aí, queria deixa-lo arrasado....
Depois de um breve descanso alí mesmo na sala, começamos a nos beijar e nos animar, nossas maos percorriam todos os nossos cantos, o cheiro de sexo era uma coisa de louco, ele me chupava os seios deixando marcados, o tesao tomava conta de mim, queria de novo aquele homem gostoso, ele me deitou no sofá e meteu o pau duro dele na minha xotinha sem muitas preliminares, entrava e saia quase por inteiro, de uma forma gostosa e louca, que me faziam gemer bem alto, ele aumentava o ritmo e parava, fazendo comigo o mesmo q fiz com ele, me deixando louca, eu buscava sua boca, implorando aquela lingua gostosa, mas ele ria e se negava, dizia que ia ser malvado, tirava o pau de dentro da minha xaninha e passava-o por cima do grelinho me deixando enlouquecida, eu rebolava naquele homem como nunca, ele batia com o pau na minha xotinha, tirava e colocava até o fundo, acelerava os movimentos e quando estava quase gozando parava, e ria, numa das vezes levei minha mao até o grelhinho pra uma siririca gostosa, mas ele me segurou e disse q nada feito, que o meu prazer era a merce do controle dele, que eu so ia gozar quando ele quisessemeteu fundo varias vezes me fazendo gozar, bem rapido, a minha xaninha ardia de tanto levar...ele saiu da sala e voltou com o meu lenço e me vendou, me fez deitar e senti ele sair da sala, quando ia espiar ele me dá um tapinha de leve na cara, me chamando de putinha desobediente, enlouqueci de tesao com isso, ele me pos de sobre o braço do sofá e disse que era pra obedece-lo senao apanhava muito mais, ele começou a brincar com os dedos no meu grelinho, me fazendo rebolar, minha xotinha molhada fazia os dedos deslizarem, ele sussurou ao meu ouvido, putinha arrumei outro macho pra te comer, mas esse aqui voce vai gostar, gellei, mas ele me tranquilizou, me fazendo chupar o pepino como se fosse um pau gostoso de macho, chupei, passei minha lingua por todo ele, o pepino era grosso e mal cabia na minha boca, nao o via, mas sentia ele enorme na minha boca, nisso ele tirou e me mandou erguer bem o quadril, pos o pepino em pe apoiado no sofá e me fez ir abaixando e enfiando tudo aquilo na xotinha, sentia meus labios abrindo pra receber aquele cacetao, minha xaninha estava toda arregaçada com aquele pepino, senti até o final, tocando no meu utero, meus labios e grelinho encostavam no braço do sofá, comecei a rebolar gostoso naquele 'pau', foi aí q ele me inclinou e empinou minha bunda, e disse q eu ia ser fudida por dois paus pra ser bem putinha, e meteu com tudo no meu rabo, a seco, as lagrimas vieram aos olhos, sentia os dois se tocando la dentro, ele batia na minha bunda e mandava, vai putinha rebola, vc nao queria ser arrombada, vai ser agora, e comecei a sentir o cuzinho e a xaninha bem preenchidos, rebolava gostoso naqueles dois paus, feito uma puta vadia, sugando o pepino com a xotinha e sendo enrabada por aquele pau grosso do meu grandao, que tirava e saia sem piedade, estava alí rebolando e sendo arrombada, a sensaçao da dp me deixava excitada, estava a dois dias sendo comida por um outro homem na ausencia do meu namorado, a traiçao e a vadiagem me enlouqueciam, fiquei imaginando meu namorado alí comigo, me comendo a xotinha enquanto o cara me comia o rabinho, sentia os paus se tocando no fundo da minha xotinha e no rabinho, nao consegui conter, gozei varias vezes, falando mil palavroes, que deixavam o grandao mais excitado ainda, mete esse caralho no meu cu, fode ele fode, sou puta mesmo, vadia que dá pra quem quer, tenho que ser arrombada mesmo, nossa, isso nos deixou tao excitados que ele gozou no meu cu sem conseguir me avisar e eu gozei com aquele pepino enfiado por completo e o meu gozo escorrendo pelo sofá abaixo... uma loucura, caímos desfalecidos no sofá...
hora depois, acordamos, nossas pernas nao obedeciam mais, estavamos doloridos em todos os sentidos, o pau dele e a minha xaninha estavam vermelhos de tanto foder...fomos pra cama dormir abraçados......as da manhã....
No dia seguinte acordei-o com um boquete fenomenal de despedida ele mal conseguia abrir os olhos de tao gostoso que estava, chupei-o até gozar profundamente em minha garganta, ele sorriu e agradeceu a loucura que foi o fim de semana....nos arrumamos e ele me trouxe pra casa, tive que me compor pra nao perceberem nada, falei pra o grandao que tinha sido a despedida dele, pois meu namorado nao me quer mais com ele, pra nao me apaixonar.....tadinho, ficou triste mas ao mesmo tempo satisfeito, pois me comeu de todos os jeitos possiveis....mas quem sabe um dia.....


Viu amor, to toda arrombadinha e saudosa de ter o meu dono me comendo gostoso, espero que vc tenha gostado, eu amei, mas com o grandao acabou por aqui, sou só sua propriedade agora, vem me comer vem tesao.... te amo muitooo, to com saudades, volta logo
beijos, muitos beijos'
Putinha Safada
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1909
De: "Karina"
Data: Dom Fev 8, 2004 10:57 pm
Assunto: conto - traição mandada 1


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Traição mandada - parte 1


Esse relato, nada mais é que a º carta que mandei para meu namorado, da primeira vez que ele me mandou sair com outro homens, ele agora quer acada vez mais que eu faça isso, é só ver meu anuncio aqui mesmo neste site, e que tem fotos minhas.

'Bom Dia Amor,

Tudo bem? Cheguei as da manha em casa, tomei todas as broncas possíveis, mas nao podia deixar passar essa chance.
Bem que voce disse, dei uma de mulher apaixonada pelo meu namorado, e só aceitei beijos de inicio, depois que vc ligou ele ficou mais empenhado, disse que nao sabia como eu namorava à distancia, e meses sem sexo, era muita coisa, disse-lhe que quem ama se sujeita a isso sem problemas, mas que as vezes me sentia carente....
Ficamos nos beijando quase a noite toda e ele sempre insistia em ir pra um lugar especial, mas eu resistia bravamente, dizendo que nao ia nao, pois nao poria em risco meu namoro, e ele só me dando bebida e beijando e cantando.
Umas horas fomos levar as meninas em casa, e sem mais nem menos ele parou na porta do predio dele, me convidando pra tomar um martini de saideira no ape dele, disse q ja estava tarde, que era melhor ir embora, ele so faltou se ajoelhar e implorar.
Acabei cedendo, mas disse a ele que era rapidinho por causa do horario, pois tinha q te ligar a meia noite como sempre fazia.
Lá em cima a coisa ficou feia, mal a gente entrou no ape, ele me atacou, parecia um polvo, era mao por todos os lugares, e eu sempre tirando a mao dele, dizendo q nao era certo, que eu tinha namorado, q o amava.
Mas ele foi bem convincente, disse q era só um sarrinho leve, que vc nao ia nem descobrir (tadinho), sei que acabamos no sofá, quando vi ja estava sem blusa com ele nos meus seios, chupando, (ele foi tao violento que hoje estao doloridos), quando ele partiu pra zona embaixo, eu fiz ele parar dizendo q eu nao ia continuar, eu amo meu namorado e nao é certo, (foi show essa parte), ele só disse, esquece esse cara, vou fazer vc gozar q depois nao vai lembrar q ele existe.
E caiu de boca, foi muito bom, gozei que nem louca amor, depois ele tirou a roupa dele e eu cai de boca, ele tinha um tamanho legal, mas era grossinho, matei toda a minha vontade, bati com ele na minha boca, lambi, suguei, ele gemia feito louco, só dizendo q vc era sortudo, que a minha boca era mestra no que fazia. Eu falei pra ele que vc amava a minha boca, q na ultima vez que vc veio vc gozou feito louco só pra que eu tomasse leitinho, só que ele quis repetir a dose (me dar leitinho) disse q tinha feito um trato com vc, leitinho só o seu...mas dei um jeito na situaçao, fiz uma bela espanhola nele, que gozou nos meus seios.
Depois disso ele me colocou deitada no sofá e ficou brincando com os dedos na minha xaninha, quando eu estava rebolando mesmo nos dedos dele, ele me pos de e veio, colocou o pau de uma vez na xaninha, ai amor como é gostoso....eu rebolava feito louca, ele me deu os dedos dele pra chupar, chupei muito, mordi, ele gemia, lasqueira foi quando ele deu um tapa na minha bunda, me chamando de gostosa, depois nos viramos e ele me comeu de frente, lambia meus seios, chupava minha lingua, foi uma loucura, dizia no meu ouvido que eu era um tesao, que nao sabe como vc aguenta ficar longe desse furacao, eu prendia o pau dele dentro da minha xana contraindo, ele enlouquecia, disse no ouvido dele, que apesar de te amar muito, minha libido tinha sido libertada com ele.
Que o proibido me excitava, e só esperava q vc nunca descobrisse....Eu aumentei a rebolada, ele enlouqueceu, metia e tirava bem rapido, um fogo me subia pelo corpo que só vendo.
depois ele deitou no chao e pediu pra que eu cavalgasse nele, o que fiz, e ainda disse q era a sua posiçao favorita, e que nela vc sempre comia o meu rabinho, aí meu amor, o homem foi a loucura, implorou pra me comer o rabinho, q a minha bunda era gostosa demais, pra ficar tanto tempo sem ver um pau, mas eu disse q isso eu nao daria pra ele, só pra vc, tesao, nem pensar, o rabinho só dou pra quem eu amo muito, já estou me arriscando em transar com vc, estou pondo em risco meu futuro casamento, foi aí q ele me beijou mesmo pra valer, disse q ia me fazer esquecer vc, eu rebolava, subia e descia no pau dele, esfregava os seios na cara dele, ele chupava quando alcançava. eu ia bem rapido quando via q ele ia chegando la parava, e ficava bem devagar....só olhando nos olhos dele, rebolando bem profundamente...depois aumentei bem o ritmo até ele gozar, ele urrava amor, com isso eu acabei gozando tambem, ele apertava tanto a minha bunda q só vendo.
Deitei do lado dele no tapete, e ele ficou me beijando, e metendo a mao na xaninha, dizendo que eu ficava bem molhada, que era isso q ele gostava numa mulher...Depois de algum tempinho conversando ele pediu q eu ficasse de , mas com os cotovelos apoiando, q ele queria lamber tudo q gozei, foi aí q o bicho pegou
muito bem q ele lambeu tudo, até a hora q ele resolveu partir pro rabinho, quando senti o dedo dele em direcao ao rabinho, bem na portinha, engatinhei e disse q nao!, só vc tocava lá, ele veio todo safado dizendo q sabia q eu queria dar, pois ele piscava pra ele, só q fui firme, disse q só vc e pronto, esse era um presente muito sagrado, e por mais q eu quisesse só vc é que come.
Ele ficou indignado, nisso eu ja estava no sofá sentada, quando ele partiu pra cima, aí praticamente estuprou, disse q se o rabinho era dele, tudo bem, mas uma coisa vc nao ia tirar dele, o prazer de ver a sua mulher gozar de novo na mao de outro cara, e ficou segurando minhas maos acima da cabeca e chupava meus bicos, mordia, e meteu com tudo de novo na minha xana, amor ele bombava tanto q nao aguentei, eu gemia alto pra caramba, ele só dizia no meu ouvido, isso putinha, goza no pau de outro macho, ele tem o seu rabinho, mas eu tenho vc agora e ele nao, vc agora é minha e ele nao sabe o quando vc geme no meu pau, feito uma vadia, aí amor, nao aguentei, deu um tesao que acabei gozando mesmo, e logo em seguida ele tambem, espalhou tudo em cima da minha barriga e dos seios, e ainda bateu com ele na minha boca. Foi uma loucura.
Depois bateu uma crise de arrependimento, em mim, (pura encenaçao) eu disse q era melhor ir embora, era quase da manha, q eu tinha errado em ter traido meu namorado, foi aí que ele deu a cartada, disse q nao tem amor que consiga resistir ao tesao de dois loucos pra amar, e q ele ainda nao tinha terminado, queria saber como é acordar ao meu lado, e perguntou se vc ja tinha tido essa honra, eu disse q sim, que vc adorava dormir com a cabeca em meus seios, ele delirou
fomos pro banheiro, tomamos um banho juntos, nos beijando enquanto ele me ensaboava e vice versa, depois quando fui buscar minhas roupas na sala, ele me pegou pela mao, e me levou atéo quarto dele, pedindo por tudo, pra deitar com ele na cama, só um instantinho, pois queria deitar a cabeça nos meus seios, ele veio logo dizendo, quero ser o seu amor, pelo menos por hj, eu disse-lhe q estava tarde, e ja tinhamos feito loucuras por demais....que era hora de ir, mas ele me jogou na cama e disse q ele é quem mandava e nao eu, e correu, trancou a porta e escondeu a chave, disse q so saía de la quando ele quisesse, tive q ceder, só q a bebida e o cansaço foram mais fortes e acabei dormindo, acordamos com meu celular tocando insistentemente, quando vi chamadas nao atendidas, todas daqui de casa, e tremi quando vi a hora, da manha, ele ficou rindo, querendo ligar pra aqui, pra dizer a minha mae q eu fui sequestrada e que estava pagando o resgate, ve q doido, nos arrumamos, e ele me trouxe, nos despedimos com um beijo bem gostoso, e ele disse q nao sossegaria enquanto nao me tivesse por completo ou quando me fizesse esquecer vc, eu olhei bem nos olhos dele e disse, que esquecesse isso, pois uma noite de sexo por puro tesao é muito bom, mas nada se compara a uma noite de amor com o homem que eu amo e que me completa por inteiro, e que ele guardasse bem o que aconteceu, pois foi a unica vez que ele iria me levar pra cama, pois sou fiel ao homem que amo. Ele ficou me olhando indignado, e disse q ia provar que eu estou errada e que ele ainda vai me dar muitas noites, que hoje na saída que vai ter com a turma ele iria me fazer desistir dessa ideia, beijei meus dedos e coloquei em cima dos labios dele, e disse desista, meu amor ja tem dono e nao é vc, e saí sem olhar pra tras, ele saiu cantando os pneus. Amor foi incrivel, bem que vc tinha razao, o fato de querer te superar, parecia o lobo mau doido pra comer a chapeuzinho, estou cansada, ta tudo dolorido, pior foi a bronca aqui em casa, mas dei um olé e disse q tinha ido fazer um socorro no hospital de um pessoal q se acidentou.. Mas valeu, gozei e voltei te amando mais do que nunca.... Quero so ver o que ele vai fazer hoje, pois combinamos com o pessoal uma farra as em um barzinho, só que tem um probleminha, o grandao do onibus vai estar lá tambem, quero ver como vai ser....vai ser complicado... Bem amor, vou trabalhar que ainda tenho um contrato pra digitar, te amo mais do que nunca, e apesar de ter sido de outra por um tempo, eu continuo sendo exclusivamente o seu amor...
Beijos, te amö'
Safada Selvagem
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1910
De: "Sandro 01"
Data: Seg Fev 9, 2004 2:54 pm
Assunto: PRAZERES DE UMA VIUVA SOLITÁRIA


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PRAZERES DE UMA VIUVA SOLITÁRIA



Sou uma mulher criada no interior sob rígidos princípios religiosos.



Casei-me muito nova e virgem! Apenas tive aqueles namoricos de jovens

de minha idade. Para vocês terem uma idéia, eu vi, mas só toquei o pinto

do meu marido depois de casada. Antes, nunca tinha visto um. O pau que vi

pela primeira vez foi o mesmo que tirou a minha virgindade.



Com o passar do tempo, fui me acostumando, pegando liberdade em me mostrar

para ele e também em olhar pegar em seu corpo meu marido foi o meu mestre,

meu homem, meu amante de verdade. Foi com ele que me tornei mulher e

passei a ter uma vida feliz, cheia de amor, carinho e, por que não dizer,

cheia de sexo, que e uma coisa muito gostosa. Mas hoje estou sozinha pois

perdi o meu homem ha cinco anos. Meus filhos estão criados. São três,

todos casados. Este ano, eu completei 49 anos.



Eu e meu marido éramos funcionários públicos. Ainda continuo na luta,

talvez ate o ano que vem. Mas, relembrando o passado, recordo detalhe por

detalhe todo o nosso amor, a nossa vida a dois. Aprendi de tudo na cama.

Nunca tive duvidas sobre o que fazer para obter e dar prazer a ele.

Fazíamos de tudo um pouco, pois a gente não se cansava, era um fogo so!

Ainda quando morávamos em Minas Gerais, antes de vir para Brasília,

tornei-me uma verdadeira aluna na arte de amar, uma vez que ele era mais

velho que eu e o homem adquire vasta experiência sexual bem antes da

mulher. Nunca perdi o pique, pois aprendi a usar as minhas mãos, a

minha cabeça para criar fantasias e ser uma verdadeira amante.



Hoje, perdi um pouco de minha exuberância. Mas tenho um bom dote nos seios.

Eles são grandes, tem aureolas amplas, bicos rígidos e salientes, apesar de

minha idade e de ter amamentado três filhos.



Meus quadris são largos e o bumbum avantajado, grande mesmo. As coxas ainda

mantém a proporção do meu corpo, mas, e bom deixar claro, sem celulites.

A minha pomba, se vocês permitirem dizer, apenas meu marido usou. Usou não

e bem o verbo, ele a amou mesmo. Tenho tanta certeza desse amor que ate

hoje a mantenho do jeito que ele sempre gostou: bem cabeluda. E que eu

sempre fui mulher como ele queria e ele, por sua vez, um homem para me

satisfazer em todos os sentidos. Por tudo isso, jamais me depilei, senão

quando nasceram meus filhos. Depois disso, e já faz anos, nunca mais a

raspei. No inicio para fazer o gosto dele e, depois, porque passei a gostar

do meu corpo assim, bem natural. E, por natureza, sempre fui bem provida

de pelos nas pernas, nas coxas, no antebraço. Ate meus cílios são bem

compactos.



Depois da minha viuves tornei-me mais livre, mas também solitária. Livre

para procurar outro homem. Entretanto, isso nunca fiz e nem penso em

fazer, pois acho que não pegaria bem na minha idade sair por ai procurando

rola, porque era so o que iria encontrar mesmo. Afinal, para compromisso

mais serio, os homens preferem as mulheres novinhas e bonitinhas que estão

dando sopa. Mas, vou confessar a vocês, descobri uma tática de me amar e

acalmar o meu tesão enrustido. O meu ginecologista ainda e o mesmo de

casada.



Por sinal, e o único homem que, alem do meu marido, conheceu meu corpo.

Acredito que, se mudar agora, ele vai estranhar, pois sempre fui branca

e peluda. Trago entre as pernas uma verdadeira floresta. E uma pena que

hoje isso esteja fora de moda. Como sempre os adorei assim, mantenho os

pelos bem longos. Eles continuam lindos e abundantes.



Se eu disser que não sinto falta de um falo pulsando dentro de mim,

estou mentindo, pois sempre adorei ser castigada pela espada do meu

marido. A solidão me faz lembrar das vezes em que chorei e gritei ao

ser penetrada por aquele tronco robusto, cabeludo, com veias salientes

cheio de leite esbranquecido para me fazer feliz! Lembro como era gostoso

sentir no anus o seu pulsar e a sua descarga nas minhas entranhas. Sentia

minhas tripas. queimarem. Eu viajava espetada, gemendo, urrando, gritando o

quanto estava gostoso ter aquela rola dentro da minha bunda. A minha pomba

cabeluda se melecava toda, meu clitóris inchava de tanto ser puxado e

apertado por seus dedos. Junto com o clitóris, ele puxava os pelos da

minha gruta. Era assim que ele penetrava meu anus e era assim que eu gozava

com o seu talo atolado ate o saco.





Ele sempre gostou de lamber minha fenda. Eu adorava e sentia orgasmos ao

ter o seu bigode se enroscando em meus pelos.



Também delirava com a sua língua. Aprendi e gostava muito de chupar o seu

cajado. Vibrava quando ele esporrava em minha boca, pois, geralmente,

ele estava com dois dedos enterrados em mim. Ou, então, chicoteando com a

língua o meu grelo.



Repito, fui muito feliz ao seu lado. Gozei muito. Tive incontáveis orgasmos

com sua rola, tanto com ela na boceta como na bunda, pois sempre fui muito sensível nesta região. Não foram poucas as vezes em que atingi o climax pelos dois lados ao mesmo tempo. O meu orgasmo sempre foi bastante forte, tanto que, muitas vezes, alem de desmaiar, fiz xixi em sua tora.
Não consigo entender como ha mulheres que não conseguem atingir o climax facilmente. Com minha idade na solidão do meu quarto ou no banheiro, apronto as minhas no quarto, viajo. Tiro toda a roupa e ai e so passar as mãos nos seios, molho-me toda. Deito na cama e abro as pernas. Sonho com aqueles momentos de amor, vividos ali, naquele lugar. Pego uma escova de cabelo e começo a pentear meus pelos. Quando sinto o grelo latejar, inverto a posição da escova e passo a usar o cabo. Com ele, faço pressão sobre o clitóris. Em pouco tempo, já estou suando. Não demoro para estremecer dos pés a cabeça, gemer alto e gozar no cabo da escova. Muitas vezes chego ate a mijar quando me masturbo de tanto tesão que sinto. Essa vida de solidão me transformou numa mulher branca, robusta e muito cabeluda, principalmente na boceta e nas axilas. E é assim que vivo hoje, lembrando e sentido a falta de uma rola de verdade, a rola da minha vida, a rola do meu amor, a primeira e única que tive dentro de mim.
Viuvinha
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1911
De: "Sandro 01"
Data: Seg Fev 9, 2004 2:54 pm
Assunto: A QUATRO É MELHOR!


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A QUATRO É MELHOR!



"Meu nome é Cris. Sou uma morena clara, tipo mignon, com seios médios empinados e, como meu marido Ricardo costuma me chamar, “poposuda”.
A história que vou contar é totalmente real, e foi com pessoas muito especiais, tanto para mim, quanto para meu marido. Conhecemos Tati e Lu há alguns meses, e eles se transformaram em nossos amigos de verdade, devido à afinidade que existe entre nós. Tati e eu já “brincamos” muito juntas, a princípio sem a participação de nossos maridos. Mas dia vai, dia vem, as coisas entre nós foram ficando cada vez mais íntimas. Era claro o tesão que nós sentíamos uns pelos outros, sempre com algumas brincadeirinhas, com todo o respeito.

Saímos pra tomar umas bebidinhas, nos descontraímos, e na volta pra casa resolvemos fazer um joguinho de cartas, onde quem perdia tinha que tirar uma peça de roupa. O tesão pairava no ar... Tudo já era esperado por nós há tempos, mas como moramos em cidades diferentes, algumas vezes tivemos que adiar nossas vontades. O primeiro a tirar a roupa foi Lu. Mas assim que Tati (uma loira linda, com bumbum perfeito, cinturinha fina e seios delicadinhos) e eu começamos a perder... a festa começou!

Ricardo era o mais afoito. Queria acabar o jogo logo. Mas teve que se conter e esperar,afinal o mais demorado é sempre mais gostoso. Beijei meu marido com loucura, desejo e víamos nossos amigos se tocando ao nosso lado, na mesma cama. Lu estava deitado e Tati sobre seu corpo procurava sua boca com pressa. Fui descendo pelo peito de Ri, beijando seus mamilos, dando mordidas leves nos biquinhos, chegando à sua virilha, passando de leve os lábios na cabecinha de seu pau, que a esta hora estava para lá de duro. Chupei demorada e deliciosamente. Tati e Lu no maior amasso do mundo, falando coisas no ouvido um do outro, que depois descobrimos ser quem tomaria a decisão de tocar o outro casal primeiro, e ela iniciou uma chupada fenomenal no Lu, que até hipnotizou meu marido.

Ricardo me deitou na cama, abriu minhas pernas e beijou meus seios, descendo pela minha barriguinha, lambeu minhas coxas e chegou com a sua língua quente na minha bocetinha molhada de tanto tesão. Passava sua língua no meu grelinho inchado, enfiava na minha fendinha, tomava meu melzinho com gosto, fazendo-me contorcer de prazer. Isto tudo sem tirar os olhos de Lu e Tati, que saboreava o pau do marido com toda a habilidade que aquela lingüinha tem e eu conheço tão bem.

Enquanto tirava gemidos de Lu, Tati esticou seu braço e passou a mão no pau do meu marido, que na hora me deu uma lambida mais forte, devido ao seu toque. Lu começou a me tocar os seios de leve e cada vez com mais vontade. Tati se levantou e deu um beijo demorado em Ri, misturando os gostos que estavam na boca um do outro. Lu virou-se para o meu lado, tocando meu rosto, colocando seu dedo em minha boca e eu lambia com a vontade. Tati e Ricardo se abraçavam e se beijavam com o desejo preso em meses de amizade. Ela pegava no pau dele e o masturbava gostosamente, enquanto ele enfiava os dedos na bocetinha dela, que a esta hora já gemia de prazer. Aliás, esta é uma característica de Tati: na hora do tesão, geme de tal forma que deixa todo mundo morrendo de tesão.

Lu também me masturbava, movimentando seus dedos no meu clitóris sensível, e eu passava as mãos em seu peito e me contorcia toda. Nós nos beijávamos alucinadamente, enroscando nossas línguas, misturando nossas salivas. Ver meu marido beijando minha “mais que amiga” e tendo prazer com o marido dela era a coisa mais deliciosa e safada deste mundo!
Quase no mesmo momento, Tati gozou na mão do meu marido e eu na mão do marido dela, enchendo o quarto de cheiro de sexo. Ela então se abaixou e tocou os lábios no pau de Ricardo, depois o enfiou todinho na boca, deliciando-se como se fosse um sorvete, chupando com pressa, com vontade louca, e depois diminuindo o ritmo, o deixando louco. Neste mesmo tempo, enquanto Lu estava deitado, fui por sobre seu corpo e passei a língua em seu peito. Cheguei à virilha, passei meu rosto no pau, coloquei a cabecinha na boca, dando lambidinhas leves e depois rápidas, fazendo um vai-e-vem só nesta parte. Ele gemia baixinho e se arrepiava, e, quando ele menos esperava, coloquei tudinho na boca, chegando perto da raiz, ao mesmo tempo que minha língua continuava brincando com a cabecinha. Enfiava e tirava seu pau quente e duro como pedra da minha boca sedenta e observava a cara de tesão do meu marido. Sua fisionomia se transformava a cada chupada de Tati.

Ri puxou Tati e a deitou. Subiu em seu corpo e beijou seu pescoço, seus seios, lambeu sua xaninha molhadinha e enfiou dois dedos nela, comendo-a maravilhosamente. Tati não demorou muito e gozou na boca de meu gatão. Ele se deleitou com o mel. Saí de cima de Lu e fui lamber o pau de Ricardo. Queria que ele gozasse em minha boca. Esperava seu leitinho quente. Tati fez a mesma coisa com Lu. Ri e Lu gozaram em nossas bocas. Tanto gozo, tanto leite, tanto desejo...

Eles se levantaram e foram pegar uma bebida, enquanto Tati e eu ficamos lá deitadas. Olhamos uma para a outra e eu disse que havia amado aquilo tudo, e ela confirmou que também havia gostado muito. Nos aproximamos e nos beijamos como duas namoradas. Tati subiu em meu corpo passando sua boca em meus seios, sentia os biquinhos dela tocando minha barriga, sua boca chegou na minha bocetinha ainda quente e mais melada ainda, tamanho era o tesão que sentia. Ela passou a língua na minha rachinha, subiu e colou os lábios no meu grelinho. Chupava, lambia, mordia, me levava à loucura!!! Não agüentei e gozei em sua boca, gemendo como uma devassa. Olhei-a nos olhos e a puxei pra mim. Era a minha vez de levar minha loirinha ao delírio. Esfregava minha coxa em sua xaninha, molhando-me com seu líquido quentinho. Ela se contorcia... Mas eu queria beber tudo, e não apenas me molhar. Desci até a bocetinha mais deliciosa do mundo e enfiei minha língua bem fundo. Tati gemeu alto. Chupei seu clitóris e enfiei dois dedos nela. Comia Tati, enquanto a chupava bem gostoso. Que maravilha!!! Minha loirinha forçava minha cabeça entre suas pernas e se movimentava contra meu rosto. Ela gozou gemendo alto, chamando a atenção de nossos maridos, que estavam observando tudo, sem que nós percebêssemos . Eles chegaram perto, nos beijaram e disseram que tinham as melhores mulheres do mundo! Não sei se repetiremos a dose algum dia, mas com certeza esta nossa aventura nunca será por nós esquecida."
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1912
De: "Sandro 01"
Data: Ter Fev 10, 2004 4:26 pm
Assunto: DOGGING, VOYEURISMO, MENAGE
Olá Pessoal!!!

Algum tempo sou amigo deste gostoso casal, o fato que vou narrar foi uma experiência muito excitante que aconteceu em nossas vidas Recebi a ligação do casal pedindo que eu fosse ao hotel que eles estavam hospedados para que podessemos nos conhecer melhor e trocarmos umas idéias. Chegando lá conversa fluiu no boa, já que trocávamos mensagens já a algum tempo e estávamos esperando a melhor oportunidade para nos conhecer melhor. Decidimos dar uma volta na cidade, demos uma passada na Cira do Rio Vermelho comemos uns acarajés e conversamos sobre alguma experiências, jogamos algumas conversa fiadas e ficamos andando pela cidade meios que sem destino. Quando parecia que não ia rolar nada é que o esposo da gata começou contar a ela que eu tinha um cacete muito gostoso e que ela iria adorar, foi ai que comecei a ficar mais desinibido e imediatamente coloquei meu cacete pra fora pra que ela pudesse admira-lo, imediatamente o clima de tzão espalhou pelo carro e o meu cacete ficou logo duro. Eu sentado no banco da frente do carro e a gata no banco de trás ela começou a bater uma gostosa punheta deixando meu cacete duro que nem uma pedra, ela não se conteve e começou a chupar meu cacete em pleno transito, fiquei em pé dentro do carro em uma medida que meu cacete ficou a altura da janela do carro, o clima estava ficando muito quente, andávamos pela Av. Manuel Dias que tem muitas sinaleiras e pra delírio da galera dos outros carros encontramos várias fechadas e o pessoal dos outros carros poderiam ver nitidamente aquela gata gostosa fazendo um delicioso boquete em meu pau, não rumamos então em direção ao Jardim De Alah já que o Rick o esposo dela já estava a ponto de bater o carro de tamanho tesão que ele também se encontrava não sabia se via a mulher chupando ou dirigia.
Paramos então no Jardim de Alah e lá a sacanagem continuo, com a presença de um voyeur que parou o carro ao nosso ficou se deliciando com a nossa gostosa brincadeira o clima foi ficando quente a vontade de fuder aquela gata gostosa foi aumentando, o Rick como não é de Salvador e não conhecia direito o Jardim de Alah decidiu melhor que fossemos a um motel próximo, concordei e saímos desesperados pensei que ele estivesse loco, pois andou com muita pressa e a todo momento me perguntava se estava longe do motel (Tivemos que fazer aquele contorno até a entrada do Aeroclube). Chegando no motel recebemos a noticia que o quarto ainda estava sendo preparado e que demoraria uns 5 min. A vontade fuder falou mais alto de recomeçamos a sacanagem na garagem mesma onde sua gostosa esposa foi chupada pelos dois, sendo que ele toda min . batia na porta para que as camareiras terminassem logo o serviço.
Finalmente entramos no quarto, podemos foder bem gostoso ela delirava com meu pau grosso entrado na sua bocetinha apertada, fodemos de todos os jeitos menos anal pq. Infelizmente ela não guentou receber
meu cacete no seu cuzinho, mas foi uma aventura muito gostosa onde acabei gozando gostoso na sua boquinha. Gostaria de fazer novas amizades As fotos dessa deliciosa aventura se encontra na minha pasta aqui no grupo Aguardo comentários dos colegas do grupo Cheio de Tzão 24 anos cheiodetzao@hotmail.com
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1913
De: "Rick"
Data: Sex Fev 13, 2004 11:17 pm
Assunto: mulheres casadas x mulheres


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10234) - mulheres casadas x mulheres

Éramos quatro mulheres, eu (Sarah),Luana são as solteiras e Cristiane e Fernanda eram casadas apesar da idade 21,19 eram casadas. Luana e eu as convidamos para passarem alguns dias no RJ com tudo pago, em um apartamento de dois quartos de frente a praia. Elas aceitaram de imediato mas os maridos não poderiam ir por conta do trabalho. Combinamos de nos encontrar no aeroporto e de lá partir pegar o vôo para o RJ. No RJ ficávamos o dia inteiro na praia, todas de topless na areia eu e Luana ficávamos na frente de todos os homens daquela praia enquanto Cristiane e Fernanda ficavam com os rapazes. Elas gostavam de chifrar mas todos queriam que elas dessem mas elas não deram para ninguém. A noite chega e as quatro voltam juntas para o apartamento. O apartamento só havia um banheiro mas o combinado era de tomar do jeito q quiserem e a porta não trancava ou seja qualquer uma entrava a qualquer hora naquele banheiro. Eu e Fernanda fazíamos a janta de topless, Cristiane ficava no quarto ouvindo som e Luana limpava os quarto também de topless. Quando a janta fica pronta todas sentaram a mesa e o papo foi sexo. Na mesa havia duas lésbicas e duas bi, a conversa era de relacionamento homossexual, Fernanda disse que tinha esses casos só quando o marido dela não a comia, Cristiane tinha esses relacionamentos porque era bi e a amante dela era a Fernanda por serem cunhadas. Eu e Luana gostávamos de mulheres desde crianças e logo assumimos o lesbianismo. Terminado o jantar, eu e Luana ficamos fumando com Fernanda na sacada do apartamento enquanto Cristiane tomava o seu banho. Meia hora depois Cristiane aparece com uma camisola transparente com lingerie bem curta e propôs um desafio a todas. O desafio era jogar pôquer e quem perdesse cada rodada ia tirando a roupa que estava mas ninguém poderia ter mais do que quatro peças de roupa. Ou seja, jogávamos estripe pôquer . A primeira que perdesse toda roupa ia ter que se masturbar na frente de todas e a segunda ia transar com a primeira e assim por diante. O desafio foi aceito por todas e fomos nos trocar. Eu me vesti com o biquíni preto curtíssimo e um vestido azul, Luana vestiu-se de homem com calção de banho curto,blusa sem manga com top branco e Fernanda se vestiu toda de preto com short dool, sutiã,calcinha e hobby. Todas prontas o desafio começa com a distribuição das cartas. A primeira rodada, Cristiane venceu o jogo as outras três tiraram uma peça cada uma. E assim foi até chegar ao final da quarta rodada em que Fernanda ficou sem roupa. E ela falou “tudo bem, eu só transo com mulher bonita e peituda.”, falou tudo isso em relação as outras três q estavam a mesa. Eu falei para ela começar a se masturbar, ela levantou da mesa e ao sofá, sentada nele, Fernanda começou juntamente com o jogo. Fernanda já estava ficando cansada de se masturbar por conta da demora do jogo. Foi só ela falar isso que eu perdi o jogo e a calcinha também. Então comecei a dançar conforme a música na frente de Fernanda e me entreguei a ela. Cristiane e Luana ficaram de voyeur, apenas olhavam. Fernanda começou a chupar o meu pescoço, segurando os meus seios bem. Beijava a boca de Fernanda como se fosse a primeira vez dela comigo, que não era, Fernanda ficou empolgada, a xana estava molhada. Fernanda mamava nos meus seios com muita vontade, parecendo criança. Fernanda e eu ficamos nos beijando e ela lambia a minha xaninha, eu gritava de prazer. Ela lambia e enfia os dedos dentro da xana fazendo eu lamber toda vês que ela enfiava, estava tão bom que eu não agüentei e gozei na cara dela, Fernanda ficou impressionada e riu muito. Ela queria mamar ainda mais e deixei, fiquei encostada no sofá e ela mamava cada vez mais e depois fizemos um 69 por mais de quarenta minutos sempre alterando as posições. Fernanda estava se divertindo e quando trocamos de posição fui direto aonde ela sente mais prazer no clitóris, lambi-o todo fazendo ela gritar cada vez mais alto. Fernanda não gozava e fui chupar os peitinhos dela, ela tinha muito pouco de seio e quase não sentia prazer quando encostava os seios um no outro. Ela gostava também de apanhar, batia com força nela e ela ria alto. Ficou bem engraçado mas eu fiquei chupando ela pela xana e barriga mordendo tudo que tinha direito. Paráramos um pouco e nos masturbamos juntas. Luana e Cristiane já estavam transando no quarto de Cris. Cheguei lá e encontrei Cristiane nos seios de minha irmã, saboreando aquelas tetas. Quando percebi estava de pé no quarto me masturbando de prazer querendo estar lá. E foi que aconteceu, Luana me jogou na cama e comecei a ser chupada por Cristiane nos seios e Luana enfiando o vibrador em minha bunda. Cristiane estava gostando dos meus seios não saía deles. Luana ficou na xana e depois junto com Cristiane me beijando e chupando os seios, Luana estava contente e não xingava ninguém como ela costuma a fazer. Ela beijava Cristiane e em seguida a mim, eu não fazia nada era refém, pois tive as mãos algemadas por Cristiane enquanto ela ficava fazendo papel de homem,comendo o meu rabo, encostando os seios em minhas costas. De frente era comida pelas duas, Cristiane me chupava inteira e Luana fazia massagens nos meus seios e comia a xaninha. E mais tarde ela com Cristiane transavam na minha frente e eu sem poder participar molhava a cama toda. Elas chupavam o gozo, a mim todinha. Estava delirando. Luana saiu da brincadeira e fui vitima de Cristiane que me chupava toda e fazia os seios se encontrarem. Ela ficou rindo muito. E ainda gozou no meu rosto fazendo eu engolir tudo. E me beijava como nunca, estava delirando de felicidade. Fiquei sendo comida e mais nada. Cristiane gostava mesmo dos seios e demorava a sair e só mamava neles. Ela também ficava de quatro para eu lamber todo o seu rabo. E a xana eu conseguia chupar somente quando ficava ajoelhada no chão. Cristiane me masturbava quando Luana chegou com Fernanda. Fernanda se jogou na cama e foi chupada por três mulheres ao mesmo tempo. Pois era ela que estava amarrada. Fernanda amarrada foi obrigada a aceitar tudo que fazíamos e gritava alto quando duas línguas lambiam sua xaninha e quando Luana mamava nos pequenos seios dela. Fernanda estava feliz. Mas incomodava a nós três então decidimos lacrar sua boca. Cristiane lacrou enquanto eu enfia o “brinquedo” no rabo dela. Lacrou com fita adesiva e ela estava dominada por todas que a comiam. Uma chupava os seus seios e as outras duas ficaram na xana ou se transavam tudo isso se invertia. Era sempre assim. Fernanda ficava molhada quando via alguém transar na frente dela. Ela delirava e suava frio. Quando soltei a boca de Fernanda ela gritou alto que ficou rouca. Então ela ficou de boca fechada até a transa terminar. Eu e Cristiane transávamos e Luana transava com Fernanda. Estava divertido fazíamos um swing lésbico que não terminava com muitas brincadeiras. Quando Cristiane ficou com Fernanda, eu a segurei e enfiei o vibrador fazendo ela gritar e rebolar. Ligávamos para o marido de Fernanda e colocamos ela sem falar na linha com o marido ela ficou louca. Cristiane não falou nada com o irmão apenas falou que sentia falta dele. Fernanda ficou louca e não fazia nada, Luana a dominava com lambidas e batia nela com força. Luana gozava em Fernanda e eu em Cristiane, Cristiane sentiu até orgasmo quando transava comigo. Luana ficou se masturbando e foi algemada junto com Fernanda e as duas estavam algemadas com as mãos nas costas, Luana delirava e via que ficava mais interessante quando fazíamos essa brincadeira. Ela transava com Fernanda mamando nos seios dela e eu chupava Fernanda muito bem. Eu fiquei transando com Cristiane a noite inteira deixando as outras duas transando algemas e ficando todas molhadas querendo participar da nossa brincadeira. Quem gritava mais era Fernanda e quem se masturbava menos era Cristiane. No final de transa todas se masturbaram uma com a outra até pegar no sono. Na tarde após a transa enquanto Fernanda e Luana dormiam em um quarto eu e Cristiane transávamos na sala pois não agüentamos de tanto prazer que sentimos na madrugada que continuamos na tarde. Cristiane mamava bem nos meus seios, ela não desgrudava de mim, ela também fez o papel de homem imitando tudo que os homens fazem com ela comigo. Principalmente chupando os seios e chupando o grelinho. Estava muito bom. Cristiane gostava de ter alguma coisa enfiada e eu enfia alguns “brinquedos” nela para ela ir ao delírio. Quanto mais fundo eu enfia mais tesão ela ia sentindo e ela ficando com calor e com vontade de transar ainda mais. Brincamos muito no chão. As pernas dela já estavam vermelhas de tanto que eu as chupava os seus seios não existiam mais. Ela estava muito feliz. E ainda fizemos cavalinho no qual ela fez o papel de égua e não paramos mais.
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1914
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:41 pm
Assunto: contos 1


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Uma putaria gostosa


Estava eu sentado em um bar aqui em sampa, após um dia daqueles, quietinho tomando minha cervejinha merecida.
Quando começo a olhar em volta para as outras mesas, sem o menor interesse, so pelo simples fato de olhar.
Me deparei com uma mesa no fundo do bar, onde estavam sentadas duas mulheres lindas de corpo e rosto, uma loira e outra morena tipo india, continuei a olhar e percebi que muitas pessoas também as olhavam, então desencanei e continuei pensando na vida.
Logo em seguida só vi a mesa balançar e foi cerveja para tudo quanto era lado, inclusive em mim. Quando olhei, ja pronto para levantar e mandar tudo a merda, quando me deparo com a loira pedindo desculpas e tentando me limpar. Olhei bem para tudo aquilo e disse não haver problema que tudo se ajeitava.
Logo em seguida vem o garçom com outra garrafa dizendo que foi a morena quem estava oferecendo. Então a olhei e vi que gargalhava e muito, não sei se da minha cara quando vi que era a loira ou do estado em que fiquei. Peguei a garrafa e o copo e fui agradecer pessoalmente, e não precisa nem dizer que la fiquei.
Brindamos ao meu estado e rimos muito, não tardou e a loira ressurgiu no meio daquela mesas, e a cada passo um olhar sedento por aquela linda bunda.
Chegou e se apresentou como Laura, e a sua amiga Lia, beijinhos para cá e em pouco tempo ja estavamos rindo de todo o ocorrido.
No meio da conversa, deixei escapar a minha preocupação em chegar em casa cheirando cerveja e todo molhado. Então surgiu a ideia de irmos até a cada delas que era bem proximo dali, não me fiz de rogado e logico aceitei.
Chegando lá me deixaram bem a vontade, me ofereceram uma bebida e continuamos nosso papinho descontraido. Não demorou muito e o assundo chegou a SEXO. Propus então que fizassemos algum tipo de brincadeira. Quando a Loira pegou uma garrafa vazia e sugeriu que brincassemos de perguntas e respostas - tipo jogo da verdade, e cada resposta duvidosa teria que tirar uma peça de roupa. A Lia quis desistir na hora pois alegou estar apenas com um vestidinho peça unica, mas acabou entrando no jogo. Pergunta vai respostas vem, e não demorou muito para estarmos bem relaxados, e quase pelados.
Fiquei boquiaberto quando Laura (loira) tirou seu vestidinho e ficou somente de calcinha,que maravilha de seios, uma cintura linda e que bunda!
A Lia nem se fala, um par de seio grandes e empinados, uma barriginha lisinha e também que bunda...ha...que bunda.
Por final sobrou para mim ficar todo nu. Quando viram que meu caralho ja estava bem duro, a Laura e Lia se olharam e ja se ajoelharam para mamar bem gostoso.
Se revesavam com meu caralho em suas bocas, lambiam até engolir tudo e ficam brincando com as bolinhas. Lia mais safada precionava com o polegar logo abaixo do saco e isso dava um tesão sem igual.
Puxei a Laura para cima, e tirei sua calcinha com os dentes e comecei a lambe-la do umbigo até seu anelzinho rosado....e que cú maravilhoso.
A cada lambida em sua buceta ela tremia e gemia gostoso, aí então comecei a chupar seu cú bem gostoso e a enfiar um dedinho nele, ela supirava e gemia, adorando tudo aquilo.
Lia como uma boa amiga,pegou uma camisinha e ofereceu meu caralho para a amiga sentar e se deliciar, enquando ficava chupando seu clitoris e meu caralho ao mesmo tempo. Estavamos nessa posição gostosa quando Lia se pôs na frente de Laura e deu sua buceta para a amiga chupar, e como lambia gostoso, fazendo Lia gemer de tesão.
Ficamos nessa posição por mais um tempo, até que Lia disse que seria sua vez, então ficou de quatro e abriu bem a buceta oferecendo a quem quisesse. Não me fiz de rogado e cai de boca lambedo tudo, inclusive seu cuzinho, que piscava a cada lambida, mas ela não aquentou muito e pedia quase implorava para ser comida e bem comida.
Posicionei o meu caralho bem na sua buceta e enfiei de uma vez só, ela gemeu bastante e pedia mais, com palavras e empurrando seu corpo contra o meu. Enquando isso Laura assistia e enfiva um dedo na buceta e outro no seu cú. O que novamente não achei justo, então chamei-a para perto e fiquei lambendo e chupando gostoso, até que Lia pegou meu caralho e pediu que enfiasse em seu cú, o que prontamente atendi.
Enfiei a cabela bem devagar e quando entrou enfiei o resto de uma só vez como pediu, então soltou um urro e um gemmido que de imediato me assustei e so me acalmei quando Laura foi até Lia e lhe deu um longo beijo na boca. Não demorei muito e anunciei o meu gozo, então ficaram na minha frente tiraram a camisinha e chuparam bem gosto até eu gozar, e disputavam a lingua cada gota do meu goso. Fiquei estatico com tal situação, pois era a minha primeira vez com duas mulheres e tão maravilhosas.
Fomos os tres tomar banho e conversar um pouco, até que Laura confessou ter ficado com ciumes da amiga ter sido enrabada e ela não, então não me fiz de rogado nem fui embora sem antes comer e me deliciar com aquele cuzinho antes de ir embora. Infelismeente essa foi uma transa unica mas me recordo com bastante vontade. Se você mulher tiver alguma fantasia me .


o grisalho
Wed Nov 19 11:26:20 2003



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Da festa pra fuga....


Meu nome é Bruno, tenho dezessete anos, e gostaria de contar uma história bastante excitante que aconteceu esses dias entre mim e minha namorada Gabriela de dezoito anos.
Bom...dia de , foi aniversário do meu primo, todos estavam a vontade, comendo e bebendo, incluindo eu e minha namorada, com a diferença que nos dois não estávamos gostando muito da festa, na verdade, ate estávamos, mais sabíamos que havia coisa melhor para se fazer, ao invés de ficar ali, mesmo pq as coisas estavam apontadas a nosso favor, pois, minha prima havia saído com o carro e na volta ela encontrou a Gabi me esperando na porta do banheiro, e como sua bolsa estava muito longe, pediu para que a Gabi guardasse a chave com ela, ate irmos embora (ainda eram uma e meia da madrugada). Quando sai do banheiro a Gabi olhou para mim de um modo diferente como se quisesse dizer algo, que no momento só eu e ela entenderíamos, e quando olhei para a mão dela, ela estava balançando um objeto que parecia ser a chave de um carro, foi quando me dei conta que era do carro de minha prima, então a Gabi me contou a historia e dai não pensei duas vezes e fui logo levando ela para fora a procura do carro sem que minha prima soubesse, mas não haveria maiores problemas pois meu primo mora em um condomínio de casas fechado. Assim que achamos o carro, saímos em direção a ultima rua do condomínio, que por sinal era bastante escura, foi ali que percebi que deveria ter saído daquela festa antes, apesar de estar boa. Estacionei o carro, desliguei todas as luzes, tirei os cintos, e olhei atentamente para Gabi, que vestia um vestido preto, não muito comprido o que facilitava ainda mais as coisas, fui logo deitando os bancos e junto com eles a Gabi, beijei ela por um bom tempo e a partir dai as coisas foram esquentando cada vez mais, fui indo aos poucos beijando, da boca para a orelha, dps para o pescoço, ate chegar aos seios dela, que são do jeito que eu gosto, não muito grandes, porem bastante apalpáveis e com mamilos de dar tesão em qualquer homem, e ate mesmo em mulher, abaixei levemente seu vestido e me deliciei de tanto beijar aqueles peitos que já haviam me deixado louco outras vezes (dps eu conto), ao mesmo tempo em que levantava seu vestido ate a cintura, e não perdi tempo em colocar e sentir minha mão naquela boceta molhada e fervendo da Gabi. Eu já estava bastante excitado com td aquilo e não resisti em puxar sua calcinha de lado e enfiar alguns dedos, fazendo movimentos de vaivém, algumas vezes, em seguida me lambuzei todo naquela boceta, ao fazer o melhor oral de minha vida, ela estava deitada com as pernas abertas, e enquanto fazia, ela teve a iniciativa de levantar uma das pernas para me deixar mais a vontade para fazer aquilo. E por ai foi, já eram mais de duas e meia e tínhamos q voltar a festa para q não percebessem nossa falta. Na volta estacionei no mesmo lugar e entramos. Logo dps que entramos fomos eu direção ao bar, haviam bebidas de todos os tipos, tomei uma dose caprichada de whisky puro para relaxar e sentamos um pouco, para que todos percebessem q estávamos na festa, não aguentamos muito e quando olhei para Gabi novamente, ela estava com uma cara de quem quer dizer 'Quero Mais', tomei rápido a minha dose de whisky e saímos dinovo, fui ao mesmo lugar, a tal rua escura, mais qdo cheguei lá o carro de segurança do condomínio estava lá, parecia que tinha adivinhado q íamos lá, foi então que comecei a tentar despista-lo, andei por todo o condomínio, e então tive a idéia de entrar na garagem de uma casa em construção, para assim despistar o segurança, mas dai resolvemos ficar por lá mesmo, pois o lugar era bem escuro e ninguém desconfiaria de nos, novamente desliguei todas as luzes do carro, deitei o banco e etc... e ai td recomeçou, já parti logo com a minha mão em direção aquela boceta maravilhosa e cai de boca naqueles peitos, e qdo a beijava na boca ela negava e empurrava minha cabeça em direção a seus peitos e dizia: "Vai, mais forte!!", parecia gostar bastante da brincadeira, pois gemia bastante e baixinho, o que me enchia de tesão, e então umas dessas vezes, pedi a ela que me fizesse um boquete, ela prontamente colocou um Halls preto na boca (experimentem isso) e começou a abrir minha calca, e como ela estava com muito tesão também, não pensou duas vezes antes de chupar meu pau, que apesar de ser sua primeira chupada, se saiu melhor do que eu esperava, ela foi simplesmente perfeita, aquilo me levou a loucura, ate minhas pernas ficaram bambas, então ela se deitou novamente no banco e eu aproveitei para fazer um outro oral nela, ela abriu a perna tão gostoso que para mim já estava bom se eu pudesse ficar olhando aquela cena o resto da noite, depois de lamber aquela boceta gostosa, pedi para que ela se masturbasse para mim, enquanto olhava aquilo beijava os seios dela com forca, como ela havia me pedido, aquilo foi a melhor coisa, aqueles olhos fechados, gemidos baixinhos, e aqueles dedinhos entrando e saindo daquela bocetinha, e ela se contorcendo toda, e a outra mão dela me ajudava a acariciar seus peitos, eu estava morrendo de tesão e louco para gozar, mas para minha tristeza ela ainda é virgem e não queria que acontecesse assim, num carro, por mais excitante que seja. Me contive para não gozar, e então pedi a ela que fizesse mais um pouco de boquete em mim, mais dessa vez ela ficou numa posição em que eu pude alcançar sua boceta, e então ao mesmo tempo em que ela abocanhava o meu pau, eu socava dois dedos nela, o que fez com q ela melhorasse ainda mais sua performance, e as vezes ela ainda me incentivava, tirava a boca do meu pau e dizia: "Isso, isso, continua", parecia que ela ia gozar, pois se retorcia inteira e eu enfia com vontade aqueles dedos, ate que percebemos que não poderíamos ficar lá por muito mais tempo, já eram quase quatro da madrugada, e minha prima deveria estar nos procurando para irmos embora, para nossa infelicidade, tivemos que fazer um puta esforço para parar com td aquilo e fomos embora, qdo cheguei na frente da casa do meu primo, minha prima Fabiane já estava nos esperando, então fui para o banco de trás e ela foi dirigindo, e para surpresa minha e da Gabi, ela não disse sabe sobre eu ter saído com o carro dela, a única coisa que ela disse foi: "Aquela casa que vocês estavam não era abandonada", então olhei para a Gabi e fiz uma cara de "Não acredito que ela sabia que a gente tava lá". Enfim, o importante é que aproveitamos muito bem nossa noite, me aguardem que agora vou escrever toda semana para o site contando td!!! A primeira vez esta por vir logo...Estou morando sozinho e tenho uma chácara onde costumo ir... Nada mais nos impede de transarmos...

Bruno
Sun Nov 16 21:08:26 2003



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sexo no playground


Meu nome é Marcos, hoje tenho dezoito anos, mas a história que vou contar se passou quando eu estava com doze anos, eu moro em são paulo, eu fui passar as férias em uma colônia de férias no interior de são paulo com meus pais e meus tios,meus tios tem duas filhas, vivian que na época tinha quinze anos e isabella que na época estava com oito. Eu fui de má vontade nesta viagem, pq eu sabia que seria o único menino na colônia e que não teria ninguem com quem ficar, pq eu sabia que na época em que estavamos indo, não teria ninguem da minha idade e eu seria obrigado a ficar com a isabella, pq sua irmã ia arranjar algum carinha e sumir no meio do mato com ele(ela é bem liberal). Chegando lá, tudo que eu estava pensando se confirmou, não havia ninguem da minha idade, a minha prima mais velha achou um carinha para ficar junto, e eu fui encarregado de entreter a isabella, pq meus pais e tios sumiam o dia inteiro, somente aparecendo no final da tarde. Como estava um sol fortissimo, eu passava o dia na piscina com a garota, e como eu estava sem o que fazer, ficava olhando para a minha priminha, e vi que ela tinha um corpinho decente, pernas bonitas, bundinha redonda, sem peito nenhum claro, mas o corpo dela era tão infantil e ficava tão bem naquele maiozinho que ela usava que me deixava de pau duro, e comecei a dar atenção a ela, conversava, brincava com ela, sempre aproveitando essas oportunidades para passar a mão nela, ela tinha uma pele macia, moreninha, que combinava direitinho com os longos cabelos pretos dela que chegavam até a bunda e um sorriso maroto, lindo que ia virar a cabeça dos caras no futuro(se já não virava). a primeira semana de férias foi passando e eu consegui dexar ela totalmente confortável comigo, ela tava me adorando, e eu batia uma punheta pensando nela umas duas vezes por dia. No domingo, nós estavamos na piscina de novo, eu alisando as coxas dela e ela falando e nós vimos nossos pais indo para o morro, como nós não sabiamos o que eles faziam durante o dia, resolvemos seguir eles e o que vimos foi a senha para o que eu tanto queria, eles estavam fazendo swing, meu pai comendo minha tia e vice-versa...ficamos olhando para aquilo sem saber o que dizer e saimos correndo de lá, eles nem nos viram pois estavam entretidos no que faziam, fomos para o salão de jogos que estava vazio, lá, a isabella me olhou e perguntou o que meu pai tava enfiando na mãe dela, eu já me sentindo liberado pelo que vi e com muita raiva, nem pensei, tirei minha sunga e mostrei meu penis ereto para ela, ela perguntou se podia pegar, eu disse que sim, mas não ali, e entramos no banheiro,tranquei a porta e disse que ela tb tinha que ficar pelada, ela tirou o bikini e vi aquela bucetinha dela, o que deixou meu pau se possivel mais duro ainda, ela se ajoelhou para poder ver melhor e eu falei para ela fazer movimentos de vai e vem no meu pinto com a mão, ela começou a fazer e pela primeira vez eu ejaculei, ela me olhou e me perguntou o que era aquilo e eu disse que tinha gozado, ela perguntou qual era o gosto e eu disse que não sabia, e sem eu falar nada ela lambeu a cabecinha do meu pau, ela sorriu e disse que não era ruim, e começou a lamber ele todo que nem um pirulito, nem preciso dizer que gozei de novo e dessa vez bem na cara dela, eu que já estava com o pau doendo de tão duro, eu me sentei no vaso sanitário e mandei ela sentar no meu colo, que iamos fazer a mesma brincadeira que nossos pais estavam fazendo, ela veio e sentou no meu colo, e eu comecei a esfregar meu pau na bucetinha virgem dela enquanto passava a mão nos mamilos dela e no peito raso dela, eu perguntei se ela tava gostando e ela falou que era gostoso, uma cosquinha agrádavel que ela sentia na buceta, eu disse que ia ficar mais gostoso e beijei ela nos lábios, ela se surpreendeu, mas correspondeu, eu enfiei a lingua na boca dela(os dois desajeitados pq era nosso primeiro beijo), coloquei minhas mãos na bundinha dela e comecei a apertar e a direcionar ela na direção do meu pau, comecei a enfiar nela devagar, mas fui aumentando a velocidade até que enfiei até o talo nela, eu acho que tava doendo nela pq ela gritava bastante entre os beijos e eu acho que se não estivesse segurando, ela sairia de cima de mim, fiquei no movimento de vai e vem até que ejaculei dentro dela, exausto, eu parei de forçar a bucetinha dela e a abracei, ela ainda ficou em cima de mim, chorando um poco mas beijando meu pescoço e rosto, que nem uma gatinha, ela saiu de cima e vi que meu pau tava todo mole e melado de porra e sangue, nós tomamos um banho para nos lavarmos e saimos de lá, eu tive que carregar a menina no colo, pq ela tava com a bucetinha ardendo, mas estava com um sorriso no rosto. Tem mais ainda para contar, mas eu conto outra hora. Espero que mais pessoas coloquem seus relatos da primeira vez pq são sempre os melhores.

Marcos
Sat Nov 15 12:04:18 2003



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Feira Erótica


Sacanagens de Casal : A Feira Erótica


Esta aventura aconteceu há dois anos, quando eu e minha esposa resolvemos ir à uma feira-erótica, em São Paulo. Chegamos ao pavilhão por volta das três horas da tarde e já havia uma fila enorme:muitos casais, como nós, também queriam ver o que tinha lá dentro. Logo que entramos, fomos recepcionados por lindas garotas em trajes sumários: loiras, morenas, orientais, mulatas e negras seminuas foram nos entregando folhetos com a programação do evento. Em cada stand lindas recepcionistas nos abordavam, se propondo a explicar como funcionava ou se usava cada objeto erótico exposto. Uma pegou um alongador peniano e utilizando uma prótese foi nos mostrando como o aparelho para aumentar o tamanho do pau funcionava. Ela estava apenas de calcinha fio dental, preta, muito maquiada e com os seios, siliconados à mostra, além de salto alto. Em outra banca os demonstradores eram homens vestido ao estilo sado masoquista. Ao nos aproximarmos um dos rapazes elogiou minha esposa: "Oi, gostosa, vem ver o que temos aqui pra você!" – e foi mostrando um vibrador em formado de escorpião.
O melhor, no entanto, estava por vir: em outra parte do pavilhão estavam montados ambientes fechados, na verdade eram atrações: castelo dos prazeres, casa erótica, labirinto sexy, show voyeur, etc... As filas ainda não estavam grandes e resolvemos entrar em uma: "Castelo do Prazer". Ao entrar um rapaz nos explicou que eram várias salas que teríamos que percorrer e em cada uma encontraríamos um fetiche. Não éramos obrigados a participar de nada, mas, se quiséssemos poderíamos aproveitar. Dito isto, abriu uma cortina preta e nos colocou para dentro. O local eram pouco iluminado, mas interessante. Demos alguns passos e de repente uma linda morena, vestida de vampira sexy, nos recebeu: ela estava com dentes de vampiro, uma capa preta, saltos altos, calcinha preta bem minúscula e era muito bonita. Ela nos abordou dizendo:"Venham para o castelo dos prazeres!" - e foi nos abraçando. Ela olhou para Ramona e perguntou-lhe :"Você gosta de mulher?" – Com a afirmativa de minha gata, a vampira a atacou e deu-lhe um beijo na boca... não é preciso dizer, mas aquilo me deixou doidão de tesão. Não contente com aquilo, a vampira levantou a blusa de minha esposa e passou a chupar seus seios, olhando pra mim. Ela ainda puxou-me a mão e colocou em sua bunda, ao que eu a agarrei de imediato. Depois ela puxou Lara e a fez chupar seus seios... Foi uma cena linda, maravilhosa. Depois daquela performance, a vampira nos acompanhou até a próxima sala e saiu. Na outra sala havia uma cama e duas moças, uma morena e uma loira, se beijando e bolinando. Ao nos ver elas, que estavam totalmente nuas, vieram ao nosso encontro e nos conduziram pra cama. Cada uma montou em um de nós e ficaram se esfregando os seios em nossos rostos. A que ficou com Ramona tinha seios enormes, lindos mesmo, e os colocava na boca dela, que chupava avidamente. Eu agarrei a bunda da que estava sobre mim e não parava de passar a mão em tudo. Aquilo estava muito gostoso e era algo inesperado, pois eu não achava que encontraria tal coisa ali, além, dos produtos expostos. Depois de alguns minutos, fomos conduzidos para uma nova sala: um casal vestido apenas com tecidos de onça, nos recebeu. O rapaz agarrou Ramona, e passava a mão em sua bunda, falando impropérios em seu ouvido, enquanto a moça, bem safadinha me dizia no ouvido, colocando minhas mão em seus quadris e seios: vem, gostoso, goza comigo, me ajuda a gozar! Em dado momento notei que minha esposa estava com o pau do rapaz na mão, batendo uma punheta pra ele. Fiquei excitado e meti a mão na bunda da loirinha que estavas comigo. Em outro quarto uma linda morena dançava, de costas, nua, e pedia para que pegássemos e batêssemos em sua bunda. Foi o que fizemos e ela pedia mais e mais. Depois ela agarrou a bunda de Ramona, e tb lhe deu um beijo na boca. Meu pau já estava estourando de tão duro. A última parada foi com mais um casal, em um corredor escuro: o rapaz já foi logo colocando a rola na mão de Ramona e a moça esfregando os seios em meu rosto... Saímos de lá atordoados, morrendo de excitação.
Depois de andarmos mais um pouco pelo recinto, e de nos bolinarmos um pouco num canto escuro, avistamos mais uma brincadeira: quarto escuro: o casal tinha que entrar de olhos vendados, um de costas para o outro, amarrados. Apesar da venda, eu pude ver por baixo que um casal nu nos recebeu. Ela pegava mina mão e ficava esfregando em sua buceta, seios, e até lambia meus dedos. Minha esposa, do outro lado, sentia uma pica dura na mão, passava a mão no tórax do rapaz, e sentia os seios serem apalpados. Ficaram nos excitando por cerca de vinte minutos, e no final a moça baixou meu zíper e retirou meu pau pra fora. Ela ficou me punhetando quase até eu esporrar e depois me soltou. Eufóricos, saímos de lá e já engatamos nossa atração: labirinto erótico. A brincadeira era a seguinte: você entrava lá e um montão de gente sem roupa te aguardava e você podia passar a mão em todo mundo e tb ser apalpado. Foi uma loucura. Ramona saiu com os seios pra fora do decote, e eu caí de boca. Depois de tanta excitação ainda assistimos a dois shows de streep tease e a uma apresentação de sexo explícito. Antes de irmos embora, à noite, compramos vários objetos: vibradores, dildos de silicone, chicotinho, revistas, lingeries, cremes lubrificantes e plugs. Como usamos tudo isso? Outro dia contamos!

Guilherme e Ramona

Guilherme
Fri Nov 14 00:31:37 2003



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Na Adolescência


A Primeira sacanagem...


Estas histórias que eu vou contar aconteceram na minha adolescência, em São Paulo. Aos quatorze anos eu ainda era virgem, mas vivia querendo transar. Inocente, eu nem sabia me masturbar, só descobrindo como se fazia isso ao quinze anos de idade. Mas antes de aprender a bater punheta tive minha primeira experiência sexual. Isso foi nos anos oitenta, em uma "casa" de massagem no centro da cidade. Fui levado por um amigo mais velho, que insistiu muito. Muito tímido e inibido, inicialmente eu nem queria ir, não era medo , mas pura timidez. Mas acabei cedendo e num sábado pela manhã fomos ao local. Era um prédio comum, na Avenida São João, na verdade era um prédio residencial. Na portaria meu amigo falou a "senha" para o porteiro e o mesmo nos anunciou no antro de perdição. Eu e meu amigo, Thales, entramos no elevador e fomos subindo. Confesso que inicialmente eu estava um pouco nervoso, mas isso dissipou-se quando "Cristina" abriu a porta do apartamento: ela era uma morena muito gostosa, alta, cabelos longos, e um sorriso muito sacana. Não era muito nova, devia já estar beirando os quarenta anos. No apartamento fui apresentado para a dona do bordel, uma mulher gorda, grande e simpática que disse: "Quando você falou deste seu amigo eu pensei que fosse uma criacinha, mas ele já e um homem, Thales". Sentamos na sala e as prostitutas se apresentaram: Cristina, que havia nos recebido, Paula ( uma linda loirona, com um corpão maravilhoso, mas muito séria, de uns trinta anos) e Mara (ruiva, estatura mediana, pele morena, bem bunduda, mas com mais de quarenta anos). Fiquei só as obervando enquanto meu amigo conversava animadamente com a cafetina e então ela me perguntou: "E então, gostou das garotas? Com qual você quer ficar?" – Apesar da timidez e corando um pouco, apontei para Cristina, que abriu um imenso e eufórico sorriso e já foi me abraçando e me levando para uma suíte. "- Que legal que você me escolheu! Fico muito contente em poder ser sua primeira mulher! Tome um banho que eu vou me preparar para você, gatinho!" – disse isso e saiu do quarto, deixando uma toalha e um roupão na cama. Rapidamente eu tomei uma ducha, vesti minha cueca (verde!), coloquei o roupão e fiquei sentado na cama. Vi que Cristina havia deixado várias revistas pornográficas na cama, que comecei a folhear. Eram revistas suecas, que eu não conhecia e mostravam cenas de sexo explícito. Aquilo logo me deixou com o pau duro. Cristina entrou em seguida e sentou-se ao meu lado, olhando as revistas. Ela vestia o roupão branco, e estava com os cabelos castanhos um pouco úmidos e muito sorridente. "Legal né, essas revistas? Mas melhor ainda é fazer!" – Falando isso ela foi me abraçando e pegando no meu pau. "Nossa, que grande!" – disse tirando minha cueca. Muito tímido eu não fazia nada, apesar de sentir tudo, mas estava adorando aquilo. Ela era muito carinhosa e simpática. Logo ela tirou o roupão e vi que vestia apenas uma minúscula calcinha vermelha, e então deitou-se ao meu lado, me abraçando e me beijando. Na verdade ela "montou" em cima de mim e então eu pude apalpar sua bunda gostosa, feliz da vida por estar ali com ela. A partir de então eu passei a mão em toda parte de seu corpo, mamei em suas tetas, passei o dedo em seu clitóris... Então começou a chupar meu pau, engolindo ele inteiro. Aquilo era demais, era a primeira vez que eu era chupado e meu pau parecia que estava crescendo mais ainda. Muito sexy e gemendo, Cristina sentou a buceta no meu pau e começou a fazer um vai e vem super delicioso. Eu estava metendo pela primeira vez ! Sua buceta de puta era muito molhada, quente e folgada, mas me dava muito prazer. Depois ela ficou de quatro e pediu para mim meter naquela posição. Sempre me auxiliando, ela tratou de guiar o pau para dentro de sua xota, pois eu estava meio perdido. Fui metendo como podia, e ela empurrava a bunda para trás dizendo baixinho,"isso, é assim mesmo que se faz! Eu vou te ensinar direitinho como se come uma mulher! Vou te mostrar em várias posições!!" – Eu delirava ouvindo aquilo e logo gozei, me sentindo esvair na porra... era uma sensação que até então eu não conhecia direito, pois nem punheta sabia bater. Eu só gozava dormindo, quando tinha sonhos eróticos. Depois daquele gozo, Cristina fumou um cigarro e disse:"Você é muito gostoso, mas eu vou te dar mais ainda, quero que você goze mais algumas vezes!" . Assim que apagou o cigarro ela me deu um super beijo e ficou de lado pra mim. Novamente ela guiou meu pau para dentro dela e pediu para mim meter. Depois de algumas bombadas, ela tirou meu pau um pouco e pediu para ficar quieto. Então ela foi vindo devagarinho. Eu sentia que sua buceta estava diferente, seca, apertada. Ela gemia, enquanto eu a penetrava e quando entrou tudo, ela pediu para mim ficar parado um pouco. E depois foi mexendo bem devagar. Somente depois é que percebi que havia metido em seu cu! E ainda por cima ela me fez gozar dentro de seu rabo e eu, inexperiente, só fui descobrir o que havia acontecido depois que fui embora. Naquela tarde de sábado eu fiquei mais de duas horas no quarto com aquela puta. Era minha primeira vez e estava sendo maravilhoso. Depois de ter gozado em seu cu ela não se fez de rogada e tratou logo de fazer meu pau levantar de novo: o abocanhou e foi chupando e mordiscando como uma verdadeira puta que era e logo eu estava novamente pronto, duro e ereto para meter. Cristina montou em mim como uma vadia e foi cavalgando como força e rapidez, aquilo era muito gostoso, ela pulava em cima de mim espetada em minha rola, me deixando louco. Quando percebeu que eu estava prestes a gozar, saiu de cima e ficou de quatro e pediu para mim montar nela. Vendo aquela bunda maravilhosa, fui encostando a rola, e pra facilitar ela já foi guiando meu pau pro seu buraco mais apertado, o cu que eu já provara e logo eu estava metendo com toda minha força. Quanto mais eu metia, mais ela pedia:"Vai, acaba comigo menino gostoso!" Depois ela pegou e enfiou meu pau em sua buceta e me deixou meter até gozar e caímos ambos desfalecidos na cama. Ela ficou abraçada comigo, me beijando muito e sorrindo. Tímido, eu não falava nada, mas me sentia muito feliz e extasiado. Depois que descansamos um pouco eu passei a mamar em suas tetas, tentando engolir, e ela gostava daquilo, pois até gemia. Cristina era uma morena muito gostosa e fogosa e era muito bom estar ali com ela. Parecia um sonho, eu ali, com uma mulher gostosa, totalmente nua e a meu dispor. Em dado momento ela, excitada, disse-me: "Aí, você me deixou com tesão de novo, vai ter que dar conta agora!" E já foi virando a bunda pra mim e guiando meu pau para dentro de sua xana, molhadinha. É lógico que meu pau estava totalmente duro de novo, babando, prontinho para entrar naquela buceta. Fui afundando com calma cada centímetro e quando não tinha mais o que entrar, passei a fazer um vai e vem lento, acelerando pouco a pouco e sentindo logo vontade de gozar, meu pau estava sensível com tanta meteção e logo novamente gozei...
Antes de ir embora paguei o programa, tomei um novo banho e depois saímos eu e Cristina abraçados do quarto. Meu amigo nos esperava na sala, e antes de ir, Cristina muito sorridente me beijou na boca e disse "Volta de novo, gostosinho, eu adorei você!". Fiquei muito feliz. No caminho de volta meu amigo me perguntou como havia sido, eu, como sempre retraído, limitei-me a dizer que havia sido muito bom... É lógico que voltei diversas vezes!!!

Guilherme

Guilherme
Fri Nov 14 00:29:52 2003
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1915
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:42 pm
Assunto: Contos 2


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repassando...

Festinha de quinze anos


A história que vou lhes é contar é totalmente real...
Me chamo Rafael, e tenho uma namorada chamada Amanda.
Ela é uma garota super gostosa, pernas grossas, seios deliciosos e fartos, uma bundinha de causar inveja a qualquer um,...
No dia de seu aniversário de quinze aninhos,ela teve o melhor dia da vida dela e o meu tb. Sua família toda(pai, mae, tia, ...)estava no play onde estava acontecendo a festa!Enquanto isso, Amanda e eu fomos para a garagem do prédio. Chegando lá, ela me deu um beijo e começou a passar a sua mao no meu pau, que já estava mto duro!!Depois ela o tirou de dentro da minha calça e começou a bater uma deliciosa punheta, passando às vezes a sua lingua na cabeça do meu pau!!!Entao eu levantei seu vestido(q por sinal nao era mto grande)e tirei a sua calcinha, e fiquei vendo e tocando aquela buseta peludinha!enquanto ela tocava uma pra mim, eu tocava uma pra ela!mas ela dizia que queria mais q isso, e entao ela sentou peladinha no meu colo e começamos a roçar um no outro até eu meter meu pau todo na sua buseta...depois de mto tempo transando em várias posições, descemos para a festa e continuamos como se nada tivesse acontecido.OS pais dela nem desconfiaram.Depois disso, rolou várias vezes no mesmo lugar!!!

Rafael
Thu Nov 27 12:00:31 2003



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FAST FOOD


Alô companheiros. Tenho demorado a comparecer porque o CVS, de quando em vez, demora muito para atualizar o site. Agradeço as criticas. Ser chamado de chato não deixa de ter sua utilidade para se tentar corrigir a chatice. Aos demais companheiros do bom português, aguardo notícias e mais belos relatos. Viva a imaginação!

FAST FOOD
COMO SE FORMA O CARÁTER DE UMA NAÇÃO




Bud passou pelo jardim do bonito chalé dos pais de Teddy e deu a volta para entrar pela porta dos fundos. Estava muito ansioso e chegava até a tremer levemente. Tinha razões de sobra para estar nervoso e tantas que parou ao lado da porta para repassar o seu plano.
Não queria falhar, pois o prêmio era de dar água na boca. Com a ajuda de Teddy, escapara do colégio depois da segunda aula, durante o recreio. Até agora tudo havia corrido bem. O pai de Teddy já havia saído para o trabalho e Gladys, a sua deliciosa mãezinha, já deveria estar acordada.
Lambeu os lábios ressequidos pela tensão ao pensar nela. Na visão dos seus quatorze anos, quase quinze, ela era a mais espetacular mulher que existia no mundo. Abrindo a porta, sentiu que o calor, que dominava seu sexo, transformar-se em fogaréu, ao avista-la de costas, mexendo no balcão da pia.
-- Oi Bud! – exclamou ao voltar rapidamente a cabeça pelo ruído da porta sendo aberta e fechada. Voltou a atenção para o que fazia, continuando – O que está fazendo aqui? Não deveria estar no colégio? E Teddy?
-- Teddy continua lá.. escapei na hora do recreio..
Gladys, terminando o sanduíche que estava fazendo, interrompeu a explicação do moleque:
-- O que lhe deu na telha de fugir das aulas? Quer perder mais um ano? Deste jeito vai ficar para trás de Teddy que só tem treze anos.. Oba!! O que é isto? Lost your mind? – e começou a rir porque o menino havia se grudado às su-as costas, abraçando-a fortemente.
Continuou rindo ao sentir os seios agarrados, beijos molhados na nuca e um volume pressionando sua bun-da. 'Mas que diabinho de moleque – pensou – é metido à garanhão e completamente desajeitado..'. Advertiu severamente:
-- Take easy!! Não aperte assim! Assim dói! Não é deste jeito! Espere! Calma! Deixe-me lanchar e depois a gente conversa!
A advertência, seguida de uma cotovelada no menino, funcionou e ele se afastou.
Gladys voltou-se e, começando a comer, examinou Bud, agora com renovada atenção e interesse. Surpreen-deu-se com o grande volume que estofava suas calças, admirou o corpo atlético e enterneceu-se com o rubor e expressão ago-niada que dominavam o rosto bonito.
-- Alcance-me o copo de leite maltado.. e sente-se ali..
Foi obedecida e ficou brincando com ele enquanto fazia o lanche. Divertia-se vendo a sua tensão e a expres-são cobiçosa do seu olhar.
-- Me dê aquele guardanapo.. – pediu quando terminou a pequena refeição.
Novamente foi surpreendida pela fogosidade do menino que se atirou contra ela, abraçou sua cintura e a bei-jou. Um beijo que limpou seus lábios melhor que um guardanapo. O malandrinho podia ser desajeitado, mas beijar já sabia e muito bem!
Começou a gostar e se excitar, principalmente porque suas fortes mãos agarravam suas nádegas. Well! Ali podia apertar à vontade. Ela gostava muito. Por outro lado, estava bom sentir o duro membro forçando uma passagem impossí-vel pelo vértice das suas coxas e a movimentação da língua de Bud dentro de sua boca.
O sarro estava ficando cada vez melhor e ela excitava-se progressivamente. Olhou com o canto dos olhos o relógio de parede e pensou 'Se é para aproveitar, tenho que apressar as coisas.. em menos de duas horas as crianças estarão aqui.. '.
Como já havia se decidido, conseguiu afasta-lo e falou, já com a voz um pouco enrouquecida pela volúpia que a estava dominando:
-- Vamos fechar a casa e subir.. vou lhe dar o que você está querendo..
Subiram agarrados. Bud estava uivando de tesão e tinha as mãos por todo o corpo de Gladys que, por sua vez o ia instruindo como usa-las. Ele aprendia rapidamente e quando chegaram no seu quarto, ela já estava gozando o resultado das lições. Ele bolinava forte mas sem exagero. Tão bem que suas calcinhas estavam molhadas quando sussurrou ao seu ouvi-do:
-- My mustang.. vamos tomar um banho juntinhos.. venha..
Bud maravilhou-se quando ela despiu-se. Superava tudo o que havia imaginado. Ela era mais que gostosa! Era uma máquina! Um tesão!
Debaixo da ducha morna e abundante, ela continuou as lições. Entre esfregadas de sabonete, punha um seio redondo e firme na sua boca, mandando-o chupar e ensinando como, fazia o mesmo com o outro, mostrava como ensaboar seus pentelhos e todo o meio de suas coxas grossas e gordinhas.
Bud delirava de gozo. Tudo lhe era prazeroso. Era uma delícia chupar os seios túrgidos, correr as mãos pelo vão das coxas, sentir o calor da vagina quente e a firmeza das nádegas esféricas.
Gostou de morder o ventre achatado, mas, quando ela empurrou sua cabeça para baixo, escorregou e caiu.
-- Meu machinho! – riu Gladys, desligando a ducha e ajudando-a a levantar-se – venha cá para eu lhe enxu-gar, my little baby..
Nesta altura das sacanagens, Gladys estava zunindo de tesão. Os seios estavam duros de doer, sentia um a-fogamento na garganta e sua vagina estava encharcada. Agora o rapazinho lhe parecia um dos melhores machos que já comera e, mesmo descontando sua exaltada lubricidade, via que Bud tinha tudo para ser um belo amante. Além de bonito e bem encorpado, tinha um membro lindo! De excelente tamanho e duro como um ferro.
Não resistiu e o empalmou acariciando-o junto com o saco pesado. Um colosso!
Foi demais para o jovenzinho que começou a esporrar. Gladys deu um gritinho de espanto pela força dos es-guichos e a quantidade de esperma que estava enchendo suas mãos. Caiu de joelhos e mergulhou o cacete trepidante dentro da boca. Enquanto engolia o licor quente e viscoso, urrava em pensamentos 'Tal seria que eu pudesse perder esta delícia! – deglu-tia rapidamente e masturbava o mastro com as duas mãos meladas de porra – é gostoso demais! Pena que eu tivesse perdido parte desta iguaria! Eu devia ter chupado direto!'.
Aos poucos Bud foi cessando os esguichos. Tremia tanto que se apoiava na cabeça loira de curtos e encara-colados cabelos, para não cair. Gladys mamou até nada mais restar. Achou excelente e, ao se levantar, ainda lambeu as mãos, estalando a língua de prazer.
-- Gostei do seu leite! Depois vou querer mais! – rindo muito, pegou Bud pelo braço e o atirou na sua gran-de cama, por sinal ainda desarrumada pelos folguedos com o marido na noite anterior. Deu uma pequena corrida para fechar a grande janela que se abria para o terraço do quarto e voltou aos pulinhos para a cama.
Ficou radiante ao avistar o cacete do menino. Estava duro e ereto como se não houvesse gozado minutos an-tes. Ficou tentada a chupa-lo de novo, mas preferiu encostar seu corpo luxuriante no dele, tomar o colosso nas mãos e beijar sua boca. Acertou em cheio, pois se ele já havia mostrado que sabia beijar, agora se superou e foi uma delícia sem par!
Bud a afogava em um beijo escandalosamente sacana e tesudo. Seu desejo pela bela mulher recrudescera vi-olentamente ao vê-la correndo nua pelo quarto, com os seios balançando e as formosas nádegas e coxas grossas em movimen-to. Seu pau ficou tão duro que até estalava!
Gladys, estremecendo de tesão, puxou o rapazinho sobre ela, ergueu as pernas abertas e endereçou o cacete vibrante, que segurava, para sua vagina molhada. Recebeu uma estocada tão violenta que ficou sem ar. Bud foi tão rápido na penetração que quase arrastou sua mão para dentro de sua boceta. O moleque enterrou todo o colosso dentro dela de primeira, provocando uma dorzinha aguda ao atingir o colo de seu útero.
'My God! – pensou entontecida – o diabinho me estofou toda.. nunca foi tão preenchida.. mais até quando fui descabaçada.. this son of a bitch is really good!!'. E passou a gemer a cada enfiada que levava. Tinha que gemer, pois eram enterradas profundas e vigorosas. O moço metia e metia sem parar. Tudo sacolejava. Seu corpo e sua cama. Era um terremoto! Sua boceta era metralhada por enfiadas rapidíssimas e longas, muito profundas, sempre encostando no colo do útero. Ele não beijava e nem acariciava. Somente agarrava forte suas nádegas, metia desvairadamente e bufava como um touro no cio.
De repente tudo aquilo começou a convergir, não só as violentas e completas enterradas, como as pancadas de seu corpo contra o dela, tão fortes no meio das coxas e púbis, como contra seu ventre e seios. Gladys, somando tudo aquilo, entrou em um clima de gozo desvairado e progressivo que parecia não ter fim.
Foi assaltada por orgasmos múltiplos inacreditáveis e, até Bud gozar, inundando sua vagina com um mar de esperma aquecido, esvaiu-se em prazeres tão intensos que a cegaram com as fagulhas e estrelas que explodiam em seu cérebro.
Quando o terremoto cessou, sentiu-se gratificada, apesar de extenuada. Ele continuava sobre ela e seu pau, embora sem a rigidez pétrea, permanecia inteiro dentro de sua boceta.
Estava gratificada porque havia gozado intensamente e o peso do corpo de Bud era muito agradável, sem mencionar o cacete lhe preenchendo e, ainda, com pequenas contrações sentidas por ela. Descansou as pesadas pernas sobre as dele e, em sinal de gratidão, rodeou o rosto bonito com as mãos e colou sua boca na dele.
Um beijo gostoso e calmo, mas que não dispensou o trabalho de língua. Mais uma vez foi surpreendida pela velocidade com que ele reagiu ao seu carinho. Sentiu o cacete crescer dentro dela e, em seguida, ele reiniciar a foda.
Não podia acreditar que estivesse, novamente, sendo comida. Afinal pouco tempo havia passado entre os dois potentes orgasmos do menino, mas o fato era que ele estava metendo vigorosamente e com muita tesão. O rapazinho era vigoroso demais. Muito mais que o seu libido permitia mas, apesar de não poder corresponder plenamente, deixou Bud meter como bem entendesse. Ajudou com o aprofundamento do beijo e alguns movimentos de quadris, além de acariciar suas costas e bunda com as mãos.
O fato era que estava gostando de ser comida.
De repente ele desencaixou o cacete de sua boceta e a virou de costas. Empalmou seus seios e recolocou o cacete dentro de sua vagina, continuando a foda agradável, que ela ajudou ao erguer o traseiro e imprimir movimentos circula-res para complementar o prazer do rapaz.
Estava ótimo estar sendo fodida por tanto tempo e tanto tempo foi fodida que acabou gozando mais uma vez quando ele tornou a encher sua boceta de esperma:
-- Ui! Ui! Gostosinho.. agora saia de cima, que quero ir para o banheiro..
Gladys usou o banheiro sem perder de vista o meninão Bud deitado em sua cama.

Moloch
Tue Nov 25 18:04:00 2003



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Mamãe boa


Meu nome é Marcos tenho deseseis anos, tenho uma mãe chamada Eliana, pernas grossas, peitos grandes e uma grande bunda. Certo dia estava chhegando no quarto de minha mãe para ver oq ela estava fazendo e logo percebi que ela estava com um shortinho rosa. Até ai tudo bem, de repente ela abri as pernas com tudo e vejo sua linda e peludinha buceta, fico olhando por um tempo aquela buceta já estourada pelo meu pai.
Outro dia quando minha mãe chega em meu quarto para dar boa noite, oq ela ñ percebe é que estou pelado debaixo das cobertas e faço uma brincadeiara com ela: ela teria que me beijar e eu ñ poderia deixar, com todos aqueles movimentos meu pinto acaba ficando dura, e nisso consigo passar a mão nos peitos dela e tudo mais. Com isso tudo penso, será que ela ñ sente tezão por mim. Até que um maravilhoso dia vejo em meus quarto sungas e resolvo experimentar, como meu pinto já estava grande em pensar na minha mãe, se nota um pequeno volume. E logo minha mãe chega, e fica olhando por um tempo, dps peço ajuda para ela amarrar a sunga e nisso ela olha por dentro da sunga e vê meu pinto ereto e já bem peludo e nisso abaixa a sunga e me deixa pelado e começa à fazer um boquete delicioso, tiro sua bluso a e começo a chupar aqueles mamilos. Dps tiro seu shortinho e chupo toda sua buceta até ela gozar tudo em mim. Logo abro bem suas pernas e fodo ela com todo o prazer, ela gemendo fica de quatro e como ela na buceta. e lá me diz que na buceta já está bom, agora ela quer que eu à coma no cu, meu pinto vai e vem sem para até nós dois gozarmos. Dps de alguns dias fico só nos olhares. Isso é tudo!!!!

Marcos
Sun Nov 23 11:31:42 2003



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Incesto


Meu nome é Anderson tenho vinte anos e tenho uma irmã de catorze anos. Ela tem as coxa já bem grossa e um bundão de gatinhas de vinte anos. Tudo começou quando ela tinha nove anos, ela vinha jogar no computador que fica no meu quarto, e eu ficava vendo tv tbm no meu quarto (a gente sempre ficava sozinho no quarto) até ki um dia eu deixei um video de sexo na area de trabalho e ela sem saber o que era, abriu. Só que ela nao percebeu ki eu vi. Com isso todo dia eu deixava um video diferente e ela sempre abria. Um dia que ela tava jogando no computador, sentei do lado dela e botei a mao em cima da coxa dela ( que já era grossinha), e ela deixou, com isso subi a mao até chegar na bucetinha dela e ela nao falou nada. Botei a mao por dentro do pijama dela e por cima da calcinha, e fiquei massageando um bom tempo. No outro dia ela já veio de saia, sentei do lado dela e já fui colocando a mão por baixo da saia, fiquei esfregando um tempo e depois botei a mao por dentro da calcinha. Quando encostei na bucetinha e vi que naum tinha nenhum pelinho, nada!! Meu pau ficou louco pra gosar!!! De tanto que eu colocava a mao na bucetinha dela nao precisava ser mais na frente do computador, eu botava a mao na buceta dela em qualquer lugar da casa, eu passava por ela e dava um tapinha na buceta dela e ela nao falava nada.
Uma dessas noites ela nao foi pra frente do computador, ela deitou na minha cama e ficou vendo tv. Na hora eu já sentei do lado dela, levantei a saia e botei a mão por dentro da calcinha, passou um tempo e eu abaixei até os joelhos a calcinha e vi aquela buceta rosada que ninguém tinha tocado antes. Ela ficava só olhando a tv. Comecei a bater uma punheta na frente dela, e esfregando a mao na buceta dela. Fiquei tão louco vendo aquela buceta que subi em cima dela e fiquei esfregando a cabeça do meu pau na buceta dela. Tirei a calcinha dela até em baixo e afastei as pernas dela, comecei então a esfregar o pau na entrada da buceta dela. Com uma mao abria a buceta dela e com a outra encaixava meu pau bem na entrada da buceta dela, e fiquei batendo punheta com a cabeça do meu pau encaixado na entrada dela. Como ela só tinha nove anos e nao tinha nenhum pentelho na buceta, bati punheta até gosar. melequei toda aquela buceta e ela naum tava nem aí. Tirei a cabeça de dentro da entrada dela e vi que tava cheio de porra ali dentro, e escorreu o resto pra bundinha. Saí de cima dela , puxei a calcinha de volta até em cima e saí do quarto. Ela se levantou toda melecada e foi pra cama dela durmir. Ela nunca se limpava. Fiquei dois anos botando a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela e gosando, Depois de um tempo, eu gosava e ficava quase toda a porra dentro dela, saía bem pouco pra fora.Isso durou até os onze anos, depois eu estudava a noite e nunca mais fiz isso. Hj ela tem catorze anos e tá uma gostosa. E agora que eu tenho tempo comecei a fazer sacanagens com ela dinovo, pensei que ela tinha mudado mas nao. outra hora eu conto. Me se alguém já passou por algo parecido.... atentebol.com.br

Anderson
Sun Nov 23 06:28:33 2003



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O Massagista


oi pessoal eu gostaria d relatar sobre o q aconteceu. após sair da faculdade eu estava morto e muito estressado peguei o carro e fui ate um massagista q havia no centro da cidade, chegando la o massagista estava vago e eu fui logo entrando na sala de massagem ai ele me disse 'pode tirar sua roupa enquanto eu me preparo' eu tireia camisa e a calça ficando so d cueca quando ele voltou pediu q eu tirasse a cueca eu naum vendo problema nisso tirei ficando pelado na frente dele, ele ficou olhando meu corpo por algum tempo q por sinal eh todo depilado ate o meu cuzinho.ele pediu q eu deitasse na cama eu deitei e ele começou a massagem, foi nessa hora q eu percebi q seu pau estava duro e no momento em q ele passou ao meu lado eu agarrei o pau dele por cima da calça e ele ficou me olhando pasmo. eu abri o ziper da calça dele e tirei o pau dele p/ fora e começei a bater uma punheta p/ ele ate q ele pediu p/ q eu chupasse, eu naum aguentei e cai d boca nakela rola cheirosa e brilhante, enquanto eu mamava ele ia massageando minhas costas ate q chegou a minha bundae logo depois enfiou o dedo no meu cuzinho.. ai q delicia eu recomendo a todos mesmo q seja o seu proprio dedo.. eu chupei ateh q ele gozou na minha cara era tanta porra e eu bebi tudinho, alguns segundos depois ele ja estava recuperado me colocou d quatro e trepou em cima de mim, foi colocando seu pau bem devagar no meu cu e depois q entrou tudo ficamos num vai e vem delicioso ate q ele gozou novamente so q agora dentro do meu cu... nos tomamos um banho juntos onde eu fui o homem e ele a mulher e fui embora feliz e relaxado... bom esse foi meu relato espero q tenham se exitado como eu me exitei

Carlos
Sat Nov 22 19:33:48 2003
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1916
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:43 pm
Assunto: Contos 3


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repassando...


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MInha Vizinha


Certo dia estava no onibus, chegando do servico, quando observei uma mulher com uma bunda deliciosa em pe. Ela ia saltar no mesmo ponto que eu. Acostumado, como todos os homens, a observar a bunda das mulheres, fiquei surpreso porque aquela em especial me chamou a atencao. Meu pau endureceu na hora, e senti que a cabecinha estava arregacando dentro da cueca, o que era sinal de tesao a primeira vista. Ela desceu no ponto e eu desci atras. Vi entao que se tratava de uma vizinha, moradora no meu predio. Nunca tinha conversado com ela antes. Tinha visto numa reuniao de condominio, e so. Cheguei em casa pensando nela, e fui direto para o banheiro bater uma punheta pensando no cheiro daquela linda bunda. ESporrei fartamente. A partir desse dia fiquei imaginando como e que poderia conversar com ela. Precisava achar um pretexto qualquer. De qualquer modo, ela me parecia extremamente seria, e eu teria que bolar um jeito de mostrar para ela que sentia tesao e a desejava. Um domingo comprei o jornal e fui ler na piscina do predio. La estava ela tomando sol, com um biquini tesudissimo. Seria a oportunidade? Puxei papo, e ficamos conversando amenidades. Meu caralho duro, e eu nao sabia como mostrar para ela. Poderia pensar que eu era um tarado, e ai... Num determinado momento, ela me falou que pretendia reformar o banheiro de seu ap. Falei para ela que o meu estava reformado, e que se ela quisesse, poderia mostrar para ela. Subimos para o meu ap. Meu caralho duro, cabeca arregacada. Mostrei o meu ap, e em determinado momento, fiquei bem pertinho dela, vendo a paisagem da janela do meu quarto, O seu cheiro era muito excitante. Arrisquei encostar o caralho solto dentro do meu short em sua perna, e ela pareceu aceitar a encostada. Cheirei mais o pescocinho dela, e peguei no seu quadril. A partir dai declarei meu tesao, falei que batia punheta para ela, que esporrava muito sem ela sequer imaginar, e que tinha enorme desejo pela sua bunda. Sentamos no sofa, e puxei o sutia do biquini. Surpresa! Um par de bicos rosados sai ante meus olhos! Tetas maravilhosas, capazes de fazer qualquer homem querer mamar nelas! Meu pau ja estava de fora. Ela pegou, acariciou e acabei esporrando ali mesmo, no nosso primeiro encontro, esguichando o leite masculino do amor. Lambi sua bunda, mamei nas suas tetas, cheirei seu delicioso corpo sem acreditar que aquilo estava acontecendo.
Depois desse encontro ficamos juntos algumas vezes, sempre acabando em esporrada minha e gozada dela. Esporrei em sua bunda, nas suas tetas em seu corpo. A primeira vez que chupei sua deliciosa bucetinha, ela comecou a gozar na minha boca e a se contorcer e gemer loucamente. Seu liquidos vaginais me lambuzavam e excitavam cada vez mais. Adoro chupar sua buceta, passando a pontinha da lingua no seu grelinho intumescido. Parece um pintinho duro, um tesao de se chupar. Nossa primeira foda ocorreu em duas etapas. Na primeira enfiei meu caralho ate a metade de sua bucetinha. Na segunda etapa, no dia seguinte, enfiei o caralho at[e encostar na entrada do utero, e esporrei fartamente. Foi majestoso esporrar no utero dela, ate a ultima gotinha de leite seminal.
Outra ocasiao ela me chupou no banho ate eu esporrar. Engoliu toda minha esporra. Foi DE-LI-CI-O-SO.
Desde entao temos nos encontrado esporadicamente, e satisfeito nosso tesao mutuo. Tentamos nos evitar, pois nossos compromissos particulares impedem que tenhamos uma vida sexual explicita. Mas mesmo assim de vez enquando nos esfregamos ate nos lambuzar com nossos liquidos sexuais. Essa atracao me faz bater muita punheta para ela. Adoro sua bunda sua buceta, suas tetas de bicos rosados, seu cheiro de tesao, de femea que deseja trepar. Esporro muito para ela.

Master
Sat Dec 6 06:16:45 2003



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MINHA VIZINHA


Certo dua estava no 'onibus, chegando do servi;o, quando observei uma mulher com uma bunda deliciosa em p[e. Ela ia saltar no mesmo ponto que eu. Acostumado, como todos os homens, a observar a bunda das mulheres, fiquei surpreso porque aquela em especial me chamou a atencao. Meu pau endureceu na hora, e senti que a cabecinha estava arregacando dentro da cueca, o que era sinal de tesao a primeira vista. Ela desceu no ponto e eu desci atras. V[i entao que se tratava de uma vizinha, moradora no meu predio. MUnca tinha conversado com ela antes. Tinha visto numa reuniao de condominio, e so. Cheguei em casa pensando nela, e fui direto para o banheiro bater uma punheta pensando no cheiro daquela linda bunda. ESporrei fartamente. A partir desse dia fiquei imaginando como [e que poderia conversar com ela. Precisava achar um pretexto qualquer. DE qualquer modo, ela me parecia extremamente seria, e eu teria que bolar um jeito de mostrar para ela que sentia tes'ao e a desejava. Um domingo comprei o jornal e fui ler na piscina do predio. La estava ela tomando sol, com um biquini tesudissimo. Seria a oportunidade? Puxei papo, e ficamos conversando amenidades. Meu caralho duro, e eu nao sabia como mostrar para ela. Poderia pensar que eu era um tarado, e ai... Num determinado momento, ela me falou que pretendia reformar o banheiro de seu ap. Falei para ela que o meu estava reformado, e que se ela quisesse, poderia mostrar para ela. Subimos para o meu ap. Meu caralho duro, cabeca arregacada. Mostrei o meu ap, e em determinado momento, fiquei bem pertinho dela, vendo a paisagem da janela do meu quarto, O seu cheiro era muito excitante. AArrisquei encostar o caralho em sua perna, e ela parecei aceitar a encostada. Cheirei mais o pescocinho dela, e peguei no seu quadril. A partir dai declarei meu tesao, falei que batia punheta para ela, que esporrava muito sem ela sequer imaginar, e que tinha enorme desejoc pela sua bunda. SEntamos no sofa, e puxei o sutia do biquini. Surpresa! Um par de bicos rosados sai ante meus olhos! Tetas maravilhosas, capazes de fazer qualquer homem querer mamar nelas! Meu pau ja estava de fora. Ela pegou, acariciou e acabei esporrando ali mesmo, no nosso primeiro encontro, esguichando o leite masculino do amor. Lambi sua bunda, mamei nas suas tetas, cheirei seu delicioso corpo sem acreditar que aquilo estava acontecendo.
DEpois desse encontro ficamos juntos algumas vezes, sempre acabando em esporra e gozada dela. A primeira vez que chupei sua deliciosa bucetinha, ela comecou a gozar na minha boca e a se contorcer e gemer loucamente. Seu liquidos vaginais me lambuzavam e excitavam cada vez mais. Nossa primeira foda ocorreu em duas etapas. Na primeira enfiei meu caralho at[e a metade de sua bucetinha. Na segunda etapa, no dia seguinte, enfiei o caralho at[e encostar na entrada do utero, e esporrei fartamente. Foi majestoso esporrar no utero dela, ate a ultima gotinha de leite seminal.
Outra ocasiao ela me chupou no banho ate eu esporrar. Engoliu toda minha esporra. Foi DE-LI-CI-O-SO.
Desde entao temos nos encontrado esporadicamente, e satisfeito nosso tesao mutuo. Tentamos nos evitar, pois nossos compromissos particulares impedem que tenhamos uma vida sexual explicita. Mas mesmo assim de vez enquando nos esfregamos ate nos lambuzar com nossos liquidos sexuais. Essa atracao me faz bater muita punheta para ela. Adoro sua bunda sua buceta, suas tetas de bicos rosados, seu cheiro de tesao, de femea que deseja trepar.

Master
Sat Dec 6 05:42:21 2003



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PUTARIA NA PRAIA


Algum dia bruno estava jogando bola e ate que cezar apareceu com caio
de hrs entao fizeram muito amor, frango felipe tambem era e chegou
para fazer tambem gugu gaga papai e mamae, homens tinha o bastante,
imitaram traveztis e felipe saiu pq era o unico homem, ja caio sabia
da farça de felipe i saiu i deixou com o seu companheiro. Loucamente
cezar foi correndo atras de caio i deixou felipe pra la, mas nessa hora
vitor xegou i deu o butico pa caio i caio comeu, nunca vi cena tao
bizarra como essa cezar se masturbando enquanto caio i vitor fazinham
amor, o gay do filipe nao kis ficar fora dessa i fex um bokete em
cezar pena ki cezar nao conseguiu gozar na boca de felipe pq viu akela
cena de caio i tirou sua exitaçao, quase vitor nao aguentou o tamanho
da rola de caio. rasec angustiada olhava indignadA caio sendo possuidA
por vitor. sabendo de tudo isso caio deixou vitor para la i saiu dali.
Travecao da judy pintou na parada se masturbando com Mia, urban viu
a cena de mia i judy i foi da o cu pa caio i caio comeu. viajei
nos mamilos de mia ki era mordido por judy i felipe. Xyaninha chega
na parada i puxa felipe i fax um fio terra nele zueira foi ver hobbin
puxando benzina enquanto beijava cezar. a bunda de bruno ficou com calo
de tanto caio lamber. buraco aberto de caio era do tamanho de sua cabeça,
caio nao gostou dakilo i enfiou uma vassora no cu de felipe, dando o cu
nekele momento estava guiga faxendo elevador em hobbim enquanto polly
puxava o resto da benzina ki sobrou, e vitor xupava o pau de caio enquanto
levava no cu por felipe junto com a vassora,furando todas lipe o garanhao
dps de arragazar mia i judy pediu eduarda em namoro i ela aceitou i si mudaram
guilherme ki observava de longe se masturbando com a cenora xamou felipe
butou a cenoura no cu dele ki tava na boca de guiga i dps meteu a rola.
Hilario era a cena de ver rodrigo correndo atras de clara para com ela meter,
indignado guiga inventou uma makina do tempo, ki voltou ao tempo i fex com
ke eduarda nao si casase com felipe i ainda levasse uma tapa na cara,ja felipe
indignado matou guiga i casou novamente com duda i a xupou todinha, la pas
hrs caio matou todo mundo i si matou i a historia acabou.

fbs
Sun Nov 30 09:25:04 2003



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Fui fodido pelos meus dois cães


Meu nome é Rogério, tenho vinte anos. A história que vou contar ocorreu quando eu tinha dezoito.
Tenho dois cachorros machos, um doberman e um pastor alemão. Certa época notei que eles viviam brigando e acabei descobrindo o porquê: eles viviam tentando transar um com o outro. Então, para resolver a situação e já devido a uma certa excitação, é lógico, comecei a masturba-los de vez em quando. Mas, ao ficar pegando naqueles paus enormes e suculentos, outras coisas começaram a passar pela minha cabeça. Então, inicialmente comecei a deixar que lambessem meu pau enquanto me masturbava (e eles lambiam até a última gota da porra, avidamente), depois passei a ficar roçando meu pau no de um deles enquanto nos masturbava e ele despejava continuamente aquela porra quentinha no meu pau (isso era um tesão danado) e, posteriormente, passei a chupa-los: enfiava a rola deles na minha boca até a garganta e eles gozavam sem parar me deixando louco (é claro que eu engolia tudo, pois a porra era muito gostosa. Por fim, até tentei meter no cu de um deles com camisinha e lumbrificação mas não teve jeito, ele não liberou e ficou nervoso.
Finalmente, então, tomei uma decisão: ia finalmente dar o cu para ambos meterem até não querer mais. Primeiramente, dei um banho neles para ficarem bem cheirosinhos para a inauguração do meu rabo. Então, fui ao banheiro, pequei um óleo jhonson que lá estava e passei no cu, enfiando um dedinho para lumbrificar dentro também, afinal de contas ele seria arrombado por imensos caralhos (o do pastor alemão devia ter uns vinte e cinco cm por seis de diâmetro, o do doberman era um pouco menor). Assim, fui para o canil só com um short, sem camisa nem cueca (não tinha ninguém em casa) chegando lá, eles já ficaram bem atiçados, me cheirando todo e me lambendo. Quando tirei o short, começaram a lamber meu pau que já estava explodindo de tesão, então, fiquei de quatro e coloque o pastor alemão em cima de mim. Ele não teve duvidas: enfiou tudo numa estocada só. Doeu bastante, mas ainda tive sorte de o pau do cachorro estar relativamente pequeno nesta primeira inserção. A partir daí ele começou a meter ferozmente e com uma força incrível, com o pau cada vez maior e mais grosso e gozando horrores dentro de mim. Enquanto isso, eu sentia o cachorro me arranhar as costas pela ânsia do coito e soltar baforadas quentes na minha nuca o que só aumentava meu tesão, e o outro cachorro só lambendo meu pau. Ficamos neste sexo selvagem bem uns dez minutos, até que o pastor alemão cansou de meter e, depois de uma certa pausa ainda dentro de mim, saiu de cima, fazendo jorrar porra do meu cu arrombado e dolorido. Vendo que a posição vagara, o doberman não perdeu tempo e montou em mim enfiando sem dó no meu rabo, e como ele já estava muito excitado, seu pau já estava no tamanho total. Ele metia ainda com mais força no meu pobre cuzinho tanto que após um longo período de coito feroz (no qual eu gozei uma vez na boca do outro cachorro), acabou que o nó de seu pau também penetrou no meu cu causando uma dor imensa (quem entende de cães sabem quanto este nó é grosso em relação ao resto do pênis do animal). Dessa forma ficamos engatados por mais, pelo menos vinte minutos, ele não metia mais mas seu pau pulsava e gozava dento de mim, acabei gozando mais umas duas vezes neste tempo. Quando o pau do cachorro finalmente começou a reduzir, ele o tirou de dentro de mim, fazendo meu cu jorrar de novo uma quantidade inacreditável de porra. Como ainda não estivera saciado e se excitara novamente, o pastor alemão montou de nove e me fodeu mais uns cinco minutos, mas sem o mesmo vigor. Terminada a orgia animalesca, voltei cambaleante para casa, com o cu todo arrombado e dolorido de tanto ser fodido, e vazando muita porra. Tão cansado eu estava que dormi daquele jeito mesmo, sem me lavar. Sempre que possível, repito este sexo selvagem com eus cães, embora nunca mais tenha sido tão bom, pois eles geralmente não estão mais com tanto tesão e meu cuzinho não é mais virgem. Sempre fui hetero, nunca tranzei com nenhum homem, mas gaanto que, embora bizarro esta prática sexual é a melhor que existe. Recomendo a todos que tenham estes belos animais de estimação, que são os melhores amigos e os melhores amantes do homem!

Rogério
Fri Nov 28 23:04:22 2003



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FAST FOOD 2


Continua a pequena história das ações dos habitantes de uma pequena localidade dos EUA. É realmente edificante e muito pode ensinar aos outros povos civilizados.

Havia gozado duas vezes em menos de uma hora e deveria estar mais que satisfeita, mas estava ficando quente de novo ao olhar o amigo de seu filho. Andou de volta para a cama. Sua tesão cresceu quando Bud, antes que ela deitasse, saltou da cama e a abraçou por trás, empalmou seus dois seios e beijando sua nuca, pediu:
-- Quero a sua bunda!
Gladys riu alto e, depois de rebolar as nádegas carnudas sobre o pau duro de Bud, deitou-se de barriga para cima e disse:
-- Não vou dar.. agora não! – ante a insistência do guri, continuou – você pensa que pode ir comendo meu rabo assim? Logo na primeira vez? Não vou deixar mesmo.. mas venha aqui que, para compensar, vou lhe dar um 'blowjob' inesquecível..
Enquanto Bud se retorcia e gemia, ela se deliciava em deglutir o bonito pau e pensava 'Bem que gostaria de dar a bunda para ele.. e daria de bom grado se a besta do meu marido não tivesse me arrombado ontem à noite.. foi gostoso, mas o filho da puta do Frank me esfolou toda.. quando estiver melhor, vou pensar no caso.. '
Experimentou lamber o saco e gostou. Foi até o cu do menino, lambeu e enfiou a língua.
Bud guinchava de prazer com as carícias inusitadas que a mãe de Teddy sabia fazer. Ela era realmente fantástica e se lamentou por haver demorado tanto em vir come-la. Mas não fora por falta de tesão por ela e sim por ter estado absorvido pelas amigas de sua mãe. Estava aproveitando a excursão delas para Ohio, para disputar o campeonato feminino de boliche, que iria durar mais de quinze dias.
Gladys e Bud rolaram na cama e ela lambeu e chupou todo seu corpo. Fez de tudo, mas não deu a bunda e isto era a fixação de Bud. Ele sonhava com o traseiro de Gladys e, agora, a única coisa que conseguia era apalpar e bolinar a bunda cheia, redonda e linda.
Meia hora antes da chegada dos filhos, Gladys parou com as sacanagens e, arrumados, desceram para o térreo, abriram as portas e foram para a cozinha. Gladys sabia que Vic, a mãe de Bud, estava viajando e que o seu pai só voltava para casa na hora do jantar e convidou o menino para almoçar com eles.
Bud aceitou alegremente, pensando que o convite era para que ele continuasse a foda com o mulherão. Estava muito enganado. Depois do almoço, Gladys arrumou-se com esmero e, muito bonita e atraente, saiu de casa, avisando os filhos que voltaria somente após as dez horas da noite.
Bud ficou desapontado por perder a possibilidade de traçar a bunda sonhada. Queria tanto que seu saco se encolheu pelas agulhadas de tesão que sentia.
Teddy, Ann e ele, limparam e arrumaram a cozinha. Ann, a caçula, foi chamada por uma amiguinha para ir ao cinema e ele e Teddy foram estudar.
Teddy, apesar de mais novo, era mais adiantado nos estudos e o ajudava em algumas matérias. Bud era inteligente, mas tão displicente na escola que já havia repetido de ano, estava na turma de Teddy e, mesmo sendo o mais velho de todos ali, tinha as notas mais baixas da classe.
Na companhia do amigo, tentou estudar um pouco, mas logo desistiu. Seu pensamento só ia para sacanagens e para esfriar um pouco a tesão, pediu à Teddy para irem nadar na piscina nos fundos da casa.
Nadaram bastante, brincaram de vôlei aquático e depois sentaram na beira da piscina, tomando refrigerante. De repente, Teddy o surpreendeu ao perguntar:
-- O que você aprontou com a mamãe antes da gente chegar? – Bud quis desconversar, mas Teddy insistiu – não minta.. o que você veio fazer aqui?.. pode me contar.. eu não lhe ajudei a sair do colégio na hora do recreio?
Bud ainda tentou sair da conversa, mas Teddy estava entusiasmado e continuou:
-- Conte tudo.. quero saber de tudo.. você fodeu ela? Como é que foi? Achou ela gostosa?
Bud, antes de contar os lances, perguntou:
-- E você? Já traçou ela? Eu conto se você também contar..
Obtida a anuência do amigo, Bud contou por alto o que fizeram e Teddy, por sua vez, disse que a mãe só o chamava quando o pai viajava e brincavam de bolinar. Ele gostava mais por imitação da maioria dos colegas que contavam as sacanagens que faziam com suas mães. Gladys dizia para ele que, quando ele crescesse mais, iria lhe ensinar coisas gostosas de fazer.
As confidências ouriçaram a tesão de Bud. O amiguinho era rechonchudo e tinha uma bunda arrebitada. Teve uma idéia:
-- Vamos tomar uma chuveirada.. para tirar o cloro.. vamos no banheiro do seu quarto..
Teddy, quando viu Bud pelado dentro do boxe, hesitou um pouco para entrar, assustado pelo cacete grande e duro do amigo. Foi puxado com impaciência e abraçado por trás.
-- Fica quieto ai! Vou ensaboar suas costas.. o que é isto? – Bud apertando os peitos do menino, sentia as batidas aceleradas de seu coração – vai me dizer que está com medo de mim? Está mesmo? Que bobagem.. o que eu posso fazer de mal? Você não é meu amigo?
Teddy não falava. Assentia e negava com a cabeça e, cada vez mais, sentia o cacetão do amigo forçando suas nádegas. Bud dobrou seu corpo para frente, obrigando-o a se apoiar na parede do boxe para não cair. Ensaboava suas costas e bunda. Não desencostava o cacete duro do vão das nádegas. Ensaboava tudo para facilitar o que tinha em mente. Enfiou um dedo no ânus do amigo e sentiu ele tremer. Tirou o dedo e encostou a cabeça do cacete na entrada do cuzinho, dizendo:
-- Sabe que sua mãe não quis me dar a bunda? Me deu a boceta, me chupou o cacete e até meu cu.. mas não me deixou comer a bundona dela..
Teddy, assustado, perguntou: -- E o que eu tenho com isto? Se ela não deixou, o problema é dela e não meu.. – Bud deu uma forçada contra o cuzinho do amigo que fez entrar a cabeça do pau e, ao mesmo tempo, rosnou: -- Acontece que eu estou louco para traçar um rabo gostoso.. e o seu é que está aqui! Fique quieto e com licença!!
E foi plantando o cacete dentro do cu de Teddy que gemia e não sabia o que fazer. Tinha medo do que Bud faria se ele resistisse. Por outro lado, não doía muito a entrada do pau dentro dele e curiosamente estava ficando com o pau duro. Bud fungava e metia. Agarrava Teddy pela cintura e mordia o seu cangote para força-lo a ficar inclinado e deixar seu cacete percorrer o seu caminho.
-- Como é? Está gostando? Não me diga que está doendo porque sei que não está.. meu pau está entrando macio neste seu cuzão gostoso..
Teddy estremecia com os solavancos que estava recebendo pois, agora, Bud estava metendo forte, fodendo de verdade sua bunda. Não queria responder, mas depois de levar um tapa na cara, gemeu – Não está doendo muito..
Mais um tapa na cara e a voz de Bud – Não foi isto que perguntei! Perguntei se está gostando.. responda! -- Não sei.. mas estou de pau duro.. – Então se masturbe.. assim a gente goza junto.. deixe que eu ajudo..
Enquanto bombeava por trás, batia uma punheta nele. Teddy começou a gemer de tesão e ele mesmo assumiu a punheta. Bud aproveitou as mãos livres para separar as nádegas gordinhas e meter mais fundo o cacete no cu do amigo que já estava rebolando a bunda contra ele, mostrando que estava gostando de ser enrabado.
De repente, Teddy começou a gemer mais alto – Ui! Ui! Estou gozando.. estou esporrando.. meta mais forte! Me foda mais forte! É bom demais.. Ui Ui!..
Bud assistiu o orgasmo do amigo, gostou das entortadas que ele deu com o rabo no seu cacete, mas não gozou e teve uma idéia. Tirou o pau de dentro do cu piscante e pensou 'Acho que Teddy tem tudo para ser um grande veado.. está faltando somente alguns ensinamentos.. e ele assumindo a sua veadice vai ser ótimo para mim..'
Ouviu os resmungos de protesto do amigo ao sentir a retirada do grosso tarugo do cu e comandou:
-- Chega de levar no cu! Se vire para cá, minha belezinha.. minha teteiazinha.. lave meu cacete com suas mãozinhas delicadas.. lave..
Teddy gostou do tratamento carinhoso e dos agrados que Bud fazia no seu rosto enquanto se abaixava e lavava o cacete duro, aproveitando a água da ducha.
-- Lavou bem? – perguntou – está bem lavadinho? Está bem limpinho?
Teddy estava gostando de manusear o pau do amigo e respondeu:
-- Está sim! Bem limpo.. puxa vida, como é grandão seu cacete! Acho que é o dobro do meu.. nem acredito que isto tudo tenha entrado no meu cu..
Bud gostou. O veadinho estava dando a maior bandeira e se revelando como ele queria. Acrescentou:
-- Está achando ele bonito? – Teddy anuiu com a cabeça – então mame nele!
Falou rosnando e com as duas mãos trouxe a cabeça do amigo contra seu pau, forçando a passagem do cacete entre os lábios do amigo. Ele resistiu e protestou:
-- O que é isto?
Foi o suficiente para Bud encher de porradas a cara de Teddy ao mesmo tempo que berrava:
-- Estou mandando! Meta tudo isto na boca e chupe direitinho..
Teddy chorando de dor e medo, abriu a boca e deixou o enorme cacetão entrar em sua boca e Bud começou a balançar sua cabeça contra o cacete com as duas mãos, fodendo a boca do amigo como se estivesse comendo seu cu. Teddy gemia e se engasgava quando o pauzão se enterrava na sua garganta.
No bem bom da festa, Bud teve que parar com a sacanagem porque começaram a bater na porta do banheiro enquanto ouviam a voz de Ann:
-- Que barulheira é esta? O que está acontecendo aí dentro?
Enquanto Teddy tossia e caia sentado no piso do banheiro, Bud gritou:
-- Estamos tomando banho, eu e o Teddy.. quer entrar também?
Enrolou uma toalha na cintura e fazendo sinal para o aturdido amigo ficar quieto e sentado ali, saiu do banheiro e fechou a porta atrás de si.
Deparou-se com Ann que tinha as duas mãos na cintura e olhava severamente para ele:
-- O que está acontecendo? Vocês estavam brigando lá dentro? Você machucou o meu irmãozinho?
Bud, muito malandro e sopesando as qualidades da menininha, disse:
-- Não machuquei ninguém.. você quer saber o que estávamos fazendo? – ao perceber o brilho de suspeição nos olhos brilhantes da menina, falou maliciosamente – a gente estava brincando de médico.. quer brincar também?
Pegou Ann pelo braço e disse:
-- Você pode brincar conosco se você não for uma boboca.. você é boboca?
Os brios de Ann vieram à tona e ela, muito agressiva no seu amor próprio, respondeu:
-- Boboca é sua mãe! Já brinquei de médico e brinco quantas vezes quiser.. só não sei se estou com vontade de brincar com vocês..

Moloch
Fri Nov 28 18:34:12 2003
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1917
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:44 pm
Assunto: Contos 4


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repassando...


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Clube Swinger


O CLUBE LIBERAL

Vou contar uma aventura que eu e meu marido tivemos alguns meses atrás, em nossa busca por novas emoções:

Depois de lermos em várias revistas e em sites, contos de pessoas que fazem swing, resolvemos procurar um clube para vermos como a coisa funcionava. Queríamos um clube que fosse em nossa região, mas também não muito perto de casa. Depois de um bom tempo pesquisando na net, meu marido encontrou um em uma cidade próxima. No sábado telefonamos ao clube para saber como funcionava e a noite resolvemos ir ao local. No início meu marido ficou um pouco preocupado, acho que estava com ciúmes. A nossa idéia não era chegar lá e transar com outro casal, mas sim curtir um clima diferente. Confesso que durante o caminho também fiquei preocupada e até um pouco temerosa, mas estava muito curiosa e isto superava qualquer outra emoção. Eu fui vestida bem sexy: um vestido vermelho curto, e uma calcinha fio-dental preta por baixo, além de um perfume sensual. Chegamos ao clube por volta das h. Era uma mansão com estacionamento e manobrista na porta. Logo ao descer do carro fomos recepcionados por um casal muito simpático que se apresentou como os proprietários do clube, e convidou-nos para conhecer as dependências da casa. A moça era muito bonita e gostosa: loira, olhos claros, seios grandes e durinhos e pernas lindas (estava de mini-saia e com um top minúsculo). Muito simpáticos eles disseram que eram casados e que participavam do mundo swing ha muitos anos e eram muito felizes. Também nos certificaram que ninguém era obrigado a participar de nada dentro da casa. O local possuía dois pavimentos: no térreo era como uma boate, com pista de dança, barzinho, várias mesas e um quarto preparado para ser usado por quem ficasse excitado. A iluminação era pouca. No andar de cima existiam suítes a meia luz, com sofás. Do lado de fora das suítes ainda existiam várias mesas e cadeiras, de onde via-se o palco, lá embaixo. Depois instalamo-nos em uma mesa próxima ao palco. Como ainda era cedo, havia poucos casais no local. Um animador anunciava a todo momento que a meia-noite iniciaria-se os shows: strip-tease masculino e feminino, sexo explícito e algumas brincadeiras interativas. Ficamos ali, na expectativa e um pouco tímidos, com medo de encontrarmos alguém conhecido. Bebemos licor de amarula e ficamos olhando os outros casais: as mulheres se vestiam sensualmente, e eram pessoas de todas as idades. Em dado momento a moça que havia nos recepcionado subiu ao palco e iniciou uma dança sensual, foi se despindo e começou a percorrer as mesas. Em cada mesa ela brincava com o casal, agarrando os dois, encostando seu corpo passando a mão... Quando ela chegou a nossa eu já estava excitada, apesar de um pouco envergonhada. Mas não resisti quando ela esfregou os seios em meu rosto e os chupei de leve. Meu marido foi logo agarrando a bunda dela, que era bem generosa e bonita. Eu também apalpei sua bunda e adorei sentir a pele macia. Depois disso a casa foi ficando mais cheia e logo vimos vários casais se bolinando. Algumas mulheres estavam fazendo sexo oral em seus maridos e no palco rolava um show de strip-tease.
Eu fui ficando excitada com tudo que via, mas fiquei molhadinha quando começou o show de sexo explícito: duas mulheres super bonitas: uma loira e uma morena e também um homem. Primeiro eles se despiram devagar, depois começaram a transar entre si: mulher com mulher e depois o homem e uma delas por vez... Em dado momento o homem fez sexo anal com uma delas! Foi aí que eu não resisti e agarrei o pau de meu marido, e enfiei em minha boca, chupando bastante, ele estava bem duro. Vimos que todo mundo estava no clima. Resolvemos subir e lá em cima vários casais estavam transando. Em um das suítes haviam casais transando um ao lado do outro e vários outros só observando. Em outro mulheres transavam entre si, totalmente nuas e seus maridos e outras pessoas assistiam de perto... eu fiquei mais excitada ainda e quando saímos da suíte transamos no corredor, com outros casais passando perto e outros também transando. Depois resolvemos entrar em um quarto que estava vazio e transamos muito, eu estava encharcada e fiquei de quatro, com meu marido metendo bem fundo em minha buceta... mas antes de gozar um casal entrou e ficou bem perto observando, eu estava com a bunda pra cima e adorei eles vendo...Foi um tesão muito grande. Depois ficamos circulando pelo clube e vimos um montão de gente transando. Até os funcionários transavam entre sim em uma das suítes. Fomos embora de madrugada e ao chegar em casa transamos como loucos e depois o domingo inteiro foi assim; Temos vontade de voltar ao clube, mas um pouco de receio das coisas fugirem do nosso controle. Temos também medo de doenças e de encontramos pessoas conhecidas;

Ana

Ana
Sun Dec 21 03:10:17 2003



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O AMANTE ANAL


Moloch, aí vai mais um conto em sua homenagem! Abraço, amigo!


Capítulo UM


A conversa estava deixando Letícia extremamente excitada, e estava ficando muito difícil disfarçar. Valéria era muito detalhista na descrição do prazer que o seu parceiro lhe proporcionara ainda na noite de ontem:

Valéria: Nossa! Estou com dificldades até para sentar... Mas valeu o esforço. A dor me faz lembrar do prazer que senti ontem. Só de pensar naquele homem me pegando de quatro, e me puxando pelos cabelos eu já fico toda arrepiada! O Gerson sabe comer uma bunda como ninguém... e olha que ele é bem dotado na largura!

Letícia, fascinada e com os olhos brilhando: É mesmo? Mas conta como foi! Estou curiosa!

Valéria: Dessa vez nem de lubrificante precisou. Estava tão relaxada e com tanta vontade de ser possuída por trás que até dispensei o KY. Primeiro ele começou a me chupar gostoso. Tinha acabado de fazer a barba e caprichou no sexo oral, dedicando especial atenção ao meu ânus, passando a língua demoradamente em volta dele, para só depois de muito tempo encostá-la.

Após isso, penetrou um dedo bem devagar, e ficou fazendo movimentos leves, parecia que lia meus pensamentos, pois era exatamente aquilo que eu queria. Eu estava deitada na cama de barriga para cima. Depois penetrou mais outro dedo e aumentou um pouco o ritmo do entra e sai, logo em seguida, com os dedos ainda no meu ânus, subiu em cima de mim com o cacete em ponto de bala e me penetrou na vagina, que aquela altura já estava encharcada, imprimindo um ritmo forte, mas com os dedos ainda lentos.

A sensação de ser duplamente penetrada é uma delícia, algo realmente indescritível... Quando eu senti que o dedo já entrava e saia livremente do meu cu, decidi que era a hora certa de ser penetrada atrás, pois já desejava sentir algo mais grosso e duro me preenchendo na bunda:

- Vai seu cachorro! Mete na minha bunda, não é isso que você está querendo? Mete na minha bundinha e me arromba toda! Mostra que você é um macho de verdade e que você me domina e faz de mim o que quiser! Come o cu da sua mulherzinha... Provoquei-o exatamente com essas palavras, e ele, com uma expressão enfurecida de tesão, e com cara de macho de verdade, retirou seu cacete da minha boceta e imediatamente encostou no meu cu, iniciando uma pressão progressiva. O início realmente dói, e como o Gerson tem um cacete da grossura do meu pulso, não é realmente uma tarefa das mais fáceis. Mas o engraçado é que essa dor chega a ser excitante... Não sei lhe explicar exatamente porque, mas é excitante. Fiz como se estivesse no banheiro fazendo cocô para facilitar a entrada, e o pênis de Gerson começou a abrir caminho no meu reto apertado, iniciando uma demorada e paciente batalha contra o esfíncter.

Quando penetrou a glande nteira, parou uns dois minutos e com uma incrível precisão, iniciou movimentos devagar de vai-e-vém, até que conseguisse penetrar a metade do pênis, onde deu mais uma parada de dois minutos, para que meu ânus pudesse se acostumar com o volume do membro do meu marido.

Após esse ritual inicial que demorou aproximadamente uns quinze minutos, eu não sentia nem mais sombra de dor, e a essa altura, eu estava mesmo era querendo que ele me enrabasse com força, e decidi provocá-lo novamente:

- Agora vai, seu canalha ordinário! Come o cu da sua putinha safada, vai! Mete nesse rabo que você tanto gosta e que é só seu. Fode a sua puta gostoso, porque eu só dou esse cu pra você! Anda, tá muito devagar, mete com força de verdade!

Funcionou e Gerson urrava como um animal. As estocadas eram bem viris e pela expressão de prazer no rosto dele dava pra perceber que ele estava lutando muito para não explodir precocemente num orgasmo, o que me excitava ainda mais. Aguentava orgulhosamente aquele cacete no meu cu, e qualquer pessoa que visse de fora, fatalmente ficaria impressionada com o ritmo daquela transa.

Como eu já estava totalmente acostumada com o pênis, já podia trocar de posição, e pedi pra ele sair de dentro de mim um pouco e me posicionei de quatro para recebê-lo novamente . Gerson adorou a iniciativa e voltou a me comer com força, fazendo daquela forma como eu te disse no início, puxando meus cabelos e dando tapas na minha bunda. Senti que vez por outra, ele tirava o cacete inteiro e depois colocava novamente. Acho que era pra me ver arrombada... Mas era interessante porque a sensação de vazio e logo após a de preenchimento, dava muito prazer.

Nesse momento, comecei a me masturbar freneticamente, ora concentrando os movimentos no clitóris, ora penetrando dois ou três dedos, onde eu podia sentir de verdade o volume daquele cacete grosso através das paredes da vagina. Não demorou para que eu me esvaísse em berros e atingisse o estágio máximo de um orgasmo que uma mulher possa conseguir, tendo sensações e contrações que remetiam a um estado de nirvana, quase inacreditável.

Só que pelo menos em mim, a sensação da penetração após o meu orgasmo não é lá das mais agradáveis. Eu não sei se é porque fica muito sensível, mas me dá vontade de defecar. Gerson, já sabendo disso e percebendo que eu já havia gozado, não mais se segurou, e retirou o pênis anunciando que iria gozar. Imediatamente me posicionei de joelhos para ele, e recebi fartas jorradas de sêmen em meus seios, que onde ele mais gosta de ejacular.

E foi assim. E é por isso, Letícia, que eu não estou consegundo sentar direito.

Letícia não conseguia mais dizer uma palavra sequer, tamanho era o seu estado de excitação, que culminava numa sadia inveja da sua colega de trabalho. Foi quando tocou o telefone, tendo Valéria atendido e sendo chamada até o setor de contabilidade da empresa. Letícia correu para o banheiro do escritório, e ao perceber que sua calcinha estava encharcada, iniciou uma siririca rápida, não demorando mais do que dois minutos para atingir um delicioso orgasmo. Entretanto, era apenas temporariamente satisfatório, e logo ela entraria num estado de cio novamente. E para apagar aquele fogo, era preciso outra coisa...

A verdade era que a vida sexual de Letícia estava uma droga. Seu marido, Alfredo, era ótimo pai e um excelente homem, mas sexualmente deixava muito a desejar. Não fazia o menor esforço para agradá-la. 'Um homem por trás dos óculos, como diria Drummond.' Inteligente, de uma vasta e erudita cultura. Era sócio de um pequeno escritório de uma operadora da Bolsa de Valores. Um homem até bonito, mas um tanto delicado demais e longe do perfil masculino que mais excitava Letícia, cuja predileção era por estereótipos mais rústicos e viris. Mais ou menos como Valéria descrevera seu marido.

Olhando sua vida pelo patamar de hoje, Letícia talvez teria optado por se casar com Fernando, um safado namorado da adolescência por quem fora perdidamente apaixonada. Mas naquela época, para Letícia era um orgulho poder subir ao altar e casar-se virgem, e como Fernando não tinha paciência, optou por ficar com Alfredo, que a respeitava muito mais. Isso há dezesseis anos atrás. Triste ilusão! Se pudesse voltar no teempo, fatalmente teria dado para Fernando e para tantos outros por quem nutria desejos sexuais. Pelo menos teria conhecido outros homens na cama e não teria tanta curiosidade em saber como seria deitar-se com outro, além de ter a consciência menos pesada pelo fato de sentir atração por outras pessoas e não poder realizar plenamente seus desejos, como gostaria que fosse.

Entretanto, ainda havia uma grande esperança em seu coração. Naquela tarde, após o término do expediente na empresa, e antes de pegar o metrô para a Tijuca, Letícia apressou-se e passou numa sex shop que havia visto pela internet na Av. Nossa Senhora de Copacabana. Comprou uma lingerie vermelha muito sexy e um potinho verde de lubrificante que segundo a gentil atendente, era específico para sexo anal.

Sexo anal. Esse talvez fosse o grande paradoxo das incompatibilidades sexuais que existiam entre o casal. Para Letícia, a maior das fantasias. Sentia um desejo enorme de experimentar tal prática. E os relatos que ouvia só aguçavam ainda mais esse sentimento. Já Alfredo tinha nojo. Morria de medo só de imaginar que seu pau um dia poderia sair sujo de fezes de dentro de sua mulher. Não conseguia entender como seus colegas achavam uma prática suja tão gostosa. Aliás, para Alfredo, sexo era mesmo um problema. A idéia da troca de fluídos corporais não lhe caía bem, definitivamente. Assim sendo, não gostava também de fazer sexo oral na mulher. Também não fazia questão de que ela o chupasse, da mesmo forma também como não fazia questão de ejacular em outros locais que não fosse na vagina. Para ele, um 'papai-e-mamãe' uma ou duas vezes por mês já era mais do que suficiente.

Mas Letícia estava disposta a mudar esse quadro, e seria naquele dia. Ou vai ou racha. Chegou em casa eufórica e excitada. Havia pedido para que seus filhos ficassem na casa da avó, mãe dela. Primeirou aprontou um delicioso jantar e colocou um cooler de pêssego na geladeira. Preparou a cera quente, entrou no banheiro e caprichou na dolorosa sessão de depilação. Depilou as axilas, deixou um delicado e bonito filete de pelos acima da boceta e esmerou-se no acabamento nas laterais da vagina e do ânus, tomando o cuidado de não deixar nenhum pelo perdido. Tomou um demorado banho quente, a logo após passou uma afrodisíaca mistura de óleo de amêndoas com ameixa na pele, deixando-a macia e perfumada, como uma fêmea de verdade tem que ser.

Letícia vestiu a lingirie branca, olhou-se no espelho e gostou do resultado que viu. Estava realmente se sentindo erótica, uma fêmea lânguida que tinha a pretensão apenas de estar bonita e atraente para o seu marido. Colocou um sobretudo branco que era conjunto da lingirie, e preparou a mesa, com arroz à piamontese acompanhado de salada e chester assado. Mergulhou o cooler num balde de gelos e sentou-se no sofá, à espera do seu amado, que apesar de tudo ainda era amado. Esperou das nove às onze horas da noite. Quando ouviu o barulho do portão eletrônico da garagem do edifício, debruçou-se na janela e viu que era o carro de Alfredo. Feliz, apagou as luzes e acendeu as velas da mesa. O cenário estava cuidadosamente perfeito.

Excepcionalmente naquele dia, Alfredo entrou pela porta de serviço do apartamento, ao invés de fazê-lo pela social, onde certamente daria de cara com a mesa servida. Entrou direto, avesso ao sorriso encantador da esposa que o aguardava.

- Amor! Estava te esperan...
- Letícia, estou super cansado, beijos agora não.
- Mas vem ver o que eu aprontei!
- Letícia agora não! Já disse que estou cansado...

E entrou rispidamente para o banheiro, sem nem sequer ter dado um beijo na esposa, e muito menos reparado que ela estava vestida de maneira especial para a ocasião. Tomou uma ducha rápida e deitou-se na cama. Letícia, um pouco desanimada, mas ainda acreditando, foi até a cama ver se falava com ele com mais calma, mas deparou-se com um Alfredo num sono profundo... Triste e decepcionada, deitou-se ao seu lado e dormiu também.

O despertador tocou às seis horas da manhã. Letícia acordou e viu que o pau do marido estava duro. Deveria ser 'tesão de mijo' certamente. Mas que estava duro, estava. E como naquele dia completara trinta dias sem sexo e além disso estava no seu período fértil, que é a época em que sente mais desejo, decidiu fazer uma nova tentativa. Alisou o membro por cima do pijama e viu que Alfredo não reagiu. Abaixou a calça do pijama, libertando o pênis e acariciou-o lentamente. Alfredo, apesar de ainda dormir, fez uma expressão de prazer. Ousadamente, Letícia desceu um pouco e abocanhou o cacete do marido, que tinha a pele branca e a glande vermelha. Deliciou-se com o pênis na boca por alguns instantes. Estava sendo aquela uma das raríssimas oportunidades em que Letícia fazia sexo oral no marido, em dezesseis anos de relacionamento. Alfredo acordou, um tanto assustado, e viu o que Letícia estava fazendo. Dessa vez até achou gostoso. Mas também não tinha como não gostar, Letícia estava abocanhando aquele cacete como se fosse a última vez em vida. Chupava com a boca macia ao mesmo tempo em que fazia movimentos de sucção. Agia com se fosse muito experiente no assunto.

Com a vagina em brasa e percebendo que o marido acordara e que não estava se opondo ao sexo oral, posicionou-se em cima de Alfredo e guiou o pênis de seu homem até a entrada da vagina, iniciando uma cavalgada frenética. Alfredo agora estava reparando o quanto a esposa estava formosa, vestida com o corpete branco que deixava parte da barriga, os seios e a vagina à mostra, observou a boceta muito bem depilada, num desenho harmonioso, com os lábios abertos engolindo o seu cacete... estava linda demais, apesar da noite mal dormida. O balançar dos seios médios com a cavalgada, os mamilos entumescidos. Letícia manipulava os bicos dos seios e alisava o todo o corpo. Dava pra ver que estava se sentindo mais mulher e que estava senhora daquela situação. De seu corpo, desprendia-se um delicioso cheiro de sexo misturado ao óleo especial de amêndoas e ameixa, deixando o ambiente permeado por uma atmosfera erótica e libidinosamente sensual.

Letícia postou-se de quatro, lembrou da ousadia da amiga Valéria nas palavras e corajosamente falou:

- Vem Alfredo! Come minha boceta comigo assim de quatro!

Alfredo assustou-se, pois Letícia nunca havia lhe pedido nada... Mas fez a vontade da mulher, penetrou sua vagina com ela de quatro. Letícia estava adorando, mas nesta hora, as lembranças do que Valéria havia lhe descrito sobre a transa anal estavam fortes, e junto com a curiosidade vinha a implacávelvontade de ser penetrada atrás. Instintivamente, passou a empinar a bundinha deixando o buraquinho rosado exposto, numa clara demonstração de desejo em praticar sexo anal. Percebendo a insinuação anal da mulher, Alfredo sentiu o coração bater forte e entrou em desespero, pois naquele momento era tudo que ele menos queria.

Letícia, mesmo sabendo da aversão do marido ao coito anal, corajosamente pediu:

- Alfredo, por quê você não experimenta meter na bundinha?

Alfredo se fez de desentendido:

- Hã? O quê?

- Mete na minha bundinha, Alfredo... Come o cuzinho da sua mulher...

Letícia, você sabe que eu não sou chegado em nada aí atrás...

- Só uma vez, Alfredo, em dezesseis anos de casados nunca fizemos isso... Por favor, só uma vez... Faça sua mulher se sentir completa e preenchida de verdade pelo menos uma vez...

- Letícia, eu tenho medo de sair sujo, você sabe...

- Não vai sair sujo, Alfredo, porque eu fiz uma lavagem especial... Tá limpinho, pode confiar...

- Não sei...

- Alfredo, eu sou sua mulher e estou ordenando que vocêe coma meu cu agora!!!! Você ouviu bem? Agora!!! Senão eu vou dar ele para outra pessoa que queira! E lhe garanto que está 'assim' de homens por aí querendo...

Alfredo assustado com a atitude da esposa nunca antes vista em seu relacionamento, rendeu-se submissamente a ameaça feita, que não sabia ele se era ou não em tom de brincadeira, e retirou seu pênis ainda ereto da vagina e conduziu-o em direção ao rabo da mulher.

Na primeira tentativa de penetração, sentiu que o pênis teve a sua ereção abalada, ficando à 'meia--bomba'. Letícia percebendo o fracasso inicial, sabiamente deslocou-se rápido e abocanhou o pau do marido, fazendo novamente o delicioso boquete. Não pode deixar de saborear o gosto da própria vagina no cacete do marido, que era, a bem da verdade, muito agradável. O esmero na chupada surtiu efeito e logo Alfredo estava com o pênis ereto a todo vapor.

Desta vez Letícia não esperou pela atitude do marido, e um tanto bruscamente, deitou-o na cama e subiu novamente em cima dele, guiando o cacete desta vez até a entrada do cu. Conseguiu penetrar a glande, mas novamente Alfredo fracassara... A ereção havia ido embora.

- Mas que merda, Alfredo! Nem comer o cu de uma mulher você sabe! Você sabe o que eu deveria fazer? Eu deveria arrumar um amante, um macho de verdade que me satisfizesse por inteira, que me comesse toda, que me virasse do avesso, que fizesse eu me sentir mulher de verdade. Reclamou nervosamente Letícia.

Nessa hora, esperava que Alfredo se recompuzesse e lhe desse uma surra, uns tapas na cara pelo seu atrevimento, e depois a comesse da maneira viokenta como ela tanto queria. Mas o que viu foi uma deprimente cena, com seu marido chorando e com uma expressão de derrota claramente estampada no rosto. Era sem dúvida nenhuma um momento para reflexões naquele casamento.

Letícia, muito puta com o acontecido, vestiu-se de qualquer maneira e saiu para trabalhar. Adentrou a estação de metrô da praça Saens Peña e ficou aguardando a chegada no trem em direção à Zona Sul da cidade...


Willy
Fri Dec 12 20:04:50 2003



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COMI MEU PRIMO E MINHA TIA!



BUNDAS ENTRE FAMÍLIA

___________________Bundas Gigantes e Meu Primo ____________________

Meu primeiro e único pinto;


Bom, minha experiência aconteceu há cerca de oito anos , quando eu ainda tinha por volta de quinze anos. Nunca me considerei homossexual,assim como ainda hoje não me considero,mesmo apesar de já ter realizado brincadeiras infantis com dois ou três meninos. Mas a história que contarei aconteceu com um primo um ano mais novo que tem duas tias gostosissímas e uma mãe de dar agua na boca ( isso nunca contei a ele). Sempre batíamos uma punheta juntos pensando e fantasiando como seria comer uma daquelas tias boazudas. Dormia sempre na casa dele e sempre os papos eram esses. Mas acontece que por aí diziam que ele já havia feito troca-troca com um garoto da rua . Desde então , inexplicavelmente passei a prestar muita atenção nele. Ele tem mais ou menos a minha altura , porém meio gordinho o que sempre me excitou mesmo em mulheres. Passando a prestar atenção nele , percebi que ele havia puxado uma característica e tanto da família de sua mãe:Uma bunda enorme ! Pois é ! Uma bunda enorme , lisinha , fechadinha , de fazer inveja às mais gostosas mulheres do país. Uma bunda deliciosa assim como eram de suas tias e especialmente de sua mãe.
Comecei então a ficar excitado perto dele . sozinho em casa fantasiava coisas com ele , etc .Percebi então que queria muito trepar com ele . Até que um dia , na época da páscoa, inventei uma história e consegui com que ele me convidasse para dormir na casa dele. Lá , sempre ficávamos sozinhos e nunca éramos perturbados.Sugeri então assistirmos a um filminho pornô que ele tinha lá escondido. Começamos o filme e eu já morrendo de tesão , tirei o pau para fora e comecei a brincar com ele. Ele sentado ao meu lado no sofá , talvez intimidado por seu pau ser menor que o meu , ficou brincando com ele ,porém com as mãos dentro do calçào , não deixando-o a mostra. Perguntei o que ele fazia e timidamente me respondeu que nada . Eu , mesmo assim , continuei a bater uma pensando em como seria bom fazer um meia-nove com ele . Até que chegou uma hora e ele pôs seu pinto para fora e ficou com a mão nele. Foi quando criei coragem e perguntei se ele queria que eu batesse pra ele. Ele, meio nervoso, recusou e continuamos a assistir o filme. Passou um tempo, eu gozei e com a mão melada de porra, fiquei provocando-o e lambi minhas mãos lambuzadas de esperma.Ele todo acanhado, só olhou e mais uma vez nada disse. E eu continuava excitadísiimo . Chegou a hora de tomar banho e então entramos no banheiro juntos ,com a porta destrancada, como se não houvesse nada demais.Afinal de contas crescemos praticamente juntos e sempre víviamos grudados. Eis que fomos . Era uma banheira grande (já havia tomado banho com ele outra vez meses antes ,porém num outro banheiro da casa e apenas brincamos sem segundas intenções) , e eu tirei a roupa e já entrei, ficando ansiosamente esperando que ele entrasse pra que eu pudesse observar seu corpo gostoso. Quando ele entrou , eu havia ficado na parte anterior da banheira, ele teve que passar sobre mim , para se sentar na parte posterior da banheira . Passando vi aquela bunda deliciosa passando e não resisti e passei a mão nela.Ele apenas sorriu e disse pra eu parar com aquela brincadeira. Sentamos então um de cada lado e como de costume começamos a conversar de mulheres gostosas e consequentemente de suas duas tias . Conversa vai , conversa vem , com meu pé por debaixo d'agua procurava encostar em sua bunda . Ele apenas sorria e me mandava parar. Até que não me lembro bem como , estávamos brinacando e foi então que agarrei seu pinto. Ele ficou meio assustado e pedia pra que eu largasse . Porém ao pegar, pude notar que ele também já estava de pau duro e então comecei a punhetá-lo. Ele pedia pra parar e eu perguntava se ele não estava gostando. Emudecia. Ele pedia para parar e meio que tentando escapar mas eu não deixava e agarrava com cada vez mais força seu pinto. Foi quando de surpresa(e para minha felicidade), ele grudou em meu pau e começou movimentos , um pouco bruscos no começo , quando cheguei a dizer que estava machucando e com a outra mão que estava livre , ajudei-o a acariciar meu pinto de uma forma muito gostosa. Ele , no entanto , parecia meio envergonhado , e pediu-me pra parar tudo aquilo:-Bobeira! ,dizia ele .Retruquei dizendo que não era a primeira vez que fazíamos aquilo e pedi pra chupar sua pica. Ele simplesmente respondeu:- O quê você fizer em mim , eu faço em você., Não pensei duas vezes e caí de boca . Meu Deus ,como era maravilhosa aquela sensação do pinto entrando e saindo da minha boca!! Chupei por um tempão , sentia a cabeça da pica resvalando em em meu lábios e acabei gozando a primeira vez na mão dele que continuava grudado em meu pinto.Depois sentei de frente pra ele e meu primo ficou de quatro e começou a fazer um boquete. Como a boca dele era gostosa. Entrava e saia com uma rapidez que me deixava cada vez mais louco.Ele chupava e eu realizava meu sonho e ficava acariciando aquela bunda enorme e seu cu apertadinho. Passado um tempo daquela chupeta fenomenal ( mesmo hoje depois de já ter transado com várias mulheres , nenhuma chupou gostoso como ele ) , enquanto acariciava seu traseiro ,pedi pra ele virar. Ele mais uma vez se assustou e perguntou pra quê. Repeti meu pedido sem dar explicações e ele apenas disse 'Você primeiro'. Eu quase explodia de prazer e bem rapido me pus de quatro virado para a porta , deixando munha bundinha ,(que diga-se de passagem também não é de se jogar fora) totalmente a disposição de meu primo rabudo. Começou a lamber meu cú e tive uma sensação que estou certo nunca terei de novo. Era algo espetacular. A cada volta de sua língua no meu cú , me sentia mais envolvido por ele , e com mais vontade de transar bem gostoso. De repente ele parou e se pôs em posição de me penetrar. Seu pinto era pequeno , mas mesmo assim , a sensação daquele pinto encostando na minha bunda me excita até hoje. Meu primo meteu em mim com voracidade. Ele respirava cada vez mais ofegante e parecia que iria explodir. Metia rápido e com força , me deixando a ponto de bala de novo.Antes de gozar ele tirou o pinto do meu cu , e disse que chegara minha vez. Curvou-se e arreganhou tudo pra mim .Quando vi aquele monumento a minha disposição , o meu tesão era tanto que nem sabia por onde começar. Depois de olhar aquele exagero , comecei a beijá'-la e admirá-la. Era muito gostosa . Resolvi explorar também seu cuzinho e aquele bundão era tão enorme e fechadinho que mesmo afastando as partes minha lingua tinha dificuldades em alcançar meu objeto de desejo: o cu de meu primo. Lambi aquilo por um tempão e com o desejo me consumindo todo. comecei a prepararação. Enfiava meu dedos naquele cu e ele viajava . Também já estava louco pra que eu o possuisse e gozasse tudo dentro dele . Senti ,porém que seu cú não aguentaria minha pica e passei sabonete para lubrificar. Comecei a colocar e doía muito . Ele queria que eu tirasse, mas eu fingia que não ouvia. A hora que a cabeça entrou , parei um pouco pra ele descansar . Dava pra ver o cu dele rasgando. Como ele dizia que doía muito , esperei uns minutos e voltei a empurrar pra dentro.Quanto pus tudo , peguei em seu pau e o senti duro . Comecei então a masturbá-lo enquanto meu pau se encontrava de repouso dentro daquela bunda gostosa, Bati até ele gozar . Ele estava louco de tesão que assim que gozou com a minha punheta , falou que agora seria minha vez de gozar e ordenou que continuasse a meter nele. Comecei então um vai-e-vem devagarinho e ele pedia pra ir mais rápido.Comecei a dar umas estocadas fortes e o barulho da minha pélvis batendo na bunda dele e aquela bunda balançando quando isso acontecia me deixava ainda mais louco e então não aguentei e gozei tudinho dentro dele . Exatasiado , ainda consegui observar quando algum tempo depois , a porra escorria daquele cu arrombado. Tomados de prazer , demos um longo beijo de lingua (coisa que mesmo tendo vontade de trepar com ele , não me imaginava fazendo). e descansamos até chegar a hora de sair e ir dormir . No dia seguinte porém , ele parecia arrependido e nem tocou no assunto . Eu também evitei um pouco. Tomamos café , eu , ele e aquela bunduda da mãe dele , e mal conseguiamos olhar um para o outro. O arrependimento inicial se transformou em uma paixão de minha parte e posso dizer que até hoje , é só ele pedir que me entrego pra ele . Depois desses episódios pensei que tinha virado gay. Mas qual foi a minha surpresa quando descobri que meu interesse por mulheres continuava o mesmo , que eu não sentia atração por homens. Apenas por ele . Somente ele .Nenhum outro.Posso dizer sem medo que foi a transa da minha vida , com o único homem que me desperta desejo no mundo . Isso foi há oito anos . Depois de alguns meses ele se mudou de nossa cidade e passou a vir pra cá somente uma ou duas vezes por ano........
Fiquei morrendo de saudade mas continuei minha vida. Arrumei namorada fixa e tinha relações sexuais normais com ela . Mas tudo iria mudar quando na última vez que ele veio passar férias na casa de sua mãe. Pela primeira vez em meses , voltamos a conversar e senti que ele também queria falar sobre nós ,mas faltava alguém dar o primeiro passo.E eu assim o fiz.
Bom ele chegou , foi aquela maior festa , todos os primos reunidos e nenhum papo sobre nosso passado , apenas sobre sua viagem, embora pudesse sentir que ele queria tanto quanto eu. Quando a reunião de família ia se findando, antes de ir enbora, pedi pra ele ligar em casa e combinarmos de fazer algo para jogar conversa fora , ir a um bar ou sei lá . No dia seguinte , ele me liga a tardezinha e peço a ele que passe em casa ,pois estava em casa sozinho e daí combinariamos algo. Assim que ele chegou em casa , recebi-o com um abraço apertado e disse que sentia muito por ainda não termos tido tempo de ficar sós. Ele perguntou por que e respondi :
- Você sabe o quão importante foi na minha vida. Tudo o que a gente passou junto , nossa infância , e tudo mais...
-Tudo mais , o quê? perguntou ele.
Respondi que ele sabia muito bem do que eu estava falando . E disse mais . Disse que essa era a unica coisa na vida que não me arrependia de ter feito e adoraria fazê-la de novo.Quando disse isso ele ficou vermelho e sem ação , afinal já passara-se quase cinco anos e ele tinha mudado. Estava mais alto , mais magro , porém com sua caracteristica principal até melhorada : Aquela BUNDA enorme e maravilhosa. Dito isso , fui encostando nele , já completamente excitado e perguntei se ele não queria repetir aquele banho.E na minha cama como sempre foi meu sonho. De repente tomei coragem e peguei no pinto dele. Estava sentado na cama e ele em pé na minha frente. Comecei a passar a mão por cima de sua calça e ele pra minha surpresa não reagiu. Resolvi então , diante da passividade de meu primo bundudo , abrir a calça dele . Tomei um susto . Aquele pintinho mirrado de tempos atrás , havia se transformado numa trolha suculenta e enorme. Quando a tive em minhas mãos , não pensei duas vezes : Engoli tudo. Foi quando senti que sua pica começava a crescer dentro de minha boca enquanto eu fazia aquele boquete gostoso. Já quase gozando de tanta saudade daquele corpo. olhei pra cima (com a benga ainda em minha boca) , e percebi um sorriso em seu labios. Foi quando abaixei toda sua calça e comecei a passar a mão naquela bunda magnífica. Ele , se empolgando forçava minha cabeça enquanto chupava sua pica. Quando ela já estava em ponto de bala , deitamos na minha cama e ele tirou minha roupa e comecou a brincar com meu pinto já duro e enfiar o dedo na minha bundinha. Com os dois nus na cama , realizei mais um sonho. Fizemos um inesquecível meia nove. Ele ficou em cima fazendo um boquete , mostrando que depois de tanto tempo sua lingua estava ainda mais caprichada. E o melhor :Me chupando e aquele bundão na minha cara. Comecei a beijar aquela bunda e depois lambi aquele cu apertadinho , até dizer chega. Ele virou pra mim novamente e pôs aquele pinto enorme de novo na minha boca . Chupei gostoso até que não aguentei e pedi pra sentar naquela vara. Ele só pediu pra brincar com meu cuzinho antes. Eu prontamente aceitei e fiquei louco com meu primo metendo a cara no meio da minha bunda. Peguei um pouco de KY , passei no pau dele , pedi pra ele passar no meu cu e comecei a sentar . Só de encostar já quase gozei. Era muito bom sentir tudo aquilo de novo.Doeu pra entrar a cabeça , mas depois desci até as bolas e comecei a cavalgar gostoso. Eu ficava vendo aquele pinto entrando e saindo do meu cu e isso me deixava cada vez mais louco. Estávamos prestes a gozar juntos quando pedi a ele que gozasse em boca . Ele atendeu o pedido e quando estava prestes a gozar . me virou na mandou abrir a boca e jorrou aquele leite gostoso em mim . Ah! Como aquele gosto era bom ! Para completar ele voltou a fazer uma chupeta e tambem gozei tudo na boca dele . Depois disso , ele disse que tinha que ir embora mas me prometeu que iriamos repetir aquilo no dia seguinte. Foi quando aconteceu a segunda parte desta semana que foi a mais maravilhosa que já tive e terei na vida .
No dia seguinte , conforme combinado , fui a casa dele a tarde. Chegando lá , entrei coisa e tal e percebi que meu rabudo não estava. Foi aí que tive uma ereção imediata. Sua mãe, aquela gostosona, veio me atender e dizer que meu primo tinha saído e demoraria entre uma e uma hora e meia para chegar ,pois surgira um imprevisto com seu pai e ele precisou sair.Nesses meses todos muita coisa aconteceu. Ela se separou do pai de meu primo e morava agora com um cara meio esquisito.Ela deve ter seus quarenta e cinco anos hoje e continua absoluta. Aquela bunda perfeita, enorme,macia , aquela pele rosada, aquelas coxas grossas , aqueles peitinhos no lugar. É um avião!!! Começamos a conversar então na cozinha . Papo vai ,papo vem , comento com ela que seu filho havia dito que ela estava gordinha, meio deprimida com o fim do casamento ainda, e eu afirmava o contrário, não só para tentar levantá-la , mas também por ser a mais pura verdade. Ela , envaidecida , disse que quem estava certo mesmo era seu filho.Propus , então um teste. Se eu a conseguisse levantar , ela não estava acima de seu peso . Se conseguisse , ela estaria maravilhosa. Ela naquele clima amistoso aceitou e ( já completamente excitado só de conversar com aquela saúva)lá fui eu. Fiquei de frente a ela , e segurando em suas costas não obtive sucesso . Ela ria e me dizia que havia falado que estava meio gordinha mesmo. Retruquei dizendo que não havia conseguido tal façanha pois havia segurado no lugar errado. E lá fui eu tentar de novo. Só que dessa vez , de frente com minha musa , tentei levantá-la segurando-a pela bunda . Ela estranhou , mas antes que pudesse falar algo , levantei a mãe de meu primo tão alto que seus peitinhos ficaram roçando minha cara . Ela ria e quando a pus de volta no chão , continuei abracando-a com as mãos em sua bunda enorme e suculenta.Ela me olhou com um olhar estranho e assustado. Novamente antes que ela pudesse dizer algo, disse pra ela que ela tinha um corpo muito bonito, de meninda de vinte anos e não havia por que se depreciar.Ela ao mesmo tempo riu e repreendeu-me , dizendo que eu estava faltando com respeito . Mas com ela tão perto ali mesmo na cozinha , cometi mais uma loucura ...Tasquei um beijo na boca dela. No começo ela relutou muito , chegando a tentar me empurrar e ensaiando tapas em minhas costas. Mas depois acabou se entregou e me beijou com nunca havia uma mulher me beijado antes. Continuei beijando-a e passando a mão naquilo tudo quando ela disse que seu filho poderia chegar . Respondi que esperava minha vida inteira por aquilo e que não seria agora que desisitiria. Ainda na parede da cozinha e os dois já excitados. sugeri que subissemos para que eu pudesse explicar a ela todos esses anos de paixão enrustida por ela. Ela ainda meio relutante e pasma com tamanho atrevimento de minha parte aceitou , pois estava com medo de alguém chegar e pegar-nos na cozinha.Escolhi o quarto de seu filho para conversarmos (por quê será , hein?).Lá chegando comecei a contar que desde muito mais novo sempre a observava e sempre achei ela muito bonita e um mulherão realmente. Ela continuava pasma , mas pude perceber que já estava gostando da idéia. A esta altura já estavamos nos beijando novamente quando pude sentir que a mãe de meu priminho bundudo já passava a mão em pica dura . Depois disso agarrei aquela coroa gostosa e arranquei toda sua roupa , peça por peça.Conclui que agora entendia de onde vinha tanta gostosura do filho. Joguei-a em cima da cama e comecei e chupar seus peitos. Ela já gemia quase gritando . Virei minha deusa de bruço , a coloquei de quatro e passei a observar a oitava maravilha da natureza. Nem mesmo em revistas havia visto bunda tão gostosa. Comecei e brincar com ela e resolvi repetir a posição com ela que havia feito dia anterior com seu filho. Um meia nove com ela por cima enfiando aquele bucetão e aquela bunda na minha cara . Preocupados com o tempo que se esgotava ,perguntei se poderia meter logo. Ela gritava pedindo por isso. Coloquei a putona de quatro e lambi seu cu . Lambi aquele cu por um tempão . Quase gozei só de sentir aquele monumento roçando na minha cara .Resolvi então enfiar naquela buceta de uma vez e bem forte fazendo movimentos de vai e vem.Via aquela bundona balançando enquanto metia a vara nela e brincava com seu cuzinho. Dei então uma cuspidinha naquele cu e com o pau lubrificado da vagina , meti ele inteiro no cu. Ela reclamou de dor , mas eu gritava que não era a primeira vez que ela dava o cu e ela dizia que era. Enfiava com força e sua bunda balançava com as estocadas . O barulho quando batia na bunda dela me deixava louco.Só de lembrar , tenho que parar e bater uma .Como o tempo era não era muito grande,continuei dando umas estocadas fortes naquele cu , embora preocupado com a hora para que ninguém nos pegasse no flagra .Até que gozei tudo dentro. Foi maravilhoso. Aquele cu continuou piscando e fiquei olhando a porra escorrer naquele cu arrombado. O buraco estava enorme. Consumido pelo tesão , bebia minha própria porra que escorria de sua bunda e depois compartilhava com ela em longos beijos.Voltamos pra cozinha aonde depois de uns cinco minutos meu primo chegou. Combinei com a mãe dele para metermos sempre e com mais calma pra eu poder curtir mais aquela bunda gostosa. Ela concordou e pediu pra ligar quando achasse que desse certo. Tomara que dê ...
Quanto ao meu primo , ele chegou e falou pra mãe dele que íamos sair. Enquanto ele ia ao banheiro deu tempo de dar um ultimo beijo nela.
Na sequência continuo contando como foi meu programa com meu priminho...
Depois de realizar meu maior sonho e comer a bunduda da mãe de meu primo/amante , saímos a caminho do motel. Embora cansado de meter com a mãe dele , já estava muito excitado em ir ao motel com meu primo. Fomos no meu carro , e escolhemos um motel luxuoso numa cidade a meia hora da nossa. Ao entrar no carro , ele dizia que tinha uma surpresa pra mim . Durante a viagem , ficamos nos acariciando e chegando perto do motel já não aguentavamos mais de tesão e só o que queríamos era chegar logo e fazer amor bem gostoso. Antes de entrar , pensamos em apimentar nossa foda indo buscar um traveco bem gostoso e peitudo , mas resolvemos deixar pra próxima e fomos sozinhos.
Entramos no quarto e já liguei a banheira . No vídeo , liguei no canal de filmes pornográficos e deixei o volume bem alto para que pudessemos ouvir de longe os gemidos . Nos beijamos e disse a ele que desejava muito que tudo aquilo que estava acontecendo entre nós durasse para sempre , pois o tempo inteiro pensava nele(é claro que não falei pra ele da minha paixão por sua mãe , muito menos de nossa transa espetacular). Tomamos um vinho e ele disse que na verdade tinha duas surpresas . Uma era que ele tinha se depilado todinho pra mim . A esta altura já não aguentava mais e já queria tirar nossas roupas e cair na banheira para fazermos igual na nossa primeira vez. A outra seria melhor ainda . Me despiu todo , me deixando na cama pelado e com a pica dura me punhetando. Meu primo rabudo então , parou em frente a banheira e começou um streep-tease bem devagar . Foi quando descobri a segunda surpresa . Por baixo , meu amante vestia uma cinta liga preta que deixava sua já espetacular e enorme bunda ainda mais gostosa. Já não aguentava mais e implorei para que ele viesse para a cama , pois queria chupá-lo. Ele então subiu na cama e ficou de quatro pra mim , mostrando aquele monumento de bunda adornado por aquela cinta liga . Caí de boca na bunda dele . Beijava aquele traseiro totalmente lisinho por inteiro. Abria suas nádegas e metia a lingua naquele cu gostoso. Meu primo gritava mais alto que o filme e pedia pra eu chupar mais ainda . E eu chupava e lambia seu cu e sua bunda como um louco . Meu primo gritava cada vez mais e pediu pra dar uns tapas na bunda . Comecei a bater na bunda dele e quase gozando , observava ele se contorcer de tesão e sua bunda balançar conforme ia batendo. Eu porém estava louco pra chupar uma rola . Pedi então que fizessemos um meia nove . Como eu adoro isso !!!. Em toda trepada minha , faço questão disso. Ele chupava meu pinto com maestria enquanto minha boca se enchia com a rola de meu primo. Ele começou a enfiar o dedo no meu cu . Comecei a urrar de tesão e pedi pra ser fodido . Ele de pronto aceitou e já ia tirando a cinta liga quando eu falei que queria ser fodido com ele usando aquilo.Ele achou legal , e me posicionou para a penetração . Encheu minha bunda de vaselina e colocou tudo de uma vez . Gozei na hora . Ele lambia minha barriga e bebia toda minha porra . Mas ele não parou . Começava a meter cada vez mais forte e meu pinto começou a ficar duro de novo. Sentia aquela trolha entrando e saindo e aquilo me deixava louco. Pedi pra ficar de quatro e ele sem deixar o pau sair , me virou e continou a meter. Ele ficava gemendo e dizendo que minha bunda era gostosa , e que adorava comer meu cuzinho apertado. Ele pegava no meu pinto e apertava . Continuou metendo até que disse que não aguentava e ia gozar e perguntou se eu prefiria no cu ou na boca . Disse que ele decidia . E ele decidiu . Depois de mais umas metidas em meu cu ( ele batia tão forte na minha bunda que parecia que ia me atravessar , segurava minha bunda com as duas mãos e socava cada vez mais), tirou o pinto e rapidamante me virou e mandou abrir a boca . Aquele leite caiu todinho na minha boca , Não deixei escorrer nem uma gota. Engoli tudinho .Meu pinto continuava duro e ele pediu pra ser comido. Pedi a posição frango assado. Minha bunda estava doendo pra caralho de tanto ele meter , mas o tesão era maior que a dor eu queria muito comer meu primo rabudo de novo. Nem passei vaselina . Dei umas lambidinhas no cu e mandei ver naquele bundona gostosa . Era muito bom ver meu pau entrando e saindo . Ficava acariciando suas coxas grossas que com a cinta liga ficavam ainda mais sensuais . Metia gostoso e quando fechava os olhos , ficava imaginando como seria transar com mãe e filho juntos. A bunda dele era fenomenal assim como a de sua mãe. Continuei metendo , cada vez mais rápido e ele gritando e pedindo pra enfiar mais . Explodindo de tesão , gozei tudo na barriga dele . Ele espalhava e chupava os dedos já consumido de cansaço. Depois de mais algumas carícias fomos para a hidromassagem onde conversamos muito , descansamos um pouco e prometemos um ao outro que aquela não seria a última vez . Depois disso , fizemos mais um troca-troca animal ,pagamos a conta e fomos embora . Na estrada ele não aguentou e dormiu. Deixei-o em sua casa e combinamos de treparmos de novo no dia seguinte . Durante a noite sonhei todo o tempo que estava trepando com os dois . Sonhei que enquanto comia a mãe dele , ele me enrabava gostoso. Mas que pena que foi só um sonho...

T-LOVER

Quem quiser me conhecer ou mesmo trocar experiências , meu anúncio é o oito quatro dois hum

T-Lover
Tue Dec 9 13:17:03 2003



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Sacanagem na Praia


Sacanagem na praia:

Esta história aconteceu há uns anos atrás, quando eu ainda morava em Santos, com minha namorada Valkíria. Apesar de ser oriental, ela tinha um biótipo bem brasileiro: , m, seios grandes e bem popozuda, além de bronzeada de praia. Nós sempre nos entendemos super bem na cama e éramos super liberais, por isso sempre que íamos a praia ficávamos observando outras mulheres bonitas. Muitas vezes a própria Valkíria era quem me apontava alguma beldade ou mesmo alguma garota com um biquíni minúsculo. Não é preciso dizer que ela adorava usar biquíni fio-dental, para se exibir na praia, o que me deixava super excitado. Num domingo pela manhã fomos para o Guarujá, praia do Tombo, como geralmente fazíamos, principalmente num dia de Sol como aquele. Como fomos bem cedo encontramos a praia um pouco vazia e aproveitei para sacanear minha namorada na hora de passar o protetor solar em seu delicioso corpo: quando cheguei em sua bunda enchi a mão e acabei até enfiando um dedo em seu cuzinho, ao que ela começou a gemer baixinho, adorando. O meu pau já estava tentando romper o tecido da sunga, de tão excitado e duro. Não resistindo ao frenesi, Valkíria disfarçou e deu uma apalpada nele. Foi neste momento que notamos uma moça assistindo nossa sacanagem, bem próxima de nós e com uma das mãos no meio das pernas. Um pouco sem jeito nós tentamos disfarçar e paramos a nossa "brincadeirinha". Para nosso espanto, meia-hora depois a moça continuava nos olhando fixamente e Valkíria ficou incomodada e sugeriu que fôssemos embora, e eu concordei. Logo que começamos a sair a moça se aproximou e disse : "Oi, tudo bem ? Desculpem, eu não queria incomodar mas não pude deixar de notar a brincadeira de vocês. Não precisam ir embora, eu gostei muito do que vi, aliás, eu também já fiz isso na praia!". Depois do primeiro susto acabamos nos apresentando e ela disse se chamar Ana e ter trinta anos. Ela também nos revelou que estava passando as férias na cidade e que morava na Bahia e era a primeira vez que visitava São Paulo. Apesar de não ser muito bonita de rosto Ana tinha um corpo muito gostoso : seios grandes e super durinhos, bunda empinada e grande e pernas bem torneadas. Ela usava um biquíni super estreito na frente, sendo impossível não perceber que era totalmente depilada. Ela começou a puxar conversa com minha namorada e em pouco tempo estávamos os três a vontade, como se fôssemos bons amigos. Ana elogiou muito Valkíria, principalmente seus seios fartos e sua bunda empinada e eu notei que minha namorada estava adorando ser assediada por uma mulher. Logo o assunto descambou para o sexo e Ana confessou que adoraria fazer sexo com uma mulher ou a três. Para meu espanto Valkíria disse-lhe que também gostaria de uma aventura assim. Ana então nos convidou para ir até a pousada onde estava hospedada. Super excitado com o que estava por vir fui logo arrumando as coisas para irmos embora. Ao chegarmos, Ana perguntou se gostaríamos de um banho e topamos ."- Então vamos os três juntos!", foi falando e tirando a roupa. Valkíria olhou para mim e aceitou a proposta. Minhas primeiras impressões sobre Ana estavam certas: ela realmente tinha um corpo muito bonito, além de uma buceta grande e totalmente pelada e lisinha. Logo que me livrei da sunga a baianinha pegou na minha pica, não se importando com Valkíria que apenas observava. A morena foi logo abocanhando a benga, duríssima, deixando eu louco de prazer. Ela chupava como uma puta, engolindo até o talo, apertando minhas pernas e gemendo um pouco. Quando eu já estava quase gozando ela parou e agarrou Valkíria, beijando-a na boca e apalpando sua bunda. Eu aproveitei para agarrar a baianinha por trás e encostar o pau em sua buceta, ao que ela disse: "- Quero dar, vamos me come! " – ela então foi empinando a bunda para ficar mais fácil a penetração, mas eu não estava conseguindo enfiar. Percebendo o que estava acontecendo minha namorada pegou um lubrificante na bolsa e começou a passar no cu de Ana. Depois ela abriu sua bunda com as duas mãos, facilitando a penetração. Valkíria estava ofegante e começou a dizer :"-Vai, enfia o pau no cu dela, mete bem fundo, quero ver você arregaçar este rabão". Isso foi me deixando mais excitado ainda, e empolgado coloquei uma camisinha e meti a vara na bundona da baiana. Eu sentia aquele cu apertar com força minha geba. Quando estava quase gozando resolvi tirar para prolongar o prazer. Assim que tirei o pau da bunda da Ana, Valkíra me agarrou e disse "- deixa eu chupar esse caralho, quero sentir o gosto de cu de puta", e depois de tirar o preservativo foi logo metendo a boca em minha piroca. Ana aproveitou e começou a lamber o cu da minha namorada, tentando enfiar a língua dentro, como se estivesse metendo. Valkíria ficou doidinha de tesão e disse ofegante "Quero ser enrabada também". Ana saiu um pouco do banheiro quando eu já estava enrabando minha namorada, mas voltou em seguida com um baita pepino na mão, de uns vinte centímetros de comprimento e mais grosso do que o meu pau. "- Enfia o pau no cu dela e deixa eu a comer na buceta!" – pediu Ana. Valkíria que já estava quase babando de tesão aceitou a brincadeira e lubrificou bem a xana para receber o pepino. Eu sentia meu pau ficar cada vez mais apertado dentro daquela bunda e Ana logo havia enfiado o pepino inteirinho dentro da buceta de Valkíria. Eu fui metendo cada vez mais rápido e minha namorada gritava como uma vadia, de uma forma que eu nunca havia visto e logo gozamos os dois juntos. Depois de tanto tesão, finalmente resolvemos tomar um banho os três juntos, onde nos bolinamos muito. Logo começamos tudo de novo e desta vez Valkíria quis enrabar Ana com o pepino, enquanto eu comia a buceta dela. Ana era muito safada mesmo e falava bastante palavrão. Ela gritava tanto que em dado momento bateram na porta. Era o serviço de quarto. Ana foi atender como estava, totalmente nua. Eu sai e fiquei observando a cena me escondendo atrás da porta do banheiro. Na entrada da suíte estava um rapazinho de seus anos, uniformizado. Ao ver Ana pelada o rapazote ficou com os olhos esbugalhados e perguntou se estava acontecendo alguma coisa, pois os hóspedes estavam reclamando do barulho. "Que nada, estou só brincando um pouco!" – respondeu despudoradamente nossa baianinha. O rapaz, sem entender nada virou as costas e foi embora, todo vermelho. Ana fechou a porta e voltou logo para nós, pedindo para enfiarmos o pepino mais fundo no seu cu. Valkíria metia no cu dela e ainda bolinava seu clitóris enquanto eu socava rola em sua xoxota. Depois minha namorada tirou o pepino e enfiou três dedos no cu dela que gemia e gritava palavrões. As duas ficaram de quatro e começaram a se beijar na boca e eu, não resistindo, comecei a comer novamente o cu de Valkíria. Depois as duas passaram a disputar o meu pau com a boca, ora uma chupava, ora outra, ora as duas e logo eu gozei novamente nos rosto das duas, que engoliram um pouco de porra. O ambiente exalava sexo e tesão e nós ainda estávamos com vontade de mais sacanagem. Descansamos um pouco e reiniciamos a sacanagem a três, só parando de madrugada.

CUIDADO COM A AIDS: NÃO SE ESQUEÇA DA CAMISINHA!

Guilherme
Tue Dec 9 00:01:13 2003



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FAST FOOD 3


Continuo aguardando notícias


Fast food

Bud estava cada vez mais quente e, medindo o corpinho da menina, concluiu que ela era gostozinha o suficiente para umas sacanagens mas, antes de mais nada precisava saber de alguns detalhes e falou suavemente:
-- Não precisa ficar bravinha.. eu sei que você é sabida.. só não sei quantos anos tem..
-- E o que lhe interessa isto? – respondeu a garotinha ainda zangada e com os olhos azuis faiscando.
-- Na verdade, nada.. nadinha.. só curiosidade.. mas você é a caçula, não é? – enquanto falava continuava medindo a pecinha. Ela era muito bonitinha, muito delicada e baixinha. Estava vestindo saia rodada e blusa de mangas compridas com um colete estampado. Pouco dava para ver o volume dos peitinhos, mas a grossura das pernocas lhe agradavam muito.
-- Ô panaca – disparou ela, já menos agressiva – vou fazer doze anos logo.. e daí?
Antes que Bud continuasse, Teddy saiu do banheiro. Saiu irritado, pois estava contrariado com a interrupção das sacanagens que estava fazendo com o amigo. Ann mirou o irmão que passou por ela inteiramente pelado e começou a rir:
-- Olha só quem está bravinho – disse ela com chacota – parece que tiraram o pirulito da sua boquinha..
-- Não encha o saco, palhaça.. vá cuidar da sua vida.. e o que você está fazendo no meu quarto? Quem lhe deu permissão para entrar aqui? – redarguiu
-- A mesma que você usa para entrar no meu.. tonto! Principalmente para ficar xeretando quando estou com minhas amigas..
-- Ih! – interveio Bud – vamos parar de brigar! Afinal estamos querendo nos divertir.. – olhou maliciosamente para Ann e completou – quer ver como Teddy e eu estávamos brincando de médico?
A reação de Ann foi de curiosidade, mas a de Teddy foi de espanto e reclamou logo:
-- O que isto? Está maluco? Mande embora esta metida.. ela não tem nada que ficar xeretando aqui.. muito menos participar de nossas brincadeiras..
Bud encarou Ann e depois Teddy dizendo:
-- Eu acho que nos todos podemos brincar, até posso dizer que devemos brincar juntos.. afinal, se um ficar de fora vai ser ruim – fixou os olhos em Ann e completou – nossas brincadeiras não podem ser contadas para nossos pais.. eles não vão gostar e podem nos castigar.. e ninguém quer isto, quer?
Ann acendeu-se de curiosidade e perguntou:
-- Que diabo de brincadeiras são estas, que devem ficar em segredo? Você me disse que estavam brincando de médico.. todo mundo brinca disto, e daí?
Enquanto Teddy avermelhava, Bud pigarreou e falou:
-- Little Ann.. foi por caso disto que eu queria saber sua idade.. não é qualquer criancinha boboca que pode brincar da nossa maneira.. somente gente esperta e sabida pode!
Ann morria de curiosidade. Seus olhos brilhavam e perguntou:
-- Como é esta brincadeira? Me contem, por favor..
Bud virou-se para Teddy e disse:
-- Será que dá para deixar ela entrar?
-- Por mim, não.. mas se você quiser, tudo bem.. este diabinho é mais sacana do que você está pensando.. estou cansado de ver o que acontece quando ela se reúne com as pestinhas das suas amiguinhas..
Bud não perdeu tempo e começou a explicar como era a brincadeira:
-- Para começar quem vai ficar de médico sou eu.. vocês dois são os doentes.. Ann, você vem primeiro.. Teddy, desocupe a cama.. Ann vou lhe examinar.. tire a roupinha e fique como nos..
Ann, muito excitada, despiu-se e o resultado agradou, e muito, a tesão de Bud. Ele começou a apalpar o corpinho esbelto, mas cheio de curvas deliciosas, enquanto ia falando como um doutor examinando um paciente. Ann exultava com as bolinações e fingia queixas, procurando agir como se estivesse em um consultório. Quase gozou quando Bud, a pretexto de fazer apalpação para descobrir a existência de caroços nos peitinhos, deu um trato de mestre neles, além de espremer os bicos dos mamilos com muita sabedoria.
Teddy, vendo a irmãzinha pelada sendo apalpada por Bud, se entusiasmou e pediu:
-- Deixe eu brincar de enfermeiro ajudante..
Bud olhou o amiguinho que estava de pau duro, lambendo os lábios de tesão e comandou:
-- Está bem.. enfermeiro! – tire a toalha da minha cintura e veja se o termômetro está pronto para ser usado!
Enquanto Ann observava com curiosidade, Teddy tirou a toalha de Bud deixando livre o cacetão do amigo que ficou empinado e latejando. À ele foi atraído como metal para um imã e, em seguida e para admiração de Ann, passou a acaricia-lo com as duas mãos.
Aliás Ann engoliu em seco ao ver o tamanho do portento e sua vagina acabou de se encharcar pela vista do instrumento que parecia maior ainda ao ser envolto pelas pequenas mãos do irmão. 'Shit! – pensou – é um pau e tanto.. igual a ele só o do Daddy.. '.
Bud divertia-se imenso com a brincadeira com os dois irmãos. Teddy era bonito, mas a pequena Ann era um espetáculo, não só pelo corpinho gostoso como, principalmente, pelo ar sacana da sua carinha bonita. Apesar de brotinho, tinha um belo par de seiozinhos e quadris fornidos com coxas grossas e redondas, enfeitadas no seu vértice por um púbis saltadinho, recoberto por um tentador triângulo de pêlos densos e alourados. Ainda não tinha colocado os olhos na sua bocetinha, mas tinha certeza de que seria um mimo delicioso.
Bud estava alegre como nunca pela maneira como as coisas estavam acontecendo. Cada vez mais se entusiasmava com o corpo esbelto da menininha e principalmente pelo ar sapeca, revelando bem a putinha sacana que ela já era.
-- Como é, enfermeiro? O termômetro já está pronto? – perguntou, ao mesmo tempo em que empalmava a bocetinha da menina. Sentiu que ela afastava as pernas, dando espaço para sua mão alisar sua vagina quente e já bem molhadinha.
Antes que o siderado Teddy respondesse, ouviram uma voz potente chamando por Ann.
O susto dos meninos foi imenso. Ann pulou da cama e, enquanto se vestia velozmente, dizia com voz baixa e amedrontada:
-- Fiquem quietos.. não façam nenhum barulho.. Daddy está em casa.. ele disse que viria para tomar minhas lições.. não acreditei porque ele sempre promete e nunca cumpre.. esperem até irmos para o escritório e caiam fora.. se ele souber que a gente estava folgando aqui, vai sobrar para todo mundo..
Ann foi ao encontro do pai e eles trancaram a porta em silêncio, ficando atentos aos sons que vinham do interior da casa.
Tranquilizaram-se ao perceber parte da conversa de Ann com seu pai, pelo pouco que podiam ouvir. Entretanto Bud, desejoso de manter o bom relacionamento com a família, decidiu seguir a orientação de Ann e, ignorando os apelos de Teddy que queria continuar as "brincadeiras", tratou de se vestir e, ao mesmo tempo ouvir o máximo para saber a hora de sair da casa. Teddy, com os ouvidos mais apurados ou porque conhecia melhor os hábitos de seu pai, sorriu de orelha à orelha e disse:
-- Pode relaxar amigão.. podemos ficar aqui mesmo e muito sossegados.. Daddy levou Ann para o seu quarto e a coisa vai demorar demais.. podemos continuar brincando à vontade que eles não vão ouvir nada..
Isto dizendo, já procurava se assenhorear do "termômetro", dedilhando o pau de Bud sob a bermuda que ele vestia:
-- O que é isto? – rosnou Bud – Virou veado de uma vez? Você não ouviu Ann ?..e eu perdi a vontade.. ainda mais sem a gostozinha de sua irmã.. quando ela estiver livre, vamos continuar.. agora, vá se foder e para com isto, senão lhe encho de porradas..
Teddy ficou desesperado. Estava louco de vontade de continuar as sacanagens. Na verdade estava com um comichão no ânus e sua boca enchia de água ao lembrar o gosto da ferramenta que tentava pegar com as mãos.
Para continuar com a companhia do amigo, pensou rápido e falou:
-- Quer ver uma coisa que ninguém nunca viu? Quer?
Bud interessou-se e, apertando uma nádega rechonchuda do amigo, rosnou:
-- Claro que quero.. mostra logo, amiguinho do meu coração..
Teddy, fazendo-o jurar segredo, vestiu-se ligeiro enquanto explicava:
-- Eu sei o que Daddy vai aprontar com Ann.. eles foram para o quarto dele.. venha comigo sem fazer barulho.. vamos para o sótão.. venha.. a gente vai se divertir horrores.. acredite...
Atingiram o sótão e Bud, guiado cuidadosamente por Teddy, chegou até onde estava um colchonete onde se deitou por sua orientação. Teddy deitou-se ao seu lado e apontou um orifício no assoalho. Espreitando através dele, Bud frestou toda a extensão dos aposentos dos pais de Teddy.
O pai, um homem alto e musculoso, estava sentado na beira da grande cama, a mesma onde ele havia deitado e rolado com a mulher dele e Ann estava em pé na sua frente. Ele fazia perguntas sobre geografia e ela respondia.
Bud não viu nada demais na cena. O único detalhe que lhe chamou a atenção era o tom exageradamente infantil que Ann usava para responder ao pai. Voltou-se para Teddy e sussurrou:
-- E daí, palhaço? Qual a novidade? O que tem demais um pai tomar lições da filha?
Teddy aproximou a boca do ouvido de Bud e soprou:
-- Você não viu nada.. espere que as coisas vão acontecer logo, logo.. não reparou que Ann está se fazendo de bebezinho?
Não tiveram de esperar nada. Mal Teddy terminara de falar e já estavam ouvindo a poderosa voz do paizão:
-- Muito bem.. chega de tomar lições.. agora quero saber é se my little Ann tem se comportado bem.. ou se tem sido uma garota má e que merece punição.. conte-me tudo e não minta porque será pior o castigo..
Bud sentiu que a situação iria esquentar e tomou só para ele o ponto de observação. Enquanto Teddy ficava resmungando colado à ele, viu a menina começar a tremer e, com mais infantilidade na voz, relatar várias malcriações e desobediências que havia cometido, com exceção, evidentemente, do que estava fazendo com ele e o irmão.
Quando terminou, o paizão tomou seu rostinho redondo entre as mãos e sentenciou muito calmamente:
-- Acho que sua má conduta merece trinta palmadas.. você concorda?
Ela balançou afirmativamente a cabeça, ainda envolta pelas mãos paternas, mas ele exigiu:
-- Diga em voz alta e depois se prepare como quiser para receber o castigo..
Bud ouviu ela dizer, desta vez com voz aveludada e sensual:
-- Sim.. fui uma garota má e mereço ser castigada.. acho que devo tirar minha roupa para a minha punição esteja a altura de minhas faltas..

Moloch
Sun Dec 7 18:41:26 2003
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1918
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:45 pm
Assunto: Contos 5


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Clube Swinger


O CLUBE LIBERAL

Vou contar uma aventura que eu e meu marido tivemos alguns meses atrás, em nossa busca por novas emoções:

Depois de lermos em várias revistas e em sites, contos de pessoas que fazem swing, resolvemos procurar um clube para vermos como a coisa funcionava. Queríamos um clube que fosse em nossa região, mas também não muito perto de casa. Depois de um bom tempo pesquisando na net, meu marido encontrou um em uma cidade próxima. No sábado telefonamos ao clube para saber como funcionava e a noite resolvemos ir ao local. No início meu marido ficou um pouco preocupado, acho que estava com ciúmes. A nossa idéia não era chegar lá e transar com outro casal, mas sim curtir um clima diferente. Confesso que durante o caminho também fiquei preocupada e até um pouco temerosa, mas estava muito curiosa e isto superava qualquer outra emoção. Eu fui vestida bem sexy: um vestido vermelho curto, e uma calcinha fio-dental preta por baixo, além de um perfume sensual. Chegamos ao clube por volta das h. Era uma mansão com estacionamento e manobrista na porta. Logo ao descer do carro fomos recepcionados por um casal muito simpático que se apresentou como os proprietários do clube, e convidou-nos para conhecer as dependências da casa. A moça era muito bonita e gostosa: loira, olhos claros, seios grandes e durinhos e pernas lindas (estava de mini-saia e com um top minúsculo). Muito simpáticos eles disseram que eram casados e que participavam do mundo swing ha muitos anos e eram muito felizes. Também nos certificaram que ninguém era obrigado a participar de nada dentro da casa. O local possuía dois pavimentos: no térreo era como uma boate, com pista de dança, barzinho, várias mesas e um quarto preparado para ser usado por quem ficasse excitado. A iluminação era pouca. No andar de cima existiam suítes a meia luz, com sofás. Do lado de fora das suítes ainda existiam várias mesas e cadeiras, de onde via-se o palco, lá embaixo. Depois instalamo-nos em uma mesa próxima ao palco. Como ainda era cedo, havia poucos casais no local. Um animador anunciava a todo momento que a meia-noite iniciaria-se os shows: strip-tease masculino e feminino, sexo explícito e algumas brincadeiras interativas. Ficamos ali, na expectativa e um pouco tímidos, com medo de encontrarmos alguém conhecido. Bebemos licor de amarula e ficamos olhando os outros casais: as mulheres se vestiam sensualmente, e eram pessoas de todas as idades. Em dado momento a moça que havia nos recepcionado subiu ao palco e iniciou uma dança sensual, foi se despindo e começou a percorrer as mesas. Em cada mesa ela brincava com o casal, agarrando os dois, encostando seu corpo passando a mão... Quando ela chegou a nossa eu já estava excitada, apesar de um pouco envergonhada. Mas não resisti quando ela esfregou os seios em meu rosto e os chupei de leve. Meu marido foi logo agarrando a bunda dela, que era bem generosa e bonita. Eu também apalpei sua bunda e adorei sentir a pele macia. Depois disso a casa foi ficando mais cheia e logo vimos vários casais se bolinando. Algumas mulheres estavam fazendo sexo oral em seus maridos e no palco rolava um show de strip-tease.
Eu fui ficando excitada com tudo que via, mas fiquei molhadinha quando começou o show de sexo explícito: duas mulheres super bonitas: uma loira e uma morena e também um homem. Primeiro eles se despiram devagar, depois começaram a transar entre si: mulher com mulher e depois o homem e uma delas por vez... Em dado momento o homem fez sexo anal com uma delas! Foi aí que eu não resisti e agarrei o pau de meu marido, e enfiei em minha boca, chupando bastante, ele estava bem duro. Vimos que todo mundo estava no clima. Resolvemos subir e lá em cima vários casais estavam transando. Em um das suítes haviam casais transando um ao lado do outro e vários outros só observando. Em outro mulheres transavam entre si, totalmente nuas e seus maridos e outras pessoas assistiam de perto... eu fiquei mais excitada ainda e quando saímos da suíte transamos no corredor, com outros casais passando perto e outros também transando. Depois resolvemos entrar em um quarto que estava vazio e transamos muito, eu estava encharcada e fiquei de quatro, com meu marido metendo bem fundo em minha buceta... mas antes de gozar um casal entrou e ficou bem perto observando, eu estava com a bunda pra cima e adorei eles vendo...Foi um tesão muito grande. Depois ficamos circulando pelo clube e vimos um montão de gente transando. Até os funcionários transavam entre sim em uma das suítes. Fomos embora de madrugada e ao chegar em casa transamos como loucos e depois o domingo inteiro foi assim; Temos vontade de voltar ao clube, mas um pouco de receio das coisas fugirem do nosso controle. Temos também medo de doenças e de encontramos pessoas conhecidas;

Ana

Ana
Sun Dec 21 03:10:17 2003



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O AMANTE ANAL


Moloch, aí vai mais um conto em sua homenagem! Abraço, amigo!


Capítulo UM


A conversa estava deixando Letícia extremamente excitada, e estava ficando muito difícil disfarçar. Valéria era muito detalhista na descrição do prazer que o seu parceiro lhe proporcionara ainda na noite de ontem:

Valéria: Nossa! Estou com dificldades até para sentar... Mas valeu o esforço. A dor me faz lembrar do prazer que senti ontem. Só de pensar naquele homem me pegando de quatro, e me puxando pelos cabelos eu já fico toda arrepiada! O Gerson sabe comer uma bunda como ninguém... e olha que ele é bem dotado na largura!

Letícia, fascinada e com os olhos brilhando: É mesmo? Mas conta como foi! Estou curiosa!

Valéria: Dessa vez nem de lubrificante precisou. Estava tão relaxada e com tanta vontade de ser possuída por trás que até dispensei o KY. Primeiro ele começou a me chupar gostoso. Tinha acabado de fazer a barba e caprichou no sexo oral, dedicando especial atenção ao meu ânus, passando a língua demoradamente em volta dele, para só depois de muito tempo encostá-la.

Após isso, penetrou um dedo bem devagar, e ficou fazendo movimentos leves, parecia que lia meus pensamentos, pois era exatamente aquilo que eu queria. Eu estava deitada na cama de barriga para cima. Depois penetrou mais outro dedo e aumentou um pouco o ritmo do entra e sai, logo em seguida, com os dedos ainda no meu ânus, subiu em cima de mim com o cacete em ponto de bala e me penetrou na vagina, que aquela altura já estava encharcada, imprimindo um ritmo forte, mas com os dedos ainda lentos.

A sensação de ser duplamente penetrada é uma delícia, algo realmente indescritível... Quando eu senti que o dedo já entrava e saia livremente do meu cu, decidi que era a hora certa de ser penetrada atrás, pois já desejava sentir algo mais grosso e duro me preenchendo na bunda:

- Vai seu cachorro! Mete na minha bunda, não é isso que você está querendo? Mete na minha bundinha e me arromba toda! Mostra que você é um macho de verdade e que você me domina e faz de mim o que quiser! Come o cu da sua mulherzinha... Provoquei-o exatamente com essas palavras, e ele, com uma expressão enfurecida de tesão, e com cara de macho de verdade, retirou seu cacete da minha boceta e imediatamente encostou no meu cu, iniciando uma pressão progressiva. O início realmente dói, e como o Gerson tem um cacete da grossura do meu pulso, não é realmente uma tarefa das mais fáceis. Mas o engraçado é que essa dor chega a ser excitante... Não sei lhe explicar exatamente porque, mas é excitante. Fiz como se estivesse no banheiro fazendo cocô para facilitar a entrada, e o pênis de Gerson começou a abrir caminho no meu reto apertado, iniciando uma demorada e paciente batalha contra o esfíncter.

Quando penetrou a glande nteira, parou uns dois minutos e com uma incrível precisão, iniciou movimentos devagar de vai-e-vém, até que conseguisse penetrar a metade do pênis, onde deu mais uma parada de dois minutos, para que meu ânus pudesse se acostumar com o volume do membro do meu marido.

Após esse ritual inicial que demorou aproximadamente uns quinze minutos, eu não sentia nem mais sombra de dor, e a essa altura, eu estava mesmo era querendo que ele me enrabasse com força, e decidi provocá-lo novamente:

- Agora vai, seu canalha ordinário! Come o cu da sua putinha safada, vai! Mete nesse rabo que você tanto gosta e que é só seu. Fode a sua puta gostoso, porque eu só dou esse cu pra você! Anda, tá muito devagar, mete com força de verdade!

Funcionou e Gerson urrava como um animal. As estocadas eram bem viris e pela expressão de prazer no rosto dele dava pra perceber que ele estava lutando muito para não explodir precocemente num orgasmo, o que me excitava ainda mais. Aguentava orgulhosamente aquele cacete no meu cu, e qualquer pessoa que visse de fora, fatalmente ficaria impressionada com o ritmo daquela transa.

Como eu já estava totalmente acostumada com o pênis, já podia trocar de posição, e pedi pra ele sair de dentro de mim um pouco e me posicionei de quatro para recebê-lo novamente . Gerson adorou a iniciativa e voltou a me comer com força, fazendo daquela forma como eu te disse no início, puxando meus cabelos e dando tapas na minha bunda. Senti que vez por outra, ele tirava o cacete inteiro e depois colocava novamente. Acho que era pra me ver arrombada... Mas era interessante porque a sensação de vazio e logo após a de preenchimento, dava muito prazer.

Nesse momento, comecei a me masturbar freneticamente, ora concentrando os movimentos no clitóris, ora penetrando dois ou três dedos, onde eu podia sentir de verdade o volume daquele cacete grosso através das paredes da vagina. Não demorou para que eu me esvaísse em berros e atingisse o estágio máximo de um orgasmo que uma mulher possa conseguir, tendo sensações e contrações que remetiam a um estado de nirvana, quase inacreditável.

Só que pelo menos em mim, a sensação da penetração após o meu orgasmo não é lá das mais agradáveis. Eu não sei se é porque fica muito sensível, mas me dá vontade de defecar. Gerson, já sabendo disso e percebendo que eu já havia gozado, não mais se segurou, e retirou o pênis anunciando que iria gozar. Imediatamente me posicionei de joelhos para ele, e recebi fartas jorradas de sêmen em meus seios, que onde ele mais gosta de ejacular.

E foi assim. E é por isso, Letícia, que eu não estou consegundo sentar direito.

Letícia não conseguia mais dizer uma palavra sequer, tamanho era o seu estado de excitação, que culminava numa sadia inveja da sua colega de trabalho. Foi quando tocou o telefone, tendo Valéria atendido e sendo chamada até o setor de contabilidade da empresa. Letícia correu para o banheiro do escritório, e ao perceber que sua calcinha estava encharcada, iniciou uma siririca rápida, não demorando mais do que dois minutos para atingir um delicioso orgasmo. Entretanto, era apenas temporariamente satisfatório, e logo ela entraria num estado de cio novamente. E para apagar aquele fogo, era preciso outra coisa...

A verdade era que a vida sexual de Letícia estava uma droga. Seu marido, Alfredo, era ótimo pai e um excelente homem, mas sexualmente deixava muito a desejar. Não fazia o menor esforço para agradá-la. 'Um homem por trás dos óculos, como diria Drummond.' Inteligente, de uma vasta e erudita cultura. Era sócio de um pequeno escritório de uma operadora da Bolsa de Valores. Um homem até bonito, mas um tanto delicado demais e longe do perfil masculino que mais excitava Letícia, cuja predileção era por estereótipos mais rústicos e viris. Mais ou menos como Valéria descrevera seu marido.

Olhando sua vida pelo patamar de hoje, Letícia talvez teria optado por se casar com Fernando, um safado namorado da adolescência por quem fora perdidamente apaixonada. Mas naquela época, para Letícia era um orgulho poder subir ao altar e casar-se virgem, e como Fernando não tinha paciência, optou por ficar com Alfredo, que a respeitava muito mais. Isso há dezesseis anos atrás. Triste ilusão! Se pudesse voltar no teempo, fatalmente teria dado para Fernando e para tantos outros por quem nutria desejos sexuais. Pelo menos teria conhecido outros homens na cama e não teria tanta curiosidade em saber como seria deitar-se com outro, além de ter a consciência menos pesada pelo fato de sentir atração por outras pessoas e não poder realizar plenamente seus desejos, como gostaria que fosse.

Entretanto, ainda havia uma grande esperança em seu coração. Naquela tarde, após o término do expediente na empresa, e antes de pegar o metrô para a Tijuca, Letícia apressou-se e passou numa sex shop que havia visto pela internet na Av. Nossa Senhora de Copacabana. Comprou uma lingerie vermelha muito sexy e um potinho verde de lubrificante que segundo a gentil atendente, era específico para sexo anal.

Sexo anal. Esse talvez fosse o grande paradoxo das incompatibilidades sexuais que existiam entre o casal. Para Letícia, a maior das fantasias. Sentia um desejo enorme de experimentar tal prática. E os relatos que ouvia só aguçavam ainda mais esse sentimento. Já Alfredo tinha nojo. Morria de medo só de imaginar que seu pau um dia poderia sair sujo de fezes de dentro de sua mulher. Não conseguia entender como seus colegas achavam uma prática suja tão gostosa. Aliás, para Alfredo, sexo era mesmo um problema. A idéia da troca de fluídos corporais não lhe caía bem, definitivamente. Assim sendo, não gostava também de fazer sexo oral na mulher. Também não fazia questão de que ela o chupasse, da mesmo forma também como não fazia questão de ejacular em outros locais que não fosse na vagina. Para ele, um 'papai-e-mamãe' uma ou duas vezes por mês já era mais do que suficiente.

Mas Letícia estava disposta a mudar esse quadro, e seria naquele dia. Ou vai ou racha. Chegou em casa eufórica e excitada. Havia pedido para que seus filhos ficassem na casa da avó, mãe dela. Primeirou aprontou um delicioso jantar e colocou um cooler de pêssego na geladeira. Preparou a cera quente, entrou no banheiro e caprichou na dolorosa sessão de depilação. Depilou as axilas, deixou um delicado e bonito filete de pelos acima da boceta e esmerou-se no acabamento nas laterais da vagina e do ânus, tomando o cuidado de não deixar nenhum pelo perdido. Tomou um demorado banho quente, a logo após passou uma afrodisíaca mistura de óleo de amêndoas com ameixa na pele, deixando-a macia e perfumada, como uma fêmea de verdade tem que ser.

Letícia vestiu a lingirie branca, olhou-se no espelho e gostou do resultado que viu. Estava realmente se sentindo erótica, uma fêmea lânguida que tinha a pretensão apenas de estar bonita e atraente para o seu marido. Colocou um sobretudo branco que era conjunto da lingirie, e preparou a mesa, com arroz à piamontese acompanhado de salada e chester assado. Mergulhou o cooler num balde de gelos e sentou-se no sofá, à espera do seu amado, que apesar de tudo ainda era amado. Esperou das nove às onze horas da noite. Quando ouviu o barulho do portão eletrônico da garagem do edifício, debruçou-se na janela e viu que era o carro de Alfredo. Feliz, apagou as luzes e acendeu as velas da mesa. O cenário estava cuidadosamente perfeito.

Excepcionalmente naquele dia, Alfredo entrou pela porta de serviço do apartamento, ao invés de fazê-lo pela social, onde certamente daria de cara com a mesa servida. Entrou direto, avesso ao sorriso encantador da esposa que o aguardava.

- Amor! Estava te esperan...
- Letícia, estou super cansado, beijos agora não.
- Mas vem ver o que eu aprontei!
- Letícia agora não! Já disse que estou cansado...

E entrou rispidamente para o banheiro, sem nem sequer ter dado um beijo na esposa, e muito menos reparado que ela estava vestida de maneira especial para a ocasião. Tomou uma ducha rápida e deitou-se na cama. Letícia, um pouco desanimada, mas ainda acreditando, foi até a cama ver se falava com ele com mais calma, mas deparou-se com um Alfredo num sono profundo... Triste e decepcionada, deitou-se ao seu lado e dormiu também.

O despertador tocou às seis horas da manhã. Letícia acordou e viu que o pau do marido estava duro. Deveria ser 'tesão de mijo' certamente. Mas que estava duro, estava. E como naquele dia completara trinta dias sem sexo e além disso estava no seu período fértil, que é a época em que sente mais desejo, decidiu fazer uma nova tentativa. Alisou o membro por cima do pijama e viu que Alfredo não reagiu. Abaixou a calça do pijama, libertando o pênis e acariciou-o lentamente. Alfredo, apesar de ainda dormir, fez uma expressão de prazer. Ousadamente, Letícia desceu um pouco e abocanhou o cacete do marido, que tinha a pele branca e a glande vermelha. Deliciou-se com o pênis na boca por alguns instantes. Estava sendo aquela uma das raríssimas oportunidades em que Letícia fazia sexo oral no marido, em dezesseis anos de relacionamento. Alfredo acordou, um tanto assustado, e viu o que Letícia estava fazendo. Dessa vez até achou gostoso. Mas também não tinha como não gostar, Letícia estava abocanhando aquele cacete como se fosse a última vez em vida. Chupava com a boca macia ao mesmo tempo em que fazia movimentos de sucção. Agia com se fosse muito experiente no assunto.

Com a vagina em brasa e percebendo que o marido acordara e que não estava se opondo ao sexo oral, posicionou-se em cima de Alfredo e guiou o pênis de seu homem até a entrada da vagina, iniciando uma cavalgada frenética. Alfredo agora estava reparando o quanto a esposa estava formosa, vestida com o corpete branco que deixava parte da barriga, os seios e a vagina à mostra, observou a boceta muito bem depilada, num desenho harmonioso, com os lábios abertos engolindo o seu cacete... estava linda demais, apesar da noite mal dormida. O balançar dos seios médios com a cavalgada, os mamilos entumescidos. Letícia manipulava os bicos dos seios e alisava o todo o corpo. Dava pra ver que estava se sentindo mais mulher e que estava senhora daquela situação. De seu corpo, desprendia-se um delicioso cheiro de sexo misturado ao óleo especial de amêndoas e ameixa, deixando o ambiente permeado por uma atmosfera erótica e libidinosamente sensual.

Letícia postou-se de quatro, lembrou da ousadia da amiga Valéria nas palavras e corajosamente falou:

- Vem Alfredo! Come minha boceta comigo assim de quatro!

Alfredo assustou-se, pois Letícia nunca havia lhe pedido nada... Mas fez a vontade da mulher, penetrou sua vagina com ela de quatro. Letícia estava adorando, mas nesta hora, as lembranças do que Valéria havia lhe descrito sobre a transa anal estavam fortes, e junto com a curiosidade vinha a implacávelvontade de ser penetrada atrás. Instintivamente, passou a empinar a bundinha deixando o buraquinho rosado exposto, numa clara demonstração de desejo em praticar sexo anal. Percebendo a insinuação anal da mulher, Alfredo sentiu o coração bater forte e entrou em desespero, pois naquele momento era tudo que ele menos queria.

Letícia, mesmo sabendo da aversão do marido ao coito anal, corajosamente pediu:

- Alfredo, por quê você não experimenta meter na bundinha?

Alfredo se fez de desentendido:

- Hã? O quê?

- Mete na minha bundinha, Alfredo... Come o cuzinho da sua mulher...

Letícia, você sabe que eu não sou chegado em nada aí atrás...

- Só uma vez, Alfredo, em dezesseis anos de casados nunca fizemos isso... Por favor, só uma vez... Faça sua mulher se sentir completa e preenchida de verdade pelo menos uma vez...

- Letícia, eu tenho medo de sair sujo, você sabe...

- Não vai sair sujo, Alfredo, porque eu fiz uma lavagem especial... Tá limpinho, pode confiar...

- Não sei...

- Alfredo, eu sou sua mulher e estou ordenando que vocêe coma meu cu agora!!!! Você ouviu bem? Agora!!! Senão eu vou dar ele para outra pessoa que queira! E lhe garanto que está 'assim' de homens por aí querendo...

Alfredo assustado com a atitude da esposa nunca antes vista em seu relacionamento, rendeu-se submissamente a ameaça feita, que não sabia ele se era ou não em tom de brincadeira, e retirou seu pênis ainda ereto da vagina e conduziu-o em direção ao rabo da mulher.

Na primeira tentativa de penetração, sentiu que o pênis teve a sua ereção abalada, ficando à 'meia--bomba'. Letícia percebendo o fracasso inicial, sabiamente deslocou-se rápido e abocanhou o pau do marido, fazendo novamente o delicioso boquete. Não pode deixar de saborear o gosto da própria vagina no cacete do marido, que era, a bem da verdade, muito agradável. O esmero na chupada surtiu efeito e logo Alfredo estava com o pênis ereto a todo vapor.

Desta vez Letícia não esperou pela atitude do marido, e um tanto bruscamente, deitou-o na cama e subiu novamente em cima dele, guiando o cacete desta vez até a entrada do cu. Conseguiu penetrar a glande, mas novamente Alfredo fracassara... A ereção havia ido embora.

- Mas que merda, Alfredo! Nem comer o cu de uma mulher você sabe! Você sabe o que eu deveria fazer? Eu deveria arrumar um amante, um macho de verdade que me satisfizesse por inteira, que me comesse toda, que me virasse do avesso, que fizesse eu me sentir mulher de verdade. Reclamou nervosamente Letícia.

Nessa hora, esperava que Alfredo se recompuzesse e lhe desse uma surra, uns tapas na cara pelo seu atrevimento, e depois a comesse da maneira viokenta como ela tanto queria. Mas o que viu foi uma deprimente cena, com seu marido chorando e com uma expressão de derrota claramente estampada no rosto. Era sem dúvida nenhuma um momento para reflexões naquele casamento.

Letícia, muito puta com o acontecido, vestiu-se de qualquer maneira e saiu para trabalhar. Adentrou a estação de metrô da praça Saens Peña e ficou aguardando a chegada no trem em direção à Zona Sul da cidade...


Willy
Fri Dec 12 20:04:50 2003



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COMI MEU PRIMO E MINHA TIA!



BUNDAS ENTRE FAMÍLIA

___________________Bundas Gigantes e Meu Primo ____________________

Meu primeiro e único pinto;


Bom, minha experiência aconteceu há cerca de oito anos , quando eu ainda tinha por volta de quinze anos. Nunca me considerei homossexual,assim como ainda hoje não me considero,mesmo apesar de já ter realizado brincadeiras infantis com dois ou três meninos. Mas a história que contarei aconteceu com um primo um ano mais novo que tem duas tias gostosissímas e uma mãe de dar agua na boca ( isso nunca contei a ele). Sempre batíamos uma punheta juntos pensando e fantasiando como seria comer uma daquelas tias boazudas. Dormia sempre na casa dele e sempre os papos eram esses. Mas acontece que por aí diziam que ele já havia feito troca-troca com um garoto da rua . Desde então , inexplicavelmente passei a prestar muita atenção nele. Ele tem mais ou menos a minha altura , porém meio gordinho o que sempre me excitou mesmo em mulheres. Passando a prestar atenção nele , percebi que ele havia puxado uma característica e tanto da família de sua mãe:Uma bunda enorme ! Pois é ! Uma bunda enorme , lisinha , fechadinha , de fazer inveja às mais gostosas mulheres do país. Uma bunda deliciosa assim como eram de suas tias e especialmente de sua mãe.
Comecei então a ficar excitado perto dele . sozinho em casa fantasiava coisas com ele , etc .Percebi então que queria muito trepar com ele . Até que um dia , na época da páscoa, inventei uma história e consegui com que ele me convidasse para dormir na casa dele. Lá , sempre ficávamos sozinhos e nunca éramos perturbados.Sugeri então assistirmos a um filminho pornô que ele tinha lá escondido. Começamos o filme e eu já morrendo de tesão , tirei o pau para fora e comecei a brincar com ele. Ele sentado ao meu lado no sofá , talvez intimidado por seu pau ser menor que o meu , ficou brincando com ele ,porém com as mãos dentro do calçào , não deixando-o a mostra. Perguntei o que ele fazia e timidamente me respondeu que nada . Eu , mesmo assim , continuei a bater uma pensando em como seria bom fazer um meia-nove com ele . Até que chegou uma hora e ele pôs seu pinto para fora e ficou com a mão nele. Foi quando criei coragem e perguntei se ele queria que eu batesse pra ele. Ele, meio nervoso, recusou e continuamos a assistir o filme. Passou um tempo, eu gozei e com a mão melada de porra, fiquei provocando-o e lambi minhas mãos lambuzadas de esperma.Ele todo acanhado, só olhou e mais uma vez nada disse. E eu continuava excitadísiimo . Chegou a hora de tomar banho e então entramos no banheiro juntos ,com a porta destrancada, como se não houvesse nada demais.Afinal de contas crescemos praticamente juntos e sempre víviamos grudados. Eis que fomos . Era uma banheira grande (já havia tomado banho com ele outra vez meses antes ,porém num outro banheiro da casa e apenas brincamos sem segundas intenções) , e eu tirei a roupa e já entrei, ficando ansiosamente esperando que ele entrasse pra que eu pudesse observar seu corpo gostoso. Quando ele entrou , eu havia ficado na parte anterior da banheira, ele teve que passar sobre mim , para se sentar na parte posterior da banheira . Passando vi aquela bunda deliciosa passando e não resisti e passei a mão nela.Ele apenas sorriu e disse pra eu parar com aquela brincadeira. Sentamos então um de cada lado e como de costume começamos a conversar de mulheres gostosas e consequentemente de suas duas tias . Conversa vai , conversa vem , com meu pé por debaixo d'agua procurava encostar em sua bunda . Ele apenas sorria e me mandava parar. Até que não me lembro bem como , estávamos brinacando e foi então que agarrei seu pinto. Ele ficou meio assustado e pedia pra que eu largasse . Porém ao pegar, pude notar que ele também já estava de pau duro e então comecei a punhetá-lo. Ele pedia pra parar e eu perguntava se ele não estava gostando. Emudecia. Ele pedia para parar e meio que tentando escapar mas eu não deixava e agarrava com cada vez mais força seu pinto. Foi quando de surpresa(e para minha felicidade), ele grudou em meu pau e começou movimentos , um pouco bruscos no começo , quando cheguei a dizer que estava machucando e com a outra mão que estava livre , ajudei-o a acariciar meu pinto de uma forma muito gostosa. Ele , no entanto , parecia meio envergonhado , e pediu-me pra parar tudo aquilo:-Bobeira! ,dizia ele .Retruquei dizendo que não era a primeira vez que fazíamos aquilo e pedi pra chupar sua pica. Ele simplesmente respondeu:- O quê você fizer em mim , eu faço em você., Não pensei duas vezes e caí de boca . Meu Deus ,como era maravilhosa aquela sensação do pinto entrando e saindo da minha boca!! Chupei por um tempão , sentia a cabeça da pica resvalando em em meu lábios e acabei gozando a primeira vez na mão dele que continuava grudado em meu pinto.Depois sentei de frente pra ele e meu primo ficou de quatro e começou a fazer um boquete. Como a boca dele era gostosa. Entrava e saia com uma rapidez que me deixava cada vez mais louco.Ele chupava e eu realizava meu sonho e ficava acariciando aquela bunda enorme e seu cu apertadinho. Passado um tempo daquela chupeta fenomenal ( mesmo hoje depois de já ter transado com várias mulheres , nenhuma chupou gostoso como ele ) , enquanto acariciava seu traseiro ,pedi pra ele virar. Ele mais uma vez se assustou e perguntou pra quê. Repeti meu pedido sem dar explicações e ele apenas disse 'Você primeiro'. Eu quase explodia de prazer e bem rapido me pus de quatro virado para a porta , deixando munha bundinha ,(que diga-se de passagem também não é de se jogar fora) totalmente a disposição de meu primo rabudo. Começou a lamber meu cú e tive uma sensação que estou certo nunca terei de novo. Era algo espetacular. A cada volta de sua língua no meu cú , me sentia mais envolvido por ele , e com mais vontade de transar bem gostoso. De repente ele parou e se pôs em posição de me penetrar. Seu pinto era pequeno , mas mesmo assim , a sensação daquele pinto encostando na minha bunda me excita até hoje. Meu primo meteu em mim com voracidade. Ele respirava cada vez mais ofegante e parecia que iria explodir. Metia rápido e com força , me deixando a ponto de bala de novo.Antes de gozar ele tirou o pinto do meu cu , e disse que chegara minha vez. Curvou-se e arreganhou tudo pra mim .Quando vi aquele monumento a minha disposição , o meu tesão era tanto que nem sabia por onde começar. Depois de olhar aquele exagero , comecei a beijá'-la e admirá-la. Era muito gostosa . Resolvi explorar também seu cuzinho e aquele bundão era tão enorme e fechadinho que mesmo afastando as partes minha lingua tinha dificuldades em alcançar meu objeto de desejo: o cu de meu primo. Lambi aquilo por um tempão e com o desejo me consumindo todo. comecei a prepararação. Enfiava meu dedos naquele cu e ele viajava . Também já estava louco pra que eu o possuisse e gozasse tudo dentro dele . Senti ,porém que seu cú não aguentaria minha pica e passei sabonete para lubrificar. Comecei a colocar e doía muito . Ele queria que eu tirasse, mas eu fingia que não ouvia. A hora que a cabeça entrou , parei um pouco pra ele descansar . Dava pra ver o cu dele rasgando. Como ele dizia que doía muito , esperei uns minutos e voltei a empurrar pra dentro.Quanto pus tudo , peguei em seu pau e o senti duro . Comecei então a masturbá-lo enquanto meu pau se encontrava de repouso dentro daquela bunda gostosa, Bati até ele gozar . Ele estava louco de tesão que assim que gozou com a minha punheta , falou que agora seria minha vez de gozar e ordenou que continuasse a meter nele. Comecei então um vai-e-vem devagarinho e ele pedia pra ir mais rápido.Comecei a dar umas estocadas fortes e o barulho da minha pélvis batendo na bunda dele e aquela bunda balançando quando isso acontecia me deixava ainda mais louco e então não aguentei e gozei tudinho dentro dele . Exatasiado , ainda consegui observar quando algum tempo depois , a porra escorria daquele cu arrombado. Tomados de prazer , demos um longo beijo de lingua (coisa que mesmo tendo vontade de trepar com ele , não me imaginava fazendo). e descansamos até chegar a hora de sair e ir dormir . No dia seguinte porém , ele parecia arrependido e nem tocou no assunto . Eu também evitei um pouco. Tomamos café , eu , ele e aquela bunduda da mãe dele , e mal conseguiamos olhar um para o outro. O arrependimento inicial se transformou em uma paixão de minha parte e posso dizer que até hoje , é só ele pedir que me entrego pra ele . Depois desses episódios pensei que tinha virado gay. Mas qual foi a minha surpresa quando descobri que meu interesse por mulheres continuava o mesmo , que eu não sentia atração por homens. Apenas por ele . Somente ele .Nenhum outro.Posso dizer sem medo que foi a transa da minha vida , com o único homem que me desperta desejo no mundo . Isso foi há oito anos . Depois de alguns meses ele se mudou de nossa cidade e passou a vir pra cá somente uma ou duas vezes por ano........
Fiquei morrendo de saudade mas continuei minha vida. Arrumei namorada fixa e tinha relações sexuais normais com ela . Mas tudo iria mudar quando na última vez que ele veio passar férias na casa de sua mãe. Pela primeira vez em meses , voltamos a conversar e senti que ele também queria falar sobre nós ,mas faltava alguém dar o primeiro passo.E eu assim o fiz.
Bom ele chegou , foi aquela maior festa , todos os primos reunidos e nenhum papo sobre nosso passado , apenas sobre sua viagem, embora pudesse sentir que ele queria tanto quanto eu. Quando a reunião de família ia se findando, antes de ir enbora, pedi pra ele ligar em casa e combinarmos de fazer algo para jogar conversa fora , ir a um bar ou sei lá . No dia seguinte , ele me liga a tardezinha e peço a ele que passe em casa ,pois estava em casa sozinho e daí combinariamos algo. Assim que ele chegou em casa , recebi-o com um abraço apertado e disse que sentia muito por ainda não termos tido tempo de ficar sós. Ele perguntou por que e respondi :
- Você sabe o quão importante foi na minha vida. Tudo o que a gente passou junto , nossa infância , e tudo mais...
-Tudo mais , o quê? perguntou ele.
Respondi que ele sabia muito bem do que eu estava falando . E disse mais . Disse que essa era a unica coisa na vida que não me arrependia de ter feito e adoraria fazê-la de novo.Quando disse isso ele ficou vermelho e sem ação , afinal já passara-se quase cinco anos e ele tinha mudado. Estava mais alto , mais magro , porém com sua caracteristica principal até melhorada : Aquela BUNDA enorme e maravilhosa. Dito isso , fui encostando nele , já completamente excitado e perguntei se ele não queria repetir aquele banho.E na minha cama como sempre foi meu sonho. De repente tomei coragem e peguei no pinto dele. Estava sentado na cama e ele em pé na minha frente. Comecei a passar a mão por cima de sua calça e ele pra minha surpresa não reagiu. Resolvi então , diante da passividade de meu primo bundudo , abrir a calça dele . Tomei um susto . Aquele pintinho mirrado de tempos atrás , havia se transformado numa trolha suculenta e enorme. Quando a tive em minhas mãos , não pensei duas vezes : Engoli tudo. Foi quando senti que sua pica começava a crescer dentro de minha boca enquanto eu fazia aquele boquete gostoso. Já quase gozando de tanta saudade daquele corpo. olhei pra cima (com a benga ainda em minha boca) , e percebi um sorriso em seu labios. Foi quando abaixei toda sua calça e comecei a passar a mão naquela bunda magnífica. Ele , se empolgando forçava minha cabeça enquanto chupava sua pica. Quando ela já estava em ponto de bala , deitamos na minha cama e ele tirou minha roupa e comecou a brincar com meu pinto já duro e enfiar o dedo na minha bundinha. Com os dois nus na cama , realizei mais um sonho. Fizemos um inesquecível meia nove. Ele ficou em cima fazendo um boquete , mostrando que depois de tanto tempo sua lingua estava ainda mais caprichada. E o melhor :Me chupando e aquele bundão na minha cara. Comecei a beijar aquela bunda e depois lambi aquele cu apertadinho , até dizer chega. Ele virou pra mim novamente e pôs aquele pinto enorme de novo na minha boca . Chupei gostoso até que não aguentei e pedi pra sentar naquela vara. Ele só pediu pra brincar com meu cuzinho antes. Eu prontamente aceitei e fiquei louco com meu primo metendo a cara no meio da minha bunda. Peguei um pouco de KY , passei no pau dele , pedi pra ele passar no meu cu e comecei a sentar . Só de encostar já quase gozei. Era muito bom sentir tudo aquilo de novo.Doeu pra entrar a cabeça , mas depois desci até as bolas e comecei a cavalgar gostoso. Eu ficava vendo aquele pinto entrando e saindo do meu cu e isso me deixava cada vez mais louco. Estávamos prestes a gozar juntos quando pedi a ele que gozasse em boca . Ele atendeu o pedido e quando estava prestes a gozar . me virou na mandou abrir a boca e jorrou aquele leite gostoso em mim . Ah! Como aquele gosto era bom ! Para completar ele voltou a fazer uma chupeta e tambem gozei tudo na boca dele . Depois disso , ele disse que tinha que ir embora mas me prometeu que iriamos repetir aquilo no dia seguinte. Foi quando aconteceu a segunda parte desta semana que foi a mais maravilhosa que já tive e terei na vida .
No dia seguinte , conforme combinado , fui a casa dele a tarde. Chegando lá , entrei coisa e tal e percebi que meu rabudo não estava. Foi aí que tive uma ereção imediata. Sua mãe, aquela gostosona, veio me atender e dizer que meu primo tinha saído e demoraria entre uma e uma hora e meia para chegar ,pois surgira um imprevisto com seu pai e ele precisou sair.Nesses meses todos muita coisa aconteceu. Ela se separou do pai de meu primo e morava agora com um cara meio esquisito.Ela deve ter seus quarenta e cinco anos hoje e continua absoluta. Aquela bunda perfeita, enorme,macia , aquela pele rosada, aquelas coxas grossas , aqueles peitinhos no lugar. É um avião!!! Começamos a conversar então na cozinha . Papo vai ,papo vem , comento com ela que seu filho havia dito que ela estava gordinha, meio deprimida com o fim do casamento ainda, e eu afirmava o contrário, não só para tentar levantá-la , mas também por ser a mais pura verdade. Ela , envaidecida , disse que quem estava certo mesmo era seu filho.Propus , então um teste. Se eu a conseguisse levantar , ela não estava acima de seu peso . Se conseguisse , ela estaria maravilhosa. Ela naquele clima amistoso aceitou e ( já completamente excitado só de conversar com aquela saúva)lá fui eu. Fiquei de frente a ela , e segurando em suas costas não obtive sucesso . Ela ria e me dizia que havia falado que estava meio gordinha mesmo. Retruquei dizendo que não havia conseguido tal façanha pois havia segurado no lugar errado. E lá fui eu tentar de novo. Só que dessa vez , de frente com minha musa , tentei levantá-la segurando-a pela bunda . Ela estranhou , mas antes que pudesse falar algo , levantei a mãe de meu primo tão alto que seus peitinhos ficaram roçando minha cara . Ela ria e quando a pus de volta no chão , continuei abracando-a com as mãos em sua bunda enorme e suculenta.Ela me olhou com um olhar estranho e assustado. Novamente antes que ela pudesse dizer algo, disse pra ela que ela tinha um corpo muito bonito, de meninda de vinte anos e não havia por que se depreciar.Ela ao mesmo tempo riu e repreendeu-me , dizendo que eu estava faltando com respeito . Mas com ela tão perto ali mesmo na cozinha , cometi mais uma loucura ...Tasquei um beijo na boca dela. No começo ela relutou muito , chegando a tentar me empurrar e ensaiando tapas em minhas costas. Mas depois acabou se entregou e me beijou com nunca havia uma mulher me beijado antes. Continuei beijando-a e passando a mão naquilo tudo quando ela disse que seu filho poderia chegar . Respondi que esperava minha vida inteira por aquilo e que não seria agora que desisitiria. Ainda na parede da cozinha e os dois já excitados. sugeri que subissemos para que eu pudesse explicar a ela todos esses anos de paixão enrustida por ela. Ela ainda meio relutante e pasma com tamanho atrevimento de minha parte aceitou , pois estava com medo de alguém chegar e pegar-nos na cozinha.Escolhi o quarto de seu filho para conversarmos (por quê será , hein?).Lá chegando comecei a contar que desde muito mais novo sempre a observava e sempre achei ela muito bonita e um mulherão realmente. Ela continuava pasma , mas pude perceber que já estava gostando da idéia. A esta altura já estavamos nos beijando novamente quando pude sentir que a mãe de meu priminho bundudo já passava a mão em pica dura . Depois disso agarrei aquela coroa gostosa e arranquei toda sua roupa , peça por peça.Conclui que agora entendia de onde vinha tanta gostosura do filho. Joguei-a em cima da cama e comecei e chupar seus peitos. Ela já gemia quase gritando . Virei minha deusa de bruço , a coloquei de quatro e passei a observar a oitava maravilha da natureza. Nem mesmo em revistas havia visto bunda tão gostosa. Comecei e brincar com ela e resolvi repetir a posição com ela que havia feito dia anterior com seu filho. Um meia nove com ela por cima enfiando aquele bucetão e aquela bunda na minha cara . Preocupados com o tempo que se esgotava ,perguntei se poderia meter logo. Ela gritava pedindo por isso. Coloquei a putona de quatro e lambi seu cu . Lambi aquele cu por um tempão . Quase gozei só de sentir aquele monumento roçando na minha cara .Resolvi então enfiar naquela buceta de uma vez e bem forte fazendo movimentos de vai e vem.Via aquela bundona balançando enquanto metia a vara nela e brincava com seu cuzinho. Dei então uma cuspidinha naquele cu e com o pau lubrificado da vagina , meti ele inteiro no cu. Ela reclamou de dor , mas eu gritava que não era a primeira vez que ela dava o cu e ela dizia que era. Enfiava com força e sua bunda balançava com as estocadas . O barulho quando batia na bunda dela me deixava louco.Só de lembrar , tenho que parar e bater uma .Como o tempo era não era muito grande,continuei dando umas estocadas fortes naquele cu , embora preocupado com a hora para que ninguém nos pegasse no flagra .Até que gozei tudo dentro. Foi maravilhoso. Aquele cu continuou piscando e fiquei olhando a porra escorrer naquele cu arrombado. O buraco estava enorme. Consumido pelo tesão , bebia minha própria porra que escorria de sua bunda e depois compartilhava com ela em longos beijos.Voltamos pra cozinha aonde depois de uns cinco minutos meu primo chegou. Combinei com a mãe dele para metermos sempre e com mais calma pra eu poder curtir mais aquela bunda gostosa. Ela concordou e pediu pra ligar quando achasse que desse certo. Tomara que dê ... Quanto ao meu primo , ele chegou e falou pra mãe dele que íamos sair. Enquanto ele ia ao banheiro deu tempo de dar um ultimo beijo nela. Na sequência continuo contando como foi meu programa com meu priminho... Depois de realizar meu maior sonho e comer a bunduda da mãe de meu primo/amante , saímos a caminho do motel. Embora cansado de meter com a mãe dele , já estava muito excitado em ir ao motel com meu primo. Fomos no meu carro , e escolhemos um motel luxuoso numa cidade a meia hora da nossa. Ao entrar no carro , ele dizia que tinha uma surpresa pra mim . Durante a viagem , ficamos nos acariciando e chegando perto do motel já não aguentavamos mais de tesão e só o que queríamos era chegar logo e fazer amor bem gostoso. Antes de entrar , pensamos em apimentar nossa foda indo buscar um traveco bem gostoso e peitudo , mas resolvemos deixar pra próxima e fomos sozinhos. Entramos no quarto e já liguei a banheira . No vídeo , liguei no canal de filmes pornográficos e deixei o volume bem alto para que pudessemos ouvir de longe os gemidos . Nos beijamos e disse a ele que desejava muito que tudo aquilo que estava acontecendo entre nós durasse para sempre , pois o tempo inteiro pensava nele(é claro que não falei pra ele da minha paixão por sua mãe , muito menos de nossa transa espetacular). Tomamos um vinho e ele disse que na verdade tinha duas surpresas . Uma era que ele tinha se depilado todinho pra mim . A esta altura já não aguentava mais e já queria tirar nossas roupas e cair na banheira para fazermos igual na nossa primeira vez. A outra seria melhor ainda . Me despiu todo , me deixando na cama pelado e com a pica dura me punhetando. Meu primo rabudo então , parou em frente a banheira e começou um streep-tease bem devagar . Foi quando descobri a segunda surpresa . Por baixo , meu amante vestia uma cinta liga preta que deixava sua já espetacular e enorme bunda ainda mais gostosa. Já não aguentava mais e implorei para que ele viesse para a cama , pois queria chupá-lo. Ele então subiu na cama e ficou de quatro pra mim , mostrando aquele monumento de bunda adornado por aquela cinta liga . Caí de boca na bunda dele . Beijava aquele traseiro totalmente lisinho por inteiro. Abria suas nádegas e metia a lingua naquele cu gostoso. Meu primo gritava mais alto que o filme e pedia pra eu chupar mais ainda . E eu chupava e lambia seu cu e sua bunda como um louco . Meu primo gritava cada vez mais e pediu pra dar uns tapas na bunda . Comecei a bater na bunda dele e quase gozando , observava ele se contorcer de tesão e sua bunda balançar conforme ia batendo. Eu porém estava louco pra chupar uma rola . Pedi então que fizessemos um meia nove . Como eu adoro isso !!!. Em toda trepada minha , faço questão disso. Ele chupava meu pinto com maestria enquanto minha boca se enchia com a rola de meu primo. Ele começou a enfiar o dedo no meu cu . Comecei a urrar de tesão e pedi pra ser fodido . Ele de pronto aceitou e já ia tirando a cinta liga quando eu falei que queria ser fodido com ele usando aquilo.Ele achou legal , e me posicionou para a penetração . Encheu minha bunda de vaselina e colocou tudo de uma vez . Gozei na hora . Ele lambia minha barriga e bebia toda minha porra . Mas ele não parou . Começava a meter cada vez mais forte e meu pinto começou a ficar duro de novo. Sentia aquela trolha entrando e saindo e aquilo me deixava louco. Pedi pra ficar de quatro e ele sem deixar o pau sair , me virou e continou a meter. Ele ficava gemendo e dizendo que minha bunda era gostosa , e que adorava comer meu cuzinho apertado. Ele pegava no meu pinto e apertava . Continuou metendo até que disse que não aguentava e ia gozar e perguntou se eu prefiria no cu ou na boca . Disse que ele decidia . E ele decidiu . Depois de mais umas metidas em meu cu ( ele batia tão forte na minha bunda que parecia que ia me atravessar , segurava minha bunda com as duas mãos e socava cada vez mais), tirou o pinto e rapidamante me virou e mandou abrir a boca . Aquele leite caiu todinho na minha boca , Não deixei escorrer nem uma gota. Engoli tudinho .Meu pinto continuava duro e ele pediu pra ser comido. Pedi a posição frango assado. Minha bunda estava doendo pra caralho de tanto ele meter , mas o tesão era maior que a dor eu queria muito comer meu primo rabudo de novo. Nem passei vaselina . Dei umas lambidinhas no cu e mandei ver naquele bundona gostosa . Era muito bom ver meu pau entrando e saindo . Ficava acariciando suas coxas grossas que com a cinta liga ficavam ainda mais sensuais . Metia gostoso e quando fechava os olhos , ficava imaginando como seria transar com mãe e filho juntos. A bunda dele era fenomenal assim como a de sua mãe. Continuei metendo , cada vez mais rápido e ele gritando e pedindo pra enfiar mais . Explodindo de tesão , gozei tudo na barriga dele . Ele espalhava e chupava os dedos já consumido de cansaço. Depois de mais algumas carícias fomos para a hidromassagem onde conversamos muito , descansamos um pouco e prometemos um ao outro que aquela não seria a última vez . Depois disso , fizemos mais um troca-troca animal ,pagamos a conta e fomos embora . Na estrada ele não aguentou e dormiu. Deixei-o em sua casa e combinamos de treparmos de novo no dia seguinte . Durante a noite sonhei todo o tempo que estava trepando com os dois . Sonhei que enquanto comia a mãe dele , ele me enrabava gostoso. Mas que pena que foi só um sonho...

T-LOVER

Quem quiser me conhecer ou mesmo trocar experiências , meu anúncio é o oito quatro dois hum

T-Lover
Tue Dec 9 13:17:03 2003



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Sacanagem na Praia


Sacanagem na praia:

Esta história aconteceu há uns anos atrás, quando eu ainda morava em Santos, com minha namorada Valkíria. Apesar de ser oriental, ela tinha um biótipo bem brasileiro: , m, seios grandes e bem popozuda, além de bronzeada de praia. Nós sempre nos entendemos super bem na cama e éramos super liberais, por isso sempre que íamos a praia ficávamos observando outras mulheres bonitas. Muitas vezes a própria Valkíria era quem me apontava alguma beldade ou mesmo alguma garota com um biquíni minúsculo. Não é preciso dizer que ela adorava usar biquíni fio-dental, para se exibir na praia, o que me deixava super excitado. Num domingo pela manhã fomos para o Guarujá, praia do Tombo, como geralmente fazíamos, principalmente num dia de Sol como aquele. Como fomos bem cedo encontramos a praia um pouco vazia e aproveitei para sacanear minha namorada na hora de passar o protetor solar em seu delicioso corpo: quando cheguei em sua bunda enchi a mão e acabei até enfiando um dedo em seu cuzinho, ao que ela começou a gemer baixinho, adorando. O meu pau já estava tentando romper o tecido da sunga, de tão excitado e duro. Não resistindo ao frenesi, Valkíria disfarçou e deu uma apalpada nele. Foi neste momento que notamos uma moça assistindo nossa sacanagem, bem próxima de nós e com uma das mãos no meio das pernas. Um pouco sem jeito nós tentamos disfarçar e paramos a nossa "brincadeirinha". Para nosso espanto, meia-hora depois a moça continuava nos olhando fixamente e Valkíria ficou incomodada e sugeriu que fôssemos embora, e eu concordei. Logo que começamos a sair a moça se aproximou e disse : "Oi, tudo bem ? Desculpem, eu não queria incomodar mas não pude deixar de notar a brincadeira de vocês. Não precisam ir embora, eu gostei muito do que vi, aliás, eu também já fiz isso na praia!". Depois do primeiro susto acabamos nos apresentando e ela disse se chamar Ana e ter trinta anos. Ela também nos revelou que estava passando as férias na cidade e que morava na Bahia e era a primeira vez que visitava São Paulo. Apesar de não ser muito bonita de rosto Ana tinha um corpo muito gostoso : seios grandes e super durinhos, bunda empinada e grande e pernas bem torneadas. Ela usava um biquíni super estreito na frente, sendo impossível não perceber que era totalmente depilada. Ela começou a puxar conversa com minha namorada e em pouco tempo estávamos os três a vontade, como se fôssemos bons amigos. Ana elogiou muito Valkíria, principalmente seus seios fartos e sua bunda empinada e eu notei que minha namorada estava adorando ser assediada por uma mulher. Logo o assunto descambou para o sexo e Ana confessou que adoraria fazer sexo com uma mulher ou a três. Para meu espanto Valkíria disse-lhe que também gostaria de uma aventura assim. Ana então nos convidou para ir até a pousada onde estava hospedada. Super excitado com o que estava por vir fui logo arrumando as coisas para irmos embora. Ao chegarmos, Ana perguntou se gostaríamos de um banho e topamos ."- Então vamos os três juntos!", foi falando e tirando a roupa. Valkíria olhou para mim e aceitou a proposta. Minhas primeiras impressões sobre Ana estavam certas: ela realmente tinha um corpo muito bonito, além de uma buceta grande e totalmente pelada e lisinha. Logo que me livrei da sunga a baianinha pegou na minha pica, não se importando com Valkíria que apenas observava. A morena foi logo abocanhando a benga, duríssima, deixando eu louco de prazer. Ela chupava como uma puta, engolindo até o talo, apertando minhas pernas e gemendo um pouco. Quando eu já estava quase gozando ela parou e agarrou Valkíria, beijando-a na boca e apalpando sua bunda. Eu aproveitei para agarrar a baianinha por trás e encostar o pau em sua buceta, ao que ela disse: "- Quero dar, vamos me come! " – ela então foi empinando a bunda para ficar mais fácil a penetração, mas eu não estava conseguindo enfiar. Percebendo o que estava acontecendo minha namorada pegou um lubrificante na bolsa e começou a passar no cu de Ana. Depois ela abriu sua bunda com as duas mãos, facilitando a penetração. Valkíria estava ofegante e começou a dizer :"-Vai, enfia o pau no cu dela, mete bem fundo, quero ver você arregaçar este rabão". Isso foi me deixando mais excitado ainda, e empolgado coloquei uma camisinha e meti a vara na bundona da baiana. Eu sentia aquele cu apertar com força minha geba. Quando estava quase gozando resolvi tirar para prolongar o prazer. Assim que tirei o pau da bunda da Ana, Valkíra me agarrou e disse "- deixa eu chupar esse caralho, quero sentir o gosto de cu de puta", e depois de tirar o preservativo foi logo metendo a boca em minha piroca. Ana aproveitou e começou a lamber o cu da minha namorada, tentando enfiar a língua dentro, como se estivesse metendo. Valkíria ficou doidinha de tesão e disse ofegante "Quero ser enrabada também". Ana saiu um pouco do banheiro quando eu já estava enrabando minha namorada, mas voltou em seguida com um baita pepino na mão, de uns vinte centímetros de comprimento e mais grosso do que o meu pau. "- Enfia o pau no cu dela e deixa eu a comer na buceta!" – pediu Ana. Valkíria que já estava quase babando de tesão aceitou a brincadeira e lubrificou bem a xana para receber o pepino. Eu sentia meu pau ficar cada vez mais apertado dentro daquela bunda e Ana logo havia enfiado o pepino inteirinho dentro da buceta de Valkíria. Eu fui metendo cada vez mais rápido e minha namorada gritava como uma vadia, de uma forma que eu nunca havia visto e logo gozamos os dois juntos. Depois de tanto tesão, finalmente resolvemos tomar um banho os três juntos, onde nos bolinamos muito. Logo começamos tudo de novo e desta vez Valkíria quis enrabar Ana com o pepino, enquanto eu comia a buceta dela. Ana era muito safada mesmo e falava bastante palavrão. Ela gritava tanto que em dado momento bateram na porta. Era o serviço de quarto. Ana foi atender como estava, totalmente nua. Eu sai e fiquei observando a cena me escondendo atrás da porta do banheiro. Na entrada da suíte estava um rapazinho de seus anos, uniformizado. Ao ver Ana pelada o rapazote ficou com os olhos esbugalhados e perguntou se estava acontecendo alguma coisa, pois os hóspedes estavam reclamando do barulho. "Que nada, estou só brincando um pouco!" – respondeu despudoradamente nossa baianinha. O rapaz, sem entender nada virou as costas e foi embora, todo vermelho. Ana fechou a porta e voltou logo para nós, pedindo para enfiarmos o pepino mais fundo no seu cu. Valkíria metia no cu dela e ainda bolinava seu clitóris enquanto eu socava rola em sua xoxota. Depois minha namorada tirou o pepino e enfiou três dedos no cu dela que gemia e gritava palavrões. As duas ficaram de quatro e começaram a se beijar na boca e eu, não resistindo, comecei a comer novamente o cu de Valkíria. Depois as duas passaram a disputar o meu pau com a boca, ora uma chupava, ora outra, ora as duas e logo eu gozei novamente nos rosto das duas, que engoliram um pouco de porra. O ambiente exalava sexo e tesão e nós ainda estávamos com vontade de mais sacanagem. Descansamos um pouco e reiniciamos a sacanagem a três, só parando de madrugada.

CUIDADO COM A AIDS: NÃO SE ESQUEÇA DA CAMISINHA!

Guilherme
Tue Dec 9 00:01:13 2003



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FAST FOOD 3


Continuo aguardando notícias


Fast food

Bud estava cada vez mais quente e, medindo o corpinho da menina, concluiu que ela era gostozinha o suficiente para umas sacanagens mas, antes de mais nada precisava saber de alguns detalhes e falou suavemente:
-- Não precisa ficar bravinha.. eu sei que você é sabida.. só não sei quantos anos tem..
-- E o que lhe interessa isto? – respondeu a garotinha ainda zangada e com os olhos azuis faiscando.
-- Na verdade, nada.. nadinha.. só curiosidade.. mas você é a caçula, não é? – enquanto falava continuava medindo a pecinha. Ela era muito bonitinha, muito delicada e baixinha. Estava vestindo saia rodada e blusa de mangas compridas com um colete estampado. Pouco dava para ver o volume dos peitinhos, mas a grossura das pernocas lhe agradavam muito.
-- Ô panaca – disparou ela, já menos agressiva – vou fazer doze anos logo.. e daí?
Antes que Bud continuasse, Teddy saiu do banheiro. Saiu irritado, pois estava contrariado com a interrupção das sacanagens que estava fazendo com o amigo. Ann mirou o irmão que passou por ela inteiramente pelado e começou a rir:
-- Olha só quem está bravinho – disse ela com chacota – parece que tiraram o pirulito da sua boquinha..
-- Não encha o saco, palhaça.. vá cuidar da sua vida.. e o que você está fazendo no meu quarto? Quem lhe deu permissão para entrar aqui? – redarguiu
-- A mesma que você usa para entrar no meu.. tonto! Principalmente para ficar xeretando quando estou com minhas amigas..
-- Ih! – interveio Bud – vamos parar de brigar! Afinal estamos querendo nos divertir.. – olhou maliciosamente para Ann e completou – quer ver como Teddy e eu estávamos brincando de médico?
A reação de Ann foi de curiosidade, mas a de Teddy foi de espanto e reclamou logo:
-- O que isto? Está maluco? Mande embora esta metida.. ela não tem nada que ficar xeretando aqui.. muito menos participar de nossas brincadeiras..
Bud encarou Ann e depois Teddy dizendo:
-- Eu acho que nos todos podemos brincar, até posso dizer que devemos brincar juntos.. afinal, se um ficar de fora vai ser ruim – fixou os olhos em Ann e completou – nossas brincadeiras não podem ser contadas para nossos pais.. eles não vão gostar e podem nos castigar.. e ninguém quer isto, quer?
Ann acendeu-se de curiosidade e perguntou:
-- Que diabo de brincadeiras são estas, que devem ficar em segredo? Você me disse que estavam brincando de médico.. todo mundo brinca disto, e daí?
Enquanto Teddy avermelhava, Bud pigarreou e falou:
-- Little Ann.. foi por caso disto que eu queria saber sua idade.. não é qualquer criancinha boboca que pode brincar da nossa maneira.. somente gente esperta e sabida pode!
Ann morria de curiosidade. Seus olhos brilhavam e perguntou:
-- Como é esta brincadeira? Me contem, por favor..
Bud virou-se para Teddy e disse:
-- Será que dá para deixar ela entrar?
-- Por mim, não.. mas se você quiser, tudo bem.. este diabinho é mais sacana do que você está pensando.. estou cansado de ver o que acontece quando ela se reúne com as pestinhas das suas amiguinhas..
Bud não perdeu tempo e começou a explicar como era a brincadeira:
-- Para começar quem vai ficar de médico sou eu.. vocês dois são os doentes.. Ann, você vem primeiro.. Teddy, desocupe a cama.. Ann vou lhe examinar.. tire a roupinha e fique como nos..
Ann, muito excitada, despiu-se e o resultado agradou, e muito, a tesão de Bud. Ele começou a apalpar o corpinho esbelto, mas cheio de curvas deliciosas, enquanto ia falando como um doutor examinando um paciente. Ann exultava com as bolinações e fingia queixas, procurando agir como se estivesse em um consultório. Quase gozou quando Bud, a pretexto de fazer apalpação para descobrir a existência de caroços nos peitinhos, deu um trato de mestre neles, além de espremer os bicos dos mamilos com muita sabedoria.
Teddy, vendo a irmãzinha pelada sendo apalpada por Bud, se entusiasmou e pediu:
-- Deixe eu brincar de enfermeiro ajudante..
Bud olhou o amiguinho que estava de pau duro, lambendo os lábios de tesão e comandou:
-- Está bem.. enfermeiro! – tire a toalha da minha cintura e veja se o termômetro está pronto para ser usado!
Enquanto Ann observava com curiosidade, Teddy tirou a toalha de Bud deixando livre o cacetão do amigo que ficou empinado e latejando. À ele foi atraído como metal para um imã e, em seguida e para admiração de Ann, passou a acaricia-lo com as duas mãos.
Aliás Ann engoliu em seco ao ver o tamanho do portento e sua vagina acabou de se encharcar pela vista do instrumento que parecia maior ainda ao ser envolto pelas pequenas mãos do irmão. 'Shit! – pensou – é um pau e tanto.. igual a ele só o do Daddy.. '.
Bud divertia-se imenso com a brincadeira com os dois irmãos. Teddy era bonito, mas a pequena Ann era um espetáculo, não só pelo corpinho gostoso como, principalmente, pelo ar sacana da sua carinha bonita. Apesar de brotinho, tinha um belo par de seiozinhos e quadris fornidos com coxas grossas e redondas, enfeitadas no seu vértice por um púbis saltadinho, recoberto por um tentador triângulo de pêlos densos e alourados. Ainda não tinha colocado os olhos na sua bocetinha, mas tinha certeza de que seria um mimo delicioso.
Bud estava alegre como nunca pela maneira como as coisas estavam acontecendo. Cada vez mais se entusiasmava com o corpo esbelto da menininha e principalmente pelo ar sapeca, revelando bem a putinha sacana que ela já era.
-- Como é, enfermeiro? O termômetro já está pronto? – perguntou, ao mesmo tempo em que empalmava a bocetinha da menina. Sentiu que ela afastava as pernas, dando espaço para sua mão alisar sua vagina quente e já bem molhadinha.
Antes que o siderado Teddy respondesse, ouviram uma voz potente chamando por Ann.
O susto dos meninos foi imenso. Ann pulou da cama e, enquanto se vestia velozmente, dizia com voz baixa e amedrontada:
-- Fiquem quietos.. não façam nenhum barulho.. Daddy está em casa.. ele disse que viria para tomar minhas lições.. não acreditei porque ele sempre promete e nunca cumpre.. esperem até irmos para o escritório e caiam fora.. se ele souber que a gente estava folgando aqui, vai sobrar para todo mundo..
Ann foi ao encontro do pai e eles trancaram a porta em silêncio, ficando atentos aos sons que vinham do interior da casa.
Tranquilizaram-se ao perceber parte da conversa de Ann com seu pai, pelo pouco que podiam ouvir. Entretanto Bud, desejoso de manter o bom relacionamento com a família, decidiu seguir a orientação de Ann e, ignorando os apelos de Teddy que queria continuar as "brincadeiras", tratou de se vestir e, ao mesmo tempo ouvir o máximo para saber a hora de sair da casa. Teddy, com os ouvidos mais apurados ou porque conhecia melhor os hábitos de seu pai, sorriu de orelha à orelha e disse:
-- Pode relaxar amigão.. podemos ficar aqui mesmo e muito sossegados.. Daddy levou Ann para o seu quarto e a coisa vai demorar demais.. podemos continuar brincando à vontade que eles não vão ouvir nada..
Isto dizendo, já procurava se assenhorear do "termômetro", dedilhando o pau de Bud sob a bermuda que ele vestia:
-- O que é isto? – rosnou Bud – Virou veado de uma vez? Você não ouviu Ann ?..e eu perdi a vontade.. ainda mais sem a gostozinha de sua irmã.. quando ela estiver livre, vamos continuar.. agora, vá se foder e para com isto, senão lhe encho de porradas..
Teddy ficou desesperado. Estava louco de vontade de continuar as sacanagens. Na verdade estava com um comichão no ânus e sua boca enchia de água ao lembrar o gosto da ferramenta que tentava pegar com as mãos.
Para continuar com a companhia do amigo, pensou rápido e falou:
-- Quer ver uma coisa que ninguém nunca viu? Quer?
Bud interessou-se e, apertando uma nádega rechonchuda do amigo, rosnou:
-- Claro que quero.. mostra logo, amiguinho do meu coração..
Teddy, fazendo-o jurar segredo, vestiu-se ligeiro enquanto explicava:
-- Eu sei o que Daddy vai aprontar com Ann.. eles foram para o quarto dele.. venha comigo sem fazer barulho.. vamos para o sótão.. venha.. a gente vai se divertir horrores.. acredite...
Atingiram o sótão e Bud, guiado cuidadosamente por Teddy, chegou até onde estava um colchonete onde se deitou por sua orientação. Teddy deitou-se ao seu lado e apontou um orifício no assoalho. Espreitando através dele, Bud frestou toda a extensão dos aposentos dos pais de Teddy.
O pai, um homem alto e musculoso, estava sentado na beira da grande cama, a mesma onde ele havia deitado e rolado com a mulher dele e Ann estava em pé na sua frente. Ele fazia perguntas sobre geografia e ela respondia.
Bud não viu nada demais na cena. O único detalhe que lhe chamou a atenção era o tom exageradamente infantil que Ann usava para responder ao pai. Voltou-se para Teddy e sussurrou:
-- E daí, palhaço? Qual a novidade? O que tem demais um pai tomar lições da filha?
Teddy aproximou a boca do ouvido de Bud e soprou:
-- Você não viu nada.. espere que as coisas vão acontecer logo, logo.. não reparou que Ann está se fazendo de bebezinho?
Não tiveram de esperar nada. Mal Teddy terminara de falar e já estavam ouvindo a poderosa voz do paizão:
-- Muito bem.. chega de tomar lições.. agora quero saber é se my little Ann tem se comportado bem.. ou se tem sido uma garota má e que merece punição.. conte-me tudo e não minta porque será pior o castigo..
Bud sentiu que a situação iria esquentar e tomou só para ele o ponto de observação. Enquanto Teddy ficava resmungando colado à ele, viu a menina começar a tremer e, com mais infantilidade na voz, relatar várias malcriações e desobediências que havia cometido, com exceção, evidentemente, do que estava fazendo com ele e o irmão.
Quando terminou, o paizão tomou seu rostinho redondo entre as mãos e sentenciou muito calmamente:
-- Acho que sua má conduta merece trinta palmadas.. você concorda?
Ela balançou afirmativamente a cabeça, ainda envolta pelas mãos paternas, mas ele exigiu:
-- Diga em voz alta e depois se prepare como quiser para receber o castigo..
Bud ouviu ela dizer, desta vez com voz aveludada e sensual:
-- Sim.. fui uma garota má e mereço ser castigada.. acho que devo tirar minha roupa para a minha punição esteja a altura de minhas faltas..

Moloch
Sun Dec 7 18:41:26 2003
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1919
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:47 pm
Assunto: contos 6


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repassando...



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A Gordinha e o Padre


O fato q vou iniciar a relatar aconteceu realmente e apenas estarei trocando nomes para q nao de problema a ninguem, a unica coisa qquero é fazer vc gozar lendo este conto delicioso.Bem, num dia comum de vários bate-papos, eu já estava pra sair do chat quando vi um chamado pra teclar....mas depois do chamado meu amigo virtual perdeu a conexao, resolvi esperar um pouco mais pra sair da salinha e ele acabou voltando....depois das preliminares de todos os papos, começamos a teclar um papo mais quente, e percebi q ele era um homem sem muita experiencia sexual...teclamos até tarde naquela noite e ele pediu pra me ligar pra poder dar boa noite...confiei e passei meu numero a ele....o q seria apenas um boa noite se transformou em uma trepada telefonica....só paramos depois de gozarmos abundatemente...e assim foi durante vários dias, sempre nos falando e gozando gostoso...até q deu aquela tremenda vontade de conhecer de verdade e sentir toda aquela aventura de verdade...marcamos o local e nos encontramos na hora marcada...nos olhamos e o sentimento de tesao foi reciproco....fomos pro motel, conversamos e logo estavamos nos beijando, eu queria dar todo carinho e tesao para aquele homem q eu tinha percebido ser tao inexperiente e realmente era...na minha bolsa eu havia trazido uma caixinha de leite condensado pra deixar o sexo oral mais delicioso(e eu adoro chupar)...abri a caixinha e comecei a derramar o doce em seu corpo...ele estremecia só de sntir o doce escorrendo em seu corpo e quando comecei a dar-lhe meu banho de lingua, ele enlouqueceu...derramei em seus mamilos e chupei gosteoso, percebendo q ele estava urrando de prazer...fiz um caminho com o doce em sua barriga e na cabecinha do seu pau lambuzei de doce e caí de boca...lambia, chupava, engolia, até sentir a porra quente dele na minha boca misturada ao sabor do doce...era tanta porra q escorria pelos meus lábios e ele me beijou deliciosamente dizendo q sempre teve vontade de saber o gosot q tinha a porra...depois disso foi a vez dele me dar o banho de leite condensado...eu gosei como nunca na vida! Era delicioso sentir a boca daquele homem sedento me explorando...me desvendando....até q ele fez um pedido inusitado....queria comer meu cuzinho...eu expliquei a ele q nunca tinha dado o cuzinho a outro homem com medo de me machucar(mas tava morrendo de vontade de ser enrabada)...mas ele começou a me convencer...descendo sua lingua devagarinho até ele....dando lambidinhas deliciosas...mas mesmo assim eu relutava...me colocou na posiçao de frango assado(q eu adoro) e meteu gostoso na minha bucetinha...me fazendo gosar de novo....e aí...sem me deixar sair dessa posiçao, disse q ainda tava de pau duro e queria descabaçar meu cuzinho....eu nao tinha pra onde correr, pq ele foi falando e já colocando a cabeça do seu pau no anelzinho do meu cuzinho mesmo ainda naquela posiçao...devagar fui desfazendo a resistencia e deixando meu corpo solto, leve e senti quando ele me descabaçou...senti uma sensaçao maravilhosa, e pedia mais....quanto mais ele bombava mais eu queria, nunca tinha feito e nao sabia como era bom ser comida pelo cuzinho...aquela noite ficoau na memória...Lembram-se q no inicio eu disse q ele era um homem sem muita experiencia? Vcs nao imaginam o porque...o cara é padre...nunca tinha tido uma foda de verdade e eu dei um banho de foda nele....GOSTOSO DEMAIS!

Gordinha
Thu Jan 1 19:24:57 2004



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minha priminha


Meu nome é Artur, eu tenho hoje quinze anos e o que vou contar aconteceu no ano passado, eu sou alto, olhos e cabelos castanhos, minha prima estava com nove anos e seu nome é Viviane, ela tem cabelos pretos encaracolados até a cintura, olhos castanhos amendoados e um corpinho diabólico, com uma bundinha arrebitada, coxas grossas, ela ainda não tem peitos mas mesmo assim tenho certeza que muitos caras batem punheta para ela. Eu sempre fui bem chegado nela, brincava com ela e tudo (gostava de ficar tocando nela) mas nunca imaginei que minha fantasia ia se realizar, estavámos na casa da minha tia comemorando o anirversário dela até de madrugada, quando um temporal fortissimo começou a cair, como já era tarde a minha tia fez a gente dormir lá pq seria muito perigoso sair dirigindo neste horário e neste tempo, a casa da mina tia é grande e tem três quartos, como a viviane é filha única, fica um quarto vago que é usado como quarto de hóspedes, meus pais ficaram neste quarto extra e eu fui dormir na cama extra que havia no quarto da viviane que era usada quando suas amigas iam dormir lá, bom, eu não estava conseguindo dormir e comecei a bater uma punheta pq mina prima parecia que estava dormindo, por isso tirei a bermuda e comecei a imaginar minha priminha pelada, gosei rapidamente, usei um lenço para limpar a porra da minha mãe e pau e ia por a bermuda quando minha prima se deita na cama ao meu lado, me assustando, ela olha para mim e diz que tava assustada com os raios e perguntou se podia dormir junto comigo na cama, eu pensando em sacanagem disse que podia e levantei o lençol para ela se cobrir, quando ela se encaixou do meu aldo ela percebeu que eu tava pelado e perguntou o porque, eu disse que sempre dormia pelado, que era bem mais gostoso e se ela não se importava, ela disse que não e perguntou se podia ficar pelada tb, eu sorri e disse que podia pois eramos primos e eu pensava nela como minha irmã, ela sorriu e tirou primeiro a camiseta e depois o short, ao ver ela peladinha do meu lado, meu pau ficou duro como pedra mas ela não percebeu, ela deitou e quando estavmos os dois debaixo do lençol eu comecei a alisar a coxa dela e subi a mão para passar a mão nos mamilos dela, e encostei meu pau na bucetinha dela, ela deu um sorriso e perguntou o que eu estava fazendo e eu disse que queria fazer carinho nela, ela sorriu e falou que eu podia continuar que tava gostoso, fiquei fazendo isso por uns dez minutos quando gosei bem em cima da bucetinha dela, ela deu uma risada e perguntou o que era isso e eu disse que isso acontecia sempre que os meninos ficavam felizes, ela deu uma risada quando caiu um violento raio que a assustou tanto que ela encostou todo o corpo junto ao meu, ficando com a bucetinha bem em cima do meu pau, eu coloquei a mão na bunda dela e dei um beijo na boca dela e disse para se acalmar que enquanto eu estivesse lá, nada ia acontecer de ruim com ela, ela sorriu e falou que nunca ninguem tinha beijado ela na boca, e eu perguntei se ela queria que eu beijasse de novo, ela assentiu e comecei a beija-la de novo, só que dessa vez usei a lingua, ela foi pega de surpresa, mas como tava com meus braços em volta dela ela não parou de beijar e começou a usar a lingua dela para se esfregar contra a minha, ficamos nos beijando até que eu me afastei um pouco, ela me perguntou pq eu havia me afastado e eu disse que ela ia ver, comecei a beijar os mamilos dela, a barriga dela até que cheguei naquela bucetinha rosa sem um pelo para contar a história, cai de boca, lambendo e chupando aquela bucetinha deliciosa, ela pedia para continuar e eu só parei quando senti ela tremendo e relaxando, ela perguntou o que havia acontecido e eu disse que ela tinha gosado, ela falou que queria mais, então abri bem as pernas dela e encaixei meu pau na entrada da budetinha dela e comecei a forçar devagar, eu ouvia seus gemidos e como fiquei preocupado de alguem ouvir, eu comecei a beija-la enquanto tirava o cabaço dela, quando enfiei todo o meu pau nela, foi como se o sol tivesse explodido, eu fiquei no vai e vem até que eu e ela gosamos juntos, enchi aquela bucetinha com porra, ao romper aquele cabaço ela tremeu toda e enfiou as unhas nas minhas costas, ficamos fazendo sexo por horas até que tivemos que parar para ninguem descobrir, nós estamos juntos até hoje, fazendos exo sempre que pudemos.

Artur
Wed Dec 31 14:23:36 2003



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Barba e cabelo


Bom antes de contar minha história, deixa eu me apresentar. Sou moreno, um metro e oitenta,setenta e oito quilos, corpo legal sem malhar, trinta e quatro anos, casado, nível superior, de bem com a vida. Bom, feitas as apresentações, vamos aos fatos. Tudo começou logo após meu casamento. Mudei da Zona Sul para a Zona Leste e aos poucos fui me adaptando ao bairro. A única coisa que me faltava era um cabeleireiro, uso máquina dois e não acho que para esse tipo corte precise ser num super salão, mas todos que procurei, invariavelmente abriam tarde, adiando minha decisão de cortar. Numa das tentativas, vi um salão de barbeiro, destes de bairro, onde vários senhores freqüentam ou vão lá matar o tempo ocioso. Entrei, cortei, gostei do tratamento e prometi voltar. Quinze dias depois voltei, fui o primeiro, e desta vez ao cortar, percebi que o barbeiro, se encostava demasiadamente em mim, logo percebi que o pau dele estava duro. Ele tentava disfarçar, mas estava óbvio demais. Ele percebendo minha inquietação, pediu desculpas e disse que isso nunca tinha acontecido. Respondi que tudo bem, que isso acontecia, mas confesso que em momento algum me afastei. Ele percebendo, ia se espremendo cada vez mais intensamente contra mim. Eu fui ficando excitado com a situação. Ele comentou que se continuasse assim o pau dele ia rasgar a calça. Eu ri e maliciosamente disse, deixa ele prá fora, coitado. Ele me olhando pelo espelho sorriu e, pediu um minutinho. Ele parou o corte, foi até a porta, trancou por dentro e colocou o aviso de volto já, foi para o fundo do salão e me chamou. Levantei, meio assustado, mas muito excitado, era uma situação totalmente nova prá mim, nunca havia ficado com outro cara. Claro, que já havia vistos muitos homens sem roupa, no clube, nos jogos, até na sauna que fui algumas vezes, mas nada que me despertasse desejo. Lá nos fundos havia um pequeno mais ajeitado cômodo, que lembrava um flat, um quarto e cozinha bem arrumadinho, logo que entramos ele pôs o pau prá fora e disse: olha o estado dele. Olhei e para minha surpresa, naturalmente caminhei e direção a ele e segurei. Estava quente e latejando, era um dote legal, mas nada assustador, um pouco menor e mais fino que o meu. Ao segurar ele sussurrou: abaixa e mama. Pedido feito, pedido aceito, me ajoelhei e comecei a experimentar o primeiro pau que eu colocava na boca, mas foi muito rápido, a excitação dele era tanta, que quando iniciei o movimento de vai e vem, senti ele estremecer e um liquido quente e pegajoso invadir minha boca. Engasguei, ele se desculpou falando que fazia tempo que ele não transava. Mais uma vez eu disse que estava tudo bem, mas que era melhor voltarmos e terminarmos o corte, afinal o salão precisava ser aberto. Nos lavamos e voltamos. Voltei prá casa com a imagem na cabeça. Nunca pensei que eu fosse agir tão naturalmente à primeira oferta de um pau prá chupar. Apesar de ainda estar digerindo o fato, no íntimo havia adorado toda a cena. Bom, quinze dias se passaram e , como da outra vez marquei horário para ser o primeiro. Quando lá cheguei, haviam mais quatro pessoas além dele. Cumprimentei todos, e ele disse: esse é o rapaz que eu falei. Juro, corei, queria sair correndo de lá, socar a cara do barbeiro. Mas ao contrário, com um sorriso amarelo perguntei, o que você falou? Ele disse, que eu o havia deixado excitado e que me oferecera o pau prá chupar, mas que minha boca era tão quente que ele não resistiu e gozou em segundos. Aí fiquei roxo. Pensei comigo: FDP, como pôde abrir algo tão íntimo e pessoal. Logo ele se apressou em me tranqüilizar. Fica frio, que aqui são todos amigos e se contei foi por que confio neles. Eu disse, tudo bem, mas não sou viado, ou coisa que o valha, apenas estava experimentando algo novo. Ele riu e disse, ótimo, agora você tem mais quatro. Quando percebi a porta já estava trancada e, eu na seguinte situação: ou saia prá porrada ou topava o que eles queriam. Fiquei com a segunda opção, ia ser difícil explicar em casa os hematomas que com certeza iriam ficar em meu corpo lutando contra cinco. Eles foram se dirigindo para o fundo do salão e eu no meio. Um deles disse, fique tranqüilo, queremos só uma chupetinha, somos senhores, todos com mais de sessenta e prá nós, que vivemos de aposentadoria, é difícil conseguir algo assim, de graça e, segundo ele, tão bom. Tentei rir,e como não tinha saída, fomos entrando no cômodo e eles foram colocando o pau prá fora, apenas o barbeiro estava com o dele duro, abaixei e comecei por lá. Desta vez durou um bom tempo e, logo já havia outro me oferecendo o pau. Tentei colocar os dois na boca, estava me deliciando vendo esses senhores, literalmente babando por mim. Esse senhor que se aproximou foi o primeiro a esporrar, melando minha cara, cm uma quantidade enorme de porra quente para um senhor de anos de idade. Logo meu barbeiro, também aos urros gozou. De cachorrinho me dirigi para o terceiro, um senhor negro, que estava sentado próximo a porta, abocanhei, o que com certeza é o maior de todos, grande, grosso, mas que não ficava totalmente duro. Depois de algumas lambidas e engolidas ele também veio a gozar. Chupar o quarto e o quinto foi "fichinha", já me considerava o mais experiente chupador. Acabado o serviço, fui muito elogiado, nos lavamos e voltamos para o salão. Bom, prá resumir, de em dias quando apareço por lá, é festa com certeza. Me sinto gratificado ajudando esses belos senhores, que um dia viveram o ápice de seu vigor sexual e, hoje, imploram por uma boa e gostosa chupeta, feita sem compromisso, cobranças ou frescura. No Natal do ano passado, esse senhor negro, resolveu me dar um presente: após ter gozado na minha boca, ele, para surpresa de todos, já que nunca ficamos sem roupa, pediu para eu abaixar a calça que ele queria me proporcionar outro tipo prazer. Curioso, obedeci, deitei na cama de bunda prá cima e ele com sua vara enorme, mas não tão dura, começou a tentar me penetrar. Como era minha primeira vez, reclamei que doía muito, ele fez menção de parar, mas a sensação de sentir tudo aquilo dentro de mim me fez resistir e pedir para ele ir em frente. Relaxei e depois de alguma relutância, pude sentir todo aquele pau me rasgando ao meio. Excitado, comecei a rebolar e a gemer, os outros foram se aproximando e o meu barbeiro com pau meia-bomba, me ofereceu para chupar. Estava curtindo muito ser enrabado pela primeira vez. O pau dele foi crescendo dentro de mim e me senti dividido em dois, gozei sem nem mesmo tocar no meu pau, foi um gozo intenso, gostoso. Meu garanhão suando às bicas anunciou que ia gozar e aos berros encheu um rabo de porra. Foi tudo escandalosamente delicioso e a única experiência no gênero, por que apesar de ter gostado, confesso que meu ânus ficou dolorido por vários dias e nunca mais quis repetir a dose. Não me sinto menos macho fazendo o que faço, muito pelo contrário. Continuo curtindo mulheres e com mais vontade ainda. Essa experiência é apenas mais uma e tem sido boa a ponto de repetirmos sempre. Recentemente, por indicação deles, sai com um casal de idosos ela com cincoenta e seis ele com mais de sessenta e foi excelente. Sair com gente mais experiente é um aprendizado ótimo. Eles tem a calma e o carinho típico de quem tem mais idade. Sexo prá eles é pleno e livre de tabus. Confesso que estou curtindo esse meu lado terceira idade. Não há a beleza e rigidez da juventude mas há mais desejo, respeito e tesão...nesse caso pele lisa é apenas um detalhe. Se você se enquadra neste perfil e quer sentir o prazer de ter seu pau chupado com carinho e vontade me , caso queira que sua mulher seja comida por um cara mais jovem, pode ser esta a oportunidade.

jimmy
Wed Dec 31 09:43:57 2003



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Ele foi demais....


BOM, ESSE CASO COMECOUNA ACADEMIA ONDE MALHO. GOSTO MUITO DE CUIDAR DO MEU CORPO. SOU ALTO, MAGRO, CORPO MALHADO, BOA PINTA.... SEMPRE TIVE ´SORTE´ COM AS MENINAS, MAS TEM UNS CARAS Q ME DEIXAM COM UM PUTA TESAO... ETSVA UM DIA MALHANDO E UM DOS INSTRUTORES CHAMOU A ATENCAO DE TODOS PARA APRESENTAR UM NOVO INSTRUTOR. CACETE, QDO VI QUEM ERA O NOVO INSTRUTOR, PIREI.. O CARA ERA MUTIO, MUITO, MUTIO GOSTOSO, NAO ERA DESSES CARAS SARADOS BOMBADOES, NAO. ELE ERA FORTE, MAS SEM MUITOS EXAGEROS, UM CORPO PERFEITO. NEM ME EMPOLGUEI, PQ SEMPRE ACHO Q ESSES CARAS NUNCA CURTEM NADA DISSO. AINDA BEM QUE ESTAVA ERRADO. NO DECORRER DOS DIAS, TUDO ACONTECEU NORMALMENTE, MAS EU JA IA, MUITO MAIS EMPOLGADO PRA ACADEMIA. TINHA UMA MULHER LA, QUE COM CERTEZA QUERIA DAR PRA ELE, QUE PAGAVA POR FORA, PRA ELE FICAR FAZENDO SOMENTE A SERIE DELA MEIA HORA TDOS OS DIAS. UM DIA EU CHEGUEI LOGO QUANDO ACABOU A SERIE DELA. COMECEIA ME ALONGAR E ELE VEIO ATE MIM E DISSE, AINDA NAO FOMOS APRESENTADOS. ME FALTOU CHAO!!! ME APRESENTEI E ELE IDEM. ERA ARTHUR. ELE DISSE QUE FICARIA COMIGO NAQLE DIA FAZENDO MINHA SERIE, PRA VER SE EU REALMENTE ME DEDICAVA. EU FALEI Q NAO TINHA PAGO POR FORA, E ELE RIU E DISSE PRA EU NEM ME FALAR DELA. ELE FALOU Q ELA ERA MUITO CHATA E CANTAVA ELE O TEMPO TODO. ME EMPOLGUEI UM POUCO, PQ A MULHER ERA BONITA E QQER UM NO LUGAR DELE JA TERIA COMIDO. ENTAO COMECEI MINHA SERIE. NUM DOS APARELHOIS ELE CISMOU QUE EU TINHA QUE AUMENTAR A CARGA. ELE FOI AJUDAR A TERMINAR A SERIE (PQ TAVA FODA!!) E TEVE Q FICAR ATRAS D MIM... PENSEI: SE O Q EU TO SENTINDO AQUI É O QUE EU TO PENSANDO.... MUITO VOLUME, MUITO!!! PRONTO, FIZ RAPIDINHO, MAS A EMPOLGACAO FOI TANTA, TANTA, Q QDO EU FIZ A ULTIMA, ELE FALOU: AE, BELEZA. NAO FOI BOM? EU SEM NOCAO DISSE: AH, QDO ACABA EU QSE GOZO. ELE DEU UMA RISADA TAO SACANA, MAS TAO SACANA Q EU PREFERI NAO DIZER Q ERA BRINCADEIRA E DEIXAR... QDO A SERIE ACABOU JA ERAM UMAS .HRS, A ACADEMIA TAVA QSE FECHANDO E ELE FALOU: VAI EMBORA AGORA? TA A PÉ? ESPERA SÓ MAIS UNS MINUTINHOS QUE EU TE DEIXO EM CASA... PRONTO, CONSEGUI!!! FALEI Q SO IA TOMAR UM BANHO E ESPERARIA ELE. ELE DEU UMA PISCADA..... FUI PRO BANHEIRO E TOMEI MEU BANHO, QDO TERMINEI ELE ESTVA NO BANHEIRO ME ESPERANDO. COMO EU TAVA DE SUNGA ELE DISSE QUE EU JA DEVIA MALHAR HA ALGUM TEMPO, PQ EU ERA MAGRO, MAS MEU CORPO ERA MUITO BONITO, TODO DEFINIDO E FALOU PRA EU MARCAR UM HORARIO COM ELE QUE ELE QUERIA FAZER MINHA SERIE SEMPRE, PRA QUE NO CARNAVAL VIAJASSEMOS E ELE VISSE O RESULTADO DO TRABALHO DELE... CHEGUEI A SENTAR COM ESSA NOTICIA... ERA DEMAIS! DISSE QUE TUDO BEM... FOMOS PRO CARRO E ELE FOI ME LEVANDO ATE Q PASSAMOS POR UMA RUA Q ESTA SEMPRE VAZIA. ELE PAROU O CARRO E DISSE: A QUEM ESTAMOS ENGANANDO? E ME DEU O BEIJO MAIS GOSTOSO E DEMORADO QUE EU JA TIVE! QUE LINGUA MARAVILHOSA. ERAM VARIOS MOVIMENTOS E EU CLARO, TIVE QUE SABER DO TAL VOLUME. BOTEI MINHA MAO SOBRE O PAU DELE E SENTI AQLE VOLUME. ELE PEGOU MINHA MAO E BOTOU POR DENTRO. ENTENDI TUDO! ERA GRANDE (NAO ENORME, ERA GRANDE), MAS MUITO GROSSO. LINDO!!! RETINHO. POUCOS PELOS, NAO AGUENTEI CAI DE BOCA. CHUPEI MUTIO E DEI O MAXIMO DE MIM. ELE SEGUROU NO MEU CABELO E FICAVA FORÇANDO MINHA CABEÇA CONTRA O PAU, COMO SE QUISESSE QUE EU ENGOLISSE TUDO. ACHEI ÓTIMO. CHUPEI DE TODOS OS JEITOS POSSIVEIS! ERA PERFEITO OUVIR O GEMIDO DAQLE CARA, Q NAO ERA QQER UM, MTA GENTE DARIA DINHEIRO PRA ESTAR COM ELE E EU ESTAVA ALI, OUVINDO O GEMIDO DELE ME CHAMANDO DE GOSTOSO. PASSAVA A MAO PELO CORPO DELE FEITOUM LOUCO, Q CORPO FODA! ELE TIROU A BLUSA, PQ ESTAVA FICANDO MUITO QUENTE LA DENTRO... ELE NAO GOZAVA DE JEITO NENHUM!!! COMECEI A LAMBER A CABEÇA DO PAU DELE E TOQUEI UMA PUNHETA MT GOSTOSA COM A BOCA SO NA CABEÇA, LAMBENDO. ELE GEMEU MUTIO ALTO E FALOU: SAI Q EU VOU GOZAR. OBVIO Q EU NAO SAI.. NAO DEIXO ISSO SEMPRE, MAS ELE MERECIA. ELE GOZOU FEITO UM LOUCO, MAS O Q ESTAVA ME DEIXANDO MALUCO ERA AQLE GEMIDO GOSTOSO DELE. NAO ENGOLI PQ JA E DEMAIS, MAS LIMPEI O PAU TODINHO. ELE ME PUXOU ME DEU UM PUTA BEIJO DAQLES (CARALHO, COMO ELE BEIJA BEM...), ME DEIXOU EM CASA E QD EU FUI SAIR DO CARRO,DISSE QUE PRECISAVA D MIM. OLHA ISSO! ERA MUITA COISA PRA MIM. COMO O VIDRO É PRETO, PUXEI ELE DEI UM BJO E ENTREI EM CASA. DORMI Q FOI UMA BELEZA! DEPOIS DESSA VEZ, NOS VÍAMOS TODOS OS DIAS POR CAUSA DA ACADEMIA, E NINGUEM NUNCA DESCONFIOU D NADA. CLARO Q ROLARAM OUTRAS VEZES, MAS UM DIA ELE RESOLVEU Q QRIA Q EU FOSSE MORAR COM ELE. TIPO PARADA SÉRIA, SEM FALAR PRA NIUNGUÉM, MAS SÉRIA. ELE IA LARGAR A NOIVA DELE. SO Q NAO DA POIS MORO COM MEUS PAIS E NINGUEM NO MUNDO SABE OU DESCONFIA DOS MEUS GOSTOS. NAO DAVA PRA SIMPLESMENTE SAIR.. ERA O SONHO DA MINHA VIDA SE ISSO PUDESSE SE REALIZAR, MAS NAO DAVA ELE FICOU MUTIO TRISTE, E SUMIU. DEPOIS DE UMAS DUAS SEMANAS ELE REAPARECEU NA ACADEMIA PRA RECEBER O Q TINHA Q RECEBER E DISSE Q TAVA INDO PRA OUTRA ACADEMIA, PQ NAO DAVA PRA ELE. FIQUEI COM MTA PENA E MT TRISTE. NUNCA HAVIA SENTIDO ISSO POR H NENHUM, NUNCA. FOI BEM DIFICIL. HJ EMDIA AS VZS NOS COMUNICAMOS, ELE COMENTOU MAIS OU MENOS SOBRE AQLO D NOVO, MAS NAO DA, QUEM SABE DAUQI A UM TEMPO? BOM, QUEM LEU TUDO, SPERO Q TENHAM GOSTADO. TUDO É VERDADE, E ME ESTENDI DESSE JEITO, POIS TINHA Q CONTAR A ESTORIA TODA. SE ALGUEM QUISER MANDAR UMA MENSAGEM, OU QUISER BATER UM PAPO, PRA VER O Q ROLA: marcossmoraes arrouba zipmeiou ponto com ponto br

Marcos
Sat Dec 27 13:59:05 2003



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levei pica, quero mais e minha mulher quer ver Eu era casado e, num Sábado, resolvi andar pela praia. Logo ao chegar notei um moreno de bigodes encostado a um coqueiro me olhando. Desviei o olhar, mas olhei de novo e ele me olhava ainda. Continuei a olhar e ele encarava. Senti a vontade que sempre tinha de me entregar como uma mulherzinha a um homem macho e gostoso. Caminhei até um banco longe da praia, de frente para a avenida e me sentei. Senti um arrepio quando olhei para trás e vi o macho vindo em minha direção. "É agora", pensei. Ele me cumprimentou, sentou-se e tirou o pau para mijar ali mesmo. Era um pau murcho, normal, mas não tirei os olhos. Perguntei o que ele gostava e ele disse meio encabulado, "gosto que me chupem". Resolvemos ir ao apartamento dele, ele disse que era casado e eu disse que eu também, mas ele estava na cidade a trabalho, sua família estava em Cuiabá, que ele dividia o apê com outro cara que sempre viajava aos fins de semana. Chegando ao apartamento fomos para o banheiro. Tirei minha sunga de costas para ele para ele ver minha bunda lisa e branquinha. Quando olhei para ele me arrepiei. O macho tinha uma pica enorme e grossa e cabeçuda que já começava a endurecer. Caminhei para ele rebolando como em minhas punhetas de fantasia, com a mão direita peguei no pintão e comecei a punhetar, a mão esquerda toquei de leve seu peito cabeludo e ele me beijou com seu delicioso bigode. Dali fomos para o boxe do chuveiro onde agachei e comecei a cheirar seu pintão e a esfrega-lo em meu rosto, então ele ordenou: "Põe na boca". Comecei a chupar e a punhetar com as duas mãos pois o ‘tarugo’ era maior do que eu poderia imaginar. Eu pensava então em como era gostoso eu estar ali de joelhos mamando aquela ‘rôla’ maravilhosa quando ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a meter com força aquela ‘trôlha’ em minha boca e forçando minha garganta. Eu sufocava e queria falar mas só saiam gemidos e engasgos. Percebi que ter um macho como aquele era muito diferente das minhas fantasias e que ser mulherzinha ou viadinho não era a doçura que eu esperava. Relaxei depois de pensar que era aquilo que eu queria, mas logo tive medo de novo. "esse macho vai gozar dentro de minha boca", pensei. Novamente tentei falar, mas só saiam gemidos e convulsões. Então ele disse: "É disso que você gosta viadinho?" Fiz que sim como pude, com balanço de cabeça e ele continuava com violência terrível a meter em minha garganta até que explodiu num gozo tão grande que eu engasguei e saiu pôrra pelo meu nariz. Me ordenou que engolisse tudo e limpasse o pau com a língua. Obedeci lembrando de minha mulher que estava me esperando em casa. Eu era mesmo um viado. O macho disse "Agora vou rasgar seu cú" e fomos andando para a cama. Eu tinha febre de vontade de dar. Ele então me pôs com as mãos na cama e enfiou o dedo no meu cú, um dedo, dois, três dedos, eu gemia e chorava de amor. Ele deitou e disse, "lambe meu saco’, obedeci e lambia o saco cheiroso. Ele ordenou " lambe o pau", obedeci sem dizer palavra e depois voltei a chupar o caralhão. Me sentia uma mulher apaixonada querendo dar. Quando o pauzão subiu ele me botou de pé e mandou que eu abrisse a bunda com a mão. Obedeci e pensei que não seria homem nunca mais. O pau demorou mas foi entrando, eu sentia cada entrada que o pau fazia, chorei de dor e pedi por favor pra ele tirar que estava doendo, mas não adiantava. A mesma fúria de macho que me encheu a boca de porra no banheiro entrava pelo meu cú e eu vi que ser mulher não era fácil como nos meus sonhos. Eu chorava, gemia, gritava, pedia e nada do macho ouvir. Só dizia "Toma no rabo, toma, vou fazer isso com a puta da sua mulher também". Depois que o pau tinha entrado até o talo ele tirou. Me ordenou que ficasse de quatro na cama e começou a meter. Foi delicioso dar o cú de quatro. Eu é que pedia agora "Come meu cú! Come meu rabo! Rasga minha bunda! Faz com minha mulher também." Quando ele gozou, tirou o ‘trabuco’ do meu rabo e nos deitamos beijando e depois no banheiro eu lavei e sequei o pintão. Ele não quis mais nada comigo. Me estuprou e me deixou apaixonado em rôla para sempre. Minha mulher, que me chifrava com o advogado, me abandonou. Hoje tenho uma mulher linda, magrinha, moreninha, peituda, uma graçinha. Contei a ela minha vontade e ela quer me ver dando a bunda para um macho. Queremos chupar, cheirar e punhetar juntos sua rôla, mas ela diz que não quer dar pra você. Se vc quer me comer e conhecer minha moreninha deixe seu recado. Tenho um classificado aqui no CVS o número é oito, cinco, zero, seis .
Beijo no pintão
sasha
Fri Dec 26 18:37:29 2003
oooooooooooooooooooooooooooooooooo
1920
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:48 pm
Assunto: Contos 7


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Meu primo- presente de natal


Oi, meu nome é Rodrigo, tenho vinte e um anos. Tenho um metro e setenta e cinco, sou magro, cabelos e olhos castanhos. Quero contar uma experiência que tive na noite de natal. Um presentão, por assim dizer. Apesar de adorar mulheres, sempre tive muito tesão por homens. Desde de criança, sempre fui fissurado nos gatos da escola. Apesar de acalentar profundos desejos em relação a vários rapazes, nunca tive coragem de me oferecer a nenhum, por medo da reação que porventura teriam. Como já sou adulto, penso que chegou a hora de tomar alguma atitude, parar de reprimir os instintos que carrego comigo. Quero dar, chupar, beber porra! Não se trtata de me tornar homossexual, quero apanas ter experiências. Um cara másculo, que me possua feito um animal. Para vocês terem uma idéia de como estou a perigo, todos os dias eu batia uma punheta pensando no meu colega de apartamento. Ai como eu morro de tesão por ele, mas como ele vive falando mal de viado, nunca tentei nada. melhor me preservar. Mas que tesão... Mas como nem tudo é sofrimento na vida, acabei realizando um sonho na noite de natal. Recebiamos em casa alguns parentes distantes. Entre eles estava o Bruno. Ele tem catorze anos, mas aparenta mais idade. É magro, alto, anda vestido com roupas de skatista. Depois da ceia, ele,meu irmão e outro primo fomos dar um passeio pela cidade. Estava tudo muito chato, voltamos logo para a casa. Como havia poucos cômodos na casa para acomodar o pessoal, minha mãe preparou uma cama no chão do meu quarto. Dormiria eu numa cama, meu primo na outra, enquanto bruno e meu irmão dormairiam no chão. Tudo certo, os dois foram dormir, enquanto eu fiquei tomando uma cerveja. Deitei-me. Como estava muito calor, fiquei me virando na cama. Bruno estava deitado ao meu lado, no chão, a alguns centímetros apenas. Numa dessas viradas que dei, deixei que meu braço caísse para fora da cama. Eu estava meio que cochilando. Foi meus dedos encontraram pele. Era o pescoço de Bruno. Pensei estar sonhando, então acariciei seu pescoço, sua nuca. Minha mão foi subindo até tocarem suas orelhas. Fiz carinhos em seu rosto. Estava adorando aquilo que sonho bom era. De repente, ouvi um gemido de prazer. Era ele, meu Deus! E se ele achasse ruim aquilo tudo? Retirei a mão rapidamente. Meu coração estava a mil. Mas se ele suspirou, não teria gostado? A idéia foi tomando força na minha cabeça. Era minha chance, eu teria minha foda de qualquer maneira. Notei que ele estava deitado de lado, de frente para mim. Parecia dormir. Deixei que minha mão caísse novamente para fora da cama. Encontrei sua barriga magra, bem definida. Eu já não controlava mais minha mão. Eu o apalpava, tocava, acariciava. Passei mão nas pernas, ai que gostoso meu Bruno! Estava muito excitado, não era capaz de me controlar. O medo maldito voltou, tornei a retirar a mão. Não, eu não podia desistir, tinha que ser dessa vez, eu ia saber como era pertencer a um homem. Pus a mão para fora da cama, novamente. Só que não o toquei de imediato. Esperei. Se ele estivesse curtindo minhas carícias, iria se aproxcimar por conta própria. Não demorou nem cinco segundos, senti suas pernas cabeludas e quentes encostando em minha mão. Meu coração disparou, minha espinha congelou. Comecei um jogo de gato e rato. Afastei minha mão. Ele me perseguiu, como um animal macho atrás de sua fêmea no cio. Pegou ems braços com as mãos, fez carinho. Aconchegou-a, então, entre suas pernas. Imaginem como fiquei quando senti o volume de seu cacete entre os dedos. era enorme, bem maior que o meu. Fiquei derretido, meu cuzinho palpitava pala felidade que se aproximava. pequei-o na mão, massageio-o por um tempinho. Ele gemia, por sorte os outros dois não perceberam. Dei uma de difícil. Voltei a tirar a mão de sua tora. Vinte segundos depois, comtempleio com o olhar: seu corpo esguio, seus braços e pernas compridos, que lindo! Percebi que ele estava tocando uma punheta. Era pra mim! Que tesão! Maravilhado, extasiado, contemplei-o por alum instante. Não suportando mais de desejo, chamei-o para cima. Com muito cuidado, para não acordar nosso vizinhos indesejáveis, ele subiu. Acariciei sua nuca. Inflei meus lábios, meus olhos fixos nos dele, aproximei-me lentamente e beijei-o de língua, um beijo logo e apaixonado, enquanto acariciava suas costas. Deixei minhas mãos caírem até sau vara. Massageia novamente. Ela ardia como um ferro em brasa. Virei-me de costas. Ele roçou seu cacetão em minha bunda, ao mesmo tempo que enfiava a lingua em minha orelha. Eu estava quase explodindo em gozo, massageiei seu saco enorme e toquei-lhe uma puneta violenta. Ela urrava baixinho, parecia que ia me arrombar feito um touro faz com uma vaca. Abaixou o short que usava. Pude vislumbrar o paraíso: aqule membro gigante, aquela cabeça apetitosa. Não pensei duas vezes. Enfiei-a na boca. Chupei com gosto. Eu me esforçava com a língua, acariciava seus escrotos, lambia seus pentelhos. Ele urrava baixinho, fazia carinhos na minha cabeça e nos meu pescoço. Ele foi ampliando os movimentos. Mexia-se com vil~encia, estava arrombando minha boca e minha garganta. De repente ele deu um grito. Seu esperma saboroso jorrou numa explosão de prazer. Pensei que seu gozo iria acordar os dois amebas. Que nada, dormiam feito ursos. Bruno havia se tornado meu macho. lambi a cabeça de sua pica, para limpa-lo e aproveitar até o fim aquela porra tão sonhada. Ele me abaçou pelas costas. Será que elequer possuir meu rabinho, pensei. Não, apenas roçava seu ferro na minha bunda, beijando minha nuca e apalpando meu peitoral. Com a outra mão livre, pssou a tocar uma punheta gostosa no meu pinto. Não demorou muito, também gozei. Ele aparou meu esperma com a mão e deu em seguida para que eu bebesse. Por fim demos nosso último beijo de língua e ele voltou para seu canto. Dormi feliz. No dia seguinte, ninguém havia se dado conta de nossa aventura. Lamentei apenas o fato de bruno não ter fodido meu cuzinho. Combinamos que da próxima vez que ele vier, ele arromba meu cabaço. Não vejo a hora, ainda mais porque ele estará mais desenvolvido, será um homem bem mais equipado. Pena que será apenas daqui um ano. Enquanto isso fico aqui, louquinho de tesão por todos os homens que vejo, sem ninguém para aplacar esse meu tesão. Mastrubo-me todos os dias, pensando em Bruno e outros homens. Quem gostou e quiser entrar em contato, para rodfevinteedois yahoo com br( vinte dois em número)


Rodrigo
Sat Jan 10 20:20:43 2004



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Quem Espera Sempre Alcança


Eu sempre fora louco por sexo, respiro sexo, sonho sexo, vivo sexo... Não posso sentir cheiro de mulher que enlouqueço; é assim desde que me dei conta desta dádiva da vida. Retornando de uma viagem de férias dei de cara com a nova empregada daqui de casa, a princípio, não dei atenção àquela moça, mas, com o passar do tempo e por conta do comentário dos amigos que me fizeram 'abrir os olhos' para algo que poderia deixar de ser uma simples brisa para ser um tornado devastador. Ela é uma mulher de um metro e setenta, chegando a ter até mais por conta dos tamancos que usa constantemente, cabelo loiro encaracolado, olhos castanhos, seios médianos, com biquinhos bem clarinhos, uma buceta cabeluda suculenta e um rabinho que nunca havia visto igual na vida, tanto é que ela está chegando aos com uma bundinha de , que continua a me deixar louco para come-la sempre. Com dois anos trabalhando aqui em casa ela separou-se do marido, que ao invés de prestigiar o material de casa foi procurar porcaria na rua. É bem verdade que, enquanto fora casada ela era sem sal, sem graça, escondia seus atributos. Passada a separação, ela transformou-se numa mulher oposta ao que eu tinha visto. Tudo nela convidava ao prazer, desde o olhar malicioso, a lingua passando nos lábios até as calcinhas bem comportadas foram deixadas de lado, passando para um maravilhoso fio dental...que era preto, vermelho ou branco. O tempo fora passando e cada vez mais histórias foram aparecendo: os banhos de sol apenas de tanguinha no quintal da casa dela, os porres homéricos, as siriricas de todas as noites; até o dia que ela e a faxineira ficaram em casa trabalhando e havia restado apenas eu, mas parecem ter esquecido de mim, quando ela revelou que havia saído com um cara que havia brincado com o cuzinho dela e que chegou a um orgasmo louco, que a levara a completa exaustão naquela foda. Dito isso ela completou que a trepada gostosa só acontece se for enrrabada e gozar como a vadia mais puta do mundo. Fiquei chocado e extasiado com que tinha acabado de ouvir, pois na minha cabeça só havia aquela recatada moça recem-casada, muito pudica e sem sal. Sabendo disso, resolvi investir numa forma de comê-la logo. Sempre que ela ia arrumar o meu quarto eu chegava com uma cerveja, um whiskinho... Um dia tomamos uns a mais e eu a convidei para na segunda-feira passar o dia comigo. Ela aceitou e então marcamos tudo direitinho. Peguei-a no dia e hora marcados e fomos para um motel bem gostoso que eu sempre frequentei. Peguei a suíte mas completa, com tudo que ela tinha direito. Entramos no quarto, liguei o som e abri um litro de whisky, que ela tomou da minha mão e tomou logo duas doses puras; soltou-se por dentro do quarto dançando sensualmente e começou a fazer um striper, como uma profissional e me chamou sussurando:'vem meu gato, vem me desvirginar, vem me fazer mulher de verdade'. Nos atracamos como dois desesperados. Explorei cada centímetro daquele corpo, foi então que ela disse: 'deixa te chupar, meu marido nunca deixou... deixa?' não me fiz de rogado e não ofereci resistencia àquele boquete incrível, ele tinha um jeito, uma calma, não resisti e a brindei com todo aquele leite que estava guardado para o 'grand finale', mas ela merecia tudo.Foi ai que fizemos um delicioso... chupei, mordisquei aquele grelo, foi tanto que ela começou a entrar na sintonia e liberou um grito: 'me faz gozar como uma devassa, uma puta que só fode por prazer, por trepar'... Nisso ela chupava meu pau que logo retomou a posição de batalha. Notei que ela havia parado, segurando meu pau com a boca firmemente, mas sem machuca-lo e começou a gemer e contorcer-se e veio o gozo... foi tanto que ela chegou a exaustão... Descansamos um pouco foi quando ela me disse ao ouvido: 'eu sei como esquentar você'. Foi ai que ela veio de costas e de bandinha; esfregando aquele rabão delicioso no meu pau, que logo endureceu. Foi ai que ela empurrou-me e sentou no meu cipó como uma amazona; cavalgou nele como numa fuga desesperada e gritava:'empurra tudo meu macho, me fode como as putinhas safadas que você come por ai pagando, sou sua puta, dou tudo melhor que as outras e de graça, sempre que você quiser. Agora me come de , feito uma cadelinha'; disse isso rebolando aquele bundão delicioso... Atendi seu pedido e recomecei a fode-la, rebolava feito uma louca dizendo:'fode tua cachorrinha que ela é louca por tua rola gostosa/fode gostoso que ela tem um premio pra você no final... continuamos assim algum tempo; foi ai que ela disse:'quero dar o que tenho de mais gostoso em mim pra você, sei que você não tirava o olho da minha bunda/eu bem não via você tentando esconder seu pau duro/ eu tava ligada há tempos!!' e seguiu:'põe tudo, ate as bolas, mas com carinho meu gostoso!!!'. Não acreditava que meu sonho estava se realizando. Primeiro fui brincando com o anelzinho dela que foi relaxando; coloquei um dedo, depois dois. Ela gemia e rebolava como uma louca pedindo 'me fode/poe essa rola em mim'. Pus devagar, mas ela entrou com facilidade, pois ela estava bem relaxada...naquele vai e vem ela gozou novamente... Foi uma das melhores fodas da minha vida,logo logo contarei mais. volto logo


Profissional
Sat Jan 10 17:16:48 2004



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FAST FOOD 5

Willie: Onde anda a continuação da bela história que começou? Estou aguardando impacientemente porque coisas boas são raras. Abraços Moloch Os olhos azuis do amigo encheram de lágrimas, um tanto pela dor do beliscão e puxão de cabelos e mais pela agressividade do seu amado. Ficou desesperado ao ouvir que se não fizesse como Bud queria, nunca mais teria seus favores sexuais. Consolou-se ao ouvir:
-- Deixe de besteiras.. vai comer, sim! E vai ser fácil.. se quiser imagine que ela é um machinho.. coma ela por trás.. do jeito que quiser, mas coma.. estou mandando e vou conferir.. Com este acerto, logo estavam na quadra de tênis. Bud ficou de fora do jogo, pois não tinha roupas e calçado apropriado e, também, não estava muito interessado naquele esporte. O dele era mais interessante. Ficou de gandula, fornecendo bolas e apreciando as qualidades das três meninas. Teddy e Carol formavam a melhor dupla de jogadores, tanto que ganharam fácil a primeira partida. Ann e Meg perderam no jogo, mas ganharam fácil no quesito dos atributos femininos aos olhos de Bud. Ann já tinha a sua apreciação muito favorável e Meg o conquistou pelos seios desenvolvidos e suculentos que dançavam tentadoramente dentro da blusa do uniforme. Não só eles, como, também, as coxas fortes, o magnífico traseiro e o rosto bonito e corado, emoldurado por uma cabeleira brilhante, cor de cobre. Apesar de Ann insistir, os outros acharam que já haviam se exercitado o suficiente, indo se relaxar nas cadeiras dispostas sob o toldo do vestiário, junto com Bud. Todos estavam alegres, com exceção de Ann que se aborrecia claramente com as amigas. Ao seu ver, elas estavam dengosas demais e faziam um verdadeiro cerco sensual sobre os meninos. Talvez porque estou com minha cota sexual preenchida – pensou – pudera, my daddy é fogo.. me esgotou toda..'. Ao relembrar das loucuras que cometeram poucas horas atrás, sentiu um pequeno comichão no vértice das coxas. Este comichão não foi suficiente para acompanha-los para dentro do vestiário, onde todos seguiram para fazer um pouco de sauna. Mandando-os à merda em pensamento, alegou que precisava terminar suas tarefas da escola, dizendo que os esperava mais tarde para lancharem dentro da casa. As meninas esperaram, na porta do vestiário, eles saírem envergando os roupões para a sauna e, enquanto elas se preparavam, Teddy colocou em funcionamento o mecanismo para fornecer o vapor. A saleta da sauna era pequena, feita para dois, mas os quatro não se importaram e entre risadas e brincadeiras, se acomodaram nas duas curtas bancadas. Meg ficou ao lado de Bud e Carol se apertou junto à Teddy. As coisas rapidamente caminharam para um clima de namoro. Bud de cara começou beijando a suculenta boca da Meg e, sem perder tempo, meteu uma mão dentro do roupão da guria, agarrando e bolinando um seio. Gostou da boca sumarenta que beijava e que respondia com uma língua treinada e sacana, além do seio pesado, firme, quente e de mamilo ouriçado de tesão. Realmente gostosa a tal da Meg. Entusiasmou-se e foi se preparando para usufruir tudo o que ela possuía. Mas, nem por isto, deixava de fuzilar Teddy com os olhos, repletos de advertências e promessas de retaliação caso não se comportasse como havia determinado. Teddy entendia perfeitamente e tratava, pelo menos, de fingir interesse nos afagos e carinhos que Carol lhe prodigalizava com energia. Mas toda a iniciativa era dela. A temperatura dos corpos subia no mesmo ritmo em que o vapor inundava a saleta. Com um grunhido de admiração de Meg, Bud livrou-se do roupão, apresentando aos seus olhos cobiçosos um belo e forte corpo e um mais belo e ereto cacete, trepidando de tesão. Ficou estática, quase sem ação, apenas sentindo a boca se encher de saliva e um fogo na vagina que, de molhada, passou a se encharcar. Bud não entendeu porquê ela não se mexia e, movido pelo desejo sexual, agora incontrolado, tirou a menina rudemente da bancada e arrancando seu roupão, agarrou sua cabeça com as duas mãos e dirigiu sua boca contra seu cacete. Em um átimo, percebeu que a imobilidade anterior nada tinha de reprovação ou pudicícia. Antes pelo contrário. Da maneira como ela engolfou o seu cacete e iniciou uma chupada voraz, concluiu que a moça era uma putinha tesuda como poucas. Tranquilizado, pode se deliciar com os seios maravilhosos e, quando se inclinou para apalpar o traseiro portentoso, ela apressou-se em tirar a calcinha para que suas mãos ganhassem todas as suas reentrâncias, curvas e orifícios, ficando de joelhos sobre a bancada para facilitar seu manuseio. Ficou muito bom para Bud que, bolinando a bunda sedosa, enfiando dedos na bocetinha melada e no cuzinho apertado, tinha os seios pesados se esfregando em suas coxas fortes e peludas. Meio encobertos pelo vapor branco da sauna, divisava Carol ajoelhada entre as coxas de Teddy. O movimento de sua cabeça mostrava que ela estava fazendo o que mais gostava: chupando o pau do viadinho, porém aborreceu-se ao ver que ainda estavam de roupão. Tão logo fodesse Meg, iria dar um jeito nos dois. Meg chupava tão bem que foi com pesar que a segurou pelas axilas e a trouxe para seu colo. Com um gemido lúbrico ela se deixou penetrar. Aliás a metida foi mais dela que dele. E que boceta! Apertada e ondulante, agasalhou a inteireza de seu membro até seu talo. Bud imaginou que até os pentelhos entraram. Meg agarrou-se fortemente nele e passou a torcer e retorcer seu cacete na vagina trepidante como nunca ele havia experimentado. Era uma foda extraordinária que ela completava com beijos esfaimados, chupões nos seus mamilos, lambidas nas suas axilas e carícias tantalizantes no seu saco, feitas por uma sábia mão passada para trás. Bud desconfiou que, se não estivesse sentado no duro banco de madeira, seu cu teria sido arrombado pelos dedos da faminta Meg. Rapidamente gozaram. Meg arfante ainda, sussurrou:
-- Gosh!! Você sabe como foder! É melhor que my boy friend.. estou derretendo de calor.. vamos tomar uma chuveirada?

Moloch
Fri Jan 9 21:06:15 2004

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Traí Triplamente


Depois de ler estas histórias lembrei-me de uma que me aconteceu e que ainda hoje quando me lembro me deixa toda molhada. Sou uma mulher de anos morena de olhos verdes que adora acima de tudo uma boa foda. Estava no escritório do meu trabalho onde estava também o marido de uma colega que eu provocava já á mais de um mês sem obter resultados, nesse dia já frustrada resolvi desistir e entrei na minha sala fechando a porta atrás de mim, ele que só nos tinha ido fazer uma visita bateu á porta para se despedir de mim entrou e quando se aproximou de mim abriu as calças tirou o pénis para fora e meteu-mo na boca obrigando-me a chupá-lo depois quando eu já estava a gostar, tirou-mo esbofeteou-me com força e perguntou-me se eu achava que tinha coragem suficiente para acabar o que tinha começado, disse-lhe que sim sem pensar nas consequências da minha resposta, ele mandou-me então nessa noite estar numa morada que me deu. Toda a tarde foi passada num estado de excitação dificel de descrever e quando chegou a hora marcada lá fui eu. Surpresa das surpresas ele não estava sózinho , com ele estavam amigos que observaram enquanto ele me fodia e me obrigava a vir vezes sem conta como uma cadela, mal ele acabou os amigos aproximaram-se e disseram-me que teria de os servir aos três enquanto ele me chicoteava pela minha infidelidade. Foi a experiência mais excitante da minha vida ter um caralho na boca outro no cu e outro na cona enquanto sentia as farripas do chicote nas minhas costas, fui fodida até eles não aguentarem mais porque a minha vontade não era importante para nenhum deles, fiquei saciada durante muitos dias e actualmente este continua a ser o homem que já separado da minha colega me satisfaz mais do que qualquer outro.

Juliana Safadinha
Fri Jan 9 12:56:21 2004



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O Homem da Garagem

O meu nome é carlinhos e eu tenho dezesseis anos. As coisas que eu vou contar aconteceram de verdade quando eu tinha doze anos. Eu sou um garoto bem bonitinho e tenho um amigo chamado Nelson ele tinha dois anos mais que eu. Ele me ensinava coisas pra eu fazer com ele e tanto eu como ele gostavamos muito dessas coisas. A gente fazia na garagem do meu edificio numa area reservada pra carros de
visitantes. Naquele dia a gente estava lá bem no fundo, ele tava sentado num banquinho e eu ajoelhado no chao pegando no pinto dele. Ele sempre pede pra eu botar o pinto na boca mas eu nao boto, so faço ele gozar com a mao. Entao nesse dia ele ja tava quase gozando quando de repente deu um grito e saiu correndo e me largou sozinho na garagem. Eu só entendi quando olhei pra tras e vi que a gente tinha sido descoberto, tinha um cara atras de mim que estava olhando tudo. O cara era alto e muito bonito, devia ter uns anos. Eu quis fugir tambem mas ele me segurou e perguntou 'em que apartamento voce mora?' Eu disse onde era e ele falou que ia me levar pra contar pro meu pai, ele falou 'voce é um viadinho e teu pai vai te expulsar de casa'. Entao eu comecei a chorar e pedi pra ele nao contar nada, ele falou 'eu nao conto se voce fizer tudo que eu mandar', eu disse que fazia e ele entao abriu a porta do carro que era dele e mandou eu entrar e ajoelhar no chao e sentou no carro bem na minha frente. Ele botou o pau pra fora da calça e eu ate me assustei com o tamanho, era que nem o do meu pai, enorme muito maior do que do Nelson. Ai ele disse 'faz o que voce estava fazendo no teu amigo'. Eu peguei o pau dele com as duas maos e comecei a punhetar ele e ele disse que eu punhetava muito bem, e que eu tinha que fazer ele gozar bastante pra nao contar nada pro meu pai. Eu tava até gostando entao ele pegou a minha cabeça e puxou pra perto dele e começou a esfregar o meu rosto no caralhao dele, ele falava 'voce é muito gostosinho, menino eu quero voce pra meu putinho, abre a boca'. Eu ia dizer que nao chupo pau mas ele segurou no meu queixo e obrigou a abrir a boca. 'Passa a lingua na cabeça do meu caralho', eu fiquei quieto 'quer que eu va la em cima contar?' eu comecei a lamber a cabeça do pau dele. Entao ele apertou a minha cabeça pra baixo e foi enfiando o pau na minha boca eu ja tava sem poder respirar direito e comecei a engasgar e arranquei a cabeça dali, ele ficou puto comigo. Eu comecei a chorar de novo e disse que nunca tinha feito aquilo e que nao aguentava ele enfiando o cacete todo na minha boca entao ele falou 'ta bem entao eu nao vou te obrigar a enfiar o meu caralho na tua garganta mas eu quero duas coisas: primeira na hora que eu gozar voce vai continuar chupando e vai engolir o meu gozo todinho e segunda depois que eu te liberar nos vamos marcar um dia pra eu te encontrar e te levar pra minha casa onde nós podemos ficar mais a vontade'. Eu perguntei 'mas o que é que voce vai fazer comigo na tua casa?' ele disse 'nao se preocupa, voce so tem que me obedecer'. Ele botou a mao de novo na minha cabeça e eu ja sabia que era pra continuar chupando entao botei o mais de pau dele que eu aguentei e botava e tirava e ele enfiava os dedos nas minhas orelhas e gemia e me chamava de putinho gostoso até que de repente ele agarrou as minhas orelhas com força e disse 'eu vou gozar, mais depressa eu vou gozar' e começou a esporrar na minha boca. Eu lembrei da ameaça dele e comecei e engolir bem depressa a porra dele e foi assim sem parar de chupar, parecia que ele nao acabava de gozar nunca mas até que chegou uma hora que parou. Entao ele mandou eu continuar lambendo pra limpar o caralho dele e enquanto isso ele ia falando 'que hora voce costuma estar em casa pra eu te telefonar?' 'meio dia eu volto da escola e a mamae ta na cozinha aí fica bom de falar' 'entao na quinta feira eu vou ligar pra voce e eu vou pegar voce na sexta e te levar pra minha casa entendeu?' 'entendi sim, entao depois dessa vez voce me libera?' ele deu mó gargalhada 'seu putinho voce vai ser meu até eu enjoar de voce'. Eu nao sei se voces gostaram mas se gostaram eu conto o resto, um beijo. carlinhosk(um) hot com O UM É EM NUMERO TIPO CARLINHOS-K-UM tudo junto - Carlinhos Sat Jan 3 09:42:09 2004
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1921
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:50 pm
Assunto: contos 9


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repassando...





como dei pela primeira vez


Quando tinha anos de fui a casa de um relojoeiro para consertar o relogio do meu pai, ai ele me botou em seu colo e começou a acariciar meus mamilos, passar as mãos em minhas coxas dizendo coisas gostosas e perguntou se eu topava deitar com ele e disse que sim então ele foi fechar a porta e a janela da cas para parecer que não estava em casa.
Chegando no quarto pediu que eu tirasse a roupa e assim fiz e ele tambem, tinha um penis que para mim era enorme então deitou-se comigo e esfregava seu penis em mim pedindo que eu o chupasse e assim fiz chupei um pouco e ja endureçeu e então pediu para eu virar de bruços e assim fiz então ele veio e começou a chupar meu cu minhas bolas minhas coxas e subiu para as costas e abrindo minha bunda botou seu penis na portinha do meu cu passou vazelina no meu cu e enfiou dois dedos doeu um pouco e então começou a tentativa de me comer.Enconstou a cabeça da piça no meu cu doeu e eu pedi para parar ele parou e me beijava nas orelhas pescoço pediu beijinho e ai meteu a cabeça e mais um pouco doeu tanto que chorei ele parou para me acostumar e começou a meter no vai e vem gostoso e a cada ida empurrava um pouco mais até entrar toda piça, quando me senti atolado adorei meteu meteu e gozou dentro de mim descansamos.Ai Novamente dei pra ele só que agora sentei virei um frango e ele metia aquela baita piça dentro de mim que eu sentia no estomago começou a me comer rapido rapido rapido e quando ia gozer tirou do meu cu e tirou a camizinha e eu chupei e tomei toda a porra daquele homem e assim foi por ano a fora sempre nas semanas eu ia ao relojoeiro me deliciar com aquele penis maravilhoso e dai pra frente dava até para meus colegas de aula

ricardo
Thu Jan 29 09:41:21 2004



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Como me fizeram de putinha, o começo


Esse relato que eu vou fazer agora é real, e pra todos que lerem e gostarem, quem quiser entrar em contato pra fazer algo do tipo, meu é meninoputa bol ponto com ponto br.

Isso fazem alguns meses já, eu estava de bobeira em casa em uma sexta a tarde e com muito tesão, tomei banho e como sempre enfiei uns dedinhos na minha bundinha (que é redondinha e branquinha, uma delícia)... resolvi então entrar em um bate-papo e ver se conhecia alguém com uma proposta interessante, encontrei homens ativos com local, e moravam relativamente perto da minha casa, após uma breve conversa liguei pra eles e marcamos de nos encontrar umas horas depois em uma estação de metrô.
Com um pouco de medo, mas duro o tempo inteiro fui até o lugar, quando cheguei vi o carro deles e entrei, eles me comprimentaram e seguimos meio em silêncio até a casa deles. Logo que entrei fui servido com algumas cervejas e fui tomando pra relaxar... Foi quando eles me pegaram e levaram para um quarto, chegando lá eles me deram algumas sacolinhas, e nelas todas tinham várias roupas de menina... que eles haviam comprado especialmente pra mim.
Falaram que agora que eu já estava lá, que eu iria ser a menininha deles, e submissa, teria que obedecer tudo... mandaram eu escolher a roupa que eu quisesse e ir pra sala depois.
Meio receoso, escolhi uma calcinha de rendinha que ficava bem enfiadinha, uma meia /, uma mini-saia bem curtinha, coloquei um sutiã com pouquinho enchimento e uma blusinha e segui até a sala.
Chegando lá me deparei com um consolo bem grande, e me falaram 'Agora você é uma putinha, tem que foder como uma', logo fiquei de pra eles, como pedido e começaram a brincar com meu cu com o consolo, enfiando um pouquinho e tirando.
Já muito excitado, um deles pegou e colocou o pau pra fora e me mandou chupar, eu sem dúvida comecei a chupar e saborear aquela rola gostosa... lambia como um pirulito, o outro logo abandonou o consolo e começou a passar os dedos, senti um friozinho do lubrificante, ele levantando a sainha e uma cabeça grande e grossa me arrombando, doía muito, mas muito mesmo, eu não conseguia nem chupar direito... e ele começou a me foder sem dó falando, 'vai putinha, geme mesmo que está só começando', mandou eu rebolar, e eu rebolava... gemia muito, depois de um tempo, o homem que eu chupava se masturbou e gozou na minha cara, enfiou a pica pra dentro da boca e mandou eu limpar...
eu limpei direitinho, o outro logo gozou lá dentro, tirou a camisinha e mandou eu limpar a camisinha dentro da minha boca. Com um pouco de nojo eu fiz isso, e os dois pareciam ainda estar muito excitados.
Resolveram então trocar de posição, me colocaram de franguinho assado e o homem que eu estava chupando veio me comer, e o outro veio direto sedento na minha boca, algum tempo depois já estava começando.
Meu cuzinho um pouco acostumado ainda sentia dores, mas meu tesão estava a mil, nunca tinha me sentido daquele jeito. O que estava na minha boca fodia incessantemente ela e mandava eu molhar os lábios como se fossem uma bocetinha, ele enfiava lá no fundo e parecia que eu ia passar mal... Enquanto isso o que estava no meu cuzinho, estava indo lentamente, mas apenas dando estocadas fortes, e eu via as estrelas por alguns segundos. Eu comecei a punhetar o homem que me fodia a boca e ele foi ao delírio, não demorou muito e encheu minha cara de porra, passando o pau pelo meu rosto ainda por um longo tempo depois. Enquanto isso, o cara que me comia começou a acelerar e me dar tapas na bunda, mandando eu foder com mais gosto, que nem uma puta de verdade, concentrei o tudo que pude pra ajudar ele a me foder... foi um prazer único, logo que ele gozou, tirou a rola de dentro de mim e mandou eu me banhar com a camisinha, sem dúvida peguei e espalhei no meu corpo.
Foi então que eles tiraram outra surpresa, uma coleirinha, falaram que agora eu seria a cachorrinha deles.
Mandaram eu limpar o gozo com a língua e ir tomar um banho, mas sem tirar a coleirinha de cachorro. Logo dps do banho, fui pro quarto e peguei outra roupa de meninha, agora uma mais simples, era apenas uma calcinha preta e uma camisola de dormir.
Os dois machos então vieram me buscar a mandaram eu ir de quatro, que nem uma cadelinha pro quarto, onde ia dormir com eles, claro que antes do sono, fiz um boquetinho pros dois e depois de gozarem na minha cara eu limpei, e o dia já estava amanhecendo, então eu dormi.

Acordei sábado, umas da tarde, e não vi sinal deles, saindo do quarto eu cheguei na sala e recebi uma notícia:
'Uns amigos meus vem hoje, você vai ser nossa empregadinha', me levaram até o quarto e me deram uma fantasia de empregada, completinha... me vesti e fiquei a espera. Logo mais chegaram mais caras e vieram me buscar na salinha onde eu tinha ficado, fui então puxado pela coleira até a sala e apresentada como 'Favor da Festa'.
Não demorou muito e um dos amigos deles me chamou, tirando o pau pra fora e falando 'Vamos ver se você chupa bem', logo comecei um boquete, e não demorou muito pra ele gozar no meu rosto inteiro...
O outro já estava com o pau na mão e me chamou, por um momento exitei e um dos meus machos me empurrou falando 'Mulherzinha de todo mundo não pensa, dá'. E eu caí de boca, logo senti minha calcinha sendo abaixada, e de novo o lubrificante e uma rola, muito rapidamente, eu dei um grito, e tomei um tapa na bunda por isso, continuei chupando e sendo fodido. Logo que gozou na minha boca o cara saiu, meu mestre então me vendou e eu fui fodido por mais rolas, quando tocou a campainha e outro macho, só que ele trazia um passivo, feminizado também.
Mandaram então eu e ele nos beijarmos e transarmos, enquanto todos batiam punheta em volta, começamos com beijos, logo fizemos um e eu comi a bundinha dele muito gostoso.
Quando de repente começamos a sentir várias esporradas, estavam todos gozando na gente, e quando terminaram, tivemos que nos lamber pra limpar. Eu já estava exausto, percebendo isaso... os que ainda aguentaram foram comer o outro passivo e me deixaram jogado. Dormi do jeito que estava.
Acordei domingo de manhã, com tudo vazio de novo. Já de costume, levantei, tomei um banho e me vesti, dessa vez coloquei uma calcinha que marcava mto bem, junto com um shortinho de academia e um meio top... e fui procurar os dois.
Eles estavam tomando café da manhã e já pediram pra eu fazer um boquete pra eles enqto comiam, já comecei o dia com duas rolas na boca e duas gozadas fartas no rosto. Logo que me levantei me mandaram pro quarto, chegando lá deitaram e colocaram a rola pra cima, pediram pra eu cavalgar, abaixei o shortinho e a calcinha até a canela, e dessa vez, lubrifiquei com um cuspe, sentei em cima e com um pouco de força fui penetrado, cavalguei e rebolei com muito prazer até eles encherem meu cu de porra, e eu sentir escorrer. Terminando com um, parti pro outro e repeti a dose. Mandaram eu colocar a roupa mesmo com a porra escorrendo e sair do quarto, foi o q fiz, saí e fiquei a espera.
Me mandaram então pro box do banheiro e fiquei pelado, pra terminar falaram que eu precisava de um banho, e os dois mijaram em mim e pediram pra eu ficar de joelho até eles pedirem pra eu levantar. Uns minutos dps falaram pra eu me lavar e me vestir, porque eu iria embora.
Foi o que fiz, me vesti com roupas de homem de novo e me deixaram no metrô. Fui embora com muitas dores, na bunda principalmente, mas com tesão ainda de sobra.
No futuro, se vocês quiserem, posso escrever as outras experiências que tive.
No momento estou sem nenhum macho.
Topo solteiros, duplas, de preferência dominadores e que tenham roupas para me feminizar, para sexo real.
Meu é meninoputa bol ponto com ponto br


Marianinha
Sat Jan 24 20:39:22 2004



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Uma cadelinha folgosa


Eu vi minha subrinha nascer, e acompanhei o crescimento dela até os seta anos de idade.
Meu irmão mudou-se com sua esposa para o paraná, e aproveitei arranjar uma nova compania, acabei ganhando do vizinho um pastor alemão, um filhote, mas que não era masi bebe.
Na quela época quando minha subrinha morava comigo e com minha tia, eu estava desempregado algum tempo.
Quando eu consegui um emprego, tive que deichar aguá e comida para o meu cachorro logo cedo, para eu sair para trabalhar.
Passou oito anos, e meu irmão ligou falando que voltaria para são paulo, para passar as férias comigo e com a nossa tia, viria ele a minha cunhada e minha subrinha, que pelo visto deve estar uma moçona.
Acordei cedo no sabado, comprei pão como de costume, e ao chegar em casa vejo aquela mulher estranha na casa de minha tia.
Mas quando dou te frente com ela, percebi que seus olhos e seu sorriso, era o mesmo aos oitos anos atrás, estáva uma moça com belos seios porem piquenos, mas pontudos, e redondos, com uma cinturinha e uma malha colante grudando seu rabo e sua xana.
Não aguentei vela, pedi licença para o meu irmão e minha cunhada, e corri no banheiro, antes que alguem percebe-se que estava de pau duro.
Tive que bater uma punheta imediatamente, para poder amolecer meu pau.
Só seu que me diverti muito neste dia, meu irmão contando suas piadas,e minha subrinha de em vez em quando olhava para o meu cachorro, eu tinha prestado atenção quando ela olhava o pastor, meu amigo barão.
Depois de contar as novidades, jantamos, e ao terminar meu irmão e minha cunhada e minha tia, foram cochilar um pouco para fazer a digestão, e eu e minha subrinha ficamos acistindo televisão.
Derrepente minha subrinha perguntou se aquele cachorro era meu, eu respondi que sim, e ela disse se teria algum problema se for mecher no meu cahorro, é por que ela gosta muito de animais, e se dá muito bem com eles.
Eu falei que não teria problema, ele era manso.
Dia seguinte tive que acorda cedo para trabalhar, e minha tia só trabalharia de tarde, quando eu chegar.
Com isso ficaria apenas ela e minha subrinha em casa, eu e meu irmão e minha cunhada, aproveitariam o caminho comigo, para ir ao shoping os dois, para namorar tranquilo.
Ao chegar tarde em casa, tomo meu banho, janto, e como sempre vejo o meu cachorro se está tudo bem.
Me cachorro estava dentro da casinha, cansado que não era normal, derrepente pensei em uma coisa, mas deveria ter a serteza para não penssar em besteira.
Conversei com aminha Tia, e disse para ela se por um acaso ela tinha saido por algun lugar.
Ela meio desconfiada perguntou porque, para dar uma desculpa eu falei por nada, só para saber se alguem tinha telefonado para mim, ela disse que tinha saido para o banco para pagar algumas contas que estavam quase atrasadas, e que minha subrinha tinha ficado em casa brincando com o cachorro.
Foi ai que tive a serteza, ela aprontou com meu cão, mas a próxima eu ia pegar ela no pulo.
Tres dias se passou e minha subrinha como sempre de olho no meu cachorro, talves ela sabe disfarçar com os pais e minha tia, mas a mim ela não me enganava.
Meu irmão que gostava muito de sair sósinho com sua esposa, e minha tia uma vez ou outra ela sai para algum lugar, ela sempre me avisa para eu não me preocupar, que minha subrinha estaria em casa para atender algum recado para mim.
Foi ai que eu faltei no emprego, e voltei mais cedo para casa, passei a chave na porta sem fazer barulho, tirei o tenis, e peguei a porta do quarto da minha tia quase fechado, abrir uma frestinha e vi, meu cachorro comendo ela, abri a porta de uma vez e falei:
-Muito bonito,você pode enganar minha tia e seus pais, mas a mim você não me engana, como castigo vou contar tudo dessa cachorrada que fez no quarto da tia.
Ela começou a chorar e implorar para não contar nada para tia, ela chegou a ficar de joelhos na minha frente, com o desespero nem se tocou que estava nua, mas ela me agarrava minhas pernas para eu não sair do lugar.
Como ela já era safada, eu aproveitei o tempo que estava sósinho com ela pra fazer uma sacanagem, que poderia dar certo.
-Só tem uma coisa que possa eu fazer calar a boca.
Ela disse: -Qualquer coisa, para tia não saber eu faço, seja qual for o sacrificio.
-Aproveita que está de joelhos, chupa meu pau.
Não tendo saida, ela pegou no meu pau, meio sem geito, e torcendo o nariz como estive-se com nojo, eu forcei a cabeça dela, e mandei parar com essa frescura, e disse se teve coragem de chupar o pau do meu cachorro, vai ter que chupar o meu.
Aprovetei joguei ela encima da cama, puxei o meu cachorro tambem para grudar atraz dela.
Tirei o resto de minha roupa, me posicionei de joelhos de frente para minha subrinha, e enfiei novamente em sua boca minha rola quente, queimando de tesão.
Meu cachorro jorrava litros de porra na buceta, em quanto eu saboreava a lingua dela, segurando sua cabeça com movimentos de chegar até encostar minhas bolas em seus lábios, e sentindo o fundo de sua garganta cada vez menor.
Eu não aguentando tanta gostosura, acabei gozando dentro de sua boca.
Ela quase vomitou, dei um tempo para ela respirar, virei ela ao contrario, puxei meu cachorro pelas patas, e o danado agarrou a cabeça dela e começou lambuzar a cara dela todinha de porra.
As vezes dava para notar, que ela tambem facilitava para ele,de envens em quando ela abria boca, mas as vezes meu cão não conseguia enfiar mais.
Eu então, só de ver meu pau ficava mais duro, e cada vez ela gemia de tesão, e cada vez eu agarrava mais e mais, e ficava mais grudado ainda quase deitado nas costas dela, jogando o peso do meu cormo em cima.
Estava para gozar novamente, mas eu preferia gozar dentro, então resolvi enfiar no cusinho, mas ela não deichava, tinha medo de machucar.
Como ela não tinha como escapar de mim, por causa do meu peso, consegui escorregar meu pau mais para cima, até que senti o boraquinho dela piscando.
Isso me deu mais tesão, cuspi na minha mão, pasei na ponta da cabeça, e empurrei pra dentro.
Foi tanta pressão encima dela, que as vezes fazia barulho dos bate coxa com as minhas bolas.
Até que finalmente, gozei novamente dentro dela.
Por incrivel que pareça, ela gostou, e guardo esse segredo até hoge, sabe por que, por que ela não quer mais largar de mim.

Marciliano
Sat Jan 24 20:26:01 2004



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SER CORNO


OLA SOMOS CASADOS A SEIS ANOS TEMOS VIDA SEXUAL DELICIOSA SEMPRE ESTAMOS DIVERSIFICANDO TENTANTO NOVOS PRAZERES, ´MINHA MULHER É MUITO BONITA TEM UM METRO E SETENTA E CINCO MAGRA OLHOS VERDES E MUITO GOSTOSA DONA DE UMA BUCETA SUCULENTA COM GRANDES LABIOS E UM RABO MUITO GOSTOSO, NO QUAL ADORA SENTIR UM CACETE TODO ATOLADO , SOMOS UM CASAL BASTANTE LIBERAL EU SOU UM VERDADEIRO VOYER, ADORO VER MINHA MULHER COM ROUPAS BEM PROVOCANTES, QNDO VAMOS AOS BARZINHOS ELA SEMPRE COLOCA UMA SAIA BEM CURTA E SEM CALCINHA , ESQUECI DE RELATAR QUE SUA BUCETA É TODA DEPILADA
SEMPRE NOS SENTAMOS-SE À MESA QUE ÉLA ESCOLHE E SEMPRE É DE FRENTE PRA ALGUM HOMEM QUE LHE ATRAIA, ÉLA OS DEIXA DOIDINHOS DE VEZ EM QUANDO CRUZANDO E DESCRUZANDO AS PERNAS DEIXANDO A MOSTRA SUA DELICIOSA BUCETA,
EU ADORO QNDO ESTAMOS TRANSADO E ÉLA ME CHAMA DE CORNO QUE SEMPRE ME CORNEIA, EMANULE QUE É MINHA MULHER ESTA FAZENDO AULAS DE IMFORMATICA E TODOS OS DIAS ÉLA SAI A NOITE PRA FAZER AS AULAS, EU FICO EM CASA ESPERANDO ÉLA CHEGAR, E QUASE TODOS OS DIAS ELA FAZ A MESMA BRINCADEIRINHA QNDO ESTA QUASE CHEGANDO ELA ESFREGA BEM A BUCETA DEIXANDO VERMELHA E MOLHADA ENTÃO ÉLA CHEGA E ERGUE A SAIA E DIZ QUE ESTAVA TRANSANDO . EU VOU A LOUCURA TIRO MEU PAU EMEDIATAMENTE E COMEÇOA A COMER ENQUANTO ELA FALA NO MEU OUVIDO SE EU ESTOU GOSTANDO DE COMER SUA BUCETA QUE ACABARA DE SER FODIDA POR OUTRO MACHO, EU ENTRO EM EXTASE GOZO EMEDIATAMENTE DEIXANDO SUA BUCETA TODA CHEIA DE PORRA QUE EU MESMO A LIMPO COM A LINGUA LOGO EM SEGUIDA, ISTO TEM ACONTECIDO COM FREQUENCIA, MAS A TRES DIAS ATRAS FOI DIFERENTE A EMANUALE CHEGOU TODA SORRIDENTE E LOGO FOI ME DIZENDO QUE NÃO TINHA IDO PRA AULA NAQUELE DIA, EU ACHEI QUE FOSSE MAIS UMAS DE SUAS BRINCADEIRAS MAS ENTREI NO JOGO ENTÃO ÉLA FOI DIZENDO QUE NO CAMINHO ENCONTRARA COM SEU EX NAMORADO E ELE A TINHA FEITO UM CONVITE PRA DAR UMA VOLTA ,
ELA ACEITOU FORAM PRA UM LUGAR DESERTO E ELE FOI LOGO ENFIANDO A MÃO ENTRE SUAS PERNAS DIZENDO QUE ESTAVA COM SAUDADES DA SUA BUCETINHA A EMANUELE NÃO PERDEU TEMPO FOI LOGO TIRANDO A CALCINHA ERGUEU A SAIA E ENFIOU O CACETE DO SEU EX COM TUDO NA BUCETA, METERAM POR MAIS DE DUAS HORAS, SEGUNDO ÉLA. EU FALEI PRA ELA PUXA AMOR HOJE VC ESTA CRIATIVA MESMA HEIM!!!!!
FOI ENTÃO QUE ÉLA ME FALOU, MAS FOI TUDO VERDADE E TENHO COMO PROVAR
A É? COMO?
ENTÃO ELA ERGUEU A SAIA E JÁ ESTAVA SEM CALCINHA E PARA MEU DELIRIO SUA BUCETA ESTAVA TODA MOLHADA E ESCORRENDO PORRA ELA FEZ UMA FORCINHA E EU VI VERTER PORRA DE DENTRO DE SUA BUCETA EU FUI AO DELIRIO E CAI DE BOCA EM SUA BUCETA E A LAMBI TODINHA ELA LOGO FICOU EXCITADA EM VER TODO AQUELE MEU TESÃO E FICOU DE QUATRO PRA MIM ENFIAR MEU PAU A CADA ESTOCADA SAIA PORRA DE SUA DELICIOSA BUCETA QUE ESTAVA ARREBENTADA DE TANTO SER ESTOCADA NAQUELA NOITE. EU GOZEI VARIAS VEZES E ATÉ AGORA SÓ DE LEMBRAR DAQUELA SENA QUASE GOZO
E ESPERO QUE NÃO PARE POR AQUI
UM ABRAÇO A TODOS E SE DIVIRTAM

ROBSON
Sat Jan 24 13:31:13 2004



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Baininha Safada


Oi,
Sou ANA tenho vinte e quatro anos, moro no sul da e sou casada, meu marido eh muito safado e descobri q ele estava me traindo, e o pior sem motivo p q eu adoro dar a buceta, dou a bunda bebo esperma, faço tudo. Sou uma vagabunda na cama.
Mais tudo bem vamos pra frete q eu sou besta. Sexta feira ele me disse q ia viajar e q só voltava Domingo, pensei eh hoje que sua cabeça vai virar um caqueiro. Transamos ele tomou banho e saiu falei p ele q iria dormir.
Liguei p/ uma amiga ALINE e ela me chamou p/ irmos a uma festa me arrumei toda e saí.
Chegamos começamos a tomar caipiroska, apareceu um carinha q ALINE costumava ficar estava ele e um amigo o cara era tudo de bom ALINE saiu c/ o namorado e me deixou conversando c/ o gostoso começamos a nos beijar, a festa acabou e ele foi me levar em casa. Ficamos conversando na escada da minha casa ele me agarrou e começou a me beijar passando a mão na minha bunda e esfregando a pica na minha buceta. Ele abriu a calça e eu peguei na pica dele era a primeira vez q pegava numa pica q ñ era a do meu marido e também era maior e mais grossa. Comecei a chupar a rola daquele cara ali mesmo eu estava de vestido ele queria tirar a minha calcinha.
Eu disse:
- Não posso fazer isso até só transei c/ o meu marido e alem do mais sua pica eh muito grande.
- Seu marido eh muito eh corno
Daí me virou de costas colocou uma camisinha e começou a meter a pica na minha buceta, entrava muito gostoso bem apertada.
Meteu a pica toda na minha buceta que pica gostosa pedi p/ ele sentar na escada e meti a buceta no pau dele, subia e descia bem gostoso gozei muito mais muito mesmo em seguida ele gozou tirou o pau da minha buceta. Nos beijamos muito perguntei se ele queria tomar um banho ele disse q sim subimos levei ele ate o banheiro e depois entrei. Ele me puxou p/ debaixo do chuveiro e me comeu em pé gozou na minha barriga fomos p/ o quarto e ele ainda queria mais eu já estava satisfeita na verdade estava acostuma a dar só uma p q meu marido só da uma.
Deitei na cama ele veio me beijando em seguida subiu em cima de mim e tome pica na minha buceta já estava ardendo mais também muito gostoso nunca tinha fudido tanto.
Ele disse:
- quero comer sua bunda
- Não meu cú só dou p/ o meu marido e sua pica e muito grande vai me arrombar.

Continuou me comendo gozou tomou outro banho e foi embora.

Quando meu marido chegou queria me comer e eu sem querer achando que minha buceta tinha ficado maior, depois relaxei fizemos um meia nove e eu p/ cima c/ a buceta na cara dele ele abriu p/ meter a lingua e viu minha buceta aberta desconfiou mais não falou nada depois começou a me comer gozou dentro de minha buceta. Foi tomar um banho e voltou de pau duro com uma camisinha usada na mão me perguntando o que significava aquilo. Disse q eu poderia confiar nele, tudo bem comecei a contar a historia a ele ñ deu nem tempo de terminar ele começou a me comer de novo dizendo p/ eu falar tudo enquanto ele me comia queria saber tudo até o tamanho da pica do cara gozou de novo e disse q queria ver eu recendo uma rolona na buceta e ainda brigou comigo p q eu não dei cú.
Beijos
ANA
E MAIL HHM arouba BOL.COM.BR

Ana
Fri Jan 23 08:30:28 2004
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1922
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:51 pm
Assunto: contos 10


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repassando...


como dei pela primeira vez


Quando tinha anos de fui a casa de um relojoeiro para consertar o relogio do meu pai, ai ele me botou em seu colo e começou a acariciar meus mamilos, passar as mãos em minhas coxas dizendo coisas gostosas e perguntou se eu topava deitar com ele e disse que sim então ele foi fechar a porta e a janela da cas para parecer que não estava em casa.
Chegando no quarto pediu que eu tirasse a roupa e assim fiz e ele tambem, tinha um penis que para mim era enorme então deitou-se comigo e esfregava seu penis em mim pedindo que eu o chupasse e assim fiz chupei um pouco e ja endureçeu e então pediu para eu virar de bruços e assim fiz então ele veio e começou a chupar meu cu minhas bolas minhas coxas e subiu para as costas e abrindo minha bunda botou seu penis na portinha do meu cu passou vazelina no meu cu e enfiou dois dedos doeu um pouco e então começou a tentativa de me comer.Enconstou a cabeça da piça no meu cu doeu e eu pedi para parar ele parou e me beijava nas orelhas pescoço pediu beijinho e ai meteu a cabeça e mais um pouco doeu tanto que chorei ele parou para me acostumar e começou a meter no vai e vem gostoso e a cada ida empurrava um pouco mais até entrar toda piça, quando me senti atolado adorei meteu meteu e gozou dentro de mim descansamos.Ai Novamente dei pra ele só que agora sentei virei um frango e ele metia aquela baita piça dentro de mim que eu sentia no estomago começou a me comer rapido rapido rapido e quando ia gozer tirou do meu cu e tirou a camizinha e eu chupei e tomei toda a porra daquele homem e assim foi por ano a fora sempre nas semanas eu ia ao relojoeiro me deliciar com aquele penis maravilhoso e dai pra frente dava até para meus colegas de aula

ricardo
Thu Jan 29 09:41:21 2004



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Como me fizeram de putinha, o começo


Esse relato que eu vou fazer agora é real, e pra todos que lerem e gostarem, quem quiser entrar em contato pra fazer algo do tipo, meu é meninoputa bol ponto com ponto br.

Isso fazem alguns meses já, eu estava de bobeira em casa em uma sexta a tarde e com muito tesão, tomei banho e como sempre enfiei uns dedinhos na minha bundinha (que é redondinha e branquinha, uma delícia)... resolvi então entrar em um bate-papo e ver se conhecia alguém com uma proposta interessante, encontrei homens ativos com local, e moravam relativamente perto da minha casa, após uma breve conversa liguei pra eles e marcamos de nos encontrar umas horas depois em uma estação de metrô.
Com um pouco de medo, mas duro o tempo inteiro fui até o lugar, quando cheguei vi o carro deles e entrei, eles me comprimentaram e seguimos meio em silêncio até a casa deles. Logo que entrei fui servido com algumas cervejas e fui tomando pra relaxar... Foi quando eles me pegaram e levaram para um quarto, chegando lá eles me deram algumas sacolinhas, e nelas todas tinham várias roupas de menina... que eles haviam comprado especialmente pra mim.
Falaram que agora que eu já estava lá, que eu iria ser a menininha deles, e submissa, teria que obedecer tudo... mandaram eu escolher a roupa que eu quisesse e ir pra sala depois.
Meio receoso, escolhi uma calcinha de rendinha que ficava bem enfiadinha, uma meia /, uma mini-saia bem curtinha, coloquei um sutiã com pouquinho enchimento e uma blusinha e segui até a sala.
Chegando lá me deparei com um consolo bem grande, e me falaram 'Agora você é uma putinha, tem que foder como uma', logo fiquei de pra eles, como pedido e começaram a brincar com meu cu com o consolo, enfiando um pouquinho e tirando.
Já muito excitado, um deles pegou e colocou o pau pra fora e me mandou chupar, eu sem dúvida comecei a chupar e saborear aquela rola gostosa... lambia como um pirulito, o outro logo abandonou o consolo e começou a passar os dedos, senti um friozinho do lubrificante, ele levantando a sainha e uma cabeça grande e grossa me arrombando, doía muito, mas muito mesmo, eu não conseguia nem chupar direito... e ele começou a me foder sem dó falando, 'vai putinha, geme mesmo que está só começando', mandou eu rebolar, e eu rebolava... gemia muito, depois de um tempo, o homem que eu chupava se masturbou e gozou na minha cara, enfiou a pica pra dentro da boca e mandou eu limpar...
eu limpei direitinho, o outro logo gozou lá dentro, tirou a camisinha e mandou eu limpar a camisinha dentro da minha boca. Com um pouco de nojo eu fiz isso, e os dois pareciam ainda estar muito excitados.
Resolveram então trocar de posição, me colocaram de franguinho assado e o homem que eu estava chupando veio me comer, e o outro veio direto sedento na minha boca, algum tempo depois já estava começando.
Meu cuzinho um pouco acostumado ainda sentia dores, mas meu tesão estava a mil, nunca tinha me sentido daquele jeito. O que estava na minha boca fodia incessantemente ela e mandava eu molhar os lábios como se fossem uma bocetinha, ele enfiava lá no fundo e parecia que eu ia passar mal... Enquanto isso o que estava no meu cuzinho, estava indo lentamente, mas apenas dando estocadas fortes, e eu via as estrelas por alguns segundos. Eu comecei a punhetar o homem que me fodia a boca e ele foi ao delírio, não demorou muito e encheu minha cara de porra, passando o pau pelo meu rosto ainda por um longo tempo depois. Enquanto isso, o cara que me comia começou a acelerar e me dar tapas na bunda, mandando eu foder com mais gosto, que nem uma puta de verdade, concentrei o tudo que pude pra ajudar ele a me foder... foi um prazer único, logo que ele gozou, tirou a rola de dentro de mim e mandou eu me banhar com a camisinha, sem dúvida peguei e espalhei no meu corpo.
Foi então que eles tiraram outra surpresa, uma coleirinha, falaram que agora eu seria a cachorrinha deles.
Mandaram eu limpar o gozo com a língua e ir tomar um banho, mas sem tirar a coleirinha de cachorro. Logo dps do banho, fui pro quarto e peguei outra roupa de meninha, agora uma mais simples, era apenas uma calcinha preta e uma camisola de dormir.
Os dois machos então vieram me buscar a mandaram eu ir de quatro, que nem uma cadelinha pro quarto, onde ia dormir com eles, claro que antes do sono, fiz um boquetinho pros dois e depois de gozarem na minha cara eu limpei, e o dia já estava amanhecendo, então eu dormi.

Acordei sábado, umas da tarde, e não vi sinal deles, saindo do quarto eu cheguei na sala e recebi uma notícia:
'Uns amigos meus vem hoje, você vai ser nossa empregadinha', me levaram até o quarto e me deram uma fantasia de empregada, completinha... me vesti e fiquei a espera. Logo mais chegaram mais caras e vieram me buscar na salinha onde eu tinha ficado, fui então puxado pela coleira até a sala e apresentada como 'Favor da Festa'.
Não demorou muito e um dos amigos deles me chamou, tirando o pau pra fora e falando 'Vamos ver se você chupa bem', logo comecei um boquete, e não demorou muito pra ele gozar no meu rosto inteiro...
O outro já estava com o pau na mão e me chamou, por um momento exitei e um dos meus machos me empurrou falando 'Mulherzinha de todo mundo não pensa, dá'. E eu caí de boca, logo senti minha calcinha sendo abaixada, e de novo o lubrificante e uma rola, muito rapidamente, eu dei um grito, e tomei um tapa na bunda por isso, continuei chupando e sendo fodido. Logo que gozou na minha boca o cara saiu, meu mestre então me vendou e eu fui fodido por mais rolas, quando tocou a campainha e outro macho, só que ele trazia um passivo, feminizado também.
Mandaram então eu e ele nos beijarmos e transarmos, enquanto todos batiam punheta em volta, começamos com beijos, logo fizemos um e eu comi a bundinha dele muito gostoso.
Quando de repente começamos a sentir várias esporradas, estavam todos gozando na gente, e quando terminaram, tivemos que nos lamber pra limpar. Eu já estava exausto, percebendo isaso... os que ainda aguentaram foram comer o outro passivo e me deixaram jogado. Dormi do jeito que estava.
Acordei domingo de manhã, com tudo vazio de novo. Já de costume, levantei, tomei um banho e me vesti, dessa vez coloquei uma calcinha que marcava mto bem, junto com um shortinho de academia e um meio top... e fui procurar os dois.
Eles estavam tomando café da manhã e já pediram pra eu fazer um boquete pra eles enqto comiam, já comecei o dia com duas rolas na boca e duas gozadas fartas no rosto. Logo que me levantei me mandaram pro quarto, chegando lá deitaram e colocaram a rola pra cima, pediram pra eu cavalgar, abaixei o shortinho e a calcinha até a canela, e dessa vez, lubrifiquei com um cuspe, sentei em cima e com um pouco de força fui penetrado, cavalguei e rebolei com muito prazer até eles encherem meu cu de porra, e eu sentir escorrer. Terminando com um, parti pro outro e repeti a dose. Mandaram eu colocar a roupa mesmo com a porra escorrendo e sair do quarto, foi o q fiz, saí e fiquei a espera.
Me mandaram então pro box do banheiro e fiquei pelado, pra terminar falaram que eu precisava de um banho, e os dois mijaram em mim e pediram pra eu ficar de joelho até eles pedirem pra eu levantar. Uns minutos dps falaram pra eu me lavar e me vestir, porque eu iria embora.
Foi o que fiz, me vesti com roupas de homem de novo e me deixaram no metrô. Fui embora com muitas dores, na bunda principalmente, mas com tesão ainda de sobra.
No futuro, se vocês quiserem, posso escrever as outras experiências que tive.
No momento estou sem nenhum macho.
Topo solteiros, duplas, de preferência dominadores e que tenham roupas para me feminizar, para sexo real.
Meu é meninoputa bol ponto com ponto br


Marianinha
Sat Jan 24 20:39:22 2004



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Uma cadelinha folgosa


Eu vi minha subrinha nascer, e acompanhei o crescimento dela até os seta anos de idade.
Meu irmão mudou-se com sua esposa para o paraná, e aproveitei arranjar uma nova compania, acabei ganhando do vizinho um pastor alemão, um filhote, mas que não era masi bebe.
Na quela época quando minha subrinha morava comigo e com minha tia, eu estava desempregado algum tempo.
Quando eu consegui um emprego, tive que deichar aguá e comida para o meu cachorro logo cedo, para eu sair para trabalhar.
Passou oito anos, e meu irmão ligou falando que voltaria para são paulo, para passar as férias comigo e com a nossa tia, viria ele a minha cunhada e minha subrinha, que pelo visto deve estar uma moçona.
Acordei cedo no sabado, comprei pão como de costume, e ao chegar em casa vejo aquela mulher estranha na casa de minha tia.
Mas quando dou te frente com ela, percebi que seus olhos e seu sorriso, era o mesmo aos oitos anos atrás, estáva uma moça com belos seios porem piquenos, mas pontudos, e redondos, com uma cinturinha e uma malha colante grudando seu rabo e sua xana.
Não aguentei vela, pedi licença para o meu irmão e minha cunhada, e corri no banheiro, antes que alguem percebe-se que estava de pau duro.
Tive que bater uma punheta imediatamente, para poder amolecer meu pau.
Só seu que me diverti muito neste dia, meu irmão contando suas piadas,e minha subrinha de em vez em quando olhava para o meu cachorro, eu tinha prestado atenção quando ela olhava o pastor, meu amigo barão.
Depois de contar as novidades, jantamos, e ao terminar meu irmão e minha cunhada e minha tia, foram cochilar um pouco para fazer a digestão, e eu e minha subrinha ficamos acistindo televisão.
Derrepente minha subrinha perguntou se aquele cachorro era meu, eu respondi que sim, e ela disse se teria algum problema se for mecher no meu cahorro, é por que ela gosta muito de animais, e se dá muito bem com eles.
Eu falei que não teria problema, ele era manso.
Dia seguinte tive que acorda cedo para trabalhar, e minha tia só trabalharia de tarde, quando eu chegar.
Com isso ficaria apenas ela e minha subrinha em casa, eu e meu irmão e minha cunhada, aproveitariam o caminho comigo, para ir ao shoping os dois, para namorar tranquilo.
Ao chegar tarde em casa, tomo meu banho, janto, e como sempre vejo o meu cachorro se está tudo bem.
Me cachorro estava dentro da casinha, cansado que não era normal, derrepente pensei em uma coisa, mas deveria ter a serteza para não penssar em besteira.
Conversei com aminha Tia, e disse para ela se por um acaso ela tinha saido por algun lugar.
Ela meio desconfiada perguntou porque, para dar uma desculpa eu falei por nada, só para saber se alguem tinha telefonado para mim, ela disse que tinha saido para o banco para pagar algumas contas que estavam quase atrasadas, e que minha subrinha tinha ficado em casa brincando com o cachorro.
Foi ai que tive a serteza, ela aprontou com meu cão, mas a próxima eu ia pegar ela no pulo.
Tres dias se passou e minha subrinha como sempre de olho no meu cachorro, talves ela sabe disfarçar com os pais e minha tia, mas a mim ela não me enganava.
Meu irmão que gostava muito de sair sósinho com sua esposa, e minha tia uma vez ou outra ela sai para algum lugar, ela sempre me avisa para eu não me preocupar, que minha subrinha estaria em casa para atender algum recado para mim.
Foi ai que eu faltei no emprego, e voltei mais cedo para casa, passei a chave na porta sem fazer barulho, tirei o tenis, e peguei a porta do quarto da minha tia quase fechado, abrir uma frestinha e vi, meu cachorro comendo ela, abri a porta de uma vez e falei:
-Muito bonito,você pode enganar minha tia e seus pais, mas a mim você não me engana, como castigo vou contar tudo dessa cachorrada que fez no quarto da tia.
Ela começou a chorar e implorar para não contar nada para tia, ela chegou a ficar de joelhos na minha frente, com o desespero nem se tocou que estava nua, mas ela me agarrava minhas pernas para eu não sair do lugar.
Como ela já era safada, eu aproveitei o tempo que estava sósinho com ela pra fazer uma sacanagem, que poderia dar certo.
-Só tem uma coisa que possa eu fazer calar a boca.
Ela disse: -Qualquer coisa, para tia não saber eu faço, seja qual for o sacrificio.
-Aproveita que está de joelhos, chupa meu pau.
Não tendo saida, ela pegou no meu pau, meio sem geito, e torcendo o nariz como estive-se com nojo, eu forcei a cabeça dela, e mandei parar com essa frescura, e disse se teve coragem de chupar o pau do meu cachorro, vai ter que chupar o meu.
Aprovetei joguei ela encima da cama, puxei o meu cachorro tambem para grudar atraz dela.
Tirei o resto de minha roupa, me posicionei de joelhos de frente para minha subrinha, e enfiei novamente em sua boca minha rola quente, queimando de tesão.
Meu cachorro jorrava litros de porra na buceta, em quanto eu saboreava a lingua dela, segurando sua cabeça com movimentos de chegar até encostar minhas bolas em seus lábios, e sentindo o fundo de sua garganta cada vez menor.
Eu não aguentando tanta gostosura, acabei gozando dentro de sua boca.
Ela quase vomitou, dei um tempo para ela respirar, virei ela ao contrario, puxei meu cachorro pelas patas, e o danado agarrou a cabeça dela e começou lambuzar a cara dela todinha de porra.
As vezes dava para notar, que ela tambem facilitava para ele,de envens em quando ela abria boca, mas as vezes meu cão não conseguia enfiar mais.
Eu então, só de ver meu pau ficava mais duro, e cada vez ela gemia de tesão, e cada vez eu agarrava mais e mais, e ficava mais grudado ainda quase deitado nas costas dela, jogando o peso do meu cormo em cima.
Estava para gozar novamente, mas eu preferia gozar dentro, então resolvi enfiar no cusinho, mas ela não deichava, tinha medo de machucar.
Como ela não tinha como escapar de mim, por causa do meu peso, consegui escorregar meu pau mais para cima, até que senti o boraquinho dela piscando.
Isso me deu mais tesão, cuspi na minha mão, pasei na ponta da cabeça, e empurrei pra dentro.
Foi tanta pressão encima dela, que as vezes fazia barulho dos bate coxa com as minhas bolas.
Até que finalmente, gozei novamente dentro dela.
Por incrivel que pareça, ela gostou, e guardo esse segredo até hoge, sabe por que, por que ela não quer mais largar de mim.

Marciliano
Sat Jan 24 20:26:01 2004



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SER CORNO


OLA SOMOS CASADOS A SEIS ANOS TEMOS VIDA SEXUAL DELICIOSA SEMPRE ESTAMOS DIVERSIFICANDO TENTANTO NOVOS PRAZERES, ´MINHA MULHER É MUITO BONITA TEM UM METRO E SETENTA E CINCO MAGRA OLHOS VERDES E MUITO GOSTOSA DONA DE UMA BUCETA SUCULENTA COM GRANDES LABIOS E UM RABO MUITO GOSTOSO, NO QUAL ADORA SENTIR UM CACETE TODO ATOLADO , SOMOS UM CASAL BASTANTE LIBERAL EU SOU UM VERDADEIRO VOYER, ADORO VER MINHA MULHER COM ROUPAS BEM PROVOCANTES, QNDO VAMOS AOS BARZINHOS ELA SEMPRE COLOCA UMA SAIA BEM CURTA E SEM CALCINHA , ESQUECI DE RELATAR QUE SUA BUCETA É TODA DEPILADA
SEMPRE NOS SENTAMOS-SE À MESA QUE ÉLA ESCOLHE E SEMPRE É DE FRENTE PRA ALGUM HOMEM QUE LHE ATRAIA, ÉLA OS DEIXA DOIDINHOS DE VEZ EM QUANDO CRUZANDO E DESCRUZANDO AS PERNAS DEIXANDO A MOSTRA SUA DELICIOSA BUCETA,
EU ADORO QNDO ESTAMOS TRANSADO E ÉLA ME CHAMA DE CORNO QUE SEMPRE ME CORNEIA, EMANULE QUE É MINHA MULHER ESTA FAZENDO AULAS DE IMFORMATICA E TODOS OS DIAS ÉLA SAI A NOITE PRA FAZER AS AULAS, EU FICO EM CASA ESPERANDO ÉLA CHEGAR, E QUASE TODOS OS DIAS ELA FAZ A MESMA BRINCADEIRINHA QNDO ESTA QUASE CHEGANDO ELA ESFREGA BEM A BUCETA DEIXANDO VERMELHA E MOLHADA ENTÃO ÉLA CHEGA E ERGUE A SAIA E DIZ QUE ESTAVA TRANSANDO . EU VOU A LOUCURA TIRO MEU PAU EMEDIATAMENTE E COMEÇOA A COMER ENQUANTO ELA FALA NO MEU OUVIDO SE EU ESTOU GOSTANDO DE COMER SUA BUCETA QUE ACABARA DE SER FODIDA POR OUTRO MACHO, EU ENTRO EM EXTASE GOZO EMEDIATAMENTE DEIXANDO SUA BUCETA TODA CHEIA DE PORRA QUE EU MESMO A LIMPO COM A LINGUA LOGO EM SEGUIDA, ISTO TEM ACONTECIDO COM FREQUENCIA, MAS A TRES DIAS ATRAS FOI DIFERENTE A EMANUALE CHEGOU TODA SORRIDENTE E LOGO FOI ME DIZENDO QUE NÃO TINHA IDO PRA AULA NAQUELE DIA, EU ACHEI QUE FOSSE MAIS UMAS DE SUAS BRINCADEIRAS MAS ENTREI NO JOGO ENTÃO ÉLA FOI DIZENDO QUE NO CAMINHO ENCONTRARA COM SEU EX NAMORADO E ELE A TINHA FEITO UM CONVITE PRA DAR UMA VOLTA ,
ELA ACEITOU FORAM PRA UM LUGAR DESERTO E ELE FOI LOGO ENFIANDO A MÃO ENTRE SUAS PERNAS DIZENDO QUE ESTAVA COM SAUDADES DA SUA BUCETINHA A EMANUELE NÃO PERDEU TEMPO FOI LOGO TIRANDO A CALCINHA ERGUEU A SAIA E ENFIOU O CACETE DO SEU EX COM TUDO NA BUCETA, METERAM POR MAIS DE DUAS HORAS, SEGUNDO ÉLA. EU FALEI PRA ELA PUXA AMOR HOJE VC ESTA CRIATIVA MESMA HEIM!!!!!
FOI ENTÃO QUE ÉLA ME FALOU, MAS FOI TUDO VERDADE E TENHO COMO PROVAR
A É? COMO?
ENTÃO ELA ERGUEU A SAIA E JÁ ESTAVA SEM CALCINHA E PARA MEU DELIRIO SUA BUCETA ESTAVA TODA MOLHADA E ESCORRENDO PORRA ELA FEZ UMA FORCINHA E EU VI VERTER PORRA DE DENTRO DE SUA BUCETA EU FUI AO DELIRIO E CAI DE BOCA EM SUA BUCETA E A LAMBI TODINHA ELA LOGO FICOU EXCITADA EM VER TODO AQUELE MEU TESÃO E FICOU DE QUATRO PRA MIM ENFIAR MEU PAU A CADA ESTOCADA SAIA PORRA DE SUA DELICIOSA BUCETA QUE ESTAVA ARREBENTADA DE TANTO SER ESTOCADA NAQUELA NOITE. EU GOZEI VARIAS VEZES E ATÉ AGORA SÓ DE LEMBRAR DAQUELA SENA QUASE GOZO
E ESPERO QUE NÃO PARE POR AQUI
UM ABRAÇO A TODOS E SE DIVIRTAM

ROBSON
Sat Jan 24 13:31:13 2004



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Baininha Safada


Oi,
Sou ANA tenho vinte e quatro anos, moro no sul da e sou casada, meu marido eh muito safado e descobri q ele estava me traindo, e o pior sem motivo p q eu adoro dar a buceta, dou a bunda bebo esperma, faço tudo. Sou uma vagabunda na cama.
Mais tudo bem vamos pra frete q eu sou besta. Sexta feira ele me disse q ia viajar e q só voltava Domingo, pensei eh hoje que sua cabeça vai virar um caqueiro. Transamos ele tomou banho e saiu falei p ele q iria dormir.
Liguei p/ uma amiga ALINE e ela me chamou p/ irmos a uma festa me arrumei toda e saí.
Chegamos começamos a tomar caipiroska, apareceu um carinha q ALINE costumava ficar estava ele e um amigo o cara era tudo de bom ALINE saiu c/ o namorado e me deixou conversando c/ o gostoso começamos a nos beijar, a festa acabou e ele foi me levar em casa. Ficamos conversando na escada da minha casa ele me agarrou e começou a me beijar passando a mão na minha bunda e esfregando a pica na minha buceta. Ele abriu a calça e eu peguei na pica dele era a primeira vez q pegava numa pica q ñ era a do meu marido e também era maior e mais grossa. Comecei a chupar a rola daquele cara ali mesmo eu estava de vestido ele queria tirar a minha calcinha.
Eu disse:
- Não posso fazer isso até só transei c/ o meu marido e alem do mais sua pica eh muito grande.
- Seu marido eh muito eh corno
Daí me virou de costas colocou uma camisinha e começou a meter a pica na minha buceta, entrava muito gostoso bem apertada.
Meteu a pica toda na minha buceta que pica gostosa pedi p/ ele sentar na escada e meti a buceta no pau dele, subia e descia bem gostoso gozei muito mais muito mesmo em seguida ele gozou tirou o pau da minha buceta. Nos beijamos muito perguntei se ele queria tomar um banho ele disse q sim subimos levei ele ate o banheiro e depois entrei. Ele me puxou p/ debaixo do chuveiro e me comeu em pé gozou na minha barriga fomos p/ o quarto e ele ainda queria mais eu já estava satisfeita na verdade estava acostuma a dar só uma p q meu marido só da uma.
Deitei na cama ele veio me beijando em seguida subiu em cima de mim e tome pica na minha buceta já estava ardendo mais também muito gostoso nunca tinha fudido tanto.
Ele disse:
- quero comer sua bunda
- Não meu cú só dou p/ o meu marido e sua pica e muito grande vai me arrombar.

Continuou me comendo gozou tomou outro banho e foi embora.

Quando meu marido chegou queria me comer e eu sem querer achando que minha buceta tinha ficado maior, depois relaxei fizemos um meia nove e eu p/ cima c/ a buceta na cara dele ele abriu p/ meter a lingua e viu minha buceta aberta desconfiou mais não falou nada depois começou a me comer gozou dentro de minha buceta. Foi tomar um banho e voltou de pau duro com uma camisinha usada na mão me perguntando o que significava aquilo. Disse q eu poderia confiar nele, tudo bem comecei a contar a historia a ele ñ deu nem tempo de terminar ele começou a me comer de novo dizendo p/ eu falar tudo enquanto ele me comia queria saber tudo até o tamanho da pica do cara gozou de novo e disse q queria ver eu recendo uma rolona na buceta e ainda brigou comigo p q eu não dei cú.
Beijos
ANA
E MAIL HHM arouba BOL.COM.BR

Ana
Fri Jan 23 08:30:28 2004
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1923
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:52 pm
Assunto: contos 11


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repassando...




Meu cão


Ha uns cinco anos atraz ganhei um cão da raça fila, no começo deu muito trabalho, logo novinho ficou doente, com o passar do tempo tornou-se um enorme cão e muito carinhozo comigo, pois o tratei desde pequeno. Crie-o preso no quintal jamais teve contato com outro cão seja femea ou macho. Um certa ocasião percebi que seu pau ficava duro e saido para fora, como se tivesse uma tara por mim. Certo dia resolvi punheta-lo o bicho gozou na hora seu pau ficou todo de fora era enorme devia ter ums vinte e cinco centimentros. Dai para frente sempre que eu chegava em casa já a noite como sempre(morava só)ele vinha me receber todo alegre e com o pau ja duro e comessava a me lamber e querer relar em mim, logo em seguida eu o punheta-va e ele jorrava muita porra e fincava um dez minutos com o pau duro. Enquanto eu o punhetava, colocava ele para lamber meu pau enquanto eu tambem me punhetava ate gozarmos, com o passar do tempo comesei a enfiar o dedo no cu dele e ele aceitou só que quando ele gozava e eu tentava enfiar i dedo no seu cu ele ficava mei nervoso, ai eu percebi que ele só deixava enfiar o dedo antes dele gazor, a caisa estava ficando boa e eu comecei a enfiar o meu pau no seu cu e gazar gostoso enquanto eu batia punheta nele. Tinha maior vontade de dar o cu para ele enfiar aquele cacete enorme, porem tinha medo de dor muito. Certo dia tomei umas cervejas e cheguei em casa meio bebado, ele ja estava me esperando, sempre transava com ele em uma area de serviço no fundo da casa, neste dia resolvi deixa-lo entrar para dentro de casa, foi facil, só tirei o pau para fora e mostrei para ele, que ele me acompanhou ate a sala, tirei a roupa deixei ele lamber meu pau, punhetei um pouco para excita-lo ainda mais, sentei na beira do sofa de frente para ele de forma que meu cu ficou todo esposto para aquele enorme pau todo vermelho e latejante. Primeiro deixei ele lamber meu cu (que ja estava piscando querendo aque cacete enorme) e o meu pau, depois passei um creme punhei ele para cima de minha barriga coloque a ponta de seu cacete no porta do meu cu, comessei a punheta-lo, logo ele percebeu qual era a sua função, de um só vez deu uma estocada que seu pau entrou quaze todo em meu cu, mai uma ou dua estocadas já estava todo dentro, na hora eu não sabia se gritava de dor, se deixava relaxar, só sei que tirar era impossivel pois o mesmo me travou com as patas de forma que eu tinha que aceitar o vai e vem rapido que ele fazia, após alguns vai e vem o pau dele ficou ainda mais grosso só que a estas altura o cu ja esta arrombado e já não doi tanto, eu não coseguia nem pater punheta em meu pau porque ele estava agarrado a mim e meu pau ficou muito encostado na barriga dele, mais um pouco ele comessou a gozxar, esta foi a pior parte aquele no que fica no pé do cacete do cão entrou todo no meu cu, parece que o cacete dele estava futucando minha garganta de tão grande que era. Tive que ficar ums vinte minutos com aquele enorme cacete parado dentro de mim ate ele soltar a ultima gota de porra para que seu pau ficasse mole e saisse de dentro de mim, depois bati um punheta e fui tomar bannho com cu todo arrombado, com um sonho realizado. Dai para frente nunca mais quiz dar o cu para ele, continuamos a tranzar só eu fodia o cu dele enquanto eu o punhetava até gazar.

Marcio
Fri Feb 6 15:42:55 2004



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Garoto Tarado


Um certa vez ao passear na pro´piedade de um amigo meu, percebi que seu filho mais novo olhava como se pretendesse falar algo comigo. Em outra oportunidade depois de varias vizitas em sua casa, teve um dia em que eu e seu irmão mais velho fomos tomar cerveja em um vilarejo proximo a sua fazenda, ao retornarmos la pelas nove e meia da noite, seu irmão mais novo estava acordado. Quando todos foram dormir eu o garoto ficamos vendo televisão, eu deitado no sofa da sala e ele deitado no tapete proximo ao sofa. Pecebi que ele se masturbava tentando fazer com eu percebesse, apos eu perceber ele começou a passar o pé sobre o meu pé e pediu que eu fosse para o quarto, meio sem jeito e com medo ( a diferença de idade entre eu e ele é de vinte e tres anos) fuipara o quarto logo em seguida ele veio e ja foi tirando a roupa para minha surpresa seu pau estava tão duro e media ums vinte centimetros apesar da pouca idade. Em seguida foi tirando minha roupa e começou a chupar o meu pau. Parecia que ele já tinha muita experiencia mas era sua primeira vez a experiencia com sexo, após chupar gostoso ele virou-se e pediu que eu enviasse no seu cu, fiquei com medo pois devido o tamanho do meu pau (menor que o dele) pensei que poderia machuca-lo, pois ele é pequeno e novo, começei a colocar a cabeça e ele começou a rebolar e mecher gostoso logo entrou tudo foi até o saco encostar em seu cu, não demorou muito e eu gozei gostoso naquele cuzinho apartado e ao mesmo tempo relachado como se tivesse varis anos de foda. Após eu gozar ele pediu que queria me fuder no cu, fiquei sem jeito e deixei ele tentar mas seu pau era muito grande e eu não aguentei ele penetrar porque doia muito, então ele pediu que eu enfiasse de novo em seu cu ja bem relachado e bateu um punheta com meu pau todo enfiado em seu rabo. Após este dia trazamos de varias formas durante cinco sete meses.
Em outra oportunidade conto outras transas.

Alesandro
Fri Feb 6 01:15:47 2004



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Foda com o pai da minha amiga


Por esta eu não esperava. Na noite de reveillón eu e minha amiga, Vanessa, fomos passar a virada do ano na beira da praia de Torres/RS num luau com mais algumas amigas. Como a casa da praia dela é um tanto distante do mar, depois da festa, o que eram umas três e meia da manhã, ligamos para o pai dela vir nos pegar já que o carro estava com os pais dela. Ele chegou no lugar que marcamos e nos levou para casa.
O 'tio Tonho' é um cara aparentemente sério, rabugento, tem seus quarenta e cinco anos, cabelos grisalhos, usa óculos, é um cardiologista de renome em Porto Alegre, e possui um belo porte físico ainda. Todas as amigas da Vanessa são um tanto parecidas, eu inclusive. Loiras, nenhuma possui altura inferior a um metro e setenta e todas são umas fanáticas em relação a exercícios, procurando estar sempre com o corpo legal. A maioria é da classe média alta, algumas são da elite gaúcha também, talvez isso chamasse a atenção do Antônio e ninguém desconfiava.
Pois bem, chegamos em casa. Vanessa e eu fomos para o quarto colocar nossos pijamas. Escovamos os dentes e fomos deitar. Naquela noite eu usava uma camisola branca de seda, um tanto transparente, com a calcinha combinando, para dar sorte, já que ainda era noite de ano-novo.
Quase amanhecia quando acordei para ir ao banheiro. Saindo dali, fui até a cozinha tomar um copo de suco, todos dormiam na casa. Quase todos. Para minha surpresa quando cheguei na cozinha o tio Tonho estava sentado à mesa, tomando um copo de leite e lendo o jornal 'não consigo dormir' ele disse ao me ver, limitei-me a sorrir. Entrei, abri a geladeira peguei a jarra de suco, um copo na prateleira e sentei-me à mesa também. Silêncio total. Percebi que enquanto lia o jornal seus olhos não estavam concentrados e me fitavam a toda hora. Tomei o suco e, enquanto guardava a jarra de volta na geladeira ele disse 'tu já vais dormir?' eu respondi que sim e já ia despedindo-me quando ele se levantou da cadeira, se aproximou de mim e disse bem baixinho 'fica mais um pouco, preciso conversar com alguém'. Ok. Sentamos um em frente ao outro. Ele começou a me contar dos problemas conjugais que ele tava tendo com a tia Adri e tal, perguntou do meu namorado, eu disse que fazia uma semana que estávamos brigados, e por aí foi a conversa até que ele disse 'então somos dois que não fazemos amor com alguém há tempos'. Dei uma risadinha e nesse meio tempo sua mão escorregou pelas minhas coxas enquanto ele dizia 'Fê, não vou negar, mas além de teres um sorriso encantador, tens corpo de deusa, essas coxas torneadas, estes seios durinhos que ficam à mostra nesta mínima camisolinha, deixando estes bicos maravilhosos apontarem para mim, esses cabelos louros encaracolados desenhando o teu rosto e encostando neste peito, mexe comigo. Sempre que conseguia, espiava tu dormindo no quarto da Nessa, desde o primeiro dia em que fostes pousar lá em casa. És uma anja.' Enquanto ele falava suas mãos escorregavam cada vez mais em direção à minha vagina, eu já estava muito excitada com aquelas palavras e aquelas mãos grandes e peludas deslizando pelas minhas coxas. Aos poucos fui abrindo cada vez mais as pernas e suas mãos penetraram mais, até que ele tirou a minha calcinha para o lado e enfiou os dedos com força. Comecei a gemer baixinho e ele pôs a outra mão na minha boca: 'minha mulher pode ouvir'. Levantou-se, fechou a porta da cozinha, me pegou no colo e me colocou em cima da mesa, onde tirou minha calcinha cuidadosamente e foi abrindo as minhas pernas. Fechei os olhos e senti aqueles lábios e aquela língua quente e trêmula percorrendo toda a minha vagina, enquanto aqueles dedos eram cravados cada vez mais nela. Não conseguia falar nada, apenas gemia o mais baixo possível. 'Como estás molhadinha, Fê, que xaninha mais gostosa tu tens, é quentinha, macia...' logo ele tirou minha camisolinha e começou a acariciar, beijar e lamber meus seios, enquanto tirava a sua cueca samba canção. Segurou meus cabelos com força e me puxou para perto do seu pênis 'chupa esse meu pau, putinha'. Comecei a lamber a cabecinha dele e a deslizar minha língua até as bolas. Quando voltei à cabeça dei uma mordidinha e comecei a chupá-lo vigorosamente. Ele puxava meus cabelos cada vez mais. Logo, deu um tapa na minha cara: 'fica de quatro'. Obedeci. Ele começou a lamber meu cuzinho e sua língua ia até meu clitóris. Me puxou e colocou aquele pau a massagear minha xaninha de cima abaixo até que penetrou de vez. Me fodia com tanta força que até senti medo de pedir para ele parar. Notei que seu dedão massageava meu cuzinho 'enfia esse dedo aí' eu disse e ele enfiou. Me encheu de tapas no bumbum, me chamava de puta o tempo todo, eu gemia, mordia e lambia os lábios não aguentando de tanto tesão, ele puxava meus cabelos até que tirou o pau rapidamente, me virou e meteu na minha boca, já gozando e dizendo 'toma sua puta, toma minha porra é teu pagamento'. Aquele líquido quentinho, escorrendo pelos meus lábios foi maravilhoso. Logo nos vestimos, 'agora sim conseguirei dormir' ele disse, me levou até o quarto da Vanessa e cochichou 'tu é muito gostosa, guriazinha, te cuida que agora eu posso te atacar a qualquer hora! Minha putinha preferida.' Deu um tapinha na minha bunda e foi dormir.
Agora, sempre que vou na casa da Vanessa ele fica me olhando, vez em quando lambe os lábios para mim. Eu fico provocando-o discretamente quando vou dormir lá. Fazendo isso me sinto uma puta, vou começar a testar os pais das minahs outras amigas também...


Fernandinha
Wed Feb 4 18:48:25 2004



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MEMÓRIAS DE UM BI-SEXUAL - Minha primeira Buceta


No meu primeiro relato das minhas Memórias Bi, contei a primeira vez em que dei cu. Para equilibrar, vou relatar a minha primeira buceta.
Eu morava em um condomínio e tinha uns quinze anos na época. Havia uma garota no prédio que era famosa por sua piranhagem. Chamava-se Fernanda, tinha dezoito anos e era a alegria dos homens do condomínio, mas não dava a mínima pros meninos, só encarava homem feito. Ela era lourinha, olhos claros, corpinho escultural, seios médios, bundinha arrebitada e sorriso sacana. Fernanda vivia de top e shortinho curto, tão curto que aparecia a polpa da bunda. As mulheres casadas do prédio a odiavam. Eu era maluco por ela. Só de encontra-la no play, ia correndo pra casa bater uma punheta.
Um dia, eu estava sentado na escada de emergência do meu bloco vendo uma revista de sacanagem, quando fui surpreendido pela Fernanda.
— Deixa de ser tarado moleque – Debochou enquanto tentava me tomar a revista.
Eu resisti e na luta para pegar a revista, ela acabou caindo por cima de mim e minhas costas bateram na escada. Senti um dor terrível e fiquei me contorcendo no chão da saída de emergência. Fernanda ficou assustada e levantou minha camisa. Nas minhas costas havia um hematoma roxo.
— Pô cara, foi mal mesmo, desculpe...
— Porra Fernanda... machucou...
— Vamos lá em casa para eu passar Gelol...
Enquanto a gente ia ao apartamento dos pais dela, notei pela primeira vez como ela estava vestida. Não tinha me dado conta ainda por causa do susto que havia levado quando ela me descobriu vendo a revista de sacanagem. Fernanda estava com um short de jeans curto, blusa amarela colada ao corpo. Dava pra ver os bicos dos peitos por debaixo da blusa, sinal de que ela estava sem sutiã. Imediatamente fiquei de pau duro e tentei controlar a ereção.
Chegamos no apartamento. Não havia ninguém. Fernanda estava atenciosa comigo, na certa se sentido culpada por eu ter me machucado. A gente conversava amigavelmente. Ela me levou para o seu quarto onde tinha uma cama de solteiro. Me mandou sentar na cama e foi buscar o aerossol. Depois de alguns minutos, ela voltou e me mandou tirar a camisa. Eu obedeci. Ela se sentou ao meu lado na cama e aplicou o aerossol. "geladinho né?" ela brincou. Depois começou a massagear delicadamente o local machucado. Fernanda tinha mãos de fada. De uma maneira muito ousada sua mão deslizou das minhas costas para dentro do meu calção. Não esperava por aquilo. Minha pica ficou dura na hora, enquanto Fernanda a massageava ao mesmo tempo em que beijava meu pescoço.
Agarrei aquela gatinha e encostei o corpo dela no meu. Sentia os bicos dos mamilos duros roçando em meu peito nu. Beijei Fernanda de língua. Ela retribuiu o beijo. Como era experiente, afinal, tinha dado para boa parte dos homens do condomínio, chupava minha língua com muita competência. Aquilo foi me deixando louco.
Fernanda tirou a blusa e revelou seus seios pequenos, mas com bicos rosados e pontiagudos. Mamei aqueles peitinho com prazer e desci minha língua por sua barriga, seu umbigo e fiquei de cara com sua região pubiana. Ela abriu o zíper e tirou o shortinho, ficando só de calcinha. Beijei sua buceta por cima da calcinha branca ao mesmo tempo em que apalpei sua bundinha redonda. Em seguida ela ficou de pé, e eu sentado no chão arriei sua calcinha. O que vi foi uma bocetinha com uma penugem rala, levemente dourada. Sem tempo a perder, fiquei de joelhos cai de língua naquela maravilha. Sentada na ponta da cama, Fernanda rebolava na minha boca, gemendo alto a ponto deu ficar preocupado com a vizinhança.
Tirei o calção e mostrei minha pica dura para Fernanda. Ela punhetou meu pau e depois, deitada de lado, começou a chupa-lo. Ela tinha uma boca fenomenal. Chupava com avidez minha pica e mordiscava a cabeça do pau. Quase que eu gozei, mas me segurei.
Ela se deitou de costas. Abriu as pernas e se masturbou esfregando os dedos no clitóris. Trepei em cima dela e meti minha piroca naquela xana molhada. Foi uma sensação indescritível. Era minha primeira buceta, melhor do que tudo que eu poderia imaginar. Ela acariciava minha costas e envolvia minha cintura com as pernas enquanto eu a fodia com movimentos bruscos. Gozei logo, enchendo aquela buceta de porra.
Ficamos lado a lado, de mãos dadas. Eu havia adorado a trepada, mas sabia que a Fernanda ainda não havia gozado. Desta forma, coloquei minha mão eu sua buceta e comecei a bater uma siririca. Depois de uns cinco minutos de frenética masturbação, ela gozou abundantemente em minha mão.
Ficamos abraçadinhos. Perguntei se não tinha perigo de alguém chegar. Ela disse que só no final do dia. Que tínhamos tempo.
Tomamos um banho juntos, e voltamos pra cama. Fiquei deitado de costas enquanto Fernanda voltou a chupar meu pau. Pedi para ela fazer um sessenta e nove, no que fui prontamente atendido. Era sensacional chupar aquela xaninha cheirosa ao mesmo tempo em que ela mamava meu pau. Em seguida, Fernanda montou na minha piroca e me cavalgou como uma puta profissional. Eu alisava suas pernas, apertava seios peitos, sua bunda. Ela gemia, me chamava de seu amante predileto, beijava minha boca. Pedi para comer ela de quatro. Mais uma vez fui atendido. Fodi a Fernanda um bom tempo nesta posição. A visão da minha piroca entrando em sua buceta enquanto um pouco mais acima um cuzinho apertado era exibido me deixou louco de tesão. Pedi pra botar na bundinha. Ela disse que não, que doía, mas que eu podia colocar um dedo. Foi o que eu fiz. Gozei na buceta de Fernanda pela segunda vez ao mesmo tempo em que meu dedo indicador estava atochado em seu rabinho. Ela caiu exausta na cama, com um sorriso sem vergonha nos lábios. Dei um beijo gostoso na sua boquinha.
Ela se virou e disse.
— Quem diria que você sabia trepar tão bem!
Trepamos mais umas duas vezes em outras oportunidades, mas ela não deixou de dar para todo mundo. Fernanda tinha vocação para piranha, não sabia ser fiel. Eu era apenas mais um. Algum tempo depois ela ficou grávida de um coroa do prédio, deu maior confusão e a família dela se mudou. Foi uma pena, todo os homens do condomínio sentiram a perda. E eu não comi aquela bundinha.



Bi-Sexual
Mon Feb 2 10:17:51 2004



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MEMÓRIAS DE UM BI-SEXUAL - Meu primeiro Homem


Tenho lido diversos relatos neste espaço e resolvi publicar minhas memórias de Bi-sexual assumido, que curte meninos e meninas, que se realiza dos dois lados.
Minha primeira transa homo aconteceu quando eu tinha dezenove anos. Já havia transado com algumas garotas e gostado, mas também olhava com interesse para os homens. Na minha turma da faculdade tinha um carinha chamado Orlando que era um tesão, pois se tratava de um mulato de um metro e oitenta, malhadão que vinha sempre a faculdade depois de ir a academia usando uns shorts bem grudados ao corpo que deixava aparecer por baixo o volume da sua pica. Eu disfarçava, mas não tirava o olho daquele mastro, imaginando o dia em que teria aquela maravilha enterrada no meu rabo.
Um dia, eu estava no elevador da faculdade que excepcionalmente se encontrava vazio. Quando o elevador parou no segundo andar, o Orlando entrou. Eu ao mesmo tempo gelei e senti minha pica ficando dura de tesão por estar sozinho com aquele Deus. Orlando me cumprimentou com a cabeça, olhou meio de lado e disparou.
— Sei que tu anda azarando o meu pau...
Pronto... pensei que ia entrar na porrada pela ousadia, mas para minha surpresa, Orlando pegou a minha mão e a colocou na sua vara por cima roupa. Senti o bicho crescer e fiquei excitado pela chance que ele estava me dando, era agora ou nunca.
— Meu cu é que anda azarando o seu pau, disse maliciosamente.
Orlando me virou de costas e me sarrou ali no mesmo no elevador. Mesmo tendo nossas roupas como obstáculo, sentia a piroca do carinha fazendo pressão em minha bunda,. Era delicioso.
Com medo que alguém aparecesse e nos flagrasse, Saímos discretamente do Elevador e fomos para a casa do Orlando que era perto da faculdade. Ele me disse que morava só coma mãe e que ela estava trabalhando naquela hora. Chegando lá, Orlando, sem muito papo, me jogou na cama de casal da sua mãe e foi logo tirando as roupas. Eu na cama mesmo me despi e fiquei só de cuecas. A nudez de Orlando revelou um corpo atlético e depilado e como eu imaginava, uma bela pica, que mesmo mole era bastante grande..
Eu me sentei na beirada da cama. Orlando aproximou aquele mastro maravilhoso da minha cara e disse:
— Sente o gosto seu viadinho.
Obedeci e cheio de vontade abocanhei o pau que me era oferecido. Aquilo foi crescendo na minha boca e mesmo sem ter experiência em chupar um piroca, deixei Orlando doido de tesão, pois já havia sido chupado por algumas meninas e sabia bem o que agradava a um homem. Chupava ora devagar, ora com força e de vez em quanto dava umas lambidas na cabeça. Aquele gosto ácido invadia a minha boca enquanto Orlando de pé gemia baixinho.
Tomei coragem e tirei a cueca, meu pau, ao contrario do que imaginava, ficou mole. Eu entendi que naquele momento, eu era a fêmea, a submissa. Orlando mandou eu ficar de quatro, molhou a mão com saliva e lubrificou meu cuzinho. Em seguida começou enfiar a vara no meu cu, mas só de tentar por a cabecinha eu vi estrelas e gritei. Percebendo que não ia dar pra comer meu cu virgem só a base de cuspe, Orlando levantou-se e pegou um pote de algum creme na mesinha de cabeceira da sua mãe. Percebendo as suas intenções, eu me deitei de bruços e abri a perna, exibindo o meu rabinho convidativo. Ele lambuzou os dedos e foi metendo devagar, primeiro um, depois dois dedos ao mesmo tempo. Sentia aqueles dedos girando dentro do meu cu, alargando o meu buraquinho. Quando eu me senti prepara, voltei a ficar de quatro. Orlando introduziu bem devagar a cabeça do seu mastro e eu fui sentindo aquele volume arrombar arrombando o meu cuzinho. Doía um pouco, mas bem menos do que antes. Era uma sensação deliciosa dar o cu. Se eu soubesse como era, já teria dando muito antes. Orlando enterrou toda a sua majestosa pica no meu cu. Ficou uns segundos imóvel como que para eu me acostumar com o tamanho. Depois começou com movimentos ritmados que foram aumentando com o passar do tempo. Eu gemia, urrava de prazer e rebolava de quatro para o meu macho, que me chamava de putinha gostosa.
Orlando me jogou de bruços na cama e sem tirar do meu rabo continuou me comendo com estocadas fortes até eu sentir seu gozo jorrar dentro do meu cu.
Relaxamos e tomamos um banho para nos recuperarmos. Eu estava nas nuvens, tinha realizado um desejo há muito reprimido, mas queria ainda mais. Tão logo fomo para a cama cai de boca no pau do Orlando, que deitado de costas acariciou minha cabeça. Mamei sua piroca e desci a língua até o saco. Lambi os ovos e mordi carinhosamente um dos seus bagos.
Em seguida ele mandou que eu senta-se em sua pica dura. Obedeci e enterrei a piroca no meu cu ate que o saco tocasse em minha bunda. Cavalguei freneticamente o pau do Orlando, sentado de costas para ele que me segurava pela cintura enquanto metia. Eu louco de prazer sussurrava:
— Mete filho da puta, mete na sua cadela. Me arromba seu puto!
Mudamos de posição. Ele me colocou de frango assado e botou no meu rabo que de tão arrombado nem opôs resistência, recebendo aquela pica gigante. Cruzei as pernas em volta do seu pescoço e me senti a mais puta das fêmeas enquanto aquele macho me comia. Depois bati uma punheta enquanto era comido e após alguns minutos gozei abundantemente, melando de porra minha barriga.
Ao me ver gozar Orlando ficou tão excitado que tirou o pau da minha Bunda e colocou na minha boca, metendo como se fosse uma buceta. Depois de alguns minutos gozou na minha boca. Eu deixei escorre para fora aquela porra meio amarelada e lambuzei meu rosto para, em seguida engolir.
Durante uns seis meses ainda nos encontramos, mas Orlando trancou a matrícula e mudou de cidade. Meu cu sentiu saudades
Bi-Sexual
Fri Jan 30 07:16:14 2004
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1924
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:53 pm
Assunto: contos 12


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Iniciação de uma dona de casa


Após me deleitar com os relatos desta página decidi dar uma pequena contribuição. Peço desculpas de antemão para possíveis deslizes de grafia.
Pois bem, eu tenho hoje trinta e seis anos, sou moreno claro, tenho um metro e setenta e nove cm e peso oitenta e sete kgs, Carla (nome fictício por simples cautela), minha esposa, tem cinco anos a mais que eu, é baixinha, um metro e cinquenta e nove e pesa sessenta e dois quilos, seus cabelos são lisos e finos, castanhos escuro, seus olhos são castanhos, possui uma bela bunda e pernas que muitas garotas ficariam com inveja, mas, o que mais me fascina em carla são seus seios, são realmente grandes, com bicos rosados, uma verdadeira delicia.
Nós fantasiávamos situações que nos aumentasse o prezer na hora de fazermos amor, começamos com insinuações de estarmos transando em lugares diferentes, depois quando resolvíamos ir a moteis (para driblar a rotina) assistíamos aos filmes e perguntávamos um para o outro se gostaria de estar em uma determinada cena, ou com alguma das pessoas que apareciam nelas, as respostas eram sempre 'sim', mas, apenas na hora do tesão, quando saíamos da cama nunca falávamos sobre o assunto. Por termos um filho (naquela época ainda pequeno) nossas saídas eram raras e as transas meio as escondidas (quem tem filhos sabe o que falo).
Mas, a cada transa o desejo pelo proibido aumentava, as conversas ao pé do ouvido, sussurradas, eram cada dia mais picantes, ao ponto de apenas falar já não ser suficiente (pelo menos para mim).
Carla era de criação rígida, cheia de tabus e preconceitos, a liberdade (apesar de limitada por sua própia consciência)só foi alcançada após alguns anos de casamento, e porque eu incentivava.
Sentia que aos poucos ela estava se soltando e deixando sua imaginação criar asas.
Como disse, apenas falar já não era mais suficiente. Em uma de nossas idas ao motel vimos um filme onde a garota deixava-se penetrar por vários objetos diferentes, notei que carla ficou muito excitada, perguntei-lhe se ela estava com tesão pelo que via, nessa hora eu estava sentado na cama e encostado na parede, carla estava deitada em meu lado alisando meu pau e assistindo a cena, seus olhos tinham um brilho diferente, respondeu-me que sim, que aquilo lhe dava tesão.
Levantei-me apanhei sua bolsa e retirei sua escova de cabelos, com cabo de madeira redondo, me aproximei dela e comecei a passar as serdas da escova lentamente pelos seus seios, me detendo mais nos bicos, a resposta foi imediata, seus bicos pareciam querer saltar, ela se retorcia com os olhos fechados, fui baixando a escova pelo seu corpo, enquanto lambia e chupava suas tetas.
Virei a escova e comecei a passar o cabo em volta de sua bucetinha, nós já havíamos transado uma vez, minha porra ainda escorria por suas pernas, passei a escova no líquido que saia de sua bucetinha e lentamente comecei uma penetração com o caco da escova, ela gemia baixinho, a escova era pequena, mas, o prazer estava em quebrar uma barreira, ela arqueava o corpo como que querendo que a escova entrasse toda em sua chaninha.
Desci com minha lingua por seu corpo e fui de encontro ao seu grelinho, lambia lentamente enquanto fazia o vai e vem com a escova, não demorou muito e fui brindado por um orgasmo estupendo, com gemidos e palavras de amor e carinho.
Transamos muito nesta noite, ao ponto de fazer uma DP vaginal, meu pau e a escova e o melhor, pela primeira vez algo que não era meu dedo invadia seu ânus, já que penetração anal era algo que jamais havia sequer deixado eu tentar.
Após esta noite algumas coisa mudaram para nós, comecei a olhar carla não apenas como a esposa a quem se deve ter o maior respeito e cuidado, algo como um ser intocável em sua magnitude de rainha de nosso lar, mas, comecei a olhar para ela como uma mulher, uma mulher quente e cheia de barreiras a serem quebradas, uma verdadeira mina a ser explorada. Ela por sua vez parece ter bercebido que um pouco (ou muito) de sacanagem era muito bom e poderia lhe render orgasmos incríveis.
Nossa vida conjugal começava a tomar um novo rumo, descobríamos novamente o tesão, quase igual aos primeiros amassos como namorados, aos sarros que tirávamos escondidos, ás nossas primeiras transas.
Começamos a falar mais sobre sexo, planejávamos nossas saídas com antecedência, transávamos durante a semana imaginando e fantasiando nossa ida ao motel no sábado, que agora começava a ser mais frequente.
Já não levávamos mais apenas a escova, mas, um verdadeiro arsenal de objetos que pudessem servir para penetração, préviamente escolhidos, ao ponto de carla ir á feira um dia antes apenas para escolher seus brinquedos, para mim era o máximo. A cada ida ao motel aumentava o tamanho dos objetos, cenouras, pepinos, abóbrinhas, linguiça, enfim, qualquer coisa que tivesse a forma fálica.
Enfim comprei de presente para carla um vibrador, enorme, quase duas vezes o tamanho de meu pau, que apesar de não ser muito comprido é bastante grosso, foi uma festa para carla e para mim, pois neste dia consegui comer seu cuzinho, apesar de alguma resistência de sua parte, mas, como já penetrava ela com alguns objetos pequenos, não foi tão difícil assim.
Mas, eu queria mais, muito mais, queria que minha dama virasse uma verdadeira puta, igualzinho as garotas que via nos filmes, e podem ter certeza após estas penetrações com os mais diferentes objetos, e muitas horas de papo sobre sexo, tudo corria para este rumo.
Carla já não tinha tantos pudores, já falava mais abertamente, fantasiava e contava sua fantasias, ás vezes sentia que era para me agradar, outras era por seu próprio prazer.
Não quero lhes encher o saco com um relato longo, portanto dividirei em partes.
Até aqui minha esposa já havia evoluído, mas, esperem para saber o que fazemos hoje, pelo menos para mim é muito, muito excitante.
Até mais.

André
Tue Feb 10 13:13:39 2004



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Minha prostituta particular


Tenho anos, moro em Ribeirão Preto, minha noiva também tem , é uma mulher maravilhosa, branquinha, um metro e setenta e dois, uns sessenta e dois kg, olhos verdes, cabelo loiro comprido, seios médios, e bumbum grande, temos uma vida sexual muito gostosa, transar bastante em todos os momentos que estamos livres. Durante nossas transas ele me dizia que uma de suas fantasias era se vestir de prostituta e ficar me esperando em alguma avenida para que eu passasse e a pegasse. Numa sexta a noite resolvemos realizar sua fantasia, deixei ela na avenida com uma microsaia de vinil, um topisinho, salto alto e sem calcinha. Andei uns minutos, voltei para pegá-la e na hora que avistei vi que tinha um carro parado e ela estava inclinada convernsando com o cara, percebi que ela estava com a mão dentro do carro e pela forma que movimentava o braço parecia que estava pegando no pau do cara, ele colocou a mão em seus seios e colocou um para fora, na hora fiquei completamente sem reação, quando ela pegou em sua bolsa seu celular, olhou para meu carro e ligou para o meu, atendi e ela disse que contou para ele que na verdade estava realizando uma fantasia com seu noivo e ele propos que adoraria participar, disse para mim que gostaria de aproveitar e realizar outra fantasia que já tinha me falado algumas vezes que era transar comigo e mais um cara, tinha essa vontade também e na hora meu tesão era tanto que topei, ela entrou no carro dele e foram para um motel que sempre vamos, fui atrás, esperei eles entrarem e fui para outro quarto, logo meu celular tocou e ela disse o quarto que estavam, saí do meu e fui para o deles, que era dois ao lado do meu, a porta estava aberta e na hora que entrei não acredidei no que vi, ela estava ajoelhada nos pés dele fazendo um boquete maravilhoso, me aproximei, ele nem se importou com minha presença e ela mandou que eu tirasse minha roupa, obedeci ela e me aproximei, ela sem cerimônia pegou meu pau e começou me punhetar lentamente sem parar de chupar o cara. Após uns dois minutos assim ela deitou na cama, tirou sua roupa e pediu para que nós dois chupassemos ela, caímos de boca um em cada seio, ela se contorcia de tesão, logo fomos descendo e ficamos revesando entre sua buceta e seu cuzinho, após alguns minutos assim ela não aguentando mais pediu para que eu fudesse sua bucetinha, não demorei e comecei a meter gostoso enquanto o cara se posicionou colocando seu pau em sua boca, ela chupava aquele pau de uns dezoito cm como se fosse a coisa mais gostosa do mundo enquanto gemia com meu pau fudendo ela, logo trocamos de posição e pude ver ele a fudendo de quatro anquanto tinha meu pau sendo chupado. Após ela ter um gozo louco, gritando muito, ela me pediu que eu deitasse, ela deitou em cima de mim e começou a cavalgar, logo se inclinou e disse ao cara que queria que ele fudesse seu cuzinho bem devagar, ele não pensou duas vezes,passou gel em seu cuzinho e foi colocando lentamente, parou um pouquinho e começou a bombar, ela não falava coisa com coisa, gemia como uma louca, beijava minha boca e dizia que me amava, que era aquela transa com nós dois era o melhor presente que já tinha dado para ela e não demorou a ter outro orgasmo mais forte ainda, ela suava e parecia exausta, pediu para pararmos e deitou, deu um sorriso sapeca e pediu para gozarmos em seu rosto, nos posicionamos e começamos a revesar em sua boca, seguramos até sentirmos juntos um orgasmo maravilhoso que nos levou a jorrar rios de porra em sua boca, rosto e seios. Ela dormiu um pouco enquanto eu e ele fomos para a banheira, ficamos conversando um pouco e derrepente senti sua mão tocando meu pau que não demorou a ficar duro novamente, após algum tempinho sentei na borda da banheira e ele abocanhou meu pau, chupava e punhetava até não aquentei e gozei em sua boca, ele não deixou escorrer nenhuma gota, se despediu após algum tempo trocamos nossos carros de lugar e ele foi embora. Na hora que minha gata acordou ainda transamos mais uma vez bem gostoso antes de ir. Após algum tempo perguntei se ela gostaria de outra experiência do tipo e ela disse que não, que nossa próxima aventura seria encontrar uma gata para junto com ela me satisfazer, na última semana disse que me faria uma surpresa ainda esse mês.

RODRIGO-RIBEIRÃO
Tue Feb 10 12:48:31 2004



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MEMÓRIAS DE UM BI-SEXUAL - O Gringo Sacana



Era um domingo de sol, eu devia ter na época uns vinte e sete anos. Resolvi pegar uma praia e, caso desse sorte, um homem bem gostoso para me comer. Botei a sunga mais apertada, que deixasse a minha bunda mais atraente e fui para Copacabana tentar a sorte. Fiquei sentado na areia, observando a rapaziada na esperança que surgisse a trepada do dia. Depois de umas duas horas debaixo de sol, sentou-se perto de mim um rapaz louro, de mais ou menos um metro e oitenta e pele bastante clara. Tava na cara que era gringo. Ele pediu, em um português com bastante sotaque, que eu desse uma olhada nas suas coisas enquanto ia dar um mergulho. Fiquei observando aquele homem lindo entrando na água e meu tesão foi as alturas. Na volta ele sentou-se e começamos um papo. Disse que se chamava Mike, tinha trinta anos, era Nova-iorquino e que todas as suas férias alugava um apartamento por temporada no Rio de Janeiro. Pedimos cerveja e quando já estávamos meio alto, Mike me convidou para ir ao seu apartamento. Topei na hora.
O apartamento de Mike era um conjugado, mobiliado com simplicidade, onde se destacava a enorme cama de casal. Mike riu e disse em seu português enrolado que não precisava de mais nada no Rio além daquela cama.
Sentei numa pequena poltrona, estava de sunga, camiseta e chinelo, Mike usava apenas uma sunguinha amarela bem cavada. Ele foi à geladeira pegar outra cerveja para nós. Entregou-me uma latinha e sem cerimônia sentou no meu colo.
Não curto muito ser ativo com homens, apenas com travestis, mas Mike começou a esfregar sua bunda na minha pica que ela logo ficou dura por baixo da sunga. Depois, o gringo arriou minha sunga e começou a acariciar meu pau, já bastante duro. Em seguida, ficou de joelhos e me faz um delicioso boquete, me chupou durante alguns minutos até que decidimos tomar um banho juntos para nos livrarmos da área de praia que ficara em nossos corpos. Debaixo do chuveiro, nus, nos acariciamos e nos beijamos. Batemos punheta um no outro até gozarmos cada um na mão do parceiro.
Deitamos na cama e ficamos conversando. Eu estava doido para chupar aquela pica branca de cabeça vermelha do Mike mas ele primeiro quis me dar sua bunda. Ficou de quatro e pediu que eu chupasse seu cu. Meti a língua naquele rabinho que se revelou bastante largo para um cu. Mike devia dar a doidado. Com meu pau já duro de novo, meti a vara no Mike que deu um gritinho de prazer. Fodi o seu cu com estocadas fortes, meu saco batendo em sua bunda e fazendo um barulhinho como se fossem palmas a cada estocada.
Antes que eu gozasse, disse que agora era a vez dele me foder. Mike então abriu a gaveta e tirou um consolo que devia ter uns vinte cinco centímetros de tão comprido. Disse que não gostava de consolos, mas o gringo me explicou com um sorriso safado que o consolo era pra ele. Passou um lubrificante , colocou o consolo na cama e sentou-se nele, encaixando o seu cu no brinquedo. Fiquei super excitado com a cena e cai de boca no caralho do Mike que ficou duro na hora. Lambia, chupava, mordia, fiz o diabo com aquele pau, enquanto o gringo delirava com o consolo enterrado no rabo. Lambuzei meu cu de lubrificante e fiquei de quatro, arreganhando as bunda com as mãos e oferecendo o meu buraco para Mike. Ele meteu bem devagar sua vara no meu cu até enterrar todo o mastro, para em seguida começar o vai e vem. Mike me comia com o consolo enterrado no seu rabo que volta e meia caia, quanto ele tinha que parar para botar o brinquedo no seu cu de novo. Para resolver a situação, pedi que ele se deitasse de costas. Ele atendeu e eu me sentei sua pica de uma só vez. Aquilo quase me rasgou o rabo, mas eu ia até o fim. Atochado na pica de Mike, de costas para ele, meti o consolo em seu rabo e fiquei fodendo o meu parceiro com o brinquedo ao mesmo tempo em que ele me comia. Mike urrava, disse que ira gozar. Eu tirei o seu pau da minha bunda e deixei que ele esporrasse na minha cara, lambuzando o meu rosto. Ele também queria porra na cara e ficou batendo punheta com o meu pau ate que eu gozei no seu rosto realizando o seu desejo.
Depois eu fui para a minha casa e encontrei o Mike mais algumas vezes. Numa das oportunidades, ele até enfiou seu brinquedinho de borracha no meu cu. Bi-Sexual = Sat Feb 7 16:44:53 2004
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1925
De: "Karina"
Data: Dom Fev 15, 2004 9:49 pm
Assunto: contos 8


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Trenzinho maravilhoso


Bem, como sou um assíduo leitor deste site, resolvi contar o que me aconteceu neste ultimo sábado Bom, primeiro, meu nome é Rafael e vou me descrever; sou moreno, tenho um e oitenta e oitenta kg e uma bunda de dar inveja a qualquer mulher e quase em pelos, e desde os meus catorze anos (hoje tenho dezoito) não tinha tido mais experiências homo, mais depois d conhecer um cara na net que vou chamá-lo de Vitor queria relembra os velhos tempos. Conheci Vitor numa sala d bate-papo do uol, e depois d muitas trocas de s resolvemos nos conhecer. Marcamos num local publico aki (moro em Campinas) e ele dizia q iria levar um amigo para a nossa festinha ser inesquecível (e foi). Cheguei no horário combinado e lá estava ele e seu amigo, era justamente como tinha me descrito, loiro, um e setenta e em forma, e seu amigo Daniel bem moreninho e magro. Nos apresentamos e ele disse q tinha c surpreendido, pois eu não tinha mentido em nada e eu também lhe disse o mesmo. Fomos para a casa de Daniel e no caminho Vitor já tinha começado a alisar minha rola q já estava babando d tanto tesão, chegamos na casa dele num bairro de classe media e logo q entramos Vitor já me deu um beijo d tirar o fôlego, nisso Daniel falou q esqueceu d comprar as bebidas, mais q voltaria logo, e que não era para a gente começar a festinha sem ele, nisso pegou o carro e saiu, mas como não agüentava mais d tesão d comer aquele cuzinho maravilho, começamos um outro beijo, mas dessa vez Vitor já começava a tirar minha roupa me deixando só de cueca e fiz o mesmo com ele. Ele parecia um profissional, começou a lamber meu pescoço, depois minha barriga e tirou minha cueca e colocou meu pau, deve ter cerca de cm, e em seguida começou uma chupeta deliciosa, que me arrancava suspiros. Em seguida ficou de quatro na cama e pegou o ky q estava em cima da mesa e começou a passar em seu rabinho e disse que tava louca para q eu o comece, sem muita cerimônia, peguei uma camisinha, vesti o bicho e coloquei na porta do seu rabinho e esperei o primeiro movimento dele, depois q entrou a cabeça comecei um vai e vem q arrancava deliros dele q quando estávamos no bem bom Daniel aparece de surpresa e foi logo dizendo q estava decepcionado pq tínhamos começado a festinha vendo a cena foi tirando a roupa e começou uma punheta bem devagar. Mas Vitor já foi logo dizendo ' vem aki q eu kero chupar seu pau a muito tempo' e Daniel veio mesmo e foi enfiando seu pau na boca dele, q era um pau maravilhoso, devia ter uns cm e com uma cabeça avermelhada q não deu pra resistir e fiquei louco para chupa-lo também e coloquei Vitor na posição d frango assado com as pernas no meu ombro e pedi para ele para subir na cama e abocanhei o bicho, tinha um cheiro de homem, um gosto maravilhoso e eu me concentrei na cabeça primeiro, chupava e delirava, já q Daniel começava a falar muitas sacanagens e ia me empolgando, mas Daniel disse q queria comer Vitor e cedi meu lugar pra ele. Enquanto ele começava a comer Vitor tirei a camisinha e apreciando aquela visão subi na cama e coloquei meu pau na boca de Daniel, q para a minha surpresa disse q não iria chupar e nem dar pois não curtia isso, mas eu lhe disse q quem esta na chuva é para se molhar e q se ele chupasse meu pau não iria fazer nenhuma diferença e depois de algum tempo ele engoliu a cabeça, talvez seu medo era esse e logo foi engolindo ele todo e soh parou para avisar q iria gozar e gozou na barriga de Vitor. Ele saiu e eu voltei a comer o cuzinho do Vitor q a essa altura já tava pegando fogo e quando eu estava quase pra gozar Daniel veio e começou a chupar meu cuzinho, foi enfiando depois o º dedo e foi forçando a entrada, mas como a muito tempo eu não dava o rabo foi difícil a entrada, parei por um instante de me movimentar e foi qquando ele conseguiu e entrou uma parte daquele mastro maravilhoso, pronto o trenzinho estava formado, senti um pouco de dor q logo foi substituído pelo tesão e Vitor vendo aquela cena maravilhosa não agüentou e gozou em sua barriga e foi se lavar mais nós também não agüentamos e gozamos juntos. Vitor ficou decepcionada pois não tinha comido ninguém e perguntou se tinha acabado, mas Daniel disse q era só o tempo de um banho. Eu resolvi ir junto pra tomar banho também, e quando entrei no Box dei um uma encoxada gostosa nele q fugiu dizendo q era virgem, e eu comecei a ficar ecitado em comer aquele cuzinho virgem e dei um abraço por traz onde ele não poderia escapar, ele relutou mas eu falei q iria com carinho e não falaria pra ninguém q tinha comido. Enfim ele cedeu, peguei a camisinha no banheiro e comecei a forçar a entrada, mas como era virgem foi um pouco difícil, quando ele relaxou meu pau deslizou para dentro daquele cuzinho apertado e movimentei bem devagar e ele começou a gemer baixinho falando o seu sonha estava quase completo e q só faltava eu gozar na boca dele, q depois de alguém tempo eu falei q iria gozar ele se abaixou tirou a camisinha e engoliu como uma puta no cio meu gozo, foi fantástico. Mas como o tesão falou mais alto nos demoramos no banheiro e quando saímos o Vitor deve ter percebido q rolou algo e foi pro banheiro, sentou no vaso e começou a bater uma punheta e eu fui atrás me ajoelhei e comecei a fazer um boquete pra ele e o Daniel veio e deu sua rola pro Vitor chupar. Ficamos ali um bom tempo até o Daniel gozou em minha boca e quase não deu pra engolir de tanta porra e logo Daniel também gozou. Ficamos amigos e vamos marcar um novo encontro, mas se você mora em Campinas e gostou da historia e quiser receber um boquete como ninguém me . Meu é drlovesbol.com.br

rafael
Sun Jan 18 12:27:29 2004



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Noite Carioca


Meu nome é Mônica, moro em Ipanema, tenho vinte e três anos, sou estudante de administração e faço dança do ventre a sete anos. Sou morena clara, cabelos e olhos castanhos escuros, meço um metro e setenta e cinco centímetros, tenho seios fartos, de bicos rosados, coxas grossas, bunda grande, arrebitada e durinha apesar do peso... sou gordinha, peso oitenta e três kg. Bom, feita a minha descrição, vamos a estorinha (totalmente verídica por sinal!)...
Tinha terminado um namoro rápido com um carinha q me deixava louca, nossa... ele me alucinava! Fiquei arrasada, por isso uma amiga minha a Mariana me convidou pra sair, fomos eu ela e mais três amigas a uma boite aqui do rio chamada Provisório, chegando lá encontramos com mais três amigos dela, inclusive um que me chamou atenção... o nome dele é Julian, e ele é MARAVILHOSO, tipo gato pardo, todo fortão, com uma cara de macho safado (daqueles que cospem no chão, cosam o saco e batem em putas), ele era moreno, alto e de olhos azuis... DELICIOSO.
Sentei sem muita vontade de ficar por lá, então comecei a beber (tava com vontade de ficar torta), Julian sentou entre a Mariana e eu, e paquerava descaradamente minha amiga, lá pelas tantas da noite começou a alisar bem de leve a minha coxa (detalhe... ele ainda cantava a minha amiga!!!), não entendi muito bem, mas também não encrenquei com isso. Foi quando sem nenhuma cerimonia o carinha enfiou a mão com toda vontade na minha buceta e deu uma apertadinha nela, depois tirou a mão , levou até a boca e lambeu o dedo e ainda sorriu meio de lado e NEM olhou pra mim!
Aquilo me irritou tanto! Mas ao mesmo tempo me deixou louca de tesão, e fez os bicos dos meus seios endurecerem na mesma hora, me deixando com mais tesão ainda! Não me fiz de rogada (acho que a bebida ajudou um pouco) comecei a acariciar e a apertar o pau dele até ficar bem duro, olhei nos olhos dele enquanto apertava aquele cacete delicioso, fiz cara de safada, mordi os lábios e passei a lingua pela minha boca e imediatamente depois fui dançar.
Acho que ele não entendeu nada, eu louca de tesão dançando com um carinha que chegou em mim sem tirar os olhos dele. Colei a bunda no pau do cara (que eu nem sei o nome) e comecei a me esfregar freneticamente, o pau do cara era bem grande, e já tava duro como pedra quando Julian se levantou e veio dançar também, não quis nem saber... segurei firme aquele cacete (segurei de tal forma que Julian pudesse ver o que eu tava fazendo) que me apertava a bunda e levei o cara para um canto da boite, fiz o cara encostar na parede e meti a mão por dentro da sua calça e comecei a tocar punhetinha pra ele, sem tirar os olhos de Julian, que já nem dançava mais. Fiquei assim um bom tempo, esfregando a minha bunda inteira nele, e punhetando o seu cacete, tudo sem tirar os olhos do meu gatinho parado na pista de dança com cara de bobo. Foi quando o cara me avisou que iria gozar e eu toquei loucamente até ele esporrar a minha mão toda, virei de frente pra ele dei-lhe um estalinho e disse "amei a noite, mas tenho realmente que ir ", fui em direção a Julian (com a mão toda melada), parei do seu lado sorri e lambi o dedo... ouvi quando ele soltou um gemido que mais parecia de dor que tesão, continuei andando e fui me despedir da galera. Falei pra Mari que ela não precisava me levar em casa, pois pegaria taxi, sai da boite.
Quando estava já pra entrar no taxi senti uma mão no meu ombro e a voz de Julian...
"Onde pensa que vai?" ele me perguntou, e eu respondi com cara de cadela no cio... " Vou pra cama", ele então me olhou com olhos de canibal e disse "Só vai se for pra minha!". Ele então me segurou forte pelos braços (ai que tesão) e me levou pro seu carro. Entrei, sentei, sorri e perguntei pra ele o que ele ainda esperava? Ele não falou nada, só ligou o carro e saiu a toda velocidade. Eu já tava toda molhada pelo ocorrido e cheia de tesão (a esse ponto já sentia a minha buceta latejar!) abri a calça dele e comecei a chupar aquele pau delicioso (devia Ter uns vinte centómetros, era grosso e todo rosinha, era LINDO!!!), ele diminuiu a velocidade do carro pra aproveitar melhor o boquete (esse pra mim é o melhor tipo de forma de prazer! AMO CHUPAR!!!), e a cada gemido que ele dava eu molhava mais a minha calcinha. Chupei como nunca na minha vida, mordi, lambi muito tanto o pau quanto o saco dele, até ele me avisar entre gemidos e sussurros que gozaria (PRONTO... fiquei alucinada, acreditem ou não... gozei ali mesmo, sem nem tocar na minha buceta... só de saber que ele tava pra gozar... hummmmmm...) aumentei o rítimo até ele tentar puxar a minha cabeça pra que eu pudesse tirar seu mastro da minha boca (até parece que eu tiraria ele de dentro da minha garganta!), olhei pra ele bem nos olhos e falei " vai meu safado... vai... goza pra sua putinha, vai... e me da logo seu leite...", abocanhei outra vez o mastro do meu macho a tempo de sentir a mão dele puxando meu cabelo, e aquele jato quente inundando a minha boca e garganta (quase gozei novamente!), e como toda boa putinha... bebi todo o leite do meu macho, e ainda lambi os lábios com vontade de quero mais!
Ainda ouço aqueles gemidinhos maravilhosos, e sempre fico cheia de tesão só de pensar. Bom, nessa noite acabou acontecendo muito, mais muito mais que isso entre eu e Julian, só que o resto eu conto numa próxima vez. Beijos a todos!!! Me m dando suas opiniões, vou adorar responder a todos!!!!

Mônica
Mon Jan 12 14:51:00 2004



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Foda Animal


Meu nome é Rogério, tenho vinte anos. A história que vou contar ocorreu quando eu tinha dezoito.
Tenho dois cachorros machos, um rotweiller e um pastor alemão. Certa época notei que eles viviam brigando e acabei descobrindo o porquê: eles viviam tentando transar um com o outro. Então, para resolver a situação e já devido a uma certa excitação, é lógico, comecei a masturba-los de vez em quando. Mas, ao ficar pegando naqueles paus enormes e suculentos, outras coisas começaram a passar pela minha cabeça. Então, inicialmente comecei a deixar que lambessem meu pau enquanto me masturbava (e eles lambiam até a última gota da porra, avidamente), depois passei a ficar roçando meu pau no de um deles enquanto nos masturbava e ele despejava continuamente aquela porra quentinha no meu pau (isso era um tesão danado) e, posteriormente, passei a chupa-los: enfiava a rola deles na minha boca até a garganta e eles gozavam sem parar me deixando louco (é claro que eu engolia tudo, pois a porra era muito gostosa. Por fim, até tentei meter no cu de um deles com camisinha e lubrificação mas não teve jeito, ele não liberou e ficou nervoso.
Finalmente, então, tomei uma decisão: ia finalmente dar o cu para ambos meterem até não querer mais. Primeiramente, dei um banho neles para ficarem bem cheirosinhos para a inauguração do meu rabo. Então, fui ao banheiro, pequei um óleo jhonson que lá estava e passei no cu, enfiando um dedinho para lumbrificar dentro também, afinal de contas ele seria arrombado por imensos caralhos (o do pastor alemão devia ter uns vinte e cinco cm por cinco de diâmetro, o do rotweiller era um pouco menor no comprimento). Assim, fui para o canil só com um short, sem camisa nem cueca (não tinha ninguém em casa) chegando lá, eles já ficaram bem atiçados, me cheirando todo e me lambendo. Quando tirei o short, começaram a lamber meu pau que já estava explodindo de tesão, então, fiquei de quatro e coloquei o pastor alemão em cima de mim. Ele não teve duvidas: enfiou tudo numa estocada só. Doeu bastante, mas ainda tive sorte de o pau do cachorro estar relativamente pequeno nesta primeira inserção. A partir daí ele começou a meter ferozmente e com uma força incrível, com o pau cada vez maior e mais grosso e gozando horrores dentro de mim. Era um vai-e-vem alucinante: ele me agarrava cada vez mais forte enquanto dava estocadas cada vez mais rápidas. Eu tremia de tesão tentando não gozar ainda. Enquanto isso, eu sentia o cachorro me arranhar as costas pela ânsia do coito e soltar baforadas quentes na minha nuca o que só aumentava meu tesão, e o outro cachorro só lambendo meu pau. Ficamos neste sexo selvagem bem uns dez minutos, até que o pastor alemão cansou de meter e, depois de uma certa pausa ainda dentro de mim, saiu de cima, fazendo jorrar muita porra do meu cu arrombado e dolorido. Vendo que a posição vagara, o rotweiller não perdeu tempo e montou em mim me agarrando com força e enfiando sem dó no meu rabo, e como ele já estava muito excitado, seu pau já estava no tamanho total. Este cão era extraordinariamente forte e me agarrava como se fosse sua fêmea, apertando meu quadril ao encontro do seu pau. Eu urrava de tesão enquanto ele metia gostoso na minha bundinha e acabei gozando na boca do pastor alemão que lambia meu pau. Ele metia ainda com mais força que o outro cão no meu pobre cuzinho tanto que, após um longo período de coito feroz, acabou que o nó do seu pau também penetrou no meu cu causando uma dor imensa (quem entende de cães sabem quanto este nó é grosso em relação ao resto do pênis do animal), soltei um grito de dor. Dessa forma ficamos engatados por mais, pelo menos vinte minutos, ele não metia mais, mas seu pau pulsava e gozava dento de mim e eu ficava mexendo o quadril para ficar sentindo a pica lá dentro, acabei gozando mais uma vez neste tempo. Quando o pau do cachorro finalmente começou a reduzir, ele o tirou de dentro de mim, fazendo meu cu jorrar de novo uma quantidade inacreditável de porra. Como ainda não estivera saciado e se excitara novamente, antes que eu pudesse reagir, o pastor alemão montou em mim e me agarrou de novo e me fodeu bem forte por mais uns cinco minutos com seu enorme cacete, me fazendo gozar pela terceira vez. Terminada a orgia animalesca fiquei deitado um tempo no chão do canil, meio desfalecido de tanto prazer e cansaço, com o cu todo arrombado e dolorido de tanto ser fodido pelos meus animais, e vazando muita porra (e eles ainda lambiam meu cu e meu pau). Depois, voltei cambaleante para casa, com o gozo dos meus cães ainda escorrendo do meu cu. Tão cansado eu estava que dormi daquele jeito mesmo, sem me lavar. Sempre que possível, repito este sexo selvagem com meus cães, embora nunca mais tenha sido tão bom, pois eles geralmente não estão mais com tanto tesão e meu cuzinho não é mais virgem. Sempre fui hetero, nunca transei com nenhum homem, mas garanto que, embora bizarro esta prática sexual é a melhor que existe. Recomendo a todos que tenham estes belos animais de estimação, que são os melhores amigos e os melhores amantes do homem!

Rogério
Sun Jan 11 19:43:52 2004



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Foda Animal 2


Meu nome é Rogério e a algum tempo publiquei um conto de como foi a minha primeira vez que eu dei o cu pros meus cães (republiquei o conto agora para quem não o leu na época). Agora vou contar uma história que aconteceu a pouco tempo.
Resolvi viajar para a fazenda com meu pai e dei a idéia de levar nossos dois cães, o rotweiller e o pastor alemão, para que respirassem novos ares (já viram tudo né?).
No segundo dia de estadia na fazenda, surgiu a oportunidade que eu tanto esperava: meu pai ia com o pessoal da fazenda tratar de umas questões em um local longe da sede. Assim, peguei meus dois cães e depois os dois cães da fazenda, que já me conheciam bem, um boxer e um fila enorme e levei todos a um estábulo meio abandonado que tinha lá por perto. Chegando lá, amarrei o fila e o rotweiller para não dar muita confusão e já fui tirando a roupa. Claro que todos os cães já sabiam o que iria acontecer e já estavam super excitados: os que estavam soltos pulavam em mim e me lambiam todo. Então, fiquei de quatro e o pastor alemão já veio me agarrando com tudo, enfiou toda a sua tora já inchada de uma só vez no meu rabo, soltei um gemido de prazer e de dor. Já fazia umas três semanas que eu não dava o cu pros meus cães, por isso eles estavam com muito tesão e eu com o cu meio apertado. A partir daí ele começou a meter cada vez mais forte no meu cu, me agarrando firme, enfiando tudo a cada estocada, e eu só mexendo a bunda para aproveitar ao máximo a trepada. O outro cachorro lambia meu pau, meu saco e até lá na borda do meu cuzinho de onde saia um pouco da porra do cachorro que me comia. Ficamos assim por muito tempo, numa das maiores e mais gostosas fodas da minha vida, até que, exausto, o animal saiu de cima de mim e meu cu trasbordou uma grande quantidade de porra do animal que me comeu. O boxer já veio todo tarado pra comer meu cu já bem dilatado pelo pau do pastor alemão, então resolvi inovar: deitei de costas em cima de alguma coisa segurando as pernas bem abertas, como se fossa a posição franguinho assado. Ele aprovou a idéia e pulou em cima de mim me agarrando pelo abdômen e metendo o cacete todo de uma vez em mim, com muito tesão. Aproveitei a posição para entrelaçar minhas pernas e meus braços no dorso do cão e uni-lo ainda mais a mim. Então ele metia freneticamente no meu cu, me segurando com toda a força, enquanto eu também me agarrava com força a ele, sentindo todo o seu corpo quente em atrito com o meu, sentia inclusive meu pau roçando forte na barriga nua do animal, desta forma nem precisava pegar nele para me excitar. De vez em quando ele ainda me lambia o pescoço para aumentar ainda mais o tesão. Jamais pensei que aquele cão pudesse me dar tanto prazer. Ficamos fodendo assim mais de dez minutos, o cão realmente estava com muito tesão acumulado. Gozei na barriga do animal sem precisar pegar no meu pau e depois de um tempo ele parou de meter e saiu de cima de mim, deixando o pastor alemão lamber o meu pau lambuzado e meu cu transbordando de gozo do animal. Estava cansado e me lembrando que ainda teria que dar o rabo para dois cães foderem, que estavam doidinhos lá amarrados.
Foi ai que notei que da porta entreaberta do estábulo alguém me observava meio escondido. Vi que era o filho do peão, um rapazote de uns quatorze anos, que era bem tímido e meio delicado. Quando viu que eu o reparei, ficou meio desconcertado. Fui andando nu na sua direção e ela acabou decidindo entrar. Então ele disse que não tinha ido com seu pai e que entrou ali por acaso, perguntei se ele estava gostando do que via e ele disse que sim, meio sem jeito mas visivelmente excitado. Então perguntei se ele queria experimentar e ele falou que nunca tinha feito isso e que tinha medo. Então eu disse que da primeira vez era assim mesmo e que doía um pouco mas era muito bom. Então ele acabou concordando e eu fale para ele tirar a roupa que eu iria fazer o meu rotweiller comer ele bem gostoso. Então, coloquei ele de quatro e enfiei um dedo lumbrificado com saliva no cu dele e falei para ele relaxar bem o cu quando o cão fosse meter nele. O pau dele já estava duríssimo de tanto tesão, mas era pequeno, deveria ter uns doze por quatro cm. Então eu soltei o rotweiller que, como não era bobo nada entendeu que era pra currar o garoto e prontamente pulou em cima dele e o agarrou com toda a força, enfiando todo o membro já totalmente inchado no cu virgem do garoto em um estocada só. O garoto gritou de dor, implorou para mim tirar o animal de cima dele, vi lágrimas rolarem das seus olhos, mas eu disse que no começo era assim mesmo e deixei o meu cão arregaçar o cu do garoto. Tinha uma excitação especial aquela cena: o animal todo negro, peludo e feroz metendo forte no garoto branquelo, quase sem pelos e delicado. Dava um pouco de pena do garoto mas era muito excitante. Notei que o pau dele recolheu devido à dor das ferozes penetrações. Então resolvi punhetá-lo e depois chupa-lo um pouco. Então, vi que agora ele gemia igual a uma puta e rebolava para o cão meter bem fundo no rabinho dele. Passei a foder a boca dele enquanto meu cão fodia o cu dele, pois já estava bem excitado. Logo gozei na garganta do sacana e ele quase se engasgou com a porra. Agora o pastor alemão lambia o pau dele e ele se punhetava. Ele gozou na boca do pastor alemão que lambeu tudo, mas nada do rotweiller parar de comer o cu apertado do garoto, ele realmente estava gostando da carne nova. Logo o putinho voltou a ficar excitado e a rebolar para o animal meter gostoso. Depois de um tempo ele saiu de cima do garoto mas eu nem pude avaliar o estrago no cu do menino pois o pastor alemão resolveu comer também o desgraçado, porque já viu né, os cães que são criados juntos sempre gostam de fazer tudo igual um ao outro e estes meus se especializaram na fodelança. O garoto nem ofereceu mais resistência, pois estava adorando ser fodido de forma tão selvagem. Agora o putinho gemia ainda mais pois o pau do pastor alemão era maior e mais grosso que o do rotweiller. Depois de um bom tempo enrabando o menino o pastor alemão o deixou e eu pude avaliar os estragos feitos: o menino estava exausto, suado e todo vermelho de tanto "exercício" , suas costas e o lado do abdômen arranhados pela selvageria dos animais que o curraram e o seu cu estava todo vermelho e arregaçado, é claro, e escorrendo muita porra canina e até um pouco de sangue. Esta cena foi demais para mim: resolvi, eu também comer o cu do garoto. Sem mais delongas, meti meu membro em seu cuzinho suculento e latejante. Meu pau tem um bom tamanho, uns dezessete por cinco, mas é menor do que o dos cães, é claro. Assim, entrou sem a menor dificuldade no cu arrombado do garoto, que gostou da idéia e gemeu para mim também, que nem uma putinha. Aquele cuzinho inundado de porra quentinha dos meus cães era demais.
Foi aí que aconteceu o melhor de tudo, vocês não vão acreditar mas é verdade: o fila, cansado de assistir a tanta fodeção sem participar, conseguira se soltar e pulou em cima de mim me agarrando. Estremeci, pois sabia que o pau do cão era muito maior que todos os que já aviam arrombado meu cu, devia ter uns trina cm por seis! Mas resistir era inútil, a única coisa a fazer era esperar ele encontrar o meu buraco e agüentar o tranco. Ele encontrou e enfiou tudo de uma vez sem dó. Gente... vocês não podem imaginar o que é ser fodido pelo enorme pau do fila ao mesmo tempo que comer o cu suculento do garoto, são as duas coisas mais excitantes que consigo imaginar juntas. O fila não queria nem saber, queria era me fuder até o talo de forma que eu jamais esquecesse. Ele me comia muito forte, e eu só sentia meu cu sendo arrombado, aberto ao máximo. Com certeza, se ainda havia alguma prega no meu cú, já era. Quando eu chegava perto de gozar, tirava o pau do cu do rapaz e depois voltava a fodê-lo. Ficamos nesse trenzinho por muito tempo até que gozei abundantemente no cu do branquelo. Mas o fila não queria parar de me foder, já não estava mais agüentando a dor no meu cu. O menino ainda chupava o meu pau mas ele não chegava mais a ficar duro. Quando o fila finalmente me soltou, caí desfalecido com meu cu jorrando porra e sangrando.
Quando acordei, todos os cães tinham saído, com exceção do boxer que comia o putinho na posição frango assado(!). Ele disse que também tinha cochilado mas acordou com o cão lambendo o cu dele e resolveu dar para ele...Depois eu comi o garoto também nesta posição, vestimos as roupas e fomos embora. Combinamos de nos encontrar no outro dia com os cães, é lógico. Fizemos esta e mais uma vez, rolando ainda muita fodeção, portanto. É claro que não foi como a primeira, quando os cães estavam com muito tesão acumulado. Foi um custo fazer a viagem de volta sentado no banco da camionete, de tanto que eu havia sido fodido pelos quatro cães. Mas o moleque ficou pior ainda, tenho certeza.
Falou! até a próxima.


Rogério
Sun Jan 11 19:42:27 2004



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Eu, Meu amigo e seu irmão


Eu, Meu Amigo e Seu Irmão

Olá, meu nome é Arnaldo, tenho anos e vou contar uma estória que começou a pouco tempo. Eu tenho um amigo que se chama Carlos a um certo tempo eu andava sentindo muito tesão por ele, que é loiro tem um corpo legal, sem pelos e como alguns traços delicados, ao contrário de mim que sou moreno, peludo e mais másculo. Acabei tomando coragem de realizar meu intento e tive uma idéia. Chamei-o para nadar lá em casa, como já tinha feito outras vezes mas agora não havia ninguém em casa. Então nadamos, conversamos, batemos uma bolinha... Saindo da piscina, devíamos tomar uma ducha num chuveiro que tinha em um cômodo coberto lá perto. Então fui primeiro tirei o calção e comecei a tomar um banho completo quando ele veio e vê viu nu tomou um certo susto, pois era meio tímido e geralmente a gente tomava o banho de calção e se trocava no banheiro. Fiquei conversando com ele normalmente, e vez ou outra ele olhava pro meu pinto disfarçando muito mal. Eu não estava com o pau duro já que a ducha era fria. Quando eu saí, fiquei lá ainda me enxugando e conversando enquanto ele tomava banho, também nu. Eu nunca tinha visto ele assim... ele quase não tinha cabelo nem no saco... Então, quando ele foi passando por mim, abracei-o com força por trás, já com o pau duríssimo roçando na bunda dele e com um a mão no pau dele. O primeiro impulso dele foi de se afastar, mas facilmente se entregou a mim. Fizemos um meia-nove bem legal, pois ele chupava direitinho e até engolia meu pau de vez em quando. Então, manifestei o desejo de fudê-lo e ele disse que nunca tinha dado o cu para ninguém e que tinha medo da dor (e meu pau é um pouco maior que o normal, uns dezessete por seis cm, o dele era menor, devia ter uns quatorze por cinco) então eu disse para ele não se preocupar: primeiro lambi bastante o cu dele, enfiando um pouco a língua, depois enfiei um dedo, dois, três, girei eles no cu do meu amigo e finalmente parti para a penetração com o meu membro. Com ele de quatro, falei para relaxar bem o cu pra mim meter nele gostoso, aí, abri bem a bunda dele e fui empurrando a jeba e ele gemendo de dor até que entrou tudo. Fiquei um pouco parado para ele se acostumar com o volume e depois comecei a meter com cuidado, devagar. Ele mesmo pediu para eu meter mais rápido e ai eu fui metendo cada vez mais forte, até o fundo, dizendo que ele era muito gostoso e que eu estava querendo comer aquele cu a muito tempo e ele gritando "isso, meu macho, me come gostoso, arregaça o meu cu..." Depois de um bom tempo nessa foda, eu gozei abundantemente no rabo dele e ele, que eu masturbava, gozou também, na minha mão e eu dei para ele lamber. Ai ele deitou não chão de bruços exausto, com o cu todo vermelho e arrombado, saindo um pouco de porra. Ele me contou que fantasiava em dar o cu mas não tinha tido coragem, e que nunca pensou que fosse tão bom. Naquela tarde nós ainda nadamos nus, nos demos uns amassos e eu acabei comendo ele mais uma vez, na posição frango assado, na beira da piscina. A partir daí começamos a nos encontrar regularmente, fodemos de todas as formas imagináveis e em todos os locais possíveis. De vez em quando, eu deixava ele me foder, mas sempre preferi ser o ativo.
Esse meu amigo tem um irmão menor que eu já pensava em incluir nas nossas aventuras sexuais. Manifestei meu desejo a ele e quanto ao irmão e ele teve uma idéia. O irmão dele, que se chamava Henrique, era muito gostosinho, tinha doze anos, ar infantil, também loiro e branquinho. A idéia era a seguinte: o meu amigo e seu irmão iam ficar vendo fotos de sacanagem no computador, como às vezes faziam, e, quando o menino fosse se masturbar no banheiro (o quarto era uma suíte) eu lá estaria, pelado. Assim fizemos. Quando ele entrou no banheiro em me viu já bem de perto com o pau duro ficou bem assustado e eu disse: "vem cá e chupa meu pau", olhando para o irmão assustado este disse bem sacana: "vai, obedece" então ele se ajoelhou e começou a chupar o meu pau meio sem jeito. Meu amigo se despiu e deu o pau para o putinho chupar também. Eu mesmo arranquei a roupa do menino. Cara! Ele era gostosinho demais... era todo lisinho e sem pelo nenhum, em lugar algum do corpo! Fique com um tesão fora do comum e disse "hoje você vai virar nosso putinho" apoiei ele na bancada do banheiro e passei um gel no cu dele enfiando um, depois dois e então três dedos, com força, e ele reclamando de dor. Sem me importar com isso, abri a bunda dele e enfiei tudo de uma vez. Ele soltou um grito de dor, mas eu tapei a boca dele com a mão e continuei metendo com toda a força naquele cuzinho apertado, com violência mesmo, vi rolar uma lágrima. Quando vi que ele não estava mais querendo gritar tirei a mão da boca dele, agora ele só gemia baixinho. Logo gozei fartamente no cu do putinho. Então, assim que saí, o irmão dele o colocou de quatro no chão e começou a meter nele. O pintinho do garoto estava duro apesar de toda a dor sofrida..., sinal que estava gostando muito de ser comido. Dei meu pau para ele chupar, pois pretendia come-lo de novo. Depois de um bom tempo, meu amigo gozou no cu do irmão e eu passei para a segunda foda. Desta vez o cu do putinho já estava bem mais fácil de meter, mais dilatado pela fodeção e muito lubrificado por estar cheio de porra, uma delícia. Fodí por muito tempo, já que já tinha gozado antes. No final, enquanto era fodido ele fazia um meia-nove com o irmão, e assim todos gozamos mais uma vez...
A partir daí viemos fazendo todas as variações possíveis: já comi o putinho dentro da piscina, na minha casa, na casa deles, no motel... De vez em quando deixo meu amigo me foder enquanto eu fodo o putinho, o que é muito bom, fizemos o inverso também (eu comendo o meu amigo enquanto ele traçava o irmão). Uma vez, inclusive, combinei com o meu amigo de irmos a um motel e comermos o putinho num esquema de revezamento até não agüentarmos mais. Foi assim: enquanto um fodia o cu do garoto, o outro ficava debaixo da ducha de água fria para conseguir foder mais sem gozar... desse jeito comemos o coitado por umas três horas seguidas, até despejarmos uma quantidade incrível de porra no reto do viadinho... uma loucura. É isso ai, espero que tenham gostado e gozado muito... até a próxima.
Arnaldo - Sun Jan 11 19:22:26 2004
ooooooooooooooooooooooooooooooooooo
1926
De: "Sandro 01"
Data: Qui Fev 19, 2004 5:24 pm
Assunto: ESTA ACONTECEU COMIGO!
From: junott junott
Comigo também aconteceu...É claro!
E lá estava eu com o meu carro a espera de algo de novo no jardim dos namorados, a noite prometida algo, o clima, o ar, o cheiro de sacanagem, tudo mais, só que da maneira inusitada que aconteceu o fato narrado a seguir era o que realmente eu não esperava.
Ao meu estacionou um Fusca Branco, meio surrado, mas ainda em cima, em seu interior um casal de jovens namorados que rapidamente deram inicio a uma sessão de beijos e amasses por demais excitantes, em alguns minutos a garota já estava com seios a mostra e praticando sem cerimônias um coqueiro dos mais bonitos, com os seus cabelos negros e longos cavalgava em seu parceiro ao gritos e berros.Tranqüilamente como convém a um olheiro,aliás um vouyer de responsabilidade me posicionei no banco do carona para apreciar mais detalhadamente a cena a minha frente. Vez ou outra havia olhares por parte da garota para o meu lado juntamente com um sorriso despretensioso.Pensei comigo mesmo: Vou me dar muito bem!...Baixei ainda mais o meu vidro enquanto o casal mandava vê... Mas eis que de um momento para o outro a menina levanta-se de cima do seu namorado abre a porta do veiculo e abaixa-se ao lado do meu carro, com uma camiseta em mãos e em sussurros diz: Por favor, abra a porta! Por favor moço!Ligeiro!Ligeiro...Não entendi nada, achei que iria rolar uma sacanagem legal...Meio desconsertado abrir a porta passando eu para o banco do motorista e ao meu lado estava um corpo escultural, branquinho, e uma mulher afobada que vestiu a camiseta e exclamou: Puxa vida esqueci a saia e a calcinha...Puxa!... Eu atônito sem entender mais nada, calado fiquei! O Fusca saiu em disparada, quase batendo em meu carro. Baixando a cabeça tempos depois veio a justificativa: Olha moço este rapaz é meu namorado, meu pai não quer, vive nos perseguindo, e eu acho que aquele carro que estava vindo para cá era ele, fiquei com medo e sair correndo para o seu carro tem problema? Ao que respondi: Nenhum é claro, mas olhe você estar somente de camiseta... E ela: É, sem calcinha e a saia, esqueci no carro de fulano, mas ele volta pode esperar! Não houve como me conter diante daquele corpo bonito, jovial e deliciosamente presente ao meu lado, mesmo procurando se arrumar não havia como deixar de olhar aquela bocetinha muito cabeluda e as suas volumosas coxas que de logo fizeram meu pau em riste (cinicamente comportado), não deixei de ficar olhando, e ela meio desajeitada com o tempo (que não foi pouco de espera) entrou no clima de papos variados. Vez ou outra estacionava ao lado um ou outro carro e mandava vê...Ela observada e com a cara de sacana sorria para mim que por pouco não tirava o pau para fora e batia uma suave e deliciosa punheta. Mas, infelizmente não tive a ousadia de incrementar o papo diante da maneira muito educada de se portar da mesma, talvez estivesse me sentindo um guardião (um guardião filho da Puta), mas mesmo assim elogiei o seu corpo a sua Bocetinha cabluda, dizendo-lhe que se por acaso ele não voltasse teria eu que providenciar vestimentas adequadas para ela,que não ficasse tranqüila... Minutos depois aparecer o safado do namorado, todo ofegante, e agradecendo; brigado, briga- do cara! Valeu!Valeu! Vamos embora filha vista a roupa...Enquanto saia do meu carro disse a mim o numero do seu telefone e pediu: Liga pra mim... Quando relatei aos outros olheiros o acontecido, as respostas foram as mais variadas possíveis: de sacana a veado, de frouxo a educado foram alguns dos elogios recebidos...Só que eles não sabiam e muito menos eu, que o numero daquele telefone iria me proporcionar inúmeras alegrias e fodas geniais...verdade verdadeira!
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1927
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 2:41 pm
Assunto: Conto - Tirou a tanga e virou macho


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TIROU A TANGA E VIROU MACHO



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"Tenho 26 anos, sou professora de aeróbica numa academia onde vou duas vezes por semana. Sou casada há quatro anos com Fábio, engenheiro de manutenção numa indústria multinacional. Fábio trabalha em horários com escalas diferentes, o que, às vezes, cria alguns desencontros entre nós. Mas, como não temos filhos, na nossas folgas aproveitamos para pôr em dia nossos desejos reprimidos. Recentemente, Fábio sofreu uma torção no pé e ficou impedido de dirigir. No período de recuperação dele, eu deveria buscá-lo, independente do horário de seu trabalho. No primeiro dia de minha nova missão, era perto de onze da noite quando fui apanhá-lo. Levei um susto ao me deparar com um grupo de travestis fazendo ponto espalhados pela quadra toda. Confesso que fiquei perturbada, sem saber o que fazer, diante dos olhares e gestos provocativos que faziam. Com certeza estavam me confundindo com alguém à procura de aventuras. Para complicar, alguns carros paravam bruscamente, me obrigando a desviar ou aguardar que retomassem a marcha. Terminando aquele percurso, meio indignada com o que vi, comentei com Fábio minha situação e ele deu uma bela gargalhada. Perguntou-me se eu havia gostado de algum em especial, pois entre eles havia um que era um verdadeiro fenômeno da natureza. Apesar de dar aula para alguns homens afeminados e belas e esculturais garotas, nunca me passou pela cabeça Ter o menor interesse por esses tipos estranhos. Mas, para meu espanto, no outro dia, lá estava eu novamente, agora mais observadora diante dos comentários de Fábio. Realmente, havia um ou uma com cabelos louros, cacheados até perto da cintura, trajando um minúsculo vestido preto, sapatos de saltos bem altos, com um rosto de anjo inocente que faria inveja a qualquer mulher por mais vamp que fosse. Pelos comentários de Fábio, só poderia ser aquela que estava ali há alguns metros da janela de meu carro me jogando beijinhos e acariciando os seios provocantemente. Disfarcei como quem não quisesse nada, dei mais uma volta na quadra para melhor observar aquela gata sensualíssima e parti para minha obrigação. Não posso explicar o que ocorreu comigo, mas naquela noite até Fábio estranhou minha voracidade quando chegamos em casa. Até mesmo na academia passei a observar melhor o corpo das gatinhas, o que refletia alguma mudança no meu comportamento até então muito convencional. O próximo turno de Fábio terminaria apenas no dia seguinte e um carro da empresa deveria trazê-lo para casa. Isso me deixaria livre logo após a aula. Ao invés de ir para casa, peguei o carro e fui direto para o ponto das meninas. De longe, já a havia avistado num ponto mais escuro e afastado da rua. Meu coração começou a bater desenfreadamente quando parei o carro e ela veio em minha direção, esbanjando charme e sedução. Sem dizer uma palavra, entrou no carro e saímos em disparada. Fomos direto para o motel. Meio inibidos fomos trocando algumas palavras sem muita importância para o momento. Enquanto isso, eu observava aquele exemplar andando vagarosamente pelo quarto como que fazendo um reconhecimento. Finalmente, ela sentou-se ao meu lado na cama, me encarando e oferecendo os lábios carnudos num longo beijo. As mãos me enlaçaram e o perfume que vinha daquele corpo me embriagava. Fui então me soltando e minhas mãos já tocavam aqueles seios rijos. Jogamos os corpos na cama e fui levantando o minúsculo vestido que ela usava, descobrindo uma tanguinha vermelha de renda cobrindo, não sei como, um monumental cacete. Estava duríssimo e saltava para fora da tanguinha. Fui beijando as coxas até alcançar o pau. Não resisti e engoli aquele enorme e grosso mastro. Comecei a me livrar das minhas roupas, ficando só de calcinha. Depois, rolei na cama com aquele ser tão tentador, que acabou arrancando a minha calcinha. Não estava agüentado mais e só tive tempo de pegar a camisinha na bolsa antes de enterrar aquele cacete em minha boceta. Não demorou muito para que eu começasse a soltar uivos de tesão e a gozar como nunca tinha gozado. Dei uma pequena trégua e parti novamente para o ataque, deixando ela peladinha e virando-a de bruços. Inebriada, passei a esfregar a boceta na bundinha dela. Com uma das mãos, masturbava o pau reluzente por baixo do corpo. Senti que ela, pouco a pouco, foi entrando no ritmo de quem também estava afim de desfrutar de meu corpo. Deitei na cama, abri as pernas e recebi uma língua quente e macia abrindo os lábios de minha xoxota. Num gesto brusco, levantou-se, ficou de joelhos e me colocou de quatro. Não precisou esperar muito tempo para entender suas pretensões. Senti sua língua quente me lubrificando o cú e em seguida um ferro em brasa rasgando minha carne. Tentei relutar, mas foi em vão. Metade já estava lá dentro. O negócio era relaxar e aproveitar. Ficamos por mais algumas horas no motel quando tomamos banho juntas e, mais uma vez, ela me agasalhou com com sua pica lubrificada pelo sabonete. E, novamente, comeu minha boceta. Finalmente, paguei-a pelos serviços, saímos e deixei-a num local próximo de onde a pegara, prometendo outro programa para breve. Quem sabe, com dois travestis?" Zeila- Goiânia, GO
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1928
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 2:43 pm
Assunto: Conto - Tesão pelo primo


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TESÃO PELO PRIMO

" Me chamo Bruno e tenho 18anos e moro em BH. Desde o inicio da minha adolecencia tenho verdadeiro tesão pelo meu primo cristiano.Ele tem 21anos,1,90m,Cabelos pretos,olhos azuis,todo peludinho,corpo malhadinho e os ombros largos,já que é mergulhador da marinha.nas ultimas ferias ele veio passar aqui em casa(mora no Rio).quando ví ele chegando aqui em casa já fiquei excitado.Seria a minha grande chance de transar com meu priminho.Ele ficou dormindo no meu quarto que tinha uma cama sobrando.Ele dormia só de cueca já que estava uma epoca de muito calor.Eu acendia a luz toda madrugada e me masturbava venda aquela delicia dormir.até que certa noite enquanto me masturbava,ele acordou,me olhou com uma cara de safado e perguntou prque estava fazendo aquilo.Eu super sem graça resolvi contar que era gay e morria de tesao por ele.entao percebi que depois que eu disse aquilo ele ficou excitado e disse que adoraria me comer.ainda deitado ele tirou seu delicioso mastro pra fo! ra da cueca .era enorme tinha uns 22cm.uma glade vermelinha,brilhante e também enorme.sabia que aquilo entrando em meu cuzinho virgem iria doer demais mas que o prazer seria maior.Comecei a chupar aquele cacete,passando a lingua em cada centimetro,chupei seu saco peludinho deixando todo babadinho,ele pedia pra eu não parar forçando minha cabeça contra o seu pau.abri aquelas pernas grssas e cabeludas passando a lingua naquele anelzinho peludinho e suadinho e ele gemia de prazer batendo uma punheta gostosa.entao ele se levantou da cama e pediu para que eu deitasse de costas.foi pegar um creme qualquer.passou o creme em toda volta do meu cu e depois enfiou o dedo num vai e vem maravilhoso.lubrificou seu Caralho e deitou por cima de min. senti a cabeça do seu pau forçando meu cu e foi penetrando devagarzinho.eu mordia o travesseiro de tanta dor que dopois deu lugar a um enorme prazer.ele fricionava o seu corpo peluno nas minhas costas e me fudia com todo prazer,nos doi! s gemiamos e suavamos e era maravilhoso.só estava com medo que meus pais escutassem.ate que ele gozou enchendo meu rabo de porra.pedi que ele ficasse deitado sobre min sem tirar o pau até que amolece-se,enquanto eu gozava no lençol da cama.depois disto nos limpamos e dormimos abraçados.'daí pra frente foram noites ardentes até o final das férias dele.Ah que saudade...
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1929
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 2:44 pm
Assunto: Conto - Tequila


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TEQUILA



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" Os nomes das pessoas que participaram desta historia serao trocados para evitar constrangimentos. Tudo começou quando eu (Joe) e mais 3 amigos (Ross, Chandler e Richard) resolvemos visitar uma cidade proxima a nossa para curtirmos uma "festinha' com algumas garotas que haviamos conhecido na universidade de nossa cidade. Ao chegarmos lá, rodamos de carro um pouco até entrarmos no clima que a tequila estava nos proporcionando. Após muito rodarmos e as garrafas esvaziarem resolvemos parar em um barzinho da cidade para esperarmos as garotas e aumentar a expectativa. Depois de meia hora elas chegaram e nos chamaram para irmos à casa de uma delas , cujos pais haviam viajado. Lá chegando começamos a conversar e continuamos bebendo. Literalmente fomos invadindo o bar da casa enquanto o tesão ia crescendo em nossas calças. De repente Chandler agarrou a dona da casa e começou a bulina-la na frente de todos nós, correndo suas mãos por todo o corpo dela. Não aguentando de tesão Ross agarrou a outra menina colocando sua mão sedenta de sexo dentro da calcinha dela acariciando sua vagina que ja estava molhada e latejando. Quando dei por mim, Richard ja estava deitado no sofá tirando a camiseta da outra menina, que acariciava gentilmente seu pênis já rijido e latejante. Ao observar que algo ja havia começado me atraquei com a bela morena de olhos azuis. Não aguentando de tesão coloquei a mão dela dentro de minha calça (pois não uso cueca ) para que ela me masturbasse enquanto beijava seus mamilos rosados , mordendo ferozmente sem dó. Foi quando Chandler atirou a menina contra o balcão do bar arrancou violentamente a calcinha dela e ja foi introduzindo seu membro ja quase explodindo de tesão naquela buceta sedenta de sexo. Richard estava sentado no chão enquanto a guria que estava com ele sugava seu pinto vigorosamente e ele fazia caras de prazer intenso. Ross sentado no sofá derramava licor sobre os peitos com bicos duros e lambia impulsivamente enquanto ela cavalgava sobre ele. Quando dei por mim, ja estava totalmente nu sobre a vadiazinha com suas pernas arreganhadas para cima apoiadas em meus ombros para que ela sentisse as minhas bolas batendo em seu anus e ela sentia o canhao inteiro penetrando aquele campo de guerra ja um tanto devastdo de muitas batalhas. Richard , ja um tanto bebado jogou whisky sobre a buceta da ardente putinha que saiu aos berros , gritando de dor. Ao ver a cena, Richard nao resistiu, caiu de boca para não desperdiçar o whisky derramado. Ao sentir seua verga raspando em seus labios, a vaquinha começou a lamber e dar leves mordidas enquanto chupava em uma sensaçao de alivio e prazer, foi um incrível 69. Chandler ja louco para comer aquele cu que mais parecia um girassol pegou um batom que estava ao chao e enfiou naquele anus piscante para dar uma lubrificada, enfiando então sem dó ou arrependimento todo seu caralho de uma só vez. A piranha gritava em um mixto de dor e prazer , cavalgando como se estivesse em um rodeio. Eu, ja alucinado e completamente torto da bebedeira fiz com que aquela puta adolescente sentasse sobre meu caralho com sua buceta quente e umida e se abaixasse para que eu pudesse morder seus peitos que esfregavam em minha cara. Ja com a a putaria generalizada , gritos ecoavam por todos os lados, que putaria!!! Depois de horas , ja cansados e sem nem ao menos lembrarmos direito os nomes das piranhas , fomos embora( obviamente satisfeitos e levando alguns "brindes" do bar , afinal precisavamos de combustivel para volta) e elas ja tinham bebido muito da nossa porra. Isso aconteceu ja faz algumas semanas, mas todos os dias pensamos em voltar àquela casa, refazer a viagem. e que viagem!!!!!!!!!!!!"
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1930
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 2:45 pm
Assunto: Conto - TENTATIVA E FATO


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TENTATIVA E FATO



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" A muito tempo venho lendo os contos eroticos e só agora tive coragem de mandar o meu."Véridico" hoje tenho 24 anos deis dos 18 anos sou casada alias muito bem casada, meu marido é empresario de uma cadeia de lojas eu me chamo Alice e ele Carlos que tem agora 30 anos"nomes ficticios"na época que aconteceu eu tinha 21 anos moravamos num condominio de luxo na cidade era fim de ano meu marido estava muito extreçado e iamos tirar ferias. estava em casa arrumando tudo para viajem que não ia ser nada perto era fora do pais nos ricos podemos:) meu marido foi na banca comprar jornal quando eu no quarto resolve tomar banho fiquei um bom tempo no banho me ensaboando pois Carlos gostava do meu cheirinho da minha loção de banho ele dis que adora meu corpo não viveria sem ele tem horas até que ele me assusta mas me faz sentir-me sexy também mutito mesmo fazemos loucuras para obiter prazer total prazer só eu e ele nada mas eu sou morena cabelos compridos bumbum arrebitado pernas grosas 1,74 e tenho 58kg, meu marido é um dois mas belos machos corpo atleta cabelos curtos lisos pele branquinha 1,82 e 78 kg assim que sai do banho vê um homem de porte pequeno cabelos lisos mas mal tratado aparencia rústica levei um susto de imediato assim que ele me viu sorrio com uma cara horrivel e disse __ oi gata? __ me lembrei que tava sem nada por baixo do roupão e segureio contra o corpo ele persebendo isso sorrio mas ainda com aqueles dentes amarelados a repuguinacia que sente foi enorme claro ele estava ale para roubar pensou que não tinha ninguei em casa . quando me recuperei do transe falei__ que você quer?__ mas ele não respondeu nada só sorrio como sempre e continuou ale parado me olhando não sei que passou na cabeça dele naquela hora __ meu marido ta pra chegar... __ mesmo? foi só o que ele disse __leve o que quiser mas não me machuqui__ pede __ machucar? hahahahahahahaha a risada foi cortante meu pavo aumento __ pensei cadê Carlos ?_- __eu só quero umj pouco de que você sabe... __ e me olhou em fração de segundo ele estava em cima de mim e eu luitando feirto louco para me libertar dele foi quando ele me esbofeteou me jogando na cama tentando tirar meu roupão que eu segurava feirto fera ele beija-me e passava a mão nas partes que estavam desprotejidas e eu ale tentando me livrar com bravura não podia chorara pois não ia ajuadar em nada foi quando Carlos chegou feito fera em cima do homem e o tirou de cima de mim saiu feito louco batendo no cara do homem... eu fiquei alé no quarto deitada na cama do mesmo jeito que estava uma hora antes quando Carlos apareceu os policias levaram o ladrao mas Carlos estava estranho me olhava de um jeito...__ que foi Carlos?__ corre para ele e o abracei mas ele me empurrou __vagabunada... eu mau saio para comprar um jornal e você esta se despedindo do seu amante? __você ta doido Carlos ? __eu gritei Carlos estava pensando que o homeme era meu amante... devia ser aquele ciúme besta dele __ como pode pensar uma coisa dessas de mim? __ todos do condominio olham para você mas se é sexo que você quer porque não me pediu? ele vansou em minha direção feito um cão ferroz me jogando na cama e em poucas fraçoes de segundo ja estava núa Carlos me chupava me beijava com tamanha violência, parecia um lunatico eu na quela cama tentando me defender da loucura de meu proprio marido que o ciúme devia estar o massacrando ele rosnava em meu ouvido palavras groceiras e eu não sei por que eu sentia praser com aquilo sentindo isso Carlos passou a chupar meus biquinhos de seio que já estavam durinhos de prazer a cada minuto tudo ia mas longe ele passou a chupar minha grutinha já flamejante o fogo que acendia dentro de mim era estontiante ma o desespero se apoderou de minha mente novamente o que Carlos estava pensanmdo de mim? então comecei a pedir que parace e ele parecia sentir um imenso prazer com aquilo me olhava a cada lambida que dava em minha grutinha molhadinha de tesão comecei a chorar foi quando ele tentou me possuir a força __ não. pare! não Carlos por favor! mas ele não parava parecia um alucinado. ele me possuio a força com toda aquela viril e espetacular potencia e masculinidade e a cada estocada meu corpo respondia com violentos orgasmos que eu ficava tonta eu chorava não só daquela situação mas também do tamanho tesão que tava passandoi pelo meu corpo Carlos esporrou para dentro de mim todo seu liquido quente e flamejante.... cansados dormimos ale mesmo nem viajamos mas Carlos e eu nos entendemos e hoje temos muito mas orgasmos do que antes daquilo. espero que tenhão gostado mas foi muito dificio na época . Não quero meu mail públicado
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1931
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 2:55 pm
Assunto: Conto - tarde de estudos


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TARDE DE ESTUDOS DE MATEMÁTICA



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" Oi, eu sou o Márcio e tenho uma história muito excitante para contar para vocês. Tudo começou a um tempo atrás quando eu vim estudar aqui, numa cidade chamada Belo Horizonte. Estava cursando o segundo ano do segundo grau e tudo ia muito bem até chegarem as provas. Mas isso não é nada, a minha relação com a classe era super legal, só que eu não era enturmado, mas uma alma salvadora venho me acolher e aconteceu isto que irei relatar abaixo. Eu, Márcio, 16 anos, 1.70 m, 75 kg, olhos azuis e cabelos loiros, estudava e ao chegar na época de provas fui surpreendido com um convite nem um pouco recusável. Minha admiradora secreta me convidou para que pudéssemos estudar juntos para a prova de matemática. Ela era linda cabelos negros, 1.60 m, 50 kg, olhos castanhos, em resumo um tesãozinho. Combinamos de que eu iria a casa dela as 14 hs para que pudéssemos estudar. Lá chegando, toquei a campanhia e ela a doce e meiga Christiane veio me atender toda sorridente... Fomos até o quarto dela, onde estava tudo arrumado para a nossa tarde de estudo, quase tudo arrumado. A Chris estava com um camisão, e virou para mim e me perguntou se eu gostei de seu camisão novo. Respondi que sim, então ela fez o que eu não esperava, tirou o camisão e estava nuazinha da silva. Aqueles seios durinho, aquela pele suave, doce, foi me deixando louco e cada vez mais o meu pau crescia. Logo a deformação em minha calça era visível. Ela chegou e me agarrou e começou a me beijar e beijar e eu a corresponder o seu ataque com deliciosos passeios pelas suas curvas e seus seios já se encontravam com os biquinhos durinhos. Me abaixei e comecei a chupa-los como um bezerro desmamado, como eram gostosos. Fui descendo pela sua barriguinha até chegar em seu delicado umbigo.. Que Maravilha !!!. Mas já que ela tinha me atiçado, deveria eu ir a diante nesta empreitada ???; até que ela me disse que fazia três meses que tinha terminado o seu namoro e que estava louca de tesão e por isso estava a fazer tudo isto. E eu estava a adorar. Desci mais um pouquinho até chegar ao seus pentelhinhos, que linda bucetinha ela tinha... Raspadinha, com os pentelhos bem negros que chegavam até a brilhar. Seus grandes e pequenos lábios eram intensamente carnudos e pareciam que estavam a chamar por mim, quero dizer, por minha rola, língua, etc.... Comecei a chupar, e chupar, e chupar e ela a gemer, e gemer, e a gemer e eu sem dó chupava cada vez mais intensamente e com mais força a espera que ela gozasse. Chris, estava quase arrancando os meus cabelos quando ela veio e meteu os dedos perto de minha boca e abriu mais a sua bucetinha que nesta altura do campeonato já estava em brasa e pedia por piedade e que colocasse a rola... Passeava com minha língua em seu clitóris e dentro de sua buça, toda ardente e ensopada.. Foi então que ela me pediu para que eu chupasses o seu cuzinho e alem disso me disse que como eu era o primeiro a chupar a sua buceta ela então me daria o prêmio de decabaçar o seu rabinho... No canto do quarto havia um sofá de dois lugares, e era o local ideal para fazer tamanha demonstração de gratidão por ela Ter guardado e dado a sua bundinha para mim.. Puxei o sofá para o meio do quarto e à coloquei com as pernas sobre o encosto das costas e com o rosto virado para o assento.. Como suas pernas ficaram para baixo, era uma vista maravilhosa de seu loló e logo abaixo sua buça cuspia de tanto prazer.. Peguei a minha língua de 12 cm e comecei a morder e a chupar a sua bundinha deliciosa.. Pouco a pouco fui me aproximando de seu cú e assim comecei a investigar com minha língua seu cú que me aguardou por tanto tempo...Que presente delicioso, não acham ??? Passava a minha língua juntamente com meus dedos em torno de seu cuzinho e conseguia umedecer até que minha língua conseguiu penetrar suas pregas e chegar dentro de seu loló, enquanto isso meus dedos brincavam com seu clitóris fazendo-a arrancar a capa do sofá.. Após alguns minutos de chupalambança, tirei-a de cima do sofá a joguei no chão para que pudesse penetrar em sua vagina mais que úmidecida . Coloquei- a deitada de frente para mim, para começar uma posição muito conhecida , o velho papai e mamãe. Deitei sobre ela e comecei a passar a cabeça de minha rola de 18 cm em seus grandes lábios e pequenos. Chris não se agüentava de tanto tesão e pedia para sentir logo o calor de minha pica. Fui enfiando devagarinho para não machucar, e Chris gemia e eu a me desfazer de tanto tesão.. Chris chorava de tesão e me arranhava as costas e tudo mais, me apertava e me puxava para cima dela .. Chris era o máximo... Perto do momento de maior glamour, Chris estava já toda mole de prazer, estava nas nuvens, gemia igual cachorrinho novo...Que delícia,,, Chris estava próxima de gozar e então me pediu para que eu me levantasse para que ela pudesse ver a minha rola entrando em sua bucetinha carnuda e quente... Me levantei, mas continuando a fazer o balê do sexo, naquele vai - e - vem maravilhoso... Chris ficou a olhar e a gemer . Quanto mais ela via, mais excitada ficava e mais próxima de atingir o êxtase ficava... Tirei minha rola toda para fora e ela a pedir para que eu a colocasse de novo , então fiquei a roçar a cabecinha na boca de sua bucetinha...Que neste momento estava como brasa... Não agüentando mais Chris me puxou para cima dela e gritou , emplorou que enfiasse tudo e bem rápido naquele instante...Foi o que eu fiz.. Como Chris gritava... Era até bonito de ver... Chris acabara de gozar e de me arranhar as costas todas, mas havia um porem, eu não tinha gozado ainda.. Chris, após alguns minutos de descanso, foi até o banheiro onde trouxe uma pomada, que parecia nova.. Era uma pomada, um gel bem dizendo com o nome de KY (Gel lubrificante), Chris começou a me explicar o que era. Isto era para começarmos a dura batalha para comer a sua bundinha. Peguei o frasco da pomada, abri, coloquei um pouco em minha mão e ela neste momento já estava de quatro para mim. Aproveitei para chupar mais um pouquinho o seu loló. Coloquei um pouco de gel em um dos dedos e comecei a deslizar sobre sua abertura anal. Chris já estava à delirar. Quando já estava bem melada com o gel, Chris se virou pegou o frasco, e derramou por sobre o meu pênis. Começou a espalhar. Mas que mãos delicadas e macias esta linda amiguinha tinha. Não agüentando mais, e ela a perceber, se virou novamente e ficando na posição de frango assado, eu comecei a ensaiar como iria fazer, pois era a minha primeira enrrabada também. Chris me pediu que fosse bem devagar e que se doesse para que eu parasse imediatamente. Tentei, juro que tentei, mas não resisti. Comecei a roçar a cabecinha e a enfiar bem devagarinho, o gel foi penetrando junto com minha rola e desta forma abrindo caminho para que ela deslizasse bem suave e que o estrago não fosse tão grande. Fui empurrando e empurrando, até que Chris me pediu para que parasse, pois estava doendo.. Não consegui resistir e não parei, ela a pedir... À ignorei.. Não consegui me conter e passando minha mão por debaixo dela consegui chegar até sua bucetinha onde comecei a acaricia-la e assim ela foi amansando e diminuindo a sua fuga de cima de minha rola, que neste momento já havia atingido o seu mais profundo íntimo anal. Fomos assim por mais de quarenta minutos e Chris já não mais agüentava de tesão e me pediu para fazer uma gulosa. Chris virou-se pegou uma toalha que estava ao nosso lado para limpar o gel e algo mais que havia em meu pênis e pediu para que eu ficasse de pé. Ao me levantar, Chris nem esperou muito tempo. Já foi abocanhando a minha vara e começou a passar as língua por sobre a cabeça dele, se deliciando com o seu comprimento e espessura. Chris não agüentava de tesão e começou a passear com seus lábios e sua língua por todo o corpo peniano e seguindo firme e confiante em querer o que de fato já era seu, queria que eu gozasse em sua boca e iria engolir tudo, nem deixar escapar nada. Chris então posicionou o minha rola em sua boca sugando e passando sua língua por sobre o seu corpo.. Que delícia.. Chris tinha uma boca de ouro. Começou a fazer o movimento de ir e vir com meu Caralho em sua boca, como chupava, ela não chupava, mamava. Chris se deliciava e passava a sua língua por sobre ele, depois enfiava ela inteiro na boca, tirava para fora e ia beijando até chegar ao saco, onde começou a lamber as minha bolas, deixando-me todo arrepiado. Chris se desesperando de tesão, enfio minha rola em sua boca e pressentindo que seu presente já estava a caminho, sugou e sugou, como sugava um pirulito, eu não agüentava mais, não me contive, e acabei a gozar em sua boca.. Chris encheu de porra sua boca e se deliciava com o gosto do prazer descendo por sua garganta.. Ela se encheu de alegria, pois foi a melhor tarde de estudos para uma prova de matemática, já vista em BH.
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1932
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 2:56 pm
Assunto: Conto - Soninha minha confidente


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SONINHA MINHA CONFIDENTE



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" Soninha é o nome dela, uma senhora casada com seus 23 anos na época. Tudo começou quando freqüentávamos o mesmo cursinho pré vestibular. Nos intervalos reuníamos um grupo de amigos e conversávamos sobre tudo, porém este grupo começou a ser reduzido até formamos um quarteto. Eu, Soninha, e outras duas. Conversa sobre: Masturbação, gozo, sexo oral, anal, enfim, tudo sobre sexo rodava nos intervalos. Soninha confessou que praticava constantemente o sexo oral, porém dizia que vomitaria se alguém gozasse em sua boca, outra, também casada, nunca havia experimentado o sexo anal, o sexo oral, nunca havia chupado uma pica e jamais tinha sido chupada. Masturbação nunca havia praticado. Seu marido era um atraso e não aceitaria tais atitudes. M. solteira, esta masturbadora confessa, carinha de criança, virgem e só para mim afirmará que se masturbava diariamente, e não via nada de errado em tal prática. Soninha confessou que perdeu o cabacinho da bundinha em uma rede, e que não sentiu dor alguma. Eu constantemente de pau duro com aquelas conversas todas. Ouvindo tanto o prazer que elas sentiam, como elas seguravam uma pica, aquilo foi me dando um tesão louco e comecei a ter vontade de transar com um homem, sentir seu pinto em minhas mãos, no meu cuzinho. Num dia qualquer, quando estava conversando somente com Soninha mostrei a intenção de que estava com vontade de transar com um homem, ela estranhou, mas me deu força, disse que não haveria nada de mais se eu experimentasse. Enfim, uma viagem de trabalho a uma cidade do interior, lá em uma lanchonete encontrei Bruno, um garoto de 18 anos, moreno, dentes perfeitos, lábios carnudos, sem maldade, nem sequer pensando naquilo, cerveja, papos ...... sexo ..... Estranhei sua maneira tão liberal e franca, também, ele estava de passeio com o pai e retornaria ao seu Estado na manhã seguinte. Ele não sabendo quem eu era e eu não sabendo nada dele, foi fácil se abrir um para com o outro. Na bucha perguntei se ele já teria transado com homem ou ao menos teria esta coragem. Me respondeu que nunca havia transado com homem e que dependeria do momento e do homem. Novamente eu disse, hoje a noite e comigo.... E porque não .... foi a resposta dele. O clima ficou tesão puro.... Bruno o que você vai querer fazer? ..... De tudo um pouco..... Vai comer minha bundinha? .... Claro se você também comer a minha. ...... ...... Como vai ser? Ao anoitecer você vai no meu apartamento e eu estarei te esperando, e lá ficaremos a noite todinha juntos. - Você quer que eu te espere pelado? Perguntei - Quero que você me espere como se fosse minha mulherzinha! Chegou o pai dele, ele foi para junto dele e eu sai dar um passeio. O pau duríssimo, uma sensação gostosa no meu cuzinho, uma espécie de piscada. Meu pau não baixava pois não saia da minha cabeça: "Me espere como se fosse minha mulherzinha!" Ele queria uma mulherzinha! Entrei numa loja de langerie e alegando comprar algum presente para minha esposa, comprei uma tanguinha preta linda, um babydool preto, um espartilho, cinta liga, um par de meias longas pretas e um conjunto de maquiagem e para encenar pedi para embrulhar para presente. Enfim, lá estava eu no apt. Do hotel . Tomei um banho bem gostoso, lavei bem minha pica, meu cuzinho, e pela primeira vez estava eu colocando uma tanguinha .... Que tesão louco.. . Toda vestida, uma mulherzinha para meu homem. Baton, sombra, lápis, e comecei a parecer uma mulherzinha uma mulherzinha gostosinha.. Será que ele virá? Será que ele vai gostar da mulherzinha dele? Logo ouço o bater na porta, pergunto quem é? Bruno, responde ele, abri a porta.... .. No outro dia, no saguão do aeroporto, pois viajaria para outra cidade lá estava ele. Pensei, não deve querer nada comigo agora. Foi uma aventura. Para mim também foi, porém as lembranças da nossa noite falaram mais alto e o tesão aumentou, me dirigi ao banheiro para apagar meu fogo batendo uma punheta. Qual foi minha surpresa, ele foi atrás, no mictório olhei para o pau dele estava duríssimo, olhei para seus olhos, estavam mirando minha rola hiper dura. Como não havia mais ninguém ali, meus olhos se prenderam aos seus e acabamos com um beijo de boca apaixonado que ao terminar, foi seguindo de um: Eu te amo! Ele teve que ir, seu avião estava partindo, me deu seu telefone e pediu para que eu ligasse para ele. A partir de então nada ficou como dantes, eu havia beijado um homem, chupado pica, bebido o mais gostoso dos leites, e sentido o prazer que uma pica proporciona ao entrar no cu pela primeira vez. Estava eu apaixonado por aquele garoto. Pensava só nele fodia pensando nele, enfim ele não saia de minha cabeça por um instante sequer.
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1933
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 2:58 pm
Assunto: Conto - Sodomizado por mulher


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sodomizado por mulher...


Eu sempre gostei de sexo, e sempre achei que vale tudo entre quatro paredes, desde que quem está ali concorde.
Desde pequeno, nos manorinhos de 'esconde-esconde' gostava de encostar nas meninas e tocar em suas partes para ver a reação delas. Algumas topavam e brincávamos deliciosamente, outras nem tanto. Fui crescendo e meu interesse também crescia.
Só que eu sempre tive vontade de fazer coisas novas, porque acho que o sexo não deve ter barreiras.
A sodomia era uma delas. Sei que por ser homem, um dos pontos mais erógenos, é entre o saco e o ânus, e o próprio ânus. Pois bem, quando eu dava uma boa trepada, daquelas, aquela área ali sustentava meu orgasmo por minutos. Eu sentia que era dali que saia a energia nas minhas ereções prolongadas.
Eu sentia uma vontade escondida de sentir prazer naquele lugar, mas o preconceito e o tabu eram grandes demais. No fim eu achava errado, e deveria suprimir essa vontade acessória.
Até que achei ela, Edna. Eu com anos e ela com . Nos conhecemos numa roda de samba que estavam fazendo na praia aqui em Florianópolis. Cervejinha daqui, caipirinha dali, trocamos telefones e nos encontramos uma semana depois. Como eu era casado, fomos assistir um filme. Chegamos no cinema em separado, e nos encontramos no escurinho. Demos um amasso daqueles e continuamos a nos encontrar. Passamos a ir no motel, até que senti que ela ficava fixada na minha bunda quando eu me levantava para fumar ou ir ao banheiro.
Depois em outras vezes, começou a fazer comentários sobre minha bunda e quando estávamos transando, ela começou a passar a mão e procurava meu cuzinho com o dedo, fazendo esforço para alcançaar. E quando ela começava a passar o dedo e a unha sobre meus cabelinhos do cu(que tenho um monte) ela ficava mais excitada ainda. Para ela gozar era só molhar o dedo em sua boca e enfiar de leve no meu cuzinho. Aí, sim, ela começava a urrar e gozar como doida.
Quando aconteceu isso pela primeira vez, fiquei um pouco chocado e curioso sobre o fato. Conversando, ela me contou que sempre tinha essa tara escondida de passar a mão na bunda de um homem e até mesmo !'comer' um cuzinho. Mas deixou de pensar no assunto depois que falou para seu então marido sobre esse desejo. O cara, ignorante, nem deixou ela terminar de falar e já foi dando bronca e até ameaçou dar porrada nela. Nunca mais ela tocou no assunto, mas continuou com aquela curiosidade. Depois se separaram por outros motivos. Quando ela começou a saair comigo, viu o meu jeito de cabeça fresca e liberal e pensou novamente no assunto.
Depois desta conversa, ficamos cada vez mais excitados sobre outras formas de fazer amor e começamos a praticar no meio do sexo tradicional. Comprei para ela uma cinta com um pênis de silicone e agora, toda vez que saímos, ela veste aquilo e vem para cima de mim.
Primeiro eu a excito, chupando-a todinha, até que o clitóris dela fique um 'pênis' de tão grande. Depois dou uma penettrada, onde ela fica doidinha, já começando a acariciar minha bunda gostosamente. Depois que ela dá umas duas gozadas, me deito de barriga para baixo, enquanto ela veste a cinta. Ela vem para perto de mim, senta-se na minha bunda e começa a massaagear minhas costas pescoço e puxar levemente meu cabelo. Passa um creme nas minhas costas, acende uma vela e começa a derretê_la toda em mim. Eu vou gemando de leve, o que a deixa mais excitada ainda. Aí, ela passa um lubrificante com os dedos no meu rabinho, que já está piscando nestas horas. Ela vai massageando, dá umas cuspidinhas nele e vai me levantando a bunda, até que eu fique de quatro. Aí, ela passa mais um pouco de lubrificante e enfia com os dedos no meu rabinho. Devagarinho, ela vai pondo a cabecinha do pênis no meu rabo e sua excitação está no limite. Para ela, é o máximo poder fuder um homem pelas costas. Ela fica possessa, enquanto o pênis vai entrando em mim. Depois dos minutos iniciais, quando o ânus está muito apertado, ela começa a socar com mais força, e aí não adianta eu gemer porque ela não pára.
Da última vez que saímos, ela colocou rapidinho todos aqueles cm que eu dei um gemido alto. Mas ela não parou. Ficou socando, num ir e vir, com meus cabelinhos grudando no pênis, no movimento de tirar. Para ela, essa imagem é demais. Depois ela me mandou deitar e deitou em cima de mim, socando tudo para dentro, até o cabo. Pegou os meus cabelos e puxou com toda a força e começou a me cuspir no rosto, toda possessa. Eu ali, debaixo dela, sem reação, com meu ânus cheio, arregaçado e ainda levando cuspida na cara. Ela estava possessa, me socando rapidamente, querendo me machucar. Virou o meu rosto e começou a mebeijar e morder meus lábios com força, enquanto gozava pelo atrito do couro no seu clitóris que estava enorme.
O meu rabinho já estava arrombado e o pau entrava e saia com facilidade. De vez em quando ela parava, olhava o meu buraco, enfiava dois dedos de cada mão e arregaçava mais ele ainda, para dar uma cuspida lá dentro. Passava mais um pouco de lubrificante e continuava a me perfurar sem dó.
Depois de dar mais umas gozadas pelo atrito, ela saiu de cima de mim,me virou , tirou a cinta e sentou-se na minha boca. Comcei a chupá-la e realmente ela tinha gozado, porque de dentro vinha uma coisa semelhante a uma porra masculina, gosmenta e grossa. Lambi aquilo por uns minutos quando ela começou a rir. Perguntei o que tinha acontecido para ela rir e ela respondeu: Não aconteceu, vai acontecer. Pediu para eu abrir bem a boca e atendida, começou a mijar bem devagarzinho dentro da minha boca.. Primeiro uns pingos, depois mais forte. Quando ela sentia que minha boca aberta já estava cheia, parava de mijar e mandava eu engolir. Depois que engoli a primeira vez, ela se sentava bem em cima, bem encaixadinha, deixando só meu nariz de fora. Recomeçava a mijar, se divertindo com o barulhinho do mijo escorrendo para o fundo de minha boca. Assim foi até que ela mijou tudo que tinha direito. E não caiu nada no lençol da cama. Eu engoli tudinho. Depois sequei com minha boca os seus cabelinhos. Continuamos nossa transa e ela ainda gozou algumas vezes. Sempre que saímos nossas stransas são muito boas. Vencemos os preconceitos e nos sentimos bem assim. Nossa próxima etapa seria encontrarmos alguém que me coma na frente dela, pois esse é um desejo que ela tem. Mas temos medo, porque abriríamos para algum estranho o nosso mundo. Mas estamos pensando. Quem sabe?
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1934
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 2:59 pm
Assunto: Conto - sexualidade ameaçada


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SEXUALIDADE AMEAÇADA



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" Namoro a aproximadamente 1 ano e meio e adoro minha namorada e também adoro realizar sonhos eróticos com ela. Sempre fazemos coisas absurdas de se imaginar até certo ponto de irmos a casa de amigos que moram em apartamentos e transarmos loucamente dentro de um elevador, mas esta estória que vou contar foi meio traumatisante e deliciosa ao mesmo tempo. Fomos viajar em um desses feriados prolongados e alugamos um chalé, com piscina e tudo mais. Na noite anterior havia sonhado que estava em uma danceteria com minha namorada e quando me dei conta ela estava sem calcinha.( acordei de pau duro ). Chegando no tal chalé já fomos logo fodendo e contei este meu sonho a ela, que pôr sinal adorou. Chegado a noite ela colocou um vestido vermelho, sem sutiã e sem calcinha e fomos jantar e logo depois a danceteria, combinamos uma senha - vem me foder, o qual não demorou muito para ela dizer, como eu já estava com umas cachaças na cabeça e ela também, pensamos em meter ali mesmo mas realmente seria impossível, então fomos embora. No caminho de volta ela tirou meu caralho pra fora e veio fazendo uma gulosa o caminho inteiro, que fiz a aproximadamente 20 km/h e gozei gostoso e forte na sua boca, logo depois já parei o carro pra ela cuspir, pois um grande defeito dela é que quase todas as vezes que vou gozar ela pede pra mim gozar em sua boca mas poucas vezes engole, Chegando no Chalé fizemos amor igual dois animais, e eu querendo comer aquele cuzinho apertadinho e ainda virgem mas como meu caralho não é muito grande mas é bem grosso, dificulta muito a penetração, foi quando ela me pediu para eu virar de costa que ela queria beijar a minha bunda, que sempre faz e eu deixo pois ela sempre diz que eu deixando vou poder comer aquele cú, e para minha surpresa foi meu cú que ela começou a chupar quase enfiando a língua dentro dele, nunca havia feito isto antes e achei estranho, logo relutei mas com jeitinho ela me convenceu e eu acabei deixando, fodemos mais uma vez e acabamos dormindo. No dia seguinte, quando acordamos, ela me viu de pau duro e começou a chupalo, super gostoso e eu só esperando para gozar mais um vez em sua boca, eu comecei a masturbala e ela começou a bater uma deliciosa punheta para mim, foi quando ela pediu novamente para chupar o meu cú. Como havia gostado na noite anterior, deixei mas para minha surpresa além dela chupar deliciosamente o meu cú ela também colocou o seu dedo inteiro dentro dele, no começo foi horrível pois doeu muito mas logo em seguida ela começou a foder o meu cú da mesma forma que eu comia aquela buceta linda, com muita força, não me agüentando comecei a me punhetar e acabei gozando em questão de segundos. Logo em seguida fiquei morrendo de vergonha e com vontade de ir embora mas ela acabou me convencendo que aquilo foi um acaso, o que acontece é que adoro, amo uma buceta mas a verdade também é que adorei aquele dedo no meu cú. Logo depois conversamos muito a este respeito e chegamos a uma conclusão :Eu não gostei de Ter gostado e hoje estou me sentindo com a sexualidade ameaçada, espero que isto não aconteça.
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1935
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 3:01 pm
Assunto: Conto - Um dia de chuva


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UM DIA DE CHUVA



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" Oiii!!!Pessoal,tudo bem???Aqui quem está falando á Beatriz e o Maurício,e vamos relatar o que aconteceu á alguns dias...Nos conhecemos no trabalho,e com isso nos vemos todos os dias...E sempre rolou aquele tesão entre nós dois,aquela energia,aquela vontade de beijar e agarrar,e morder... Um dia estavamos trabalhando em um sábado,chuvoso e caloroso,chegou a hora de irmos embora,e como chovia muito,todos acabaram indo embora,alguns de carro,outros de carona,e alguns se arriscaram á tomar chuva,só me lembro que acabei ficando sozinha c/ o Maurício...Olhei pra ele,e nossos olhos se encontraram,e foi inevitável o beijo...Foi suave...Leve...E quente ao mesmo tempo...Foi subindo um calor,um tremor nas pernas...Então,o Maurício me pegou pela cintura,e me apertou,pude sentir seu membro quente e duro crescendo,e parecia que não parava de crescer...E os beijos foram ficando quentes,e cada vez mais o tesão aumentava...Sentia suas mãos quentes percorrerem toda extensão do meu corpo,me causava arrepios,senti seus beijos irem descendo juntamente c/ suas mãos,ele tocava meus seios,enquanto sua língua veloz corria meus lábios,e meu pescoço,senti suas mãos desabotoarem minha blusa,e sua boca logo foi de encontro aos meus mamilos dando mordidinhas que me deixavam arrepiada e com mais tesão, abaixei o seu zíper e toquei seu membro quente e latejante,e jamais imaginei que fosse sentir tanto tesão por aquele mastro,não restiti e levei-o a boca,e beijei de leve,lambí toda extensão daquele membro que pulsava entre meus lábios,ele delirava pelo prazer que meus lábios lhe proporcionavam...De repente parei de sugá-lo,levantei-me,olhei-o,e continuei olhando-o enquanto tirava o restante de minhas roupas,ele não tirava os olhos do meu corpo,o que me queimava por dentro,ele ao contrário não tirou a roupa,e aquela situação me enlouquecia,ele me levou até a mesa,me colocou sobre ela,e passou a acariciar meus seios que já estavam duros,e ele mordia os biquinhos dos meus seios até chegava a doer,mas era uma dor mais do que desejada... Tirei sua camisa,e beijei seu peito,enquanto ele me acariciava,arranhava suas costas e puxava seus cabelos,e ele respondia mordendo com mais força os meus seios,parecíamos loucos,e na verdade éramos,um pelo outro...Ele afastou-se de mim,e tirou rapidamente o resto de suas roupas,e pude ve-lo nu,seus ombros largos,sua pernas,sua bunda que eu sempre achei lindinha,me aproveitei da situação e dei uma mordidinha nela,ele me pegou delicadamente e levou-me ao chão,imobilizou minhas mãos,e me beijava,me lambia,me acariava,e me mordia,eu já não estava aguentando mais,queria aquele homem de todas as maneiras...Sentí sua lingua descendo pela minha barriga,e passou pela minha virilha,quiz fugir mas ele não deixou...Abriu minhas pernas,e começou a tocar-me,primeiro com os dedos,e logo depois com sua língua, lambia o meu sininho com tanta determinação que parecia que eu ia explodir à qualquer momento, subia e descia sua língua veloz me deixando cada vez mais molhadinha... Parecia que eu estava fora de mim,ele parecia querer me torturar, então parou e murmurava coisas obcenas em meu ouvido, que eu era sua potranquinha e que ia me comer de quatro, até que não aguentamos mais, e ele veio primeiro por cima, começou a me penetrar, colocou apenas a cabeça,e lentamente ia acariciando minha xoxotinha molhada, foi entrando bem devagarinho em movimentos circulares, gemia em seus ouvidos, quando conseguiu me penetrar por completo,começou um vai-vem devagarzinho, bem gostoso, que foi aumentando, aumentando até que parecia querer se fundir comigo, tornar um só corpo, e era forte e doloroso mais toda dor e força não tem adjetivo pra explicar a energia daquele momento, e esta energia foi subindo, tomando conta de todos os sentidos, agora o nosso cheiro, toque, gemiidos, tudo era prazer até que fomos gozando juntos, bem forte e deliciosamente... Não satisfeito ainda, ficou me beijando bem de leve, corria fogo nas nossas veias, como se todo desejo que tínhamos se concentrasse naquele êxtase maravilhoso que acontecia á cada beijo...Agora tchau,por que já está começando á chover..
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1936
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 3:13 pm
Assunto: Conto - Um Classificado

UM CLASIFICADO

" Ao meus 18 anos despertei um grande interesse por travestis então um dia peguei um clasificado liguei pra um. Ta fiz aquelas perguntas preço, e como ela era. Ela era loira 1,75, bem feminina 18x4, muito linda mesmo. Ela morava longe da minha casa então peguei o ônibus e fui ate la chegando la encontro ela na frente da casa dela com uma saia curtinha e um top. Entrei na casa dela e não sabia bem o que fazer. Sorte que ela perguntava o que eu queria. Tiramos as roupas e ela deitou na cama fui direto de boca no pau dela Sem camisinha mesmo foi muito loco. depois eu chupava o dela e ela chupava o meu. Depois pedi pra ela fica de quatro e tentei coloca meu pau no cu dela como eu via em filmes mas não é assim tão fácil foi difícil entrar depois que entrou tb foi que foi. Demorou muito pra gozar e ela não agüentava mais então tirei o pau do cu dela e ela caio de boca sem camisinha gozei na boca dela e deu depois ela lavou a boca e perguntou se podia me comer disse que não então ela disse e um dedinho no seu cu posso por disse que sim então fomos para o banheiro ela passou uns cremes no meu cu e meteu somente dois dedos e ficou ali tirando e botando. ela estava de frente pra mim então eu ficava chupando o pau dela depois deu tempo ela gozou na minha boca tomamos banhos juntos e no banhos trocamos uns dedinhos no cu depois peguei minhas roupas e fui embora. e nunca mais voltei la. Depois contarei outras historias minhas. contado whoar@basemail.com.br
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1937
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 3:14 pm
Assunto: Conto - um amor de mãe

" Esta eh uma historia ficticia. Personagens e eventos criados, servem apenas para enriquecer a imaginacao. Paulo tinha 4 anos quando seu pai faleceu, subitamente. Foi um choque a principio, a perda do pai e amigo. Sua mae Simone, tinha 30 anos e lecionava em uma pequena escola da cidade. Fora tambem muito chocante a perda do seu amor e marido. O tempo foi passando. Filho unico, recebia toda a atencao de sua mae. Mesmo com poucas posses, sua mae esforcava-se para presentea-lo sempre com os objetos que gostava. Eram brinquedos, depois eram roupas caras. Jah com 18 anos o seu objeto do prazer era uma aparelhagem de som nova. Desejo atendido pela mae, que o presenteou, mesmo tendo que compra-lo em grandes prestacoes. Moravam em um apartamento simples: 1 quarto espacoso, 1 pequena sala de estar e uma sala de jantar conjugada com a cozinha. Mais afastado estava o banheiro. Como era um apartamento de estilo antigo, o banheiro ficava encostado aa cozinha e area de servico. Longe portanto, dos demais comodos da casa. Eram tipicamente uma familia feliz. Sua mae, ainda amargurada pelo acontecimento com o marido, relutava em procurar nova companhia. No quarto, havia apenas moveis comuns a qualquer dormitorio, incluindo duas camas de solteiro. Uma para o Paulo e outra para sua mae Simone. Muitas vezes, quando Paulo estava na sala, sua mae saia rapidamente do banho com apenas uma toalha no corpo e outra enrolada na cabeca. Fechava a porta do quarto para se vestir. Paulo, dava de costas e nao se importava com a cena. Afinal de contas, o fato passava a virar uma rotina em sua vida. Outras vezes, sua mae vinha para a sala e ainda de toalha, pretendia acompanhar alguma programacao comica que estava passando. Ficava pensando: "Puxa, um dia gostaria de ter uma esposa como a minha mae. Ela eh muito linda. Estah sempre arrumada, perfumada ...". Ajudavam-se um ao outro. Havia muita cooperacao. Em um ou outro domingo, Simone gostava de tirar pequenos cravos das costas de Joao. Joao relutava, pois isso deixava suas costas vermelhas, e doia muito. Certa vez, sua mae chamou-o no quarto. Joao atendeu prontamente. Sua mae, estava deitada apos o almoco, e nao conseguia alcancar as costas, para retirar um pequeno cravo. Pediu para que ele o fisesse. Simone estava usando um pequeno shorts azul claro e uma camisa branca, muito folgada. Pelo que seu filho pode observar, ela nao estava usando soutien. Paulo perguntou aonde, e sua mae de brucos, levou seu dedo ateh o meio das costas. Como admirou aquelas costas... aquela pele macia... aquele corpo quase desnudo. Veio a sua mente, pensamentos impuros, que o provocavam e lhe davam extase. Procurou se controlar, e retirou aquele cravo. Recebeu um beijo no rosto, e voltou para a sala. Ficou em sua memoria, a figura de sua mae, deitada de brucos, com a camisa levantada e sua pele macia. Paulo, agora com seus 18 anos, jah comecava a manifestar os desejos masculinos: apos ler as revistas, e ver aquelas lindas mulheres, satisfazia-se demoradamente no banheiro. Era um ritual praticamente diario. Assim que sua mae saisse, ele dirigia-se para aquele comodo e freneticamente, comecava os movimentos de vai-e-vem, com sua mao. Gemia e sussurava, dizendo coisas disconexas e provocantes. Contudo, em um desses dias, sua mae esqueceu algum pertence, e sorrateiramente, passou a ouvir suas expressoes. Sem que a tivesse escutado entrar na casa, chegou a dizer que a mae era muito bonita, lizinha, de corpo majestoso. E em seguida, nao aguentando mais, soltou seu fluido gemendo alto e descontroladamente. Simone, que ouviu a tudo, saiu antes que seu filho desse conta de sua presenca. Foi um grande susto para ela, presenciar seu filho falando de seu corpo. Da mesma forma, sentiu-se mais alegre e confiante. Em uma noite, Simone acabara de voltar de uma festa de final de ano, com suas amigas da escola, onde juntas eram professoras. Havia tomado sem controle, muitas doses de whisky e vodca. Seu filho, dormindo na cama, ouviu sua mae chegar bastante alta por causa da bebida. Disse a Paulo: - Eu vou dormir. Estou muito cansada. Nao estou conseguindo forcas nem para colocar a camisola. - Voce quer ajuda, mae? - disse ele. - Sim, pegue a minha camisola - disse jah murmurando de sono. Paulo, foi busca-la e colocou ao lado da cama. Comecou a despir a sua mae. Primeiro os sapatos, suas joias, seu relogio. Levantou os bracos dela, e retirou a blusa. Entrou em choque ao ver sua mae, usando apenas um pequeno soutien. Abriu o ziper da saia, e tambem a retirou, baixando-a ateh sair pelos pes. Viu sua calcinha pela primeira vez. Os pelos pubicos, por baixo da mini peca, mostravam abundancia. A cada momento, sua respiracao aumentava. Teve que engolir a seco, inumeras vezes, tamanho o seu nervosismo. QUando estava para colocar a camisola, sua mae, sonolenta, pede que tire tambem o soutiem. Ele, retira lentamente, prega a prega, ateh que sem sustentacao, ficam expostos os grandes bicos, jah duros. Sua mae, levanta suas pernas, encostando-as nos ombros, e pede delicadamente: - Agora, meu querido, soh falta a calcinha. Tira por favor para a sua mamae, tira... Suas maos tremiam. Seu rosto estava vermelho, sua pulsasao forte. Seu calcao, agora cada vez mais estufado. Ela o ajuda, arcando um pouco o corpo para cima, e ele, lentamente retira a ultima peca de roupa que faltava. A cada movimento de sua mao, sua mae arfava de excitacao. Virava o rosto para o lado. Suava. Quando a peca saiu pelas pernas, ela colocou as maos na cabeceira da cama, e disse para Paulo: - Paulo, agora olha para sua mae... aqui toda abertinha para voce. Poe um dedinho na mamae, poe Paulo, por favor... eu nao estou mais conseguindo me controlar. Soh um dedinho... Paulo assim o fez, e o que descobriu deixou-o ainda mais em transe. Sua mae, estava totalmente umida em suas entranhas. Encostou o dedo, e pode perceber quao molhada estava ela...o calor da vulta, o clitoris exposto... Paulo, fez mais. Comecou a mexer o dedinho para dentro e para fora, em circulos. Sua mae arfava, tremia, suava. Dizia coisas disconexas, suplicava para nao parar aqueles movimentos. COlocou sua lingua em volta daquela vulva inchada, sorvendo o liquido rapidamente. Sua mae nao aguentava mais. Passou a segurar a cama, e mexia os quadriz, de tanta excitacao. Nao segurando mais, disse: - Vem meu filho, vem e me faz mulher! Faz amor gostoso com a mamae. Tira logo este shorts e me faz mulher! Assim o fez. Apontou a ponta de seu membro na entrada da vagina, e lentamente foi introduzindo naquela carne macia, quente e umida. Beijaram-se loucamente. Juntos, urravam e compeliam seus corpos, um contra o outro. Cada vez o esforco tornava-se mais prazeroso. Ofegantes, gemiam e alcancaram o prazer. Desde aquele dia, compartilham horas maravilhosas juntos. Seja de noite, de tarde, ao acordar. Simone fez de seu filho o seu homem, e Paulo, fez de sua mae, uma verdadeira mulher.
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1938
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 3:14 pm
Assunto: Conto - Trepei com a melhor amiga da minha mãe


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TREPEI COM A MELHOR AMIGA DE MINHA MÃE!



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" O Fato que vou contar agora aconteceu realmente há alguns anos atrás, na época estava com 18 anos! Agora tenho 22. Morava numa confortável casa com minha família ( só minha duas irmãs e minha mãe, meu pai morava em Londres...), sempre estávamos fazendo festas, mesmo sem nenhum motivo importante. Nessas festas sempre apareciam umas amigas da minha mãe que eram umas tesudas, um dia aconteceu uma coisa diferente, estava conversando e bebendo com meus amigos e derrepente aproximou-se a Angela, uma amiga de infância da minha mãe, Angela que era uma gostosa sempre havia inspirado altas punhetas na minha mente, ela nessa época ela estava com 38 anos, mas com corpinho de garota de 19! Era morena, 1,70, 60k, uns peitinhos que me faziam delirar de tesão, uma bundinha que era uma delícia. Ela se aproximou de mim e começou a conversar, notei que ela estava um pouco alterada por causa da bebida, ela se ajoelhou na minha frente e foi pegando nas minhas coxas e falando que eu estava bem crescidinho e forte, começou a fazer carícias nas minhas pernas, eu que estava só de sunga (a festa era à beira da piscina), fui ficando com o Pau mais duro do que nunca, o que foi um pouco constrangedor, pois todos notaram o volume do meu enorme cacete estourando a sunga, ela viu que estava me deixando maluco por uma foda e apenas sorriu e saiu em direção aos outros. Sempre desejei comer o cu daquela tesuda, mas o tesão estava maior do que nunca porque ela estava desquitada do marido há dois anos, e nunca a vi com outro homem! Depois do episódio da piscina ela passou a me provocar cada vez mais, até que um dia estava nadando na piscina quando alguém toca à campainha, estava só em casa, e fui atender a porta, vi aquela gostosa da Angela com uma roupa que ela sabia que eu adorava e que me deixava louco. Ela falou que estava passando por ali e decidiu visitar a minha mãe, eu falei para ela entrar e esperar. Ela entrou na minha frente e foi andando para a varanda com aquela bundinha de puta, aquela visão me deixou pirado! Chegando na varanda, meu pau estava duríssimo, sentamos e ela fingiu não ver o volume da minha cajarana, perguntei a ela como estava indo...ela falou que estava um pouco solitária...e o volume aumentando, ela olhou para o meu pau e vi o seu olhar de quem está no deserto a procura de água! Como da outra vez ela começou a alisar minha coxa e dizer que eu estava virando um homem muito musculoso e atraente... Perguntou se eu a desejava em meus sonhos e eu disse que só pensava nela a vários dias, ela falou que já sabia e foi subindo sua mão em direção ao meu saco, comecei a pegar naqueles peitinhos duros e gostosos, imaginando quanto tempo ela não levava vara! Ela ficou ajoelhada na minha frente, tirou minha sunga e começou um boquete que nunca esquecerei, ela chupava minha rôla de 19cm como uma sedenta! Falei que iria gozar e ela disse que queria toda minha porra jorrando nela, meu leite saiu fervendo e ela engoliu tudo como uma verdadeira puta! Enquanto me refazia da gozada ela levantou e foi se despindo, tirou a camiseta e foi virando de costas e descendo a calça colada no corpo bem devagar, quando ela terminou de se despir meu pau já estava frenético de novo! Ela ficou admirada e falou que eu era um verdadeiro macho, que me queria dentro dela, e que a fizesse gozar como nunca, a deitei no chão e comecei a chupar sua bucetinha cheirosa, enfiando a língua enquanto ela se contorcia toda, e dizia: "me fode meu macho potente", "enfia todo esse seu pau na minha xota", fui abrindo mais aquelas pernas lindas e encaixando bem devagar minha cajarana naquela bucetinha tão sonhada, ela já estava tão apertada que a cabeça até entortava para entrar, aquilo me deixou com raiva e enfiei tudo de uma vez só! Ela Gritou como uma virgem! Gemia, suspirava e passou seus pés em volta minha cintura como que pedindo mais pica! Fui enfiando devagar e aumentando o ritmo aos poucos, ela gemia e gritava de prazer, já estava quase gozando de novo quando senti ela estremecer violentamente, ela revirou os olhos e chorando de prazer falou que havia gozado pela primeira vez! Não agüentei aquela revelação e gozei junto. Ficamos abraçados algum tempo, já estava até satisfeito por ter meu desejo realizado quando ela falou: "Quero ser sua puta por completo meu macho". Ela levantou, foi ficando de quatro, com as mãos encostadas a uma das cadeiras e pedindo para a enrabar! Nem acreditei quando vi aquele cuzinho de tantas punhetas batidas, bem ali, piscando na minha frente.. Primeiro fui encostando meu pau carinhosamente naquela gruta de tesão, a cabeça entrou difícil pois ela ainda era virgem no cu! Ela gritava tanto que me senti seu verdadeiro macho! Pedia para eu meter devagar, aquilo me deu mais tesão ainda e meti com vontade tudo de uma vez, ela se contorceu toda e disse que a tinha rasgado! O Sangue começou a escorrer em volta daquela gruta maravilhosa, e ela: "Não pare meu macho", "me arromba como uma puta", "Me faz mulher de verdade", depois de 15 minutos afolosando aquela bunda de virgem Gozei o melhor gozo da minha vida (até aquele momento), ainda deixei meu pau um bom tempo naquele cuzinho, entrando e saindo, a fazendo gemer, quando estava na útima estocada olhei para o lado e vi minha mãe olhando, Mas o susto maior foi quando notei que ela estava com os dedos na buceta, se revirando e batendo uma siririca, aquela noite seria inesquecível, mas isso é outra história... Se você mulher, leu minha história real e ficou com tesão mande um e-mail para mim, prefiro mulheres experientes de 35 a 45 anos para fodas incríveis... jumento@hotmail.com
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1939
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 3:15 pm
Assunto: Conto - Transas perigosas


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TRANSAS PERIGOSAS



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" Gostaria de falar que adoro ler esta pagina. Sou branco, cabelos louros,1.80 m altura ,peso uns 86K g e tenho 31 anos. Tudo comecou quando eu fiz 20 aninhos e comecei a cansar de fazer transas normais.Na altura eu tinha uma namorada louca como eu e combinamos transar em lugares proibidos so para aumentar o tesao(avioes, trens, elevadores, pracas publicas,etc.). Ha algum tempo que queriamos transar num aviao mas a oportunidade nao tinha aparecido.Geralmente viajavamos do Rio a SP e como o voo era curto e sempre cheio nao dava para fazer nada sem chamar muito a atencao.Quero falar que apesar da nossa loucura nao queriamos correr o risco de sermos encontrados numa situacao assim e talvez sermos enviados a prisao. Finalmente as portas se abrirao quando resolvemos fazer uma viajem a Europa e para aproveitar os baixos precos na epoca.Uma semana antes da viajem eu ja estava a ter dificuldade de dormir so de pensar no tesao da situacao.Chegou o dia marcado e nos entramos no aviao que saia do Rio a noite e chegaria a Paris no dia seguinrte de manha. Esse horario era importante porque queriamos aproveitar para transar durante o tempo em que a maioria das pessoas estava dormindo. Assistimos a um filme , jantamos e conversamos, tudo planejado para que nao nos excitarmos ate a hora H. As luzes comecaram a se apagar e nos esperamos uma hora para o movimento diminuir das pessoas que estavam indo ao banheiro.Quando as linhas terminaram saimos do nosso assento e fomos a direcao do banheiro. As minhas pernas tremiam e ate pensamos mudar de ideia,mas o tesao estava demais a ponto de nao dar pra voltar atras.O aviao era grande e nos notamos que a maioria das pessoas ia nos banheiros de tras mas nao nos da primeira classe aonde nos dirigiamos. Entramos os dois,fechamos a porta. De imediato levantei a saia da Marisa ,baixei a calcinha e comecei a chupa-la. Ela ja estava toda molhada e comecou a gemer baixinho no contato com a minha lingua. Eu que geralmente demoro muito para chegar estava tao excitado com a situacao que quase tenho uma ejaculacao precoce(mas consegui me segurar).Quando ela estava quase a chegar ela me falou para eu meter para que chegasse-mos ao mesmo tempo.Obedeci de imediato e o meu membro entrou como uma bala, quase nao deu tempo de baixar as calcas.Comeca-mos aquele vai vem gostoso com a M sentada no lavabo e eu de pe entrando e saida.Da vontade de parar de escrever e tocar uma punheta so de relembrar a situacao.A M geralmente demora para chegar(15 a 20 minutos)o que significa que eu tenho que me segurar para que cheguemos ao mesmo tempo.Um ou dois minutos depois, mas que pareciam duas horas eu falei a que ponto ela estava, ja dando uma indireta que estava dificil de segurar mais e tb pelo perigo de alguem aparecer e quiser usar o banheiro.Ela me falou que estava quase chegando e quando menos eu esperava senti aquele abraco apertado e aquele beijo na boca de querer tirar a lingua para fora significando que ela estava gozando.Eu imediatamente soltei a minha carga e tive multiplos orgasmos.Foi uma das melhores transas da minha vida e mais tarde a M me confirmou que tb tinha sido incrivel para ela. Para-mos a transacao e combina-mos que eu sairia primeiro para que ela limpasse o meu esperma.Sai e nao tinha ninguem esperando do lado de fora(ufa). Espero que voces tenham gostado da historia e que resolvam tentar fazer mas que tenham muito cuidado para nao serem pegos. Gostaria de saber se existem outros leitores desta HP que tenham feito "Transas Perigosas" e que me contatem caso queiram fazer mais.Joao0000@yahoo.com
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1940
De: "Karina"
Data: Sáb Fev 28, 2004 3:17 pm
Assunto: Conto - Titia Cheirosa
TITIA CHEIROSA

" O fato que passo a narrar aconteceu comigo em 1975, quando tinha 18 anos. Hoje com 38 não esqueço dessa época de minha vida, foi a melhor de todas. Mas vamos aos fatos. Fui morar com meus tios em Brasília, devido a problemas financeiros com minha família, meu tio conseguiu vaga em uma escola perto de sua casa e me convidou a estudar lá por um tempo. Moravam meu tio, minha tia e seu filho de 2 anos e a empregada que vinha todos os dias para ajudar na casa. Minha tia era e ainda é uma mulher linda, tinha uns 30 anos na época, loira, alta, de corpo bem feito, seios médios, de mamilos pequenos, pernas grossas e longas, uma bunda grande, deliciosa e muito sex. Meu tio era funcionário público e viajava muito dando palestras e participando de congressos, ele ficou muito contente de eu estar em sua casa, pois fazia companhia a sua esposa e filho em sua ausencia, mas quem ficou contente com a mudança fui eu. Eu adorava minha tia, fazia tudo para deixa-la contente, era super atencioso, ajudava-a em tudo que podia nas horas de folga, cuidava de meu priminho, ajudava nas compras, enfim, fazia tudo para ficar pertinho dela. À noite esperava para tomar banho só após ela tomar o dela, pois tinha no banheiro um cesto para roupas sujas e eu pegava suas calcinhas e ficava cheirando e lambendo, sentindo o cheirinho e o gosto deliciosos de sua bucetinha e seu cuzinho(eu adoro o cheirinho de um fundo de calcinha) , ficava imaginando como ela seria, ficava fantasiando mil situações com ela em meus braços, em sua cama, na sala, em todas as posições possíveis, me masturbava todos os dias, as vezes mais de uma vez. Certa vez em uma das viajens de meu tio, minha tia me pediu para ficar atento ao choro de meu primo, pois ela estava tomando remédio para insônia e podia não acordar com o choro do menino na hora da mamadeira e me pediu se eu podia dar a mamadeira para ele e avisou que estava pronta dentro do isopor na cozinha, era só dar para ele que ele voltaria a dormir. Eu respondi que tudo bem, que podia deixar comigo, e ela foi dormir. Eu fiquei na cama acordado terminando alguns trabalhos de escola, mas acabei adormecendo e por volta de meia noite meu primo abriu o berreiro e eu cumpri minha missão e o moleque dormiu, após terminar fui até a cozinha deixar a mamadeira e ao passar pelo quarto de minha tia, tive uma bela visão. A porta estava aberta, a luz do abajur acesa e minha tia deitada com uma bela camisola bege. Aquela visão me excitou muito, resolvi entrar e avisa-la que já tinha dado a mamadeira para meu primo, na verdade queria ve-la mais de perto, cheguei perto chamei por ela, balancei seu ombro, tornei a chamar e nada, então, me vieram as fantasias à cabeça outra vez, estava com meu pau a ponto de explodir dentro do short. Ela estava deitada de lado, de costas para mim e o abajur, com uma perna esticada e a outra dobrada, com o lençol cobrindo-a até a cintura. Eu sentei a seu lado e fui descendo o lençol e descobrindo seu corpo, resolvi fazer um novo teste e chamei por ela, mas não tive resposta, aquela visão estava me enlouquecendo, eu tremia de medo e desejo, então segurei a barra de sua camisola e fui levantando lentamente e descobrindo aquelas coxas e bunda branquinhas, vislumbrando seu reguinho com a calcinha branca toda enterrada nele, eu não aguentava de tesão, cheguei mais perto! e comecei a cheirar aquele reguinho delicioso, eu ia do seu cuzinho até sua bucetinha e cada vez mais eu forçava meu nariz em suas entranhas, era muito cheirosa minha titia, fiquei muito tempo cheirando aquela potranca e a essa altura eu não me importava mais com o que acontecesse, puxei sua calcinha de lado, eu queria ver mais, e que coisa linda, voltei a cheira-la e enfiar meu nariz em sua boceta linda, loirinha, deliciosa e lambia seu cuzinho. Eu tremia, mas era muito gostoso, afastei um pouco suas coxas e chupei sua buceta deliciosa, enfiei minha lingua o mais que pude e com meu dedo indicador fui acariciando seu cuzinho e enfiando bem devagar até o fundo. Eu não aguentava mais, estava com o coração a mil, eu tinha que come-la, então dobrei sua outra perna, baixei sua calcinha até os joelhos, tirei meu short e cueca, e me deitei a seu lado. Que corpo quente, bem devagar fui enfiando meu pau naquele cuzinho delicioso, ele entrou com certa facilidade, ela estava realment! e relaxada e eu não tinha chegado ao meu tamanho normal, mas meu tesão era muito e acabei gozando assim que cheguei ao fundo do seu cuzinho quente e apertado, eu tentava me mover lentamente, mas meus espasmos não permitiam, ela deu um gemido e eu me assustei e fiquei quietinho, mas ela continuava dormindo, fiquei assim por algum tempo com meu pau enfiado em seu cuzinho e comecei a acariciar seus seios e beijas sua nuca sentindo seu perfume de femea. Que seios maravilhosos, eram firmes e seus bicos estavam arrepiados e duros, isso me excitou outra vez e comecei a bombar aquele rabinho denovo e resolvi sentir sua buceta, com jeito fui enfiando meu dedo e senti ela toda melada e quente, enfiei mais um e mais um e senti que ela se mexia um pouco, mas não podia parar mais e sentia que ela apertava seu cuzinho contra meu pau, ele estava piscando como louco e sua buceta super melada, sua respiração estava ofegante, acho que ela tinha gozado também e continuei até encher seu cuzinho mais uma vez com minha porra. Foi uma delícia, nunca havia gozado tão! gostoso, tirei lentamente meu pau de seu cuzinho, me limpei com minha cueca e voltei a olhar aquela bunda maravilhosa e não resisti em dar mais uma chupada naquela buceta toda melada e em seu cuzinho, para deixa-la limpinha. Ajeitei sua calcinha, sua camisola, cobri seu corpo com o lençol, dei um beijinho em sua boca e voltei para meu quarto. No dia seguinte, tudo estava normal, eu tinha medo que minha tia percebece algo e ficasse chateada comigo, senti um pouco de arrependimento mas tudo estava normal e as minhas noites estavam sendo maravilhosas. Este ano de 1995 foi inesquecível para mim, no proximo contarei mais sobre este ano maravilhoso na casa de minha tia e o fraga que ela me deu. Quem tiver relatos sobre incesto para contar, ou quiser simplesmente se comunicar comigo, envie-me e-mail: homem_de_bem@zipmail.com.br

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