.251. ESCRAVA SEXUAL.Finalmente a liberdade chegara o dia que eu e minha vizinha, uma antiga amiga de 20 anos tínhamos combinado para tirarmos nossas ferias. Seria uns 15 dias numa casa de veraneio que ela tinha na praia . Era uma casa simples mas com algum conforto da vida moderna televisão vídeo geladeira. Também levei alguns romances para ler. Enfim me sentia em casa só que com um gostinho de liberdade que sentia sem contudo saber definir. Já no carro tínhamos iniciado uma conversa que nada lembrava a vida de mulheres casadas , algumas confidencias trocadas coisa de pouca importância amplificadas pelo gosto da liberdade, fantasias que não acreditávamos se um dia iríamos realiza-las, gargalhadas histéricas achando graças de situações vividas por cada uma de nós. Isso continuou ainda por algum tempo depois de termos nos alojado na casa. Como é difícil se desvencilhar da rotina... algum tempo depois cada uma já estava envolvida com seus hábitos, ela tricotando e eu vendo televisão. A esperança era que o sol e a praia mexesse com a gente que fizesse nossa almas vibrar. Era um final de temporada a praia já não estava tão cheia , gostei senti que tinha espaço e que minha visão não ficaria obstruída por centenas de guarda-sóis. Deitada sobre uma esteira, encantada com príncipes e donzelas dos romances bobo que lia dos amores impossíveis que se realizavam ,enquanto minha amiga sentada numa cadeira de praia continuava tricotando, desconfio que ela desfazia tudo a noite , pois nunca terminava Ahrrrrr! Algum tempo tinha se passado e eu completamente alheia ao que se passava ao meu redor, tive uma estranha sensação que era observada ,levantei a cabeça olhando por cima do livro quando vi aquele homem, senti um tremor correr pelo corpo, seu olhar fixo em mim não demonstrava emoção nem interesse, os olhos frios era de um lobo solitário ,usava um short de banho curto e bem colado ao corpo exibindo sua exuberância .Sentado numa espreguiçadeira sob um guarda-sol cuja haste tinha um porta copo e nele um balde de gelo e uma garrafa uísque na mão um copo. Enquanto abaixava o óculos de sol me oferecia a bebida com um gesto de mão. Abaixei a cabeça imediatamente tentei voltar a ler, não conseguia faltava-me concentração o tremor do corpo se transformou numa regides corporal não ousava me mexer. ___ Com esse maiô voce está parecendo uma velha. Disse isso dobrando-se sobre meu corpo e foi-se embora sem olhar para trás não me dando tempo de responder sua insolência . ___ Cafajeste . ____ Que voce disse? Minha amiga perguntando para mim. ____ Nada . Continua com seu tricô. No dia seguinte: ___ Voce não vai por isso, é muito escandaloso! _____ vouuu! Era um biquíni que havia trazido mais que achei que nunca teria coragem de usar, a parte superior mal escondia meus seios e a de baixo tinha um formato em asa delta que teimava em entrar pelo rego da nádegas mostrando toda minha bunda. ____ Que explicação voce vai dar quando chegar lá em cima as marcas irão te trair. ____ Foda-se. A praia cada vez mais vazia o povo continua subindo a serra .Lá esta ele no mesmo lugar de ontem .Com os óculos escuros, não sei se olha para mim ou ao largo, será que gostou do meu visual! Se gostou vai se danar por que não é pro bico dele. Agora tenho certeza ela desfaz tudo que tece durante o dia , só para quando fala no celular com o amante em São Paulo...porra! Levanto-me da esteira e me dirijo para o mar, brincar com as ondas pular sobre elas, se sentir criança , mas antes passo por ele com um andar provocativo , quero que sinta que estou aqui e sou mulher. Me distraio na brincadeira de minha luta contra o mar quando sou despertada pela sua presença perto de mim . Pensei comigo "está tentando uma abordagem, vou deixa-lo falando sozinho não preciso de homem, já tenho o meu" De repente na maior cara de pau abaixa o short como quem quer se livrar da areia nas partes pudicas e exibe toda sua exuberância que estava entre o mole e o duro, e isso bem pertinho de mim, atônica com tal ousadia saio apressadamente da água e volto para meu lugar na esteira e para meu livro agora apenas um disfarce. Meu celular toca, penso em alguém em São Paulo. ___Alo! ___ Seu livro está de cabeça pra baixo. Assustada levanto a cabeça e vejo aquele homem no celular , só podia ser ele! ___ Sueli voce deu o numero do meu celular para alguém? ___ Eu não, porque? ___ Alguém daqui esta ligando para mim! ___ Deve ser da pizzaria ontem voce deu o numero lá, tá lembrada. Novamente o celular toca. Uma voz calma mais firme de homem: __ puxe para baixo deixe ver seus seios. ___Não!!... tá louco. ___ Puxe ! voce viu meu pau agora quero ver seus peitos. ___Voce ta maluco ,nunca que vou fazer isso. ___ Se não fizer me levanto vou embora e nunca mais vai me ver. Uma força estranha toma conta de mim, tento reagir aquele, cafajeste não vai conseguir. Minhas mãos estão geladas e meu corpo tremendo, acho que não me sustentaria em pé. Na minha luta interna penso na mulher que sempre fui, séria ,comportada tinha que vencer esse desejo avassalador que tomava conta de mim. Ele que vá a merda. Ele se mexe na cadeira, tive medo que cumprisse sua promessa , sem ao menos olhar para o lado começo a colocar meu peito para fora, seus lábios abre um sorriso sacana ,faz um gesto com os dedos indicando que quer os dois para fora. De bruços usando os cotovelos como apoio puxo o outro seio para fora ambos enrijecidos talvez o sol que aquecia minhas nádegas ou o calor interno deixou minha buceta completamente molhada como nunca tinha ficado antes, temi que corresse pela nádegas e alguém visse. Algumas lagrimas desciam pelo meu rosto, não conseguia entender como me submetia ao que estava acontecendo. Novamente o celular toca , sabia que era ele pois vi quando levou o celular ao ouvido enquanto sorvia seu uísque com a outra mão. Me lembro da pressa com que atendi e com a voz mansa de quem tá dominada. ____ Chupa eles . ____ Não! ____ Passe a língua ao redor dos biquinhos. ____Quem é voce, por que faz isso comigo. Sem nenhuma explicação ele desliga o telefone e ameaça levantar. Começo então a chupar meus próprios seios, novamente o medo que vá embora e nunca mais o veja. O desejo vai tomando conta de mim começo a movimentar os quadris esfregando minha buceta contra áspera e quente areia que estava sob mim, uma sensação gostosa! Vez por outra olhava ao redor para ver se não estava sendo observada o celular no ouvido esperando ouvir novamente aquela voz, esperando que me desse um nome ou perguntasse pelo meu! ___Pare. Não quero que goze. ___ Encabulada , fico tesa e cubro os seios imediatamente. Novamente aquele homem se levanta ,passa por mim sem ao menos me olhar. Acompanho seu andar indolente deixando a praia na esperança que olhasse para traz ,mas nada disso acontece se perde no calçadão. ___Porco!, viado! ___ Hoje é melhor voce não ir, aqui voce pode tricotar sossegada e quem sabe ligar para seu amante. Já pensou! Um sexo-fone prometo não te atrapalhar...risos. ___ Eu já ia ficar mesmo, não quero passar vergonha. ___ que quer dizer com isso. ___Nada! Sai antes que começasse uma briga, percebi que ela tinha percebido tudo e tentasse me impedir. A praia quase que deserta a maioria já tinha partido. Agora estava sozinha ,esperava ansiosa por ele. Será que viria ? Estava agoniada, não conseguia me distrair com nada apenas olhando para aquele calçadão que no dia anterior vi ele sumindo. Depois de uma longa espera vi ele surgindo passando por mim como sempre fazia, sem ao menos um bom dia , tomando seu lugar . Alguns minutos se passaram até que o telefone tocasse para mim foi uma eternidade . Resisti em atender, mas acabei cedendo. ____Oi putinha. Tentei devolver a ofensa, mas a única coisa que consegui falar foi, "não fale assim" enquanto as lágrimas corriam pelas minhas face ele parecia se divertir e eu sabia que estava certo era uma putinha incapaz de lutar contra o fogo que me corroía por dentro. ___ gire as pernas para meu lado puxe o biquíni de lado, quero ver sua buceta de puta. Fiz o que mandou, apoiada com um cotovelo na areia enquanto com a outra mão puxava o biquíni . ___ Abra mais as pernas. ____Isso! Agora enfie um dedinho nela e leve ele molhado na sua boca. ____Assim! Chupe como se estivesse chupando meu pau. Obedecia cegamente o que pedia pude sentir o gosto de minha buceta pela primeira vez, tinha o sabor indiscritível do prazer. Ahhh! como gostaria que provasse e sentisse o que estou sentindo. ___ quer provar meu pau? ___Quero. ___ Peça com jeito, implore! ___ Por favor! ____ Implore! Sua vagabunda. ___Por favor, não me judie mais faço o que quiser Ele se levantou da onde estava veio até a mim, meu corpo tremia todo chegava a ser visível ,não conseguia me controlar. Ele caia de joelhos em frente a mim , meu rosto esta entre suas coxas, olho para ele sempre o mesmo olhar indecifrável não conseguia definir se me desejava ou apenas sentia prazer em me judiar. ___ Tire meu pau para fora, e chupe. ___Nãooo! ____ Faça ou vou me embora. Sua puta. Devagarinho vou puxando seu short de lado Seu pau era enorme o que fez meu desejo aumentar , enfiei todo na boca enquanto que com uma mão punhetava aquele pau com a boca chupava gulosamente, meu tesão era tanto que nem me preocupava com as outras pessoas na praia ,de vez em quando olhava para ele para ver se estava gostando mais meus olhos estavam turvos não via nada com clareza . ___Não olhe para mim sua puta apenas chupa. Não entendia por que me tratava com tanto desprezo se fazia tudo que queria . Seu gozo veio forte ao mesmo tempo que me xingava. Parte engoli, mas a maior parte se espalhou pelo meu rosto com ajuda da sua pica que como uma broxa esfregava todo meu rosto, gozei junto, gemi e gritei, tudo abafado pela arrebentação das ondas. Ele levanta guarda o pau que limpei com a língua e vai embora sem dizer nenhuma palavra, desta vez não esperei que sumisse no calçadão ,levantei-me e fui para o mar lavar meu rosto e minhas coxas que também estavam meladas pelo meu mel. ___Acho que está na hora de subir aqui tá uma chatice só ! Fingi que não ouvi e sai apressada ,desta vez estava decidida a não abrir meu guarda-sol ia me alojar no dele quisesse ele ou não! La estava ele sentado na espreguiçadeira copo na mão me aproximei e fui sentando ao seu lado no chão ele estendeu o copo e bebi junto com ele Não falei nada ele também não, ficamos assim um bom tempo seu olhar virado para a montanha parecia pensar em algo distante. Enquanto eu olhava para ele com um olhar pedinte tinha medo de toca-lo. Por varias vezes me ofereceu a bebida que tomava, já estava quase bêbada. ___ Quer meter comigo. Dizia isso enquanto enfiava a mão por dentro da parte superior do biquíni pegando minhas tetas com força e espremendo meus bico com os dedos. estava doendo mais também percebi que minha buceta ficava molhada. ___ Quero! Já conhecia seu jeito. Sabia que tinha que lutar mas não conseguia. ___Por Favor! Me come deixe sentir teu caralho dentro de mim. ____ Voce é mesmo uma vagabunda faz qualquer coisa por meu cacete. ___ Não é bem assim gosto de voce. Por favor não me chame assim. ___Chamo do jeito que quiser se não está satisfeita pode ir embora. ___ Não! Quero ficar, sou sua putinha. Um sorriso sarcástico saiu daquele rosto ,se dobrou para mim que continuava sentada no chão ao lado da espreguiçadeira e me deu um curto beijo na boca , foi seu primeiro gesto de carinho. Se levantou, pegou meu guarda-sol que estava fechado no chão e fincou bem fundo perto do seu sem mesmo abri . Enquanto tirava de uma mochila dois pedaços de corda , eu estava sentada no chão com a pernas recolhidas observando seus movimentos, sem muito entender, um pouco desconfiada via ele ajoelhado amarrando cada pedaço de corda nas hastes dos guarda-sóis. Já de pé olhando para mim sem nada dizer, minha intuição sabia o que queria de mim. Levanto-me devagar primeiro ajusto a parte de cima do biquíni deixando que cubra só até o bico dos seios e depois puxo a calcinha e solto para que se aloje entre as nádegas .Havia uma altivez em mim que praticamente escondia o tesão e a ansiedade dos momentos que antevia. Dou dois ou três passo e fico entre os guarda-sóis olho em seu rosto por alguns momentos solto o corpo caindo de joelhos na areia....enquanto amarrava meus pulsos as lagrimas escorriam pela minha face. ___ Voce pode desistir! ___ Nãooo! Deitada no chão o lado do rosto encostado na areia sinto o primeiro tapa na bunda dou um grito de dor. ___ Quer que te coma sua puta? ___ Quero! ___Vai ser no cuzinho pode ser? ____Pode! Outro tapa, dou outro grito. ___ Me fode amor. Quero sentir teu caralho. Levo outro tapa na bunda que já ardia a dor se misturava com meu prazer e com a vontade de sentir logo aquele caralho dentro de mim. ___ Quero que sejas minha escrava. ___Serei. ___ Então goze no dedão de meu pé. Seu pé entre minha coxas o dedo do pé afastando minha calcinha e penetrando na minha buceta já completamente molhada. ___ Bate senhor, me castiga por ter me tornado sua puta. Choro de dor e de prazer alucinada por aquele dedão na buceta mexo minha cintura procurando tê-lo mais fundo. Vou gozando sem parar, um atras do outro, chega forte tremo da cabeça aos pés. ____ Agora vou comer seu rabinho sua cadela Minha bunda avermelhada pelo seu castigo sente a ponta de seu cacete separando as nádegas, primeiro esfrega na buceta e depois todo lambuzado começa a penetrar no meu cuzinho, meu desejo era tanto que nem espero que enterre tudo, eu mesma jogo a bunda contra aquele cacete, fazendo que chegue ao fundo, solto um grito e depois começo a gemer sem parar, agora é só desejo , só prazer, minha bunda procura sua reentrâncias mais profundas para que seu pau penetre o mais fundo possível. As cordas começam a marcar meu pulso de tanto que me debato ,sinto-me totalmente imobilizada pela cordas e pelo peso de seu corpo achatando o meu corpo contra a areia da praia, meu rosto todo marcado devido ao contato com a areia áspera. ___ Seus palavrões são proferidos contra mim, a cada um deles confirmo com um "sim meu senhor" ___ Biscate, puta, vagabunda. ___Fico mais hesitada ___ Fode meu amo, fode essa cachorra Ahhhhh! Uiiiiiii! Que gostoso .estou gozando! Não sei quantas vezes gozei, parecia ser um atras do outro , estava tão exausta que quando me dei conta estava sozinha na praia sem as cordas apenas sei que tudo tinha acontecido por que ainda escorria porra entre minhas coxas.
.252. SEXO NA PRAIA DE NUDISMO.Recentemente coloquei um anuncio num site da net procurando por casais para menage. Junto com o anuncio foi uma foto minha em que apareço nu frontal com meus 18 cm de pica a mostra. Anteriormente já tinha feito anúncios procurando mulheres só e também mulheres bi para junto com minha namorada formarmos um trio quente. Só obtive resposta de uma pessoa a qual relatarei em outra oportunidade. O anuncio para casais foi colocado a menos de um mês atras e para minha surpresa tive resposta rápida. Se tratava de um casal na faixa dos 40 anos sendo ele moreno simpático e comunicativo que percebendo meu interesse e de não ter demonstrado que era apenas um curioso me passou o telefone para eu ligar, coisa que eu fiz na mesma hora. Assim que eu liguei ele perguntou se poderíamos marcar imediatamente num local próximo ao centro da cidade para ele me conhecer antes de apresentar sua esposa (são realmente casados a 23 anos). Nos conhecemos e ele ficou empolgado e achando que certamente sua esposa gostaria de me conhecer (isto foi numa quarta feira) e marcamos na sexta feira para eu conhecer sua esposa. Ele chegou primeiro e em seguida eu. Enquanto bebíamos uma cerveja conversávamos sobre sexo, swing, boates de casais e ele me mostrava fotos de sua esposa. Ela é uma loira de seus 1,70m , corpo sem celulite ou gordura, quadril largo e uma boceta bonita e grande. Minutos depois ela chegou e então pude confirmar o que as fotos já me diziam. O que as fotos não mostravam era seu rosto bonito com a pele bem lisa e os olhos claros (variando verde e azul). Como eu tinha um compromisso naquela noite só pude ficar pouco tempo com eles, porem marcamos para no domingo seguinte irmos para uma praia de nudismo. No domingo e na hora e local combinada peguei o casal e seguimos para a tal praia. Como nunca tinha ido numa praia destas, gerson e laura (nomes fictícios) foram me orientando de como eu deveria me comportar no local. Bom uma coisa eu sabia, que não iria ficar ansioso em ver tanta gente nua pois já trabalho com fotografia e no meu estúdio o tipo de foto que mais faço é de mulheres sem roupa. Paramos a poucos quilômetros do local para tomarmos uma geladinha e seguimos o nosso caminho. Estava curioso para saber o que o casal tinha planejado para mim pois, eles não falavam nada sobre o que na verdade poderia acontecer neste primeiro encontro. Chegamos ao local e minha preocupação era o tempo que não estava muito bom, porem isto foi deixado de lado quando vi a primeira pessoa no local. Era uma morena alta de cabelos compridos e pintados de loiro, com um corpo escultural e peitos lindos, ela estava com a parte de baixo do biquíni e não pude ver sua xoxota, não teve problema, assim que fiz o comentário, laura tratou logo de tirar sua roupa seguido de gerson e obviamente eu. Eles me disseram que neste local não se pode transar , o que chegou a me preocupar, mais eles me disseram que mais tarde e num local mais afastado e do lado de um rio poderia rolar algo. Isto me deixou mais animado. Bebemos algumas cervejas, comemos alguns tira-gostos e quando já eram umas 15h, laura disse que já não agüentava mais de tesão e me chamou para tomarmos banho de rio. A profundidade deste rio, no local em que estávamos, é de mais ou menos 1,60 e aí deu para rolar umas sacanagens tipo: uma punhetinha, uma passadinha de mão na xoxota e etc. Gerson só observava e sempre perguntava a laura se ela estava gostando. Meu cacete estava em brasa e duro como uma rocha. Ficamos brincando de encochar e etc. Foi aí que gerson decidiu que iríamos para um local mais distante. Para não dar bandeira, o casal foi caminhando pela praia enquanto eu subi o rio. Não vou mentir que não senti um pouco de medo, pois o local era completamente deserto e pantanoso porem, o tesão era maior e suprimia o meu medo. Finalmente chegamos ao local adequado e foi aí que começou a putaria. Laura se mostrou completamente diferente do que eu havia conhecido durante a noite de sexta e o percurso até a praia. Um fogo intenso e uma agonia tomava ela, sua temperatura estava quase 40º (imagino eu). Ela me agarrava, me chupava me beijava, tudo isto com muito tesão, gerson só se preocupava em ver se ninguém apareceria no local e vez ou outra subia um morro para fazer esta verificação. Entramos no rio e começamos as preliminares. Gerson segurava ela e a fazia boiar no rio expondo sua xoxota para mim. Ele perguntou se queria chupa-la o que fiz imediatamente. Em alguns segundos laura já estava gozando, apertando a minha cabeça com suas pernas. Depois ela virou de barriga para baixo (ainda boiando e segura por gerson) e eu pude chupa-la por traz. Que delicia de xoxota, eu chupava, horas sua boceta e horas lambia seu cuzinho e que fazia ela delirar e dizer loucuras. Ah, ah, adoro fuder, me fode logo porra, me fode logo, mete esta língua no meu cu, ahh. Isto era o que eu podia ouvir dela. Saímos do rio e a esta altura já não nos preocupavamos com mais nada e muito menos se iria aparecer alguém. Gerson providenciou colocar uma toalha no matinho ao lado do rio enquanto laura chupava com muita vontade o meu cacete que não parava de latejar diante de tanta aventura. (e até porque, laura é muito gostosa). Ela se posicionou de quatro e gerson me deu uma camisinha. Vesti meu cacete e na primeira estocada laura projetou sua bunda para traz fazendo entrar tudo de vez. Ela não parou mais, parecia que estava no cio e que realmente gerson não a satisfazia. (só para vcs terem uma idéia, existia uma grande diferença entre o tamanho de meu pau, 18cm para o de gerson 12cm. Vejam que as vezes o tamanho faz a diferença, ainda mais quando se trata de laura, uma mulher cheia de fogo e tesão, que trata o sexo com vontade e sem limites). Como tenho ereção prolongada e sinto prazer sem gozar, laura foi as nuvens, acredito que em mais ou menos uns 10 minutos e só nesta posição, ela gozou umas seis ou sete vezes. Estava concentrado em laura e só depois que observei que gerson a tudo fotografava e que em determinados momentos até atrapalhava o orgasmo de laura pois, ficava mandando ela parar de se movimentar para poder fazer uma boa foto (pode?). Mudamos de posição, eu deitei de costas e ela veio por cima de mim, ela não parava de dizer coisas desconexas e ficava louca quando meu pau saia de sua boceta. Fodemos por pelo menos uns 45 minutos e em várias posições e eu finalmente gozei. Enchi a camisinha de esperma e arriei exausto. Neste momento laura chamou gerson e pediu para fodê-la e que ele fez em no máximo 2 minutos (acho que ele estava super excitado com a situação e gozou rapidinho) e na posição de papai-mamãe. O clima era de pura sacanagem e mesmo eu já tendo gozado,. Meu pau logo se recompôs e a vontade era de foder laura mais uma vez, porem gerson estava com medo de algumas pessoas que estavam no local anterior notar que estávamos demorando e vir a nossa procura. O mais gostoso de tudo isso era o fato de poder trepar ao ar livre, junto a natureza e sem o mínimo pudor. Voltamos caminhando só que desta vez juntos, e pelo mesmo caminho que eu tinha feito na ida e com um detalhe: meu pau não baixava de jeito nenhum. Laura ria e dizia que iria dar um jeito porem gerson muito cuidadoso e preocupado dizia que não. Ao chegarmos no local onde estavam os grupos de nudismo, percebemos que o clima já era de maior descontração, alguns casais já estavam se beijando dentro do rio e certamente enfiados um no outro pois, de fora não dava para ver nada. Outro casal já se dirigia para um local atrás das moitas, garanto que não era para ver a natureza. Resolvemos ir embora, a fome já apertava e não queríamos ficar para presenciar a suruba de ninguém, até porque estes grupos são fechados e não permitem a entrada de quem eles não conhecem. Ficamos de voltar em outra oportunidade sendo que eu teria que levar uma garota para evitar a bandeira que o casal deu ao me levar só para este local.
.253. BONECA DIABINHA!Sou morena, tenho cabelos lisinhos, longos e tingidos de loiro. Toda lisinha. Tenho um rostinho angelical.Tenho seios médios, bem redondinhos e durinhos, uma cintura perfeita, e quadris avantajados, com uma bundinha redondinha e arrebitadinha Meu pênis mede apenas 6 cm's duro. Fiz tratamento de hormonização, e ainda coloquei silicone.Tenho hoje 20 anos. Minha história começou quando eu fui expulsa de casa, depois de ter me travestido. Minha família sabia desde cedo que eu não era normal, não saía com amigos, não tinha namoradas, apesar de ser muito bonito. Tudo que eu sou hoje eu devo aos meus tios, que me pagaram tudo para que me transformasse em uma quase mulher. Eu fui para a casa de meus tios, que me receberam com ternura. Eu iria trabalhar para eles como doméstica, até que eu arrumasse um emprego fora e pudesse me mudar. O trabalho era muito leve, as máquinas modernas que eles tinham a seu dispor facilitavam em muito meu trabalho, e eu dividia tudo com a empregada. Na minha nova casa, todos eram gentis comigo, minha tia Isabel, meu tio Jorge e meu priminho Mateus de apenas 5 aninhos, que pensava que eu era uma mulher, e Janaína, uma empregada que veio do interior para a cidade, e meus tios a acolheram. Ela era uma linda negrinha de uns 14 anos, de rostinho lindo e meigo, cabelos bem alisados, olhos negros e brilhantes, tinha um bundão muito chamativo, e adorava andar rebolando seu dote, menos na frente da minha tia, que era muito rígida quanto a sexualidade. Minha tia me acolheu com amor, e só pediu para que eu não arranjasse namorados até sair de sua casa, pois ela era religiosa, e detestava o que eu havia feito, só me acolhera porque me ama muito, e não queria ver eu me prostituindo para ganhar a vida. Tudo ia bem, até que meu tio começou a me olhar com outros olhos. Ele percebera que eu era muito obediente, e tinha para com ele uma enorme dívida de gratidão. Logo ele começou a roçar na minha bunda quando passava perto de mim, e as vezes, quando eu estava na pia lavando copos, ele me encoxava por trás, e enquanto pegava alguma coisa, ficava se esfregando em mim. Como eu não reagia com desaprovação, ele se sentia estimulado a continuar. Eu não tinha coragem de repreender aquele homem a quem eu tanto devia, e na verdade estava até gostando. Mas eu não poderia fazer isso com a minha tia, que fora tão bondosa comigo, e tinha por mim muita consideração e afeto. Então, durante mais uma de suas encostadas, eu o repreendi, disse a ele que parasse, pois ele era casado e ainda por cima cometia incesto. Ele ficou irado, me chamou de vagabunda, veadinho, e se retirou. Eu fiquei magoada, mas pelo menos fiz a coisa certa. Sua atitude comigo começou a mudar. Ele ficara mais rude, e me mandava trabalhar mais. Eu obedecia sem questionar, e ele gostava. Estava querendo me humilhar, provar que eu dependia dele, e que não podia reclamar de nada. Certa vez ele estava sentado no sofá, junto com um amigo, vendo televisão, e eu espanava a estante, usando uma sainha preta bem justa. Eu percebi que ele jogara de propósito o controle remoto no chão, e me mandou pagá-lo. Quando eu me abaixei para pegar ele disse baixinho: "putinha gostosa". Eu entreguei o controle a ele, cheia de tesão. Seu amigo então disse: "esse é seu sobrinho travequinho?" Eu fiquei ofendida, e me virei para ir para a cozinha, mas meu tio me segurou firmemente pelo braço, me pressionando a ficar. "É assim que você trata minhas visitas? Saindo sem pedir licença? Peça desculpas a ele". Eu fiquei humilhada, e pedi perdão, me retirando logo em seguida. Eu estava louquinha com aquilo. Houve um dia em que minha tia e meu sobrinho viajaram para a casa de minha avó, e Janaína estava de folga. O tio Jorge trabalharia o dia inteiro, e dormiria no serviço. Eu fiquei com a responsabilidade de tomar conta da casa. Mas tive uma surpresa. O tio Jorge não fora trabalhar, e eu nem ousei perguntar o motivo. Continuei trabalhando normalmente, mas estava excitada, e usei roupas mais sensuais. Estava com um shortinho preto, bem curtinho, e uma camisa larga branca, que cobria até a metade das minhas coxas, dando a impressão que eu não vestia nada por baixo. Estava sem sutiã, deixando meus lindos seios a mostra para seu deleite. Ele me secava com os olhos, e voltou a me dar encostadas freqüentes quando passava por mim. Enquanto eu colocava as roupas na máquina, ele veio até mim com uma cueca na mão e disse: "tome, a partir de agora você vai lavar minhas cuecas. E elas devem ser lavadas a mão, com muito cuidado". E então ele saiu. Eu então notei que sua cueca estava toda suja de esperma. Ao que parecia, ele havia gozado a pouco tempo nela. Eu fiquei louquinha naquele momento, e comecei a cheira-la, e sentir aquele cheiro poderoso de macho, que me fazia ficar submissa e louquinha para me entregar em seus braços fortes e peludos. Não resisti, e comecei a lamber o esperma da cueca, sentindo aquele gostinho salgado na minha língua. Eu lambia devagar, enquanto eu simultaneamente cheirava e arfava. Meu êxtase teve fim quando senti a presença de meu tio atrás de mim. Ele estava parado me observando com olhos sedentos, e um sorriso de desdém. "Que putinha safadinha, ta gostando do cheiro de macho seu veadinho? Se sua tia souber disso". Eu fiquei desesperada, e pedi a ele que não contasse. Ele se aproximou de mim, fazendo com que cada passo seu estimulasse ondas elétricas correndo por meu corpo, me fazendo ficar toda arrepiada e excitada. Ele segurou na minha cinturinha, e me deu um beijo no pescoço. Eu quase desfaleci. Ele então me pediu meigamente: "Quero que você agasalhe meu pau, quero ele entrando devagarzinho no seu cuzinho". Eu disse que não, mas instantaneamente eu me virei, apoiando na máquina, e empinando minha bundinha para ele, me oferecendo toda, enquanto dizia para ele ir embora. Ele pegou a cueca da minha mão, e passou no meu rosto, dando-me o prazer de sentir seu cheiro maravilhoso enquanto ele tocava a cabeça de seu pau, já retirado para fora da calça, na minha bundinha oferecida e gulosinha. Ele então desceu minha saia, e segurou na calcinha, puxando-a para cima com força, enfiando ela todinha na minha bundinha, me fazendo dar um gemido sofrido e gostoso. Enquanto isso minha boca estava molhada, eu parecia faminta, queria encher minha boca com seu leitinho delicioso. Eu lambia sua cueca com gosto, mas estava acabando o meu mel. Enquanto puxava minha calcinha para cima, ele esfregava seu pau duro nas minhas pernas e na minha bunda, como um tarado buscando prazer em qualquer lugar, procurando estímulos sexuais em seu membro roçando-o loucamente em qualquer superfície. Logo ele abaixou minha calcinha também. Eu não estava agüentando, meu pênis estava muito duro. Eu pedi para ele arfando: "por favor tio, toca no meu membro, coloque suas mãos másculas nele, eu sei que você gosta". Ele segurou meu pênis com força, coube todo em sua mão poderosa, tendo em vista que meu pênis é pequeno. Ele apertou com força, fazendo com que meu prazer se transforma-se em dor, me fazendo encolher instintivamente, gemendo de dor, implorando para que ele cessasse com aquele castigo. "Escuta aqui seu veadinho, eu não gosto de pau não, e mesmo se gostasse não iria querer me satisfazer com essa coisinha minúscula que você tem aí. Eu só quero te comer sua bichinha, e você não vai gozar com essa coisa". Na hora eu fiquei muito triste, sabendo que ele só iria se aproveitar do meu rabinho, não permitindo que eu gozasse também. Ele então deu fortes tapas na minha bunda, fazendo-a ficar vermelha. "Você tem que apanhar sua vagabundinha. Eu sei que você gosta de apanhar safada". Ele tirou minha blusa e começou a passar a mão nos meus seios, enquanto me batia com a outra mão. "Empina o rabo que eu vou castigar seu rabão de puta". Eu dizia que não, pedia para ele parar, mas eu era muito puta mesmo, e arreganhava o rabo para ele, que me batia com força. Ele colocou sua cueca no meu rosto, e me mandou morder, para agüentar melhor as palmadas. Foi o que fiz, fiquei com aquele tecido molhado pelo líquido maravilhoso dos homens na boca, enquanto apanhava como uma mulher de malandro, que se deliciava com cada tapa, que se deliciava com aquela demonstração de superioridade dele, enquanto eu me inferiorizava. Ele então mandou que eu ficasse de quatro, com sua cueca na boca. Eu obedeci. "Isso, seu lugar é de quatro cadelinha. Agora venha para o meu quarto comigo". Eu fui seguindo-o de quatro, com meu pênis cheio de tesão balançando, e meus seios lindos dançando ao som dos meus passos. "Parece uma vaquinha leiteira". Quando cheguei em seu quarto ele ficou de costas, e me mandou lamber seu cu. "Vem cá cachorra, lambe o cu do seu dono lambe. É assim que eu te quero, eu te bato e você vem balançando o rabinho para lamber minha bunda". Eu fui de quatro, e comecei a lamber sua bunda cabeluda. Enfiava minha língua no meio de seu cu, e ele delirava. Minha língua se mexia freneticamente no meio da sua bunda. Ele começou então a se masturbar enquanto eu continuava a lamber sua bunda. Quando estava quase gozando ele se virou e jorrou seu sêmen no meu rostinho, e me ordenou que bebesse tudo. Obedeci prontamente. Quando terminou, ele pediu que eu limpasse seu pênis. Eu o fiz, e quando acabei ele me mandou sair do seu quarto, de quatro, como a cadela que eu sou, pois já estava satisfeito. Eu fiquei de quatro, e comecei a andar sensualmente para a porta, rebolando bastante meu rabinho lindo, e latindo para ele. Mas quando cheguei na porta eu não agüentei, e voltei de quatro, parando na sua frente, eu comecei a lamber seus pés. Eu me sentia a mais rebaixada das putas, implorando para que ele me comesse. Mas ele disse que não estava com vontade. Eu comecei a lamber sua perna, lambendo cada fio de sua perna cabeluda, cheguei ao seu saco, e chupei-o com sofreguidão, enquanto alisava suas pernas de urso que tanto me excitavam. Ele mandava eu sair, e me xingava de putinha, de veadinho, safada, cadela, galinha, traveco filho da puta. Eu coloquei então seu pau mole na boca, e comecei a chupá-lo. Ele não era muito grande, mas era tudo que eu queria. Ele gemia, mas seu pau não reagia. Eu me sentia excitada com sua impotência, e comecei a sorrir por dentro. Acho que ele estava se sentindo mal por transar com um travesti, pois sempre fora muito religioso e fiel a sua esposa. Eu me sentia uma diabinha. Ele então me deitou no chão, e se prostou de quatro na minha frente, aproximou seu rosto do meu minúsculo pênis, e começou a lambe-lo. Parecia que tudo havia sido invertido. Meu tio urso, aquele macho másculo e peludo em todo o seu grande corpo estava chupando meu pau como um veadinho. Agora ele me pertencia. Aquele gigante impotente me chupava para me pagar por sua invalidez, por sua falha vergonhosa. Eu sorri e disse a ele: "agora você é meu escravo tio, chupa meu pau gostoso sua bicha". Eu falava para provoca-lo, e ele chupava obediente. Meu pauzinho cabia inteiro em sua boca. Logo eu estava me aproximando do orgasmo, estava gozando. Esporrei na sua boca, e ele bebeu tudinho. Ele então subiu em cima de mim, quase me esmagando com aquele corpo forte e cabeludo, colocando nossos pênis moles em contato, roçando-os enquanto ele aproximava seu rosto do meu, e me beijou na boca, passando para mim todo o meu gozo, sujando meu rostinho angelical. Ele segurou meu rosto com suas mãos fortes, e me disse baixinho: "Sua putinha, você é minha escrava, minha cadelinha, e eu faço o que eu quiser com você. Você vai me pagar por isso sua diabinha, vai sofrer como uma cadela desobediente. Eu te desprezo seu veadinho, você não pode arrumar um grande emprego, não pode subir na vida, pois nem terminou o segundo grau, de tão burrinha que é. É uma vergonha. Tudo que você tem é esse cuzinho, que eu vou esfolar todinho. Eu te desprezo sua bicha, e você não tem nada além de mim, seu dono. Repita". Ele estava me desprezando, por te-lo seduzido. Estava envergonhado do que fez, e queria me humilhar para estimular sua auto estima. Eu estava adorando me sentir tão inferior a ele, me sentir nas garras daquele homem que agora queria me fazer sofrer. Eu repeti, dizendo que eu era sua escrava. Ele me mandou latir, o que fiz com prazer, e cuspiu na minha cara, fazendo uma cara de desprezo, me dando um forte tapa na cara e me mandando sair de quatro dali. Eu saí triste, por não ter sido enrabada violentamente, mas cheia de tesão. Fui tomar um banho, e me masturbei deliciosamente, me lembrando da cadela que fui para meu tio, e pensando no castigo que estava por vir. Mas ele não teve mais tempo de comer, por causa da sua mulher, do seu filho e de Janaína. Mas eu ainda aguardo ansiosamente pelo meu macho.
.254. EU E MINHA VIZINHA CASADA!Sou um homem interessante, tenho 41 anos, 1,92 m de altura, 90 Kg bem distribuídos, boa cultura, refinamento e bem viajado. Sou um homem experiente que tive muitos relacionamentos com mulheres de todos os tipos físicos, culturais e econômicos, mas o que vou relatar aqui para mim foi algo inusitado... Eu vinho com certa freqüência me encontrando normalmente de manhã, quando eu estava saindo para o trabalho, com meus vizinhos de corredor. Invariavelmente eu saia junto com meu novo vizinho de porta e, é lógico, com a sua esposa. Esta loira de mais ou menos 1,75m de altura, cabelos e olhos azuis faiscantes sempre se despedia do marido no hall do elevador e, para minha satisfação, sempre usando trajes mínimos, talvez porque eles apostassem que ninguém fosse vê-la, a não ser por uma coincidência muito grande. É lógico que eu sou sortudo (confesso que após a primeira vez, eu auxiliava a minha sorte de ter horários idênticos e eu ficava na espreita, esperando o barulho no corredor para sair e \"dar o flagrante\", hehehe). Isso ocorreu durante uns 2 meses, até o dia em que eu decidi trabalhar em casa para terminar uns relatórios de projeto que requeriam minha total atenção sem interrupções. Isso aconteceu exatamente há 06 meses atrás. Como em todas as vezes que eu encontrei e dei o bom dia habitual aos vizinhos, eu agi de forma dissimulada e não deixei que eles percebessem que eu estava olhando, na verdade cobiçando, aquele monumento de loira, eu nunca pude observar se ela demonstrava algum interesse em mim, logo para mim foi uma surpresa quando a campainha tocou e eu fui agraciado com uma imagem a qual nunca poderei esquecer: ao abrir a porta, a minha loira maravilhosa estava abaixada com aquela bunda maravilhosa virada para mim, ela usava uma mini-saia muito curta e os pacotes que ela portava haviam caído no chão, espalhando pacotes por todos os lados. Fiquei uns instantes saboreando aquela paisagem espetacular, mas tive que voltar a mim e me oferecer para ajudar a pegar os embrulhos. Ela ficou embaraçada com a situação, mas após algumas boas risadas ela me explicou que havia esquecido as chaves do seu apartamento dentro dele e que precisava ligar para um chaveiro, pois o marido dela havia viajado e só voltaria 4 dias depois. Como a bateria do celular dela estava descarregada, fui agraciado com a presença dela em minha sala de estar. Veja bem, até este momento estávamos ambos nos comportando dentro dos padrões mais formais que a boa educação dita e ambos não demonstramos nenhuma "segunda intenção". Eu me ofereci para buscar algo gelado para beber, enquanto aquela deusa do Olimpo telefonava para o call center da companhia de seguros e agendava a vinda do chaveiro. Ela aceitou, pois realmente estava muito calor, e me surpreendi quando ela perguntou se eu tinha uma cerveja. Durante a chamada telefônica, enquanto ela fornecia seus dados, eu não pude deixar de admirar aquelas coxas maravilhosas, bem bronzeadas, com pelos mínimos, mas totalmente loiros à mostra e o formato dos seios daquela deusa, muito volumosos e de uma consistência espantosa, apesar de ela não estar usando sutien. Ela teve uma má notícia, pois o chaveiro que atendia nosso bairro tivera muitas chamadas naquele dia e só poderia vir após as 18:30 (não havia dito, mas eram 11:00 da manhã). Após muito protestar, ela acabou aceitando o agendamento. A esta altura, eu já aparentava a poderosa ereção que eu alimentei com minha imaginação e com aquela visão maravilhosa. Ao colocar o fone no gancho, ela deu de cara com o volume que meu pau fazia debaixo da minha bermuda a qual eu usava sem a presença de uma desconfortável cueca. Estávamos os 2 nos olhando meio sem graça um com o outro, quando mais um acidente, se é que acidentes podem ser algo que nos dá prazer, aconteceu. Ela deixou o copo cheio de cerveja cair no seu colo. Eu prontamente peguei um pano de prato e fui ajudá-la, mas escorreguei na poça de cerveja e caí de bunda no chão. Ela tentou me segurar e veio junto. De repente estávamos os dois no chão rindo muito, sendo que ela, para completar a minha sorte caiu no meu colo.... As risadas foram longas e foram diminuindo gradativamente. Quando percebemos, estávamos nos olhando profundamente, meu pau estava duro como o Pão de Açúcar pressionado por uma das bundas mais lindas que eu já vi... Não sei bem como, mas demos um beijo longo, porém terno. Nossas línguas se entrelaçaram de uma forma muito carinhosa. De repente ela disse, "não posso fazer isso", repetiu a mesma frase e disse também que nunca havia traído o marido, seu único homem com quem se casou virgem. Eu não parei mais de acariciá-la e dizer o quanto ela era desejável e o quanto ela me atraía, Nossas mãos acariciaram nossos corpos e o segundo beijo foi voluptuoso, ela sugava minha língua, como se ela fosse o meu pau que de tão duro que estava precisava urgentemente de espaço e forçava a bermuda e a bunda objeto do meu desejo. Levantamos e nos despimos um ao outro. Minha boca procurava, e achou rapidamente aqueles seios de sereia, grandes, doces e rígidos. Eu os sugava e acariciava loucamente com a mão esquerda. A mão direita apertava as nádegas da minha deliciosa vizinha e o seu cuzinho, é claro! De repente nós estávamos no sofá fazendo um 69 inesquecível. Eu a chupava, lambia, introduzia minha língua na sua racha, que mel gostoso, eu lambia do cuzinho até o clitóris. Ela gozou umas 2 vezes enquanto eu a chupava, mas ela também não esquecia de me dar todo o prazer possível, ela chupava meu saco, lambia meus testículos, lambia meu pau de cima a baixo dizendo que nunca tinha visto um pau tão grande, duro e grosso. Ela enterrava meu pau quase que por inteiro na sua boca e sugava com força, senti que ela queria que eu gozasse e o ritmo das chupadas foi aumentando até que eu enchi sua boquinha linda com minha porra quente e suculenta, pois fazia uma semana que eu não transava. Ela engoliu o que pode dizendo que nunca havia provado o gosto de esperma, pois o marido dela era muito pudico e não costumava praticar sexo mais ousado... Como já estávamos totalmente íntimos eu disse a ela, "linda, se ele tem reservas quanto a sexo oral, imagino quanto a sexo anal, hehehe". Ela riu e me disse que nunca havia feito sexo anal e que isso era quase um tabu para ela, pois o marido dela nem sequer discutiria um assunto desses. É lógico que ao saber que aquela bunda maravilhosa ainda era virgem, fiquei mais interessado ainda e fiquei novamente de pau duro. Ela notou e caiu de boca no meu mastro (não mencionei até aqui, mas sou um homem bem dotado, minha última namorada mediu o meu membro e constatou que tenho 21 cm de comprimento por 6 cm de diâmetro). Eu a coloquei de quatro no sofá e a penetrei naquela buceta rosada, linda. Penetrei de uma vez, pois ela já estava bem lubrificada. Ela respondeu com um grito de dor e prazer, após algumas bombadas vigorosas ela gozou, eu continuei bombando e ela gozou de novo. Tirei meu pau daquela xoxota deliciosa e apontei no cuzinho virgem. O cuzinho estava trancado, ela dizia, "por favor meu cuzinho não", eu sentia dificuldade para enfiar a cabeça do meu pau, eu enfiava novamente na buceta para deixá-lo lubrificando, tirava e tentava de novo, ela finalmente me disse, por favor me penetre, mas se doer, tire rápido. Eu atendi ao pedido e forcei a entrada com um dedo e depois com dois, finalmente coloquei, ainda com alguma dificuldade, a cabeça do meu pau. Fui entrando muito devagar, deliciando-me ao ouvi-la gemendo. Ela pediu para eu parar um pouco, disse que estava doendo, mas para eu não tirar, pois era muito gostoso também... De repente ela começou a rebolar e isso ajudou a penetração. Quando eu me senti por inteiro dentro daquele cu, vendo a minha deusa rebolando e gemendo, não me contive e comecei a fazer um vai e vem concatenado com os movimentos dos quadris dela. Fiz isso com muita energia, ela aumentou os gemidos e pediu para eu a arregaçá-la, dizendo que homem maravilhoso, me fode, me rasga, até que ela disse, "meu gato gostoso eu vou gozar", continuei bombando e ela teve um daqueles orgamos maravilhosos, ela gritava num misto de dor e prazer, seu corpo inteiro tremia de prazer, sentindo aquilo eu também acelerei meus movimentos e tive um dos maiores orgasmos da minha vida. Foram momentos intermináveis em que tive mais de dez jatos de porra sendo despejados nas entranhas daquela mulher linda e maravilhosa, daquele cu que é só meu até hoje.... Beijamo-nos loucamente ainda ofegantes e completamente suados e fomos a um banho delicioso juntos... Temos nos encontrado pelo menos uma vez por semana desde então e eu prometo contar como foram esses encontros em breve.
.255. DESEJOS DE UMA GRÁVIDA.Meu nome é Andréa, tenho 25 anos, 2 anos de casada, tenho uma vida gostosa, pois casei com o homem que quase toda a mulher gostaria de ter. Moro numa casa confortável, tenho um carro e meu marido outro, estou grávida de 7,5 meses (casei virgem na igreja como minha mãe e eu queríamos) sou de uma família tranqüila que não tem vícios e sempre respeitamos muito as pessoas. Tudo aconteceu após eu ter vindo de umas compras para o bebê em um shopping e resolvi passar na casa de minha irmã para visitá-la e mostrar as roupinhas da criança e chegando lá ela não estava e estranhamente naquele dia o meu cunhado não tinha ido trabalhar. Ele me pediu que entrasse e com todo carinho e cuidado comigo ele colocou sentado no sofá, levou minhas bolsas para a mesa da copa e trouxe-me um copo de suco, pois estava calor e sentou-se ao meu lado e conversamos sobre a gravidez, sobre trabalho e projetos futuros. Eu estava com um vestidinho meio que curto para uma grávida e minhas coxas se mostravam, pois sou morena, bonita e um corpo bem tratado (pois apesar da gravidez eu nunca deixei de fazer meus exercícios) e no meio de nossa conversa peguei algumas vezes ele olhando para as minhas coxas (fiquei meio que incomodada e tentei disfarçadamente abaixar mais o vestido) e nesse momento ele levantou-se para ir a cozinha e notei que já fazia um volume dentro do short que ele vestia e que provavelmente estava sem cueca, a partir dali começou a rolar umas idéias dentro de mim (visto que o meu cunhado sempre foi pra mim até mesmo antes do meu marido, um exemplo de homem, um cara bem carinhoso, cuidadoso e interessante (não muito bonito, mais muito simpático e atraente), resolvi que tinha de tirar aquelas idéias de minha cabeça, mas quando ele voltou me senti um pouco atraída, foi me dando um desejo estranho (parecia que era incomum sentir desejo sexual principalmente por outro homem em uma gravidez, visto que meu marido nesse período que me encontrava, evitava fazer sexo comigo, pois tinha medo de me machucar e afetar o bebê), comecei a sentir o batimento cardíaco aumentar e podia sentir a minha buceta úmidecer e resolvi ir ao banheiro para lavar o meu rosto e chegando lá, me olhando no espelho o meu rosto estava vermelho, pegando fogo, transformado pela vontade que me dava de derrepente ser tocada por um outro homem. Ao abaixar a cabeça no lavatório senti que ele estava parado na porta olhando para o meu traseiro, visto que deixei a porta aberta e nessa hora ele me pergunta porque eu estava nervosa e meio que sem graça resolvi me abrir com ele, pois não podia deixar aquele desejo me afetar emocionalmente. Sentei outra vez no sofá e perguntei a ele se entendia de desejo de grávida e ele falou que sim e que era importante até mesmo para o bebê procurar satisfazer tal desejo. Nesse momento contei o que estava se passando comigo e pedi para que ele não me achasse uma vadia, uma piranha e levantei-me para ir embora meia que vergonhosa e ele me puxa pela mão e faz com que eu cole no seu corpo. Fiquei muda e ele começou a tocar em meus cabelos longos e falando palavras bonitas e carinhosas em meus ouvidos (você tem um cabelo bonito, cheiroso, adoro o seu sorriso, etc...), suas mãos já percorrendo as minhas costas e fazendo carinho por sobre o vestido me fala: Eu quero realizar o seu desejo, fique tranqüila que isso só é entre nós dois e você vai ver o que é um homem para uma mulher e ele pediu para eu falar tudo o que estava sentindo e o que estava querendo que ele fizesse. Fiquei ali com a boca encostada no seu peito cabeludo e cheiroso e falei: quero me sentir como uma mulher à toa, dessas que os homens só querem para comer, ser a sua putinha, mas não me machuca. Quando falei isso ele me vira de costas e ai pude sentir seu membro encostando em minha bunda, ele começa a roçar seu pau e eu empinei a minha bunda, peguei suas mãos e puxei para cima dos meus peitinhos durinhos, que já produzia algum leite e ele começou a apertá-los e mais fortemente sarrando aquele pau que podia sentir que era bem grosso e um tamanho diferente do único pau que me comia a buceta, era maior. Suas mãos começaram a abaixar as alças do meu vestido, fiquei só de calcinha, pois o sutiã ele conseguiu se livrar rapidamente e me pergunta (você já deu esse cuzinho, o Paulo já comeu? e eu falei que não, pois nunca deixei por achar que não era certo e ele nunca mais tinha insistido e então perguntou se ele poderia comer aquele rabo bonito e moreno e falei que não, pois não estava preparada) ele puxa minha mão por sobre o seu pau enquanto me viro de frente e começo a beijar aquela boca saborosa, com gosto de desejo e assim ele vai arriando seu short e em minhas mãos vai se concretizando aquele desejo em forma de rocha, tão duro, grosso e como imaginava maior um pouco que o do meu marido e ele me pede para que o chupe, logo sentei no sofá outra vez e pude contemplar aquela baliza poderosa em frente ao meu rosto e feito louca comecei a lamber meio que descompassada, pois estava diante de um momento que nunca imaginava aconteceria e que do nada surgiu, enfiei aquele monumento em minha boca e podia ouvir sua voz: Chupa cunhada gostosa, esse pau é seu também, tome posse, sinta o gosto dele, enterra dentro de sua boca, isso bem gostoso, que boca de chupadora, vai piranha, lambuza ele com sua boca. E isso me deixava louca, pelas minhas coxas descia meu primeiro gozo e com isso comecei a amassar seu saco com minha mão e lamber seus ovos que ele direcionava para tal e escalava com meus lábios aquele enorme cacete que dava vontade de engolir ele todo. Ele me puxa pelos braços e me faz ficar de pé e começa a me inundar de beijos por sobre o pescoço (minhas mãos não parava de esfregar aquele pausão e a outra apertando sua bundinha cabeluda), desce até meus peitinhos e chupando alucinadamente me faz gemer, (que delírio me fez ter.) sua boca percorre carinhosamente minha enorme barriga, entra em meu umbigo com sua língua e suas mãos percorrem toda a minha intimidade tocada apenas por um homem (podia sentir o calor do sexo, o cheiro, minha cabeça não parava, pois aquilo tudo era muito forte, estava me sentindo ultrajada, tendo minhas intimidades invadida por um outro homem e isso tudo me alucinava), suas mãos começam a abaixar minha calcinha e enquanto vai abaixando sua língua vai tocando meus pentelho, alcançando a testa de minha buceta, minhas mãos sobre a sua cabeça o despenteava todo, nesse momento ele ergue uma de minhas pernas sobre o sofá e com isso minha bucetinha fica aberta e sua língua invade aquela cratera toda molhada e ao primeiro toque eu enterro de vez a cara dele, fazendo uma pressão como que querendo que ele entrasse com tudo e o gozo veio de uma forma única, nunca tinha gozado na boca de ninguém, pois o seu dedo tocando o meu cu, já entrava e pela primeira vez fui enrabada. Ele levantou-se e fomos para o chuveiro, após muito carinho, fomos para a sala e ele deita-se no tapete e me pede que enterre seu pau em minha buceta e assim começo, ajudada por ele a cavalgada sobre aquele pau, fiquei preocupada mais ele foi mantendo o meu corpo e assim fui enfiando aquele cacete em minha buceta que para ele era apertada, pois seu cacete era bem grosso e eu podia sentir a dor e assim fui fazendo entrar e quando estava já sentada em seu saco fui fazendo a cavalgada gostosa enquanto suas mãos faziam meus peitinhos molharem de leite. (nunca tinha gemido com meu marido, nunca tinha tido tanto tesão com ele, parecia que eu grávida estava sendo desflorada tamanha era a pressão do seu cacete que era completamente envolvido por minha buceta), após o meu gozo, ele me põem deitada no tapete e com seu pau na mão ele traz em direção a minha boca (nunca isso tinha acontecido, chupar um pau todo melado com o meu gozo), ele pede que eu o chupe, pois quer gozar em minha boca (fiquei assustada, pois também nunca recebi uma gozada na boca, mais como era um desejo, resolvi experimentar e atochei ele em minha boca, enquanto ele tocava uma punheta e assim ele gozou, fazendo minha boca ficar cheia de leite e com a intenção de jorrar pra fora, mas sem querer acabei engolindo e ele continuava a gozar por sobre o meu rosto, meus peitinhos, senti um prazer enorme após engolir sua porra). Após tudo isso ele deita ao meu lado e assim ficamos namorando e pude perceber como era carinhoso aquele homem, pois ali ele não se virou para dormir como faz geralmente o meu marido. Após alguns minutos descansando ele me leva de novo para o banheiro e assim nós nos lavamos de todo aquele gozo e após acabar o banho ele me pergunta: Faltou alguma coisa (já sendo tocada por suas mãos gostosas) e eu disse: eu é que pergunto. Pra que falei essas palavras. Nesse momento ele sorriu e ainda molhados ele me vira d costas e seu pau meio mole começa a passar por entre a racha do meu rabo (confesso que senti um arrepio gostoso que cheguei empinar o rabo e rebolar sobre o seu pau) assim ele me fala: você tem uma bundinha muito gostosa, lisinha, deixa eu comer esse cuzinho gostoso, prometo que não vai doer, pois sei fazer isso. Um exemplo é a sua irmã, hoje ela adora dar o cu quando estamos transando. Nessa hora fiquei curiosa, imaginando ele entrando com aquela rola grossa dentro do meu rabo. Meu desejo continuava, apesar de toda aquela sessão não parava e já sentia o seu pau duro passando por sobre ela. Virei o pescoço e falei: você quer tanto isso, então come, mas se doer você pára. Imediatamente ele me pede que fique de quatro e com o peso de minha barriga, fiquei bem encostada no chão, ele pede que eu abra mais as pernas e com sua boca ele começa a chupar o meu cu. (nossa! Estava gostoso demais, parecia que eu não sabia ainda, até chegar em sua casa o que era realmente o sexo) a pontinha de sua língua entrava em meu cu e de vez enquanto ele dava uma lambida em minha buceta que estava toda arreganhada e eu ia às estrelas, nesse momento ele joelhos para de me lamber e delicadamente começa a penetrar em minha buceta já toda molha (podia entender que aquilo era para lubrificar o seu pau), após algumas estocadas (e nessa altura já estava pronta para gozar de novo) ele toca com aquela cabeça enorme o meu anel e já fiquei tensa e imaginava como seria aquela penetração, nisso ele começa a forçar e podia sentir também sua saliva molhar minha entrada junto com o seu pau, quando a cabeça entra, soltei um grito que ele me falou: se gritar mais uma vez assim, não agüento e gozo e assim ele foi penetrando bem devagar, sua mão já tocava minha buceta (ardia muito, estava quente, parecia que ele tinha colocado no fogo para esquentar e mesmo sentindo prazer pelos toques em minha buceta não relaxei e meu cu mordia seu enorme pau e assim ele começa tocar a testa de minha buceta apertando-a e pedindo que sinta a sua grossura e esses toques começaram a me alucinar e ai comecei a sentir como era gosto ter um homem comendo o meu cu, fui me soltando e comecei a seu pedido a rebolar e com isso seu membro foi entrando, parecia que nunca iria parar, pois a cada milímetro invadido sentia aquela pressão e uma dilatação (estava descabaçando o meu cu) enorme. Quando toco com uma das mãos em seu saco, ele começa a gemer e a falar: Vem galinha, mexe esse cu, rebola no pau do seu homem, tô arrombando seu anel, vou enterrar tudo. Pude perceber que faltava muita coisa pra entrar e nesse momento eu queria sentir tudo, suas mãos me agarraram pela cintura e eu tocava minha buceta já querendo gozar e ele foi me puxando e começou a enterrar tudo (que dor! que prazer!), arromba, come o meu cu, mete nessa cunhadinha gostosa, vai, vai gostoso, isso atola esse pausão, após eu falar essas palavras ele não agüentou e gozou, gozou tanto que sentia como era forte aquele leite e assim suas estocadas me destruíam, arrasando todo o meu rabo e eu chorava e com a mão praticamente enfiada em minha buceta gozava e gemia ao mesmo tempo. Após tudo isso, já arrumada para ir embora, o abracei e beijei mais uma vez sua boca gostosa e confessei a ele: Estava louca pra sentir você, estava louca pra matar o meu desejo, mas o maior desejo era realmente ser enrabada, pois sempre tinha vontade de fazer isso, sorte sua que o desejo realmente aflorou quando te encontrei sozinho. E assim ele virou meu amante, pois é impossível esquecer tudo que ele fez comigo.
.256. DESEJOS DE UMA GRÁVIDA.Dez anos de casada, crianças na escola, trabalhando só meio período, contas pagas, casa bonita, maridão ganhando bem, enfim tudo parece caminhar às mil maravilhas! Parece? Só nas aparências. Apesar de eu estar bem enxuta, com tudo em cima, faz algum tempinho que meu marido não me procura mais. Ele tem viajado muito a serviço, trabalha muito, está sempre exausto. Quando está em casa, é um paizão maravilhoso, mas e eu? Ele está sempre cansado quando chega a minha vez. Isso faz a minha imaginação voar além da velocidade do som. Será que ele está botando um belo par de chifres em mim? Só pode! Nessa altura, já fico puta da vida com ele e comigo mesma. Calma relaxa! Se ele estiver? E daí? Lavou, tá novo! Eu é que fico sentindo um tesão louco. Já estou cansada de me masturbar e já gastei minha imaginação nas fantasias. Está hora de começar a viver as minhas fantasias! Falar é fácil, o difícil é por em prática. Acho que tem muitos maridos que não são chifrudos porque as mulheres não têm oportunidade para traí-los. Logo, a virtude está diretamente proporcional à falta de oportunidade! Para sair à caça, preciso descobrir a vítima e criar a ocasião. Depois de passar em revista amigos e conhecidos, achei o sujeito. Um velho conhecido, dos tempos de adolescência, alto, moreno, com um corpo super sarado. Um tesão! Periodicamente, nos encontramos na porta da escola das crianças. Agora, surgem os problemas: em primeiro lugar, como seduzir um indivíduo às sete e meia da manhã? Fácil, vestir-se de forma sexy (sem ficar ridícula nesse horário), arrumar uma cara de pau e ir conversar com ele. Da escola, eu vou todos os dias a academia malhar. Primeiro passo então, é arrumar uma roupa de ginástica que eu fique bem e dê para andar pelas ruas de São Paulo. Fácil, basta passear por algum shopping e fazer uma pequena despesa. Segundo: passar pela frente dele casualmente e inventar um assunto. Vestidíssima com uma roupa de ginástica azul piscina, que combina maravilhosamente com a minha tonalidade de pele, fui para escola com as crianças alguns minutos mais cedo. Propositadamente, estacionei o carro a um quarteirão de distância da entrada. Passei pela frente do carro do Fábio, toda lampeira, com um filho em cada mão. Ao passar por ele, abanei a mão, dando um sorriso maravilhoso. Lá estava ele, vendo seus filhos entrarem pelo portão. Parei para dar um alô. Foi aquele papo furado de sempre: como vai, o que você tem feito, não sabia que seus filhos também estudavam aqui etc e tal. No dia seguinte, a mesma cena, só que eu estava com um conjunto cor de laranja que também realçava meu tom de pele. Na volta mais um papo: -- Você vai todos os dias malhar? -- Claro, preciso perder uns centímetros no meu culote! -- Imagine! Você mantém aquele mesmo corpo dos velhos tempos! -- Obrigada, isso porque vou à academia diariamente. -- Tchau! -- Tchau! Durante uns dias, a cena repetiu-se de uma forma mais ou menos semelhante. Até que eu me armei de coragem e perguntei: -- O que você faz depois de deixar seus filhos na escola? Não é muito cedo para você ir para o escritório? -- Geralmente chego lá a essa hora e aproveito para ler os jornais, checo meus e-mails pessoais e quando acabo, minha secretária está chegando. -- Então é o seu tempo de privacidade? -- É! É sempre bom ter uma horinha si. -- Então, até amanhã! -- Até amanhã! Trocamos beijinhos nas faces. Oh caçada cansativa! Cada dia, conquistava um milímetro! Mais uns dias, uma quarta-feira, eu disse: -- Ontem, Ricardo (meu marido) embarcou para Londres para resolver um pepino. Fica lá uns dez dias. -- Você vai ficar uns dez dias sozinha? -- Vou, chato, não é mesmo? -- É... Escuta, você não quer tomar um drinque comigo hoje à tarde? -- Bem... senão vejamos! Consultando a minha agenda, descubro que hoje estou livre! Que coincidência! -- Que tal nos encontrarmos hoje às sete no Finnegan's? Sabe onde fica? -- Sim! Perto da minha casa! -- Puxa! Também moro por aqueles lados! -- Então, até mais! Beijinhos de praxe. Às sete, depois de uma operação de guerra, organizar o jantar das crianças e despencar metade do meu guarda-roupa, lá estava eu na porta do Finnegan's pegando aquele papelucho da consumação. Encontramos uma mesa no segundo andar num cantinho. Enquanto bebíamos aquela cerveja maravilhosa, Guiness, conversávamos sobre tudo. Os livros que tínhamos lido ultimamente, viagens, filmes. Um longo papo sem nenhuma conotação sexual, mas minha voz era de veludo e meu sorriso maravilhoso. Estranho, mas foi criando um clima. Lá pelas dez, o Fábio pegou nas minhas mãos e fez uma pergunta: -- Você é feliz no seu casamento? -- Acho que sim, não tenho queixas! -- Quero encontrá-la de novo! Mas agora, preciso ir para casa. -- Então, até amanhã! Ao sairmos ele me acompanhou até o meu carro e deu-me um beijo daqueles! Eu estava tão carente que fiquei molhadinha! No dia seguinte, quando passava pela frente do carro do Fábio, ele convidou-me para entrar e bater um papo sentada. Não me fiz de rogada! -- Você precisa mesmo ir à academia? Será que você nunca falta? -- Às vezes, eu falto! -- Então vamos aproveitar meu momento de privacidade juntos! -- Como? -- Seu carro está parado numa zona azul? -- Não, por que? (Estava me fazendo de inocente propositadamente) -- Vamos, vem comigo! Evidentemente, fomos ao Motel. Mal chegamos no apartamento, ele começou a me beijar com uma violência tão deliciosa, que minhas pernas ficaram bambas. Ele me carregou no colo até a cama. Puxou meus peitinhos para fora da malha de ginástica e começou a chupá-los. Eu estava molhadinha e excitadíssima! Com jeito fui tirando um pelo ombro, a malha, enquanto procurava tirar seu pau, que estava duro, parecia de ferro!, da calça. Que ginástica! Devia estar queimando mais caloria que na academia! Nua já da cintura para cima, com seu pau glorioso nas mãos (que tamanhão!) comecei a acariciá-lo. Enquanto Fábio chupava meus peitos, suas mãos continuaram me despindo. À medida que minha roupa ia descendo, seus lábios também. (Dei uma ajuda para livrar minhas pernas!) Virando meu corpo, comecei a chupá-lo, lambia seu saco, dava mordidinhas de leve no seu pau. Lambia e lambia todo sua ferramenta ajeitada, enquanto ele começava a me lamber no lugar gostoso. Dava também mordidinhas no meu clitóris. Comecei a gozar. Passei a mamar o seu pau, gozei de novo! Mamando seu pau, vi que ele estava a ponto de gozar. Continuei mamando até que ele gozou na minha boca! Engoli tudo! Fábio ficou um pouco frustrado. Disse que não tinha importância, que tinha gozado até. Continuamos nos amassando e nos beijando. Passado um tempo, senti que seu pau começava a crescer novamente. Agora, ele estava me masturbando, massageando meu clitóris com uma delicadeza que me deixava louca. Gozei novamente. Nessa altura. Ele me pôs de quatro e disse: vou comer sua bucetinha como se você fosse uma cadela! Enfiou seu pau com violência, atingindo o colo do meu útero. Senti uma dorzinha deliciosa! No vai e vem da coisa, comecei a gozar de novo. Gozei e gozei. Ele começou a gozar também. Acabamos deitados lado a lado exauridos. Ficamos nos acariciando um pouco até que ele disse: -- Nossa! Gostaria de ficar assim para sempre! Mas está na minha hora. Que pena! Precisamos repetir a dose! -- Sim, claro, querido! Foi assim que aprendi a não me sentir mais frustrada. Passamos a nos encontrar regularmente e agora, pobre da mulher dele! Deve estar passando necessidade. Qualquer dia, vou conhecê-la e ensinar-lhe alguns truques!
.257. SEDUÇÃO E ESTUPRO!Os fatos que serão narrados por mim a partir de agora, não foram presenciados, são baseados nos depoimentos de Tatiana à Polícia...Depois da surra que tomei, desmaiei e fui recuperar os sentidos somente no outro dia, quando estava num hospital e o sol batia em cheio no meu rosto, olhei um relógio de parede e este marcava 16:45 da tarde. Não sabia quanto tempo dormira, ou ficara inconsciente, somente aos poucos a sensação de sonolência e formigamento do corpo foi passando e pude aos poucos recobrar os sentidos. Os primeiros rostos conhecidos que vi, foram dos meus pais o que me deu um grande alívio. Quando recuperei parcialmente as forças tive um ímpeto de levantar e correr atrás de Tatiana, fui imediatamente seguro pelas pessoas que estavam no quarto, e sedado novamente por uma enfermeira. Somente algum tempo depois acompanhando o inquérito policial soube do triste fim daquela noite para minha linda namorada...Os bandidos após levarem Tatiana no carro, colocaram um lenço na boca para que ela parasse de gritar. Enquanto o rapaz mais forte dirigia o carro, o gordo e o mais magro a seguravam no banco de trás, o gordo dizia para que ela parasse de espernear que tudo sairia bem, enquanto isso passava as mãos nas coxas e no sexo de Tatiana, o magro parecia meio assustado e só segurava os braços dela. De repente ele mandou o magricelo segurar os braços dela acima da cabeça, enquanto ele começou a lamber e a morder as coxas de Tatiana que realmente eram seus maiores encantos, bem definidas bronzeadas, grossas, um tesão...colocou a cara por entre as pernas e lambia sua bucetinha sem parar...ela se contorcia e procurava fechar as pernas, quando de repente o cara se irritou e virou um tabefe muito forte no rosto dela...quase que desmaiada ela ficou inerte e só chorava, amoleceu o corpo e ficou a mercê do gordo, que continuava a chupar e lamber sua bucetinha...o magricelo começava agora a passar as mãos nos seios e na barriguinha...Quando finalmente o carro chegou na periferia da cidade, eles colocaram uma venda nos olhos de Tatiana e entraram numa casa que tinha muitos latidos de cachorro, carregaram a menina nos braços e soltaram na no que parecia uma cama, ela sentiu o cheiro fétido do ambiente, cheiro de comida estragada e de cigarro...abriu os olhos e estava numa casa muito pobre e suja, havia uma pia um fogão e estava numa cama imunda, havia dois cachorros no barraco também, e muitos restos de comida nos cantos o lixo transbordando...um verdadeiro pardieiro. O líder do grupo falava pra ela não se preocupar e se fosse boazinha não iria se machucar...Mandou os outros dois pra fora do barraco e disse que depois seria a vez deles...contrariados saíram e ficaram esperando do lado de fora. O moreno pardo era forte, aparentava 20 e poucos anos, estava mais calmo do que no assalto, Tatiana estava na cama com as mãos entre o rosto chorava muito e pedia pra ele deixa-la ir, que não contaria nada para a polícia...ele sentou-se numa cadeira de frente para ela, pegou uma garrafa de cachaça e bebeu no bico mesmo, enquanto olhava para as pernas e curvas da minha garota...disse para ela tirar a roupa que ele iria ser paciente e não faria mal...Tatiana viu que não escaparia do estupro nesse momento e passou a implorar para que não a machucasse...O moreno parecia não se comover com o sofrimento da garota e até ria...disse que se não ficasse em pé e fizesse o q ele mandava apanharia muito...ela continuava imóvel, ele foi se irritando com isso, pegou-a pelos cabelos e chamou-a de vagabunda, deu-lhe um tapa e ela ficou de joelhos aos seus pés...ele jogou-a encima da cama suja e começou a tirar sua roupa...rasgou sua blusa e puxou com força sua saia, Tatiana ficou apenas de lingerie branca...desprotegida queria esconder seu sexo com a mão. Por um momento o estuprador ficou parado sentou na cama e passou as mãos sujas de graxa que estava, no corpo de Tatiana, parece que não acreditando no que teria pra si. Pegou o revólver colocou na cabeça de Tatiana e mandou que ela ficasse quieta...ela ficou inerte...com um canivete cortou as amarras de suas calcinhas e seu sutiã...colocou-a no colo e puxou com força seus cabelos...lambia com vigor o pescoço, as orelhas...e chupava os seios da garota...ela sentia nojo do seu cheiro de suor misturado com cachaça...ele passou a chupar loucamente a bucetinha de Tatiana que permanecia imóvel...como se estivesse morta...lambeu cada pedacinho do corpo dela e mandou finalmente que ela ficasse de joelhos, ficou em pé e abriu suas calças, ele tinha um pau enorme e sujo...já estava muito duro...Tatiana não acreditava no que seria obrigada a fazer, seria muita humilhação, ter que chupar aquele marginal sujo e bêbado...mas não teve alternativa, o cara colocou o revolver na sua cabeça mandou que abrisse a boca e introduziu aquele pau na garganta da garota...imediatamente ela sentiu náuseas e a ânsia de vômito lhe percorreu...virou a cabeça e vomitou ao lado...O moreno ficou furioso com isso, começou a chamá-la de vadia ... e disse que teria que chupa-lo até ele gozar na boca dela.Limpou a boca e sem alternativas começou a chupar o cara aos poucos, ele sentou na cama e abriu as pernas, ela continuava a ter ânsias de vômito, mas tentou segurar para não irritar seu estuprador...chupava e colocava o pau do cara até sua garganta com os olhos fechados para não ver o que acontecia...Finalmente ele gozou, puxou o pau pra fora da boca dela e gozou no seu rosto...berrava e gritava enquanto gozava...Levantou foi até um armário ... pegou outra garrafa de cachaça e bebeu a metade...Tatiana estava se limpando na cama quando ele voltou, disse que agora era hora de comer a bucetinha dela...mandou que abrisse as pernas, ela obecedeu sem reagir mas sem nenhuma expressão no rosto, como se nada mais importasse depois daquele momento...ele meteu o pau duro novamente, sem piedade, fazia movimentos fortes, segurando os quadris dela...tentava beija-lhe a boca enquanto penetrava, ela evitava sua língua...não demorou muito e gozou novamente...dentro de Tatiana...era muito esperma, ele levantou da cama e o esperma ainda escorria nas pernas da garota...Levantou as calças e abriu a porta e saiu...Quando Tatiana tentava se vestir, viu o rapaz gordo chegar, este ainda era mais asqueroso que o anterior e também mais violento...disse que agora era vez dele, e já tirou o pau pra fora, que estava flácido, pegou a menina pelos cabelos e mandou que chupasse... Tatiana como se num transe obecedeu...chupou o pau pequeno do cara gordo...até que ele endureceu...ele ficou em pé e mandou que ela continuasse chupando as suas bolas, enquanto ele mesmo se masturbava... chamava ela de vadia e vagabunda e que a partir de agora ele descobriria onde morava e iria todas as noites trepar com ela...Finalmente colocou ela de 4 pegando-a pelos cabelos, meteu com força na sua bucetinha...também não demorou muito e gozou...fez Tatiana chupar toda a sua porra...lamber suas virilhas...e tinha prazer em humilha-la de todas as formas...Cansou de comer a garota e depois saiu...Entrando agora o rapaz magro...parecia não saber o que fazer, Tatiana chorava muito e pedia pra não bater nela, havia apanhado muito do gordo e seu rosto estava inchado agora...o rapaz se aproximou e disse que não faria nada com ela, mas que ela não deveria contar para os outros, ... Tatiana teve um alívio nesse momento...juntou suas roupas e ainda em choque se vestiu. Depois de uns 10 minutos o rapaz magro saiu do quarto. Entraram de repente os três novamente no barraco...o moreno disse que agora preparava uma surpresinha para ela...puxou-a pelos cabelos, ela saiu caindo, de joelhos, o moreno disse que ela era muito gostosa e queria comer ela por trás...Tatiana se desesperou nesse momento, tentou fugir, correr, mas foi derrubada pelo gordo que imediatamente começou a tirar-lhe as roupas novamente...ela se debatia inutilmente, eles começaram a bater nela com força, o moreno mandou o gordo segurar os braços dela na cama e colocou-a de bruços...arrancou as calcinhas e com o membro posicionado rompeu-lhe o ânus...A garota deu um grito com todas as suas forças, parecia que um ferro em brasa estava separando seu corpo, tamanha a dor que sentiu...o moreno metia com força grandes estocadas, e logo Tatiana começou a sangrar no local...Ele a segurava pelo quadril e metia mais e mais enquanto ela desmaiava de dor...e assim ela definitivamente perdeu os sentidos...Tatiana recuperou os sentidos quase 24 horas depois, estava saindo do CTI do Hospital da cidade, havia sido estuprada de todas as formas pelos 3 homens e abandonada numa estrada deserta, onde fora encontrada por policiais e encaminhada para o hospital. Prestou queixa á polícia e os 3 rapazes foram presos, como eram menores 2 meses depois já estavam nas ruas novamente. Eu e Tatiana com muitas dificuldades procuramos superar tudo juntos, ela havia pegado algumas doenças venéreas dos estupradores, fizemos terapia e na medida do possível continuamos nossas vidas, namoramos por 4 anos e depois de um ano conseguimos ter uma vida sexual normal. Mas nunca foi esquecido o infeliz trauma daquela noite horrível...
.258. O OFFICE BOY JUMENTO.Meu nome é Marcella, tenho 30 anos e sou casada. Tenho 1,62 de altura e 48 kg, sou loira natural, descendente> de noruegueses. Mas tenho minha porção brasileira, minha bunda é avantajada, grande e bem durinha, pois malho muito para manter. Bem, trabalho numa grande empresa de São Paulo, e existem vários boys, adolescentes vindos da periferia da cidade, bem humildes, que sempre nos respeitam muito (às vezes chega até a irritar). Há cerca de um mês aconteceu uma coisa que me deixou completamente alucinada por um deles, o nome dele é Aílton, um menino de 17 anos, moreno, forte, de aproximadamente 1, 85. Ele veio à minha sala me entregar uns documentos. Naquele dia eu estava muito irritada, estressada, pois meu marido estava estranho comigo, andava chegando tarde, embriagado, e às vezes chegava a balbuciar o nome de mulheres na cama; o casamento, que já dura 7 anos não vai nada bem. Aílton entrou com o envelope... eu estava de pé em frente à minha mesa, com uma saia no meio da coxa e com uma calcinha de rendinha, uma meia calça preta pra realçar minhas pernas. Até aquele momento eu nada havia sentido em relação àquele menino, mas um fato mudou tudo. Logo que ele entrou, eu acabei me atrapalhando com alguns papéis que estava segurando e deixei um monte de coisa cair no chão... ele entra e me vê de 4 pegando um monte de papel no chão... o menino ficou estático, com os olhos arregalados, assustado. Até aí tudo bem... mas na hora em que levantei, eu vi... uma coisa E-NOR-ME... dentro de sua calça... um volume que me deixou até meio desnorteada na hora... Minha buceta encharcou no mesmo instante e eu arregalei os olhos... não conseguia tirar os olhos daquilo... - A senhora quer ver? Eu não conseguia falar nada... estava assuatada, pois nunca minha buceta tinha molhado de uma forma tão forte e tão rapidamente daquele jeito... apenas fiz que sim com a cabeça... Ele se virou, travou a porta, e já virou-se pra mim abaixando a calça. - A senhora gosta dele? Se eu já estava com os olhos arregalados, agora então achei que iria gozar na hora... Era enorme... devia ter uns 28 cm... e grosso demais... fiquei doida... ele veio se aproximando de mim com aquele caralho enorme nas mãos. - A senhora quer pegar? Nem esperei ele terminar a pergunta... apalpei aquela tora... estava quente e a cabecinha meladinha... um cheiro muito forte de pinto tomou conta do ambiente qdo pus aquela cabeçona pra fora. - Desculpe dona Marcella, mas eu fiquei assim porque a senhora é muito gostosa. Aquilo soou como uma bomba em minha buceta, eu estava totalmente descontrolada, sem saber o que estava fazendo me ajoelhei e comecei a lamber aquela tora.... o menino foi à loucura... só gemia e retesava os músculos... eu sentia minha calcinha grudando, meu líquido escorrendo pelas coxas... - Senta ali Aírton. Qdo o menino sentou, o pau dele chegava quase até o peito dele, era maior que o meu antebraço... ele sentou... e começou a bater uma punheta... eu abaixei minha saia, e tirei minha calcinha... os olhos dele se arregalaram... eu deitei no chão e abri as pernas... ele seio com tudo para me chupar... chupava com tudo, parecia que ele não estava acreditando que uma mulher tão gostosa e bonita estava ali só pra ele... essa sensação de superioridade era o que me dava mais tesão... eu sabia que podia fazer o que quisesse com ele... - Aírton... tudo o que acontecer aqui hj não sai daqui, senão vc nunca mais vai nem ver minha cara. - Pode deixar Dona Marcella, nunca vou abrir a boca. Ele me lambia como se fosse a última coisa que ele fizesse na vida...... veio com seu cacetão... e começou a esfregar a cabeçona na minha buceta... eu estava com medo, o pau do meu mariso não passava dos 14 cm... e eu estava prestes a receber um caralho com o dobro do tamanho!!! O pau foi entrando... gozei duas vezes... só na entrada... eu mordia minha saia que estava jogada no chão... mesmo sendo fim de expediente eu não queria me arriscar... - tudo bem? ele perguntou. - Ai, nossa já gozei duas vezes gostoso, agora que entrou me fode vai... - Entrou só metade... Tive um calafrio naquela hora... mas ele começou a movimentar o caralho fundo em mim... eu gozei de novo... de repente ele atola o pau inteiro em mim... enfia até o talo na minha buceta... Tive o maior gozo que já tinha tido na minha vida...nunca havia sentido uma coisa tão grande dentro de mim... ele começou a gritar, fodia com força... eu também não me contive e gritava... ele agarrava meus quadris com força e enterrava todo o pau em mim... eu sentia minha buceta assar, meu útero doer... mas não parava de gozar...sentia o chão todo melado, formando uma poça do líquido da minha buceta... aírton me pôs de 4... senti minhas pernas moles... ene montou em mim como um cavalo e me furou todinha com aquela verga enorme... enterrava tudo sem dó e depois tirava... nós gritávamos... eu gozava uma vez após outra...Aírton começou a gozar na minha buceta... senti uns 5 jatos fortes, pressionando meu útero... ele urrava de tesão...eu nem me preocupei com a gravidez, tal o tesão que eu estava no momento... a porra dele escorria pela minha buceta toda, descendo pelas coxas e indo até o chão, formando poças nos joelhos...ele tirou o pau de mim... se sentou numa cadeira... eu tentei levantar, mas vacilei e quase caí no chão... mas ele me segurou. Eu nunca tinha gozado daquela maneira, nunca tinha trepado com um desconhecido assim... me senti a maior vadia, vagabunda da face da terra, mas aquilo me deixou realizada. Fomos embora, eu com a buceta esfolada, e cheia de porra do meu Boy Jumento, chegando em casa, o meu marido corno me aguardava, queria foder, e eu dei a minha xaninha cheia de porra do meu macho pra o corno lamber. Eu e o meu boy ainda fodemos muito, ele me adora, adora foder comigo... meu maridinho corno ainda chega tarde em casa, mas o que ele não sabe é que a sua esposinha fode com um macho de verdade, com um pauzão do dobro do tamanho do dele.
.259. LEVANDO POR TRAZ...Eu sou magra, tenho cabelos escuros na altura dos ombros, seios médios e uma bundinha arrebitada, que trato com muito carinho. Costumo usar roupas justas e biquínis mínimos, para realçar a bundinha, por um motivo que já vão entender. No inicio o sexo não me atraia muito, até que descobri que com a relação anal, eu tinha muito mais prazer, desde este momento adoro muito mais dar o cuzinho, sentindo minhas pregas abrindo, do que transar pela vagina. Aqui escrevo algumas das minhas transas. A minha primeira transa anal foi assim. Eu já namorava o rapaz a uns meses, sempre que transávamos, o que não era muito freqüente, transávamos na xotinha. Eu tinha medo de dar a bundinha, da dor de ser rasgada, mas ele sempre pedia e insistia pela meu cuzinho. Nesse dia ao voltarmos de uma festa fomos para a sua casa. Após muitos carinhos e abraços e fiquei de quatro, ele gostava de penetrar na xotinha nessa posição, por parecer que estava comendo meu cuzinho. Depois de lamber bem minha xotinha ele começou me penetrar. Eu gemia, para provocar e de prazer, sentindo o pau entrar na minha xotinha apertadinha. Dava gritinhos de prazer e empurrava a bunda para trás, fazendo o pau entrar tudinho na minha xotinha. Ele começou fazer movimentos de vai e vem em ritmo rápido e fundo, tanto que a minha bunda batia na sua barriga. Com a mão eu masturbava meu clitóris, aumentando o prazer. Eu comecei a gritar pedindo que ele não parasse, que deixasse minha xotinha toda molhada e gozada com seu néctar. Ele continuou a me penetrar, num vai e vem frenético e descontrolado. Ele me comia de forma muito gostosa, me segurando pela cintura, e continuava empurrando o pau cada vez mais fundo, enquanto eu empurrava a minha bunda em direção ao seu pau, fazendo que ele entrasse tudo na minha xotinha. Foi entrando e saindo, num ritmo que me deixou louca de prazer, ate que gozamos juntos, foi um orgasmo delicioso. Eu dava gritos de prazer, sentindo o maior prazer que já tinha sentido em todas minhas transas. Como de costume após descansar ele desejou comer meu cuzinho. Como eu estava muito excitada e como um prêmio pelo prazer recebido eu resolvi deixar ele abrir meu cuzinho pela primeira vez. Eu lembrei que era virgem pela bundinha, e ele disse que seria carinhoso e paciente. E começou bem carinhoso e devagar, passou um creme no pau e no meu cuzinho, que estava ansioso para ver desvirginado, enfiou um depois dois dedos para me acostumar. Começou a penetrar devagar, eu gemia de dor e pedia que fosse mais devagar, ele me deu um beijo e foi colocando mais e mais, até enfiar tudo. Começou a mexer e a dor foi passando dando lugar a um prazer que eu nunca imaginaria que existisse. Meu cu estava ardendo, mas ele continuou no movimento de entrar e sair, eu comecei a gemer, agora de prazer, e tive meu primeiro gozo anal. Nesse momento eu descobri que adorava dar a bundinha, apesar de ficar sem conseguir transar por um bom tempo, pois estava literalmente rasgada. Descobri que dar o cu é a melhor coisa do mundo, e a partir do dia que me recuperei tentei dar o cuzinho o maior numero de vezes possível. Após algum tempo do fim do namoro, conheci o Marcos numa festa na casa de amigos, rapidamente ele me cativou e ficamos dançando e conversando toda à noite. Ao final da festa me convidou para terminar a festa em seu apartamento. Eu tinha adorado a noite com ele e, não tinha porque recusar. Durante o caminho, fui acariciando seu pau por cima da calca, sentindo que o volume era bastante grande. Ao entrarmos no apartamento, ele serviu um suco gelado. Após bebermos o suco, ele me abraçou apertado e me puxou para próximo de si. Eu falei que estava adorando a noite e que adoraria ser totalmente sua. Eu estava vestida com uma minissaia, ele a levantou, o que deixou minha bundinha totalmente exposta. Ele falou que eu tinha uma bundinha linda e eu respondi que ela é realmente linda e eu trato com muitos cuidados, pois adoro dar o cuzinho. Com esse sinal verde, ele encostou o pau duro na minha bundinha e sussurrou no meu ouvido que queria comer o meu cuzinho, e eu respondi que iria adorar, que adoraria sentir minhas pregas sendo abertas de uma vez só pelo seu pau. Ele começou a beijar e acariciar meus seios, me deixando super excitada. Não resistindo mais e querendo ser enrabada, eu abri sua calca e comecei a chupar seu pau, fazendo uma masturbação lenta e lubrificando para deixar bem molhadinho para entrar no meu cuzinho. Ele me deitou no sofá e lubrificou meu buraquinho com saliva, dando lambidas que me deixavam arrepiada. Após, começou a brincar com meu cuzinho, colocava um dedo, dois. Eu delirava de tesão. Quando sentiu que eu estava completamente excitada, começou a esfregar na porta do meu cuzinho. De surpresa, ele entrou devagar, mas de uma só vez, e eu senti uma dor muito grande. Eu gritei e ele parou. Perguntou se queria desistir, como disse que não, ele esperou que eu acostumasse com o volume. Novamente, começou a entrar, e eu a gritar, mas agora de prazer e desejo. Já relaxada, comecei a piscar o cu, provocando mais e mais. Ele começou também a enfiar o resto que faltava quando senti o saco dele batendo na minha bunda comecei a rebolar e ele lentamente colocava e tirava aqueles muitos cm de pau que me fez gozar, ele gozou e encheu meu buraquinho. Continuamos abraçados por alguns minutos. Eu comecei a acariciar novamente seu pau e falei que queria sentir novamente meu cu cheio com seu pau. Ele tentou me convencer a dar a xotinha, mas eu falei que ele era especial e para pessoas especiais eu reservava meu cuzinho. Com essa declaração, ele já ficou duro. Veio para cima, chupou a minha bunda todinha, dava lambidas no cuzinho, na xota, eu só falava "Estou adorando, lambe gostoso, deixa meu cuzinho todo molhadinho, depois quero sentir você novamente me rasgando toda". Quando senti que eu já estava totalmente molhada, fiz uma cara de sacana e pedi: "Agora vem meu macho, quero você no meu cu, quero cada centímetro desse pau rasgando minhas pregas". Fiquei de quatro, abrindo as pernas, deixando a bunda totalmente arrebitada. Ele veio, encostou o pau no meu cu, que piscou. Abri a bundinha, oferecendo o cu já não tão apertadinho ao meu homem. Ele foi entrando devagar, eu sentia a cabeça abrindo o cu, alargando as pregas. Para provocar mais, apertei o cu, e pedi: "Vem, entra tudo", ele cravou o pau inteiro no meu cu. Doeu, eu gritei, mas ele fez que não ouviu e começou a bombear com mais forca. A dor deu lugar ao prazer, eu gemia muito sentindo ele tirar o pau e enfiar novamente. Meu cu, ainda se acostumando com o tamanho do pau, ardia, mas eu não queria parar. Queria sentir todo o tesão que tinha acumulado. Eu estava com o cuzinho já ardendo e comecei a gemer e falar: "Você arrombou minhas pregas, estou adorando, mas não estou agüentando seu pau, mexe mais devagar. Esta doendo, mas eu quero mais, pode meter todo, mas bem devagar". Ele começou a fazer movimentos alternados em lentos e rápidos. Meu tesão aumentava mais e mais. Pedi para ele acabar com meu sofrimento, não agüentava mais o pau rasgando meu cu, eu queria gozar loucamente. Eu rebolava e sentia aquele pau duro fudendo meu rabo, gemia e gritava de tesão, sem sentir um pingo de dor. Gemi e rebolei tanto, que não agüentei e comecei a gozar, quase ao mesmo tempo ele gozou alucinadamente no meu cuzinho, enchendo cada prega com sua porra, que escorreu quando ele tirou o pau do meu buraco arregaçado. Ficamos trocando beijos, até dormirmos abraçados. Ainda no outro dia sentia meu cu ardido, mas o prazer valeu a pena. A minha transa mais louca foi num dia que eu estava tomando banho de sol na piscina de minha casa, trajando apenas um reduzidíssimo fio-dental que sumia no rego. Como meus pais estavam fora e era dia de folga do jardineiro nem me preocupei eu ficar assim, quase nua. Só que eu tinha esquecido que viria um rapaz fazer a manutenção do filtro. Eu estava me masturbando pela borda do biquíni, quando entrou no jardim a empregada seguida pelo rapaz. Rapidamente, retirei a mão da xotinha e tentei disfarçar, só que o rapaz já tinha visto, entretanto deu somente um sorriso e foi trabalhar no filtro. Em vez de ficar constrangida pela situação, eu fiquei foi mais excitada, imaginando que poderia ter alguma coisa melhor do que um dedo. Quando a empregada voltou para a casa, eu me fui na direção do filtro e comecei a conversar com o rapaz. O coitado não sabia se trabalhava ou prestava atenção ao meu corpo que estava quase totalmente exposto a seus olhos, já que eu tinha mexido no biquíni, deixando meus seios quase todos expostos. Eu fazia perguntas bobas sobre o filtro e me colocava em posições onde meu corpo ficava mais e mais desnudo. Comecei a perguntar se ele tinha namorada, e do que achava mais bonito no corpo de um mulher. Ele meio temeroso falou que não tinha namorada e achava a bunda a parte mais linda da mulher. Eu fiquei de costas e expondo a minha bunda, perguntei o que achava. Ele, perdendo a timidez, falou que era a bunda mais bonita que já tinha visto. Em resposta, eu falei que minha bunda era bonita porque eu a tratava com uma geleia que combate estrias e celulite. Ele falou que a geleia funcionava mesmo, mas que devia ser muito cara. Como resposta ouviu que a geleia que eu usava, não era cara, eu conseguia de graça, pois todo homem tem. Após esta resposta o rapaz não se conteve mais, me agarrou pela cintura e puxando meu biquíni para baixo, caiu de boca em minha xotinha. Enfiou a língua naquela na vagina, sugando meu néctar que escorria abundantemente. Lambeu meus lábios pequenos e grandes, pressionando com os dentes. Ao encontrar meu clitóris, chupou demoradamente, bem devagarinho, me fazendo vibrar de prazer. Como imaginando o que eu queria começou a deslizar a língua para a borda de meu cu, explorando seus arredores. Passou a chupa-lo mais fortemente, com movimentos repetidos e mais fundos. Meu cu começou a piscar de tesão e eu me senti toda arrepiada de tesão. Eu encostada na parede da saleta abri a bunda ao máximo com as duas mãos. Ele continuou chupando minha xotinha e o cuzinho. Eu já estava toda molhada e excitada e sem agüentar mais, pedi para que ele me arrombasse o cuzinho, me usasse como se fosse um puta de rua. Isto o deixou louco e, ele foi enfiando o pau de uma só vez profundamente no meu cu. Meu rabo estava totalmente lubrificado, e ele entrou com uma só, estocada que me deixou tonta de dor. O saco encostou na minha boceta. Ele estava me tratando como uma vadia, me arrombando com toda fúria. Me arrombando sem dó nem piedade, num vaivém continuo, que arrombava cada vez mais o meu cu. Eu adorando ser tratada pelo servente como uma puta, remexia os quadris feito uma verdadeira puta de boca. Gemendo e dizendo palavrões, pedia que ele entrasse cada vez mais fundo. Para excita-lo, eu comprimia seu cacete com as pregas do cuzinho levando-me as nuvens. Quando ele começou os movimentos de vai e vem, feito um bate-estaca, arrombando minhas pregas, comecei a gemer alucinada. Experiente, ele enfiou seu dedo na minha boceta encharcada de tesão e continuou com movimento cada vez mais violentos. Eu dei um grito e empurrei minha bunda em sua direção, fazendo entrar tudo e gozei gemendo de prazer, enquanto ele ejaculava em espasmos seguidos, enchendo de porra quente minha bunda. A seguir ele me beijou e antes que tentasse me comer pela xotinha eu sai da saleta do filtro e fui para casa. Esta foi a minha primeira transa com um desconhecido, mas isto se repetiu outras vezes, pois como gosto de só dar a bundinha, é muito mais fácil convencer um desconhecido a não me comer a xotinha do que um namorado. Com um namorado acabo tendo que dar a xotinha algumas vezes, pois apesar dos homens serem tarados por um rabinho, não se contentam só com o rabinho. Certo dia ao chegar em casa, encontrei o filho do vizinho brincando com o cachorro no jardim de nossa casa. Eu tinha passeado toda tarde, e como tinha estado comprando algumas calcinhas e sutiãs bem sexy estava excitada e com tesão. Eu convidei o adolescente para tomar um suco na minha casa. Sentamos na sala e após servir o suco eu comecei a perguntar sobre seus amigos e namoradas. O rapaz era muito tímido, mas, foi lentamente começando a se abrir e falar sobre namoradas e acabou revelando que nunca tinha transado. Essa declaração, junto com meu tesão foi suficiente para que eu decidisse seduzi-lo. Eu comecei a acariciar seu pau por cima das calcas. Quando senti bem duro, fui abrindo a sua calça e abocanhando seu pau, já duro, que pulava em minha boca. Deixei o adolescente quase louco, mas antes que gozasse, carreguei-o até o meu quarto, onde me despi lentamente, mostrando aos poucos meu corpo. A seguir o deitei na cama e comecei a chupa-lo. Inexperiente, em seguida ele começou a gemer alto e estremecer, quando senti seu sêmen encher minha boca e deslizando pela minha garganta. Em seguida, o adolescente, agora já relaxado e mais tranqüilo, tomou a iniciativa. Como um garanhão, me pôs de quatro e começou a lamber meu cuzinho e enfiar a língua. Que gostoso, exatamente onde gosto, gritei. Ele ficou me lambendo o cuzinho, passando a língua áspera por cada prega, como que se sentindo o gosto de uma bundinha pela primeira vez. Quando meu cuzinho estava completamente lubrificado, pedi que ele me abrisse o cu com seu pau de adolescente. O pau não era muito grande, hoje deve estar maior, mas muito gostoso. Como se que tivesse muito experiência, ele colocou bem devagar, deixando só a pontinha dentro por alguns minutos, deixando meu cuzinho se acostumar. Depois foi empurrando até entrar tudo e iniciar um entra e sai lento e gostoso. Eu gemia, gemia, empinava a bunda, rebolava. Dizia que ele fodia muito gostoso, que era um cara muito gostoso. E era verdade, nem parecia que essa era sua primeira transa. Ele colocou o braço em torno do meu corpo e começou a acariciar meu clitóris, como se imaginasse o que eu estava pensando. E tocava com muito carinho no meu clitóris, enquanto me metia gostoso e fundo por trás. Ele foi cravando cada vez mais forte, mais fundo. Aprendendo a fuder, ele começou a penetrar com forca. E de repente ele entrou rápido, indo ate o fundo do meu cuzinho. Eu dei um grito de dor quando seu membro me penetrou, rasgando, ate o fundo. Ele se assustou, mas eu falei que o prazer era muito maior que a dor, que essa passava logo. Eu abri mais as pernas, abrindo mais o cuzinho e pedi que fosse com todo amor ate o fundo do meu corpo, mas que enfiasse mais devagar. Ele foi entrando devagar, num prazer inesquecível. Empurrando meu corpo, fui guiando a profundidade e o ritmo dos movimentos, fazendo-o aumentar o ritmo. Sem poder agüentar mais, comecei a gemer prevendo o gozo e senti os seus movimentos firmes e profundos. Comecei a gemer mais alto e gritar que ele era um macho de verdade e murmurando um palavras desconexas, senti meu corpo tremer e amolecer, enquanto ele jogava todo seu néctar no meu corpo. Caiu sobre meu corpo e ficamos assim até relaxarmos, quando ele, já de pau duro, pediu para comer minha xotinha, já que ele tinha me tanto prazer e que nunca tinha saboreado uma bocetinha. Apesar de não gostar muito, resolvi dar este prazer ao menino inexperiente. Deitei-o na cama, e dei uma grande chupada no seu pau, e sentei devagar abrindo bem minha xaninha. No estado que ele estava bastou algumas cavalgadas firmes e profundas para fazer ele gozar. Foi uma gozada intensa, a porra se espalhou pelos meus lábios e escorreu pelas pernas. Enquanto ele gemia de prazer, eu sentia seu leite escorrendo pelo meu corpo e sentindo prazer de mostrar a um jovem o prazer da vida.
.260. UM PINTO DIFERENTE EM MINHA ESPOSA...Casados há 6 anos, eu e minha esposa sempre tivemos uma boa vida sexual normal como todos os casais. O único detalhe é que ela não gosta de chupar meu pau, embora eu lave ele muito bem e quase imploro pra ela chupar (pois ela adora ser chupada e eu falo pra ela que também gosto) ela só me chupou umas quatro vezes em 6 anos de casamento. De uns 2 anos pra cá tenho tido a fantasia de ver minha esposa sendo possuída por um outro homem. Como ela casou virgem e só conheceu a mim, sempre quis proporcioná-la mais prazer. Ela com sua educação rígida sempre disse que não, que nunca iria dar pra outro, pois eu já a satisfazia muito, então ela não tinha necessidade. Ela só permitia em nossas transas que eu a imaginasse (e até ela se imaginasse) sendo comida por um outro homem com pau maior e mais grosso que o meu sendo arrombada como se ainda fosse virgem, pedia a ela que me chamasse de corno e que eu tinha que aprender o que uma mulher realmente gosta, e ela falava "Olha seu corno, isso é que é homem, era isso que você queria ver? Sua mulher sendo fodida por outro pau? Isso é que é pinto não essa merdinha que você tem aí". Mas sempre ficava só na nossa fantasia. Um belo dia convidei-a para ir a uma casa de Swing, o que ela relutou muito mas acabou topando. Fomos num sábado e ela, que é muito bonita, magrinha e com um corpinho de adolescente logo despertou olhares masculinos (e até femininos). Quando fomos a uma sala onde casais ficam transando e outros ficam olhando por fora, notei que um homem estava passando a mão nela. No começo ela quis sair dali me dizendo que não estava gostando. Insisti que ficasse e aproveitasse um pouco. Ela foi relaxando e ficando com tesão. Percebi que sua respiração foi ficando ofegante e ela sem pensar virou o rosto para o belo rapaz que a bolinava e lhe deu um beijo como há muito tempo já não me dava. Vendo isso, meu pau parecia que ia explodir dentro da calça. Voltamos à nossa mesa e comentamos o fato. Ela disse que estava com muito tesão e queria que aquele estranho a possuísse. Então chamei o rapaz à nossa mesa e disse à ele o que pretendíamos. Saímos dali pra um motel. Chegando lá o rapaz foi tomar um banho e logo em seguida minha esposa também foi. Eles tomaram banho juntos e se beijavam e se roçavam muito. Eu me masturbava olhando aquela cena maravilhosa. O que mais me impressionou foi o tamanho do pintão do rapaz que era mole, o dobro do meu duro!!! Depois do banho, o rapaz a enxugou e ela à ele. Saíram do banheiro em direção à cama, ela passou do meu lado com um sorriso maroto, perguntando se eu permitiria aquilo mesmo sem ficar com ciúme, e eu disse que este era o meu maior sonho sexual. Aí o cara me olhou e disse: "Ela é muito gata e vai ver o que é sexo hoje. Muito obrigado por me dar esse privilégio". O rapaz se dirigindo à cama deitou-se de costas e pediu que ela o chupasse. Qual não foi minha surpresa ao vê-la atende-lo prontamente, sem falar nada, pegou aquele caralhão na mão e foi direcionando ela à sua boca dizendo: "Isso sim é um pinto que dá prazer em chupar". Naquele momento fiquei com mais tesão ainda, pois o meu ela não chupava e agora ela estava com o de um estranho na sua boca e chupava com muita vontade e maestria. Dizia que o meu ela não gostava de chupar, mas aquele era irresistível e não tinha como não faze-lo. Em poucos minutos o pau do cara estava duro enorme e grosso e já quase não cabia direito na boca de minha esposa. Ele disse que ia gozar. Ela então me causou outra surpresa. Deixou ele gozar na boquinha dela e ainda ficou chupando aquele caralho monstruoso depois de gozado. Ela dizia pro rapaz "Como você é meu segundo homem na vida, guardei minha boquinha só pra você, meu marido nunca a terá". Isso me deu muito tesão e ela me chamou e disse: "Vem me dar um beijo, seu corno, era isso que você queira? Então beija essa boquinha gozada" Beijei-a com aquele gosto de porra que ainda estava na sua boca enquanto o rapaz passava a língua em sua bucetinha. Ela ofegante dizia "Amor, esse cara chupa muito bem estou quase gozando...". De repente ela para de me beijar e fala pro rapaz "Não para, não para que eu to gozando". Depois ela se recompôs e pediu que ele à penetrasse, mas queria que eu pegasse o pau do rapaz e dirigisse à sua xaninha. Eu peguei naquele caralhão e fui dirigindo à portinha da xaninha de minha esposa que até então tinha sido só minha. Comecei a pincelar a entrada massageando aquela grutinha molhadinha e ela pedia pra enfiar logo, pois não agüentava mais de desejo de conhecer o sabor de outra pica. Então me afastei e o rapaz começou a enfiar a cabeça na bucetinha de minha esposa. Ela pediu pra ir bem devagar pois aquilo estava arrombando ela, como se ainda fosse virgem. Dali a alguns minutos ela estava com a pica grossa de outro homem inteirinha dentro dela. Ela me dizia: "Ai que delícia de caralho, isso sim é que é um pinto de verdade, não essa merdinha que você tem seu corno, era isso que você queria? Se eu soubesse que era tão bom e o que eu estava perdendo já tinha realizado teu desejo há muito tempo". Eu gozei só de ver e ouvir aquilo tudo. Eu era um homem realizado. Ela gozou múltiplas vezes naquele pinto enorme e ele, como estava de camisinha gozou dentro dela, mas sua porra não ficou na bucetinha de minha esposa. Depois ele perguntou se ela queria levar atrás também. Ela disse "Claro que não, esse pinto é muito grande e eu não vou agüentar" Aí ele prometeu colocar só a cabecinha e ela disse que se fosse REALMENTE só a cabecinha que tudo bem. Passei KY no cuzinho da minha esposa e o rapaz foi colocando bem devagar. Ela deu um gritinho quando a cabeça entrou e pra minha surpresa e dela também, pedia pra ele enfiar mais, mas bem devagarinho, pois ela estava se acostumando. O rapaz delicadamente foi enfiando até as bolas começarem a bater na bucetinha da minha esposa. Ela dizia "Olha o cu da tua mulher sendo comido por outro homem seu corno. Estou arrombada na frente e agora também atrás. Nunca mais vou dar ele pra você. Só pro meu outro homem. Você só vai ter direito de comer a minha buceta". Ela gozou muito e eu também. O rapaz gozou sempre de camisinha. Depois que saímos dali levamos o rapaz a um ponto de táxi e fomos pra casa lembrando o que acontecera. Minha esposa estava muito feliz e satisfeita e eu também. Ela me agradeceu por ter um marido como eu e eu lhe disse: "Amor, nunca preciso te trair, pois nossa relação é ótima e aberta, não precisamos da traição".
.261. NAMORADA CHIFRA CORNINHO E VIRA PUTINHA!Meu nome é Adriano, sou moreno, tenho 19 anos, tenho 1,73 (m) de altura, cabelos negros, olhos castanhos, um ótimo porte físico (pois faço musculação), tenho um rosto lindo, sou muito inteligente, educado, romântico e carinhoso, porém tenho um defeito sou super ciumento e possessivo. Minha namorada se chama Cristina. Estamos juntos a quase dois anos, ela é morena jambo, também têm 19 anos, têm aproximadamente 1,60 (m) de altura, cabelos médios e negros, olhos castanhos, rosto angelical, boca carnuda, seios grandes, barriga tábua, cinturinha de pilão, bunda empinada, pernas grossas e roliças, é super gostosa e charmosa e com seu jeito de menina, desperta olhares de todos os homens. Vou fazer agora uma seleção dos melhores momentos do nosso descobrimento mútuo de sensações, pois não dá pra contar tudo, claro. Quando começamos a namorar ela não sabia nada sobre sacanagem, era totalmente ingênua e pura, pois era moça de família e ainda virgem. Com o passar do tempo nosso namoro começou a esquentar. Um dia quando estávamos deitados no sofá da casa dela e enquanto nos beijávamos, aproveitei e apalpei aqueles seios fartos (que quase não cabiam na minha mão), ela não percebeu na hora, continuei até que ela retirou minha mão. Na hora de eu ir embora, sempre ficávamos nos beijando na varanda, até que um dia, ao abraçá-la, peguei na bunda dela, na mesma hora ela levantou minha mão, ai eu peguei as mãos dela, que seguravam as minhas e coloquei na minha bunda, aí ficamos nos agarrando com muita ânsia de descobrir novos horizonte. No dia seguinte ela ficou super envergonhada, mas quando estávamos deitados no sofá falei no ouvido dela que queria muito pegar na bucetinha dela (que até então ninguém nunca tinha pegado), na mesma hora ela levantou um pouquinho o short e calcinha juntos e eu avistei os seus pelinhos, ela falou que era só para pegar e não enfiar o dedo. Que delícia ter minha mão inteira sentindo aquela bucetinha virgem, ela também gostou. Na hora de ir embora, como de costume, nos agarramos muito, mas nesse dia foi diferente, fui logo pegando na bunda dela sem cerimônia, levantei a blusa, ela estava sem sutiã, ai comecei a chupar seus peitinhos que estavam super bicudinhos de tesão, meu pênis estava latejando de duro, peguei a mão dela e coloquei dentro da minha bermuda, ela não sabia bater punheta ainda, só ficava apertando ele. Depois, a levei para o canto mais afastado e coloquei minha mão dentro da calcinha dela e ela não fez nada, então continuei devagar para não assustar e fui enfiando o dedo devagarzinho na bucetinha dela (que estava ensopada de tesão), com o dedo todinho dentro dela ela gozou e gemeu muito. Não sei porque, mas ela parou de vez com os agarramentos, ficamos uma semana ou mais sem nos tocamos (acho que por causa da sua doutrina na igreja). Até que um dia, ficamos sozinhos na casa dela e eu fui logo pedindo para chupar a bucetinha dela, dizendo que ela ia gostar, ela deixou. Eu a deitei no sofá, tirei seu shortinho, depois sua calcinha, pedi para ela abrir as pernas, ela abriu ao máximo e então abri sua bucetinha, ela deu um sorriso descarado, eu coloquei minha língua carinhosamente e ela não demorou muito para gozar. Nós conversávamos sobre as nossas descobertas, ela estava adorando as novas sensações nunca antes sentidas, como o tesão, e sempre queria sentir mais e mais. 2ª Parte (De namorada virgem a ninfeta safada) As coisas foram acontecendo até chegar nossas férias. Fomos para a casa de praia dela e lá sempre acabávamos dormindo juntos (apesar do pai e a mãe dela serem super moralistas, a nossa desculpa era sempre que não tinha espaço, pois na casa tinham umas 20 pessoas), deitados ficávamos ralando meu pênis na bucetinha molhadinha dela, ela adorava isso. Na praia era demais, ela colocava o mini biquíni todo no rego, deixando a sua bunda lisinha (sem nenhuma celulite, estria ou mancha) toda a mostra e a parte de cima só tapava os biquinhos. Dentro do mar ela ficava esfregando a bunda no meu pênis, tirava a parte de cima para eu chupar e apertar seus seios, depois tirava a parte de baixo que era de amarrar e ficava nua, mesmo tendo homens por perto. Depois ficávamos ralando e ela pela primeira vez pegou meu pênis e começou a chupá-lo, eu fui ao delírio e gozei muito gostoso dentro do mar. O tempo foi passando, já tínhamos feito de tudo, todo tipo de sacanagem, em todos os lugares imagináveis, ela já estava super acostumada com a coisa, não tinha mais nada pra fazer, além "daquilo". Ela não queria de jeito nenhum fazer amor comigo, mesmo com a super paixão e amor que tínhamos um pelo outro. Como eu a amava muito, aceitava a situação de jejum de sexo. Eu percebia que ela estava ficando safada e começava a gostar de se mostrar para outros homens, pois sempre preferia as roupas curtas, transparentes e as calcinhas mais pequenininhas. Um dia na praia ela foi me abraçar e empinou a bunda pra trás e o patrão do primo dela, que era um coroa de uns 50 anos, um alemão de olhos azuis, que se chamava Marcos, que também estava na casa com agente, já bêbado falou que se ela fizesse aquilo denovo ele ia ter um ataque do coração. Sua esposa lhe deu um beliscão. Eu fiquei nervoso, mas Cristina me acalmou explicando que ele estava bêbado. Mais tarde dentro do mar ela tirou o sutiã e ficou mostrando os seios para todo mundo quando a onda passava e fingia que não percebia. Até que um bando de nativos surgiram não sei de onde e ficaram olhando os seios dela, eu mandei ela tapar, mas ela me abraçou e me beijou, continuando a exibir os seios para quem quisesse ver. Eu fiquei com muito ciúme e tentei pegar ela a força e colocar o biquíni, mas ela como nadava muito bem, fugiu de mim e tirou a parte de baixo também e começou a rodar o biquíni, os nativos ficaram rindo de mim e aproximaram-se bastante. Depois ela foi para o raso e eles todos a viram peladinha, então começaram a gritar e assobiar. Aí ela colocou o biquíni e falou que não tinha visto os nativos e se desculpou. Eu fiquei chateado, pois até então só eu a havia visto nua. Ela disse ainda que só queria me fazer sentir tesão e não tinha culpa, então eu a desculpei. Nesse dia ela não quis dormir no mesmo quarto que eu, com a desculpa que depois do trio elétrico e do luau, estava exalta, dormiu na sala. Ela acordou primeiro que eu, e quando levantei, ela tinha ido com o Marcos levar a família toda para a praia (pois só ele estava de carro na casa). A empregada que estava lavando roupas nos fundos me deu o recado, então deitei novamente e cair no sono, pois tinha tomado um porre na noite anterior. Mais tarde eu acordei com altas risadas, era dela e do Marcos, então levantei, todos já tinham ido para a praia. Eu fiquei olhando pela greta da janela, sem ser visto, e por incrível que pareça, ele estava passando bronzeador no corpo dela, passando a mão pelas costas, descendo devagar até a bundinha dela, onde demorou bastante passando a mão aberta e apertando, depois ia passando entre as coxas dela, ela até separou as coxas um pouco para facilitar (as risadas eram por isso), depois de terminar a parte de traz pediu para ela virar, foi passando na barriguinha dela, foi subindo até os seios dela, então ela desamarrou o sutiã e eles sorriram muito, e ele continuou pegando nos seios dela. Aí ele tentou abaixar a calcinha dela, mas ela não deixou, e disse algo ao ouvido dele, ele então balançou a cabeça, concordando com o que ela dizia. Voltei para o quarto e comecei a chorar, pois gostava dela de verdade. Ouvir ele ligando o carro e saindo para a praia. Ela foi me acordar e me pegou chorando e logo perguntou porque eu estava chorando. Eu disse que tinha visto o Marcos passando bronzeador nela e ela disse que não tinha nada a ver, que eles se conheciam a uns cinco anos e eles eram só amigos e ele era casado ainda por cima, e disse também que já tinha tentado me acordar várias vezes. Quando perguntei porque ela tirou a parte de cima, ela me deu um beijo e ficou peladinha pra mim e disse que tinha falado no ouvido dele que ela já tinha dono e que ele era muito safado. Então ela ficou de quatro e com aquele olhar safadinho, pediu para eu pocar o cabacinho dela, eu fiquei atrás dela e já tinha encaixado meu pênis que têm 18 cm de comprimento, quando ela falou que tinha ouvido um barulho e levantou. Então acabou o clima e fomos para a praia. No caminho ela me prometeu que não ia mais acontecer novamente o que tinha acontecido, que ela ia cortar o Marcos, ela se dizia usada por um velho safado, então fiquei mais relaxado. Chegando na praia falei que queria ir para um lugar onde não tivesse muita gente, ela então ficou de cara fechada. Ela então falou que eu estava muito chato, que era muito anti-sociável. Mais tarde ela aproveitando que eu tinha entrado no mar, foi comprar uma bebida sem me avisar, eu estava dentro do mar, o bar da barraca estava lotado de homens, que formavam uma espécie de roda, ela foi pedindo licença a eles e ficou no meio da roda, e eles foram aproveitando passando a mão na bunda dela, enfiando a mão nos seios dela e dentro da calcinha do biquíni dela, ela só ria muito (eu via tudo de longe, pois ao vê-la levantar, saí correndo do mar e fui atrás dela). Então chegou o Marcos e a pegou e segurou na cinturinha dela, ela agradeceu pela proteção. Ele começou a beijar o pescoço dela (ela fica doida de tesão quando faço isso com ela). Ela então empinou a bunda pra trás, até encostar ao pênis dele que já estava duro. Depois ela me viu e voltou, e disse que só aceitou o Marcos atrás dela porque tinha muitos homens por ali e ele a beijou porque estava bêbado. Eu não aceitei as desculpas dela e fui grosso com ela, mesmo ela se oferecendo pra mim, me pedindo para comê-la dentro do mar e dizendo que estava com muita vontade e carente. Eu não quis fazer a vontade dela e fomos embora. 3ª Parte (Namorada carente chifrando o corninho) Chegamos primeiro que todos em casa, e ao chegar fui ver algo para comer e Cristina foi tomar banho na ducha dos fundos. Ela começou a demorar muito, eu procurei o Marcos e não o achei na casa, logo pensei que ele estivesse com ela na ducha. Eu pulei a janela do quarto dos fundos que dava na ducha, sem ninguém me ver. Ao chegar o vi beijando-a, ela ainda estava com as duas partes do biquíni, por enquanto, ele desamarrou a parte de cima e começou a chupar os peitinhos molhados dela, que estavam incrivelmente bicudinhos de tesão. Depois ele abaixou a cueca e mandou ela chupar seu cacete, ela começou a chupar o pênis dele que era enorme, muito maior e mais grosso que o meu, depois ele tentou desamarra a calcinha dela, mas ela segurou e disse que era muito arriscado, ele disse que não era e mandou ela calar a boca, ele desamarrou a calcinha do biquíni dela e começou a chupar a bucetinha dela, ela gemia muito, e empurrava a cabeça dele para sua bucetinha, então ela encostou-se à parede e abriu as pernas e mandou ele meter nela (eu fiquei olhando paralisado, vendo que ela estava gostando muito daquilo). Ele meteu com força na minha namoradinha, que chegou a chorar de dor. Eu vi o sangue da bucetinha dela (já não mais virgem) escorrendo pelas suas pernas, depois pela cara dela, ela tinha gozado muito gostoso. Mais ele queria mais e a virou de costas com força (com certeza ele estava muito bêbado), ele então abriu a bundinha dela pra ver seu cuzinho, ele disse que queria comer o cuzinho dela também, ela disse que não aquentaria, pois o pau dele era muito grande, então ele deu um tapa forte na bunda dela, e falou: fica quieta putinha, imediatamente ela empinou a bunda e ele meteu no cuzinho dela, ela chorava muito e gemia como nunca. Por último ele a puxou pelo cabelo e a obrigou a beber toda sua gala, e ela bebeu com muita vontade. Depois ele disse que ia comer ela quando bem quisesse (ela então tapou a boca dele, pois ele estava falando muito alto) e ela concordou com o que ele dizia. Não vou negar que fiquei com um baita tesão de ver outro homem comendo minha namoradinha virgem e ela se entregando pra ele com tanto prazer, e resolvi aceitar os chifres. Eu fingia que tudo estava normal e perguntei porque ela estava com aquela marca vermelha na bunda e mancando, ela me respondeu que tinha caído da cama na noite anterior. De noite no quarto eu tentei comê-la, mas ela me deu um tapa na cara e disse que eu era um corninho muito legal e que ela tinha me visto observando o Marcos comê-la, e não fiz nada, e disse também que ela ia dá pra ele todos os dias restantes das férias e para outros homens por toda nossa vida, menos pra mim (por que eu gostei de ser corno e tinha que continuar sendo). Eu concordei e disse que a amava, ela falou que eu não devia ter ensinado safadeza a ela, depois falei que a amava a ponto de aceitar tudo e ela também disse que me amava muito (por isso tinha que me chifrar descaradamente). Depois nos beijamos bastante. Agora vou relatar o meu último chifre das férias. Depois que o Marcos foi embora Cristina ficou muito triste. E até chorou porque não aceitava o motivo que ele tinha de ir embora devido os filhos dele começarem as aulas mais cedo. Eu só a consolava dizendo que novas emoções iam surgir na vida dela. Íamos todos os dias a praia e as festas à noite e nada de interessante acontecia, até que um dia ao chegarmos na praia Cristina saiu correndo na direção um jovem negro e o abraçou e falou que estava muito feliz em vê-lo e ele respondeu o mesmo e disse que ela estava muito linda. Ele se chamava Pedrão (era um ex-paquera dela), ele devia ter uns 26 anos, era muito alto e muito forte. Ela me apresentou e o chamou para ir deitar na praia com agente. Pedrão ao vê-la deitada na praia ficou babando e olhando pra bunda dela o tempo todo, quando ela percebeu começou a ficar se exibindo empinando a bunda, depois abrindo um pouquinho suas pernas pra ele ver seu pacotinho. Ele ficou maluco e de pau duro. Ela olhava principalmente para o pênis dele, que por debaixo da cueca dava pra ver que era gigantesco. Ela falou que eles tinham que botar muita coisa em dia, ele concordou sorrindo. Ela pediu para o Pedrão passar bronzeador nela, ele ficou sem jeito, mas ela falou: o Marcelo não é ciumento não. Ele então começou a passar nas costas dela, nas canelas, nas coxas e mandou ela virar, ela não virou e perguntou: não vai passar na minha bundinha não? Ele perguntou se podia, ela pegou a mão dele e levou à sua bundinha, então ele se soltou e começou a passar bronzeador em toda a bundinha dela, entre ela e até chegar no seu pacotinho. Depois ela virou e ele passou nas canelinhas, nas coxas, na barriguinha chegando a entrar por debaixo da calcinha dela, nas virilhas (ela separou bem as pernas), depois na cinturinha dela (ela ria muito, pois sentia muitas cócegas). Depois no pescoço, debaixo dele, entre os seios, ela então pegou a mão dele e colocou dentro do sutiã dela, ele adorou e ficou apertando os peitinhos dela. Eu fingia que não via, olhava para o outro lado. Ela falou no ouvido dele que eu era um corninho manso e que adorava sê-lo, ele sorriu bastante e a beijou na boca por uns 5 minutos. Depois ela abaixou um pouco a calcinha e mostrou a bucetinha pra ele e perguntou: quer comê-la? Pois ela queria muito dá a bucetinha pra ele. Ele disse que não, pois era muita sacanagem comigo, ficou com dó de mim. Ela implorou, disse que estava molhadinha, muito carente. Ele insistiu que não, ela ficou maluca, pois não estava acostumada com a rejeição masculina, ela fez uma carinha tão meiga e falou: me come só um pouquinho, farei tudo que você quiser. Ele falou que só comeria com uma condição: que se eu aprovasse e fosse junto até a casa dele. Eu concordei e então fomos. No caminho ela me beijava e dizia que me amava muito, que eu era um corninho muito legal e que ela ia se casar comigo e me fazer muito feliz, me chifrando muito com qualquer um que quisesse gozar nela. O Pedrão sorria muito e também falou: você é muito legal Marcelo, por me deixar comer a sua namorada, sempre quis comê-la antes de você, não é? Eu falei: você tem a preferência por ter paquerado com ela primeiro, eu falou: você está completamente certo. Chegando lá ele foi logo tirando a roupa, mostrando o cacete gigantesco pra ela, que imediatamente começou a chupá-lo, ele tirou toda a roupa dela e falou que ela era muito safadinha, ela gostou e agradeceu. Depois, abaixou-se segurando na cinturinha dela e olhando pra bucetinha dela disse: que droga Marcelo, eu é que tinha o direito de arrombar a bucetinha dela primeiro, quem mandou você pocar o cabacinho dela? Eu respondi que não tinha sido eu e sim um amigo dela, ela falou que tinha dado pra outro na minha frente e eu falei que ele era ainda o 2º macho dela. Ele reclamou porque ela só deixava ele pegar nos seus peitinhos, na bunda, na bucetinha e nunca quis dá pra ele (por isso eles terminaram). Eu fiquei pasmado por não ser mais o primeiro a tocar o corpo dela, ele então jogou ela na cama e ela arregaçou as pernas e disse: como é bom dá pra outros homens. Ele então meteu bastante, até gozar em cima da bucetinha dela, ela me pediu pra chupar a bucetinha gozada dela, eu não quis, mas o Pedrão me deu um forte soco na barriga e me ordenou chupá-la, então chupei e lambi toda porra que ele derramou na bucetinha da minha namorada, ela sentia muito tesão e empurrava minha cabeça com força pra bucetinha dela. Depois ele a colocou de quatro, ela ria muito e disse que ia dá pra ele sempre que ele quisesse, para compensar a época que eles namoravam, ele gostou e começou a meter no cuzinho dela, depois perguntou se ela era virgem do cuzinho, pelo menos? Eu disse que não e ela gritava muito, ele então bateu na boca dela e disse: cala a boca sua cadela, sua piranha, sua vagabunda, não deixou nem o cuzinho pra mim. Depois ele gozou na boca, na cara e nos seios dela e eu chupei tudo, depois ele me obrigou a limpar o cacete dele chupando-o. Em seguida ele disse: agora vou comer seu cuzinho seu corninho, ele é virgem? Eu respondi que era. E quando ele já tinha encaixado seu cacete no meu cuzinho e ia me comer, Cristina disse que não e fomos embora. Daí em diante sempre Cristina levava amigos ou colegas da faculdade para dormir na casa dela, com desculpa de trabalhos ou estudos, e sempre levava algum para passar férias com agente. Ela também ia passar finais de semana na casa de amigos. Seus pais estranhavam, mas eu acobertava dizendo que ela estava com muitos trabalhos e precisava estudar muito, e tudo isso era necessário, então eles aceitavam. Ela sempre fazia questão de me contar tudo que acontecia, ela dando no banheiro da faculdade, para os professores, para o diretor e até para o segurança e faxineiros, mas eu adoro é quando ela se entrega para meus melhores amigos.
.262. FERNANDA, A GOSTOSONA DO 15º ANDAR.Dona Fernanda era uma dona gostosa que morava no 151, todo mundo olhava ela quando ela passava e ela se exibia mesmo. Morena, 1,71, 62kg, cabelo preto, pele bronzeada pelo sol da piscina de todo o dia. O marido trabalhava muito e os dias dela eram passados na piscina do prédio, de biquíni, levando a loucura os adolescentes que ficavam nas janelas e os porteiros, faxineiros e garagistas que sempre davam um jeito de ir lá olhar a gostosa tomando sol. Um dia, lá pelas 11 horas ela levantou, colocou uma canga em volta da cintura, subiu no salto alto e foi até a garagem. Não tinha como todo mundo não olhar e ela parecia gostar de ser observada atravessando a área social. Desceu a escada e chegou na garagem, suja e escura como todas, foi até seu carro pegar alguma coisa e o ele estava trancado. - Cadê estes garagistas que nunca estão por perto ? ..pensou em gritar por um deles mas resolveu ir procurá-los, atravessando a garagem de volta até a escada. Não achou ninguém e lembrou que o quartinho deles era no fundo da garagem. Atravessou a garagem de volta, entrou no corredor escuro que levava ao quarto dos empregados e viu a luz acesa. Chegou até a porta e encontrou o Jadir, um negão que era o garagista deitado dormindo, sem blusa, só de calção. Ela ficou meio contrariada mas resolveu acordar o homem, bateu na porta com força e ele deu um pulo, cara de sono, assustado: - O dona Fernanda, desculpa, não vi a senhora chegar - Claro, tava dormindo ! Preciso da chave do meu carro, agora.. Fernanda falou com a voz irritada Ele olhou pra ela meio contrariado.. - Espera um minuto, já vou lá. - To com pressa Jadir, anda logo !! - Calma dona, é só eu ir ao banheiro, só um instante.. - e entrou em uma portinha no quarto que deveria ser o banheiro. Fernanda ouviu o barulho do jato de urina na água, alto, forte e sentiu um arrepio correr na sua espinha. Fechou os olhos e imaginou o tamanho do membro do homem que estava no banheiro. Instintivamente levou a mão ao biquíni e sentiu que estava molhada, o movimento repentino soltou a canga e ela abriu os olhos vendo Jadir parado olhando a cena. Ela de biquíni e salto alto, a canga no chão e o homem na porta do banheiro olhando pra ela. Fernanda sem graça não sabia o que dizer e sem pensar falou: - Jadir, hummm, tá quente aui.. tem uma pia ai dentro ? preciso lavar o rosto. - Tem sim dona, entra. Fernanda esqueceu a canga com o nervosismo e atravessou o quarto até o banheiro. Se abaixou e começou a lavar o rosto com sua bundinha deliciosa se mostrando para o garagista. Ela já nem sabia o que estava fazendo e envergonhada ficou lavando o rosto por um bom tempo. Jadir vendo aquela cena ficou excitado e fechou a porta do quartinho. Fernanda ouviu o barulho da porta e saiu do banheiro: - O que é isso Jadir ? porque fechou a porta ? - Dona, a senhora vem aqui de biquíni, deixa canga cair, mostra o rabo assim, deve estar querendo pica, e vai levar !! e avançou em direção de Fernanda. - Tá louco ? sai daqui seu idiota ! e tentou fugir Jadir a segurou e a jogou na cama pequena e suja. Fernanda caiu e começou a gritar por socorro. Ele se aproximou e deu um tapa na cara dela, forte, ela parou de gritar e começou a chorar com as mãos cobrindo o rosto. Jadir subiu na cama e começou a tirar a calcinha, arrancando, puxando, quando acabou de tirar, abriu as pernas de Fernanda que chorava e escondia o rosto com as mãos. - Agora vai levar pica dona, não é isso que queria ? Ele abriu bem as pernas de Fernanda e viu sua bucetinha molhada, encostou seu pau enorme (uns 20cm) e empurrou de uma vez, com força, ela gemia chorava, não conseguia olhar para aquele homem que a estuprava. Jadir metia com força, socava aquele cacete enorme na buceta de Fernanda que não reagia. Ele metia mais e mais, forte, rápido, sentia a buceta molhada, encharcada, a puta estava gostando. Ele parou com o cacete enfiado nela e segurando suas pernas abertas falou: - Olha pra mim piranha, quero te fuder com vc olhando pra mim. Ela não se mexia, chorando baixinho, e ele puxou suas mãos - Olha pra mim porra !! e deu um tapa forte em sua cara. Ela olhava e chorava, tentava desviar o olha e o negro recomeçou a meter em sua buceta. Ela não conseguia controlar o prazer que começava a chegar e começou a gemer, fechava os olhos e no seu rosto já mostrava que estava gostando. Jadir metia com força. Sua pica enorme ia arrombando a buceta de Fernanda que a esta altura já gemia e pedia mais: - Fode negão, fode minha buceta, enfia forte !! Jadir foi a loucura e socava muito, com força. -Fica de 4 dona, mostra este rabo ! Fernanda obedeceu e ficou de 4, levantou bem a bundinha, sabia que levava os homens a loucura com seu rabo perfeito. O homem enfiou de uma vez, a tora negra entrou rasgando e Fernanda gritou alto. Jadir metia com força e rapidamente Fernanda gozou, gritando, gemendo. Jadir metia forte, enfiava, socava na buceta de Fernanda e explodiu num gozo forte, jatos de porra quente inundando a sua buceta, ele metia e gozava, esporrava na buceta da dona. Fernanda tremeu e ao sentir aquela porra quente gozou de novo.... ele saiu de dentro dela e sentou na cama, ela deitou-se de bruços ainda de sutien mas com a bunda linda a mostra. Ficaram em silencio algum tempo, descansando, Jadir passou a mão naquela bunda gostosa e ordenou: - Agora tira o sutien, deixa eu ver estes peitinhos que a gente adora ! Fernanda sorriu e obedeceu, ficou sentada na cama e tirou o sutien revelando seus peitinhos deliciosos. Jadir se ajoelhou na cama e mandou que ela chupasse seu pau até ficar duro. Fernanda obedeceu e começou a chupar, a bundinha pra cima, aquela pica enorme na boca, ela chupava, lambia, estava adorando. De repente a porta abre e Fernanda se assusta. Estavam na porta um dos porteiros, Seu Jorge, um mulato de seus 55 anos e o faxineiro, Quim, um garoto novo que não devia ter mais de 18 anos. Fernanda tentava se tapar mas era inútil, Jadir começou a rir e falou: - Ai rapaziada, a dona Fernanda veio conhecer o quartinho. Ela tentou falar alguma coisa mas os dois já começaram a tirar a roupa, ela olhava e pensava no que fazer: - Gente, calma, não é assim, já to de saída ! Seu Jorge sorriu: - Saída ? calma dona, pode continua o boquete no negão que a senhora não sai daqui tão cedo ! Ela arregalou os olhos e sentiu o tapa na cara de Jadir, forte, estalando em seu rosto. - Não ouviu o Seu Jorge ? chupa minha pica dona ! Assustada, Fernanda olhou em volta e obedeceu, se abaixou e recomeçou a chupar a pica de Jadir. Começou a ficar excitada, sendo observada pelos outros homens, instintivamente começou a rebolar e gemer, chupava com vontade e logo sentiu as mãos de Seu Jorge e Quim a alisando. As mãos e os dedos passeavam por seu corpo e logo sentiu o dedo grosso de Seu Jorge entrando em sua buceta, gemeu gostoso e engolia a pica de Jadir com vontade. Seu Jorge se colocou atrás dela e de uma vez enterrou a pica em sua buceta. Ela gemeu e continou com o pau de Jadir na boca, chupando com vontade, estendeu a mão e pegou no pau de Quim que estava em pé ao lado começando a bater uma punheta para ele. Seu Jorge metia e ela sentia o pau entrando fundo, estava indo a loucura e com um arrepio gozou forte, ela tremia e gemia, gozava feito louca e rebolava na pica de Seu Jorge. Jadir pegou Fernanda pelos cabelos e com um puxão forte tirou sua pica da boca dela. Segurando seu cabelo ele bateu uma punheta e gozou na cara de Fernanda. Os jatos de porra na sua cara, melada, ele saiu e mandou Quim para seu lugar. - Chupa a pica do Quim agora putona ! Ela obedeceu e abocanhou o cacete do garoto, chupava com vontade recebendo Seu Jorge na buceta. - É uma vadia, safada - falou Jadir enxugando o pau com uma toalha - Nunca me enganou, rebolando de biquíni pelo prédio, vadia. Seu Jorge metia gostoso, entrando e saindo, alisando a bundinha de Fernanda quando disse: - Dona, já fizeram este rabo ? gosta de dar o cuzinho ? Fernanda balançou a cabeça afirmativamente enquanto chupava a pica de Quim. - Ahhh então vamos meter gostoso nele também - Disse Seu Jorge tirando a pica de dento da buceta de Fernanda. Ela arrebitou bem a bunda, abriu as pernas e se ofereceu, Seu Jorge encostou o pau no cuzinho de Fernanda que começou a rebolar devagar, sentindo a rola entrar. Fernanda gemia e sentiu o caralho de Seu Jorge deslizando pra dentro de seu rabo. Ela rebolava, mexia, gemia com o pau de Quim enterrado na boca. Os homens riam, chamavam ela de puta, cadela, vadia, piranha e ela rebolava mais, sugava a pica de Quim e sentia seu rabo sendo arrombado pelo porteiro. Ela via estrelas e sugando a pica de Quim gozou de novo, muito, nem sentia mais seu corpo quando sentiu o gozo de Seu Jorge em seu rabo, ele metia e inundava seu cuzinho de porra. Ele tirou o pau de seu cuzinho e foi ao banheiro, só faltava o garoto. Fernanda tirou da boca e se levantou: - Deita Quim, deixa eu montar no seu pau ! Quim obedeceu e Fernanda sentou em cima dele, seu pau deslizou rápido para dentro da mulher que já rebolava e mexia nos cabelos. Jadir chegou por trás dela e acariacva seus peitos, apertava os biquinhos, mordia sua nuca enquanto ela mexia gostoso. Quim segurava os quadris de Fernanda que mexia e gemia, Jadir sussurava em seu ouvido: -Mexe putona, vadia, vai ser a puta do prédio agora, a alegria dos porteiros, piranha. Fernanda arrepiava e gemia: - Sou puta sim, sou uma vadia ! e ria, deliciada.. Jadir empurou Fernanda que se deitou em cima de Quim: - Garoto, segura a vadia, agora vai ter pica no rabo e na buceta ! -Ahhh não ! reagiu Fernanda - Aí eu não agüento, nem inventa ! Quim já estava segurando ela com força, imobilizada, sua pica na buceta da dona Fernanda. Jadir alisou o rado dela esse posicionou atrás. - Por favor ! não.... - Fernanda chorava - isso eu nunca fiz !! - Vai fazer hoje putona ! se não acalmar a gente já chama logo mais uns 3 porteiros..vadia Fernanda acalmou, relaxou, beijou Quim na boca e empinou o rabo, a ameaça de mais homens ali era forte demais, precisava ir embora apesar de estar adorando. Jadir encostou a pica no seu cuzinho, ela parou, tensa, Quim segurava ela com força e ela sentia seu pau pulsando na sua buceta. Jadir começou a empurrar o pau pra dentro do rabo de Fernanda que gritava, a for era grande, o pau dele imenso, até entrar tudo. - Ahhhhh tesão, que delicia !!! mete este cacete na minha bunda negão.. mete !!! - Fernanda gritava, sem controle. - O Seu Jorge, mete o pau na boca dessa puta louca ! daqui a pouco até o sindico tá aqui ! e todos riam muito. Seu Jorge imediatamente colocou o pau na boca de Fernanda que mexia em cima do pau de Quim e recebia as estocadas fortes de Jadir em seu cuzinho. Ela se sentia aberta. Arrombada, sentia dor, prazer, gemia e gozou loucamente, não parava de gozar com aqueles homens que metiam nela inteira. De uma vez, os três gozaram, ela sentia a porra pela boca, no cuzinho, na buceta, melada. Eles tiraram saíram um por um e ela ficou jogada na cama, melada, esporrada. - Dona, cata as suas coisas e vai embora senão já já chega mais um pra fuder sua buceta. Fernanda levantou ainda zonza e vestiu o biquíni, colocou a sandália e pediu a canga que estava na mão de Jadir - Nada disso dona, a canga fica aqui, pra gente lembrar sempre da senhora e a senhora ter uma desculpa pra vir ao quartinho. - E quem disse que eu volto ? disse Fernanda com um sorriso sacana. - Dona, tem 16 funcionários aqui no prédio entre porteiro, faxineiro e garagista e todo mundo vai meter em você, neste quartinho. E se não vier quando a gente mandar, o maridinho vai saber de tudo. Fernanda suspirou e foi embora, de volta pra piscina, sabendo que sua vida ia mudar muito.
.263. PROFESSORES E ALUNAS!Sou professor num Colégio de Belém, e além da disciplina curricular também ensino informática, e a história que vou descrever dá-se em resultado deste último fato. Certo dia um dos meus alunos informou-me que a mãe lhe tinha dado-lhe um computador mas que não tinha nada instalado, e acompanhando esta informação a mãe mandava um bilhete a para saber da minha disponibilidade para passar por lá pra instala-lo. Enviei a resposta de imediato dizendo que sim, mas que tinha de ser durante uma tarde porque à noite dava aulas noutra Escola. Marcamos o dia e lá compareci. Quando toquei à campainha daquele nº 18 de uma rua da Mundurucus, jamais me passaria pela cabeça o que eu iria viver naquela tarde. Fui recebido por uma criada loura trajando a rigor, talvez a iniciar-se na casa dos 30 anos - que posteriormente descobri chamar-se Vanessa - que me encaminhou para uma sala e pediu para aguardar a senhora Micheli. Passado um instante entrou uma senhora na casa dos 35/38 anos, muito alta, loira e pelas pernas dava para perceber que devia fazer musculação. Apresentamo-nos, e ela agradeceu a minha presença, indicando-me o local onde estava o computador e o software. Pediu-me desculpa porque precisava de se ausentar para dar umas ordens à Vanessa, recomendando-me que se necessitasse de algo tocasse uma campainha. Quando acabei resolvi tocar a campainha para informar que tinha terminado. A vanessa chegou e por recomendação da senhora encaminhou-me a uma dependência da casa onde se encontrava a senhora sentada de pernas cruzadas. Logo que entrei, num jogo de pernas copiado da Sharon Stone, deixou antever suas calsinha que dificilmente tapavam o seu ninho de amor, o que me obrigou a dirigiu o olhar nessa direção à espera de repetição. De imediato, prontificou-se a pagar-me o trabalho, a que eu respondi que não fui lá a casa na expectativa de ganhar dinheiro mas apenas de ajudar o garoto. Foi então que deu continuação ao seu jogo de pernas e sugeriu que me brindaria com um strip-tease. Notando a minha surpresa, esclareceu se não quisesse assistir não havia problemas, respondi que claro que eu queria. Tocou a campainha e a Vanessa, como por telepatia apareceu com um pequeno leitor de CD e um jogo de algemas que a senhora esclareceu que era para me prender à cadeira para eu não ter ideias de atacar com a excitação. Concordei e deixei que a vanessa me algemasse aos braços da cadeira enquanto a senhora pos a música a tocar e começava o espectáculo na minha presença e da criada, a um ritmo cadenciado, e provocante o que me provocou uma enorme tesão ainda ela não tinha tirado a calsinha e o sutiã, mas já deixava ver um corpo maravilhosamente bem esculpido. A vanessa sentara-se aos meus pés entre as minhas pernas e de vez enquanto deixava a cabeça dela cair para trás e tocar no meu penis, o que me excitava ainda mais. Terminado o strip a senhora disse á vanessa para ir buscar um copo de água e os seus objetos pessoais. Tarefa cumprida de imediato, micheli bebeu o copo de água e disse-me que eu tinha duas hipóteses; "ir embora" ou "ficar", mas se ficasse ela é que mandava no jogo. Perguntou-me se percebia o que estava a dizer e respondi que sim, e que queria ficar para o que desse e viesse. "Muito bem", disse ela dirigindo-se a mim ao mesmo tempo que me libertava as mãos, "dispa-se". Apressei-me a cumprir a ordem e a deixar evidente o efeito que a visão daquela mulher nua e da sua dança tinha provocado no meu pénis. Dirigiu-se para mim esfregando qualquer coisa entre as mãos, que depois esclareceu ser um gel retardante e que simultaneamente permitia uma ereção mais prolongada, para me massajar o membro ereto. O contato daquelas mãos e o seu movimento quase que me faziam gozar. Entretanto a vanessa, que se tinha ausentado, quando comecei a despir regressou com uma roupa interior preta mas para minha surpresa, como por milagre, com um vibrador de cinto tão perfeito e natural que quase parecia ter nascido um pénis. Dirigiu-se à patroa penetrando-a por trás enquanto me oferecia as suas mamas duras para eu a lamber, tarefa para a qual não me fiz rogado. Quando os movimentos da criada começavam a tornar-se mais ritmados sentia que a excitação da patroa ia aumentando e resolvi morder-lhe o mamilo, primeiro com alguma delicadeza e depois cada vez mais violentamente, o que lhe aumentava a excitação e a levava a pedir que lhe mordesse mais, e assim continuou até que atingiu um orgasmo como nunca tinha visto, ela estremecia como se estivesse a ter um ataque e gemia a um ritmo que pensei que fosse perder os sentidos. Arrisquei apalpar-lhe a vagina, a que acedeu facilitando a penetração dos meus dedos, e era um autêntico mar de água. Ato continuo a vanessa, já liberta do seu membro, dirige-se a mim, e começa a chupar-me o pénis com movimentos circulares de língua procurando que a sua boca ficasse bem preenchida e a trabalhar os testículos com lambidelas longas e molhadas. Micheli tinha-se apoderado do membro da sua serviçal e trocara de posição, era ela quem comia a empregada enquanto que esta me chupava de modo que daí a pouco me faria gozar. Avisei se continua-se assim ia inundar a garganta. A senhora ao ouvir a minha advertência disse de imediato que quando viesse tinha de ser na sua boca. Não demorei muito a realizar-lhe o desejo, pois enchi-lhe a boca de enorme quantidade esperma que ela partilhou com a serviçal num beijo sugado e lambido que deve ter demorado alguns dois minutos. Pediu-me que as beijasse. Este pedido provocou-me um misto de enojamento e excitação. Sentir o sabor do meu próprio esperma, embora já bastante diluído nas suas bocas, originou que houvesse um compasso de espera, em que ela insistiu questionando se eu tinha nojo de mim mesmo. Beijei-a primeiro levemente, e depois de forma mais intensa partilhamos a três um beijo que me provocou uma intensificação da ereção. Deitamos no chão, e vanessa perguntou se alguém queria tomar um ducha. Respondi que sim e fomos os dois para o banheiro, alguns carícias e beijos. Perguntei-lhe como é que ela tinha aquela relação com a patroa e se faziam estas sessões muitas vezes, a que respondeu com um enigmático silêncio. Banho tomado fui me vestir, micheli, agora com um robe de cetim preto, perguntou-me se não podia ficar mais um pouco porque tinha uma surpresa. respondi que sim com a cabeça. Pegou minha mão e levou-me para um quarto todo espelhado onde a vanessa nos esperava toda nua em cima da cama. Deitamos e recomeçamos as carícias, os beijos, as lambidelas e chupadelas, e foi então que elas me contaram que eram irmãs, bissexuais, embora a preferência dominante fosse o lesbianismo e que a situação de criada/patroa foi só uma fantasia, na opinião delas, que todos os homens gostavam de viver. Explicaram-me a razão da minha escolha dizendo que a Ivone me tinha visto no Colégio e achado interessante e resolveram arriscar neste jogo. Voltaram a perguntar-me se queria continuar. O meu ar espantado divertia elas e foi entre os risos delas que aceitei ao convite. Resposta de imediato, "vamos à surpresa". vanessa ofereceu um preservativo, tendo no entanto referido que da parte delas não havia qualquer problema de saúde e que sendo eu casado em princípio também não deveria ter, mas que não levavam a mal se eu quisesse usá-lo. Resolvemos usá-lo. E entre elas começaram um jogo de carícias a que eu assisti interessado e extasiado pois elas trabalhavam tão bem entre elas que pareciam que encaixam perfeitamente. Enquanto a micheli estava em cima da vanessa sugando a vagina eu fui por trás e comecei a esfregar a cabeça do meu pénis nos lábios inchados daquela vagina, e depois até ao buraco anal. Quando lhe toquei de forma mais forte no rabo, estremeceu, suspirou e pediu-me que a fudesse, e eu com cuidado pressionei o meu pénis contra o seu buraco. vanessa nos deixou. Comecei a movimentar-me, primeiro de forma lenta e cadenciada e depois de forma mais alternada, entre os movimentos suaves e lentos e os movimentos rápidos e violentos, a que ela respondia com gemidos e estremeções do corpo. Entretanto, vanessa havia regressado com um outro pénis implantado num cinto e colocando-se debaixo da irmã, obrigou-a a enfiá-lo na vagina. Que sensação!. Não tardou que Isaura atingisse o êxtase e gritasse de prazer, mas eu estava cheio de tesão e não gozava ,era o creme que voltaram a aplicar-me a fazer efeito. Comentei, "então todo o mundo goza e eu?" vanessa me deitou de costas na cama e colocando-se de pé e de pernas abertas sobre a minha cara. O cheiro dos seus líquidos estava me deixando louco de excitação. percebendo do meu estado, desceu o seu corpo de forma a que a sua vagina fosse penetrada pelo meu endurecido pénis e iniciou um vai-vém que lhe devia provocar um enorme prazer pois sentia a sua vagina cada vez mais apertada. Percebendo isso disso mudamos de posição. Disse, agarrando os pulsos acima da cabeça, que agora eu é que mandava e mandei ela mexer o corpo se queria ter prazer, o que ela fez de imediato. Estavamos neste jogo quando chegou a micheli, que se juntou a nós começando por esfregar as costas e depois começou a percorrer-me o corpo com a língua até chegar aos testículos. Abriu a boca e meigamente chupou primeiro um e depois outro, enquanto me afagava as nádegas. Aos poucos e timidamente a sua língua dirigiu-se para o meu cu dando umas passadas leves primeiro e mais prolongadas e vigorosas depois. Em voz baixa perguntou se eu gostava e se podia continuar. Respondi-lhe que sim. Entretanto a irmã, continuava a movimentar-se sobre o meu corpo e cada vez mais excitada, levava as mãos, que lhe havia libertado, à cabeça e puxava o cabelo. O trabalho de língua de micheli, era agora complementado com leves tentativas de penetração com o dedo. Mal eu sabia que com o seu dedo estava a esfregar-me o ânus com um creme para relações anais que favorece a dilatação dos músculos. Estes movimentos tornaram-se cada vez mais penetrantes, e voltou a dizer que se eu quisesse bastava mandá-la parar, mas por estranho que pareça a excitação aumentava em mim. Logo eu, que sempre me considerei um machão, nunca tinha pensado que alguma vez tivesse prazer em ser penetrado. Mas não era tudo, daí senti algo mais grosso que um dedo dentro do meu cu. Voltei-me e micheli tinha um novo vibrador, mais fino dos que os anteriores, mas que para mim se tornou assustador, porque nunca tinha sido penetrado analmente. micheli tinha parado os seu movimentos, mantendo-se penetrada pelo meu pénis e acariciando-me, beijava-me apaixonadamente na boca enquanto que micheli ensaiava de forma lenta e suave a penetração, que para meu espanto se realizou num ápice. Estava pasmado, como é que o meu rabo tinha engolido aquele pénis de 12/15 cm, sem que me tivesse provocado qualquer dor, mas tão só uma enorme onda de prazer que se transformou num arrepio que percorreu meu corpo. A ideia de estar a comer uma mulher e ser comido por outra extasiava-me. Eu comia a vagina de Ivone ao mesmo tempo que micheli enterrava em mim o vibrador. Estivemos assim neste ato, talvez dois a três minutos, quando vanessa me pediu para me tirar o preservativo pois queria sentir os meus leites nas suas entranhas. ela retirou a proteção e enfiou-o de novo na sua vagina. Pediu-me para a avisar quando estivesse pronto para a ejaculação. Perguntei porquê. ela respondeu que era surpresa. Após mais meia dúzia de penetrações avisei que ia acontecer, quando iniciei a ejaculação dentro de vanessa, senti algo quente e líquido inundar meus intestinos. As duas me entalaram entre elas, beijando-me e dizendo-me palavras apaixonadas. Eu não conseguia dizer nada dada a excitação que me atingiu. Refeitos desta cena, disseram que o pénis da micheli tinha um reservatório para colocar uma geleia previamente aquecida e fluia através de uma bomba de aperto manual. Disseram-me que podia ficar tranquilo quanto ao fato de não ter usado o preservativo até ao fim, que há mais de três anos que não estavam com um homem e que entre mulheres só funcionam as duas. Me elogiaram por ser tão carinhoso e pela minha entrega total aos seus jogos e me convidaram a participar regularmente em jogos com elas, mas com a condição de ser só com elas e de elas só comigo, para preservação da nossa saúde. Disse que não podia prometer isso porque era casado, mas que garantia fidelidade. Concordaram e selamos o acordo com um beijo.. A partir desta tarde, semanalmente, vou aquele nº 18. E a imaginação daquelas mulheres é infinito, todas as semanas há uma nova fantasia e jogos a três de deixar qualquer um louco....
.264. AS APARÊNCIAS ENGANAM.Chris, nome fictício que atribuirei ao narrar os seguintes fatos. Não é assim um "espetáculo" de mulher, não aquela loiraça, alta, cabelos longos, olhos claros, seios médios e aquele fascínio de bunda com que "todos" sonham... Mas posso dizer que é uma mulher espetacular, com seus 18 anos, uma bela morena, lábios carnudos, seios pequenos, um belo par de coxas e dona de uma "bundinha" muito gostosa. Nos conhecemos no ano letivo de 2000, estudávamos juntos, porém, me restringia apenas a cumprimenta-la. Ao término do ano letivo sucedeu-se uma pequena confraternização, entre o pessoal mais chegado, em uma choperia da cidade. Sentei-me ao seu lado, e no decorrer da noite fui colocando as manguinhas p/ fora com uma ou outra indireta, e após umas e outras acabei sendo mais direto, convidando-a p/ dormir em minha casa, aproveitando a ocasião por eu estar sozinho. Acredito que pelo fato de minha casa ser mais próxima do que a dela ao local onde estávamos, ela acabou aceitando meu convite. Chegando em casa ela pediu p/ usar o telefone, e após isso não sobrou mais tempo p/ nada, agarrei-a e comecei a beija-la... Porém, não é sobre este dia que desejo compartilhar neste. Sempre que estávamos conversando terminávamos por discutir sobre sexo, como gosto as vezes de praticar sexo anal tocava sempre no assunto, mas ela sempre retrocedia, argumentando que ainda era virgem e que jamais praticaria coito anal. Respeitei sua vontade, assim como sempre respeitei a vontade de minhas parceiras, procurando durante o ato deixa-las totalmente a vontade, bem relaxadas, mas isso não me impedia de preparar o campo. Durante as relações que mantivemos após nossa 1º noite, acariciei toda a região da sua "bundinha" com minhas mãos e em seguida com minha boca, nunca sendo precipitado demais, atitude essa minha, que em algumas vezes me fez esperar por algum tempo para alcançar um objetivo, e até mesmo perder grandes oportunidades, porém confesso: "Aprendi que a paciência e a sutileza são grandes armas na sedução". Certo dia qd comecei a roçar seu cuzinho, pude notar em seus olhos o fascínio que a dominava... era o que eu estava esperando. Neste dia não mantivemos relação. Aqui começa a tarde que gostaria de compartilhar com os demais... Quinta feira, mês de março, uma tarde agradável, alias com esta mulher qualquer tarde se torna agradável. Aproveitando mais uma vez a ocasião e oportunidade de eu estar em casa e ainda por cima sozinho, recebo-a em minha casa, trajando jeans e uma blusa branca meio transparente que deixava a mostra sua lingerie. Coloquei uma pequena seleção musical para esquentar o clima, abracei-a e comecei a beija-la, desci beijando seu queixo e logo após o pescoço, onde por pequeno período me concentrei, alternando entre suaves beijos e leves mordidas. Com as mãos acariciava seu corpo, começando a desabotoar sua blusa e descer beijando em direção ao seus peitos, mordiscando e esfregando minha língua nos bicos ainda por cima da lingerie. Retirando em seguida sua blusa e sentindo seu corpo quente junto ao meu qd subia com meus lábios em direção ao seus. Descia novamente indo até seu umbigo e subia até os seios, até que desci e fui abrindo o botão de sua calça e o zíper com minha boca, teria à retirado assim tb, porém, sendo de lycra e estando hiper grudada em seu corpo não foi possível. Levantou-se e ajudou-me a retira-la, em pé na minha frente com aquela bucetinha gostosa que era escondida apenas por um fio dental, reclinou-se novamente na cama e continuei a mordiscar e beijar, desta vez mais abaixo, passava minha língua por sobre sua bucetinha ainda sobre o minúsculo tecido que a escondia, mordicava-lhe o clitóris, beija a parte interna de suas coxas, subia pela virilha com minha língua, ora apenas traçando o mesmo caminho da calcinha ora invadindo aos poucos, já não agüentando mais de tesão, retirava com a língua o máximo que pudesse a calcinha de lado e aplicava-lhe uma bela chupada. Ergui suas pernas, retirei-lhe aquela minúscula peça que sobrava-lhe. Eu me levantei e ela sentou novamente na beirada da cama ajudando-me assim a livrar-me do pouco traje que ainda me restava, retirou minha bermuda e com a visão de meu pau ereto aplicou-lhe uma deliciosa chupeta, agarrei-a pelos cabelos e literalmente fodia-lhe a boca, fazendo meu pau entrar e sair freneticamente. Deitou-se novamente na cama e coloquei mais uma vez meu pau próximo aos seus lábios, reclinei-me sobre seu corpo num 69, onde ela de lado apoiou uma das pernas sobre meu ombro e pude contemplar seu cuzinho, voltei a chupar sua buceta, apreciando seu rabicozinho, mas em pouco tempo minha língua já o explorava, ora fazendo movimento circulares em torno dele, ora deslizando de cima abaixo e ora adentrando-se um pouco. Que boca gostosa essa mulher tem, várias vezes tive que me conter p/ não enche-la de porra. Chris permaneceu na mesma posição, apenas me virei e me posicionei por trás dela, começava esfregando meu pau na sua buceta e vinha até no cuzinho, só atiçando-a um pouco mais, então posicionei-o na entrada da buceta e comecei a introduzir e retirar a cabeça do meu pau, logo eu já estava enfiando freneticamente tamanho era o tesão de ambos, mordia-lhe a orelha o pescoço, e sussurrava coisa do tipo: "Tá gostando cadela?" "Vc gosta né putinha, sua vaca!!". E ela apenas dizia: "Não fala assim... que eu gosto!!". Retirei meu cacete duro igual pedra da sua grutinha e passei a alisar seu pqn orifício, segurava no cacete e esfregava com grande intensidade contra seu cu, vendo que ela gostava forçava as vezes um pouquinho bem na entrada do seu cuzinho até então virgem, e cada vez mais ela se alterava, comecei a forçar mais e mais ainda, eu ficava parado ela tinha total liberdade p/ se mexer na posição em que nos encontrávamos, qd a cabeça do meu pau começava a tentar explorar o seu cuzinho, todo suado, molhado de tesão, ela dava um pulinho, deslocando-se p/ frente, eu porém apenas com uma das mão alisando alternadamente sua coxa, clitóris, barriga e peitos, apenas apoiava minha mão em sua barriga e ela vinha com seu rabinho p/ trás, encostando-o novamente na cabeça da minha varra, cacete, pinto, pistola, piroca, pau... seja qual for o nome, o que importava era que eu estava louco p/ descabaçar aquele rabinho e sabia que ela tb mal podia esperar p/ senti-lo dentro, dilatando-o e fazendo-o se acostumar com minha pica dentro dele. Neste momento, ambos desejávamos isso, e não tinha mais volta, comecei a sussurrar no seu ouvido: "Eu vou comer seu cuzinho!!" "Era vc mesmo que dizia que uma mulher tem que ser uma dama p/ sociedade e um puta na cama, hj vou foder seu cú!" "Uma verdadeira puta tem que dar o cú!" "Eu vou fazer de vc uma verdadeira puta!!!" Palavras que somente serviram p/ deixa-la ainda mais louca de tesão. Mais algumas investidas nesta mesma posição e a cabeça da minha piroca já se acomodava, começando a dilatar ainda mais o seu cuzinho p/ logo acomoda-la inteirinha. Cada vez ficando mais louca de tesão, e agora eu enfiava e tirava a cabeça do meu pau dentro do seu rabinho que ainda por pouco tempo preservava algumas preguinhas, mas sempre na tentativa de coloca-lo um pouco mais no fundo ela dava os seus pulinhos, delocando-se p/ frente. Então ela saiu da posição e me disse que não queria mais brincar disso não, encostei meu corpo no dela por trás deitando sobre ela, e respondi que tb não queria mais brincar disso... Deitado sobre ela enfiei meu cacete mais uma vez na sua buceta e comecei um vai e vem, alternando entre mordidas e beijos em suas costas, pescoço e orelha. Deixei meu cacete escapar de dentro da sua bucetinha, com meu corpo colado ao seu novamente voltei a roçar seu cuzinho, com o cabeção do meu cacete, e voltei a enfia-lo novamente naquele buraquinho tão gostoso, com uma das mãos segurei meu cacete e lentamente comecei um vai e vem, fazendo desta forma que apenas a cabeça do meu pau fosse introduzida no rabo dessa putinha tão gostosa do cuzinho virgem, aumentando cada vez mais o ritmo, ela já alucinada me "ordenou": "Ou põe tudo ou tira duma vez", pela primeira vez ela dizia algo, encostei meus lábios o mais próximo que pude do seu ouvido e lhe respondi: "Vou TIRAR de uma vez"!! Qd terminei de pronunciar essas palavras enterrei meu pau todo, fazendo-a soltar uns grunidos de prazer, fiquei parado por alguns segundos esperando aquele rabicozinho se acostumar com minha varra dentro dele e comecei a estocar novamente, ela gemia mais que uma cadela.... Eu chamava-lhe de vagabunda, cadela, dizia que agora sim ela era uma verdadeira puta na cama e comia gostosamente seu cú. Passou uma das mãos por entre as pernas e começou a massagear o clitóris, num breve período de tempo Chris estava gozando com meu pau enterrado no seu rabo, que latejava muito nesta hora levando-me a uma prazerosa gozada com meu caralho enterrado no seu cú. Certo dia, qd conversávamos, Chris me contou que uma garota que havia estudado conosco sempre me observara qd eu entrava ou me deslocava dentro da sala de aula, dizendo coisas do tipo: "Fulano está um gato hj"; "Olha como ele é gostosinho"; "Esse cara é demais"; etc e tal... Chris por sua vez me olhava, olhava p/ a garota e retrucava: "Aquele ali?" "Mas, aquele ali?" Pensava consigo mesma: "Não sei o que ela viu nele, que cara mais sem graça!!". Hoje eu olho p/ Chris e digo: "AS APARÊNCIAS ENGANAM MINHA CARA.... "AQUELE ALI"... DESCABAÇOU O SEU CUZINHO!!! Ah! Ah! Ah! Até hj ela não se conforma... mas no entanto gosta e goza muito qd transamos!
.265. A PRIMA POPOZUDA DA MINHA ESPOSA.Julho do ano passado estava trabalhando em Salvador e morando em um flat na Pituba, nessa ocasião liguei para minha família vir passar as férias escolares comigo. Eles vieram e passado uma semana de praia, turismo, barzinho com caranguejo e chopinho, uma prima de minha mulher ligou de Recife. - Tom, voces nem convidam a gente né. Estão aí na maior, curtindo. - Vem pra cá também Juci, o flat não é grande mas é aconchegante. Na sala dá pra colocar uns colchonetes ou se preferir uma rede. - Posso ir mesmo? Não tem problema? Eu estava só brincando. - Pode vir que a gente dá um jeito. E aqui voce vai se divertir muito. - Olha que eu vou hemmm! A Nene tá aí com voce? - Não. Ela foi com os baixinhos na praia mas volta à tarde. - Ah! Então eu ligo mais tarde tá. - Tá legal, beijão. Desliguei o telefone celular e comecei a imaginar como deveria estar Juci pois fazia anos que não à via. A ultima vez que a ví ela estava com 16 anos e já era engraçadinha. Tinha na época, um corpo bonito e principalmente apetitosa. Lembrei das brincadeiras que curtimos em um fim de ano nas festas. No Natal, usando um vestido justo de malha que mostrava suas curvas, ficou me provocando. As vezes chegava a esfregar seu traseiro em mim mas encarei como uma brincadeira e não ligava. Pensei comigo. Será que ela vem? Não, deve estar brincando. Durante o dia me distrai com outros afazeres e acabei esquecendo. Quando minha mulher chegou, dei o recado. Passado algum tempo, Juci ligou e aí ficaram um tempão conversando e rindo. Passados tres dias, minha mulher teve que voltar com as crianças para São Paulo pois seu irmão havia sofrido um acidente com seu carro e estava hospitalizado. Para nós foi um choque mas depois de umas ligações ficamos mais tranquilos. Estava fora de perigo. Um belo dia naquela semana, quem aparece na porta do apart. - Juci! O que está fazendo aqui? - Voces não me convidaram hemmmm. Tô aqui. Esse é meu noivo. - Prazer . Olha Juci a Nene não está pois o Andre sofreu um acidente e ela foi para lá. A previsão é estar de volta semana que vem. - Está tudo bem então né. A gente pode ficar? - Claro. Conheço voce desde criancinha menina. Enquanto Juci tomava banho, fiquei conversando com seu noivo e notei que era um cara muito legal. Ela se trocou e saimos pois estava já anoitecendo. - Juci, voce está arrasando com essa roupa justa. Seu noivo não fica com ciúmes? - Fica mas ele tambem gosta. Fomos no Casquinha de Siri e dançamos e bebemos muito. Como era final de semana decidimos continuar e assim fomos ao Farol da Barra pois lá tem muito barzinho. Estavamos em um, tomando cerveja, quando Juci se sentiu mal e disse que queria ir embora. Seu noivo já estava muito alto mas decidiu ficar para continuarmos. Coloquei-a em um taxi e foi embora. Ficamos até umas quatro horas da madrugada quando ele decidiu ir para o um Hotel acompanhado de uma morenaça. - Diz pra Juci que fui procurar um hotel para nós OK. - Tudo bem. Fui para o apart cansado e com sono pois a noite tinha sido muito bom, só não esperava o que ainda estava por vir. Cheguei no apart e entrei sem problemas pois a porta não estava trancada. Tudo escuro e um cheiro de vomito no banheiro. Comecei a rir baixinho e perguntei. - Não aguentou? Não houve resposta. Fiquei preocupado e fiu para a sala e não a encontrei Fui para o quarto e a ví deitada de barriga para baixo na cama completamente relaxada. Só uma luz tenue do abajour iluminava suavemente sua silhueta. Naquele momento ví o quanto ela era bonita e gostosa. Deitada na cama, seu vestido levemente erguido deixando entrever suas coxas e parte da calcinha me deixaram em ponto de bala. Não podia dar bandeira e por isso tentei acorda-la porém nem se mexeu. Aquilo foi me dando um tesão tão grande que arrisquei uma apalpada na sua bunda. Como não reagia, fui descendo a mão até tocar na calcinha. Quando toquei em sua vagina por cima da calcinha, senti um calor como que estivesse pegando fogo. Não contendo mais o tesão, afastei levemente sua calcinha e comecei a explorar sua gruta quente com o maior cuidado para não acorda-la. Estava quente e muito úmida a danada. A loucura estava tomando conta de mim e já não me importava se ela acordasse e armasse o maior barraco. Com o maior cuidado levantei seu vestido até a cintura e fui baixando sua calcinha. Que loucura. Nunca tinha visto uma bunda tão perfeita. Carnuda e arrebitada. Não aguentando mais, fui me atrevendo mais e mais. Levemente e com cuidado fui afastando suas pernas e pude ver seus pelos loiros e uma vagina carnuda. Deitei devagar , comecei a alisar sua bunda e beijar. Como não acordava, afastei suas nádegas e passei a beijar e lamber seu reguinho. Circulei seu buraquinho traseiro e tentei introduzir a lingua mas era apertado. O perfume que emanava da sua vagina era inebriante e estava limpa como se tivesse tomado uma boa chuveirada e se perfumado. Coloquei meus braços por baixo das suas coxas e ergui um pouco seu quadris. Com a lingua comecei a abrir os grandes labios e explorar aquela gruta do prazer. Parei no clitoris e passei a lambe-lo de cima para baixo, de baixo para cima e circularmente. Após um certo tempo notei que seus braços estavam retesados e escutei um gemido bem baixinho. Me assustei e afastei mas para minha surpresa nada aconteceu. Fiquei meio receso mas continuei. Voltei a circular o anus com a lingua e quando estava bem lubrificado forcei o dedo indicador no seu traseiro. Entrou com uma certa dificuldade e fiquei até com medo quando ela se mexeu mas novamente não acordou. Coloquei o polegar em sua vagina completamente umida e lubrificada e comecei a massagear a membrana que separa o reto da vagina. Já não aguentava mais o tesão. O danado já estava furando a calça. Não suportando mais, tirei o voras ( como minha mulher o chama ) e seguando no seu quadris comecei a introduzir naquela vagina. Como estava quente a danada. Estava apertado mas deslisava para dentro devido ao excesso de lubrificação. De repente ela começou a se mexer e gemer baixinho. Fiquei assustado e quis tirar porém ela num movimento brusco se jogou para tras e começou a dizer. - Tom, não para, não tira. Eu quero voce todo dentro de mim. Ahhhhh. Enfia tudo. Eu quero tudo. Me agarra, me usa, me amassa. Vaiiiiiiiiiii. Aquilo me pegou de surpresa mas não deixei o taco cair e fui em frente. Comecei a empurrar pra dentro. Estava apertado mas ela queria mais pois se jogava para tras violentamente. - Ai Tom, que gostoso. Me violenta seu bandido. Realiza minha fantasia de ser violentada. - Como esperei por esse momento seu desgraçado. Vai, enfia, ahhhhhhhhhhh. Já estava todo dentro. Então comecei um vai e vem ritimado. Ela já tinha ficado de quatro jogando seu traseiro para tras. Fazia movimentos circulares com a bunda, o que me deixava com mais tesão. Lubrifiquei meu polegar e num movimento rápido introduzi-o no seu rabinho de uma vez. - Aiiiiiiii. Aí doi, tiraaaaaa. Tá doendooooo. - Voce não queria ser estrupada pois então aguente. Acelerei mais o vai e vem e ela não reclamou mais. De repente ela começou a retesar o corpo, acelerar seu movimento e gemer muito alto. Percebi que estava começando a gozar. Retirei meu polegar e quando começou a estremecer e gemer enfiei dois dedos no seu anus. Ela gemeu de dor e ao mesmo tempo gozou feito uma desvairada. Senti meus dedos sendo mordidos pelo seu cuzinho pois piscava sem parar. Retesou seu corpo e depois caiu desfalecida. Eu, segurando ainda seus quadris continuei a bombar. Agora com mais violencia até gozar. Nossa. Parecia que não tinha uma relação à séculos pois foi tanto esperma que vazou muito pra fora. Cai por cima dela e relaxei abraçado a ela. Ficamos em silencio. Nenhum de nós queria dizer nada, talves pelo inesperado. Passados dez a quinze minutos comecei a afaga-la por cima do vestido. Passei a massagear seus seios. Que delicia, a pele fresca, o perfume dos deus cabelos. Instintivamente comecei a beijar sua nuca, sua orelha, seu pescoço e ela começou a arfar e dizer coisas desconexas. Gemia baixinho. Dizia. - Tom, quero tanto ser amada por voce. Te amo tanto desde menina. - Sentir voce, tocar voce. Ahhhhh Tommmm. - Não diga nada Juci, apenas sinta. Com aquelas caricias ela começou a sentir o penis crescendo dentro da sua vagina pois não havia tirado para fora. - Nossa Tom, já. - Estou maluco por voce. Virei-a de frente, raguei seu vestido e comecei a beija-la. Nos labios, seu pescoço e fui descendo. Parei em seus seios e beijei-os, chupei-os como se fossem uvas. Fui descendo, umbigo, monte de venus. Afasteio os labios e comecei a chupar seu clitoris. Lambia circularmente, para cima e para baixo com a lingua em movimentos rápidos, ora mordiscando ora introduzindo dentro. Levantei suas coxas deiando a mostra seu anus e com a lingua comecei a lambe-lo deixando-o lubrificado. Ela gemia agora mais alto. Voltei ao clitoris e enquanto ela se contorcia introduzi um dedo no seu trazeiro. Ela tentou fechar o buraquinho mas dei uma mordidinha no clitoris e ela relaxou. Enquanto lambia e chupava seu botãozinho do prazer, fazia um vai e vem com o dedo no anus. - Assim Tom, chupa com força. Vaiiiiiiiiii . Aiiiii eu vou gozarrrrrrrrr. Nesse momento eu parei e levantei. - Assim não. Não para não . Por favor continua. Levantei suas pernas deixando sua vagina e seu anus a mostra e disse. - Vou enfiar ele todinho na sua vagina e voce começa a se masturbar tá bom. - Tá. Vai põe ele todo. Põe logo. Num movimento rápido entrei de uma só vez. - Aaiiiiiiiiiiii seu tarado. Voce está me arrombandooooooooo. - Não é assim que voce queria. - Éeeeeeeeeeee. Vaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Comecei a bombar com violencia e ela parecia adorar. Retesou o corpo e relaxou umas duas vezes gozando e dizia - Voce não goza não? - Eu vou gozar sim. Quando ela estava se entregando a uma nova gozada pois começou a friccionar o seu clitoris com mais rapides, num movimento mais que rápido tirei o penis de sua vagina e comeceia forçar seu anus. - Nãoooo, Ai não. Paraaaaaaaaaaaa. Eu nunca fiz isso. Vai doer. Tentou escapar mas segurei firme suas pernas e deitei meu corpo forçando impedindo-a de sair da posição - Voce não perguntou se eu ia gozar, pois agora eu vou. E comecei a entrar naquele cuzinho virgem. Ela gemia de dor e forçava o corpo para escapar mas eu a segurava com força. - Não tem escapatoria, relaxa vai. - Está doendo. Fui empurrando cada vez mais. Devia estar doendo pois era muito apertado. - Voce está me rasgando seu tarado. Quando estava com a metade dentro me abaixei e comecei a chupar seus mamilos e a beijar sua boca. Falei. - Meu bem, começa a se masturbar. - Seu tarado voce está estrupandooooo. Mesmo assim ela começou a se masturbar e eu no vai e vem bem devagarinho. Depois de um certo tempo notei que ela estava gostando pois já estava relaxando o corpo. Aproveiteio o momento e enterrei o resto. Senti uma dor enorme pois senti esfolar o meu pau e ela: - Aaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Ela quase desmaiou e eu vi lágrimas em seus olhos. Fiquei parado por uns instantes até ela se acostumar com ele lá dentro. Quando relaxou um pouco comecei a acaricia-la e beija-la. Pedi novamente que se masturbasse e ela o fez. No vai e vem pude notar que o meu penis saia sujo de sangue e fiquei com um pouco de remorso mas quando senti que ela estava adorando não tive duvidas, comecei a bombar mais forte. - Seu tarado. Eu vou te matar quando estiver dormindo. - Vaiiiiiiiiii. Enfia maissssssssssssss. Me rasga. Me arromba seu puto. Me faz de puta. - Voce é minha putinha agora e para sempre. - Aiiiiiiiiiiii eu vou gozarrrrrrrrrrrrrrrrr. Estou gozandoooooooooooooooooooooo. - Eu tambémmmmmmmmmmmmmmmmmmm. Caimos de lado. Ela deitada de lado com uma pica enfiada no cú e eu exausto mas querendo mais. Dormimos até meio dia. Ela se levantou, andou com dificuldades até o banheiro e foi tomar banho. Ë claro que fui atras né. Chegando lá ela já estava ensaboada. Entrei, abracei-a por tras e: - Aaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii meu cuzinhooooooooooooooooooo. Doeu seu tarado. Meu cuzinho é festa agora.
.266. RELATO DE UMA GAROTA ESTUPRADA.Fui vítima de um estupro, e como toda vítima de um ato violento guardo profundas marcas em meu ser, cicatrizes que teimam em trazer lembranças do pior momento de minha vida. Eu sei que vocês querem se divertir, acredito que a maioria prefere ler coisas excitantes e não histórias deprimentes de uma garota traumatizada. Mas o fantasma teima em me assombrar e para exorcizá-lo terei que enfrentá-lo. Usarei o pseudônimo Catherine. Sou uma garota bonita e essa beleza sempre atraiu coisas boas para mim: amigos, oportunidades, tratamento especial. Mas também foi o motivo do pior pesadelo que uma mulher pode passar. Pensando bem, melhor não culpar minha beleza e sim a bestialidade humana. Eu tinha 17 anos e estudava no período da tarde. Minha irmã mais velha sempre me buscava de carro, mas num determinado dia, eu precisei ficar com umas amigas na biblioteca, e avisei que voltaria de ônibus. Quando percebemos já eram 19 horas e já estavam fechando, aproveitamos para visitar uma pequena galeria de arte próxima a escola. Como minha mãe ligava nervosa em meu celular, resolvi ir embora, mas minhas colegas ficaram. Às 19:30 já estava bastante escuro, o meu ponto de ônibus estava deserto, resolvi esperar um pouco, caso o ônibus demorasse ligaria pedindo para me buscarem. Passado dez minutos que eu estava lá, um carro cheio de homens passou. Eles estavam bêbados e gritaram comigo. Fingi indiferença e eles se foram. Poucos instantes depois notei que o mesmo carro voltava. Eu estava vestida com o uniforme do colégio : Blazer, blusa, e uma saia estilo escocesa ,azul. Desta vez o carro parou e eles ficaram ali falando coisas: \"- Ei, linda !, quer carona ? \". \"- Eu adoro colegiais \". \"- Gostosa, vem aqui pra gente se divertir !\" Eu olhava em volta, as casas pareciam desertas, não havia comércio próximo e nenhum outro carro passava. Peguei o celular e disquei o número de casa, meu irmão atendeu e eu pedi para me buscarem rápido. Os homens no carro se tornavam cada vez mais incovenientes : \"- Tá ligando pro namorado ?\" \"- Aposto que ela chupa o pau dele !\" \"- Olha que pernas lindas ela tem, e que rostinho de anjo !\" Continuei indiferente, alguém de casa chegaria logo para me pegar, mas minha atitude os deixava cada vez mais nervosos. Olhei com expressão fechada para o carro, notei que eram todos homens de meia idade, todos poderiam ser meus pais. Que nojo ! pessoas como aquelas agindo como adolescentes embriagados ! Para meu desespero, dois deles saíram do veículo e se aproximaram de mim, ficaram falando gracejos, enquanto eu fingia que eles não estavam ali : \"- Você é muito bonita !\" \"- Já ficou com um homem mais velho ?\" \"- Adoro adolescentes ! Elas tem o corpo durinho, tudo em cima ! \" \"- Olha só que rostinho lindo ela tem !\". Minha expressão facial era firme, mas eu estava apavorada, então comecei a caminhar de volta a escola. \"- Que foi ? Não gostou da gente ?\" \"- Tá indo pra onde ? Entra no carro que te levamos !\" Continuei andando, então um deles correu na minha frente: \"-Quero um beijo !\" Desviei-me e continuei, o outro que ficou para trás, comentou : \"- Cara, tu é um fracasso ! A garota nem liga pra você !\". O que estava na frente me agarrou e beijou-me a força. Ele cheirava a álcool e devia ter uns 40 anos. Cuspi no chão e saí correndo. Precisava correr uns 250 metros até alcançar uma esquina e então estaria na porta da galeria de arte, haveria alguém por lá com certeza. Os homens no carro me alcançaram antes: \"- Porquê cuspiu no chão ?\" \"- Estava com nojo do nosso amigo ?\" \"- Isso é falta de respeito, garota. Temos idade para sermos seus pais !\" Os que estavam a pé, inclusive o que me beijou, chegaram: \"-Vamos ensinar a essa menina como tratar os mais velhos ! Vamos levar ela para um passeio !\". Um deles me agarrou pelas costas, enquanto outros dois me carregaram pelas pernas, o outro ao volante. Eu gritava feito louca, mas parecia não haver ninguém para me ouvir. Colocaram-me no banco de trás do carro e saíram em alta velocidade. Meu celular foi jogado pela janela. \"- Cala essa boca ou eles só vão encontrar teu cadáver !\" Isso me aterrorizou e fiquei quieta. Talvez dessem umas voltas com o carro e me deixariam ir, ao invés disso, entraram na garagem de uma casa com muros altos, me carregaram para dentro e me sentaram num sofá. Eu chorava sem parar, pedia desculpas, falava para me deixarem ir embora. Eles ouviam e davam risadas : \"- Como é linda !\" \"- Olha o volume dos peitinhos !\" \"- Será que o cabelo da xoxota também é loiro ?\" \"Olha que pernas bonitas, e a bunda é redondinha !\" Eles estavam muito excitados, dois deles colocaram o pênis para fora e ficavam se masturbando enquanto me olhavam. Um disse que não aguentava, veio em minha direção beijou-me e agarrou meus seios. Sentia nojo e minha expressão mostrava isso. Ao notar, ele disse: \"- Tá na hora da festa! Tira a roupa !\" Fiquei parada, chorando convulsivamente. Ele então veio e puxou meu blazer, depois a blusa embaixo. Eu lutei e os outros também vieram ! Senti uma bofetada forte em meu rosto ! Deixaram-me de roupas íntimas e eu tentava manter estas últimas peças. Alguém com uma faca, cortou a lateral de minha calcinha e depois as alças de meu sutiã. Eu estava completamente nua. Os quatro ficaram em pé, deslumbrados com meu corpo . \"- Eu nunca tive uma garota assim !\" Eu implorava para me deixarem ir, disse que não contaria a ninguém, mas minha voz era como gasolina no fogo ! Deixava-os mais empolgados. Então os quatro se despiram. Eram barrigudos, velhos e cheiravam a bebida e suor. Pensei que naquele estado alcóolico não conseguiriam fazer nada, mas todos estavam com os pênis eretos. Levantei-me e tentei correr até a porta, um deles me agarrou e jogou-me contra o sofá. Outra bofetada no meu rosto . Eu continuava a espernear ! Um deles saiu e voltou com um revólver : \" - Fica quieta ou eu abro um buraco na tua cabeça !\" Parei de lutar, então o primeiro voltou e enfiou o membro em minha vagina. \" - Ela é virgem ! \" Ele estava errado. Transei uma vez na vida, aos 14 anos, com um namorado que tinha o pênis pequeno e depois disso só havia feito sexo oral e masturbação mútua. Ele pensou que eu era virgem porque minha vagina estava apertada e seca, a penetração violenta machucou e causou um pequeno sangramento. \" - Como esse cara tem sorte, a menina é cabaço e ele foi o primeiro ! \" O que me penetrava tinha o membro grande, e aquilo parecia um ferro em brasa entrando em meus genitais !. O sangue manchava seu órgão, ele tirou o pênis sujo com o líquido vermelho, mostrou aos amigos e enfiou violentamente. Eu gritava de dor ! Ele tentava me beijar, chupava meu pescoço, apertava meus seios com as mãos ! Tudo que eu queria era desmaiar, mas continuava acordada. Então ele gemeu, senti que seu pênis pulsava dentro de mim, ele tirou membro e vi esperma escorrendo de minha vagina ! Agora eu sentia nojo mim também ! \" - Vamos dar um banho nela, eu não vou meter nesta garota suja de saliva e porra !\". Arrastaram-me para o banheiro, eu sentia minhas forças deixarem meu corpo. Já não sentia disposição para implorar, apenas soluçava enquanto lágrimas escorriam ! Eu sentia a água da ducha, dedos entrando em minha vagina, dedos em volta de meu ânus, bocas em meus seios. Desta vez retornaram para um quarto de casal, deitaram-me no colchão e discutiram quem seria o próximo. Outro homem deitou-se sobre meu corpo, o pênis entrou machucando. Ele cuspiu na mão e passou em minha vagina, tentando lubrificar, meu corpo recusava aquilo e isso aumentava meu sofrimento. As mãos dele apertavam meus seios e beliscava os mamilos até eu gritar! Quando ia gozar, levantou-se, sentou em meu busto prendendo meu rosto entre suas pernas. O mau cheiro era insuportável ! Quando a ejaculção começou, ele segurou meu cabelo enquanto o esperma jorrava no meu rosto. De olhos fechados e gritando com a boca aberta, não percebi o ato. Senti o gosto de seu esperma em minha língua, e sem controle, acabei engolindo. Ele ainda ficou em cima de mim, passando o membro sujo no meu rosto. Quando saiu, virei-me de lado e vomitei. Eles olhavam e riam. \" - Vamos lavar ela de novo, eu sou o próximo e quero ver se o cú dela também é virgem ! \" Ouvindo isso, gritei que não aguentaria mais maus tratos, que ia morrer ! Eles não se intimidavam ! \" - Você dava o cuzinho pro namorado pra conservar a buceta virgem, não é ? \" \" - Aposto que com ele não tem esse drama todo !\" Eu me senti num pesadelo. Achei que poderia acordar a qualquer momento. Mas a dor na minha vagina, nos seios e aquele gosto na boca diziam o contrário. Debaixo da água, vomitei novamente. \" - Vamos deitar ela de bruços ! Coloca um travesseiro pra bunda ficar empinada \"! Tentei me virar, e levei um soco nas costas. Deitada de bruços, senti que um deles subia na cama. Suas mãos abriram minhas nádegas com força e ele começou a chupar meu ânus, enfiou um dedo e ao tira-lo levou a minha boca e esfregou-o em meus lábios e dentes. O cheiro de minhas fezes em sua mão provocaram outra reação de vômito, mas agora não havia mais nada no estômago pra colocar pra fora ! Ele cuspiu em meu ânus e forçou a penetração !. Não existem palavras que descrevam a dor que eu senti !. A resistência de meu ânus era grande, então ele usou o peso do corpo para abrir passagem. O meu sofrimento aumentava sua excitação, e isso mantinha o pênis muito duro. Em minha mente, via a imagem de uma barra de aço trespassando meu ser, pois era essa a sensação que eu tinha ! O pênis foi abrindo meu ânus a medida que entrava, senti que ia demaiar com tanta dor, mas infelizmente continuei acordada. Ele segurou em minha cintura, empurrando-me contra ele a medida que seu corpo pesava sobre o meu, o pênis atingiu o fundo de meu ânus e o homem se estirou sobre mim. Então para meu desespero, ele começou a se mexer : seu pênis entrava e saia, lentamente e depois de forma violenta ! A dor começava no esfíncter dilatado e se espalhava pelas minhas nádegas e coxas. Era como se alguém estivesse cortando meu corpo ao meio. Quando as pulsações de seu orgasmo chegaram, o pênis pareceu crescer, imaginei que os músculos de meu reto se rasgariam. Senti o esperma no fundo do ânus, logo depois ele tirou seu membro lentamente. Meu ânus ficou dormente. \" - Você arrombou o cú dela !\" \" - Essa não vai conseguir sentar mais !\" \" - Olha que bunda redondinha e durinha! Eu também vou comer esse rabo !\" Essa última frase me fez ter outra crise de choro. O sofrimento iria se repetir. Tentei comunicar-me novamente; \"- Por favor, eu vou morrer se isso continuar, me deixem ir embora !\" \"- Calma garota, ainda tem um na fila !\" A esta altura eu tinha poucas esperanças de sair dali viva, mas não tinha forças ou coragem para correr ou lutar. \" - Como é bonita e gostosa ! estou realizando o sonho de uma vida !\" Quando ouvi isso lamentei todo o tempo gasto em academias, todo o cuidado com peso e alimentação, além de tratamentos com pele e cabelos. No fundo, isso tudo estava servindo para o prazer animal daqueles quatro monstros. Havia mais um para transar comigo. Tive esperança que depois deste, me deixassem ir embora. Como era o último, ele estava muito excitado com o que assistiu , e de tanta ansiedade, nem pediu que eu fosse lavada antes. Seus olhos estavam esbugalhados e sua respiração ofegante. Ao ver a expressão de sofrimento em minha face, ele se levantou e pegou algo que estava no bolso de sua calça, jogada no chão. Era um pó branco, que ele assoprou em meu nariz, e repetiu essa operação duas vezes. Aquilo era droga, e fez com que a sensação de dor no ânus e vagina diminuissem , senti-me entorpecida e indiferente ao que ocorria, mas não perdi a consciência. Ao ver que o pó fazia efeito, ele saltou sobre mim. Sua excitação chegava às raias da loucura, e mesmo dopada percebi o perigo que isso trazia. Ele escancarou minhas pernas, e penetrou de uma vez na minha vagina já muito castigada. Movimentava-se muito mas não atingia o orgasmo, então pegou um dos meus seios, colocou na boca e mordeu com força. Seus dentes perfuraram a carne. Soltei um grito de dor e seus amigos o puxaram. \" - Que isso cara ? Virou canibal ? \" \" - Arrancar pedaço da garota não pode ! Ela tem que estar inteira pra todos nós \". A marca de seus dentes circulavam as áurelas de meus seios, e começaram a sangrar. Ele pegou uma toalha, limpou o sangue nos seios e recomeçou o coito. Depois de me torturar com uma penetração violenta, ele me virou de costas e começou a colocar no ânus. Mesmo dopada, a dor era terrível. Quando o pênis entrou, ele começou um vai-vém tão violento, que se não fosse a droga que ele me obrigou a cheirar, eu talvez tivesse desmaiado. Enquanto penetrava, chupava meu pescoço e mordia minhas orelhas. Finalmente gozou e tirou o membro, meu ânus latejava e eu sentia vontade defecar. Sabia que se aliviasse a vontade na cama, eles iriam continuar me violentando no meio da sujeira, então pedi para ir ao banheiro. Ao chegar, me obrigaram a sentar no vaso sanitário de frente para a parede, ficando de costas para eles. Do meu ânus saíram fezes, esperma e sangue. O ato de defecar e urinar nunca foi tão doloroso. Os homens riam e faziam piadas. Ao terminar, limparam-me e levaram de volta para o quarto. Todos já haviam transado comigo e pensei que agora me deixariam em paz. Puro engano. Os dois que transaram primeiro estavam excitados de novo. Quando vi seus pênis eretos, soube que a tortura continuaria. Eles cochicharam algo. Um deles veio, deitou-se na cama e me colocou por cima de seu corpo, enfiando o pênis na vagina. Outro veio por cima de mim e encostou o membro em meu ânus. \"- Se reagir, vai levar outro murro nas costas !\" ameaçou ele. Um pênis já estava dentro de mim, quando senti outro entrando no ânus. Desta vez desmaiei. Um tapa no rosto me trouxe de volta. Agora eu não chorava, apenas soluçava. Em minha cabeça apareciam imagens da minha casa e de meus familiares. Via o colégio e rostos conhecidos. Dentro de mim, sentia dois pênis se esfregando, separados por uma fina camada de carne que parecia ir se rasgar a qualquer momento. O homem que estava em baixo gozou e saiu da cama, fiquei de bruços enquanto meu ânus era violado pela terceira vez. O que segurava a arma, veio e colocou o revólver em minha cabeça, enquanto o coito anal acontecia. \" - Abre a boca ou eu atravesso uma bala na tua cabeça !\" Eu não obedeci e eles me surraram. O que estava atrás ao mesmo tempo que pentrava, batia com um cinto em minhas costas. O que estava com a arma me esbofeteava o rosto. Chorando fiz o que ele pedia, seu pênis estava murcho e ele urinou pra dentro de minha boca, depois me obrigou a lamber sua glande. O membro ficou rígido e tive que chupá-lo. O que estava atrás gozou e comentou que meu ânus estava sangrando muito. O que mantinha o pênis em minha boca, ejaculou e me obrigou a engolir seu esperma, apontando a arma para minha cabeça. Aquela gosma ficou entalada em minha garganta. Depois pegaram uma polaroid e tiraram várias fotos de meu corpo, rosto e genitais, dizendo que guardariam como lembrança. Finalmente decidiram que eu poderia viver, permitiram que eu me vestisse , e me levaram embora. Deixaram-me em uma rua deserta, vários quilometros longe de onde fui sequestrada. Fui até a porta de uma casa e gritei por ajuda, os moradores vendo que se tratava de uma adolescente em uniforme colegial, me socorreram. Fiquei internada em um hospital durante quase um mês. Abortei uma gravidez, fiz exames de doenças venéreas, tive que fazer cirurgias para tratar de infecções internas no ânus e vagina, e tratei de uma fratura nas costelas, causada pelos socos que levei nas costas. A polícia localizou três dos homens que me estupraram. Dois deles tinham filhas de minha idade. O quarto homem nunca foi encontrado. Por incrível que pareça, nenhum deles foi preso. Não tinham antecedentes criminais e eram respeitados senhores casados e pais de família. Respondem a processo em liberdade. Minha família conseguiu manter o caso longe da imprensa, preservando meu nome em segredo, por eu ser menor de idade. No colégio contei que sofri um acidente de carro, no entanto, o boato de estupro se espalhou e as pessoas se afastaram de mim. Meu namorado terminou o relacionamento sem explicações e minhas colegas me olhavam como se eu fosse a criminosa, culpada pela própria violação. Hoje em dia me mantenho longe de homens, tentei um relacionamento lésbico com uma amiga, mas não deu certo. Tenho feito tratamento psiquiátrico, e estou evoluindo. No entanto, eu sei que se viver mil anos, guardarei até o último dia de minha vida as lembranças dos detalhes daquela noite infernal.
.267. PEGUEI MINHA EX-NAMORADA SE PROTITUINDO.Chamo-me Ademir, tenho 20 anos. Sou bonito, moreno-claro, olhos verdes, cabelos castanhos escuros, 1,72 de altura, 60 kilos. Corpo malhado e 20 cm de pica. Bom vou contar meu relato. Tudo aconteceu quando um visinho meu presiçou de socorro, pois moro num desses prédios da cohab, na Cidade Tiradentes. Como conheço muitas pessoas e sou querido por todos, as pessoas recorrem a mim quando alguém precisa de assistência medica, ou algo parecido, pois eu possuo carro, ai fica mais fácil para a locomover em certos caço. A mulher do meu visinho veio chorando dizendo que ele tinha fraturado o joelho (e que parecia sair pra fora) e que o joelho tinha se deslocado do lugar. Achei isto muito chato, pois pedi para o namorado da minha irmã leva-lo, pois eu ñ estava muito no pique de leva-lo, pois ele se negou e falou que a esposa do quebrado tinha pedido pra mim e ñ pra ele. Firmeza, deixei quieto, então fui leva-lo e chamei um amigo pra ir comigo, pois ñ poderia deixar o carro em frente ao hospital, só umas duas quadra dali, e alem disso eu teria que ficar vigiando o carro, pois lá, pra levar o carro e 2 p, então levei o meu amigo, chegando no hospital (Santa Marcelina, em Itaquera) deixei o quebrado e a esposa dele e minha mãe que fui também, no Hospital. Depois fui estacional o carro, e ñ tinha lugar pra estacional. - Pensei comigo to lascado!. Pois pra estacionar ali esta muita treta. Depois de um tempo de procura achei um lugar pra estacionar o carro, quando eu imbiquei o carro para pra estacionar meu amigo me perguntou se tinha combustível no carro?, respondi.. Que sim, e ele falou já que estamos próximo do Pq do Carmo, pq ñ vamos lá brisar nas putas. (pois naquele local tem muitas putas), e \"respondi pode crer e pra lá que iremos, só que daqui umas duas horas teremos que voltar pra pegar o pessoal\". Então ele falou firmeza, e fomos em busca das putas. Ficamos brisando em algumas putas muito gostosa, algumas até estigava, + naquele dia ñ tenhamos levado dinheiro pra ir comer as putas, e mesmo assim estava muito caro, alguma de 30 reais e iam até uns 80, 90 reais, serviço complete, muito caro pra quem esta acostumado comer as minas sendo puta ou ñ de graça, + até ai tudo bem, quando eu resolvi voltar, pois já estava quase no final da rua (quase chegando na Av. Aricanduva). Quem eu trombo? Umas das minhas ex-namoradas, (Sâmara, uma morena linda estilo puta de luxo, 1,75 at, 59 kg, bunda brande, seios médios, cabelos pretos liso um pouco abaixo do ombro, olhos castanhos e bem Sensual e muito gostosa) alias umas das primeiras namoradas que tiver. Então fiz o retorno, pois tinha passado batido por ela, e logo prontifiquei de fazer o retorno, meu amigo sem entender nada, me perguntado, \"por que vc esta voltando\", pois falei que tinha visto uma antiga namorada minha, e achava que ela estava tampando de puta, \"ELE. ENTÃO FALOU, O QUE VC ESTA ESPERANDO? FAZ LOGO ESTE RETORNO, NEIM ESTOU ACREDITANDO, VOU COMER UMA PUTA NA FAIXA\" eu falei \"ABRAÇA\" \'agora que reencontrei ela vou voltar comer ela direto, só que agora ela vai ser a minha puta, ao invés de minha namorada\' ele resmungou, que nada amigos e pra essas coisas, pra compartilhar as putas. Respondi: firmeza, eu como ela primeiro e depois vc, só que nesta hora lembramos que nos ñ tinha levado dinheiro. Quando terminei de fazer o retorno e fui me aproximando do ponto de ônibus, onde ela estava, pude ver, era, realmente ela. Encostei o carro próximo à ela, e a-chamei, e ela veio cheia de charme rebolando aquela bunda enorme e aqueles lindos seios, estava mais bela que a da ultima vez que Ha vi. neim estava acreditando naquilo tudo, umas das minhas antigas paixões se prostituído. Pensei comigo, ainda bem que fui bem depois que terminamos, mais ela se curvou o corpo pra dentro do carro, o meu amigo que do meu lado no banco dos passageiros, ficou com a cara nos seios dela, e com certeza ela estava adorando muito aquilo tudo, pra minha surpresa ela me perguntou se era eu que tinha acabado de passar alguns minutos atrás, respondi que sim, que era eu que tinha acabado de passar, pois tinha visto ela e resolvi fazer o retorno pra confirmar se realmente era ela, e era, ela me perguntou se eu ainda lembrava dela. E logo respondi, que (lógico), e como eu poderia esquecer ela, aquele monumento de mulher, logo ela me perguntou o que eu fazia naquele local, pois disfarcei e respondi que avia levado um visinho meu no hospital Santa Marcelina, pois ela de imediato, me respondeu. - Pois o Hospital fica pro outro fado, + até aí tudo bem! Conversa vai conversa vem, depois de bater um papo um pouco longo, avisei a ela que estava meio compressa e teria que voltar para o Hospital pós o quebrado esta me esperando, alias ele e o resto do pessoa, e pedi a ela o seu telefone, pois gostaria muito de colocar a conversa em dia, Se é Que vc Me Entendi? né. Pois logo ela negou o telefone falando que era casada e que o marido, quer dizer o corno estava preso e ele poderia atender o telefone, pós ele saia dos os feriados e finais de semana. Por isso ñ poderia me dar. - Fiquei triste na hora, + ñ poderia deixar ela notar, pois ela se sentiria muito cheia de si, e com + ñ desanimei, insisti, e consegui o telefone daquela gostosa sex. Assim que peguei o telefone me despedi com um beijo no rosto e meu amigo tb, aliais quem é louco de beijar uma puta na boca? bom eu ñ sou, e logo retornei para o hospital, os pessoal já estava a minha espera ou melhor, estava á minha procura, achando que algo de ruim tinha acontecido, pois lá é muito freqüente roubar carros, levei todo o pessoal pra casa, cheguei tomei banho, jantei, pois ñ tinha jantado ainda,e logo depois fui dormi, no outro dia quem me liga logo cedo? A Sâmara, me perguntando quando eu iria voltar lá, pós eu perguntei a ela como iríamos fazer para ter o nosso encontro, pois disse a ela que de Dia ela cuida das duas crianças dela e levam eles para creche e depois vai dormir e logo acorda e vai tampar de novo (como essa menina da um duro, heimm? rsrs..) e que ñ teria tempo, foi quando ela me disse que agora eu sabia aonde ela ficava (que no ponto de Ônibus) e que eu poderia aparecer lá ha hora que eu quisesse pois ela iria a qualquer lugar comigo, ficamos combinado então deu passar lá, + no final de semana tive uma surpresa da minha mãe, ela me disse que iria para a casa de meus parentes na z-sul de sampa, tive que disfarçar a alegria que eu estava naquele momento pois se ñ o meu plano iria para água à baixo. Assim que minha Mãe me deu o recado, telefonei para ela e disse que tinha uma surpresa para ela e que ela iria gostar muito, ela ansiosa, ficou perguntado o tempo todo o que era a tal surpresa, ñ consegui segurar a emoção e falei pra ela que minha Mãe iria sair no final de semana e que iria ao sábado e voltaria só no Domingo Anoite, e logo eu notei que ela ficou super feliz com a surpresa, pós ela estava com voz de Ansiosa pelo telefone, ela me perguntou. - Às que horas eu passaria na casa dela para pagá-la, ai eu falei que ñ passaria e que minha Mãe iria com o carro, pois é muito longe z-leste até a z-sul, mesmo assim ela aceitou, marquei com ela as 13:00 da tarde de Sábado. Quando chegou no Sábado, se passarão 1 hora do Horário marcado e nada, quando pensei que ela ñ viria +, ouso voz no corredor do Prédio, era voz de vários Homens ao mesmo tempo, olhei no visor, e ñ era nada, fiquei alguns segundos olhando e pode ver uma pela gata subindo as escadas do segundo para o terceiro (lembrado que moro no terceiro andar) e meus amigos estavam mexendo com ela, + ela subiu e neim deu atenção para eles. Abri a Porta e neim esperei ela tocar a campainha, e dei de cara com ela, ela estava lida, tinha acabado de tomar banho, pois seus cabelos estavam molhados, usava uma saia diz azul escuro e bem curto, pois ñ duvido nada quando ela subia as escadas os rapazes que ñ á viu a cor calcinha dela, e usava tb uma blusinha cor-de-rosa de alcinha bem coladinha no corpo com um grande decote e que parecia metade de seus seios, e que seios!, Lindos durinhos e uma bunda enorme apontada para o céu, bem arrebitada mesmo, e ela estava bem + SEX E BEM + GOSTOSA. Pedi para que entrasse e se sentisse a vontade, ela fui para sala sentou no sofá e deu uma cruzada das quelas que deixa até velhinho de pau duro, tranquei a porta, e fui ao encontro dela, me sentei ao seu lado, conversamos um pouco, e partimos para o ataque, começando com um delicioso beijo sex, gostoso e bem molhado. huumm, uma delicia, meu pau endureceu + do que já tava, chegava até doer de tão duro o danado tava, to lá beijando ela bem gostoso, quando eu menos espero toca a campainha, pedi para ele me esperar um pouco pis eu ia ver quem era pois poderia ser algo muito importante, abro a porta e do de cara como quem? o meu amigo que estava comigo no carro quando eu avistei ela, ele me falou que uns amigos nosso tinha falado a ele que tinha entrado uma mina muito bonito e muito gostosa e dona de um traseiro maravilhoso. - Falei para ele que ñ tinha avistado ninguém com esse naipe, ele falou. Para de graça, cadê ela, quase murmurando, eu falei que ela estava no sofá de casa, ele logo falou, abre ai o portão, eu falei ñ, sinto muito + esta ñ vai dar pra compartilhar ñ, ai ele falou que ñ ia deixar eu trepar em paz pós ele iria tocar a companhia toda hora, ai eu falei, tudo bem, espere um pouco, fui lá dentro na cozinha e discolei uma outra chave de casa e falei a ele ñ avisei que ela iria dar pros dois por isso eu estava tanto a chave na mão dele e que era pra ele entrar pé por pé, pra ela ñ desconfiar, pois deixaria o Sow ligado e estaria no quarto e era pra ele ñ falar pra neguem pois se ele chamasse + alguém quem ia fica sem comer era ele pois ia espantar a preza, ele pegou foi embora. Ha já ia me esquecendo (ele é moreno, olhos e cabelos pretos 1,86 at, e 76 kg + ou - 19cm 5X5 magro musculoso), voltei sentei no sofá e fui para cima dela, beijei a boca dela com vontade e ela sugava a minha língua com maestria, fui deslizando a minha mão que estava no rosto dela pra baixo, passei pelo pescoço e nuca fiquei um tempo assim e ela me acompanhado fazendo o mesmo, desci para o seios dela e pacei a mão por cima de sua blusinha, fiquei ora nos seios ora na barriguinha e quantinuando a beija-la, quando ela viu que eu ia descer ela pegou no meu pau por cima da bermuda. e eu acariciei o seu joelho e vim subindo acariciei as sua coxas grossas e enviei a mão por baixo da saia acariciando bem de leve a sua gruta, que estava bem umedecida, levantei e foi pro outro sofá o de dois lugares, e pedi pra que ela fizesse um estriper, ela levando bem devagar. E me perguntou com uma voz bem sex, E ISSO MESMO QUE VC QUER? MEU AMO, eu disse SIM, GOSTOSA, VEM E FAZ UM EXTRIPER DE PRIMEIRA PRA MIM, VEM... Ela disse QUERO FAZER UM PEDITO PARA O MEU AMÔ, QUERO QUE VC BATI UMA ENQUANDO EU FAÇO O EXTRIPER PARA VC, HUMMM ADORO VER HOMENS SE MARTUBANO. Logo eu tirei o meu duro pau pra fora, e comecei uma lenta punheta, iii ela rebolava, se despia, colocava a xota na minha cara ora era a bunda, de quatro, eu ia ao delírio, ñ estava neim conseguindo bater uma, pós estava muito vidrado nela e naquele corpo. Fui quando ela completamente nua rebelou e dançou + um pouco e se ajoelhou na minha frente me deu um beijo e desceu para o meu cacete, e falou com UMA VOZ DE PUTA, DEIXA QUE EU CONTINUO PARA VC MEU AMOR. Eu falei fique à-vontade gata, ela beijou a cabeça e começou a lamber o meu pau com vontade, como se quisesse ele todo na boca, aquilo ia me deixando kd vez + louco e cheio de tesão, eu gemia. Ela chupa as minhas bolas com maestria. Uma delicia... Mais eu tb queria dar prazer aquela putona. Falei pra ela que virasse o seu corpo em cima do meu e fizemos um gostoso 69, ora eu chupava a gruta ora chupava o cuzinho e lábia de cima para baixo e voltava de baixo para cima, sâmara ia se contorcendo toda_ Ahahahh isso não para, chupa gostoso ahahh, assim eu vou gozar_ Isso minha vagabunda goza na minha boca goza quero todo o seu mel, gozaaaa._ oohhh chupa o meu grelo duro.. chuuupaa. Chupei o grelo da sâmara com toda a minha vontade_ ai meu gostoso vou goozaaar, e gozou enchendo minha boca com o seu gostoso mel. Ainda elétrica (vcs sabem com são putas um fogo só) se levantou pegou no meu pau bateu umas três bem lendas e olhando bem no meu olho e sussurrou ;agora vou fazer vc gozar gostoso; fez eu sentar no sofá e veio de frente para mim e sentou no meu pau que estava todo lambuzado de saliva e duro como uma pedra. Nossa, hUmm como você está + gostoso. Huum que delicia vc tb ta muito gotosa. Vou esporar porra em tudo que buraco seu. _ ;Ééé... no meu cu tb? Vc tb quer comer o meu cu? E o que + quero! Depois dessas palavras ela começou a pular no meu pau com força, parecia que ela queria descolar o meu pau. E gemia e pulava. E num momento que meu pau escapou da buceta dela ela se levantou e foi no outro sofá, o de três lugares, ficou de costas e empanou a bunda pra mim, vem me fode, vem meu puto, como a sua putona, vem...me coloquei logo atrás dela e enfiei tudo de uma vez só. Deu um treco nela. E ela começou a gemer mais alto e cada vez mais alto e dizendo ao mesmo tempo Isso mete, me come, aiiii que gostoso, haiii aaiii. Arregaça minha buça vaiii. Ia comendo ela e dando tapas na bunda dela isso sua vaca, rebola no meu pau sua vagabunda, piranha. Percebi que ela levou a mão direita por baixo da gruta e se tocando levemente começou a bater uma rápida xiririca, percebendo que ela estava preste a gozar novamente aumentei as estocadas forte e rápidas. Ela gozou novamente no meu pau. Olhou para trás com cara de satisfeita. Assim você vai me matar de tanto gozar, ñ vou agüentar neim ir embora. Ai eu falei com um tom irônico, - Mais quem disse que vc vai embora hoje? E sussurrando falou ;quem vai me em pedir? minha pica! Huum e de que forma? eu _ De que forma! Deitei ela com as pernas em cima dos meus ombros. E falei_ De que forma? Vc vai ver de que forma! Passei a rola na buceta dela lubrifiquei o meu pau e coloquei na entrada do cuzinho dela, ela disse, no meu cu ñ! Resmunguei, no cu siiimmm... e forcei a entrada com a grande e fui empurrando até que entrou um pouco + que a cabeça, claro que ainda faltava muito, + sabem como é cu de puta né? é apertado, Abraça... Logo vi que ela estava começando a se acostumar e a gostar tb, pois já mordiam os lábios, fiquei um tempo só colocando a cabeça da minha pica, quando eu percebi que ela já se acostumava e pedia para eu enviar +, eu comecei a deslizar aquela rola para dentro, que prazer que eu tive, haaaa que cu gostoso que vc tem, sua piranha, humm que delicia de cu, que apertadinho. E ela sussurrava, ISSO METE ESSA ROLA NO MEU CU, COME O MEU CU, SEU PUTO, ENVIA ATÉ O TALO, HAAAA ASSIM, HOOO ISSO. MEU PUTO. Aquilo só aumentava o meu tesão, Comecei dar varias entoscada, e cada vez mais rápido, como que quisesse arrancar aquele cu, não demorou muito para ela anunciar que iria gozar. Haaaa meter mais rápido eu vooouuu gozaaar, e gozamos juntos, com ela, com uma mão no grelo e a outra no meu tórax. Cai em cima dela, nos dois exausto. Quanto menos espera, chega meu amigo batendo na porta, me levantei e fui até a porta, só que ele já tinha entrado, pois eu tinha dado uma copia da chave para ele. Ela saiu correndo até o quarto ainda pelada e toda melada e suada, fui até o quarto e falei com a maior cara lavada, pode sair! ELE JÁ SAIU? FALOU ELE, já..., Quando ela saiu do quarto levou um susto e começou a procurar algo para se cobrir. Aquele dia vc estava pagando mô sapo pra ele agora está tímida pq? Falei pra ela, ela com um olhar de menina sapeca um sorriso maroto, ENTÃO QUER DIZER QUE OS DOIS E MEU? O em inxirido logo foi abrindo a boca, com-cerveja! Ela então chegou perto dele olhou firmemente nos seus olhos e tacou lhe um beijo bem ardente nele, tirou sua camisa e abaixou a sua bermuda deixando o só de cueca, pediu para que ele se se sentasse no sofá, ele sem resmungar sentou no sofá e ela foi logo tratando de tirar a cueca dele pegou no seu membro segurou firmemente e olhou bem para o seu membro e não demorou, para cair de boca e logo estava ela a nossa puta se acabando de tanto chupar uma pica e ele com uma mão nos seus grandes peitos e a outra em cima da cabeça dela forçando-a para baixo, eu vendo aquela cena, fiquei super exitado com os dois e fui logo a trais dela, falando coisa do tipo. Isso sua vaca, chupa ele todinho, quero ver vc engolindo toda a porra dele ; num descuido dela, que tava tão intertida com o pau dele. Meti de uma vez na buceta dela, ela deu até um gritinho. Aiaiii, e sussurrou, cuidado com a minha buça só tenho essa, seu cavalo ; e voltou a chupa-lo, logo ele anunciou seu gozo, e voou porra pra todo lado, (nos peitos, no rosto, cabelos, sofá) ela logo se prontificou de engolir, ou tentar engolir, tirou a pica dele da boca, e começou a punheta-lo, tirando as ultima gotinhas que restavam e caiu de boca novamente, para deixa-lo, limpinho, limpinho, quando eu vi que eu estava preste a gozar pedir para ele, para trocamos de lugar, ele então se deitou no sofá de barriga para cima, e falou a ele. Vem... minha cachorra senta no colo do seu macho, quero vc cavalgando igual a uma cadela no cio ; ela ouvindo aquilo se levantou, virou de costa pra ele e foi se posicionado, para que recebesse o pau dele. Que entrou facilmente, e começou a cavalgar que neim uma louca no cio, encrenou o corpo pra frente e pediu para que eu sentasse na frente dela no braço do sofá, sentei e ela ainda gemendo, começou a me punhetar, como eu esta preste a gozar, comecei a me contorce e falando a ela ;Vai... me punhete, que eu estou quase gozando ; mal terminei de falar e ela caiu de boca no meu pau, me chupando e me punhetando ao mesmo tempo, que loucura, ela começou a pular cada vez mais rápido e dizendo goza na minha boca, mete na minha buceta, haaa, huuummm, quero os dois, vaiii assimm, issso, meus macho ; ouvido aquilo fiquei ainda mais exitado, sai dali e me deitei no carpete (chão da sala) e a chamei, ele veio, eu acho que na hora ela entendeu o recado, pedi para que ela deitasse de frente para mim, ela sentou no meu pau com aquela xota quente e totalmente molhada no meu pau, com o meu pau todo enterrado na sua xota, abri bem a bunda dela e falei para o meu amigo (Emerson) arromba o cu desta vaca ele Lambuzou o membro dele com vasilina e o cu dela tb, e vou logo enviando todinho, fazendo ela chorar, gritar e falar asneiras, comecei a beijar ela loucamente e ia sentindo a xota dela kada vez mais molhada. Ela gritava mete na sua vaca meus machos, meus verdadeiros homens, come a sua putinha, aproveita que é de graça dando um sorriso bem safado logo ela se acostumou com a pica na bunda e começou a rebolar nos nosso pau, e que eu logo anunciei que iria gozar, que era para ela rebolar mais rápido, ela dizendo, haaa eu também vou gozar, aumenta o ritimo, meus amores, vaiii.. faz sua puta gozar, quero gozar bem gostoso e quero que vocês gozem dentro de mim eu aumentei o ritimo e meu amigo tb, e gozamos os três juntos e ficamos os três por alguns momentos ainda, depois nos recompomos, meu amigo foi embora, peguei a chave que estava com ele pois agora gostaria de ficar as sos com ela, fomos nos dois tomar banho, eu e a minha ex-namorada que agora em diante seria a minha mais nova putinha. Ficamos ali um bom tempo tomando banhos juntos e nos acariciando e dando uns amassos. Depois preparei algo para comermos, depois de terminarmos fomos assistir tv. A coisa esquentou novamente, e transamos mais uma vez. + Sempre que sentimos saudades um do outro, Marcamos um novo encontro.
.268. MINHA ESPOSA SUGERIU...Já há algum tempo minha apetitosa esposa vinha dizendo que o dono da mercearia , vizinha a nossa casa estava lhe fazendo propostas um pouco ousadas, tipo: "não tem um cafezinho?" , quando fazia a entrega das mercadorias compradas, e eu já estava para tomar satisfações, quando o papo tomou outro rumo. Mônica, hoje com 24 anos, é uma descendente de alemães de primeira linha, alta, olhos verdes, cabelos longos e claros, pernas bem feitas, sem gordurinhas a custa de muita malhação, e uma mentalidade mais liberal do que eu gostaria. Embora diga que nunca me traiu, e eu acredite, visto que não a traio tampouco, trata destas questões de traição como coisa banal. Fala das amigas que pulam a cerca e conta detalhes naturalmente. Nossa vida sexual é bem gratificante, gosamos muito e de todas as formas, notadamente quando lemos estas cartas eróticas, na internet, e comentamos os casos ali relatados. Bem, tudo começou com uma observação dela: Eu queria ver tua cara de espanto se eu te visse comendo uma amiga minha, no flagra. Ou tu chegar em casa e me ver dando para um amigo nosso. Contra argumentei que uma amiga dela ou um amigo nosso nunca transaria onde pudesse ser visto pelo outro, mas que minha cara não mudaria uito no caso de uma amiga, mas de ela e um amigo eu não saberia o que aconteceria. Começamos a trepar de novo, agora com mais tesão, Mônica a cavalo em mim, galopando com a piça enterrada até o talo, me olhando bem nos olhos disse: Eu não me oporia em que você desse uma trepada com uma amiga ocasionalmente, sem amarração, só uma trepadinha, somente para foder, minha única condição era ficar olahndo escondida. E eu gostaria de trepar nem que fosse com o dono da mercearia, sabendo que você estava olhando escondido. Imagina você dentro do armário e eu sentada na piça do cara? Que barato. Eu estava de férias do trabalho, e estavamos dando uma trepadinha vespertina, tipo quatro horas da tarde, e disse a ela só para dar continuidade ao papo; se você me arranjar a vizinha do lado que é muito tua amiga, eu não dou bola para uma trepada tua como bodegueiro da mercearia. E, não sem surpresa que escutei: ela já medisse que um dia trepa contigo, é só uma questão de oportunidade, e oportunidade eu faço, pode afiar o pau que tu come ela esta semana ainda. E agora se prepare que eu vou comprar pelo telefone e o bodegueiro vem trazer as compras. Ainda achando que era tudo uma brincadeira, me vesti e fiquei observando Mônica, pelada arrumar o quarto, se lavar, vestir um vestidinho leve sem nada por baixo. Não se enxugara, e o vestidinho colava no corpo, desenhava as âncas lindas e sensuais, ela fodera bastante e parecia com um tesão de semanas, as faces coradas, o olhar brejeiro, descalço, com movimenos de gata no cio. Parada no meio do quarto, olhou tudo co aprovação, ageitou uma almofada dentro do armário, para mim ficar olhando, e com os olhos esgaseados e a vós que notei embargada, telefonou para a mercearia encomendando uns gêneros e pedindo que entregasse logo, pois seu marido não chegaria tão cedo e ela não poderia ir apanhar, pois estava sozinha e ainda tinha que tomar banho. A porta ficaria apenas encostada e ele poderia apanhar o pagamento que ficaria sobre a mezinha da entrada. Foi tudo armado em minutos, não deu tempo para contar até dez. Aparentemente não tinha volta. É claro que eu poderia ficar em casa e dizer que acabara de chegar, melaria tudo, mas o tesão era maior, e no fundo achava que na hora H, ela correria do cara. Estava ainda nestas conjecturas, quando a porta da sala se abriu, e sem perder um minuto entrei no armário, ficando a porta entreaberta, de forma que poderia ver tudo o que se passaria na cama.Mônica, que entrara no banheiro e se molhara novamene para o vestido colar bem no corpo, despudoradamente chamou; Moço, entra aqui e pega o dinheiro, que eu não tive tempo de arrumar na mesinha. Escutei o barulho de uma pessoa que entrava na porta do quarto, porém não a via, somente via Mônica que sem dobrar os joelhos, de costas para a porta, dobrava o corpo e vasculhhava na gavetinha da cômoda, o vestido colava na pele e subiu permitindo ver a bundinha arrepiada e a vagina, fresuinha do banho, com os pentelhos brilhando. O cara não resistiu, praticamente correu para perto dela e sem preâmbulos apalpou aquele bucetão, introduzindo um dedo profundamente. Mônica desabou na cama, de bruços, com os joelhos no chão, não disse uma palavra, se abandonou. O bodegueiro, um cara forte, trajado de bermudas, mostrava as pernas cabeludas e musculosas, uma camizetinha apertada mostrava um torax volumoso, de quem estava acostumado a fazer força, barba de uma semana, farta, que agora espinhava as pernas de Mônica, enquanto sua língua explorava o interior da vagina. Dava estalos a sucção, Mônica se abria toda, e com o rabo dos lhos me espiava. Eu via aquela bndinha rosadinha, o vestido enrolado nas costas, aquela pele branquinha sendo alizada pelo cara, com suas mãos ásperas e grossas, seu cuzinho da côr do pecado, piscava de tesão.vi também o gradativo acompanhamento de Mônica, que aos poucos foi se descontraindo. Foi Mônica quem tirou as roupas dele, e com extremo cuidado pegou seu pau, comprido e gorsso, meio torto, com a cabeça exposta, arrocheada e brilhosa, bem maior que o meu,e o lambeu, chupou, mordiscou, e engoliu toda a porra queem jatos acertou sua boca, pois o cara esporreou pela cara, pelo cabelo e pelo pescoço dela, que possessa arrancou o vestido e nua em pelo se enrolilhava no corpo dele, esfregava a boceta por todo o corpo cabeludo do cara, chupava seu pau abocanhando inteiro, largando-o cupava as bolas, voltava para a piça, e não sabia o que fazer, gemia, dizia palavrões, pedia que a comesse, que a arrombasse, e, o que nunca fizera, pediu para ele surrar sua bunda e ficou de quatro, com a bunda erguida e a cabeça enterrada notravesseiro, esperando, eu acho, umas palmadas nas nádegas. Porém o cara deu uns tres laçassos com a piça, na bunda dela, enquanto pegava no chão, suas sandalias avaianas, desferindo uns cinco ou seis golpes firmes em ambas as nádegas, marcando-as com os vinquinhos e rodinhas das tiras. Embora estivesse a pinto de interferir, não tive corágem de aparecer, fiquei observando a reação de Mônica, que para meu espanto, esgassou-se pra traz, arreganhou a boceta e implorou para ser comida. Não precisava, tão logo o cara deu as chineladas nela, segurou-a pelas âncas e enfiu o pau até os pentelhos em minha mulher, que já se encontrava lambusada de gosodela e saliva dele. O cara era extremamente viril. Fodeu com estocadas fortes e contínuas. Bateu de um lado e de outro. Trazia-a de encontro comforça. Chamava-a de "sueca puta e gostosa", "eu sabia que te comia suequinha vagabunda". E depois de bombar bem uns quinze minutos sem parar, e de Mônica haver gosado por todos os poros, de gosar gemendo, como fazia comigo, só que desta vês gemeu até perder a vós, a ponto de no final somente gemer de quando em quando, como um carro sem bateria, com gemidas curtas. O bodegueiro, sem aviso numa das tiradas do pau, cravou-o no trazeiro de Mônica, que apesar de gostara de dar o rabo, não esperava, e não conteve um grito rouco, que em princípio pensei ser de dor, mas logo escutei a continuação: arrebenta meu cuzinho, me fode com força, e virando-se ficou sentada sobre ele, que estava deitado na cama, e com o pau cravado na bunda me olhava pela fresta da porta, entreaberta, e bolinava-se, enfiava os dedos na vagina e com oso olhos me chamava para um sanduiche. Não fui. E vi-a deitar de costas sobre ele, ainda com o pau cravado na bunda, entrando e saindo.E a boceta aberta, piscando, escorrendo goso dela e dele. Ela pegou uma estatueta de cima do criado mudo, e me olhando enterrou inteira nauqela grutinha melada. O bodegueiro retirou o pau, meio mole e pingando, e sorrindo fez ela cupar de novo, o que a vagabunda da alemoa fez com estalos de língua. Ele foi embora, não quis cobrar nada pelas compras, e disse que estava sempre a disposição, com ou sem marido no armário,e sem mais nada foi embora. Dois dias depois ela foi ensanduichada.
.269. UMA DELICIOSA TRAIÇÃO...Tenho 1,77 74 kilos , 21 anos , um moreno que realmente chama a atenção , sempre saio na balada , e quase sempre , uma boca nova eu conheço , e uma xaninha também....hehehehhhe sou de uma cidade do Paraná...... Minha historia começou assim....Eu faço faculdade mas meus familiares são de fora e durante a minha vida acadêmica , conheci Julia 172 , 57 olhos e cab casto, uma menina que adorava calcas jeans coladas , usava um percing e , adorava ver ela , com umas calcinhas enfiadinhas , não era sempre , mas quando colocava , hum,,, delicia..... e ela também era de fora.... Teve um feriado aqui (páscoa) , e eu não fui para minha casa.... porém , Julia tinha ido ver os pais numa cidade do interior de são Paulo....... Como eu não tinha carro ainda nessa época , e no feriado fiquei sozinho , sem fazer nada.. Então , a melhor amiga de Julia , Renata , combinou da gente sair....ia um monte de gente , galera de 15 pessoas em um bar...... Costumávamos sair juntos , e o namorado de Renata tinha ido com os amigos pra praia , Camburiu , ela estava fudida.... Renata é uma menina não muito bonita de rosto, mas sempre me chamava atenção pela cinturinha dela , usava sempre na faculdade aquelas calcas de academia , e tinha um par de seios espetacular....todo mundo a desejava , tinha aquela carinha de safadinha , porem sempre respeitei muito , pois era amiga da minha namorada... Ela tinha 1,70 , um pouco menos que Julia , um corpo magrinho , mas tipo aquelas falsas magras... Ela pegou mais uns amigos e passou em casa e fomos...Renata tava vestida com uma calca baixa , aparecendo o abdômen e uma blusinha branca... tinhas umas marquinhas de biquíni na cintura , mas não tão aparente.... tava muito delicia.....e eu tava de calca jeans e camisa pólo... Então fomos para o bar...ficamos ate umas 2 horas foi quando eu pedi para Renata me deixar em casa.... Eu tava com fome , e meio assim de ter saído sem avisar Julia , e sem ter ido pra minha cidade.... Então ela foi me deixar em casa e disse pro pessoal do bar que já voltava... No caminho ela me convenceu a ir na casa dela....pois tinha um monte de coisa pra comer láh...sobras de um aniversario do irmão dela... no inicio achei estranho , mas ela disse que os tios dela ainda estariam la jogando baralho.... Chegamos lá , e não havia ninguém em casa , mas mesmo assim fiquei de boa , pois já havia estado em sua casa em outras oportunidades.. Fui eu entao abrindo a geladeira e peguei uma cerveja e ela foi preparar uns sanduíches , ficou de costa pra pia e a imagem que eu via , era aquela cinturinha , aquela calca jeans que ressaltava uma calcinha não enfiada mas cavadinha , e isso me deixou excitado , e quando ela cortava os paes ela dava aquela reboladinha que , só de lembrar... E eu bem detrás dela , não encostando dela , via a marquinha de biquíni e a bundinha dela bem de pertinho... Eu pensava , que gata gostosa , melhor amiga da minha namo... Não agüentei, o desejo e o alccool falaram mais altos... Enrrabei ela por trás.... Renata deu um susto e bem empurrou de uma forma brusca , fiquei sem graça , mas abaixei e soquei a boca por cima da calca dela , ela falava " Para , não faz isso não e sussurava e já esboçava umas reboladinhas.... Eu vendo que o desejo dela falara mais auto levantei e virei ela contra a pia... Passei a mão nos peitos dela e meu pau , ainda dentro da calca jeans esfregava a bunda dela.... Ela rebolava..... e agora a conversa era outra , ela falava " quero que você come minha bucetinha bem gostosinha ela já ta molhadinha.... Nessa hora meu pau , aumentou ainda mais de tamanho.... E tirei a blusinha dela , ela tava com um sutiem de rendinha , , chupei os biquinhos do peitinho dela , pequenininhos e ela rebolava no meu pau, sobre a calca jeans dela.... Quando tirei minha calca ela já queria mamar , mas eu coloquei ela de novo na posição da pia , de costas , eu chupava os peitinhos dela ; e meu pau encostava na bundinha dela , por cima da calca jeans dela , era como se ela estivesse sentando no meu pau , e com minha mão apertava a xaninha dela , e ela só de calca jeans , ela gemia , sussurava , tava delirando..... Tirei a calca jeans dela e vi quão enfiado estava a calcinha dela... Com a pontinha da minha língua , comia o cuzin dela, e chupava a bocetinha dela... e como ela tinha tomado um sol , tava pra ver a marquinha.... a calcinha dela era branquinha também , não tirei , só coloquei para o lado... Ela gemia e rebolava muito.... com a minha mão apertava o peitinho dela ..... Aquela xana tava uma delicia , enfiei 1 dendinho , 2 dendinhos , ela estava virando os olhos já... Então ela se virou e abocanhou meu pau rapidamente, parecia um neném , ela cuspia e chupava , a boca dela tava toda lambusada.... Minha imagem via aquela boca e a calcinha dela , molhada enfiadinha... Enfiei a pontinha do peitinho dela na cabecinha do meu pau.... ela nem lembrava mais que era amiga de Julia... Coloquei ela em cima da pia... tive que colocar uma cadeira pra subir e ficar na mesma posição que a bunda dela , ela ficou de quatro , segurando na torneira , dei mais uma lanbidinha nela e nessa hora ela gozou, hum que delicia.. , ela empinava a bundinha e comecei a enfiar meu cacete na boceta dela por trás.... Eu enfiei bem devagarzinho , e ela tava ainda anestesiada do gozo dela , tive que me controlar pra não gozar..... Comi a buceta dela , via aquela bunda no meu pau , e vagas imagens passavam na minha mente daquela putinha na faculdade de calca de academia... isso me excitava ainda mais , dei umas palmadinhas na bundinha dela... Tentei comer o cuzinho dela , mas não consegui , muito apertadinho....... mas vi aquele cuzinho arrepiar inteirinho.... Não deu outro , gozei , num jato forte nas costas dela , ela disse que tava quentinho..... Como ela estava segurando a torneira , ela abriu e molho os peitinhos dela e as costas , não deu outra fiquei chupando aqueles peitos por uns 10 minutos... Com fôlego,, fiz um 69 no chão , um pouco frio , e ela rebolava e empurrava sempre aquela bunda deliciosa..... Nesse exato momento minha namo ligou no meu celular...fiquei desesperado , e Renata , não parou de me chupar um segundo sequer , como ela era uma putinha gostosa.... Falei rapidamente e disse pra minha namorada que meu irmão , que mora comigo havia acabado de chegar e tava machucado , fiz uma voz de espanto e disse que ia ligar depois....hehehehehheh Desliguei e falei pra Renata , agora vc vai sentir um cacete forte , sua putinha , e comi ela com força de quatro , e dava umas palmadinhas de leve e puxava um pouqinho o cabelo dela......Comi ela mais um pouco , e gozei na bunda dela..... Ela ficou toda arrepiada.... e acabou que não lanchamos e tive que ir correndo pra casa , que dizer renata me levou , enquanto ela dirigia eu tocava no grelinho dela....
.270. NO ESCURINHO DO CINEMA.Um dia desses um amigo ligou e me chamou pra sair com umas garotas que ele havia conhecido numa balada, nós íamos ao cinema cada um com uma mina. Marcamos de nos encontrarmos na porta do cinema eu meu amigo e as duas garotas, mas no final das contas uma das garotas tinha pipocado, e eu como sempre fiquei na mão, como já tinha comprado um ingresso tive que ficar e segurar vela, mas mantive uma certa distancia dos dois. Revoltado sentei na última fileira, e os perdi de vista, fiquei lá comendo pipoca, me achei um idiota, aquilo era um programa pra se fazer acompanhado, mas tudo bem...De repente aparece uma menina meio hippie esbarrando em mim, derrubando minha pipoca e acertando minha cabeça com uma enorme bolsa, ela pediu desculpas e perguntou se acento do meu lado estava vago, respondi que sim; quer dizer o cinema parecia um deserto , tinha um milhão de poltronas desocupadas e ela vem justo do meu lado...ela parecia ser daquelas pessoas que vão no cinema pra perturbar... Continuei na minha, daqui a pouco ela começa a querer puxar assunto, perguntando a hora; depois reclamando de que pelo menos deviam de colocar uma música descente pra tocar porque a que estava tocando era muito chata, tive que concordar a música era um tédio fazia parecer uma tortura esperar até o filme começar...bom começamos a conversar...papo vai, papo vem, começa o filme... Calei a boca e esperei que ela fizesse o mesmo, mas ela não se conteve e continuou a falar, disse que tava com medo de assistir ao filme porque era de terror e tal, me deu vontade de perguntar porque tinha entrado na sessão, já que estava com tanto medo; mas ela disse algo que me agradou: que se caso me agarrasse não era pra reparar, era porque ela tinha assustado...ela era bonita ,apesar que não dava pra enxergar muita coisa naquela escuridão , oque eu não pude deixar de reparar era que ela estava com uma regatinha que deixava os peitões quase pularem do decote, e também um par de coxas admiráveis, vi porque ela levantava as saia para se acomodar melhor na poltrona, aliás ela parecia que tinha pulga na calcinha, não parava um instante, cruzava a perna , depois descruzava, só faltava ela sentar no meu colo, até que não seria má idéia. E eis que vem a primeira cena de susto e ela agarrou a minha mão, a coitadinha estava até com a mão gelada...dei risada e deixei...daqui a pouco, outra cena e outro susto, ela se encolheu e escondeu o rosto no meu ombro, pude sentir o cheiro da jojoba nos cabelos dela... hum que delicia, fazia tempo que não sentia cheiro bom de mulher, naquele entusiasmo pus minha mão no rosto dela e faleicalma é só um filme ,e de repente ficamos nos encarando, os olhos dela eram penetrantes e aquilo me hipnotizava, não conseguia parar de olhar ...foi quando ela aproximou os lábios dos meus, e trocamos um selinho... Voltamos a ver o filme, já não prestávamos mais atenção, e ela começou a acariciar minha mão, meu braço e foi descendo até a minha perna, deixou lá repousada por uns instantes, não me contive e dei outro beijo nela, dessa vez longo, aquela língua quente percorria por toda minha boca, e que boca...e que beijo... Começamos a nos beijar loucamente, minha mão percorria pela suas costas e cintura , e ela parecia que ia me engolir, explorava cada canto da minha boca e aquela mãozinha de fada, começou a alisar minha coxa , e depois foi subindo até o meu pau que já estava ficando exaltado com todo aquele deleite, e ela o segurava como se não fosse mais soltar. Já que ela estava com a mão no meu pau, tomei a liberdade de enfiar a mão por baixo da saia dela e começar a acariciar aquela coxa gostosa, ela gemia e segurava com mais vigor meu pau, até que ela achou; meu zíper ...foi abaixando e já tomando meu pau , que já estava pra lá de duro...e começou a bater uma pra mim... Aquilo era demais, enquanto rolava o filme , uma mina muito gostosa, batendo uma punheta pra mim, show! Já não sabia mais oque pensar, aquilo tudo era novo, até que ela se ajoelhou no meio da minha perna, e com uma cara de safada piscou pra mim e já foi abocanhando meu pau, enfiou ele todinho na boca de uma vez, deu umas duas chupadas, e começou de novo a bater pra mim enquanto passava a língua na cabecinha, aquela mina definitivamente sabia como me fazer feliz, daí ficou alternando umas chupadas, lambidas e tudo oque eu tinha direito, até minhas bolas aquela safada chupou, enfiava logo as duas na boca. Tinha uma galera do lado mas eu não estava nem aí, estava doido de tesão me segurando pra gozar, mas aí ela fez um negócio que me deixou mais louco ainda, começou a mamar no meu pau, aquilo sim, eu podia chamar de chupeta, cheguei até a levantar da cadeira de tanto tesão, ela sugava com o maior vigor, queria tirar mesmo o leite do infeliz do meu pau que já estava até ardendo de tanto boquete, não me segurei, peguei um saco que estava no banco e gozei... nem tinha reparado que era o saco de pipocas... A mina era tão doidinha que começou a rir que nem uma louca no cinema, falando que eu tinha gozado nas pipocas que ela tinha comprado, começamos a rir, e o lanterninha nos expulsou da sala.... Ela me puxou e falou que queria me mostrar um negócio , no claro pude ver o quanto ela era bonita e gostosa, estava com um saia longa de cintura baixa que marcava bem o quadril ,e mostrava aquela barriguinha deliciosamente esculpida, e uma tatuagem de um caranguejo bem no cóccix...Resumindo : era uma mina gostosa! Pensei que agente ia ficar andando no shopping vendo vitrines, mas ela falou que ia ao banheiro, demorou um pouco, quando voltou mandou eu dar um tempo e ficou olhando para os lados, eu não estava entendendo nada, mas resolvi entrar no jogo dela, daqui a pouco ela me encostou na parede e me deu mais um daqueles beijos loucos , ela foi me beijando e abrindo uma porta que estava atrás de mim, era a saída de emergência, e de repente estávamos nós, sozinhos ...ela subiu uns degraus e falou : Não vem e eu como um cachorrinho fui, ela sentou na escada , levantou a saia abriu as pernas, pôs a calcinhazinha de lado e falou. Sua vez... Não pensei duas vezes e já fui metendo a língua naquela grutinha úmida e quente, ela pegava minha cabeça e pressionava contra a xoxotinha dela, e gritava feito uma gata no cio...deve ter gozado, mas o fato era que eu estava tão doido pra meter naquela coisinha apertada, que não liguei muito em saber se ela tinha ou não gozado, mas ela tava tão molhadinha quanto eu estava cheio de tesão, tirei meu pau pra fora e comecei a brincar com ele na portinha ,passei meu pau naquela bucetinha frágil, e comecei a penetra -la devagar , fiquei nessa por um bom tempo, enquanto chupava os peitinhos dela, aquela posição estava meio incomoda, meu joelho estava doendo de ficar ajoelhado e não dava pra meter com vigor, peguei ela no colo encostei na parede e ela se apoiou no corrimão e comecei a bombar gostoso ...ela tava até chorando de tanto tesão, perguntei se estava tudo bem e ela respondeu mete!!! não para ! continuei, e ela chorando de gozar, sentia meu pau encostar no fundo do útero dela, aquela xana parecia uma fornalha ...Pouco tempo depois gozei também, dessa vez gozei na parede... Eu estava exausto... ficamos lá na escada por mais um tempo e ela rindo de mim, falando que nunca transou com um cara que goza em qualquer lugar... É , concordei com ela, gozei no saco de pipoca da menina e depois na parede, e filosofei: quando a cabeça de baixo está trabalhando a de cima não pensa! Saímos da saída de emergência, perguntei se ela queria uma carona, ela aceitou, entrou no carro toda descolada e já foi ligando o som, fiquei tentando descobrir oque ela fazia, aliás fiquei sabendo o nome dela naquele instante: Lavanda, não sei se ela estava zoando mas foi oque disse, pelo visual e atitude, eu já não duvidava de nada... Foi quando pensei que aquela gozação toda havia terminado, ela já veio com aquela mão cheia de má intenção na minha perna, eu com sorriso nos lábios ; preparado pra gozar novamente deixei... comecei a dirigir na manha e ela, foi devagar beijando meu pescoço, massageando meu pau até que deitou no meu colo e começou aquele boquete maravilhoso que só ela fazia... Bom dessa vez não teve jeito, aliás sem querer gozei na cara dela.
.271. FANTASIAS COM A TIA TÔNIA!A estória que narro aqui passou-se após a narrada em "Doce Tia Tônia". Continuamos nossa vida normal de trabalho na empresa e nada de uma nova oportunidade aparecer. Eu sou muito respeitador nesses assuntos. Detesto ser mal caráter, tipo forçar situaçao, contar para os colegas de trabalho que você já comeu ou está comendo - aliás eu tenho por filosofia a tática do silêncio - ninguém precisa saber com quem eu estou transando: os troféus colecionados só interessam a mim mesmo. E Tônia era um dos troféus conquistados que eu tive muito prazer. Mas eu queria mais. Foi aí que, mais ou menos um mês depois, felizmente eu tive que fazer "hora extra" no sábado para terminar um trabalho urgente. Como é de praxe, sábado muito poucas pessoas frequentam o prédio, sendo comum somente uma ou duas pessoas trabalharem no mesmo andar. Apesar de perceber alguma movimentaçao, achei que estivesse sozinho na área, e fiquei a vontade, me dedicando ao serviço que devia ser feito. Na parte da tarde, por volta das três horas, resolvo ir ao banheiro e, qual nao é minha surpresa quando, ao passar em frente a sua sala, vejo Tônia também compenetrada em seu serviço. Da posiçao que me encontrava , fiz uma pequena análise de minha musa: vestido preto insinuante, cabelos soltos ligeiramente em desalinho, seios ligeiramente a mostra pelo decote e (o que era melhor) sem sutien. Me aproximo em silêncio e lhe aplico um pequeno susto. Pude perceber o quanto fui feliz nesta abordagem pois vi seus olhos brilharem quando me viram. Nos cumprimentamos educadamente (três gostosos beijinhos, pois nao havia ninguém olhando) e ela me convidou para eu me assentar em uma cadeira próxima a ela, pois queria conversar um pouco. Confessei a ela que estava surpreso por encontrá-la ali. Ela me respondeu que resolvera, na última hora, completar uma tabela de fornecedores, e que havia chegado a pouco tempo. Papo vai, papo vem, nao pude me conter e a elogiei por completo: seu perfume sedutor, suas roupas sensuais, as sandalias de salto que davam um toque especial as suas pernas "bem torneadas", seu penteado etc... Finalizando, disse que ela estava deliciosa. Ela riu ruborisada e me confessou ter prometido a filha que a encontraria mais tarde no Shopping. Esse era o motivo de toda "produçao". Mas que eu nao ficasse preocupado pois ainda faltavam algumas horas até o horário combinado, o que nos daria muito tempo para "conversar". Devo confessar que, nesse momento, meu lado sacana acordou e resolvi tentar Tia Tônia de todas as maneiras ali mesmo dentro da empresa. Pedi para sentir seu perfume com mais calma e, após autorizaçao, aspirei seu aroma em sua nuca, nao esquecendo de um ligeiro beijinho no final. Tônia se arrepiou toda e me repreendeu, pois nao estavamos sozinhos no andar. Concordei com ela mas nao desisti: na primeira oportunidade que tive, aproveitei a proximidade e acariciei suas coxas por debaixo da mesa. Tônia educadamente retirou minha mao mas, ao empurrá-la, roçou ligeiramente sua mao em meu cacete, percebendo o volume que já se fazia presente. Era claro o tesao que aflorava em Tia Tônia naquele momento (os bicos dos seios durinhos já tentavam furar o vestido preto), mas ela continuava tentando manter as aparencias. Tentei beijá-la mas fui cortado. Ela me confessou que havia visto uma pessoa ( Angela - assistente administrativa de uma seçao no fim do corredor) quando havia chegado. Essa Angela era uma moça simples, um pouco tímida, que tinha duas famas na empresa: dona da bunda mais deliciosa do andar e (dizem as más linguas) fofoqueira. Se ela nos pegasse ali seria fatal. Tentei convencer Tônia a nao se importar com isso, pois apesar de ser evangélica, já havia ouvido falar que Angela também gostava de uma sacanagem. Quem sabe nao rolava um "ménage a trois" ? Tônia rejeitou com um "nem brincando", que nao me convenceu muito. Foi aí que tive uma idéia de gênio: falei para a Tônia que eu me agacharia debaixo da sua mesa e lhe daria um banho de língua. Ser pego praticando sexo dentro da empresa é demissao com justa causa. Está na CLT. Mas as mesas de nossa empresa, ainda as antigas mesas do tempo de estatal, ajudariam esta minha ideia, pois elas sao todas fechadas. Ninguém consegue ver nada embaixo delas, a nao ser que a pessoa esteja atrás da mesa. Com frases do tipo "você está louco", Tônia tentou impedir meus planos mas já era tarde. Eu já me encontrava debaixo da mesa e tentava puxar sua cadeira para completar a missao. Naquela confusao de, eu tentando puxar, Tônia tentando se esquivar, escutamos um barulho no corredor. Mais que depressa Tônia entrou com sua cadeira pelo vao da mesa, me deixando (como eu queria) entre as suas pernas. E que pernas! Essa manobra foi "por um triz " pois Angela nesse momento entrou na sala. Tônia disfarçou bem e Angela aparentemente nao percebeu o que estava acontecendo, iniciando uma conversa entre as duas. Eu, sentindo o cheiro que exalava de sua xana, comecei a beijar aquele par de coxas gostosas, e nao me preocupei com a conversa. Beijo vai, beijo vem, ora uma mordidinha, ora uma lambida, Tônia tentava me manter quieto mas, percebendo que seria inútil resistir (o que poderia levar Angela a desconfiar de alguma coisa), permitiu que eu levanta-se a sua saia, deixando caminho livre para minha fantasia. Partindo do principio do "depois que começa, relaxa e goza", Tônia até facilitou meu trabalho, deitando-se um pouco mais na cadeira, abrindo mais as pernas e estufando a buceta. Eu fui ao delírio e comecei a beijá-la por cima da calcinha e entre as pernas. Cada beijo que dava percebia seu corpo se arrepiar todo, mas nada se comparou quando, puxando a calcinha um pouco para o lado, enfiei minha lingua em sua buceta pela primeira vez. Ela teve um espasmo (finjiu até espirrar) e me apertou com suas coxas carnudas. Mas eu me mantive firme, sorvendo o nectar que começava a escorrer. Angela deve ter ficado conversando com Tônia por uns 10 minutos, que para mim foram séculos. E eu continuava ali: lambendo aquela bucetinha, sentindo o gosto de seu tesao, sendo quase sufucado debaixo da mesa. Até que o assunto acabou e Angela saiu da sala. Nesse momento, mais aliviado, empurrei a cadeira de Tônia um pouco para trás e, ainda chupando sua buceta, fiz ela gozar gostoso. Um gozo com um gemido abafado de alívio pela situaçao. Tônia se levantou da cadeira, recompos o vestido, e tentou dizer algo, mas foi impedida pela minha boca que agora a beijava. Nossas linguas se misturavam no beijo a muito esperado, enquanto nossas maos percorriam os corpos já sedentos de prazer. Após este amasso inicial, Tônia se desvencilhou de meus braços e correu para o corredor, tentando fugir do que já era iminente acontecer. Eu a segui e , mostrando meu estado de excitaçao, implorei por um retribuiçao. Ante sua indecisao tive que prometer que me contentaria com um boquete. Ela, apalpando o volume sob a calça, concordou e me puxou para perto do banheiro feminino. "Espere um pouco que já volto", foram suas palavras, enquanto ela entrava no banheiro. Achei que ela ia "aliviar a bexiga" ou algo parecido, mas para minha surpresa ela volta e diz: "pode entrar, nao tem ninguém". Mais que depressa eu entrei e fui conduzido a privada que ficava mais no fundo, ao lado da janela. Entramos juntos, fechei a porta e Tônia, já assentada sob a tampa do vaso, abriu minha braguilha, abocanhando meu caralho já duro. Enquanto ela iniciava o boquete, arriei minha calça e cueca, ficando mais a vontade para curtir o momento. E Tônia nao decepcionou, mostrando mais uma vez que era expert em sexo oral. Sua boquinha aveludada percorria todo meu membro, desde a base até a cabeça, nao esquecendo de dar ligeiras mordidas em toda sua extensao. As vezes ela o enfiava todo na boca, como quem chupa um picolé a muito desejado, outras vezes ela se concentrava na glande, dando ligeiras chupetinhas na ponta. Devo confessar que esse boquete aumentou em muito minha excitaçao, mas eu nao queria ficar só nisso. Enquanto Tônia aumentava o ritmo da massagem oral, falei que seria bom se ela retirarsse o vestido, pois quando eu gozasse poderia sujá-lo. Tônia, me encarando com meu pinto na boca, nao me deu ouvidos e passou a chupá-lo com mais vontade, me fazendo perder o controle e gozar dentro de sua boquinha quente. Nao preciso dizer que, além de engolir toda a porra que estava na sua boca, ela ainda chupou meu mastro até deixá-lo sequinho. Com um sorriso nos lábios ela se levantou e me deu um beijo, deixando que eu sentisse o gosto de meu gozo em sua boca. Para minha sorte, quando parecia tudo terminado, escutamos a porta do banheiro se abrir. "Será a Angela?", perguntou Tônia. Fiz que sim com a cabeça (apesar de nao ter certeza) e ficamos algum tempo abraçados, esperando que a pessoa saísse. Ter aquela mulher nos braços, podendo sentir seu cheiro e apertá-la a vontade me fizeram retomar as investidas. Tônia nao podia reclamar nada, pois qualquer barulho estranho seria percebido pela pessoa no banheiro. Comecei a beijá-la (boca, pescoço, orelhas) e minhas maos já percorria seu corpo, percebendo cada detalhe. Em certo momento Tônia me fez parar e calmamente retirou vestido e a tanguinha preta, tomando cuidado de guardá-los em local seguro. "Vem, eu te quero todo dentro de mim", foi seu pedido sussurado, enquanto se apoiava no estrado da janela com a bunda virada para mim. Meu pau ainda estava meia bomba, mas a visao daquele traseiro (bunda empinada pelo salto alto) me deixou maluco. Fui metendo meu caralho em sua bucetinha fazendo Tônia suspirar baixinho enquanto abria caminho. Comecei a bombar cadenciadamente , segurando Tônia pelos quadris e, a medida que meu pau ia endurecendo, aumentei o ritmo, fazendo Tônia sentir todo o vigor das estocadas. Nesse momento nossa respiracao já era forte, e sem perceber, minhas bolas faziam um ligeiro barulho quando em contato com a sua bunda. Continuei a fudê-la assim até que gozou, dando um gemido fino e baixinho, relaxando logo em seguida. Quando ia virar Tônia para comê-la de frente, apoiada na parede, Angela bate na porta da privada e pergunta " Tônia, o que está acontecendo aí ?" Na nossa ansia haviamos nos esquecido da outra pessoa no banheiro e, ao que parece, nao fomos tao discretos assim. Nao preciso nem dizer que minha companheira gelou na hora, fazendo uma cara de desespero completo, mas, fazer o que né!
.272. TESÃO PELA INTERNET.Tudo começou no final de 2002, eu estava navegando em algumas salas de bate papo do Terra, quando alguém puxou papo. Logo fiquei interessado, pois admito que uma mulher puxar papo , nessas sala, não é algo muito comum. Ao menos comigo não é tão comum. Era alguém com o nick LOBA_40RS. Logo iniciamos uma deliciosa conversa, virtual, trocamos email e combinamos que eu iria escrever primeiro. Ela me falou o que a fez puxar conversa comigo foi meu nick que indicava minha cor, NegroRS . Ela me disse que tinha muita curiosidade em conhecer um homem negro, que sempre ouviu falar que os negros eram carinhosos, bons de cama, super dotados, etc... .. Acho que isso faz parte da fantasia feminina, mas em partes ela tem razão. Sou um cara muito carinhoso, adoro sexo, sou muito tarado, quanto a ser super dotado, posso falar por mim. Não sou super nada, tenho um dote normal, na média do brasileiro. O segredo é fazer com muito carinho e tesão além de Ter o controle da ereção. Ela me falou que era casada e a sua cidade, ela mora em uma cidade que fica a mais ou menos 130 KM de minha cidade. Moramos no interior do RS. Pela distancia o encontro era possível. Confesso que não acreditei que aquilo daria em alguma coisa, mas a idéia me excitava muito. Adoro mulheres na faixa dos quarenta anos. Não tenho nada contra as mais jovens, mas uma mulher com mais de 30 anos, sabe o que quer e é bem definida em seu objetivo, gosto de mulheres decididas . E as mulheres na faixa dos quarenta são muito sensuais, e excitantes, e sabem enlouquecer um homem. Bem, continuando. Enviei um email ao endereço informado por ela, falando de minhas características físicas, meus desejos e como gosto de tratar uma mulher. Só pra constar sou um homem negro , 1:73, 75 Kg, 37 anos, casado, muito carainhoso e educado. No dia seguinte que enviei o email, fui ver se havia alguma resposta. Maravilha, lá estava sua resposta e um numero de telefone pra contato. Nesse email ela dava suas características físicas e alguns detalhes sobre sua profissão, etc. Ela descrevia-se como loira, bronzeada, muito fogosa, carinhoso que adorava beijar, etc.. Liguei assim que pude, atendeu uma voz rouca, suave e muito dengosa.... Conversamos, rapidamente, mas isso ajudou a nos conhecermos uma pouco mais e aumentar o desejo por ela. Ela me disse que estaria de ferias até o final de fevereiro, fora da cidade e que isso adiaria mas não cancelaria nosso encontro. Durante o mês de Janeiro trocamos mensagens e conversávamos por telefone, e o tesão só aumentava. No final de janeiro tive a melhor noticia do ano, ela estaria de volta no começo de fevereiro e nós finalmente nos encontraríamos. Marcamos o encontro em Porto Alegre, uma cidade neutra e grande , pois também sou casado e teríamos que tomar cuidado pra que nada estragasse esse encontro tão esperado. No dia, local e horário marcado nos encontramos, dia 05/02 , as 9:30. Nos encontramos na rodoviária de Porto Alegre, fomos os dois de ônibus para não deixar nenhum vestigio e não correr o risco de sermos vistos juntos. Nos reconhecemos de imediato, ela era exatamente com eu imaginava, só errei na altura, pensei que fosse mais baixa. Ela é linda, uma mulher loira, um corpo muito bem cuidado, sem barriga, nada sobrando. Seios de pequenos a médios e firmes. Nós conversávamos como se fossemos velhos conhecidos e a vontade de nos abraçarmos e nos beijarmos era latente. Mantivemos a postura de amigos, enquanto estávamos em publico. Chamei um taxi e nos dirigimos a um hotel no centro da cidade. No taxi nossos desejos vieram a tona, beijei sua boca como um adolescente que ganha o beijo da garota mais linda da escola. Nos abraçamos, nos beijamos e a partir desse momento tudo era envolvido com muito carinho e desejo. Chegamos a Hotel, pedimos um quarto o qual ficaríamos até o final da tarde. Quando chegamos no quarto todo nosso desejo veio a tona de vez, nos abraçávamos e nós beijávamos num misto de paixão, desejo e carinho. Ela era realmente muito gostosa, sua boca recebia meus lábios e minha língua com muita sensualidade e desejo. Não lembro quem tirou a primeira peça de roupa, mas lembro de cada pedacinho de seu corpo, lembro do cheiro e do gosto de sua pele, lembro como sua pele ficava arrepiada ao toque de minha boca, lembro de sua respiração ofegante e seu gemido de tesão, a cada toque de minhas mãos e de minha língua e todo seu corpo. Deitamos na cama, sem desgrudar nossas bocas em uma apaixonado beijo. Iniciei um gostoso passeio pelo seu corpo, que se deu inicio em sua orelha e terminou em seus pés. Fui explorando cada pedacinho daquele corpo maravilhoso, beijei, sua orelha, seu pescoço, demorei-me em seus seios, sempre com a trilha sonora, maravilhosa, de seus gemidos. Em seus seios demorei-me um pouco mais, senti o quanto a excitava meus beijos. Após alguns maravilhosos segundos, fui descendo em direção a sua barriga, e que barriga... Foi quando chequei a meu objetivo maior... ela usava uma calcinha de algodão, o cheiro de mulher me deixava enlouquecido, tive que me conter para não tirar em um único gesto aquela linda calcinha. Beijei seu sexo, varias vezes, sem tira-la, sentia que ela estava ansiosa pelo carinho que estava prestes a receber. Tirei essa linda peça com muita calma. Então tive o maior prazer daquele encontro, até aquele momento, beijei seu sexo como estivesse beijando sua boca. Senti todo seu desejo, seu calor e o quanto estava molhada. Seus gemidos foram aumentando de intensidade e altura, meu desejo aumentou e o prazer de Ter aquela mulher maravilhosa em minha boca, também. Foi então que tive o segundo momento de prazer daquele dia, ela gemeu e gozou em minha boca. Segundo ela, pela primeira vez ela gozava na boca de um homem, isso foi muito gostoso, adoro dar prazer a uma mulher, adoro faze-la gemer e gozar, esse é meu prazer. Seu tesão aumentou e foi sua vez de beijar-me o corpo. Sua boca percorria meu corpo, explorando com muito carinho e desejo todos os lugares que seus olhos podiam ver. Fui beijado e chupado com muito carinho e tesão, meu pau foi beijado e engolido por sua boca cheia de desejo, tive que me conter para não gozar naquele momento, sua boca quente me beijava como fez antes em minha boca. Depois dessa gostosa retribuição, estava na hora de me entregar totalmente a essa gostosa loucura. Peguei uma camisinha, e coloquei em meu pau. Deitei-me de costas e pedi que ela sentasse em cima de mim. É impossível descrever o tesão e o prazer que senti quando aquela mulher quente e totalmente molhada, encostou em meu pau. Ela foi me engolindo aos poucos, eu estava possuindo aquela mulher que há um mês povoava minha maiores fantasias eróticas. Fiquei louco, gemia e tentava manter a calma para não gozar todo meu desejo por ela. Quando ela engloiu totalmente meu pau ficou quieta e curtindo seu tesão. Ela me olhou com muito carinho e ternura e pediu calma, disse que estava adorando e queria aquilo por muito tempo. Suas palavras acalmaram meu tesão, aquela loucura que tomava conta de mim, foi sendo controlada. Apartir desse momento me dediquei totalmente a satisfação e prazer dela. Cada movimento meu, cada toque em seu corpo era total e exclusivamente para dar prazer a aquela fêmea maravilhosa. Via em seus olhos todo desejo e prazer que ela sentia, ouvia seus gemidos e lhe fiz um pedido, queria ouvir seu gozo, cada vez que ela gozava ela me falava com todas as palavras \"... estou gozando, vou gozar denovo, não para, vou gozar no teu pau..., mete em mim, vou gozar denovo...\" foram varios orgasmos, dei a ela todo o prazer que merecia, fiz dela a mulher que ela merecia ser. Com isso o meu prazer era muito grande. Perdi as contas de quantas vezes ela gozou, mas uma coisa eu sei, foi maravilhoso. Mudamos de posição, varias vezes, fizemos papai e mamãe muito gostoso, transamos de 4 e novamente ela veio por cima. Ela estava cansada .Descansamos um pouco e iniciamos novamente pois eu ainda não tinha gozado. Deixei a Segunda parte por conta dela, ela dirigiu o espetáculo, e o fez muito bem... Mexeu, me provocou e me comeu com muito desejo e tesão, e mais uma vez gozou, mas dessa vez junto comigo! Depois dessa transa ainda repetimos até as 15:00 horas, com um intervalo para o almoço. Foi um encontro maravilhoso, namoramos e nos amamos muito naquele dia, transamos ainda varias vezes, eu tive 3 orgasmos, ela creio que não sabe o quantas vezes gozou. Conversamos como velhos conhecidos, namoramos, trocamos carinhos e tivemos a certeza que iríamos repetir muitas vezes esses encontros. Falamos de nossas vidas, desejos e fantasias, descobri que temos muito em comum. Antes de irmos embora, repetimos tudo novamente. Deitei-a de bruços na cama, beijei seu corpo dos pés até aquela bunda maravilhosa, uma bunda linda bronzeada com uma marca de tanga.... Beijei seu pescoço sua costas e novamente dediquei um bom tempo naquela bunda maravilhosa, a virei e iniciei uma gostosa chupada em sua bucetinha e assim a fiz gozar mais uma vez em minha boca. Queria mais, o tempo estava se esgotando, tínhamos que voltar para casa. Nos entregamos mais uma vez, com a mesma intensidade e desejo . Mais uma vez ela tomou a iniciativa, fizemos varias posições, sempre com a intenção que ela obtivesse o maior prazer possível. Procurei dar a ela o que ela buscou quando puxou papo na sala de bate papo, carinho , atenção, prazer. Depois desse dia nos encontramos mais uma vez, que foi tão maravilhosa quanto a primeira. Tenho que admitir a internet me deu um presente maravilhoso.
.273. A DELICIOSA MULHER DO MEU AMIGO.Meu amigo namora uma menina deliciosa chamada Elayne. Elayne, tem 24 anos, e é uma delícia de mulher... Possui 1,67m, e um corpo de dar água na boca, a começar pelos seus seios generosos, daqueles que desafiam a gravidade, de tão duros, e que são de tamanho um pouco maior que médios, daquele tipo que vc tenta com muita vontade colocar todo na boca, mas ainda assim sobra um pedacinho para fora... imaginem uma mamada seguida de uma espanhola naqueles monumentos!! Suas camisetas apertadas são um convite ao sonho. Mas seu corpo é ainda mais delicioso... Suas coxas são deliciosamente torneadas, grossas e malhadinhas, bem lisinhas, daquelas que dá vontade de apertar e lamber. A sua bunda,........ Ah a sua bunda!!!!! É a parte mais monumental de seu corpo... É um bundão, bem redondinho.... Perfeito, empinado... uma obra prima, que para o transito das ruas de Vitoria quando ela vai à praia... Quando rolava uma praia, eu e meus amigos, faziamos questao de convidar este casal de amigos para ir a praia, para admirarmos aquele corpo de fio dental, em especial quando ela deitava de bruços e nos presenteava com aquela visão maravilhosa de sua bunda deliciosa pedindo por uma mordidinha!! Ficava admirando aquela bunda e sonhando um dia em roçar nela, em comer aquela gostosa toda... E ela bem que sabia que eu era tarado pela sua bunda, pois de vez em quando me provocava com algumas brincadeiras que, ou levavam nós a falar do corpo feminino, com ela se queixando de um pouquinho de estria na lateral da coxa chegando a bunda, que fazia questao de me mostrar, ou perguntava na praia se eu achava seu bikini meio indecente e tal... eu é claro me perguntava o que poderia estar passando na cabeça da tesuda quando ela me fazia essas perguntas... Num desses dias de sol, chamei a todos a ir na praia, e nenhum queria ou estava a fim de ir, a não ser Elayne que havia dormido na casa do meu amigo. Este não quis ir, mas falou para Elayne que se ela quisesse me acompanhar não haveria problema. Comecei a fantasiar... Fomos então eu e Elayne à praia. Ao passar de carro para buscá-la a primeira grata surpresa : ela trajava aquele bikini preto que era para mim o mais delicioso, cuja tanguinha era minuscula, deixando seu rabo ainda mais apetitoso, e a parte de cima era extremamente generosa, sendo menor que o que seria habitual para seus seios maravilhosos... Enfim, ela estava um tesão de mulher. No caminho fomos papeando e eu, disse: - Nossa, passei pela praia e ta meio vazia, acho que o pessoal aqui de Vitoria viajou; e ela completou: - Seria muito legal ir numa praia mais movimentada, mas já que não tem jeito... Aproveitei a deixa e a convidei para irmos a Guarapari, cidade lotada no verão, e onde tenho um apartamento!!! Ela aceitou com a condição que não falaríamos dessa viagenzinha (São menos de 50 Km) para seu namorado. Na estrada eu não sabia se olhava para frente ou se para o lado... e se para o lado fosse a opção, não sabia se olhava para as coxas parcialmente cobertas por um shortinho minúsculo, ou para aqueles seios maravilhosos que queriam se libertar daquele minúsculo sutien... Não aguentei e puxei papos picantes, e ela embarcou dizendo entre outras coisas que não gostava de seus seios, que seriam um pouco maiores do que o ideal... Respondi: - Olha, com todo o respeito, mas vc tem um corpo perfeito e seus seios são muito bonitos e chamam a atenção de qualquer homem. Ela sorriu e bem maliciosamente disse: - Mas acho que não é isso que vc mais repara em mim. Eu já embalado com o papo disse: - É que vc é extremamente atraente e há muitos pontos de perfeição em seu corpo, e com certeza, o seu bumbum é muito gostoso... Pronto, estava lançada a sorte... Após falar aquilo, por frações de segundos me arrependi, mas este arrependimento logo passou quando ela disse: vc nunca botou a mão para saber!! e riu, dizendo que talvez eu pudesse me decepcionar se um dia lhe apertasse a bunda arrebitada. A esta altura eu tava pouco me fudendo para a estrada... Queria parar o carro e comer aquela tesuda de todas as maneiras! Chegando em Guarapari fui direto ao meu apartamento, com alguns pretextos. Lá no oitavo andar, fechei a porta e lhe perguntei se estava de pé o que ela havia \"proposto\"... ela falou que sim, e que eu poderia aproveitar para passar um cremezinho nela. Eu apalpava aquela gostosa toda! Coxas deliciosas, bunda perfeita e durinha.. Cara como eu era tarado por aquele rabo. Estava quase gozando de passar a mão nela. Tudo antes de começar a passar o tal creme, até que não resisti, e dei um beijo e uma mordiscada em sua bunda! Ela deu um gritinho e perguntou \"era desse gosto que vc imaginava?\"e me puxou para cima dela, metendo a lingua em minha boca. Despi ela pouco a pouco, aproveitando cada centimetro daquele corpo tesudo, tirei o sutien do bikini e mamei gostoso naqueles peitões rijos, que apontavam para o céu... Ela ficou maluca, me gritava que eu era louco, que era tarado, mas que não parasse pois nada a deixava mais louca que uma mamada gostosa... Meu amigo, sem sacanagem, mamei uns 15 minutos nela, e neste tempo ela gozou duas vezes, e eu me segurando para não gozar que nem um doido, pois queria aproveitar muito... Ate que fui descendo minha boca pela sua barriguinha e tirei a sua tanga com os dentes, caindo de boca na xoxotinha mais gostosa do mundo!! A xoxotinha dela estava pulsando, pedindo meu pau, e ela numa manobra agil, virou seu corpo e aí começou um incrivel 69, com ela tendo enorme maestria para sugar meu pau... Com saudades de sua bunda, a virei, e fiquei beijando e mordiscando sua bunda enorme e deliciosa. Por horas parava e ficava olhando, admirando aquela bunda redonda e durinha, quando dava por mim estava babando... e ela ali, de bruços me deixando babar aquela obra prima por que tanto desejei. Não aguentando mais, disse a ela que queria comer sua xoxotinha com ela de quatro. Amigo, vc não pode imaginar que tesão é aquela gostosa de quatro... Meti direto o pau em sua xoxotinha quente que pedia mais. A safada gemia que tava gostoso, que não era para parar e etc, e em determinados momentos ela parava o movimento de vai-e-vem com minha vara enterrada e começava a rebolar no meu pau. Eu não aguentei mais, gozei como um louco, em meio a tapinhas naquela bunda maravilhosa, e não quis nem saber, continuei, ainda sem estar saciado... Agora metia com menos força, e olhava o seu cuzinho... A perfeição de sua bunda é indescritivel, eu alisava aquele rabão com as mãos e admirava seus peitos deliciosos mais a frente, com ela de 4. Como um preparativo antes de pedir o cuzinho dela, fiz uma festa com os dedos em seu clitoris, enquanto lhe comia ainda de quatro. Ela ficou maluca, e rebolava a todo instante me levando as nuvens, mas tinha que me segurar desta vez... Enquanto ela tava louca, meti o dedo da outra mao no seu cuzinho que não ofereceu resistencia. Ela parou o movimento de vai e vem e olhou para tras, com uma cara de putinha que nunca vou esquecer \"vc me come de quatro e agora quer meu rabinho, é?\" Respondi que sim, e ela começou a rebolar mais ainda e disse que nao ia me dar, pois ali so tinha tentado uma vez e nao gostou e tal... Não liguei para as palavras, continuei no seu clitoris, agora cada vez mais rapido, enquanto meu dedo se aprofundava no seu rabinho... Ela parecia gostar com o tempo e então me disse \"nossa, o que vc está fazendo?? Vou te pedir para botar a cabecinha no meu rabinho, mas devagar\"... era o sinal verde!!! Fui metendo naquele rabo apertado e quente, enquanto detonava o dedo no seu clitoris, com o tempo ela começou a jogar o bundão para tras de encontro ao meu pau, e dizendo que estava muito bom, e que eu podia comer o cuzinho dela sempre que quizesse. Imagina aquela bundona fenomenal com um cuzinho apertadinho, e a mulher rebolando no meu pau... era uma loucura!!!!! Comi o cuzinho dela ate gozar nele, e caímos na cama como que namorando, aos beijos ardentes... Eu estava morto, mas feliz, ela ainda parecia querer mais, e deitou-se de lado para mim, com aquela bunda em minha cara. Meu pau voltou a ativa e então a agarrei por tras, mas lhe disse, agora quero vc cavalgando em mim, para poder admirar estes peitos deliciosos que vc tem... E assim foi, ela pulava em mim, me deixando doido... Olhava seus seios grandes pulando, e pouco se mexendo, por serem extremamente firmes... Enfim, era um tesão. Na terceira foi muito demorada, não gozei tão cedo, e ela já estava cansada e me disse : - \"Queria uma saideira, de novo no rabinho, mas só se vc fizer toda aquela loucura com o dedo na minha xoxotinha\" Meu amigo, só dela falar isso eu quase gozei... e ela veio por cima de mim, deitada sobre mim de costas e encaxamos na melhor maneira e começamos a fuder gostoso. Como era ela que comandava nesta posição, em determinados momentos ela parava só pra rebolar em meu pau, dizendo mil putarias para mim, pedindo para gozar muito no seu rabinho, e que ia repetir muitas vezes essa foda as escondidas, e tal... Este foi a melhor foda de minha vida!!! Voltamos voando com o carro para Vitoria, sem nem sequer vermos a areia da praia, e............ pelo menos uma vez por mes (em geral duas) nos encontramos as escondidas para fodas incriveis... O rabo dela continua uma loucura.
.274. BÊBADA E ARREGAÇADA!Era ano novo. Moro em Brasília e nessa época do ano só tem um reveillon inesquecível quem possui tempo para programa-lo. Como eu estava atolada na universidade, resolvi com meus amigos fazer um encontro só pra não passar em branco. Então compramos umas caixas de cervejas, vodkas, vinhos e ficamos bebendo, ouvindo som com uma bela vista pro lago. Foi neste encontro que conheci Rodrigo, um negro, 1.90, olhos amendoados, seu rosto tinha traços finos, apesar da boca carnuda com um generoso sorriso carioca. Dizia praticar triatlon e percebia-se que era realmente atlético. Eu por ocasião do ano novo estava totamente de vermelho. um vestido longo de seda, meu cabelos estavam compridos, lisos e negros. O efeitos dessa combinação me renderam elogios de todos os amigos presentes, menos ainda de Rodrigo. No entanto ele conversava naturalmente, mas não senti nenhuma segunda intenção até o momento. Dançamos muito, bebi, mas ainda estava com os movimentos ainda sob controle. Todos estavam cansados, surgiram algumas brigas de casais e alguns resolveram ir embora. Fiquei triste, pois eu estava na farra e queria mesmo era me acabar! Era 2h da manhã e os últimos festeiros estavam indo pra casa foi então que Rodrigo chegou a mim e falou se eu podia dar uma carona a ele. Eu prontamente respondi que sim, embora (talvez por ingenuidade) não conseguisse pensar em nenhuma possibilidade de ficar com ele aquela noite. Primeiro deixei minha amiga e como ele mora mais perto, o deixei por ultimo. Rodrigo pediu para eu estacionar na porta da casa dele e ali fiquei com o carro ainda ligado a espera de que ele descesse. Então me disse \"sobrou duas garrafas de vodka, é ano novo, está cedo. que acha de terminarmos?\" Respondi que vodka pura eu não tomava e ainda por cima estava quente. Mas ele com aquele sorriso charmoso disse : \"Mas é reveillon, não vamos pra casa a essa hora, né? vamos beber, eu te ensino\". Então aceitei, e segui as instruções de Rodrigo: enchi a boca de vodka e engolia tudo de uma vez! Nessa brincadeira foram-se quase duas garrafas. Depois de tanto beber, estávamos completamente alucinados que nem reparei nas suas palavras e, só senti ele me puxar pelos cabelos e me levar de encontro a sua boca. Rodrigo me puxava e falava que estava doido para me comer desde o momento que me viu, mas eu não o percebia. Eu pedi para parar mas ele começou a puxar meu cabelo com mais força! Ele mordia meus lábios e a apertava os meus seios como se estivesse querendo arranca-los. Foi então que Rodrigo pegou minha mão e colocou por cima da sua calça me fazendo sentir o pau que estava pulsando e era enorme e muito grosso. Imediatamente me ordenou que tirasse a calça dele e, com a mão por cima da minha, apertava aquele caralho enorme, como se quisesse me ensinar a bater punheta. Rodrigo pegou minha cabeça e forçou-me a chupá-lo dizendo que gostava de mulheres de cabelos compridos pois adorava puxa-los quando uma putinha mamava seu pauzão. Então ele desceu o banco do meu carro, ficou deitado e mandava eu chupar, sempre forçando minha cabeça contra aquele caralho suculento. O pau dele tava duro como uma pedra e ele batia contra o meu rosto para sentir a firmeza. Além de duro e grande era tão grosso que mal a cabeça entrava na minha boca, mas sentia ele gemer de prazer e se contorcer na poltrona... \"Assim você vai me fazer gozar! quero te comer muito antes, sua puta\". Num gesto rápido, aquele negão me empurrou contra a poltrona e então arrancou minha calcinha e abriu minha bucetinha para vê-la. Colocou minhas pernas no teto do carro e enterrou o pau todo dentro da minha xoxota. Era muito grande!!! Sentia ele me rasgar toda. Ele suava muito pois me comia rápido demais. Eu no meio da rua com as pernas pra cima dentro carro sendo fudida por um pauzão que nunca tivera visto. Socava tudo dentro de mim sem piedade, mesmo eu pedindo para parar, gemendo de dor e prazer. Enquanto me comia ele ficava olhando o pau entrando e saindo como um foguete... \"voce esta sentindo te arregaçar, sua puta?\" e ele não parava de me comer e apertar os meus seios. Rodrigo olhou no fundo dos meus olhos me deu um tapa na cara e mandou que eu ficasse de bruços! logo fiquei com medo: \"comer meu cuzinho??\" ele falou que sim, e para eu nao reclamar. puxou os meus cabelos e me virou. Só senti ele abrindo bem a minha bundinha. Colocou um dedo e me deu muitos tapas \"nossa é apertadinho, mas vai ter que caber\". Então que ele foi colocando a cabeçona e eu quase rasguei os estofados do carro. Eu pedi para que ele parasse e foi em vão. Ele dizia para eu engolir a dor e sentir o pau. Senti então Rodrigo me comendo toda por dentro. Ele batia e apertava tanto a minha bundinha que ela ficou vermelhinha. \"Só vou acabar quando você gozar no mínimo 4 vezes, sou garoto de programa e não admito menos!\" logo vi de onde saíra tanto fôlego, era garoto de programa. Também com um pau daqueles!! Nessa altura o álcool já estava embaralhando minha cabeça, eu sentia o pau no meu cuzinho então não agüentei e foi minha primeira gozada que melou meu carro todo. Quando fui me ajeitando para sentar e descansar, ele me empurra denovo e diz \"te falei, 4 vezes!\" mal acabei de gozar e vi o pau denovo socando minha buceta toda melada. Fui fudida demais, aquele caralhão estava me arregaçando Desta vez enquanto comia minha buceta, colocava os dedos enormes no meu cuzinho. No final das contas, ele conseguiu o que queria: gozei maravilhosamente 4 vezes. Depois da minha ultima gozada, peguei o pau dele coloquei entre os meu seios e fiz uma espanhola bem gostosa que de tão grande que era o pau, eu conseguia chupa-lo ao mesmo tempo. Foi então que ele não se segurou e finamente esporrou deliciosamente!! Era tanto gozo que fiquei arrepiada de ver aquele mastro que não cessava de jorrar porra por todo meu corpo e rosto me deixando meladinha. Enfim, somando isso tudo, foi das 3:00h da manhã até 7:30 sem o pau dele descansar. Realmente ele tinha que ser garoto de programa. Pena que como todos os loverboys, foi meu só aquela noite.
.275. MINHA SECRETÁRIA DE 18 ANOS.Estou aqui para contar uma transa que aconteceu comigo a dois anos quando eu tinha 25 anos. Precisei contratar uma secretária para a minha empresa, e em setembro de 2001 acabei contratando uma menina chamada Sandra. Era seu primeiro emprego. Sandra é loirinha, 1.70m, corpo escultural, seios fartos, bundinha empinada e recém completado 18 aninhos. O único problema é que ela é casada desde os 16 anos, muito fiel, santinha e ingênua. Ela sempre permitia certas brincadeiras, mas minhas insinuações eram cortadas, e como tinha receio de arriscar algo mais ousado com medo de responder a um processo de assédio, ficava quieto no meu canto. Já fazia mais um de mês que ela estava trabalhando, mas ainda era estagiária. Ouvi, ela comentar com uma colega de trabalho que seu marido havia viajado e que ficaria fora por uma semana. Perto do final do expediente, pedi a ela que ficasse um pouco depois do horário, pois iria ensiná-la a usar o sistema da empresa. Ficamos sozinhos em minha sala, e após o treinamento conversamos sobre assuntos mais íntimos e ela começou a chorar. Disse que seu casamento ia mal, pois seu marido a traia com outras e quase não a procurava mais. Não entendi nada, pois a menina era supergostosa pousando de modelo para algumas agências. Abracei-a para tentar acalmá-la e acabamos nos beijando. Olhei para dentro do seu top e vi aqueles peitões saltando para fora. Numa rápida atitude, sem tempo para ela reagir, abaixei o top e cai de boca naqueles peitos branquinhos com o biquinho todo durinho. Ela ficou muito excitada, mas implorou que parasse porque era fiel ao marido e nunca havia dado para outro homem. É claro que não parei, e continuei a mamar suas tetas excitando-a ao máximo. Fiz com que ela sentasse em meu colo, e foi quando percebi algo que me deixou louco: ela estava sem calcinha. Algumas vezes ela costumava usar calça preta muito justa e evitava a calcinha para não deixar marca. Eu já desconfiava de que em algumas destas ocasiões ela não usava nada por baixo. Coloquei a mão dentro de sua calça enfiando os dedos dentro da sua boceta, que para minha surpresa estava toda molhadinha de tesão. Mais tarde descobriria que bastava chupar seus peitões para que sua calcinha ficasse toda lambuzada. Tirei sua calça e chupei sua bocetinha bem devagar. Seu gozo escorria pela perna, e eu tinha que fazer um puta sacrifício para não desperdiçar aquele líquido precioso. Sentei na minha cadeira de chefe, e ela de joelhos começou a chupar meu cacete. Lambia minhas bolas e meu saco com uma habilidade impressionante. Enquanto ela chupava ficava pensando que neste dia iria realizar uma de minhas fantasias sexuais: comer a secretária em minha mesa de trabalho e mais, nunca achei que seria com uma bocetinha de 18 anos e que eu seria depois do marido corno, o segundo macho da vida dela. Quando voltei de meus pensamentos, havia jorrado um jato de porra que ela fez questão de engolir. Deitei-a sobre a minha mesa, e em questão de segundos meu cacete levantou novamente. Enfiei meu cacetão bem devagarinho, e fiquei curtindo os seus gemidos, em como ela mordia seus lábios e em como suas mãos seguravam aqueles peitões que balançavam sem parar. Quando tentava atolar meu cacete percebia que seus gemidos aumentavam, pois sua bocetinha jovem era muito pequenina e pouco explorada. Continuei metendo em ritmo acelerado, enfiando até as bolas. Meu pau deslizava para dentro daquela grutinha toda molhadinha, pois a prova era que meu cacete saia todo lambuzado de tanto gozo e excitação. Depois ela se levantou e apoiou-se na mesa para que eu a penetrasse por trás. Aquela bundinha empinada me fez pensar em outros planos. Enquanto a fodia, segurava seus peitões aguardando pelo seu gozo seguido de um grito animal. Ela realmente estava muito carente pois gozava a todo instante. Quando rolamos no carpete ela resolveu tomar conta da situação, montando sobre mim. Ela cavalgava sem parar e com uma força que parecia esfolar o meu caralho. Nessa orgia , gozamos alucinadamente e ficamos um tempinho estirados no chão. O suor em nossos corpos indicava que 40 minutos de foda se haviam passado, porém eu queria mais. Comecei a masturbá-la e dividia meus dedos entre sua boceta e seu rabinho, porém ela acabou com a brincadeira alegando que nem seu marido tinha permissão para brincar com seu rabinho. Como sabia que seu marido havia viajado, convidei-a para conhecer meu apto e ela topou. No caminho ficamos falando sobre preferências sexuais e disse entre várias coisas que adorava bocetinha depilada e comer um cuzinho. Mas ela era muita santa e ingênua e ficou toda sem jeito de conversar sobre isso. Em meu apto. ela tomou um banho demorado enquanto eu abri uma champagne. Foi um banho demorado, e eu já de pau duro esperando-a. Quando ela apareceu na sala, deitei-a no sofá, puxei sua calça e seu top. Deixei-a peladinha em 8 segundos, mas qual não foi a surpresa quando vi que ela havia depilado sua bocetinha e que seus lábios rosados ficaram a amostra. Quanta surpresa escondia esta ninfeta. Ela disse que não gostava de raspar, mas que para um chefe gostoso como eu, iria abrir uma exceção. Chupei sua bocetinha durante muito muito tempo. Gozou em minha boca sempre aos gritos de tanto prazer. Ela abriu suas pernas convidando meu cacete a entrar em sua grutinha apertada. Fodia sempre com força dando estocadas e segurando firmes seus longos cabelos loiros dominando-a completamente. Quando gozou, não agüentei e esporrei em seus peitos até não poder mais. Sentei no sofá, enquanto bebia champagne, ela chupou meu caralho deixando-o duro logo após minha esporrada. Ela veio por cima de mim, sentou em meu cacete e começou a cavalgar comprimindo e obrigando meu pau a engolir sua boceta. Quando começou a rebolar senti que iria gozar novamente, pois sua forte cavalgada era alucinante. Controlei-me, pois queria curtir aquela posição por muito tempo. Ela subia e descia com força e velocidade e rebolava sem parar. O suor escorria pelo seu corpo e seus peitos balançavam de encontro com minha boca. Ficar chupando aqueles peitos enquanto ELA me fodia era inacreditável. Agarrei sua bunda e aumentei a cavalgada, pois queria vê-la gozar e logo seu corpo deu sinal. Ela parou a cavalgada e ficou paralisada por alguns segundos, enquanto gemia, se contorcia e urrava de prazer. Coloquei-a de quatro no sofá, agarrei sua cintura puxando com força em direção ao meu caralho, dando estocadas naquela bocetinha que ocultava meu pau entre sua bunda empinada. Nisso comecei a reparar naquele cuzinho piscando pra mim. Peguei um creme que havia escondido antes e fui lubrificando com meu dedo aquele rabinho ainda virgem. Após lubrifica-lo coloquei-a de frente, inclinada na borda do sofá para penetra-la com cuidado, porém ela resistiu. Perguntei se ela preferia guardar seu rabinho para o marido que a corneava, ou se ela deveria ser mais ousada e se entregar por inteiro a mim que a estava deixando louca de prazer. Num segundo, com as mãos ela afastou as nádegas o máximo que pode e deixei o caminho livre para meu cacete. Seu corpo amoleceu e meu pau foi entrando aos poucos e rasgando aquele rabinho. Ela mordia seus lábios e gemia, porém só eu poderia ver aquele cuzinho sendo arrombado pelo meu cacete. Comi durante um bom tempo e gozei dentro dele. Ela não acreditou que uma hora de foda havia se passado. Quando paramos para descansar, descobri que ela adorava cavalgar, pois assim dominava seu homem e sua bocetinha conseguia acolher todo o cacete. Depois da pausa ela resolveu fazer uma cavalgada especial. Montou em meu cacete e fodeu com toda a força e velocidade, enquanto eu chupava seus peitos alternando em goles de champagne. Depois ela me pediu ajuda, pois iria tentar algo novo. Cavalgar com meu cacete enterrado no seu cú. Enfiei meus dedos em seu rabinho abrindo a máximo possível. Ela foi sentando bem devagarinho. A cada centímetro ela gemia bem baixinho e suava frio. Quando seu rabo chegou quase até o talo do meu cacete, achei que ela iria desmaiar. Os movimentos iniciaram, e quanto mais seu cú ia se abrindo mais ela cavalgava. Ela agüentou firme durante muito tempo, até que não resisti e gozei dentre dele, com muita dificuldade, pois seu cuzinho espremia muito meu caralho. Ela passou a noite lá em casa, mas não dormimos pois fodemos o restante da noite. Ela queria recuperar o atrasado e eu não poderia desperdiçar a chance de comer uma bocetinha e um cuzinho de 18 aninhos. O saldo disso foi que no dia seguinte, eu estava de caralho esfolado e ela sempre de pernas abertas evitando se sentar. Fodemos a semana inteira, com ela se entregando mais a cada dia, até se transformar numa verdadeira putinha. Até ela se demitir em dezembro muitas orgias rolaram tão boas quanto essas.
.276. UM DEVASSO, UMA PUTA E UM CORNO.Tudo começou quando respondi um anuncio que uma mulher aqui de Belo Horizonte tinha feito em um jornal. Procurava garotos para ela e dizia que o marido nao importava. Iniciamos nosso contato pelo telefone e logo estavamos fazendo sexo virtual todas as noites. Nao podia ser diferente: nao resistimos e fomos logo nos conhecer. Chegando ao local marcado, uma boate gls, fui ao balcao, pedi uma bebida e fiquei aguardando. Tinhamos combinado de encontrar lá mais ou menos meia noite. Trocamos as caracteristicas e quando veio ela em minha direçao nao pude acreditar: Morena, alta, cabelos longos seios pontudos se mostrando pelo vestido fino. Junto com ela estava um senhor de meia idade mas que aparentava jovialidade. Me dirigi ao ponto no balcao que eles estavam e me identifiquei. Foi uma cena. Ela sorriu e disse que esta adorando. Me agarrou e tascou um beijo ali mesmo, na frente do maridao. Fiquei sem jeito mas ele apenas sorriu. Maiza, este era seu nome(ficticio)me chamou para a pista mas foi logo avisando para mim e para Paulo que nao ficariamos ali muito tempo. Enquanto dancavamos, ela dizia que adoravam este jogo e que queria ir para um motel logo. Nao me fiz de rogado. Saimos pela lateral e ela acenou para o cara e ele nos seguiu. Fomos para o estacionamento e ela ja comecou a me atacar. De resposta, coloquei um seio seu de fora do decote e a mandei caminhar para que os guardadores de carro pudessem ver. Ela enlouqueceu. Segurei sua mao e vi que ela tremia. Seu marido foi em direcao da porta do motorista e nos ficamos do lado oposto. Foi nesta hora que um menino moreno e franzino pediu alguns trocados por ter guardado o carro e ela disse: Dinheiro é com aquele corno ali, mas se vc quiser ver a buceta mais cheirosa de sua vida olhe ! Dizendo isso, levantou o vestido e pude ver esbabacado que ela nao usava calcinha. O menino deu um pulo para tras e eu para frente: - Está louca, ele é uma crianca !!! Ela respondeu: - Entao me levem daqui senao trepo com todos eles !!!!!! Neste momente eu estava conhecendo a fera que por muito tempo me faria delirar. Fomos ao primeiro motel que lembramos e chegando lá, ela impediu que Paulo entrasse no quarto e ele teve de se contentar com a promessa de que se ela se lembrasse, ligaria para o celular dele e o chamaria para dentro. Puxei-a pela mao e entramos logo. Esta mulher foi se desmanchando toda em carinhos e dizendo que eu pedisse o que desejasse que ela faria. Como eu ja estava excitado e esta parecia ser uma oportunidade que tanto sonhara, mandei ficar de roupas e me mostrar sua bunda. Ela se abaixou sem dobrar as pernas e levantou o vestido. Que rabo!!! Eu sabia que ela era meio masoquista e enfiei um dedo mesmo à seca naquele buraco convidativo. Ela so gemeu e repirou fundo. Comecei a rodar e chama-la dos piores nomes o que a fez delirar. Sua xota pingava em minhas maos e escorria por suas pernas. Fui baixando minha roupa e dei meu cacete para aquela vadia chupar. Olha, nunca vi ninguem chupar tao bem; nem mesmo garotas de programa, as profissionais. Ela engolia o pau, fazia ele tocar sua garganta para aquela ansia encher sua boca de saliva. Aí tirava o pau para fora e cuspia tudo na cabeça. Era aquela gosma quente escorrendo ate o saco. Ela descia a lingua e recolhia tudo de novo. Ficamos nesta delicia algum tempo e eu quis fode-la de novo com as maos. Deitei-a na cama de barriga para cima e comecei a estupra-la com os dedos e mao. Ela urrava e dizia adorar ser arregacada. Estava doendo mas nao era para parar. Penetrei seu cu tambem e movimentava com forca. Era maravilhoso ver aquela carnes molhadas se abrirem a medida que eu forcava mais e mais. Foi me dando um calor e subi sobre ela mantendo uma mao praticamente dentro do seu rabo alargado e com a outra, apertava os bicos de seu peito. Ela gritava que era ,muito bom ser uma cadela sem limites. Enfiei meu pau na sua boca e ela lambia ate sentir o saco no queixo. Com um puxao, virei seu corpo e a coloquei de quatro de bunda para cima. Ela implorava: - Mete nesta buça e neste cu arregacado, que sao seus agora, Vai meu amo, usa seu mais novo brinquedo. E eu nem pensei, tombei meu corpo e apanhei uma camisinha sobre o colchao e encapei minha vara. Sem dar tempo para nada, fui enfiando naquele cu escuro e macio. Era como eu gosto: grande, quente, apertado mas nao muito. Ia se abrindo a medida que eu empurrava. Tinha enfiado um pouco quando tirei de uma vez e atolei na xota. Ela deu um suspiro alto e gozou. Senti encostar la no fundo, no utero e quando passei a mao sobre seu grelo, senti que ate parte do meu saco estava entrando. Eu enlouquecia. Fazia movimentos violentos como se quisesse machuca-la mas eu queria mesmo é entrar todo nela. Quando estavamos comecando a cadenciar, tirei de uma vez e troquei de buraco, minha deusa alargou tudo e quando estava quase todo dentro senti meu cacete tocando algo. Eram suas fezes no caminho. Aquilo me deu um tesao tao grande que comecei a estocar fortemente, como se metesse em uma mulher inflavel (o que alias conto outro dia: como uma gata louca pode ser otima junto com uma boneca inflavel e outros brinquedos). Maiza so gemia e eu sentia que cada vez seu cú ficava mais curto. De repente senti que ela estava fazendo ali mesmo na cama. Abri suas pernas a vi seu cu expelindo sua merdinha. Nem pensei duas vezes: enfiei meu pau em sua buceta e gritava enquanto metia: - Vai minha escrava suja, limpa este cu para seu macho beber suco dentro dele. Voce vai cagar tudo e eu vou enfiar a mangueirinha do chuveiro em voce e quando tivermos limpado tudo, vou tomar suco de laranja dentro do seu rabo, de canudinho. Ela delirava e quando vi que ia gozar, tirei rapido a camisinha e agarrei aquela maravilha pelos cabelos e dei meu pau para ela mamar. Ela sugava minha porra de dentro dos meus testículos, sentia como se ela fosse uma vampira que sugava minhas forcas. Senti minhas vistas escurecerem e deixei meu corpo cair. Quando abri os olhos, algum tempo depois, vi Maiza debrucada sobre mim me lambendo. Recobrei as forcas e fomos para o banheiro fazer o que havia prometido. Tive medo da mangueirinha de chuveiro nao estar lá mas estava e coloquei-a de joelhos e introduzi naquele cu todo sujo. Lavei muito bem e sua bunda lisa e enorme que me pareceu mais linda ainda. Com os dedos fiz uma inspecao e vi que estava bem limpo. Voltamos para cama e quando percebi, alguem batia na porta. Ela foi olhar so vi quando ela trazia o marido de joelhos puxado pelos cabelos: - Este puto quer ver, que vc acha meu dono? Nao fiz objeçao e ele ficou num canto olhando e se masturbando. Pedi Coca Cola e Maiza me olhou com uma carinha desesperada. Talvez nao acreditasse que eu fosse fazer o que prometera. Implorou para usar sua buceta e nao seu cu, o que acabei cedendo. Quando as bebidas chegaram, chamei o corno para me ajudar abrir aquele buraco lindo, que eu tambem havia limpado com muita agua. Usando os dedos, fomos abrindo ate que se formou uma cavidade vermelha cheirando a sexo. Apanhei a garrafa e entornei o liquido gelado la dentro. Maiza nao dizia nada e so tremia de tesao. Quando sentiu o liquido frio em contato com suas carnes quentes, gozou escandalosamente. Apanhei um canudinho e bebi aquele liquido temperado por minha deusa morena. O marido nao acreditava que alguem pudesse usar sua esposinha daquele jeito. Enchi minha boca e fui ate ela dar um longo beijo, o que fui deliciosamente retribuido. Enquanto isso, o corninho bebia o resto da coca na esposa e lambia sua buceta. Depois deste dia, passei a ser o dono dela e ele escravo dela. Quando queriamos algo, ele providenciava logo. Trepamos num cinema erotico que temos aqui em BH com varios machos olhando aquele monumento me cavalgar. De outra vez, fomos ao estacionamento do Carrefour e fodemos muito. Quando algum vigia se movimentava em nossa direcao, fingiamos guardar pacotes. Ela delirava em ve-los enquanto eu afundava minha vara no seu cu macio. Hoje, minha gata esta no Canada com o marido e voltarao no fim do ano. Nos falamos pelo telefone e ambos admitem muita saudade. Na verdade, viramos amigos, o que torna o relacionamento muito mais tranquilo.
.277. A PROFESSORINHA ESTUPRADA!Sou uma professora da Universidade Federal do RS, tenho 36 anos, loira, um corpo muito bonito, sou muito vaidosa e malho demais para manter minha aparência sempre desejável e provocante aos olhares masculinos! Como estamos em férias, o movimento no campus é praticamente zero, mas nós professores não abandonamos por completo o serviço, e foi na semana passada, mais precisamente no dia 22.01.99, que eu estava em uma sala da faculdade preparando um material do MEC. Era sexta-feira, o prédio em que eu estava é um pouco afastado, quem conhece o campus da agronomia em Porto Alegre sabe como é a UFRGS. Uma colega de serviço saiu para buscar umas pizzas para comermos, e eu fiquei completamente sozinha no prédio compenetrada em minhas atividades. De repente ocorre um black-out, ficando o prédio totalmente na escuridão da noite, eram 22:15h. Fiquei um pouco assustada, sai da sala e caminhava em direção à saída buscando a claridade da Lua para esparar a luz voltar. Estava no terceiro andar, e enqunato caminhava pelo corredor fui brutalmente agarrada por tras, não consegui enxergar um palmo adiante, mas senti que era um homem alto, forte, que me tapou a boca e deu-me uma gravata que me deixou sem fôlego. - Fica quieta gostosa, sei que tua amiga saiu e estamos sozinhos no prédio, desliguei a chave geral e tranquei as portas de acesso do prédio, o vigilante foi fazer a ronda, portanto não tenho muito tempo para perder, facilite as coisas e não vou te machucar. Assustada apenas concordei balançando a cabeça. Ele afrouxou um pouco a gravata e foi me arrastando para dentro de uma sala. Ordenou que eu tirasse a roupa, pois não queria rasgá-la para minha amiga não perceber a violência. Fui me despindo, tentei argumentar mas ele deu-me um tapa no rosto. Fiquei nua, ele deslizava as mãos ásperas por meu corpo, eu permanecia encostada de costas na parede, em pé, e percebia ele ir despindo-se aos poucos, não estava tão afoito quanto tentou me fazer acreditar. Apertou meus seios delicadamente, brincou com meus mamilos e foi descendo por minha barriguinha... Comecei a arrepiar-me e a ter pequenos espasmos, o desgraçado estava me deixando excitada... Eu estava em pé, com as pernas unidas, ele segurou-me pelas coxas e foi afastando-as, desceu e arrastou a língua por meu sexo, mordeu a puxou com a boca meus pentelhos, lambeu meu clitóris e sugou meus sucos... beijava minha boceta deliciosamente... eu agarrei sua cabeça comecei a afagar seus cabelos, crespos, fui deslizando minhas mãos por sua face mas ele impediu-me, dizendo que eu estava tentando reconhecê-lo. Conduziu minhas mãos para seu peito, forte, todo peludo, e ali pediu que eu acariciasse. Continuou me chupando eu sem querer, e querendo, comecei instintivamente a mexer os quadris, o tarado sabia chupar uma boceta... Foi acelerando os movimentos com sua boca, percebia que eu estava muito excitada, e culminei em um gozo monumental, como há anos eu não tinha! Fiquei meio desfalecida, minhas pernas cambalearam, o homem pegou-me carinhosamente no colo, deu-me um beijo delicioso na boca, beijou minha face, mordiscou minhas orelhas, chupou meu pescoço, sugou meus seios com força, eu estava delirando com tudo aquilo... Foi se abaixando, eu ainda em seu colo, e deitou-me no chão... Pegou seu pênis, somente naquele instante pude sentir suas dimensões, era enorme, grande, grosso, e tinha uma forma perfeita, parecia moldado a mão, pulsava fortemente, o estuprador foi esfregando aquele músculo em minhas pernas, coxas, barriga, ventre, masturbou-me esfregando o cacetão em minha boceta, não me penetrou, e continuou subindo esfregando aquele colosso por meu corpinho... até chegar em meu rosto, dava-me "tapas" com aquele cacete em minha cara, esfregava ele em minha boquinha, eu tentava segurá-lo com meus lábios, ele não deixava, percebendo que eu o queria chupar disse: - A professorinha é mesmo uma vadia! Quer chupar meu pau? Então pede, que eu quero escutar a intelectual implorando para um pobretão... pede, diz que minha puta quer lamber meu saco... fala vagabunda! Não resisti, comecei a me masturbar, e entre soluços pedi como uma puta para que ele deixasse eu chupar seu pau, disse que queria muito dar prazer ao meu macho, que queria chupar até ele gozar na minha boquinha... o tarado enfiou o cacetão em minha boca, sufocou-me, agarrou minha cabeça e começou a fuder minha boca... eu estava adorando aquela sodomia... Depois de alguns instantes ele parou e disse: - Agora é contigo! Faz do jeito que você sabe, eu não vou me mexer, quero ver se você consegue fazer eu gozar na tua boca sem que eu faça algo... é tudo com você, chupa piranha!!!! Gostosa... caprichei no boquete, lambi, chupei, o pau e as bolas dele, babei mesmo... comecei a bater uma punheta para ele, nossa, eu coloquei minhas duas mãos no caralho e ainda sobrou um pedacinho de carne, ele era imenso, como eu sempre sonhara... Fiquei na gulosa por uns quinze minuto, sem parar, quando ele aos berros jorrou seu leite na minha boca, seios, rosto, cabelos, me deixando toda lambuzada... Eu nunca tinha visto tanto esperma em minha vida!!! Após gozar ele me conduziu até o banheiro, ele conhecia muito bem o prédio do campus... Lavou-se e depois mandou que eu me lavasse. Com a pequena claridade do luar consegui ver um pouco sua silhueta, mas não cheguei a reconhecer... Após nos lavarmos ele investiu novamente em meu peitos, desta vez parecia esfomeado, dava chupões que estalavam, meus bicos estavam mais que enrijecidos e ele enfiou seu dedos em minha boceta... eu estava desesperada para ser penetrada, mas ele apenas colocou dois dedos dentro de mim... O movimento de entra e sai de seus dedos acabou por levar-me a mais um orgasmo, ele ria, ria bastante a cada gozo meu... eu o chamava de ordinário, tarado, estuprador, ele deliciava-se com tudo isso, e pedia para que eu o xingasse ainda mais... Caiu novamente de boca em minha xaninha, chupou com vontade, enfiou dois dedos em minha bundinha, e tive o gozo mais forte até então... Foi quando ele se levantou, eu permanecia atirada no chão do banheiro. Percebi que ele tinha um frasco contendo um líquido, não vi oque era, apenas percebi que ele molhou um lenço naquele líquido, senti o cheiro, amônia... deitou-se segurou minha cabeça e com violência fez com que eu cheirasse o pano profundamente... foi quando desmaiei. Fiquei entorpecida, não totalmente desmaiada, mas sem forças, totalmente sem forças... Ele me manipulava sem fazer esforço algum, levou-me para a sala de reuniões e jogou-me sobre a imensa mesa central... Ergue minhas pernas à altura de seus ombros, ele permanecia em pé, e com uma violenta estocada penetrou minha boceta... Senti dor, mas uma dor que me deu um prazer tão grande que em poucos movimentos daquele pênis enorme dentro de mim, eu gozava novamente... Senti-me uma verdadeira puta, drogada e transando com um cliente estranho... Eu não conseguia falar nada, balbuciava, babava, meus olhos reviravam de um lado a outro, eu apenas gemia, baixinho, mas tudo aquilo estava me dando um prazer que até então eu não conhecia... estava divino, delicioso, aquele cacete enorme me rasgando, ele me penetrava com força, com raiva até... - Tá gostando puta? Isso é par ti nunca mais sair por aí provocando os homens na faculdade... Todos os vigilantes batem punhetas pensando em ti, todos eles ficam te espiando pelas janelas quando tu fica sozinha aqui no prédio. Você nem percebe, se acha muito gostosa e considera os vigilantes inferiores a ti, passa por todos e nem diz boa noite... agora tu vai aprender sua vaca!!!! Ele falava tudo isso e me comia com uma força descomunal, me arregaçando completamente... Ele era maravilhoso, sabia muito bem segurar o gozo, e me comeu por infinitos minutos... parecia que nunca iria ejacular dentro de mim, eu consegui pronunciar entre gemidos e sussurros: - Goza. Goza que eu quero sentir tua porra queimando minha vagina, goza filho da puta!!!! Quando falei isso ele pareceu ficar mais possuído ainda, me deu um tapão no rosto, tirou-me de cima da mesa a jogou-me no chão, atolou o pau em minha boceta, eu arreganhei as pernas o máximo que pude, foi quando ele virou-me de quatro, enfiou seus dedos em minha boceta e com meus líquidos lubrificou meu cuzinho... Eu nunca havia tido uma penetração anal, aquilo me assustou, ainda mais com o pauzão que ele tinha, mas a idéia de ser enrabada foi me deixando ainda mais excitada, eu estava irreconhecível... Ele ainda cuspiu no meu cú, e foi atolando o pau no meu rabo... Naquele instante o torpor passou rapidamente, voltei à realidade e tentei fugir, ele deu-me uma gravata, sufocou-me, puxou meus cabelos e atolou com tudo o cacete no meu cú... Eu não conseguia nem mesmo gritar, o fôlego me faltava, mas consegui sussurrar para ele escutar: - Que delícia... Ele me largou e começou o vai e vem rapidamente, com força, mas eu estava tendo prazer... Comeu como eu sempre quiz ser comida, e gozou aos berros dentro de meu cuzinho... Gozou e continuou por mais uns cinco minutos me comendo, até o pênis amolecer... Tirou o pau, novamente deu o pano com amônia para eu cheirar e saiu nem vi para que lado... Permaneci ali, deitada, desfalecida, porém satisfeita... jamais imaginei que pudesse sentir tanto prazer sendo violentada... Eu que sempre abominei esse tipo de atitude por parte dos homens. Claro, que há situações em que eles exageram, matam, espancam, violentam crianças, aí sim, merecem a pena de morte, mas comigo foi diferente, muito diferente!!!! Fiquei sem saber quem foi, mas tinha uma certeza: Foi um dos vigilantes da faculdade. Não sei qual, pois tentei em vão reconhecer durante os dias que se seguiram, mas todos são parecidos... À noite, fico excitada ao lembrar do que ele me falou, que eles ficam me olhando pelas janelas, batendo punhetas pensando em mim... Comecei a provocar eles, já percebi três diferentes me olhando outro dia, vieram um por vez... percebi que eles se masturbavam enquanto eu estava na sala, e de propósito eu virava-me de costas para eles, abaixava e deixava minha calcinha aparecer, escutei até quando um colou o rosto no vidro da janela para ver melhor... Quem sabe, aquele que teve coragem para vir me agarrar, venha novamente... Quem sabe????
.278. MINHA VIZINHA BÊBADA!Era um sábado à noite em Salvador, tava curtindo uma garrafa de vinho barato na varanda de minha casa vazia... 2 horas e 2 garrafas de vinho depois, isso já pelas 03:30 da madrugada, eu vejo surgir no final da rua uma silhueta feminina rebolando sensualmente com uma bolsa na mão... cabelos soltos na altura dos ombros, negros como a noite que a envolvia, usava uma micro-saia de couro marron, e uma blusa com cadarso na frente como se fosse um corpete daqueles dos tempos da vovó que teimavam em sufocar um par de seios loucos pra pular pra fora, porém não escondia uma barriga perfeita com pelinhos que segundo minha imaginação desciam até onde mora o tezão. A medida que ela se aproximava, eu ia notando mais detalhes, pele morena, coxas grossas, alta, 1,75m no mínimo, quadris largos o que denunciavam uma bunda empinada e nada pequena. Percebi lindos olhos verdes, e pra minha surpresa eu conhecia aquela escultura viva!! Era minha doce e casada vizinha! No dia anterior eu escutei de casa a briga dela com seu marido que culminou com a saída dele de casa, mas o que teria acontecido de tão grave pra que aquela mulher tão respeitável estivesse literalmente vestida como uma prostituta, e cheirando a álcool como naquele momento? Bom, isso ela mesmo me respondeu com uma voz balbuciante de quem já havia tomado umas 8 doses de wisky: - Marcos, aquele desgraçado disse pra mim que eu não desperto interesse nos homens... ao que respondi: - Isso passa, foi só uma briga de casal... - só uma briga? Então vc vai querer me convencer que isso é motivo pra que ele me deixe sem sexo por 3 meses ? Quando houvi isso, meu sangue gelou... aquilo soou nos meus ouvidos como um convite pra uma noite de sexo, já reparava aquela minha vizinha a algum tempo, mas nunca havia visto ela usando roupas tão reveladoras, nesse momento ela já estava dentro da varanda da minha casa, de frente pra mim, encostada com um pé na parede, eu tava sentado na escada e aquela posição dela revelava suas coxas com pelos loirinhos, e de tão pequenina a saia quase me dava uma visão de sua calcinha, nesse momento,meu pau estava duro e podia sentir minha cueca começando a se melar... A partir daí pensei: porque não tirar proveito daquela situação, uma vez que ela se mostrava louca pra extravazar o tesão que a enchia e eu pra realizar meu grande fetiche por mulheres casadas, e de quebra, me vingar da minha namorada que havia brigado comigo sem um bom motivo. Resolvi pôr meu plano em prática... fiz com que ela se acomodasse ao meu lado na escada e ofereci vinho pra ela, bêbada como ela estava, foi fácil deixa-la bem a vontade e passou a se abrir, rir e contar mais da sua vida... tratei de dirigir logo o papo pro lado do sexo e ela deixou claro que desde que casou, vivia de papai-e-mamãe com seu marido, mais surpreso ainda fiquei quando ela me confidenciou que seu marido a chamou de puta quando ela tentou fazer sexo oral nele, e que daquele dia em diante ela não sabia o que era o gosto de uma pica na boca, e tava muito infeliz, pq ela adorava sexo e sexo oral pra ela é o que mais a excita!! Fiquei louco com aquilo tudo, já que adoro sexo oral tanto quanto ela, tratei de deixa-la a par disso... ela rindo muito, me olhou de cima a baixo e me falou com a voz mais sensual que já ouvi: - isso é um convite?, já não agüentando mais aquela situação respondi: -não, isso é uma ordem! Então ela me olhou fundo nos olhos, largou o copo que segurava e passou a acariciar e apertar meu pau por cima da bermuda, fechei os olhos e respirei fundo, enquanto ela falava que queria me ver todo nu pra saber o quanto eu era gostoso (palavras dela... efeito do álcool hehehe!) Levantei e tirei a camisa, sou moreno claro, tenho 1,83m de altura, peso 82kg, tenho cabelos e olhos castanhos, frequento academia, por isso tenho um corpo forte, tenho 26 anos e ela me revelou que tava fazendo 29 naquela noite, meu pau mede uns 18cm, eu acho, nada descomunal como os de alguns contos que li nesse site, mas é bem grosso, minha namorada vive reclamando disso! Sugeri que fossemos pra dentro de casa e ela aceitou entrando na frente... tranquei a casa, me certificando que ninguém havia nos visto entrar, ela sentou no sofá, e me puxou pra ficar em pé de frente pra ela... abriu minha bermuda, abaixou até o pé, e ficou apertando meu pau e falando coisas que só ela entendia... meu tezão era tamanho que a cabeça do meu pau tava saindo da cueca por cima, ela ficou passando o polegar na abertura e espalhando o melado que escorria dele, e perguntou com voz de menina dengosa: - Marcos, deixa eu matar meu desejo? Quero muito esse pau na minha boca!! Não respondi, apenas segurei sua cabeça e tentei meter em sua boca, ela não deixou, primeiro tirou minha cueca, me deixando todo nu, surgiu um pau duro e melado na frente dela, ficando a poucos centímetros dos seu rosto, em seguida ela passou a lamber minhas coxas de baixo pra cima metendo a lingua entre minhas verilhas até que colocou minhas bolas na boca... nossa!! Que delícia!! O calor daquela boquinha pequena e molhada engolindo meu saco quase me fez gozar, meu pau pulsava e meus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem como se já fudesse sua buceta. Ficou assim um bom tempo, e depois seguiu lambendo do saco até a cabecinha, engolindo por completo, chupou, chupou, chupou e tirou da boca deixando um fio de baba da ponta de sua língua até a cabeça do pau, e falando que tava louca de saudades daquele gostinho segundo ela: (gosto de macho) que a enlouquecia nos seus sonhos eróticos. Segurei sua cabeça e passei a bombar e fuder sua boca feito louco, ela segurou o pau com uma mão e sugar com muita força! Me sentia metendo numa buceta virgem tamanha era a pressão q meu apu sofria daquela boca gulosa... 2 minutos nesse movimento e um jato de porra grossa enchia sua boca, eu tava gozando! Meus olhos reviraram, minhas pernas enrrigeceram, tentei tirar meu pau de dentro pra gozar o que faltava no seu rosto, mas pra minha surpresa, ela fez algo que nenhuma outra mulher fez antes: ela engoliu meu pau até o talo fez ele sumir todinho dentro da boca encostando os lábios nos meus pelos pubianos, sentia a cabeça do pau descer e encostar na sua garganta, segurou minha bunda com as duas mãos não permitindo tirar meu pau de dentro de sua boca!! Sinceramente, eu nunca gozei como naquele momento e talvez jamais volte a gozar de novo!! Cheguei a gritar de tanto tesão, e meus movimentos de estocadas fortes foram diminuindo, diminuindo, e quando parei, ela foi tirando o pau de dentro da boca e lambendo como se quisesse prosseguir uma nova chupada, caí deitado no sofá com as pernas duras quase dando câimbras, e ela rindo me disse: - Você acha que depois de tanto desejar um pau na boca, eu perderia um leitinho tão gostoso? Gargalhou, bêbada, e me pediu cerveja, prontamente trouxe as cervejas e depois de uns 25minutos já tínhamos tomado quatro latas cada um e eu fui ao banheiro, quando voltei ela tava dormindo deitada no sofá, sua saia havia subido revelando um volume enorme embaixo da bela calcinha rendada, dourada e de lacinho que ela usava , meu pau voltou a ficar duro, me aproximei e aquele cheiro de cerveja que exala dela me deixou muito mais louco, passei a acariciar sua xota por cima da calcinha e vi que aquele volume todo era de uma buceta carnuda de pelos ralos, lisinhos e bem aparados, com lábios grandes e pela calcinha encharcada pude comprovar o tezao q ela sentiu quando me chupava... me coloquei sobre ela e passei a desamarrar o cadarso de sua blusa, até ver surgir um belo par de seios com marcas de biquine branquinhas contrastando com sua pele morena , os bicos eram lindos e tavam durinhos como facas afiadas, não resisti e resolvi chupar ! chupei, chupei, chupei muito, e vi os bicos duros cada vez mais duros... livrei seu corpo totalmente da blusa e desci chupando tudo no caminha da xotinha até chegar no umbigo, me concentrei ali, metendo a língua e fazendo movimentos circulares, esperando q ela acordasse e compartilhasse do tezao que era só meu! Mas o único sinal de vida que ela me mandava eram arrepios pelo corpo... Resolvi descer até a xaninha alagada dela, levantei mais sua saia e passei a morder e lamber sua buceta por cima da calcinha, aquele cheirinho de buceta melada me enloquece, puxei a calcinha de lado e um fio de baba da buceta foi junto com a calcinha... louco de tesão, caí de boca e chupei e lambi o quanto pude... pentrava minha língua fundo na xota e sentia as contrações na minha língua, e o gosto delicioso daquela bucetinha apertadinha... chupava os lábios da buceta com força e sentia o clitóris enrrigecer-se na minha boca, nesse momento o corpo dela se contorcia e ela erguia os quadris como se quisesse ser penetrada pela língua... com o pau já muito duro , resolvi ir mais mundo naquela delicia que tava babando de tesão!, dormindo como estava, aquele mulherão tava muito pesado... me ajeitei no sofá, pus suas pernas nos meus ombros e vi meu pau se enterrando e sumindo naquela buceta ... o barulho de melado que fazia me deixava pirado, tava adorando fuder aquela mulher maravilhosa enquanto ela dormia!! Dava um ar de estupro, já não queria que ela acordasse, passei a bombar com grande velocidade, como um cachorro quando trepa numa cadela... o suor escorria, seus seios balançavam, o barulhinho de melado, eu chegava a tirar e botar o pau inteirinho dentro dela, metia com muita vontade e até com uma certa violência... aí ouvi ela sussurrar baixinho: - to gozandoooooo! Vi seu corpo se arrepiar e sua buceta contrair com força meu pau, o tesão era imenso pra eu parar naquele momento! GOZEI!!! Gozei muito, e com muita força!! Gozei vendo ela morder os lábios e chupar a propria língua!! Gozei em espasmos fortes, longos, gozei tudo dentro dela!! Bem no fundo daquela xota! Meus quadris prosseguiam bombando inconscientes depois de tanto gozo, a cebeça da pica doía... eu caí sobre ela exausto e molhado de suor, sentir seus braços me enlaçando e seus bicos dos peitos ainda duros contra os meus... Adormecemos assim... No domingo pela manhã fui despertado por ela (Ana) repetindo a chupada que ela havia feito horas atrás. Aí tive a certeza que apesar de ela estar bêbada, estava muito consciente do que fizera!! Desejei pra ela um bom dia, mas ela me interrompeu dizendo: - cala a boca! , o único som que quero ouvir de sua boca são seus gemidos!! Nossa ! que tesão me bateu!! Dessa vez eu não me deixou gozar!! Tirou o resto da roupa, e ficou ajoelhada no sofá com o rosto pra parede e a bunda bem empinada, e me puxou pra me posicionar atrás dela, quando tava posicionando pra enterrar de novo naquela xota, pra minha surpresa, ela pegou meu pau começou a pincelar o buraquinho do cu! Imaginei: ora!! Se o marido não deixava ela nem chupar um pau, seguramente aquele cuzinho nunca tinha vista uma pica! Voltei com força a enterrar na xota, fazendo ela e conseqüentemente me melar junto, baixei e chupei com tesão aquele cuzinho, tentava penetra-lo com a língua, mas era muito apertado pra isso... levantei e atendi seus pedidos pra que eu fizesse dela mulher. Comecei a forçar mas a cabeça grande do meu pau dificultava, aí falei pra ela parar de tentar sugar meu pau com o cu e fazer o contrario, tentar expelir!! Ai sim senti a cabeça enterrando dilatando aquele cu... o corpo dela tremia e ela me xingava de desgraçado e que eu tava rasgando ela em duas bandas... Mas finalmente e pau entro até a metade e comecei a movimentar num vai e vem e cada vez mais lubrificado, a dor que ela e que também eu sentíamos passou a ser prazer, só prazer!! Segurei seus peitinhos e passei a bombar com força e rapidez e ela pedindo pra q eu gozasse q ela não tava agüentando de dor!! Via sangue no meu pau e resolvi parar!! Ela se voltou pra mim e disse: - se vc parar agora eu mato vc!! Me fode porra!! Rasga meu cuzinhooooooo!!! Ouvindo isso, eu enterrei o Maximo quepude e comecei a gozar com estocadas fortes, gozei muito!! Ficamos grudados como cachorros depois da trepada..., algum tempo depois fui tirando o pau de dentro e vi escorrer porra e sangue entre suas pernas... eu sentei no sofá e ela entre minhas pernas... ficamos abraçados um tempo... com versamos um pouco e depois fomos tomar banho... Depois que ela se vestiu, veio até mim pra se despedir e só aí ela veio e me beijou!! Saiu em seguida, a rua tava deserta, fiquei na varanda olhando ela entrar em casa, e nesse momento percebi feliz da vida que não havia sido só mais uma trepada, eu havia ganho uma amante!!
.279. O CUZINHO DA MULHER DO CIUMENTO.Eu trabalhava com a Marina, mulher de 28 anos, muito simpática e muito gostosa. Seu corpo era mesmo um colírio, principalmente quando vinha de calças compridas mais justas, ou saias justas e expunha suas belas formas... Casada, muito dedicada a família e ao marido... Trabalhávamos numa empresa de materiais eletrônicos, ela era encarregada de um setor de produção e eu da administração... Tudo começou quando fizemos juntos um curso, dentro da própria empresa. Passamos a ficar perto, a conversar mais e acabamos nos tornando amigos. Na hora de café, de almoço, eu e Marina estávamos sempre falando de assuntos da empresa ou outras coisas. Nossa amizade fortaleceu-se quando ela se transferiu em promoção para o andar do escritório, e por sorte veio provisoriamente para minha sala, que tinha eu, dois mensageiros e duas auxiliares. Sua mesa ficaria ao lado da minha, o que de certo modo, nas horas de maior folga, fazia com que nossas conversas se estendessem pelo dia todo. Dos assuntos de trabalho, passamos aos assuntos de família, filhos, mulher, marido e essas coisas. Marina tinha um olhar as vezes deprimido, as vezes alegre, ela tinha um rosto firme, semblante forte e um sorriso de garotinha, muito bonito por sinal. Eu já com 47 anos, tinha minha vida familiar definida, porém... Sempre tem porém... No meu casamento faltava mais embalo, mais coisas novas e isso não acontecia mais. Marina então passava a falar mais do seu marido e suas atitudes com os filhos ainda pequenos e sua rigidez com ela. Ele a controlava em todos os sentidos, até pra ir na mãe ele a levava, esperava e assim em todos os lugares. Quando nossa conversa foi ficando mais intima ela disse que ele examinava inclusive sua roupa, roupa intima e as vezes sua bucetinha. - Como? - perguntei... Ela disse: - Quando saio do banheiro após um banho, ele examina toda minha roupa, inclusive a calcinha e se algo estiver estranho, ele vem com aquela de querer brincar e põe um dedinho na buceta, pra ver se ainda tem alguma coisa, se caso eu o traísse. Eu nunca trai ele e nem tenho coragem... Nesse mesmo assunto e falando em sexo, ela dizia que ele a procurava quase todos os dias e quando não o fazia, dava um jeito de cheirar a bucetinha dela ou examinar a calcinha. Sempre antes de meter nela ele mexia na bucetinha dela com os dedos, como se estivesse mesmo examinando, colocava o pinto devagarinho pra ver se estava dilatado, molhado, essas coisas... Marina aos poucos se abrindo me confessou que nos últimos meses já não sentia mais nada com ele, já era difícil lhe abrir as pernas e fingir que gozava. Depois ia pro banheiro se masturbar. Aí o melhor da conversa... Ela dizia que uma vez brincando com ele, pediu pra ele colocar na bundinha, ele se afastou dizendo que jamais faria isso com a mulher dele, que isso não era correto, não era sadio e falou um monte de besteiras. Nunca mais depois desse dia, ela tentou fazer isso com ele... Na sequência eu perguntei: - Você já fez alguma vez. Ela respondeu: - Sim, umas duas vezes quando ainda menina, com um primo e gostei, mas depois nunca mais fiz. Meia tímida ela me perguntou: - Você gosta? Respondi: - É a coisa que mais quero que minha mulher me dê, mas, infelizmente por causa de religião e essas coisas, nunca fizemos. Tentei uma vez e nunca mais ela deixou, dizendo que aquilo não era certo. Nossa conversa amarrou nesse assunto e continuou no dia seguinte, quando ela disse: - Puxa!!! Essa noite foi daquelas... Meu marido veio por cima, gozou, virou de lado e dormiu, nem viu se eu tinha gozado ou não... Com o tom da conversa Marina, percebeu meu estado de excitação e eu o dela, ficava corada, e os biquinhos dos peitinhos apontavam pra lua. Aí resolvi provocá-la e dizia: - Meu amor, então dá o rabinho pra mim, vou te colocar nas nuvens!!! Ele nunca vai saber de nada, e você realiza seu desejo e eu o meu, porque olha, já ando em ponto de bala com você e nossa historia.... Ela riu abaixou a cabeça me chamando de louco, maluco... Etc... Cada vez que ela levantava eu secava a bunda dela, de propósito pra ela me ver olhando e ela também já fazia questão de se exibir um pouco mais. - Marina me dê esse tesouro!!! - Eu já mesmo em tom de brincadeira implorava assim por aquilo, e realmente já fantasiava comer aquela bunda... Uns dois dias depois, eu ainda assediava seu rabo de manhã, quando ela me chamou de lado e falou: - Eu pensei muito sobre isso e passei a me tocar sempre todas as noites imaginando isso com você e decidi atender o seu pedido, mas olha, tem que ser muito bem planejado e bem feito, se meu marido me pegar ele me mata e mata você também. Outra condição, na bucetinha jamais... Ok? Eu concordei e precisava agora achar um jeito de ficar sozinho com ela. Seu marido saía cedo e voltava a noite, entre 18:30 e 19:00hs então combinamos assim quando ela chegasse, iria puxar o fio do telefone na entrada fazendo ficar sem linha, seria tarde quando descobrisse e no outro dia chamaria um técnico e adivinhem quem seria. Técnico??? Claro! Eu... Ela fez tudo direitinho, desligou, seu marido chegou ela esperou até tarde pra ligar e quando pegou o telefone, não estava funcionando, sem linha. Então ela combinou de chamar e a pessoa viesse a tarde, ele concordou e disse que não poderia, pra pedir pra mãe dela vir ou então ela, saísse do trabalho e acompanhasse o técnico pois deveria ser coisa rápida. Tudo feito, combinado. Eu em êxtase profundo, pedi uma licença pra sair mais cedo e ela faltaria pra cuidar disso e voltaria para o trabalho. Tremendo cheguei à casa dela, com uniforme e capacete pra não ser reconhecido e bati palma, chamei, ela respondeu, pra vizinha ouvir, perguntou de onde era eu falei da empresa tal para ver o telefone etc... Ela veio sorridente e abriu o portão, entramos com todo o protocolo, eu na frente, ela atrás, e fomos diretos pra sala. Ela deixou as portas e janelas abertas pra não causar desconfiança nas vizinhas que eram muito amigas do seu marido. Havia um lugar próximo do barzinho, onde ficava também um telefone, que não daria pra ninguém ver nada. Em dois minutos arrumei o telefone, ele iria ligar pra ela ou ela ligaria pra ele. Nos agarramos de pé próximo do barzinho, a cena e o medo da surpresa nos deixavam mais excitados abracei-a com muito tesão e ela a mim nos beijamos acariciei todo seu corpo, abri sua blusa e pus seus peitinhos maravilhosos pra fora e chupei os dois, com um tesão de maluco, já imaginando o que viria ainda pela frente. Ela totalmente entregue e nos carinhos que eu fazia ela gemia muito baixinho e gostoso. Abri seu cinto, baixei sua calça até o joelho e a visão foi a mais linda que vi nos últimos tempos, uma calcinha molhadinha o volume da sua bucetinha expondo seu tesão, seu grelinho despontava pelo pano da calcinha abaixei até o joelho também e não resisti abocanhei sua buceta com um desejo extremo e uma volúpia alucinante. Fiz ela gemer quando abri bem minha boca tocando seu grelinho com a língua, subindo e descendo e já acariciando sua bunda fiz ela gozar em minha boca, foi a coisa mais gostosa que bebi até hoje, suas contrações eram deliciosamente doces, não sei como relatar isso, mas o liquido do prazer dela era algo muito saboroso, bebi como se fosse a ultima gota num deserto, ela não deixava enfiar nada dentro só a língua, nem o dedo. Tirei o resto da sua roupa, a virei de costas e o que era por fora era mais lindo por dentro, aquela visão me fazia parar para admirar a forma daquela bunda e brincando já com ela, seu reguinho, cheguei no seu cuzinho, confesso já estava molhado também estranho aquilo mas ele estava molhadinho também. Pra facilitar meu trabalho, ela se ajoelhou e ficou de quatro apoiada num banquinho do barzinho. Sua bunda arrebitada pra mim, me pedindo socorro era a visão do paraíso. Lambi, chupei aquele cuzinho como nunca fiz em mulher alguma, enfiava um dedo, as vezes dois e ia dilatando-o aos poucos pra relaxar enquanto ela gemia e já pedia pra colocar logo e eu ainda brincava ainda mais com ele e a levei a loucura quando lhe dava umas mordidinhas na beiradinha do seu cuzinho ou então mordia ele por inteiro de leve, não sei mas acho que o calor da boca, a língua e as mordidinhas deviam causar a ela uma sensação maravilhosa, porque ela gozou de novo. Passei um óleo próprio, sem cheiro e apontei meu pau praquele cuzinho. A sensação e a vista maravilhosa do meu pau naquele cu, era fantástica. Encaixei a cabeça, não queria fazer doer nadinha, apertava um pouco e voltava seu cuzinho aos poucos ia se dilatando, até que a cabecinha do meu pau se alojou no anel todinho e ficando lá dentro. Ela ainda contraía, o que dificultava, mas com paciência eu deixava e forçava devagar, pedindo a ela que se soltasse pra facilitar, ela conseguiu e aí fui colocando um pouquinho de cada vez, tirava, massageava seu cuzinho, ela já procurava pra deixar lá dentro de novo eu enfiava e tirava e o anel já não se fechava muito rápido. ela estava gemendo e adorando coloquei mais um pouco até mais da metade e o deixei ali dentro só brincando, de entrar e sair e fui indo até bater meu saco no corpo dela e amassar minhas bolas. Tinha enfiado tudo dentro daquele cuzinho. Fiquei parado e passei a mexer aos poucos, ela disse não doer nada, apenas ardia um pouquinho mas estava delicioso. Puxei e enfiei varias vezes, entrando e saindo daquela bunda fenomenal e já estocando ela com mais força anunciei meu gozo e ela acelerou uma masturbação e gozamos juntos eu jorrei muito liquido dentro dela, ela adorou e me segurou lá dentro não deixando eu sair daquela posição. Queria que meu pau saísse sozinho. Nesse momento o telefone tocou, era seu marido ela me fez sinal de psiu. e atendeu... - Oi amor... Tudo bem... Já arrumou sim só estava limpando aqui e já vou pro serviço de lá eu te ligo, tá??? - ele falava mais alguma coisa com ela e ela com meu pau dentro do seu cuzinho, falando com o seu marido, foi uma cena que jamais vou esquecer na vida. Mesmo ainda falando com ele, ela me puxava e me enterrava ainda mais dentro dela aquilo me deixou muito acelerado eu não podia nem tossir, mas em minutos, sem tirar meu pau de dentro dela fui ficando excitado de novo e o volume aumentando lá dentro sentia seu cuzinho muito quente e fui mexendo. Aí ela puxou mais assunto com ele e eu fiquei mais tesudo ainda. Ela fazia pra ele umas perguntas, que exigiam respostas mais longas, enquanto eu, já com meu pau ardendo, recomecei a foder seu cu, com mais rapidez e em silêncio total eu fodia aquela bunda enquanto ela falava com o marido. Era sensacional, antes que ela desligasse, eu a puxei, ela gemeu e gozei de novo lá dentro. Ele deve ter perguntado algo, ela disse ter batido o braço no barzinho e sim amor não amor... Gozei como nunca. Tirei meu pau, todinho dolorido, sua bundinha abertinha, seu cuzinho arregalado fui me lavar e ela desligou e veio logo em seguida. Nos lavamos e voltamos para o trabalho. Pra não dar bandeira, voltei quase no final do expediente e ninguém percebeu nada. No outro dia, ela me contou que ele a tinha cheirado mais que o normal ela até se preocupou, ela disse: - Anjo se me quiser tudo bem, é que amanhã vou ao medico porque estou com meu intestino preso, e hoje quando fui ao banheiro chegou a me machucar por trás. Ele reconfirmou que deveria mesmo ir a um medico mas não se contentando colocou ainda um dedinho na bucetinha dela ela que se fazia com tesão e disse que se ele quisesse que não demorasse, por que ela não estava muito bem e queria tomar banho e essas coisas. Ele a deixou de lado depois na cama a fodeu caiu para o lado e dormiu. Eu e Marina passamos a ter um caso anal ela nunca me deu a buceta, em contra partida seu rabo era só meu. Fodemos ainda quase um ano, e depois eu saí da firma ela também e se mudou, e não nos vimos mais. Eu lamento e sinto muito, porque adorava aquela bunda e ela dizia que era só minha. Espero que ela volte um dia porque morro de saudades dela e da bundinha dela...
.280. ROLETA RUSSA - A SECRETÁRIA E O ADVOGADO.Meu nome é Patrícia e eu trabalho como secretária em um escritório grande de advocacia em Porto Alegre. Tenho pele clara, cabelos castanhos, um corpo tipo violão e sei que muitos homens me acham gostosa. Tenho 29 anos, sou casada à 5 anos com meu marido que amo, mas que não sabe nada disso.... e espero que nunca venha a saber, pois apesar dessa história ser extremamente excitante seria uma bomba na vida dele... Sempre recebi cantadas diretas e indiretas de muita gente, inclusive meu próprio chefe, mas nunca dei bola. Um dia eu tive que ficar até mais tarde para cuidar de uma papelada e uma amiga e colega minha, Laura, ficou me ajudando. Lá pelas 8 da noite e com muito serviço pela frente, depois de ligar para meu marido que ia me atrasar, Laura trouxe um vinho da sala do chefe dela para relaxar, enquanto continuávamos o trabalho.... foi nesse ambiente que ela me contou do que ela chamava de 'roleta russa'... Ela descobriu que o chefe dela, o Pedro, um homem nos seus 40 anos, casado e com filhos, tem uma espécie de 'perversão', se é que dá para se chamar disso. Ele adora comer mulheres casadas e já tinha até dado em cima dela. Até aí tudo bem, meu chefe também já tinha feito isso, até já achava normal. Mas ele tem uma página na internet sobre isso, onde ele esconde o rosto dele e os detalhes pessoais, mas Laura já sabe que é ele mesmo. Descobriu passando-se por uma outra mulher na internet e levou ele a confessar onde trabalhava. Mas nunca teve nada com ele. Mas tudo bem, pensei, hoje em dia a internet permite muitas coisas, achei interessante mas nada de mais. Mas aí ela me contou que o site é sobre a 'roleta russa'... mas nesse ponto chegou mais uns colegas nossos para ajudar no trabalho e a conversa morreu aí. Mas fiquei muito interessada e fui atrás do site dele. O site fala que ele adora isso, mas não explica o que é, pede para as mulheres, casadas, entre em contato por chat. Então resolvei entrar em contato com ele, anonimamente. Pedro trabalha muitos dias além do expediente, e descobri que é por causa dessa fantasia. Quando ele não está trabalhando, está viajando "a trabalho", mas na verdade colocando a fantasia em prática. Me loguei como casadacarente e comecei a conversar com ele... disse que eu estava muito interessada no assunto e que ele me explicasse o que era. No momento eu estava mais entediada e louca para saber das fofocas dele, mas ele exigiu que fizéssemos sexo virtual antes. Eu nunca tinha feito isso, até achava traição (ainda acho) mas resolvi ir adiante, afinal, não estávamos realmente fazendo sexo. Nossa, a sensação que tive foi sensacional! Nos dias seguintes continuamos a fazer sexo virtual enquanto ele criava confiança em mim... e o engraçado é que estávamos no mesmo andar do prédio, risos... o sexo incluia tudo, até colocar a camisinha com a boca. Mas no final ele pedia sempre para gozar "dentro de mim" e se podia tirar a camisinha, é claro que eu dizia que sim e geralmente eu tinha meu orgasmo nessa hora, enquanto me masturbava. Finalmente consegui convencer ele a me contar... nesse momento eu já estava super envolvida com ele, estava até pensando em ir adiante. Ele então me explicou tudinho... 'Roleta Russa' para ele era fazer amor com uma mulher casada no período fértil dela, sem camisinha... se o tiro desse certo ela iria engravidar. Mais ainda, não era para a mulher transar com o marido naquela semana. A revelação foi como um soco no estômago para mim, enquanto que eu sentia uma sensação de formigamento que vinha da virilha para o corpo todo. Fiquei em choque e disse que ia pensar. Naquela noite não conseguia dormir de tesão. Coincidentemente estávamos tentando nosso primeiro filho, eu até estava tomando alguns remédios para facilitar a gravidez. Não me encontrei com ele no chat no dia seguinte, mas de novo não conseguia dormir. O tesão era tão grande que finalmente me decidi. Iria ir adiante. Não tinha motivo para fazer isso, nem para trair o meu marido que eu amo tanto, mas a sensação no corpo era mais do que eu podia aguentar. Eu não tinha controle. Marquei um encontro com ele em um restaurante afastado, em um dia que meu marido tinha ido à outro estado em um congresso. Coloquei a roupa que ele pediu (um espartilho preto, calcinha e sutiãs pretos, um amor, disse para o meu marido que era para ele!) . Estava morrendo de medo mas a sensação no meio das pernas era mais forte. Cheguei no restaurante com a calcinha quase pingando de tão molhadinha que eu estava. Pedro teve um choque quando me viu. Tive que repetir várias vezes que eu não iria contar para ninguém, que iria ficar entre nós. Quando ele notou que eu ia adiante, tomou controle da situação. Ele finalmente ficou o macho que estava em controle. Me deu um beijo na boca enquanto massageava meus seios. Mordeu meu pescoço, passou a língua na minha orelha e disse "é hoje que eu te faço um filho". Quase gozei nessa hora. Ele então pediu para eu ir no banheiro e usar um teste de ovulação. Estava me sentindo dominada por aquele macho. O teste deu no máximo possível. Ele então perguntou se eu tinha seguido o 'script'. Falei que não tive sexo com meu marido, menti que estava menstruada (ele nunca presta atenção nessas coisas). Falei também que ele tinha ido em um congresso e só voltava no fim de semana, dali à 4 dias. Os olhos de Pedro se acenderam e perguntou se tinha mais alguém em casa. Eu falei que não, era só eu, mas que jamais poderíamos fazer o que ele estava pensando. Ele disse que era ele quem mandava, que ele era o macho, que iria me comer e me emprenhar na minha cama de casal. Tive um calafrio no corpo todo. Eu não queria fazer isso, mas meu corpo já tinha tomado a decisão. E eu amo meu marido! Chegamos em casa, eu não acreditava no que eu estava fazendo. Tinha impressão que meu marido iria aparecer a qualquer instante. Levei ele ao quarto, sem falarmos. Disse para eu tirar a roupa e fiquei só com o espartilho. Ele, ainda de roupa, me deu um beijo forte, me puxou pela bunda, colocou um dedo sobre a calcinha no cuzinho. Depois foi para o pescoço enquanto as mãos já iam por dentro da calcinha, nos lugares quentes. Pedro então tirou a roupa, ficou só de cueca. Pediu para eu tirar a cueca com os dentes, o que fiz. Saltou um pau enorme, bem maior que o do meu marido. Mas o que mais me impressionou foi o saco, grande, cheio de esperma. Uma dor no coração me lembrou do meu marido, mas o tesão era impressionante. Ele disse para lamber o saco, com carinho, do macho que iria me emprenhar. Lambi tudo, o pau duro, batendo no meu rosto. Coloquei na boca e fiz um vai e vém. Ele quase gozou na minha boca, mas tirou abruptamente. Ali não era o lugar para desperdiçar seu líquido precioso. Mandou eu tirar o resto da roupa. Era agora. Não tinha mais volta. Pedro então me jogou na cama de bruços e começou a lamber meu cuzinho. Eu mordia o travesseiro com tesão, nunca tinha dado ele para o meu marido de medo. Eu sabia que ele ia fazer isso, pelo nosso sexo virtual, mas agora era para valer. Com o pau molhado e o cuzinho também ele posicionou ele, sem camisinha, na entradinha do meu cu. Me preparei para o pior. Mas ele é um expert, me dedilhava na buceta com uma mão, mordia o meu pescoço, apertava um seio, ia bem devagar. Ficamos quase 40 minutos nisso até que notei seu saco batendo na minha bunda. Ele tinha enfiado tudo e a sensação era maravilhosa! Mordia meu lábio, doía um pouco, mas bem menos do que eu esperava. E a sensação de ter um macho dentro de mim, de eu dar prazer para ele pela minha bunda, pelo meu corpo de mulher, é inimaginável. Me sentia sua mulher total. Gozei várias vezes nesse vai e vém, o tempo passava e nós colados um no outro. No fim, ele tirou, sem gozar. Mas o que eu queria, e só pensava nisso, era ter ele dentro de mim, enchendo meu útero, me fazendo mulher dele em definitivo. Ele falou que tinha mais uma condição. Não acreditei no que ele falou. Falou que iria filmar tudo. Eu prontamente disse que não, e não. Falou que iria embora. O que mais ele queria? Já tinha a grande possibilidade de me engravidar, por que filmar? Ele disse que iria guardar a fita como troféu, e que serviria de garantia que eu sempre iria transar com ele quando ele quisesse, por medo que eu iria mostrar a fita para o meu marido. Me espantei com a sinceridade. Minha mente dizia "sai dessa agora!", mas meu corpo estava cada vez mais dominado por aquele macho que sabia fazer as coisas. Dei um beijo nele e com uma culpa enorme que se misturava ao tesão disse "sou tua, faz o que quiseres". Ele montou a câmera de pau duro. Era uma câmera profissional, não aquelas que vemos por aí. Procurou enquadrar bem. Pediu para eu deitar de costas na cama e abrir as pernas. Fiz isso, fechei os olhos e me preparei. Ele veio por cima, me deu um beijo profundo de língua, e pediu para eu direcionar o pau dele no meu útero. Que sensação, só de entrar a cabeça tive um orgasmo ali mesmo. Ele enfiou tudo e nunca tinha me sentido tão preenchida. Quase que sentia algo no estômago. Ele então se ajoelhou com o pau todo enfiado e me perguntou "o que você quer de mim, sua puta". Sem saber o que dizer, com a câmera ligada, eu perguntei "como assim", no meio de uns gemidos. Ele perguntou de novo "me diz o que tu quer de mim". Era a humilhação final, ter a razão de tudo gravada em fita. Naquele ponto, o que eu podia fazer? Eu disse "me faz um filho". "Eu não ouvi", disse ele. "ME FAZ UM FILHO! ME ENGRAVIDA! ME DOMINA!", gritei. Ele deu dois puxões nos meus quadris e enfiou forte. Eu gemia sem parar. "E o seu marido", perguntou?. "Meu marido é um corno, ele não sabe de nada!". Começou a acelerar. Ele falou "Se ele tiver vendo essa fita, conta prá ele agora!". "SIM!", gritei, "ELE QUE É MEU MACHO, ELE QUE ME FEZ O FILHO". Eu estava gozando sem parar. Nisso toca o telefone e nós dois paramos olhando um para o outro. Sem saber o que fazer, ele falou "Atende. agora!". Eu estava imóvel. Ele alcançou o telefone e passou para o mim. "Alô?" perguntei, respiração rápida, meio que em gemidos. Ele perguntou "o que houve, estava correndo?". Falei "Sim! Não, digo, estava fazendo uns exercícios!". Consegui enganar ele e ele começou a contar do que estava fazendo. Pedro recomeçou o vai-e-vem e eu não acreditava. Era isso que ele queria, estava completando a fantasia dele de um jeito que ele jamais seria possível. Fiquei um pouco braba com isso, mas notei que a fantasia dele também era a minha, e soltei um gemido. Por um momento meu marido desconfiou, mas falei que tinha me machucado o dedo em algum lugar. Rapidamente despistei ele, desliguei o telefone e Pedro fazia cada vez mais rápido. "Quem é o teu macho?" perguntava. "Quero te engravidar agora, sua puta, tu só quer saber de homem bom para te emprenhar". Eu dizia, "me come, me engravida, me faz um filho, me enche de porra". De repente sinto um jato dentro do meu útero e no mesmo momento começo a ver estrelas. Gozei tantas vezes durante aquilo, mas o gozo final fez os outros parecerem nada. Quase desmaiei, parecia em transe. Meus quadris apertavam pedro e parecia que não parava de jorra esperma de seu pau. Deu mais três estocadas e parou completamente. Nós ofegantes, o copro dele em cima do meu, seu pau e esperma me enchendo meu corpo. Depois de um tempo ele saiu. Mandou eu ficar com as pernas levantadas por uns 20 minutos. Me deu um beijo na boca longo, de paixão mesmo. Antes de sair ainda começou a passar a mão no esperma que saia da buceta, aos montes, molhando a cama e colocava na minha boca para chupar. Eu adorei. Disse para ficar fazendo aquilo, colhendo e comendo o esperma do meu macho. E então falou: "me aguarde amanhã, aqui, no mesmo horário". Agora, passado o tesão, veio a culpa, pesada, coitado do meu marido. Ele levou todo o equipamento e eu sabia que minha vida tinha dado um giro de 180 graus. Ele veio nos próximos 3 dias e fez a mesma rotina, todas as vezes. Eu fiquei cada vez mais arrombada, cada vez mais satisfeita, cada vez mais mulher. No final, descobri que sou super fértil e o problema provavelmente era o meu marido. Um mês depois, veio o resultado. Eu estava grávida. Dado o momento em que tinha acontecido, o pai só podia ser ele. Meu marido, é claro, achou que era dele, afinal fizemos sexo na semana seguinte, um sexo sem muito tesão da minha parte... A Roleta Russa do Pedro tinha dado certo. Achei que a fantasia tinha terminado, mas que nada. Ainda iria ter um final inesperado. Pedro, quando soube do acontecido, me avisou que faltava ainda uma coisa. Mais uma vez não acreditei. Como ele tinha conseguido me engravidar, eu tinha que ser marcada por ele mais uma vez. Mandou eu fazer um 'P' com um certo estilo acima da forquilha da minha bunda. Boquiaberta, falei que não. Mas ele tinha o vídeo, eu não tive opção. Como eu iria explicar para o meu marido? Por sorte, o nome do meu marido começa com R, então menti para ele, aos choros, que estava fazendo um 'R' mas não aguentei. Meu marido, super carinhoso e compreensivo, dize que não tinha problema, que eu podia remover assim que eu estivesse pronta. É claro que eu procurei nunca mais trazer o assunto à tona. Pedro ainda fez um filme onde me comeu, mostrou a tatuagem e me fez dizer a razão dela. Minha barriga de grávida ainda não mostrava. Eu estava completamente à mercê dele. Qualquer biquini que eu usasse mostrava o P e muita gente achou estranho. Ainda bem que meu marido não faz idéia... Hoje meu filho está com 2 anos e estou grávida de novo, desta vez com certeza é do meu marido, ufa. Tentamos mais uma vez a roleta russa (ele fez questão), mas quando eu estava ovulando ele estava viajando. Mesmo assim, toda a vez que eu vou para o web site dele, vejo as nossas fotos (com os rostos escondidos) e me dá um tesão sem parar. Quem sabe depois desse ele não me faz outro? Risos.... Um aviso às navegantes.... ser dominada dessa maneira por outro homem que não for o seu marido é o máximo do tesão. Os riscos são grandes, mas a recompensa é enorme.
.281. MINHA ESPOSA CRIS NA FESTA.Chegamos a festa, o caminho entre nossa casa e a festa foi feito em silêncio, notei que Chris estava preocupada, até mais do que excitada. Longe de mim era uma coisa, mas assim tão próximo era mais complicado. Como se comportar ? o que iria acontecer ? Tinha mais gente do que eu pensava, musica alta, atravessamos o salão da grande casa e chegamos ao jardim. Sérgio, Henrique e as namoradas nos esperavam em uma mesa na beira da piscina e acenaram animadamente quando nos viram. Fomos para lá e sentamos com eles. Beijos, abraços, elogios a beleza de Chris e olhares ciumentos das namoradas, o papo corre solto na mesa enquanto esperamos algo estranho. Encontro um cliente importante e me levanto para conversar com ele, neste mesmo momento Sérgio chama as namoradas para algum lugar deixando Henrique sozinho com Chris. Viro de costas para a mesa dando mais privacidade aos dois já que Henrique trocou de lugar e está sentado ao lado de Chris falando baixo em seu ouvido. - Você ta linda, só espero que tenha obedecido direitinho e vindo sem calcinha - disse Henrique. - Claro que estou, você acha que sou louca ? - respondeu Chris contrariada. - mas eu achei que tinha acabado lá em Ibiúna, nunca pensei que vocês seriam tão baixos e fossem me chantagear. - A gente também pensou, mas você foi tão sensacional que achamos que a brincadeira devia continuar, e tenho certeza que você gostou - disse Henrique sorrindo. - Até quando vocês vão levar esta babaquice ? vocês não esperam que eu fique o resto da vida satisfazendo as vontades de dois velhos tarados.. disse Chris zangada. - Velho tarado por velho tarado você é casada com um, sua vadia, e as brincadeiras vão continuar enquanto a gente quiser, a não ser que você queira perder a vida boa que você tem hoje - Henrique estava mais agressivo agora. Chris suspirou, colocou as mãos no rosto, levantou a cabeça e olhou nos olhos de Henrique. :- ta bom, o que eu devo fazer ? - bom, primeiro parar com esta babaquice de velho tarado, relaxa e aproveita pois a gente ainda vai se divertir muito. Se te incomoda tanto o que você ta sugerindo ser chantagem, a gente pode ajudar mais, uns presentes, você sabe.... agora ouve bem, ta vendo aquele cara de preto ali na frente ? o louro ? - Tô, o que tem ele ? - perguntou Chris. - Ele vai te seguir até o banheiro, tem um ali atrás da piscina que é bem discreto. Quando ele chegar lá, abre a porta e deixa ele entrar. - Humm.. ele entra, e o que tenho que fazer ? -pergunta Chris. - Adivinha, você vai dar gostoso pra ele, e vir sentar bem bonitinha, bem meladinha. Chris olhou para Henrique, suspirou. E ia levantando quando ele a segurou pelo braço e disse :- presta atenção, ele vai te dizer quem vai ser o próximo e aonde. Não esquece e trata de obedecer.. - Próximo ? como próximo ? perguntou Chris assustada.. - Acha que vai ser só unzinho ? hoje você vai trabalhar bastante menina.. - falou Henrique rindo, enquanto olhava Chris me dando um beijo e dizendo que já voltava. Ela andou até o banheiro olhando para o chão, não acreditava no que estava indo fazer, um estranho, talvez nem soubesse o nome. Um arrepio cortou seu corpo e ela sorriu, excitada, acelerou o passo e entrou no pequeno banheiro escondido. Encostou na pia e esperou, ouviu as batidas na porta e abriu. O homem entrou e fechou a porta, abraçou Chris e deu um beijo em sua boca. Ela correspondeu ao beijo do estranho e sentiu o volume dentro de suas calças. Sem parar de beijar ela passou a mão no membro do louro que levantou seu vestido. Ele acariciou a bunda dela e a virou de costas, tirou um pacote de camisinhas do bolso, pegou uma e deu o resto a Chris. :- pega, você vai precisar hoje. Tem 5 aí. Se faltar o Henrique te dá mais na mesa. Ela olhou no espelho e viu o louro atrás dela, alisando sua bundinha e colocando a camisinha. Ela abriu as pernas, arrebitou a bundinha e esperou. Sentia sua bucetinha melada, molhada, fechou os olhos e sentiu as mãos firmes do homem segurando sua cintura. Ele encostou o pau em sua bucetinha e ela sentiu que era grande, sentiu ele empurrando e levantou mais a bundinha para ajudar a entrar. O pau enorme do louro entrou todo e ela se segurou para não gritar, gemia baixo, abafado e sentiu o homem metendo em sua bucetinha. Ela rebolava e recebia as estocadas fortes, mordia o lábio, sentia as pernas meladas e o pau do louro a fudendo com força. Ele meteu mais rápido, enfiava forte e começou a gozar, ela sentiu o gozo dele e suspirou.. ele tirou o pau de dentro dela, jogou a camisinha fora, pegou uma toalha de papel e limpou o pau. - Daqui a meia-hora você vai até a garagem, é uma porta azul no jardim da frente. Vai ter gente te esperando lá. O louro virou as costas e saiu batendo a porta. Deixando Chris sozinha no banheiro, arrumando o vestido, limpando sua bucetinha melada. Ela nem gozou, nem sabia o nome do homem, se sentiu estranha e voltou para a mesa. Estávamos todos sentados quando ela sentou conosco, abracei Chris que sorriu timidamente, quase que envergonahdamente. Eu estava morto de curiosidade mas não podia falar nada, Sérgio e Henrique olhavam satisfeitos. O tempo passou rápido, Chris não falava muito, apenas concordava com alguma coisa que as meninas falavam mas estava pensativa, olhava o relógio toda hora, até que me deu um beijo e disse que ia dar uma volta. Fiz menção de a acompanhar mas ela me disse que ia falar com uma amiga e não deixou eu ir. Eu, Sérgio e Henrique acompanhamos ela se afastando da mesa em direção a casa, linda, sensual. Ela atravessou o salão e saiu pela porta principal, olhou para os lados e achou a porta azul. Ela abriu e entrou na garagem escura, iluminada somente pela luz de fora que entrava pelas janelas. - Ei gata, aqui... - uma voz a chamou. Chris olhou e viu duas silhuetas no escuro, atrás dos carros, foi na direção deles e quando chegou perto encontrou dois homens já com os membros para fora. O mais alto tomou a iniciativa: - Vem gata, chupa meu pau agora.. vem.... Chris abriu a bolsa, pegou duas camisinhas e deixou a bolsa sobre o capô do carro. Chegou perto do desconhecido, se agachou e começou a chupar seu pau, lambia, chupava de leve, quando sentiu a mão do homem em seu cabelo: - Chupa direito porra, engole logo meu pau... - e pressionou sua pica contra sua boca. Ela abriu a boca e sentiu o pau entrando, começou a chupar, engolia o pau inteiro do homem que segurava seu cabelo com força. O outro falou que também queria e Chris então começou a se revezar com as duas picas. Ela chupou bastante e então colocou a camisinha no primeiro. Deitou no capô do carro com as pernas abertas e fechou os olhos. Sentiu o pau entrando, sem palavras, sem carinho, sentiu o estranho metendo em sua buceta com força, enfiando sem parar, ele arfava, gemia e ela segurava o choro. Estava ficando zangada, envergonhada, quando sentiu o outro homem a seu lado, ele ofereceu o pau a ela que começou a chupar. Ela então colocou a camisinha no segundo homem e esperou o primeiro gozar, ele metia violentamente, fundo, e ela sentia o cacete dele ir fundo dentro dela. O homem gozou e saiu de dentro dela, jogou a camisinha num canto, fechou a calça e foi embora, sem dizer nada. O outro entrou em seu lugar e começou a meter, acariciava seu ventre enquanto metia devagar. Ela relaxou e começou a sentir prazer, se sentou no carro e beijou a boca dele enquanto sentia sua pica enfiada nela. Era grande, mais um amigo bem dotado de seus chantageadores. Ele a virou de costas com gentileza e alisou sua bundinha. O vestido levantado revelava suas formas e ela sentiu a pica do seu novo amante entrando em sua buceta, ela estava debruçada sobre o capô do carro e sentia as pernas bambas, um gostoso arrepio cruzou seu corpo e ela começou a gozar, ele metia fundo, devagar, aproveitava a oportunidade de comer uma gata como Chris e não parava. Ela olhou o relógio, já estava lá há mais de 20 minutos, rebolou um pouco para deixa o homem mais excitado e sentiu ele aumentar o ritmo. Ele metia mais forte, mais fundo e ela suspirava, gemia baixinho, sentiu o dedo dele passeando por sua bundinha e alisando seu cuzinho. Ele parou, a pica dura dentro da sua buceta, alisou a bundinha novamente e enfiou a ponta do dedo em seu cuzinho. Ela gemeu, arrepiada e abriu mais as pernas, arrebitou mais a bundinha, o sinal que ele precisava para tirar o pau de sua buceta e trocar por seu cuzinho. Ele foi metendo devagar, mas sem parar, ela sentia dor, era grande, ela queria gritar quando sentiu a vara enorme do homem preencher todo seu cuzinho. Suas mãos firmes seguravam sua cintura e ele começou a meter com força, ela gemia, ria, gritinhos abafados, e gozou novamente. Forte. Ele aumentou o ritmo das estocadas e sem parar de meter começou a dar as instruções para a próxima parada: - Meia hora depois que você sair daqui.. ahhhhh.. delicia... você vai até o segundo andar, não deixa ninguém ver você subindo e entra na segunda porta a direita, um quarto que dá pra piscina.. entendeu ? Chris balançou a cabeça afirmativamente, sentindo a pica enorme entrando e saindo de seu cuzinho. Ela arrebitou mais a bundinha sentindo o gozo de seu parceiro chegar e sentiu ele gozando. Ele ficou dentro dela, arfando, gemendo e ela rebolava devagar. Ele tirou o pau de dentro dela, jogou a camisinha longe, fechou a calça e se despediu de Chris que, sentada no capô do carro olhava o desconhecido. Deu um beijo em sua boca e foi embora, deixando minha esposa sozinha na garagem, com o vestido levantado, melada. Ela se arrumou e saiu, passou pela sala e entrou no lavabo. Se limpou, arrumou o cabelo e voltou para a mesa. Os olhares e sorriso de Sérgio e Henrique me deixavam curioso, não via a hora de voltar para casa e ouvir dela as aventuras da noite, mas ao mesmo tempo queria ficar e ver até onde isso iria. Chris sentou do meu lado e beijou meu rosto. Entrou no papo da mesa e agora estava mais solta, mas animada. Olhou para o segundo andar da casa e viu as janelas que davam para a piscina, pensou em qual quarto estaria em alguns minutos. Era quase meia-noite e passados 30 minutos ela se levantou, Beijou meu rosto e disse que iria ao toilette e se afastou indo em direção a casa. As namoradas de meus sócios também tinham se levantado e pela primeira vez ficamos sozinhos na mesa. Sérgio comentou como Chris estava bonita, no que foi efusivamente acompanhado por Henrique. Eu sorri, concordei e eles mudaram de assunto. Um silêncio tomou conta do ambiente e me levantei para dar uma volta. Chris esperou o momento certo e atravessou o hall vazio em direção as escadas, subiu rapidamente e achou a segunda porta. Entrou no quarto escuro e acendeu a luz. Um homem bonito, bem vestido a esperava sentado em uma poltrona. - Tranca a porta, acho que um abajur vai ser mais agradável que toda esta luz - disse o homem. Chris obedeceu e trancou a porta, apagou a luz e acendeu o pequeno abajur da mesa de cabeceira. - Tira a roupa, fica só com a sandália.. - ordenou o homem. Ela obededeu, tirou o vestido e ficou nua, no alto de seu salto, exibindo seu corpo lindo para aquele novo estranho. - Vem até aqui - mais uma ordem... Ela caminhou até o homem, e parou na sua frente. Ele se levantou da poltrona e a beijou, começou a beijar sua boca e acariciar seu corpo, deslizou sua boca pelo pescoço de Chris até alcançar seus seio, chupava os peitinhos dela com gentileza, lambia, mordiscava os biquinhos. Chris estava excitada, de olhos fechados sentia a língua do novo amante em seu corpo. Ele a deitou na cama e começou a beijar suas coxas, lambeu sua virilha e começou a chupar sua bucetinha. Ela estava nas nuvens, gemia, mordia o dedo, arrepiada se contorcia a cada lambida em sua xaninha. Ele levantou-se e começou a se despir. Chris levou seus dedos até sua bucetinha e começou a se masturbar. Enfiava um dedo dentro de sua buceta e gemia gostoso. Despido, o homem puxou Chris pela mão e a deixou sentada na beira da cama, ela começou a chupar seu pau que como todos os outros era enorme. Ela lambia, chupava, beijava, abocanhava a cabecinha e continuou a se masturbar. Ele a segurava pela nuca e abriu a camisinha. Chris pegou a camisinha e colocou nele, chupou para deixa-la molhada e se deitou com as pernas abertas, esperando ser penetrada. O homem se deitou por cima dela e começou a enfiar. Seu pau foi entrando devagar e ela gemia, respirava ofegante até sentir o membro inteiro dentro de si. Ela abraçou o homem com as pernas e sentiu as estocadas fortes, sentia o pau dele entrando fundo, forte, e assim, gozou novamente, sentiu o orgasmo chegar e se entregou a ele. Beijou a boca dele e gozou deliciosamente. Ele metia devagar, parou e tirou de dentro, puxou Chris pela mão e levou-a até a janela. Mandou que ela olhasse para fora, para o jardim, olhasse para a nossa mesa, e assim começou a meter por trás na sua bucetinha. Chris olhava para nós conversando e sentia a pica dele entrando e saindo. Sérgio olhou para a janela e sorriu, podia ver Chris e uma silhueta atrás dela. Eles se revezam nos olhares, discretos, se divertindo com a visão de Chris sendo fodida assim tão perto de nós, perto de mim. Ele metia mais forte, ela gemia, não parava de olhar para nossa mesa com medo que eu olhasse, ao mesmo tempo torcendo que eu olhasse. Ela recebia aquele cacete com prazer e apreensão, medo e excitação. Batidas na porta, Chris se assustou e o homem sorriu. - Calma, são só uns amigos, não sai daí. Fica imóvel... - E rindo foi abrir a porta. Três homens entraram, um negro e dois brancos. Eles olharam para Chris de costas, as pernas abertas e a bundinha arrebitada. - Eu to acabando galera e o negócio é o seguinte, não temos muito tempo mas a gata não pode sair dali, tem que ser na janela com ela olhando pra fora. Coloca a camisinha, mete gostoso e vai embora, beleza ? Os três concordaram e começaram a abrir suas calças enquanto o homem voltava para Chris e recomeçava a meter dentro dela. Seu pau entrava e saia com força, fundo, ela tentava relaxar mas não conseguia tirar os olhos de nossa mesa. Olhava para mim de longe, conversando tranqüilamente com amigos enquanto ela estava sendo devorada por desconhecidos. O hemem aumentou o ritmo e Chris o sentiu gozando. Ela fechou os olhos e esperou o próximo. Nem uma palavra, nem um carinho, sentiu as mãos firmes segurando a sua cintura e mais um membro enorme entrou em sua buceta. Ela sentia as estocadas, fundas, gemia, rebolava um pouco e sentiu o segundo gozando. Ele saiu como chegou, em silêncio e saiu do quarto. Restavam dois, o branco tomou a iniciativa e se colocou atrás dela, passou a mão em sua bucetinha e a sentiu bem melada, Chris arrepiou e arrebitou mais ainda sua deliciosa bundinha. Ele pegou um tubo de KY no bolso e lambuzou sua bundinha. Ela tentou reagir mas preferiu o silêncio e esperou. Senti seu cuzinho ser violado pela segunda vez na noite e relaxou. Ele metia devagar e sentia seu cuzinho apertado se abrindo, meteu mais, aumentou o ritmo e enfiava fundo, Chris não agüentava e gemia alto, olhos abertos prestando atenção no jardim, vendo Sérgio e Henrique se revezando em olhar para ela na janela. Sentiu o pau dele pulsando e o gozo, suspirou e esperou. O homem saiu e o negro trancou a porta, estavam sozinhos. Ele tomou posição, e colocou a camisinha. Começou a pincelar a buceta de Chris que sentiu o volume, fechou os olhos e esperou. Sentiu sua buceta ardendo enquanto o cacete do negro entrava, mordia os lábios até sentir tudo dentro dela. Sentia a pica dele entrando, forte, fundo, sentiu o gozo chegar forte e rebolava deliciosamente. Ele não parava de meter e ela estava extasiada. Antes de seu amante chegar ao clímax, Chris já havia gozado novamente. Ele aumentou o ritmo e explodiu dentro dela. Ela queria desabar, estava mole, entregue, e se virou para ele, beijou sua boca e sentiu suas mãos fortes a abraçando. Ela sorriu, sentou na poltrona e o puxou para sua frente, acariciou o enorme pau do negro e passou a língua nele. Estava excitada, não tinha mais preocupações com o tempo e começou a chupar aquela tora negra. Sentiu o pau crescendo em sua boca e aumentou o ritmo, logo ele já estava enorme e sentia os gulosos lábios de Chris. Ela parou e olhou para cima, sorriu e disse: - Agora eu quero no cuzinho, mas você mete devagar ? O negro sorriu e concordou afrimativamente. Ela se levantou e se ajoelhou na cama, ficou de 4 e ofereceu sua bundinha. Ele a acariciou e passou seus dedos melados de KY no cuzinho. Ela pedia, gemia: - Mete logo vai.. mete no meu cuzinho.. mete... ahnnnn Ele obedeceu e encostou seu pau no cuzinho melado de Chris, começou a enfiar e sentiu dificuldade, ela gemia, arrebitava mais a bunda para deixar mais fácil mas parecia grande demais. Ele empurrou mais forte e conseguiu enfiar a cabeça, ela gemia, arrepiada, dor e prazer se misturavam quando ela sentiu ele metendo mais. Empurrando, deslizando para dentro dela. Ela gemia, mexia os quadris, e sentiu o cacete inteiro dentro de seu cuzinho. Ele começou a meter e ela delirava, gemia, gozou longamente sentindo aquele pau enorme rasgando seu cuzinho. Pedia que metesse mais, metesse fundo e foi atendida. Ele enfiava com força e ela gemia mais alto. Mais um pouco e gozaram juntos, um orgasmo forte que a deixou louca, dormente, sensível. Ele saiu de dentro dela e ela deitou-se na cama. Ele tirou a camisinha e fechou a calça, alisou as costas dela e apagou o abajur. Saiu do quarto deixando Chris sozinha, perdida em pensamentos, saciada. Nenhuma nova instrução, a brincadeira acabara e ela estava livre, pelo menos momentaneamente. Entrou no banheiro do quarto, olhou seu corpo no espelho, sorriu, tirou a sandália e entrou no chuveiro. Um rápido banho e se vestiu novamente, saiu do quarto e voltou sorrindo para a mesa. Eu estava em pé, conversando com alguns amigos e senti seu abraço, beijei a sua boca sorridente e ela me disse: - Quando quiser ir embora, estou pronta ! Sorri e entendi a mensagem, mais alguns minutos e me despedi dos amigos. Na mesa nos despedimos de Sérgio, Henrique e as namoradas e fomos embora. Pude sentir o olhar de alguns homens enquanto passávamos e ficava imaginando quem teria sido o acompanhante de Chris, sem saber que foram tantos. Assim que entramos no carro ela me olhou com um olhar sensual e disse: - Nem adianta perguntar, só respondo na cama !! - e gargalhou gostoso.. Sorrindo dirigi para casa e ouvi as aventuras de minha esposa transando deliciosamente o resto da noite.
.282. APOSTA DE CORNO!Somos Fábio e Claudia (nomes fictícios) temos 35/32 anos, 1,80/1,67 M, 85/55 Kg, brancos, ambos com olhos e cabelos castanhos. Ela é de parar o comércio malha todo o dia, peitinhos rijos, cinturinha, coxões que se fundem com uma bunda maravilhosa e uma barriguinha que mais parece uma tábua de passar roupa. Ela sempre se veste como se fosse sair de casa para encontrar seu amante. Langerie finíssima, ínfima e roupas super sexy. Sua bucetinha é quase totalmente depilada. Do início da rachinha, seguindo pela zona do agrião, até o cuzinho não há pelo algum. Só um tufinho pequenininho acima da rachinha, e assim mesmo bem aparadinho. Ela diz que como gosta de usar biquíni fio dental que seriam do tamanho adequado para meninas de 18 anos, sua pombinha não pode Ter quase pelo nenhum. E eu também gosto pois a ausência de pelos na racha dela faz com que o biquíni se enfie por entre as suas dobrinhas deixando a mim e a todos doidos de tesão. Ä coisa de 2 anos atrás fui transferido temporariamente pela minha firma para uma cidade do estado de São Paulo. Era uma cidade com grande incidência de trabalhadores e uma falta enorme de mulheres. A maioria destes trabalhadores são solteiros. Lá fui apresentado a um circulo de amizades constituídos em sua maioria de jovens solteiros de cerca de 27 anos, e dentre eles havia o Eduardo. Desde a primeira vez que bateu os olhos em Claudia, Eduardo deixou transparecer sua cobiça. Mas ele mantinha a discrição, pela qual não me incomodava (olhar pode bulir é que não podia). Um dia Ele nos convidou para um churrasco em seu sítio no Sábado, e como o evento seria mais demorado, Claudia levou várias mudas de roupa. Ela sente um prazer enorme de provocar a galera e tem bala para isso. Minha mulher só veste vestidinhos curtinhos super insinuantes que lhe favorecem bastante, top e shortinhos ínfimos e super apertadinhos e sua langerie é em sua totalidade calcinhas fio dental e soutien meia taça. O dia transcorreu normalmente em volta da piscina e como Claudia era a única mulher no meio de uns dez homens, ela caprichou e pôs seu biquíni fio dental mais pequenininho. A galera ficou indócil, mas todos respeitaram a mim e a ela. Ao entardecer após a piscina, minha mulher pôs uma saia de um tecido bem fininho e transparente, bem curtinha e bastante cheia de pregas e rodada. Junto com ela vestia um top bem folgadinho de um tecido transparente tipo pele, com um soutien meia taça e uma calcinha fio dental ambos pretos e ínfimos. O soutien era nitidamente visível e a calcinha se entrevia entre as pregas da saia. Estava um furacão e o efeito era nítido entre os homens. E eu? Eu apreciava a situação. Gostava e gosto de exibir minha mulher. Até então ela fora somente minha. Mas... Em todos os eventos que esta turma patrocinava sempre rolava muita bebida e minha mulher que sempre bebeu moderadamente, neste dia se excedeu um pouco mais que o normal. Ficou bastante alegre e ousada e começou a atiçar todo mundo principalmente Eduardo. Eu também não estava em meu juízo perfeito e estava excitado com as provocações de minha mulher. Fui convidado por Eduardo para jogar uma partida de pôquer , o que sempre acontecia nestes churrascos, e minha mulher veio se sentar junto a mim para acompanhar a partida. Eu já estava para lá de Marraquesh e minha mulher não estava atrás. A partida transcorreu normalmente até um ponto em que eu recebi um four a ases e comecei a subir as apostas a um nível que nunca havíamos chegado. Eduardo, num gesto definitivo, apostou seu sítio. Eu fiquei paralisado, o sítio valia seguramente mais de 100.000 dólares. Não tinha nada que fizesse frente à esse valor. Eduardo, Já completamente desinibido pela bebida, num lance de ousadia, propôs que eu apostasse minha mulher para fazer frente a aposta. Eu já ia recusar quando minha mulher disse para mim que aceitasse e que, caso eu perdesse a aposta, ela seria dele mas eu estaria sempre presente a acompanhando, a presenciando tudo que acontecesse. Diante disso eu concordei com o trato, e paguei para ver. Para ver mesmo! Eduardo baixou o jogo. Era um Royal strit flesh, portanto perdi a aposta. Todos pararam para ver o que Eduardo ia fazer. Eduardo levantou, pegou minha mulher, tirou-lhe a blusa, a saia arriou sua calcinha, deitou-a na mesa, despiu-se e foi para junto dela. Minha mulher ficou apreensiva. O pau dele era seguramente o dobro do meu devia Ter uns 25Cm tranqüilamente. Ele mandou minha mulher pega-lo e direcionar para sua boceta. O bicho era tão grosso que minha mulher empalmou-o mas não conseguiu encostar os dedos ao polegar. Ela olhou para mim, arreganhou as pernas, encostou a ponta do pau na sua bucetinha e me pediu para abrir sua bucetinha e disse com um sorriso maroto no rosto. "Aposta é aposta." Eu tive que ir lá e abrir a bucetinha de minha esposa. Ela em seguida fechou os olhos pois Eduardo começou a forçar passagem para dentro dela. Eu ali parado na frente de todo mundo presenciando o inicio de uma foda de minha mulher com seu novo dono, sem poder fazer nada. Ela agüentou sorrindo toda a manjuba, e ele entrou até o talo. Eduardo olhou para mim e disse para todo mundo tirar a roupa que a cadelinha dele ia dar para todo mundo no sítio. Eu diante dos olhares de gozação de todos tirei minha roupa também pois já estava de pau duro. Eduardo socou freneticamente o pau dele na bucetinha de Claudia e gozou abundantemente. Uma fila já havia se formado para, depois dele, todos comerem minha mulher. E assim foi um por um todos fincaram a geba na buceta dela. Começaram a chama-la de cadela, de puta, e ela estava adorando. Ela olhava para mim e perguntava: Está gostando meu corninho? Eduardo foi chamar os empregados do sítio e entre eles havia um crioulo que tinha um pau descomunal. Era pouco maior que o pau de Eduardo mas a grossura era sensivelmente maior o crioulo se posicionou entre as pernas de minha mulher e perguntou para mim se minha putinha tinha uma boceta apertadinha. Eu respondi que sim. Ele perguntou para ela se ia agüentar o pau dele, e ela respondeu que agüentaria sim e o mas que fosse, que nunca tinha tido a oportunidade de foder com um preto (uma fantasia antiga dela), e ele seria o primeiro. Ele olhou para mim e me disse sorrindo que ia arregaçar a bucetinha dela, e que ela e eu íamos sentir a diferença quando fodessemos denovo, e que, por conta disso, sempre íamos lembrar dele nestas horas. E assim ele o fez. Minha mulher esperneou quando o crioulo empurrou devagar mas firmemente aquela tora bucetinha adentro até por tudo, urrou gozando várias vezes enquanto ele ia e vinha dentro dela. Quando o crioulo gozou, saiu de dentro dela e mandou eu comer minha cadela, para ver como ela tinha mudado. Ele disse que depois dele ela jamais ficaria satisfeita com a lingüicinha que eu tinha. Que eu poderia fode-la a vontade que a partir deste dia ela sempre procuraria uma mega-rola para foder.. Eu meti meu pau nela e percebi que minha apertadinha mulher de apertadinha não tinha mais nada. Ela estava irremediavelmente arrombada. Meu pau nadou folgado naquela caverna cheia de porra e sempre que eu comesse ela ambos lembraríamos do negro que arregaçou sua buceta. Então eu tratei de cravar meu pau no cuzinho dela. Ela, como sempre faz quando eu como o cú dela, começou a me xingar. Ela além de todos os palavrões que costumava a dizer nestas ocasiões começou a me xingar de corno filho da puta, que eu me acostumasse pôs dali em diante ela não era mais só minha que faria todas as vontades do Eduardo, e eu que ficasse quieto pois aquilo era culpa minha. Propuseram que ela sentasse na rola do Eduardo que estava deitado de pau para cima, e ela prontamente atendeu os pedidos e se sentou naquela vara enorme. Enquanto ela cavalgava o crioulo veio por trás. Ela entendeu o que o crioulo queria, se curvou para a frente e o negro começou a enfiar sua geba no cú dela. Claudia s e contorcia e olhava para mim e dizia baixinho: Tá gostando meu corninho? Eu acenava com a cabeça que sim e ela ficava satisfeita e tranqüila. E assim um por um todos comeram o cú de Claudia terminando por Eduardo. É claro que dormimos lá. E em vários momentos da noite eu acordava com a cama sacudindo. Era alguém fodendo a boceta ou o cú de minha mulher. Eu virava para o lado e continuava dormindo certo de que ela nunca mais seria exclusividade minha. E no dia seguinte tudo se repetiu. Ela permaneceu o dia inteiro totalmente nua hora dando para um hora fodendo com outro ou outros. Eu também a fodi pois ela estava no máximo do seu tesão. Quando fomos embora do sítio nos deram uma fita com tudo que tinham feito com minha mulher. Era apenas uma das várias cópias que eles tinham feito para reviver os acontecimentos do fim de semana. Eduardo manteve sua propriedade (minha mulher) morando comigo por pura conveniência mas avisou que ela esperasse por ele ou qualquer amigo dele a qualquer hora e que ela os aguardasse pronta. Desde este dia minha mulher, quando está em casa, veste somente uma ínfima calcinha fio dental e mais nada. Cansei de chegar em casa e vê-la fodendo com um ou mais homens. A coisa de um ano voltamos para nossa cidade, mas ela já arrumou alguns homens de pica colossal para saciar o sangue de cadela que injetaram nela naquele dia. Outros nem precisam de ter pica tão grande assim, pois o que a deixa com tesão mesmo é que eu veja ou tome ciência de suas fodas (ela me conta tudo). E eu não posso fazer nada. Pois afinal, Eu quis ganhar um sítio e acabei ganhando uma cadela, que me deixa hiper-tezudo. Os cornios doeram mas eu já acostumei e até gosto. E ela continua levando várias picas pelo menos umas dez à quinze vezes por semana. E assim nós vivemos e somos felizes.
.284. SEGUREM-ME, SE PUDER...Meu nome é Melisande. Não pergunte de onde minha mãe tirou este bendito nome... Todos me chamam de Melinda, e é assim que prefiro ser chamada. Sou alta - tenho 1,80m - e meu corpo foi muito bem esculpido pela Natureza... Possuo uma bundinha carnuda e arrebitada, coxas grossas, pernas longas e bem-feitas... Os meus seios são meu orgulho e causa da insônia de muitos machos: redondos, fartos, durinhos... sempre estourando em minha fina lingerie íntima... Meus longos cabelos castanho-claros, quando soltos, ficam pelo meio das minhas costas, e estou sempre bronzeada, pois detesto a pele branca e européia com que nasci... Além do mais, a tez bronzeada destaca meus olhos, que ficam ainda mais verdes e misteriosos... Hummm... acho melhor ir direto ao assunto... Vou compartilhar com você de uma experiência sexual fascinante que tive. Sou tarada por sexo e meu amante mais fixo, Ricardo, não é ciumento... Nós adoramos experiências novas, mas sempre nos certificamos de serem os nossos parceiros as pessoas o mais saudáveis possível, por causa da AIDS. Bem, um dia eu estava servindo as mesas no bar onde trabalho e fui atender três homens numa mesa mais afastada, no cantinho do salão. Minha roupa sumária parece que mexeu com o atrevimento dos caras, um bustiê justinho, do tipo "tomara que caia", e bemmm decotado, um short mais do que atolado, deixando metade de cada nádega à vista dos tarados de plantão. Eu estava doida de tesão naquele dia, e só havia recebido, desapontada, umas piadinhas e olhares sedentos... nada mais. Bom, pois aqueles três me pareceram promissores... Olhavam-me como se me despissem e lambessem com os olhos, e fiquei todinha arrepiada... Já estava perto de tirar a minha hora de folga, à meia-noite, quando chamaram-me com um sinal e eu, com a cara mais profissional deste mundo, aproximei-me da mesa em penumbra. Perguntei pelos pedidos: - O que vão querer? - Qualquer coisa, gata, desde que você venha junto. Riram e eu sorri, como se fosse ingênua, mas o requebrado dos quadris desmentia minha "convincente" interpretação: - Lanche ou tira gosto? - Você serve de refeição inteira, gata. Queria poder-te comer doidamente... Rimos todos. Foi aí que eu sorri, maliciosa: - Em que posição preferem e qual vai ser o primeiro? A resposta pareceu desconcertá-los... Recuperado, o mais atrevido, que vou chamar de Rafa, disse, apontando seu sexo: - Primeiro a quero aqui, beleza... A gente não é egoísta, adora compartilhar dos brinquedinhos... Mais risadas... Não vou negar que, a princípio, fiquei nervosa... Três de uma vez?! Mas mergulhei de cabeça no inusitado. Sentei-me na frente de Rafa, sobre a mesa, e já senti as mãos de Téo e Dado (nomes fictícios) me bolinando... cada um deles brincando num seio, que estavam duros de tesão. Fiquei de pernas abertas, e Rafa não se fez de rogado: tirou, com minha ajuda, o short e, ao descobrir que eu estava sem calcinhas, arfou. Afundou a cara na minha xaninha depilada e úmida, e joguei a cabeça para trás, ante a ânsia com que ele me devorava. Dado baixou meu bustiê e passou a chupar meu seio como um bezerro; Téo lambia o outro, muito devagar... Ah, que tripla tortura... Os orgasmos se sucediam e eu ali, sendo possuída até a alma por aquelas três línguas afoitas... As línguas passeavam por meu corpo, sem descanso, e eu à mercê de suas taras... Iam e voltavam, me desmanchando de prazer. Sorte que os ambientes do bar tem plantas cercando as mesas e o som é tremendamente alto... Mas, mesmo assim, tinha gente olhando e se excitando com nossa suruba, e o bar estava lotado naquela deliciosa noite... Rafa abriu o zíper de sua calça e a baixou, junto com sua cueca preta... Meus olhos se arregalaram e depois se estreitaram perante o colosso que vi: uns vinte e cinco centímetros, grosso e apontando para mim. Sem hesitar, beijei o pinto dele, e comecei a lambê-lo. Nossa, o cara estava nas últimas e gozou na minha boca... Chupei tudo de dentro dele, e continuei chupando até tê-lo duro novamente. Téo estava lambendo meu traseiro, enfiando a língua no meu ânus, num entra e sai molhado e vagaroso... Sentei de frente para Rafa, em seu pinto teso, e Téo não se fez esperar: veio por trás de mim e estocou... Ah, eu soltei um grito de alegria, dor, prazer, sei lá... Era quase o urro de uma leoa, e eu gemia sem parar, sendo ouvida apenas pelos meus três amantes... Enquanto Rafa e Téo me preenchiam com seus pintos enormes, eu chupava o pinto de Dado, colocava-o inteiro na minha boca, lambia-lhe o saco, colocava as bolas na boca, chupava de leve... Ele delirava... Não agüentou de urgência e possuiu Téo. A mim pareceu que os três estavam bem acostumados a isso, pois Téo o aceitou com um suspiro de prazer. Eu e Téo no meio, sendo devorados e ... ai, fico molhadinha só de pensar... Quando gozamos, foi uma beleza de se ver: gritinhos em meio a espasmos, corpos suados deslizando ainda, procurando mais e mais prazer. Nos beijamos infinitas vezes depois, conversando e rindo, eu no colo de Rafa, de vez em quando no colo de Téo, daqui a pouco no colo de Dado, sentindo-os esfregar os pintos em minha xana, mas apenas brincando... Eles me vestiram, em meio a lambidas, chupadas e mordidinhas... A minha folga acabou e tive de voltar ao serviço, como se nada houvesse acontecido. Meu chefe nem suspeitou: só me repreendeu por não tê-lo avisado que ia tirar a folga... Enquanto eu trabalhava, sentia seus olhares em minha bunda, em meus seios. Sempre que eu passava por ali, eles me mostravam seus pintos duros, tocando punheta, e eu mandava beijinhos, lambia meus lábios... e fugia, deixando-os loucos. Passava rente à mesa deles, sem necessidade, apenas para provocar. Eles metiam a mão no meu traseiro, tentavam me segurar pela cintura... E eu, escorregadia, me afastava rindo, e com uma reboladinha saía de seu campo de visão. No fim da noite, eles estavam na saída, à minha espera. No carro, temi pela minha vida: o Téo, que estava dirigindo, não tirava os olhos do retrovisor, que estava regulado para ver o que fazíamos no banco de trás... Dado estava trepando comigo por trás, como se fosse a primeira vez que alguém transasse no mundo... Rafa me beijava na boca, chupava meus seios, tocava punheta... Quase me estupraram, de tanta ansiedade e paixão, era um frenesi danado, que eu havia provocado ao escapar das mãos gulosas deles depois de termos trepado naquela hora fantástica. Ah, que tesão!!! Levaram-me ao seu apartamento... Nem bem fecharam a porta, jogaram-me no tapete, tão grosso que nem senti dor na queda, e me despiram com ansiedade. Todos nus e tesos, Téo foi o primeiro a cobrir meu corpo com o seu, enfiando até eu sentir as bolas batendo na minha bunda. Eles ficavam trocando de lugar, tirando e colocando seus pintos dentro de mim, transando entre si, fazendo diabruras comigo... Sorte que na noite seguinte eu folgaria, pois eu estava de um jeito... Não podia nem me sentar quando fui para casa. Mas valeu!!!
.285. A HISTÓRIA DE SIMONE!Uma amiga minha contou-me esta história que aconteceu com ela. Embora tenha sido uma experiência traumática, Simone, uma morena muito bonita de 21 anos, 1,70m, 58kg, belos seios e bunda, recorda com excitamento o próprio estupro... e me pediu para escrever e divulgar o que se passou com ela. Aqui começa a história. Sozinha num bar em que só havia homens, tarde da noite, Simone sabia o risco que corria. Esse risco, embora lhe trouxesse apreensão, também a excitava. Sentada diante do balcão, pediu mais uma cerveja. O empregado do bar a serviu intrigado, imaginando se a mulher diante dele seria uma prostituta. Não parecia. Morena-clara, magra, seios médios presos numa blusa negra de lycra que deixava o umbigo à mostra, uma calça jeans gasta, meio folgada, quase nenhuma maquiagem... não parecia puta. Ela sentia os olhares. Não era um bar de periferia, não havia rodinha de pagodeiros, música sertaneja ao fundo nem vozes altas discutindo futebol. Todos bebiam em silêncio, na penumbra, olhando para o nada. E eles a olhavam. O desejo de sair dali foi maior que a excitação do perigo; Simone nem terminou a cerveja: pagou pelas duas latinhas e se ergueu para ir embora. Ao passar por uma das mesas, um dos homens apalpou-lhe a bunda. Ela fingiu ignorar e prosseguiu. A três passos da saída, outro homem bloqueou-lhe a passagem. Alto, robusto, com a barba escura por fazer, ele disse apenas: - Ainda é cedo, neném. - Para mim, não - respondeu Simone, tentando contorná-lo. Ele a agarrou pelos braços. O coração dela disparou. - Que é isso? - ela indagou, num misto de pavor e irritação. - Você veio atrás de algo. E vai ter - declarou o estranho, sorrindo. Antes que Simone pudesse reagir, o homem a fez girar em seus braços, ficando por trás dela. Outro, que ela não percebera aproximar-se, estendeu a mão e a enfiou no decote da blusa negra, rasgando-a com um único e firme puxão para baixo. - Humm... - murmurou o segundo homem, alisando os seios de Simone por cima do sutiã. Simone tentou se debater, mas o homem por trás dela segurava seus braços com força. Um canivete brilhou sob a luz fraca, e seu sutiã foi partido entre os seios, deixando-os livres. O homem se inclinou e começou a chupá-los com vigor, enfiando os dedos na carne macia. Ela começou a espernear e chutar, mas o homem que a mantinha presa pelos braços a ergueu no ar e a transportou facilmente até uma mesa, onde a deitou de costas. Mão firmes seguraram seus pulsos acima da cabeça e alguém agarrou seus tornozelos, mantendo-a de pernas abertas. O que havia chupado seus seios retomou a tarefa com fome e fúria, mordendo os biquinhos e pingando saliva quente sobre a pele sensível. Simone arqueou as costas, seu único movimento possível, e gemeu em protesto. Mãos agressivas a apalparam entre as pernas, por cima da calça jeans, apertando-lhe o sexo. Seu zíper foi abaixado e alguém puxou violentamente a calça, até tirá-la por completo. Agora, ela estava só de calcinha. O que lhe sugava os seios mudou de posição, ficando na lateral para dar espaço a outro homem, que enfiou a cabeça por entre as coxas de Simone e pressionou o rosto contra a calcinha. Ela tentou se contorcer ao sentir a língua do agressor acariciá-la por cima do tecido da calcinha. Ao mesmo tempo, sentiu-se umedecer. - A puta tá ficando molhada - comentou o homem, rindo. Ele afastou a calcinha para o lado e constatou que a bucetinha estava úmida, brilhante. Convidativa. - Que putinha - ele zombou, e com um puxão rasgou a calcinha delicada, num gesto que a fez gritar de susto e dor, pois o tecido penetrou rápida e bruscamente entre suas dobras antes de ceder. A boca do homem cobriu o sexo exposto de Simone, chupando com energia e rudeza. Os dentes se fecharam num dos grandes lábios e puxaram. Simone soltou um gritinho. Ele fez o mesmo em toda extensão da bucetinha úmida, até prender entre os dentes o grelinho rosado. Então puxou, e ela gritou. Soltou, depois o pegou com os dentes de novo, agora mordiscando. Ao mesmo tempo, o homem que se ocupava dos seios bem-feitos também mordia, "mascando" os biquinhos já vermelhos e machucados. Ela começou a chorar e se contorcer ante a tortura implacável que lhe faziam no grelinho e nos bicos sensíveis. Mas o longo grito de dor transformou-se, sem que Simone pudesse impedir, num urro de prazer, pois ela estava gozando. Antes que o gozo se dissipasse por completo, o homem que lhe tinha torturado a bucetinha ergueu-se e a puxou pelos quadris - direto na direção de seu pau duro. A penetração foi brutal e dolorosa, embora ela estivesse molhada. As estocadas começaram, e para cada investida Simone soltava um grito. Os protestos dela excitavam os outros homens, que se masturbaram ao redor da mesa e diziam obscenidades. Aquele que havia chupado e mordido os seios de Simone agora os apertava. Com uma meticulosidade obsessiva, brincava de passar as unhas na extensão dos seios redondos, admirando as marcas vermelhas que deixava. Apertou os biquinhos com as pontas das unhas dos dedos indicador e polegar, como que testando até onde podia enfiar as unhas sem tirar sangue. Ela gemia sem parar, alucinada pela penetração impiedosa e pela tortura nos seios. Como os gemidos fossem diminuindo de intensidade, o que a estuprava abriu-lhe as pernas o mais que pôde, a ponto de Simone achar que seria partida ao meio. Metendo furiosamente, ele pôs as mãos entre as coxas dela e passou a beliscá-la com força, entortando a pele entre os dedos. Isso a fez gritar de novo, tentando se desvencilhar. Mas ainda a seguravam pelos pulsos e pelos tornozelos, e ela não podia se mover. O homem finalmente gozou, saindo de cima dela. Outro se posicionou, mas não enfiou o pau imediatamente. Pegou um lenço de pano do bolso da calça e limpou a bucetinha lambuzada de esperma. Ao fazer isso, notou as marcas de mordidas e o inchaço da pele delicada. - Cê detonou com ela, hein? - comentou, rindo, para o amigo que a tinha comido antes. - Ela gostou, cê duvida? - Eu sei que gostou... - Os dedos do homem deslizaram pela rachinha... - Não gostou, putinha? Simone não respondeu, ainda respirando com dificuldade e chorando em silêncio. Apertou com olhos com força ao sentir os dedos grossos e ásperos sondando suas dobras, penetrando a fenda, indo até o clitóris inchado. Mas quando ele começou a usar as unhas, ela urrou. Todos riram.. Ele enfiou os dedos nela e arranhou as paredes da vagina, tentando beliscar um pouco de mucosa. Ao mesmo tempo, mordiscava o grelinho. Depois tirou os dedos e apertou o clitóris, torcendo-o para um lado e para o outro. Ela tentava desesperadamente fechar as pernas, sem sucesso. Ele passou a unha no grelinho e apertou. Depois, como que para aliviar a dor, lambeu por alguns minutos. Ela gozou novamente. Ele fez um gesto aos outros para que a soltassem. Num único movimento, penetrou a bucetinha machucada e puxou Simone para si, fazendo-a sentar na mesa. Erguendo-a pela bunda, convidou: - Vem, Mané. Come o cuzinho que eu como a buceta. Mané não hesitou. De pau já duríssimo, afastou as nádegas de Simone, deixando-a bem aberta, cuspiu no buraquinho e começou a enfiar. Era apertado, muito apertado, mas ele ia forçando, enquanto ela berrava. Ao mesmo tempo, o outro fodia sua bucetinha com penetrações longas e profundas. Quando Mané completou a introdução, os dois começaram a se mover no mesmo ritmo lento, depois aumentando a velocidade. Enquanto comia o rabinho, Mané apertava os seios dela com toda força, como se quisesse estourá-los. Imprensada entre os dois, Simone ouvia suas obscenidades enquanto a estupravam. "Cadela gostosa", "puta boazuda", "vadia bucetuda", "vamos te arregaçar", "você é nossa puta, nossa escrava". O que lhe comia a buceta começou a morder seu pescoço. O que a violentava pelo cu enfiava as unhas em suas nádegas carnudas, rosnando ao seu ouvido: "Cadela... puta... te rasgo toda... Vou te currar a noite toda..." A despeito da dor e da situação humilhante, Simone não conseguiu evitar o gozo violento que a dominou. Reconhecendo o grito de prazer, todos os presentes aplaudiram e gritaram vulgaridades. Após esporrarem dentro dela, os dois homens a deixaram prostrada sobre a mesa e se afastaram comentando a esplêndida foda que tinham tido. Mas os outros continuaram ao lado da mesa, contemplando o belo corpo maltratado, os seios arranhados, as coxas com marcas de beliscões, a bucetinha inchada... todos ansiosos por sua vez. Exausta, trêmula e sem forças para tentar fugir, Simone apenas fechou os olhos, sabendo que a noite seria incrivelmente longa.
.286. EU E OS GÊMEOS.Meu nome é Crystal e tenho 25 anos. Essa história aconteceu há dois anos atrás, antes de conhecer meu atual namorado. Estava de férias em Salvador... como nenhuma amiga podia ir comigo, acabei indo sozinha, pois tinha certeza de que conheceria pessoas para me fazerem companhia. Na primeira noite, fui para a boate do hotel, e me sentei perto do balcão... logo vi um cara lindo na pista de dança. Ele era alto, loiro, olhos verdes e bem bronzeado. Ele dançava axé muito bem, e eu fui em direção dele. Fiquei perto dele dançando, para que ele me visse... mas ele parecia estar interessado em outra garota. Como queria beijar aquele cara, parei na frente dele e comecei a dançar sensualmente... eu rebolava, subia e descia, passava a mão pelo meu corpo... ele lógico passou a prestar atenção em mim. Ele estava com um copo na mão... eu cheguei perto dele, fiquei olhando bem nos olhos dele, peguei o gelo, chupei sensualmente, como se estivesse chupando um pau, e passei o gelo pelo decote do meu vestido. Na mesma hora ele me agarrou e me beijou. Foi um beijo quente, forte... a língua dele era macia... ele sugava minha língua. Enquanto me beijava as mãos dele percorriam meu corpo... ele acariciava minha bunda, apertava meus peitos. Já estava louca de tesão... louca para dar para ele. Ele me convidou para irmos até a sacada da boate para conversar. Mas, eu não queria conversa, eu queria foder. Mas, fui com ele. O nome dele era Marcos, ele era de Florianópolis e estava há 15 dias em Salvador e iria embora na noite seguinte. Ele tinha 22 anos, e eu tinha 23 na época. Pensei que eu só tinha aquela noite para aproveitar, já que ele iria embora no dia seguinte. Beijei-o novamente, e enquanto nos beijávamos coloquei a mão por dentro da bermuda dele, e comecei a bater uma punheta. O pau dele estava duro e quente, e ele começou a gemer baixinho no meu ouvido. Aquele gemido e respiração foram me deixando melada... eu passei a mão pela minha buceta, e enfiei um dedo melado na boca dele. Fomos para o quarto dele. Chegando lá, ele me deitou na cama, tirou a minha sandália, e começou a lamber meus pezinhos... estava louca de tesão e vontade, e ele foi subindo a boca pela minha perna... quando chegou na virinha, começou lambê-la, enquanto, enfiava um dedo na minha bucetinha, que estava latejando de prazer... foi quando ele mergulhou a boca nela. A língua dele lambia rapidamente minha buceta de cima para baixo. Ele mordia meu grelinho, e enfiava dedos dentro de mim. Eu gemia cada vez mais alto, e ele não parava de me chupar. Ele tirou meu vestido e começou a chupar meus peitos. Meus bicos estavam duros e vermelhos. Ele mordia bem devagarinho, chupava, beliscava. Eu já estava toda molhada, e queria aquele cara dentro de mim. Ele me fodia com a língua, e eu gozei na boca dele... Ele estava louco de tesão... o pau dele estava duro, e era grande... Ele se sentou na cama, e eu me ajoelhei e comecei a chupá-lo... chupava com força, enfiava inteiro dentro da minha boquinha... ele gemia alto, e me masturbava com o dedão do pé... quanto mais eu chupava, mais alto ele gemia. Coloquei as bolas dele dentro da minha boca, e os chupei delicadamente. Enfiei o pau de novo na boca, e sugava só a cabecinha, equanto batia uma punheta para ele. Ele gozou na minha boca. Sentir aquele leite quente descer pela minha garganta me fez gozar de novo. Foi quando não aguentei mais, e me sentei no pau dele. Cavalgava em cima dele feito uma piranha... estávamos loucos de tesão... ele me botou de quatro na cama, e começou a me foder por trás... ele metia forte, e eu delirava, pedindo mais... foi quando ouvimos um barulho, e alguém entra no quarto. Fiquei envergonhada e me cobri com o lençol, quando ele rindo, me disse para não me preocupar que era o irmão dele. Quando olhei, tive uma surpresa: eram gêmeos. Quando vi aquele outro gostoso, não tive dúvidas, e o convidei para participar da festinha. Ele aceitou na hora. O nome dele era Maurício. Então, voltei a ficar de quatro, e equanto o Marcos me fodia, eu chupava o pau do Maurício, que era ainda maior... ele gemia e me batia na cara, e eu urrava de prazer... aquele cacetão me preenchendo a boca, e outro me fodendo a buceta!! Gozei mais de uma vez... me deitei, Marcos se ajolheu sobre meu rosto e meteu o pau na minha boca... ele estava delicioso, com gosto de porra. Chupava como se estivesse devorando um sorvete. Maurício deita sobre mim, e começa a me foder... ele metia gostoso. O pau dele entrava e saía de dentro de mim, e eu rebolva e contraía a minha boceta, prensando aquele pau gostoso dentro de mim. Ele gozou dentro de mim, mas continuo a meter... e eu não parava de chupar o Marcos, que sem seguida, gozou no meu rosto. Estava louca de tesão, e queria sentir os dois dentro de mim... sugeri que fizéssemos uma penetração dupla. Eles ficaram malucos, e aceitaram na hora. Maurício se deitou na cama, eu subi em cima dele, e ele meteu o caceta na minha buceta, e o Marcos veio por trás, lambeu meu cuzinho e meteu o pau de uma só vez. Gritei de dor e prazer... estava me sentindo uma cadela no cio, a mulher mais poderosa do mundo. Levou um tempo para que acetássemos o ritmo, mas logo a coisa ficou deliciosa. Enquanto um pau saía do meu cu, outro entrava na minha buceta, e assim ficamos por uns 20 minutos... Marcos gozou primeiro, mas permaneceu grudado em mim... logo em seguida o Maurício gozou. Já estávamos exaustos, mas queríamos mais... Marcos colocou dois travesseiros na cama, e pediu que eu deitasse com a bunda sobre eles... me deitei, e Marcos chupou minha buceta mais uma vez, com a intenção de deixá-la bem relaxada e lubrificada. Foi até Maurício e disse algo em seu ouvido... eu estava louca de tesão e curiosidade, e não conseguia parar de esfregar minha bucetinhas, que estava pingando. Eles olharam para mim, deram risada, e vieram na minha direção...Marcos se deitou em cima de mim, e meteu umas quatro vezes. Maurício veio e fez a mesma coisa... foi quando eles me viraram de quatro, e vieram os dois sobre mim, e não sei como, ambos enfiram os paus em minha buceta... doeu muito, mas eu estava louca de tesão, e logo estava delirando de prazer. Gozei muitas vezes, nem sei quantas vezes... os dois tirarm os paus de dentro de mim, e gozaram na minha bunda e nas minhas costas. Tomei um banho de porra... Estava me sentindo aberta, como se tivessem me rasgado... mas, estava satisfeita e cheia de prazer. Me levantei e fui até o banheiro para tomar um banho... eles ficaram no quarto. No banho senti minha buceta dolorida e inchada, mas a noite tinha valido a pena. Saí do banho, me vesti dei um beijo em cada um e me despedi. No dia seguinte fui até o quarto deles para me despedir, mas eles não estavam. Deixei um bilhete com meu telefone e e-mail, e até hoje tenho contato com eles. São meus amiguinhos que me fizeram gozar muiiiito em Salvador.
.287. SOU HELENA, UMA PUTA SAFADA!Loira, alta, pernas roliças e longas; bumbum tipo espetacular, barriguinha de academia, seios turbinados, cabelos longos e cacheados, olhos verdes, 1,75m e com um marido liberal e bem sucedido na vida. Precisa de algo mais pra ser uma fêmea feliz? Acredito que tenho muita sorte na vida mesmo. Artista plástica, independente e inteligente, sem falsa modéstia, é aquilo que muitos homens desejam à primeira vista e sabendo disso adoro provoca-los ao extremo. Não que seja metida ou esnobe, mas me dá muito tesão ser observada, desejada e despida com os olhos. Fico alucinada quando vejo um homem está me olhando e fica excitado. Isso me deixa fora do ar. E por ficar assim que entrei em fria outro dia, como vou relatar a vocês. Fui fazer compras no Shopping Ibirapuera num sábado à tarde e quando dirigia me para o estacionamento em frente, observei o ponto de ônibus lotado de pessoas que provavelmente voltavam para casa depois de um dia de trabalho. Eu estava com um jeans justo, salto alto, um leve perfume e com uma blusa solta cobrindo os seios e mais nada. Tive uma idéia que me deixou excitada, muito excitada naquele momento: andar num ônibus lotado com homens roçando se em mim. Deixei o carro e fui até o ponto de ônibus pra ver no que dava. Um rapaz de terno me chamou a atenção pela beleza e porte físico e quando trocamos olhares, sorri discretamente pra ele no que retribuiu com outro sorriso, mas não se aproximou. Ele deu sinal pra um ônibus que chegava e eu resolvi que seria aquele mesmo. Quando cheguei na porta, ele deu sua vez pra que eu entrasse. Tive até certa dificuldade em subir por causa da calça justa, mas consegui com ele logo atrás de mim. Parei logo após o cobrador e fiquei em pé com os braços levantados segurando na barra do teto. Eu esperava um ataque por trás e nem me lembrei que estava sem sutiã, peça que não uso mais desde a plástica neles. O rapaz do ponto parou ao meu lado e o ônibus foi enchendo cada vez mais e ele se se encostando a mim. No banco tinha uma senhora dormindo no canto e um garoto sentado do lado do corredor que deve ter ficado com dor no pescoço, pois olhava por baixo da minha blusa e tinha uma bela visão dos seios soltos. Senti que o rapaz de terno acabou ficando bem colado atrás de mim e desculpando se por encostar meio de lado na minha bunda. Olhei pra trás e disse que a culpa não era dele, mas que estava tudo bem, eu entendia. Dei um jeitinho de ficar mais na frente dele e deixar a bunda na altura do seu pau. Imagino que ele sentia meu perfume e ainda a maciez da minha carne fizeram com que ele fosse ficando excitado rapidamente e aí cheguei ao meu objetivo. Senti seu pau duro no meio da bunda e dei uma reboladinha nele. Novamente ele se desculpou e eu só consegui responder: fique tranqüilo, tá gostoso assim. O garoto sentado alisava o pau tentando esconder o volume já que minha xaninha estava dividida na calça e parecia piscar pra ele. Dei uma olhadinha no relógio e percebi que já estava no ônibus havia meia hora e nem tinha idéia de onde estava. Falei um tchau gato para aquele que estava atrás de mim e fui saindo. Ele me seguiu e perguntou onde eu ia descer. Respondi que naquela avenida mesmo e procuraria o número a pé. Ofereceu se pra me acompanhar dizendo que àquela hora seria meio perigoso andar sozinha naquele lugar. Aceitei e descemos em frente a um barzinho até que aconchegante e ele perguntou se antes eu não gostaria de tomar alguma coisa com ele. Topei e entramos no tal barzinho e conversamos por meia hora quando resolvi ir embora, mas fui segura pelo braço e veio um convite ousado. Transa comigo agora? Olhei meio assustada pra ele e pra quem está acostumada a dominar, senti um prazer em ser intimada daquela forma. Testando o rapaz, comecei a abrir a blusa perguntando se podia ser sobre a mesa mesmo e ele riu dizendo que morava ali pertinho e seria lá que ele abateria uma coelhinha gostosa como eu. Pagamos a conta e saímos em direção ao seu apartamento. Ainda no elevador fui agarrada com jeito e certa força e recebi o primeiro beijo do atrevido. Suas mãos entraram por baixo da blusa e acariciaram meus seios e ainda ouvi o danado dizer que não teria nem trabalho de tirar um sutiã e que a putinha gostosa estava quase pronta. Puxando-me pela mão abriu o apartamento e sem se preocupar com a porta destrancada levantou e tirou a blusa pela cabeça me abraçando por trás. Ele apertava meus seios e me chamava de vaca gostosa. Estava adorando ser tratada com segurança e certa brutalidade. Desceu as mãos e abriu minha calça forçando pra baixo. Como estava muito justa, resolvi ajudar e falei que tiraria pra ele. Fiquei só com a mínima calcinha na frente dele que olhava babando pro material todo. Tirou a roupa de forma atrapalhada e rápida ficando só de cuecas. Perguntei se podíamos tomar um banho e aí veio a surpresa maior. Levei um tapa no rosto e ele me disse que puta só toma banho depois de levar vara e mandou que ajoelhasse e chupasse seu pau. Não era nem de longe aquilo que estava acostumada, devia ter uns 16 ou 17 cm e era fino. Bom, comecei a chupar com ele me tratando como uma vadia de rua. Se aquilo era novidade por um lado, por outro era extremamente excitante e eu já estava bem molhadinha com a situação. Eu chupava e quando arranhei o pau dele com os dentes, outro tapa veio e eu me desculpei submissa. Percebendo se dono da fêmea, ordenou que ficasse de 4 pra ele. Fiquei e minha calcinha saiu pela lateral do corpo. Isso mesmo, ele rasgou a calcinha e tirou pelas laterais mesmo. Mandou que ficasse em pé apoiando me numa cadeira com as pernas esticadas e abertas. Sentou se em outra atrás de mim e meteu a língua na buceta e no cuzinho ao mesmo tempo. Senti um puta tesão e rebolei um pouquinho. Tomei um tapa na bunda que adorei. Ele disse que era pra ficar quieta senão tomaria outro. Quando encostou a língua de novo rebolei de propósito. Novo tapa e eu gozei gritando de prazer. Percebendo que gostei, me bateu mais algumas vezes na bunda e avisou que ia meter na potranca gostosa e meteu na bucetinha. Até gostei daquela penetração rápida, forte e violenta. Novamente gozei e não contente, ele falou que meteria no meu cuzinho e tirando dela, meteu com tudo nele de uma vez só. Antes, porém, deu outro tapa ordenando que não travasse o anelzinho pra facilitar a entrada. Relaxei o mais que pude e ele meteu com tudo. Novo gozo aproximava com aquele vai e vem até que acelerando e quase gritando disse que gozaria dentro de mim. Tentei sair por que estava sem camisinha, mas não teve jeito. Senti sua porra me enchendo o reto e acabei gozando praticamente junto com ele. Senti-me humilhada quando ele tirou, mas saciada também. Ele caiu no sofá exausto e eu continuei em pé olhando pra ele e em seguida fui ao banheiro pra me lavar. Voltei enrolada numa toalha e comecei a me vestir. Ele apenas me observava e curioso perguntou qual era a minha. Resolvi assusta-lo dizendo que era garota de programa e que meu cachê era de quinhentos reais e assim que me pagasse eu ia embora e caso não pagasse voltaria com meu cafetão que faria um estrago nele. Assustado realmente pegou o talão de cheques e preencheu. Já vestida, coloquei o cheque no bolso de trás e saí deixando o pelado ainda com a caneta numa mão e o talão na outra. Atravessei a avenida, peguei um táxi e voltei pra onde estava meu carro. O cheque? Rasguei e jóquei pela janela do carro rindo do pobre coitado que ficaria esperando a compensação. Beijos...
.288. UMA ORGIA MARAVILHOSA.Em uma de minhas viagens a trabalho para Marília, certa vez ocorreu um fato que marcou minha vida. Participei de uma orgia. Uma senhora orgia. Qual é o homem que nunca quis participar de uma? Bom, estava hospedado em um hotel no centro da cidade e no final do dia, como de costume, tomava um banho e descia até o barzinho do hotel para tomar algo e ficar observando a movimentação. Estava quieto, na minha, quando surge um cara aparentando a minha idade mais ou menos, uns 37 anos e começou a conversar comigo normalmente. Falamos sobre todos os assuntos possíveis, me pareceu ser uma cara gente boa, e na despedida, ele me convidou para ir a sua casa onde teria uma festa no dia seguinte, gostaria muito que eu fosse, que eu iria gostar, etc. Achei meio estranho, pois não se convida uma pessoa que conhece no mesmo dia para uma festa. Como estava numa cidade do interior, achei que o cara fosse um cidadão hospitaleiro e resolvi ir. Marcamos e ele viria me buscar no dia seguinte para a tal festa. Era uma casa bem grande com piscina, cheia de gente bonita, parecia ser uma festa normal de família. Como não conhecia ninguém, fiquei próximo ao barzinho como fazia no hotel, tomando qualquer coisa e observando o movimento. Ele me apresentou sua esposa, diga-se de passagem, uma mulher deliciosa, aparentando uns 34 ou 37 anos no máximo, loira natural, pele bronzeada brilhante, decote aparecendo o volume de seus seios, enfim um tesão de mulher. Educadamente ela me deu o braço e foi me apresentar aos seus amigos, conheci um monte de gente naquele dia, me enturmei com um pessoal e ficamos conversando naquelas rodinhas que se formam. O que eu estranhei um pouco, foi a maneira de como me trataram, parecia que eu já era amigo deles à vários anos. Por volta das 0:30 mais ou menos, várias pessoas já estavam indo embora, e eu também estava a fim de ir, comuniquei ao meu amigo e de pronto ele não me deixou ir de forma alguma, insistiu que ficasse mais um pouco, pois ele mesmo ira me levar embora. Resolvi ficar e fui dar umas voltas pela casa, deviam ter aproximadamente umas 15 pessoas ainda. Chamou-me a atenção o fato de ver uns três casais, em pontos diferentes da casa, estarem se beijando apaixonadamente, passadas de mão, coisas que se faz quando se está só e não numa festa e um desses casais, a mulher, era a esposa do cara; quando vi aquilo, gelei, fiquei pasmo e petrificado; ela olhou para mim, sorriu e continuou com o fulano que estava com ela, voltei rapidamente para o bar tomar uma, pois imaginava que iria sair merda. Algumas pessoas dançavam na sala e fiquei observando as mulheres, que por sinal estavam se esfregando demais nos caras, vi meu amigo no meio deles e comecei a desconfiar que aquilo iria virar uma suruba. Não deu outra, uma das garotas arrancou a camiseta e logo foi acompanhada pelas outras, os casais que estavam nos cantos já estavam quase nus. A esposa do meu amigo estava chupando o pau do cara que estava com ela, eu não sabia o que fazer, não tinha intimidade com ninguém. Sinceramente, estava doido de vontade de comer alguém, mas será que era só chegar e comer qualquer uma? E se alguém brigasse comigo? Veio um monte de duvidas em minha cabeça, então continuei na minha, o máximo que fiz, foi tirar a camisa de dentro da calça e desabotoar. As pessoas que dançavam já estavam todos pelados, as garotas seguravam no pau dos caras, umas rebolavam, os caras chupavam os peitos, passavam as mãos, enfim, a maior putaria. Nisso, surge na minha frente uma garota novinha, uns 22 anos mais ou menos, de calça branca, sem camisa, seus seios eram durinhos, empinados, uma delicia de garota que eu já tinha visto na festa e sem dizer uma palavra sequer, abriu minha camisa e começou a beijar o meu peito e segurar no meu pau com força, ela tirou minha camisa e foi por trás de mim, me abraçou, beijava minha nuca e tentava tirar minha calça. Sem pensar em mais nada eu mesmo tirei, fiquei pelado também, foda-se, ela ajoelhou-se e começou a me chupar como uma profissional, chupou bastante e segurou em meu pau e me levou para o meio da sala junto com os outros. Lá tinha uma mesinha com um monte de preservativos e logo ela colocou um no meu pau. Reparei que os caras estavam todos com camisinhas colocadas. Começamos a dançar bem agarradinhos e fui tirando sua calça lentamente, abracei-a por trás e segurei em sua cintura e coloquei meu pau em sua bocetinha, comecei a comer aquela delicia de garota, tinha um casal em nossa frente e ela abraçou a garota e começou a chupar seus seios, ficou uma de frente para a outra e o cara comia a parceira dele na mesma posição que eu estava comendo a minha, uma garota veio ao meu lado e começou a me beijar, eu acariciava sua bocetinha enquanto eu comia a outra garota. Num movimento mais brusco, meu pau escapou de dentro dela e rapidamente, a garota que eu beijava, arrancou minha camisinha e caiu de boca, me chupou de todas as formas, me fez sentar no sofá e ficou de 4 me chupando, um cara ajoelhou-se atrás dela e mandou ver, nisso vem a esposa do meu amigo, parou na minha frente e ficou me olhando; aquela mulher deliciosa peladinha na minha frente com os pelinhos loirinhos da bocetinha. Não resisti e chamei-a, ela subiu no sofá e ficou em pé na minha frente, então puxei-a e comecei a chupar aquela delicia, minha língua entrava fundo, dentro dela, sentia suas contrações de tesão, mordia seu clitóris, meus movimentos com a língua dentro de sua bocetinha faziam-na delirar, enquanto isso a outra garota continuava chupando meu pau até que comecei a gozar dentro da boca dela. A garota nem ligou, engoliu tudo até a última gota e continuou chupando-me, enquanto o cara a comia por trás e eu chupando a esposa do meu amigo até ela gozar na minha boca, senti um liquido quente me escorrer no peito, ela gemeu alto, agarrou em meus cabelo como se quisesse colocar minha cabeça dentro dela, teve várias contrações, só parei de chupar quando ela foi saindo lentamente, limpei minha boca em sua barriga e seios, ela sentou-se ao meu lado e demos um longo beijo. Esperei a garota que me chupava, gozar, pois ela não tirava a boca do meu pau. Quando ela gozou, levantei-me e fui ao banheiro, lavei meu rosto o pinto e voltei para a suruba. Tinha gente trepando de tudo quanto era forma, tinha mulher com mulher, 2 caras e uma garota, 2 garotas e um cara e eu com o pau duro de novo resolvi comer todas, principalmente as mais gatinhas que tinham me chamado a atenção durante a festa, mas quem eu queria mesmo era a gostosa da esposa do meu amigo. Cheguei no meio e vi duas gostosinhas de quato, uma ao lado da outra sendo comidas por dois caras, elas estavam se beijando, fui para a frente delas e comecei a beija-las também, fui prontamente correspondido, elas me beijavam loucamente, chupavam minha língua, me mordiam, seguravam em meu pau, então resolvi realizar uma fantasia antiga que é ter duas garotas chupando meu pau, não deu outra, foi só me levantar e colocar o pau na frente delas e já abocanharam, foi uma sensação maravilhosa, uma de cada lado passando a língua, depois uma engolia inteiro e a outra chupava as bolas e elas faziam com tanto gosto que chegavam até a babar deixando meu pau ensopado, mas não podia ficar muito tempo ali, porque gozaria rápido demais então me afastei um pouco e deixei-as com os caras, elas nem ligaram e continuaram dando e se beijando, fui à caça de alguma bunda virada para cima (feminina é claro), no sofá tinha uma loirinha cavalgando num cara, coloquei uma camisinha no pau e fui por trás, beijei suas costas e acariciei seus seios, ela virou o rosto e demos um longo beijo e já fui colocando meu dedo em seu cuzinho então ela abraçou o cara que cavalgava e inclinou sua bundinha para trás me convidando, me posicionei atrás dela e fui colocando meu pau em seu cuzinho lentamente, ela até parou de cavalgar ficando imóvel, esperando que eu enfiasse até o fundo, então os movimentos passaram a ser meu e do cara. Eu bombava aquela bundinha com força, a loirinha estava delirando de tesão, até chorava, chegou outro cara e enfiou o pau na boca dela e ela começou a chupar com gosto. Três comendo uma loirinha linda do tipo daquelas patricinhas que você vê na rua e não imagina o que ela é capaz de fazer, rapidamente ela gozou e o cara em que ela cavalgava também, ela ficou meia atordoada, tirei meu pau e ela deitou-se no sofá e o continuou chupando o pau do outro, procurei outra pois não queria gozar de forma alguma. Tinha uma negra linda, alta, parecia modelo, dançando suavemente, sozinha, fiquei de frente para ela e nos abraçamos, comecei a chupar seus seios, ela virou de costas para mim, abracei-a e começamos a dançar nessa posição, ela colocou sua mão para trás e levou meu pau até sua boceta, abracei sua cintura e enfiei, fazíamos os mesmos movimentos, acariciava seus seios, beijava sua nuca, ela se encostava todinha em mim e rebolava bem lentamente. Chegou um cara e começou a chupar seus seios, senti sua respiração ofegante, segurei forte em sua cintura e enfiei o máximo que pude, ela gozou, senti meu pau lambuzado pelo seu gozo, nisso sinto alguém me abraçando por trás, era a esposa do meu amigo que me segurava forte como se estivesse me comendo, sussurrou em meu ouvido para fode-la, só eu e ela. Como eu já estava doido para isso, deixei a negra e ela me puxou até o bar, sentou-se no banquinho e abriu suas pernas, ajoelhei-me e comecei a chupa-la, logo ela gozou, puxou-me pelos cabelos e me fez levantar. Fiquei de frente para ela e demos um beijo que deve ter durado uns cinco minutos. Ela entrelaçou suas pernas em minha cintura e aproveitei e enfiei o pau, entrou tudo, sua boceta era quente e apertada, ela me apertava tanto com as pernas que mal dava para me movimentar, seu marido encostou ao nosso lado e ficou se masturbando me dizendo para fode-la como uma puta. Ela me pediu para que gozasse dentro dela, então em um movimento rápido ela arrancou minha camisinha e voltamos a mesma posição, senti todo o calor de sua bocetinha, ela novamente me apertou com suas pernas e me abraçou, eu estava em pé e ela não estava mais sentada no banco. Eu já estava enlouquecido de tesão, quase gozando e o marido dela ao nosso lado olhando enquanto uma garota batia uma punheta para ele, não resistindo mais gozei, jatos e jatos saíram de mim e ela gozou no mesmo momento que eu. Coloquei-a de volta no banquinho e ficamos nessa posição até a nossa ultima contração de tesão, em suas pernas escorria meu esperma, o marido dela também gozou na boca da outra garota e ficamos os três um ao lado do outro. O cara olhava para mim com um sorriso no rosto e me perguntou se ela era gostosa. Muito, respondi, voltei ao wc, estava meio preocupado porque transei com ela sem camisinha, então ela veio atrás e pegou o chuveirinho do lavabo e lavou meu pau delicadamente. Estava dolorido, nunca havia comido tantas mulheres numa noite só. Sentei-me no sofá e veio ao meu lado a loirinha que eu havia comido o rabinho, perguntou-me se estava gostando da festa, disse-lhe que sim e que gostaria de terminar com duas chupando meu pau bem devagar, como se fosse um sorvete pois estava muito dolorido, ela levantou e mandou que eu esperasse ali. Logo ela voltou com a esposa do meu amigo e a primeira garota que eu tinha transado, aquela da calça branca. A loirinha olhou para mim e falou: duas não, três. Relaxa. Aquelas três mulheres acabaram comigo, eu nem me mexia, era beijo na boca, chupada no meu peito, duas bocas no meu pau, as vezes as três chupavam juntas, enfim foram aproximadamente 30 minutos só de sexo oral e como já tinha gozado duas vezes, demorou mesmo e eu adorei aquilo, elas chupavam com tanta delicadeza, sem pressa nenhuma, aquelas línguas quentes passando em meu pau eram a coisa mais deliciosa que um homem pode sentir. Quando gozei, as três deixaram meu pau limpo, parecia que tinha sido a primeira gozada da noite de tão bom que foi, eu nem abri os olhos. A suruba foi terminando. Eu estava no sofá abraçado com a loirinha acariciando seus seios e beijando a esposa do cara. A garota da calça branca continuava brincando com meu pau, chupava o coitado que estava totalmente mole, mesmo assim, era uma delicia sentir uma boquinha quente mamando. Um a um fomos caindo pelados dentro da piscina, já eram quase 7:00h, fomos nos despedindo, todos se beijavam na boca, como amantes, ninguém estava de cara feia, uns eram casados, outros noivos, e outros vieram sozinhos como eu. Quando meu amigo me levou para o hotel, perguntei a ele porque me convidara. Porque eu? Ele me disse que esporadicamente essa mesma turma faz esses encontros e já estava ficando um pouco monótono, pois eram sempre as mesmas pessoas, então eles tiveram a idéia de convidar algumas pessoas de fora. Aquele papo que tive com ele no barzinho do hotel, foi mais ou menos uma entrevista que fui avaliado. Ele foi muito sutil, pois realmente, não percebi que estava sendo entrevistado. Naquela noite eu e um casal de noivos éramos os convidados, por isso fui tão bem tratado. Fora isso, ele me confessou que tem tesão em ver sua mulher sendo comida por um outro cara. Para mim, valeu, pois foi uma senhora suruba e eu nunca havia participado disso antes.
.289. MEUS 4 PEDREIROS DOTADOS!Sou gaucha 22 anos agora, 1,70 alt, 59 kg, cabelos pretos longos, olhos verdes, seios médio p/ grandes, bumbum como dizem perfeitinho, e faço 3º período de nutrição, volto aqui para lhes revelar a minha mais nova aventura que aconteceu dia 28/03/2003, uma Sexta feira, havia já 16 dias da minha ultima tranza que não tinha sido lá essas coisas, meu pai comprou uma casa na Barra de São Miguel, e precisava de reformas, então contratou uns pedreiros, como ele não tinha tempo de vistoriar as obras, eu fui em seu lugar, quando lá cheguei me deparei com o pedreiro mais gostoso e safado que já havia visto Elizeu, negro, alto, forte ele estava trabalhando com 2 primos, Claudio e Cristovão, e um amigo Alex, adorei ver aquele quarteto, logo vi que seria com eles minha nova orgia, todos me respeitavam muito, os dias foram passando fui fazendo uma certa amizade, eu ia lá p/ ver as obras e aproveitar o sol da barra, descidi aproveitar a oportunidade que meu pai foi a Aracaju e eu ficaria despreocupada, comprei um biquine preto, minúsculo de lacinhos com top que só me cobria os mamilos coloquei uma saida de priaia que é só um paninho comprei duas garrafas de vinho branco e fui pra Barra, desci do carro e fui como sempre olhar as obras, Elizeu quando me viu não se fez de rogado e falou a patroinha vai tomar sol aqui com agente hoje, e riu todos riram eu abri o vinho e os chamei pra me acompanharem, o que todos fizeram sem perder tempo, cláudio foi logo fechando as portas , começamos a beber e vi que todos me comiam com os olhos e resolvi tirar a saida de praia e ficar só de biquine pra atiçá-los, e deu muito certo, rsrsrs, pois vi em seus calções sujos os volumes aumenterem incessantemente, levantei e fui ao jardim, quando voltei Eleizeu me deu um tapa na minha bunda, fiquei um tanto sem jeito mas adorei, pois adoro levar tapas, - me excitam muito - , ele me virou e disse VC QUER É PICA NÃO É SUA PIRANHA DE FAMILIA, fiz uma cara de safada e falei - E VC TEM ISSO P/ ME DAR, ele na hora tirou um pau meio duro que já era grande, olhei em volta vi todos ficarem esperando minha reação, abaxei molhei todo no vinho e comecei a babá-lo chupando o vinho e pauzão ao mesmo tempo tentei colocar tudo na boca, brincando com a baba como se fosse gala, rsrs, me engasguei, foi uma gargalhada geral, ESSA PUTA É GULOSA, VAMOS COMER ELA DE UM JEITO QUE NUNCA MAIS ELA VAI SER A MESMA, quase gozo com essa ordem de Elizeu que prontamente, foi atendida e todos já me rodeavam com aqueles paus deliciosamente grossos, tiraram meu minúsculo biquine e eu já estava a total mercê daqueles arrombadores, chupava o pau de Elizeu que estava duríssimo e enorme, uns 22x6, e os outros batiam as picas no meu rosto com força me chamando de puta, chupava um de cada vez molhando todos no vinho com maestria engulindo até onde conseguia e lambendo o saco molhado de vinho, me sentia uma depravada, e adorava, rsrs, meu cuzinho e minha xana piscavam de tesão, estava extasiada com aquela sacanagem, quando Elizeu gritou, - VOU GOZAR NA TUA BOCA PUTA SAFADA, ENGOLE TUDO, SENÃO APANHANHA, JÁ PERCEBI QUE TU GOSTA DE APANHAR - me deu um tapa forte no rosto e enfiou o pau de vez me fazendo engasgar e engulir tudo, eu gozei com a tapa e pedi mais - ESTOU GOZANDO SEUS PUTOS ME COMAM EU QUERO TREPAR - levei outro tapa na cara dessa vez de Cristovão que me fez gozar mais intenssamente de tesão, me coloraram deitada no chão e começaram a me chupar, um chupava minha xana o outro louco por enfiar os dedos no meu cú, e mais dois ajoelhados tentando enfiar os dois paus na minha boca, me abri toda p/ receber aquela tora, cláudio tinha um pau muito grosso e foi o primeiro que enfiou de vez me fazendo gozar de tanta ansiedade abri os olhos e vi aquelas picas gostosas loucas por minha boca, Claudio meteu forte me fudendo a xana com estocadas vigorosas enquanto eu tinha 2 paus pra tentar colocar na boca, deitei Claudio e montei nele subindo e descendo aquela vara grossa de frente pra ele, deixando meu cuzinho exposto, Elizeu veio por traz e meteu a língua no meu rabo Cristovão me dava de mamar e Alex me chupava os seios mordendo meus mamilos, quando Elizeu cheio de tesão com aquele pau deliciosamente grosso e grande, colocou a cabecinha no meu cú e ficou brincando, eu estava gozando mais uma vez adorando uma vara na xana e sentindo a outra entrando bem devagar no cú, Cristovão gozou na minha boca e Alex estava extasiado com meus seios, parecia um bezerrinho desmamado, dizia - PORRA SUA CACHORRA NUNCA COMI UMA MULHER ASSIM QUE NEM VOCÊ, PARECE AtÉ SONHO - Cristovão disse - OLHA QUE PUTA CHUPONA, TODA MELADA E SE LAMBENDO TODA, eu queria mais gala, e Alex me ofereceu seu pau pra que eu sugasse seu leite, Elizeu queria arrombar meu rabo, meteu tudo e vi estrelas, - TOMA PUTA, É A PRIMEIRA VEZ QUE COMO UM CUZÃO ASSIM, NUNCA UMA PUTA ME DEU O CÚ, E PRINCIPALMENTE DESSE JEITO - sendo fudida por dois caralhos gostosos gozei e quase desmaio, então Elizeu propoz um rodizio de cú, fiquei de 4 e levei a vara toda no rabo, uns 5 minutos de incessantes estocadas depois ele ia gozando e me enfiou o pauzão pela garganta, me fazendo engasgar com toda aquela gala deliciosa, enquanto Alex veio e meteu com força, o pau dele era bem menor que o de Elizeu, completamente tarada quiz mais e falei - AI GATINHO SEU PAU NÃO ESTÁ ME FAZENDO SENTIR-ME PREENCHIDA - eles riram e falaram - A É PUTA ENTÃO TEM A MORAL DE LEVAR 2 VARAS NO CÚ NÃO TEM - eu com uma cara toda melada, disse vem enfiar, vem safados, Alex deitou e eu montei nele, o pau dele desapareceu sem problemas no meu cú, Cristovão colocou a cabecinha, e foi empurrando, caralho que tesão estava recebendo 2 varas no cú, queria ser arrombada, os dois começaram a movimentar frenéticamente e me xingar, - PUTA QUE PARIU VC É UMA ARROMBADA SUA PATRICINHA CACHORRA, VAMOS TE MOSTRAR O QUE É UMA SURRA DE PICAS NESSE CUZÃO - eu estava nos céus com aquilo tudo no rabo, gozei mais uma vez e estava com as pernas bambas, mas não queria parar, os dois quase que simultaneamente gozaram no meu cúzinho, veio Elizeu com seu pauzão duro mais uma vez, que negro gostoso, não sabia como aquele cara tem tanta disposição mas sei que seu pau estava duro denovo e meteu sem dificuldades no meu cu, então Cláudio veio e tentou, mas só entrou a cabeça, pois era muito grosso mesmo, ele foi empurrando e senti como se minha bunda estivesse sendo rasgada, mas pedi mais, - VEM SEUS PUTOS ENFIA ESSA PICA TODA NO MEU CÚ VEM, IIIISSSS, AI CARALHO, PUTA QUE PARIU, SOU UMA PUTA MESMO, QUERO SER PUTA ASSIM TODO DIA, - e fui fuzilada com aquelas toras, mudando de posição pra ser mais fudida ainda, deitei Claudio no chão e sentei no pau dele, mal sentia o pau dele no rabo, então deitei-me no seu peito e Elizeu abriu minhas pernas totalmente tendo uma visão magnífica do meu cú com a pica de Cláudio enfiada, me deixando totalmente aberta, ele colocou com calma o pau no meu cuzinho e foi forçando a entrada, - CARALHO ASSIM EU VOU SER RASGADA NEGÃO, QUE DELICIA, COME ESSE CÚ ASSIM VAI SAFADO, COME GOSTOSO, VEM AI, AI, TESÃO, ME RESGA TODA - ele ouvindo isso, meteu com toda força num delírio ensandecido, - PUTA MERDA CARA ELA É UMA PUTA, PIRANHA MERMO, DUAS PICAS DESSAS NO CÚ - e realmente, era uma posição DESAFIADORA, DOIS PAUS MAGNÍFICOS - mas delirava com aquilo, Cristovão e Alex agora só queriam gozar na minha cara e cabelos , dizendo que adoraram me ver engolindo e me lambuzando com a gala deles, Elizeu veio gozar também e logo em seguida Claudio, eu estava sem forças no chão, empoeirado, toda melecada, suja de poeira com cimento me sentindo uma meretris, com gosto de gala na boca, sentindo meu cú arregaçado, e minha xana, banhada de tanto tesão, eles queriam mais, e eu estava saciada, mas no fundo queria ser fudida, eles me levantaram e me deram um banho, senti uma ardencia enorme no rabo, pois minhas pregas tinham acabado de ir pro espaço, não suportei dar a bunda denovo, mas chupei e dei a xana pra todos, o resto do dia inteiro, até que eles não tinham mais leite a me oferecer, toda assada, com o cuzinho arrombado, cheirando a gala, vim embora pra Maceió, passei uma semana sentando de ladinho, rsrsrs, mas me masturbando muito pensando em como tinha sido bom, ser arrombada por aqueles pedreiros, na semana seguinte fui lá mais uma vez, e eles me apresentaram mais 2 amigos ditos PÉ DE MESA, rsrs, e realmente são, rsrsrs, pra que eu também conhecesse, o que fiz com muito prazer, mas isso é uma outra putaria.
.290. AVENTURAS DE VANESSA NO ACAMPAMENTO!Meu nome é Vanessa, tenho 17 anos, sou morena clara de cabelos lisos um pouco abaixo dos ombros, castanhos claros, olhos cor de mel, 1,70m e 58 kg, tenho um corpinho bem modelado pois gosto de esportes, volley natação e já fiz karatê. Tenho um bumbum redondinho e arrebitado, seios médios e redondinhos e durinhos com os bicos rosadinhos e bicudinhos do tipo que ficam quase furando a camiseta quando estou sem sutiã, o que é quase sempre. Os homens vivem mexendo comigo, dizendo que sou linda e maravilhosa. Bem vamos à aventura... Vou contar como foi o acampamento neste carnaval, foi demais! Nada de exageros como da outra vez.... mas foi ótimo! Chegamos lá no sábado de manhã, arrumamos tudo e fomos caminhar, explorar a área. Eu, o Léo, e a Natália... já de biquinis e o Léo de sunga, entramos no riacho que tem lá e ficamos caminhando por ele para ver até onde ia, ele era raso, mas tem uns poços que dá pra nadar. A gente andou por um tempão, nadamos, e prá variar começamos uns amassos... primeiro eu e o Léo, a Natália ficou meio sem jeito no começo, mas depois se soltou e mostrou a putinha que existe dentro dela também.... Ah! esqueci de te dizer como ela é... ela tem os cabelos anelados, castanhos, tem 1,67m deve pesar uns 55kg, muito bonita, olhos castanhos e grandes, lábios carnudos, seios pequenos mas com bicos grandes, uma bundinha como a minha...redondinha e arrebitada.... ela chama muita atenção também.... bem, eu e o Léo começamos a nos chupar, eu abaixava e chupava o pau dele e ele metia o dedo na minha xana, depois chupou meus seios enfiando dois dedos na minha xaninha.... a Natália só olhando.... depois de uns 10 minutos olhamos para ela e vimos que ela estava com os olhos fechados e com uma mão dentro da calcinha e outra amassando um de seus seios, já fora do sutiã.... então o Léo se levantou e foi em direção a ela, abraçou ela por trás e ficou passando a mão nos seios dela, enquanto a outra ia entrando para dentro da calcinha dela..... ela me olhou meio assustada, mas eu sorri para ela e disse: \"aproveite, relaxe\". E é claro, entrei na brincadeira... ficamos nos chupando um ao outro, eu chupava a xana dela e ela a minha, o Léo chupava as duas, e a gente chupava o Léo juntas..... até ele gozar na nossa cara.... eu lambi a porra que caiu na cara da Natália e falei para ela lamber a que tinha caído na minha cara, ela nunca tinha engolido porra antes, ela disse que cuspia, mas até que gostou... depois pedi para o Léo meter em mim, mas ele disse que queria meter na Natália primeiro, porque nunca tinha comido ela antes e estava morrendo de tesão por ela... fiquei morrendo de ciúmes, mas deixei.... afinal eu é que tive a idéia de levá-la com a gente, sabendo que ia ter que dividir o Léo com ela. Mas tudo bem, a gente tinha muito tempo pela frente.... O Léo meteu nela com vontade... ele deitou ela na beira do riacho, na areia mesmo. Ele metia e ela gritava de tesão...ainda bem que a gente tava longe do acampamento, e o riacho é todo rodeado por barrancos. Quando o Léo foi gozar, ele perguntou a Natália se podia gozar dentro, que era o que ele mais gostava e que estava acostumado a gozar dentro de mim. Na mesma hora a Natália disse que sim, que ela estava tomando pilulas há uns 4 meses. Depois ela me perguntou se eu também tomava pílulas para deixar o Léo gozar dentro de mim, aí eu expliquei o meu probleminha para ela...(eu já te contei, não contei?) Bom, depois o Léo veio me dizer que era a minha vez, eu sentei no colo dele de frente para ele e enterrei a pica dele de uma vez só na minha xana..... já estava muito excitada com tudo aquilo.... ele ficou chupando um dos meus seios enquanto a Nati ficava chupando o outro, que gostoso.... gozei gostoso e o Léo também..... demos uma nadada para nos lavar e voltamos para o acampamento. À tarde ficamos na piscina, (o lugar tem piscina, quadra de areia, restaurante, ducha com água quente e toda a infraestrutura) ficamos naquelas brincadeiras de dar \"caldo\", sabe? De ficar afundando um ao outro, e nisso as mãos bobas iam rolando, vez ou outra nossos seios ficavam de fora do sutiã, e os caras que estavam em volta acabavam vendo, é claro.... a gente disfarçava, mas gostava.... o rala e rola estava muito bom.... À noite ficamos até tarde em volta da fogueira com outras pessoas que conhecemos lá, uns 4 rapazes e umas 5 moças.... mas não rolou nada com eles.... Entramos na barraca para dormir lá pelas 2 da madrugada, e é claro, rolou mais uma trepada.... o Léo estava se sentindo no paraíso... com duas gatas só para ele.... ele comeu nossas xanas e cuzinhos desta vez.... dormimos pelados mesmo. No dia seguinte, o dono do camping ficou conversando com a gente enquanto a gente tomava café, e ele nos deixou entender que ele tinha ouvido a gente transando dentro da barraca enquanto ele fazia a ronda noturna, e deu uma olhada geral em mim e na Nati, nos comeu com os olhos, ele deve ter uns 45 anos, corpo atlético, cabelos um pouco grisalhos, e moreno bem bronzeado de sol.... um coroão.... deu parabéns ao Léo por estar sozinho com duas deusas e falou pra gente ficar bem à vontade, e saiu... Durante o dia o Léo decidiu descer o riacho com a Nati e eu queria explorar o riacho acima.... na esperança de encontrar alguém interessante é claro.... Depois de caminhar uns 30 minutos parei numa ilhazinha e resolvi tirar o biquini e tomar sol peladinha.... estava deitadinha quando de repente escuto barulho de passos na água. Olhei e não ví ninguém, fiquei sentada alí e não sabia se me vestia e ia embora ou se esperava a pessoa aparecer, com medo de ser um cara perigoso ou muito feio...rs..... perguntei quem estava alí... e não tive resposta... quando me levantei para vestir a minha calcinha, um cara apareceu de trás da curva, ele estava me espiando nua é claro... e veio pedindo desculpas por estar espiando.... mas não tinha resistido, dizendo que eu era muito linda, e como estava nua e distraída ele não pode resistir.... vesti minha calcinha e fiquei tampando os seios com as mãos, o cara era um japonês, acredita? Ele era bem bonito, com uns 30 anos, (eu tenho uma quedinha por orientais) e estava acampado perto da gente, eu já tinha visto ele jogando voley e peteca lá. Fiquei parada olhando para ele, e ele andando em minha direção.... ficamos conversando um bom tempo, e até esqueci de que estava com os seios de fora, lembrei na hora que ele ficou com os olhos grudados neles, (nessa hora eu vi um japonês abrir o olho...rs.....), mas não me incomodei e deixei ele olhar, perguntei se ele os achava bonitos... e ele rapidamente disse que nunca tinha visto um par de seios tão lindos e deliciosos.... Ele me disse que era massagista nas horas vagas e já tinha visto muitos seios, mas os meus eram realmente divinos.... percebí que era uma indireta, mas resolvi ir na dele, e pedi para ele me fazer uma massagem. Ele se posicionou atrás de mim e começou... que mãos deliciosas.... ele acabou massageando meus seios também... é claro...com a minha autorização.... e aí...já viu né... ele ficou com o pau quase furando a sunga dele..... e começamos o esfrega.... ele quase rasgou minha calcinha de tanta fúria na hora de tirar ela.... e ele me chupou gostosinho... e foi me puxando para cima dele, me chupando os seios e me fazendo sentar no colo dele...foi me encaixando no pau dele e mandou eu sentar..... quem disse que japonês tem pau pequeno? Não era dos maiores é verdade, mas tinha uns 16 cm.... entrou gostosinho..... fiquei cavalgando nele um tempão.... e ele me dava cada chupão nos peitos e no pescoço que ficou até marcado.... depois ele me virou de quatro e meteu com vontade....fiquei com os joelhos ralados de tanto que ele me socou o pau na xana. Ele entrava devagarinho e depois depressa, ele delirava...disse que nunca tinha comido uma garota tão gostosa na vida dele.... ele gozou....gozou muito.....que porra quentinha..... e eu gozei junto com ele...... ele nem esperou eu me recuperar e já foi metendo no meu cuzinho...nem pediu permissão nem nada... ele aproveitou a porra que vazava da xana e o pau melado dele e colocou a cabeça na entrada do meu cuzinho...foi forçando até que entrou a cabeça..... como eu não falei nada, ele continuou metendo....foi fazendo um vai e vem devagarzinho..... e amassando meus peitinhos..... depois que tinha enfiado o pau todo no meu cuzinho ele pediu desculpas por não ter pedido permissão.... mas ficou com medo que eu recusasse, e ele não queria ficar sem comer a minha bundinha... que ela era irresistível.... ficou metendo, metendo... e gozou de novo.... eu tinha gozado umas duas vezes... adoro gozar pelo cuzinho... é diferente..... depois ficamos deitados na ilhazinha...pelados...nem tinha me dado conta do tempo que passou..... daí a pouco chegam o Léo e a Nati..... preocupados comigo..... o japonês (Emílio) ficou meio sem graça, mas depois das apresentações entrou na nossa... e é claro que cresceu o olho na Nati também.... safado... mas assustou na hora que disse que o Léo era meu irmão...ele ficou preocupado, mas tranquilizei ele. A partir daí ele ficava com a gente sempre que podia, nem ligava muito para a turma dele.... À noite enquanto tomávamos banho eu percebi que estavamos sendo observadas por alguém.... era o dono do camping... ele nos observava por uma fresta no forro do teto da ducha... cochichei com a Nati e ela topou sacanearmos com ele... ficamos nos mostrando para ele, esfregando nossos seios demoradamente, abaixando e mostando a bundinha, abrindo nossas xanas deixando a água cair nelas e dando uma boa visão delas para ele... escutamos ele gemendo, obviamente ele estava se masturbando, e escutamos também quando ele gozou....rimos bastante.... quando saímos enroladas na toalha ele estava parado perto da porta para ficar nos olhando, olhamos para ele e não aguentamos...demos boas risadas... aí ele sacou na hora que a gente tinha visto ele e estávamos fazendo de propósito.... depois ele veio nos procurar e disse que queria conversar em \"particular \" com a gente.... falamos com o Léo e ele ficou de papo com o Emílio, e fomos conversar com o dono, esqueci o nome dele, ele nos mandou entrar na casa dele e nos chamou no quarto... disse que a gente tinha deixado ele muito excitado e queria que a gente ajudasse ele... já tinha muito tempo que ele não tocava numa mulher, e perguntou se a gente deixava ele além de nos olhar peladas, nos tocar e nos chupar... disse que não faria nada a mais além disso.... e disse que a gente podia pedir o que quisesse para ele, que ele até nos pagaria.... viu que velho safado? A gente topou, mas disse que era só para olhar e chupar... e que de quebra a gente daria uma chupadinha nele.... ele topou... disse que a gente podia ficar lá de graça sempre que quisesse, tudo por conta dele, até as refeições.... perguntou se a gente queria que ele ainda pagasse alguma coisa.... olhamos uma para a outra e dissemos que não... que não éramos prostitutas.... apenas gostávamos de uma sacanagenzinha..... Tiramos a roupa para ele... ele ficou doido....ficou batendo punheta....ele pediu para chupar nossos peitinhos...e ficou passando a mão na gente toda.... nas bundinhas, nas xaninhas, nos peitos..... nos deixou toda babadas.... depois me deitou na cama e ficou chupando minha xaninha....gozei na boca dele... ele delirou... depois foi a vez da Nati... ele chupava a xana dela e enfiava um dedinho.... na hora que a Nati tava gozando ele subiu em cima dela aproveitando a nossa distração e encaixou o pau na xana dela... ela gritou dizendo que não, mas ele era forte, eu tentei impedir puxando ele pelo braço, mas ele deu uma estocada que entrou o pau dele quase todo na xana dela... ela deu um grito e começou a chorar... fiquei preocupada.... ele começou a bombar rápido e ficou pedindo desculpa, mas ele não estava aguentando de tanto tesão e tinha que meter na xana dela. Eu xinguei ele, falei que ele não tinha palavra, mas ele nem ligou.... e gozou rapidinho dentro da xana da Nati..... ela chorando bateu nele e saiu de baixo dele.... ele ficou todo sem graça.... e eu pensei... mas também...o que a gente queria.... provocar o cara, entrar no quarto dele, ficar peladinhas para ele, deixar ele nos chupar e enfiar dedos na gente e não querer que ele nos comesse? Foi um estupro, mas a gente sabia do risco, é claro, não somos bobinhas... e para não ficar um clima chato e acabar com nosso acampamento, falei para a Nati, que não tinha problema, que a gente tinha mais é que curtir e aproveitar dele também.... e acabei deixando ele me comer também..... ele ficou todo feliz. Me pôs de 4 e meteu com vontade.... dessa vez ele ficou mais tempo bombando antes de gozar..... ele até ficou preocupado depois de ter gozado dentro da gente, peguntou se a gente tomava pílulas, pois não queria nos engravidar.... e depois ele se mancou que a gente era muito nova.... a Nati, do dia ainda tinha 17 anos, ela fez 18 ontem (14 /02, hoje é dia 15, certo? E eu fiz 18 no dia 23 de janeiro passado.... ele ficou até preocupado, mas a gente disse a ele que ninguém ia saber.... Na segunda-feira cedinho, saímos para caminhar no meio do mato pelas trilhas, eu a Nati e o Léo.... o Emílio (japa) viu e veio atrás... é claro que ele sabia que ia rolar coisa boa.... ele só não sabia que eu e o Léo transávamos também.... no meio do mato começou outro rala e rola, eu com o Emílio e o Léo com a Nati, tivemos que transar em pé mesmo, pois o chão era cheio de espinhos, pedras e bichos.... depois que o Emílio gozou na minha xaninha ele pediu para comer a Nati também, eu sabia que ele tinha crescido o olho nela.... então ele começou a meter nela, quando ele olhou para o nosso lado, ele até parou de meter na Nati, ele se assustou quando viu o Léo metendo na minha xana..... ele perguntou: \"Mas vocês não são irmãos?\". Aí a gente riu e explicou para ele, que a gente já transava há muito tempo, e não ligava para o fato de sermos irmãos. Então ele ficou com mais tesão ainda e descontou na xana da Nati.... esporrou dentro dela com vontade.... disse que ia fazer um filho nela.... ele ficou todo triste quando a gente disse que a Nati tomava pílula... aí ele parou de novo e perguntou se eu também tomava...e tive que explicar para ele, porque ele ficou preocupado dizendo que apesar da pílula eu poderia ficar grávida do meu irmão, por causa da chance de falha da pílula.... Ficamos nessa um tempão, trocando os pares, chupando os cacetes deles e eles metendo nas nossas xanas e nos nossos cuzinhos.... voltamos no hora do almoço.... e fomos almoçar no restaurante.... eu a Nati e o Léo.... o Emílio foi almoçar com a turma dele... O dono ficava nos olhando e sorrindo o tempo todo.... e Léo sacou e perguntou se a gente tinha trepado com ele também, na hora que fomos conversar com ele.... demos uns risinhos e não respondemos....ficou no ar... mas é claro que o Léo sacou, ele não é bobo.... e nos chamou de putinhas..... De tarde fomos jogar voley com os rapazes e as garotas que tinhamos feito amizade. Jogamos de biquini, é claro, deixando os rapazes todos malucos.... foi bom demais... é claro que depois recebemos muitas cantadas e convites para passeios no riacho e no mato... prá quê será? rs... como se eu não soubesse, mas o Léo não queria que a gente fosse com eles, apesar que ele tinha crescido o olho nas meninas também. O Léo achou melhor não misturarmos muito as coisas.... a gente já tinha muita pica à nossa disposição.... apontando para a dele.... À noite fomos tomar banho tarde da noite, todos das outras barracas já tinham tomado banho, eram umas 11 horas da noite, estávamos tomando banho quando entra o dono, ele queria de novo.... ele nos deu um belo banho, e depois..... meteu em nós, claro.... comeu nossos cuzinhos e xaninhas..... gozamos muito.... mais tarde na barraca tivemos que aguentar o Léo ainda.... gozamos mais... Na terça o Emílio nos levou no carro dele para um passeio, ficamos no mato rodando um tempo. Paramos e começamos a transar dentro do carro, ele ficou preocupado em sujar o carro, e nos disse que nos levaria a um motel na estrada, que ele pagaria.... fomos para lá. Ficamos praticamente o dia inteiro lá transando, foi uma maratona..... entre uma foda e outra parávamos e ficávamos na piscina relaxando... até o tesão voltar e começar de novo.... a gente queria voltar, mas o japa disse que não sabia se ia ver a gente de novo, então ele queria aproveitar o máximo possível, e ele iria embora na terça mesmo, à tardinha.... É claro que deixei meu e-mail para ele, afinal.... depois vamos nos encontrar para matar a saudade...rs.... Ele foi embora, e o Léo falou... agora vocês são só minhas..... mas ele se esqueceu do dono.... e na hora do banho... lá estava ele de novo para nos comer..... Antes disso a gente tinha ficado na piscina até mais a noite com a galera toda.... e ficamos nas brincadeiras... e é claro, rolou muita mão boba debaixo da água...... foi bom demais.... Na quarta cedo a gente começou a arrumar as coisas para ir embora... mas antes da gente ir, o dono nos chamou para \"acertarmos a conta\", falei pro Léo que deixasse por nossa conta, afinal ele não sabia do nosso \"trato\", mas ele percebeu é claro.... O dono nos levou para o quarto dele e pediu uma despedida.... ele tinha preparado uma surpresa para a gente.... enquanto a gente estava metendo com ele, entrou um cara com uma máquina fotográfica, era um dos empregados dele... ele disse que o cara era de confiança e ele só ia tirar umas fotos da gente para ele guardar de lembrança.... concordamos desde que não aparecesse nosssos rostos.... e ficamos transando fazendo pose para as fotos...nossa! ele tirou cada foto explícita.... até que ele não aguentou e tirou o pau para fora e ficou batendo uma punheta...... como a gente era em duas, eu fui para o lado do cara e chupei o pau dele.... aquilo foi um sinal verde para o cara.... ele me virou de 4 e foi metendo.... com vontade..... ele me encheu a xana de porra.... nisso entram mais dois caras... 2 negros.... aí o dono falou...\"agora a festa está completa\"... e perguntou se a gente não se importava, pois os caras também tinha visto a gente transando no riacho, no mato e estavam todos \"tarados\" para comer a gente, e quando o dono disse a eles que tinha nos comido várias vezes, eles também quiseram, e o dono armou essa para nós.... A Nati a princípio se assustou, nunca tinha transado com tanta gente assim.... mas foi entrando no clima.... afinal.... Era cada cacete grande e grosso.... os caras pediam para fazer de tudo e a gente ia fazendo, até aguentar dois caras ao mesmo tempo a gente aguentou... um no cuzinho e outro na xana.... a Nati nunca tinha feito isso.... ela delirou.... gozou como nunca.... levamos muita porra... na boca, na xana e no cuzinho.... e isso em pouco mais de uma hora... afinal a gente não podia demorar... o Léo estava esperando a gente, arrumando as coisas sozinho. Ele nem imaginava o que estava acontecendo lá dentro... quer dizer...imaginar ele imaginava... mas que a gente tava transando só com o velho.... Teve uma hora que eu falei para a Nati... vamos te batizar direito no sexo grupal.... enquando os dois negros metiam nela, na xana e no cuzinho, falei para ela chupar o dono e o outro cara ficava chupando os seios dela... ela adorou.....depois foi a minha vez..... O dono e os caras ficaram muito agradecidos, os peões nunca tinha visto garotas tão lindas, quanto mais comido do jeito que eles nos comeram.... sairam rindo, felizes da vida... e o dono nos levou para nos dar um banho.... Voltamos para a barraca e já estava tudo pronto. O Léo deu um sorriso e disse: \"acertaram tudo?\" Dissemos: \"é claro...e ainda ficamos com um crédito...\" O Léo só disse: \"Vocês não prestam...\" e entramos no carro. Ontem, quinta-feira, ficamos em casa o dia todo, só descansando.... a mamãe nos disse: \"vocês foram descansar e voltaram mais cansados ainda? Toda vez que vocês vão acampar é assim.... que farra heim? Imagino o que vocês devem ter aprontado....\" Ela é que não imagina.... senão não deixa nunca mais a gente acampar....rs..... Meu padrasto fica morrendo de ciúmes, mas ele não pode ir... senão a mamãe tem que ir também, se ele for sozinho com a gente a mamãe acha ruim.... Mas ele sempre me diz que ainda vai acampar com a gente, só eu e ele, ou então eu, ele e o Léo.... ele sabe o que rola lá.... e fica só na vontade..... Hoje ele me pediu para contar a ele tudinho o que aconteceu lá, com detalhes....depois vou contar a ele... Ele vai ficar tão excitado que já até sei...vai acabar querendo me comer.... tenho que me preparar.... neste fim de semana a mamãe vai visitar a vovó e vai ficar fora de casa sábado e domingo.... e o Léo deve ir ver a namorada dele, ele disse que deve levar ela pra um motel, pois ela está morrendo de saudade dele.... então ele vai ficar sábado e domingo fora também.... Já viu né? Eu e meu padrasto sozinhos em casa no fim de semana e eu cheia de histórias para contar a ele.... ele já está todo eufórico.... disse que vai preparar uma surpresa para mim.... o que será? E por que será que todo mundo gosta de preparar uma surpresa para mim?
.291. TARAS DE PACIENTE!Sou uma psicóloga, 33 anos, casada e muito feliz. Sou morena, pele clara, olhos e cabelos castanhos, 1.60 de altura e 57kg. Meus seios sao medios e meu bumbum é medio pra grande. Fechando o conjunto, uma bucetinha toda depilada. Ha alguns meses eu recebo um paciente em meu consultorio. Ele é um rapaz casado, 28 anos e tem a fantasia de ver a esposa dando pra varios caras ao mesmo tempo. Ele me procurou pois nao estava conseguindo convencer a esposa. Como boa profissional, quis saber de tudo o que ele planejava. Ele falou que tinha 4 amigos, todos bem dotados e queria ver a esposa dar de todas as maneiras pra eles mas ela nao queria. Entao ele decidiu procurar uma mulher que topasse. Encontrou uma em uma casa noturna mas quando ela vio os mastros dos amigos dele, fugiu. Fiquei muito curiosa e pedi qual era o tamanho desses caralhos. Ele me falou que o menor tinha uns 23 cm. Fiquei toda molhada pois nunca vi um cacete maior que o do meu marido que tem 18,5 cm. Na consulta seguinte, conversamos muito e ele pediu se eu nao queria jantar na casa dele e conhecer os amigos dele para conversar com eles sobre essa tara. Fiquei meio assustada pois profissionalmente nao posso me envolver com clientes mas, acabei por concordar para satisfazer uma grande curiosidade. No dia e hora marcados, cheguei na casa dele. Eles me esperavam com um belo jantar regado a muito vinho. Depois da janta, sentamos na sala e comecamos a conversar. Eu usava um vestido branco, soltinho, sem sutia e com uma tanguinha de renda bem cavadinha. Entramos no assunto da fantasia deles. Eles se revelaram grandes fãs de filmes porno e falaram que o que queriam era uma mulher pra fazer tudo o que eles viam nesses filmes. Eu pedi o que era e eles falaram que queriam comer uma mulher de todas as maneiras possíveis e que ela pedisse mais e mais. Bebendo vinho, o papo foi esquentando. Falei que existiam mulheres assim e que era so procurar. Eles falaram que nao queriam putas e sim uma mulher normal que fosse bem safada. Com mais uma taça de vinho, começamos a falar dos dotes de cada um. Um deles tomou coragem e pediu... - Voce quer ver? Eu fiquei meio assustada mas concordei. Ele levantou do sofá, baixou a calça e mostrou uma vara que, mesmo semi-ereta devia ter uns 20cm. Olhei para tudo aquilo e falei pra ele... - Nem está duro querido... como posso ver o tamanho? Nisso meu paciente veio perto de mim e falou... - Voce nao quer fazer ele ficar duro? Eu olhei pra ele e falei que ele era um safado e que tinha me convidado pra jantar so para se aproveitar de mim. Ele sorriu maliciosamente e eu disse pra ele... - Vou fazer todos ficarem bem duros sim mas voce vai ter que pegar uma regua pra mim medir essas varas. Ele saiu da sala para buscar a régua e eu olhei para os outros 4 e disse... - Vamos ver essas varas então. Levantei e tirei o vestido ficando so de calcinha. Eles tiraram toda a roupa também e começaram a tocar os cacetes. Chamei o primeiro. Ele vei perto de mim e eu agarrei aquele monstro, dei umas lambidinhas e senti que eles estava bem duro. Peguei a régua e medi... tinha 24cm. Chamei o proximo, lambi um pouco o cacete e medi... tinha 26cm. O outro rapaz tinha uma vara de 25cm. Meu paciente tinha uma vara de 23,5cm e o último, esse sim, um negro de 2 metros de altura, tinha uma vara que faltou regua pra medir... passava dos 30cm e era mais grosso que meu pulso... uma loucura. Olhei para todos aqueles cacetes e falei... - Com essas varas nao é de duvidar que uma mulher fugiria de voces. Meu paciente, o qual chamarei de Marcelo, chegou pra mim e falou... - E voce... vai fugir também? Olhei para ele com uma cara de safada e disse... - Não... Quero ser a mulher que voces tanto procuram. Falando isso, levantei e tirei a calcinha. Eles babaram ao ver que sou raspadinha. Me ajoelhei na frente deles e comecei a chupar um por um, enfiando o máximo que conseguia na boca. O do negro nem conseguia colocar a cabeçorra. Depois me deitei no sofá com as pernas bem abertas. Marcelo começou a me chupar como um louco, enfiando os dedos na minha buceta que ja estava toda melada. Ele enfiou 4 deodos e disse que estava me preparando. Depois ele mesmo apontou a vara pra minha buceta ja bem aberta e meteu tudo de uma vez. Me senti lotada de carne. Ele mexia com forca e eu mal podia gemer com os outros cacetes procurando minha boca. Só sentia eles se trocando alternadamente na minha buceta. Quando chegou a vez do negro, fiquei com medo. Ele começou a enfiar aquela vara imensa na minha buceta e eu senti dor. Senti ela chegando no meu útero. Olhei e ainda faltava muito cacete pra entrar. mexi naquela vara como uma louca escutando eles me chamarem de puta, cadela, bucetuda. Me viraram de 4 e começaram uma nova sessão de foda. Um por um, todos metiam com vontade na minha buceta que já estava toda aberta. Depois, o negro me fez sentar naquela vara imensa. Cavalgava aquele monstro e os outros so olhavam admirados. Aí o Marcelo chegou por trás e falou... - Vamos meter dois na tua buceta doutora... O que voce acha? Eu olhei pra ele e falei... - O que voce está esperando querido... Fode a tua doutora putinha... fode. Me inclinei pra ferente e senti ele forçando a entrada. Com as maos ajudei a abrir minhas nadegas, sentindo o cacete dele dividindo minha buceta com o negão. Quando passou a cabeça do pau, o resto foi deslizando todo para o fundo. Sentia minha buceta se abrindo ao máximo. Nunca imaginei que seria capaz de fazer aquilo. Os outros ficaram empolgados e também dividiram minha buceta, um a um. Fiquei toda arrombada mas eles queriam muito mais. Me colocaram de 4 e, com um oleo lubrificante, começaram a preparar meu cuzinho. Senti o Marcelo enfiando os dedos no meu cu, um depois do outro até enfiar 4 dedos. Logo depois, senti ele encostar a vara no meu buraquinho e começar a enterrar tudo. Gritei de dor mas não desisti. Aguentei tudo. Ele enterrou até as bolas baterem na minha buceta. Senti meu cu ardendo e sendo arrombado por um cacete enorme. Nem meu marido come minha bundinha porque acha nojento. Depois do Marcelo, os outros também tiveram vez, um a um, atá chegar a vez do negão. Esse sim me arrombou. Ele começou a enfiar no meu cu que já estava todo aberto. Senti a vara deslizando cm por cm... parecia não ter fim. Os outros ficaram só olhando e falando... - Olha só cara... É uma puta mesmo... Aguenta tudo no cu... E realmete, no meu cu, o negão conseguiu enfiar tudinho. Imaginem voces, mais de 30cm de vara na minha bundinha... Fui a loucura. Com muito cuidado, ainda fiz varias duplas penetrações, sentindo todos eles fodendo todos os meus buracos. Depois disso, o Marcelo foi até a cozinha e voltou com um copo. Todos os cinco gozaram no copo. Eles olharam pra mim e falaram... - Bebe tudinho agora... Queremos ver voce engolir toda essa porra. Eu nao recusei e bebi mais de meio copo de cerveja de porra, engolindo tudinho até o fim. Depois disso, deitei no sofá exausta. Sentia meu cu ardendo e minha buceta toda arrombada. Meu paciente chegou perto de mim e falou... - Querida, tem mais duas coisinhas que nós queremos fazer. Eu olhei pra ele e disse... - O que é meu anjo... Pode falar pra tua doutora. Ele me olhou e falou... - Em um filme nós vimos um cara enfiar a mão toda na buceta de uma mulher e nós queremos ver se voce aguenta isso também. Fiquei um tanto assustada mas nem tive muito tempo pra pensar. O negão já estava com o lubrificante na mão e começou a passar na minha buceta. Eu olhei pra ele e disse... - Quem aguenta esse caralho é capaz de aguentar qualquer coisa... Mete a mão em mim. Com o Marcelo abrindo minhas pernas, senti o negão começar a enfiar os dedos. Foram 4 dedos logo de cara. O negão falou... - Voce já tá bem aberta querida... Vai ser facil meter a mão aqui. Logo depois senti ele forçar a passagem do punho na buceta. Ela foi se abrindo até acomodar a mão do negão todinha. Mas ele queria mais e continuou enfiando até o fundo da minha buceta. Olhei e vi que ele tinha enfiado tanto que chegou a passar o pulso do braço dele. Ele falou... - Além de larga é funda essa bucetuda. Ele começou a movimentar a mão na minha buceta, fazendo ela ficar mais aberta. Sentia ele tirar e enfiar de novo até o fundo. Ficou tão aberta que ele já tirava e enfiava tudo sem problemas. Aí o Marcelo falou... - Fica de 4 doutora... Queremos meter a mão assim. Eu obedeci e me arreganhei toda de 4 pra eles. Senti uma mão invadindo minha buceta com força. Olhei e era o Marcelo que falou... - Nossa doutora... Que sensação deliciosa ver uma buceta arrombada assim... Tá sentindo minha mão lá dentro? Eu olhei pra ele e falei... - Sim querido mete até o fundo... Quero sentir a tua mão lá no meu útero amor... Fode com o braço todo. O negão, ouvindo aquilo falou para o Marcelo... - Deixa eu foder denovo... Vou mostrar pra ela com se faz. Dizendo isso, ele fechou a mão e socou tudo dentro da minha buceta. Eu rebolava na mão dele pra ela ir bem fundo. Só escutava os comentários deles... - Vai... Mete mais que tá entrando... Nossa... Tá indo até o braço. O Marcelo olhou pra mim e falou... - Pena voce não poder ver isso... Ele enfiou até metade do antebraço doutora. Eu sentia o punho dele socando meu útero. Perdi a conta de quantas vezes gozei. Eles ainda me fizeram cavalgar os braços de cada um e depois gozaram novamente no copo e me fizeram beber mais porra. Quando achei que tinha terminado aquela noite de loucuras sexuais, o Marcelo me levou até o banheiro, me fez ficar ajoelhada no box e chamou os outros. Ele falou... - Agora vem a última parte... Voce vai beber nosso mijo. Eu olhei pra eles e falei... - Sim queridos... Mijem em mim todinha... Quero beber tudo. Eles mijaram muito em mim. Bebi o que podia. Depois disso, tomei um bom banho, me sentindo a maior puta. Voltei pra sala e todos já tinham ido embora. Sentamos eu e o Marcelo e ficamos conversando. Eu pedi pra ele... - Era isso que voce imaginava querido? Ele disse que sim e queria saber se eu podeira repetir isso algum dia e quem sabe, tentar coisas novas com eles. Eu concordei e falei que era só ele me procurar. A partir dessa noite nós temos encontros frequentes com os amigos deles e fazemos as maiores loucuras que voces possam imaginar.
.292. LOUCO PELA MULHER DOS OUTROS.Essa história começou em 1995. Na empresa onde eu trabalhava entrou uma nova funcionária. E que funcionária ! Seu nome era Aline. Era um violão de morena. Tinha 1,70m , cabelos negros até o ombro, um bonito par de seios, cintura fina e umas coxas deliciosas. Naturalmente todos os gaviões da empresa imediatamente passaram a dar em cima dela. Eu como era recém-casado na época não pude ir com tanta sede ao pote, mas dei minhas insinuadas...Por fim, ela acabou namorando justamente meu melhor amigo, Rodrigo. Quatro anos se passaram e eu continuava a secá-la todos os dias, com todo respeito, é logico. Não trabalhávamos na mesma área mas tínhamos certo contato, muito em função de meu amigo também. Aos poucos fui pegando amizade e ela passou a confidenciar problemas de relacionamento com meu amigo. Ele era o tipo "filhinho da mamãe", aquele cara que já passou dos trinta mas não quer deixar a mamãe sozinha, talvez tenha medo de viver sua própria vida, sei lá...Ela por sua vez, com 27 anos, estava naquela fase do "vai ou racha". Percebia que não poderia perder muito tempo sendo enrolada por um cara pois poderia pagar um preço alto se não desse certo. Eu percebi essa situação e, confesso, comecei a me aproveitar disso... Ela reclamava que ele não tinha certeza se queria casar, que talvez ele fosse imaturo ainda, apesar da idade, etc. Eu jogava lenha na fogueira: - Você não deve perder tempo com o Rodrigo, Aline. Ele é o típico "solteirão". Veja só, ao invés de economizar para vocês comprarem um apto ele entrou num financiamento para comprar um apto para a mãe ! Ela ficava louca da vida e os dois brigavam... Comecei então a propor uma solução: - Procure outro cara. Você merece um cara mais maduro, mais estabilizado financeiramente. Que dê o valor que você merece. Percebi que minhas "sugestões" aos poucos foram entrando na cabeça dela. Ela passou a me olhar com outros olhos, a me procurar mais para conversar. Nessa altura conversávamos diariamente. Um dia, não resisti e me abri pra ela: - Aline, estou apaixonado por você ! Tenho me remoído nesses últimos meses pensando em você 24 horas por dia...Não aguento mais ver eu e você sofrendo nos nossos relacionamentos...blá...blá...blá... Ela sabia dos meus problemas com minha esposa...tá certo que eu exagerava um pouco, mas senti que ela balançou naquele momento. No outro dia inventei uma estória e falei pra irmos ao shopping comprar alguma coisa. Fizemos as compras e, no estacionamento do shopping, dentro do carro, não hesitei. Puxei-a pra mim e lasquei um beijo apaixonadíssimo. Pela primeira vez pude sentir aquela boca maravilhosa, que eu tanto cobiçava. Daí em diante nossas vidas viraram de pernas pro ar. O problema era conciliar todos os horários, afinal eu continuava casado e ela continuava a namorar. Isso sem contar que tínhamos que disfarçar para toda a empresa. Com tantos empecilhos tinha que agir rápido, se quisesse tê-la em meus braços na cama. Pedi que ela me seguisse com seu carro. Como não tínhamos muito tempo, tive que optar por um drive-in. Chegando lá ela entrou no meu carro. Só de ver aquela morena ofegante, com cara de assustada, mas ao mesmo tempo excitada com toda a situação, meu pau virou uma rocha. Não dei tempo pra ela pensar duas vezes, levei-a para o banco de trás e comecei a beijá-la enlouquecidamente. Comecei a tirar sua camisa e passei a mão suas costas. Nunca tinha sentido uma pele tão macia e delicada como aquela. Fiquei doido de tesão e tirei seu sutiã. Caí de boca naqueles mamilos deliciosos...Ahhh, eu estava no paraíso ! Ela também tirou minha camisa, abriu meu zíper e enfiou a mão na minha calça. Encontrou um membro muito duro e, pela cara dela, maior do que ela esperava...Fui aos céus quando ela o abocanhou com gosto. Pude sentir seus lábios percorrendo toda a extensão daquele mastro errijecido. Tive que tirá-la de lá pois eu já estava quase gozando. Pude então ver sua boca lambuzada e isso me excitou mais ainda. Tirei suas calças. Ela estava com uma calcinha preta maravilhosa (nunca vou esquecer a cena). Tirei-a com os dentes. Pude então vislumbrar o objeto do meu desejo. Uma buceta aparadinha e totalmente molhada de tesão. Passei minha língua suavemente pelos lábios que iam se abrindo para mim. Ela gemeu com uma voz mansa de gata: - Uhhh. Que delícia! Faz mais, faz.. Enfiei a língua abruptamente, abrindo espaço naquela buceta maravilhosa. Ao mesmo tempo enfiava um dedo e chupava seu grelinho. Pude ver seu cuzinho se abrindo e fechando. Ela não aguentava mais e pediu: - Mete em mim, mete... Coloquei-a sentada de pernas abertas e enfiei com força. Dava estocadas firmes e ritmadas. Sentia minhas bolas baterem em sua bunda. Gozamos alucinadamente. Troquei de posição em seguida, ficando sentado no banco e ela se sentou em minha vara. Nessa posição podia chupar seus peitos e acariciar sua bunda ao mesmo tempo , enquanto ela cavalgava...Dei alguns tapinhas em sua bunda e percebi que ela tinha gostado. O ritmo foi aumentando e passei o dedo na portinha daquele cuzinho maravilhoso, ela soltou um gritinho de tesão. Passei meu dedo no meu pau lambuzado de porra e o melequei bastante. Voltei a passar o dedo melecado em seu cuzinho e ela começou a cavalgar frenéticamente e a gemer também. Sentia aquele cuzinho delicioso se abrindo e enfiei o dedo com tudo. Ela imediatemente gritou o começou a gozar...Sentia meu dedo sendo apertado por aquele cuzinho delicioso. Ela quase desfaleceu de tanto prazer. Disse a ela que dessa vez não tinha gozado e que agora queria comer seu cuzinho a qualquer preço. Ela disse que nunca tinha feito isso, mas eu disse: - Você viu como você gozou quando eu enfiei o dedinho ? Pode deixar que eu tenho experiência nisso e você não vai se arrepender. Ela estava louca de tesão e não pensou duas vezes. Ficou de quatro. Fomos nos ajeitando no carro. Quase não acreditei no que estava acontecendo. Aquele puta mulherão estava de quatro no banco traseiro do meu carro com o cuzinho já lambuzado de porra. Era demais ! Coloquei na portinha e fui pressionando lentamente. Ela gemia mas a posição não deixava muitas alternativas pra ela. À certa altura dei uma estocada mais forte. Ela gritou de dor mas não disse para eu tirar. Peguei em seus cabelos e sussurei em seu ouvido: - Agora rebola, minha putinha. Rebola que você vai se acostumar com ele. Ela começou um movimento tímido mas, aos poucos, foi se soltando e fazendo movimentos de vai e vem. Quando senti que já estava bem lubrificado comecei a dar estocadas ritmadas enquanto falava palavrões em seu ouvido: - Sua puta! Vagabunda ! Olha como você gosta de dar o cú ! Não é gostoso ? Ela respondia: Ai ai, mete mais, mete...tá doendo mas tá gostoso...Ela gozou mais uma vez . Eu tirei e enfiei em sua boca. Enchi sua boca de porra. Ela quis cuspir mas não deixei: - Engole tudo, minha putinha...engole e lambe tudinho. Ela lambeu tudo direitinho... Nos trocamos e ficamos conversando no carro. Ela disse que precisava ir, pois tinha marcado encontro com o Rodrigo. Pensei: - Essa putinha vai se encontrar com o cara toda arregaçada e com a boca com gosto de porra Não sei porque mas isso me deixou mais excitado ainda. Ficamos juntos por mais cinco meses e essa idéia de que, após nossas transas ela iria se encontrar com o namorado me excitava muito e não saia da minha cabeça. Por fim, terminamos nosso relacionamento porque ela via que o que eu queria mesmo era comê-la. O namorado, não sei se desconfiado ou não, propôs que eles ficassem noivos e ela topou. Acho que, no fim das contas, ajudei-a a forçar a barra, pro cara se decidir pois, depois que começamos a sair ela passou a ser uma mulher mais atraente, menos dependente, senhora do seu prazer, etc.
.293. GOZANDO COM UM ESTRANHO.Moro na Baixada Santista, SP, tenho 29 anos, quase 1,60, cabelos e olhos castanhos claros, não me acho bonita, apesar de saber que mexo com o libido dos homens; no entanto, em matéria de sexo só entro quando percebo que realmente vale a pena. Bom , minha história começou em um sábado onde não tinha nada pra fazer, estava chovendo e resolvi entrar na sala de bate papo da minha cidade (Santos), já estava quase desligando quando notei um nick (apelido) que me chamou atenção . Puxei conversa e comecei a teclar com um homem de papo extremante interessante e agradável. Ele disse que morava em São Paulo, mas que, por motivos de trabalho já havia morado em Santos. Tínhamos muito em comum e ficamos muito tempo teclando, quando resolvemos trocar os números de telefone. Nos falamos via tel no mesmo dia e com mais papo,decidimos nos encontrar. Como sou professora disse a ele que as terças estaria dando aulas em São Paulo e talvez poderíamos marcar alguma coisa (cinema, tomar um suco, etc). Ele concordou na hora! Passou domingo, segunda e eis que chega a terça feira! Me arrumei normalmente, sem muitos artifícios, pois estava indo trabalhar. Peguei o ônibus e desci na Rodoviária do Jabaquara, onde havíamos marcado. Na hora que desci do ônibus, caiu a ficha!- Meu Deus estava preste a me encontrar com um completo desconhecido, então decidi não ir, peguei o sentido contrario e segui meu caminho; mas, ao mesmo tempo vinha a minha mente a voz deliciosa dele, envolvente...a curiosidade de saber como ele era falou mais alto do que o medo e resolvi encontra-lo. Quando eu o vi meu coração disparou, ele estava ali parado, onde tínhamos combinado, já demonstrando uma certa impaciência, ainda fiquei alguns segundos de longe, observando...respirei fundo cheguei perto dele. Foi muito estranho nosso primeiro contato, parecíamos que já nos conhecíamos...ele falou oi, me deu um beijo no rosto e me levou até seu carro. Como a escola que dou aula fica no centro de São Paulo, tivemos que atravessar toda a cidade, fomos conversando coisas banais, era visível o nervosismo de ambos.Quando chegamos na porta da escola, já estava quase na hora de começar aula, tínhamos poucos minutos...ele parou o carro, conversamos um pouco, nos olhamos e na mesma hora tivemos o mesmo desejo...nos beijamos deliciosamente - era um beijo de língua bem molhada parecia que estava devorando minha boca.. Ele não parecia mais um estranho, mas, um homem que me conhecia há muito tempo!!! Como estava na hora da aula, tive que deixa-lo. Quando ele me fez uma proposta indecente: - Da gente se encontrar depois da aula! Como moro longe e aula termina as dez, eu já estava imaginando quais eram suas intenções. Ele percebendo meu medo, disse que esperaria em casa, e se eu quisesse vê-lo era só ligar para ele. Desci do carro e fui dar a minha aula...foram as três aulas mais difíceis que dei na minha vida ! Eu estava completamente fora do ar, pensando nos beijos, abraços e passadas de mão que ele me deu no carro. Terminada a aula, estava na hora de me decidir; mais uma vez vacilei e tomei o rumo de casa, peguei o metro e quando estava a quatro estações do meu destino, resolvi descer e ir de encontro aos meus desejos. Liguei pra ele – ele já estava achando que eu tinha desistido – e ele veio me buscar. Quando chegou, não pensamos duas vezes, fomos direto a um Motel, continuar o que havíamos começado no carro hora antes. Quando chegamos, ele me disse que iria apresentar o meu cativeiro, que eu era dele...eu ainda estava com medo, mas, completamente excitada. Ele me pegou, começou a beijar e arrancar minha roupa, peça por peça. Eu estava indo a loucura...tirei suas calças e camisa, ele tinha um corpo lindo, peludo, cheiroso, macio...rocei meu lábios naquele peito delicioso. Ele me deixou só de calcinha e sutiã e deitou na cama, fiquei em cima dele e me esfreguei no cacete dele que ia crescendo, ficando bem duro, quase estourando a cueca. Não parávamos de nos beijar e esfregar nossos corpos, quando ele em um movimento rápido me deitou de costas e fez algo que me deixa facinha, facinha...rs. Lambeu toda a extensão das minhas costas, passando a língua e chegando na nuca. Até parece que ele sabia que esse é meu ponto fraco. Não resisti mais e me deixei levar...ele arrancou minha calcinha e sutiã e começou a mamar meus seios, lambia, beijava, mordiscava - teve uma hora que ele sugou tão forte que tremi todinha de tesão, ficou mordendo e sugando por algum tempo. Desceu a língua até minha bucetinha, senti sua língua quente me chupando, que delícia !!! Era um calor gostoso, o tesão era enorme que eu me contorcia toda. Ele era dono da situação, utilizava a língua com maestria...uma hora chupava forte, outra só passava a linha em meu grelinho...ficou assim por minutos, veio me beijar e senti meu gosto misturado com o gosto dele, enlouqueci. Apertei seu cacete, ainda dentro da cueca, e senti que ele estava duro e quente...tirei ele pra fora e comecei a dar beijinhos, de leve...ele só me olhava ...tirei sua cueca e pude ver todo seu pau, grande, macio e delicioso...comecei a passar a língua bem devagar por toda a extensão do cacete dele, começando da cabecinha e indo até as bolas, onde fiquei mais tempo e suguei gostoso...ele gemia baixinho, não agüentou e deitou em baixo de mim, começando um 69 único !!! Era demais sentir sua língua e ao mesmo tempo o cacete dele na minha boca...eu sugava, beijava, lambia, punhetava aquele cacete maravilhoso, enquanto ele não cansava de fazer malabarismos com a língua em minha buceta. Não agüentei e gozei na cara dele !!!! Mas eu queria mais...queria sentir aquele pau na minha bucetinha...quase que implorando, pedia para ele me comer. Sentia nossos corpos quentes e suados, colados um ao outro, aquele cheiro de sexo no ar estava me fazendo quase desmaiar de tesão dizia: VEM MEU HOMEM, ME COME, QUERO SER SUA. Ele olhou para mim, abriu bem minhas pernas, segurou seu cacete e foi esfregando aquela cabeça roxa na entrada da bucetinha, ele fazia movimento circulares, me deixava mais louca eu pedia para ele meter: VEM, ME COME! Ele me torturou por algum tempo, me olhava com cara de safado e falava para eu pedir mais; e eu não parava: VEM, ME COME, METE FORTE EM MIM, ACABA COMIGO, TE QUERO, QUERO MUITO, VEM...de repente foi forçando a cabeça, sentia uma queimação gostosa, a sensação dele entrando, pulsando dentro de mim era maravilhosa. Nós gemíamos e suávamos como loucos, ele foi forçando cada vez mais eu me contorcia toda, havia uma sensação de dor e prazer ,ele foi enfiando mais e mais, o calor era enorme, ele pegou pela cintura e puxou meu quadril perto dele e deu uma estocada forte, veio uma dor intensa, senti ele inteirinho dentro de mim, bem fundo...ficou quietinho por uns segundos... De repente, parecia que tinha sido tomado pelo tesão. Senti sua respiração ofegante, ele começou um vai e vem, primeiro devagar, depois foi aumentando o ritmo para mais rápido, rápido, rápido...metia forte e fundo, eu arfava, gemia, gritava...estava alucinada sentindo aquele cacete dentro de mim...trocamos várias vezes de posições: fiquei por cima rebolando no seu cacete, enquanto ele mordia meus seios e apertava minha bunda; depois ele subiu em cima de mim, quase me sufocando, me chamando de gostosa e metendo bem forte; ele ainda me deixou de quatro e enquanto metia na minha buceta dava leves tapinhas na minha bunda – eu perdi a conta de quantos orgasmos eu tive, eu gozava e gemia sem parar - até uma hora em que ele ficou em pé e me arrastou com força na beirada da cama e arreganhou mais minha perna e de uma vez enterrou aquela pica em mim , eu gritei de dor e prazer e ele ofegante tirava o máximo proveito da minha bucetinha, metendo forte e aumentando o ritmo dos movimentos. A sensação é indiscritível, sentir aquela pica quente e suada me comendo, no início sentia rasgada, mas o prazer foi tomando conta, as estocadas do meu homem eram intensas profundas, que estremeci meu corpo todo, sentindo um calor intenso, não agüentei e gritei para que todos no Motel ouvissem que EU ESTAVA METENDO COM O HOMEM MAIS GOSTOSO, TESUDO E MARAVILHOSO DO MUNDO; ele gemia de prazer enquanto eu involuntariamente contraia minha vagina esmagava seu pau , deixando ele descontrolado, até que não mais agüentando ele anunciou que iria gozar...e me deu um verdadeiro banho de porra quentinha, lambuzando meu corpo, meus seios e minha cara. A noite porém não acabou assim, tomamos um banho delicioso, com uma ducha bem quietinha e muito sabonete...ele me ensaboou e ficamos esfregamos nossos corpos, causando uma sensação maravilhosa. Teve mais chupações, apertões, lambidas, carinhos, beijos molhados, mãos bobas, sacanagens gostosas, até que dormimos agarradinhos...De manhã, fui acordada com um beijo delicioso de bom dia, um café da manhã inesquecível e a promessa de repetir a dose. Minha história com ele foi quente, gostosa, envolvente, porém breve...tivemos outros momentos tórridos, mas da mesma maneira que este homem estranho apareceu na minha vida - também foi o jeito que ele sumiu...de repente. Será que ele era um anjo sedutor que só estava de passagem por aqui????
.294. UMA JAPINHA BUNDUDA NA PRAIA!Olá gente, meu nome é Marcela , tenho 22 anos, sou oriental, cab. pretos, longos e lisos, peso 60kg e tenho 1,64m, seios médios pra pequeno, cintura fina e um bumbum avantajado, 114cm, moro no Rio de Janeiro e sou estudante. Bom, a estória que vou contar aconteceu comigo recentemente, gosto muito de ir à praia, vou muito à praia de Grumari, é calma, limpa e durante a semana é bem vazia, quase deserta, então um dia eu fui sozinha pq eu estava com uns problemas pessoais e precisava relaxar um pouco. Era uma segunda-feira, e como sempre a praia estava muito vazia, praticamente deserta, fiquei alí sentada na cadeira vendo o mar e descansando até que vejo um homem fazendo cooper na areia, ele foi se aproximando e fui vendo mais detalhes, era um homem negro, cabeça raspada, forte, mas não definido, e alto, usava uma sunga amarela, quando ele passou na minha frente até me esqueci dos problemas, ele me desconcentrou. Enquanto ele passava eu olhava pra ele, vi que ele tb olhou pra mim, mas continuou sua corrida, mas logo à frente ele deu meia volta e veio em minha direção, acho que ele precebeu o meu interesse... Chegou perto de mim e perguntou se poderia se sentar, falei \"Claro, fique à vontade.\" Seu nome é Roberto, 39 anos, um homem educado e principalmente muito atraente, ele estava todo suado e aquilo me dava mais tesão, ofereci a ele um pouco de água e ele aceitou, equanto ele bebia a água pude ver o grande volume debaixo daquela sunga que parecia apertada pra ele, conversamos e fomos descobrindo muitas coisas em comum. Até que ele me perguntou se eu não estava afim de dar um mergulho, eu aceitei é claro, nos levantamos e aí ele pôde ver melhor meu corpo, senti que ele gostou tb, eu estava usando um biquini vermelho que mesmo sem querer enterrava no meu bumbum por ser grande, de propósito tb nem tirei, deixei bem enfiado mesmo só para ele ver, fiz de conta que tinha esquecido o prendedor de cabelos, me virei e me abaixei sem dobrar os joelhos deixando a minha bunda à mostra para Roberto, demorei só pra ele olhar meu bumbum. Peguei o prendedor, prendi o meu cabelo e vi que Roberto estava de pau duro, ele tentou disfarçar em vão, era impossível esconder aquela pica enorme, fomos em direção à água que estava muito fria por sinal, e por reflexo segurei a mão de Roberto, ele retribuiu logo segurando na minha cintura e me colocando a frente dele, as ondas vinham e quando pulávamos eu sentia o pau de Roberto roçando na minha bunda, num dos pulos senti que o pau de Roberto estava fora da sunga, mas fiz de conta que nem percebi. A cada onda que nós pulávamos eu jogava cada vez mais a bunda no seu pau esfregando gostoso, fomos chegando mais no fundo e eu não alcançava mais a areia, Roberto me segurava por trás para eu não afundar, me agarrei nele, e acabei segurando a sua pica que estava dura como pedra, ele passou um braço pelo meu corpo e afastou com a mão o meu biquini e começou a me masturbar, retribui com uma punheta bem gostosa naquele pau grande e grosso, pedi pra ele me soltar e ele obedeceu, mergulhei e dei uma chupada no seu pau, nunca tinha experimentado chupar um pau debaixo da água do mar, foi diferente porém gostoso, aquele pau mau coube na minha boquinha. Quando voltei para os braços de Roberto ele pediu pra meter um pouco em mim, sei que fiz errado, mas eu estava tão tesuda que deixei ele me comer sem camisinha, eu desamarrei meu biquini deixando a minha buceta livre para aquele pau, ele me abraçou por trás e foi metendo devagar na minha buceta que no momento estava inchada demais, ele meteu muito gostoso, fiquei tonta de tanto tesão, depois de uns minutos metendo debaixo d\'água pedi pra Roberto comer meu cuzinho, seus olhos brilharam quando eu fiz esse pedido, estava doida pra ver aquele negão gostoso arrombar o meu rabo, ele tirou o pau da minha buceta e foi colocando no meu cú, a cabeça foi entrando com muita dificuldade, apesar da dor, a vontade de ser enrabada por aquele homem me fazia esquecer de qualquer dor que sentisse naquele momento, até que Roberto conseguiu enterrar tudo no meu rabo, começou o vai e vem gostoso, a dor foi virando prazer ficamos um tempo alí até que senti que Roberto estava gozando no meu cú, nossa, como foi gostoso sentir aquela porra quente no cú, fiquei fraquinha com aquela foda gostosa, coloquei meu biquini e voltamos para a areia, deitamos debaixo do sol e descansamos um pouco, pedi para ele passar um pouco de bronzeador em mim, me virei de bruços e senti sua mão pesada e grossa nas minhas costas, descendo até meu bumbum, nas minhas coxas... Como era gostoso ser acariciada por aquele negão, depois de passar o bronzeador em mim pedi que Roberto se sentasse na cadeira deixando as pernas abertas próximo à minha cabeça, feito isso só fiz colocar o seu pau pra fora e pagar um boquete com vontade, Roberto gemia e ao mesmo tempo me xingava, que pau gostoso, grande, grosso e salgadinho, estava muito interessada em chupar aquela pica e não vi que passava por nós um vendedor de picolé, ele ficou alí parado vendo eu pagar um boquete naquele negro, e ouvi algumas palavras obsenas, não liguei, aquilo me dava mais tesão, fiquei de quatro alí e empinei bem o meu rabão enquanto chupava a rola de Roberto deixava meu rabo recém arrombado à mostra para aquele vendedor de picolés que de tanto tesão se sentou na caixa de isopor e ficou batendo uma punheta vendo tudo, ai que tesão, Roberto gozou na minha boca, melei o seu pau e o saco com sua porra e lambi tudinho e depois engoli como uma cadelinha obediente, e o vendedor de picolé ainda batendo a punheta dele, resolvi ajudar o rapaz, bati a punheta pra ele e quando as suas pernas estavam trêmulas engoli aquele pau totalmente desconhecido e chupei, chupei com força mesmo, pra arrancar cada gota de porra daquela rola, o rapaz foi à loucura, encheu minha boquinha de porra, só que era uma porra mais pastosa que a de Roberto, enguli tudo com dificuldade, mas fiz com prazer... Hoje em dia eu e Roberto somos grandes amigos e amantes, e quando vou à praia sempre procuro chupar um picolé de leite condensado...
.295. MEU HOMEM É UM TESÃO.Meu nome é Camille, tenho 19 anos, sou loirinha bronzeadinha, olhos castanhos claros, 1,62 de altura, 52 Kg, cabelos compridos e lisos. Tenho os seios de tamanho médio e bumbum empinadinho, tudo às custas de muita malhação e um cuidado especial. Pois bem, me mudei de Curitiba com 14 para Belo Horizonte. E é nessa cidade que conheci meus melhores amigos. E um deles eu conheci mais ou menos pelo meu irmão. O nome dele é Robert. À primeira vista ele não me atraía pelo físico, pois ele deve ter 1,80 m, mas é magro, não é do tipo sarado, mas muito inteligente e bem humorado. Ele é do tipo comum, moreno claro, cabelos escuros e olhos também. A primeira vez que nos vimos foi quando meu irmão precisou consertar o notebook dele e chamou esse rapaz, nisso eu tinha 16 anos. Ele chegou, tava muito arrumadinho, de social, cheirava a um perfume fraquinho, mas gostoso. À primeira vista, eu não dei bola, e ele não olhava muito pra mim, procurava fazer seu serviço. Como eu estava indo para a aula, fui e dei um tchau e ele retribuiu. Adorei a educação dele, fico louca com homens educados. Depois dessa vez, sempre que meu computador ou o notebook de meu irmão ou de meu pai dava problemas, a gente sempre o chama. Daí a gente acabou ficando até amigo, ele trabalhou até com a assistência dos computadores de uma boate, e sempre me arranjava cortesia. Era muito bom, ele me tratava com um carinho muito especial, sempre muito educado e bem humorado, acabamos ficando muito amigos. Eu sempre o convidava pra irmos tomas sauna ou um banho de piscina, mas ele nunca podia, pois se tem uma coisa que leva a sério é o trabalho. Bom, de um tempo pra cá, porém, temos sido tão íntimos que eu me permito sentar no colo dele, contar coisas pra ele e ele idem. Um dia, porém, eu o chamei para uma sauna e ele topou. Isso foi por volta de março deste ano. Por coincidência meu pai viajaria naquele dia para Salvador a trabalho e minha mãe estava viajando para casa de parentes no Paraná e eu ficaria em casa, sozinha, por pelo menos três dias, pois meu irmão é casado. Quando ele chegou, eu fui recebe-lo. Estava com um coletinho que ganhei num treino do Atlético mineiro (Time que torço desde quando vim morar em BH), de um jogador que até hoje joga no Borussia Dortmund. Estava também com um biquíni preto, do tipo asa delta, bem cavadinho, e com a parte de cima tipo meia-taça. Ele chegou, me deu um abraço e um beijo no rosto, falou já com toda a intimidade da gente que eu estava muito linda. Eu retribuí agradecendo. Quando ele entrou, se trocou e fomos para a sauna. Já na sauna ele perguntou sobre "onde estava o povo", e eu falei que estávamos sozinhos. Vi no rosto dele uma expressão de que ele pensou algo e sorriu, falando apenas um: "beleza então, uai". Aí papo vai, papo vem e a gente começou um assunto de sexo.Ele falando das experiências dele eu ouvindo, pois até então era virgem. E fui descobrindo mais sobre aquela figura misteriosa, que esconde várias pessoas dentro de uma só. Fui reparando que ele falava com desenvoltura, e fui percebendo que ele era também um puto na cama, que com ele sexo era pra valer. Ele foi falando e eu olhei uma hora na direção de sua sunga e reparei que o volume já era considerável. Resolvi brincar com o perigo e me aproximei e sentei no seu colo. Sentia seu pau crescendo junto da minha coxa e sentia uma coisa gostosa vinda de baixo, um calor gostoso. Ele falou baixinho no meu ouvido um "sacana" tão gostoso que eu acabei deixando minha mão cair sem querer no seu pau. Ele não era jumento, devia ter uns 17 ou 18 cm, mas estava duro. Juro que por um momento pensei até que aquilo pudesse ter osso. Mas o que me deixou apreensiva foi quando a mão dele começou a subir pela minha perna, e quanto mais ele chegava perto da minha xaninha, mais eu sentia uma sensação gostosa. Mas ele não tocava na xaninha, chegava até a virilha e parava, ficava acariciando a coxa...Uma hora ele apertou a minha coxa e nos beijamos, aí ele acariciava meu bumbum, minhas coxas e pernas, barriga, colo, dava mordidinhas no pescoço, orelha e queixo, mas não tocava nos seios e nem na xaninha. Confesso que fiquei aflita com aquilo, afinal o que ele tava tentando fazer? Até que tomei coragem e perguntei se não iria me tocar direito, fazer o que queria. Ele me respondeu com um "você é quem vai ter que pedir pra eu fazer". Pensei: "sacana, ta me deixando doida", e falei: Então termina o que começou. Nisso eu já tava molhadinha, meus bicos dos seios até doíam de tanto tesão. A ele falou: "tem certeza? Vou até o fim, hein?", e eu: "então vai". Nisso ele já arrancou a parte de cima do meu biquíni. Confesso que senti mais tesão ainda, pois além daquela sensação gostosa, estava preste a ter minha primeira vez totalmente numa situação não planejada. Ele chupava, e como chupava, meus seios. Chupava, mordiscava, lambia, beijava. Estremeci quando ele tocou minha xaninha por cima da calcinha. Me levou pra piscina e me deitou numa espreguiçadeira, arrancando no caminho minha calcinha. Deitei e ele abriu minhas pernas. Ele veio subindo com sua língua até minha virilha, onde ficava brincando envolta da minha xaninha e eu ficava cada vez mais doida. Me mandou ficar em pé e se ajoelhou na minha frente. Me senti uma rainha, quando ele foi devagarzinho abrindo meus grandes lábios com a língua. Juro que tive que me segurar. Ele começou a lamber da entradinha até meu grelinho. Eu ia à loucura, até a hora que ele me penetrou com a língua. Indescritível, ele é muito bom nisso, um profissional. Aí eu disse que estava muito bom, quando ele me deitou na espreguiçadeira e investiu no meu grelinho. Mordiscava, lambia, sugava... Foi quando eu senti meu primeiro orgasmo chegar, meu primeiro com um homem que eu não tinha descoberto antes. Era muito bom, e enquanto eu tinha meu orgasmo, ele continuava, e acho que tive mais uns dois pelo menos... Deve ter sido uns 15 segundos de sensação de orgasmo, levando em consideração que a média é alguns segundos. Confesso que me senti fora de mim, como se estivesse inconsciente. Rapidamente me recuperei e foi a vez dele. Me sentei e tirei aquele pau que parecia uma barra de ferro de tão duro. Tinha a cabeça roxinha. Peguei em minhas mãos e comecei a brincar. Daí eu lembrei de algo que tinha visto no Playboy tv da tv a cabo e comecei a masturbar e a dar beijinhos, depois lambidinhas e parti para uma chupada gostosa. Comecei sem jeito, mas fui pegando a manha, como dizem aqui em BH. Ele perguntou se eu sabia respirar direito e eu acenei positivamente, pois fazia natação há muito tempo. Foi aí, para a minha surpresa, que ele virou minha cabeça numa posição que eu achava impossível, e para a minha surpresa, ele colocou o pau dele até minha garganta. Confesso que senti ânsia e que ia me asfixiar, mas ele me ensinou direitinho e eu não sentia mais ânsia, e conseguia respirar. Sentia suas bolas batendo no meu rosto. Ele não gozava de jeito nenhum, fiz de tudo e ele nada. Acho que fiz por uns 10 minutos, mas o cara era duro na queda. Ele tirou de mim e disse que aquela era a hora. Me deitou na grama, sobre uma toalha de banho e posicionou na minha entradinha. Começou pincelando e depois posicionou a cabeça na entradinha. Me deu um beijo e ficou me beijando. Eu relaxei, mas quando ele começou a me penetrar eu senti um frio subindo pelas costas, mas ele não me deixava falar, continuava me beijando. Ele foi forçando devagar, mas vigorosamente e eu me agarrei na grama, quase arranquei-a pela raiz. Minha xaninha era muito apertadinha mesmo, e eu nunca tinha tido nada nela.Pela velocidade lenta, eu sentia cada milímetro da penetração. Gemia alto, dava gritinhos de dor. E sentia aquele membro rígido pulsando e entrando devagar. Doía um pouco, porque eu tenho a dilatação um pouco devagar, e sentia um filete de sangue escorrer. Pronto, já tinha perdido meu hímen. Quando ele terminou de entrar, ele ficou parado, para eu me acostumar, mas eu tava tensa e cada vez mais doía. Ele disse que era pra relaxar e me deu um beijo muito gostoso. Fui me soltando e a dor foi cedendo lugar ao prazer. Ele começou a movimentar e rapidamente não tinha mais dor, só prazer. Ele tirava tudo, tornava a colocar, ia até o fundo, e eu num fogo danado, cada vez maior. Foi quando numa de suas tiradas ele não voltou a colocar tudo, mas parece que tinha colocado uns 6 a 7 cm. Aí é que eu senti um frio na espinha. E ele ficou em movimentos curtinhos nessa profundidade, mexia, fazia de tudo, e eu curiosa, pensei: "O que ele ta fazendo?", Foi aí que eu descobri que o tal ponto G existe. É muito gostoso. Enquanto isso, ele brincava com meu cuzinho com um dedo. Eu sentia uma sensação ainda mais gostosa, misturada com um pouquinho de medo. Foi quando comecei a sentir a sensação de orgasmo chegando. Quando eu tava quase lá, ele cravou seu dedo médio no meu rabinho e aumentou o ritmo. Quando eu estava preste a gozar, ele tirou e penetrou tudo de novo. Quando eu senti aquele membro todinho, gozei gostoso, e ria, sorria que não parava.Foi a mais gostosa gozada até então. Mas meu homem não tinha ainda gozado. Foi quando eu me recuperando da última gozada perguntei o que poderia fazer pra ele gozar. Ele olhou pra mim e sorriu. Disse só um fique de quatro pra mim. Fiquei, na maior inocência. Ele perguntou se eu tava querendo fazer ele gozar, ao passo que respondi sim, então ele me penetrou na xaninha e eu sentia ele ir até o fim com movimentos ritmados. Minha xaninha até babava naquele pau gostoso. Aí, pra minha surpresa, ele tirou o pau ensopado com meu caldinho e cravou literalmente no meu cuzinho. Tive vontade de fugir, e até tentei, mas ele me segurou pelo quadril e foi entrando. Urrei de dor, pois no rabinho não tem lubrificação. Mas aos poucos, a custo de muitas lágrimas, fui me acomodando. Fizemos de quatro, anal, oral, vaginal, masturbei-o, e nada de gozar. Aí eu fiquei numa posição onde eu cavalgava-o e sentei com meu rabinho recém inaugurado naquela pica gostosa, enquanto ele mamava meus seios e massageava meu grelinho. Fiz com tanta fúria que meu rabinho ardia, mas para minha surpresa senti uma tremidinha do seu membro. Não demorou e senti um jato lá dentro do meu rabinho, e enquanto ele gozava também gozei com aquilo que estava acontecendo. Gozamos gostoso. Caímos exaustos e passamos o dia todo fazendo sexo e nos acariciando. Depois desse dia, ele nunca mais me tratou como antes ou me olhou como antes. Sempre que estamos sozinhos, ele me chama de puta, e eu adoro, e sem nenhum constrangimento ele passa a mão em mim. Essa foi a primeira vez, depois disso, ele sempre arranja coisas novas. Tenho muita coisa pra contar desse meu homem e de nossas transas. Depois volto pra contar como foi nossa primeira vez que ele me amarrou com cordas e que fiz sexo a mando dele com uns amigos dele. Sou a putinha que ele mais gosta, a preferida. Ele disse que tem uma surpresa pra mim essa semana, que é pra eu ir na casa dele. Depois eu conto mais. Beijos para todos, e as garotas que quiserem contatá-lo me escrevam também, aliás, neste momento eu acabei de escrever esse conto na casa dele...
.296. CONHAQUE, DESEJO E SEDUÇÃO!Tudo começou numa Quinta (noite quente propicia para um chopp), após uma jornada exaustiva de trabalho resolvi entrar em contato com uns amigos para aproveitar o resto da noite, como de costume liguei para Tatiana , uma mestiça atraente que exala desejos, sugeri a ela que chamasse um outro amigo que também trabalhava com ela, no horário fui até o barzinho que havíamos combinado e ficamos bebendo e jogando conversa fora, o clima foi esquentando e começamos a falar de sexo (assunto obrigatório), e ela, como já havia comentado, exalava um desejo, uma coisa inexplicável, começou a passar o pé em minhas pernas .. O que me deixou muito inquieto, pois ela é namorada de um amigo e ele estava trabalhando. Não sabia o que fazer, ao mesmo tempo que estava louco de tesão estava com uma culpa enorme .. Resolvi então tomar algo para tentar relaxar um pouco, pedi então um conhaque, ofereci a todos, mas não aceitaram, tomei o conhaque de uma só vez, notei ter ficado um pouco alegre e de repente meu caralho ficou muito duro, e por incrível que parece não baixava nem com pensamentos em matemática .rs Diante da situação que em vez de melhorar só piorava resolvemos pedir a conta e ir embora, fomos para o ponto e com muito custo consegui disfarçar aquela ereção que já estava me incomodando. Tati e Marcos moram próximos, portanto pegariam o mesmo ônibus, mas Tati estava com segundas intenções e pediu que Marcos fosse embora pois iria dormir na casa de sua tia que morava pelas redondezas, foi firme ao dizer que somente eu iria leva-la. Marcos não discutiu e foi embora logo em seguida, atravessamos a rua e eu sem graça fui em direção a casa de sua tia (detalhe meu caralho ainda estava de prontidão), no meio do cominho ela sugeriu que eu a acompanhasse e não falasse nada, fui sem muito perguntar. No caminho avistamos um Hotel, pequeno, ela sem pensar entrou no hotel me puxou pela mão e logo pediu um quarto, não sabia se ficava feliz ou sei la. Entramos no quarto e sem que eu tivesse tempo de fazer nada, ela me disse que daquela noite eu não escaparia, continuei calado e sem graça. Algum tempo trocando de canais e ela me observando resolvi tomar um banho, entrei no banheiro, tirei a roupa e entrei no chuveiro, tentando pensar em alguma coisa para não fazer aquilo, seria uma loucura! Mas não conseguia disfarçar meu tesão por ela. Após alguns minutos de meditação abri os olhos e ela estava me olhando e sem pensar muito entrou no chuveiro comigo e começou a me beijar, abraçar, ai então eu não consegui mais resistir e comecei passar as mãos em seu belo corpo, em seus cabelos, virei-a de costas para mim e comecei a mordiscar e beijar seu pescoço e coloquei só um pouquinho o cacete em sua xaninha quente e extremamente lubrificada. Ela queria que eu a comesse logo, mas decidi judiar um pouco dela, quando ela tentava chegar para traz para engolir meu cassete eu a segurava, e fiquei torturando-a por mais alguns minutos, resolvi, então, sair do chuveiro e ir para o quarto enquanto ela terminava seu banho. Enquanto a esperava fiquei intrigado com minha overdose de ereção e lembrei que um amigo havia dito que ao tomar conhaque é muito difícil controlar o caralho, após a lembrança fiquei mais tranqüilo. rs Quando ela saiu do banho, estava só de tolha e toda molhada, e eu estava assistindo a um pornô muito ruim, ela se aproximou lentamente e começo a me beijar a boca como se esperasse a vida toda para faze-lo e quase que por mágica as toalhas começaram a cair lentamente, neste momento Tati começou a beijar meu peito e foi descendo até chegar em meu cacete e começou a chupa-lo com muita vontade, tentou por varias vezes coloca-lo inteiro na boca mas não conseguiu devido ao seu tamanho enorme, ela chupava com tanto carinho e tão gostoso que minhas pernas amoleceram de tanto tesão, neste momento ela me pediu baixinho quase sussurrando para que batesse em seu rosto, nunca havia feito isto antes , mas no momento não medi as conseqüências e bati, um tapa sem muita força, então ela gemeu gostoso e continuou a me chupar, após alguns segundos ela parou e deu o rosto para que eu batesse novamente, este tapa foi um pouco mais forte e seu gemido mais alto e mais prazeroso, mais e mais tapas, a cada tapa que dava em seu rosto ela gemia e parecia sempre querer mais e mais, não parava de chupar minha pica e me pedia para bater mais e mais, após um 30 min. nesta loucura coloquei-a sobre a cama e pude observar sua xaninha enorme e pulsante,com seus líquidos escorrendo, estava muito úmida, tentei retribuir o que ela havia feito, porém não me permitiu e disse que estava louca para me sentir dentro dela, sem muita conversa coloquei-a na beira da cama e suas pernas em meus ombros e fui colocando meu cacete bem devagar em sua xaninha, ela sussurra coisas como \"me fode gostoso\" que me deixavam louco .. Comecei a movimentar como nunca havia feito, com tesão, sentia cada centímetro de sua xaninha percorrer a extensão do meu cacete, foi alucinante, aqueles gemidos me deixavam cada vez mais louco e meus movimentos cada vez mais fortes e rápidos, ficamos nesta posição por um bom tempo, decidimos então trocar e ela ficou na minha posição preferida: de 4 com aquele bunda linda e aquela xaninha maravilhosa e muito molhada, puxei-a novamente para a beira da cama e comecei a acariciar sua xaninha com o meu cacete colocava um pouquinho e tirava, mas bem devagar, não aguentando mais aquele tesão e seus gemidos incessantes coloquei tudo e ela gemeu profundamente, iniciei movimentos fortes e rápidos, como se fosse a última coisa que faria em minha vida, ela gritava e me pedia para não parar pois estava adorando, fiquei movimentando por um bom tempo quando me peguei admirando seu cuzinho que abria e fechava de acordo com meus movimentos e diga-se de passagem estava bem molhadinho tb, comecei a acaricia-lo enquanto a comia e ela gemia cada vez mais, massageava e colocava a pontinha do dedo ela se contorcia de tesão, sem muito me aguentar tirei a pica de sua xaninha em brasas e comecei a passar minha pica em seu cuzinho que ela fez questão de arrebitar mais do que já estava, após muitos carinhos, coloquei a cabecinha e fui forçando devagar para que não a machucasse, em pouco tempo consegui coloca-lo todo meu caralho em seu rabinho e comecei a fazer movimentos leves, mas com seus gemidos e rebolando cada vez mais não consegui manter aquele ritmo e acelerei de acordo com o êxtase do momento, foi alucinante, não sei como consegui me aguentar em pé , me tremia inteiro, ao lado da cama havia um frigobar e dentro algumas latas de cerveja que estavam muito geladas, tive a idéia de esfriar um pouco as coisas naquele momento, e sem parar fudê-la gostoso... abri o frigobar e retirei um lata de cerveja hiper gelada e comecei a passar a lata em sua xaninha enquanto comia seu cuzinho. Ela foi a loucura .. me pedia para fuder mais e mais, após alguns minutos a lata já havia esquentado pois o fogo era muito grande, então peguei uma de suas mãos que a sustentava na posição em que estava e a levei ate sua xaninha semi gelada e comecei a passar sua mão em seu grelinho e continuei meus movimentos cada vez mais fortes enquanto ela ficava com seus dedinhos na sua xaninha sentindo meu cacete invadir seu cuzinho e arrancando prazeres inigualáveis. Depois de tanto tempo, parei por uns minutos para descansar, pois não me aguentava mais em pé, porém não consegui ficar muito tempo só olhando aquilo tudo e iniciamos novamente nossas peripécias, desta vez coloquei novamente deitada numa posição mais confortável e comecei a come-la sem parar e ela gemia e me pedia para fude-la e fude-la cada vez mais, depois de alguns minutos ela gozou muito, estremeceu toda, uma cena linda, fui diminuindo os movimentos para que ela curtisse cada espasmo ao máximo, após o termino ela quase desmaiou e ficou jogada na cama. Parei mais um pouco e fiquei somente observando aquela mulher caliente e que gozou alucinadamente comigo. Como havia comentado no inicio da história ela exalava desejo, após tudo isso não esperava que ela fosse fazer mais nada, pois parecia exausta, porém após alguns minutos ela veio novamente para meu lado e começou a me beijar, e como estava com overdose nem preciso dizer que meu cacete estava em ponto de bala. Começamos novamente e desta vez eu estava fazendo com mais força e mais desejo, ela adorava, segurava na parede e curvava seu corpo todo para mim, arrebitando mais sua bucetinha, uma loucura, após um tempo sentimos que eu iria gozar, rapidamente ela tirou minha pica de sua xaninha e a colocou na boca sugando minha porra com muita vontade, comecei a gozar em sua boca, ela engoliu tudo, fiquei completamente pasmo de tanto tesão, não parava de gozar e ela de chupar o tesão foi tão grande que me segurei na parede para não cair. Me sentei na cama ao seu lado para tomar fôlego e ela ficou com um sorriso de que havia realizado um desejo que tinha a muito tempo.. Enquanto ela tentava se vestir eu enfiava meu caralho em sua bucetinha quente e deliciosamente molhada, trepamos mais dez minutos antes de sairmos. Abaixo segue um relato que ela me mandou alguns dias depois .. \"Havia algo diferente no ar, vc estava com cara de safado, com jeito de cafa. Seus beijos estavam mais molhados, mais gostosos que o habitual (lembranças de quando ficamos juntos ), qdo vc me abraçou em baixo da água foi uma delícia, sentir seu corpo todo depois de tanta espera foi ótimo. Sua mão... quando sai do chuveiro e comecei a te chupar, minha vontade era de te engolir sentir todo seu pau na minha boca, mas infelizmente ela não foi o suficiente para sua grandiosidade! Então vc me deu um tapa, me deu outro e outro, e a cada tapa vc colocava mais força mais tesão, por incrível que pareça não senti dor nenhuma, só tesão, só vontade que vc batesse mais e mais. É como se vc não tivesse medo de me apertar de me comer c/ força...uma delícia...Qdo eu coloquei o dedo na minha .... e vc estava me comendo por trás, eu consegui sentir seu ... entrar e sair apertando tudo por dentro, como se estivesse me masturbando. Não sei como explicar, mas olhar seus pés qdo vc estava atrás de mim me dava mais tesão ainda, ai. Suas mãos pegando meu corpo e trazendo para perto do seu me fez gozar, uma sensação muito boa. A cerveja gelada... E por último qdo vc gozou em minha boca....................... que tesão! Vc é uma delícia.\" Não sabia que o conhaque tinha este domínio todo sobre vc, sendo assim sempre que estivermos juntos vc vai beber, não para ser sempre o \"cafa\", mas p/ ser sempre algo especial, algo diferente, algo que tem dentro de vc e q não é mostrado c/ facilidade.
.297. FANTASIAS DE UM CASAL LIBERAL.Márcia é uma morena linda e gostosa de 26 aninhos, minha esposa tem 1.70m e 58k bem distribuídos, cabelos compridos, olhos grandes e negros, lábios carnudos (Uma delicia) seios médios, bundinha redondinha e bocetinha com os pelinhos aparadinhos. Uma verdadeira Gata no cio, na cama adora sexo selvagem, sessões de sexo intermináveis pela madrugada, insaciável, uma mulher realmente muito quente. Desde que nos casamos temos a fantasia de curtir uma orgia, com homens e mulheres na mesma cama, e decidi que era hora de realizarmos nossos desejos, primeiramente queria realizar nossas fantasias iniciando com outro, ou outros homens na cama com a minha esposa, tinha a fantasia de assistir ela ser devorada por outro macho, ou porque não por mais de um. Tinha a fantasia de ser corno, assistir minha esposa levar ferro na nossa cama, mas tinha que ser bem especial, uma transa louca e totalmente liberada para que pudéssemos nos realizar plenamente, Márcia sabia de todos os meus desejos, nos últimos dias quando transávamos sempre me provocava, falando o nome de outras pessoas e me deixava louco. Então parti para a realização e consumação de nossos desejos, em meu trabalho conheci um amigo que curte junto com a esposa casas de swing, seu nome é Marcelo 39 anos, moreno claro 1.80m e 85k mais ou menos, sujeito forte e muito quente na cama, pelo menos sempre se descreveu assim, em uma oportunidade onde falávamos de sexo e de suas aventuras junto com a esposa, relatei meus desejos, ou melhor, os meus e de minha esposa safadinha, Marcelo se prontificou de imediato em realizar todas as nossas fantasias, logo já queria marcar um encontro entre ele e a esposa e eu e Márcia, mas disse a ele que primeiro, eu queria curtir uma sessão de sexo intenso entre ele e minha esposa, de preferência se ele conhecia mais algum amigo de confiança que pudesse participar, pois tinha uma fantasia de vê-la sendo possuída, pois dois ao mesmo tempo, Marcelo aceitou o desafio e disse que conhecia um camarada ideal para a realização de nossa festinha. Então disse a ele como eu queria que acontecesse, deveria ser em minha casa, na nossa cama, os dois iriam satisfazer minha esposa de todas as formas, eu ia apenas assistir, queria um sexo selvagem e quente, ouvir muita sacanagem e que eles largassem minha esposa apenas quando estivesse entregue ao próprio prazer. Cheguei em casa e logo contei a novidade ao meu Amor que ficou excitadíssima, transamos enlouquecidos de tanto tesão e no dia seguinte iríamos realizar nossos desejos. Antes de terminar o expediente liguei para casa e Márcia disse que já estava tudo pronto para nossa noite de luxuria, então encontrei Marcelo e fomos para casa, no caminho me indicou um barzinho onde iríamos encontrar Fernando, seu amigo de noitadas em casa de swing, falou que ele já sabia de tudo e que eu não me preocupasse, pois a noite estava garantida iríamos gozar como nunca, logo na entrada do barzinho já encontramos Fernando um homem forte. Moreno claro mais ou menos 1.85 e uns 90k, braços fortes e tatuados, um sorriso contagiante e muito descontraído, fui logo com a cara do sujeito e achei que Márcia não ia agüentar de tanta pica que ia levar, pois o sujeito parecia ser bem dotado pela pinta que apresentava, mas uma excelente pessoa. Chegamos em casa e fomos recepcionados por Márcia que vestia um tubinho preto com um decote bem generoso, sorridente minha esposa cumprimentou nossos convidados que ficaram embasbacados pela beleza de Márcia, sorri e convidei-os para entrar, os dois entraram e não tiravam os olhos de Márcia que não sabia o que fazer para agradar os dois, mas percebi que seus olhos brilharam quando viu Fernando, Marcelo era boa pinta, mas Fernando era como se fosse uma realização pessoal, um cara forte, tatuado, com braços de mecânico corpo bem definido e másculo, Marcelo e eu éramos homens másculos também, mas não tínhamos o corpo tão perfeito como o de Fernando. Pedi licença aos nossos convidados e fui trocar de roupa e ficar mais à vontade, pedi à Márcia que servisse algo aos nossos amigos e saí, ao entrar no quarto já ouvi o som de música vindo da sala e alguns risos, os dois já estavam bastante ambientados. Fiquei apenas de shorts e peguei umas cervejas na cozinha, ao chegar na sala para minha surpresa não havia ninguém, só a música tocando no som, então fui para a varanda e tão logo avistei o trio já se divertindo, minha esposa havia preparado uma poltrona reclinável para que eu pudesse assistir sua exibição de camarote, logo que me avistou acenou me chamando a fazer parte do grupo e sem pudor nenhum, já estava completamente nua alisando a rola dos dois que ainda estavam de calça e sem camisa, cheguei mais perto e Fernando então me disse, senta ai Henrique, vai assistir essa princesa levar ferro de pertinho, adoro comer a esposa na frente do maridinho corno, falando isso lambeu os lábios e começou a chupar os seios de Márcia, que já se inclinava na direção da rola de Marcelo que se livrava da cueca, Fernando disse para chegarem mais próximo, pois ele também ia realizar sua fantasia, queria que eu assistisse o mais próximo possível as rolas entrarem em todos os buracos de minha esposa, ele era além de muito bonito, muito safado e dizia: olha corno, olha os lábios carnudos de sua esposinha engolindo a rola de um macho tesudo e Márcia abocanhava o cacete com maestria, lambia a cabeça e descia com a lingüinha pela rola inteira, Marcelo já lambia sua bocetinha de quatro, Fernando me chamou e disse para ajoelhar próximo da minha esposa, pois queira que ela engolisse toda a pica e fizesse a rola sumir na boca, me abaixei e fiquei olhando minha esposa chupar aquela rola dura, eu tinha razão a pica de Fernando ia crescendo a cada mamada de Márcia, uma senhora rola, mais ou menos uns 22 cm, Fernando segurava a cabeça de Márcia que tinha dificuldades até para respirar e metia a pica em sua garganta: Adoro uma puta que chupa gostoso assim, vai Marcelo lambe direitinho a boceta e o cu dessa piranha, que logo vai tomar no cu feito uma cadela para o corno ver como é que se fode uma potranca, nestas palavras meu shorts foi pra longe e comecei a tocar uma punheta: Isso corno, alisa o pau assistindo a cadelinha levando rola de dois machos. Marcelo então se posicionou atrás de minha esposa e disse: agora vai levar rola na bocetinha para o maridão assistir, Márcia se livrou por uns instantes da pica de Fernando e me olhou com um sorrisinho meigo, mas logo Fernando esfregava a rola em seus lábios, vai chupa vagabunda, mama não para para olhar pro corno não, deixa ele olhando e chupa gostoso, logo vou foder seu cuzinho para você gritar bastante e o corno bater punheta, voltou a foder a gargantinha de minha esposinha, que mamava fácil, engolia tudo, Marcelo já estava estocando a boceta e dando palmada em sua bundinha, falava sacanamente: Toma, toma na boceta piranha geme pro teu macho, engole minha rola com essa xaninha vagabunda, e eu me acabava na punheta, Fernando tira a pica da boca de minha esposa e batia com o pau em seu rostinho e dizia: Olha que rostinho de anjo, um anjinho safado que adora rola, chupa cadela, é de rola de macho que você precisa e logo a vara já estava acariciando as amídalas de Márcia de novo, Fernando olhou pra mim e disse, vai buscar mais umas cervejas Henrique, enquanto fodemos sua princesinha, mas volta logo que quero começar a arregaçar ela pra você delirar, sai correndo e fui buscar bebidas para todos, quando voltei Márcia estava ajoelhada e Fernando sentado na poltrona, ela mamava a pica, engolindo cada pedacinho da vara, dei as cervejas aos meus amigos que não paravam o que estavam fazendo Marcelo ainda estocava a bocetinha de Márcia que gemia baixinho, olhando de ladinho me ofereceu a mãozinha para que eu segurasse, Fernando disse: Segura a mãozinha da puta, para que ela goze com segurança, e os dois caíram nas gargalhadas, até Márcia se descontrolou e começou a rir, Fernando então alisava a rola nos lábios de minha putinha, foi quando Fernando disse vem sentar aqui Marcelo que agora a Marcinha vai sentir uma rola dura na boceta, mas antes corno, vai lá e chupa a bocetinha e o cuzinho da puta para que possamos arreganhar essa piranha, abaixei e comecei a chupar a boceta de Márcia ainda com o gosto da pica de Marcelo, os dois terminavam de tomar mais uma cerveja e Márcia esfregava a boceta em minha boca com gosto, como que adorando ver o marido corno chupando a boceta que acabava de levar rola de outro macho e já mamava lascivamente a pica de Marcelo, que era menos e então dava para engolir tudo, ia até o saco e voltava, depois ficava lambendo as bolas e subia de novo, Fernando se posicionou atrás de Márcia e começou a penetrá-la por trás foi de imediato a reação de Márcia que sentiu a grossura da rola que estava possuindo-a, Fernando não brincou em serviço e me chamou ao seu lado, colocou a mão em cima do meu ombro e sussurrou em meu ouvido: abre a bundinha da vagabunda para o macho de vocês entrar, abre gostosinho o cu dessa cadela para eu entrar, até meio tremulo obedeci, vidrado na rola enorme que entrava na boceta de Márcia segurei sua popinha abrindo a bundinha dela para dar mais espaço para a rola enorme de Fernando entrar: Isso corno, segura gostoso para a pica entrar tudo nessa piranha de zona, olha que puta você arrumou pra casar, adora levar na boceta, aposto que delira de tesão levando no cu não é mesmo, você vai lamber o cuzinho dela e abrir a bundinha dela para que eu possa come-la bem gostosinho, eu gosto assim com o maridão ajudando a esposinha levar ferro, e falando isso deu uma estocada violenta em Márcia fazendo aquela rola imensa sumir na bocetinha de minha querida esposa, saiu e entrou de novo com a mesma violência: Não é assim corno que ela gosta de tomar na boceta, com força, não era sexo selvagem que vocês queriam, então abre a bunda dessa puta para eu arregaçar essa boceta gostosa, toma cadela, puta safada, piranha, sem vergonha, mama rola e toca na boceta com força, o corno ta aqui do ladinho assistindo a tudo sua piranha, Marcelo de olhos fechados e cabeça jogada pra trás tinha a pica engolida por Márcia que não se entregava, levava na boceta como gente grande e não reclamava, engolia a rola de Marcelo de forma bem safada, com a boquinha frouxa para abocanhar e acariciar a rola inteira, deixava a pica molhadinha, babava mesmo, e a cada estocada forte de Fernando ela gemia um pouco mais alto, Fernando aumentou o ritmo das estocadas e minha esposa gemia como uma cadela no cio, sendo possuída na boca e na boceta, seus olhinhos me procuravam e brilhavam, a safada estava adorando ser arregaçada, Marcelo se levantou e disse que iria foder a boca de Márcia e gozar dentro de sua boquinha, queria que ela gozasse levando rola na boca e na boceta, para apertar os lábios quando estivesse gozando que ele ia encher sua boquinha de porra, foi quando Fernando disse, antes vem aqui corno, chupa o cuzinho de sua esposinha, vou arrombar essa bundinha deliciosa de vagabunda, abaixei-me a Márcia abriu as pernas, louca para tomar no cu, ela adora levar na bunda, goza mais com uma rola no cu que na boceta, sempre curtiu tomar no cu a safada, mas agora eu ia ver se ela agüentava mesmo, pois a pica de Fernando era enorme. Deite-me debaixo de Márcia, pois ia chupar a bunda dela e depois ia ficar chupando a boceta, enquanto ela tomava no cu, pois dali poderia ter uma visão mais privilegiada da rola dura entrando no cu de minha adorável esposa e assim foi feito, Fernando jogou um pouco de cerveja nas costas de Márcia e disse: eu gosto de mulher que grita tomando no cu, senão eu arregaço a bunda com força até chorar, mas Márcia ia continuar a mamar Marcelo, pois era parte de nossa fantasia que ela bebesse a porra de nossos amigos, comecei a chupar a boceta de Márcia e logo fui para o seu cuzinho, mais uma vez senti o gosto da rola, agora de Fernando que a tudo assistia atrás de nós, a pica de Marcelo ainda dura deslizava goela abixo de Márcia, era mamada com todo tesão por minha esposa, Fernando veio encostando a rola na boceta de minha esposa novamente e foi metendo devagar, eu comecei a chupar o clitóris dela e sentia a rola daquele macho bem pertinho, Márcia gemia desvairadamente agora, pois estava tomada por um gozo delicioso, com minha língua e a rola de Fernando, que chegou a esbarrar em meus lábios, Marcelo aumentava as estocadas na boquinha de minha esposa que engolia tudo, então Fernando colocou a camisinha e começou a entrada no rabo de Márcia que no inicio começou a desvia a bundinha, e provocada por Fernando: Ué cadê a potranca que gosta de levar ferro no cu, ta desviando cadela, abre a bunda dela corno, enquanto chupa, para a rola do macho entrar, vai tomar no cu com força sua puta, cadelinha safada, vai saber o que é perder as pregas do cu agora, sem dó nem piedade estocou a estrovenga no cuzinho de minha querida esposa que na hora largou a pica de Marcelo e gritou tentando com o corpo escapar do massacre, eu ali debaixo assistindo a tudo, sem chance, Fernando era muito forte, segurou as ancas de Márcia e afundou a rola no cu de Márcia: Toma vagabunda, você vai saber o que é gozar pela bunda hoje, e meteu com força, Márcia ia gritar mas Marcelo calou sua boquinha, segurando seu angelical rostinho com força, disse: Mama puta, vai ser fodida no cu e na boca com força, levou a rola na garganta de Márcia, agora sim minha deliciosa esposa estava sendo o recheio de dois machos, era como uma música uma rola ia fundo no cu, enquanto a outra era retira até os lábios, ai a pica entrava até na garganta e a outra ia até a porta da bunda de minha princesa, em seguida e rola que estava na bunda entrava até o talo no reto de minha esposa, e a pica da boca ia para os lábios, a boceta dela estava encharcada, eu lábia tudo que podia, olhava seus peitinhos balançando, aquilo me levava ao deliria, então sentia a estocada no fundo do cu de novo, uma gemido abafado e a rola na garganta de novo, sai do cu, entra na boca, sai da boca entrava no cu, ela gozava em espasmo, lavando minha boca com seu suco vaginal, seu gritos eram abafados pela pica na boca e os palavrões dos dois que alucinados gemiam e chamavam-na de puta e vadia, aquele jogo de entra e sai entrou num revezamento perfeito, uma rola entrava a outra saia e eu ali debaixo chupando a boceta gozada de minha esposa, a minha rola estava feito ferro de tão dura, Fernando aumentou as estocadas no cu de minha esposa que não parava de gozar em espasmos e gemidos, ela estava toda arregaçada, pois a pica do cara era realmente grande, o saco dele chegava próximo de minha boca, que alisava o clitóris de Márcia, é de fato um tesão assistir uma rola dura e bonita como aquela entrar triunfalmente numa bunda receptiva, ele estava currando Márcia, que tomava no cu com satisfação, o saco latejante batia em meus lábios e fazia ele perder ainda mais a compostura: Chupa a boceta da piranha corno, vou gozar e encher essa bunda de porra, minha esposa estava suando frio, sua bocetinha minava suco de prazer e sua pele suava demais, mas ela agüentava tudo naquela bundinha gostosa, derrepente Fernando saiu do cuzinho e tirou a camisinha, sem falar nada deslizou a rola na boceta de Márcia, mas esbarrou em minha língua ávida de tesão, Fernando não se fez de rogado, passou a pica em meus lábios segurando o pinto, continuou a enfiar aquela rola na boceta de Márcia agora sem pudor nenhum, eu lambia suas bolas e o clitóris de minha esposa, tirou a rola da boceta e enfiou em minha boca, enfiando ao mesmo tempo três dedos no cu de Márcia, levou a pica quase em minha garganta, sem jeito e um pouco envergonhado e com medo de engasgar e todos perceberem o que se passava, fomos distraídos pelos gritos de gozo de Marcelo que pediu para Márcia abrir bem a boca, lavou o rostinho de Márcia de porra, encheu a boquinha de minha esposa, que lambia avidamente aquela pica, Marcelo alucinado não parava de gozar, apertava o pinto e saia o caldo do prazer, minha esposa colocou a língua na base da rola e ia colhendo com a língua toda a porra que escorria pela pica, Marcelo passava os dedos em seu rostinho e recolhia o leite espalhado pelo seu rostinho, carinhosamente levava até sua boquinha que bebia tudo, apertou a cabeça da rola e saiu mais um pouco de porra que foi prontamente consumida pela boquinha ávida de Márcia. Fernando batia uma punheta com força, ora passava a rola em meus lábios ora na boceta de Márcia, então começou a urrar feito um leão, esporrou na bunda de minha esposa lavando suas costas e bunda de porra quente, um jato estourou em minha cara, ele com os olhos cerrados gozava e chamava Márcia de vagabunda gostosa, gozou muita porra no cu de minha esposa, abriu os olhos e seus dedos ainda estava cerrados no cuzinho de Márcia, quando tirou o cu de minha esposa ficou aberto, o caldo que estava em suas costas foi deslizando pela sua bundinha e então chamou Marcelo para ver o espetáculo, a porra viscosa deslizava pela bunda de minha mulher e entrava no cu aberto, Fernando puxava com os dedos a porra que ia caindo dentro do cu de Márcia, eu abaixado embaixo assistia a tudo, Marcelo estava atônito de tanto que havia gozado, Fernando desmaiou na poltrona e Márcia quando foi solta por Fernando caiu sobre mim, chupando minha rola que ainda estava dura, mas foi só o toque de seus lábios para minha gatinha beber mais porra, gozei fartamente em sua boquinha, e chupava sua bocetinha e cuzinho esfolados, a porra toda deslizando em minha boca, perdi a noção do tesão e chupai gostoso, aliviando a surra de pau que meu amor acabava de tomar, desfalecemos ali mesmo na grama ao lado da piscina e passados alguns minutos recobramos nossas forças e fomos tomar banho, todos juntos, durante a madrugada toda fodemos gostoso, ai todos comendo minha esposa, inclusive eu, Marcelo já havia prometido que nossos próximos encontros estariam presentes a esposa dele e de Fernando, passamos a noite quase inteira fodendo e pela manhã os dois se foram, ao sair Fernando me deu discretamente um papel e me disse para ligar para ele depois que precisava muito falar comigo, mas isto será o tema do próximo conto, ao fechar a porta eu e minha gostosa esposa estávamos quase sem forças, sabíamos que seria um sábado na cama, porém agora dormindo, ela claro, de bruços pois a bundinha estava em chamas, mas estávamos realizados, passei a mão em sua bundinha e dormimos feito dois anjinhos.
.298. DR. VALÉRIA, UMA VETERINÁRIA CADELA!Me chamo Valéria, tenho 20 anos, 1.65 m, 52 Kg, morena, olhos verdes, meu corpo é sensacional, tenho pernas grossas e um bumbum largo e gostoso, seios médios e durinhos, faço faculdade de veterinária, sou muito estudiosa, gosto muito de animais, pretendo seguir carreira e fazer doutorado em veterinária. Consegui um estágio em uma clinica veterinária, no qual me ajudara muito em meus estudos, iria começar em uma semana, precisaria estudar muito, não tinha nenhuma experiência com animais, somente teorica, fui para internet pesquisar sobre tudo, existem vários sites sobre o assunto, mas em um desses sites li sobre zoofilia, amos excessivo por animais, fotos e videos de mulheres sendo enrabadas por cachorros, cavalos, como pode essas mulheres terem gosto por animais, deixei pra lá, nem dei bola. Bem chegou o dia do inicio de meu estágio, estava ansiosa, me produzi todinha, coloquei uma tanguinha branca que ficava bem enfiadinha no meu rego deixando meu enorme bumbum de fora, coloquei uma calça corsario bem coladinha e tambem um blusinha branca, não uso sutiã, pois não preciso, tenho peitinhos bem durinhos, dava pra ver os biquinhos escuros salientados na blusinha. Quando cheguei na clinica me apresentei a dona, ela logo se impressionou com minha aparência ,disse que todos os animais iriam gostar de mim, sempre amei os bichinhos. Ela me explicou todo o serviço, disse que eu ficaria todas as tardes sozinha na clinica, pois ela precisava de tempo para seus outros compromissos. Então fiquei sozinha na clinica, era um lugar pequeno, tinha duas salas, a recepção e a sala de tratamento.Fiquei aguandando o primeiro cliente. Assim chegou um senhora com um cão enorme, era um pastor alemão, ela me explicou que o cão era manso e que estava quieto demais a dias, assim ela deixou o cão e saiu, só voltaria a tardinha para buscá-lo, como estava sozinha na clinica, fechei a porta da frente e levei o cão para a sala dos fundos, era um cão docil mesmo,mas era muito grande, com um pouco de dificuldade pus ele sobre a maca, comecei a examinalo, para mim o cão não tinha nada de errado, não sabia o que o cão tinha, olhei, olhei para ver se encontrava algo de errado, quando olhei por baixo dele, descrobi porque estava mal, tinha um pau pequenino, uns 6 cm, coitadinho, quando passei a mão no pau dele, começou acontecer algo incrivel, saiu um ponta vermelha e não parava mais, devia ter uns 15 cm de comprimento por 3 cm de largura, eu não sabia que os cães tinham o cacete enrustido, e que cacete, segurava na base do cacete e esse latejava na minha mão, lembrei logo das fotos de zoofilia, senti muito tesão, subiu um calorão no meu corpo, minha xaninha começou a vazar, pronto queria ser fodida por esse cachorrão, me tornar uma veterinária cadela, senti o cheiro do cacetão e resolvi experimentá-lo, coloquei-o na minha boca, era quente, latejava na minha lingua e não parava de soltar liquido, babava de tesão, o cão comecou a gostar, balançava o rabo e estava de lingua de fora, notei que tinha um bola que não tinha saido para fora, descasquei tudo, nossa era uma bolota, um nó no fim do cacete, devia ter uns 6 cm de largura, logo sabia que essa bola, o nó como chamam, era o que engatava o cão com sua fêmea, estava doida de tesão queria aquele pau dentro de mim, tive coragem, tirei meu corsário, puxei ao máximo minha tanguinha branca, e comecei a desfilar meu bundão para atiçar o cachorro, notei que ele estava gostando, cheguei perto da maca, subi de modo que ficava de quatro embaixo do cão, não tinha tirado a tanguinha, o cão sentiu o cheiro do meu tesão, e começou a me coxear, sentia o cacetão vermelho enorme e pelando de fogo, esfolando meu bundão, deixou minha tanga toda molhada, queria realmente ser fodida pelo cão, tirei logo minha tanguinha, deixei minha xana exposta a tudo, estava inchada e encharcada, senti a ponta do pauzão encostar nos labios externos, esfolou me clits e entrou na vala,desfaleci de tesão, o pau era bem diferente de um homen, era mais duro, puro musculo e pelava de calor, um tesão animal, em duas ou três estocadas entrou tudo, na ultima me contorci de tesão e ai começou aquela dança frenetica, e era rapida demais sentia o cacete esfolando as paredes da xana, e o nó tentava entrar mas não entrava, esbarrava nos labios vaginais, minha xana ia cada vez mais se alargando, aceitando tal cacetão, cada vez mais o nó tentava enta, eu não podia deixar acontecer pois ficaria grudada com o dog, se pensei nisso, logo esqueci, pois foi nessa altura que senti uma dor, parecia que ia me rasgar... era o nó entrando .... senti um sensação de preenchimento enorme, o seu cacete estava todo dentro de mim, aquele nó fazia com que o cacete entrasse mais ainda, senti meu utero esborrachando contra o cacetão, ele continuava bombeando dentro de mim. Senti o cão gozar dentro de mim.... foi maravilhoso ...aqueles jatos de porra que nunca mais parava, bem quentes serem projetados em direção ao fundo de meu utero.Até que parou os movimento... sentia um enorme volume de porra por dentro...o cão tentou sair de cima, desceu a maca... senti uma dor horrivel...notei que estava engatada na xota..aquele nó impedia o cacetão de sair, arrastou-me até o chão, fiquei imovel, igual a uma cadelinha,sendo dominada pelo macho, ficamos rabo a rabo, sentia seu rabo abanar sobre minha bunda enorme e seu nó latejava a minha xana, era um sensação de furor,furor animal. Passou-se uns 25 minutos o cão deu um puxão e com um barulho esquisito tirou o caralho de dentro de mim, juntamente com um montão de porra atrás, nunca pensei que fosse tanta, cerca de 5 vezes a de um homem. O cão comecou a lamber o cacetão vermelho, gostei muito daquilo, ele veio a mim e tambem lambeu minha xana encharcada, senti sua lingua aspera passar no meu reguinho...lembrei tambem que vi fotos de mulheres tomarem rola no cú e estava decidica a experimentar também, logo o cão subiu novamente em minhas costas e começou novamente com aquela dança frenetica, com a ajuda de minha mão direcionei o pau em encontro ao meu rego, que ja estava bem molhadinho, quando entrou....doeu...doeu...horrores,resolvo logo parar com aquilo, mas ja era tarde. o cão com as patas dianteiras apertou minha cintura e como tenho uma bunda larga, agarrou-me senti o caralho entrar tudo, parando somente no nó, aquele cachorro maltratou meu rabo e numa estocada forte entrou o nó...berrei de dor...dor mesmo...não sabia o que fazer, chorrava de dor, e o cão continuava fodendo meu rabo, que a essas horas estava largo,o jeito foi colaborar, tentei relaxar e deu, resultado, era um tesão incrivel, em minutos o cão gozou denovo, jatos e jatos de porra quente, como estava com o cú lacrado, a porra foi de encontro ao meu estomago, nossa chegou a inchar minha barriguinha, fechei os olhos e gozei loucamente, nunca tinha tido gozo igual aquele, notei que tambem estava engatado no rabo, dessa vez o pau saiu mais rapidamente e logo atras aquela cascata de porra que sujou todo o chão da clinica, o cão lambem meu rabo sugando toda sua façanha, resolvi parar com aquilo, limpei o chão, lavei o cão e a mim, para não deixar pistas. A tardinha veio a senhora dona do cão, disse que o cão estava bom, que só precisava de um pouco de \"amor\".
.299. KARINE, UMA DELÍCIA DE ESTÁGIARIA.Agora me olhando assim nua na frente do espelho fico satisfeita com o que vejo, é bom ver o resultado de cada gota de suor. Nunca me achei bonita, mas sempre gostei de me cuidar e a academia me dá muita energia, não sei como tem gente que desiste... ...Descobri que haviam apostado uma caixa de cerveja para quem conseguisse ficar comigo na festa de formatura... ...Fiquei com o Roberto na festa dos calouros, ele é veterano e era o mais gatinho da noite... ...Aconteceu, estou toda dolorida. Agora sim sou uma mulher completa. Roberto foi muito delicado, usou camisinha quando eu pedi. Não gozei, não consegui sentir prazer com tanta dor. Mas nossa, foi ótimo, estou me sentindo tão realizada... ...Consegui meu primeiro estágio, estou muito emocionada. Começo amanhã na empresa, estou tão nervosa que não vou conseguir dormir. Roberto me levou para jantar, para comemorarmos. Terminamos a noite em um motel. Mal trancou a porta e ainda de pé pediu que eu me ajoelhasse a sua frente, claro já sabia o que ele queria. Abri o fecho de sua calça, puxei seu pênis para fora e o coloquei na minha boca. Segurei na sua base, com a pontinha entre meus lábios, fazia movimentos circulares na cabecinha. Senti que suas pernas amoleceram. Ele segurou minha cabeça pela nuca e ditou o movimento de vai e vem. Como sempre começou a falar comigo: \"Chupa, minha cadelinha, chupa assim gostoso. Faz como o teu homem gosta\". Eu chupava com gosto, olhando para seu rosto. Adoro ver a cara de prazer que estou proporcionando. Senti o membro pulsando, acelerei os movimentos e veio o primeiro jato, depois outro e mais outro. Bebi tudinho, adoro este sabor. Deixei ele bem limpinho, nem falamos nada. Ele terminou de tirar sua roupa, deitou na cama e fechou os olhos. Eu também tirei a minha roupa e fui tomar um banho. Depois do chuveiro fui acordar Roberto que estava cochilando, da maneira que sempre faço. Chupando e lambendo seu saco. Depois que começa a dar sinais de vida eu me deito de costas e ele vem entre minhas pernas. Me chupa até me deixar molhadinha. Pega a camisinha, coloca me olhando com um sorriso. Leva minhas pernas até seus ombros e me penetra, lentamente, saboreando cada centímetro. Olho os movimentos de vai e vem pelo espelho no teto, me excita muito ver seu corpo sobre o meu, me penetrando. Tenho uma sensação forte, começo a gemer, ele pergunta: \"Pronta para gozar?Posso jogar minha porra dentro do teu corpo\". De olhos fechados aceno indicando que sim. Mais alguns movimentos e ele goza. Fica parado por alguns instantes sobre meu corpo e tomba para o lado. Eu o beijo na boca e deixo que ele durma. Faz tempo que eu não tenho um orgasmo intenso. Acho que ele nunca percebeu, mas não me importo, é bom fazer amor com quem se ama. Ele foi meu primeiro homem. Estamos juntos a pouco mais de um ano... ...Nossa! Que correria infernal. O primeiro dia foi uma loucura. Respondo diretamente ao diretor. Agora estou vendo como eu sei pouco. Ainda bem que meu chefe é muito paciente e sabe explicar de uma maneira fácil de entender. Sinto que vamos nos dar muito bem. Roberto me ligou, mas eu estava tão cansada que pedi para ele adiar o programa de hoje... ...Este primeiro mês foi uma provação, pensei em desistir várias vezes. Tive até uma crise de choro na empresa mesmo. Ainda bem que Gerson (meu chefe) foi muito compreensivo. Eu estava na sala dele e ele me chamou a atenção sobre um detalhe do meu trabalho, eu não resisti e desabei. Prontamente ele veio me abraçar, fiquei surpresa quando senti a musculatura embaixo do terno que usava. Apesar de ter quarenta e oito anos seus braços eram mais rígidos que os de Roberto. Aconchegada em seu corpo e envolvida por seu perfume me acalmei. Ele disse que eu devia me animar, que era muito eficiente e já estava chamando atenção por este motivo. Pediu que eu fosse ao banheiro para me recompor, pois tínhamos muito trabalho pela frente e ele precisava de mim para cumprí-lo. Nesta noite quando estava no motel com minhas pernas sobre os ombros de Roberto, era em Gerson que eu estava pensando. Já não achava absurdo a atração que algumas amigas sentiam por homens mais velhos. Eles tem a segurança e a tranquilidade que a maturidade trás, como será que seriam na cama? Senti os movimentos se tornarem mais rápidos e ele perguntou se poderia gozar. Eu disse que sim, mas não consegui fingir um orgasmo. No fim ele perguntou o que estava acontecendo, eu o beijei e disse para não se preocupar, apenas estava cansada, pois andava trabalhando muito, mas que era ótimo ter o homem que eu amava entre minhas pernas. ...Hoje tive duvidas sobre alguns relatórios que tenho que preparar. Fui consultar Gerson, precisava de alguns esclarecimentos. Ele não pode me ajudar, pois está se preparando para uma reunião com um cliente de outro estado. Como iria precisar do levantamento para a viagem, me perguntou se eu não poderia ficar até mais tarde. Eu pensei no cinema com o Roberto, mas sabia que ele compreenderia. Respondi que não havia nada de importante. No fim da noite, ao término do trabalho ele me perguntou, como eu conseguia me manter tão linda depois de tantas horas de trabalho. Fiquei envergonhada, baixei os olhos e respondi que era porque fazia o que gostava. Ele disse que eu era incrível e colocou a mão sobre minha perna. Apertou um pouco e acariciou meu rosto dizendo que Roberto era um cara de sorte. Beijou minha face e me ofereceu uma carona. Como era muito tarde eu aceitei. Durante o trajeto ficamos completamente em silêncio, eu não tinha certeza, mas achava que ele estava tentando me seduzir. O meu coração batia muito rápido e tinha dificuldades para respirar direito. Olhando fixamente para frente senti sua mão segurar a minha. Não consegui obedecer meu primeiro impulso de puxar meu braço. Continuamos em silêncio, eu estava muito confusa, senti os bicos dos meus seios durinhos e sabia que estava molhadinha entre as pernas. Ao mesmo tempo pensava no Roberto, em como ele é bom para mim e sobre o tempo que estávamos juntos. Mas era como se algo, mais primitivo que o meu lado racional, tomasse conta de mim. Deixava minha mão ser acariciada por esta outra tão quente e envolvente. Quando chegamos na frente de casa ele me puxou para um beijo. Não retribui, mas também não me afastei, deixei seus lábios tocarem os meus e sua língua entrar em minha boca. Como permaneci estática, ele se afastou e me olhou nos olhos. Eu pedi desculpas, disse que estava confusa e saí do carro. Banho tomado, deitada na cama após falar com Roberto, fiquei pensando no que tinha acontecido. Me masturbei imaginando que estava sendo possuída por Gerson. Na manhã seguinte ele pediu para conversar comigo em sua sala. Estava muito sério e disse que havia cometido uma falta muito grave e que nunca mais se repetiria. Percebi que ele havia ficado preocupado com as consequências de seus atos. Eu disse que estava tudo bem, que eu saberia ser discreta. E nem eu acredito no que fiz depois!!!...peguei na sua mão, sorri e disse que seria uma pena se não acontecesse novamente, pois eu havia gostado muito. Saí da sala e somente voltei a falar com ele no final do dia, quando me pediu que ficasse após o expediente, pois haviam alguns ajustes para fazer nos relatórios. Depois que todos saíram ele me chamou para a sala de reuniões. Entrei com meus papéis. Mal coloquei o material sobre a mesa e ele acariciou meu rosto. Comentou como eu era bonita e como estava sexy naquele momento. Segurei a sua mão e coloquei sobre meu seio dizendo que estava assim especialmente para ele. Ele apertou de uma maneira que quase me machucou e colou seus lábios sobre os meus. Gerson estava completamente transtornado, sua lingua invadia minha boca, mas agora travava uma luta feroz com a minha língua. Beijava minha boca, meu rosto, lambia meu pescoço. Me virou de costas e esmagou meus seios enquanto beijava e chupava minha nuca. Eu rebolava forçando meu bumbum sobre seu membro que estava muito duro. Eu apalpava sua bunda como eu podia. Ele arrebentou os botões da minha blusa e arrancou meu sutiã e pediu:\"Me chupa bem gostoso\". Fiquei de joelhos, abri sua calça e um pênis lindo saltou na minha frente. Passei a língua por todo ele, desde o saco, que eu acariciava com as mãos também, até a cabecinha. Ele olhava para baixo e dizia que não acreditava no que estava acontecendo. Eu também não acreditava que estava ali de joelhos chupando o pau de um cara quase trinta anos mais velho. Tinha na boca uma parte de um homem poderoso que se derretia com o meu carinho. Eu parei por que não sabia quanto tempo e quantas vezes ele aguentaria e ainda queria sentí-lo dentro de mim. Me levantei, tirei a saia, deixei minha calcinha cair até meus tornozelos e assim somente de sandália de salto altíssimo fui tirando sua roupa. Me encostei na parede e me retorcendo disse que eu era toda dele:\"Vem, me come de pé, quero ser possuída assim\". Ele veio, sua língua, calor e salíva entrando pela minha boca e sua pica imensa em um só golpe entrou em mim. Pensei que meu corpo fosse rachar, vi estrelas. Soltei um urro que veio de minhas entranhas. Ele gostou e comentou: \"Tá doendo né sua piranha.Provocou, agora vai ter que aguentar\". Gerson era muito maior que Roberto. Que delícia de rola, nunca imaginei que poderia ser tão bom. Transamos ali de pé mesmo. Com minha perna esquerda envolvendo sua cintura. Gemia, respirava e sentia meu coração bater de uma maneira que nunca havia acontecido, eu não era mais dona de mim mesma. De repente veio uma sensação muito forte, gritei, tudo escureceu, parecia que eu iria morrer. Fiquei toda mole. Gerson sustentava meu corpo dizendo:\"Aguenta mais um pouco sua puta\". Mais algumas estocadas e gozou. Bufando ele me ajudou a deitar no chão e ficamos assim. Nus sobre o carpete da sala de reuniões. Sentia o líquido que escorria entre minhas pernas e só nesta hora eu lembrei que não havíamos usado camisinha, mas sinceramente não fiquei nem um pouco preocupada. Descansamos um pouco e eu tomei a iniciativa de começar a beijá-lo, fui descendo para seu pescoço, seu peito, mamei um pouco em seus biquinhos e fui descendo para sua barriga e finalmente o que eu desejava. Coloquei seu pau ainda mole e todo melecado em minha boca. Fui chupando devagarinho e com carinho. Passava a lígua em seu saco, colocava uma bola em minha boca, depois outra e aos poucos foi reanimando. Endurecia lentamente, com a boca eu movimentava para cima e para baixo, parava com a língua na cabecinha e finalmente já estava no ponto para o que eu queria. Com ele deitado de costas encaixei minha xaninha e fui descendo devagarinho. Agora do jeitinho que eu queria. Segurei meus seios, lambi meus lábios e olhei nos olhos dele. Gerson quase babando dizia:\"Isso minha gatinha, como uma menina tão jovem sabe agir assim como uma prostituta profissional?\" Gerson não acreditaria se eu dissesse que ele estava sendo o meu segundo homem. Comecei a me movimentar mais rápido, novamente eu já não tinha mais controle sobre meu corpo. Subia e descia, movimentos que alguma lembrança animal me ensinava como fazer. E veio de novo aquela sensação, parecia ser até mais forte e com um forte gemido me deixei cair sobre ele. Ele me abraçou e continuou os movimentos até despejar seu sêmen, novamente, dentro de mim. Quando ele me deixou em casa naquela noite, me confessou que fazia muito tempo que ele não gozava duas vezes em uma transa e que naquele momento ele estava tão excitado que poderia mais uma. Então eu me abaixei dizendo que queria ver se era verdade. Abri o fecho de sua calça e comecei a chupá-lo novamente, agora fazia direto movimentos de vai e vem e ajudava com a mão. Ele dizia:\"Mas você é uma putinha mesmo, me chupando assim na frente da casa dos teus pais. Tem que ser muito vadia para fazer isto sem medo\". Bebi todo o seu gozo e ao me despedir disse que a culpa era dele, que despertou esta fêmea que existia adormecida em mim.
.300. MEU AMIGO E MINHA ESPOSA.O que passo a narrar aconteceu comigo no ano de 2000. Sempre fantasiei minha esposa transando com outro cara, principalmente sendo peludo (pois esse é a fantasia e o tesão dela). Uma tarde resolvi ir numa sauna, eram umas 16:00 horas, tirei minha roupa me enrolei na toalha e fui tomar uma ducha antes de entrar na sauna, quando cheguei nas duchas vi um cara de costas para mim mas totalmente peludão (peludo mesmo, costas, bunda e pernas), na hora pensei na minha mulher que adora caras peludos, fiquei esperando ele terminar a ducha e se virar para eu poder ver o pau dele, mas quando ele desligou a ducha simplesmente sem se virar enrolou a toalha no corpo e ai sim se virou para mim, me olhou dos pés a cabeça e me falou "Oi tudo bem? É bom uma duchinha né? Respondi "e como é bom uma ducha" e nisso ele entrou na sauna, desliguei a ducha e entrei logo atrás dele, procurei um lugar e sem querer acabei encostando nele pois não dava para ver muito bem dentro da sauna por causa do vapor, lhe pedi desculpas e estendi minha toalha e deitei. Fiquei imaginando minha mulher com um cara peludão como ele e ainda estava lamentando não ter podido ver o pau dele, pois fantasiaria melhor ela com ele, já estava meio exitado só de pensar nos dois juntos, foi quando senti sua mão encostar na minha perna, fiquei parado sem reagir nisso ele começou a passar a mão na minha perna e foi subindo eu quietinho esperando até onde ele iria, subiu e chegou no meu pau já totalmente duro de tesão e começou a alisar após brincar um pouco com a mão senti sua boca lambendo meu saco e subindo até a cabeça do meu pau, após uma boa chupada eu sentei e ai sim fui direto pegar no pau dele, nossa dava ainda meio molengão mas dava para sentir que era muito grosso, e me abraçou e perguntou se não gostaria de ir num reservado no andar de cima, na hora respondi que sim e subimos, brincamos com muito beijos, amassos e um 69 delicioso onde ambos gozamos, deitamos um ao lado do outro e ai falei para ele "você tem um pau delicioso, deve ser maravilhoso ver ele entrado numa buceta, sabe minha mulher adora caras peludos e você alem de peludo tem esse pau delicioso, ela iria a loucura fodendo com você e eu também iria me deliciar vendo vocês dois fodendo" ele me respondeu " seu pau também é delicioso adorei chupar você e agora quero sentir ele no meu cuzinho e depois quero também foder seu cuzinho tá? E a tua esposa posso sim caso você queira me foder com ela" nisso voltamos a foder após eu comer o cuzinho, falei que não agüentaria seu pau e me respondeu que tinha um jeitinho que eu agüentaria e realmente tinha pois ele colocou tudo e gozou muito gostoso dentro de mim. Tomamos banho trocamos telefone onde fiquei de ligar após convencer minha esposa a foder com ele. Chegando em casa um pouco depois da hora de costume minha esposa me falou meio preocupada "houve alguma coisa?" nunca tinha dito para ela que ia na sauna, mas nesse dia estava com tamanho tesão que falei "tudo querida é que hoje após muito tempo fui numa sauna" ela ainda me falou "podia me avisar né, assim não ficaria preocupada". Já estávamos deitado quando comecei contar a ela sobre a sauna, "sabe querida fazia muito tempo que não ia na sauna e como estava boa, você não imagina com quem fiz amizade lá" falando isso fiquei quieto e ela perguntou "vamos diga com quem" eu respondi "com o Carlos, você iria adorar conhecer ele pois ele é peludão mais super peludão mesmo e com um pau que deve dar dois do meu" ela na hora me perguntou "como você sabe o tamanho do pau dele?" eu falei "calma minha querida, primeiro que na sauna todos ficam pelados e as duchas são todas juntas e foi na hora da ducha que pude ver o pau dele, claro estava que estava mole mas dava para imaginar quando ele esta duro" falando isso lhe abracei e passando a mão em seu corpo falei "sabe quase me masturbei imaginando você com ele, você se deliciando nos pelos dele e com todo aquele pau a seu dispor" ela me olhou meio sem jeito, ai falei "quer fantasiar com ele" ela falou "então me conte mais sobre ele, porque acho que estou toda molhada e com muito tesão já" fodemos muito durante a noite o tempo todo ela fantasiando o Carlos. No dia seguinte liguei para o Carlos e contei tudo para ele como foi em casa e como gozamos gostoso principalmente ela imaginando ele e ai combinei com ele que após alguns dias ele poderia ir na minha casa como meu amigo para ver o que dava, ele topou. Passou-se uns 20 dias, mas nesse período ela fantasiou mais umas 5 vezes com o Carlos e eu pessoalmente com ele transamos umas 3 vezes. Após esses dias todos combinei dele ir na minha casa, tudo combinado e certo de que iria me atrasar para ele ficar um pouco a sós com ela, eram 18:30 quando meu celular tocou, era minha esposa dizendo que tinha um amigo meu em casa me aguardando, lhe perguntei quem era e falou "Acho que você sabe quem é? Respondi "como vou saber se não combinei com ninguém para ir ai" ela "mesmo? Não combinou com seu amigo Carlos?" eu "claro que não, pois ele nem sabe onde moramos, quer que eu fale com ele?" ela "não, venha para casa, você tá onde" eu "estou quase chegando ai" nisso desligamos. Chegando em casa, entrei ela estava com uma cara meio desconfiada lhe dei um beijo, e o Carlos já me falando "Oi tudo bem? Desculpe vir sem lhe avisar, mas estava passando por aqui e lembrei que tinha me dito mais ou menos onde morava parei e perguntei a um senhor se lhe conhecia, para minha sorte eu é seu vizinho aqui do lado", eu falei "bem minha esposa você então já conhece né", sentamos e após muita conversa e algumas cervejas (ele é muito bom de papo) minha esposa já estava bem tranqüila e descontraída as vezes até rindo. Ela levantou e me pediu para lhe ajudar a pegar uns salgadinhos e cerveja na cozinha. Chegando na cozinha ela falou "Nossa como ele fale né? E parece ser muito bacana, gostei dele" eu falei " Que bom que gostou, pois também acho ele muito legal e acho que vai ser uma bela amizade" ela já com uma carinha safada falou "Como assim uma bela amizade?" falei ele é uma pessoa legal, só por isso" ela falou "meu amor posso falar uma coisa, sem você ficar bravo?" respondi "claro que sim" ela pena que não dá para ver os pelos dele, senão essa noite poderíamos fantasiar bem legal né?" respondi pegando no queijo dela "quem sabe ainda de para ver né?. Voltamos para a sala e continuamos o papo, ai falei "Carlos me dá um minuto para tirar essa camisa e calça pois esta muito quente" ele respondeu "fique a vontade pois minha vontade também é de tirar essa camisa e calça e colocar uma bermuda" ai falei "heim querida será que minha bermuda serve para ele?" ela respondeu bem depressa "Acho que sim pois vocês tem quase que o mesmo corpo" pedi para o Carlos me acompanhar até o quarto para experimentar, entramos fechei a porta e lhe falei "será que você consegue fazer rolar alguma coisa? Ela esta bem a vontade né? Só depende de você fazer a cabeça dela" ele "vamos deixar rolar naturalmente né? Ela é um tesão, que peitinho gostoso que ela tem" eu falei "espero que você possa chupar eles bem gostoso". Ele colocou a bermuda que lhe serviu e uma camiseta regata que fiz questão dele colocar para ficar seus pelos bem a mostra para ela. Voltamos para a sala e quando ele entrou ela estanhou os olhos, acho que gozou só de ver ele totalmente peludão. Após mais algumas cervejas eu coloquei um fundo musical foi quando ele perguntou a ela " Nara vocês costumam sair para dançar" ela "muita pouco né querido" ele "mas você gosta de dançar" ela "sim e muito" ele "eu adoro dançar, Edu posso dançar um pouco com ela" respondi "de minha parte sim, você quer meu amor" ela na hora "quero sim pois também adoro dançar" levantaram ele abraçou ela de tal forma que suas mãos ficaram enroladas no seu corpo e pressas na sua cintura e ela com os braços enrolados no seu pescoço, e ele falava no ouvido dela "como você dança bem e muito gostoso" ela "você também" ele "eu também danço bem ou gostoso" ela "os dois" falando isso ele se afastou e pegou suas mão e colocou no seu peito peludo e falou "gosta de pelos" ela "adoro pelos pena que o Edu tem poucos" ele "então pode se esbaldar nos meus caso queira" nisso eles me olharam como me pedindo permissão, ai falei "Claro minha querida pode dançar como você mais gostar, estou achando você meio pressa para dançar, fique bem a vontade, pois adoro ver você assim dançando" tido isso ela começou a passar a mão no começo meio devagar no peito dele, mas logo começou a passar a mão em quase todos os pelos do peito dele e ele abraçado nela as vezes passava a mão quase que em toda bunda dela. Levantei e dize "fiquem bem a vontade tá? Pois vou no banheiro e logo volto, Carlos faça ela dançar bem gostoso tá?" ele "pode deixar que vou dançar muito gostoso sim, né Nara" ela "sim vamos tentar" , entrei no banheiro e não fechei totalmente a porta para poder ficar olhando eles, o Carlos perguntou a ela "tá gostando?" ela "sim" ele "então aproveite a passar sua mãos onde quiser para matar sua vontade, eu gostaria também de poder passar minhas mãos onde eu pudesse pois seu corpo é maravilhoso" falando isso ele levantou a camiseta mostrando totalmente seu peito super peludo, ela "nossa quantos pelos" ele "são totalmente seus" nisso começou a passar a mão na bunda dela e em seguida virou seu rosto e lhe deu um beijinho no rosto e em seguida um grande na boca o qual ela correspondeu ainda meio com medo se eu olhasse eles se beijando, o Carlos desceu sua mão e levantou seu vestido e dize "que delicia gostaria de poder beijar toda essa bundinha, será que o Edu deixaria?" ela "não sei, eu também gostaria de sentir eles pelos na minha boca" ouvindo isso voltei para a sala e lhes perguntei "E ai estão gostando" ele falou "E como estou gostando a Nara é muita gostosa para dançar imagino para outra coisa" eu falei e você meu amor esta gostando" ela respondeu "sim esta muito gostoso, só não entendi Carlos para dançar e qual a outra coisa?" ele falou "Acho que a outra coisa é só o Edu para saber né?" ele virando para mim me perguntou "e ai Edu para a outras coisas a Nara também é gostosa como para dançar?" eu respondi "Sim ela é muito gostosa para tudo que faz principalmente na cama" ela abraçada a ele "nossa, querido você fica falando isso o que o Carlos vai pensar de nós?" ele falou "Fique tranqüila minha querida, não vou pensar nada de mal não, só vou ficar com inveja do Edu e com água na boca de imaginar vocês na cama e eu olhando" ai eu falei "Carlos você acha que a Nara na cama comigo e você olhando mostrando seu corpo peludo ela vai deixar você ficar só olhando?" ele perguntou a ela "será Nara que posso olhar vocês na cama só pouquinho? Imagino que delicia que deve ser ver você na cama transando com o Edu" esse papo todo os dois abraçados, ai eu falei "porque vocês não se largam um pouquinho e a Nara levando o vestido só para o Carlos ver esse seu corpinho e se você quiser o Carlos pode terminar de tirar a camiseta e tirar a bermuda para você ver os pelos dele, que acham da minha idéia?" Ela me olhou com os olhos estanhados e ele falou "eu gostaria muito tanto que já estou tirando se você gosta e quer ver" nisso ele tirou e ficou só de cuecas ela me olhou e falou "nossa que peludão né querido" cheguei perto dela dei um beijo no seu rosto e pedi para ela levantar os braços e nisso levantei seu vestido tirando e deixando ele só de calcinha" ela falou "nossa estou morrendo de vergonha de vocês" o Carlos chegou perto dela abraçou e falou "não precisa ficar com vergonha não minha querida com um corpo desses, que delicia sentir você assim, vamos no quarto quero ver vocês foderem bem gostoso" peguei ela pela mão e fomos para o nosso quarto eu já pelado deitei ela na cama lhe tirei a calcinha e falei "olhe só Carlos que tesão essa bucetinha, venha aqui para ver bem de pertinho" ele chegou olhando para a bucetinha dela e falou "nossa que maravilha me deu água na boca de vontade de chupar" ai eu falei "como vocês estão com muito tesão de um para com o outro vamos fazer o contrário eu fico só olhando vocês foderem" e olhando para ela falei "topa meu amor você foder com ele?" ela falou "se você quer ver e topo" nisso o Carlos tirou sua cueca e apareceu o pau dele durão, a Nara falou "Nossa olhe só o tamanho Edu é tudo isso para mim?" falando isso o Carlos chegou perto dela e começou a chupar sua bucetinha deu para ver que ela gozou muito gostoso e ai pediu para ele para chupar seu pau ele deitou e ela após se deliciar em seus pelos pegou seu pau e começou a beijar e chupar e as vezes me falava "olhe Edu o tamanho e que delicia é chupar" lhe falei "quero ver você sentar nele e ver ele entrando na sua bucetinha meu amor, senta um pouco nele para eu ver" nisso ela levantou e começou a sentar na pica dele e falou "que delicia sentir esse pau, tá gostoso de ver ele na minha buceta? Meu amor quero essa pica todinha para mim hoje vou fazer de tudo com ele tá?" Vocês não imaginam como eles foderam de todas as formas e posições, até ele gozar na sua boca ela deixou e ficou morrendo de vontade de dar o cuzinho pois ele falou que tinha um jeitinho especial de colocar e não doer (eu sei que ele tem esse jeitinho, pois já provei), mas ficou para outro dia no cuzinho. Agora tenho um amigo para minhas tardes de sauna onde fodemos bem gostoso e ainda para ele foder minha mulher e eu me deliciar vendo eles foderem. É muito tesão o dia em que ele vai a nossa casa para foder, pois ela espera ele como espera o namorado, coloca a calcinha mais tesão (as que ele mais gosta), fica só de saia e blusinha e não me deixa nem lhe beijar pois como ela fala ela esta esperando o macho dela e só vai ser dele naquele dia, e quando ele chega mal me comprimenta e já começam a namorar e ai vão para cama, onde eu sento no sofá e fico me deliciando vendo eles.

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