sábado, 17 de abril de 2010

Contos Eróticos 351 a 409

.351. ESPOSA VINGATIVA.Tudo começou quando minha esposa descobriu que eu havia saído com uma garota vizinha de nossa casa, esta vizinha tinha uma fama enorme de ser uma putinha de primeira linha. Ellen, minha esposa, quando descobriu disse-me que não iria discutir comigo ou separar, mas que eu poderia esperar que haveria o troco na mesma moeda. Domingo de manha, fomos ao parque ecológico e foi lá que ela me disse que seria o começo de sua vingança, pediu para deixá-la ou poderia ate ficar, mas de longe só olhando sem atrapalhar ela, e sem me meter. Deixei-a só, ela estava com um vestido curto vermelho, marcava muito bem seu belo corpo e sua bundinha que e uma maravilha. Depois de uns 15 minutos observei que um rapaz que estava de olho nela se aproximou e ficaram a conversar por um tempo, saíram andando, eu fui de longe só olhando, eles entraram na área reservada para os funcionários, como era em um domingo pouquíssimos funcionários trabalhavam, então a área estava deserta, aguardei um instante de uns 15 minutos e fui entrando bem devagarzinho, procurei e não encontrei eles, após algum tempo escutei um barulho que vinha de trás de uma área reservada para separar animais em quarentena, não havia nenhum lá, fui bem quietinho e cheguei o mais próximo possível, vi minha esposa sem roupa nenhuma, de joelhos lambendo e chupando a pica do rapaz, ela engolia toda a rola do rapaz, apesar dele não ser bem dotado tinha por perto de uns 17 a 18 cm, ela parou de chupar sua pica, virou-se de costas para ele empinou sua bunda, abriu suas pernas, ele se posicionou atrás dela e começou a penetrar sua bucetinha bem devagar, após enterrar toda sua pica na bucetinha dela. Começou a socar com mais força retirando e enfiando tudo para dentro novamente, ficou nisso por um tempo enorme, mordia sua nuca, lambia suas costas, alisava seus peitos gostosos, vi quando ele retirou sua pica de sua bucetinha e posicionou em direção ao seu rabinho, ela empinou mais ainda sua bundinha ele de uma só estocada enterrou sua pica ate o fim em seu cuzinho apertado, socava cada vez mais rápido, não demorou e retirou sua pica de seu cuzinho e gozou na bunda dela, eu vi que já havia terminado sai de fininho. Após alguns minutos ela saiu de lá sozinha, foi para perto da jaula dos macacos e ficou lá. Não me aproximei, fiquei a olhar de longe, ela saiu e foi para a área do estacionamento, pegou e foi embora a pe em direção a nossa casa, fui atrás dela a pe para ver o que ia acontecer. Passando em frente a uma obra, um prédio, tinha dois negros sentados enfrente, um deles mexeu com ela chamando ela de gostosa, ela sorriu, ele então se aproximou dela e começo a conversar com ela não dava para escutar o que falavam, mas não demorou e ela entrou na obra com os dois caras, fiquei meio encucado e agora como vou chegar perto deles? Pensei e resolvi dar a volta no quarteirão e pular o muro do fundo da construção, pulei o muro, fui entrando pelo prédio adentro, procurei o andar de baixo todo e nada, subi para o segundo e nada, fui para o terceiro, quarto, só fui encontrar eles no ultimo andar, já estava nua chupando uma pica negra e grossa de uns 20 cm, enquanto o outro chupava sua bocetinha, ela abocanhava com todo o prazer a pica do negro, chupava e batei uma punhetinha para ele enquanto chupava, após um tempo o negro mandou ela ficar de quatro, ele Ajoelhou-se atrás dela e enterrou sua pica negra em sua buceta molhada, o outro que estava a chupá-la retirou sua pica para fora e que surprese a minha ele tinha uma pica de uns 23 cm, enorme e cheia de veias, grossa, ele deu para ele a chupar enquanto seu parceiro comia sua bucetinha, ela engolia o Maximo que podia, enquanto o outro socava sua vara dura em sua boceta molhada e cheia de tesão, ele retirou sua pica de sua buceta e deixou para o parceiro comer um pouco, ele se ajeitou atrás dela e sem do colocou toda sua força para enterrar sua pica grande e grossa para dentro de sua gruta quente e molhada, ela tentou sair mais ele segurou pelos quadris e enterrou tudo em sua buceta, ela começou a se acostumar com a pica e começou a rebolar foi tudo que o negro queria parou de mexer e deixou ela rebolando a vontade, seu parceiro, pois sua pica na boca dela e ela não fez doce abocanhou sua rola, depois de muito ficarem nesta posição eles resolveram enrabá-la, o negro da pica menor deitou-se no chão e mandou ela vir cavalgar sua rola ele sentou-se sobre sua rola e enterrou toda sua pica para dentro, rebolava como uma puta desvairada, depois de estar bastante à vontade o outro veio por trás e colocou sua pica enorme no seu buraquinho apertado, ele tentou duas vezes e não entrou então trocaram de lugar o de pica maior deitou-se e ela foi cavalgar sua rola dura, ela adorou, rebolava para caralho nenhum ficar mole, ai o outro de pica menor foi tentar entrar em seu rabo cuspiu na cabeça de sua rola e apontou na direção de seu cuzinho, começou a penetrar seu rabo, demorou, mas ele entrou com sua pica ate o final ela ficou maluca duas rolas entrando e saindo de seu corpo ela rebolava e gemia gritava e tinha gozos sem parar, ficaram por mais de 30 minutos nesta posição, ai o cara que comia seu rabo gozou dentro de sue cuzinho, saiu de cima dela, ela saiu de cima do rapaz de pica grande, sua pica estava ate mais dura que antes, ela deitou-se de bruços no chão ele veio atrás dela e colocou sua pica no rabo dela que estava lubrificado com a porra do outro, foi difícil, mas o rapas entrou em seu cuzinho, ficou a entrar e sair por muito tempo, se levantou sentou-se em um banco que ali estava e mandou ela sentar em sua pica ela foi apontou seu cuzinho na pica do cara e enterrou ate o saco rebolou muito ate que o cara gozou dentro de seu cu, quando ela se levantou escorria pelas sua pernas a porra dos dois negros misturadas, ela se limpou com umpano que ali tinha, se vestiu e foi embora, demorou bastante para que pudesse sair de dentro da construção sem ser visto, fui para casa, chegando lá reparei que a porta estava apenas encostada, entrei com cuidado e silencio, escutei barulho no quarto, aproximei-me, a porta entre aberta pude ver minha esposa estava com um senhor bem mais velho que ela na cama o cara já estava comendo sua buceta, socava sem do enterrava e tirava de dentro, virou a de bruços e foi para o seu cuzinho gostoso, ele entrou com a maior facilidade, afinal já estava arrombada pelo negro bem dotado, passou-se mais de duas horas e eles ficaram trepando durante este tempo todo, o senhor deve ter gozado umas cinco vezes dentro de sua bundinha, no final ele foi embora e ela foi tomar um banho, deitou-se para dormir e descansar, quando acordou me chamou para treparmos, passamos o resto da madrugada trepando, comi seu rabo por varias vazes esta noite, e assim ela se vingou de mim, sem saber que me fez feliz.

.352. UM DIA DE PUTA!Sou uma mulher com 31 anos, 1,69m de altura, 60 quilos, corpo bem cuidado, modéstia à parte, por dois dias semanais de malhação pesada, sem filhos e casada há oito anos. Sou, ou melhor, fui arquiteta, com planos de uma carreira de sucesso que o casamento podou. Passei estes últimos oito anos cuidando da casa, da administração doméstica e do meu marido, um executivo de relativo sucesso em sua carreira. Meu casamento fazia seis meses que vivia em uma crise imensa. Brigas, discussões sem motivo se sucederam até que o inevitável aconteceu. Meu marido pegou uma mala, colocou algumas peças de roupas e objetos que julgava importantes e foi-se embora numa quinta-feira. Como diz a música, meu mundo caiu. De repente comecei a perceber que tinha perdido tudo, a carreira, oito anos de minha vida, meu marido e todas, praticamente todas as amigas. Eu estava sozinha na imensidão daquele apartamento, sem absolutamente nada a fazer, a não ser chorar, me descabelar e mudar, freneticamente, pelo controle remoto, os canais de televisão. Passou a sexta-feira, veio o sábado e eu percebi que não havia nada mais na geladeira digno de ser consumido. Tomei um banho demorado, como quem quer lavar todo o seu passado e fui a um shopping, para olhar as vitrines e depois, no seu sub-solo, fazer as compras necessárias. Aqui começa, na verdade, a história que eu quero contar a vocês. Estacionei o carro e fui em direção ao elevador para entrar nos andares das lojas e magazines. Ao descer um andar o elevador parou e o enxame de pessoas que o adentrou me jogou para o fundo do elevador. E percebi que tinha alguém atrás de mim e que não disfarçava em absoluto Eu não estava acostumada a isso e, portanto, ficava incomodada. Mas o elevador chegou ao meu destino e comecei a minha peregrinação às vitrines. Depois de uma meia hora batendo perna naqueles corredores me dei por conta que o mesmo homem que estava dentro dos elevadores tinha me seguido o tempo todo. Fiquei nervosa, mas não apavorada, porque o shopping estava lotado. Tratei, contudo, de entrar em uma loja de sapatos, fiquei lá por uns vinte minutos e quando de lá sai, lá está ele, a minha espera. Apressei os passos, entrava e saía de loja e ele sempre a me perseguir. Acostumada com a rotina da minha vida pacata, não nego que, apesar dos pesares isto estava a me divertir, pela situação insólita. Entrei no supermercado, comprei umas coisinhas de lanches e fui para a fila do caixa. Ele se colocou novamente atrás de mim e bem baixinho me falou: - Renato! - O que? Respondi de chofre e ele novamente me falou: - Renato! É meu nome! E o seu? Não sabia como agir neste momento, comecei a suar, a tremer e ele, percebendo isso me falou, como me dando uma ordem: passe estas coisas no caixa e venha tomar uma água comigo. Depois disso foi à frente do caixa me esperar. Paguei as mercadorias e apertei o passo quando senti uma pressão forte no antebraço e uma voz enérgica me dizendo: eu falei para você ir tomar uma água comigo e me arrastou até um quiosque de café. Engoli a água sem pronunciar nenhuma palavra. Novamente ele me falou: Renato, e desta vez sorriu. Eu abaixei a cabeça e ele tocou, com a ponta dos dedos o meu queixo, levantando-o e, me olhando nos olhos repetiu a pergunta: seu nome, para que eu balbuciasse timidamente: Adriana. Adriana, Adriana, ficou ele repetindo, para em seguida completar, bonito nome, parece com a dona e passou a ponta dos dedos no meu rosto. Eu fechei os meus olhos e ele, depois de pagar no caixa a água novamente me pegou pelo antebraço e seguiu comigo ao elevador. Lá, outra vez se colocou atrás de mim, só que desta vez suas mãos rodearam minha cintura. Quando o elevador chegou no andar onde estava o seu carro, um andar abaixo do meu ele segurou as minhas mãos e me fez sair com ele. Na porta ainda tentei argumentar que o meu carro estava no andar de cima, ele me disse "eu sei, mas não vamos precisar dele" e, chegando ao seu automóvel abriu as portas com o controle remoto, me colocou no banco e sentou ao meu lado. Lá dentro tocou novamente meu rosto e me perguntou: que horas tem que chegar em casa? Aquela pergunta me despertou para minha situação de mulher abandonada pelo marido, de repente percebi que não tinha horário nem motivo para ir ao meu apartamento e não soube responde-lo, optando por ficar quieta. Ele, depois de ter esperado inutilmente minha resposta me disse: ainda bem então que não tem horário, ligou o carro e partiu. Quieta, extremamente nervosa eu senti quando a mão de Renato me tocou a coxa por cima do vestido ainda no carro. E ao tentar trancar as pernas seus dedos poderosos me atravessaram a pele impedindo tal ação. Ficou alisando minha coxa, apertando ela até a chegada num hotel da região. Lá ele saiu rapidamente do carro, entregou a chave ao recepcionista e abrindo a minha porta segurou-me pelo braço e me encaminhou ao elevador. Ao contrário do shopping, o elevador do hotel não tinha viva alma, mas mesmo assim ele se aproximou, com as mãos espalmadas apertou os meus seios sobre o vestido e depois, me segurando forte pelos cabelos da nuca aproximou meu rosto do teu para, em seguida, enfiar a sua língua na minha boca, esmagar meus lábios. No oitavo andar a porta se abriu e ele me puxou em direção à sua suíte. Próximo ao frigobar me ofereceu: água, refrigerante, suco? Eu nada respondi e ele, me rodeando se colocou por trás de mim e repetiu a pergunta: água, refrigerante, suco... ou cama, completou e, não esperando minha resposta me agarrou. Nem é preciso responder, minha querida, ele falou, seu silencio fala por você e me mordeu a nuca, me fazendo soltar um grito. Puxou o zíper do meu vestido até embaixo, me deixando somente de calcinha, pois não uso soutien. Ato seguinte me carregou até o seu sofá e deitou-se em cima de mim, cravando, mais uma vez, os dentes na minha nuca. Neste momento eu tentava imaginar a cena que estava ocorrendo na visão do Renato. Eu, deitada de bruços, com uma calcinha bem pequenininha e aquele homem me mordendo e se fartando da visão do meu corpo. Tentei me movimentar um pouco e ele me falou "quieta" e depois sua mão percorreu o meu bumbum, carinhosa, mas, decididamente. Sua mão adentrou minha calcinha, seguiu o valer que fica entre os dois sulcos até que o seu dedo, o fura-bolo aproximou-se de minha xaninha que se encontrava úmida. "Tão molhadinha a minha menina" ele falou, como se estivesse obtendo uma vitória e depois enterrou seu dedo em mim. Gritei, confesso e ele tirou o dedo e com a mão espalmada me dei um tapa na bundinha, e depois outro, e um terceiro. Depois segurou o tecido da calcinha e a rasgou. Renato saiu de cima de mim, ficou, com certeza me olhando, olhando até que, me chamando pelo nome, pediu para que eu fosse até o seu quarto, apontando onde ele era. Vá, me disse, bem devagarzinho, que eu quero dar uma olhada em todo este material que temos aqui. E eu fui, excitadíssima com a oportunidade de estar me exibindo para um desconhecido. Quando cheguei na cama não sabia o que fazer, se deitava de bruços, de frente, de lado, tudo era novidade para mim. Por via das dúvidas sentei na cama, com as mãos na altura dos meus seios. Dois minutos depois (uma eternidade, para quem fica nesta situação) Renato chegou, só que desta vez nu, com o mastro em riste. Ele percebeu minha indefinição e foi chegando perto, perto, segurou novamente o meu queixo e pediu para que eu abrisse os olhos. Quando fiz isso senti a ponta do seu canhão batendo nos meus lábios e ele segurando os meus cabelos. Chupa, Adriana, chupa, que eu sei que você quer e acredito que você vai gostar muito. Eu não abri os lábios e ele falou novamente, só que desta vez de forma ríspida: chupa, chupe o meu pau agora e foi enfiando a tora nos meus lábios. Confesso que não sabia como agir e ele foi enfiando garganta abaixo até que começou a socar na minha boca por uns instantes e depois parou. Agora é com você, minha putinha, ele disse. Vai, dá um trato neste caralho. Percebi neste momento que não havia ninguém mais ali do que eu e Renato, que não havia motivo para tanta inibição e segurei com uma das mãos as suas bolas e resolvi chupa-lo como nunca havia feito antes. Fechei os olhos e fiz de conta que aquilo era o sorvete mais saboroso e fiquei a lambe-lo, degusta-lo enquanto ouvia os gemidos e o tremor das pernas do Renato. Depois degustei com mais desejo ainda quando percebi que não era apenas o faz de contas, aquele era o sorvete mais delicioso do mundo. Minha língua brincava nas veias dele, sentia a sua pulsação. Em dado momento eu tirei dos meus lábios e toquei com ele os meus olhos, o meu nariz e cada um do biquinho dos meus seios. Depois de um certo tempo Renato retirou aquela massa de carne da minha boca e me fez deitar com a barriga para cima. Beijou-me apaixonadamente, duelando sua língua com a minha, depois foi descendo o rosto até sua boca atingir os meus seios. E mamou em mim com avidez. Descendo sua língua chegou ao meu umbigo, ficou brincando nele, me fazendo cócegas até que se perdeu na minha mata. Sua língua me invadiu, sua saliva se misturou com a minha saliva íntima, tocou meu clitóris, me forçando a dar gritos de prazer. Levantou minhas duas pernas, colocando meus joelhos encostados nos meus joelhos e fez a língua pincelar o meu buraquinho. Por fim movimentou o seu corpo e com a sua seta atingiu perfeitamente o alvo que tenho entre as pernas. Gritei, urrei, minhas unhas invadiram suas carnes nas costas, meus pés trancaram-se nas suas ancas e aos pouquinhos fui me movimentando, movimentando, enquanto ele metia e tirava dentro de mim. E cada vez que colocava me parecia que voltava maior, mais grosso, mais prazeroso. Não sei por quanto tempo Renato me possui assim, mas sei que foi delicioso. Eu gritava, urrava, queria mais e ele se divertia com meu desespero, falando palavras no meu ouvido, me chamando de putinha, vaquinha, gostosa, tesuda. Em certo momento eu segurei nos teus cabelos com força e quase que numa súplica eu avise: vou... vou gozar... não estou agüentando mais... vou... para logo em seguida meu corpo ter uma convulsão. Gozei como nunca e o homem ainda teimava em entrar e sair de dentro de mim. A cada esbarradinha do seu pênis ou dos pelos no meu clitóris eu recebia uma descarga de choques elétricos. Falava não, sim, não novamente e ele ria com o meu gozo, uma satisfação de vencedor. Olhou-me nos meus olhos e me disse: gostosa e em resposta eu o beijei apaixonadamente. Depois disso ele lentamente foi tirando o seu pau. Olhou-me novamente e mais uma vez me beijou. Começou a me lamber o pescoço. Eu delirava e me entregava completamente até que, em dado momento ele força meu corpo e me faz ficar de bruços. Percebi sua intenção e ainda tentei falar: não!!! Como resposta levei um tremendo tapa na bunda que me impediu toda e qualquer reação futura. Colocou duas almofadas sob mim e, lambendo os meus ouvidos me falava: eu me aproximei de você por causa deste rabão. Quando você se encostou em mim naquele elevador pensei, esta bunda vai ser minha. Uma das mãos voltou à xoxotinha e trouxe de lá um monte de sumo, que ele besuntou o meu pobre traseirinho. Sua boca aproximou-se novamente da minha orelha e, pedindo cumplicidade solicitou: abre a bundinha para mim, Adriana. Eu não fiz o que Renato me pediu e ele, com raiva gritou: abre este cu, sua puta e eu, docilmente coloquei as mãos por trás e me expus a ele. Renato foi certeiro, colocou a ponta da cabeça, lubrificada com o resultado do meu prazer e foi enfiando, enfiando, apesar dos meus protestos. Eu me segurava na borda da cama, tentando com isso aliviar a dor. O seu peso me imobilizava. Tentei me esquivar e estes movimentos somente o excitou ainda mais. Até que senti os seus pelos encostados no meu bumbum. Aí ele me falou para ficar quieta, para me acostumar com o tamanho dele. Depois disso ele foi tirando, bem devagarzinho para logo em seguida me pedir para ficar de quatro e jogar as almofadas fora. Ainda pediu que eu encostasse os seios no lençol e abrisse com as mãos novamente a bundinha. A tudo isso obedeci, para que Renato enfiasse tudo, de uma vez em mim, e depois tirasse, para por novamente e assim repetir este movimento por centenas de vezes, até receber as suas golfadas no meu intestino. Tomamos um banho, transamos no chuveiro, voltamos para a cama, repetimos tudo de novo. Fizemos tudo igual, mas de forma diferente. Não havia mais nenhuma necessidade de eu me resguardar ou ter timidez. Agora podia tomar a iniciativa e assim o fiz. Deitei Renato na cama, lambi sua orelha, mordi teus pelos com a boca, respirei o cheiro de seu abdômen e, por fim, novamente engoli seu falo suculento. Primeiro, toquei com a ponta da língua aquele buraquinho, em seguida passei a língua em toda a cabeça e a seguir em toda a extensão daquela tora, para engolir as suas bolas. Retornei no caminho e depositei um beijo com a pontas dos lábios naquela massa de carne vermelha para, logo depois abrir a boca e senti-la tocando o fundo da minha garganta. Deixei-o duro como uma rocha e subi meu corpo sobre o dele. Com uma das mãos abri bem minha xaninha e me deixei penetrar. Neste momento perdi a compostura. Levei a ponta dos bicos dos seios na boca de Renato e pedi para que ele mamasse. Acelerava os meus movimentos e sobe e desce e pedia, implorava para que ele me comesse, que me fodesse, que metesse tudo na putinha dele. Sentei-e sobre a sua barriga, com ele dentro e comecei a me masturbar para ele ver. Suas mãos cravavam nas minhas nádegas, seus olhos davam voltas de prazer. Virei o meu corpo, sempre com ele dentro, mostrando minhas costas e meu bumbum. Ele podia ver o entra e sai enquanto que meu rosto ficava próximo ao colchão. Sem que eu esperasse ele me ergueu novamente e cravou o seu pau - e neste momento eu dizia que era pau, pinto, caralho - novamente no meu traseiro. Urrei, gritei, não pela dor, porque o buraquinho já era conhecido, mas pelo prazer. Cegou a noite e ele me levou ao estacionamento do shopping. Lá nos beijamos, trocamos telefone e juras de amor. Dei, claro, um número de telefone inexistente. Nunca mais o vi e fiquei por um tempão sem freqüentar aquele shopping. Não tenho remorsos. Sei que foi muito bom aquela tarde com o Renato, mas uma segunda vez poderia acabar com a magia. Meu marido retornou para casa arrependido. Nosso casamento voltou à febre dos primeiros meses, à lua de mel. Ele nem quase saiu de casa nos finais de semana. Só quer freqüentar a cama. Depois disso voltei a estudar, fazer a minha pós e certo dia sai com um aluno de arquitetura de outro escola, de outra cidade. Não porque estava em crise com o meu marido, mas por puro desejo. Fiquei com vontade de provar um jovem com a energia dos seus vinte anos. Parecia o meu tempo de solteira, ele me levou em um drive-in e transamos no carro, mas isso é uma outra história. Não foi tão bom quanto Renato, mas deu (ou melhor, dei) pro gasto. Sou uma outra mulher. Não estou disponível para quaisquer aventuras, mas se tiver o ingrediente da fascinação, bem.... Aí, quem sabe...

.353. O MARIDO DE MINHA IRMÃ!Meu nome é Fabiana, tenho 28 anos, me considero bonita, 1,70, olhos castanhos, pele branca, cabelos negros lisos e tenho um corpo muito bonito, o que vou contar começou quando me separei de meu marido e sem ter para aonde ir, minha irmã Clarice me ofereceu um quarto em sua casa. Mirmã era recém-casada (7 meses) e achei que atrapalharia a intimidade do casal, além disso Igor (meu cunhado) era muito sério e fechado, e isso me incomodava. Por fim aceitei até que pudesse alugar um apartamento para mim. Minha irmã é médica tem 2 anos na profissão com só 26 anos, sempre foi muito bem-sucedida nos estudos entrou na faculdade com 17 anos, em uma festa conheceu Igor. Ele é formado em direito, alto (1,85)muito bonito, forte, cabelos castanhos, trabalha em uma empresa grande de nossa cidade e viajava muito. Nos primeiros 2 meses tudo corria bem, ficava muito com Clarice em casa, Igor passava até 3 dias fora e quando estava em casa me tratava com muita educação e formalidade. No entanto no mes de Março de 2002 Igor foi promovido na empresa e não viajaria mais. Clarice ficou muito feliz, mas aí a coisa mudou. Igor passou a chegar cedo em casa e as vezes até me encontrava no caminho enquanto voltava de meu emprego (sou professora) e me dava carona, Clarice chegava sempre muito mais tarde do hospital e as vezes fazia plantão, e eu ficava em casa a sós com Igor. Ele começou a me olhar muito enquanto estavamos sós e me sentia constrangida. Ao mesmo tempo estava sentindo falta de sexo já que meu ex não gostava muito de transar. Toda a noite eu ouvia Clarice e Igor gemendo no quarto ao lado e isso me deixava excitada. Um dia Clarice ligou na escola e me avisou que ficaria de plantão no hospital naquela noite e que eu deveria avisar Igor já que não tinha como falar com ele na empresa. Fui embora como normalmente e por coincidência neste dia Igor me encontrou e me deu carona, já no carro eu o avisei que Clarice havia mudado o dia do plantão, e Igor se mostrou aborrecido. Em casa resolvi fazer um jantar para nós, comemos juntos na mesa e conversamos sobre assuntos normais. Mas depois do jantar sentamos na sala e fomos vez televisão, Igor estava sem camisa, fazia calor e eu vi seu peitoral forte suado. Percebi que ele não desgrudava os olhos de mim durante o filme que víamos na TV a cabo. Fiquei excitada com cenas do filme e resolvi sai dali, tomar banho e ir para o meu quarto. Enquanto tomava banho comecei a me masturbar passava meus dedos na minha buceta e sonhava com igor, de repente parei percebi que a porta do banheiro estva aberta e do corredor Igor poderia ter me visto enquanto me masturbava, sai do banho de toalha enrolada e fui para o quarto. Igor estava na porta de seu quarto e me acompanhou com os olhos. No quarto de repente eu o ouvi bater na porta pensei em fingir que não o ouvia mas atendi ainda de toalha. Ele me olhou e pediu desculpas por ter me visto tomando banho e que eu não faria mais isso, e que eu não precisava ter saido do banheiro correndo(afinal ele achou que eu tinha percebido). Disse a ele que tinha vergonha e abaixei a cabeça como uma adolescente ele me ergueu o rosto e me abraçou dizendo que estava apaixonado por mim, me assustei e percebi que ele estava excitado, olhei para ele e o beijei, ele me pegou no colo de toalha e me levou para dentro do quarto comecamos a nos beijar e nos esfregar. Ele me chamava de gostosa e eu estava muito excitada e molhada ele jogou a toalha longe e tirou seu short e cueca revelando seu pênis que era muto grande e grosso, foi de boca nas minhas coxas e começou a lambe-las até alcançar minha buceta, chupava minha buceta sugando seus lábios para dentro da sua boca quente, eu gemia como uma adolescente inexperiente, ele enfiava a língua dentro da minha vagina e sua boca cobria toda a minha buceta como se fosse engolí-la, o puxei para cima dei nele um chupão sentindo o meu sabor em sua boca e pus meus lábios em seu pau ele estava muto duro e melado suguei com maior tesão, enquanto isso ele enfiava os dedos (2) na minha vagina me fazendo gemer. Chupei a cabeça do seu pau com força fazendo ele gemer depois lambi seu pau até saco terminando por chupar suas bolas. Ele me puxou e disse que ia me foder do mesmo jeito que "fodia a sua irmãzinha", nesta hora tive ainda mais tesão abri minhas pernas e disse "então mete logo, seu puto!" ele esfregou o cabeção do seu pau por toda a minha boceta e de repente forçou aquele cabeção grosso dentro de mim, me senti arreganhando toda (fazia mais de três meses que não fazia sexo), senti seu pau entrando aos poucos dentro de mim enquanto isso ele me alisava e me chupava os seios, mordendo seus bicos, chupando meu pescoço e apertando minhas coxas. Senti que eu não aguentava todo o comprimento de seu pau, ele me bombeava com força e me sacudia toda por dentro, de sopetão ele meteu mais forte e senti me alargar mais um pouco a vagina, neste momento ele me ergueu pela cintura e me encaixou ajoelhado na cama terminando de entalar seu pau todo em mim, senti meu útero doer pela pressão mas gozei na hora e ele me bombeava como uma boneca nesta hora começei a rebolar porque senti minha vagina totalmente alargada pelo seu pau. O abracei e ele me inclinou para trás chupou o biquinho do meu seio e gozou tudo dentro de mim. Senti aquele leite quente me enchendo e escorrendo na minha boceta ele me soltou. Seu pau continuava duro me "soltei" dele e resolvi beija-lo ele me beijou e me puxou para perto da sua rola e disse "experimenta me chupar agora" eu atendi e me melei toda com aque pau sujo de porra e com gosto de buceta. Minha buceta estava ardendo e ele me virou e perguntou se eu ainda estava excitada, eu disse que sim e ele começou a lamber meu cú, me arrepiei e tive medo, pois não tinha dado meu cú muitas vezes e nunca para um pau tão grande. Ele puxou minhas nádegas expondo o todo o meu anelzinho do cú e enfiou sem dó a língua nele, fui ficando excitada já que enquanto isso ele esfregava os dedos na porta da minha boceta, de repente senti um frio, ele se afastou, e senti seu cabeção molhado na porta do meu cú, ele forçou e empurrou e disse "relaxa porque eu vou te arrombar meu amor" tremi de tesão e ele enfiou seu cabeção com força dentro de mim, gritei de dor e ao mesmo tempo de prazer, ele foi enfiando tudo e senti meu cú arder, vi que ele estava me rasgando e chorei, mas ele não parou e eu pedi mais de repente senti um alívio no meu cú ele havia enterrado tudo em mim e eu senti que ja estava toda rasgadinha então começou a me estocar. Igor enfiava tudo depois tirava um pouquinho, ele então me puxou e me colocou por cima dele, ficou chupando meu pescoço e sua mão se esfregava na minha buceta e enfiou dois dedos nela começou a me masturbar e eu rebolava com aquele cacete todo no meu cú e seus dedos cada vez mais fundos dentro da minha boceta, gozei de novo, meus gritos podiam ser ouvidos em toda a casa, ele então me virou com seu pau no meu cú e socou o resto com orça dentro de mim me fazendo gemer como uma égua no cio, e ele gozou no meu rabo, aí spercebi que eu estava toda rasgada porque senti a portinha do meu cuzinho arder e depois senti um pouquinho de sangue ao passar o dedo nele, Igor tirou seu pau e me beijou, sugando minha língua como se fosse me engolir. Depois tomamos banho juntos e dormimos abraçados. Todas as vezes que ficávamos a sós transávamos como loucos, mas Igor ainda transava com minha irmã quase todos os dias. Mesmo agora que aluguei meu apartamento continuamos a transar. Igor vai todos os dias a minha casa, com a desculpa de levar roupas para lavar na casa de Clarice e transamos, estamos os três vivendo momentos muito felizes, eu adoro ser a "segunda esposa de igor".

.354. MINHA TIA SAFADA!Já fazia mais de seis anos que eu não via minha tia Fernanda. Foi para ela que eu bati minha primeira punheta, quando eu tinha doze anos. Na época ela morava em minha cidade e eu era o xodó dela. Ela vivia me bajulando mas parecia não perceber que eu crescia. Ela não se incomodava com minha presença, sentava de pernas abertas deixando sua calcinha á mostra e debruçava-se sem pudor me deixando ver seus seios. Uma vez ela foi com um namorado me pegar numa festa, e enquanto ele dirigia, ela apertava seu pau como se eu não estivesse logo atrás. Mas logo que completei 13 anos seus pais se mudaram e eu nunca mais á vi, até semana passada. Devido ao aniversário de minha vó, revi vários parentes após vários anos, entre eles minha tia. Fiquei maluco ao revê-la. Por ela ser professora de ginástica, ela preserva um corpo de adolescente, todo sarado. Ela não parecia que já havia sido casada por quatro anos, parecia uma de minhas amigas de praia Ela é loira e seus olhos são azuis, o que em contraste com a pele sempre bronzeada a deixa ainda mais gata. Ela se mostrou super feliz ao me ver. Ma abraçava, dizia que eu era seu xodozinho, e isso e aquilo, me deixando sem graça diante todo mundo. Mesmo tendo crescido muito nestes anos todos, ela ainda me tratava como uma criança, porém, eu já tenho um caralho de 20 cm e estava louco por ela. Por festa se dar num feriado, vários parentes resolveram aproveitar para ficar uns dias a mais na praia, hospedando-se na casa de outros. Para minha felicidade, minha tia se hospedou na minha. No dia seguinte á festa, fomos todos á praia. Foi foda ter que desviar meus olhos do corpo de minha tia, pois cada vês que eu via aquela bunda deliciosa, aquelas pernas, aquela barriguinha, meu pau já se manifestava. Acho que ela até que percebeu isso. Minha cabeça era só sacanagem. Logo á tarde, após a praia, todos foram para casa de um tio meu para um churrasco mas minha tia ficou dormindo. Eu não estava a fim de ir e resolvi também ficar em casa. Fiquei vendo um filme quando ela acordou e veio sentar-se ao meu lado no sofá. Ficamos conversando amenidades enquanto nós assistíamos ao filme. Então ela perguntou se não tinha alguma coisa melhor para ver, pois aquele filme estava muito ruim. "Não tem um outro filme para ver não?". Respondi que não e ela me perguntou se tinha alguma locadora de vídeo aqui perto eu também disse que não. "Eu tenho uma fita pornô, se quiser..." Disse em tom de brincadeira. "Que isso Tiago, você assiste esse tipo de filme?", rebateu. "Você quer ver ou não?", insisti. "Tem um tempão que eu não vejo um filme desses... pega lá então." Eu não acreditava no que estava acontecendo. Eu assistir um filme de sacanagem com minha tia! Quando voltei á sala ela me aguardava com um sorriso lindo e um pouco ansiosa. Olhou para o volume em minha bermuda e depois em meus olhos e me mandou colocar logo. Na primeira cena aperecia um cara chupando uma mulher. Ela não se conteve e pousou a mão em sua bucetinha por cima do shortinho que usava. Eu também fiz o mesmo, segurando meu pau completamente duro por cima da bermuda. Ela me olhava segurando meu pau e voltava a assistir ao filme, até que disse "pô Tiaginho, que doideira nós aqui assistindo a esse filme." "Tia Fernanda, eu cresci muito desde que você se mudou do Rio, olha só..." Mostrando-a o volume de meu cacete ainda sob a bermuda. Ela esticou sua mão e pegou nele. Ficou alisando e assistindo á fita, que agora mostrava o cara enrabando a mulher de ladinho. Ela não segurou mais seu tesão e se ajoelhou á minha frente, abaixou minha bermuda e, ao ter meus 20 cm de pau nas mãos disse "você cresceu mesmo", me abocanhando em seguida. Ela chupava devagar, acariciando meu saco e o que ficava para fora de sua boca. Ás vezes tirava da boca e o esfregava no rosto, se melando toda. "Que cacete gostoso de chupar" disse."Faz um tempão que não transo, eu estou morrendo de tesão e quero que você me coma bem gostoso", completou. Num momento de raciocínio, me lembrei que poderia aparecer alguém e disse que agora seria perigoso, e que poderíamos ir á um motel logo mais á noite. "Então goza na minha boca antes", disse voltando a chupar meu pau, porém, agora também punhetando com a mão. Não me segurei mais e gozei, gozei muito, enchendo sua boquinha de porra. Ela parecia que adorava fazer o que estava fazendo, engolindo todo o leite que jorrava de meu pau. Tiramos a fita do vídeo e nos ajeitamos. Eu estava alucinado, parecia um sonho. Á noite ela disse que iria inventar que iria dançar com umas colegas que não via desde que se mudara e que eu iria levá-la. E assim foi feito. Logo que saímos de casa eu parei o carro e a beijei, e enguanto nos sarrávamos, ela me pedia para levá-la logo ao motel, mas eu não tinha pressa. Depois de uns minutos, liguei o carro e a levei a um restaurante japonês maneiríssimo. Ela adorou a idéia. Namoramos um pouco, comemos e bebemos, falamos algumas sacanagens um com o outro e depois , enfim, fomos para o motel. Chegando lá, ela me mandou tirar a roupa e deitar na cama e subiu nela, ficando em pé. Começou a se despir bem devagar, em olhando e se tocando vez e outra na buceta. Eu batia uma punheta enquanto apreciava ao strip tease de minha deliciosa titia. Ela se mexia pra lá e pra cá, virando de bunda para mim e curvando-se, me mostrando sua bucetinha e seu anelzinho. Que corpo perfeito. Não tinha uma celulite sequer. Seus peitinhos eram fartos mas completamente duros e empinados e sua bundinha, perfeita, era coberta por uma penugem dourada. Ela dançava sem música e se tocava cada vez com mais tesão. Acariciava seus peitinhos, apertava sua bundinha e depois de acariciar sua bucetinha, levava os dedos á boca para sentir o gosto de seu próprio tesão. Não agüentei mais e a puxei. Iniciei um banho de língua em seu corpo. Lambia e chupava tudo, peitinhos, bucetinha e cuzinho. Ela sentia muito tesão no cuzinho, pois a cada lambida ali ela se contorcia e gemia mais alto. Levantei suas pernas ao máximo e enfiei minha língua bem no fundo de sua xoxotinha cheirosa. "Chupa a bucetinha de sua tia, chupa", dizia entre gemidos. Louco para fudê-la, enfiei meu cacete em sua buceta de uma só vez, fazendo-a gozar no mesmo instante. Comecei a meter enquanto me controlava para não gozar ainda. Ela gemia sem controle, me puxando contra si, fazendo meu pau sumir dentro dela. Então eu a virei de lado continuando a fuder sua bucetinha, porém, agora acariciando seu grelinho todo molhado. Ela não agüentou e gozou de novo. Uma mulher gostosa como ela tinha que ser fudida de quatro, e foi o que fiz. De quatro sua buceta era ainda mais apertada, o que me dava mais prazer ainda. Acelerei meus movimentos e anunciei que iria gozar e ela, ouvindo isso, ajoelhou-se á minha frente e enfiou meu pau na boca. Ela me chupava sem encostar as mãos em meu pau. Me chupava cada vez mais forte até que me fez gozar como nunca. Desta vez ela não conseguiu engolir toda minha porra, mas o que escorreu ela recolheu com os dedos e espalhou pelos seios. Dormimos um pouco e acordei com ela acariciando meu pau. Me chamou para tomar um banho o que aceitei. Eu ainda estava impressionado com a perfeição de seu corpo e ela, safadinha, me perguntou se eu gostava da bundinha dela. Eu disse que sim, e muito, e que já havia batido muitas punhetas imaginando-me comendo sua bundinha. Ela adorou ouvir isso e me confidenciou que adorava dar o cuzinho, e se eu quizesse... Era tudo o que queria. Saímos do banheiro, nos enxugamos e ela já foi abocanhando novamente meu pau, deixando-o ainda mais duro. Depois ela se colocou de quatro na cama com as pernas bem abertas e a bunda bem arrebitada e, na atitude mais tesuda que eu vi uma mulher fazer até hoje, molhou um dedo na boca e o levou ao cuzinho, acariciando-o olhando para mim e, por fim, enfiando a metade dentro, retirando-o em seguida, e dizendo " Vem". Meu pau parecia uma pedra. Passei os dedos em sua buceta e constatei que mesmo sem eu tocá-la, ela, só na expectativa de ser enrrabada, já estava excitada. Levei um pouco de seu mel ao cuzinho, lubrificando-o. Depois de molhado, posicionei meu pau bem na portinha e comecei a enfiar. Meu pau foi deslizando apertado mas sem obstruções. Era a primeira vêz que eu comia um cuzinho. Tia Fernanda não se continha e gemia muito, mexendo a bundinha e dizendo que meu pau estava muito duro e gostoso.Depois de enfiar todo até, comecei a estocar. Estiquei a mão por baixo dela e, enquanto a comia, a masturbava. Ela não agüentou nem cinco minutos e gozou aos gritos. Me controlei para não gozar também, pois eu queria aproveitar ao máximo aquele momento. Depois eu a coloquei de ladinho e enfiei de novo em sua bindinha. Eu a comia devagar mas com firmeza, enquanto acariciava seu grelinho. Depois de uns 15 minutos me realizando naquela bundinha deliciosa, ela anunciou que ia gozar de novo, amentei o ritmo das estocadas e gozei junto com ela. Já tive a oportunidade de transar com várias garotas, mas nenhuma se compara á tia Fernanda. No outro dia eu a comi de novo, desta vês dentro do meu quarto, com ela apoiada com as mãos na parede enquanto fudia seu cuzinho e ela se masturbava. Infelizmente no dia seguinte ela foi embora, porém, prometemos nos encontrar em breve.

.355. CAROL, A CUNHADINHA SADADA!Carol, uma morena linda, de rosto, corpo e voz... Bom, namoro uma garota muito bonita, corpo legal, 24 anos, mais um pouco morna na cama, com muito tabus ainda a quebrar, mas não quer (por enquanto). Por gostar muito dela, não forço a barra. Ela tem uma irmã, 2 anos mais velha, que tb é outra gata. Não preciso nem dizer que volta e meia, bato uma punheta pensando naquela bunda malhada. Com o tempo de namoro, acabamos ficando bem amigos, pois ficava muito na casa delas (uma casa de dois andares, onde as filhas moram no segundo andar e os pais no primeiro). De um certo tempo, a irmã começou um joguinho de insinuações, atiçando meu tesão. Como não sou bobo, fiquei dando corda para ver até onde ia... Ora, era uma aparecida só de toalha, saindo do banho, mas não entrando direto para o seu quarto, ora era uma desculpa para passar a mão em uma parte do seu corpo. Os elogios eram recíprocos sempre... me segurava como podia...mas sabia que a primeira oportunidade a casa iria cair...um dia, sabendo que minha namorada estava fazendo prova na faculdade e que iria ficar até tarde lá, fui para casa delas, a fim de encontrar a irmã para ficar naquele joguinho de sedução. Ao chegar na casa, ela me disse que a irmã estava na faculdade, mas como estava só, pediu para eu entrar e fazer companhia a ela... o plano saiu melhor que a encomenda.... ela estava de chortinho e camiseta (sem sutien). Fomos para cima ver tv, ela ligou e falou que iria colocar um vídeo que ela já ia ver, começamos a ver um em cada sofá, comentando, descontraídamente, as cenas. Até chegar uma certa hora em que a cena era de sexo e começava com um belo boquete. Na hora os comentários sumiram e ambos ficamos meio sem graça, tentando esconder a excitação que surgia no ar. A cena de sexo desenrolava e os dois olhavam de rabo de olho para ver a excitação do outro, como estava de samba calção, fiquei em completa desvantagem, mas tb não me importei muito, chegando a ajeitar meu pau diversas vezes para mostrar o quanto estava excitado com toda a situação. Ela molhava os lábios para mexer mais comigo, e os bicos dos seus seios, denunciavam sua excitação. Para quebrar o gelo, fiz alguns comentários elogiando a competência da atriz, e coisa e tal, que nem me lembro direito. Ela apenas sorriu de forma marota. O filme continuou e um tempo depois minha namorada chegou, nos viu vendo o filme, que já estava no final, já bem mais calmo, e não notou nada. Passaram duas semanas e minha namorada iria viajar com os pais para casa de praia, mais a irmã iria ficar pois tinha que estudar e lá ela não conseguiria. Já imaginando uma oportunidade, comecei a inventar uma desculpa para não viajar tb. Acabou que deu certo e fiquei sozinho... sexta-feira chegou e estava em casa imaginando como poderia aproveitar da situação, pensando mil desculpas, quando o telefone toca. Era a irmã, perguntando se eu queria ver um outro filme com ela. Não preciso nem dizer que cheguei rapidinho na casa dela. Ela me recebeu com o mesmo sorriso maroto do último vídeo e vestindo somente uma camisa social, que reconheci na hora (era minha, que ela deve ter pego no quarto da irmã). Ela estava extremamente sensual e não pude, e nem queria, disfarçar minha excitação. Fomos para sala, ela me ofereceu uma bebida e começamos a conversar como um dia normal até que o papo foi para o sexo. Já um pouco alegre por causa da bebida e por estarmos sozinhos na casa, comecei a perguntar coisas do tipo, qual era a posição predileta, sobre sexo oral, anal, sonhos eróticos, essas coisas que sempre surge quando falamos sobre sexo com amigas. O papo e a bebida nos animava e a cada mexida dela no sofá meus olhos eram atraídos como imã para sua calcinha, branca e minúscula. Ainda consciente do que estava para acontecer, tentei esfriar um pouco, lembrando do vídeo e ela foi colocar. Pensei, que loucura...estava quase indo tomar uma ducha fria para acalmar um pouco, quando o filme começa e para minha surpresa (ou não) era um filme pornô. Na hora pensei: fudeu... agora já era... não tinha (e não queria) mas fugir. Ela fala que ficou muito excitada com a minha presença quando viu aquela cena de sexo do outro filme e tinha muita vontade de ver um filme pornô junto comigo. Disse que tudo bem, que tb tinha ficado excitado (agindo como fosse algo normal que estava acontecendo). O filme começa calmo, com uma cena de sexo com um casal, e nossas respirações começam a ficar ofegantes, só para sacaneá-la começa a mexer no meu pau, ela por sua vez ficava olhando hora para tv hora para o meu pau. A cena agora era de um boquete e ela vendo aquilo, começa a se soltar e passar uma mão nos peitos, abrindo um pouco a camisa e outra na boceta, eu vendo aquilo, resolvi chutar escancarar e botei o pau, que já doía de tão duro que tava, para fora sem falar nada. Ela vendo aquilo e sem falar nada também, sai do seu sofá e vem engatinhando até o meu, chega entre as minhas pernas, olha nos meus olhos e caí de boca no meu pau. Nossa que boquete !, ela lambia todo, as vezes ficava só na cabeça, depois descia para o saco, parecia que sua vida dependia daquele boquete, tamanha era sua vontade. Avisei que se ela continuasse assim, eu gozaria logo, pois ela estava me levando à loucura, mas ela continuou e gozei muito chamando ela de gostosa safada. Toda aquela situação e o filme ainda rolando não deixou meu pau amolecer muito, e caí em cima dela no chão, fazendo-a deitar. Abri a sua camisa e chupei muito aqueles peitões, devo ter ficado uns 20 minutos chupando, lambendo, falando que eles eram perfeitos, desci mais um pouco e beijava sua barriguinha sarada, desci mais um pouco, comecei a beijar sua boceta por cima da calcinha, estava encharcada, fiquei dando pequenas mordidinhas na sua boceta. Ela não parava de gemer. Tirei sua calcinha e vi aquela bucetinha linda, peladinha com um pouquinho de pelo na frente. Caí novamente de boca, agora com mais voracidade, fiquei muito tempo lambendo o clitóris dela que já tava bem durinho até ela gozar aquele melzinho na minha boca. Depois disso, nos beijamos que nem dois namorados e ela, sem perder muito tempo, procurou o meu pau e começou uma punheta, não precisou muito pois já estava excitado vendo ela gozar, gemendo muito. Fiquei deitado do chão e puxei ela para cima de mim, assim poderei ter uma visão perfeita daqueles melões. Ela cavalgava que era uma beleza, ora rebolava, ora era rápido, ora era devagar, sem tirar meu pau de dentro, virei ela e comecei a fuder no papai-mamãe. Fudia com vontade, xingando ela de safada, putinha gostosa, e ela gemia muito, e falava: me fode gostosão...vem...me fode muito... até que ela começou a falar para ir mais rápido e que estava gozando, acelerei fazendo ela gemer alto e tremeu o corpo todo, denunciando seu orgasmo. Ela sorria olhando nos meus olhos, com um ar de extrema felicidade, mas eu não tinha gozado ainda, vendo aquilo ela falou: o que vc quer que eu faça... sentei na ponta do sofá e mandei ela sentar de costas para mim. Vendo aquela bunda, descendo e subindo na minha pica, foi inesquecível, fora aquele gemido... com as duas mãos abria mais sua bunda e comecei a massagear seu anus, para ver sua reação, já que estava passando no filme uma cena de sexo anal. Como ela continuava a gemer, botei um dedo, não demorou 5 segundo e ela começou a gozar, como eu tb já estava quase gozando falei para saiu de cima e chupar pq queria gozar naqueles peitões. Ela obedeceu que nem uma putinha e logo depois gozei muito naqueles peitões e na cara dela tb. Fomos para o banho nos limpar e conversar sobre o que tinha acontecido, mas só conseguíamos elogiar um ao outro, falando que tinha sido maravilhoso. Voltamos para sala, e eu levei um tubo de creme que estava no banheiro, ela vendo aquilo, perguntou para que era e disse que era para daqui a pouco. Logo percebendo minhas intenções falou que nunca tinha feito anal, mas que quando coloquei o meu dedo no cú dela foi muito gostoso, fazendo ela gozar muito. Falei que fazendo com carinho e tesão não iria doer nada. Botei novamente o filme, para deixar um ar de sacanagem no ar, começamos a nos beijar com vontade, aqueles beijos de tirar o fôlego, as mãos dela logo foram para o meu pau, fazendo uma punheta deliciosa, e as minhas ora apertando a bunda, ora os peitões. Deitamos novamente no chão da sala e começamos um 69, mas dessa vez, dei mais atenção ao seu cuzinho, dando demoradas lambidas, fazendo ela se arrepiar toda. Peguei uma almofada do sofá e coloquei ela de bruços com a almofada em baixo, deixando aquela bunda ainda mais empinada. Lambi novamente, ela só gemia baixinho, falando para meter logo. Peguei o creme e passei no cú dela e no meu dedo, comecei uma massagem em volta do seu anelzinho, e botei um dedo, ela só gemia, fui e botei o segundo, ela começou a gemer mais alto e rebolava na minha mão e começou a falar: mete logo essa piroca em mim... me arromba... mete no meu cuzinho... vendo que ela estava extremamente excitada, me posicionei e coloquei só a cabeça e fui aos poucos colocando, colocava um pouco e esperava para ela se acostumar, até colocar tudo. Fiquei mais um pouco parado até ela começar a rebolar, aí comecei lentamente um vai-e-vem, com ela se masturbando ao mesmo tempo. Ela gemia alto, falando que estava muito bom, que poderia comê-la quando quisesse, enquanto eu falava que ela era uma gostosa safada, uma verdadeira putinha, que estava metendo gostoso no cuzinho dela, ela gemia mais e mais, falando, mete mais... ai...vc está me arrombando...vai..vai, quando sem perceber dei um tapinha na sua bunda, ela adorou e falou para bater mais, chamar ela de puta, comecei a dar uns tapinhas na sua bunda, e a falar, vai piranha, goza.... tá gostando...hem gostosa... ela gemendo, falando que estava quase gozando, com isso puxei ela pelo cabelo, fazendo ela ficar de quatro e acelerei as estocadas gozando junto com ela. Falei para ela que eu era o homem mais feliz do mundo, que eu tinha 3 desejos com ela e que ela realizou dois numa mesma noite, ela sorrindo perguntou quais foram. Eu disse, que foi vc ter pagado um boquete fazendo eu gozar nos seus peitos lindos e ter comido sua bunda. Ela perguntou do terceiro, eu disse que é o sonho de todo homem e ela me interrompendo: transar com duas ao mesmo tempo... já sei... quem sabe não consigo convencer minha irmã... Bom o papo animou minha pica que logo ficou dura e partimos para mais uma. Só posso dizer que foi o final de semana todo fudendo com ela direto, com direito a mais cuzinho, que ela disse que adorou e que agora vou ter que comê-lo direto. Quando minha namorada chegou, eu estava exausto e disse que era por causa da pelada que tinha jogado no sábado e no domingo. Até agora o meu 3º desejo não se realizou, mais rolaram outras sacanagens com a Carol, que depois eu conto.

.356. MARIDO VOYEURApós escolher um local afastado da agitação escalamos e sentamos sobre umas pedras altas que ficavam no final da praia. Silvia, minha esposa se deitou para aproveitar o último mês de sol forte daquele fim de verão. Era começo de março e como sempre já sabiamos que as chuvas não tardariam. Eu admirava a sua beleza, pequena e delicada, com gestos suaves passando protetor solar sobre a pele branca e levemente bronzeada. Silvia soltou o sutien, certa de que estávamos a sós, olhei ao redor para me certificar também e fiquei imaginando como seria a minha reação se fosse colocado em prática uma de nossas fantasias que era uma transa a 3, as vezes fantasiavamos com outra mulher e outras com outro homem, confesso que ambas situações me excitam. Servi uma cerveja para ela e comentei como seria bom se estivéssemos em uma praia deserta, poderíamos tomar banho pelados e sentir a liberdade. Silvia concordou e disse que iria adorar. Embora aparentemente seria impossível encontrar uma praia deserta em São Paulo ou próximo, mesmo assim resolvi tentar descobrir umas menos movimentadas. Voltamos para São Paulo sem conhecer uma praia deserta, embora praticávamos naturismo a sós em locais semi-afastados eu não conhecia nenhuma praia onde poderíamos ficar plenamente a vontade longe de olhares estranhos sem ter que ficar vigiando constantemente. Quando foi quinta-feira a noite liguei e me encontrei com um velho amigo, Paulo para tomar uma cervejinha no final do dia e perguntei como quem não quer nada se ele já tinha ido á alguma praia onde poderíamos praticar nudismo, Paulo tem 28 anos e é solteiro, sua vida resume-se por aventura pura, seria certeza que ele conheceria. Tenho muita amizade com ele mas nos afastamos um pouco depois que casei com Silvia, não por briga, desentendimento ou qualquer coisa do genero, simplesmente passamos a nos ver menos mas a amizade era grande como sempre. A maioria das praias que ele me falou era longe demais, no mínimo há mais de 8 horas de viagem e no carro dele que era uma Land Rover mais ainda. Aproveitando a ocasião ele me falou de umas praias em Ilha Bela que só chegaríamos de 4x4 e que era comum encontrar pessoas a vontade ou mesmo ficarmos a vontade em muitos lugares mais afastados, ainda mais se fossemos fora de feriado, e ainda que se eu estivesse com vontade de conhecer ele poderia me emprestar o carro, uma vez que meu Vectra ficaria atolado no primeiro buraco. Paulo me emprestaria o carro quando eu desejasse exceto no próximo final de semana que ele tinha marcado de ir para Boissucanga com uma namorada. A noite marquei com a Silvia de irmos no outro final de semana mas para minha surpresa Paulo ligou na sexta-feira a noite dizendo que tinha tomado um fora da namorada e que estava só, e por ser próximo da Ilha Bela se eu quisesse poderia descer, pegar o carro dele e ir visitar as praias desertas. Chegamos na casa na madrugada por volta das 1h00, Paulo nos recebeu com toda dedicação. Silvia foi tomar um banho enquanto agente conversava, ela voltou vestida com um conjunto que estava costumada dormir em casa composto por um shortinho de um fino algodão branco extremamente apertado onde era possível ver a racha da sua bucetinha encravado nele e a sombra dos pelinhos da buceta e uma camiseta folgada para dormir e estando sem sutien os bicos dos peitos dela pareciam querer sair para fora, era costume eu ver ela dormir daquele jeito, mas ver desfilando para mim e para o Paulo era estranho e um pouco excitante. Era inevitável nossos olhares, embora Paulo fosse de educação exemplar era impossível não olhar e peguei-o dando uma olhada para bunda dela enquanto Silvia arrumava a cama para deitarmos. O dia amanheceu e Paulo veio me dar algumas instruções, embora eu já tivesse dirigido o carro dele agora eu iria fazer trilha e acidentes poderiam acontecer. Implicitamente estava claro que só iria nós dois porque o carro dele é uma Defender de cabine simples, fomos tomar café quando Paulo foi passar algumas sugestões para visitarmos e devido aos alertas que seria perigoso, Silvia convidou-o e eu aceitei plenamente de ele ir conosco, Paulo fez algumas negativas e de fato não estava muito afim de ir mesmo mas acabou cedendo. Entramos os três na cabine, boa parte do percurso Silvia veio sentada no meu colo exceto o percurso da estrada asfaltada que eu vim no bagageiro coberto da pick-up para evitarmos ser parados pela polícia rodoviária , levando lanches e cerveja para passar o dia e após muita estrada esburacada chegamos a uma praia totalmente deserta, se alguém estranho chegasse seria possível ver de longe. Paramos o carro e ficamos admirando a vista privilegiada. Entramos na água para se refrescar, Silvia vestia um biquine, não era hora de chegar e ir ficando totalmente nús, aliás eu achava que nem iria rolar devido a presença do Paulo, embora Silvia seja extrovertida é muito envergonhada e nunca tinha ficado nua na frente de outros homens exceto eu e provavelmente de outros namorados. Saimos da água, sentamos na areia e começamos a tomar umas cervejas, com a impaciência característica dos homens resolvemos explorar o território enquanto Silvia decidiu ficar se bronzeando, fomos caminhando até o final da praia onde havia umas pedras altas e um morro que decidimos escalar, quando chegamos ao topo viramos para dar uma olhada na Silvia, de longe avistamos ela de pé soltando o sutien de costas para nós dependurando-o na cadeira que estava ao lado, não dava para ver praticamente nada pois a distância era grande, quando ela se sentou na cadeira e virou para nós, respondeu nosso aceno com os braços, sentou-se e pegou uma cerveja tranquilamente. Andamos mais um pouco e perdemos ela de vista, deve ter se passado uns 20 minutos quando demos a volta por uma trilha atrás do morro e chegamos por outro ponto da praia, de longe avistei o carro e as cadeiras armadas com o guarda-sol mas Silvia não estava em nenhuma delas, forcei a vista mas também não a vi no mar, comentei com Paulo que também não encontrou e apressamos o passo, quando nos aproximamos percebi que estava completamente nua deitada de bruços com a cabeça voltada para o sentido onde tinhamos partido, somente quando chegamos bem perto ela se deu conta de nossa presença. Olhou meio assustada puxando uma toalha para cobrir a bunda, perguntou de onde viemos e continuou deitada, Paulo fez que não estava olhando e foi pegar umas cervejas para nós. Sentamos nas cadeiras, o calor era muito e após uns goles perguntei para Silvia se ela queria entrar na água novamente comigo para refrescar. Ela se enrolou parcialmente na toalha ainda deitada e levantou cobrindo os seios com um braço, pegou a calcinha e vestiu sem tirar a toalha. Pediu para eu pegar o sutien, perguntei se ela queria tomar banho sem ele, ela olhou a redor, olhou para o Paulo e rindo falou para ele não olhar. Fomos caminhando em direção do mar, quando estava próximo soltou a toalha e retirei meu calção, entramos e Paulo ficou olhando na cadeira. Ficamos nadando um tempo, perguntei se ela estava a vontade, ela disse que era uma questão de costume mas estava adorando o clima, um pouco envergonhada mas estava legal. Olhamos para o Paulo que acenou com o braço, Silvia acenou para ele vir também, ele levantou a latinha de cerveja como sinal de negativa, acenei convidando também, ele se levantou e veio. Entrou de sunga. A água estava na altura dos seios dela, ora a maré encobria ora deixava a mostra com os bicos estupidamente arrepiados, dava vontade de chupar ali mesmo. Uma hora Silvia pediu para eu levantar ela para mergulhar, abaixei para ela sentar nos meus ombros e pular, dando as mãos de apoio para o Paulo quando ela se ergueu para saltar foi uma prova que a inibição tinha ido embora porque antes ela se abaixava junto com a maré para tampar os seios, ele olhava e desviava o olhar olhando para ela e sucessivamente para mim num compasso de riso todo desencontrado, típico de um nervosismo. Logo ela pediu para pular de novo porque estava vindo umas ondas mais altas, estando entre nós dois e como as ondas estavam mais agitadas ficou difícil de subir em mim, Paulo é mais baixo que eu e ela sugeriu que fizéssemos uma escadinha com as mãos, tão logo ela subiu embora todos nós ríamos agora eu ria com nervosismo de ver ela com as tetas na altura de nossas caras. Sem pensar vendo aquilo meu pau começou a endurecer. Ela num impulso pulou rapidamente caindo de costas, aparei-a e segurei por trás quando saiu da onda, quando abracei ela notou que minha rola estava dura, virou-se olhando maliciosamente para mim, passou a mão sobre meu pau e segurou uns segundos difarçadamente, não comentou nada, só falou que queria pular de novo. Fizemos varias vezes a cadeirinha, Paulo veio para mais próximo e ela nos abraçou pela cintura ficando entre nós, ela se soltou de mim e pediu para eu coloca-la sobre dele, primeiro abraçou-o pelas costas envolvendo-o pela barriga, deve ter descido com a mão boba para sentir se o pau dele estava duro também porque quando o abraçou estava mais para a cintura do que propriamente a barriga, depois ela montou como cavalinho nas costas abraçando-o com as pernas e segurando pelo pescoço mantendo as tetas bem pressionadas contra as costas dele, escalou, subiu nos ombros e sentou. Demorou para achar a onda perfeita e cavalgava fazendo-se de ansiosa reclamando que não vinha nenhuma onda boa para ela pular, e assim fez mais umas duas vezes, toda vez que pulava vinha e pegava no meu pau para ver se estava duro, e cada vez mais eu ficava excitado. Percebi que a inibição dela já tinha ido toda embora e o que mais queria era sexo, só não sabia como fazer. O clima era de brincadeira descontraída mas um cheiro de sexo rodava no ar. Quem sentiu-se um pouco perdido e constrangido foi o Paulo, meio sem jeito embora gostando da brincadeira, talvez por respeito falou que iria sair e que estava com fome, resolvemos todos sair juntos. Nadei um pouco para esfriar o animo mas acabei saindo com o pau a meio mastro. Paramos na areia, vesti meu calção e Silvia vestiu a toalha como saia novamente. Sentamos nas cadeiras, Silvia com os seios totalmente a mostra e desinibida, já não fazia nada para esconde-los, depois estendeu a toalha na areia e deitou-se revesando o bronzeamente ora de costas ora de barriga para cima. Não aguentei e falei se ela estivesse a fimapoderia tirar tudo que se alguém estranho aparecesse agente avisava. Ela mandou agente ficar de olho e retirou a calcinha mostrando todo seu corpo para nós admiradores estando coberta apenas pelo óculos de sol. Sua bucetinha estava bem aparada fazendo o desenho de um retangulo pequeno. Paulo não olhava diretamente mas eu tinha certeza de que embora a sua cabeça estivesse apontando para o mar os olhos dele estavam focados no corpo dela. Ela só veio a vestir uma camiseta e a calcinha na hora de comer um lanche, o Sol estava forte. Depois do lanche descansamos e caminhamos pela extensão da praia. Conversamos e falávamos com muita intimidade, brincamos e rimos muito. A tarde estava acabando, resolvemos tomar mais um banho e voltar para casa porque seria ruim pegar a trilha no escuro. Caminhamos das cadeiras até a beira da água vestidos, Silvia tirou a camisa antes de entrar deixando os seios nús, acompanhando fomos um a um tirando tudo e entramos com Silvia no meio segurando nossas mãos, quando atingimos uma certa profundidade soltamos-nos e mergulhamos, ficamos com a água na altura da barriga dela, nadávamos e brincávamos como crianças jogando água uns nos outros, empurrando e se esbarrando, os seios dela totalmente para fora mas a buceta ficava coberta pela maré até que ela começou a boiar, peguei-a pelas mãos e comecei a puxar até que numa onda ela voltou a ficar de pé então abracei-a por trás para segurar, instintivamente levei a mão até buceta dela e enfiei um pouco o dedo medio nela fazendo um carinho, ela empinou a bunda e rebolou esfregando sobre meu pau que endureceu na hora, Paulo olhava para nós mas não podia ver o que estava acontecendo por que estávamos em baixo d'água até que a maré desceu num repuxo repentino e ele pode ver claramente o que acontecia, Silvia quase que num reflexo de proteção instintivo mergulhou seguindo o fluxo da água e voltou a boiar, deixou-se levar por umas ondas até que voltou com a onda foi direto na direção do Paulo que segurou sustentando-a apoiando as costas dela por baixo da água, Paulo começou a puxá-la como eu estava fazendo, só que agora indo mais para o fundo e previsívelmente aconteceria a mesma coisa na próxima onda, não tardou muito e Paulo também abraçava-a por trás, estavam mais no fundo, nadei para chegar próximo, quando fiquei de pé ao lado deles a água estava na altura do meu peito, ficamos lado a lado olhando a imensidão e flutuando com o balançar das ondas, Silvia se virou de frente para o Paulo e segurou o pescoço dele boiando e batendo os pés para se manter nessa posição até que parou e por ser mais baixa que nós dois que temos aproximadamente 1,80 deveria estar também com as pernas abraçando ele como sempre fazia comigo quando estávamos no fundo, só que com uma diferença, estavam ambos nús. Silvia olhava para mim com um sorriso totalmente safado, como quem sabe muito bem o que está fazendo, o tempo parecia que não passava, virou uma eternidade em silêncio até que Paulo virou-a para mim fazendo menção de eu pega-la mas ela continuou abraçada a ele e falou que não queria ir embora, que estava uma delícia perguntando se não concordávamos, acariciei sua cabeça e beije-a com um beijo daqueles só dávamos quando estávamos transando, forte e apaixonado mas cheio de fúria e tesão, assim que terminamos ela olhando nos meus olhos disse: - Gostoso!!!, com um olhar sexy e em seguida beijou o pescoço do Paulo carinhosamente e disse para ele de modo que pude escutar também que ele também era gostoso. Meu coração bateu forte misturando ciúmes e tesão, Paulo virou-se olhando nos olhos dela e os dois deram um pequeno beijo na boca praticamente só estalando os lábios, ela repousou a cabeça no ombro dele e ficou olhando para mim com um sorriso no rosto. Decidimos voltar, tomamos um banho de água mineral para tirar o sal do corpo, arrumamos as coisas, e Paulo jogou a chave do carro para mim e entrou do lado do passageiro. Silvia sentou-se ao lado dele vestindo um shortinho de pano e o sutien do biquine, tão logo começamos a subir a trilha, como o carro jogava e Silvia acabava atrapalhando a troca das marchas ela acabou sentando como veio, só que agora no colo do Paulo. Até terminar de subir uma parte acidentada realmente era necessário mas depois a estrada, embora de terra, não havia necessidade mas tornou-se puro prazer. Ao som da música que tocava ela dançava rebolando sobre o pau dele fazendo movimentos de vai e vem, inicialmente Paulo apoiava as mãos nas suas próprias coxas, a coisa foi esquentando que em dado momento ele já estava com as duas mãos acariciando as pernas dela e de relance eu via que as mãos dele subiam por entre as pernas dela até encostar na buceta, eu não olhava diretamente mas Silvia passou a abrir mais as pernas para que as mãos dele chegassem até a virilha. Ele começou a acariciar ela por inteiro, passando as mãos até pelos peitos dela que até fez saltar uma das tetas para fora, demos conta a hora que chegamos perto do asfalto onde seria necessário que um de nós fosse para parte de trás da pick-up, parei o carro para perguntar mas acabamos indo do mesmo jeito até a balsa. Quando paramos o carro, Silvia desceu comigo mas Paulo ficou no carro, tirou a camiseta que vestia e colocou sobre o colo com pretexto de calor, mas na verdade era para tampar a ereção que estava por debaixo da sunga. Voltamos até a casa comigo no bagageiro, não dava para escutar o que falavam mas pelo pouco que eu via não rolou nada no caminho. Eu pensava mil coisas mas já sabia que seria corneado aquela noite, ela iria foder com nós dois ou só com ele, não conseguia imaginar o que iria acontecer, queria parar de pensar mas era impossível, a única coisa que era certeza era que eu sabia o que ia acontecer e que eu queria também, só desejava que fosse natural. Chegamos e fomos tomar banho eu e Silvia, quando entramos no box falei que ela estava ficando muito assanhada, ela me beijou e começou a me punhetar e disse baixinho no meu ouvido que hoje era o dia dela mas que não ia acontecer nada sem meu consentimento, trepamos mas não falei nada, gozei como louco dentro dela empurrando-a contra a parede com força, era mais uma daquelas transas animalescas que só fazíamos quando estávamos com muito tesão. Após o banho descansamos, resolvemos ir jantar alguma coisa e saímos novamente, já era noite. Fomos para um barzinho, comemos umas porções e bebemos muitas cervejas, na mesa Silvia tratava carinhosamente nós dois, quem não nos conhecesse e ninguém ali nos conhecia ficaria em dúvida ao afirmar quem era o namorado ou marido dela, as três cadeiras estavam lado a lado, ela enquanto se repousava encostando em mim ao mesmo tempo acariciava com as mãos ou os pés o corpo do Paulo que retribuia sem exageros mas com intimidade. Pagamos a conta e fomos dar umas voltas pela praia, andamos os três abraçados até que sentamos na areia, estava escuro, Silvia sentada entre nós recebia carinhos por afagos mútuos de nós dois, ficamos um bom tempo assim até que levantei e caminhei até a beira da água para fazer um xixi, quando voltei os dois estavam se beijando, pude ver no escuro os vultos e conforme ia me aproximando foi ficando mais claro e quando cheguei bem perto já preparando para sentar os dois pararam, antes que me sentasse eles levantaram e sugeriram irmos embora, fomos até o carro Paulo que jogou a chave para mim, entramos sentados lado a lado, comecei a dirigir com todos em silêncio mas no meio do caminho os dois continuaram a se beijar e se acariciar ignorando minha presença totalmente. Entramos na casa e Paulo segurando-a pelas mãos puxou-a para o quarto e encostou a porta, fiquei meio perdido e parecia uma barata tonta sem saber o que fazer, fui até a cozinha peguei uma cerveja e fui para o quarto também, a luz da sala iluminou o quarto e Silvia estava na cama deitada por baixo com ele por cima se beijando alucinadamente mas ainda vestidos, as carícias eram totais, uma das mãos dele estava por dentro da blusa dela e a outra na cabeça dela acariciando fortemente os cabelos, Silvia abraçava-o com uma das pernas fazendo com que ele pressionasse mais o corpo contra ela, ela tirou a camisa completamente e ele começou a chupar os peitos dela e a passar a mão na buceta dela que parecia desmaiada de tanto tesão, Paulo puxou o short que ela vestia arrancando calcinha e tudo, se despiu também, eu não sabia que ia para cama também ou se só olhava estando de pé a uns dois passos da cama, Silvia abriu bem as pernas e Paulo começou a comê-la, ela gemia alto a cada estocada dele. tirei meu pau para fora e comecei a bater uma punheta, Silvia me viu e fez sinal para me aproximar, eu de pé ao lado da cama e ela deitada sem fodida por ele começou a chupar me pau, Paulo ignorava completamente minha presença, fomos mudando de posição até ela ficar de quatro chupando meu pau e ele comendo ela por trás até que ele gozou e relaxou, eu ela começamos a nos beijar com ela me punhetando, passei a mão pela buceta dela e estava atolada de porra dele, nessa hora eu já não tinha mais escrúpulos, massageava a buceta dela espalhando mais a porra dele e enfiando o dedo naquela buceta quente, dilacerada, úmida e melecada de porra. Gozei também só que na boca dela, ela chupou e engoliu até a última gota. Deitamo-nos na cama e descansamos. Tomamos banho, conversamos depois mas não comentamos nada como se absolutamente nada tivesse acontecido, quando fomos dormir transamos novamente agora revesando entre eu e Paulo que parecia insaciável pois ainda fez ela chupar o pau dele mais uma vez depois e comeu ela sozinho. Depois dormimos. Agora ela tem dois homens, eu e ele que passou a vim em casa com maior frequencia.

.357. A ESPOSA E OS PEDREIROS.Eu era casada com Joao, um cara mais velho que eu quase 10 anos. Eu tinha 30 ele 40, na epoca. Joao era uma pessoa ate muito legal com os outros e tratava todo mundo muito bem, inclusive eu. Sou uma mulher ainda bonita de corpo, com um rosto ate simpatico, um corpo de mulher normal com todos os predicados. Joao era maluco pra comer minha bundinha, mas eu por principio nunca deixei ele sequer brincar, e ele ficava chateado. Nao que nao gostasse, talvez ate seria legal se ele fosse carinhoso. Pra transar comigo as vezes ele era meio violento, no momento de gozar ele dava estocadas muito fundas e com tanta força que me machucava as vezes, imagine se fizesse isso na minha bunda. Nem pensar!!!., Mas mesmo assim nossa vida caminhava regularmente, com todos os problemas que iam aparecendo. Joao tinha uma empresa de entregas rapidas, com peruas e moto-boys., e a coisa começou a piorar de uma hora pra outra. Joao era muito ciumento comigo, e isso tambem ajudou muito estragar nosso casamento, alguns amigos dele " amigos " , enchiam a cabeça dele com coisas e historias bestas a respeito de mulher, e diziam que se a mulher nao quer dar para o marido e porque tem outro. Isso as vezes ele falava. Num dia desses que voce nao devia ter se levantado da cama, eu estava mal , com muitas dores pelo corpo, parecia uma gripe forte me atacando, estava menstruando, estomago ruim, sabe quando voce esta podre? eu estava podre. Ele tinha saido cedo, os negocios foram de mal a pior. Quando encerrou seu trabalho foi beber com os amigos e chegou em casa muito tarde, eu ja estava deitada. Por estar com febre e todos aqueles problemas, eu coloquei uma bermudinha pra dormir e uma camiseta, sempre dormia de camisola, ou so de calcinha, ele gostava., mas aquele dia nao dava eu sentia frio. Ele chegou, acendeu a luz do quarto na minha cara, puxou a caberta e o lençol, dizendo - quero foder voce...porque esta usando essa roupa, sua puta., nao quer me dar ne., nao !!! eu disse, desculpe eu estou doente, queria te pedir pra deixar pra amanha, nao estou em condiçoes de transar, e ainda estou menstruada, amor., vem deita aqui., e vamos dormir ja e tarde. - Ja e tarde o caralho, sua vadia, voce tem outro homem e por isso nao que dar mais pra mim., nunca faz nada que eu te peço,., piranha., e foi me chingando e me ofendendo como nunca fez na vida, fiquei quieta, porque eu percebi que estava muito bebado, entao nao adiantava nada eu querer me defender ou me justificar, era melhor deixar ele falar ate cansar. De repente ele pulou em cima de mim, me dando bofetoes e tapas na cara, arrancou minha camiseta, eu pedia calma ele me batia mais ainda, arrancou minha bermuda e minha calcinha, absorvente, ele viu que estava manchado, e nao quis saber, me fodeu igual cachorro no cio., meteu em mim com aquele bafo horrivel de bebida, e gozou rapidinho. Pensei que estivesse livre, ai ele pegou pesado, me virou de costas e queria comer minha bundinha, ai eu gritei, esperniei, me atraquei com ele, ele me socou na cama, na parede, me arrebentou todinha, nao comeu minha bundinha mas me quebrou inteira. Antes tivesse dado logo talvez ele sossegasse. Chorei muito, fui me lavar, o cheiro dele me dava nojo, qualdo voltei ele estava na cama roncando feito um porco. Fui dormir no outro quarto. Pela manha, ele acordou todo cheio de coisa pro meu lado, eu estava toda marcada e muito machucada ainda das pancadas, ele me olhou abaixou a cabeça e nem pediu desculpas, tomou um cafe e saiu em seguida. Os sete dias seguintes foram horriveis, nao nos falamos mais, somente o necessario e eu dormia no quarto separada dele. Ele nao dizia nada, as vezes me olhava e sorria, com ironia. Aquilo me irritava muito, tinha odio da cara dele. O encanamento do esgoto estava entupido, entao pedi a ele pra providenciar porque a agua da privada nao descia normalmente, precisava arrumar aquilo e o cheiro ja começava a incomodar quando voce dava uma descarga. Ele mandou eu me virar e providenciar isso, pela lista telefonica, que eu arrumasse a empresa e mandasse fazer o serviço., e que eu nao trabalhava ficava coçando o dia todo em casa, e poderia fazer isso. - Claro., eu posso fazer sim., amanha eu ligo e peço orçamento. Chamei 3 empresas e decidimos por uma com melhor preço. O serviço ia ser demorado, porque precisariam quebrar todo o encanamento e rafazer tudo de novo., tinha serviço pra 15 dias mais ou menos, segundo o empreiteiro. Joao, conversou com o pessoal, acertando detalhes, de pagamento, e entulho e essas coisas., e no dia seguinte iam começar a fazer o serviço. Aquilo me divertiria pois eu estava casa ha alguns meses e nao tinha arrumado trabalho ainda. No outro dia, Joao saiu cedo e me deu as recomendaçoes para acompanhar tudo e tomar conta do pessoal pra nao deixar fazer nada errado. A gente se falava em soquinhos, pouca coisa, e objetiva. Eu nao queria nem olhar pra cara dele. Estava sentindo odio, dele. As 9,oo horas chegaram 3 homens, 1 encarregado e dois ajudantes. O encarregado era um meio senhor, talvez uns 45 anos, parecia ser nordestino, por causa do sotaque, gente educada e boa. Os dois ajudantes um era branco, meio gordinho, e o outro moreno mais pra mulato, era o mais forte, mas era mais baixo que todos eles. Tudo acertado, começaram a trabalhar, eu ia providenciar almoço, conforme Joao tinha combinado. Fui pra cozinha e vez ou outra ia ver o serviço. Seu Manoel, era o empreiteiro, o chefe, veio ate a cozinha pedir agua, eu fui apanhar na geladeira e na volta, indo pra pia percebi que aquele homem me devorou inteirinha, com os olhos. Fiquei sem graça, disfarçei, dei a jarra de agua gelada pra ele, e ele de frente nao tirava os olhos dos meus peitos e das minhas pernas, e sei la mais o que ele via em mim, e me olhava fundo nos olhos. Eu perguntei se queria mais alguma coisa, ele disse que - agora nao, obrigado, e voltou pro seu trabalho. Eu tambei voltei, mas meia encucada com ele. Meus Deus, sera que esse sujeito ta de olho em mim ?...de repente eu senti um friozinho pela espinha, passar pelo corpo todo e se alojar na minha bucetinha., fiquei ´pensando nele e no seu olhar. Fui ate o banheiro fazer xixi, e me olhando no espelho percebi meus biquinhos dos peitinhos durinhos e quando tirei minha calcinha, estava molhadinha. Epa., eu pensei, o chefe me excitou, nao acreditei. Sai e fui cuidar do almoço. Coloquei a mesa e os 4 pratos, eu tambem comeria com eles, nao gostava de fazer diferença nao. Eles se lavaram e sentaram-se a mesa, eu servi a comida e me sentei na cadeira ao lado do chefe. Começamos almoçar sem quase dizer nada, os dois ajudantes comiam feito malucos, e o chefe fez o seu prato, e eu fiz o meu. Arros, feijao., bife, salada., suco, a comida do dia a dia. O chefe me olhou bem fundo nos olhos e elogiou a comida, mas seu olhar me enfeitiçou e me excitou de novo, incrivel o poder de seduçao do olhar daquele homem. Bem que dizem que um olhar as vezes fala mais que 100 palavras. Nao deu outra, meus biquinhos apontaram pra cima, ele percebeu, os outros dois nao. Eu fiquei vermelha, e por mais que quisesse esconder nao dava, meus peitinhos me dedavam. O chefe baixou uma de suas maos, enquanto comia com a outra, alisou minhas pernas, do joelho ate onde começava a bermuda, eu estava de pernas fechadas, com a comida na boca nao conseguia engolir, e ele ainda engulindo a comida e alisava minha perna com tanto carinho. Ja me sentia dominada e com um tesao fora de controle, abri um pouco as pernas, e ele falando com os ajudantes, e comendo ao mesmo tempo, chegou a passar a mao ate minha buceta, abri mais ainda as pernas e toquei a perna dele, estava demais o clima estava me deixando alucinada. Os dois terminaram o almoço e pediram licença, indo pra frente da casa descansar., ele ficou ali ao meu lado sentado e terminando seu prato, sem tirar as maos das minhas pernas e da minha buceta. Eu queria sentir ele mexendo na minha pele, suas maos asperas alisavam parte das pernas e o resto estava coberto. Ele se virou e sem dizer nada, abriu minha bermuda, eu fui deixando e cada vez mais me entregando e desejando aquele homem. Abriu e colocou a mao por dentro da bermuda sobre minha calcinha., e ofegante passando a mao sobre a minha bucetinha, exclamou, nossa, esta molhadinha hein., que delicia minha filha. - Afastou a calcinha de lado e tocou finalmente minha buceta., eu tremia de cima em baixo, e ele sabia o que fazia, porque mexeu no meu grelinho, enfiou um dedo dentro dela, ja todinha melada. Fiquei com medo dos ajudantes chegarem, me arrumei e me levantei pra tirar os pratos, ele voltou ao trabalho e me deu um beijo no rosto e outro no cantinho da minha boca. Pela sua rudeza ate que ele era bem carinhoso com uma mulher, e isso eu gostava. Antes de sair disse., que gostava da xaninha lisinha, sem pelos...e riu , e saiu em seguida. Meu tremor me fez derrubar algumas coisas no chao, arrumei a cozinha toda, e fui pro banheiro. Arranquei toda minha roupa, entrei no chuveiro, raspei os pelos da minha buceta, deixei ela lisinha, coloquei uma calcinha branca, uma saia folgada, e uma blusa soutia, e chinelos, nada que pudesse chamar a atençao de ninguem caso aparecesse, estava bem discreta pela presença daqueles homens. Dali a pouco chamei o chefe pra apanhar o cafe e servir os rapazes, ele pediu pra aguardar que ja viria, e me comeu com os olhos. Indo ate a cozinha, quando me viu, me abraçou, de frente, jogou seus braços pra tras e as duas maos na minha bunda, apalpando, me beijou o pescoço que me fez amolecer totalmente e fiquei a merce de vez pra´´aquele homem. Ele levantou minha blusa, chupou meus peitos, estavam doloridos, se ajoelhou, levantou minha saia e parecendo saber o que encontraria , abaixou minha calcinha e afundou sua cara na minha buceta, e de boca chupando ela todinha, meu grelinho, minha grutinha, em 30 segundos eu gozei na boca dele. Ele me pegou pelas maos e me levou ate o meu quarto, jogou um cobertor no chao dizendo., - a cama eu respeito e do seu marido., mas voce e minha agora., me deitou no chao, ficou de ajoelhos desabotou a calça e tirou seu pinto pra fora., que estava duro feito pedra, e sem muitos disques disques, apontou pra minha buceta e foi enfiando ate o fundo e começou a meter ate gozar e me fazer gozar de novo. O chefe tinha um pinto, normal, mas o tamanho nao importa e sim a maneira como faz, e ele me tinha feito gozar ja duas vezes em 10 minutos. Descansou um pouco e pediu carinho no seu pinto, eu peguei com as maos, e ia batendo uma punheta pra ele. Ele me puxou a cabeça e me fez colocar na boca. Com meu marido eu nao gostava mas com ele dava ate muito tesao. Chupei ate que endureceu e antes que gozasse ele quis me comer de novo na bucetinha. Enfiou tudinho e gozou muito satisfeito e mais uma vez me fazendo gozar. Quando terminou deu um tapinha na minha bunda, dizendo, to querendo isso aqui, e beijou minha bunda., eu disse ai nao., porque nao., ele perguntou., porque ai doi, respondi. Deixa comigo, dona, eu sei fazer um cabacinho de cu. - Daqui uma hora, eu volto. Nao disse que nao., e fiquei ate anciosa esperando. Menos de uma hora ele entrou no quarto, com um potinho na mao, era vaselina,., me colocou de quatro, lambuzou um pouquinho meu cuzinho com seus dedos asperos, e brincou com ele um tempao. Ali eu deixaria a marca da minha vingança, contra meu marido. Ele brincou tanto com o meu cuzinho, que me fez gozar na mao dele. Ajoelhou atras de mim, e aos poucos foi cutucando e enfiando seu pau dentro do meu buraquinho virgem ainda. Foi bem devagar, me beijando, fazendo carinho no meu corpo, e ora ia e vinha, ate que senti seu corpo todo colado no meu, tinha entrado tudo, nao doeu quase nada, ardeu um pouquinho, e eu estava adorando aquela enrrabada. O chefe fodeu com muita sabedoria minha bundinha, me proporcionando pela primeira vez muito tesao e me fazendo gozar pela bunda. Gozei mesmo., pelo rabo., e ele gozou dentro de mim. Satisfeito e eu tambem, fomos pra cozinha, tomamos cafe, e ai ele disse, - Dona, amanha, a senhora vai gozar mais ainda. Sorri pra ele, aceitando a sugestao. Ele saiu e foi trabalhar, ate o final do dia. Se lavaram e foram embora. Eu estava radiante e feliz de ter gozado tao gostoso e feito aquele homem muito feliz por ter gozado em mim, varias vezes. A noite meu marido chegou, viu o serviço deles e nao disse nada, jantou e foi dormir, fiz o mesmo e ja anciosa pelo outro dia. Quando acordei, meu marido ja estava de saida, disse tchau e saiu, sem tomar cafe., eu tomei um banho, coloquei uma camisolinha comprida de seda, e calcinha branca, estava um tesao. Fiz o cafe quando eles chegaram, eu os convidei pra entrar e tomar cafe. Nao tinham se trocado ainda, sentaram tomaram cafe, o chefe levantou me pegou pela mao na frente deles e fomos para o quarto, seguido dos dois ajudantes. Jogou o cobertor, e queria relutar, mas acabei me calando, porque ele disse que eu gozaria como nunca, aceitei, entao nao poderia falar nada. Ja entendia que ia ser fodida pelos 3 homens, com toda a certeza. Ele tirou minha roupas, me deixou ate envergonhada na frente deles todos, e me deitou no chao, onde os outros tambem tiraram suas roupas e ficaram todos nus. O moreno, com o pau muito duro, pediu pra ir primeiro, e veio ja por cima sem sequer me beijar., enfiou seu pinto e me fodeu ate gozar., eu gozei junto tambem., Logo o outro rapaz, esse com um pinto um pouco mais comprido, entrou no lugar do amigo e e me fodeu, ate que bem gostoso porque ele demorou pra gozar e me fez gozar junto com ele. O chefe sendo o ultimo, me virou de bruços e começou a foder meu cuzinho, ele deitou-se no cobertor com o pinto pra cima e pediu pra mim enfiar no meu cuzinho e sentar ate o saco bater na bunda. Fiquei de jolehos de costas pra ele, coloquei no meu cuzinho e fui deixando entrar, tava meio doidinho, mas tava uma delicia. Ele me puxou pra cima dele, de costas ainda com o pau todinho dentro da minha bundinha, e pediu pro moreninho me foder a buceta., imediatamente ele obedeceu e devagar ja com o pinto bem duro, encaixou na minha buceta e começou a me foder tambem. o outro sozinho no canto, ficou de joelho sobre a minha cabeça e me ofereceu seu pau pra mim chupar. Nao me fiz de rogada, um no cu, um na buceta e outro na boca, aquilo estava simplesmente maravilhoso, ainda mais que todos ja tinham gozado antes, menos o chefe, a demora foi demais prazeirosa, eu ja perdia a conta de quantas vezes tinha gozado, e continuava sentindo muito tesao ainda, ate que eles como se tivessem combinado gozaram dentro de mim quase ao mesmo tempo. Ficamos ainda alguns minutos colados e parados, apenas com respiraçao forte e ofegante. Sairam, foram trabalhar e eu fui tomar banho. No total foram 14 dias de trabalho, e os 14 dias mais alucinantes da minha vida. Eu trepei todos os dias com todos eles, ora um ficava a manha toda, ou outro, ou dois de cada vez ou os tres. Eu andava na casa so de calcinha e ia ate onde eles trabalhavam e ali mesmo eles me fodiam e gozavam feito malucos. Eu adorei a aventura e me vinguei daquele nojento, um monte de vezes. Nao me arrependi, virei mulher deles tambem. Mesmo depois de terminarem o serviço eu dava pra eles, ora em casa ou as vezes nos serviços deles. E num desses dias servi eles e mais dois amigos durante um dia inteiro. Eu vou contar isso depois. Vingada, contente e feliz... nao troco meus pedreiros por nada. Meu marido, ate que andou bem calminho por muito tempo....

.358. ARTIMANHAS DE MULHER!Foi numa viagem de negócios que tudo aconteceu, o hotel próximo a praia, o dia lindo de sol, tudo favorecia, não perdi tempo e fui à praia, só teria reuniões na parte da tarde e poderia aproveitar a manhã toda pra descansar. Depois de passar um tempo estirado na areia vendo aquele monte de bundas maravilhosas desfilando, resolvi tomar uma água de coco, no quiosque percebi uma linda gata que não parava de me observar, fiquei inquieto com a insistência do olhar, mas a tensão aumentou quando ela veio até mim. Os olhos castanhos, cheios de vida, a voz aveludada, o corpinho delicioso mal coberto por uma canga, um sorriso encantador, cabelos batendo no ombro, e um jeitinho tão malicioso quando disse: _Oi, me dá um pouco de água de coco, esqueci o dinheiro no hotel e estou com tanta sede. Claro que não recusei, e ela tomou no meu canudo, de tão sedenta deixou escorrer uma gota no canto dos lábios, a língua conteve a gota num instante que me durou uma eternidade, sorriu e me devolveu se apresentando, Mel, este era seu nome, dali a conversa engrenou e descobrimos que estávamos no mesmo hotel, o clima insinuante sugeria algo mais e resolvemos voltar pro hotel, descemos no andar dela, justamente o meu, os quartos lado a lado, coincidência? Na hora que nos dirigíamos ao quarto, a porta do elevador se abre, ela assustada olha pra mim e agradece por algo, percebo a situação, disfarço, é o namorado que acabara de chegar, trocam um beijo enquanto abro minha porta, os dois praticamente caem dentro do quarto tamanha à ânsia do rapaz. Nos minutos seguintes tive que conviver com o barulho dos dois transando loucamente, parecia de propósito pois faziam isto junto da parede divisória, ouvia os gritos dela, o impacto dos corpos contra a parede, fiquei excitado, ao mesmo tempo revoltado, tomei um banho e sai pra reunião. Na volta ao hotel fui até o bar e encontrei Mel com o namorado, sentei numa mesa próxima e ela não parava de me olhar, cruzava as pernas, insinuava, provocava, num vestidinho curto aquelas pernas enlouqueciam, virada pra mim, abria cuidadosamente as pernas, e depois cruzava, e assim fazia sem que o namorado se desse conta. Pra minha surpresa Mel me convida pra se juntar a eles, conta ao namorado de uma suposta ajuda que eu havia dado a ela, e a conversa segue normalmente, apesar da insistência de Mel em roçar seus pezinhos nas minhas pernas, e de vez ou outra resolver acariciar minhas pernas. Nos despedimos no corredor do andar de nossos quartos, e de novo os dois transaram, não conseguia dormir com aquilo, até que tudo se silenciou, passaram se alguns minutos, quase adormecia quando o telefone toca, era Mel me convidando a ir até o quarto dela, argumentei que seria perigoso, mas ela estava por demais sedutora e me garantiu que não havia perigo, persisti nas argumentações, afinal era uma situação de risco, mas Mel insistia, seduzia, insinuava me fazendo desejar o risco. Encontrei a porta entreaberta, Mel de banho tomado, o cheirinho de sabonete tomando o quarto, vestia um roupão e me aguardava próximo da varanda sentadinha num sofá, era o único ponto do quarto onde havia um pouco de luz. Ela sentadinha com as pernas dobradas sobre o sofá, tomando um vinho, encantadora, ela me estica o braço, me puxa suavemente pra sentar ao lado dela, deixa a taça na mesinha próxima, passa as mãos em minhas pernas, eu só com o short do pijama, acaricia meu peito, se aproxima com aquela boca deliciosa e me beija levemente, sugando meus mamilos. Eu acaricio seu rosto, os cabelos, e acabamos nos beijando na boca, foi o suficiente pra esquentar o que já fervia, minhas mãos escorregavam por aquelas pernas, desamarravam o roupão, deixando ver a bela Mel só de calcinha e sutiã, hummm, aqueles peitinhos saltando no meia taça, não resisti e beijei, me desfiz do sutiã e abocanhei os seios, rosadinhos, biquinhos durinhos, ela se deita no sofá, as mãos impacientes passeando por meu corpo. Era delicioso, sentir as mãos suaves acarinhando meu corpo, minha boca preenchida por aqueles peitinhos durinhos, alisava as pernas, costas, descia pela bundinha, enfiava a mão por dentro da calcinha, ela ofegante, eu febril. Beijava a barriguinha, mordiscava, ela se contorcia, beijei por cima da calcinha, percorri as pernas, lambia, subi pelas coxas, as perninhas entreabertas, vendo a calcinha molhada, percebi o volume da bucetinha, virei Mel de bruços, ela tinha uma bunda linda, maravilhosa, a calcinha enfiada no reguinho, me ajeitei sobre ela, roçava meu pau no corpo dela, caprichando quando sentia aquela bunda empinada. Beijei os ombros, mordiscava, acarinhava os seios, beijei o pescocinho, por baixo dos cabelos na nuca, ela se contorcia, gemia baixinho, desci sem pressa pelas costas, mordia levemente, lambia. Na altura da cintura, me sentei sobre as pernas dela, comecei a descer a calcinha, a bundinha se empinava, e pra ajudar a soltar ela rebolava sensualmente, a calcinha foi descendo e aquela bunda maravilhosa surgiu, as perninhas entreabertas me deixando ver a bucetinha inchadinha, molhadinha. Mordi aquela bunda com tanta vontade que Mel gritou, depois a coloquei de quatro e passei a chupar a xotinha, enquanto acariciava os seios durinhos, ela rebolava esfregava a bunda no meu rosto, isto me enlouquecia mais, minha língua abria a xotinha, meu rosto se melava, mordia os lábios, sugava, bebia daquele mel, brincava com o grelhinho e Mel gemendo. Depois passei a língua abrindo mais da bucetinha, e fui subindo, passei pelo final da bucetinha, dei voltinhas com a língua, e mais um pouco, alcancei o cuzinho, Mel quase salta pela janela, tive que segura-la. O cuzinho piscava, pequenininho, rosadinho, encravado naquele rabinho lindo, chupei, lambi todo reguinho, meti a língua no cuzinho abrindo bem a bundinha, ela gemia tão gostosinho, meu pau latejava, pedi pra Mel me despir, ela me deita no tapete junto do sofá, fica sobre mim, esfregando a bunda no meu rosto enquanto põe meu caralho pra fora. Mal meu caralho ficou livre e ela abocanhou, gulosa, deu uma chupada até o talo, depois lambeu a cabecinha, percorreu com a língua, lambeu meu saco, e engoliu de novo com sofreguidão, eu chupava a linda buceta, metia a língua arreganhando, invadindo, bebendo todo mel que escorria, os dedinhos passeavam pelo cuzinho, brincavam, mas Mel pediu pra que eu metesse, melei a ponta do dedinho na bucetinha e assim fiz, era lindo ver aquele cuzinho pequenino sendo invadido, e mais Mel rebolava. Sentia Mel vulnerável, sua pele arrepiada, respiração ofegante, corpo suado e pernas trêmulas. Aquela bunda queimadinha de sol, o cuzinho sendo invadido por meu dedo, Mel gritando de tesão, gozando na minha boca, e me chupava com volúpia, desejo, engolindo minhas bolas, sugava, lambia, mordiscava, e eu chupando aquela xota deliciosa, enfiando o dedo no cuzinho, a brisa do mar invadindo o quarto, a janela aberta, era a mais deliciosa loucura. Tudo interrompido bruscamente por Mel, que se levanta, e se ajeita no braço do sofá, debruçada de bunda empinada, olha pra mim e ordena: _Come meu rabinho. Hummm, meu caralho saltou, meu corpo todo estremeceu, comer aquele rabinho, aquela bunda, era demais, eu perguntei se ela queria mesmo, se já havia dado a bunda, ela disse que não, mas queria experimentar, me mostra o creme que devia usar e pede que eu meta logo, antes que ela desista, uma ameaça tola pq eu sabia que ela queria muito ser enrabada. Ajeitei-me por trás de Mel, a bunda linda, o cuzinho piscava, passei o creme, ela gemeu só de sentir o toque de meus dedos, ajeitei a cabeça de meu pau, segurei-a pela cintura, e numa estocada meti a cabeça do caralho naquele cu, ela gemeu, segurou o grito, me segurei, fiquei olhando meu caralho com a cabecinha enterrada naquela bunda, ouvia os gemidos baixinhos de Mel, então ela me olha com aqueles olhinhos castanhos, me diz pra meter, foder logo o cuzinho dela. _Me come, me fode, me penetra fundo... _Isto... vai, continua, estoca seu caralho no meu cuzinho, ai, que grosso, me rasga, fode a Mel, fode... Ela era muito excitante, e comecei a estocar, ela gemia, rebolava, o caralho escorregava pra dentro e pra fora, quase escapulia, mas ai que ela gemia mesmo, eu fodendo aquele rabo, ela pedindo mais, sentia o gozo dela, os gemidos prolongados, e isto me dava mais vontade, me fazia meter mais, enterrar até o talo. Foi um gozo espetacular, enchi tanto aquela bunda de porra que escorria, as perninhas meladas, a bunda colante, e gritamos juntos, deliciosamente, sentia meu caralho jorrar, sentia o cuzinho se encher, meu corpo desfalecia, mas gozei até a última gota, caímos por sobre o sofá e assim ficamos por um tempo, com meu cacete ainda encaixado na bundinha dela. Tomamos um banho, ensaboamos um ao outro, ela me beijava, sorria, estava elétrica, não parecia que tinha dado a bundinha pela primeira vez, me abraçou feliz, a água caindo sobre nossos corpos, ela mordisca minha orelha e sussurrando me fala: _Foi tão bom, quero dar sempre pra vc, quero sentir teu caralho sempre me fodendo... Eu argumento sobre o namorado, estas coisas, mas só pra medir ela, saber até onde ela iria, ela continua: _Não tem problema, mas antes quero que vc faça algo por mim, jura que faz? Claro que jurei que faria qualquer coisa pra não perder aquela gata, ela ficou tão feliz que me chupou novamente, devorava tão gostoso que minha vara logo se ergueu de novo, ela se aproveita disto e retornamos pro quarto, desta vez me senta numa cadeira, me manda esperar um pouquinho e acende a luz, foi um choque. O namorado de Mel amarrado de bruços na cama, nu, pernas abertas, cara de desespero, raiva, a boca fechada por um pano fortemente amarrado, eu ali de pau duro diante do namoradinho de Mel, ela vem até mim, senta no meu colo, me beija e reforça a conversa do banheiro: _Vc não disse que faria tudo por mim?_falava sussurrando baixinho no meu ouvido_pois quero que vc enrabe meu namorado, ele vivia pedindo pra foder meu cuzinho, mas eu sempre tive fetiche de ver ele dando a bunda antes que ele comesse a minha, falei pra ele que só daria pra ele se ele soubesse como é a dor de dar a bunda, então, vá lá, fode o cu dele. Esta Mel era foda mesmo, argumentou tanto, com aquele jeitinho menina dela que aceitei, ela em agradecimento me chupa dizendo que quer minha vara bem grossa e dura pra comer o rabo do namoradinho. Ela mesmo se encarrega de encharcar a bunda do moço de creme, depois, sentadinha na nossa frente ela abre as perninhas oferecendo a visão da xotinha, tocando suavemente, se masturba, torturando mais ainda o namorado, meu pau fica mais duro ainda, e Mel falava sem parar, "fode ele, enraba logo...", eu enterrei meu caralho sem piedade na bunda do rapaz, ele empina a bunda, já sem o pano na boca grita desesperado, "filho da puta, hummm...", eu com mais raiva fiquei e comecei a estocar mais forte, enterrando a pica naquela bunda, ele gemia, gritava só que já mudava o discurso: _Fode, vai fode, enterra, come meu cu, vai, come seu puto... Não é que ele estava gostando, pois Mel que já havia percebido a tendência do namoradinho me chama, me diz que eu não devia dar esta alegria ao viadinho, pega um consolo e mete no rabo da bicha, o deixamos lá deitado de bruços com o consolo enterrado. E na mesma cadeira em que estava, ela me senta, e ajeita a bunda pra sentar no meu caralho, as pernas me envolvem, nos beijamos e fazemos a foda mais gostosa da noite diante dos gritos de desespero do namoradinho, como fodia bem esta Mel, rebolava, esfregava a bucetinha no meu cacete, beijava minha boca, línguas enroscadas, a xota molhada, quente, apertadinha, era perfeita esta menina. Gozamos diante do namoradinho gay da Mel, transamos mais algumas vezes, e de manhã, tomamos um banho delicioso, juntinhos, comi Mel ali mesmo, pela última vez, estava exausto, mas realizado. Saímos do hotel e fomos pro aeroporto, estávamos meio tristes, seria a despedida, resolvemos trocar telefones, anotei, perguntei sobre o código da cidade dela, e sorri feliz, ela sem entender nada, até que lhe disse que morávamos na minha cidade, riamos sem parar, viajamos juntinhos no avião, nos beijávamos, nos acarinhávamos, só no final da viajem lembramos que havíamos esquecido o viadinho amarrado na cama do hotel, imaginamos constrangidos o serviço de quarto descobrindo o rapaz com um consolo enfiado na bunda, mas o que fazer, dali nossa história ganhou novas e deliciosas páginas, este foi só o começo.

.359. PROVOCANDO OS HOMENS!Sempre gostei de provocar os homens. Sei que chamo a atenção, sempre chamei. Já aos dezessete anos, quando minhas experiências sexuais ainda eram mínimas, eu gostava de usar uma calça justa, com a marca da calcinha aparecendo, um sutiã um número abaixo do meu tamanho, ou uma mini-saia que dava generosas visões aos marmanjos que me olhavam subir no ônibus. Gostava também de tomar ônibus lotado, para sentir roçando em meu corpo o desejo dos homens se manifestar. Às vezes, algum mais ousado se encostava em mim, encaixando-se no meu traseiro e eu aproveitava os solavancos do ônibus para sentir seu membro crescer até perceber, pela súbita umidade, que ele tinha gozado nas calças mesmo. Quando isso acontecia, eu descia no ponto seguinte, deixando o sujeito todo atrapalhado com a calça molhada, divertindo-me à beça com a situação. Mas era sempre fogo de palha, eu nunca deixava isso ir mais longe. Até mesmo uma vez quando desci do ônibus para ir ao cinema, percebi que o rapaz que me havia encoxado descera atrás de mim, e me seguira. Comprei o ingresso, entrei na sala e escolhi um lugar no canto para não ser notada. Ele sentou-se ao meu lado logo em seguida. Naquele dia eu estava com uma mini-saia especialmente provocante, daquelas que é necessário constantemente puxar para baixo. Ele colocou a mão na minha coxa, como para me testar. Como eu não reagi, ele se sentiu mais seguro para movimentá-la para cima e para baixo. Não tardou muito para que a mão se enfiasse sob a saia e encostasse na minha calcinha que, obviamente, já estava toda molhada. Deixei-o fazer com a mão o que ele queria - era o que eu queria também, é claro. Ele não tinha muita experiência e se atrapalhou para baixar a calcinha, mas mesmo assim conseguiu enfiar os dedos na minha xoxota. Eu achei então que era hora de retribuir, e com a mão procurei sua braguilha e rapidamente abaixei o zíper. O seu membro saltou para fora e comecei a masturbá-lo, alternando movimentos rápidos com outros mais lentos. Quando percebia que ele não iria mais conseguir segurar eu parava, apertava-lhe a glande por um instante, e depois retomava os movimentos. Ao mesmo tempo eu estava cada vez mais próxima de gozar. Quando o orgasmo finalmente chegou, fazendo-me ter convulsões que eu tentava disfarçar, acelerei os movimentos no membro dele até que ele explodiu num jorro de sêmen que saltou para o assento da frente, felizmente não ocupado. O filme era de aventura, com muito barulho e tiros, e creio que ninguém notou nossos gemidos. O garoto praticamente desfaleceu no assento. Aproveitei e rapidamente me recompus e saí do cinema. Na realidade eu não queria nada com ele, como com nenhum dos outros homens que eu provocava no ônibus. Com esse deixei a coisa ir mais longe pela sua ousadia, mas nunca além de uma punheta.Mas esse jogo, que eu sempre dominava, um dia iria mudar. Foi na tarde de uma quarta-feira de outono que eu o notei dentro do ônibus, a dois ou três metros. Era um homem que mexeu comigo só de olhá-lo. Másculo, musculoso, cabelo preto curto, vestia um terno elegante, que até destoava dentro daquele ônibus de operários. Ele me lançou um olhar rápido e, como quem não quer nada, foi adiantando-se até chegar perto de mim. Como sempre fazia nesses casos, coloquei-me de costas para ele, e não tardou para que ele se encostasse em mim. Tremi. Embora o contato fosse igual ao de centenas de outros que eu já experimentara, esse me fazia tremer da cabeça aos pés. Acho que era uma tremedeira interna, porque ninguém notara. Até então esta encoxada era uma brincadeira que me estimulava pela reação que eu via nos homens, mas eu nunca sentira nada. Mas este exalava um perfume masculino irresistível. Eu podia sentir na minha nuca sua respiração firme, assim como o volume cada vez maior que se encaixava na minha bunda. Minha vontade era enfiar a mão na calça dele, mas um mínimo de decência ainda me reprimia e eu fiquei quieta. Eu estava imaginando o que poderia fazer para levar adiante este contato, quando de repente ele aproveitou a parada do ônibus e saltou, deixando-me estarrecida. Até então era sempre eu que escolhia o momento de parar. Desta vez eu queria que continuasse, mas ele tomou as rédeas da situação e cortou meu desejo abruptamente. Nem deu para perceber onde ele estava indo.No dia seguinte eu tomei o ônibus na esperança de encontrá-lo novamente. Nem aceitei a encoxada que alguns homens que já me conheciam tentaram dar, repelindo-os abruptamente. E não o encontrei nos dias seguintes tampouco. Foi só na quarta-feira seguinte, quando eu já desistira de encontrá-lo, que o vi novamente. Ele me lançou um olhar misterioso, que não pude decifrar se era um convite ou apenas um reconhecimento. Desta vez eu me movimentei em sua direção. Eu estava disposta a tudo para não perdê-lo novamente. Rapidamente tirei da bolsa um cartão de visita, e, imprudentemente, enfiei-o no bolso do paletó dele. E claro, em seguida virei-me e aboletei-me contra ele. Desta vez senti na nuca não apenas sua respiração, mas seus lábios. Com um arrepio mexi um pouco a cabeça e senti seus lábios na minha orelha, que ele mordiscou. Isto tinha que parar, eu não iria resistir, mesmo estando dentro do ônibus! O ônibus de repente parou, abrindo a porta no ponto. Ele saiu em direção da porta, mas estava me segurando pelo braço. Sem resistir, acompanhei-o e desci também. Quando o ônibus foi embora, deixando-nos sozinhos no ponto, ele me pegou nos braços e me beijou longamente, explorando minha boca com sua língua até enroscar com a minha. Ele praticamente me arrastou por meia quadra, e entrou num hotelzinho que quase não se notava. A parada na recepção foi quase nula, apenas o tempo de pegar uma chave. Nem tinha elevador. Ele me arrastou até o quarto e me colocou nos braços para levar-me para dentro. Tudo isso ocorreu sem que eu esboçasse qualquer reação. Eu estava inebriada daquele perfume, daquele cheiro de macho, daqueles músculos que me carregavam. Ele me depositou na cama e voltou a me beijar. Só que agora aumentou a área para todo o rosto e o pescoço. E começou a tirar minha blusa de onde queriam pular meus seios, ardentes de desejo. Em poucos segundos ele arrancara tudo: sutiã, mini-saia, calcinha e meias. Saí do meu torpor e arranquei-lhe a calça. O seu membro já tinha saltado para fora da cueca e estava apontado para mim. Abocanhei-o e chupei-o com volúpia. Ele se virou na cama, sempre mantendo seu pau na minha boca e começou a me chupar. Eu parecia uma bica de tão molhada que estava. Eu gozava sem parar, tendo orgasmos múltiplos numa freqüência que nunca imaginei que fosse capaz. E ao mesmo tempo eu o chupava, enfiando todo aquele cacete na minha boca e na minha garganta. Mordia-o de tempos em tempos, e às vezes enfiava aquelas bolas na boca. Não tardou para que ele ejaculasse um jato de esperma quente em minha boca. Era tanto líquido que cheguei a me assustar, achando que engasgaria. Mas engoli tudo. Aquele gostinho salgado e quente era uma delícia. Ele nem chegou a amolecer o pau e queria mais. Virou-me e abriu minhas pernas. "Não" - gritei-lhe - "Sou virgem". Ele se assustou com minha declaração mas continuou senhor da situação. Apenas passou o membro por minha xoxota molhada para lubrificá-lo e, virando-me, enfiou-o com jeito e determinação no meu rabo. Era a primeira vez eu isso me acontecia. Berrei de dor, mas ao mesmo tempo me veio mais um orgasmo. Queria que ele parasse mas também que continuasse. Queria me afastar o mais rapidamente, mas ao mesmo tempo queria que ele enfiasse mais. Estes sentimentos contraditórios foram tomando conta de mim por mais de cinco minutos. Quando ele finalmente gozou e seu membro foi diminuindo gradativamente eu estava prostrada na cama, e ele por cima de mim, descansando. Ele fez menção de sair e eu o impedi. Queria senti-lo dentro de mim ali, já que não queria que me penetrasse pela frente. Ele voltou a animar-se, mordiscando-me a nuca e as orelhas, massageando com os dedos meus mamilos que estavam duros e doloridos. Eu não queria que saísse daquela posição, sabendo que se me virasse dificilmente resistiria a uma penetração. Eu estava dominada, subjugada. Pouco a pouco seu membro foi retomando força e tamanho, e ele voltou a fazer movimentos de vai-e-vem. Já não doía tanto, e o prazer só aumentava. Ele tinha enterrado dois dedos na minha xoxota que ele massageava com perfeição, sempre continuando seu movimento ritmado dentro do meu rabo. Eu estava de quatro e ele de joelho e de repente começou a aumentar o ritmo. Ele me segurava pelos quadris e com movimentos fortes tentava enfiar ainda mais seu pau duro feito pedra. Eu o sentia em todo meu traseiro, na barriga. De repente ele gozou novamente, desta vez com um berro que me assustou. Tirou seu membro flácido dentro de mim e deitou-se ao meu lado. Comecei a chorar silenciosamente mas ele percebeu. "O que foi?" perguntou ele preocupado. "Te machuquei?". De fato estava muito dolorido, mas eu estava feliz, não era por isso que chorava. Não queria confessar-lhe, mas chorava por saber que minha virgindade, preservada a tanto custo, não iria resistir muito. Menti, dizendo que era de felicidade. Vestimo-nos e fomos embora. Ele me beijou longamente, e me disse que ligaria. Ligou várias vezes. Mas eu nunca atendi. Não retornava seus recados na secretária eletrônica. Sabia que se tivesse uma próxima vez eu perderia minha virgindade com ele. Já se passaram três anos e nunca mais o vi. Nunca mais pegou o meu ônibus, nem na quarta-feira nem em outros dias. Agora que já fiquei noiva e não sou mais virgem, que meu noivado está terminando por falta de interesse mútuo, que nossa vida sexual nunca foi grande coisa, fiquei com uma saudade de você, de seu corpo, de seu cheiro, de seu tesão por mim. Nem sei seu nome. Mas se por acaso você ler isto, meu macho, saiba que estou pronta, e serei sua, totalmente.

.360. KAREN, A NOIVA TARADA.Meu nome é Augusto e vou contar uma passagem deliciosa que aconteceu em minha pousada em Trancoso-Bahia. Eu cansei da vida de São Paulo e resolvi vir morar em Trancoso onde abri uma pequena pousada, poucos quartos e muito charme. A piscina é na beira do mar e tem um belo bar, os 5 quartos ficam de frente pra praia e tenho somente 2 empregados. Marcos e Karen eram noivos e chegaram em uma semana de baixa estação em Setembro, iam passar 6 dias na pousada e chegaram em uma segunda feira a tarde.. Fiz as honras da casa e eles resolveram dar um mergulho no final de tarde. A visão de Karen de biquíni saindo do quarto já me deixou de boca aberta, fui acompanhando a caminhada dela até o mar sem acreditar no que estava vendo. Sou um homem rodado mas realmente aquela morena, estava me tirando do sério, ela tinha 1,66 de altura, 65kg, e medidas enlouquecedoras, 93 de busto que afinavam em 74 de cintura para continuar em maravilhoso 109 de quadril, a Karen de costas era de tirar qualquer um do sério. De frente não era diferente, os longos cabelos negros emolduravam um sorriso deslumbrante e cativante. Na primeira noite deles na pousada convidei a todos para um drinque no bar após o jantar, somente 3 quartos estavam ocupados e os outros dois casais eram bem mais velhos. Ficamos os 7 bebendo no bar e logo os outros casais se recolheram, ficamos os três conversando até quase 2 da manhã, rimos muito e no final da noite parecia que nos conhecíamos há muito tempo. Karen e Marcos se recolheram e ganhei um beijo no rosto que me tirou o sono. No dia seguinte Karen acorda cedo para o café, pergunto por Marcos e ela diz que ele ficou dormindo, andava muito cansado e queria relaxar enquanto ela queria sol. Após o café preparei uma cadeira para ela na piscina e finalmente pude ver aquele monumento de perto Ela mergulhou na piscina e foi até o quarto chamar o noivo, ele continuou dormindo e ela voltou para a cadeira . Passei a manhã no bar, admirando o corpo de Karen que se deliciava ao sol de Trancoso, o brilho do sol em seu corpo que começava a se bronzear me fazia sonhar com muito mais do que o beijo no rosto. Sou saudado por Marcos que chega a piscina depois de algum tempo, no final da manhã. Ele beija Karen e vem em minha direção no bar, pede um suco e conversamos animadamente. Dou várias sugestões de lugares para que eles possam ir conhecer e Marcos me pede que os levem a alguma cachoeira, de preferência deserta. Desejo realizado, dirijo meu jipe com o casal até um point bem escondido, uma cachoeira de água clara e gelada que forma uma lagoinha gostosa. A grama em volta faz este lugar um esconderijo perfeito para namorar. Deixo os dois e combino voltar em duas horas, isso dará tempo suficiente para eles se divertirem, penso. Duas horas depois retorno à cachoeira e após estacionar o jipe caminho devagar até o local, de longe vejo os dois se beijando completamente nus, beijos e caricias, rolam na grama, mergulham. Resolvo aproveitar e fico escondido observando o casal. Após mais um mergulho ouço Karen preocupada com o horário, Marcos ri e diz que não tem problema, tem tempo de sobra. E recomeça a beijá-la, a excitação cresce com os beijos e vejo Karen se ajoelhar na frente de Marcos e abocanhar seu pau. Ela chupa gostoso, o pau dele some na sua boca, no seu sorriso, ela então fica de 4 e oferece sua linda bundinha para ele que se ajoelha atrás dela e mete com vontade. Ela geme, grita, rebola enquanto Marcos mete sua pica em sua bundinha com vontade, gemidos altos, livres, eu admiro o corpo de Karen que se mexe sensualmente a cada estocada. Quando eles finalmente gozam e se deitam na grama, decido que é hora de anunciar minha presença, de longe grito o nome deles que se vestem correndo, ouço os risos ao longe e quando me aproximo eles já estão a caminho. O sorriso de Karen me hipnotiza e voltamos conversando animadamente. De volta ao hotel, ela me pergunta se pode fazer um topless na piscina sem ser incomodada. - Claro, fica a vontade, a piscina é mais alta que a praia e ninguém vai ficar olhando.... - e sorrio... Ela vai até a cadeira e senta, tira o sutien e revela seus peitinhos lindos, não consigo parar de olhar até sentir a mão de Marcos no meu ombro: - Bonita né ? A Karen é uma gata, tem que deixar fazer o que quiser mesmo.. Pigarreando eu concordo.. - É mesmo, você é um cara iluminado, toma conta dela que é uma bela mulher. Conversamos mais sobre as qualidades de Karen quando Marcos resolve ir mergulhar, eu vou então arrumar as coisas para a noite e ela continua deitada, linda. No jantar ela é o centro das atenções, uma mini-saia e um top que realçam suas formas incomodam as mulheres e enfeitiçam os homens no restaurante. Diferente da noite anterior os casais se recolhem e ficamos os três sozinhos. Convido-os para um drink na piscina e lá ficamos horas a fio, garrafa de vinho após garrafa de vinho. Depois da terceira garrafa Marcos decide ir dormir e deixa Karen a vontade, ela dá um beijo em Marcos e diz que vai ficar um pouco mais. Marcos se afasta e um silêncio paira no ar enquanto ele se vai, depois de vê-lo entrar no quarto nos olhamos. Um sorriso e voltamos a conversar, sua beleza me intimida e me vejo como um garoto, coração batendo acelerado, calor, o papo vai longe, falamos de nós, de minhas relações passadas e da paixão de Karen por Marcos. Uma hora e meia depois ela decide ir dormir, a acompanho até o quarto e na porta nos despedimos com um abraço, apertado, quente, nossos lábios quase se tocam no beijo de despedida que deveria ser no rosto. Ela entra e minha mente fica povoada de sonhos. No dia seguinte decido ficar mais longe, me ocupo com as coisas do hotel, saio para fazer compras e tento não ficar olhando para Karen. No final de tarde, quando os dois estão no deck, olhando o pôr-do-sol, ouço a voz de Karen me chamando: - Augusto, onde andou ? estávamos com saudade.. - e me brinda com seu lindo sorriso. Sento com eles, trazendo uma garrafa de vinho branco gelado e três taças, brindamos ao pôr-do-sol e conversamos animadamente por um bom tempo. Ela está linda, o biquíni é mínimo e não posso esconder a excitação. Karen nota e disfarça, sinto que ela volta os olhos para mim de quando em quando, as mãos de Marcos alisam seu corpo até que ela decide que quer mergulhar, nua, ao cair da noite. A deusa se levanta e tira o sutien, mergulha e dentro da piscina ela tira a calcinha.. e joga na nossa direção. Marcos ri da ousadia de sua noiva, ela mergulha e a cada mergulho posso ver sua deliciosa bundinha. Fico sem graça mas Marcos me tranqüiliza: - Não liga não, ela adora poder ficar nua, se sentir livre, e você é alguém que ganhou a confiança dela. Sorrio ainda sem graça e pergunto: - Bom saber, ela é uma mulher especial e adora você, conversamos muito sobre isso ontem.. - E eu também.... sabe, eu faria qualquer coisa por ela, qualquer vontade, por isso não me incomodo com seu jeito ousado, de gostar de se exibir as vezes... como agora... - e sorriu olhando para Karen na piscina. Ele se levantou e levou uma toalha para ela que se enrolou e sorriu na minha direção. - Jantamos juntos ?? perguntou sorridente - Claro, jantar e um drink ao luar depois.. - respondi olhando o casal se afastar em direção ao quarto. Fui para meu quarto tomar banho, a cabeça girando, a mil... Será que estava fantasiando ? ou será que eu podia mesmo me insinuar para Karen ? voltei ao trabalho e coordenei o jantar. Estávamos todos na sala quando Karen e Marcos chegaram para jantar, ela em um vestido curto, já bem bronzeada, chamando atenção. Sentamos juntos e conversamos bastante. Após o jantar convidei-os para a piscina e Marcos com um sorriso disse que queria descansar um pouco. Karen beijou a sua boca e me acompanhou enquanto Marcos ia para o quarto. - Ele ta cansado, depois da piscina ele teve que trabalhar um pouco.. - Karen gargalhava deliciosamente. - O tipo de problema que eu gostaria de ter... - respondi olhando para ela.. Fomos até o bar da piscina, não acendi a luz e ficamos na luz do luar, a pousada estava silenciosa, os demais casais haviam saído e estávamos sozinhos. Ficamos em silencio, nos olhando, até que Karen quebrou o silêncio: - Sabe, eu gosto de me exibir, sentir os olhares dos homens para mim, o desejo. Mas sinto que você fica meio sem jeito. Já notei que você me olha, mas sempre desvia o olhar quando eu noto. -Sei lá Karen, é complicado, teu noivo aqui, o Marcos é super gente boa.. - respondi - Mas ele curte que olhem, ele também gosta de ver homens me desejando... - O problema é este, uma coisa é desejar ao longe, mas você ta perto demais, ta aqui do lado. Estamos sozinhos e só o que consigo pensar é em te beijar.. Ela sorriu, e abriu a boca levemente, foi fechando os olhos e então decidi beijá-la.. Nossos lábios se encontraram e nos beijamos loucamente, eu a abraçava, beijava, nossos corpos em total sintonia, colados. O que eu não sabia é que Marcos nos olhava escondido, e após algum tempo de beijos, abraços e carícias mais ousadas, ele resolveu aparecer. Não preciso dizer do susto que tomei. Tentei me afastar de Karen mas ela permaneceu abraçada em mim. - Que tal a gente ir para o nosso quarto ? acho que vamos ficar mais confortáveis lá... vamos ?? - perguntou Marcos sorrindo.. Eu estava meio sem ação mas resolvi aceitar o convite, e fomos os três para o quarto. Ao entrarmos Karen voltou a me beijar, Marcos abraçava ela por trás e beijava sua nuca, ela gemia, e se afastando de nós tirou o vestido revelando uma calcinha mínima e um corpo maravilhoso, ela tirou a calcinha e sentou na beira da cama. Com um gesto me chamou e assim que me postei na frente dela, ela abriu a minha calça e colocou meu pau pra fora. Passou a língua nele e começou a chupar. Deliciosamente. Marcos já se despia e se aproximou dela que com a mão segurava seu pau enquanto me chupava, tirei a camisa e ela começou a chupar Marcos. Acabei de tirar a roupa e Karen mais uma vez tomou a iniciativa. Mandou Marcos se sentar na cabeceira da cama e ficando de 4 começou a chupá-lo. Ela rebolava, aquela bunda maravilhosa na minha frente, empinada. Eu segurei seus quadris e encoste meu pau em sua bocetinha. Ela arrebitou mais e afastou mais as pernas. Entendi o sinal e empurrei tudo para dentro dela. Ela aumentou o ritmo das chupadas em Marcos e gemia baixinho, sentindo meu pau entrar e sai de dentro dela, eu metia com vontade, enfiava fundo, forte, segurando seus quadris.. Ela rebolava, gemia e engolia a pica de Marcos que excitado, começou a gozar em sua boquinha.. ela engolia tudo, lambia e recebia meu pau em sua bocetinha... eu metia mais rápido, forte, excitado e ela gemia alto. Marcos acariciava seu cabelo e olhava sua noiva recebendo outra pica. Ela gemeu mais alto e começou a gozar, eu aumentei o ritmo e comecei a gozar junto. Gozamos juntos e ela se deitou, saciada, sorrindo. Sentei na cama e não sabia o que pensar. Marcos notou o clima e disse: - Não encana, a Karen deu a idéia e eu topei. Faz tempo que tínhamos esta fantasia, mas nunca tínhamos conhecido alguém que pudesse estar com a gente. A praia, os papos, achamos que você era legal.. - disse sorrindo.. - Exatamente.. e ainda vamos curtir muito... - Sorriu Karen - All right.... então, vamos deixar a Karen satisfeita... sempre.. - respondi Sentados na cama, acariciando Karen, sendo acariciados, ficamos conversando quando ambos começamos a dar sinal de vida. Karen sorriu e começou a beijar meu pau. Colocou inteiro na boca e começou a chupar... Marcos acariciava sua bundinha e se colocou atrás dela..ela tirou meu pau da boca e dengosa falou: - amor, mostra pro Augusto como eu gosto, mostra... - e arrebitou bem a bundinha.. Ele acariciou, passou o dedinho em seu cuzinho e encostou seu pau nele.. ela me chupava gostosamente e eu olhava Marcos enfiando devagar seu pau em seu cuzinho. Ela rebolava, ajudava e logo estava com o pau de Marcos inteiro dentro dela... sugava meu pau com vontade enquanto recebia estocadas fortes na bundinha.. - amor.. minha gata linda.. ahhh . delicia de cuzinho... ahhhhh tesão.... - Marcos enfiava e metia nela.. Ela olhou para Marcos, por cima do ombro e disse: - Amor, pera ai.. tira devagar... tive uma idéia... Marcos para e tira, ela manda eu deitar e senta em cima do meu pau que desliza para dentro de sua bocetinha, ela se deita sobre meu peito e beija minha boca, começa a sentar na minha pica, rebolando, gemendo, enlouquecida de tesão ela me abraça e arrebita a bundinha: - Amorrrr.. mete na minha bundinha.. ahhh tesão... duas picas em mim.. ahhhhh Ele obedece e enfia em seu cuzinho, ela geme, respira rápido, se sente toda preenchida e beija minha boca.... - Tesão... sua putinha deliciosa.... finalmente ta sendo toda fudida.. vadia..... - fala Marcos Ele mete mais.. e ela grita, rebola na minha pica recebendo o cacete de Marcos em sua bundinha.... - Mete.. mais. Mete na sua putinha.. mete..... me rasga... ahhhhhh - e Karen começa a gozar deliciosamente.... Marcos enfia com força e derrama seu leito dentro do cuzinho de Karen que gemendo não para de gozar... ela rebola em cima de mim quando Marcos sai de dentro dela... começa a sentar na minha pica, sentando forte, subindo e descendo.. apoiada em meu peito eu vejo aquela gata sentando e gemendo.sentindo meu pau entrar fundo dentro dela... ela grita.. geme.. e goza forte.... goza gostoso... e beija minha boca... Eu a viro para baixo de mim e entre suas pernas começo a meter.. enfio fundo, seguro suas mãos acima de sua cabeça e meto sem parar.. estocadas fundas.. fortes... ela sorri e geme gostoso... aumento o ritmo e explodo dentro dela.. Meto e gozo, sinto ela gemendo.. enfio mais... paro dentro dela e beijo sua boca....suas pernas me abraçam.... O único som é a música, nos olhamos.. sorrindo...ela deita, eu beijo seu rosto.. me despeço de Marcos e meio vestido vou embora.. deixando Karen e Marcos sozinhos para curtirem o momento em que realizaram sua fantasia. Os três dias que se seguiram até que eles voltassem a São Paulo foram de puro prazer, eu tinha que me desdobrar entre o trabalho e os momentos junto com Karen e Marcos, que foram muitos.. desde um retorno a cachoeira, agora sem precisar me esconder, até caminhadas noturnas na praia...

.361. AS TARAS DA MINHA ESPOSA.Casei com Ana em 1992, hoje eu tenho 36 anos e ela 38. Ela e tipo atletica,nada 6km todos os dias no clube e tem um corpo perfeito...( 1,70 de altura , seios medios e uma bucetinha toda lisinha somente com um desenho de triangulo formado bem no meio...) Ela e exibicionista e o que eu vou relatar e a mais pura verdade....Desde que a conheci, Ana sempre veste minusculas saias e tanguinhas pequenas que valorizam o seu corpo...Reparo que ela gosta de provocar os homens por onde ela passa , isso ate me excita e logo que casamos eu conversei com ela e ela me disse que ficava super excitada e vinha sempre com sede para transar comigo...Disse que jamais me trairia a nao ser que eu quisesse.... Certo dia no comeco do casamento , nos tinhamos um baile do havaii no clube e fomos em uma turma enorme...No meio do baile , Ana comecou a beber umas caipirinhas e ficou altinha...Num determinado horario ela foi ate o banheiro e quando ela voltou me disse que estava sem calcinha e toda excitada...O tempo foi passando e la pelas duas da manha muitos de nossos amigos ja haviam indo embora...Estava somente eu ,Ana,Ricardo( meu amigo),Rogerio ( meu amigo )e sua namorada , a Claudia..Resolvemos entao irmos para a nossa casa para continuarmos a noite ,la... Claudia no meio do caminho nao foi e Rogerio a deixou em casa...No meu carro ia eu ,Ana e Ricardo...Durante o trajeto ate em casa , Ana conversava com Ricardo virada para tras no carro e por varias vezes reparei na sua bucetinha toda lisa aparecendo pois afinal de contas ela estava com um mini vestido bem curtinho mesmo...Eu estava bem excitado a ponto de colocar a minha mao na sua coxa e ir subindo devagar enquanto ela nao parava de conversar com o Ricardo...A uma certa altura eu estava enfiando os dedos na sua buceta que estava encharcada...Reparei que ela estava adorando aquilo e eu nao esperava a oportunidade para estar em casa a sos com ela para trepar e dar um trato nela..( a proposito outra tara da minha esposa e transar com as janelas abertas , ela adora ter a sensacao de alguem espiando...)Quando chegamos em nossa casa , O ricardo foi logo servindo uma dose de uiskie e logo depois chegou o Rogerio.Estavamos todos bebendo quando resolvemos assistir algum filme e os meus dois amigos foram ate a Hobbie Video que existia naquela epoca e ficava aberta 24 horas nos finais de semana.Eu fiquei com a Ana em casa e aproveitei para pega-la de jeito...Fui tirando o seu vestidinho e comecei a chupa-la bem gostoso... Ela estava bem alterada e excitada como a muito tempo eu nao a via...Foi logo indo para a varanda do nosso apto ( 11 andar )e ficou nua em pelo ...eu fui atras e fiquei no comeco um pouco preocupado pois estavamos de frente a um predio de 20 andares e dava a impressao que tinhamos uma enorme plateia nos assistindo...Ela me disse que queria ser fodida ali na varanda...Puxamos um colchonete que usavamos quando acampavamos e ela ficou logo de quatro ...Eu comecei a da uns tapas na bundinha dela e a dizer que ela era uma vaquinha bem safada...Fui metendo cada vez mais e de repente ela disse que queria ser enrabada...Isso era o maximo ,afinal de contas Ana nao me deixava quase nunca foder o seu cuzinho...Peguei um lubrificante e fui enfiando devagarzinho do seu rabinho...Ela pedia para eu enfiar mais forte e mais fundo...E de repente a campainha toca...Eram os meus dois amigos que ja estavam voltando da locadora de video...Fui para o banheiro me recompor e Ana botou o vestidinho e foi atender a porta...Quando eu estava no banheiro fiquei pensando : Sera que ja passou pela cabeca de Ana trepar com outro macho...Logico que sim...Afinal as mulheres nesse ponto sao iguais aos homens...Mas sera que ela ja trepou e eu nao sei...Cheguei a conclusao que nao pois ela falou que nao faria nada que eu nao permitisse....Demorei um pouco mais no banheiro de proposito para ver como ela iria ficar sozinha com os meus amigos...Sai devagarzinho e fui chegando perto da sala...Reparei que eles estavam na saleta ja assistindo um filme...Olhando de relance pude notar que Ana estava bebericando alguma coisa e ela estava no sofa e os dois estavam deitados no chao...De vez em quando ela virava as pernas de modo que sua bucetinha aparecia inteirinha...Uma visao e tanto...Logo vi que ela fazia de proposito , meio sem querer para deixa-los loucos de tesao..Afinal eu havia falado para ela que meus amigos a achavam muito gostosa e sensual...Entrei na saleta e me sentei ao seu lado...Ela estava com uma cara de safada...Entao reparei que o assunto que estava rolando era que eles alem do filme normal ,eles tbem pegaram um filme porno e falaram que depois do filme"normal", os homens iriam assistir aquela fita porno.Ana falou que eles eram uns machistas e que mulher tbem gostava e se excitava com filme porno...Eu nao acreditava no que ela estava falando mas estava ficando bem excitado com aquilo tudo.... O filme "normal" estava ficando chato e eu aproveitei que os dois estavam deitados no chao na nossa frente ( eu e Ana estavamos no sofa,portanto longe da visao deles ) e comecamos a nos beijar...Eu meti minha mao por debaixo de seu vestidinho e a bolinava bastante...Ela estava bem molhadinha e excitada...Depois de um tempinho ela disse que nao queria mais ver o filme pois estava chato e sugeriu ver o filme porno...Eu olhei para ela com cara de bravo e ela me deu um beijinho dizendo que nao tinha problema algum...devo confessar que eu estava adorando aquela situacao mas nao queria dar o braco a torcer...Meus amigos entao se levantaram e falaram que iam embora e iriam deixar nos dois a sos....com a fita para nos aproveitarmos. Peguei a fita e olhei o titulo " A Insaciavel " Reparei que Ana estava meio desapontada deles irem embora e resolvi falar para eles ficarem e vermos todos juntos aquela putaria...Meu coracao batia forte e eu estava com o pau bem duro...Eles nao hesitaram nem um pouco em ficar...Preparamos mais uns drinks e a essa altura Ana estava bem tontinha e eu comecei a falar umas besteirinhas no ouvido dela tipo " Ta gostando ne minha putinha..." Comecou o filme e novamente eles estavam deitados na nossa frente e eu e Ana no sofa atras deles....Logo no inicio rola uma transa de tres caras com uma mulher e percebi que Ana estava se exaltando...A mulher era penetrada de tudo que era jeito ...Numa determinada altura a mulher pede para foderem o seu cuzinho e eles comecam a enraba-la um por um...O Ricardo que tbem ja estava alto comeca a falar que ele tinha tara para comer um cuzinho e nunca conseguiu , nem com uma puta ...Ana perguntou porque e eles comecaram a rir...Eu disse a ela que o Ricardo tinha um pau avantajado e muito grosso e elas nao queriam pois poderia doer...Continuando o filme reparei que o pau do Ricardo estava quase saltando da calca de tao duro e Rogerio nao ficava para tras...Ana tbem nao tirou os olhos do pau do Ricardo e estava impressionada com a situacao e o tamanho do pau dele...dei um beliscao nela e falei para ela se conter...Ela entao comecou a me beijar...Falou que queria ir para o quarto comigo e foder ate cansar...Eu disse que ela ia ficar pois tinha provocado a situacao...Ricardo e Rogerio se levantam e vao preparar outro drink enquanto o filme rola solto...Ana novamente olha para o volume de Ricardo e diz que as mulheres que nao quiseram nao sabiam o que deveriam estar perdendo..Ricardo olha para ela com cara de quem quer fode-la... Eu perguntei se era verdade que nunca ele havia comido um cuzinho...Ele disse que sim e que era a unica coisa que ainda era virgem...Quando eles sairam para a cozinha eu comecei a beija-la e levantei todo o seu vestido deixando-a toda vulneravel...Ficou peladinha na saleta e eu deitei ela no chao e comecei a chupa-la sem parar....Batia com forca na sua bundinha e disse que ela era uma esposa muito puta e estava querendo dar para os meus dois amigos...Pois entao ela teria que agir como uma puta de verdade e agora que ela provocou o Ricardo iria deixar ele perder a virgindade no seu cuzinho....Ela gemia e dizia que ela era uma putinha mesmo e que ia dar para os meus amigos...disse ate que queria provar a porra deles...Puxei-a pelos cabelos e fui levando -a nua pelo apto ate a sala,onde as janelas estavam todas abertas e escancaradas...falei que quem estivesse acordado e na janela naquela hora iria ver uma esposa safada satisfazendo os amigos do marido so porque ela os provocou...Ainda com ela pelos cabelos joguei-a no sofa na frente deles...Eles nao estavam entendendo nada e eu disse que ela era um presente para eles...Ana entao foi ate o Rogerio e comecou a beija-lo e a tirar a sua roupa, Ricardo mais que rapidamente comecou a chupa-la no cuzinho...Botaram ela de quatro e comecaram a festa...Ana me surpreendia com sua volupia e safadeza..parecia realmente uma atriz de filme porno...Quando Ricardo botou o pau para fora,Ana segurou-o com tamanha maestria e disse que nunca viu uma coisa igual....E realmente era descomunal...Devia ter uns 22 a 25cm...e alem de tudo era muito grosso...Cheio de veias...Ana olhou para mim e perguntou se podia chupa-lo...Eu falei que era para ela se divertir a vontade pois eles iriam judiar dela...Ana comecou a chupa-lo com vontade mas ele mal cabia na boca dela...Ela entao comeca a passa-lo no seu rosto e a dizer que queria naquela noite ir dormir com cheiro de pau e com gosto de porra...passa entao a chupar o saco do Ricardo enquanto era penetrada pelo Rogerio...Rogerio fica fodendo com forca e ela nao larga o pau de Ricardo...Eu me aproximo e comeca a beliscar seus seios....Perguntei se eles estavam gostando daquela cadela...Eles disseram que sim e que ela era um tesao de mulher...Rogerio tira o pau da buceta de Ana e passa para ela chupar , enquanto isso Ricardo se prepara para penetra-la...Ele vai enfiando o pau lentamente e Ana vai gemendo...Diz que nao vai aguentar pois era muito gde mas ele enfia cada vez mais profundamente e mais forca...Ela agora geme alto de tanto prazer...Chupa o pau de Rogerio e tbem seu saco...Rogerio tem muito pouco pelo...E quase todo liso e isso tbem excita a Ana que passa a lambe-lo todo...Eu numa determinada altura viro a Ana de quatro , pego o lubrificante epsso em todo o deu cuzinho...Mostro para eles como e o cuzinho dela...como ele e lisinho , sem pelinhos e ia enfiando os dedos nele...ela cada vez mais arrebitava a bundinha para nos e perguntou se tinha algum macho capaz de foder aquela putinha no cu....eu dava uns tapas fortes no seu bumbum e mandava-a calar a boca...mostrei como era um cuzinho de uma mulher praticante de sexo anal...era cheio de ranhuras e quando ficava excitado, dilatava...O primeiro a entrar fui eu, e o fiz com vontade...batia nele e ao mesmo tempo penetrava-0...Ana estava enlouquecida, Rogerio estava excitado e disse que ia gozar de tanto tesao...Mandei-o gozar na bocquinha dela que se lambuzava toda, disse que era gostoso e comecou a beijar ele que tentava se esquivar mas no fim provou a propria porra...Achou uma delicia e eu falei que o Ricardo quando gozasse tbem iria provar sua propria porra na boquinha de Ana...Ana me diz que sempre teve curiosidade de experimentar o esperma de outro homem e que o gosto era diferente...Digo para Ricardo se preparar para comer o cuzinho de Ana...Ele pergunta a ela se pode e ela diz que e logico...era o que ela mais esperava...Ele entao se aproxima e bota a cabecona e aos poucos vai enfiando tudo...Ana urra de prazer e dor....ele exita um pouco achando que Ana esta sofrendo e ela pede para nao parar...Eu comeco novamente a puxar os bicos dos seios de Ana que adora aquilo...Falo pra ela que ela e uma putinha e que sempre que eu quiser vai servir os meus amigos e quem eu bem entender...ela diz que sim e que ela e uma vagabunda e que quer dar pra quem quiser come-la....Nisso eu olho e me vejo numa situacao que nunca imaginaria...Ana sendo currada por tras e seu cuzinho todo arrombado....Ricardo diz que nunca meteu tao gostoso pois era bem apertadinho e nao estava aguentando mais...Tira o pau descomunal para fora e eu nunca vi um cuzinho tao dilatado...tinha uns dois dedos de dilatacao....meu dedo indicador,entrava com folga nele...Ricardo entao leva o pau ate a boquinha de Ana e comeca a gozar sem parar,....era muita porra afinal ele confessou que nao transava e nao batia uma punheta a uns 20 dias...Ana lambia tudo e se deliciava....Comeca a beijar o Ricardo que sentiu o gosto de sua porra misturado com a porra do Rogerio...Eles se levantam e Ana fica la desfalecida...Ricardo e Rogerio se arrumam e dizem que nunca comeram uma mulher tao gostosa e desejavel....Rogerio disse que Claudia ( Sua namorada )ja demonstrou vontade de transar com outro casal...Ele iria marcar uma noite qualquer para nos irmos visita-los e quem sabe rolar uma suruba...Ricardo se despede me agradecendo e falando para eu ficar tranquilo quanto a discricao do que havia acontecido naquela noite... Ele nao falaria nada para ninguem afinal ele nao queria perder a amizade nem a chance de dar uma trepadinha com a esposa gostosa do seu grande amigo de vez em quando... Despediram-se de Ana e foram embora... Fecho a porta e Ana se levanta vem ate mim e pergunta se eu quero experimentar a porra de outro macho no rosto dela...Eu entao comeco a beija-la e o cheiro de seu rosto era realmente de pau misturado com porra...Pergunto se ela estava satisfeita...Ela me diz que sim e principalmente porque eu dei vasao as suas taras...Perguntou-me se eu gostei de vela feito uma vagabunda,uma puta...cheirando a sexo...Disse que tinha e ainda estava excitado com tudo aquilo...Ela me disse que era normal pois esta comprovado que em 70% dos casais realmente casados , o homem tem vontade de ver sua esposa dando para outro homem...e absolutamente normal,mas so 8% desses homens e que permitem satisfazer essa fantasia... O homem nao gosta e de ser chifrado sem saber...Ele gosta de que sua mulher satisfaca a ele e a quem ele quiser...Alguns paises da europa isso e absolutamente normal...Voce vai visitar um casal de amigos na Suecia por exemplo e se vovce dormir na casa deles , o homem oferece sua esposa ao amigo...e natural... Nisso Ana me bota deitado no chao e comecamos a fazer um 69...olhei novamente para o seu cuzinho e ele estava realmente judiado....tava todo abertinho e as ranhuras estavam bem protuberantes...Ela comeca a me chupar e a massagear o meu saco....entao ela passa a me chupar todinho tbem...ela passa um pouco de lubrificante nos dedos e apos lamber o meu cu passa a enfiar o dedo como se estivesse massageando a minha prostata , eu nao aguentei de tesao e espirro porra para todos os lados, ela chupa tudo e por final ainda vem me beijar.... Dormimos daquele jeito na cama e quando estava amanhecendo e o quarto estava ficando claro fui fechar a janela e reparei que havia alguem de binoculos observando-nos ( eram mais ou menos 6.00h da manha de domingo )Entao disfarcei e nao fechei a janela, fui ate ela e comecei a enfiar o meu pau na sua boquinha que estava entreaberta... Bati uma punheta na carinha dela que ficou toda melecada,....lambuzei entao o seu rostinho e passei a lamber a minha porra toda...ela mal notou e continuou a dormir feito uma puta satisfeita....Deixei a janela aberta para todos que quisessem ve-la e fui para o quarto de hospedes...Voltei a acordar ao meio dia e ela ainda dormia toda vulneravel...

.362. SEDUZIDA PELO AMIGO DE TRABALHO!Sou casada, tenho 30 anos e o que aconteceu comigo foi ha alguns anos com um colega de trabalho, sabe aquela pessoa que voce se identifica, almoça todos os dias e acaba ficando amigo? Deixa eu me descrever, sou branquinha, meiga, corpo bonito, sou bastante admirada quando passo. Quem me vê jamais imaginaria que eu seria capaz de trair meu marido... Na verdade, nunca tive essa intençao, mas aconteceu. Meu amigo não tem nada de especial, um cara pra lá de comum, nem bonito nem feio, até um pouquinho acima do peso. Trabalhamos juntos ha pouco tempo, mas como almoçamos juntos quase todos os dias, acabamos nos conhecendo, sabia de suas namoradas e ele um pouco de mim. Aos poucos senti uma diferença na forma que me olhava e falava comigo, mas achava que não era nada, pois ele sabia que eu era casada e sempre me respeitou. Para complicar a situação, meu marido começou a trabalhar ate tarde e comecei a pegar carona com ele ao final do expediente. Conforme foi passando os meses, pegamos uma certa intimidade em falar qualquer coisa um pro outro sem constragimentos. Um dos dias que eu estava de carona com ele, estava muito transito, e ele sugeriu pararamos em uma rua qualquer para continuar conversando, pois o trecho em que estavamos estava tudo parado mesmo. Eu falei ok e paramos. Ele começou a conversar virado para mim com a mao ligeiramente no meu cabelo, e estranhamente comecei achar perigoso ficar ali com ele pois não sabia onde poderia parar, mas acabei ignorando o perigo e continuamos conversando, nisso ele passou a passar a mao na minha nuca, falando como eu era linda e meu marido tinha muita sorte em ter uma mulher como eu, eu comecei a sentir uma coisa estranha, um tesão repentino, não exatamente por ele, mas pela possibilidade de ter algo com outro homem que nao fosse meu marido...(nunca o trai). Entre um papinho e outro ele me abraçou e respirou no meu pescoço, eu me arrepiei, ele percebeu e me beijou. Eu não sabia o que fazer, fiquei surpresa e acabei correspondendo ao beijo. Neste primeiro beijo (rapido) nada de mais, ficamos um pouco sem jeito, mas acabamos nos beijando mais e mais. Em um desses beijos eu já estava quase em transe, ele começou a passar a mão nos meus seios (que ja estavam duros ) eu comecei a gemer, a falar no ouvido dele, para, para e ele me beijava mais avidamente, uma delicia. Nao satisfeito ele pegou minha mao e colocou sobre seu pau... aí eu nao aguentei e apertei , segurei um pouco ja ficando maluca, ele ameaçou colocar o pau pra fora, e eu parei definitivamente com aquela sacanagem. Ele se desculpou e fomos embora quase calados. Ficamos uns dias sem se falar, ate que um dia ele me chamou para almoçar e ao invez de irmos nos restaurantes por perto da empresa que estavamos acostumados a ir, ele pegou o carro e disse que iriamos almoçar em uma churrascaria perto da marginal e la fomos nós. Na verdade, eu nao pensava em outra coisa a nao ser beija-lo novamente e sentir toda aquela sensaçao vivida ha uns dias atras. Ele começou a perguntar sobre o que eu senti naquele dia, se eu havia gostado, e eu respondi que sim, porem não era certo, e ele concordou. Ele novamente parou o carro, e pediu para me beijar pela ultima vez e eu concordei e começamos a nos beijar, os beijos foram esquentando e estava me amaçando toda e eu tinha que voltar a trabalhar. Eu nao tinha a menor intençao de dar pra ele, só queria ficar naquela sacanagem collegial, mas pra minha surpresa ele sugeriu irmos a um motel por ser perigoso ficar na rua, etc. Ele disse que eramos adultos e principalmente amigos e nada aconteceria, pois sabia que eu era casada, e estariamos mais seguros...Na hora eu falei ok, por que ele era tao meu amigo que eu nao me imaginava dando pra ele, entao eu topei e fomos pro motel. Chegando no motel, ficamos meio sem jeito, sentamos na cama, conversamos dois minutos e começamos nos amassar novamente, mas o ambiente já era outro e eu ja estava toda molhada, quando eu comecei a falar que minha blusa estava amassando, ele gentilmente comecou a tirar a minha blusa, eu a esta altura ja estava toda entregue a aque le homem que nao era o meu marido. Ele tirou minha blusa, meu sutia e começou ame lamber inteira, ele lambia os bicos dos meus seios de uma maneira delicada que só aumentava meu tesão, eu avisava que nao passariamos daquele ponto, mas ele comecou a me chupar de uma maneira tao maravilhosa que ele levantou a minha saia e começou a lamber minha virilha de uma maneira que eu saí de mim literalmente que eu nem senti ele tirar as calcas dele, eu estava totalmente entregue. Quando ele comecou a tirar minha calcinha e chupar o meu grelinho e ja tinha gozado, mas estava segura que ele estava vestido. Entao , ele começou a subir com sua lingua quente e veio vindo pra cima de mim, me lambendo da virilha até o meu pescoço e se posicionando em cima de mim de forma tal que eu ficasse na posiçao de frango assado e quando ele começou a chupar meu pescoço eu senti a sua pica encostando na minha buceta, eu tomei um susto, tentei sair, mas ja era tarde, ele me segurou pelos ombros, acelerou os movimentos da sua lingua, e comecou a me penetrar vagarosamente, deliciosamente, eu sentia cada centimetro daquela pica desconhecida entrar dentro de mim, eu comecei a gemer, a gozar como nunca. Eu so pensava que estava sendo penetrada por outro homem, era como eu estivesse sonhando. Meu tesao era enorme (talvez apimentado por uma situaçao proibida) Quando eu dei por mim que estava realmente trepando, como nao podia fazer mais nada me restou aproveitar da situação e me entregar interia para aquele homem proibido, comecei a apertar a bunda dele, fazendo que eu comandasse os movimentos da penetração. Logo invertemos de posiçao e pude ver aquela rola pela primeira vez... peguei-a com muito carinho e fui sentando em cima dela até sentir seus pentelhos roçando na minha bunda, comecei a rebolar, ir pra frente e pra tras até ver a cara de satisfaçao dele, logo, ele me virou de quatro e comecou a meter vigorosamente, e eu ja estava gozando de novo, ele me apertava minha virilha enquanto enfiava aquele cacete gostoso e ficava roçando os pentelhos na minha bunda, quando ele estava para gozar ele perguntou se podia gozar dentro de mim e falei que não, ele tirou pra fora e gozou na minha bunda, onde pude sentir aquela porra quente escorrendo. Nos recompomos, e eu ja estava totalmente descontraida, quando fomos tomar banho de banheira, ficamos nos tocando e eu pude brincar com aquela rola que me deu tanto tesao a minutos atras, ele sentou na bera da banheira e eu fiquei dentro d'aqua apoiada no meio de sua pernas olhando para aquela rola já apontada na minha direçao, nao resisti e comecei a chupar, passava a lingua das bolas a cabeça daquela rola, quando percebi que ele poderia estar pra gozar novamente eu parei e sugeri que voltassemos pra cama, mas ele falou agora é sua vez. Ele pediu pra ficar de quatro, e começou a lamber minha boceta, passando a lingua no meu cuzinho, eu me contorcia toda e logo senti aquela rola deliciosa na minha buceta novamente... quando eu estava praticamente gozando de novo, ele perguntou se eu ja tinha feito sexo anal, eu disse já (mas nao gostava muito), entao ele falou que eu iria me surpreender. Eu já nao podia negar nada pra ele e deixei ele tomar conta da situação, logo senti uma pressão no meu cuzinho e ele se abrindo para receber aquele intruso... eu nao senti dor nenhuma, pelo contrario, me senti completa sendo devorada por aquele homem, ele fazia movimentos leves, me fazendo gozar pelo cu. Eu nunca havia sentido isso. Derrepente ele começou a gritar e comecei a sentir aquele gozo quente dentro do meu cuzinho, foi maravilhoso. Tomamos banho, nos arrumamos e voltamos pro trabalho sem almoçar e como se nada tivesse acontecido. Depois disso ainda saimos mais umas vezes até ele ser transferido para outro estado. Meu marido não soube de nada até hoje, vivo muito bem com ele, e de vez em quando fico me lembrando dessa aventura gostosa e por que nao, segura.

.363. MEU GENRO TARADO!Tenho 55 anos, cabelos curtos, sou ruiva natural (todinha, minha vulva é peludinha), 1,69m, 68 kgs , coxas grossas, bunda grande, seio fartos (um pouco caídos). Tenho tbm o que chamam de clitóris avantajado (quando excitada ele sai mais ou menos 1,5 cm para fora dos grandes lábios). Sempre fui muito quente na cama e até 8 anos atrás tive uma vida sexual bastante movimentada. Meu marido era um homem, embora 12 anos mais velho que eu, completamente pervertido e tarado por sexo. Até este acontecimento que vou relatar eu nunca tinha tido outro homem. Em 1995 ele enfartou e logo após passou a ter depressão (mal do qual nunca ficou totalmente curado), o que o levou a tomar medicamentos que acabaram com sua (e minha) vida sexual. Temos uma filha de 32 anos, casada com um homem de 35. Meu genro, que até a data do acontecimento considerei como um filho, pois o conheço desde a adolescência, é um homem alto (1,85m), magro, e muito bonito. Pois bem, vamos aos fatos: Em 10 de dezembro de 1992 fomos para nossa casa de praia, a fim de passarmos o verão; minha filha, meu genro e meu neto (que tem 9 anos) foram conosco; Minha filha (Marisa) viajaria dia 20, pois os pais de Bruno (meu genro) pediram que ela levasse o Bruninho para passar o final de ano com eles. Meu genro só iria depois do dia 20 de janeiro, quando entraria em férias. Na noite do dia 19 (foi aí que tudo começou) fizemos um churrasco para comemorarmos a viagem de minha filha e todos bebemos um pouco a mais, especialmente meu genro. Ele estava muito assanhado, percebi que durante o churrasco sempre que podia bolinava minha filha e dava a entender que iriam fazer sexo anal naquela noite, Por volta de 1 hora da manhã fomos nos deitar. Deitei e dormi direto. Na madrugada (mais ou menos 3 horas) acordei com sede. Levantei para ir beber água e ao passar pelo quarto de minha filha notei que a porta estava entre-aberta. Quando cheguei perto para fechá-la escutei gemidos. Ia dar volta, mas a curiosidade foi maior e cheguei mais perto para ouvir. Minha filha dizia: Aaaaiiii que gostooooosoooo..... enfia mais essa língua Bruno.... que delícia...... aaaaiiiiii....... não resisti, espiei pela fresta. Minha filha de pernas abertas e Bruno com a cabeça enterrada nas coxas dela, ela agarrava sua cabeça e forçava contra a boceta.... Fiquei espiando, vi quando ele tirou a cabeça de suas coxas e se posicionou para penetrá-la. Ouvia ela dizer bota querido... bota tudo.... rasga a tua mulherzinha..... aaaaiiiiiii.... que pauzão gostoso... Minha cabeça voava, ao mesmo tempo que queria me afastar queria tbm ficar vendo e ouvindo, lutei contra a curiosidade e voltei para o quarto, mas não consegui dormir, aquela cena e aquelas palavras insistiam em martelar dentro de minha cabeça. Olhei para meu marido, ele dormia . Comecei então a sentir algo que não sentia a muitos anos. Sentia um calor nas minhas partes mais íntimas. Toquei de leve nos meus seios e senti os bico duros, escorreguei minha mão por dentro da calcinha e me toquei, para minha surpresa eu estava molhadinha. Fiquei me tocando e relembrando as transas que já tinha tido. Então resolvi ir ao banheiro para ficar mais a vontade. Sentei-me no vaso sanitário, peguei um escova de cabelos e enterrei o cabo na minha boceta enquanto manipulava meu grelo, que parecia estourar de tão grande. Já estava quase gozando quando a porta abriu, era meu genro... ficamos nos olhando por rápidos instantes.... ainda pude ver o imenso volume sob suas cuecas. Ele fechou a porta e saiu. O meu tesão acabou aí. Fiquei envergonhada. Voltei para o quarto mas custei a dormir. Na manhã seguinte acordei e estava fazendo o café enquanto pensava como encará-lo quando ouvi barulho atrás de mim, era meu genro e minha filha. Ele abraçou-me por trás( por rápidos momentos senti seu corpo encostado no meu como nunca tinha acontecido) e beijou-me lenta e demoradamente a face. Aquilo me arrepiou toda. Tentei afastar esses pensamentos. Por volta de meio-dia ele foi levá-los na rodoviária. Voltou a tardinha com 2 garrafas de vinho dizendo que era para bebermos . Procurei não encará-lo, estava com vergonha. Graças a Deus ele não tocou no assunto. Mais tarde, meu marido foi deitar e fui para a rede. Estava com um short curto e de pernas um pouco largas e de camiseta, apenas isso. Estava perdida em pensamentos quando vi uma taça de vinha me sendo alcançada, era meu genro. Ele puxou uma cadeira (de praia) e sentou-se na minha frente. Estava somente de calção, bem folgado. Fiquei bebendo pensativa, sem coragem de encará-lo quando percebi um certo volume sob seu short, levantei os olhos e vi que ele olhava fixamente para minhas coxas. Aí percebi que pela posição que eu estava ele podia, certamente, ver meus pelos pubianos. Imediatamente fechei as pernas. Ele levantou os olhos e sorriu. Confesso que me senti lisonjeada. Um homem de 35 anos tendo uma ereção por minha causa. Tornei a abrir as pernas lentamente. Começamos a conversar assuntos banais e continuamos bebendo. Quando levantei para buscar a segunda garrafa ele então fez uma brincadeira dizendo: "Minha sogra ainda tais uma gata.... Deves chamar bastante a atenção dos homens quando passas." Ri alegremente e rebolei mais ainda. Quando voltei para a varando passei no quarto para ver como meu marido estava. Ele dormia sob o efeito do lexotan. Talvez por causa do vinho eu estava alegre, solta.... Enchi nossas taças e voltamos a conversar. Meu genro não se conteve e tocou no assunto da noite anterior. Pediu desculpas por abrir a porta sem bater. Fez uma cara de ordinário e perguntou-me se eu havia chegado ao fim do que estava fazendo. Fiquei meia sem graça. Não sabia o que dizer. Baixei os olhos e o vi tocando, descaradamente, no pau que estava sob o short. Então criei coragem e disse que não. Ele insistiu: mas então continuas com vontade? Não respondi. Apenas sorri. Começamos então a conversar sobre sexo. Ele disse que entendia o que tinha acontecido. Que eu era nova e bonita e que meu marido, devido a seus problemas de saúde, não me satisfazia mais. Comecei então a dizer-lhe o quanto foi difícil para mim no início mas que agora, até aquela noite, eu tinha matado e enterrado essa vontade de sexo. Enquanto eu falava ele se tocava, já sem nenhum pudor. Pude ver o grande volume sob seu short. Aquilo tava mexendo comigo. Sentia aquele calor novamente. Sentia minha vulva úmida. Comecei então a esfregar as coxas umas nas outras. Procurei a garrafa de vinho aos meus pés e a encontrei vazia. Meu genro começou a me dizer que era podólatra, que tinha tara por pés. Que sempre achou meus pés lindos, mas que agora via que eu era linda inteiramente. Eu precisava fazer alguma coisa antes que o pior acontecesse. Levantei-me para sair mas cambaleei e ele me escorou. Nossos corpos se tocaram. Ele me agarrou firmemente. Senti seu pau encostado em mim. Quase desfaleci. Me desculpei e fui para o quarto. Meus pensamentos eram os mais libidinosos possíveis. Não conseguia dormir. Meu corpo fervia. Como eu podia estar sentindo aquilo pelo meu genro. Eu o conhecia desde a adolescência. E minha filha...... se soubesse de meus pensamentos o que aconteceria???? Resolvi levantar. Fui na cozinha, peguei um pouco de refri e me dirigi à varanda. Coloquei CD baixinho e fiquei de pé, ouvindo e me embalando ao balanço da música. Estava perdida em pensamentos quando senti um abraço por trás. Virei o rosto e dei de cara com meu genro. Ele estava colado em mim. Pensei em ser enérgica, mas não consegui. Ouvi ele dizer. "Desculpa, mas tô louco por ti.".. podia sentir seu pau crescendo na minha bunda... estava toda arrepiada... ele susurrava em meu ouvido... como és gostosa, te quero pra mim,, deixa eu te fazer feliz.... abriu meu soutien, liberou meus seios e começou a massageá-los.... meus bicos ficaram duros... meu corpo ardia... já não aguentava mais... virei-me e o beijei, nossas línguas duelaram dentro da boca, bebi a saliva dele e ele a minha, suas mãos agora exploravam minha bunda... eu colava mais ainda meu corpo no dele para sentir aquela pica. Ele então forçou meu corpo para baixo até eu me ajoelhar, comecei então a baixar as cuecas dele e espantada vi aparecer um pau de dar inveja a qualquer ator de filme pornô. É imenso, sem brincadeira nem exageros, hoje sei que tem 23 x 7 . Coloquei o que deu daquela maravilha na boca e lambuzei tudo com minha saliva. Eu tava louca. Queria poder engolir tudo. Agarrei com as duas mãos e massageava, chupava, cuspia naquele pau.... aiiiiii... sogrinhaaaaa.....que delícia.... fazes melhor que a Marisa.... como é bom.... issssoooo.... deixa ele bem molhado..... Bruno foi se abaixando e me deitou no tapete, começou então a sugar os meus seios, foi descendo pela minha barriga, lambeu minha xana por cima das calcinhas, aquilo era uma tortura, eu queria que ele arrancasse as calcinhas e me comece, Ele chegou a meus pés, começou a beijá-los e passar a língua pelos dedinhos.... chupando um a um.... aí subiu novamente e começou a tirar minhas calcinhas. Que buceta linda..... dizia ele... quanto pelo..... aiiiii...que grelo... sempre quis uma mulher assim, peluda e greluda.... aaaaiiii que delícia.... Essas palavras soavam como música para mim, eu gemia e dizia ..... chupa querido.... chupa tua sogrinha toda.... isssssooooo vaiiiiiiii....aiiii amorrrr, morde o meu grelo morde..... eu vou gozarrrrrrr... aaarrrrrrrr.... filho da putaaaaaaa... não tô aguentando;.... tô gozadooooooo..... e me derramei toda... parecia que tinha me mijado.... Ele subiu e beijou minha boca, senti meu gosto na boca dele. Abri as pernas e me preparei para recebê-lo. AAAAaiiiii....devagar amooooor... devagar.... vais me rasgar toda seu puto.... pára.... Estava me doendo, talvez pq eu estivesse a 8 anos sem saber oue era um pau, mas eu estava adorando. Eu queria aquele pauzão dentro de mim. ... continua boooottaaaaa....tudo.... me raga toda seu puto.... não pára.... quero tua porra todinha..... aiiii que delícia..... vou gozar de novo.......não páraaaaaa.... aiiiiiiiii....... tôooo gozanndooooo...... Parei, mas ele não parou. Tirou o pau de dentro de mim, todo melado e mandou eu chupar que iria gozar... chupa sogrinha..... chupa querida.... aiiiiii como é boooommmmm... fazzzz asssiiimm .... faz minha velha gostosaaaaaa... vou gozarrrrrr...... aiiiii putonaaaaaa e derramou tudo na minha boca, bebi o que pude, o resto escorreu pelo canto da boca. Ele então beijou-me e limpou o resto da porra que escorria no meu queixo. Eram 3 horas, eu estava cansada, mas não satisfeita, queria mais, mas isso eu conto depois.

.364. TRAINDO O MARIDÃO!Amo meu marido acima de tudo. Somos um casal feliz e vivemos uma vida harmoniosa. Marcos tem 30 anos e eu estou agora com 28 anos. Temos cinco anos de casados e jamais pensei que fosse ocorrer o que aconteceu. Vamos ao que interessa. Eu e Marcos fomos passar nossas férias do inicio do ano no litoral. Por uma série de problemas chegamos na ultima semana de férias, quando nossos amigos já estavam instalados e queimados de sol faz tempo. Mesmo assim, as férias foram ótimas, e pudemos nos divertir a beça. Quando chegou no final da semana teríamos que retornar, mas todos foram unanimes que eu deveria ficar mais um pouco, afinal, fiquei menos de uma semana. Falei que não, que não queria deixar o Marcos sozinho, mas a insistência foi tanta que concordei em ficar por mais uma semana. E tudo transcorreu normal até uma quarta-feira. Confesso que já estava sentindo saudades do meu marido. Ficar sozinha e mais, dormir sozinha é insuportável. Nesta quarta-feira a tardinha os dois casais de amigos que nos acompanhavam (Maria e Paulo, Carlos e Dora) resolveram ir ao shopping, almoçar por lá, fazer compras no hipermercado, enfim, voltar a noitinha). Eu resolvi ficar, achei que ia sobrar. Eles insistiram, mas eu fui taxativa e disse que queria ir na praia, ler um livro, descansar. Na praia, semi deserta, por ser dia de semana, sem nada prá fazer bebi uma, duas, três caipirinhas e, depois, tontinha, resolvi me estirar na toalha para me queimar. 'Você vai se fritar no sol desse jeito", ouvi uma voz ao meu lado. Estiquei o pescoço e me deparei com um homem absolutamente lindo, com trinta e poucos anos, que me fitava por inteira. Sem saber o que fazer esbocei um ameaço de riso e fiquei muda. Ele continuou: não sei como você é de frente, mas de costas, com este biquinininho, é encantadora. Fiquei apavorada sem saber o que fazer. E ele se sentou ao meu lado e disse: conheço poucas mulheres que tem uma bundinha como você.. Quis protestar, mas ele não me deixou continuar, apenas afirmou que não estava sendo desrespeitoso, apenas fazia uma constatação. Que ele normalmente não era ousado assim, mas que, me vendo daquele jeito, com aquele biquini, não resistiu. Ainda mais, prosseguiu, com minha esposa longe daqui há mais de quinze dias. Ainda com efeito do álcool pensei que ele estava na mesma situação que eu. Mas continuei calada e ele perguntou o meu nome. Não respondi e ele insistiu, dizendo que não faria mal nenhum eu dizer o meu nome e esticou a mão dizendo que se chamava Jonas. Por reflexo também estiquei a mão e disse um nome qualquer: Rita. Ele pegou na minha mão e sorriu lindamente afirmando: sei que não é Rita, mas pelo menos já tenho como chamá-la. E ainda segurando na minha mão forçou-a para cima fazendo o meu corpo girar sobre a toalha. Ele me olhou de cima para baixo e falou: tão linda quanto de costas. Casada? Aposto que sim. E bem casada, pelo visto. Cadê o marido? Não está aqui? Falei que não e ele disse que era uma pena para mim, mas ótimo para nos. Eu tentei falar alguma coisa, mas ele continuou: Rita, nunca mais você vai me ver, somente hoje e agora. Estou tão sozinho, sentindo uma falta enorme da minha mulher, do mesmo jeito que você deve estar sentindo do seu marido. Juntemos nossa solidão, depois a gente esquece tudo, mas bobagem perder um momento desses. Fui protestar mas ele não permitiu e continuou dizendo que não era canalha ou sem vergonha, nada disso, apenas que me tinha visto na praia e sentido um tesão incrível. Optei por falar com você, se não quiser vou embora, mas juro que gostaria muito de passar uma tarde toda com você. Fiquei estática, sem saber o que falar. Acho que fiquei paralisada, olhando no rosto dele por mais de dez minutos quando ele pegou na minha mão e me puxou dizendo: aprendi que nestas coisas não se pode deixar mulher pensando muito e foi me conduzindo para o seu carro. Depois de uns dez passos parei de andar e ele, me olhando nos olhos falou: não quer ir? Se não quiser é livre para não ir, não estou te forçando a nada. E antes que eu falasse alguma coisa pegou no meu queixo, me olhou nos olhos e se aproximando me deu uma bicotinha. Depois passou a mão no meu pescoço, me deu outra bicotinha e me segurando pela mão, sem falar nada me conduziu até seu carro. Fiquei quieta por cinco minutos, o bastante para chegar até um hotelzinho. Na garagem ele abriu a minha porta e antes que eu esperasse me pegou no colo e foi me levando até a cama. Em um minuto já tinha tirado o meu biquini e me virou de bruços dizendo: que delicia, e com marquinha ainda é mais gostoso e depois pediu para que eu me virasse. Olhando pelas costas me deparei com Jonas nu, segurando seu mastro todo duro, me olhando e dizendo: gosta? E eu não respondi e ele novamente falou: que menina tão calada, vamos ver se trabalha em silencio e veio perto, me tocando, tocando, lambendo meu pescoço, se aninhando em mim até que eu não resisti e soltei um longo gemido. Vitorioso, ele falou: isso mesmo, se solta, viemos aqui não para trair ninguém, mas sim para trepar. Quero te comer a tarde inteira e senti um dedo seu me invadindo e ele, sorrindo, me olhando, dizendo: como está tão molhadinha. Vestiu uma camisinha rapidamente e sem preliminares deixou sobre mim, abriu minhas pernas e enfiou tudo. Eu urrei ao senti-lo me penetrando. Gosta disso, ele me perguntou e eu continuei quieta. Gosta disso, ele me perguntou, enfiando ainda mais, gosta? Não resisti, e do fundo da garganta respondi com um sim. Ele sorriu e continuou socando dentro de mim. Meu corpo estremeceu, comecei a gozar, gozar, ficando toda molinha. Ele nem me deixou relaxar, me segurando pelos cabelos, falando de forma imperativa disse: agora não tem retorno, nem dá mais pra vacilar, o que está feito está feito, só temos que aproveitar ainda mais.... e tirando a camisinha me disse para eu lambe-lo. Venha cá, minha menina, mete esta boca no meu pau e foi se aproximando dos meus lábios. Como eu não fazia menção para abri-los ele falou: que que é isso: me dá a bocetinha e não quer me chupar e foi enfiando o pau na boca até que fiquei meio sufocada. Lamba, ele mandou e aí eu pensei: já dei pra ele, Jonas tinha razão, não tem volta, o jeito era aproveitar e só me arrepender depois... e pensando assim fui lambendo aquele pau gostoso, enfiando na boca, passando a lingua nas veias enquanto sentia suas mãos me explorando. De quatro, ele falou e eu obedeci. Ele ficou me examinando e dizendo: que rabo mais lindo.... que bocetona.... já deu prá alguém antes? E eu respondia agora a tudo, dizendo que não, que depois de casada nunca tinha feito isso antes. E antes, ele perguntou? E eu sorri, dizendo que não era tão bobinha assim..... e depois de enfiar dois dedos na minha xotinha, novamente encosta a cabeça do pau e vai enfiando, pedindo para eu gemer. Rebola, minha cadelinha e eu rebolo. Ele fala que está cada vez mais encantado com minha bundinha, com as marquinhas do biquini. E eu sentindo aquele pau crescendo dentro de mim, bombando. De repente ele tira e deixa só a cabeça na portinha da xota e sem que eu espere empurra tudo, me fazendo urrar. Até que, numa dessas vezes ele encosta em outra portinha, a do meu cuzinho. Percebo suas intenções e tento escapar mas não consigo fugir. Ele encosta a cabeça na portinha e pede para que eu relaxe, que faça força para fora, dizendo que, caso contrario vai doer. No princípio eu reluto, mas depois percebo que é o melhor que tenho que fazer. E devagarinho ele vai enfiando, enfiando, comendo meu pobre rabinho. Passamos toda a tarde assim, trepando de todas as maneiras. Eu já tomava a iniciativa de chupa-lo, de me sentar por cima dele, de colocar os biquinhos do meu peito na sua boca. Até que começou a chegar a noitinha e ele me levou para próximo da casa. Ainda me falou. As vezes venho nesta praia, mas somente no inicio do ano.... quem sabe.... eu deu um sorrisinho de safada e ele me beijando falou: você é um bocetão, menina.... que sorte tem o seu marido.... e que rabinho, hein, putinha!!!!

.365. EMBRIAGANDO O MARIDO!José, acabara de sair do duche. - A água quente, que em jactos finos batera-lhe violenta e incessantemente no corpo, agira como uma autêntica massagem, retemperando-lhe as forças e a boa disposição. De certa forma, para além da rotina diária que o banho para si sempre representava, - naquele começo de noite - muito especialmente - não tinha sido só a higiene que o motivara, mas também a premente necessidade de conseguir um relaxamento físico. Efectivamente, aquele tinha sido um dia extenuante preenchido por duas importantes reuniões com clientes estrangeiros, acabando por conseguir - mercê do seu poder de persuasão - estabelecer dois contratos de fornecimentos com duas das mais importantes cadeias de lojas internacionais abrindo-lhe as portas para um aumento quase explosivo da sua produção industrial. - Embora extremamente satisfeito com os resultados alcançados, a verdade, é que aquela tenção o tinha deixado extenuado, desejoso, por isso, de escapar a todo aquele "stress" e gozar o resto do dia, longe do escritório e dos seus problemas, que, pese embora as chatices e cansaços, representava uma parte importante da sua fonte de rendimentos, logo, do seu desafogo económico, merecendo por isso que lhe dedicasse toda a sua atenção. Enquanto se enxugava, esfregando-se vigorosamente com uma toalha turca no meio da bruma gerada pelo vapor, ia pensando nas alternativas que tinha para essa noite. - Sentar-se a ler um bom livro? - talvez! - Ou quem sabe, ver um pouco de televisão, confortavelmente sentado, descansando preguiçosamente, depois de toda aquela fastidiosa labuta...?! - Umh! essa ideia não era também para menosprezar, até porque, passaria um bom filme no canal 4 que tinha interesse em rever... Em frente ao espelho, penteando-se, ponderava pensativamente os prós e os contra das alternativas, as quais, francamente, não o satisfaziam totalmente, deixando-o indeciso e numa certa apatia que augurava uma noite de preguiça. Subitamente e num assomo de inspiração, bateu com a mão na testa murmurando: - "Oh diabo!...porque é que eu não me lembrei antes disto...? " - para logo decidir: - "Opimo! é isso mesmo!" - disse para consigo - ... " uma volta pelos hotéis e tentar "caçar" alguma "ovelha" tresmalhada, que ande esfomeada à procura de "alimento"!" - "Brilhante ideia!" - murmurou. - "É disso mesmo que estou a precisar para sair desta letargia... " Totalmente decidido, e já com um sorriso alegre e enigmático estampado na cara, foi-se vestir. - Era uma noite quente de verão; - olhando o relógio que marcava as 22 horas, pensou, esfregando as mãos com satisfação: - " Esta é mesmo a hora ideal para arrancar! - Ah! como é bom estar vivo e ter força e vida para goza-la! " - para depois, com uma gargalhada bem disposta, rematar com humor: - "muito especialmente quando o gozo é esse maravilhoso manjar dos Deuses que dá pelo nome de mulher!..." José, estava na casa dos trinta e cinco anos, intensamente vividos, mercê das muitas mulheres que passavam como meteoros pela sua vida de certa forma aventurosa e atribulada, as quais, eram por assim dizer quase seleccionadas a dedo, por Facilmente as encontrar, - como frutas maduras pedindo para serem colhidas, - nas suas "caçadas" nocturnas pelos hotéis e discotecas da cidade. Porque para elas o interesse principal era o sexo e o relacionamento aventuroso que isso lhes proporcionava fazendo-as alienar-se do quotidiano inexpressivo e fútil que levavam durante todo o ano, não manifestavam, geralmente, qualquer exigência afectiva, a não ser a do momento presente, insinuando-se e acedendo por isso com bastante ligeireza às investidas romanescas de José. - Assim, muitas mulheres das mais diferentes profissões e posições sociais, desde médicas a donas de casa, passando por administrativas, advogadas, professoras e por aí além, tinham já sucumbido irresistivelmente ao seu jogo de sedução há muito estudado e testado, acabando, quase sempre, por caírem nas suas artimanhas e no seu charme em devaneios loucos e nada ortodoxos que acabava, contudo, por fazer a delicia de todas elas. Extremamente bem parecido, de estatura mediana, tipo latino, olhos negros, "transpirando" virilidade por todos os poros, possuía, para além disso, algo de provocante na sua forma de agir que ponha as mulheres em transe atraindo-as como moscas ao mel. De porte distinto, vestia-se sobriamente com roupas de qualidade e de bom gosto, comportando-se sempre com espontaneidade e sem qualquer afectação, dominando com todo o à-vontade as situações mesmo as mais perigosas ou caricatas. Depois de uma última olhadela ao espelho e satisfeito com o que nele viu reflectido, encaminhou-se assobiando descontraidamente para a garagem, entrando no seu BMW negro, topo de gama, que arrancou pouco depois com um potente ruído de motor em direcção à cidade. Conduzindo pelas ruas que começavam já a diminuir a intensidade de tráfego, dirigiu-se para a zona hoteleira, ouvindo distraidamente através do leitor de "compact disc" a orquestra ligeira de João Tadeu executando - "quando uma mulher quer, o limite é o céu" - ao mesmo tempo que olhava displicentemente o movimento de pessoas nos passeios, sorteando mentalmente um dos muitos lugares a que chamava irónicamente o "seu território de caça". Depois de uma série de voltas esperando que a luzinha da inspiração se acendesse, decidiu-se repentinamente pelo "Princess Hotel", e porque já estava praticamente sobre a entrada, guinou subitamente sem mesmo fazer "pisca" para o parque privativo, estacionando e saindo agilmente do carro, demonstrando toda a sua pujança e plena forma física, enquanto usava instintivamente o controle de infravermelhos para trancar as portas e os vidros. A apresentação, - ou melhor - o impacto inicial que a sua figura pudesse criar na mulher seleccionada, seria determinante para a sua conquista ou recusa; - por isso, maquinalmente, e na tentativa vã de controlar os seus cabelos revoltos, passou ambas as mãos lateralmente pela cabeça penteando-se com os dedos, ajeitou melhor o nó da gravata, dirigindo-se a passos elásticos e decididos para o enorme hall do hotel, um 5 estrelas moderno e luxuoso de arquitectura futurista onde os grandes espaços predominavam, fazendo-nos supor que mesmo no seu interior nos encontrávamos em pleno céu aberto rodeados pelos verdes das plantas que caiam em corriolas , algumas delas, desde o topo dos seus 15 andares, encimado por uma cúpula de vidro. Com um sorriso de agradecimento ao porteiro que delicadamente o cumprimentou abrindo-lhe a porta, entrou para o interior, dando uma mirada descontraída por toda a zona da recepção, tentando visualizar alguma "ovelhinha" perdida e sem pastor que fosse do seu agrado pessoal, vendo muitas, mas infelizmente para o seu apetite devorador, algumas delas já com o prazo de validade ultrapassado, e, outras, bem comestíveis por sinal, infelizmente, com o seu "canibal" demasiado perto para que pudesse tentar de alguma forma candidatar-se também a "meter-lhes o dente". Encolhendo os ombros resignado depois daquela infrutífera deambulação, dirigiu-se calmamente para um dos elevadores, entrando e carregando no botão que indicava o último andar. - O pequeno habitáculo, totalmente envidraçado, que como nave extraterrestre subia numa aparente vagarosidade pelo exterior do arranha-céus, deixava-o sempre maravilhado com a magnifica vista nocturna da cidade que ganhava novas nuanças, devido à constante mudança de altitude. O sinal acústico da paragem e a abertura da porta, fê-lo voltar à realidade. - Saindo para um largo corredor, encaminhou-se para a boate, a qual, decorada num estilo vanguardista onde predominavam os tons escuros contrastando com uma série de esculturas humanas em tamanho natural totalmente brancas, dava-nos a sensação de estarmos caminhando através de um túnel, a caminho do Olimpo. - A iluminação, do mesmo tipo inovador, com miriades de pequenas lâmpadas, que saiam do tecto como se fosse constelações a brilhar num céu negro, projectava uma luz difusa, fazendo todo o salão mergulhar numa penumbra quase irreal. - Era sem sombra de dúvida, um lugar extremamente aprazível e desconcertante, que valia a pena conhecer. - Ao centro, num pequeno palco rotativo, um pianista dedilhava uma música suave e melodiosa, dando um toque especial de requinte e intimidade a todo aquele ambiente nostálgico. À entrada do salão, José parou adaptando a vista às diferenças contrastantes de iluminação. Perfeitamente à-vontade naquele ambiente, e também profundo conhecedor do local, rodou lentamente sobre os calcanhares e como se fosse um radar, deu um varrimento visual e superficial ao salão, acabando por escolher uma mesa colocada estrategicamente que lhe possibilitava controlar discretamente as pessoas que iam entrando. Já sentado, e com a vista completamente adaptada à penumbra, mirou mais atentamente em seu redor, entretendo-se a avaliar, como sempre fazia, aquela miscelânea de gentes das mais variadas raças e nacionalidades, que qual colmeia, produziam um zumbido surdo, devido às tagarelices a meia voz e aos risos que ecoavam um pouco por toda a parte. Poder-se-ia dizer com alguma propriedade, que lá encontrava-se praticamente de tudo: - desde "veados" à procura de macho, até "fufas" à procura de fêmeas, passando por novos e velhos, ou velhas e novas, tentando cada um encontrar a sua quota parte de emoção. - A maioria contudo, eram casais já a descer a "estrada da vida", que sonhavam ainda gozar da melhor maneira e com bastante animação o seu crepúsculo. - Algumas outras, sozinhas, para as quais os "verdes anos" não passavam também já de uma nostálgica recordação, procuravam "sangue novo" que lhes pudesse aquecer as longas noites de solidão, fazendo-as acreditar, mesmo que momentaneamente que a frescura da juventude e o poder de sedução, ainda não as tinham abandonado. - Em todo este "leque", existia também algumas raparigas, bastante jovens, que pelo seu comportamento ingénuo, tentavam certamente realizar os seus sonhos de adolescentes procurando o seu príncipe encantado mesmo que isso somente as transformasse em princesas por um dia..., enquanto que alguns rapazes imberbes, encetavam no meio de algum aparato os seus primeiros passos na senda dos "conquistadores", bebendo e fumando em gestos ostensivos, quase teatrais, como a quererem demonstrar a sua maioridade e veteraniedade naquelas andanças. - Sobrepondo-se a tudo isto podia-se ainda pressentir os "gaviões" profissionais, machos e fêmeas, que "planando" sobre toda aquela turba, procuravam encontrar "fregueses" dispostos a pagarem bem por uma noite de efémera ilusão... Independentemente do prazer de uma bebida ou de um pedaço agradável de convívio que certamente muitas das pessoas, ali, somente buscavam, a boate, era sem dúvida como um imenso parque de ilusões, onde uma maioria, procurava encontrar algo de diferente que as fizesse alhearem-se dum quotidiano de marasmo, quase sempre cinzento nas suas opacas vidas. Nessa deambulação visual, muito parecida ao de um experiente predador procurando calma e conscenciosamente a sua presa, chamou-lhe subitamente a atenção para um casal que tinha surgido à entrada. Ele, na casa dos trinta e muitos, com cerca de 1,60cm de altura, cara redonda de bonacheirão e corpo a jogar bastante para o flácido, disfarçava habilmente o excesso de gordura com um fato escuro convencional de muito bom corte e uma camisa imaculadamente branca que rematada por uma gravata italiana de seda pura com matizes de azuis e verdes formava um conjunto extremamente mundano e agradável; - Ela, na casa dos trinta, bastante mais alta, - altura que se acentuava ainda mais pelos sapatos negros de tacão alto que ajudava a realçar-lhe as magnificas e esguias pernas quase à mostra, cobertas somente por umas "collants" transparentes da mesma cor e por um vestido de noite de um negro brilhante, bastante justo e curto, não conseguindo nem certamente pretendendo as esconder, modelando pelo contrário, quase como uma segunda pele, um corpo extraordinário, capaz de fazer crescer agua na boca até dum morto, e, que como um íman, atraía de imediato as atenções dos demais; - Como se tudo isto não chegasse, o conjunto era ainda rematado por uma cara linda e sensual, de tipo rectangular, aonde se salientavam uns grandes olhos verdes, extraordinariamente expressivos, e, uns cabelos cor castanho ouro, ligeiramente ondulados que lhe caiam sobre os ombros e que com a incidência dos jactos de luz resplandeciam como seda. Parados no hall, parecendo ponderar onde se iriam sentar, pois as mesas àquela hora já estavam quase todas ocupadas, momentaneamente, os olhos da mulher e de José entrecruzaram-se. - A insistência do olhar dele fê-la cochichar algo no ouvido do marido, fazendo que este, por sua vez, olhasse para onde José se encontrava, assentindo com um ligeiro aceno de cabeça e encaminhando-se depois com alguma dificuldade na sua direcção. Contornando uma série de mesas que os fazia andar em ziguezagues, foram-se aproximando até chegar junto a José que os seguira sempre atentamente com um olhar de predador, admirando extasiado o porte e o andar felino da mulher: - " Boa Noite! - desculpe se o incomodamos, mas como vê as mesas estão praticamente cheias! - vê algum inconveniente em que eu e minha mulher nos sentemos na sua mesa?" - perguntou o homem polidamente. " Claro que não! - Tenho nisso aliás, o máximo prazer!" - respondeu José simpaticamente levantando-se de imediato e ajeitando cortesmente uma cadeira para a senhora se sentar. O casal com um sorriso de agradecimento acomodou-se, falando alguns instantes entre si em voz baixa, acabando logo depois, com bastante à vontade por estenderem a conversa a José, que cordialmente se apresentou, o que foi secundado por eles. Pela apresentação, ficaram a saber que ele, José, era empresário, solteiro, vivendo praticamente só, numa herdade que possuía no campo; - gostava da aventura e do insólito, mas sobretudo de travar novos conhecimentos e criar também novas amizades. Eles, eram casados, ambos deputados no parlamento Espanhol, - pormenor que José só soube muito depois - estando a desfrutar incógnitos - como sempre o faziam - alguns dias de férias. Gostavam da sensação da velocidade, especialmente motorizada e de conhecer novos locais, - hobbys a que se dedicavam sempre que podiam - tentando gozar durante esses dias de ócio, uma vida sem amarras e sem condicionalismos sociais, de uma forma completamente diferente àquela a que eram forçados a viver onde residiam e trabalhavam. Ele chamava-se Garcia, era engenheiro técnico de automóveis, sendo o director-geral duma importante empresa estatal, e, por sistema, uma pessoa pouco expansiva mas espirituosa e delicada naquilo que dizia, gostando mais - ao contrário da maioria dos políticos - de ouvir, do que de falar. Ela, Tânia, era praticamente o oposto do marido; extremamente bem disposta e expansiva, com uma vitalidade fulgurante, falava e ria sem inibições, demonstrando bem todo o entusiasmo que ponha na vida, que repartia entre a política e o seu trabalho profissional, - de que muito gostava - pois para além de deputada era também bióloga chefe num grande laboratório Espanhol. A aventura sempre a tinha fascinado e por isso as suas grandes paixões, para além da biologia, eram os automóveis potentes, tendo sido exactamente por isso que tinha conhecido há dez anos atrás o marido, por altura dum rali de Monte Carlo. Muito embora a conversa, - como quase todas entre desconhecidos, - tivesse começado de uma forma quase protocolar, a verdade, é que aos poucos a mesma foi-se transformando, já que todos eles eram não só bons conversadores, como também, bastante sociáveis e de fácil relacionamento. Por isso, não foi de estranhar, que o convívio se tornasse rapidamente numa "cavaqueira" agradável e até com halos de uma certa intimidade, de tal forma, que passada uma hora, o relacionamento era tão descontraído, que pareciam quase conhecidos de longa data. Garcia, embrenhado no que ouvia e quase sem dar por isso, estava aos poucos emborcando uma quantidade substancial de whiskys - velhos que tomava seco só com gelo, que não sendo nele habitual, manifestamente estavam já a corroer-lhe a sua fleuma ao estilo britânico, provocando-lhe um verdadeiro estado de euforia e desnibição, bem ao jeito dos latinos. Este comportamento anormal não passou despercebido à mulher, até porque o marido começava a tornar-se um pedaço maçador e peguento, pelo que resolveu chamar-lhe já um tanto chateada a atenção para o Facto, conseguindo com isso, que ele a contragosto reduzisse drasticamente a quantidade dos "drinks", não evitando contudo, que o álcool que anteriormente ingerira, continuasse a sua rota de colisão a caminho do cérebro, deteriorando gradualmente o seu habitual comportamento passivo e bonacheirão. De Facto, pouco habituado àqueles excessos, Garcia, sentia-se como se fosse o centro do mundo, agarrando-se insistentemente com viscosidade aos braços de José e da mulher, insistindo de um modo obsessivo para lhe prestarem atenção, pois, com a cabeça alterada como estava, a sua necessidade mais premente era lhes contar a sua vida e os seus desejos mais íntimos, pondo todos os seus segredos em dia, como se dessas confidências dependesse a sua salvação eterna. Com voz empastada e denotando já todos os sinais de embriaguez, fez um sinal de "vem cá" com a mão para que os dois se debruçassem para ele, confidenciando-lhes arrastadamente: "Hei José! ... pssst... oiça-me!... porra!, oiça-me !!!, ... oiça-me porque vale a pena!... - você pode não acreditar... mas o que lhe vou contar é a verdade, só a verdade e nada mais que a verdade...! - acho que o meu casamento está a ir pela sanita abaixo, talvez porque o amor, infelizmente, é como a chama do fósforo: - só dura enquanto houver pau... - e o meu pau ou já está faltando, ou anda com muita humidade... - Acredite! - a minha mulher, (esta querida, - este pedaço de febra - boa como o milho, que está aqui ao nosso lado), é louca para a malandrice, embora não goste de dar a perceber; - é tão louca que se eu lhe fizesse a vontade ao corpo, teria que lhe mergulhar o "pirilau" no "poço" pelo menos três vezes ao dia, sem contar com os extraordinários , - entende o que eu quero dizer?... não entende? " - perguntava com voz "empastelada" piscando um olho num gesto cúmplice, - " mas isso era se eu quisesse ou pudesse ... percebeu?..." Parou um pouco como a recobrar alento, continuando depois no mesmo secretismo e com a mesma insistência:: - "... Ainda bem que eu só gosto desse "prato" lá de vez em quando e espaçado bem de mês a mês, porque senão esta "gaja" matava-me!.. podes ter a certeza, meu amigo, que ela ponha-me só em pele e osso e sem me poder aguentar mais nas "canetas"... - O que eu realmente gosto e que ela nunca adivinhou, nem lhe passou mesmo que levemente pela cabeça, é uma outra coisa completamente diferente e que me tem transtornado estes anos todos; - por isso prefiro que ela me deixe dormir em paz e sossego, sonhando com os meus devaneios, porque para "monta-la" já não tenho agilidade, e, a verdade, é que já estou me sentindo velho demais para dominar éguas que tomam o freio nos dentes!" Depois de um curto silêncio, e perante as expressões de incredulidade dos dois devido ao rumo que a conversa ia tomando, arreganhou a cara num sorriso idiotizado, que tentava ser espirituoso: - "Olha José! o sacana do inglês é que tem razão quando diz:... " o sexo é algo de incomodo, que nos obriga a trabalhar em posições extravagantes, com consequências que podem ser às vezes desastrosas... - Ah! Ah! Ah (ihp)! esta é boa? não é?...." Pelos vistos, parecia que as confidências ainda não tinham acabado, pois, de seguida, debruçando ainda mais o corpo sobre a mesa, e olhando manhosamente de través para um lado e para o outro, pretendendo certamente se certificar que ninguém mais o ouvia - desconfiado, como aliás é peculiar a todos os bêbados, - colocou o dedo indicador espetado à frente dos lábios unidos em bico, como a dizer que o assunto era algo da maior confidencialidade; - de dedo indicador no ar, aproximando vacilantemente a cara dos dois e lançando-lhes na Face um hálito forte a álcool, prosseguiu quase a choramingar numa voz baixa e soluçante: - "Agora ... vou confessar a vocês, o meu segredo, aquilo que eu verdadeiramente anseio! - é uma coisa que eu nunca disse a ninguém! - perceberam?.. - isto tem que ficar somente entre nós os três, porque senão é uma grande merda!" - fez mais um compasso de espera, tentando recobrar o fôlego e talvez aguçar-lhes a curiosidade, continuando cada vez mais arrastadamente como se estivesse aos poucos sendo acometido pela gaguez: - " O que eu... que eu gosto mesmo...e que pode salvar o nosso casamento, porque isso satisfaria não só a minha maior ambição, como seria a felicidade dela (embora ela vá dizer pudicamente logo que não) - era ver minha mulher, esta minha querida e adorada mulher, a ser "comida", por um gajo, estilo goooorila,.. ou então, e ainda melhor, por dois ao mesmo tempo, fazendo com ela uma sandes, como se os dois gajos fossem o pão e ela o conduto, que é como quem diz: - a febra! - Poooorra! que só de pensar falta-me o ar e começo a ter arrepios!" - dizia, respirando entrecortadamente, enquanto esfregava vigorosamente os braços, continuando sem perder o fio à meada: - " enquanto eu, sentado descansadamente num sofá e saboreando um bom whisky via este corpinho querido, a se contorcer de "tesão" ao ser "montado" e "recheado" ao mesmo tempo por dois imeeeeeensos "chouriços" deste tamanho (e abria os braços tentando mostrar o comprimento), ouvindo os seus gemidos atesoados e as suas suplicas lamurientas, pedindo que lhe metessem com força cada vez mais, como se as piças não fossem piças mas sim cobras gigantescas prontas a se meterem nas suas duas "cavernas". - Porra!... tenho sonhado tanto com isso, que se os meus sonhos podessem ser realidade, podes ter a certeza - José meu amigo - que esta minha adorada e casta esposa, até por um elefante já tinha sido "comida"... Ah! Ah! Ah! (ihp) " - finalizou, rindo em falsete e aos soquetões como um velho e podre motor a falhar, de olhos semicerrados cochilando como se estivesse prestes a adormecer enquanto abanava sentenciosamente a cabeça, querendo com este gesto, talvez, demonstrar que todas aquelas palavras eram a expressão exacta das suas ânsias e sentimentos. Estas sórdidas afirmações, totalmente inesperadas, declamadas com uma sofreguidão balbuciante de uma concupiscência alucinada, mesmo vindo de um bêbado, caíram na mesa como uma autêntica bomba, deixando Tânia perfeitamente atónita e José se sobrancelhas arqueadas e olhos esbugalhados, olhando interrogativamente para os dois, transparecendo na sua cara toda a zombaria e incredulidade mal contida, motivada pelo ridículo e pelo inesperado da situação. " Francamente Garcia! isto é inconcebível! ...O que é isso de salvar o nosso casamento? você ficou louco...? não tem um mínimo de vergonha nem de pudor nessa cara...?" Perguntou Tânia veementemente, com a voz trasbordante de uma raiva dificilmente contida, de Face afogueada tingindo-se de escarlate, com lágrimas de profundo despeito e decepção enchendo-lhe os olhos que chispavam de ódio, enquanto se ponha subitamente de pé, determinada a abandonar a sala sozinha. Garcia, agarrando-a por um braço, obrigou-a novamente a se sentar, dizendo-lhe: - " Hei!... pssst... tem calma! ... mas que merda é esta Tâniazinha?, ... então, já não se pode ser honesto com ninguém?... - deixa-te de fazer fitas, porque o que eu disse é verdade e tu sabes muito bem que há muito tempo andas louquinha para ser "montada"! ... ou julgas que eu não me apercebo?... - Agora diz-me francamente: - seres "montada" por mim, - que até monto mal, - ou por outro gajo qualquer, - que seja montador profissional, não valerá o pecado? - anda! diz-me!?...não achas que ficas muitíssimo melhor servida com a troca?... não achas?...não achas que eu para além de ser teu amigo, estou também a ser um marido compreensivo e preocupado com as tuas necessidades?..." Totalmente estupeRocinanteta, Tânia sentou-se; - não, porque não se pudesse desprender Facilmente daquela mão que embora sempre igual agora parecia-lhe mole e viscosa, enchendo-a de nojo, mas, simplesmente, porque tentava evitar um escândalo chamando para a mesa a atenção dos demais. Ruborizada, tentando salvar ainda a "honra do convento", olhou desolada para José, pedindo com voz contristada: - " Por favor José, desculpe esta chocarrice de asneiras do meu marido, só compreensível por ele estar completamente embriagado!... - gostaria muito que esquecesse, se pudesse, este lamentável incidente." Como se sentisse na obrigação de dar ainda uma melhor explicação, continuou: - "Posso lhe afiançar, que ele nunca, mas mesmo nunca, falou anteriormente desta forma tão indecorosa, nem nunca tocou, mesmo que levemente, nestes seus sonhos escabrosos e devassos. - Francamente, em Face de tamanha sordidez, fico sem saber exactamente o que lhe dizer, a não ser pedir-lhe mais uma vez desculpas!..." - Enquanto falava, pôs-se de pé, e novamente determinada a abandonar a sala logo que acabasse a explicação, finalizou: - " Como certamente compreenderá, ele com todas estas asneiradas, não só já me estragou a noite, como também o nosso casamento; - por isso, pedindo sinceramente que me perdoe, gostaria de me retirar antes que os meus nervos cedam e se arme aqui um escândalo dos diabos, o que, convenhamos, seria deprimente para todos..." " Por favor! sente-se e acalme-se, pois está demasiado nervosa! " - retorquiu José em tom apaziguador - "garanto-lhe que logo que os ânimos se serenem, ajudá-la-ei a levá-lo daqui para fora! " - prometeu, enquanto colocava a sua mão sobre a dela, num gesto de compreensão, tranquilizando-a. - Gentilmente, mas com algum vigor, fê-la se sentar oferecendo-lhe um "Madeira" e prosseguindo amigavelmente: - " Vamos lá Tânia! tome isto para se acalmar um pouco!, Vamos lá!... tenha calma, que isto também não é o fim do Mundo!..." - afagando-lhe suavemente um braço, continuou calmamente em tom paternalista: -"Muito embora compreenda perfeitamente a sua atitude, peço que não fique demasiado chocada com estas inconfidências do seu marido! - Como certamente sabe, ( e não veja nisto qualquer ideia ofensiva da minha parte) você é mulher de fazer perder a cabeça a qualquer homem, principalmente a dele que convive consigo diariamente! - julgo até que Garcia, deve estar certamente com alguns problemas sexuais, o que faz com que esteja recalcando inconscientemente algumas situações que o devem estar atormentando; - Para além disso, e como sabe, o sexo é algo de muito complexo, criando muitas vezes sentimentos antagónicos, nos quais, às vezes, só uma barreira muito ténue separa o desejo de nos darmos à de escravizarmos a pessoa com quem convivemos; - Por isso, idealizamos e sonhamos em algumas ocasiões, situações tão primitivas e tão escabrosas, que até a nós próprios nos escandaliza!... - Para além de tudo isto, a bebida é também um veiculo tremendamente desnibidor, que faz soltar a língua, inclusivamente aos mais calados, fazendo vir à superfície sentimentos tão bem guardados no nosso subconsciente, que nunca suporíamos em situações normais ter coragem de os revelar!... - De certa forma, é como se nos transformássemos de repente no Dr. Jeckil , ou se quiser, na parte sombria de nós próprios... " Tânia, sentia que tudo aquilo que José estava a dizer-lhe, com o intuito de a acalmar, era realmente lógico e verdadeiro, até porque ela própria, há muito que sonhava, sendo heroína de aventuras amorosas extra-matrimoniais tremendamente escaldantes, nas quais, desempenhava o principal papel com homens bastante diferentes uns dos outros, nos mais estranhos lugares e nas mais inconcebíveis situações, não estando por isso o marido muito longe da verdade... Para contrabalançar esta sua enorme lascívia natural que a afectava psicologicamente, traumatizando-a de tal forma que carregava sempre consigo, um sentimento de culpa por pecados de sonhos inconfessáveis e que a fazia, não poucas vezes, sentir-se uma rameira, sentimentos estes que a torturavam, devido sobretudo à forma austera como fora criada e aos valores sociais e humanos defendidos intransigentemente pelos progenitores, para os quais, sexo era tabu e conversa de mau gosto. - Devido a isso, ela, sempre procurara refrear essa sua impetuosidade natural, dedicando-se afincadamente ao trabalho, rodeando-se de uma fama de frigidez e racionalidade que não correspondia minimamente à verdade, já que o vulcão que existia no seu interior e que lhe incendiava constantemente os pensamentos, fazendo-a travar duras batalhas para conseguir vencer os seus instintos, era por demais doloroso e só a força de vontade é que o conseguia controlar, evitando, assim intransigentemente, que alguns dos seus sonhos viessem a ter a mínima chance de se tornar realidade, mais por uma questão de princípios éticos e morais, - que embora ultrapassados eram os seus valores - do que propriamente por não aspirar, - às vezes de tal forma que até doía, - a sua plena concretização. Talvez devido a esta sua forma de pensar, é que sentimentos contraditórios debatiam-se agora na sua consciência, pois, com aquelas inconfidências, o marido tinha entreaberto uma porta até então rigorosamente fechada a sete chaves, deixando-lhe antever a realização de muitas das suas ilusões e devaneios secretos, provocando-lhe por isso uma tremenda excitação, perfeitamente perceptível na forma como o seu peito palpitava. Tânia, estava como se estivesse "pedrada". - A sua confusão era tanta, que sentia como uma opressão no peito, só de pensar, quão idiota tinha sido até então, nunca querendo aproveitar um sem número de aventuras que lhe foram entretanto surgindo ao longo do casamento e que ela sistematicamente havia recusado, sobretudo por acreditar e defender o principio de: - matrimónio igual a fidelidade. Todos os seus sonhos e fantasias, sempre rigorosamente guardados, estavam a abrir rapidamente caminho através da sua outra personalidade, como um rastilho aceso ligado a um barril cheio de pólvora, com todas as consequências Facilmente perceptíveis. Há muito que é sabido que a luxúria não tem limites; - quem põe o limite somos nós. - Só que na realidade, às vezes, esquecemo-nos por uma pequena fracção de segundos desse pequeníssimo pormenor, e, quando damos por nós, uma reacção em cadeia abalou o nosso já de si instável "computador cerebral", desenvolvendo e criando uma série de pensamentos, acções e atitudes, que uma vez consumadas, torna humanamente impossível qualquer reposição da maqueta original. É incontestável, que na vida surgem-nos muitas vezes situações, que se pudessem ser analisadas nos minutos antecedentes, seriam naturalmente julgadas não só meras utopias, como também totalmente descabidas e sem qualquer hipóteses de concretização. Era este amalgama de sentimentos e pensamentos, perfeitamente desconexos, que fazia Tânia se sentir, ela própria, completamente irreconhecível, ao ponto de não conseguir entender as modificações que nela se estavam operando, como se a mulher que ela era ainda há pouco, - comedida, fiel e racional -, acabasse de ser amordaçada e trancada dentro de um armário, vindo para a luz do dia, uma outra, devassa e libertina, para a qual, só contava e de uma maneira obsessiva a completa satisfação de todos os seus desejos e devaneios sexuais, fosse de que maneira fosse, não lhe importando, se para atingir esse fim fosse necessário um homem ou quarenta, se um pau ou um vibrador, se um cão ou um cavalo... Devido a esta ânsia quase incontrolável de luxuria, Tânia ponderava com alguma apreensão a reviravolta extraordinária que a sua vida poderia tomar, alterando-lhe dramaticamente muitos dos valores que até ali julgara sólidos e inalteráveis; - por isso, e indo buscar bem ao fundo do seu cérebro ainda uma réstia de controle e de bom senso, tentou pesar os prós e os contra de qualquer atitude que tomasse: - " Entrar ou não entrar naquele caminho, praticamente sem regresso, era a principal questão! - O não entrar, significaria continuar sendo a mulher ponderada e fiel aos seus princípios éticos e morais, divorciada, - porque depois da confissão do marido não teria hipóteses de manter o casamento - com o senão de continuar cheia de sonhos e devaneios que certamente nunca chegaria a concretizar. - Entrar, - era por seu lado, deixar-se dominar por toda a carga sexual reprimida durante imensos anos, entrando em todos os devaneios do marido, nos seus próprios e certamente nos de muitos outros, que sós, ou em grupos, iriam entrando em turbilhão na sua vida, acabando por viver possivelmente nos maiores deboches e depravações, sem respeito por ela própria, pelo marido nem por ninguém." A razão, dizia-lhe para cortar logo ali o mal pela raiz, voltando as costas aos dois e regressando imediatamente sozinha para o hotel, sem se deixar aprisionar na rede de deboche, que tanto o marido como José estavam lançando habilmente sobre ela, esperando ansiosos, que ela lhes viesse cair às malhas; - Com os dois, coniventes, tentando alcançar o mesmo fim: - um, o marido, tentando pressioná-la a entrar rapidamente no cerco, e o outro, com toda a subtileza, para não espantar a presa, manobrando habilmente, também com o intuito de fazê-la cair na armadilha - não havia dúvida, que naquela ocasião para Tânia, seria talvez muito mais acertado, em Face daquele concluo, bater em retirada. - Só que, as taras psicológicas e sexuais, são muito difíceis de debelar, ainda mais, quando elas estão adormecidas e trancadas num cofre e por incúria ou descuido o abrem e as deixam sair para a liberdade num clima tão carregado de erotismo como aquele. - " Talvez, se aproveitar estes dias para experimentar o que me estão a propor, possa descarregar toda a tensão que me agonia, e satisfazer, pelo menos uma vez, os meus anseios, voltando depois de saciada, quando as férias acabarem, à minha vida pacata e normal, como se tudo não tivesse passado de um sonho, - bom ou mau, quem sabe...?! " - pensava ansiosa e indecisa, criando com isso uma fenda nas suas já debilitadas defesas, que se alargava rapidamente, de tal forma, que fazendo-a perder o pouco controle que ainda tinha da situação a arrastava irremediavelmente para o caminho de momento mais fácil, no qual antevia, mesmo ali à sua mão, a imediata e plena satisfação dos seus secretos desejos: - "As profundas dietas de sexo acabaram!.. Já que a grande ambição de Garcia é ser " touro" e a minha própria - pelo que vejo - é ser "puta", então, talvez o melhor seja mesmo começar por aqui, nesta terra estranha, fora das vistas dos meus amigos e conhecidos, aproveitando para ir para a cama com José, que me parece ser um homem viril, bastante do meu agrado pessoal, e que para além disso se esforçará - estou certa - para me proporcionar uma noite longa e inesquecível, ao contrário de Garcia, que nas poucas e raras vezes que actua, praticamente acaba antes de começar..." - continuava Tânia a pensar, cada vez mais motivada e decidida a entrar e experimentar o jogo. A metamorfose que se estava rapidamente a operar nela, fazia supor a qualquer bom entendedor das fraquezas humanas, que a grande paixão que ela sentia pelos automóveis, seria a muito breve trecho substituída pela das lides tauromáquicas. Mirando o marido, que com uma cara idiotizada a olhava sem a ver, abstraído como estava nos seus sonhos escabrosos, pensava com certa revolta, nas inúmeras brigas travadas entre os dois, principalmente devido aos seus caracteres totalmente opostos no campo sexual. - Nunca lhe tinha passado minimamente pela cabeça, que o remédio para todos aqueles problemas esteve sempre ali à mão e só por falta de um dialogo aberto e franco , (o que lamentavelmente acontece numa percentagem muito grande dos casais) é que nunca fora usado, provocando com isso mútuas insatisfações, que fizeram não poucas vezes, perigar o seu casamento. José, bom entendedor da psicologia feminina, pressentia a alteração que se estava a efectuar gradativamente em Tânia, não só devido à forma como ela lhe apertava fortemente a mão, respirando entrecortadamente, como também à forma intensa como o olhava, com seus olhos amendoados verde-mar a reflectirem todo um mar de ânsias e de promessas inconfessáveis. Praticamente seguro da receptibilidade dela, José, sem perder tempo, resolveu, dissimuladamente, deitar mais "lenha na fogueira", até porque, não eram todos os dias que lhe aparecia um marido assim tão desvairado, praticamente implorando que lhe "comessem" a mulher, - com ela, pelo seu lado e embora tentando disfarçar, morta de vontade para dar não só o primeiro passo, como todos os outros que certamente se seguiriam. Assim, e como uma velha raposa sitiando a vitima, começou a pressionar o desenrolar dos acontecimentos, colocando com afabilidade o braço ao redor do pescoço dela, num gesto de aparente reconforto, ao mesmo tempo que lhe ia falando em surdina junto ao ouvido num tom malicioso e cúmplice: - " Olhe Tânia! julgo que o melhor, é levarmos tudo isto na desportiva!... - O seu marido, - bem ou mal - confessou o que lhe ia na alma: e, neste caso, uma vez que tem a benção, o consentimento, e até, porque não, o veemente pedido dele para o "cornear", não vejo porque não alargar um pouco mais os seus horizontes sexuais, já que se for contar somente com ele, não é de esperar, francamente, grandes perspectivas para que isso algum dia possa acontecer... - sinceramente minha amiga! já que chegamos até aqui, porque não fazer-lhe o jogo?... da minha parte posso lhe garantir que estou disposto a tudo; e, isto para nós, que ninguém nos ouve, posso lhe confessar que um dos meus desportos predilectos sempre foi o sexo, tendo procurado me especializar em quase todas as modalidades, dedicando-me de alma e coração aos treinos, competições e derivações..." - depois, dando uma sorriso abafado como se estivesse achando graça às suas próprias palavras, continuou - " Olhe Tânia, já estou como nos anúncios... " e colocando as mãos em concha junto à boca procurou imitar o som de um locutor de rádio: - " se o seu problema é grave e está procurando uma solução, porque não se socorrer de um verdadeiro machão? - não hesite porque para além de ser grátis e discreto, ainda será tratada com a maior consideração... contacte já José Amado Galvão um homem sempre cheio de tesão... " O tom de voz empregue e a irreverência do "anúncio", fê-la dar uma sonora gargalhada, que foi aproveitada por ele da melhor maneira para seguir insinuando-se: - " se pensar bem, verificará que se continuar casada com esse marmanjo, certamente algum dia acabará por cair na tentação, até porque, a vida é curta e isso é muito bom!!! - Se isso constar no seu "karma" , - porque não abreviar o seu destino e começar mesmo hoje?, - diga lá Tâniazinha, porque não?... please?!!! " - implorava humoristicamente numa expressão implorativa erguendo as mãos para o céu. Todo aquele espirito irreverente fê-la sorrir; tapando divertida a Face com as mãos na vã tentativa de dissimular o humor que, como Rocinantea quente em manteiga, estava derretendo os poucos escrúpulos que ainda a tolhiam, Tânia aproximou a cabeça do peito de José, abanando lentamente a cabeça, como se estivesse a pensar: - " não é possível que isto me esteja a acontecer e, logo com um safado destes que tirou certamente o curso de tentação com o próprio diabo... " De Facto, o maior prazer que José tinha na vida eram as mulheres e tudo o que sexualmente elas representavam, desde que fossem "boas", responsáveis e de maior idade; gostava de dizer humoristicamente que era hermafrodita, já que possuía os dois sexos: - o masculino onde todos os homens o tinham e o feminino sempre na cabeça... - Talvez por isso gostava de idealizar situações que sem serem demasiado sádicas ou masoquistas, ou, talvez, antes pelo contrário!!!... eram completamente diferentes daquilo que se convencionou chamar "sexo normal", levando-o a procurar afincadamente mulheres, se possível hermafroditas como ele mas com os sexos ao contrário, totalmente desnibidas e pré-dispostas a aceitar quase todos os devaneios sexuais que surgissem num momento de inspiração ou tesão mesmo que eles fossem dos mais aberrantes. Tânia, uma inexperiente nestas andanças era como o cordeiro pascal pronta para o sacrifício; mesmo assim, ainda tentou lutar contra a maré, só que a levadia de lascívia que enfrentava era demasiado traiçoeira acabando, sem quase se aperceber, resolvida a levar a sua aventura até às últimas consequências; Facto aliás Facilmente perceptível ao vê-la como hipnotizada bebendo divertida as palavras dele, enquanto por baixo da mesa afagava-lhe a perna com o pé descalço, numa demonstração de quanto estava interessada em participar nas próximas "olimpíadas", desde que ele fosse o seu principal treinador ou mentor desportivo. Esta motivação, aliás já esperada, não escapava a um expert do gabarito de José, que, olhando maliciosamente para a sua quase pupila, antevia e gozava já, os treinamentos a que a sujeitaria, qual deles o mais escabroso, fazendo-a uma assídua praticante senão mesmo uma campeã na dificílima modalidade do "pentatlo sexual". Levantando-se, José dirigiu-se para trás de Tánia acariciando-lhe as costas e as nádegas, enquanto segredava-lhe ao ouvido, mas suficientemente alto para o marido ouvir, sugerindo que o melhor seria continuarem com aquela "amena" troca de impressões em sua casa, aproveitando para provarem um "Madeira" do século XVIII, que ele religiosamente guardava na sua adega privada para uma ocasião ultra especial como aquela que se avizinhava: - " Comemorar a companhia de um tesouro como você " dizia José, " merece bem que se brinde com um vinho tão raro e bom quanto você..." Por entre as brumas do caos em que o seu cérebro se encontrava, Garcia, apercebeu-se vagamente do convite, fazendo-o sair - como por encanto - do torpor que o tinha invadido, levantando de imediato a cabeça, e, como peru vasculhando o horizonte alteroso dos seus sonhos, girá-la, de olhos esbugalhados em direcção à mulher, procurando ansiosamente vestígios da sua anuência ou cumplicidade. - O seu nervosismo era tanto que antes mesmo de pressentir qualquer sinal de interesse da parte dela, assentiu quase instantaneamente com movimentos enérgicos e exuberantes da cabeça, - tão veementemente como um garoto guloso a quem tivessem perguntado se queria um rebuçado; - Tânia, de uma forma bastante mais comedida mas não menos interessada, limitou-se a estender a mão em direcção à de José, apertando-a como que selando o pacto, enquanto esboçava um sorriso enigmático, assentindo com uma ligeira inclinação de olhos e cabeça, parecendo-se estranhamente com uma jovem e recatada donzela ao receber, envergonhada, o primeiro convite amoroso... Embora com grandes dificuldades de equilíbrio, Garcia, foi mesmo assim o primeiro a se levantar de supetão, bastante apressado e determinado em chegar quanto antes à herdade, murmurando impaciente como um disco riscado: - " vamos, vamos a aviar, vamos... vamos embora!" ordenava, enquanto se livrava da cadeira, empurrando-a com a barriga das pernas para trás, tendo como meta a saída, mas só conseguindo o desejado equilíbrio amparado pelos dois porque as suas pernas trôpegas e vacilantes não agiam sincronizadamente com o seu cérebro. Chegaram assim cambaleantes depois de algumas pequenas derrapagens os três junto ao carro. - Garcia quis logo se sentar no banco traseiro, dizendo com voz entaramelada: - " Anda coisinha fofa! - senta-te ai à frente para que ele possa admirar a qualidade dos teus presuntos e até se deres um geitinho, também a dos teus marmelos! " José, que era o único dos três que estava perfeitamente sóbrio, já que praticamente não tinha tocado na bebida, entrou no carro, e enquanto arrancava murmurou para Tânia - "Julgo que o melhor é passar pelo vosso hotel e arranjar uma maleta com algumas roupas, pois assim se quiserem ficar uns dias na herdade já não haverá problemas! " "Boa ideia! " - concordou de imediato Tânia - " e já agora sobe também você para me ajudar enquanto o meu marido espera no carro " " Um caralho menina! - um caralho é o que deixas à espera! " - guinchou Garcia furibundo, continuando quase sem tomar fôlego - " ouve minha galdéria: - Para onde fores eu vou! - o que fizeres eu vejo! - se for preciso ajudar, ajudo! - isto assim é que vai ser, dê por onde der! Até porque o padre quando nos casou disse que nos deveríamos apoiar mutuamente nos bons e nos maus momentos... " "Bom! não é preciso azedares! - faz como sempre fizeste: - calminho e bem comportado! - deixa-te ficar ai no carro, enquanto o José sobe comigo para me ajudar!" - retorquiu Tânia hipocritamente apaziguadora. "Queeeerias ! - o que é que pensas? - julgas que nasci ontem? - O José fica é aqui comigo enquanto tu sobes sozinha! - Quando tocar a foder eu quero estar ao pé p'ra ver! - Percebeste puta esperta!." - explodiu o marido, enquanto resmungava por entre dentes, mesmo depois dela já ter entrado no hotel, continuando numa lengalenga que parecia não ter fim: - " Aquela puta já queria começar na fodelhice sem a minha presença! - Porra! Isso seria como pôr uma orquestra a tocar sem o maestro a reger! - puta que pariu as mulheres e toda a sua conice! Puta que a pariu!...." Para evitar a escandaleira que já se avizinhava logo ali à porta do hotel, Tânia optara por subir sozinha, enquanto José aguardava no carro por ela, com a resmunguice de Garcia martelando-lhe os tímpanos. Ainda bem que ela foi rápida, pois José estava quase mandando Garcia à merda, e só não o fez, porque a mulher era de Facto boa demais para se deixar perder, até porque as perspectivas futuras eram deveras aliciantes. "Pelo sim, pelo não, trouxe roupa para uma semana!" - exclamou Tânia, atirando a mala com certa violência e desprezo para a banca de trás bem em cima do marido, enquanto entrava agilmente no carro fazendo com que o vestido lhe subisse até às coxas.. Conduzindo velozmente a caminho da herdade, enquanto contava algumas piadas eróticas do seu extenso repertório que os fazia rir a "bandeiras despegadas", ia acariciando - quando a estrada assim o permitia - as magníficas pernas de "Afrodite" cobertas somente por um finíssimo par de meias negras e que eram mostradas em toda a sua extensão, deixando antever inclusivamente as calcinhas de renda preta, que como uma cortina semitransparente cobria "as portas da felicidade". Massajando em movimentos rotativos e extremamente suaves entremeados lá de vez em quando por alguns apalpões mais fortes aquelas duas "obras primas" de endireitar o "pau dum morto", José, aproveitava-se da torpeza cerebral provocada pelos três cálices de "Madeira" que ela tinha ingerido, procurando manter-lhe o desejo desperto, o qual, era aliás Facilmente perceptível pela forma como ela suspirava e escorregava no acento, fazendo o vestido enrolar-se praticamente até à cintura, enquanto ia abrindo lentamente as pernas como a conceder-lhe aos poucos novos espaços e oportunidades ao seu sentido do tacto... Atrás, praticamente deitado na bancada, Garcia cantarolava desafinadamente, apontando o dedo indicador ora para José, ora usando-o ritmicamente como se estivesse a dirigir um coro: És lobo mau, lobo mau, lobo mau, agarraste a Tâniazinha p'ra fazeres minhau, minhau... Hoje estou contente, vai haver festança com a grande piça que lhe vai entrar na pança... Esta cantoria, insossa e repetitiva, serviu de som de fundo durante uns bons quilómetros, para depois já saturado, passar qual poeta esganiçado à declamação, abrindo os braços em gestos teatrais e deturpando livremente e à sua maneira, o poema : Foder...sem dormir! chora...implora amada flor! pede que ele te meta, no canal do amor!... Põe um enfeite, com a tua mão alva de leite se eu morrer, no meu caixão. A lua é nova e eu vou enfim, ver a tua cona encher-se, graças a mim! Indiferentes a toda esta algaraviada pseudo-intelectual, José e Tânia continuavam a se excitar, tendo como som "off" os versos e poemas do marido e os suspiros e gemidos "atesoados" dela, que cada vez mais excitada, procurava com algum esforço abrir a braguilha de José, retirando para fora o pénis entumecido, com o qual começou a brincar com certa timidez passando suavemente os dedos pela cabeça . - José bastante atesoado, nem parou para pensar; - levantou o braço e agarrando-a suave mas firmemente pelo pescoço, puxou-lhe a cabeça para o meio das suas pernas. - Tânia, opondo-se inicialmente com tenue resistência, acabou por ceder torcendo ligeiramente o corpo e abrindo a boca deixou entrar para o seu interior como se fosse uma banana o vergalho, pondo José quase em estado de choque fazendo-o retesar o corpo enquanto emitia um silvo de prazer ao sentir os lábios carnudos rodearem-lhe a glande humedecendo-a de saliva: - " Oh Tâninha que boca maravilhosa esta!... umhhhh... que mamada divinal! Chupa o Dom Juan, engole-o todo!.... umhmmm... anda não pares, não pares que daqui a pouco tens um prémio... Ai que ele já ai vem... pronto! engole agora o leitinho... engole o leitinho todo para não me sujares as calças" - gemia ele entrecortadamente, esporrando-se, e pressionando-lhe a cabeça contra o caralho, fazendo-a mamar ainda com mais afinco com ele entalado na garganta engolindo às golfadas o esperma morno sem desperdiçar um pingo, enquanto o marido, de olhos cerrados e alheio ao que se estava a passar, continuava compenetrado em declamar os seus poemas, encolhido no banco traseiro. Algum tempo depois, Tânia endireitou-se, passando a língua pelos lábios à procura duma gota mais rebelde; desviando o olhar, como que envergonhada murmurou: " Podes crer que foi a primeira vez que fiz isto... e tu foste bastante ruim obrigando-me a engolir toda a porcaria..." - " Bom! deixemo-nos de falsas modéstias! gostastes ou não gostastes de mamar?" perguntou José minimizando a conversa " se não gostastes desculpa... se gostastes Isto foi só um aperitivo, quando chegarmos a casa continuamos com a diversão!..." Tânia, ainda pouco à vontade retorquiu: " Foi uma experiência nova, agora conduz com cuidado para podermos chegar inteiros ao nosso destino, porque ainda à pouco o carro só andava aos esses, como se ele se estivesse a se vir conjuntamente contigo..."

.366. MINHAS FÉRIAS NA PRAIA!Final de ano letivo, férias, o verão chegando... Aceitei o convite de minha tia para passar uns dias em sua casa de praia. Não vou identificar a cidade. Muito pequena, todo mundo se conhece e poderia ser identificada. O fato é que além de ter bons dias de descanso ainda daria uma ajuda pra tia: o caseiro pediu demissão e a casa estava vazia há mais de semana. Encontrei tudo arrumado e limpo. Tirei o pouco pó que havia se acumulado, varri a casa - dois quartos com banheiro próprio sala, cozinha e lavabo, além de uma varandinha na frente ótima para uma rede. Tudo pronto, coloquei um biquíni bem pequenininho, um shortinho com camiseta e lá fui eu para a praia aproveitar o restinho de sol da tarde. No caminho chamou minha atenção um coroa, por volta dos 50 anos, alto, muito forte, cabelos levemente grisalhos, rosto quadrado, sentado em uma espreguiçadeira no jardim de uma casa tão bonitinha quanto a casa da tia. Dei uma olhada superficial e vi que ele levantou os olhos do livro, dando uma boa sacada em mim. Continuei meu caminho para a praia sem dar maior atenção ao lance. Estendi minha toalha na areia e deitei de bruços para queimar ar costas primeiro. Quando senti que estavam bem quentes virei de frente e dei de cara com o coroa, sentado na areia. Já devia estar ali um bom tempo de olhos pregados na minha bunda. Sei que é linda, bem redondinha e no tamanho exato, bem empinadinha, não tem homem que passe e não me olhe por trás. - Quer que passe óleo para não queimar muito? - Não, obrigada, passei protetor solar antes de sair de casa, não costumo tomar muito sol em sampa e não quero dormir esticada num cabide. Você está aqui há muito tempo? - Uns dez minutos... Vim logo que passou, achei que a praia ia ficar muito mais interessante. - Não, digo, na cidade... - Uns três dias, já estava pensando em ir embora quando vi você passar para a praia. A cidade é um tédio, não tem ninguém nem pra conversar. Você estuda? O cara já começava a pegar pesado, mas gostei muito do jeitão dele. Só de sunga, dava para ver que se cuidava. Nada de barriga, a pele do peito bem esticada, musculatura do braço e pernas bem definidas... Essas férias prometiam. - Faço arquitetura na usp... Chega mais pra perto... Não quer sentar aí na ponta da toalha? Senti o calor aumentar quando ele chegou mais perto. Tinha os olhos esverdeados. - Eu sou arquiteto. Tenho uma firma de arquitetura, decoração de interiores e paisagismo. Como descobriu esta praia? - Minha tia, tem uma casa logo acima da sua. Enquanto descanso e tomo meu sol dou uma mãozinha até ela arrumar outro caseiro, o que tinha voltou para o nordeste. - Sei quem é sua tia, já nos vimos por aqui, mas nunca tivemos oportunidade de conversar... Ela é novinha também. Só não vi seu tio. - Ele morreu num acidente de carro há dois anos... O papo foi esticando e o sol caindo, quando vimos estava começando a escurecer. Dobrei minha toalha, peguei os chinelos e fomos subindo a rua em direção à casa de Roberto, vou chamá-lo assim, só que, distraídos, passamos direto e já estávamos para atravessar a primeira rua quando ele ofereceu: - Que tal uma cervejinha gelada com peixinho frito? - a idéia era boa, mas.... - Ainda não tive tempo de comprar nada lá pra casa, acabei de chegar, tirei o pó, varri a casa e fui pra praia. - Sem problema, compramos as cervejas no armazém de seu justo e os peixinhos no alemão pescador. - Alemão? - estranhei. - É. O cara é meio alourado e o pessoal daqui chama ele assim... Melhor ainda, vai indo pra casa que arrumo tudo e vou pra lá. Continuei andando pra casa, deixei a porta da frente aberta, tirei a camiseta e fui pra cozinha arrumar uma frigideira para os peixinhos. Estava passando uma água na bicha quando voltei a sentir o mesmo calor da praia, quando Roberto chegou mais perto de mim. Virei de repente e lá estava ele quase colado em minhas costas. Fui virando de frente e ele me abraçou e colou a boca na minha. A língua invadiu minha boca quase me sufocando. Os peitinhos ficaram logo ouriçados, com os biquinhos duros espetados no peito dele. - Gostosa. - ele sussurrava pertinho do meu ouvido. Agora, além do calor, fiquei toda arrepiada, com as pernas bambas. Roberto me levou para junto da mesa da cozinha, dobrou minha cintura e me deitou sobre o tampo. Com delicadeza abriu o fecho do short que caiu no meu pé. Arriou a calcinha do biquíni e mandou eu empinar bem a bundinha. Obedeci e ele separou um pouco minhas nádegas, encostou o pau na portinha da buceta e foi forçando devagar. Apertando minha cintura com as mãos grandes senti a cabecinha da rola entrar em mim. Ele punha bem devagar, sem nenhuma pressa, causando até certa agonia. Quando seus pentelhos encostaram na bunda ele largou minha cintura e deito o corpo em minhas costas. - Gostosa... Toda apertadinha... Seu hálito em minha nuca e a voz sussurrada bem pertinho da orelha estavam me levando à loucura. Toda arrepiada, meu corpo tremia, eu sentia os pelinhos de seu peito como espinhos macios a me espetar as costas. Ainda todo enterrado em mim ele deu uma última estocada e eu senti o pau me tocar no fundo do útero. Praticamente imobilizada pelo corpo de Roberto empinei a bundinha o mais que pude e fiquei esperando que começasse a me foder de verdade, mas ele era técnico em trepada. Começou a tirar o pau devagarinho e entrar novamente. Eu ali, vergada sobre a mesa, calcinha arriada no meio das coxas à mercê de um verdadeiro torturados. Gemia baixinho cada vez que a pica vinha entrando e tentando agarrar quando saía. Estava sendo fodida por um verdadeiro mestre. Cada vez que seus pentelhos tocavam a bundinha empinada era como se recebesse um verdadeiro choque. Estava no auge do tesão quando, com uma estocada bem funda, Roberto apertou meus ombros, me comprimiu forte contra a mesa e começou a me encher de porra. Sentia os jatos lá no fundo de meu corpo e tive o orgasmo mais sensacional de minha vida... Estrelas, sinos tocando, musica. Tudo fundiu em minha cabeça e acho que desmaiei. Quando voltei ele ainda me comprimia contra a mesa e a pica ainda latejava dentro de mim. Aos poucos foi amolecendo e fugindo. Fiquei ainda um tempo deitada sobre a mesa para recuperar as forças e equilibrar as pernas. Roberto sentou numa cadeira e ficou admirando meu traseiro com cara de sacana. Fomos agarradinhos para o banheiro onde tivemos nova seção de sacanagem. Depois de me ensaboar todinha, ele me colocou de cara para a parede, mandou que ficasse quietinha. Passou bastante sabonete no pau, separou minhas nádegas e foi metendo no cuzinho. - Ai, Roberto, tá doendo... Tá doendo, tira... Tira, ai, ai, tá doendo, ai Roberto, tira, tira pelo amor de Deus... - a cabeça já tinha passado e ele continuou forçando. Mordi o lábio para suportar o que me parecia um verdadeiro defloramento. Doía muito e ele não tinha pena, o pau foi deslizando devagar para dentro de mim. A cada forçada era mais um pedacinho que entrava, eu apertava meus seios e minhas mãos contra a parede para suportar a dor. Um estocada mais forte.... - Aaaaaiiiiiiiiiiiiiii - ainda bem que as casas vizinhas estavam vazias. - Quieta, gracinha, vou deixar você se acostumar primeiro... Aperta meu pau, aperta. - Num dá, dói mais ainda... Fica parado mais um pouquinho, vai. - Aperta ele de levinho... Isso, isso, mais forte agora vai, assim, assim. A dor forte havia passado e cada vez que contraía a musculatura em torno do pau mais sentia o invasor e mais gostoso ia ficando. Comecei a apertar com mais força e já sentia a pica toda no meu traseiro. - Assim, gatinha gostosa, assim... Você acaba me deixando louco... Isso, assim, assim... Rabinho delicioso. Agora aperta o cuzinho pra mim tirar e relaxa pra entrar de novo. Eu apertava o pau e ele ia tirando devagar... Relaxava ele punha tudo de novo. Sentia cada centímetro entrando ou saindo. Estava complete fora de mim quando ele falou bem perto do ouvido: - Ai, gatinha ai, relaxa, relaxa que eu vou gozar, ai Ele me pensou contra a parede do box e começou um frenético vai e vem, meu corpo era sacudido pelos espasmos do orgasmo quando ele parou, puxou meu quadril contra ele e começou a gozar dentro de mim... Apertei o mais que pude meu ânus e senti dentro de mim todas as convulsões daquela pica maravilhosa. Roberto apertava meu corpo contra o seu e eu tive outro orgasmo, ainda empalada. Acabamos de tomar banho, eu ainda meio zonza, e fomos comer os peixinhos com a cerveja. Depois ficamos vendo televisão no maior sossego. Também pudera, fui muito bem fodida na buceta e levei, de quebra, uma enrabada sensacional, tava com os buraquinhos pra lá de satisfeitos. Perto da meia oite Roberto levantou de meu colo se espreguiçou demoradamente e, quase ordenou: - Esteja em minha casa às nove em ponto para tomar café e irmos para a praia. Olha lá, não vai atrasar, heim!!!!

.367. AS APARÊNCIAS ENGANAM.Chris não é assim um espetáculo de mulher, não é aquela loiraça, alta, cabelos longos, olhos claros, seios médios e aquele fascínio de bunda com que todos sonham... Mas posso dizer que é uma mulher espetacular, com seus 18 anos, uma bela morena, lábios carnudos, seios pequenos, um belo par de coxas e dona de uma bundinha muito gostosa. Nos conhecemos no ano letivo de 2000, estudávamos juntos, porém, me restringia apenas a cumprimentá-la. Ao término do ano letivo sucedeu-se uma pequena confraternização, entre o pessoal mais chegado, em uma choperia da cidade. Sentei-me ao seu lado, e no decorrer da noite fui colocando as manguinhas para fora com uma ou outra indireta, e após umas e outras acabei sendo mais direto, convidando-a para dormir em minha casa, aproveitando a ocasião por eu estar sozinho. Acredito que pelo fato de minha casa ser mais próxima do que a dela ao local onde estávamos, ela acabou aceitando meu convite. Chegando em casa ela pediu para usar o telefone, e após isso não sobrou mais tempo para nada, agarrei-a e comecei a beijá-la... Porém, não é sobre este dia que desejo compartilhar neste. Sempre que estávamos conversando terminávamos por discutir sobre sexo, como gosto as vezes de praticar sexo anal tocava sempre no assunto, mas ela sempre retrocedia, argumentando que ainda era virgem e que jamais praticaria coito anal. Respeitei sua vontade, assim como sempre respeitei a vontade de minhas parceiras, procurando durante o ato deixá-las totalmente a vontade, bem relaxadas, mas isso não me impedia de preparar o campo. Durante as relações que mantivemos após nossa 1º noite, acariciei toda a região da sua bundinha com minhas mãos e em seguida com minha boca, nunca sendo precipitado demais, atitude essa minha, que em algumas vezes me fez esperar por algum tempo para alcançar um objetivo, e até mesmo perder grandes oportunidades, porém confesso: aprendi que a paciência e a sutileza são grandes armas na sedução. Certo dia, quando comecei a roçar seu cuzinho, pude notar em seus olhos o fascínio que a dominava... Era o que eu estava esperando. Neste dia não mantivemos relação. Aqui começa a tarde que gostaria de compartilhar com os demais... Quinta feira, mês de março, uma tarde agradável, aliás com esta mulher qualquer tarde se torna agradável. Aproveitando mais uma vez a ocasião e oportunidade de eu estar em casa e ainda por cima sozinho, recebo-a em minha casa, trajando jeans e uma blusa branca meio transparente que deixava a mostra sua lingerie. Coloquei uma pequena seleção musical para esquentar o clima, abracei-a e comecei a beijá-la, desci beijando seu queixo e logo após o pescoço, onde por pequeno período me concentrei, alternando entre suaves beijos e leves mordidas. Com as mãos acariciava seu corpo, começando a desabotoar sua blusa e descer beijando em direção ao seus peitos, mordiscando e esfregando minha língua nos bicos ainda por cima da lingerie. Retirando em seguida sua blusa e sentindo seu corpo quente junto ao meu quando subia com meus lábios em direção ao seus. Descia novamente indo até seu umbigo e subia até os seios, até que desci e fui abrindo o botão de sua calça e o zíper com minha boca, teria à retirado assim também, porém, sendo de lycra e estando hiper grudada em seu corpo não foi possível. Levantou-se e ajudou-me a retirá-la, em pé na minha frente com aquela bucetinha gostosa que era escondida apenas por um fio dental, reclinou-se novamente na cama e continuei a mordiscar e beijar, desta vez mais abaixo, passava minha língua por sobre sua bucetinha ainda sobre o minúsculo tecido que a escondia, mordiscava-lhe o clitóris, beija a parte interna de suas coxas, subia pela virilha com minha língua, ora apenas traçando o mesmo caminho da calcinha ora invadindo aos poucos, já não agüentando mais de tesão, retirava com a língua o máximo que pudesse a calcinha de lado e aplicava-lhe uma bela chupada. Ergui suas pernas, retire-lhe aquela minúscula peça que sobrava-lhe. Eu me levantei e ela sentou novamente na beirada da cama ajudando-me assim a livrar-me do pouco traje que ainda me restava, retirou minha bermuda e com a visão de meu pau ereto aplicou-lhe uma deliciosa chupeta, agarrei-a pelos cabelos e literalmente fodia-lhe a boca, fazendo meu pau entrar e sair freneticamente. Deitou-se novamente na cama e coloquei mais uma vez meu pau próximo aos seus lábios, reclinei-me sobre seu corpo num 69, onde ela de lado apoiou uma das pernas sobre meu ombro e pude contemplar seu cuzinho, voltei a chupar sua buceta, apreciando seu rabicozinho, mas em pouco tempo minha língua já o explorava, ora fazendo movimento circulares em torno dele, ora deslizando de cima abaixo e ora adentrando-se um pouco. Que boca gostosa essa mulher tem, várias vezes tive que me conter para não enchê-la de porra. Chris permaneceu na mesma posição, apenas me virei e me posicionei por trás dela, começava esfregando meu pau na sua buceta e vinha até no cuzinho, só atiçando-a um pouco mais, então posicionei-o na entrada da buceta e comecei a introduzir e retirar a cabeça do meu pau, logo eu já estava enfiando freneticamente tamanho era o tesão de ambos, mordia-lhe a orelha o pescoço, e sussurrava coisa do tipo: "tá gostando cadela? Você gosta né putinha, sua vaca!!." E ela apenas dizia: "não fala assim... Que eu gosto!!" Retirei meu cacete duro igual pedra da sua grutinha e passei a alisar seu pequeno orifício, segurava no cacete e esfregava com grande intensidade contra seu cu, vendo que ela gostava forçava as vezes um pouquinho bem na entrada do seu cuzinho até então virgem e cada vez mais ela se alterava, comecei a forçar mais e mais ainda, eu ficava parado ela tinha total liberdade para se mexer na posição em que nos encontrávamos, quando a cabeça do meu pau começava a tentar explorar o seu cuzinho, todo suado, molhado de tesão, ela dava um pulinho, deslocando-se para frente, eu porém apenas com uma das mão alisando alternadamente sua coxa, clitóris, barriga e peitos, apenas apoiava minha mão em sua barriga e ela vinha com seu rabinho para trás, encostando-o novamente na cabeça da minha vara, cacete, pinto, pistola, piroca, pau... Seja qual for o nome, o que importava era que eu estava louco para descabaçar aquele rabinho e sabia que ela também mal podia esperar para senti-lo dentro, dilatando-o e fazendo-o se acostumar com minha pica dentro dele. Neste momento, ambos desejávamos isso, e não tinha mais volta, comecei a sussurrar no seu ouvido: "eu vou comer seu cuzinho!! Era você mesma quem dizia que uma mulher tem que ser uma dama para sociedade e um puta na cama, hoje vou foder seu cu! Uma verdadeira puta tem que dar o cu! Eu vou fazer de você uma verdadeira puta!!!" Palavras que somente serviram para deixá-la ainda mais louca de tesão. Mais algumas investidas nesta mesma posição e a cabeça da minha piroca já se acomodava, começando a dilatar ainda mais o seu cuzinho para logo acomodá-la inteirinha. Cada vez ficando mais louca de tesão, e agora eu enfiava e tirava a cabeça do meu pau dentro do seu rabinho que ainda por pouco tempo preservava algumas preguinhas, mas sempre na tentativa de colocá-lo um pouco mais no fundo ela dava os seus pulinhos, deslocando-se para frente. Então ela saiu da posição e me disse que não queria mais brincar disso não, encostei meu corpo no dela por trás deitando sobre ela, e respondi que também não queria mais brincar disso... Deitado sobre ela enfiei meu cacete mais uma vez na sua buceta e comecei um vai e vem, alternando entre mordidas e beijos em suas costas, pescoço e orelha. Deixei meu cacete escapar de dentro da sua bucetinha, com meu corpo colado ao seu novamente voltei a roçar seu cuzinho, com o cabeção do meu cacete, e voltei a enfiá-lo novamente naquele buraquinho tão gostoso, com uma das mãos segurei meu cacete e lentamente comecei um vai e vem, fazendo desta forma que apenas a cabeça do meu pau fosse introduzida no rabo dessa putinha tão gostosa do cuzinho virgem, aumentando cada vez mais o ritmo, ela já alucinada me ordenou: "ou põe tudo ou tira duma vez", pela primeira vez ela dizia algo, encostei meus lábios o mais próximo que pude do seu ouvido e lhe respondi: "vou tirar de uma vez!!" Quando terminei de pronunciar essas palavras enterrei meu pau todo, fazendo-a soltar uns grunhidos de prazer, fiquei parado por alguns segundos esperando aquele rabicozinho se acostumar com minha vara dentro dele e comecei a estocar novamente, ela gemia mais que uma cadela... Eu chamava-lhe de vagabunda, cadela, dizia que agora sim ela era uma verdadeira puta na cama e comia gostosamente seu cu. Passou uma das mãos por entre as pernas e começou a massagear o clitóris, num breve período de tempo Chris estava gozando com meu pau enterrado no seu rabo, que latejava muito nesta hora levando-me a uma prazerosa gozada com meu caralho enterrado no seu cu. Certo dia, quando conversávamos, Chris me contou que uma garota que havia estudado conosco sempre me observara quando eu entrava ou me deslocava dentro da sala de aula, dizendo coisas do tipo: fulano está um gato hoje; olha como ele é gostosinho; esse cara é demais; etc e tal... Chris por sua vez me olhava, olhava para a garota e retrucava: aquele ali? Mas, aquele ali? Pensava consigo mesma: não sei o que ela viu nele, que cara mais sem graça!!. Hoje eu olho para Chris e penso: "as aparências enganam minha cara... Aquele ali... Descabaçou o seu cuzinho!!!" Ah! Ah! Ah! Até hoje ela não se conforma... Mas no entanto gosta e goza muito quando transamos!!!

.368. O PREÇO DA TRAIÇÃO.O meu nome é Dayne, tenho 26 anos, sou loira, 175m 59 kg, sou uma linda mulher, posso dizer isto sem falsa modéstia em virtude de Ter ganho todos os concursos de beleza dos quais participei quando solteira. Hoje casada com um rico empresário a 4 anos, eu era pobre, e foi justamente num desses concursos que conheci Gilberto, meu marido, foi amor a primeira vista, ele é um belo rapaz, alto forte e ainda por cima rico. Nosso romance foi rápido e um ano depois estávamos casados, eu vivi uma história de princesa, uma festa inesquecível, e lua de mel na Grécia e depois passeamos por toda Europa, eu estava no paraíso, amava meu marido e realizava um sonho de ser rica. Nos dois primeiros anos, nosso casamento foi realmente um mar de rosas, eu tinha tudo que uma bela e sonhadora mulher quer da vida, luxo, um belo marido e todos as mordomias sonhadas. Um belo dia, estávamos na beira da piscina, eu e o Gilberto, quando ele havia tomado uns drinkes a mais e começou uma conversa meio estranha, primeiro me perguntou o que eu achava de swing, eu sabia o que era claro, mas nunca pensara nisto, tinha total satisfação sexual com meu marido, alem de Ter sido educada muito rigidamente a respeito do casamento. Pensei que talvez meu marido quisesse me sondar para me conhecer melhor. Muito séria eu respondi: Considero falta de respeito de casais que tem esse tipo de comportamento, acho que não se amam, caso contrário não estariam procurando um relacionamento meio animal com outras pessoas. Porque está me perguntando isto? Ele deu uma desculpa qualquer e mudamos de assunto, mas eu não esqueci o papo. Passado algum tempo lá estávamos na cama nos preparando para uma boa transa e no meio das preliminares Gilberto agora sem Ter bebido nada voltou ao assunto. Fiquei uma fera e no fim não houve transa nenhuma, aleguei se não estava satisfeito comigo que procurasse outra e foi nossa primeira briga digna de nota. Ele veio com um papo que gostaria de me ver possuída por outro homem, não seria um homem qualquer, eu escolheria e ele faria o resto, aquilo no momento me deu a impressão que meu marido não mais me amava, e fiquei muito amargurada, passei alguns dias de cara torcida com ele. Nunca havia nem sequer me passado pela cabeça transar com outro homem, porem depois dessas conversas que tive com meu marido, aquela idéia ficou gravada no meu subconsciente, as vezes eu dirigia pela cidade quando aquilo voltava de repente. Aquela idéia foi criando corpo, e comecei a me sentir diferente, um dia conversando com uma amiga, toquei no assunto de swing e para minha surpresa não era novidade para ela. Ficou interessadissima, claro pois já andava de olho no meu marido, mas a demovi da idéia demonstrando meu repúdio aquele tipo de comportamento. Bem vou tentar encurtar a história para chegar onde realmente interessa. O certo é que dois meses depois eu estava fazendo uma compras nu conhecido shopping , quando notei que um belo rapaz não tirava os olhos de cima de mim, Alto, muito bonito mesmo, muito bem vestido, era moreno claro e tinha uns olhos muito grandes, terminadas as compras parei em uma lanchonete para tomar um refresco, pois estava muito quente, e foi ai que o rapaz se aproximou. Muito educado puxou uma conversa e eu não sei porque fui dando papo, o importante é que o rapaz saiu dali como meu numero de telefone e eu com o dele. Já em casa comecei a analisar a situação e fiquei apavorada, e se aquele cara apesar das aparências fosse um desses profissionais, acostumados a chantagem e outros crimes. Procurei não pensar mais no assunto, mas 3 dias depois o rapaz me ligou, foi muito polido quando eu pedi para desconsiderar nosso encontro, pois eu era uma mulher casada e pensara bem no assunto, pedi desculpas que foram aceitas, ele lamentou muito, pois disse que eu era uma linda mulher. Me senti muito aliviada depois disto. O certo é que não esquecera o rapaz completamente, e após uma terceira investida do meu marido, sobre transar com outro homem, resolvi que ligaria para o André, pois este é o seu nome. Pensei bem e descobri uma maneira de me safar com o Gilberto, caso descobrisse alguma coisa, eu teria a desculpa que estava apenas escolhendo o homem com quem gostaria de transar para ele assistir. Marquei um encontro com o rapaz e nos encontramos no mesmo shopping, tomamos alguma bebida e partimos para um motel, numa área onde eu não seria reconhecida. Eu sem nenhuma experiência naquele campo, encantei o rapaz com minha ingenuidade, conhecia quase tudo, mas só na teoria, o rapaz pelo contrário demonstrou ser um mestre na arte do amor. Me levou as nuvens, só não fizemos nada fora do normal, como sexo anal. O resto fizemos tudo, eu chupei o seu pau que era bem maior que o do meu marido, ele me lambeu todo o corpo, fiquei até um pouco assustada quando senti sua língua no meu cuzinho. Foi uma experiência inesquecível que eu pretendia repetir, alem de tentar descobrir outras. Me encontrei com André mais duas vezes sempre em motéis da periferia, íamos sempre no carro dele, estava sentindo um estranho sentimento pelo rapaz, apesar de continuar amando meu marido. Até que num Sábado fatídico, eu recebi uma verdadeira punhalada no peito. Gilberto chegou em casa cedo, entrou em casa com um envelope de papel pardo nas mãos, eu me dirigi para beija-lo como fazia sempre, toda sorridente, ele não aceitou o meu beijo e disse rispidamente, lá no meu escritório agora, quero falar com você. Eu nunca vira meu marido daquele jeito, o segui, que seguia em direção ao escritório pisando firme, lá chegando sentou-se e ofegante me entregou aquele estranho envelope, toma isto é seu, eu com as mãos tremulas abri aquilo e quase cai de costas na mesma hora, eram fotos, várias, a primeira eu aparecia com o pau do André na boca, não tive coragem de olhar as outras, cai numa poltrona me sentindo muito mal. Gilberto levantou-se e mesmo vendo a minha palidez fez com que eu olhasse todas as fotos, como tinham feito aquilo comigo. Veja você mesma sua vagabunda, então era isto que queria, meu pau é muito pequeno para você, não é? Como pode engolir uma coisa dessas, esse cara é um cavalo, olhe bem sua cara de puta satisfeita, para me satisfazer você não quis e demonstrava um pudor que estava longe de sentir não é sua cadela?. Continuou a me insultar, eu não sentia meu corpo, não sabia o que pensar, nada tinha a dizer, não era isto que havia pensado. Depois de muito insultos, Gilberto disse: Agoira você vai arrumar suas coisa e sair desta casa, suas coisas que tinha quando aqui chegou, não esqueça, você não merece nada do que lhe dei, vagabunda. Vou fazer questão de mostrar este material a todos meus amigos. Consegui balbuciar algumas palavras e disse: por favor eu lhe imploro, não faça isto, eu farei qualquer coisa para remediar essa situação, eu te amo, nunca deixei de ama-lo. Faço qualquer coisa que quiser, mas não me deixe por favor. Ele espumava de ira, você tem uma maneira estranha de demonstrar seu amor, estranha mesmo, recolheu as fotos, algumas molhadas de lágrimas voltou a sentar-se e agora mais calmo disse: Muito bem, eu também ainda gosto de você apesar dessa tremenda traição, vou pensar num modo de castiga-la, saia daqui agora mesmo, e não fale comigo se eu não falar com você entendeu? Sim entendi, outra coisa disse ele, não quero vê-la chorando pelos cantos, comporte-se normalmente, odeio fingimentos, vou pensar no seu castigo, Depois falo com você. Sai dali arrasada, se tivesse voltado rápido teria visto o belo sorriso nos lábios do meu marido, mas isto só iria descobrir tempos depois. Ficamos naquela situação por mais de uma semana, até que Gilberto me falou de uma viagem para o Rio de Janeiro, conhecíamos poucas pessoas naquela cidade, apesar dele Ter uma filial ali, eu praticamente não conhecia ninguém. Era chegada a hora do meu castigo, arranjei coragem não sei de onde, mas coloquei na cabeça que suportaria, fosse qual fosse meu castigo, afinal eu merecera, e não queria de modo nenhum deixar a vida que levava ao lado do meu marido. Fomos para um apartamento que ele alugara, em Copacabana, uma vista maravilhosa para a praia que lamentavelmente eu não pude curtir, pois o medo começara a me invadir, ele não tinha me revelado nada a respeito do meu castigo, mas eu desconfiava de que seria terrível, senão não teria se abalado da nossa cidade para uma grande metrópole. Saímos normalmente fomos a alguns lugares lindos da cidade e quando ele notava minha apreensão, fazia com que eu me comportasse normalmente, até que na Segunda noite em que estávamos na cidade, ele me anunciou que eu estava indo para o cadafalso. Quando chegamos em frente ao prédio do nosso apartamento eram 21:00hs e alguns minutos e ele me avisou: É hoje e agoira que você pagará pelo seu crime, está preparada, perguntou me olhando nos olhos. Estou disse eu com uma firmeza que na realidade não existia, eu sentia minhas pernas não querendo me obedecer, meu coração parecia uma metralhadora. Então vamos disse ele, segui na frente até o elevador, eu senti falta de ar, mas não iria cair ali, não mesmo, iria até o fim, ou até onde agüentasse esse castigo, se pelo menos ele me dissesse que tipo de castigo, eu iria prevenida, mas nada, nem uma palavra. Estranhei a porta do nosso apartamento estava aberta, entramos e mais uma surpresa, o apartamento estava cheio de gente .Isto é haviam seis homens e uma loira muito bonita, toda vestida de negro, tudo em couro. Os homens todos bem vestidos, dois eram negros, muito grandes, aliás mais pareciam fazer parte de um time de baskete, tal era a alturas dos homens, quando estes se levantaram para nos cumprimentar. Meu marido disse a guisa de saudação: Senhores esta é a vadia que quero que os senhores domem para mim, acham que dão conta do recado? Claro responderam em coro aqueles brutamontes. Muito bem pode leva-la e me deu um tremendo empurrão em direção da loira, esta me pegando pelo braço saiu me puxando em direção ao nosso quarto. Assim que entramos no quarto ela segurou o meu vestido na altura do decote e num gesto brusco rasgou até a cintura, ei o que é isto protestei, pra que fui dizer isto, levei uma bofetada no rosto que me atirou sobra a cama. Calada sua cadela, se falar novamente vou usar isto aqui, e me esfregou um chicote no rosto. Fiquei apavorada e resolvi ficar quieta, pelo jeito iria sofrer muito aquela noite, e sofri mesmo. Após me despir com muita violência, notei seu olhar guloso na minha buceta, sempre bem depilada, ela levou a mão e passando ali com um certo carinho disse: que linda, eu não queria estar no seu lugar esta noite. Ai eu me dei conta do time de baskete lá fora, com certeza aqueles machos acabariam comigo, comecei a me apavorar, já vira um filme assim a muito tempo, eu não agüentaria, apesar de ser uma mulher forte nunca transara com mais de um homem, e sempre me sentira totalmente satisfeita, nunca repetira imediatamente. Ela me atirou uma pequena camisola preta, muito curta e mandou que a vestisse, obedeci, sem calcinha, a camisola ficava apenas alguns centímetros abaixo da minha linda e arrebitada bunda, depois foi a um armário de onde retirou uma coleira com uma longa corrente, se aproximou e começou a prender aquilo no meu pescoço. Testou para ver se não estava muito apertado e fez sinal para que eu me dirigisse para a sala. Que humilhação, diante do meu marido que conversava com aqueles homens que eu não conhecia, entrei na sala como uma verdadeira cadela de raça, que estaria sendo exposta para venda . Ela está pronta, disse a loira, bem não vamos perder tempo, tratem-na como uma verdadeira puta, façam de contas que eu não estou aqui, vou ligar o som para o caso dela gritar, evitem escândalos desnecessários e vão a luta disse meu rico marido, me entregando para aquela matilha me destroçar, pois foi exatamente o que fizeram. Aloira que era chamada por todos de Vivi, me puxou a coleira e me pegando pelos cabelos fez com que eu ficasse de quatro, assim ela foi me puxando até chegarmos em frente ao primeiro homem, mandou que colocasse seu pau para fora e o chupasse, com as mãos tremendo muito consegui abrir as calças do sujeito e pegando seu enorme pau que já se achava duro, quando vi aquilo muito próximo do meu rosto, vi que André era um garotinho perto daquele monstro, a cabeça quase não entra na minha boca, logo me engasguei com um pelo que havia nela, cuspi fora aquilo com nojo e ganhei a primeira chicotada da loira, senti queimar no local onde ela bateu. Chupei aquele poste por um certo tempo, o homem gemia baixinho, dizendo que boca, chupa putinha, chupa gostoso. Logo senti um puxão na coleira e fui levada a outro macho, caramba tinham escolhido mesmo a dedo, mais um pau de assustar, grosso e cheio de veias, chupei, me engasguei com aquele troço na boca, assim fui sendo levada até que chupei todos os paus, os dois negros, eram os maiores, pensei se todos esses caras me comerem, não sairei viva daqui hoje. Após a seção de língua, a loira fez com que eu me levantasse e me puxou até uma mesinha ao lado, ali eu vi uma pequena bandeja com um potinho de vidro, cheio de algo parecendo um creme, mandou que eu pegasse a bandeja, e novamente me levou até o primeiro dos carrascos, segurando aquela bandeja ela mandou que oferecesse ao sujeito, este pegando o creme do vidro, lubrificou bem o dedo, depois fazendo com que eu me virasse de costas, começou a procurar o buraquinho virgem do meu cú, senti um calafrio percorrer todo meu corpo, olhei para o meu marido, em busca de algum socorro, este sentado confortavelmente, continuava impassível, assistindo a tudo com a maior calma do mundo. O cara achou o lugar certo e enfiou aquele dedo grosso e duro de uma só vez em meu cuzinho, dei um grito, e quase morri de vergonha, uma lágrima escorria dos meus olhos. O cara mexia o dedo, meu cuzinho mesmo sem querer ou para se proteger apertava o dedo invasor, o sacana ria, olha que coisa mais apertada, está mordendo meu dedo, imaginem o que fará com um pau. Gelei, o Gilberto não iria permitir isto, que aqueles caras fizessem isto comigo, estava só me assustando garanto. Dali fui levada ao segundo cara que procedeu da mesma maneira, mas uma vez meu cuzinho recebeu velados elogios, percorri todos e levei dedadas de todos. Sempre puxada pela loira como uma vaquinha, levamos a bandeja de volta a mesa, novamente fui trazida para o centro da sala, e ai a loira ficando de joelhos a minha frente levou a boca direto a minha buceta e começou a lambe-la, antes me deu um aviso, se gozar vai apanhar muito entendeu? Balancei a cabeça assentindo. Senti pela primeira vez algo realmente gostoso, ela era mestra na arte de chupar, sentia dores no cuzinho devido a tantas dedadas que recebera antes, mas estava gostando da língua da Vivi, comecei a pensar em outras coisas para não gozar e ganhar uma sessão de porradas, comecei a sentir as pernas bambas e vi que não suportaria muito tempo naquela posição. Por mais que me esforçasse para não sentir prazer, aquele clima e aquela língua estavam me levando a loucura, comecei a sentir uma fogueira sendo acesa dentro de mim, rapidamente as labaredas me consumindo e de repente dando um urro comecei a goza na boca da garota, esta caprichou mais ainda nas pinceladas indo bem onde sabia que me daria prazer, gozei como nunca e não agüentando cai de joelhos. Ouvi a voz ameaçadora da loira, vocês viram, essa cadela gozou na minha boca, depois de ser avisada que não poderia gozar, pegou meus cabelos levantando a minha cabeça e perguntou furiosa: porque fez isto, porque?, eu estava toda mole ainda sentido o torpor do longo orgasmo, não respondi. Não vai responder sua cadela, seu negócio é gozar, pois vai gozar agora, dizendo isto me ajudou a levantar, e arrancou a pequena camisola do meu corpo. Vamos disse se dirigindo aos homens, não viram que esta puta gosta de gozar, o que estão esperando, ela é toda de vocês. Ouvi o barulho de roupas sendo jogadas longe, logo um verdadeiro exercito estava do meu lado, mãos grandes me alisavam por toda parte, línguas, nos meus seios era apertada acariciada. Com o olhar mortiço ainda pude ver a loira com o pau do meu marido na boca, como ele tinha coragem de exibir aquela coisinha diante o desfile de postes ali a sua frente. Logo um dos negros deitou-se de costas no tapete ficando com seu mastro apontando para o teto, fui levada pelos outros e logo senti a enorme cabeça encostar nos lábios da minha delicada buceta. Que até então conhecera apenas dois homens, senti forçarem meus ombros e comecei a sentir aquela coisa escorregar para dentro de mim, parecia estar sendo aberta em duas, aquilo foi entrando até que senti Ter engolido tudo, dei um urro selvagem, e escutei muitas risadas, pronto disse um, foi até o talo, o cara começou a se movimentar dentro de mim, eu sentia dores, muitas dores, mas nada parecido com o que viria a seguir, logo senti alguém se ajeitando a minha retaguarda, senti alguém abrindo minhas nádegas, queria tentar fecha-las mas não conseguia, o cara que estava dentro da minha buceta parara os movimentos, esperando seu companheiro entrar por trás, senti algo macio encostar no buraquinho, meu cu não tinha forças para não deixar aquilo entrar, ai senti como se estivessem me rasgando, a cabeça enorme se alojou e devido a grande quantidade de creme que eles haviam colocado ali a coisa começou a entrar, meu cu ainda estava doido por causa dos dedos enormes, mas agora a dor era insuportável, o cara foi enterrando aquilo e parecia não Ter mais fim, os outros acariciavam meus seios e coxas, mas eu só sentia dor. O cara foi até o fim, eu quase não tinha mais forças para gritar, a loira aumentara o som, agora meu marido estava ali ao lado e procurava não perder nada, filho da puta. Os cara começaram a se movimentar dentro de mim num ritmo cadenciado, nada da dor sumir, pareciam dois cavalos, gemiam de prazer, como é apertada e quente esta putinha, um outro veio para a minha frente e colocou mais uma estaca na minha boca, eu tinha dificuldade para respirar, mas com aquela tora na boca não pude mais gritar. O castigo continuou implacável, até que ouvi os urros horríveis, ao mesmo tempo que sentia meu corpo ser inundado por verdadeiras torrentes de leite quente, gozaram ao mesmo tempo, tive que engolir uma grande quantidade de porra, pois o cara que eu chupava segurando minha cabeça fazendo movimentos de vai vem como se me comesse a buceta e ali esporrou abundantemente, me engasguei mas engoli tudo. Me senti cheia também na buceta e no cu, os caras esporravam fundo, eu sentia as esguichadas forte e quentes, tanto na buceta como no cu. Satisfeito o primeiro time, a loira me levou ao banheiro, coloquei grande quantidade porra para fora, quase não conseguia ficar de pe., tomei uma ducha fria e fui levada de volta a sala, tudo isto sem uma palavra, faltavam 3 brutamontes ainda. Quando voltei a sala, estes já se encontravam prontos e ávidos pelo meu corpo dolorido, novamente se repetiu a mesma cena e no final eu desmaiei, acordei horas depois, os caras haviam ido embora, e comigo estavam apenas Gilberto e a loira, que fiquei sabendo ser médica. Estava me passando pomada na buceta e no meu cú, e agora era bem carinhosa para comigo. Recebi muito elogios e promessas de amor por parte do meu marido, o olhei com muito ódio, mas disfarcei, perguntei se havia pago meu castigo, ele disse que sim, que aquilo só se repetiria se fosse do meu agrado. Nunca pensei eu, jamais queria passar por aquilo novamente. Ele me beijou carinhosamente, e após a saída da loira, dormi em seus braços só acordando 13 horas depois. Parecia que uma locomotiva havia passado sobre o meu corpo. Aos poucos fui me recuperando e procurando não ficar com nenhum trauma daquele episódio, vivo feliz com meu marido e com meu conforto, mesmo descobrindo depois que André fora armação dele, uma armadilha que cai direitinho. Agora faço sempre as suas vontades, quando ele arranja algum homem, eu dou pro cara como uma verdadeira putinha e tiro proveito disto gozando muito. Como meu marido é voyeur, e tem um pauzinho muito pequeno, e depois de experimentar aqueles troféus todos, geralmente escolhemos homens bem dotados para nossas festinhas, que não tem sido poucas. Esta foi minha história, espero que tenham gostado. Beijos!

.369. ESTUPRADA PELO GENRO.Meu nome é raquel tenho 36 anos, sou divorciada, mae de uma moça de 18 anos recem-casada com um homem de 28 anos, que descobri ser um calhorda. Assim que minha filha disse que iria se casar com Augusto disse a ela que nao gostava dele, uma amiga minha já havia visto este safado antrando à noite em uma boate no centro da nossa cidade, além disso, sempre percebi que Augusto tentava ver meus seios quando andava com camisetas (Eu tenho seios fartos e uma bunda durinha porque faço academia)em resumo, ele é muito safado. Minha filha não quis saber e casou com ele no final de 2002, e parecem se dar bem. Tudo ia bem até que há duas semanas atrás resolvi me mudar para um bairro afastado do centro, queria mais tranquilidade para trabalhar, eu sou professora em uma escola particular da cidade e gosto de corrigir provas em casa. Augusto e minha filha Ana ajudaram na mudança além deles só motorista do caminhão que fretei também ajudou. Neste dia Augusto me abordou e disse: - Este bairro é muito vazio D. Raquel, a senhora não tem medo de ficar aqui? Eu estranhei a pergunta e retruquei, por que teria? Ele disse, para minha surpresa, a senhora é uma mulher jovem, e sozinha, só por isso perguntei. Não respondi, só achei estranho. Dois dias depois o telefone ainda não havia sido instalado e Augusto veio a minha casa para trazer algumas coisas que havia pedido para Aninha guardar. Me disse que Aninha iria viajar por uns três dias para um congresso da Universidade (ela cursa pedagogia) e que ele ficaria sozinho, estranhei este papo, mas como não gosto dele, não fiz comentários. À noite o bairro onde moro fica muito vazio, não há casas construídas em um raio de 100 metros e é muito escuro. Ouvi um carro se aproximar, olhei pela janela era o Golf de Augusto já devia ser mais de Dez horas eu estava de pijama, imaginei que algo havia acontecido, abri a porta e via Augusto e um outro homem Mulato se aproximarem eu perguntei se havia acontecido algo com Aninha ele disse que não, percebi algo estranho nele, tive medo e fiz menção de fechar a porta, Augusto a segurou e me pegou pelo braço, entrei em panico, antes que eu gritasse ele me bateu no rosto com a porta e me levou para dentro dizendo: "então, você não queria que eu casasse com sua filha não é!" Eu comecei a chorar, meu rosto doía, ele disse: "eu vou te mostrar porque que ela quis casar comigo". foi tirando a roupa, eu gritei, tentei fugir o mulato me pegou pelo ombro e me jogou no sofá Augusto, que é um homem grande e forte agarrou minha roupa e arrebentou as alças do meu pijama, o mulato puxou minha calcinha, fiquei nua, e apavorada, o mulato disse que eu era muito gostosa e que iria me "foder a noite toda" tirou o pau enorme pra fora e disse chupa aí! Eu disse não, disse que Aninha iria saber de tudo e que eu iria a Polícia, Augusto disse que já tava tudo armado que tinha "amigos" na polícia e que se eu engrossasse eu "sumiria do mapa" então ele se aproximou e começou a chupar meus mamilos, o mulato amarrou munhas mãos com um lenço atrás das costas. Disse que tinha nojo dele e ele puxou o pau pra fora, era quase tão grande quanto do seu amigo, ele disse: "vai me chupar, se me morder eu vou bater em você pra caralho!", eu começei muito nervosa a chupar aquele caralho, era muito duro, apesar do medo eu estava excitada, não queria mostrar, mas aos poucos ia engolindo aquele cacetão com muita vontade o mulato esfregava seu cacete grosso no meu rosto e Augusto me pegou pelo queixo e virou minha boca pro cacete de seu amigo comecei a engolí-lo, cheguei a engasgar, estava muito melado e gostoso, minha boceta começou a ficar molhada eles me pegaram pelas pernas e me deitaram no sofá, Augusto socava seu pau na minha boca me fazendo engasgar, vi que ia ser agredida e tentei me afastar, ele me pegou na nuca pelos cabelos e me fez engolir todo seu cacete quase vomitei ele me deu um tapão no rosto comecei a chorar e ele disse "se prepara porque o meu amigo vai foder você com aquele cacetão", então eu vi o tamanho do pênis do mulato, era enorme, me assustei, Augusto me segurou pelas pernas e meteu a lingua na minha vagina, me chupava com força me mordia toda e puxava meus lábios da vagina pra cima com sua boca, estava muito molhada mas não conseguia parar de tremer, então Augusto botou seu pau de novo na minha boca e o mulato esfregava seu cabeção na minha boceta tentei fechar as pernas o mulato me deu um tapão na bunda, senti arder ele me agarrou as pernas e meteu o pau com força na minha vagina, me arregaçou, não estava pronta pra um troço tão grosso, tentei gritar, mas o pau de Augusto não deixava, ele gozou na minha boca, engasguei e antes que eu cuspisse a porra ele pos a mão na minha boca e me fez engolir, nunca havia engolido porra antes, quase vomitei mas engoli tudo, ele deu uma risada e apertou e chupou meus seios, seu amigo me fodia com vontade, estava muito excitada, gemia de medo e de prazer, Augusto deitou no chão ao lado do sofá e disse que era sua vez que eu iria sentar nele o mulato me levantou e me colocou sentada em cima da rola do Augusto, ele gritava "senta aí vadia, senta com com vontade" o mulato me segurava pelos cabelos me fazendo me mover pra cima e pra baixo e eu ia sentindo a pica do Augusto batendo no meu útero, fiquei "cavalgando" o calhorda cada vez mais rápido, parecia uma eternidade, até que não aguentei e gozei, nesta hora o mulato disse "ela tá é gostando", ele me desamarrou as mãos e me colocou de quatro me segurando pelo pescoço, Augusto jogou um travesseiro no chão na minha frente e disse para eu deitar o rosto ali, fiquei com minha bunda virada completamente para cima, o mulato então meteu seu picão na minha boceta com força e apoiou todo seu peso sobre mim. Me sustentava pelos braços enquanto aquele puto me fodia feito uma cadela, com suas mãos se apoiando nos meus quadris e aquele picão batendo no meu útero, suas bolas roçando nas minhas coxas, senti de repente uma esporrada quente dentro de mim, aquele "negão" havia me gozado toda estava com minha bucetinha ardendo, e então veio o Augusto deu um tapão na minha bunda me fazendo cair de vez no chão. Eu olhei e ele deu uma risada, deu uma chupada no seu dedo do meio, me arrepiei, começei a me levantar e disse: "no cú não Augusto, chega! Por favor!" o mulato me bateu no rosto com uma revista e eu deitei meu rosto de volta no chão chorei, tremia de medo, augusto deu uma cuspida no meu anelzinho do cú, eu começei a urinar ali mesmo de bunda pra cima e eles caíram na risada, augusto enfiou o dedo no meu cú e começou a mexer pra dentro e para fora, cada vez mair rápido eu chorava e gemia, ele disse: "relaxa vagabunda, senão seu cuzinho vai rasgar" ele tirou o dedo o mulato deitou com o pau perto da minha boca e me mandou chupá-lo, eu pus seu pau na boca e Augusto esfregava a cabeça de sua rola na porta do meu cuzinho, eu estava com aquele cacetão na boca quando Augusto enfiou com tudo seu cabeção no meu cú que rasgou imediatamente, (estava muito nervosa), ele foi enfiando cada vez mais fundo, me sentia meu rabinho todo arreganhado e ardido, mas gemia de prazer, estava sendo preenchida pela aquela rola toda enfiada no cú Augusto gemia e dizia "seu cú é mais gostoso que da sua filhinha vadia", vou vir aqui todo dia te foder, eu estava chupando o cacetão gostoso do mulato e quase gozava com o pau de Augusto no meu cú, ele me bombeava gostoso, não aguentei, comecei a rebolar junto, e o mulato ria enquanto Augusto se aproveitava do meu cú e me fodia com muito tesão cada vez mais rápido até que ele gozou no meu rabo, senti a porra escorrer para fora, estava com muito tesão e o mulato se levantou e vendo minha bundinha empinada não perdoou meteu sua vara ainda mais fundo dentro do meu cú, vi estrelas parecia que meu rabo estava se desmanchando mas eu gemia feito uma gata no cio , aquele mastro enfiado no meu cú, eu movia meu corpo pra trás, Augusto pos sua cabeça embaixo de mim e mamava meus peitões eu gozava pela terceira vez sem parar e já gritava pro mulato "me fode!" ele metia cada vez mais fundo seu pau parecia que ia sair pela minha barriga de tão duro, ele gozou, caí deitada ao lado de Augusto o mulato passou o dedo no meu cú e me mostrou sangue dizendo "tirei teu sangue vadia". Eles me deixaram lá anda sentia prazer tive medo de que eles me matassem, Augusto disse que voltaria todos os dias e traria alguns "amigos" disse que se eu contasse para Aninha que ele estrupraria nós duas e depois sumiria comigo. Eu concordei em não contar, disse que ele poderia voltar se quisesse, contanto que não machucasse minha filha.Eles se foram fui me lavar e passar pomadas no rosto, na boceta e no cú. Ele já voltou duas vezes e me fodeu muito, chegou a dormir comigo, pensei em matá-lo, mas tive medo de que ele me pegasse no ato, confesso que tenho tesão por ser estuprada por ele, mas depois me sinto péssima. Ele deve voltar hoje à noite.

.370. MINHA SECRETÁRIA, MINHA AMANTE!Naqueles dias eu me sentia muito feliz, afinal de contas, depois de anos a fio prestando serviços para a empresa, a tão sonhada promoção havia chegado. A partir de então, passei a ter minha própria sala e o que é melhor (como poderá ser comprovado logo a seguir): a uma secretária exclusiva. O cargo ao qual fui promovido (Gerente de negócios) exigia muitas viagens pelo Brasil e nos poucos momentos em que ficava em São Paulo, seria preciso uma pessoa para me secretariar. Na semana seguinte, começaram as entrevistas com as candidatas. Acabei por contratar uma secretária muito jovem (22 anos) e inexperiente (apesar de muito bonita!), mas a pobre moça acabou por não passar a experiência de 90 dias, pois mostrou-se incapaz de efetuar o serviço de maneira eficaz. Foi penoso, pois jamais havia feito isso, mas tive que despedí-la. Logo depois, começaram novas entrevistas e dessa vez certamente eu optaria por uma secretária mais experiente. Lembro-me como se ainda fosse hoje: era um dia muito quente e eu teria que conversar com várias candidatas. No final da tarde, já cansado de tantas entrevistas, estava mais preocupado apenas no currículo das moças e sequer estava reparando no seus rostos e roupas. Perguntei ao meu assistente quantas ainda haviam e ele me respondeu que só havia mais uma. Bocejando, respondi: - Mande-a entrar, por favor. A cena que se passou jamais será apagada de minha memória: quando a porta se abriu, uma voz doce, porém firme, disse: - Com licença. - Entre por favor. Eis que Elisabeth entra na minha sala e tentarei aqui descrevê-la: uma morena muito bonita, medindo cerca de 1,70m e com peso proporcional à sua altura, cabelos castanhos lisos e compridos. Vestia um conjunto de casaco e calça comprida quase brancos, justos ao corpo (e pude notar, de relance, que era um belo corpo!) e um sensual par de sandálias de salto-alto de cor branca. Convidei-a a sentar e ela me respondeu apenas com um belo sorriso. Observando o currículo dela, pude notar ela tinha 29 anos, era casada e tinha um filho. Começamos a falar sobre banalidades, para que a entrevista corresse mais solta... mas já adianto que nenhuma das candidatas havia me chamado tanto a atenção. Havia trabalhado como secretária do diretor de um laboratório de pesquisas de infectologia e me parecia ser bem preparada para a função. Mas haviam outras coisas nessa mulher que me intrigava: era extremamente educada, respondia às minhas perguntas com muita inteligência, possuia um jeito cativante e um olhar penetrante, vindo de seus olhos castanhos, levemente puxados. Durante toda a entrevista, não conseguia desviar meu olhar de seus olhos e de sua boca... carnuda! Obviamente que a contratei, não só pelas competências descritas no currículo, mas pelo seu jeito peculiar de ser. O tempo me mostrou que havia feito a escolha certa: sempre organizada, jamais permitiu que eu faltasse a qualquer compromisso. Tinha incrivelmente todas as respostas na ponta da língua, quando questionada sobre qualquer problema relacionado aos clientes. Mantinha os arquivos numa ordem impecável... enfim, era uma secretária muito competente. No começo, eu lamentava o fato de viajar por demais, o que me impedia de ter um contato maior com minha secretária. De qualquer forma, ficava intrigado com a reação que ela teria caso eu tentasse algum flerte, pois além de muito educada e competente, não poderia de forma alguma perder uma profissional tão talentosa quanto ela. Mais eis que, numa semana em que não teria nenhuma viagem e ficaria o tempo todo em São Paulo, convidei-a, utilizando-me do interfone, a almoçar comigo. Ela, educadamente e alegando ter compromissos na hora do almoço, negou. Fiquei um pouco chateado, mas não o suficiente para que não tentasse novamente. Numa outra semana, perto do final de ano, convidei-a novamente para um almoço. Desta vez o fiz pessoalmente e fiquei à frente dela aguardando a resposta. Ela suspirou e antes que me respondesse, eu sorri e disse: - Se você disser que não, eu vou te despedir! Ela retribuiu o sorriso, entendendo minha brincadeira. Disse-me que antes precisaria passar na toalete e fiquei esperando-a no hall do elevador. Ela chegou, descemos e convidei-a a ir até um ótimo restaurante perto da empresa. Ela aceitou. Logo quando chegamos, percebi que ela estava um pouco sem-jeito, me chamando a todo momento de senhor. Eu disse, fingindo que estava falando sério: - Por favor, aqui fora não me chame de senhor. Mais uma vez ela sorriu, com os lábios e com os olhos. Vi que naquela altura, finalmente tinha quebrado o gelo. Conversamos muito naquela tarde, sobre vários assuntos, sobre nossas vidas pessoais e sobre muitas outras banalidades. No final do almoço, ela já ria das minhas piadas. Realmente eu havia derrubado uma barreira que existia entre nós. Nossos almoços começaram a se tornar mais frequentes e por mais incrível que isso possa parecer, ela agia informalmente nesses almoços, mas quando chegávamos no escritório, sua postura séria voltava à tona. Numa tarde, aproveitando que já haviamos encerrado o expediente um pouco antes do tempo, passei até sua mesa, puxei uma cadeira e começamos a conversar. - Nossa, Beth (já havia entre nós uma certa intimidade), você já percebeu o quanto você muda quando está aqui e quando vamos almoçar juntos? - É, Dr. Marcelo, não quero que as pessoas pensem coisas a nosso respeito! - Hã? O que você disse? Doutor? Não... não me chame assim não, por favor... - Desculpe, Marcelo... é o costume. - me respondeu sorrindo lindamente com sua boca carnuda. - É, mas você tem razão. Não existe nada entre nós, a não ser o lado profissional e a amizade, mas é bom se precaver porque as pessoas são malvadas em seus pensamentos. Depois de ela já ter completado um ano de empresa, comprei numa floricultura um lindo buquê de rosas para ser entregue no Dia da Secretária e anexei um bilhete anônimo dizendo: "Rosas são pouco para retribuir a imensa competência profissional que você sempre tem demonstrado. Mas talvez sejam suficientes para brindar nossa amizade". Fiz aquilo não tendo segundas intenções, mas, para minha surpresa, no final do expediente, quando todos já tinham saído, eis que ela entra em minha sala sorrindo, vem ao meu encontro, me dá um abraço e me diz: - Adorei as flores, Marcelo. Me deu um beijo carinhoso no rosto e sai da sala... só que antes de sair, ela vira seu rosto e com um sorriso maroto, me diz: - Preciso retribuir esse seu gesto! Minha reação foi de tamanha surpresa que minhas pernas até bambearam e cheguei a pensar que estava sonhando. Será que finalmente quebrei todas as barreiras que haviam entre mim e minha sensual e elegante secretária? Só sei que a partir daquele dia ela começou a me tratar diferente, com muito mais desenvoltura. Muitas vezes, nos nossos encontros nos corredores, sempre sorria e me olhava de forma diferente e não eram raras as vezes em que ela esbarrava seu corpo contra o meu. Ela até mudou, aos poucos, sua forma de vestir: começou a usar roupas mais sensuais, saias um pouco mais curtas, vestidos mais colados ao corpo, porém sempre mantendo uma impecável elegância, sem cair na vulgaridade, e uma infinidade de sandálias de salto-alto que ajudavam a embelezar ainda mais uma parte também admirável de seu corpo: as pernas. Possuia coxas grossas e uma pele que parecia ser bem macia, típica daquelas mulheres que se cuidam. Nas vezes em que cruzava as pernas à minha frente, era um espetáculo à parte! Os dias se passavam, e ela cada vez mais me enfeitiçava. A partir de então, comecei a ter várias fantasias envolvendo-a. Sonhava que um dia a teria em meus braços e resolvi, de uma vez por todas, ir fundo naquela trama e ver até onde poderia chegar. Iniciei, então, a organizar um plano que deveria ser infalível, já que estava sentindo que teria a minha chance de colocar em prática as minhas fantasias. Fazia uma semana de calor infernal em São Paulo e como havia voltado de uma viagem longa, em que estive ausente por mais de 15 dias, voltei numa quinta-feira, louco de saudades de minha querida secretária. Logo pela manhã, cheguei no escritório e percebi que ela não estava. Entrei em minha sala e havia uma pequena caixa embrulhada em papel de presente. Fiquei curioso, abri e vi que era uma caneta, muito bonita e de muito bom gosto... mas não tinha idéia de quem havia me presenteado. Logo depois, a porta se abre e Elisabeth entra, vem ao meu encontro, me dá um abraço e diz: - Gostou do meu presente de boas-vindas, chefinho? - O quê? A caneta? Nossa, Beth... só você mesmo pra ter tão bom gosto assim... Adorei! Muito obrigado!!! - De nada, chefinho... Fiquei com muitas saudades... Da próxima vez, vê se não demora tanto, tá? - me deu um beijo no rosto, muito próximo de minha boca, virou-se e saiu de minha sala, mas... desta vez... diferentemente de todas as outras vezes... ela saiu de minha sala... com um discreto e sensual... rebolado! Estava atônito e observei atentamente sua bunda... uma sensação muito boa percorreu meu corpo, indo finalizar no meu pênis, que instantaneamente endureceu. Era a tradução do mais puro tesão, ainda mais com a visão daquela bunda (que certamente deveria ter mais de 100 cm!), rebolando e tão convidativa. Rapidamente tomei um copo d'água gelada para recuperar minha lucidez, afinal de contas, precisava trabalhar. Mas foi em vão... aquela mulher dominava completamente todo o meu ser, todo o meu pensamento! Não conseguia pensar em outra coisa que não fosse tê-la em meus braços e vi que finalmente poderia realizar meus mais secretos desejos. No final do expediente, chamo-a pelo interfone: - Antes de ir embora, poderia passar na minha sala, Beth, por favor. - Claro, "Sr." Marcelo. Quando entrou, eu disse: - Essa minha viagem acabou atrasando alguns relatórios que tinha que fazer. Como amanhã é muito provável que eu fique todo o expediente ligando para os clientes, gostaria de saber se você poderia ficar depois do final do expediente para podermos juntos adiantar alguma coisa, pode ser? - não consegui disfarçar uma pitada de sacanagem nessas minhas palavras. - Claro, "Sr." Marcelo! Será um prazer. - muito menos ela conseguiu esconder segundas intenções. O tão sonhado e desejado dia chegou. Fiz questão de colocar um dos meus melhores ternos e caprichei no meu perfume. Cheguei mais cedo ao trabalho e, para disfarçar minha ansiedade, comecei a ler o jornal em minha sala. Depois de um certo tempo, alguém bate à minha porta. Sem tirar os olhos do jornal, permiti que a pessoa entrasse. - Bom dia, "Sr." Marcelo! - Bom dia... Beth... - ao abaixar o jornal, tive uma visão enlouquecedora. Beth vestia um tailleur verde-claro, sendo que o casaco era justo ao corpo, destacando sua cintura e a saia mais curta que o habitual, formando um belo contraste com suas coxas grossas e torneadas. A maquiagem discreta, não fosse pelo batom vermelho, destacando ainda mais seus lábios carnudos. No pezinhos, uma sandália branca, com um salto altíssimo, deixando arrebitada sua bunda escultural. Medi-a de cima para baixo, como a observar cada detalhe de seu belo corpo. Inacreditável como ela conseguia ser tão sensual, tão elegante, sem jamais pender para o vulgar. - Muito bom dia, "dona" Beth! - respondi com um sorriso típido de um cara-de-pau. E antes de ela sair, ainda sussurei: "Hoje o dia promete!" e ela, prontamente, também sussurando: "Promete..." Nem preciso dizer que passei o dia todo me mordendo, não conseguindo me concentrar de maneira alguma no trabalho e sequer conseguia conversar com os clientes. Estava até trêmulo, só de pensar no que poderia acontecer. Os minutos, as horas se passavam e cada vez mais aumentava minha ansiedade. Praticamente nem sai de minha sala, mas das poucas vezes em que tive contato com "dona" Beth, percebi que ela me tratava como se nada estivesse acontecendo, certamente sabedora de que ela é quem dominava a situação naquele momento. No final do expediente, tomei o extremo cuidado de averiguar se todos já tinham ido embora. Haviam ainda algumas poucas pessoas e minha vontade era simplesmente de expulsá-las todas de lá... mas me contive. Meia hora depois, o último funcionário partiu e, quase que de imediato, toquei o interfone: - Dona Beth, por favor, compareça até minha sala. E traga os relatórios que deverão ser atualizados. - Sim senhor. Como de hábito, tomei um copo d'água gelada, na vã tentativa de esfriar os ânimos. Eis que ela entra em minha sala. Não pude disfarçar meu contentamento esboçado em meu sorriso, assim como ela também não conseguiu fazer o mesmo com o brilho de seu olhar. Sentou-se na cadeira à minha frente e, num gesto lento e calculado, cruzou as pernas, de modo que sua coxa ficasse exposta ao meu olhar. - Quais foram os últimos meses que estão constando no relatório, "dona" Beth? - Deixe-me ver... hummm... julho e agosto, "sr." Marcelo. - respondeu-me com a caneta repousada sensualmente no canto de sua boca carnuda. - Não está tão atrasado assim... que bom! Bem, aqui está meu relatório de setembro. - disse, abrindo minha pasta e entregando o relatório em suas mãos... mas... ela não tocou nos papéis... e sim em minhas mãos. Nem sei como consegui disfarçar que meu coração queria fugir pela boca de tanta palpitação, desde o momento em que ela entrou na minha sala. Mas agora, o caminho que eu cuidadosamente havia traçado em meus planos não teria mais volta. Pensei comigo mesmo: "É agora ou nunca!". Sem dizer uma palavra, me levantei, dei a volta na mesa e fui ao seu encontro, sem me desprender de suas mãos. Olhei-a fixamente, com aquele olhar de desejo e por um momento ela fraquejou: - Não sei se devo, Marcelo... Fiz aquele típido sinal de quem pede silêncio, levando meu dedo indicador até meus lábios, e com a outra mão, puxei-a cuidadosamente para que ficasse de pé. Estávamos trêmulos. Quando se levantou, fui aos poucos envolvendo-a com meus braços em volta de sua cintura e aproximei seu corpo ainda mais ao meu. Mal conseguia disfarçar minha excitação. Quando nossos rostos estavam bem perto um do outro, senti que ambos tínhamos a respiração ofegante. Ela fechou os olhos e depois de um breve suspiro, relaxou. Aproveitei aquele momento e encostei meus lábios junto aos dela. Veio o beijo... sôfrego, envolvente, apaixonado. Nossos lábios se enroscavam e nossas línguas se entrelaçavam. Enquanto um de meus braços a agarrava na cintura, o outro percorria suas costas, indo até sua nuca, onde eu massageava seus longos cabelos com movimentos cautelosos. Aos poucos, eu estava quebrando toda e qualquer resistência daquela mulher que sempre me fascinou, desde a primeira vez que eu a tinha visto. As mãos dela envolviam meu pescoço. Num determinado momento, num gesto brusco, virei de costas pra mim e, ainda agarrando-a pela cintura, afastei seus cabelos e mordisquei sua nuca. Ela gemeu, certamente porque também havia sentido que meu pênis, já ereto, tocava sua bunda. Ela ainda de costas, virei seu rosto de modo que pudesse novamente me beijar. Já entregue, me beijava, enquanto minhas mãos passeavam pelo seu belo corpo. Me detive em seus pequenos seios, acariciando-os por cima da roupa, enquanto ela sensualmente rebolava com sua bunda encostada em meu pau. Aquilo era demais... Vire-a de frente e desabotoei alguns botões de seu casaquinho, o suficiente pra deixar à mostra o lindo sutien branco de renda. Sem tirar meus lábios dos seus, afastei seu sutien de modo que pudesse tocar o bico de seu seio. Acariciei-o cuidadosamente, percebendo que estava eriçado, e instantaneamente abandondei sua boca para me deliciar naquela parte de seu corpo. Beijei-o com muito carinho, enquanto minha outra mão tratava de deixar nú seu outro seio. Com seus seios à mostra, pude perceber que eram pequenos, mas que cabiam perfeitamente em minhas mãos e na minha boca. Abocanhava ora um ora outro, passeando com minha língua o trajeto entre estes. Às vezes, mordiscava de leve o biquinho dos seios e tornáva a lambê-los e a beijá-los. Ela jogava sua cabeça para trás, deixando seus longos cabelos escorrerem, e com seus olhos fechados, limitava-se a gemer e a morder seus próprios lábios. Fui me livrando de seu casaquinho que àquela altura já incomodava e joguei-o longe. Fomos de encontro a beirada lateral da mesa e vi que ali seria o lugar onde faríamos amor. Faríamos amor... isso mesmo: quando gostamos e admiramos uma mulher, nós não transamos, nós fazemos amor. Havaim alguns papeís, relatórios, porta-canetas sobre minha mesa... todos foram ao chão. O monitor e o teclado do computador também seriam um impecilho, então não tive dúvida: lancei-os ao chão. A loucura já tinha tomado conta de nossos corpos e de nossa mente. Estávamos completamente envolvidos. Arranquei seu sutien, deixando seu tronco nú e pude perceber, pela primeira vez, na maciez de sua pele morena, típica daquelas mulheres que tratam muito bem aquilo que tem. Enquanto minhas mãos percorriam toda a extensão de suas costas, nossas bocas se procuravam mutuamente, e a coloquei sentada na beirada de minha mesa. Depois de um novo e longo beijo, levei seu corpo de modo que ficasse deitada na mesa, e enquanto beijava e lambia sua barriguinha, com uma das mãos fui invadindo aquele território antes proibido, aquele que sua saia ainda escondia. Acariciava suas coxas, enquanto ela jogava seus braços para o alto. Uma nova etapa seria vencida, quando desabotei sua saia e desci, lentamente, o zíper... Acariciando lateralmente seus quadris por cima da saia, fui arrancando aquele resquício de resistência, sendo ajudado por ela que nessa altura tremia todo seu corpo. Quando finalmente me livrei de sua saia, eis que surge uma visão magnífica: o corpo escultural de uma linda mulher, sobre minha própria mesa, somente usando uma sandália branca de salto-alto e a calcinha, branca, pequena, de renda. Já podia sentir o cheiro de seu sexo exalando no ar e, num gesto rápido, arranquei a calcinha de seu corpo, deslumbrando-me ainda mais com a visão de sua buceta. Abaixei-me para beijar lentamente, porém com muito tesão, suas pernas e me detive na parte interna de suas coxas. O cheiro de sua buceta já úmida me enlouquecia e meu pau parecia que queria fugir de tão duro e pulsante que estava. Parei um instante de beijá-la, mirando em sua vagina, levantei meu olhar, ela abriu seus olhos e me disse: - Sou tua... Minha língua saltou de minha boca e foi direto para sua buceta. Lambia ora lateralmente, ora de cima-para-baixo meu objeto de prazer, sentindo o doce sabor de seu sexo. Ela estremecia e me dava a impressão que tinha perdido seus sentidos. Abria seu sexo com minha língua e o sugava avidamente, como que a saborear o melhor dos manjares. E realmente aquele gosto é o melhor dos manjares. Acelerei o movimento de minha língua e ela já estava começando a dar alguns gritinhos: - Não pára, meu amor... De repente seu corpo todo estremece e através de seus espasmos pude perceber que ela teria um orgasmo. Quando fiz menção de que iria parar, ela se limitou a me dizer: - Não, não, não pára, meu homem... eu vou gozar!!! Voltei novamente a sugar seu sexo e depois de alguns segundos, ouvi somente seu grito: - Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh... Fiquei a admirar seu corpo que se contorcia, ela sorriu com os olhos fechados, com aquele olhar de quem havia chegado ao êxtase. De repente, ela arregala os olhos, se vira para mim e diz: - Gostoso!!! Levanta-se, vindo ao meu encontro... Acaricia meu rosto, me dá um longo beijo, enquanto uma de suas mãos busca enlouquecida meu pinto. Ela se prosta de joelhos, me deixando estático, de pé, abaixa meu zíper, afasta minha cueca e meu pau salta para fora. Imediatamente, ela dá um beijo em minha glande, para logo a seguir abrir aquela boca deliciosa e abocanhar de uma só vez meu pinto, me arrancando um longo suspiro de prazer. Num gostoso movimento de vai-e-vém, suga toda a extensão de meu cacete, às vezes parando para beijar a cabeça, enquanto massageava meu saco. Ela realmente era uma mestre no assunto, pois parava seguidamente de chupar todo meu pau, se concentrando apenas na minha glande, com movimentos rápidos e precisos. Agarrei sua cabeça pelos cabelos e ajudei-a a colocar todo meu pau em sua boca. Era uma loucura... Acelerou os movimentos, largando de uma só vez meu pau e voltando a abocanhá-lo todo de uma só vez. Isso estava me deixando completamente louco e prestes a gozar. Quando ela finalmente sentiu que eu ia gozar, parou de repente de me chupar. Achei estranho e quase que broxei, mas ela, sabiamente, levantou seu rosto e disse, sussurando no meu ouvido: - Quero que você goze dentro de mim... quero que você me possua... quero que você me coma... quero que você me foda... quero que você me faça sua mulher... só tua... toda sua!!! Nunca em toda minha vida tinha sentido tamanho tesão. Ela pegou na minha mão, subiu em minha mesa, colocando-se de quatro, arreganhou suas pernas, arrebitou sua bunda, virou seu rostinho pra trás e com a carinha de puta, me disse: - Vem... Imaginem como é que eu estava naquele momento! Levei breves segundos para me livrar de minha roupa para possuir aquele mulherão que estava à minha mercê, disposta a me fazer feliz. Com a visão daquela bunda maravilhosa e somente usando um par de sandálias de salto altíssimo branco, me sentia privilegiado. Fui em direção à ela, beijei e mordisquei sua bunda, encostando uma de minhas mãos em meu pau, latejante, sedento, com todas as suas veias pulsando... Encostei novamente minha língua em sua buceta toda molhada, já lubrificada e pronta pra receber meu cacete. Encostei a cabecinha, ela deu um gemidinho de prazer, seguido de um sorriso. Fui penetrando-a aos poucos, como que a saborear cada segundo daquele momento. Quando percebi que estava todo dentro dela, fiquei um tempinho nessa posição, segurei-a fiememente pela cintura e comecei a acelerar meus movimentos. Sentia que as paredes de sua buceta comprimiam meu pau. Tirava meu pau todo de sua buceta para novamente enfiar tudo de uma vez só. Ambos gemíamos como animais, às vezes dizendo palavras desconexas. Já estava bombando rapidamente, sentido que meu saco batia na sua bunda. Acelerei loucamente o movimento de vai-e-vem sentindo que o gozo estava próximo: - Vou gozar, meu amor... E ela: - Me diz palavras obscenas... - Vou gozar minha puta, gostosa... vai ter o leite do seu homem dentro de você! - Isso, goza pra sua putinha, goza! Quero ser sua puta, sua vadia! O gozo veio fulminante, potente, indundando completamente sua buceta com meu líquido esbranquiçado, quente, pegajoso... Gozei tanto que quanto retirei meu pau daquela buceta, ainda escorreu um pouco de pôrra por entre suas coxas. Estávamos felizes. Estávamos satisfeitos. Éramos cúmplices de um momento mágico, de um momento único, em que os amantes se entregam mutuamente um ao bel prazer do outro. Havíamos alcançado o êxtase. Nossos corpos nús e suados ainda se abraçaram, eternizando aquele momento. Ela me ganhou, ela me fascinou, ela me enfeitiçou de vez! A partir daquele momento, Elisabeth não seria somente minha secretária. Ela seria, mais do que nunca, minha amante!

.371. EXPERIMENTEI E GOSTEI.Casados, ambos com 35 anos, eu um cara normal e ela muito bonita, morena-clara, seios médios, xoxota peluda, bunda durinha e coxas firmes. Na hora do sexo sempre começamos com muita chupação. Sempre gostei de enfiar um dedo no cuzinho dela enquanto lambo a xota molhada. Um domingo a tarde, eu fumava um cigarro no sofá e Ana, ajoelhada, me chupava o pau. Talvez por eu estar fumando e olhando a TV, para chamar minha atenção, começou a alisar meu botãozinho traseiro, enfiando a pontinha do dedo. Fiquei mais tesudo ainda. Ana percebeu o quanto aquilo me agradava e enfiou o dedo todo e ficou socando como eu costumava fazer com ela. Gozei em jatos fartos e espessos. Com minha própria porra, ela molhou o dedo e voltou a enfia-lo no meu cu. Depois beijou-me a boca com os lábios ainda escorrendo meu esperma. A partir daí ela nunca mais esqueceu de enfiar o dedo no meu cuzinho durante nossas transas. Ana dizia que com isso o meu pau ficava maior, mais grosso e duro. Um dia ela não fez isso, creio que de propósito. Não resisti e pedi para que fizesse. Ela aproximou seus lábios do meu rosto e murmurou: Então o meu viradinho quer que eu lhe enfie o dedo no cu? Pois quero que você me implore. Vamos." Eu queria e muito. Dobrei e levantei os joelhos ao máximo, com eles próximos do meu peito, e deixei meu rabo complemente exposto. Ana tomou a posição de ativa, com seus pêlos fartos na minha bunda, fingindo que bombeava um pau em mim. Com dois dedos entalados no meu cuzinho, ela provocava: "Gosta, meu viradinho? Gosta que eu lhe coma o cuzinho? Sinta eu lhe foder". E me batia uma gostosa punheta. Gozei como nunca. Depois curtimos deliciosamente uma transa de pé, no chuveiro. Ela pediu, eu atendi. Comprei um daqueles vibradores do tipo plug, que começam fino, engrossam e depois afinam antes da base. O objeto, depois de introduzido, não sai, a menos que seja puxado. A parte grossa tem uma espessura maior que meu pau. A primeira vez que ela me enfiou aquilo doeu bastante, mas, depois que estava dentro e não mais saia, delirei. Ana fazia questão de me Por sentado para ela se acomodar em cima de mim e pular como uma cabrita. Ela pediu para que eu comprasse um daqueles pênis artificiais que vem acoplados a uma calcinha de couro, pois queria me comer com aquilo. Como não pude ir, então ela mesma disse que compraria. A noite, quando fui tomar banho, ela me deu o plug e pediu para que eu voltasse usando aquilo: "Depois do banho, enfie isso no seu cuzinho, que é para alargar o buraquinho pois o meu viadinho terá uma surpresa esta noite". Quando entrei no quarto quase tive um troço. Ela estava deitada, com a tal calcinha de couro e um pau enorme apontando para o teto. A coisa era tão perfeita que parecia real. Bem maior que o meu e mais grossa. Meio receoso mas tesudo, fiz tudo o que ela mandou. Lambi chupei, fiquei de quatro. Aquilo entrou rasgando meu rabo. Suei, gemi enquanto ela me punhetava e estocava o pau em mim. "Imagine que é um pau de verdade, meu viradinho. Você quer que eu arrume um cara para foder nós dois? Quer?" Naquela noite ela me fodeu em todas as posições possíveis e imagináveis e disse que sairia no dia seguinte para achar um macho para nós.Dito e feito. Na noite seguinte, esperava come-la e ser comido, ela apareceu bem vestida e disse que estava de saída. Fiquei surpreso e chocado, pois achava que ela não teria coragem. Há muito fantasiava ela com outro e até mesmo o outro em nossa cama. Adormeci no sofá e só acordei de madrugada, quando ela voltou. Ana chegou toda sorridente dizendo que saiu com um garotão de programa e que o cara era o máximo. Disse-lhe que não acreditava. Ela tirou o vestido, sentou-se no sofá e provocou. "Então tire minha calcinha para ver a porra quente ainda escorrendo. Quero que cheire minha boceta e limpe com sua língua". Tirei a pecinha toda melada. Seu sexo estava inchado, avermelhado e senti o cheiro ácido que exalava. Antes que tivesse tempo para pensar, ela me puxou pelos cabelos e senti em meu rosto e lábios a porra do outro. Enquanto eu a limpava com a língua, ela dizia: "O pau dele é enorme, bem maior que o seu. Nem tive coragem de dar a bunda para ele". Gozei só de ouvir sua confissão cheia de sacanagens. Ela disse que o cara viria em nossa casa na noite seguinte para come-la e a mim. Nem dormi aquela noite. Na noite seguinte, convenci-me de que o cara estava na profissão certa. Minha mulher ordenou que eu tirasse o pau dele e o segurasse enquanto ela chupava. Tinha um tamanho que era o dobro do meu. Moreno, grosso, cheio de veias, uma cabeça enorme e brilhante, torto para cima, um saco enorme e pesado. Ela mandou que eu chupasse e eu não pensei duas vezes. Enfiei tudo o que cabia na boca e senti o calor daquela coisa dura enquanto Ana dizia: "Isso, meu viradinho, chupa o pau do meu macho. Sinta como e grande e grosso, duro e gostoso. Foi essa monstruosidade que me deixou toda dolorida ontem... e hoje vai ser você". Fomos para a cama, onde fui colocado de quatro. Ela passou vaselina no meu rego e no pau do cara. Antes de enfia-lo em mim, ele fodeu com ela na minha frente. Vi incrédulo aquele pau cavalar sumir na carne rosada da minha esposinha. Ela gemia: "Olha, meu maridinho corninho, veja tua mulher dando para outro. Veja esse pintão dentro da sua bocetinha". Ela disse ainda que queria ser fodida no cu antes de mim. E eu vi, mais uma vez, a bundinha dela ser alargada por aquele pau gigantesco. "Ai, que pau grande você tem. Você me machuca com isso. Vem fundo vem." O cara metia, metia e não gozava enquanto ela perdia a conta dos orgasmos que teve Exausta, ela pediu para que tirasse o pau e o enfiasse em mim. Juro que tentei, mas não consegui sufocar um gemido profundo quando aquilo entrou no meu cu. Ela segurava o pau do cara e abria minha bunda: "Isso, fode o cu desse meu maridinho viradinho. Vai, enfia fundo essa piroca grossa no cuzinho dele, que ele gosta. Vai com forca, arrebenta as pregas dele para eu ver". Aquilo ardeu, queimou, mas se transformou em prazer e eu gozei como louco. E como gozei com aquela coisa enfiada no cu. Hoje ele é nosso amante. Vem nos foder em casa. Goza na boceta dela para eu chupar e põe no meu cu ate me fazer explodir na boca de minha esposa. Não ficamos uma só semana sem sentir aquela piroca gigantesca, a cabeça quente, as veias inchadas deslizando nos nossos canais apertados, o cheiro e o gosto da porra quente. Ah!, como é bom!

.372. A DAMA DO PRAZER!Seus amigos vivem tirando um barato da cara dela dizendo que é uma aliciadora de "gatões". Os meus também caçoam de mim intrigados, porque não entendem o que vi de interessante numa coroa de 53 anos. É isso mesmo, essa é a idade de Manuela, a melhor amante que já encontrei nesses meus 25 anos de vida outros tantos de experiência sexual. Apesar de ser uma cinqüentona, Manuela parece ter 20 anos menos. Extremamente bonita e de altura mediana, por onde passa ela desfila uma cara redonda com traços perfeitos que não denunciam sua idade e um corpo escultural que muita menininha gostaria de ter. Com seios grandes e firmes, ela se veste com roupas sofisticadas e provocantes que realçam ainda mais sua sensualidade. Contudo, o que mais me seduz a atrair Manuela é sua experiência sexual. Bem vivida, sobretudo nessa área, ela encara o sexo como uma arte e por isso sempre se dedicou para pratica-lo da melhor e das mais variadas formas possíveis. E o resultado desse empenho só pode ser conferido fazendo amor com ela, conhecida como a grande Dama do Prazer. Ela é tão incrível que eu diria até que deveria ser receitada por médicos como o melhor remédio para os impotentes e broxas, que vivem fazendo tratamentos por ai. Por mais inacreditável que pareça, eu a conheci na minha casa, pois é a estilista da minha mãe. Foi num dia em que minha mãe promoveu um chá beneficente e, como ela estava sem carro, fui escalado para dar-lhe uma carona. Na hora achei um porre, pois estava de saída para encontrar meus amigos. Mas conforme fomos andando até o carro vi que era uma coroa super gostosa e enxuta. O papo dela também era legal e fomos conversando numa boa. No meio do caminho, porem, ficamos um puta tempo parados num congestionamento por causa de uma batida. Já que não saiamos do lugar mesmo, comecei a reparar mais nela. Estava usando um vestido azul marinho super justo, com decote bem generoso. Como estava inquieta e preocupada porque achava que estava me atrasando, não parava de se mexer e de cruzar as pernas para um lado e para outro. Foi ai que vi seu belo par de pernas bem torneadas e macias. Fiquei olhando tanto pro seu corpo que dei a maior bandeira. Quando tentei disfarçar e olhei para o rosto dela, Manuela estava me encarando maliciosamente. Senti-me constrangido, mas ela segurou minha mão e disse: "Não precisa ficar encabulado. A maioria dos jovens como você me acham muito bonita e sempre acabam me convidando para sair. Quando o rapaz me interessa eu topo e a nossa noite acaba sendo uma grande curtição". Na mesma hora saquei qual era a da coroa e resolvi conferir se era boa de cama mesmo, como estava insinuando. Aproveitei o clima, disse que não seria nada original e a convidei para jantar. Ela sorriu, passou a mão na minha perna e me deu um beijo como resposta. Nossa, que tesão. Já que o transito não andava, parti pra cima de Manuela e começamos a malhar dentro do carro mesmo. Escorreguei minha mão ate seu tornozelo e fui alisando sua perna até o joelho. Enfiei a mão por baixo do vestido e fui deslizando por sua coxa até alcançar a xoxota toda assanhada. Manuela gemia de tesão e me beijava deliciosamente. E, como estava gostando da brincadeira, guiou minha boca até seu pescoço e depois até os seios. Ela mesma abriu o botão do vestido para que pudesse alcançar mais facilmente seus seios grandes e firmes, que dispensavam o uso de sutiã. Abocanhei os mamilos enquanto bolinava sua xana sedenta, que já tinha molhado a calcinha. A excitação era tanta que quase transamos ali mesmo. Felizmente, o transito começou a andar normalmente e fomos direto para um motel. Assim que chegamos, nos atiramos na cama e fomos logo tirando a roupa um do outro desde o primeiro instante que a vi nua fiquei tarado pelo seu corpo e pela sua maneira sensual de agir. Era mais quente que uma ninfeta e sabia exatamente o que fazer para deixar um homem louco. Primeiro deixou que eu matasse quase toda minha sede de sexo chupando-a e beijando inteirinha. Depois veio pra cima de mim e começou a explorar o meu corpo. Passou a mão nas minhas coxas, no meu saco, deu a volta pelo pau, subiu pela minha barriga e foi acariciando meu peito. Em seguida, começou a me lamber e foi descendo ate alcançar meu cacete duro feito uma tora. Ai, chupou, lambeu, bolinou e me deixou louquinho. De repente, sem que eu percebesse, Manuela pegou uma camisinha e começou a coloca-la no caralho com a boca. Delirei! A maneira com que encapou o pau foi tão gostoso que nem sei explicar. Depois que o cacete estava vestidinho e em ponto de bala, Manuela veio pra cima de mim e o introduziu na bocetinha fazendo um balanço bem gostoso. A partir dai não respondo mais por mim. Ela foi se contorcendo em cima de mim como uma cadela no cio. Movimentava-se pra cima e pra baixo, engolindo minha vara num ritmo tão alucinante que me fez gozar como um louco, enquanto ela também explodia num intenso prazer. Fomos tomar um banho juntos e, quando chegamos a casa dela, começamos tudo de novo. Fizemos sexo oral, anal e transamos em varias posições. Não preciso dizer que passamos a noite trepando. É por isso que Manuela gosta de rapazes da minha idade, porque acompanhamos seu ritmo e saciamos seu apetite voraz. Desde esta primeira noite continuamos nos encontrando pelo menos uma vez por semana. E há seis meses me sinto o cara mais sortudo e comedor do mundo.

.373. UM FIM DE SEMANA DIFERENTE!Era uma tarde quente de sexta-feira do mês de abril. Eu esperava me deparar com uma dessas casas rústicas no meio de algum campo enorme, mas para minha surpresa, o local parecia um quadro, uma pintura agradável a vista e aos sentidos. A casa era espaçosa e decorada com moveis de madeira maciça. Os quadros escolhidos eram de impecável bom gosto dispostos nas paredes grandes e claras. Algumas armas antigas em cima da lareira e vários outros detalhes faziam dos ambientes locais agradáveis. Esta já era a quarta ou quinta vez que Paulo e Marisa me convidavam para passar um fim de semana na sua fazenda. Eram amigos de faculdade, e haviam se mudado para o interior do estado já ha 2 meses e eu sempre arrumava uma desculpa para não enfrentar o marasmo do campo. Mas desta vez, eu não tinha mais desculpas para adiar a visita. No dia combinado, arrumei algumas roupas numa pequena maleta, e sem problemas cheguei na fazenda naquele fim de semana. Fiquei horas maravilhada com o que Marisa me mostrava. O imenso e bem tratado jardim, a piscina azul e convidativa, o gramado que rodeava a casa, a vista que a varanda proporcionava da montanha que se erguia imponente no horizonte onde o sol se escondia. As outras partes daquele paraíso, ficaria para o dia seguinte. Entramos e colocamos a conversa em dia, sentados confortavelmente, e rimos a vontade relembrando passagens dos tempos de faculdade, onde Marisa e Paulo se conheceram através de mim. Assim corria o papo, quando um homem vestido de jeans e camiseta branca entra na sala, mostra um sorriso encantador e diz que não sabia que o casal tinha visitas. Paulo tratou de deixa-lo a vontade e apresentou-o a mim como sendo Beto, o gerente administrativo da fazenda, responsável pela organização. Não pude deixar de notar aquele homem. Alto, calculo que beirando uns 1,90, pele bronzeada pelo sol do campo, músculos delineados, e dono de um olhar que continha muita sacanagem. Creia-me, caro leitor dessa historia, as mulheres sabem pelo olhar, quando um homem "gosta" de sacanagem. A atração entre nos ficou tão "na cara", que Paulo e Marisa se olharam e sorriram maliciosamente. Marisa avisou-o que o jantar seria servido as 21hrs, e que gostaria que ele nos fizesse companhia. Eu também estava gostando da idéia. Ele assentiu com a cabeça, despediu-se e saiu. Fiquei ali agüentando a brincadeira dos meus amigos que faziam comentários maliciosos sobre os olhares que Beto e eu trocamos. Aquele homem me atraiu e ele sabia disso. Chegaram mais alguns casais vizinhos que Marisa havia convidado para o jantar, que foi servido no horário. Depois de algumas horas, os outros se despediram, e ficamos nós quatro tomando vinho e conversando sobre a vida nova na fazenda. Marisa me convidou para ir até o jardim para que eu visse as estrelas e o céu que só as cidades de interior podem mostrar. Sentamos num dos vários bancos que haviam espalhados no gramado imenso, quando Paulo apareceu na varanda chamando por ela. Fiquei ali, recebendo a brisa fresca que vinha das árvores tentando reconhecer os sons da noite. Percebi que Beto estava na varanda da casa, e assim que Marisa entrou, caminhou em minha direção. Parou a dois passos de onde eu estava sentada e nos olhamos fixamente. Aproximou-se mais, e tirou o copo que eu segurava nas mãos, colocou-o no banco e passando seu braço em volta do meu pescoço disse num sussurro: "achei você um tesão". Senti minha pele arrepiar e ofereci minha boca para o beijo que ambos queríamos muito.Foi um beijo louco e cheio de vontade, onde nossas línguas encontravam-se curiosas, e tinham a mesma sede de exploração. Nossas mãos procuravam o Corpo oposto, onde ambos descobríamos onde estava o tesão mais forte de cada um. Os dedos dele apertavam os bicos dos meus seios, espalhavam-se para sentir o tamanho dos meus mamilos, desciam e entravam dentro da minha calca , crispavam-se sobre minha pele. Eu sentia pela respiração dele o tesão que ele sentia. Passei a minha mão por cima da sua calca, e percebi volume que esticava e esquentava o jeans dele. Quase no mesmo tempo, abri minhas pernas para que ele entendesse que eu queria que ele me tocasse no sexo. Ele abriu o zíper da minha calca, e enfiando a mão pela lateral da minha calcinha ele procurou o que queria. Seus dedos deslizaram facilmente na intimidade da minha vagina, molhados pelo meu tesão. Ele respirou fundo, excitando-se por me encontrar assim lambuzada de prazer. Ele enfiava os dedos dentro de mim, tirava, passava pelo clitóris, apertava e massageava e me deixava cada vez mais excitada e fora de controle. Ele foi abaixando meu corpo com o seu, até me deixar meia deitada no banco. Ajoelhou-se devagar e começou a chupar minha boceta com vontade, me molhando mais ainda. Eu não agüentava mais segurar tanto prazer, mas não queria gozar daquela maneira. Queria todo aquele volume que eu sentia através do jeans dentro de mim. Varias vezes tentei fazê-lo parar mas ele me impedia, me segurando forte pela cintura. Entendi que ele queria que eu gozasse dessa forma, e não demorou para que eu aguasse na boca dele todo meu tesão. Assim que ele percebeu que eu estava gozando, me virou de costas e me colocou de quatro, metendo seu cacete por trás, fazendo com que eu gozasse de novo, mexendo e enfiando cada vez mais forte, ate que não conseguisse mais segurar seu próprio orgasmo. Quando recobrei a respiração e sai do torpor normal que a gente sente quando acaba de dar uma bela gozada, olhei para ele espantada com tudo o que havia acontecido ha instantes atras. Notei que ele também estava meio assustado, confuso, como se aquela nossa loucura não fosse nossa. Sem dizer uma palavra, ajeitei tudo o que eu podia me lembrar...roupa, blusa, cabelo, e sem olhar para trás entrei na casa. Paulo e Marisa não estavam por ali e achei que eles tivessem ido dormir...e eu trataria de fazer o mesmo, antes que alguém visse a minha cara. Lógico, eu pensava, essa trepada estava estampada na minha testa! Nessa noite, tive um sono profundo e reparador, que só chegou depois de pensar em cada momento daquela transa. Confesso que eu nunca havia me portado daquela maneira. Sempre procurei ter controle e jamais havia me entregado assim somente por atração. O sol entrou impiedoso pela janela e bateu direto na minha cara. Olhei para o relógio e passava das 9h30. Tomei um banho rápido e desci as escadas. Logo vi Marisa e Paulo sentados na mesa da sala de jantar tomando o café da manha. Juntei-me a eles, e pelos olhares, desconfiavam que alguma coisa tinha acontecido no jardim entre Beto e eu. Depois do café, fomos conhecer o resto da fazenda montados a cavalo. Estávamos a beira de um rio, quando vimos Beto galopando em nossa direção. Logo depois, Marisa disse que iria voltar a casa para providenciar o almoço. Paulo ficou conosco mais algum tempo, e disse a Beto que me mostrasse o resto do lugar, pois queria aproveitar para dar um pulo na fazenda vizinha para buscar algumas frutas. Estávamos novamente sozinhos eu e Beto. Eu disse que gostaria de voltar a casa, para ajudar Marisa a providenciar o almoço. Ele concordou e dirigimos nossos cavalos em direção a casa grande. Já perto de lá, ele entrou no celeiro, eu achei melhor fazer o mesmo, para que eu deixasse ali meu cavalo também. Assim que minha vista se acostumou a escuridão do lugar, vi beto descer do seu animal, e tentei fazer o mesmo quando senti as mãos dele me pegarem pela cintura e me empurrarem para um monte de feno que havia num canto dali. Ele mantinha seu peso sobre mim, segurando minhas mãos no alto da cabeça. Eu podia sentir aquele pau enorme e latejante. O calor do seu hálito no meu pescoço me deixava cheia de desejo. Ele falava coisas que eu mal entendia, mas sabia o que ele queria. Ele se colocou de joelhos com as pernas abertas no meu pescoço, e tirou toda aquela delicia para fora e enterrou tudo que pode na minha boca. O movimento de seus quadris, ajudavam aquele cacete entrar mais e mais na minha garganta. Com a mão, ele acariciava minha boceta por cima de meu jeans. Eu mesma fui abrindo o zíper da calca, abaixando-a para deixar a mostra minha vagina molhada de vontade por ele. A certa altura, ele abaixou de vez a roupa, arqueou minhas pernas e entrou dentro de mim toda sua vontade. Eu gritei de tesão e aquilo fazia ele ter mais vontade de enfiar dentro de mim o mais fundo possível. Eu o segurava pelas nádegas, acompanhando o ritmo do seu corpo com o meu embaixo dele. Gozei varias vezes, até perceber ele ter um orgasmo gostoso e demorado. No meio daquele cenário rústico o cheiro de sexo impregnou-se no feno. Depois do almoço, eu Marisa e Paulo ficamos na sala de estar. Beto não almoçou conosco desta vez. Depois de algum tempo, resolvi subir para dormir um pouco. Tive apenas duas horas de sono, mas esse tempo foi reparador. Tomei uma rápida ducha, e desci para a sala, onde vi o casal conversando com Beto. Sentei-me ao lado dele, e me servi de um copo de suco que havia na mesinha de centro. Marisa estava sentada ao lado de Paulo, e eu ao lado de quem queria. Havia alguma coisa no ar que eu não podia identificar. A conversa era intensa entre os dois homens sobre as coisas da fazenda, e assim, sem mais nem menos, vi Marisa começar a acariciar o marido no meio das pernas. A cena me fez ficar constrangida, pois nunca havia presenciado algo assim. Paulo começou a acariciar os seios dela em resposta ao que ela fazia, na minha frente e na frente de Beto, que agia com estranha naturalidade perante aquela cena. Notei que Paulo sendo manipulado pela esposa, olhava diretamente para as minhas pernas. Marisa sorria maliciosamente para mim e para Beto, e fui entendendo o que se propunha ali! Beto colocou as mãos nas minhas coxas, e buscava alguma reação em mim, que nessas alturas estava mais surpresa do que chocada. Eu me sentia estranha, como sendo envolvida por algo que não esperava e nunca havia acontecido comigo. Minha única reação foi tentar levantar e não participar daquilo. Beto, percebendo o que eu estava tentando evitar, levantou-se também e rapidamente se colocou atras de mim, me segurando pela cintura e encostando seu corpo atras do meu. O contato dele em mim, me excitava e ele sabia disso. Paulo havia desabotoado a blusa de Marisa e seus seios estavam a mostra agora. Beto segurava meus braços para trás e sentou-se novamente no sofá, só que desta vez, levou meu corpo junto com o dele, conservando-me segura e sentada no seu colo. Era uma loucura tudo aquilo e eu sabia que a loucura maior estaria por vir. Marisa e Paulo levantaram e vi que vinham em nossa direção. Meu corpo, seguro e naturalmente arqueado para trás no colo de Beto, ficava a disposição dos carinhos do casal. Beto passou a me beijar a boca, as orelhas, o pescoço e eu não via, mas sentia Marisa levantar minha camiseta e colocar na sua boca, cada um de meus biquinhos, endurecendo-os com sua língua habilidosa. Minha cabeça rodava entre a surpresa do que estava acontecendo e o tesão que estava começando a crescer em mim. A cada tentativa minha de sair de tudo aquilo, Beto me apertava e passava suas mãos em mim, porque sabia que eu me renderia ao tesão. Eu estava ali, envolvida e bolinada por aquelas três pessoas que procuravam me deixar no mais alto grau de excitação. A mistura de sensações que eu sentia era uma coisa nova e deliciosa. A experiência que eles mostravam a cada toque no meu corpo, me fazia acreditar que era uma prática comum entre eles. Marisa tinha conseguido me livrar das calcas, da calcinha e chupava minha boceta com um tesão incrível. Paulo se ocupava dos meus seios, mas com os dedos tocava meu clitóris, encontrando as vezes a língua de sua mulher no mesmo caminho. Beto movimentava-se debaixo de mim facilitando Marisa a abrir suas calcas para tirar o cacete dele para fora. Assim que conseguiu, guiou-o para dentro da minha xoxota com suas próprias mãos. Paulo abafava meus gemidos com sua boca, num beijo louco e cheio de tesão. Agora, já não sentia Marisa em mim e quando abri os olhos, vi que ela estava sentada no sofá em frente, olhando e se manipulando, se deliciando. Foi ela mesma quem pediu a Paulo: "fode com ela!" E este, sabendo da tara da mulher, fez um gesto a Beto, que me deitou no chão e ajudou a tirar o resto das minhas roupas. Eu já estava completamente envolvida pelos três, e sentindo o maior tesão da minha vida. E assim deitada no tapete, senti Paulo me penetrando devagar, e Marisa já havia se posicionado de maneira a ver essa penetração do melhor ângulo possível. Beto ajoelhou-se ao meu lado, e colocou o seu pau na minha boca. Eu o abocanhei por inteiro, querendo passar e dividir o tesão que estava sentindo. Minha língua procurava transferir para ele o prazer que estava sentindo. Eu podia ouvir os gemidos de Marisa masturbando-se freneticamente. Eu me contorcia de tesão, sentindo todas as sensações ao mesmo tempo. Não consegui segurar meu primeiro orgasmo, que veio em ondas, intenso e demorado, e sentia que Paulo gozava junto comigo, jorrando seu líquido quente dentro de mim em espasmos rápidos.Assim que ele saiu de mim, Beto me levantou do chão e me colocou de quatro, apoiada no assento do sofá. Segurava meu corpo pelas ancas, e penetrava dentro de mim com seu cacete sedento. Deu duas ou três enfiadas, e quando percebeu que meu gozo havia molhado seu cacete, tirou e colocou a cabeça na entrada do meu rabo. Senti a forcada do membro enorme que ele tinha! Eu quis sair, me livrar dele, mas Marisa e Paulo estavam ali ao lado, segurando meus braços e pernas, mantendo-me naquela posição para servir a beto. Percebendo que a ajuda que tinha seria suficiente para conseguir o que queria, foi forcando a entrada devagar, mas a dor era inevitável. Os dois, Marisa e Paulo, trataram então de trabalhar no meu tesão, para substituir a dor pelo prazer. As mãos deles passeavam sobre meu corpo e minhas entranhas, suas línguas exploravam minha pele, e seus carinhos faziam o prazer ser mais sentido do que a dor da penetração anal. Beto mexia seu pau dentro do meu rabo devagar, para que eu me acostumasse com essa maneira de sentir prazer. Marisa deitou embaixo de mim, e passou a me chupar novamente a vagina, vendo enquanto me chupava, meu rabo ser comido por beto. Eu sentia meu tesão se intensificar de maneira incontrolável, e gozei uma vez, gozei a segunda e a terceira, e pensei que aquele prazer nunca iria terminar. Depois, foi a vez de beto, que logo em seguida, esguichou dentro de mim sua porra quente em jatos alucinados. Senti que ele me levantava em direção ao sofá novamente. Aquilo parecia nunca terminar. Deitada no sofá, beto mantinha minhas pernas abertas, meladas de tanto prazer, enquanto Paulo segurava meus braços no alto da cabeça. Marisa deitou-se em cima de mim, esfregando sua xoxota contra a minha. Assim ela gozou soltando urros de prazer. Se contorcia a cada toque do seu clitóris contra o meu. Ficamos ainda jogados depois que tudo acabou. Os quatro corpos suados exaustos, nus e ofegantes, completamente satisfeitos de todas as fantasias que tínhamos desejado. Minha mente procurava uma ordem lógica para arquivar tantas novidades e sensações ali descobertas. Eu nunca poderia imaginar que algo assim me acontecesse, embora fosse parte das minhas fantasias. Mantive os olhos fechados por muito tempo, e "flashes" daqueles momentos repetiam-se como cenas de um filme. Sem dizer nada, subi e tomei um banho demorado, e jogada na cama, dormi envolta na toalha de banho. Acordei já no meio da noite, quando Marisa entrou no quarto, segurando uma bandeja com o jantar. Sentou-se na beirada do colchão. Ela viu com clareza que eu estava constrangida com tudo que tinha acontecido. "Encare de maneira natural" - disse ela sorrindo - "afinal, você gostou tanto quanto nós". Quando ela saiu do quarto, para chamar Beto e Paulo, eu percebi o quanto ela tinha razão... Não preciso dizer que, desde aquele fim de semana, não arrumo mais desculpas para não aceitar um convite para passear por aqueles lados...

.374. FESTA A FANTASIA!Minha mulher tem 35 anos, morena clara, com 1.75, cabelos lisos, escuros com fios claros, 68 quilos, uma bunda grande redondinha e arrebitada, pernas grossas e roliças, seios médios linda de rosto. Em outros contos relatei nossa aventura em um clube de swing em que eu fiz ela entrar sem saber que era, e onde um estranho comeu-a por trás enquanto olhávamos alguns casais transando numa das salas do clube. Bom....este relato vem na seqüência daquele. Entrei novamente num site de swing e percebi que havia um "baile a fantasia" sendo organizado para um Sábado de outubro/03. Cássia, depois daquele episódio, disse que jamais entraria lá de novo, mas eu comecei a fazer a cabeça dela, dizendo que ela poderia colocar uma fantasia que incluísse uma máscara, e que assim ninguém a reconheceria posteriormente à festa, mas Cássia insistia em não ir, perguntando: "para fazer o quê....você quer me dividir com outros homens", mas eu lhe assegurei que não era nada disso. Eu queria apenas matar minha curiosidade sobre um evento deste, pois nunca nos meus 48 anos, tinha tido oportunidade de ir numa festa a fantasia, mas de fundamente sensual, para não dizer, libertina. Demorou quase uma semana para ela parar de dizer não, até que num determinado dia ela respondeu "vou pensar se vou". Dia seguinte liguei para o clube e fiz uma reserva para casal e apressei-me em ir alugar uma fantasia para mim numa loja especializada que tem lá na Moóca. Cheguei em casa naquela noite eufórico com uma caixa grande onde estava minha fantasia de sultão novinha (era um 1º aluguel), cheia de panos e turbante. Sou descendente de português e já tenho cara de turco mesmo e calhou legal a fantasia. Experimentei para Cássia ver, e ela apressou-se dizer que não tinha confirmado que iria na festa, no que respondi-lhe que já havia confirmado a reserva e pago (mentira) as entradas pela internet. Convenci-a a ir comigo na loja de fantasias, e fomos no dia seguinte, e ela gostou da "pantera", composta por um biquini e bustiê minúsculos, luvas e cordão para enrolar nas pernas, tudo num tecido rajado marrom e preto, e uma máscara bonita e preta sustentada por um cabinho de madeira, mas disse que não teria coragem de usar aquilo. Disse-lhe que estaríamos de sobretudo pois eu Tb não tinha coragem de sair fantasiado na rua, num que fosse alguns passos entre a descida do carro e a entrada do clube. Alugamos tal fantasia, e no Sábado que se seguiu nos preparamos para a noitada. Eram mais de 23hs quando saímos de casa, pois a festa - segundo a atendente - começava prá valer mesmo só depois da meia-noite. Prometi a Cássia que ficaríamos até e enquanto ela quisesse, e assim fomos. Aquele biquini era realmente indecente, um fio dental que entrava entre as bundas da bunda de Cássia e na frente um pequeno triângulo que tapava mesmo só os lábios vaginais. O bustiê, então, cobria no máximo os bicos dos seios e ao menor movimento expunha a auréola dos mamilos. Os cordões entrelaçados na perna, as luvinhas de braço, o salto altíssimo e a máscara que cobria parte do seu rosto, deixando exposta apenas seus olhos e aquela boca carnuda e sensual tingida por um batom vermelho forte. Descemos na porta do clube com nossos sobretudo escondendo nossas fantasias, e Cássia fez questão de apoiar a máscara no rosto, entrando glamourosa, braços dados comigo, na boate do clube. O maitre nos levou até a mesa reservada e antes de sentar retirei meu casaco com a sua ajuda, mas Cássia preferiu não tirar o dela, abrindo apenas os botões de baixo. Nossa mesa fica na beira da pista, onde dançavam várias pessoas com fantasias muito bonitas e criativas, e havia um tráfego grande de fantasiados mascarados, ficando evidente que o anonimato era o estimulante maior daquela festa. Ficamos sentados, observando o movimento, pedi uma garrafa de uísque e um vinho branco para Cássia. As músicas eram revezadas, ora lentas ora agitadas, tecno, essas coisas, e muito alto o som....O ambiente foi ficando cada vez mais cheio de gente e dava para perceber que alguns casais já embalados, se expunham sem freios. Casais se beijavam na pista, com as mãos invadindo suas intimidades, por cima e por baixo das roupas, meses com vários casais se divertiam e parecia haver muita cumplicidade entre os freqüentadores. Parecia que só nós não conhecíamos ninguém, até que encontramos Cíntia e Pascoal, que percebendo nosso isolamento, nos reconheceram e se achegaram a nós, ele com uma túnica branca e ela de "odalisca" estilizada e toda transparente. Convidei-os a sentarem-se à nossa mesa e assim ficamos conversando, até que as mulheres pediram licença para irem ao toilette. Fiquei conversando com Pascoal que disse praticar o swing há vários anos e que isto fez com que o relacionamento conjugal e sexual melhorasse muito, pois estão sempre em busca de emoções novas. Me afinei com ele, e ele me disse que Cássia era muito bonita, no que retribuí o galanteio dizendo que Cíntia era um pecado de mulher. Cíntia tinha o tesão no olhar, era loura (tingida), baixa, de seios grandes, pernas roliças de penugem farta e aloirada, bunda arrebitada e era muito extrovertida e - segundo Pascoal - bissexual. Fiquei imaginando o apuro que Cássia deveria estar passando no banheiro, embora ela ainda vestisse o sobretudo quando deixou a mesa. Para nosso espanto (meu e de Pascoal) nossas mulheres voltaram, mas tanto Cássia não vestia mais o sobretudo, como Cíntia já não mais tinha os véus da parte de baixo de sua fantasia, e passaram pela pista com várias pessoas as olhando. Deu para perceber que alguma coisa havia acontecido no banheiro, pois a boceta de Cássia parecia que iria explodir de dentro da minúscula tanguinha, virtualmente inchada. Cíntia usava um shortinho de vinil preto, trançado nas laterais e cravado na boceta e que de tão justo dava perfeitamente para ver a racha dos lábios vaginais. Tanto eu como Pascoal ficamos hipnotizados, e elas fizeram questão de sentarem-se uma ao lado da outra e entre nós, seus respectivos maridos. Continuamos a conversar, beber, e notei que Cíntia repousava, vez ou outra, a mão esquerda na pernas de Cássia quando falava com ela. Fiquei encafifado porque Cássia sempre foi avessa ao lesbianismo, dizendo que a enojava, mas naquela noite parecia não estar pensando desse jeito, talvez já embriagada pela garrafa de vinho que tomou praticamente sozinha. Tirei Cássia para dançar, mas Pascoal se antecipou e me ofereceu Cíntia a danças. Fiquei esperando a reação de Cássia, mas Pascoal pegou-a pela mão e conduziu-a à pista. Fui atrás com Cíntia e começamos a dançar. Na pista Pascoal abraçou lascivamente e de corpo inteiro Cássia, e eu fiz o mesmo com Cíntia que, mais baixa que minha mulher, ficou com o rosto colado ao meu peito e meu pau, já quase explodindo, encostava no máximo na sua barriguinha. Era uma música lenta e era inebriante esperar o momento de cruzar meu olhar com o de Cássia, que ficava olhando desesperada para mim, enquanto Pascoal se encaixava no meio das suas pernas. Aquela bunda de Cássia, apenas com o fio dental, se expunha quase que totalmente aos olhos de todos e num determinado momento notei que Pascoal estava com sua mão bem sobre ela. Fiz o mesmo com Cíntia que respirava forte no meu peito, me fazendo sentir um calor danado. A bunda de Cíntia era uma delícia e em determinada altura Pascoal falou para nós o acompanharmos, entrando com Cássia num corredor e entrando numa sala onde já havia um casal se amassando. A sala tinha um grande estofado vermelho em U, cobrindo suas três paredes e, ao lado da porta, treliças largas serviam de parede. Assim que entramos aquele casal pediu licença e saiu. Cíntia, desinibida, disse que elas tinham uma surpresa para nós. Junto com Cássia subiram no estofado e começaram a rebolar. Cíntia dançava e iria retirando seus véus, e depois seu bustiê, ficando só com aquele micro shortinho. Cássia, tímida, só se mexia, mas Cíntia Fe-la virar-se de costas para nós e desatou o laço do top de Cássia, e passou a passar-lhe as mão pelas costas e pela bunda. Desceu do sofá e ficou com o rosto na altura da boceta de Cássia que, inchada, parecia uma grande concha, rachada ao meio pelo fio dental. Puxou a tira do fio dental de lado e meteu a cara na boceta de Cassia, passando a lambê-la e passando as mãos pelas pernas entrelaçadas de minha mulher. Fiquei louco! Era uma fantasia minha jamais admitida por Cássia, ou seja, um menage feminino. Mas não parou por aí, Pascoal me disse que o "batismo" no swing no clube exigia um pouco mais de desprendimento da minha parte, e pediu para Cássia ajoelhar-se sobre o estofado, colocar as duas mãos sobre ele e encostar o rosto lateralmente sobre as mãos. Cássia o atendeu e sua boceta ficou literalmente escancarada e exposta. Levantou a túnica e percebi que Pascoal não usava cueca e tinha um puta de um cacete em forma de cogumelo. Deveria ter uns 25x5 e uma chapeleta redonda e maior que a bitola do corpo do pau. Fiquei assustado, mas ele começou a esfregar aquela cabeçorra nos lábios vaginais de Cássia. Cintia agachou-se de cócoras, de frente para ele e entre as pernas de Cássia, e começou a lamber a pica do marido em revezamento com a boceta de Cássia, enquanto com as mãos esfregava sua xana por sobre o shortinho. Encostei-me do lado e comecei a desamarrar os fios laterais do shortinho de Cintia. Deitei-me de costas ao chão e enfiei minha cabeça no meio das pernas de Cintia, passando a chupar-lhe a buça e percebi o porquê da mulher ser a tarada que Pascoal me falou que era. Seu grelo, sem brincadeira, tinha no mínimo 2 cm, gordinho, redondinho e reluzente. Cada vez que eu passava a língua nele Cintia tremia as pernas e começava a suspirar. Determinado momento, ouvi um grito que reconheci como de Cassia, saí rapidamente de baixo da Cíntia para ver o que estava ocorrendo. Era Pascoal que havia cravado sua pica na minha mulher e estava bombeando suavemente. Mas ele fazia questão de - a cada investida - tirar tudo e recolocar na boceta de Cássia que sempre gemia. Cintia vendo meu estado, ajoelhou-se em minha frente a começou a chupar o meu cacete, e o fazia com a maestria de uma expert, salivando muito e molhando todo meu cacete que parecia estar nadando dentro daquela boca. Virei-a por sobre o sofá e fizemos um 69, com eu chupando muito aquele grelão o que provocava contrações contínuas em Cíntia. Cássia continuava com o rosto sobre as mãos, de olhos fechados, levando aquele cacetão na boceta, e pela posição dava para ver que Pascoal começou a acelerar os movimentos e que Cássia começou a gozar, empurrando seu corpo contra a pica dele e, como sempre, falar "vou gozar.....vou gozar.....tô gozando.....tô gozando....." Pascoal não parava e percebi que Cássia entrou direto no caminho de um novo orgasmo, pois rebolava no pau do cara. Deitei-me no estofado e deixei meu pau para cima, fazendo com que Cíntia, de costas para mim, sentasse nele, assim me permitindo continuar a ver minha esposa ser estourada pelo caralho de Pascoal. Cíntia começou a se esfregar na minha pélvis rapidamente, e começou a gozar alucinadamente rebolando aquela bundona na minha pica. Entrou em frenesi e não parava de pular sobre meu colo, subindo e descendo de forma violenta e rápida, como uma desvairada. Após cansar de gozar ela pediu licença e disse que voltaria loguinho. Voltou em menos de um minuto com um aparelho nas mãos que eu não conhecia. Ela disse que era para preparar Cássia para o melhor da festa.....?!!! Fiquei encafifado e ela se dirigiu aonde Pascoal ainda bombeava Cássia e aproveitando que o olho do cuzinho dela estava escancarado e já meio larginho pelos dedos de Pascoal, colocou para dentro do Cu de Cássia aquele plug de borracha, deixando para fora um tubinho plástico que, na ponta, tinha uma espécie de uma seringa, parecendo uma pequena bomba de bicicleta. Começou a bombear aquele aparelho e percebi que o plug de borracha estava inflando dentro do Cu de Cássia que gritava que aquilo a estava arrombando. Cintia parou, mas passado um minuto, deu outra bombada e assim comecei a ver que o olho do rabo de Cássia ficava cada vez mais "inchado" (ou inflado). Dava para ver a borracha inflada dentro do seu rabo, enquanto Pascoal continuava a fuder a boceta de Cássia que logo começou a gritar que iria gozar novamente e trepidou alucinada no pau de Pascoal que retirou o cacete da bunda dela ficou esfregando-o do lado de fora da xaninha. Cintia acionou alguma coisa no aparelho, e o plug começou a esvaziar, e ela puxou retirando-o da buça de Cássia que, entretanto, ficou com o buraco anal totalmente aberto. Pascoal não esperou mais, cravou o cacete naquele rabo já arrombado de Cássia e começou a bombear, bombear, bombear, até tirá-lo de dentro dela, arrancar a camisinha e ejacular uma quantidade de porra enorme que jorrou pelas costas e entupiu o buraco anal de Cássia, além de escorrer pela xana. Não satisfeito, Pascoal pegava sua espessa porra com os dedos e puxava até o Cu de Cássia, que alargado como estava, engolia toda aquela porra. Me senti na obrigação de fazer o mesmo com a esposa dele, e coloquei Cintia de quatro e - sem maiores preparações - cravei-lhe a pica naquele cuzinho que parecia que iria estrangular meu pau. Com a mão esfregava seu avantajado clitóris, e assim fiz com que Pascoal e Cássia assistissem, como eu assistira, a esposa ser enraiada. Ela gozou rapidinho, e eu continuei a bombá-la até que, percebendo que iria gozar, tirei o cacete e a camisinha e esporrei todo meu leite no rosto de Cintia que esfregava com suas mãos a porra pela cara. Cássia veio em minha direção e me abraçou, mas Pascoal relembrou sobre a tradição do batismo do swing (que depois vim a saber que era tudo mentira). Pediu para Cássia ficar agora de quatro ajoelhada no chão e fez um sinal para as pessoas que estavam assistindo nossa foda pela parede de treliça . Pelos vãos da treliça apareceram cerca de cinco ou seis cacetes sem camisinha e, disse ele, as mulheres teriam que chupar todos aqueles pais. Cássia hesitou, mas Cíntia foi até ela e também se ajoelhou, dando início à chupação e Cássia, que é tarada em chupar, se animou e também deu início à felação coletiva da direita para a esquerda e Cintia da esquerda para a direita. Quanto elas se encontraram no centro, ambas chuparam um cacete negro que era maior que o meu antebraço. Cintia não resistiu e ainda se agachou de costas e cravou sua boceta naquele pau enorme e passou a beijar Cássia na boca. A baixinha gozou no anônimo pau negro gigante e ainda, fez com que Cassia fizesse o mesmo. Cássia só olhava para mim que, a estas alturas, ao lado de Pascoal, descascávamos uma punheta legal, já com os cacetes em riste. Cassia não gozou naquele pau, mas ai acompanhou - pelo seu lado - Cintia que enfiava o rabo em todos aqueles paus que haviam sido chupados por Cássia, e vice-versa. Ao terminar o último, Cassia veio até mim e aproveitando meu pau em riste fez-me deitar e cavalgou-me até gozar novamente e me fazer gozar juntinho, enquanto Cíntia e Pascoal faziam o mesmo. Eram já umas quatro da manhã e resolvemos ir embora, com Cássia se agasalhando com o sobretudo, recolhendo o biquini alugado e fomos embora. Apesar de tudo, Cássia não quis que eu trocasse números de telefone com Pascoal e Cíntia. No carro, de volta a nossa casa, Cíntia voltou a repetir que tinha sido maravilhoso, mas que aquela havia sido a última vez. Será?

.375. MINHA PRIMEIRA TRAIÇÃO!Meu nome é Marcos, tenho 33 anos e isto aconteceu comigo a uns 6 meses. Estou casado a três anos e Meio, mas entes de casar sempre tive uma vida "Sexual" muito ativa, sou "meio" taradão. Quando casei resolvi dar um tempo nas minhas aventuras e dedicar-me a esposa. Bom, agüentei firme por 3 anos, sempre muito fiel. Em casa nunca me faltou "sexo", porem comecei a sentir falta do prazer da conquista. Não era falta de SEXO e sim de conquistar um garota, de ser agradável com alguém e ela se encantar com você, aquela coisa do instinto masculino... "a Caça". Comecei a conversar com mulheres na NET, normalmente casadas, pois gostam de conversar e tem muito para falar, de trocar experiências. Consegui varias amigas virtuais, sempre na NET. Isto me deixava muito feliz, acabou preenchendo aquele espaço que estava aberto após o casamento. Em nenhum momento pensei em ter nada sério com nenhuma de minhas conquistas, somente queria ter momentos agradáveis no mundo Virtual. Só que um dia eu estava em uma sala, procurando alguém para conversar. Apareceu uma garota que se apresentou e disse que tinha gostado do meu NICK. Bom, começamos a conversar e ela disse que também era casada, tinha 35 anos e procurava alguém para sair com ela na REAL. Aquilo me deixou atrapalhado, nunca tinha acontecido daquele jeito, ela foi tão direta que me deixou sem reação. Bom, nem preciso dizer que fiquei totalmente satisfeito com aquela situação. Parecia um adolescente que consegue a primeira gatinha.... Ela me mandou um e-mail, com um numero de celular e pediu para eu ligar... Mas era para ligar somente se eu realmente estivesse a fim, se eu não estivesse a fim de algo Real não era nem para ligar. Pensei umas dez vezes antes de ligar, como disse não estava procurando nada REAL. Só queria umas aventuras virtuais.... Mas o meu lado Tarado falou mais forte e eu liguei para ela. Ela tinha uma voz linda, era decidida e disse que queria me conhecer. Mas tinha que ser no dia seguinte... Marcamos em um Flat, próximo de um Parque aqui em São Paulo. Eu cheguei na hora marcada e liguei no celular dela. Ela atendeu e disse que estava me esperando. Me identifiquei na recepção e eles liberaram para eu subir. Eu entrei no elevador e comecei a pensar a loucura que estava fazendo, não conhecia a garota, não sabia e nem imaginava como ela era, ela podia ser horrível, ela podia ser uma ladra que iria me roubar, podia acontecer qualquer coisa de ruim. Eu já imagina o meu nome nos boletins jornalísticos das 18:00... "Marido infiel é seqüestrado e assassinado em um Flat Prox. ao Parque". Mas por incrível que pareça, aquela situação ao invés de me afastar do perigo, me deixou ainda mais excitado. Quando cheguei na porta, toquei a campainha. Ela demorou um pouco para atender, acho que foi para fazer um charme. Meu coração disparou, me senti como a muito tempo não me sentia. Dava para ouvir o meu coração, a ultima vez que tinha me sentido daquele jeito eu tinha uns 18 anos. De repente a porta abriu... Nossa, ela era maravilhosa, Loira, com uns 1,65, 60Kgs, um pouquinho de barriga resultado da ultima gravidez, bandinha maravilhosa, pernas muito bonitas, coxas medias bem torneadas, um sorriso lindo. Quando ela me viu ela abriu um sorriso e pediu para eu entrar, vi de cara que ela tinha gostado de mim também. Eu entrei meio medroso, fiquei na sala do Flat, estudando o lugar, tentando ver se não tinha ninguém me aguardando no quarto ou no banheiro. O medo ainda era grande. Ela percebeu o meu nervosismo e começou a conversar, perguntou o que eu tinha achado dela, ela disse que tinha gostado de mim... E para relaxar ela perguntou se eu gostava de vinho, eu disse que sim, ela pegou uma garrafa de dentro da bolsa e pediu para eu abrir para nós. Nos sentamos no sofá, ela estava com uma Mini-Saia preta e uma blusa Branca, Linda... Quando ela se sentou, pude ver as suas coxas, demos apenas dois goles no vinho, não me agüentei e comecei a beijar aquela boca maravilhosa que ela tinha. A boca dela era linda e ainda molhada com o vinho, ficou mais gostosa ainda. Começamos a nos beijar, e ela retribuiu com o mesmo entusiasmo. Comecei a ficar excitado, ali mesmo, sentado. Minha mão percorria aquele corpo maravilhoso, sentindo cada pedacinho daquela pele gostosa. A mão dela me acariciava, me deixando mais excitado ainda. Nos acariciamos como dois adolescentes fazendo coisa "errada" na sala de casa, com medo dos pais chegarem. As coisas esquentaram demais, ela percebeu o quanto eu estava excitado e levou a mão até a minha rola, quando ela sentiu ela dura daquele jeito, ela se ajoelhou na minha frente, abriu a minha calça, tirou a minha rola para fora, e começou a me sugar ali mesmo....Uauuu, que tesão... Só de lembrar já fico excitado novamente. Ela sugava a minha rola de uma forma que nunca tinha sido sugado antes. Ela passava a língua por toda ela, chupava minhas bolas e voltava a cabeça, de vez em quando olhava para a minha cara, só para conferir a minha cara de tesão, quase explodindo de prazer. Depois engoliu ela inteira, e começou a punheta-la de forma muito gostosa, me deixando louco. Eu implorei para ela parar, pois estava quase gozando e ela não parou... Não me agüentei, e comecei a jorrar a minha porra dentro da boca dela, ela não parou, continuo sugando... deixando a minha porra escorrendo pelo lado da boca... Que delicia, só de lembrar a cara que ela fazia sentindo minha porra quente dentro da boca dela, Fico louco novamente. Depois que ela sugou muito minha rola, deixando ela limpinha, sem nem um pouco da minha porra ela se levantou, veio até a minha boca e começou a me beijar partilhando o restinho da minha porra que ainda sobrava na boca dela. Fiquei louco, ela me conduzia, eu ali era apenas um "escravo" que ela tinha arrumado na NET. Ela me pegou pelas mãos, me levou até o quarto e mandou eu me deitar. Ela começou a tirar a minha roupa, com muito cuidado e foi colocando uma por uma no cabide. Ela ainda comentou, sua esposa não pode achar que estão muito amassadas... Depois que eu estava totalmente nu, eu tentei ir até ela, para tirar a sua roupa. Mas ela não deixou, mandou eu ficar deitado, que ela iria tirar para mim. Ela colocou uma musica no radio que estava ao lado da cama. Subia sobre a cama e começou a dançar. Fazendo um Strip Maravilhoso... Ela foi tirando peça por peça.. E rebolando e se mexendo, de pé, sobre mim. Ela não me pisava, mas naquele momento até isto eu já estava querendo. Quando ela tirou o sutien, nossa, fiquei louco, quis me levantar para começar a sugar aqueles seios maravilhosa, mas ela não deixou. Mandou eu ficar quieto.... Eu fiquei excitado novamente, minha rola ficou dura demais e ela continuou a dançar e a se torcer sobre mim. Ela estava usando uma calcinha preta, linda, todinha enfiada na bundinha maravilhosa. Ela começou a tirar a calcinha.. Bem devagarzinho e deixou dependurada na pontinha do pé... Começou a esfregar a calcinha na minha cara, me deixando louco, sentindo o cheiro da bucetinha deliciosa dela. Eu não me agüentava mais, comecei a implorar por ela e ela me disse que primeiro ela queria sentir se minha boca era tão gostosa quanto a minha rola aparentava ser. Ela ficou de pé sobre mim e se abaixou de frente para a minha cara, levando a buceta maravilhosa até a minha boca..... Começou a esfregar a buceta na minha boca, e pedia para eu chupa-la. Eu comecei a esfregar a minha língua naquela buceta deliciosa, fazendo um movimento bem gostoso, acompanhando o movimento que ela fazia. Ela ficou muito excitada e começou a gemer. Ela gemia demais e aquilo me deixava mais excitado ainda. Ela começou a se torcer inteira e esfregou na minha boca o cuzinho dela, pediu para eu sentir como ele estava gostosinho, que ele seria meu se eu fosse bem bonzinho com ela...Eu esfreguei minha língua naquele cuzinho delicioso, e voltei a sugar a bucetinha dela, até que senti algo escorrer na minha boca. Ela estava muito excitada e a buceta escorria um liquido delicioso... Neste momento, ela pegou na mesa ao lado uma camisinha e colocou na minha rola. E mandou eu continuar quietinho. Veio por cima de mim, e sentou na minha rola... Uauuuu... Que penetração deliciosa... Ela engoliu minha rola inteira e começou a mexer muito gostoso... Minha rola vibrava dentro daquela buceta maravilhosa, era muito quente deliciosa... Toda molhada... Ela começou a mexer muito, fazendo um movimento muito gostoso... Como ela cavalgava bem... Ela ficou neste movimento um bom tempo, de tempos em tempos ela se torcia toda, e gritava como uma putinha... Foi demais... Eu gozei muito, gritei para ela que estava gozando e ela não parava, apenas gritava para eu agüentar, que o que ela queria era a minha rola, fodendo ela todinha... Depois disto, ela se deitou ao meu lado e começamos a conversar. Trocando idéias e ela começou a perguntar da minha esposa, se ela sabia que eu saia com outras mulheres e coisas assim. Eu disse que ela era a minha primeira traição. Ela achou engraçado e disse, "espero que esteja gostando"... E como estava gostando... Passou um tempo, ela começou a mamar minha rola novamente e deixou ela muito dura de novo... Enquanto ela não viu ela em ponto de bala, dura como um pedaço de Pau, ela não se contentou. Ela ficou de Quatro e pediu para eu comer a bucetinha dela, mas eu tinha que enfiar minha rola inteira, ela queria sentir o meu saco encostando na bundinha dela. Nossa, foi demais. Eu segurei ela pela cintura e enfiei minha rola inteira naquela bucetinha maravilhosa. Ela gemia e gritava, pedindo mais, mais... Neste momento o Celular dela tocou, eu dei uma parada no movimento e ela atendeu. Neste momento eu fiquei enfiando e tirando, bem devagarzinho, esperando ela terminar a ligação. Logo no inicio da conversa eu percebi, era o marido dela, ligando para saber como ela estava. Ela falou algumas palavras e começou a falar para ele que estava gostando muito, que o macho que ela tinha arrumado estava fodendo ela muito gostoso... Aquilo me deixou louco, eu não entendia o que estava acontecendo. Quis parar, mas ela não deixou... Ela continuou falando com ele e mandou eu continuar. No inicio fiquei sem jeito, mas me deu um tesão maior ainda saber que o corninho dela estava do outro lado da linha. Continuei socando aquela buceta... Minha rola ficou mais dura ainda. E ela gemia e gritava como nunca, para o maridinho dela ouvir do outro lado. Eu fiquei imaginando ele, do outro lado da linha, batendo uma punheta imaginando a minha rola fodendo a esposinha dele... Nós gozamos muito e ela se despediu dele e desligou o telefone. Ainda neste dia nós gozamos mais duas vezes. Ela era insaciável, adorava uma rola... Quando terminou nossa tarde de prazer, nos despedimos. Ela disse que na próxima vez que nos encontrássemos, o marido dela queria estar junto. Para não me sentir tentado, eu joguei fora o papel com o Tel , o e-mail e apaguei as ligações do meu celular. A aventura foi muito boa. Mas com certeza se eu voltasse a sair com ela, iria viciar.

.376. MÉNAGE COM O AMIGO SAFADO!Desde que comecei a namorar minha mulher, notei que ela se excitava ao ver filmes onde havia sexo grupal ou ménage . Após algum tempo, percebi que ela fantasiava a idéia de uma terceira pessoa em nossas transas. Em nossas brincadeiras sexuais, comentávamos a possibilidade. Recentemente, enquanto transávamos, perguntei se ela realmente pensava em um ménage. Ela disse que sim, e começamos a pensar quem poderia ser o candidato . Eu disse que preferia que fosse inicialmente uma mulher, pois era mais "inofensivo", mas ela deixou bem claro que queria mesmo era um outro homem na jogada... Perguntei a ela quem imaginava que pudesse ser, mas ela insistiu que eu dissesse primeiro. Falei que o único que poderia participar de algo assim seria o Carlão,pois somos amigos desde a juventude. Notei que minha mulher se excitou , pois sabia que Carlão tem fama de sacana, saindo com várias mulheres. Ficamos imaginando como poderia ser, e transamos loucamente aquela noite. Durante o sexo, enquanto a penetrava por trás, sussurrei em seu ouvido: "sua sacaninha, então você quer mesmo dois cacetes?" e ela respondeu " quero"...continuei a comer sua bundinha, enquanto continuava " mas quer mesmo?" e ela: " quero sim...dois cacetes"... e eu : " então eu vou arrumar mais um macho para te comer na frente enquanto eu te como a bundinha"...e ela " sim...dois cacetões"...e eu continuei: " e quem você quer que eu chame?" , e ela gemia... " quem você quiser" ..."quer que eu chame o Carlão?" e ela respondeu" quero"... dessa vez, passamos o final de semana inteiro trepando loucamente, tendo vários orgasmos. Mais tarde, cheguei a pegar no celular enquanto ela estava prestes a gozar, e fingi que ligava um número, e quando ela estava quase lá, eu disse " agora diz no telefone que você quer mesmo", e ela ficou repetindo: " eu quero...eu quero"...enquanto tinha orgasmos sucessivos. No dia seguinte, resolvi ligar para o Carlão e contei a tal história, mas não disse que seria com minha mulher. Ele inicialmente sugeriu pegarmos duas mulheres e trocarmos durante a noite, mas a minha esposa não toparia que eu comesse outra mulher. Falei que a fantasia dela era ser penetrada por dois machos. Perguntei em quais dias da semana ele estaria mais disponível, e eu tentaria combinar um encontro . Inclusive enviei por e-mail duas fotos de Marina nua, que eu havia tirado com uma câmara digital, tomando o cuidado de não mostrar o rosto nem os cabelos Uma das fotos mostrava sua bundinha, pernas e pés, a outra era um close de seu rabinho.Ele ficou interessado, perguntando se eu mesmo tinha tirado as fotos, e elogiando a bunda de minha mulher . Falei que tinha sido eu mesmo quem havia tirado as fotos, e que combinaríamos o dia , e também disse que iria mandar mais algumas. A coisa estava sendo encaminhada, e meu amigo já havia visto Marina nua naquelas fotos . Era questão de tempo... à noite, resolvi enviar mais três fotos, uma delas eu a enrabando em frente ao espelho do quarto, outra dela de frente, em pé, e outra dela deitada no sofá, de bruços, com as pernas entreabertas. No outro dia, novamente na cama, esperei que ela estivesse bem excitada, quase gozando, e perguntei a ela " é isso o que você quer então, dois machos te comendo?" e ela respondeu gemendo " 'e"... e eu insisti " o que é que você quer?" " dois cacetes dentro de mim"... " e de quem é o cacete que você quer?"..." do Carlão"...meu membro estava duríssimo de tesão. " E você quer mesmo trepar com ele?" " Quero...quero..." " Então eu vou chamar ele aqui para te comer agora mesmo, você quer?" "Quero..." Posso ligar agora para ele?" " pode..." e eu encostei o celular ( desligado) em seu rosto, e disse " já liguei para ele, diz que quer que ele te coma" " Eu quero que você me coma...", ela disse. " Não, você tem que dizer o nome" "Quem você quer que venha te comer?" "O Carlão".... Meu amigo respondeu o e-mail, dizendo que queria trepar com ela, que eu combinasse logo o encontro .À noite eu estava super-excitado, e transamos de novo. Como de costume, ela disse que queria dois cacetes dentro dela, e então eu falei que iria levá-la num barzinho, onde nos encontraríamos com meu amigo, e depois iríamos de lá para um motel, onde ela chuparia nossos cacetes e depois a comeríamos de todas as maneiras, fazendo inclusive o o sanduíche que ela fantasiava. Após o sexo, ela veio conversar, dizendo que estava preocupada , caso acontecesse o menage, com o que aconteceria depois, que talvez fosse melhor ficar só na fantasia mesmo. Mas que, se eu quisesse mesmo, ela topava. disse isso num tom de voz que deixava claro que ela queria, mas que eu deveria insistir para que parecesse iniciativa minha. Combinei com Carlão e, numa quinta-feira, fomos a um barzinho. Marina resolveu ir bem provocante, e colocou um vestido vermelho, estampado, bem leve, sem sutiã nem calcinha. Se alguém olhasse com muito cuidado, repararia que ela estava nua por baixo do vestido. Lá chegando, Marina cumprimentou meu amigo com um abraço e um beijo no rosto, como de costume. A certa altura, estava tocando uma música suave, e ela veio me tirar para dançar, e eu disse: " por que você não dança com o Carlão"? Meu amigo não estranhou , e foi dançar. Marina aproveitou e colou seu corpo ao dele, e ele logo percebeu que ela estava sem sutiã. Como o ambiente estava meio escuro, ele devagarinho foi alisando as costas de minha mulher até perceber que ela estava sem calcinha, e pousou suas mãos na bundinha dela. Sem notar reação, pelo contrário, ela começou a contorcer suavemente os quadris enquanto suas coxas abraçavam as dele, ele continuou acariciando suas nãdegas, e ela inclusive levantou um pouco o vestido para que ele pudesse encostar os dedos na pele nua de sua bunda .Quando eles voltaram, fiz cara de quem não havia percebido nada. Marina talvez esperasse que fôssemos os três para algum outro lugar, mas Carlão alegou que precisava dormir cedo. De lá, eu e Marina fomos para um motel. Ela estava bastante excitada. Lá chegando, coloquei um rock lento no aparelho de som, e fui tirando suas roupas, até que ela ficou completamente nua. Então, deitei-a na cama, de bundinha para cima, com um travesseiro por baixo para que ficasse mais empinadinha. Com uns apetrechos que trouxe, amarrei suas mãos e pés de forma que ela ficasse indefesa, braços e pernas abertos, e o rabinho exposto. Coloquei uma venda em seus olhos, para que não visse se chegasse mais alguém. Deixei-a daquele jeito por alguns minutos, e abri a porta da suite que dava para a garagem, onde Carlão já havia estacionado seu carro. Ele chegou sem fazer barulho, e ambos ficamos nus. Marina não sabia deste detalhe do nosso encontro. Carlão ficou maravilhado, pois não sabia que minha mulher era tão gostosa. Começou por acariciar suas costas e nádegas de leve. Coloquei meu cacete em uma das mãos de Marina, e depois Carlão fez o mesmo, para ver se ela sentia alguma diferença. depois, encostei meu pau de leve em sua boca, ela lambeu um pouco, depois meu amigo fez o mesmo, e ela encostou os lábios nele, parecia indecisa. Então, Carlão, já não se contendo, deitou na cama como se fosse numa posição de 69, com o rosto bem de frente para a bunda de minha mulher, e começou a mordiscar suas nádegas perfeitas, lambendo em seguida, chupando seu rabinho. Marina começou a gemer e suspirar. Então eu coloquei meu membro duro em sua boca, e ela percebeu que havia mais alguém na suite do motel. Elça passou a sugar com força meu cacete, enquanto Carlão mordia ávidamente a bunda de minha esposa. Mudando de posição, ele alinhou seu cacete com a xoxota de Marina, e começou a colocar a cabeça de seu cacete dentro dela. Marina empinou mais seu traseiro, querendo ser penetrada. Meu amigo começou então o vaivém, enquanto Marina continuava a me chupar.Extasiado, Carlão gozou logo, mas seu cacete continuou duro. Então, mudamos de lugar e eu comecei a comer a xoxota dela, enquanto ela chupava o cacete de meu amigo, ainda com restos de porra. Marina teve um forte orgasmo, gemendo alto. Então ela pediu: "Agora eu quero fazer um sanduíche bem gostoso, deixa"? Eu quero tanto... então, eu soltei os braços e as mãos de Marina, bem como a venda, e ela viu que o cacete que a havia penetrado era do Carlão. " Você queria que eu desse para seu amigo, então vamos logo"... deitei por baixo dela, e ela cavalgou meu cacete, deitando em seguida sobre meu peito, o que deixou sua bundinha empinada para receber o membro de Carlão, que já encostava sua cabeçorra na entrada do cuzinho de minha mulher. Ela gemia " vem, põe esse cacete no meu rabinho, que eu quero sentir dois cacetes dentro de mim"... e Carlão fez o que ela queria. Devagar, enterrou seu pau no cuzinho de Marina até as bolas, e depois começou a se movimentar. Marina gozou uma, duas , três, várias vezes, com seu corpo se contorcendo em espasmos violentos, o que mostrava a intensidade de seus orgasmos. Ela mordeu o travesseiro, meu ombro, gritou de prazer. Continuamos a noite inteira, até que ela caiu, exausta.Carlão continuava visívelmente excitado, beijando todo o corpo de minha mulher. "Pô, cara, essa mulher é uma deusa"...lambia seus pés, suas coxas, sua xoxota, seus peitos, mordiscava a nuca de Marina, que parecia em transe. Colocando-a de costas, e erguendo bem suas pernas com as mãos, ele a penetrou pela frente, gozando com um urro meio selvagem. Depois, fomos para a banheira de hidromassagem, que ao invés de relaxar, apenas serviu para que Carlão comesse Marina novamente. Mais tarde, Marina caiu, exausta, na cama, com a bunda para cima, o que fez com que o cacete de Carlão despertasse novamente e ele comesse a bundinha de minha esposa outra vez. No dia seguinte, Marina estava toda mole, com um sorriso nos lábios. Sua fantasia havia sido realizada.

.377. A PRIMEIRA DP DA MINHA NAMORADA.Domingo de tarde estávamos só eu e Daniel, um amigo, que depois da praia tinha combinado de ver o futebol na tv lá em casa, minha namorada tinha ido a um curso que ela fazia de tarde, terminado o futebol na tv, não demorou muito minha namorada chegou. Quando ela entrou na sala, ficamos perplexos com a gostosura dela, Ela estava linda, com uma blusa de alçinha, bem decotada, sem sutiã, marcando os peitinhos, uma mini saia rodada (tipo colegial)preta, meio transparente, com a calcinha enfiada na bunda do jeito que eu gosto, e um tamanquinho que a deixava com um ar de safada, os nossos paus ficaram duros na hora, ela me beijou me deu um abraço, e sorriu pro Daniel, que a comia com os olhos, e depois foi dar dois beijinhos no rosto dela, tirando uma casquinha, eles se abraçaram, mas Daniel meio alto por causa das cervejas que estávamos bebendo, enquanto a abraçava, com intimidade, ele abusava, alisava e passava "sem querer" a mão na bunda dela. Ela ficava meio sem graça mas após o susto inicial, já não esboçava reação contrária, deixava....... Ele sentado no sofá chamou ela pra sentar ao lado dele e ficamos conversando, mas ele empolgado puxava ela mas pra perto, ao seu lado, como se fosse seu macho, seu dono, e ainda ficava alisando suas pernas, eu ficava olhando, bateu um pouco de ciúmes mas o tesão foi muito maior....... Sentei de frente pros dois e ficamos por ali conversando sobre família, negócios, futebol, política e finalmente começamos a conversar sobre sexo, minha namorada foi quem puxou o assunto, começou a comentar que tinha sido bolinada no ônibus no caminho pra casa, e sem perceber tinha sentindo muito tesão, ela tocou no assunto, perguntando se eu permitia o que tinha acontecido. Eu não respondia, ficando apenas sorrindo. E ela insistia dizendo que se eu estivesse com ela, eu gostaria de vê-la.... Eu disse que tudo em nome do prazer vale a pena , desde que não seja nada forçado e nada imposto, apenas deixando o tesão falar mais alto, Daniel na maior naturalidade, passou a acariciar os cabelos, a nuca, as coxas e as costas dela. E eu igual a um bobão só olhando ela, que não tinha inibição nenhuma, e mesmo na minha frente eles ficavam se tocando e se abraçando, ele passava a mão nas coxas dela e visse versa, a essa hora eu já estava praticamente bêbado pois tinha bebido o dia todo ...... Fui para o sofá sentando ao lado dela... Ela me falou no meu ouvido, que o que o Daniel estava fazendo, e aquele papo, estava deixando ela com tesão, e se eu não ia fazer nada para impedir a empolgação do Daniel...... disse pra provocar, no ouvido dela, que queria ver ela fuder gostoso com o nosso convidado..... Eu que achava que ficaria apenas nessa sacanagem, nessa provocação......Mas acho que ele ouviu também, pois depois disto ele passou a beijar e mordiscar a nuca e a orelha dela, que já não esboçava reação, pior, ela suspirava e gemia baixinho...... Daniel se empolgou e enfiou a mão no meio das pernas dela, afastando a calcinha pro lado..... A esta altura dos acontecimentos, eu que também estava em ponto de bala, aceitei, mas não queria só ver, decidi participar de forma mais ativa, indo pro ataque junto com meu "amigo"........ coloquei minha mão esquerda sobre seu joelho e fui subindo devagarinho pela parte interna da coxa até atingir sua calcinha que, como é de se supor, estava completamente ensopada. Ela encostou a cabeça no sofá e ficou de olhos fechados totalmente pacífica, mostrando com isso que queria aproveitar ao máximo a experiência de ser acariciada pôr dois homens ao mesmo tempo, ela começou a rebolar lentamente acompanhando nossos movimentos. Ambos estávamos virados para ela, ele acariciando-a, ele com a mão direita e eu com a mão esquerda......... naquele sarro gostoso, o tesão era demais........A partir deste momento nossas mãos percorriam ora as pernas, ora subiam até os seios, que já tinham pulado para fora da blusa de alçinha, ambos beijávamos suas orelhas ou chupávamos os bicos de seus seios, ela de olhos fechados só emitia gemidos e rebolava cadenciosamente como que procurando meus dedos ou os dele para não perder um só instante de prazer. Olhei bem nos olhos dela e dei um beijo melecado em sua boca, ela gritou bem alto; Meu amor eu quero pau, enfia logo, não agüento mais de tesão, por favor!! Me fode logo!!!.......Ouvindo isso, Daniel excitado pôs o pau pra fora puxou a minha namorada de encontro a ele, ela olhou para mim e eu disse; vai gata, e ela foi e deu um beijo bem molhado no cara, apertando o pau dele e dizendo baixinho "que pau gostoso, é disso que estou precisando, masturbando o cara, que na mesma hora, empurrou, ate com uma certa violência, a cabeça dela de encontro ao seu pau. ...... aquilo me surpreendeu porque ela quase nunca chupa antes de ser chupada, mas no entanto o que vi foi uma aula de chupada e lambidas e mordidas no cacete dele..... ele empurrava a cabeça dela pelos cabelos e a xingava de safada, piranha. Ela não conseguia pô-lo todo na boca, então lambia de cima pra baixo e deixava a saliva escorrer por todo pau dele.... ela chupava o pau dele com tanto gosto que era realmente muito gostoso de ver..... Deu uns minutinhos , eu tirei a roupa e comecei a me masturbar, passando a mão pelo seu corpo, olhando ela chupar ele, beijando-a e enfiando os dedos na buceta dela..... ele me cortou na hora em que eu ia começar a chupar a boceta dela e levantou, puxando minha namorada e disse: Legal, parceiro, agora sou eu. Quero ver se essa gatinha consegue me suportar...... pediu pra mim sair do sofá e colocou ela ajoelhada no sofá com as mãos no encosto, lhe arrancou a saía e a calcinha, ela se encostou no sofá e arreganhou as pernas, ficando com o cuzinho bem amostra, ele começou a lamber seu anus e a chupar-lhe a boceta, como nunca eu tivera feito, dei a volta no sofá, agachei e a beijei, senti seus lábios trêmulos de prazer e um gosto estranho na sua boca, de repente sua boca fechou num gesto de dor logo soltando um forte gemido olhei e vi que Daniel tentava penetrá-la por trás mas não conseguia pois seu pau era enorme. Ela me olhou com espanto, eu fiquei de pé e botei meu pau pra ela chupar.... Nesta hora algo aconteceu, ela se livrou da vergonha ou culpa, e disse: - Olha esse pau entrando na minha boceta amor, olha e fica com vontade, olha sua namoradinha dando a boceta para um macho de verdade, e começou a me chupar, e a rebolar levando seu corpo para frente e para trás fazendo com que o membro descomunal de Daniel a penetrasse....... o safado metia com força e ainda olhava e ria da minha cara, eu não agüentei e gozei na boca dela, ela se assustou e levou porra no rosto também, ela me olhou com cara de puta, muito nervosa dizia: Que delícia de caralho! Calma, calma, eu quero saboreá-lo bem devagar. Assim... assim... Ai, que picona deliciosa! Eu quero... eu quero... Daniel segurando-a pelos cabelos, mandava vara sem dó. Ela gemia e olhava sorrindo para mim. Na hora parei e fiquei estático meio sem saber direito o que fazer, ela se jogava com força contra o mastro do Daniel e gritava coisas como; VAI FODE COM MAIS FORÇA...FODE SUA VADIA ... MAIS , MAIS... QUERO FAZER VOCE GOZAR COMO NUNCA... e ela rebolava a bundinha no cacete do cara. Vi quando ela gozou e parou de rebolar.... fiquei com muita raiva mas senti que meu pau ficou duro com o que ele fez com ela...... Foi uma visão deliciosa... Bem o mais surpreendente aconteceu no segundo round da coisa.... ele perguntava se era bom ela dar pra outro, se ela era puta sempre assim... se eu gostava de ver ela dando... Ela não respondeu, mas ficou de quatro, dizendo: "rasga o meu cuzinho, tira o meu cabaço do cu que aquele viado do meu namorado não teve a competência de tirar"!! Ele na mesma hora mandou eu pegar algum lubrificante, eu fui ate ao banheiro, e dei pra ele um KY, ele lubrificou o pau dele, a entrada do cuzinho dela e colocou a cabeça, deu uma forçadinha e entrou, ela tremia de dor e soltava gemidos de prazer, fiquei excitado, e a medida que ele enfiava mais ela se torcia de prazer... ele foi penetrando, entrou tudo, ela respirava forte, fechava os olhos e se mordia de prazer, chegou a sair lagrimas dos olhos minha mulher, ele pegou em sua cinturinha, puxando com força, enquanto estocava fundo, querendo rasgá-la ao meio, ela cravou as unhas no sofá, e ele passou a estocá-la com força, ela não aguentando mais, gozou naquele mastro. Suas pernas amoleceram e ficaram tremulas, ela chegou a urinar e pedir para ela parar, mais que nada, ele socava no rabo dela com tanta vontade, que muitas vezes parecia que ia quebrar..... Percebi que ela gozava seguidamente..... Depois de umas boas cacetadas e tapas na bunda dela, não suportando mais, Daniel deu um grito, puxando firme sua bunda para junto dele, e gozou dentro do rabinho dela, caindo por cima dela no sofá.... eles ficaram um tempo respirando e recuperando o folego... Ele me disse: Você é realmente um cara de sorte de ter essa potranca em casa! Olha que belo rabo grande e gostoso ela tem! e dizia: Uma potranca dessas, agüenta bem uma rola no cu tá vendo? E eu não podia fazer mais nada, além de concordar com ele...... Depois quando ele levantou e retirou o pau do cu de minha namorada, que eu vi.... Ela tremia e respirava fundo e rápido, como se ainda estivesse gozando. Seu cu era um buraco enorme todo cheio de porra. Um fino filete de sangue escorria por sua perna esquerda, não havia mais o que falar... Sentei ela no sofá, beijei-a todinha e deci ate sua xaninha, que chupei durante mais de dez minutos, ela já estava toda alucinada pela situação, levantou, me fez sentar no sofá ao lado do Daniel e agachou na nossa frente, punhetando nossos paus e chupando-os. Ela chupava com vontade nossos cacetes, chegou a dizer:- Me comam toda! Quero ser fodida em todos os buracos!!! Levantei, coloquei-a de quatro, arreganhei bem a buceta dela e coloquei a rola, molhei o dedo e enfiei no cú dela. Ela delirava pedindo para foder cada vez mais. Eu com um tesão que nunca tive, Socava o caralho dentro daquela buceta até machucá-la, era para ela pedir clemência mas a safada agüentava tudo numa boa, se deliciando, estava nas nuvens, ela gemia, dizendo: Não pare nunca de meter em mim, meu macho gostoso. Hoje você tá um cavalo! E começou a rebolar, ir pra frente e pra trás com uma certa violência, como se quisesse ter todo meu membro dentro dela.... Nisso comecei a bater com forca na sua bunda e ela estava adorando. ..Falei que ela era uma puta e que merecia levar uma surra...Ela concordava e me pedia para bater com mais força. Eu estava ficando cada vez mais excitado.... a onda da bebida tinha baixado, e acredito que por isso Daniel só olhava, estava meio receoso, afinal, ela era minha namorada e estávamos comendo-a feito uma puta, pois eu xingava e dava tapas em sua bunda o tempo inteiro........ Trocamos de posição e ela sentada cavalgando na minha rola, até que percebi que iria gozar, tentei tirar mas não deu certo, ela comprimia minha rola e gozei forte nela, e Daniel sem se incomodar com a minha porra sentado no sofá, já de pau duro novamente tomou as rédeas da situação e mandou ela sentar em cima dele, e ela sentou bem devagarinho, de costas pra ele, arreganhou a boceta abrindo bem as pernas, pegou a rola dele cuja cabeça parecia querer explodir de tão vermelha, enfiou na boceta, ela repousava a cabeça no peito dele e acariciava as coxas dele ....... Fui pegar umas cervejas na geladeira, quando voltei vi que eles continuavam comecei a acariciar minha rola que latejava de tão dura, Daniel começou a acariciar a barriga dela, e os seios dando especial carinho aos bicos, eu comecei a me punhetar como se estivesse vendo um filme de foda, ela cavalgava na rola dele que falava coisas inaudíveis ao ouvido dela alternando entre beijos no pescoço, ela se virou sentando de frente para ele e voltou a cavalgar, Daniel me chamou e disse põe ai atras junto, eu botei e ela me ajudou, pegou meu pau e guiou até seu cuzinho, nem forcei muito e entrou, que delícia, meu pau foi entrando naquele cuzinho todo lizinho , dava para sentir um pau deslizar no outro, ela ficava louca, cravava as unhas no peito do meu amigo, gemia, urrava, ela começou a gritar de tesão, falava para nós que estava tendo um multiorgasmo , beijava Daniel, depois virava e me beijava também, não durou muito ela nos falou , quero os dois de pé , quero sentir vocês gozarem em mim , saímos de dentro dela e ficamos um de frente pro outro , ela então começou a chupar ora um ora outro, ela engoliu o cacete de Daniel, ele não agüentou, encheu a boca dela de porra, e ela não parou de chupá-lo, ele caiu no sofá, e ela voltou para meu pau, lambia a cabeça , engolia , chupava minhas bolas , olhava para mim com um sorrisinho sarcástico, ao mesmo tempo cara de menina levada, pedia para mim gozar , então comecei a esfregar meu cacete em seu rosto e não resisti , gozei como nunca, Daniel levantou foi para o banho e nós ficamos ali nos beijando.......... Em pouco tempo ela foi também até o banheiro, eu depois de descansar um pouco no sofá fui atras, mas a porta estava trancada, então fiquei do lado de fora.... Eu só ouvia, o barulho do chuveiro, os gemidos dela e o som das estocadas que ele dava nela... bati uma punheta gostosa e gozei ouvido a trepada deles. Quando saíram, fui tomar uma ducha e deixei os dois na sala conversando....... Ao voltar, encontrei os dois trepando no chão da sala, fiquei assistindo ela sentar no pau dele, rebolando como uma piranha. Eu me admirava de como ela aguentava tanta pica..... Dei boa noite para o Daniel e me despedi dele, ela me disse que ia terminar ali, e que logo ia pro quarto também.... . Fui para o quarto e fiquei esperando ela deitado nu na cama, de pau duro, ela entrou devagar, deitou do meu lado, se encostou em mim e eu podia sentir o cheiro de fêmea saciada, sua respiração estava ofegante, como se tivesse corrido, seu corpo estava fervendo, passei a mão no seu corpo nu, meu pau estava enorme, me coloquei no meio das suas pernas e meu pau entrou como seda, ela disse -...foi uma loucura, gozei como uma doida e estou tão cansada que não consigo nem abrir o olhos. Você já sabe o meu estado né?!...... Estava totalmente deflorada, ela se movimentava para frente e para trás e o meu pau desliza na sua buceta....ela se projetava com o corpo para frente de modo que seu cuzinho ficava todo abertinho para mim, começo a enfiar os meus dedos em seu cuzinho....estava completamente detonado.... eu nunca vi um cuzinho tão dilatado...tinha uns dois dedos de dilatação....meu dedo indicador, entrava com folga nele...... ainda fodi minha namorada noite a dentro, com força e depositei todo meu semem quente dentro dela....... Foi a sensação mais sensual que eu senti na minha vida, não tem como eu descrever o tesão sentido naquela noite....... Minha namorada disse que estava envergonhada e me pediu desculpas por ter cedido. Eu falei que havia adorado e que tínhamos realizado uma deliciosa fantasia, ela me disse estar com o bumbum dolorido, mas que estava disposta a realizar tudo de novo, e que adorou sentir dois cacetes entrando e saindo dela ao mesmo tempo. Dormi abraçado com minha putinha.

.378. MEU SOBRINHO PIROCUDO MUDOU A MINHA VIDA.Meu nome é Fabiana (fictício), sou advogada, presto consultoria jurídica a algumas empresas, casada com Paulo César (fictício), um industrial de 32 anos, sem filhos, 26 anos, loira natural, mignon, 1,58 e 54 kg, olhos verdes, coxas grossas lisas com pelinhos loiros, seios médios firmes e empinados, cintura fina e bumbum durinho e empinado, faço musculação, de segunda a sexta, para manter a forma, onde sempre noto os olhares dos homens, pois sempre uso uma malha bem colante ao corpo, realçando o meu bumbum, e como tenho a vulva bem inchadinha, fica aparecendo uma marca da rachinha, bem delineada, o que atrai os olhares de cobiça dos homens, como disse certa vez, o meu marido, me observando antes de sair para mais uma seção de malhação. Tenho uma vida sexual normal (até então) com o meu marido, e, me casei aos 19 anos, ainda estudante, e minha primeira experiência sexual foi com ele, ainda quando estávamos namorando, e sempre fui fiel, até porque estava satisfeita com a nossa vida, em geral. Mas vamos aos fatos: Isto aconteceu no início de dezembro de 2002. Temos uma casa de praia próximo a São Sebastião, litoral norte de São Paulo que estava necessitando de uma pequena reforma, principalmente, uma pintura geral, pois estava aproximando a temporada de verão, e, todos os anos, a casa é utilizada por todos os meus familiares, parentes e alguns amigos. Meu marido contratou um pessoal para efetuar a reforma, mas precisava de alguém para acompanhar a obra que duraria cerca de uma semana. Como eu estava de férias, me prontifiquei a descer. pois além de acompanhar os serviços, poderia aproveitar para pegar uma praia, e meu marido sugeriu que eu levasse o Rodrigo, um sobrinho, filho de meu irmão, que também estava de férias (ele estuda nos EUA), e já tinha lhe perguntado quando poderia descer para pegar um bronzeado, visto que na cidade onde ele estuda, nos EUA, fica no interior do país, e não tem praia, e, eu lhe disse que não teria problema, além de que ele me faria companhia, além de me auxiliar na fiscalização da obra. Já fazia uns 03 anos que não o via, desde que ele foi aos EUA, e veio-me a lembrança, um rapazola loiro, alto e forte, muito bonito, branco, mas sempre bronzeado um pouco tímido, deve ter puxado a mãe, descendente de ucranianos. Fui pegá-lo, numa segunda-feira, no condomínio onde mora seus pais, e, quando ele apareceu, quase não o reconhecí, pois ví à minha frente, um rapaz de 2,05, musculoso, pesando 98 Kg, um verdadeiro atleta, na flor dos seus 21 anos, porém, ainda com um ar de menino tímido, e, ao lhe cumprimentar, quando ele entrou no carro (quase não coube, precisando afastar ao máximo, o banco do carona), disse lhe como ele havia mudado, virando um verdadeiro exemplar de macho, e, ele deu um sorriso encantador, enquanto me dava um abraço e beijos na face. Pegamos a estrada, e logo estávamos conversando animadamente, eu lhe perguntando sobre os seus estudos, e fiquei sabendo que ele além de estudar economia, joga basquete pelo time da universidade. O papo foi se estendendo por assuntos variados, até eu lhe perguntar se ele tinha namorada, e, ele me respondeu, ficando sério, que não tinha namorada firme, somente algumas paqueras, e eu lhe disse que não seria por falta de candidatas, pois você sendo tão bonito, se manifestasse, poderia formar uma longa fila, e ele poderia escolher a que quisesse. Ele, ainda sério, me respondeu que não é por falta de sua vontade, é que as meninas, em geral, são "muito frescas", pois quando estavam quase engrenando, caíam fora, disse, com expressão de desânimo e raiva. Como percebí que a sua atitude e comportamento se alterara com a conversa, mudei de assunto, e, fiquei imaginando qual seria o problema de relacionamento dele com as "meninas", como ele chamara, achando impossível, alguém descartá-lo sem motivo grave, visto que ele é bonito, além de muito simpático. Chegando à casa de praia, descarregamos as bagagens, e combinamos que após o almoço, descansaríamos um pouco, e iríamos à praia, pois o serviço de reforma somente iria começar no outro dia. Após almoçar num restaurante próximo, voltamos para casa, e cada um foi para um quarto, afim de tomar um banho e descansar até a hora para irmos à praia. Lá pelas 16:00, acordei bem disposta, vestí um biquíni branco, com uma saída também branca, descí para a sala de TV e fiquei aguardando o Rodrigo, porém passado uns 20 minutos, como ele ainda não descera, resolví ir acordá-lo, senão ficaria muito tarde para irmos à praia. A porta do seu quarto estava entreaberta, ia bater, porém como estava muito silencioso, resolví dar uma espiada. O janela estava aberta, talvez para melhor ventilação, por isso estava bem claro, e pude vê-lo deitado de costas, com os pés voltados para a janela, vestindo somente um bermudão, e no intuito de acordá-lo, me aproximei da cama imensa de casal, e sem querer, fiquei admirando aquele corpo, com o tórax e abdomem bem definido, e quando olhei em direção às suas coxas, me percorreu um frio pela espinha, pois avistei, saindo pela parte de baixo do bermudão, uma parte do seu pênis, que estava apoiado em cima das suas coxas grossas e peludas, que embora flácido, muito grosso, com a cabeça enorme semi-coberto pelo "courinho", e fiquei imaginando qual seria o seu comprimento total, pois aparecia somente uma parte e o resto estava escondido dentro do bermudão. Não conseguia tirar os olhos daquele colosso, e tive vontade de pegá-lo, naquele instante, num misto de curiosidade e excitação extrema, pois até então, somente tinha visto o do meu marido, mas ttive, ainda, forças para resistir, dizendo para mim mesma, que ele é meu sobrinho, e também não queria trair o meu marido, e esta lembrança, do meu marido, me levou a comparar as duas ferramentas, achando, pelo que ví, que a do Rodrigo teria pelo menos o dobro do tamanho. Voltei até a porta, e batí, fingindo que nada tivera visto, e após algumas insistências o Rodrigo acordou, bocejando e olhando para o relógio, me pediu desculpas e disse que desceria em seguida para irmos à praia. Descí até a sala, aguardei até que o Rodrigo desceu, vestindo uma camiseta e o mesmo bermudão, rumamos para a praia em frente à casa, e como é um condomínio fechado, estava deserta, além de que por ser segunda-feira, dificilmente teria freqüentadores. Estendemos as toalhas e resolvemos nos bronzear, e pedí ao Rodrigo passar protetor solar nas minhas costas, no que prontamente fui atendida, e fiquei sentindo aquelas mãos enormes passando nas minhas costas, suavemente, porém com firmeza, e veio-me a lembrança do que tinha visto, e comecei a ficar excitada, chegando a umedecer a parte do biquíni onde cobre a vulva, suas mãos desceram pelas minhas costas, parou quando chegou perto do bumbum, e num arroubo de excitação, falei para ele passar em todo o corpo, sentí que as suas mãos estremeceram, mas ele começou vagarosamente a passar no bumbum, descendo pelas minhas coxas, quando abri levemente as pernas, notei o seu olhar fixo no vértice, onde ficam a vulva e o ânus, quando sentí as suas mãos movimentarem com firmeza nas minhas coxas e sentí as pontas dos seus dedos, tocarem levemente na minha vulva, por cima do biquíni, soltei, sem querer um gemido, e tenho certeza de que ele sentiu o líquido que já encharcava a minha buceta, molhando totalmente o meu biquíni, naquela região. Como ele estava ajoelhado, ao meu lado, virei a cabeça e dei de frente com um enorme volume, estufando o seu bermudão, virei de barriga para cima, e pedí para ele passar na parte da frente também, e aquelas mãos enormes começaram a massagear a região do abdomem, me fazendo estremecer e arrepiar de tesão, as mãos foram descendo chegando às coxas, sentí as suas mãos quase circundarem as mesmas, e de repente, ouví um suspiro, e ele saiu correndo em direção à água, deu um mergulho, e ficou na parte mais funda. Fiquei pensando no acontecido, que ambos estávamos atraídos um pelo outro, porém havia a barreira, dele ser meu sobrinho e além disso, eu ser casada. Resolví tirar isso a limpo e fui em sua direção, entrando na água, me aproximei nadando, pois ele estava num local profundo, antes da arrebentação das ondas, e lhe perguntei porque ele saíra correndo. Meio sem jeito, ele falou: Pô tia, eu não sou de ferro, né??. Então perguntei-lhe: você sente tesão por mim??. Ele me respondeu que desde pequeno, sempre me achara bonita, e vencendo a timidez, me falou que na sua adolescência, batera muita punheta, pensando em mim, e devido à conversa e ouvindo aquilo, fiquei extremamente excitada, com vontade de agarrá-lo ali mesmo. Neste momento, veio uma onda enorme que arrebentou bem em cima de nòs, e tomei um tremendo caldo, e ele veio em meu socorro, me pegando e me puxando ao encontro de seu peito musculoso, e eu instintivamente abracei em seu pescoço, ficando desta forma colado ao seu corpo. Sentí-me como se fosse uma criancinha no colo de um adulto, tamanha era a diferença das dimensões dos nossos corpos. Olhamo-nos nos olhos, e de repente ele começou a me beijar, me apertando com força, esmagando os meus lábios com os seus, enquanto suas mãos percorriam pelo meu corpo, descendo pelas costas e chegando até o bumbum, e as suas mãos, de tão grande, cobria totalmente as nádegas, apertando com firmeza e de repente sentí uma das mãos descer mais, e com os dedos afastar o biquíni, sentí os seus dedos enormes tocarem a minha bucetinha e o meu ânus. Neste momento, já não pensava em nada, e excitadíssima, descí a minha mão em direção ao seu bermudão, enfiei a mão por dentro, e o que sentí me fez estremecer. De tão grosso, não conseguí circundá-lo com a mão, mas puxei para cima, com jeito, abaixei o bermudão e sentí entre as minhas mãos um colosso de nervo e músculo. Rodrigo me levantou mais ainda, e com a mão colocou a sua ferramenta entre as minhas pernas, de modo que fiquei na posição de "montada" em cima do seu cacetão, e pude senti-lo, o seu real tamanho, esfregando na minha bucetinha, por cima do biquíni, e o "bicho" de tão comprido, a sua cabeçona, saía por trás das minhas nádegas, onde fiquei agarrado àquele cogumelão, com as mãos voltadas para trás do meu corpo, e naquele momento, notando a presença de um casal de velhinhos, na praia, e sentindo um tremendo tesão e vontade de ser possuída, mas com sentimento de medo, devido às dimensões do instrumento, falei para o Rodrigo para voltarmos para casa. Ele, imediatamente se arrumou, me soltou e saiu da água, no que foi seguido por mim, e corremos em direção à casa. Entramos, ainda ofegantes, subimos rapidamente para o meu quarto, abraçados e aos beijos, nos jogamos na imensa cama de casal, ele por baixo e, eu, literalmente montada em cima dele, abaixei o bermudão e o seu pênis enorme saltou feito um bicho, duro como pedra, agarrei com ambas as mãos, sentí a sua imensa grossura de 8,5 Cm de diâmetro (conferido, mais tarde), e o seu comprimento de 31 Cm (mais comprido que o meu antebraço), e a cabeça enorme, vermelha, parecendo um cogumelo gigante, todo o seu pênis pulsava, e comecei a punhetá-lo com as duas mãos, beijei a cabeçorra, comecei a lambê-lo do saco à cabeça, tentei colocá-lo na minha boca, mas só conseguí enfiar uma parte da cabeça, por mais que abrisse a boca, então continuei a chupar a pontinha da cabeça e a lambê-lo de cima a baixo. Rodrigo arrancou o meu biquíni, posicionou a minha bucetinha com raros pelinhos loiros, na altura da sua boca, sentí a sua línguona quente e dura, me lambendo do clitóris ao ânus, sorvendo todo o suco que a esta altura, praticamente jorrava da minha vagina, tamanha era a minha excitação. Em seguida, lubrificando o dedo médio com o suco vaginal, começou a introduzi-lo na minha vagina, me fazendo gozar seguidamente. O cacetão pulsava cada vez mais forte, ficando maior ainda, e, neste instante, Rodrigo, me virou, ficando por cima de mim, me beijou com sofreguidão, me deixando na posição de "frango-assado", abriu minhas pernas ao máximo, ergueu-se um pouco, pegou o cacetão com uma das mãos, pincelou, esfregando a cabeçorra na entradinha de minha vagina, e tentou a penetração, que embora totalmente lubrificada com os nossos sucos, e com a minha excitação ao máximo, não estava conseguindo, e ele não forçava muito, tqalvez, com medo de me machucar, pois a minha bucetinha, sempre foi apertadinha, mesmo para o pinto do meu marido, que é de tamanho normal (18 x 4,5 Cm). Minha excitação e o desejo de ser penetrada por tamanha ferramenta era tão grande, que lhe disse: "Vai, sobrinhoooo, rasga a bucetinha da titia, enterra toda esta pirocona em mim e me faz sentir como um homem de verdade faz com uma mulher". Ouvindo isso, ele forçou mais, e ao mesmo tempo, joguei o meu corpo em sua direção, e o cogumelão entrou, me fazendo sentir uma dor, como se estivesse sendo desvirginada de novo, com sensação de que estava sendo rasgada ao meio, ficamos um instante imóvel, e a dor logo passou, transformando-se em uma sensação de prazer, e pedi para ele; "Enterra tuuuuuudo" , e ele empurrou o seu corpo e sentí cada centímetro daquele cacetão me rasgando, preenchendo-me completamente, até chegar ao fundo do útero e ficar com a sensação de que poderia chegar até a garganta. Rodrigo começou o movimento cadenciado de entra-e-sai, devagar no início, acelerando cada vez mais, me fazendo revirar os olhos de tanto prazer, com a sensação de que iria desmaiar, me fez gozar várias vezes (sou multiorgástica), me fazendo perder o fôlego. Ele continuou com os movimentos compassados, e eu sentindo o atrito intenso da pele do "colosso", com a parede interna da mina vagina, me dando a sensação de levitar, aproximei a mão para abrir ainda mais a minha vulva, e aí sentí, como a minha bucetinha estava esticada ao máximo, a ponto de sentir que iria rasgar, porém, devido ao tesão, não sentia mais dor. Rodrigo começou a acelerar os movimentos, gemendo alto, sentí a sua ferramenta pulsar mais forte, me dando a sensação de que era maior ainda, e numa última estocada mais forte, enterrou totalmente o cacetão, me fazendo delirar de prazer, sentí a sua ejaculação quente e abundante, bem no fundo, em pelo menos 6 ou 7 esguichos contínuos, me fazendo gozar novamente. Rodrigo, ofegante, deitou por cima de mim, ainda com o cacetão dentro, me cobrindo totalmente, ficou imóvel por alguns minutos, e vagarosamente, começou a retirar o cacete, que já estava meio flácido, porém ainda com um tamanho assustador (não mais para mim), sentou-se ao meu lado, inclinou-se para me dar um beijo, e me disse que pela primeira vez tinha conseguido transar de verdade, chegando literalmente até o final do ato, e conseguir possuir totalmente uma mulher, pois com todas as outras não tinha conseguido o intento, pois quando mal tinha iniciado a penetração, teria que parar, devido às dores sentidas pelas mesmas, e disse estar admirado de eu ter agüentado "tudo", pois não acreditava que eu, devido ao meu tamanho, pudesse agüentar e ainda sentir prazer. Sentei-me e pude observar, escorrendo da minha buceta, agora bem abertinha, uma torrente de porra, e o lençol ficou manchado com a porra misturado com sangue, me deixando um pouco preocupada, mas como não estava sentindo dores, apenas um ardor, fiquei mais tranqüila. O que mais me preocupa, e se o meu marido notaria diferença, pois depois dessa, a minha bucetinha nunca seria a mesma de antes. No outro dia, com o início dos trabalhos de reforma, com a desculpa de que iríamos atrapalhar os serviços se dormíssemos no local, além do cheiro forte de tinta fresca que nos incomodava, avisei aio meu marido que iríamos ficar numa pousada próxima e de dia iríamos à casa e acompanharíamos a obra. A semana transcorreu para mim, como se fosse uma segunda lua-de-mel, com muita transa, carinho e prazer intenso. Rodrigo voltou para os EUA, no final de fevereiro, mas até o dia do seu embarque, repetimos por diversas vezes, em motéis, na casa de praia, e em alguns outros locais, as nossas transas, sem a mínima desconfiança do meu marido. No mês de Julho, tirei uma folga, e arrumei a desculpa de que iria participar de um seminário internacional, fui aos EUA, encontrar o Rodrigo, pois não estava agüentando de saudades, apesar de que o meu marido também me satisfaz a contento, mas as transas com o Rodrigo, é diferente, me levando à extrema excitação e satisfação plena, nunca então sentida. Quando estava nos EUA, meu marido, para me fazer surpresa, foi me encontrar lá, sem me avisar, o que acarretou o flagra, porém o que aconteceu, após um certo desentendimento, foi ainda mais excitante, porém estes fatos contarei em outraS oportunidades.

.379. MINHA ESPOSA, MINHA ESCRAVA!Há coisas que acontecem na vida da gente que muitos acham ser mentira. Sou casado há quinze anos com Márcia e até dois anos atrás nossa vida sexual já não era mais a mesma, raramente fazíamos amor e quando fazíamos ela parecia distante. Comecei a ler revistas eróticas e a alugar vídeos para me masturbar, Com o tempo os filmes pornôs comuns já não me excitavam tanto e comecei a procurar aqueles de sexo além do convencional como orgias, fist fuckin e sadomazoquismo. Aquilo me deixava louco de tesão. Achei que se fazia efeito em mim, faria também em Márcia e quando ia para cama botava os filmes para rodar. A minha idéia surtiu efeito e Márcia já se soltava mais, principalmente quando o filme era sobre SM. Ela começou a pedir durante nossas transas que eu fizesse com ela o que víamos nos filmes, argumentei que para tais práticas era preciso ter experiência. O que ela disse me deixou espantado, pois ela pedia que então eu arranjasse alguém com essa experiência e que se eu fizesse isso ela se entregaria de todas as maneiras como uma boa escrava. Essa declaração me deixou realmente espantado, tentei dissuadi-la da idéia, mas no fundo era o que eu também queria, e ela se manteve firme . Comecei então minha procura em revistas especializadas e na Internet. Depois de muitos contatos achei uma pessoa que atendia as minhas idéias. Conversamos por telefone e Rodrigo, seu nome, disse que era um mestre SM e usava suas escravas como bem quisesse, torturando, humilhando e dispondo como assim desejasse e que se houvesse uma recusa sequer por parte da escrava tudo pararia por ali. Concordamos com as condições e marcamos nosso primeiro encontro, onde Rodrigo iria fazer um teste com Márcia. Chegado o dia fomos para o local do encontro, bar Amarelinho, na Cinelândia, Márcia vestida como ele mandou: uma saia curta e uma blusa branca de botões na frente, sem calcinha e sutiã. Rodrigo me comprimentou e nem sequer dirigiu a palavra a Márcia, após conversamos um pouco é que fomos sentar numa mesa de frente para rua onde ele mandou que Márcia sentasse de pernas abertas ( quem passasse podia ver a vagina de minha mulher totalmente depilada), tomamos um refrigerante, Rodrigo não permitia bebidas alcoólicas para que todos permanecessem sóbrios, e ele disse que iria começar o teste, Nos dirigimos para um cinema ali perto onde passam filmes eróticos. Já na roleta causamos espanto pois eu acho que o pessoal do cinema não estava acostumado a ver uma mulher entrar acompanhada de dois homens. Quando entramos na sala de projeção reparamos que não estava muito cheia mas quase todos que estavam lá se masturbavam. Antes de sentarmos Rodrigo fez questão de dar uma volta na sala para exibir Márcia. Sentamos bem no meio do cinema, com ela entre nós dois. Só então Rodrigo dirigiu a palavra a Márcia, mandou que ela ficasse quieta, olhando para frente e que deveria fazer tudo que fosse mandado. Dito isto ele abriu a blusa de Márcia expondo seus seios, afastou suas pernas e levantou a saia, Márcia estremeceu quando ele começou a dedilhar sua vagina freneticamente. Rodrigo passou um braço por cima do ombro dela e beliscou o bico do seu seio com força e lágrimas começaram a sair dos olhos de minha mulher, ela parecia estar desesperada mas não esboçava nenhuma reação. De repente Rodrigo parou e chegou junto ao ouvido de Márcia e disse alguma coisa que não consegui ouvir, levantou e me chamou para passarmos para a fileira de trás. Eu disse que poderia ser perigoso ela ficar ali sozinha, mas Rodrigo argumentou que estaríamos perto. Logo que saímos dois homens ocuparam nossos lugares e começaram a bolinar Márcia. Nós sentamos bem atrás e podíamos ver tudo o que acontecia. Os camaradas colocaram seus paus para fora e minha esposa começou a punhetá-los, ela olhou para nós e, a um sinal de Rodrigo, baixou a cabeça e chupou o homem da direita. Quando ele estava para gozar Márcia esfregou seu pau nos seios fazendo que ele jorrasse ali, ficando toda melada, feito isso ela virou e começou a chupar o outro repetindo a mesma operação. Quando o segundo gozou eles se levantaram e deram lugar a mais dois e tudo aconteceu de novo. Eu estava nervoso vendo aquela cena, tudo isso se repetiu por mais três vezes até que Rodrigo me chamou para voltarmos aos nossos lugares. Lá chegando pude ver o estado de minha esposa, ela estava com os seios cobertor de esperma que escorria pela sua boca e queixo. Rodrigo disse que era hora de irmos embora, mandou que Márcia se levantasse não deixando ela se limpar, muito menos ajeitar a blusa e a saia. Pegou-a pela mão e foi andando pelo cinema com ela totalmente exposta, somente quando chegou próximo a porta de saída ele baixou a saia e fechou a blusa. Como ela estava coberta de esperma a blusa colou no corpo de Márcia ficando totalmente transparente. Ele mandou que Márcia andasse na nossa frente como se estivesse sozinha. Pelo caminho até o carro todos na rua olhavam para minha mulher que estava chamando muita atenção. Quando chegamos no carro Rodrigo começou a me dar instruções de como deveria agir até nosso próximo encontro, disse que não deveríamos ter relações e Márcia deveria se manter depilada, enquanto falava Rodrigo pousou a mão sobre o seio de minha mulher e começou a beliscar o bico até ver as lágrimas escorrerem, só então percebi que Márcia não tinha dito uma palavra desde a hora que Rodrigo havia chegado ao bar. Nos despedimos e fomos embora. Quando chegamos em casa é que fui conferir o estado de Márcia, em um de seus seios havia uma mancha de sangue pisado do beliscão que Rodrigo lhe dera, seu queixo e peito cobertos por uma camada de esperma ressecado. Perguntei a Márcia se era aquilo que ela queria e se realmente queria continuar. Ela me respondeu que nunca tinha gozado tanto e que não desistiria daquilo por nada. O tempo demorou a passar e Márcia estava cada dia mais agitada. Até que duas semanas depois Rodrigo telefonou dizendo que iríamos viajar para sua casa de campo na sexta-feira, Márcia deveria ir somente com a roupa do corpo e da mesma maneira como no outro encontro. Na sexta-feira por volta das 15:00 horas Rodrigo passou para nos pegar, entramos no seu carro, eu fui sentado na frente e Márcia foi sozinha no banco de trás, rumamos para a Região dos Lagos. Após passarmos pelo pedágio na ponte Rio-Niterói Rodrigo mandou que Márcia abrisse a blusa e levantasse a saia, ela foi assim até chegarmos na casa de Rodrigo, A casa ficava afastada da cidade e não havia nenhuma outra casa por perto. Quando entramos Rodrigo mandou que Márcia tirasse a roupa e se ajoelhasse no centro da sala. Quando ela se ajoelhou Rodrigo se aproximou e deu-lhe dois fortes tapas no rosto fazendo com que sua cabeça jogasse de um lado para o outro. Então mandou que ela ficasse ali sem se mexer enquanto ele me mostrava a casa. Era uma casa grande, ele me mostrou os cômodos, percebi que ele não abriu um deles e ele me respondeu que eu veria logo mais. Voltamos para a sala e Rodrigo tornou a esbofetear Márcia, puxou seus cabelos fazendo-a ficar de pé, mandou que vestisse as roupas pois iríamos até a cidade fazer umas comprinhas. Quando chegamos na loja ele se dirigiu a balconista e pediu o menor biquíni branco que tivesse na loja. A balconista estranhou que Márcia se mantinha afastada mas trouxe o biquíni sem nada dizer. Quando eu vi a peça não acreditei que aquilo caberia em Márcia de tão pequeno que era. Rodrigo pagou e fomos embora. Ao entrarmos em casa Rodrigo mandou que Márcia se despisse e ficasse ajoelhada na sala, fomos para a cozinha comer alguma coisa, Rodrigo chamou minha mulher e mandou que ela ficasse sentada no chão pondo o prato perto dela para que ela comesse ali abaixada como uma cadela. Terminada a refeição, fomos tomar banho e nos preparar para a noite. Quando estávamos prontos Rodrigo abriu o cômodo que até então não tinha visitado, era uma sala grande com vários apetrechos pendurados nas paredes, no meio da sala haviam duas mesas, uma era toda de madeira, grande e com várias argolas e ganchos, a outra parecia uma mesa ginecológica com lugares para prender os braços e as pernas, Rodrigo levou Márcia para a mesa grande e a prendeu com os braços e pernas abertas deixando seus seios e vagina totalmente expostos, cobriu seus olhos com uma venda e pôs um aparelho em sua boca que não deixava que ela se fechasse. Ele começou então as torturas, pegou um chicote que parecia uma varinha e bateu com ele nos seios dela, a cada chibatada Márcia se contorcia e gemia, ele batia também em sua vagina deixando vergalhões vermelhos a cada pancada. Ele a espancou até ficar cansado, depois pegou uma vela grossa e a acendeu e começou a pingar a cera que derretia pelo corpo dela, Márcia emitia um som rouco e as lágrimas escorriam por baixo da venda. Ele deu atenção especial ao seu clitóris pois a cada pingo de cera Márcia se contorcia desesperada e ele parecia se divertir com isso. Quando o corpo de Márcia já estava quase todo coberto por cera disse que iria enfeitar um pouco a escrava. Dito isto ele pegou uma caixa de metal e de lá tirou várias agulhas e alfinetes de diversos tamanhos, antes de começar ele tirou a venda para Márcia ver o que ia acontecer, pegou então um alfinete e espetou no seio dela, Márcia gemeu e se mexeu, Rodrigo deu-lhe uma bofetada e mandou que ela ficasse quieta, continuou a espetar, ela gania como um animal doente, mas não se mexia, quando já tinha posto mais de dez alfinetes em cada seio ele puxou os bicos e espetou duas agulhas em cada um, feito isso pegou na caixa duas agulhas muito grandes, deviam ter vinte centímetros cada uma, segurou um dos seios e começou a espetar uma das agulhas de maneira que ela atravessou o seio de Márcia na parte mais próxima do peito dela. Márcia nessa hora experimentou a dor, comecei a ficar preocupado e falei sobre isso com Rodrigo. Ele disse para que eu perguntasse a ela se queria que parasse. Ele tirou o aparelho da boca de Márcia e me respondeu que queria continuar e fez uma expressão que me pareceu um sorriso. Rodrigo colocou o aparelho de volta e continuou a surrá-la. Quando se deu por satisfeito, disse que era hora de descançar, Então começou a tirar as agulhas uma a uma, a cada agulha que puxava Márcia soltava um gemido. Quando chegou nas duas maiores Tirou a primeira bem devagar fazendo com que ela soltesse um gemido longo e dolorido, ele se divertiu com isso, já a segunda ele puxou de uma vez só. Mércia queze enlouqueceu de dor, ficou com o corpo todo contraído por alguns instantes e depois deixousse cair inerte sobre a mesa. Eu fiquei muito nervoso e com pena dela. Dos seus seios corriam filetes de sangue, Rodrigo então pegou uma garrafinha de álcool e deramou sobre os seios de Márcia, ela se contorcia e gania. Ele soltou-a da mesa e mandou que ficasse de pé. Márcia quase caiu e tivemos que ampara-la, ele algemou suas mãos e foi puxando-a para fora da casa. Quando chegamos nos fundos da casa ele a amarrou numa pilastra da varanda de modo que ela não ficava completamente de pé e tampouco podia sentar, disse que ela passaria o resto da noite alí e .fomos para dentro de casa deixando-a do lado de fora, perguntei a Rodrigo se não seria perigoso e ele dissa que não. Tomei um banho e fui deitar, Não dormi a noite toda pois Márcia não parava de gritar por nós. Na manhã seguinte Rodrigo me chamou para irmos solta-la. Quando vi Márciame assustei, seu estado era de dar dó. Rodrigo soltou as amarras e retirou o aparelho de sua boca, Márcia caiu. Ele mandou que ficasse de pé e arrastou-a para o banheiro dizendo que era para ela tomar banho e se arrumar colocando o biquine disse ainda para deixar a porta do banheiro aberta para ter certeza de que não iría descançar. Quando ela saiu do banheiro vestida com o biquine vi como ele era pequeno, a parte de cima mal cobriam os bicos e a parte de baixo deixava sua bunda toda ã mostra e entrava em sua vagina e Rodrigo tinha tido o cuidado de retirar o forro do biquine para que ele ficasse transparente de modo que ela estava praticamente nua. os vergalhões causados pelas chibatadas eram visiveis em todo o seu corpo e os seios apresentavam as perfurações fetas pela agulhas. Entramos no carro e fomos para a praia. Lá chegando ficamos próximos a um quiosque, Márcia do jeito que estava chamava atenção de todos na praia. Montamos duas cadeiras onde sentamos Rodrigo e eu. Rdrigo mandou que Márcia ficasse de pé na beira da água para que todos pudessem vê-la. A toda hora Rodrigo mandava Márcia ir até o quiosque comprar alguma coisa, somente para exibí-la. Ele então levantou e abraçou Márcia por tras pondo uma das mãos no seio dela e a outra pôs dentro de sua calcinha e começou a dedilhar sua vagina. Quando ele viu um grupo de rapazes alí perto virou-a de frente para eles e puxou a parte de cima do biquine para o lado, expondo um de seus seios. Os rapazes ficaram loucos. Como a situação estav ficando agitada, Rodrigo achou melhor irmos embora. Durante o resto do final de semana Rodrigo usou e abusou de Márcia. Domingo a tarde viemos embora para o Rio, ao chegarmos em casa Rodrigo me disse que todos os dias eu deveria aplicar algumas chibatadas em Márcia com o chicote que ele me deu. Ele se despediu de mim e foi embora sem ao menos olhar para ela. De lá paracá Rodrigo é nosso companheiro constante, eu estou aos poucos aprendendo a arte do sadomasoquismo e Márcia é uma escrava cada vez mais obediente.

.380. FANTASIAS COM A EX.Não sei ao certo quando eu e Paula começamos a nos afastar. No início, era tudo rosas. Paula, 18 anos mais nova que eu, ostentava toda formosura das garotas de 18 anos. Cara de menina, seios pequenos, com biquinhos sempre duros, bundinha arrebitada e um par de coxas grossas, roliças que ela sempre valorizada com mini-saias bem curtas. Onde nós fossemos, ela era o centro das atenções. Talvez tenha sido ai que iniciaram os nossos problemas. Pois, trabalhando como eu trabalhava, não dava para ficar paparicando minha mulher como ela estava acostumada. Enfim, começaram as discussões, passamos a ficar mais tempo afastados um do outro e por fim aconteceu... nos separamos. Ninguém soube. Paula foi para Cabo Frio passar as férias e eu fiquei no Rio. Não nos falamos por três semanas. Foi quando um vizinho de Paula me ligou, dizendo que tinham batido no seu carro. Fui a Cabo Frio para ver o tamanho do estrago. Antes mesmo de entrar em casa, já fiquei sabendo pelo vizinho o que tinha ocorrido. Paula havia chegado acompanhada de um rapaz, que estava dirigindo, e quando estacionava o carro foi abalroado por outro carro que entrara na rua feito um louco e que depois fugiu. Ninguém havia se machucado e os danos eram apenas materiais. Olhei para o carro amassado mas não pude avaliar os danos. Meus pensamentos estavam na frase 'acompanhada de um rapaz'. Agradeci o socorro prestado e entrei em casa. Ou melhor. Bati a porta, esperando que Paula abrisse. Meus pensamentos se confundiam. Será que o rapaz ainda estava lá ? O que ele representava para ela ? Depois de alguns minutos, a porta se abriu e Paula apareceu na minha frente só de ca! lcinha. De imediato meu pau endureceu. A visão do seu corpo nu; as lembranças das loucuras que nós fazíamos; a calcinha preta rendada que ela estava usando. Paula me abraçou e me beijou. Senti o calor do seu corpo, seu cheiro, seu hálito. Segurei seu rosto com as mãos e perguntei se ela estava bem. Com uma carrinha de sonho, ela me respondeu que sim; tinha sido só o susto e o prejuízo, é claro. Omitindo o rapaz, Paula me relatou a versão dela do acidente, enquanto preparava um café. Eu ali, olhando para ela praticamente nua, já me encontrava num estado de excitação máximo. Meu pau doía dentro da cueca, seco pelo calor da boceta de Paula. Comecei a olhar sua bundinha, as coxas e aí reparei em pequenas manchas esbranquiçadas. Sutis, mas presentes em suas coxas, bem no meio, na parte de traz. A sugestão que aquilo fosse porra, me levou ao quarto. Quando entrei, não havia mais dúvidas. O cheiro de sexo impregnava o ambiente. Puxei a c! olcha mal arrumada que cobria a cama e vi que os lençóis apresenta vam as mesmas manchas, só que em maior quantidade. Uma camisinha usada descansava sob a mesinha de cabeceira. Nitidamente, ela não teve tempo para arrumar tudo. Paula entrou no quarto e com um olhar de insegurança me perguntou: O que foi ? Mostrei a camisinha e iniciamos uma discussão. Eu gritava que ela havia me traído. Ela gritava que estávamos separados, e que ela era uma mulher normal, carente de sexo !. Em meio aos berros, segurei Paula e a joguei na cama, arrancando sua calcinha. Paula, meio espantada com o meu gesto, me olhava assustada e paralisada, sem entender o que eu estava fazendo. Abri suas pernas e enfiei o cara em sua boceta, vermelha pela batalha que a bem pouco havia travado com outro cacete. Lambi, chupei, mordi o grelinho, sentindo o cheiro forte de gozo que ela exalada. Entre gemidos, Paula se contorcia, demostrando que mesmo dolorida, aquilo estava lhe dando enorme prazer. Sem eu mesmo saber explicar por quê, comecei a lamber as manchas de porra em suas cochas. Retirei com a boca cada uma delas, sentindo o gosto que outro homem havia deixado em minha mulher. Paula me olhava e parecia que aquilo a estava excitando mais. Quando já não restavam mais manchas, retirei minha roupa e! enfiei de uma só vez o pau em sua boceta. Comecei a perguntar se o cara tinha um pau tão grosso quanto o meu, se fudia gostoso, se ela tinha chupado o pau dele. Paula me respondia entre gemidos e a cada palavra sua eu queria saber mais. E quanto mais ela falava, mas vigorosamente eu metia. De repente, Paula me perguntou se eu havia gostado de chupar a porra do cara. Sem pensar, respondi que sim. Minha resposta a excitou mais. Ela começou a rebolar, a me beijar loucamente, a me arranhar com as unhas. Eu delirava com cada movimento seu. Paula, então, pegou a camisinha usada que eu havia jogado sobre a cama no início da nossa discussão e começou a passar no meu rosto, dizendo: - Sente o cheiro dele... do pau que eu chupei... que me fudeu... A cada palavra, eu ficava mais louco. O cheiro de borracha e porra que vinha da camisinha, estava me tirando o juízo. Paula esticou a camisinha e passou em meus lábios. 'Chupa...' Falava, e eu obedeci. Senti o gosto da borracha, do lubrificante... e da porra. Paula gozou. Gozou como nunca havia gozado comigo. Todo o seu corpo gozava. Tremia e gritava feito uma felina. Avisei que iria gozar. Ela então me fez sair de cima dela e abocanhou meu pau, chupando, sugando, até sentir minha porra inundando a sua boca. Depois, com uma cara matreira, me beijou e despejou na minha boca toda a porra que ela havia guardado, me fazendo engolir boa quantidade dela, me dizendo: 'Imagina que esta é a porra do cara'. Fechei os olhos e imaginei... Meu pau continuava duro, Paula, vendo que meu pau ainda vibrava, o abocanhou e chupou. Chupava e falava, me mostrando como havia chupado o pau do cara, seu saco, suas bolas. A cada palavra sua, eu delirava. Senti seus dedos em meus lábios e ela me pediu para chupar. Chupei. 'Pensa que é o pau dele... Chupa como eu estou te chupando...' Senti seu dedo acariciando o meu cú, querendo penetra-lo e gozei. Mas uma vez, Paula reteve minha porra na boca, só que desta vez eu é que fui ávido lamber meu gozo. Paula, como que elétrica, lambuzava minha cara com a porra que escorria de nossas bocas, me apertando a bunda, passando o dedo no meu cú. Extenuados, caímos na cama lado a lado e dormimos. Mas antes, Paula falou baixinho em meu ouvido: 'Adoraria ver você chupando um pau...' Quando acordei, Paula ainda dormia. Fiquei olhando para ela e tentando entender o que acontecera. Eu nunca tinha tido atração por um homem, mas tinha que reconhecer que a muito tempo que eu não ficava tão excitado. Comecei a lembrar o que Paula havia me dito, como o cara a havia fudido, como era o pau dele, que ela gostaria de me ver chupando um cacete e quando dei por mim, estava novamente de pau duro. Fechei os olhos e bati uma punheta, pensando nestas coisas. Peguei a camisinha e comecei a cheirar, pensando no pau que a tinha usado e gozei. Quando abri os olhos, Paula me olhava com uma cara de sacana e disse: 'Hoje eu quero te ver chupando um homem...' Me levantei da cama, e fui para o chuveiro sem responder. Minha cabeça rodava. Quando voltei ao quarto, Paula dormia. Me vesti e fui ver o carro batido. Precisava pensar em outra coisa, pois estava com medo do que estava por vir. Levei praticamente o dia todo para resolver o problema do carro. Coloquei o carro numa oficina. Acionei o seguro e tentei ao máximo não pensar no que havia ocorrido. Pensei até em voltar direto para o Rio, mas algo me empurrava para Paula. Parei num bar a beira da praia e fiz um balanço dos fatos. O que estava acontecendo comigo? O por que daquela atração. Carência ? Desejo por coisas diferentes ? Viadagem ? Olhei para a praia e vi as garotas de biquíni, mínimos, com corpos esculturais. Senti desejo. Mas, quando me dei por conta, estava olhando também os rapazes. Devo ter tomado uns três whiskys. Cheguei então a conclusão que eu ainda sentia atração por mulheres, mas não podia negar que tinha vontade de chupar um homem. Já era noitinha, quando retornei a casa. Paula estava na sala, falando ao telefone. Me olhou, sorriu e disse a outra pessoa que estava na linha, que agora sim, ela tinha certeza que iríamos sair. Sentei ao seu lado. Paula desligou o telefone e me disse: - Vai, toma um banho gostoso, se prepara que hoje nós vamos curtir adoidado. Perguntei com quem ela estava falando, ela me pediu paciência. Nada seria feito, se eu não quisesse fazer. Se levantou e me deu uma roupa para vestir, me beijou e falou com ar meigo. - Vai, se arruma, a vida é para ser vivida. Fui para o chuveiro. Quando sai, Paula me perguntou onde eu fora. Falei o que tinha feito, omitindo o bar. Tentei saber com quem sairíamos, mas ela me respondeu: 'Tudo ao seu tempo.' As dez da noite, Paula terminou de se aprontar. Colocou uma tanguinha minúscula, preta, uma mini-saia branca rodada e um top decotado, que valorizava ainda mais seus seios pequenos. O contraste da pele bronzeada com a saia, o tecido leve do top colando ao seu corpo, marcando nitidamente os biquinhos, o cabelo solto na altura dos ombros. Em resumo, ela estava gatíssima. Me dizendo que direção tomar, seguimos falando onde ela queria ir. Me falou de uma boate. Que estava afim de dançar, curtir. Mas antes, tínhamos que pegar alguém. Senti um frio na barriga, quando ela me mandou parar. Na calçada, estava um rapaz de aproximadamente dezoito anos, forte, queimado de praia. Paula me apresentou à Guto como sendo um colega seu do Rio, que estava afim de curtir muito. Guto com cara de sacana, me disse que curtição era o seu nome. Sentou-se no banco de trás e seguimos para a boate. Pude comprovar, pelo papo dos dois que eles se conheciam bem e fiquei imaginando se seria dele a camisinha em meu quarto. Eu estava excitado. Mas nem Guto, nem Paula, demostrava qualquer intimidade que me levasse a acreditar que era com ele que minha mulher fudia. Chegamos na boate e fui apresentado a um grupo enorme de rapazes e moças, quase todos na mesma faixa de idade de Guto. Paula dançava com todos e bebia, bebia muito. Coloquei uma garrafa de whisky na nossa mesa e isto fez com que eu fosse muito bem aceito pelo grupo. O efeito da bebida me fez soltar, como a muito tempo eu não fazia. Dancei com as colegas de Paula e cheguei até a beijar uma, que devido ao efeito da bebida, se mostrava bem suscetível. Esqueci de Paula por instantes, levando a garota para um canto da boate e tirei o maior sarro. Me sentia um garoto. Minhas mãos percorreram cada canto do corpo da menina. Ela acariciava meu pau. Quase gozei. Quando me senti pronto, chamei a menina para sairmos, mas antes de sua resposta, Paula me pegou pelo braço e me levou salão a dentro. - Você não vai escapar assim. - Como escapar, você não disse que iríamos curtir adoidado, pois bem, estou curtindo. - Mas a curtição que reservei para você é outra. Senti um frio na espinha, quando notei que estávamos saindo da boate e que Guto nos esperava a porta. Paula abraçou Guto e saímos os três em direção ao carro. Guto trazia a garrafa de whisky, já quase vazia e perguntava a Paula sobre a menina que estava comigo. Paula respondeu que não queria concorrência e que a noite seria só dela. Paramos em frente ao carro e Paula entregou a chave a Guto para que este dirigisse. Me arrastou para o banco de trás e nos agarramos até chegarmos em casa. Paula me perguntou o que eu tinha feito com a menina, se eu estava excitado, sem precisar de resposta, já que havia colocado meu pau para fora e sentia o pulsar, batendo uma punheta. Falava de forma que Guto escutasse, descrevendo o estado do meu pau. Quando chegamos em casa, Paula chupava meu pau com sofreguidão. Guto estava a mil. Havia acompanhado pelo retrovisor tudo que acontecera no percurso. Entramos os três abraçados, com Paula entre nós, segurando meu pau ainda do lado de fora da calça e mesmo antes de acender a luz, Paula começou a me beijar e a beijar o Guto, passando a mão em seu pau por cima da calça. Guto tinha a mão sob a saia de Paula alisando a sua bunda e falando em seu ouvido algo, que entre os gemidos de Paula, eu não conseguia escutar. Paula riu e disse: - Quem sabe, se você fizer o que eu te pedi ... Falando isto, se ajoelhou e retirou de vez minha calça. Retirei a camisa, enquanto Paula abocanhava meu pau. Guto, tomando o último gole da garrafa, tirou a camiseta, se ajoelhou atrás de Paula e começou a sarrar sua bunda, enquanto beijava seu pescoço, e apertava seus seios. Eu já estava preste a gozar, quando Paula, se desvencilhando de Guto, nos arrastou para o quarto. Me fez sentar na cama e bem de frente para mim, se despiu dançando. Guto acompanhava o show na porta do quarto, alisando o pau por cima da calça. Quando finalmente ficou nua, Paula puxou Guto para bem perto de mim e começou a despi-lo. Retirou sua calça, e mostrou o enorme volume sob a cueca. Alisou, olhando para mim, com cara de safada, se ajoelhou e com a boca, arriou a cueca, libertando um cacete enorme, de mais de 20 cm, não muito grosso, mais duro e curvado para cima. Com ambas as mãos, alisou o pau e começou a chupar. Chupava e me olhava. Lambia e dizia como estava gostoso, duro, palpitante. Eu olhava a cena quase que hipnotizado. Paula chupava Guto e segurava agora no meu pau. Sentia o pulsar, o tesão. Comecei a acariciar seu peitos, sua boceta, que nesta hora estava completamente ensopada, cheia de tesão. Mas assim, meu rosto se aproximava mais do rosto de Paula e, consequentemente, mais próximo do pau de Guto. Este segurava a cabeça de Paula, indicando onde gostaria que sua língua fosse. Comecei a lamber o ouvido de dela, enfiando minha língua, da forma que eu bem sabia que ela gostava. Foi então que senti a mão de Guto em minha cabeça. Gentilmente, me fez beijar Paula na boca, e enquanto nos beijávamos, ficou acariciando nossas cabeças. Seu pau estava a poucos centímetros dos nossos rostos. Paula, interrompendo o beijo, me perguntou: - Não tem um gostinho gostoso... imagina agora ele na sua boca... Ante a minha indecisão, Guto se abaixou e beijou suavemente Paula, invadindo com a sua língua a boca de minha mulher. Paula, que até então não havia soltado meu pau um instante, começou a punhetar Guto. Fiquei olhando a cena, novamente hipnotizado pela mão de minha mulher naquele pau enorme. Foi quando Guto segurou no meu pau. Parou de beijar Paula e ficou batendo uma punheta em mim e me olhando fixamente. Paula me fez deitar na cama e começou a me chupar, com Guto ainda segurando meu pau. Fechei os olhos e comecei a curtir a boca de minha mulher. Mas logo, senti outra boca, era Guto que lambia minhas coxas, meu saco até chegar ao meu pau. Ambos começaram a me chupar, ora um, ora outro. Senti o dedo de Paula invadindo o meu cú. Guto, então, parou de me chupar e, se ajoelhando na cama, colocou o cacete a poucos centímetros da minha boca e mandou eu chupar. Fiquei parado, olhando para o pau dele, sem saber o que fazer. Ante a minha indecisão, Guto s! e posicionou sobre o meu peito e passou a alisar o cacete na minha cara, até, delicadamente, forçar sua entrada em minha boca. Chupei. Chupei pela primeira vez na vida um homem. Guto se movimentava, fudendo minha boca e Paula agora olhava, havia largado o que estava fazendo e olhava fascinada eu chupando o cara, enquanto tocava uma ciririca. Me senti invadido por um sentimento de remorso. Não, eu não gostei daquilo. Parei de chupa-lo e fiz com que saísse de cima de mim. Guto, então, puxou Paula para o centro da cama e de uma só estocada, enfiou o pau na boceta dela. Fiquei num canto da cama, somente olhando a cena. Vi que Paula havia prendido as pernas de Guto com as suas e juntos olhavam para mim, enquanto fundiam. - Gostou de chupar um homem de verdade, seu puto ? Paula me perguntou com cara de sacana. Neste instante, olhei a bunda de Guto, que subia e descia, enquanto ele metia em Paula. Era redonda, dura, malhada pela musculação. Passei a mão em sua bunda para ver a reação. Não teve. Me posicionei atrás dele e comecei a alisar a sua bunda com as duas mãos. Ele só beijava a Paula. Abri sua bunda e cuspi no seu cú e com a cabeça do meu pau comecei a espalhar o cuspe. Guto parou os movimentos e ficou esperando. Comecei a enfiar na bunda de Guto e seu cuzinho se abriu para o meu pau com uma facilidade incrível. Quando já estava com meio pau dentro dele, Guto recomeçou os movimentos de vai e vem, Fazendo eu e Paula delirarmos. Em pouco tempo, minhas bolas batiam em seu saco e Guto gemia, pedindo para eu meter com força. Meti como um alucinado naquele cú que me espremia o pau, me dando sensações indescritíveis. Deitado por sobre os dois, eu metia com força, beijava Paula e por vezes, mordia a nuca de Guto. Paula foi a primeira a gozar e depois começou a falar que agora sim, eu estava sendo o homem que ela sempre queria. Que isso é que é bom, e outras sacanagens. Eu estava alucinado com a situação e comecei a ficar puto com as coisas que Paula falava, e ela continuava falando que agora eu era homem... Num rompante, tirei meu pau do cú de Guto e o retirei de cima de Paula, ela, rindo sem entender, tentou se levantar, mas eu virei ela de costas para mim e de uma só vez, enterrei meu pau em seu cú, sem dó, nem pena. Paula gritou e tentou fugir, mas seu cú estando bem lubrificado pelo gozo que saída de sua boceta, recebeu meu pau que entrou todo. Senti as mãos de Guto na minha bunda, querendo repetir comigo o que eu tinha lhe feito, mas eu, já estando bem engatado em Paula, virei meu corpo a colocando por cima de mim. Com as minhas pernas, abri as pernas de Paula, a deixando toda escancarada para Guto. Este não perdeu tempo e meteu na boceta de Paula, que agora se sentia invadida por dois paus. Paula gritava, gemia, estava fora de si. Gozou pelo menos umas três vezes até que eu e Guto despejássemos nossa porra inundando seu cú e boceta. Depois, desfalecidos, caímos no sono. Quando acordei. Peguei minhas coisas e voltei para o Rio, sem falar com eles, que continuavam dormindo. Eu precisava de um tempo. Paula tinha razão. Minha vida havia mudado depois daquela noite.

.381. TUDO POR UM EMPREGO.Oi, meu nome e Fabio têm 30 anos, cabelos pretos corpo atlético bonito, é casado com uma verdadeira gata, linda, morena clara, cabelos compridos 1.68m cintura 38, bumbum empinado e redondo, peitinhos lindos rosadinhos ela adora se depilar todinha fica toda lisinha. Bom agora que nos apresentamos vou contar algo que mudou nossas vidas estou desempregado a quase um ano, não conseguindo arrumar nada pra trabalhar, estávamos começando a passar uma certa necessidade, bem estávamos na praia da barra da tijuca como eu disse ela e de parar o transito ela com aquele biquíni fio dental pretinho lindo, a praia estava vazia dia de semana em plena segunda feira, como estávamos a toa em casa resolvemos ir ate lá, bom depois de alguma cervejas, conversa vai conversa vem , ela começou a iniciar como ela e muito tesuda não resisto muito coloquei o pau pra fora e minha esposa como sabe que adoro uma chupada caiu de boca, ai que rola tudo , havia um cara nos olhando de longe já havia visto mais como estava longe não dei muita bola , ele começou a se aproximar ai paramos com o boquete , ele chegou perto perguntou as horas eram 14:00h , minha esposa tessuda como ela já ficou toda arrepiada com a idéia de ele ter visto ela pagando um boquete , e eu percebendo o tesão dela perguntei cara se ele queria tomar uma cerveja com agente pois estarmos sozinhos ali na praia ele topou ai começamos a conversar, ele perguntou se éramos casados onde trabalhávamos ai dizemos a ele que estávamos desempregados que tava ruim a situação devido ao desemprego essas coisas que já contei , ai lê falou que morava ali perto e que trabalhava numa multinacional etc..., Bom em um dos mergulhos da minha mulher ele me falou cara sua esposa e uma gata, linda muito mesmo na hora fiquei meio sem saber o que dizer apenas concordei com ele , ai ele me perguntou , se já tínhamos feito menege , falei com ele que isso cara ta pensando ok , ele respondei não sem ofenda pensei em poder ajudar vcs de uma forma se vc topar e claro sem ofenda, e eu perguntei como ele iria nos ajudar ele disse que estava morrendo de tesão pela a minha mulher , como já havia pensado em vela transando com outros cara mais nunca havia feito, só na horas de nossas trans e que falávamos sobre isso , comecei a gostar da idéia e perguntei o que ganharíamos com isso se caso ela topasse. Ele disse te arrumaria um emprego aonde trabalho, bom começou a ficar boa a idéia. Tivemos que parar a conversa porque ela estava voltando da água, e eu não sabia se ela iria topar, conversamos mais um pouco ele me deu o telefone dele e fomos embora. No carro já imaginando como ela iria reagir se ela iria topar ou não perguntei o que ela achou dele, ela disse ele e muito simpático, que parecia ser um cara legal, falei pra ela não e isso pergunto se gostou dele par ir pra cama se ele a excitava na hora ela ficou vermelha, riu falou vc ta maluco é ou vc bebeu demais, então disse não quero saber, pois vi que vc ficou bem excitada com a possibilidade de ele ter visto vc pagando um boquete em mim e reparei que vc não tirava s olhos da sunga dele, ela parou pensou um pouco e me disse vc vai ficar chateado se eu lhe disser que ele e um tesão de homem, ri ela riu e falou acho que vc pirou. Falei com ela o que ele me propôs ela escutou e ficou sem falar nada falou que não que iríamos prejudicar a nossa relação etc... Passados dois dias seu sempre tocando na tecla que seria bom, pois poderíamos sair dessa situação, fui covencendo-a aos poucos ela começou a gostar da idéia, pois na hora da cama ela já havia ate trocado o meu nome pelo o dele ele se chama Marcelo resolveu topar e falou liga pra ele e vê como vai ser. Leguei pro Marcelo ele lembrou de nos perguntou como estava a Laura, falei com ele vamos tomar uma cerveja hoje eu e vc pra combinar como poderíamos fazer ele disse ta mais quero algumas exigências e ela vai ter que topar. Vamos ver conversar ai veremos como faremos ok. Bom estava no bar eu e ele depois de algumas cerejas ele perguntou tudo sobre ela como ela fazia fui respondendo e disse a ele que ela só não gosta de anal que tentei algumas vezes mais não havia conseguido e que também não curtia que gozem na boca dela, ele falou isso vamos ver riu e pensei ta fedido não vai conseguir , e começou a falar como teria que ser que ela teria que se vestir como uma puta meia calca salto alto , ou bota ate o joelhos , calcinha bem pequena , batom bem vermelho essas coisa que puta gosta de usar e teria que fazer ponto numa esquina lá na barra que ele iria passar e pegar ela e eu ficaria de longe no carro e depois seguiria eles ate na casa dele, Depois disso fiu pra casa fiquei meio sem saber se ela iria topar mais como precisava do emprego falei com ela, disse como teria que ser como ele queria que fosse feito etc... Ela não topou disse que não que não era puta e ficou sem falar comigo, passado mais dois dias fui falando com ela e ela sempre dizendo não acho que enchi o saco dela que acabei convencendo ela a topar, então fomos pro local marcado ela estava um tesão do jeito que ele pediu eu estava louco de vontade de trepar com ela deixei ela lá parada, e fiquei de longe observando paravam alguns carros e chamava ela pra fazer programa gritavam gostosa sua puta vem me chupar aqui encho sua boca com meu Leitinho etc... Estava com medo daquela situação mais o tesão falou mais alto e deixei rolar e ver o que iria dar e fiquei quieto. Passados alguns minutos chega Marcelo num carro Honda preto, acena pra mim eu vou ate ele e fala agora vê como ela e puta escuta só vem aqui gata vc cobra quanto ela disse um emprego pro meu marido e ele disse ta bom mais vai ter que fazer tudo que mando pra isso entra ai e ela entrou no carro e fomos pra casa dele chegando la ele me deu uma dose de uísque e falou senta ai que vc vai ver sua puta ser comida gostoso e foi na direção dela deu um beijo nela falou sua puta agora ajoelha e chupa ela me olhou meio assustada ele disse nem pensa em fazer algo, pois ela vai ser puta sim eu só falei vai faz o que ele pedir amor ele disse isso assim e bem melhor seu corninho esta falando vai me chupa ela ajoelhou e começou a chupar aquele pau que mal cabia na sua boca ele falando isso chupa sua vadia vai então ela começou a ficar com tesão e chupava cada vez melhor passando a língua na cabeça e depois ia chupando suas bolas nossa como era bonito vela chupando assim parecia que estava chupando um pirulito e começou a dar olhadinhas pra ele e pra mim e sorrindo , ele falou sabia que iria gostar de ser puta conheço quando uma mulher e puta vc e puta não é fala pro seu marido fala que adora chupar e dar pra outros homens ela foi e começou a falar adoro ser puta etc... Ai ele; falou agora faz um estripe pra mim ela começou a tirar a roupa peça por peça ate ficar nua ele falou vem menina chupa mais e depois senta nele e foi feito isso ela foi cavalgando ele gostoso ele apertava seu seio e chupava gostoso e dizia isso que e puta depois de alguns minutos ele vira ela de 4 e fala agora vc vai sentir algo que nunca sentiu ela ficou quieta me olhando e derepente falou não deixa ele fazer isso,eu já disse que não gosto disso, ai ele mostrou o quanto era agressivo falou agora já era vc vai tomar no cuzinho sim nem adianta chorar ela fez que ia levantar ele pegou ela pelos cabelos eu levantei iria dar uma porrada nele ele falou não faz isso por que senão eles entram aqui olhei pra porta havia dois segurança enorme lá e perguntaram quer alguma coisa chefe ele disse não agora não ta tudo tranqüilo e dispensou eles, e falou senta ai e vê ela ser enrabada ela chorando nos braços dele pedindo não por favor não faca isso não curto isso ele nem deu bola e falou se vc quiser eu chamo os meus segurança e vai ser pior o que vc quer vai me dar ou vou ter que pedi pra eles abrirem caminho Ela engoliu o choro falou ta mais se doer tira, por favor, ele disse calma vc vai gostar, colocou ela de quatro e passou um gel no cuzinho dela e falou relaxa ta ela só balançou a cabeça e ficou esperando ele enfiava um dedo depois dois três e começou vc ta gostando ne ela começou a dar uns gemidinhos, ele falou sabia que ia gostar vc e puta mesmo agora vai pedir pra eu te enrabar fala e deu um tapa na bunda dela ela nada falou e tomou outro tapa ai ela falou vai meu macho me come mete nesse cuzinho que e seu olha amor ele vai comer meu cu ai ele meteu e meteu tudo de uma vez ela gritou, ele parou e falou calma agora vc vai rebolando, ela foi fazendo tudo que ele mandava ela ia rebolando e gemendo e ele foi acelerando o vai e vem ela deu uma gozada como eu munca havia visto seus olhos brilhavam e ela falando isso mete nossa que delicia adorei te dar a bundinha olha Fabio ele e delicioso adorei, ele foi e gozou dentro d sua bundinha, e eu fui pra perto dela e gozei nos seus seios. Ele falou nossa vc e demais e deu um beijo na Laura que retribuiu com carinho ai fomos pra piscina eu pensando acabou agora e só o emprego que vou marcar. Ele e disse pode passar lá no escritório amanha sua mulher e demais adorei, não posso perder essa foda quero ela sempre aqui em casa pra eu fade-la falou ta fiquei meio sem saber o que dizer mais topei e chamei Laura vamos embora, ele disse calma ainda não dispensei vcs, falta algo que quero que ela faca pra mim, ela disse mais o que seu safado ele disse toda puta tem que chupar e beber todo o leitinho, ela riu e disse isso não ele disse isso sim vem aqui e chupa sua vadia vc vai chupar sim eu falei agora chupa já deu tudo mesmo ai ela foi com uma cara de vadia e falou já que insistem ta bom e chupa e ele gozou na sua boquinha e ela bebeu todinho, foi demais. Fomos pra casa e no dia seguinte fui lá ver meu emprego fui apresentada a todos da empresa com sócio dele. e depois que descobri o por que das pessoas terem sido muito legal comigo e que ele havia gravado o que tinha feito com minha esposa e mostrou pros outros sócios que acabaram ficando íntimos tb da minha esposa e fizeram dela uma puta mesmo.

.382. HUMILHADA PELO PATRÃO!Olá pessoal, meu nome é Beatriz, na época do fato eu tinha 21 anos, sou e era morena, 1,57m 56kg, cabelos bem pretos e lisos, pele morena e olhos castanhos, meus seios são enormes, estilo Fafa de Belém com grandes e pontudos bicos em aréolas bem escuras, minha bunda é media, mas bem empinadinha, sou bem peluda. Aos 21 anos era casada há três anos com um homem desempregado, tinha um filho pequeno, sem contar que moravam comigo minha mãe doente dependente de remédios e mais três irmãs, era uma miséria total, vivíamos quase que exclusivamente de meu pequeno salário e da desgraçada ajuda financeira do Governo, não raramente tínhamos que recorrer a amigos, pois a fome quase sempre chegava e ficava, conforto em minha casa não havia nenhum. Eu era a única que trabalhava, estava há dois meses em uma grande empresa multinacional em minha cidade, trabalhava como auxiliar de almoxarifado, apesar do porte e fama da empresa eu trabalhava sem carteira assinada, pois naquela época as empresas não faziam a mínima questão de assinar, ganhava pouco, mas ajudava muito em minha vida, afinal não tinha quase nada. Desde o inicio notei os olhares tarados de meu chefe, o presidente da empresa, já que meu local de trabalho era muito perto de seu escritório, ele me secava de todas as maneiras, eu me constrangia muito, mas jamais me passou pela cabeça olhar para ele, pois ele era asqueroso, feio e mal educado, do tipo que irrita uma mulher, sem contar que eu era casada e tinha filho, e nunca trairia meu marido, era fiel, e direita, e por principio continuaria assim. Sabia que meu chefe também era casado e tinha filhos, o que me irritava e me assustava, mas ele não dava trégua, era fascinado em meus seios e no meu tipo mighon, já que sou de porte pequeno. O fato é que com o tempo meu chefe se irritou muito, já que eu o ignorava totalmente como homem, não lhe dava a mínima. Para minha surpresa um dia ao chegar ao trabalho, fui surpreendida com um bilhete, onde estava escrito que meu chefe queria me ver imediatamente, já que se tratava de assunto grave. Imediatamente me preocupei, fui procurar meu chefe com muito medo, imaginando o que haveria acontecido. Ao chegar em seu escritório, enxerguei-lo por dentro pela única vez em minha vida, este era amplo, com uma mesa destas tradicionais de escritórios pomposos e um grande sofá de espuma, sendo que as portas eram especialmente vedadas, de modo que nada do que se falasse ali dentro seria ouvido por alguém de fora, mesmo que se gritasse. Lembro-me da cara seria e deslavada de meu chefe, ele me olhou dos pés a cabeça, fitava meus seios e chegava a se lamber, eu estava vestida com uma blusa decotada e com uma saia de linho ate o joelho, sentado em sua cadeira mando-me sentar em frente a sua mesa na cadeira desta, então ele com sua voz forte disse em tom ameaçador e ao mesmo tempo como se pudesse remediar a situação. -- Dono Beatriz, tenho aqui comigo uma denuncia grave contra a senhora. Na hora amoleci, meu coração disparou, fiquei perplexa, afinal de contas eu era uma funcionaria exemplar, nunca me atrasei, fazia meu trabalho muito bem feito, tinha ótimas relações com todos, quase chorando eu perguntei. -- O que aconteceu seu Ivan, eu jamais fiz alguma coisa de errado, sou muito humilde e meu trabalho e sempre feito perfeitamente. Então para meu desespero e perplexidade total ele disse: -- Dona Beatriz, a senhora foi vista roubando material do almoxarifado, existem testemunhas que podem provar que a senhora tem roubado a algum tempo objetos da empresa. Não deu outra, me desesperei, comecei a chorar, pois aquilo realmente não era verdade, era uma grande mentira, que só depois fui saber que havia sido criada pelo meu chefe, como meio de se aproveitar de mim; eu era meio ignorante, para mim não existia investigação, nada disso, só pensava nas palavras de meu chefe, achavam que eu tinha roubado, enquanto eu talvez fosse a melhor das funcionarias. Em tom desesperado, soluçando eu disse: -- Pelo amor de Deus seu Ivan, isto não é verdade, eu tenho marido desempregado, filho pequeno mãe doente, eu jamais faria isso, é totalmente contra os meus princípios, nunca roubaria uma bala, eu jamais fiz isto. Seu Ivan com uma frieza assustadora e sua cara de serio me falou na cara: -- Desculpa Dona Beatriz, mas você roubou, aqui não temos lugar para ladrões, você vai para o olho da rua sem direito a nada, não tenho a mínima responsabilidade se fulano, cicrano, etc passa fome, com este teu ato tu não vai trabalhar mais e lugar algum, pega tuas coisas e vai te embora, antes que eu chame a policia e tu vás presa para a delegacia. O desespero foi total, agora eu soluçava, chorava como uma criança, afinal de contas como eu iria auxiliar meu amado marido, meu amado filho, minha mãe doente e minhas irmãs, sabia que todos morreríamos de fome, aquela grande injustiça não podia ser verdade, implorei para meu chefe não me mandar embora. --Não seu Ivan, você não pode fazer isso, eu não fiz absolutamente nada eu preciso do emprego, meu filhinho vai morrer de fome, minha mãe é doente, por favor, reconsidere, me deixa ficar aqui pelo amor de Deus. Seu Ivan respondeu, agora em tom irritado: -- Eu não quero nem saber, por mim, não to nem ai para miserável morto de fome, vai embora ladrona sem vergonha vai pra junto dos teus favelados catar papel. Eu nem pensei em ofensa, só pensava no futuro, precisava ficar no emprego, chorava como uma criança, eu falei chorando para meu chefe: -- Não, o senhor não pode fazer isso, não comigo, eu faço qualquer coisa, não me mande embora, por favor. Meu chefe neste momento ouviu o que desejava "faço qualquer coisa", então ainda em tom ameaçador ele propôs com a maior cara de pau: -- Bem dona Beatriz, a senhora sabe que aqui mando eu, tenho muita influencia e com minha ajuda a senhora não saira de seu emprego, mas só depende da senhora. Sem outra saída eu falei: -- O que você quer seu Ivan, o que faço, não posso perder este emprego. Foi ai que ouvi a proposta mais asquerosa da minha vida, a coisa mais irritante e grosseira, qualquer mulher ficaria brava e triste, comigo não foi diferente, fiquei muito mal na hora, chorei. Meu chefe propôs, ele falou com palavras chulas e grosseiras, já que viu meu desespero e sabia que eu estava na mão dele: -- Dona Beatriz, desde que a senhora chegou nesta empresa tenho cuidado a senhora, confesso que sou fascinado por você, te acho uma baita duma gostosa, já bati inúmeras punhetas pensando nas tuas tetonas, quero te comer todinha, fazer de ti uma puta ordinária na minha mão, apenas hoje, aqui em meu escritório, é claro que ninguém ficara sabendo, minha mulher meus filhos, sua família, isto ficara entre nos. Na hora me deu muita tristeza, muita raiva, me senti humilhada, pensei em mandar longe aquele velho asqueroso, mas sinceramente me sentia perdida, sem futuro. Eu respondi chorando. -- Não seu Ivan, como o senhor pode ser tão canalha, eu sou casada, nunca trai, meu marido foi meu único homem, eu amo ele, tenho um filhinho, e o senhor também é casado, tem família, tudo menos isso. Então gritando e brabo ele disse: -- Então já para rua sua morta de fome, ladrona, te prepara para nunca mais trabalhar, seu filho de hoje em diante vai comer capim, sua miserável de merda, ou tu vai ser minha vadia, minha piranha ou vai comer merda na tua casa junto com aquela tua família desgraçada. Completamente humilhada, sem forças para reagir devido à tristeza do momento eu acabei concordando, eu falei chorando: -- Esta bem então, mas, por favor, que fique só entre nos, que seja só esta vez, o senhor me prometeu que vai manter meu trabalho, estou muito mal em ter que fazer isto, mas o senhor vai me ajudar. Ele disse: -- Claro que sim, não se preocupe, amanha volta tudo ao normal, eu nunca mais olharei para você com olhos não profissionais, seu emprego esta garantido, mas hoje, você fará absolutamente tudo que eu mandar, agira como uma vagabunda da pior espécie. Então ele sentado em sua cadeira, pediu para que eu chegasse bem perto dele e ficasse em pe, sua cabeça estava bem na altura de meus seios, ele pediu: -- Vamos lá sua cadela, quero que tu ofereças estas tetas para mim. Já dominada pela situação, cheguei bem perto dele, sou baixinha, ele estava sentado, minhas enormes tetas estavam bem na cara dele, eu estava de blusa decotada, e levantei a blusa na cara dele, junto com o sutiã GG, para que ele podesse ver bem de perto meus seios. Ainda antes de levantar a blusa eu falei: -- Seu Ivan, quero que o senhor saiba, faço isso por obrigação, já que não posso ser despedida, tenha certeza, você será o segundo homem a me ver pelada. Quando levantei a blusa, meus grandes seios saíram da roupa balançando, eu ali morrendo de vergonha com aquelas grandes tetas morenas, com meus bicos pontudos de aréolas se oferecendo aquele velho, como se fosse amamentar uma criança. Naquele momento notei que meu chefe babou, notei que se lambia, cheio de água na boca, ele ficou me olhando, admirando as tetas por mais ou menos um minuto, derrepente levou a boca ao bico e começou a chupar com força, como se estivesse louco de fome, ele passou a chupar minhas tetas com muita vontade ao mesmo tempo em que apalpava com as mãos, lambia do centro as extremidades, mordiscava os bicos, enfiava a boca inteira, chupava os mamilos, acariciava, juntava as duas e esfregava na cara, fez tudo que sonhava com minhas tetas, nunca alguém havia mamado tanto em mim, nem meu marido nem meu filho, meus bicos ficaram ainda maiores e bem duros, minhas aréolas ficaram com um aspecto diferente, surgiram pontinhos ao longo dela, notei que isto ainda deixava mais louco aquele tarado que engolia, chupava, mordia e acariciava minha tetonas, ele chupou muito as duas, mudando constantemente de uma para outra. Então, ao longo da chupação de teta ele falou satisfeito em tom humilhante: -- Há sua vaca leiteira, ate que enfim eu te peguei, sua vadia, achou que ia escapar, peituda gostosa, estas tetas me deixam louco, gostosa, tetuda. Minhas tetas já estavam machucadas, de tantas mordidas e chupadas fortes, foi quando meu chefe começou a alisar meu corpo todo, sempre agarrando minha tetas, minhas costas, minha barriga, chegando a minha bunda, começou a apalpa-la, apertando com força minhas nádegas, meu chefe se levantou e me beijou, fiquei com nojo e com mais vergonha ainda, mas tive que aceitar e fazer que estava bom, beijei longamente de língua aquele velho de meu hálito, um chupão que só havia dado na minha noite de núpcias, me beijava e me acariciava, alisava minha bunda com força. Então ele tirou minha blusa que ate ali estava apenas levantada, começou a se esfregar em minhas tetas, levantou minha saia e começou a apertar com mais força minha bunda deixando ela vermelha com os agarrões e beliscões, ele alisava minhas coxas, minhas costas chagando na minha bunda, começou a lamber meu pescoço, me beijando muito. Então meu chefe disse: -- Agora sua putinha, vou descobrir esta buceta, sua cadela no cio. Então meu chefe se abaixou e começou a alisar minha vagina por cima da calcinha, que era branca de algodão, meio grande, ele apalpava minha buceta com toda a mão, enfiava o dedo na entrada por cima da calcinha, fez com que eu me virasse e começou a morder com força minha bunda, metia a boca nas polpas, lambia ela toda sem tirar a calcinha, enfiava a cara na minha bunda. Eu estava muito mal, e o pior é que estava ficando molhada, pois sou mulher. Então meu chefe abaixou minha calcinha, deixando a mostra minha buceta peluda, de compridos pentelhos pretos encaracolados, ele fez com que eu me sentasse em sua mesa, abriu bem minhas pernas e disse: -- Sua vadia, que matagal, vou enfiar minha língua nesta xota rasgada, e tu vai ter que gostar sua grande desgraçada, senão já sabe. Então ali estava eu sentada na mesa com as pernas bem arregaçadas, parecia um exame ginecológico, meu chefe mandou eu abrir minha buceta para ele ver, eu o fiz, abri bem meus lábios, deixando a mostra minha vagina bem molhada de clitóris médio, perdida naquele monte de pentelhos. Meu chefe começou a tocar na minha buceta, enfiou um dedo, depois dois, alisando meu clitóris, ele sentiu que eu estava bem molhada, então ele tirou o dedo melado de dentro e levou a sua boca chupando-o, ele falou em tom alto. -- Ta gostando ne sua prostituta barata, aposto que aquele corno que tu tem em casa não faz isso, sua piranha. Eu ficava irada e triste com os comentários, mas nem respondia, sabia que apenas poderia piorar minha situação. Meu chefe então levou o rosto a minha buceta, começou a chupa-la com vontade, lambia ela toda, me chupava inteirinha na buceta, ele não ficava apenas no clitóris, chupava ela toda, alias a beijava como se tivesse beijando uma mulher de língua, os mais molhados beijos. Ele enfiava a cara nos pentelhos, e continuava a me chupar, lambia muito o clitóris, e já partia para entre os lábios, depois enfiou o dedo lá dentro, ao mesmo tempo em que me chupava. Eu mês segurava, apesar de toda a humilhação e tristeza quando lembrava de meu marido e meu filho e estava mordendo os beiços, pois o velho enfiava a língua fundo, eu estava sentindo que aquilo era muito bom, se não fosse a força. Meu chefe se deliciava com o liquido que escorria da minha vagina até sua língua, ele me chupava muito, derrepente vinha ate mim e me beijava de língua, fazendo eu sentir o gosto de meu próprio gozo. Confesso que aquilo me anojava. Então após muita chupação de buceta, meu chefe fez com que eu me virasse, deixando exposta minha bunda morena e meus anus virgem, pois jamais havia concebido sexo anal a meu marido. Ele mordeu minhas nádegas mais um pouco, pediu para eu rebolar em sua cara, o que fiz a muito contragosto, depois me botou de quatro na mesa, começou a enfiar um dedo de leve em meu cu, depois tirou e enfiou a língua, lambendo meu cú, sua língua chegava a me penetrar de tanto que ele forçava, enfiou o dedo um pouco mais, eu me retorci de dor e dei umas gemidas, então seu Ivan disse. -- Calma cadela, isto aqui não é nada perto da dor que tu vai sentir mais tarde. Eu estava me sentindo muito mal de verdade, me sentia humilhada, afinal nunca tinha feito aquilo, nem imaginava fazer, ele enfiou o dedo dentro de meu cu, após forçar muito e me dar muita dor. Então após morder muito a minha bunda, lamber minhas coxas e enfiar a língua em meu cú, seu Ivan se levantou, passou a mau no pau por cima da calça e me disse: -- Agora sua vaca, tu vai pegar na minha rola, e vai dar uma chupada no capricho. Na hora me desesperei, afinal jamais havia feito, sentiria um grande recalque, pois inúmeras vezes meu marido havia pedido, no entanto eu sempre achara nojento e desrespeitoso, me senti mal mesmo, mas agora teria que chupar o pau daquele velho, na hora eu falei: -- Por favor, seu Ivan, isso não, nem sei fazer, não faço nem com meu marido, por favor, isso não. Então seu Ivan irado gritou. -- Sua desgraçada, estúpida, ou tu chupa minha piça ou aquele teu fedelho de merda morre de fome, tu vai chupar, problema daquele corno se nunca fez tu chupa, hoje tu ta com um macho de verdade, que vai te fazer uma vadia de merda. Sem outra opção acabei concordando, as palavras dele me assustavam muito, estava perdida, não podia dizer não. Então conforme ele pediu, coloquei a mão na pica dele, por cima da calça, fiquei alisando e pegando, naquele momento realmente me assustei, pois era um volume enorme, parecia um pedaço de madeira de tão grande e duro, imaginei que devia ser um cacetão, quem diria, um velho asqueroso daquele com um caralhão duro, realmente aquele velho era muito dotado e muito tarado. Depois disso, abaixei sua calça de linho, deixando o só de cueca, ma assustei, pois parecia que aquela cueca iria rasgar a qualquer momento, pois o volume era imenso, eu continuei a pegar na rola, agora por cima da cueca, derrepente ele pegou meu rosto e puxou contra seu pau, pressionando aquele volume todo na minha cara, pediu para eu beijar, eu beijei e mordi por cima da cueca, já tapada de nojo. Então meu chefe disse que era para eu tomar a iniciativa, me alertando que se não caprichasse ele iria me prejudicar seriamente. Nunca tinha feito, tão pouco queria, mas diante do temor da demissão decidi realmente caprichar, apesar do flagrante constrangimento e nojo em que se encontrava. Após pegar e beijar por cima daquela cueca fedendo a mijo decidi abaixa-la, neste instante tive um choque, pois o caralho de seu Ivan era monstruoso, aquele velho desgraçado, alem de tudo tinha pau grande, devia ter uns 21cm, era bem grosso e tinha um cabeção vermelho que mais parecia um cogumelo, era duro como um pedaço de madeira, de pé mesmo, da cabeça escorria toda hora um liquido branco, aquele pau estava constantemente se lubrificando, sempre melado, o que me dava mais nojo ainda, fiquei muito triste e assustada, fiquei com muito dor na consciência, pois aquele pau era umas duas vezes o do meu marido, teria que botar na boca aquela tora, sendo que jamais havia concordado em colocar o pauzinho de meu marido. Então com aquela lança apontando e encostando em minha cara, decidi começar, respirei fundo, e com uma enorme quantia de nojo fechei os olhos e fui com a boca ao encontro da pica, primeiro dei uma lambida naquele cabeção melado, já senti o gosto salgado daquela porra, continuei lambendo sem jeito, mas percebi que meu chefe estava adorando, eu lambia a cabeça toda, desde o freio ate o canal da uretra, depois comecei a lamber o caralho inteiro, mordi de leve a cabeça e com algum esforço coloquei a cabeça inteira na boca, chupando-a com força, comecei a enfiar tudo na boca, consegui ate a metade e comecei a chupar aquela pica, meu chefe começou num movimento de vai e vem tira e botar na minha boca, sendo que toda hora fazia um barulho devido a força de minha sucção, então meu chefe adorando começou a falar alto: -- Isto sua cadela, sua vaca chupeteira, chupa tudo, mete tudo na boca sua vadia desgraçada, sua infeliz morta de fome, chupa minha pica vadia, chupa como tu nunca fez naquele corno manso, ah, sua vagabunda, ai, vai, não para. Meu chefe me agarrou pelos cabelos e começou a enfiar na minha boca como se estivesse fudendo ela, depois ele tirou da minha boca e começou a esfregar na minha cara, nos meus olhos, passava nos meus beiços, eu botava a língua para fora e ficava lambendo, passava a língua ao longo do pau chegando ate as bolas, onde eu cheirava e lambia, dando beijos, passava a língua no saco de meu chefe depois engolia tudo, chupando como se estivesse faminta em uma mamadeira infantil, lambia a cabeça e sentia o gosto salgado daquele caralho enorme e melado. Então meu chefe com o pau quase explodindo me disse. -- Agora piranha, vou te comer, quero meter nesta buceta peluda, vou te arrombar para ti nunca mais esquecer de mim. A estas alturas eu já estava toda pelada, meu chefe tirou o resto de suas roupas, me levou ate o sofá e colocou-me sentada, abriu bem as minhas pernas e levantou-as, colocando as bem junto ao meu corpo fazendo eu me contorcer toda, minha buceta ficou totalmente exposta e aberta, pronta para ser penetrada por aquele caralhão. Então meu chefe com seu caralho duro e melado começou a passar em minha boceta, de cima abaixo, fazendo com que a cabeça lambesse meu clitóris, ele levou o pau ate minhas tetas em passou também em meus bicos, deixando o pau entre as tetas, ele também enfiou novamente os dedos em minha buceta, tirando-os bem melados e os levando a boca. Derrepente meu chefe, me olhou nos olhos e me desferiu uma cusparada na cara, eu me revoltei, fiquei com nojo e triste, mas nada falei, então após este ato meu chefe falou na minha cara, como se eu tivesse culpa de algo, como se eu quisesse aquilo o que só me deixava pior ainda no aspecto moral: -- Vou colocar uma camisinha, pois não quero pegar uma doença de uma vagabunda imunda como tu, nem tão pouco te engravidar, sua miserável charlatona. Então meu chefe colocou minhas pernas em seus ombros, fiquei toda arregaçada, ele começou a me penetrar devagar, colocou primeiro a cabeça, depois deixou deslizar suavemente o caralho todo pela minha buceta molhada, ate que entrou tudo dentro de mim. A estas alturas eu via estrelas, pois não conhecia um caralhão tão grande, minha buceta parecia que ia estourar, pois doeu um pouco, principalmente quando aquele cabeção em forma de cogumelo me penetrou, mas a minha vagina molhada ajudou muito. Meu chefe com o caralhão dentro deixou o assim por uns instantes, aquele pau pulsava de tão duro, senti que ele estava explodindo de tesão, derrepente ele começou num vai e vem bem lento, tirava e botava, o velho realmente sabia como fazer. Enquanto metia o velho começou a agarrar as minhas tetas, botava a boca e as chupava, as apertava com força, então ele começou a falar: -- A sua bucetuda, sua cadela, sua piranha gostosa, tu é a minha puta, só eu te como assim, vai mexe vai, ai, ai, que tesuda que tu é, que xota apertadinha, a sua vaca gostosa, desgraçada, infeliz, vai, geme vai, eu sei que tu ta gostando sua inútil pobretona. Eu apenas gemia baixinho de olhos fechados, respondia com palavras baixas, pois aquilo embora não fosse tão ruim, estava acabando comigo moralmente, sentia uma dor no coração quando lembrava de meu marido e de meu filho, eu dizia assim: -- Ai seu Ivan, ai, ai, o senhor é muito grande, vai me rasgar toda, dói muito, ai, ai. Ao ouvir eu reclamar seu Ivan dava gargalhada, aquilo só o inflava, enchia seu ego, então derrepente meu chefe tirou o pau de dentro e mandou que eu ficasse de quatro em cima do sofá, ele disse que queria me comer como se eu fosse uma cadela, se ajeitou, ajoelhando-se atrás de mim, e enfiou o pau bem fundo, após esfrega-lo mais um pouco na xota, neste instante ele esqueceu a delicadeza e começou num vai e vem muito rápido, dava estocada forte, chegava a fazer um barulho o encontro entre sua pica e minha buceta, ele ficou louco com aquilo, seu pau só ficava cada vez mais duro, enquanto me fodia com força ele dava fortes tapas em minha bunda, me beliscava, e passava o dedo em meu cú, eu também pirei, embora lutasse contra, eu acabaria por gozar, pois aquela pica era muito dura. Meu chefe me agarra pelos cabelos e puxava com força, parecia que so queria me humilhar, puxava meu corpo e abraçava minhas tetas e as chupava pelos lados, enquanto eu ali engatinhando com uma criança, na posição de cadela no cio, tendo a xota toda preenchida. Ele começou a grunhir e gritar: -- A sua puta, vou rasgar tua buceta sua cadela, ai, que gostoso, ai piranha, geme agora vai, sua porca de merda, sua cadela no cio, mexe vai, mexe pro teu cachorro de raça, faz o que tu não faz com aquele pulguento naquela tua cama sarnenta, vai gostosa. Então eu não me agüentei mais, após oito minutos naquele ritimo louco, em que aquele velho não dava folga me comendo de quatro, enquanto minhas tetonas ficavam balançando como dois melões pendurados, ele sempre as agarrava, pois adorava fazer isso, o velho não gozava nunca, e quem acabou gozando foi eu, pois minha buceta estava sendo fudida como nunca havia sido, estava sendo comida de quatro, Eu gemia: -- Ai, ai, que dor, não agüento mais, ai, ai.... Após gozar eu chorei, pois estava me sentindo péssima, minha tristeza só aumentou, eu que não havia feito nada de mal para ninguém estava sendo humilhada, acabara de trair minha família, aquilo era terrível. Então após dez minutos, em que literalmente meu chefe arregaçou minha buceta, ele parou, satisfeito por ter me feito gozar, feliz por me humilhar, ele tirou o pau de dentro, este cada vez mais duro, pois o velho era muito resistente e não havia gozado. Então ele disse: -- Agora sua miserável, vou rasgar este cuzão, te prepara pra rebolar na minha rola. Na hora gelei, aquilo não podia ser verdade, tudo menos isto, era totalmente contra, alem do mais aquela pica monstruosa iria rasgar meu anus, implorei de tudo que foi jeito, pedi, por favor, chorei, mas de nada adiantou, meu chefe só me ameaçava, dizia que era pegar ou largar, dar o cú ou dar de comer merda a meu filho. Então diante dos argumentos fortes e ameaçadores dele acabei concordando, com muito medo, e realmente sem o mínimo tesão para fazer aquilo. Meu chefe mandou que eu levantasse bem a bunda e fizesse força para que meu anus se abrisse bem, eu estava de quatro com a bunda bem levantada arregaçando as nádegas com as mãos, tudo que desejava é que fosse o menos doloroso possível. Meu chefe lambeu novamente meu cú, enfiou a língua fundo, depois cuspiu nele e começou a enfiar o dedo, o que já foi bem doloroso, ele enfiou metade do dedo, eu gemia de dor, então ele encostou seu caralho na ponta e começou a esfrega-lo ao longo da minha bunda, passando o para cima e para baixo, como se estivesse pincelando uma parede. Derrepente ele encostou a cabeça na entrada e começou a forçar, eu me arregaçava ao Maximo e sentia aquele cabeção pedindo passagem, após muito esforço meu chefe introduziu a cabeça, me fazendo grunhir de dor, então lentamente ele começou a empurrar o cacetão que foi deslizando para dentro, eu gritava de dor, chorava, não conseguia relaxar, aquela vara estava me invadindo, foi entrando ate preencher todo meu cú, ele colocou tudo dentro, eu sentia suas bolas roçando em meu rego, e uma sensação de que estava sendo empalada. Meu chefe a estas alturas estava pirado de tesão, para ele foi a gloria e para mim o desespero quando senti as pregas de meu cú se rasgarem, começou a escorrer sangue de meu cú, eu gritava desesperada: -- Ai seu Ivan, para, por favor, ai, ai, o senhor esta me machucando, dói muito, estou sangrando, ai, ai, ai, pelo amor de meu filho, para seu Ivan. Mas meu desespero só o excitava mais ainda, ele riu e gritava enquanto eu chorava: -- Sangra vadia estúpida, é isto que dar ser vagabunda, pobre tem mais é que ter o cú fudido mesmo, sua piranha vagabunda, vou dilacerar teu cú imundo, ainda bem que botei um lençol descartável no sofá, para que teu sangue ruim não sujasse minha sala. Então seu Ivan aumentou as estocadas, agora me comia a "mil por hora", sentia sua bolas baterem com força em meu rego, ele me puxava os cabelos com força, tira e botava de meu cú, me esfolava viva, meu anus sangrava muito, depois de 6 minutos naquele martírio, em que eu já quase estava desfalecendo de dor, pois em nenhum momento consegui relaxar, meu chefe falou: -- A sua porca, eu vou gozar, e para você saber o quanto é estúpida e insignificante vou gozar na tua cara, quero ver a tua boca cheia do meu leite de macho. Embora aquilo fosse terrível, eu ouvi com certa alegria, pois sabia que tudo acabaria, que meu cú seria libertado, nem respondi devido à dor, só senti que derrepente ele tirou o pau duro de meu cú rasgado, ardeu muito novamente, mas senti uma sensação de alivio, ele mandou eu me levantar, fique sentada no sofá, muito dolorida, ele ficou em pe, mandou eu abrir bem a boca e apontou seu cacete para dentro dela, bem pertinho de mim, ainda foi preciso que ele toca-se uma punheta por uns vinte segundos ate que gozasse. Derrepente notei que ele começou a se retorcer todo, eu com a boca bem aberta, quase morri de nojo, mas tive que aceitar senti os fortes jatos de porra branca e salgada invadindo minha boca, eram jatos fortíssimos, alem de ser muita porra, alguma entrou direto em minha garganta, outra parte bateu em meus beiços, em minha cara, ate nos meus olhos, parecia que aquele velho estava mijando de tanto que gozou, lambuzou toda minha cara, alem de me fazer engolir uma grande parte. Ele pediu para que eu botasse na boca sua pica, agora não mais dura e sim já murcha, com as bolas esvaziadas, eu o fiz, coloquei na boca aquela cabeça melada, suja de porra, lambi com todo nojo e tristeza do mundo, mas menos triste, pois sabia que o calvário havia acabado, aquela manha triste e dolorida em todos os aspectos chegara ao fim. Meu chefe, totalmente satisfeito, acabara de conseguir o que queria, me comer como uma vadia, ele me olhou nos olhos cheio de porras, e me humilhou novamente, me cuspiu na cara e em tom irritado gritou. -- Sua vadia interesseira, tu nem gostosa é, foi apenas mais uma morta de fome a provar da minha potencia, te arranca daqui sua imundice, sua merda humana, não quero ver tua cara suja, vai embora desgraçada. Então eu toda dolorida, chorando muito, consegui me levantar, sem forças me vesti e sai, completamente humilhada, não conseguia caminhar direito, sai do prédio de cabeça baixa, fui ate minha casa com muito esforço, chorando como uma criança, moralmente e fisicamente abalada, cheguei em casa, felizmente só estava minha mãe, que dormia, tomei um banho de mais ou menos 1 hora, chorei muito, precisei disfarçar, todos notaram algo errado, mas consegui inventar uma historia, disse que havia me acidentado em uma escada, sempre que chegava perto de meu marido e de meu filho chorava muito, aquela noite foi terrível, pedi para ficar sozinha, no outro dia retornaria ao trabalho, meu turno seria a tarde e eu já queria estar bem recuperada, pois morria de medo que alguém soubesse, sentia muito ódio de meu chefe, uma magoa sem tamanho, mas pensava na minha família, na fome que poderíamos sentir. No outro dia ainda completamente abala fui ao serviço, pois achava que tudo voltaria ao normal, me baseie nas promessas de meu chefe, afinal ele havia conseguido o que queria e eu não havia feito absolutamente nada, pelo contrario, eu era uma funcionaria dedicada e exemplar. Qual não foi minha surpresa e revolta qundo cheguei a portaria da empresa, pois fui comunicada oficialmente pela portaria que estava despedida, que haviam motivos fortes para aquilo, que fui vista roubando e como não tinha carteira assinada não poderia reclamar de nada. Nem preciso dizer que naquele momento meu mundo desabou, eu não fiz nada, fui humilhada, chantagiada, obrigada a transar com meu chefe e agora estava sendo despedida, eu não acreditava, aquele desgraçado não podia fazer isso comigo, me desesperei, fiquei arrasada e decedi esperar pela saída de meu chefe, pois não podia ser verdade. Quando meu chefe apareceu fui direto nele, no inicio cheguei com calma, pois não acreditava naquilo, achei que havia um engano, então eu falei: -- Seu Ivan, houve um engano, estou sendo despedida, o senhor sabe que sou inocente, que fui obrigada a transar com o senhor em troca de meu emprego. Naquele momento seu Ivan me olhou com um misto de desprezo e raiva, e me falou na cara em voz alta, como se quisesse que todos ouvissem: -- O que sua chantagista, sua sem vergonha, então alem de roubar na empresa você acha que vai me chantagear, sua cafajeste, você merece estar na cadeia. Eu realmente não acreditava naquilo, meu mundo desabou totalmente, aquilo não podia estar acontecendo comigo, não depois de tudo aquilo, aquele desgraçado, se eu tivesse uma arma teria atirado, pois não posso descrever o que senti no momento, eu disse chorando: -- Seu desgraçado, não pode ser verdade, você não pode fazer isso, eu te odeio seu aproveitador, seu desumano. Então meu chefe ficou irado, sorriu e disse: -- Agora sua chantagista, você vai provar o que disse na justiça, você não vai me prejudicar, se você é ladrona eu não tenho culpa, vou te processar e com seu ato não vai trabalhar mais em lugar algum. Meu desespero foi total, eu não tinha feito nada de errado, havia sido obrigada a transar e agora seria processada, como se eu tivesse culpa, era realmente horrível. E assim foi feito, meu chefe me processou judicialmente, por difamação, eu era paupérrima, acabei perdendo a ação, fui condenada e sai como a malvada da historia, todos me viam como uma chantagista, inclusive a família de meu chefe, eu era apontada por todos como aproveitadora, nunca mais consegui um emprego decente, me tornei catadora de papel e fui morar embaixo da ponte, minha mãe ainda vive, mas muito doente, meu filho caiu na bandidagem, hoje é viciado e assaltante, meu marido virou bêbado, nunca mais o vi, minha vida acabou, seguidamente penso em me matar, vivo de favores e dos papeis, seguidamente sofro tentativas de estupro, jamais concedi, mas muitas vezes não resisto, minhas irmãs sim, estas se prostituíram. Mas o que me magoa mesmo é ver que meu chefe só cresceu, foi homenageado varias vezes como homem integro, como aquele que venceu a chantagem, hoje ele é prefeito de minha cidade, cada vez mais bem sucedido.

.383. ESTUPRADA NO ANIVERSÁRIO!Eu passava o feriado na casa de meus avós ? um sítio, numa cidadezinha do interior. O dia estava quente, abafado, o ar parado. Meu avô cochilava na varanda. Minha avó preparava um bolo para comermos à noite, com os primos que viriam da cidade. Era o meu aniversário. Fazia 21 anos. Resolvi passear um pouco. Vestia uma saia curta, camiseta decotada e tênis. Com um beijo de despedida, avisei minha que ia caminhar um pouco. Ela me chamou a atenção para o sol na pele. Coloquei um lenço transparente sobre os ombros, como proteção contra o sol. Estava bonita. Sai andando em direção ao rio, onde a vegetação cerrada projetava uma sombra agradável pelo caminho. O calor, o cheiro da terra e o barulho do rio enfeitiçavam minha imaginação. Uma sensação agradável tomava conta do meu corpo. Distraída, nem percebi que estava sendo observada por três pescadores. Um deles, japonês, com cerca de 50 anos, gordo, rosto queimado de sol, camisa aberta no peito, pele suada. O outro, um pouco mais jovem, mas também maduro, com mais de 40 anos, era negro. Estava de bermuda, peito nu. O terceiro, também negro, era jovem como eu, devia ter a minha idade. Passei por eles, que acompanharam com o olhar. Se entreolharam. Boa tarde, moça, disse o negro com um sorriso nos lábios. O sol não está forte para caminhar? Boa tarde, respondi, seguindo em frente. Não quer se banhar para refrescar um pouco? Tanto sol não faz bem a quem tem pele tão clara. Se quiser, venha tomar uma cerveja conosco. Fingi que não ouvi e continuei andando. O homem se levantou e com rápidas passadas me alcançou. Ei moça, meu amigo e eu fizemos um convite. Venha tomar uma cerveja conosco. Meu sobrinho também quer te convidar. Ele é jovem como você, podem ficar amigos. Estou com pressa, desculpe. Segurando meu braço, o homem respondeu. Pressa? Aqui ninguém tem pressa. Hoje é feriado. Tentei me soltar, quando ouvi passos ao meu lado. O japonês me olhava e, num segundo, segurava meu outro braço. O rapaz também se aproximou, ficou me olhando, estava com cara de quem tinha bebido. Venha moça, não é educado recusar o convite de pessoas que estão sozinhas nesta tarde tão gostosa. Me soltem. Quero ir embora. A cerveja fica pra depois, outra hora. Vem agora, moça, ta fresquinha a cerveja. Vamos jogar conversa fora, disse o negro. Segura pelos dois braços, fui levada até onde eles estavam pescando. O japonês abaixou, pegou a garrafa de cerveja no chão e tomou mais um gole. Vem cá menina, toma um gole e vamos nos divertir, só um pouquinho, disse o rapaz. Já chega de brincadeira, eu disse. A moça é brava.... Prá quê isso, se nós só queremos te dar carinho...Dizendo isso, o rapaz riu e me abraçou. Eu tremia de medo. Que lenço bonito, este. Serve para proteger do sol, mas também serve para amarrar seus bracinhos, caso você tente nos deixar aqui sozinhos de novo. Sem nenhuma dificuldade, o rapaz me derrubou na grama, tentando me abraçar e beijar minha boca. Eu virava o rosto, mas a língua dele já me invadia. Enquanto isso, o japonês e o negro riam e seguravam minhas pernas para eu não chutar o rapaz que estava em cima de mim. Eu me debatia, a saia deixava à mostra minhas coxas clarinhas, a calcinha de renda branca. O japonês sentou sobre a perna que segurava e com as mãos livres, ele acariciava minhas coxas, deslizando as mãos até a altura da virilha, tocava o monte de pelos que o tecido rendado não conseguia esconder. Deixe de se debater, mocinha, e sinta o prazer que meus dedos vão te dar. Muita mulher já gozou com o toque de minha mão. Relaxa, que você também vai gostar. Nós não vamos te machucar. Só vamos matar a nossa fome em seu corpo. O rapaz não se aguentava de tesão, chupava minha língua, apertava meus seios e num puxão abaixou a camiseta, deixando à mostra o que ele tanto queria. Caiu de boca nos biquinhos, mamando como criança. O negro segurava minha perna com uma mão e com a outra já abria o zíper da calça, tirando um pau enorme e duro pra fora. Olha só, garota... você gosta? Vai ser todo seu, viu? Deixa me sobrinho se aliviar que você já vai ganhar teu presente. O japonês também era um homem experiente e não tinha pressa. Seus dedos entravam na minha intimidade, brincavam com o elástico da calcinha, com os pelos que atiçavam o seu tesão. Ei rapaz, para de mamar as tetinhas da garota e come ela. Não se esquece que seu tio e eu também queremos e já estou morrendo de tesão. Eu chorava, gemia, implorava para eles me soltarem. O rapaz me deu um tapa na cara e mandou calar a boca. Nisso ele se lembrou do lenço, amarrou na minha boca, abafando meus gemidos e soluços. Olha pras tetinhas dela, tio, e veja como os bicos estão duros. Essa putinha fica chorando mas está querendo pica. Para mim estava difícil disfarçar o tesão que começa a sentir. O garoto mordia minhas tetas já duras e o japonês que estava com os dedos na minha xoxota, tirou a mão e disse pro rapaz: Vai garoto, aproveita que a putinha está toda melada...Ele nem tirou minha calcinha. Só afastou do lado e meteu. Em seguida deu um grito. Estava gozando. Aliviado, ele desmontou e me deixou entregue ao tio e ao amigo japonês. Não adianta disfarçar, moça. Você está gostando. Pode continuar se agitando, tentando lutar contra o seu desejo, mas você não me engana. Está ardendo no meio das pernas, não é? Olha como meu dedo desliza... você está toda melada... ouça que barulhinho gostoso faz quando brinco nesse pontinho tão duro, disse o japonês, já se preparando para ocupar o lugar vago. Num pulo, ele abriu minhas pernas com força e colocou a cabeça do pau ali no meio. Eu chorava, soluçava, arfava, gemia. O negro chegou perto de mim, acriciou meus cabelos e disse.... O titio vai tirar esse lenço da sua boca, mas se gritar vou bater nesse teu rostinho até ele ficar inchado, viu princesa? Quero essa boquinha livre para meter meu cacete nela.Fiz cara de nojo, mas ele já puxava meu rosto de lado, pelos cabelos e enfiava o cacete enquanto o japonês entrava e saia da minha buceta, me comendo e me xingando. Que cadela gostosa que encontramos por aqui, heim? Ai que buceta quente, a putinha está louca mas insiste em resistir. Pior pra você, viu boneca? Mas eu te quero rebolando, como uma vadia. Anda, rebola na minha pica enquanto te fodo. Com a pica do negro na boca e o pau do japonês me fodendo, morrendo de medo de que eles me machucassem ainda mais, eu rebolei... O pior é que estava delicioso. Cada vez que eu rebolava ele estocava.... meu tesão aumentava, eu já não chorava mais quando o japonês gozou. Garota, agora vamos fazer a festa nós dois. Você já viu um cacete negro? Gosta? Ele é só seu. Vem cá meu amor. Chupa só mais um pouquinho. E é pra chupar gostoso, viu? Mostra que você está tão tesuda quanto eu. Mama as bolas do macho que vai te fazer gozar. Você já está no ponto. Só mais um pouco de cacete e você explode, princesa. Eu obedeci. O negro estava eufórico.Ele ria, arfava, suava. Tirou o pau, segurou meu rosto e enfiou a lingua na minha boca. Chupou, mordeu, lambeu. Depois, sentou na grama, me colocou em seu colo, abaixou minha calcinha que nenhum dos outros tinha tirado pra me comer e começou a bater. Isso é para você nunca mais recusar nosso convite para uma cervejinha, viu sua princesa vadia. Se quiser, pode gritar. Ninguém vai ouvir. Mas agora, você vai apanhar. Ele bateu forte na minha bunda, até deixar marcas vermelhas de suas mãos na minha carne branca. Agora vou te ensinar uma coisa gostosa. Ele me colocou na grama novamente, deitada de bruços. Senti o negro agarrando forte minha bunda, abrindo caminho com o pau duro. Eu gritou, mas com medo de apanhar de novo, gritei baixinho, pedi, implorei, disse que chupava até ele gozar. O negro arfava e enfiava. Enterrava. Senti o pau pulsando dentro de meu corpo. Por trás. Como se fosse uma fêmea qualquer, no cio, sendo enrabada. Com movimentos firmes, o negro entrava e saía. Gemi baixinho, rebolei na vara que fazia um vai e vém acelerado. Ele me abraçou por baixo e, com uma mão, começou a me acariciar o grelinho inchado de tesão.masturbar. O meu corpo se agitou. Empini a bunda pra levar vc mais no fundo, rebolei feito cadela. Os outros homens se masturbavam. O japonês se aproximou novamente e apontou o pau em direção à minha boca. Chupa, sua gostosa. Também quero sentir essa língua tesuda. Obedeci. Em poucos minutos, o negro gritou, me enchendo com seu gozo e acelerando as carícias na minha buceta. Gozei na mão dele, com o pau ainda atolado no meu rabo. Mama, mama, putinha. Vou gozar na sua boca, disse o japonês, enquanto eu o devorava com vontade. Ele explodiu de novo, me enchendo de porra. O rapaz, que se masturbava assistindo ao meu estupro, chegou perto, gozou no meu cabelo, Esfregou o pau no meu cabelo rindo, feliz. Eu também estava feliz, com o negro deitado nas minhas costas, dando palmadas na bunda que tinha acabado de comer e o japonês sorrindo satisfeito, pelo boquete que ganhou. À noite, ao experimentar o bolo de chocolate feito pela minha avó, eu ainda sentia queimar o fogo daquela tarde à beira do rio. Estava feliz com o presente de aniversário que ganhei dos pescadores.

.384. ARROMBADA PELO MEU AMIGO PINTUDO.Sou baixinha, faço o tipo mignon, daquelas de bunda arrebitada, pernas grossas, cintura fina e seios fartos. Pratico mergulho autônomo, rafting e esqui aquático. Ninguém acredita quando eu falo que tenho 40 anos. Pareço muito mais jovem. sou muito ativa, fogosa e tenho especial predileção por sexo com homens com menos de 30 anos. Sou muito erotizada e gosto de passar horas (se possível dias) transando sem parar. Para me acompanhar o homem precisa ter muita energia. Tive muitos encontros sexuais com pessoas que conheci em chats de bate pela da internet. Alguns foram pura aventura, alguns se apaixonaram por mim, alguns eu me apaixonei, mas, principalmente, me diverti muito e tive muito prazer. Nunca havia tido relação com mais que um parceiro no mesmo encontro, nunca havia experimentado exibicionismo, nem sido chupada uma mulher até que, numa dessas minhas aventuras, conheci casualmente o Gabriel. Gabriel é um estudante de engenharia no Mackenzie, 23 anos, gosta de surfar, viajar com os amigos, jogar futebol pela equipe da faculdade e trabalha como estagiário no escritório do pai. É um rapaz loiro de olhos verdes, 1,80 m, pernas, abdome e bunda perfeitos e a rola mais gostosa que eu já experimentei nesses anos todos. Antes de um contato pessoal, nossas conversas por telefone eram mais cheias de romantismo que de sensualidade e aquilo me incomodava um pouco porque eu não queria envolvimento. Até que finalmente marcamos de nos encontrar. Ele foi me buscar em casa e fomos a um bar badalado na vizinhança. Quando estávamos entrando no bar, que estava bastante cheio, ele encostou levemente o corpo nas minhas costas e eu pude sentir o tamanho do pau dele. Não resisti e forcei minha bunda de encontro a ele, como que por acidente, e só então percebi que ainda não estava duro. Fiquei louca só imaginando o tamanho, mas mantive a compostura. Quando nos sentamos à mesa eu já estava me sentindo molhada e o olhar dele implorava para irmos embora. Tentei conversar um pouco, mas nem ele, nem eu conseguíamos falar sem suspirar de tanto tesão. 10 minutos depois, enfiei minha mão debaixo da mesa e comecei a massagear por cima da calça aquele tronco duro. Ele gemia sem se importar com as pessoas ao redor e isso me agradava. De sacanagem me levantei com a desculpa de ir ao toalete e vi que o olhar dele implorava que eu continuasse a toca-lo. Era calor e eu usava um vestido de seda, bem leve ,mas discreto. A sensualidade estava em eu estar sem nada por baixo, que ele já havia percebido quando forcei me corpo contra o dele. Estava entrando no toalete quando ele me puxou, empurrando-me para o toalete masculino. Beijava-me e chupava meus seios com sofreguidão esfregando a pica dura, ainda dentro da calça, contra mim. Até me machucava de tão dura que estava. De repente, ele levanta o meu vestido, abaixa-se na minha frente e começa a chupar minha xana depiladinha. Ele chupava muito gostoso, metia a língua lá dentro e eu nem me importei quando dois rapazes entraram no banheiro. Gozei na boca dele. Ele implorava para irmos para outro lugar, mas eu queria ver imediatamente aquele mastro que me cutucava por baixo da roupa. Quando abri a calça dele não agüentei e caí de boca. Chupei até me engasgar com tanta porra que jorrou. Que pinto maravilhoso! Alguns outros homens entraram no toalete. Alguns divertidamente pediram para eu chupar também, outros fingiam que não viam e um bateu punheta assistindo a cena. Sorri a todos, joguei um beijo, lambi uma gotinha de porra no lado do meu lábio e saímos em direção à mesa com ele atrás de mim esfregando a pica na minha bunda quando eu andava. Fomos para a mesa, pagamos a conta e saímos do bar. Enquanto o manobrista pegava o carro, o Gabriel me segurava pela cintura e pressionava o cacete dele contra a minha bunda, que eu rebolava devagar gemendo baixinho de tanto tesão. Todos no estacionamento olhavam, alguns horrorizados outros excitados. Quando entramos no carro, ainda sob os olhares do manobrista, Gabriel enfiou a mão por baixo do meu vestido e começou a me masturbar. Eu me contorcia no banco do carro e me ajoelhei no banco e comecei a trepar com a mão dele. Os carros que passavam em volta buzinavam, xingavam, faziam brincadeirinhas, mas não nos importávamos. Gozei novamente na mão dele e imediatamente abri a calça dele para voltar a chupar aquela vara deliciosa. O cacete dele brilhava de tão grande que estava. Eu comecei passando a língua ao redor da glande, depois lambendo a babinha que fazia um fio quando eu me afastava para olhar para ele e de repente enfiei inteiro na minha boca, enfiei fundo até a garganta e comecei a chupar, massageando a cabeça do pau com a minha língua, sem tirar o cacete da minha boca. Ele não agüentou de tesão e parou o carro num canto escuro do estacionamento de um restaurante. Ele socava a saroba na minha boca me chamando de puta e dando tapas na minha bunda. Eu estava adorando aquilo quando ouvi baterem na janela do carro. Era a promoter do restaurante pedindo para sairmos dali porque era exclusivo para clientes. Quando levantei a cabeça, pude ver a cara de surpresa dela com o tamanho da vara que eu tinha na mão. Não agüentei e, como uma vadia ofereci para ela chupar. Aí foi a minha vez de ficar surpresa: ela aceitou. Foi para o lado do motorista, abriu a porta, agachou-se e se deliciou com o pau dele sob os meus olhos. O Gabriel não acreditava no que estava acontecendo e isso lhe dava muito tesão. Gozou na boca dela e ela se foi, sorrindo satisfeita. Eu continuava com tesão (e diga-se que ele também porque o cacete dele não perdia ereção), mas o que me deixava cada vez mais excitada era a idéia de receber aquela saroba enorme no meu cu. Eu adoro sexo anal e quanto maior, melhor... Meu cu já piscava de vontade. Saímos com o carro novamente e de repente ele entra na garagem de um prédio. Era onde ele morava com os pais. Eu nem quis saber se tinha algum problema. Ele começou a enfiar o dedo no meu cu dentro do elevador e eu gemendo pedia mais e ele acabou metendo na minha boceta ali mesmo no elevador. Ergueu-me pela cintura e enfiou de uma vez e eu, com as pernas em volta dos quadris dele, cavalgava sentindo aquele membro de jumento dentro de mim enquanto ele engolia os meus seios. Eu gritava de tesão. Pedia mais e mais ele socava. Quando entramos no ap. eu estava praticamente nua, com o vestido enrolado na cintura. Colocou-me no sofá da sala e chupava minha boceta e enfiava o dedo no meu cu como eu nunca tinha sentido. Eu rebolava tanto que não parava de gozar quando percebi um rapaz parado perto da porta do corredor, mas aquilo estava muito bom para eu me importar. Eu salivava de vontade de ter o cacete do Gabriel mais uma vez na minha boca e pedi para fazermos um 69. Foi quando ele notou o rapaz na porta e sussurrou para mim: é meu primo. Posso oferecer sua boceta para ele chupar como você fez com a garota do restaurante? Eu nunca tinha feito aquilo, mas não conseguia raciocinar direito de tão excitada que estava. Era um rapaz moreno, bonito, atlético de pouco mais de 20 anos. Eles me colocaram deitada em cima da mesa de jantar e enquanto o primo me chupava eu devorava a pica do Gabriel. Eu delirava de tesão. Gemia muito alto e o Gabriel metia cada vez mais forte na minha boca para me calar. O primo tirou o pau de dentro do calção e começou a bater uma punheta e de repente, não agüentou e enfiou na minha boceta, já gozando. O Gabriel não gostou e pediu para ele ir embora, e em seguida ele enfiou a cara na minha boceta e lambeu a porra do primo dizendo que aquela boceta era só dele. Aquilo me excitava muito. Fui até o sofá, fiquei de quatro e comecei a massagear o meu rabinho, olhando para ele bem sacana e falando o quanto eu gostava de tomar no cu ... que eu queria ser comida como uma égua... que eu precisava daquela pica no cu... Ele estava doido. Eu até via o pau dele latejando... Então ele veio por trás, e encostou a cabeça do pau no meu cu e eu comecei a rebolar devagar. O pau dele parecia um tronco entrando em mim... Eu tremia de medo e tesão, mas continuava rebolando sentindo a vara entrar... Quando já tinha metade enfiada ele socou o resto e eu dei um grito de dor e prazer. Ele começou a bombar rápido, me segurando pelo cabelo e me chamando de cadela. Aquilo me excitava cada vez mais quando de repente ele parou. O pai dele e o primo estavam parados na porta do corredor nos olhando. Apesar do susto, o pau dele continuava duro dentro de mim e o pai dele pediu para continuarmos, sem nos importar com eles. Achei que não conseguiríamos, mas o tesão era tanto que esquecemos que estavam ali e metemos muito, até ele gozar. Depois de gozar, ele ficava tirando e colocando bem devagar no meu cú aquele cacete que continuava duro e eu acabei gozando. Eu fiquei o tempo todo dizendo que ele era o pintudo mais gostoso que eu já tinha encontrado. A porra escorria pela minha bunda e pela minha perna, manchando o sofá de tecido escuro. O pai dele se aproximou, tirou o pau de dentro da calça (Era um homem de 50 anos, alto, claro e de feições bonitas e bronzeadas e eu pude ver de onde o Gabriel tinha herdado aquela saroba. rs) e enfiou sem dó no meu cu (era o preço para ele não dedurar o Gabriel para a mãe dele) e meteu gostoso enquanto chupava o cacete do Gabriel e o primo se masturbava. Aquilo foi o máximo de prazer que eu já tinha sentido. Três homens tarados por mim. O pai dele metia muito gostoso e enfiava o dedo na minha boceta me fazendo rebolar mais, dizendo para o filho que o meu cú era o melhor que ele já tinha experimentado. O primeiro a gozar nas minhas costas foi o primo, em seguida o pai e por fim o Gabriel que jorrou porra na minha cara e no meu cabelo, deixando-me lavada... O pai ainda fez eu limpar o pau dele com a minha boca e pagar uma chupetinha para o primo que gozou novamente rapidinho enquanto o Gabriel e o pai fodiam minha boceta e o meu cu com as mãos. O pai do Gabriel delirava cada vez que me tocava. Pentei até que ele ia gozar novamente. Caí exausta no sofá, mas querendo o cacete do Gabriel na minha boceta. Ele deitou atrás de mim e posicionou o cacete dele na minha xota e ficamos metendo um tempo assim, até adormecermos. Acordamos algum tempo depois com o pai do Gabriel dizendo que já era hora de ir embora, mas que ele queria mais uma chupeta. O Gabriel sentou-se no sofá, eu sentei na pica dele e o "sogrão" meteu a jeba na minha boca, me agarrando pelo cabelo e forçando o cacete até minha garganta (adoro isso). Eu me sentia premiada com dois cacetes daquele tamanho enfiados de mim... Pra minha surpresa, rapidamente ele gozou na minha boca e eu continuei cavalgando no Gabriel e lambendo a pica do pai até nos satisfazermos. Sem me preocupar em me vestir, peguei minha bolsa e fomos para o carro, mais uma vez fazendo a alegria dos seguranças do prédio que me viam pelas câmeras do elevador. No carro coloquei meu vestido e no caminho de volta para minha casa, num posto de gasolina, mais uma vez, ofereci o cacete do Gabriel para 3 garotas que voltavam de uma balada e uma a uma se deliciaram com aquela pica gostosa. Afinal, toda a mulher tem direito a experimentar um pau tão bom quanto o dele. Uma delas pediu para chupar a minha boceta e quando eu disse que estava cheia de porra, ela abriu minhas pernas e caiu de boca e sugou muito gostoso. Eu nunca tinha sido chupada por uma mulher e confesso que adorei. Foi uma experiência incrível. Todas fantasias na mesma noite. O Gabriel também nunca tinha tido uma experiência assim. Nem preciso dizer que o os meus encontros são constantes com o Gabriel, muito intensos e algumas vezes no apartamento dele sob os olhos atentos do pai, do primo e algumas vezes do namorado da irmã, que também já experimentou o gostinho da minha boceta. Às vezes o Gabriel me pede ao escritório dele para "aliviar" a tensão depois de um dia de trabalho e já tive que, algumas vezes, voltar a fazer um "favorzinho" para o pai e embora o Gabriel não goste de me ver sendo penetrada por outro homem, não temos como negar. Ainda estou para encontrar uma rola tão gostosa quanto a dele, embora esteja procurando.

.385. OS AMIGOS DO MEU NAMORADO.Oi, hoje acordei lembrando do que aconteceu comigo ontem e não podia deixar de vir contar à vocês. Tenho um namorado, o qual gosto muito e estamos juntos há mais de 2 anos. Não somos santos, mas nos respeitamos, evitando sempre dar bandeira quando algo especial acontece pra que ninguém se magoe, afinal, o que os olhos não veem... Bem, viajamos na quarta à noite para a casa de praia dos pais dele. Fomos os dois, minha cunhada e 3 amigos dele. Tivemos uma noite deliciosa, muita risada, muito conhaque e um sexo gostoso na varanda do quarto às 4 da madrugada. Quando acordei às 9 eles já tinham saído pra jogar bola e fiquei sozinha com minha cunhada. Conversamos e descobri que meu namorado estava pensando em ficar lá na casa até segunda, quando ele sabia que eu precisava voltar sábado para o aniversário de uma amiga. Fiquei puta da vida só esperando ele chegar. Já passava do meio-dia e ele chegou mais os três, rindo e todo sujo de areia. Chamei-o ao quarto e começamos a discutir. Claro, odeio que decidam minha vida por mim, sem me consultar, sem perguntar se podia. E como na maioria das discussões, outros assuntos surgem e acaba piorando. Ele gritou comigo, e como faço toda vez que ele começa a aumentar a voz, saí e deixei-o sozinho. Peguei minha mochila, botei uma saia pois estava só de bikine e fui em direção à estrada. Depois de andar uns 15 minutos, ouço uma buzina e o carro do Marcelo para ao meu lado. Marcelo e Adam são dois amigos dele desde os tempos do colégio e já estavam acostumados com nossas brigas. Marcelo pediu pra entrar no carro e eu não quis. Ele insistiu e me prometeu só me levar onde eu quisesse. Entrei e o Adam passou pra tras. Fomos em direção à estrada e claro, comecei a chorar de tanta raiva. Eles me deram uma garrafa de conhaque e bebi uns goles. Fomos em direção à cidade e depois de mais de 2h de estrada já estava rindo com os meninos. Marcelo não bebe, nunca, e o Adam já tinha virado quase toda a garrafa. Paramos para que ele se aliviasse e o safado nem mal saiu do carro já foi botando aquele picão pra fora. Confesso que olhei mesmo, ele ficou ao lado da porta traseira, quase encostado no carro, com a mão naquele instrumento grande e muito vermelho. Meus olhos não conseguiam se desviar e o Marcelo pois a mão na minha perna, 'cuidado, se ele ver vc olhando não vai resistir', avisou. Bem, eu não tinha como não olhar. E quando sacudiu, olhou pra mim e sorriu. 'é mais bonito do que o pau do Bruno, não é?'. Eu nem tinha como negar, era lindo. Sussurrei um 'maravilhoso' mal contendo o fogo que meu rosto se transformou. Ele ainda fora do carro, e com o pau saindo pelo zíper da bermuda, pediu a garrafa de conhaque. Passei pra ele que despejou o conteúdo quase todo no pau e depois deu umas sacudidas, 'vou deixar pra fora pra secar'. Claro que meu bikine começou a fazer pressão entre as pernas e eu já nem sabia mais o que fazer. Marcelo deu risada e pediu pro Alan guardar o 'material inflamavel', segundo ele, mas o Alan se recusou, e me perguntou se eu preferia que o guardasse, 'deixa secar', falei sem tirar os olhos. Ele entrou se aproximou bem da janela, e me devolveu a garrafa. Quase estendi a mão pra saber se aquele caralho era real. A cabeçorra vermelhissima, a chapeleta como um cogumelo, brilhando não sei se do conhaque ou de tesão, o resto do caralho engrossava a cada centimetro.... e eu já imaginava ele enterrado na minha bunda. A consciência ainda tentou me chamar, prendi o dedo no ziper da bolsa quando tentava pegar algo que nem sei o que, mas o tesão já era maior. Marcelo piscou pra mim, pegou meu dedo e deu um beijo, molhado, aquela lingua quente e proibida roçando a cabecinha do dedo. Meu grelinho começou a piscar e um gemido fugiu de mim. Acho que ele sabia antes de mim onde isso iria chegar. Marcelo pos o carro em movimento mas continuou segurando meu dedo, fazendo uma massagem de leve. Eu fechava e abria as pernas, louca pra meter a mão e aliviar o tesão mas não tinha coragem. O Alan se aproximou do meu banco, 'tb quero fazer massagem', e botou a mão na minha barriga, começou a acariciar de leve. Perguntei onde eles queriam chegar, e o Marcelo disse que já tinha dito que me levaria onde eu quisesse.... deixei rolar. Já era tarde demais. Encostei a cabeça no banco e deixei as mãos cheirando de conhaque do Alan me tocarem a barriga.... subindo até quase os seios, descendo até tocar a saia. Marcelo tomou uma estrada secundária e me senti mais à vontade, peguei aquela mão torturante e coloquei em meus seios, enquanto a mão do Marcelo levei até minhas coxas. Ele foi acariciando e empurrando a saia até que encostou na calcinha vermelha do bikine. O Alan desamarrou a parte de cima e pediu pra o Marcelo parar o carro urgentemente. Ele tomou uma outra estradinha de terra e parou. Fomos todos sentar no banco de tras. Ao passar pra tras já tinha tirado a saia e eles pediram pra tirar meu bikine. Fui abaixando devagarzinho, de costas, deixando que eles se deliciassem com minha enorme bunda que ficava livre daquele bikine todo enterrado no meu cuzinho. Os dois acariciavam os paus quando virei de frente, mostrando minha buceta inchada de tesão. Sentei entre os dois e me recostei. Sentia aquelas mãos tocando cada centimetro do meu corpo. E eu gemia, gemia gostoso demonstrando todo o tesão que estava. Minha buceta completamente melada recebeu dois dedos grossos, enquanto o Marcelo não tirava o meu peitinho da boca, o Alan socava os dedos com força dizendo, 'vai safada, sempre ouvia seus gemidos com o Bruno, agora você vai gemer com meu pau enfiado na sua bucetona tesuda, vai geme gostoso, fala meu nome', e eu obedecia, 'vem Alan, mete fundo vai, morde minha boca com força'..... o Marcelo não largava meus peitinhos, mordia, arranhava com os dentes. Pedi a ele pra meter os dedos juntos com o Alan e ele obedeceu, na hora, 'é uma putinha mesmo, uma mão só não satisfaz né? que tal duas picas nessa xaninha?'... confesso que de lembrar isso tudo minha buceta já tá inchada... mas continuando, implorei pra ser chupada, precisava sentir uma lingua me sugando o clitoris, chupando como se fosse uma boca... deitei sobre as caixas de som, deixando minha bunda pra cima, o Alan se meteu por baixo e colocou a boca inteira na minha buceta. Quando senti aquela língua me lambendo como louca, gozei forte, sentia meu gozo saindo como nunca... o Marcelo não resistiu e meteu a cabeça tb, eram duas línguas e um tesão sem tamanho... pedia pro Marcelo comer minha bunda, precisava sentir um pau me arrombando, me tomando por inteiro sem dó nem piedade... ele então me puxou pra fora do carro, encostou no capô e me pôs por cima. Fui sentado devagar sobre aquele pau fino e comprido mas ele numa metida só enterrou tudo, até as bolas, e começou a socar em mim bem fundo com aquele pauzao... mais gostoso que aquele pau foi a língua dele na minha orelha, e suas palavras me chamando de vadia, a puta gostosa do amigo que há muito eles queriam comer. Senti um dedo massageando meu cuzinho e olhei pra tras, o Alan com uma mão se masturbando e a outra querendo me forçar a entradinha. Ahhhh nem pensei no que fazia, pedi a ele pra meter seu caralho melado todo na minha bunda. Ele se abaixou e melou meu cuzinho com saliva, o Marcelo me posicionou melhor sobre ele, abriu minha bunda pro amigo meter aquele pau maravilhoso e voltou a me xingar todinha. Senti o Alan posicionando a cabecinha do pau no meu cu, e a pressao foi aumentando... juro que achei que não ia dar... tomei um tapa por não relaxar, meu cuzinho tentava expulsar aquele grossão mas eles não iam parar, eu tinha certeza... Marcelo mordeu minha boca, evitando que eu olhasse pra tras, senti o Alan recuar, tirar a cabecinha de novo... e mal tive tempo de pensar, ele meteu de vez, com dificuldade, mas sem parar de enfiar... dei um grito e o Marcelo pediu calma ao Alan, 'mete mais devagar o caralho'... eu nem conseguia pensar, não conseguia mais saber quem era quem, só sentia dois paus me fudendo, aqueles homens gemendo e me chamando de vadia, chorei de tanto prazer e agonia, gozei como uma louca por vezes seguidas e os dois pediram pra gozar dentro do meu cuzinho... desmontei e encostei no carro, o Marcelo mal meteu na minha bunda e sua porra me inundou o buraquinho, senti escorrendo e espalhei por toda a bunda... ele tirou aquele pau melado e bateu de leve com ele na minha traseira... senti tesão e pedi pro Alan fuder com força. Ele tomou o lugar do Marcelo, me abriu mais ainda as pernas e esfregou aquele caralho grosso na minha buceta.. e meteu, pedi pra mudar mas ele nem ouvia... e metia e metia com toda a força... 'quer com força né vagabunda? Toma' E socava bem fundo na minha xana, puxou meus cabelos e me fez olhar pra ele nos olhos, 'olha pra mim, vc vai gozar olhando pra mim e gritando meu nome putinha tesuda, vai chama meu nome alto, chama sua vadia'.... tentei manter os olhos abertos mas o tesão era incontrolavel, gritei o nome dele alto e gozei, ate não mais sentir parte nenhuma do meu corpo. Arriei sobre o carro e só sentia aquela porra quente melando minhas coxas. Virei de frente, abri as pernas e olhei pra minha buceta. Tadinha, arregaçada e td lambuzada de porra. Toquei com as pontas do dedo e senti que ainda estava com tesão. Pedi pra me levarem de volta pra casa, e pro meu namorado. Eles deram risada. 'Vai fuder com ele?'. 'Lógico que eu vou e pensar em vcs dois.' 'Não sem antes comermos vc de novo loira, uma puta assim não se encontra todo dia e vc aguentou direitinho!Esperamos muito por isso e agora não vai acabar assim rápido'. Ai eu amei ouvir aquelas safadezes da boca deles, saber que eles tinham mania de ouvir minhas transas com o Bruno, até mesmo ver. O Alan confessou que tinha uma coleção de calcinhas minhas em casa, roubava e batia altas punhetas com elas. Fiquei tão feliz que resolvi chupar os dois, me agachei e lambia-os com toda vontade do mundo. Chupei até ficar com a boca dormente, hora colocava o Marcelo, hora o Alan, engolia até sentir aquelas cabecinhas na garganta, depois fazia uma chupetinha so na cabeça, e trocava. Coloquei as duas cabecinhas na boca e bati uma punheta pra eles. Os dois gozaram no meu rosto, nos meus cabelos, me deram um banho de porra. Me limpei com a camisa do Alan e entrei no carro. Vesti a saia ea parte de cima do bikine e no caminho de volta ainda tocaram uma siririca pra mim. Entrei em casa td melada de tesão e encontrei o Bruno na cama, completamente bebado, fui direto sentando no rostinho lindo dele, pedindo perdão e implorando pra ser chupada. Claro que deixei a porta aberta pra todos assistirem... Fudemos gostoso e ele caiu de lado, apagou. Tomei um banho e deitei com ele. Bem, não dormi, mas isso eu conto uma outra hora. Agora preciso sair com meu corno predileto. Eu o amo, fazer o que?

.386. VIÚVA SAFADA!Olá, tenho 39 anos, sou casado há 15 anos. Moreno claro, 1,70 de altura, 74 quilos, uso óculos. O relato que passo a fazer é absolutamente verdadeiro. Há algum tempo eu estava dentro de uma composição do metrô de São Paulo quando meus olhos cruzaram com os de uma morena que muito me chamou a atenção. Ela tem 1,60 de altura, uns 55 quilos, cabelos na altura dos ombros, um corpinho bem feito. Ficamos um a olhar para o outro, sem pronunciar palavra. Coincidentemente, descemos na mesma estação. Subindo a escada rolante, lado-a-lado, pronunciei um simples "oi", o qual mereceu idêntica resposta. Sentindo certa receptividade dela, puxei um breve papo. Fiquei sabendo seu nome (Marcia) e seu estado civil (viúva). Ela disse que estava com pressa, pois tinha que pegar os filhos na creche, mas que todos os dias pegava o metrô no mesmo horário e estação que eu. No dia seguinte sai do trabalho com o coração ofegante, na expectativa de rever aquela mulher que tanto chamara a atenção. Cheguei na plataforma e não a vi. Passou uma composição, duas, três. Quando eu estava desistindo, eis que ela surge na plataforma. Meu rosto se transformou ao vê-la. Nos cumprimentamos e seguimos no trem que a seguir encostou na plataforma. No percurso até a estação Artur Alvim (zona leste de Sampa), demoramos mais ou menos uns 25 minutos, oportunidade em que contamos algumas coisas de nossas vidas. Fiquei sabendo que ela tinha 30 anos, era mãe de 2 crianças ainda pequenas, e que enviuvara há pouco mais de 1 ano e meio. Falou que seu marido morreu em decorrência de acidente e que a única solução para seus filhos não passarem necessidade era ela ter que trabalhar fora. Também falei algumas coisas a respeito de minha vida, dos meus filhos, de meu casamento, etc. Por vários dias cumprimos o mesmo ritual, ou seja, pegávamos o metrô juntos e íamos em animado papo. Já desfrutávamos de uma boa amizade, e a confiança era recíproca. Um belo dia, sem mais nem menos, começamos a falar de nossas carências, e ela, meio ruborizada, deixou escapar que andava muito carente desde a morte do marido. Aquela foi a deixa eu avançar no assunto, de forma que a partir daquele instante meu interesse por ela aumentou ainda mais, e senti que a recíproca era verdadeira. Aproveitamos um dia em que uma irmã dela se comprometeu a pegar as crianças na creche e fomos para um hotelzinho perto da estação em que comumente descíamos. Ao trancar a porta, aquela mulher que até então se mostrara tão "quieta" se transformou. Nos abraçamos fortemente e trocamos um longo beijo, daqueles que acendem de vez nosso fogo. Comecei a tirar minhas roupas, enquanto ela me observava. Ao ficar só de cueca, ela começou a beijar meu corpo, começando pelo pescoço, descendo pelo peito, barriga até chegar à região genital. Nesse momento, ela olhou firmemente para mim e tirou meu cacete para fora. Ele não é muito grande (tem 18 cms de comprimento) e já estava duro feito pedra. Ela começou a chupar suavamente meu pau, engolindo-o quase por completo. Demonstrou ser uma expert na arte da felação, e aquilo me deixava doido. Ela deve ter ficado chupando meu cacete e minhas bolas por uns 10 minutos. Eu simplesmente delirava, quase chegando a gozar. Quando vi que não ia aguentar mais, afastei a boca dela de meu cacete, a levantei e voltei a beijá-la ardentemente. De certa forma, senti na boca dela o gosto de meu cacete. Em seguida comecei a tirar suas roupas, a começar pela camisa que ela vestia, tirei seu sutiã e pude avistar seus lindos cheios (eram médios), com sua ajuda tirei a calça jeans e, a seguir sua calcinha. Embora seu corpo não fosse o de uma miss, ela era muito desejável. Deitei-a na cama e comecei a explorar o seu corpo, retribuindo o imenso prazer que ela havia me proporcionado. Suguei seus seios por longo tempo (adoro mamar seios), beijei sua barriga e, enfim, pude chupar aquela xotinha deliciosa. Percebi que ela estava completamente encharcada, e aquele cheirinho característico me deixava com mais tesão ainda. Com as mãos, ela afagava meus cabelos enquanto eu explorava sua xaninha e mordiscava seu clitoris. Foi sublime quando senti seu corpo estremecer e percebi que ela gozou, relaxando por completo. Após seu gozo, beijei suas coxas, suas pernas, até chegar aos seus pés. Coloquei-a de bruços e fiz uma rápida massagem em suas costas, as quais foram beijadas por mim. A seguir, comecei a explorar seu bumbum com minha boca, passei a língua em seu reguinho. Numa demonstração de que estava gostando, arrebitou a bundinha e eu pude ver seu cuzinho. Não me contive e passei a língua naquele buraquinho lindo. Enfiei a língua lá dentro, enquanto ela gemia baixinho. Em seguida coloquei-a de barriga para cima, vesti a camisinha e enfiei meu cacete naquela xaninha divina, na posição papai-mamãe. A princípio, o cacete teve certeza dificuldade para entrar, já que há mais de 1 ano ela não transava. Quando o cacete estava totalmente dentro da xaninha, ela começou a rebolar suavemente. Não demorou muito e ambos gozamos. Foi simplesmente divino gozar junto com ela. Ficamos deitados por alguns instantes, descansando. Fui tomar um banho, e ela me acompanhou. Debaixo do chuveiro trocamos carícias e longos beijos. Voltamos para a cama e eu já estava com o cacete duro de novo. Ela me chupou novamente. Coloquei outra camisinha e partimos para novo ato sexual, desta feita variando as posições. Primeiro penetrei com ela de lado, depois ela veio por cima de mim para me cavalgar. Eu sempre adorei essa posição, pois enquanto meto consigo chupar os seios da mulher. Ela simplesmente enlouqueceu quando, além de meter e chupar seus seios, passei a enfiar um dedinho em seu cuzinho. Como não poderia deixar de ser, gozamos ambos, num gozo bem forte. Ficamos alí, quase que sem sentidos, descansando um pouco mais. Em sua face, via a expressão do relaxamento total, o mesmo ocorrendo comigo. Já se aproximava das 20.00 horas (havíamos entrado no hotel às 18.15) e nosso tempo estava se esgotando. Fomos de novo tomar mais um banho e começamos nova "pegação". Eu até me surpreendi comigo mesmo, pois em geral não consigo ter mais que 2 relações num mesmo dia. Meu pau voltou a ficar duro e resolvemos dar a "saideira". Fomos de novo para cama, ambos mais soltos um com o outro. Tanto é verdade que começamos a falar um para o outro palavras sacanas. Percebi que ela ficava mais excitada ainda quando a chamava de gostosa, sacana, chupeteira e coisas afins. Por fim, coloquei nova camisinha e, desta feita, resolvemos transar com ela de 4. Ela demonstrou adorar essa posição, já que é um tanto animalesca. Meti com vontade em sua xaninha enquanto falava palavrões em seu ouvido. Parei de meter por alguns instantes e perguntei em seu ouvidinho se ela não queria me dar o cuzinho. Ela relutou um pouco, dizendo que ia doer e coisa e tal. Mas, no fundo, eu sabia que ela estava doida para ser enrabada, pois a reação dela à minha língua fora simplesmente fantástica. Tirei o pau da xaninha e, mesmo de camisinha, pedi para ela me chupar um pouco, para sentir o próprio gosto. Ela me obedeceu e chupou meu pau "embalado". A camisinha que já estava encharcada com o suquinho dela ficou ainda mais molhada com sua saliva. Pedi para que ela ficasse de 4 e novamente enfiei a língua dentro do cuzinho dela, deixando-o bem molhadinho. E insisti em seu ouvidinho...."deixa, deixa, deixa.....".Ela acabou concordando, mas pediu para por bem devagar. Foi o que fiz. Que cuzinho delicioso aquela mulher tem. Simplesmente fantástico. Quando ela sentiu que meu cacete já estava todo dentro de si, ela começou a rebolar de uma forma tão gostosa que me me levou ao deleite. Gozei forte como há muito tempo não gozava!!!!!! Senti que ela também gozou. Estávamos exaustos. Nessas alturas dos acontecimentos já se aproximava das 21.00 horas e nosso tempo no hotel se esgotando. Tomamos um banho rápido, nos vestimos, trocamos novos abraços e beijos. Este é o relato da primeira vez que transamos. Passados mais de 9 meses desde nosso primeiro encontro, ainda continuamos a nos encontrar com frequencia e, quando ela consegue alguém para pegar seus filhos na creche e ficar com eles até por volta das 21.00 horas, vamos para o mesmo hotelzinho de sempre. Conforme disse no decorrer do conto, sou casado. Felizmente minha mulher de nada desconfia. Quanto à minha viuvinha, ela começou a namorar um cinquentão há uns 3 meses. Para mim, isso não importa, já que sou casado e não pretendo me separar. Aliás, até prefiro que ela, como excelente pessoa que é, se una a uma pessoa que a mereça. O importante é que vivemos momentos intensos um ao lado do outro, e a cada vez que transamos ela está mais safada, para meu total deleite.

.387. A PRIMEIRA VEZ NA CASA DE SWING.Estamos juntos há três meses e a nossa vida sexual sempre foi muito intensa e tem melhorado a cada dia. Nossos nomes são Sabrina e Ricardo e temos, respectivamente, 20 e 28 anos. Desde o início, nosso relacionamento tem sido marcado pela satisfação de desejos e fantasias. Uma delas é freqüentar uma casa de Swing. Moramos em BH e no último sábado fomos a uma Casa de Swing pela primeira vez. Foi uma experiência extremamente excitante. Uma das fantasias da Sabrina é transar com outra mulher e eu adoraria presenciar isto. Logo que entramos no clube fomos muito bem recepcionados pelos donos da casa que nos mostraram todas as dependências. Uma mansão de três andares numa região muito bonita e com uma belíssima vista. Assim que nos acomodamos ficamos observando a casa e os freqüentadores, que até aquele momento não estavam fazendo nada. Aquele clima do que poderia vir, a iluminação, a penumbra, as mesas iluminadas com pequenas velas, tudo aquilo estava nos excitando e muito. Isto sem falar no fato de que Sabrina estava usando espartilho e cinta-liga com meia 7/8 preta. Ela, muito descuidada, estava deixando à mostra as suas belíssimas, deliciosas e grossas coxas e a renda da meia, o que estava chamando a atenção dos garçons e freqüentadores que estavam por perto. O dono da casa anunciou um show de strip-tease na boate, fomos logo para lá. A dançarina estava vestida de colegial e carregava uma caixa de uvas que durante o strip, foi distribuindo a cada uma das mulheres presentes e em algumas entregava diretamente na boca, estando a uva em seus lábios. Sabrina ao perceber isso começou a ficar excitada e acho que a dançarina percebeu, pois lhe deu uma uva-beijo que a deixou maluca. Logo depois da apresentação, uma das mulheres se dispôs a fazer um strip também, que todos adoraram, principalmente a Sabrina, pois as duas se beijaram mais demoradamente e com muito mais tesão (acho que estavam saboreando melhor a uva). Fomos beber algo e conversar sobre o que aconteceu e Sabrina me relatou que não estava agüentando de tesão e quase partiu para o ataque com aquela loira ali mesmo na frente de todos. Resolvemos então dar uma passeada pela casa e começamos pelo banheiro, onde tivemos a nossa primeira transa, rapidinha, pois já estávamos muito excitados. Sabrina se abaixou, coloquei sua calcinha para o lado e meti-lhe a vara ali mesmo. Ela estava tão molhada que meu pau entrou com muita facilidade. Fomos observar o que estava rolando, casais se beijando, se esfregando, lá no terceiro andar (bastante escuro) estava o melhor da festa. Em cada canto havia um casal transando, sendo observado muito de perto por outros casais que se masturbavam, se esfregavam ou participavam da transa acariciando os participantes ou chupando-os. Ficamos muito excitados com aquilo tudo que vimos que começamos a transar num sofá ali mesmo, como loucos. Sabrina começou chupando o meu cacete. Os homens que passavam ficavam olhando e eu levantei a micro-saia da Sabrina para que eles pudessem se deliciar com a sua bela bunda. Alguns estavam se masturbando ao ver a cena. Havia uma mulher sentada no sofá e diversas pessoas em volta. Já não estava mais agüentando e pedi a ela que ficasse de quatro para eu fodê-la por trás. Assim que ela se levantou, pude perceber os olhares e os comentários com relação à sua bunda (que é realmente deliciosa). Comecei a fodê-la por trás e parecia que todos estavam fodendo-a comigo, tal era a excitação geral com aquela cena. Sabrina de quatro, com cinta liga e espartilho, a calcinha puxada para o lado e eu metendo gostoso na sua buceta. Ela estava deliciosamente molhada, ou melhor, encharcada, tamanho era o seu tesão. Outros vinham chegando e se aproximando. Quando percebemos, haviam diversas pessoas próximas a nós e duas estavam acariciando a Sabrina, uma em especial, a loira do strip. Aquele clima, a presença das outras pessoas, tudo nos deixou tão excitados que gozamos muito. Nos recompomos e fomos observar o que estava acontecendo nas proximidades. Deparamos com um grupinho perto da janela que estava muito interessante. Três homens e duas mulheres (a loira era uma delas). As duas mulheres estavam se beijando enquanto os rapazes, com os pintos duros se esfregavam nelas. A loira acabou chupando a buceta da sua amiga enquanto o outro a encoxava por trás. Os outros dois estavam se masturbando com tudo aquilo, o que os outros que observavam também estavam fazendo. Assistindo a tudo isso, eu estava batendo uma siririca para a Sabrina e dizendo no seu ouvido que era para ela imaginar que estava no meio daquela suruba e que era a loira que estava com ela. Sabrina me confessou depois que aquilo havia deixado-a muito excitada e que ela quase se juntou às outras duas. Mais uma vez rodamos pela casa e acabamos nos sentando no sofá no primeiro andar. Ao nosso lado uma mulher chupava o pau de um homem. Pedi a Sabrina para fazer o mesmo e aquilo deu muito mais tesão aos dois casais. Sabrina é expert em boquete e me deixou maluco! (Enquanto escrevo ela está me chupando, deliciosamente, lambuzando o meu pau com sorvete) Antes que eu gozasse, pedi à Sabrina para deitar no sofá, pois eu queria chupá-la. Neste momento eu estava chupando a Sabrina enquanto enfiava dois dedos em sua buceta e um no seu cuzinho (também muito delicioso). Ela se debatia no sofá com o orgasmo quando percebi um casal ao nosso lado observando tudo. É incrível como isto nos excita. Mais uma vez pedi à Sabrina que ficasse de quatro para eu come-la. Sua bunda é deliciosa e adoro come-la nesta posição. O casal continuava ali do nosso lado e não perdia um segundo da nossa transa. Estavam visivelmente excitados, mas não esboçavam nenhuma reação, parecia que não queriam perder nada. Nossas respirações estavam ficando mais e mais ofegantes e eu a puxava pelos cabelos para beijar sua boca e morder sua nuca enquanto fodia sua buceta. Neste momento Sabrina percebia a presença do casal e ficava mais maluca ainda e me pedia: "Me fode gostoso vai, fode e minha buceta, fode rápido, fode rápido!". Mais uma vez gozei muito dentro da buceta deliciosamente encharcada dela. Voltamos ao terceiro andar para observar um pouco e alguns casais já haviam saído para as suítes reservadas. Sentamos no sofá para namorar um pouco e fiquei batendo uma siririca para Sabrina mostrando a sua bunda para todos que passavam, pois ela estava deitada no meu colo. Logo se aproximou um homem que estava se masturbando ao nosso lado. Sabrina ficou ainda mais molhada ao perceber aquele caralho tão perto do seu rosto. O homem repetia incessantemente: "Gostosa, tesão, que bunda deliciosa, que mulher gostosa!". Sabrina começou a me chupar novamente e rapidamente já estava em ponto de bala. Neste momento a mulher do punheteiro apareceu e começou a chupá-lo também. Um outro casal apareceu e começou a fazer o mesmo. Enquanto eu fodia Sabrina de quatro, o cara do outro casal chupava os seus peitos (também deliciosos) enquanto a mulher o chupava, o punheteiro e sua mulher fodiam loucamente do nosso lado. Aquilo estava muito excitante, três casais fodendo no mesmo sofá. O punheteiro fodia sua mulher e observava a minha gata o tempo todo. Ela gemia como uma fêmea no cio e me pedia para foder cada vez mais rápido. Nos beijávamos e eu apertava os seus seios quando o outro não estava chupando. O punheteiro e sua mulher foram os primeiros a gozar, logo depois gozamos eu e Sabrina. O outro casal ficou no boquete. Estávamos exaustos e resolvemos descansar um pouco ali mesmo. Demos uma outra volta na casa e paramos na suíte sem porta, onde pudemos ver um ménage que ali acontecia. Dois homens e uma mulher, enquanto ela fazia um boquete em um o outro a fodia por trás. Ficamos um tempo observando e eu me esfregando na Sabrina, acabamos saindo, pois não estávamos mais agüentando de cansaço. No próximo sábado, voltaremos lá e Sabrina me prometeu que vou poder comer o "espremidinho" num tatame que fica no meio do salão do terceiro andar, no meio de todos.

.388. ESCRAVO SEXUAL DE D. MARTA E SR. WALTER.Quando terminei o colégio tinha 18 anos. Prestei vestibular para uma faculdade no interior e passei só que na 3º chamada. Como demorou para eu saber se tinha conseguido passar tive que ir às pressas para ver se conseguia achar uma vaga nessas repúblicas de estudantes. Pois é, acabei não achando nada de bom, o que me fez ir atrás de alguma pensão. Fiquei procurando alguns dias, enquanto isso fiquei num hotelzinho. Numa Sexta-feira finalmente achei um quarto em uma pensão que na verdade não era pensão e sim uma casa de um casal que resolveram completar a renda familiar alugando um dos quartos da casa para algum estudante já que a casa ficava uns 4 quarteirões da faculdade. Cheguei nessa casa e lá estava o cartaz no portão: Aluga-se quarto para estudante (1 vaga). Toquei a campainha e saiu uma mulher de mais ou menos uns 33 anos e veio me atender, me apresentei e perguntei sobre o quarto para alugar e ela também se apresentou, disse se chamar dona Marta e me pediu para entrar e ver o quarto e se gostasse que acertássemos o negócio. O quarto era normal, limpo, com uma escrivaninha, cadeira, uma cama de casal dessas antigas mas em ordem e guarda-roupa. Ela me contou que morava apenas com o marido dela, o seu Walter, e também sobre o lugar, sobre a vizinhança, etc. Disse a ela que gostara do quarto e acertamos o valor entre aluguel, refeição e serviços de limpeza e lavagem de roupas. Tudo certo! Quando ia saindo para buscar minhas coisas chega o seu Walter, dona Marta me apresentou a ele, nos cumprimentamos, conversamos um pouquinho e fui buscar logo minhas coisas no hotel. Depois que me acomodei no quarto aproveitei para voltar para São Paulo para buscar o resto das coisas que eu precisaria para morar no interior. Voltei no domingo. Cheguei na casa cumprimentei dona Marta e seu Walter, fiquei conversando com eles, principalmente com dona Marta que era muito simpática e muito carinhosa. Ela, vendo que eu era uma pessoa de boa índole foi tendo mais confiança em mim e, como eu estava com uma aparência meio triste por estar longe da família e por ela não ter filhos, com o passar dos meses comecei a perceber que ela me tratava como um filho ou um sobrinho, brincava muito comigo, falava besteiras e ríamos muito. Seu Walter já era mais calado, mas também me tratava com carinho e conversávamos muito, principalmente quando assistíamos o jornal à noite na TV. Os meses foram-se passando. Um certo dia cheguei da faculdade e dona Marta estava limpando o chão do meu quarto, estava com uma bermuda curta que deixavam suas coxas à mostra, uma camiseta regata que quando ela se abaixava dava para ver seus seios quase que por completos. Era a primeira vez que vestia algo tão curto e, por que não dizer, tão sensual. A partir desse dia passei a reparar mais em dona Marta, poxa, como ela era bonita. Ela não era nenhuma modelo fantástica mas era uma mulher muito sensual. Sempre gostei de mulheres mais velhas, pois acho que beijam mais gostoso, são mais objetivas sem deixar de ser carinhosas. Vou descrevê-la melhor: 37 anos mas aparentava 33 como já havia dito, mais ou menos 1,70 de altura, uns 70kg bem distribuídos, olhos azuis, cabelos castanho-médio até o ombro com algumas mechas mais claras, pele morena clara lisinha e bem cuidada. Tinha um pequenino pneuzinho na cintura mas seu corpo era muito bonito e sensual, principalmente as pernas, nossa, que pernas! Tinha umas coxas grossas maravilhosas, uma bundinha grande, redondinha, gostosa, uma cinturinha fina, acho que ela sempre se bronzeava para manter aquela pele lisa, bonita e vistosa. Ah, ia esquecendo, ela tinha um sorriso bonito, dentes brancos, lábios carnudos. Voltando à situação...Ela me viu entrando no quarto e veio me cumprimentar e, como já tinha se tornado hábito, me beijou o rosto e disse: meu lindo já estou acabando, é só acabar aqui e faço seu almoço! Perguntei se ela queria ajuda mas ela disse que não. Tentei permanecer no local para continuar a ter aquela visão maravilhosa mas logo vi que eu iria acabar incomodando e resolvi ir para a cozinha ver o que tinha para beliscar na geladeira. Fiquei pensando na dona Marta...de pau duro... quando de repente ela entra na cozinha e me vê em pé, encostado na pia de braços cruzados, comendo uma maçã. Não percebi na hora mas ela reparou que eu estava com um volume estranho debaixo da calça. Olhei para ela e vi que ela não parava de olhar para a região da minha virilha e foi quando me dei conta que estava de pau duro. Caramba, que vergonha, me encolhi todo, fiquei muito sem jeito e corri para a sala e sentei no sofá, liguei a TV e fingi assistir à alguma coisa. Nos dias seguintes ela me tratou do mesmo jeito, não mudou em nada mas eu não conseguia olhá-la nos olhos. Até que ela não aguentou aquela situação e veio conversar comigo no meu quarto. Ela disse: Meu querido eu fiz alguma coisa que te deixou triste? Se eu fiz me fale por favor pois estou percebendo que você quase não me olha, não conversa direito comigo desde aquele dia que estava fazendo faxina, me diz o que você tem meu lindo? Eu tinha certeza de que ela tinha me visto de pau duro pois ela tinha olhado muito fixamente mas preferi não comentar nada, disse a ela que eram as provas na faculdade que estavam me deixando preocupado e que não era nada com ela pois eu também a adorava. Ela, vendo que eu não falaria o real motivo falou: É porque você estava daquele jeito na cozinha aquele dia? Eu disse: que jeito? E ela falou meio sem graça: Ah querido, daquele jeito, excitado, você sabe que eu vi. Aí não tive como negar e eu conformei. Ela tentou me tranquilizar, disse que entendia, que era normal nos homens demonstrarem excitação, até quando acordam ficam assim! Depois que disse isso deu risada e eu também não resisti e ri. Ela era uma gracinha. Daí resolvi conversar sobre tudo com ela pois ela tinha uma cabeça muito bacana. Ela me perguntou o porque que eu tinha me excitado. E eu dei uma risadinha meio sem graça e ela logo falou: Foi por minha causa? Eu fiquei mudo e olhando para os lados, tentando disfarçar. Ela repetiu a pergunta e eu tive que responder, respondi que sim, e ela ficou toda contente dizendo: Jura? Você me acha bonita mesmo eu estando com essa idade? Eu respondi que sim e criei coragem e até consegui, em tom de brincadeira, falar para ela que era de mulher nessa idade que eu me sentia mais atração e tesão. Ela ficou sorrindo como quem não estivesse acreditando. E, então, completei: Dona Marta a senhora sabe que é bonita, tem um rosto lindo, uma pele bonita, um corpo muito bonito, pernas realmente lindas mas pelo amor de Deus, estou falando isso com o maior respeito, por favor não fique triste comigo pois eu não aguentaria vê-la chateada comigo seja por qualquer motivo. Ela disse sorrindo: Triste eu vou ficar se você não falar mais comigo como antes menino!!! Ainda mais agora que sei que tenho um admirador, brincou. Eu falei que de jeito nenhum deixaria de falar com ela e que eu estava mudo daquele jeito pois não sabia o que ela tinha pensado quando me vira naquele estado. E ela me fez prometer que nunca mais ficaria sem jeito perto dela pois ela entendia o que se passava comigo, pela minha idade, etc. Nos abraçamos, pensei que ela iria me dar um beijo na boca mas foi só impressão, ela me beijou no rosto e eu também a beijei no rosto e nos abraçamos. Fiquei excitado em abraçá-la, ela percebeu mas nem ligou. Os dias foram passando e fui me tornando o melhor amigo da dona Marta, ela me contava tudo da vida dela, seja amorosa, afetiva, de tudo mesmo, até da relação dela com o seu Walter. Eles faziam sexo todos os dias, ela disse que o Walter é bem dotado, que deveria ter uns 20cm e ela um pouco grosso principalmente a cabecinha. Eu também contava tudo para ela, sobre as garotas gostosas da faculdade mas que infelizmente eram raras as que faziam meu tipo e sempre as que faziam ou não queriam nada comigo ou já tinham namorado. Aí aproveitei para brincar com ela dizendo: É dona Marta, as mulheres interessantes nunca me dão bola! Aí demos uma gargalhada. Ela retribuiu a brincadeira: Imagina menino, não desanima não porque você é um menino bonito, tem uma voz gostosa, tem atributos que qualquer mulher desejaria num homem. Que atributos dona Marta? - perguntei. Ah, sei lá, você tem pernas bonitas, já reparei as vizinhas te olhando menino, pensa que não vejo é? Aí eu disse: Mas as vizinhas são todas casadas, imagina se alguma olharia para mim! E ela me explicou: Você é que pensa querido, mulher mais velha, independente se está casada ou não tem mais fogo que essas menininhas novinhas. Essas menininhas novas fazem bastante sexo mais para se descobrir sexualmente, já as mulheres mais velhas já sabem o que é bom e fazem pelo prazer mesmo. Ela era super gente boa, não tínhamos pudor, medo ou vergonha de falar nada, era tudo tão natural só que muitas vezes eu ficava excitado com nosso papo aí ela percebia e perguntava: É por minha causa de novo lindo? E eu dizia que sim aí ela parava e ficava me olhando, olhava o volume, depois olhava meus olhos aí disfarçava e continuávamos as conversas. Começamos a brincar com a excitação. Os bicos dos seios dela ficavam duros e faziam volume quando estava excitada, eu sei disso porque ela mesmo me contou, aí quem perguntava era eu: É por minha causa dona Marta? Ela dizia que sim, dávamos uma risada e continuávamos nosso papo. Certo me confessou que desde que nos tornamos amigos ela sentia tesão em mim, disse que era como se ela fosse uma menina mais ou menos da minha idade e que juntos íamos trocando experiências sobre a vida, sobre sexo, sobre tudo. Nossa, me conta isso direito, quando sente tesão? Quando me vê excitado? Ela disse que quando me pergunta alguma coisa de sexo, quando eu conto alguma experiência que tive ou vontade que tenho ela fica ensopada de tesão e que sobra para o Walter saciar o tesão dela. Eu confesso que fiquei louco quando ouvi aquilo. Eu já estava de pau duro e ela percebeu tanto é que ela falou para maneirarmos nesse assunto senão o meu negocinho sairia para fora do short! Risos. Ela disse que iria tomar banho, me deu um abraço, dessa vez encostando seu corpo no meu e sentindo o meu pau duro, me deu um beijo no canto da boca meio demorado e foi para o banho. Eu fui para a sala e, não sei porque, fiquei imaginando a dona Marta transando com o seu Walter. Estranho pois eu tinha é que imaginá-la transando comigo mas ao invés disso... Nisso chega o seu Walter. Senta no sofá, liga a TV e começa a conversar comigo. Do nada ele vira para mim e diz: Filho, a Marta tá em casa? Eu respondi que estava no banho, aí ele começa a falar sobre ela, diz que a Marta estava gostando muito da minha presença na casa e que foi Deus que havia me colocado naquela casa. Eu agradeci e retribuí dizendo que me sentia em casa e que é como se eu os conhecesse há anos e anos. Ele ficou contente e começou a perguntar porque eu não trazia alguma menina para casa, disse que se eu quisesse trazer alguém que eu poderia, era só não fazer muito barulho no quarto. Eu achei engraçado vendo ele falar aquilo e agradeci. Ele insistiu no assunto, perguntou se eu ainda era virgem, eu disse que sim, então ele correu no quarto dele e buscou umas revistas de sexo, me deu e disse(tirando um sarro) para não sujar muito o chão do banheiro. Comecei a folhear a revista com ele do lado mas tinha que ser rápido antes da dona Marta voltar. Vimos uma foto em que a garota está ajoelhada e dois caras gozaram na boca dela. Seu Walter diz: Olha isso garoto, ela deve chupar gostoso heim? Eu estava estranhando aquilo, de uma hora para outra seu Walter começa a ter intimidades assim comigo, achei estranho mas como gostava muito dele também resolvi deixar para lá e entrar no clima de confiança mútua. Eu disse: Pois é seu Walter, essa garota é tão novinha e já perdeu a conta de quantos caras já gozaram na boca dela. Ele concordou e disse que não sabia como essas garotas conseguiam engolir pois o gosto era horrível! Ops! Espera aí, como ele sabe que é horrível? Fiquei com vontade de perguntar isso mas logo deduzi que ele havia feito mesmo que muitos caras fizeram, inclusive eu, quando estão começando a se descobrir sexualmente que era experimentar a própria porra. Aí desencanei e concordei com ele: É mesmo seu Walter, o gosto é de amargar... arghh!!! Ouvimos a porta do banheiro abrir, seu Walter diz para eu levar as revistas para meu quarto pois no horário de comer a Marta não gostava de ver essas fotos. Eu aproveitei e perguntei: A dona Marta também gosta de ver? E ele responde ironizando: Se gosta? Você não sabe como, ela só não transa comigo no meio da praça porque eu não deixo, ela é muito ligada ao sexo assim como eu, tivemos muita sorte em termos conhecido um ao outro e nos casarmos. Tudo corria normalmente. Numa outra conversa com dona Marta ela me contou uma coisa que me deixou abismado, ela disse que tudo o que conversava comigo contava a noite para o Walter, aí eu fiquei verde de susto, eu disse: tudo? E ela: Tudo! Ele adora ouvir, quando ele ouviu que você sentia tesão por mim ele ficou muito orgulhoso de mim, falou que tem uma mulher que todos os homens desejam! - Nossa dona Marta, mas e se ele desconfiar de mim? Se ele achar que estou cantando a senhora? Aí ela me disse sorrindo: Posso te contar uma coisa? Quando contei a ele que tanto você se excitava comigo quanto eu me excitava falando com você fizemos vária brincadeiras...- Que tipo de brincadeira dona Marta? - Ah, fantasiamos que você estava com a gente no quarto vendo a gente fazer amor. Nossa... isso não saiu mais da minha mente. Quando eu estava folheando a revista com o seu Walter notei o grande volume em seu short que estava bem apertado, pensei que era por causa das fotos mas será que poderia ser por minha causa? Caramba, era só o que me faltava, comecei a reparar no seu Walter!!!! Seu Walter era um homem de 40 anos mas aparentando uns 33, tinha um corpo musculoso, pernas bonitas com coxas grossas, eram típicas pernas de jogador de futebol. Tinha cabelos lisos, curtos e grisalhos, um rosto bonito, um sorriso branco, e um olhar simpático, que cativava qualquer pessoa que o conhecesse, tinha uma barriga saliente, segundo ele, por causa das cervejinhas depois do futebol. Eu evitava ficar conversando com os dois ao mesmo tempo, no mesmo ambiente para que eles não tocassem no assunto pois eu tinha medo do que pudesse acontecer. Numa cheguei da faculdade, eram umas 21:00hs e os dois estavam deitados num colchão velho de casal no meio da sala, iam assistir a dois filmes e me chamaram para assistir com eles. Como o filme era lançamento e eu há tempos não assistia um filme resolvi aceitar, sentei no sofá mas dona Marta e seu Walter logo me reprovaram por fazer isso: Não garoto, deita aqui com a gente! Eu falei: Imagina seu Walter, vai ficar apertado aí! Dona Marta mais que depressa chega mais para o lado do seu Walter liberando o ladinho dela para que eu pudesse deitar. Começamos a assistir o filme. Seu Walter deitado de lado com a mão em cima da barriga da dona Marta, dona Marta de barriga para cima com uma mão em cima, ela puxou meu braço me fazendo abraçá-la assim como seu Walter, então ficamos nós dois abraçando ela, um de cada lado. Começou a esfriar e quando acabou o primeiro filme seu Walter foi no quarto deles e pegou um cobertor grandão e ficamos os três embrulhados. Começou o segundo filme só que esse filme era bem mais sensual, não era um filme pornô mas continha cenas tórridas de sexo. Falava de máfia, prostituição, orgias na política, essas coisas. Com as cenas sensuais percebi que não somente eu mas sim todos nós ficamos excitados. Dona Marta não se preocupava em esconder aqueles bicos duros dos seios e seu Walter roçava a perna dela. Meu corpo ferveu, o calor era grande embaixo do cobertor mas ninguém queria sair dali, uma porque eu e, provavelmente, o seu Walter estávamos de paus duros e dona Marta porque estava adorando aquela sensação. Dona Marta me puxou para junto dela e ficou de costas para mim mas assistindo ao filme e percebi que ela estava punhetando seu Walter por causa dos movimentos que ela fazia com as mãos perto da cintura dele... Meu corpo estava colado no dela e é certo que ela sentiu meu pau duro como rocha roçar sua bundinha. Ficamos assim até acabar o filme. Fui o primeiro a levantar mas como não sou bobo, me levantei de costas para eles que tentavam, de canto de olho, ver meu volume. Levantei e fui rápido para meu quarto. Antes de dormir decidi ir tomar uma ducha para ver se apagava meu fogo pois eu estava muito excitado. Fui ao banheiro e tomei um bom banho. Quando voltei para o meu quarto a porta estava trancada, achei super estanho porque eu havia deixado a porta aberta. Logo tornei a ficar excitado imaginando que foram eles que trancaram a porta e que, no mínimo, estariam no quarto deles esperando que eu fosse até lá para falar da porta que estava trancada mas... fiquei com medo... fiquei com raiva desse meu medo, desse meu receio, era uma grande oportunidade para eu perder a virgindade, para eu realizar a fantasia de transar com um casal... Mas amarelei. Fui andando devagar para a sala e me deitei no colchão que ainda estava na lá junto com o cobertor e me cobri, fiquei ali debaixo alisando meu pau e pensando nos dois e adormeci sem ter gozado. Quando, no meio da noite, eu acordo com carícias em meu corpo, eu estava deitado de barriga para cima, desembrulhado e quando olho para o lado vejo dona Marta me acariciando e seu Walter agarrado atrás dela com o rosto no ombro dela, ambos me olhando, ele estava com a mão perto de mim, não sei se ele também estava me acariciando, se estava parou quando acordei, deu a impressão que eles estavam me observando há um bom tempo. Fiquei olhando para os dois, meio sem reação, dona Marta acariciava a barriga e me disse que tinha trancado a porta do meu quarto para brincar comigo, eles estavam quase colados a mim, sua mão foi descendo, descendo, até chegar ao meu pau. Ela viu que meu pau estava meio melado e me perguntou se estava me masturbando, se era por causa dela, eu falei que sim e antes que eu tentasse justificar, ela segurou forte meu pau puxando a pele que cobre a cabecinha para trás e disse: Adoro o gosto desse meladinho... Seu Walter pegou a cabeça dela e forçou ao encontro do meu pau, daí não tinha mais jeito, a suruba ia rolar! ela começou a lamber meu pau melado e ficava repetindo que adorava aquele gosto e aquele cheiro de rola, seu Walter a encoxava ia tirando a roupa dos dois. Dona Marta chupou muito gostoso, eu estava quase gozando aí eu avisei que se ela continuasse eu iria gozar mas ela parou e pediu para que eu sentasse no sofá que era para ela deitar com a cabeça no meu colo, me chupando e me fazer gozar e para seu Walter ficar entre minhas pernas, vendo ela engolir minha porra de pertinho. Não demorei nada e gozei um balde de porra acumulada de vários dias na boca dela, ela fazia questão de não engolir tudo de uma vez e ficava mostrando a porra dentro da boca dela para seu Walter que parecia não estar resistindo mais e já segurava meu saco e dava lambidas nele, depois subiu até meu pau e compartilhou o resto de porra que dona Marta cuspiu na cabeça do meu pau, entrei em órbita, eles estavam loucos de tesão, eu estava praticamente entregue a eles, principalmente a ela que regia com maestria aquela "sinfonia". Então dona Marta me fez ajoelhar como se eu fosse escravo sexual dela, me deu um beijo muito molhado e gostoso e falou para o seu Walter ficar com o pau dele na minha frente. Nessa hora eu gelei, nunca havia feito isso, fiquei com medo de por o pau dele na boca, era um pau enorme, estava todo melado chega fazia uma espuminha em volta da cabeça, ela segurou minha nuca e mandou abrir a boca, seu Walter também segurou minha cabeça e me puxou para junto de seu pau, senti primeiro aquele cheiro forte, de rola, mas era um cheiro que só aumentava o meu tesão, fiquei com nojo de lamber o pau melecado dele mas quando ele colocou dentro da minha boca fui passando a língua e senti que o gosto não era ruim, pelo contrário, era mais ou menos o gosto de uma boceta, aí não aguentei e eu mesmo agarrei seu Walter e chupava com vontade, dona Marta estava com o rosto colado no meu e ficava falando muitas sacanagens do tipo: vai putinha, vai viadinho, chupa essa rola vai! agora temos um viadinho só para nós que adora chupar rola e que vai adorar dar o cuzinho! Quanto mais ela falava mais eu tinha vontade de chupar, ia chupando principalmente a cabecinha do pau que estava muito gostosa, o líquido ia saindo do pau dele e ela muito bom, bem melhor que porra, ele não aguentou e disse que ia gozar, nesse instante dona Marta me dá um aviso bem brava: Se você não engolir toda a porra vou fazer você beber mijo! Quando ela disse isso seu Walter gozou muito direto na minha garganta e eu gozei sem sequer tocar no meu pau. A putaria não tinha mais controle, eu estava surpreso com a maneira que os dois transavam comigo mas o meu tesão era tanto que a cada instante me apaixonava mais e mais por eles. Dona Marta grita para mim e seu Walter: Agora eu quero gozar, venham me dar prazer, me façam gozar!! Dona Marta se deitou no colchão com as pernas arreganhada e pediu para seu Walter colocar o cú dele para ela lamber e para eu lamber a boceta dela e seu cuzinho que estava muito cheiroso e gostoso. Depois sentou no meu pau e seu Walter começou a enfiar o pau no cú dela, eu fiquei impressionado pois o pau dele além de grande era grosso, não sei como ela aguentou. Ela pedia para meter com mais força, ela me beijava a boca e seu Walter beijava sua nuca, ela gozou muito nessa posição até os três gozarem juntos. Caímos no chão extasiados. Ficamos abraçados uns 20 minutos nos acariciando, nessa altura não tinha mais limites, eu beijava dona Marta, beijava seu Walter, acariciava os dois e ambos me acariciavam, dona Marta ficava perguntando para mim e para seu Walter se tínhamos gostado de engolir porra, de chupar uma rola gostosa, e nós dissemos que sim e ela foi relembrando tudo que fizemos e isso fez com que reacendêssemos, ela estava encharcada de porra no rabo e na bocetinha, sentou-se no meu rosto e pediu para sugar toda a porra que estava ali e eu obedeci, ela até forçava para sair porra de dentro do cú e da boceta e eu ia sugando. Seu Walter começou a me chupar o cú e a rola passando pelo meu saco, fazia isso com tanta eficiência que era difícil acreditar que nunca tinha feito isso antes. Dona Marta me ordenou para comer seu marido, disse que era um mais um sono que eles iriam realizar, então ela passou cuspe no rabinho dele e eu fui introduzindo, sem esperar ele veio contudo para trás fazendo com que entrasse tudo de uma só vez aí ele começou a falar de forma afeminada com dona Marta e ela falando sacanagens para ele, disse: Vai minha bichinha velha, rebola no pau dele, é bom dar o cú né amor? você vai dar agora todo dia até alargar bem esse cuzinho! Ela foi para frente dele e fizemos um trenzinho, ele comia o cú dela e gozou instantes depois no cú dela mas eu não havia gozado ainda. Pediu para que eu tirasse o pau dele e colocar no cú dela que devia estar cheio de porra dentro, fiz o que me pediu e comecei a comer aquele cuzinho magnífico de dona Marta. Ele se levantou e esfregou o pau dele melado de porra e com o gosto e o cheiro do cú de dona Marta na minha boca, eu chupei pois estava cego de tesão e deixei ele limpinho e duro novamente. Ele saiu por um instante e fiquei comendo o cú da dona Marta, nisso chega seu Walter por trás de mim e engata sua rola na portinha do meu cú. Eu parei e disse que não iria aguentar foi quando dona Marta dá um berro: Vai aguentar sim garoto! Você comeu o cú dele agora vai dar e vai dar bem gostoso senão ai de você! Inclinei um pouquinho e seu Walter passou um gel no meu cú e fui brincando com ele, enfiou até três dedos e disse: Pronto, agora já dá para arregaçar você! Eu puxava dona Marta fazendo um vai e vem no rabo dela até que sentir entrar no meu cú aquela rola enorme, a cabeça entrou rasgando tudo mas aguentei firme, quando me dei conta já estava com ela toda dentro de mim. Continuei comendo dona Marta e ia começando a sentir prazer no rabo. Ficamos uns 10 minutos assim engatados até que não resisti e gozei... gozei muito dentro do cú dela e sentindo aquela rola me arregaçar todo. Que delícia... a porra dele escorria do meu cú aí resolver dar o troco na dona Marta que não tinha deixado escorrer nenhuma gora de porra do cuzinho dela. Deitei-a no colchão e sentei na sua boca fazendo-a lamber a porra que escorria do meu cú, ela lambia, sugava, engolia, queria enfiar a língua dentro do meu cú, ela enfiava dois dedos lá dentro e lambia a porra que ia saindo, ela sugou tudo enquanto isso seu Walter me dava o pau dele para eu limpar e suguei tudo mais uma vez. Parecia ter terminado mas ela ainda queria um final ainda mais excitante. Depois de uns 15 minutos nos recompondo ela me disse que tinha uma surpresa para mim. Eu queria saber qual e ela não disse, disse apenas para eu me deitar de barriga para cima que iríamos fazer o melhor 69 de nossas vidas, eu olhei para o seu Walter que falou: Faz o que ela tá mandando! Me deitei e ela veio por cima de mim e começou a chupar minha rola, eu lambia sua boceta mas ela falou para o seu Walter enfiar no cuzinho dela, quando ele enfiou ela foi metendo e falando em voz alta para mim: Você percebeu que eu não deixei escapar nenhuma gora de porra do meu cú né? Então, meu cuzinho está lotado de porra e ainda o Walter vai gozar pela última vez lá dentro e sabe o que vai acontecer? Você vai tomar um coquetel de porra e não vai desperdiçar nenhuma gota, vai ter que engolir tudinho! Eu estava sem saber se aceitava ou não pois fiquei um pouco com nojo. Ela chupava com muita vontade meu pau e eu estava com muito tesão, seu Walter anunciou o gozo e ela falou para ele ter cuidado para quando tirar o pau de dentro a porra não sair e cair no colchão. Ele gozou, estava exausto com aquela foda, eu só fiquei olhando tudo de pertinho e esperando para ver o que ela iria fazer. Ela, então, fica na posição como se fosse fazer xixi no chão e me ordena para abrir bem a boca e colar meus lábios envolta do seu cú para que não perdesse nenhuma gota. Seu Walter foi chupar meu pau e enfiar dois dedos no meu cú enquanto isso. Ela começou a me dar tapas na cara e no peito como se fosse uma dessas rainhas de sadomasoquismo. Quando colei minha boca no cú dela senti seu cú abrindo como uma flor e começou a descarregar toda aquela porra acumulada na minha boca. Era muita porra e ela gritava que se eu não engolisse iria sofrer as consequências, ela ia falando também: Vai viadinho, engole! Estou cagando porra na sua boca engole tudo! E realmente engoli tudo, o gosto não era maravilhoso mas o tesão e a situação fez com que ficasse gostoso, gostei tanto que gozei na boca do seu Walter que também não perdeu nenhuma gora mas dividiu a minha porra beijando dona Marta. Quando a porra acabou de cair do cú dela eu olhei para aquele buraco e estava totalmente aberto, parecia uma flor , lambi bem dentro do seu cú pois conseguia esticar a língua até lá dentro. Caímos novamente exaustos e dessa vez dormimos abraçadinhos e só acordamos no dia seguinte. No dia seguinte acordamos juntos e eles me convidaram a ficar na casa deles mesmo depois de terminar a faculdade e aceitei. Desse dia em diante comecei a fazer parte realmente da família, era como se fôssemos casados.

.389. UM TESÃO DE EMPREGADA!Eu havia me separado há pouco, e estava começando a refazer minha vida. Já havia montado um apartamento pequeno, mas equipado com tudo que um homem solteiro precisa, quase um motel! Eu só estava precisando de uma boa empregada. Falei com minhas amigas, pus anúncio em jornais, procurei em agências de emprego. Não encontrava nada. Parece que existe uma certa resistência destas moças em trabalhar para homens, principalmente solteiros. Eu já estava abrindo mão de uma série de restrições que havia originalmente imposto, na tentativa de conseguir alguém. Foi quando um amigo do interior me ligou dizendo que a empregada dele tinha uma irmã que queria vir trabalhar na capital. Com esta indicação, nem pedi referências e falei que podia mandá-la para mim, no máximo estaria de volta em uma semana às minhas custas se não desse certo.Ela chegou dois dias depois. Para minha surpresa, a moça era linda. Tinha 22 anos, um rosto de criança num corpo escultural, pelo pouco que deu para ver com aquelas roupas ridículas. Morena, cabelo liso, um pouco comprido demais para meu gosto. Pelas perguntas de praxe, fiquei sabendo que sabia cozinhar, sabia lavar e passar, e que entendia de faxina. Disse-lhe que podia começar imediatamente. Mostrei-lhe seu quarto, um quartinho de empregada minúsculo como os são todos em São Paulo, onde cabia uma cama e mais nada. Tive que lhe ensinar as coisas básicas, como arrumar uma cama, como eu gostava que servisse meu café da manhã. Expliquei que não almoçava em casa, e que não precisava me esperar para o jantar, já que geralmente comia fora ou trazia alguém para jantar em casa, mas que nesses dias eu pediria para ela preparar algo com antecedência. No dia seguinte o café estava perfeito, mas a roupa que ela tinha posto para servir era muito cafona. Já tinha percebido que a Ana seria uma boa empregada, bastaria investir um tempo para ensiná-la e gastar um pouco em roupa. Não suporto uniforme em empregada. Fui então à noite com ela ao Shopping e comprei-lhe algumas roupas discretas mas de bom gosto. Ela já estava com outro aspecto! Só faltava dar-lhe um jeito no cabelo. Fui ao salão onde minha ex-mulher costumava ir, e onde conhecia quase todo mundo. Pedi para fazer um corte moderno na Ana, deixei-a lá e fui trabalhar. Só a vi no dia seguinte, no café. Estava irreconhecível. Tinham-lhe feito um corte Chanel, um dos meus preferidos, e que nela ficava perfeito. Se eu a visse num bar com certeza iria paquerá-la imediatamente. Aos poucos Ana foi-se soltando. Mostrou ser uma pessoa espirituosa, alegre, muito boa cozinheira - em pouquíssimo tempo aprendeu receitas sofisticadas que a fizeram sair definitivamente do "trivial variado". Muitas vezes eu a encontrava à noite e tínhamos conversas muito agradáveis. De manhã ela lia o jornal antes de colocá-lo na mesa do café, e era ela que me fazia um resumo das notícias. O sotaque caipira dela só lhe aumentava o charme. Mas eu notava que ela emburrava nos dias em que levava alguma paquera para casa. Nessas ocasiões era comum a comida sair salgada demais, ou mesmo queimada. Esse ciúme era natural, e eu não ligava. Outros dias ela me provocava soltando um botão a mais da blusa, ou debruçando-se mais do que o normal para servir o café, ou agachando-se, de costas para mim, para pegar algo que tivesse caído no chão. Ela era realmente apetitosa, e muitas vezes fui tentado a enfiar a mão debaixo de uma mini-saia que às vezes usava, que realçava as pernas roliças. Mas ela era a minha empregada, e eu não costumo misturar as coisas. Ela já estava trabalhando comigo há dois meses quando, numa noite de relâmpagos e trovoadas, acordei e fui à cozinha buscar algo para beber. Ouvi um choro vindo do quarto dela. Aproximei-me mais, para conferir se não era da televisão. O choro continuava. Discretamente abri a porta do quarto e lá estava a Ana, deitada sobre a cama, de camisola, encruvinhada numa posição fetal, chorando e soluçando, tendo uma convulsão a cada vez que um relâmpago iluminava o quarto pela janela sem veneziana. Sentei-me ao lado dela na cama e tomei-a nos braços, reconfortando-a. Ela me apertou forte, como uma criança assustada. Com pena dela, disse-lhe para ir no meu quarto, onde ela poderia ficar sem susto, já que a veneziana impediria a visão dos raios. Ela não resistiu, e me acompanhou abraçada. Pus-a na cama, cobri-a com um cobertor e peguei uma manta e um travesseiro para ir deitar no sofá da sala. Ela olhou para mim assustada e me perguntou onde é que eu estava indo. Expliquei-lhe e ela me implorou: "Não vá, fique comigo, por favor!". Não tinha como negar. Deitei-me ao seu lado e deixei-a me abraçar, como faz minha filhinha de 7 anos quando vem me visitar nos fins-de-semana. Em pouco tempo ela se acalmou e adormeceu, a cabeça deitada no meu ombro. Sua mão inocentemente veio parar sobre minha cueca. Eu estava em contato direto com aquele corpo quente e macio, um dos seios que eu admirava pela camisola entreaberta, repousando no meu peito. Não preciso dizer que imediatamente fiquei num estado de ereção incontrolável. Eu queria levantar e sair dali, com medo dela me ver neste estado, mas temia que ela acordasse se eu me mexesse. Mas aos poucos o sono foi vencendo e adormeci. Acordei de manhã e olhei para ela, dormindo tranqüilamente ao meu lado. Ela acordou logo em seguida e levou um susto quando me viu ao seu lado. Tampando os seios como pôde com a camisola e os braços, perguntou-me como tinha chegado na minha cama. Expliquei-lhe, garantindo-lhe que nada havia acontecido. Ela saiu correndo, e vinte minutos depois chamou-me, toda arrumada e o café na mesa. Aquele dia foi duro de passar. Eu estava totalmente disperso nas três reuniões que chefiei, e lá pelas 15 horas disse à minha secretária que eu estava com dor de cabeça e iria para casa. Cheguei em casa e não encontrei a Ana. Ela sabia que eu não vinha para casa durante o dia e eu a tinha autorizado a sair sempre que precisasse. Fiquei com uma dor na consciência, achando que ela pudesse ter achado que eu tinha me aproveitado da situação e resolvera ir embora. Mas o quarto dela estava arrumado, com todas as roupas dela no armário. Liguei a televisão e tentei assistir um desses programas infantis. Não consegui, como também não consegui ler o jornal, nem nenhuma revista ou livro. Uma hora depois ouvi um barulho na fechadura, e a Ana entrou. Ela tinha apenas ido ao supermercado! Eu a abracei como se fosse uma amiga que não via há séculos! E, para minha surpresa, ela me abraçou da mesma forma. Foi aí que senti que havia algo entre nós dois mais forte do que uma relação patrão-empregada. Ela passava a mão carinhosamente no meu pescoço, nos meus cabelos. Ela estava grudada em mim e é claro que ela devia sentir que meu desejo se materializava no meio de suas pernas, num volume cada vez maior. Ela me olhou com um sorriso maroto, pôs um dedo na minha boca e, soltando-se, foi até a porta para trancá-la. Fui atrás dela e a agarrei, desta vez não como um amigo, mas como um macho desejando a fêmea que estava na sua frente. Beijei-a na boca com força, e ela enfiou sua língua em mim alcançando lugares que nem mesmo minha escova de dentes desconfiava que existissem. Arranquei-lhe literalmente a blusa pondo à mostra seus seios lindos num sutiã quase transparente, que só permaneceu intacto por poucos segundos. Estávamos na sala onde tenho um tapete espesso. Foi ali mesmo que a deitei. Ela tirou meu cinto e desabotoou minha calça, e a baixou, enquanto eu tirava minha camisa. Rolamos pelo tapete como se fôssemos um só. Em seguida, um pouco mais calmo, comecei a lambê-la, começando pelo pescoço e descendo vagarosamente para os seios, depois para o umbigo, e, evitando estrategicamente os pelos pubianos ainda cobertos pela calcinha, continuei pelas pernas. Ela gemia de prazer, se retorcendo e agarrando o que lhe passava pelas mãos: a perna da mesa, meu braço. De repente ela se dobrou e alcançou e abaixou minha cueca, que já não tinha mais utilidade, com meu mastro ereto quase todo para fora que ela abocanhou com volúpia. Ela fazia um movimento contínuo de alto a baixo dando umas mordidinhas de vez em quando, como que para testá-lo. Como eu sabia que não iria resistir muito tempo parei a brincadeira e troquei, enfiando a cara no único ponto do corpo dela ainda recoberto por um arremedo de calcinha, que abaixei num só movimento. Ela estava toda molhada, tremendo de tesão. Foi só enfiar a língua entre seus grandes lábios que ela soltou um grito, um grito de fêmea no cio. Ela fazia um movimento de pressão enquanto eu explorava com a língua todos os recantos escondidos desta vulva cheirosa. Ela me agarrava a cabeça, pressionando-a contra o corpo e soltando-a. Estávamos no ponto. Ela abriu as pernas e eu enfiei meu instrumento que só pedia para penetrá-la o mais fundo possível. Beijávamo-nos, rolávamos enquanto eu a possuía com toda a paixão. E, é claro, em pouco tempo explodíamos num gozo simultâneo. Ana nem descansou três minutos e virou-se para meu membro que jazia inerte. Com alguns poucos movimentos com a língua ela o acordou, e ele voltou a sua forma anterior. Meu desejo era comer Ana por trás, mas não sabia se ela aceitaria. Como se estivesse lendo meus pensamentos ela levantou-se e ficou de quatro, a bunda maravilhosa voltada para mim. Ela tinha gozado tanto que a área estava toda molhada, facilitando a tarefa. Enfiei devagarinho, não só para evitar de machucá-la, como para aproveitar em toda a plenitude este momento tão sublime. Desta vez demorei um pouco mais, porque me controlava, e toda vez que sentia o gozo chegar dava uma paradinha estratégica. Em seguida voltava, dando estocadas que faziam a Ana urrar de prazer. Talvez de dor também, nunca tenho certeza disso quando sodomizo uma mulher. Enfim, chegou uma hora em que não consegui mais segurar e um jato de sêmen inundou o rabo da Ana. Eu estava estatelado, sem forças. Mas Ana queria mais. Com desenvoltura, limpou meu pau e chupou-o outra vez, fazendo-o crescer novamente. Em pouquíssimo tempo estava duro como aço e ela sentou-se estrategicamente sobre ele, subindo e descendo em velocidades variáveis. Eu apertava-lhe os seios rijos e ela beliscava-me os mamilos, fazendo-me soltar gritos de dor e de prazer. Ela gozava sem parar, com orgasmos múltiplos vindo um atrás do outro. E de repente voltei a gozar também. Ela deitou-se ao meu lado, a cabeça no meu peito, descansando. Ela brincava com meu pinto inerte. Por mais gostosa que ela fosse, por mais erótica que fosse a situação, ele não queria saber de mais nada. Mais tarde Ana levantou-se e foi preparar o jantar, nua. Resolvi pegar um uísque e fui buscar gelo na cozinha, nu também. Encostei-me na Ana para ver o que ela estava preparando e a volúpia voltou imediatamente, como que por encanto. Não preciso dizer que nesse dia a comida queimou! Pedi pelo telefone uma pizza que chegou meia hora depois. Abri uma garrafa de vinho e descobri que Ana adorava esta bebida também. Lógico, a noite terminou na minha cama, com mais uma rodada erótica. Foi uma semana maravilhosa. Todas as noites inventávamos mais posições, descobríamos mais brincadeiras a dois. Então chegou o dia do pagamento dela. Fiz o cheque como sempre e lhe entreguei. Ana olhou-me com raiva, pegou o cheque e rasgou-o. "Quem você acha que eu sou? Uma puta?" disse-me com raiva. Expliquei-lhe que era apenas o pagamento dela como empregada, o combinado. Ana saiu correndo para o quarto dela e se trancou. Eu tinha um reunião importante naquele dia e saí, pensando em resolver esta pendência à noite. Mas à noite Ana não estava mais no apartamento. Tinha ido embora, levando a roupa dela. Nunca mais a vi. Meu amigo do interior, que empregava a irmã dela, me disse que ela também, talvez instruída para isso, não sabia da Ana. Eu não sabia mais o que pensar. Com certeza, Ana deixara de ser minha empregada. Era minha amante, por que não me dei conta disso antes? Era uma mulher para todas as ocasiões, era minha mulher. Minha esperança é de que ela leia este depoimento, e que volte e, sem nada dizer, tire a roupa e deite na minha cama.

.390. UM HOMEM PARA SUA ESPOSA!Um casal resolveu da mais graça a sua vida sexual, havia muito tempo eles já fantasiavam com a inclusão de um parceiro, porém sempre esbarravam em vários problemas. Primeiro, a educação religiosa que Dora (nome fictício da esposa) tivera desde pequena, depois o temor de confundir as coisas em relação aos sentimentos, enfim uma barreira que aos poucos foram transpondo, até que, numa bela noite de sexo, em meio a gemidos e gozos, enquanto ela chupava, eu a enxergava como uma autêntica protagonista de um filme pornô, tal sua destreza com a boca e a língua. Por vezes, ela fazia garganta profunda e engolia seu membro (19cm) por inteiro. Não agüentando mais o prazer, descarregou seu esperma em sua boquinha, pois a visão dela com um pau na boca era simplesmente o supra-sumo do tesão. Jorge (nome fictício do marido) então, disse que teríamos porque teríamos que arrumar alguém, de preferência desconhecido, para juntar-se a nós, numa noitada de amor. Ela virou-se e perguntou quem poderia ser. Jorge respondeu que não se preocupasse, pois trataria de arranjar alguém de acordo com suas expectativas. Depois de percorrer vários lugares, bares, shopping, Internet, selecionou o meu perfil em um site de relacionamento, enviaram-me umas mensagens acompanhadas de algumas fotos de sua tesuda esposa. Em tempo: ela é morena, olhos verdes, um rostinho lindo e um corpo digno da capa central da Playboy e, por incrível que possa parecer, tem quarenta anos. Com relação à experiência sexual, é uma verdadeira máquina de sexo. Não precisa dizer que respondi, candidatando-me à vaga de amante, tenho 34ª, 1,74ª, 74k, bem dotado tanto física quanto culturalmente, estou fazendo a terceira faculdade, extremamente bem apessoado e simpático e com um membro de aproximadamente 22 cm. Chamava-se Beto (meu nome fictício) fiquei alucinado com as fotos de Dora. Numa de suas correspondências disse que Jorge tinha razão em querer dividir sua mulher, pois seria muito egoísmo manter um avião daqueles somente para ele. Ela era mulher para dois homens ou mais. Mostrei as correspondências e fotos à Dora e ela apesar de receosa, deu o sinal verde. Pode convidar que eu topo, ele é um tesão! Pelas correspondências percebi que Beto é muito culto e educado e, ao que pareceu, extremamente másculo, o que provavelmente despertou em Dora aquele tesão que faltava para se decidir. Agora não tinha mais volta, Jorge teria que levar o negócio adiante. Marcamos então, um dia e local para nos encontrarmos e conferirmos nossas impressões. O local seria um barzinho movimentado, na região de Moema. Passamos a semana toda nos preparando para o encontro. Nosso tesão estava a mil. Dora não deixava que Jorge sequer encostasse nela. Queria armazenar o mais possível de excitação para o nosso recente amante. No dia do encontro, ela entrou no chuveiro e depilou-se inteirinha, inclusive no cuzinho, o que intrigou Jorge, pois ela não permitia que ele invadisse aquele terreno, por mais que insistisse. Já preparando para sair, ela colocou uma minissaia, valorizando suas suculentas pernas com meias 7/8, um sapato de salto alto e uma blusinha quase transparente. Por baixo uma calcinha, que, na frente, mal tampava sua bocetinha (agora totalmente depilada) e atrás somente um fiozinho. À noite, dirigiram ao local do encontro. Chegando ao bar, sentaram e pediram um drink enquanto esperavam chegar. Não demorou muito cheguei e mostrou-me ainda mais simpático do que nas cartas. Pedi licença, sentei-me, solicitando ao garçom uma bebida. Depois de algum papo, comecei a perceber que Dora, agora mais relaxada, estava se empolgando comigo e já esfregava suas coxas nas minhas, que sentava ao seu lado. Eu estava até um pouco sem jeito, mas Jorge tranqüilizou-me dizendo que era para isso que estávamos lá. Resolvemos que já era hora de sair devido ao clima excessivo de tesão que pairava no ar. Já no carro, Dora perguntou se poderia ir atrás comigo, o que Jorge logicamente concordou. Pelo espelho retrovisor, Jorge podia vê-nos. Era impressionante! O que nos se beijavam e se engoliam com suas línguas não podia ser descrito! Eu passava as mãos em seus peitinhos e Dora por sua vez esfregava meu cacete por cima das calças. Chegando ao motel, nos nem esperamos entrar no quarto e logo que saíamos do carro, já comecei a se despir e entrar agarrado e seminus na suíte. Que visão maravilhosa! O clima de erotismo estava no seu mais alto grau! Supremo prazer eu estava sentindo! Enfim Jorge e Dora estavam satisfazendo um desejo muito antigo. Que tesão ver sua mulherzinha gemendo nos meus braços. Dora começou a descer pelo meu corpo sarado e já sem camisa, tirou-me o cinto e desabotoou-lhe a calça. Logo em seguida puxou sua cueca e um membro enorme pulou no seu rosto e foi imediatamente abocanhado e engolido. Por incrível que possa parecer, ela conseguia engolir mais de vinte centímetros de pica. Olhando para Jorge, piscou e começou a gemer. Mostrou que sabia tudo na arte da relação. Eu gemia, quase gritando, chamava-a de puta, de cadela sem-vergonha e a cada palavra Dora se excitava mais e mais. Passava a língua na glande e voltava a abocanhá-me e então comecei a fazer o movimento de vaivém e foder aquela boquinha. Não suportando mais o tesão, comecei a esporrar dentro de sua garganta até que ela quase engasgasse. Jorge nunca vira tamanha carga de esperma na sua vida. Eu parecia que estava urinando. E o mais incrível: Dora abriu bem a boca e recebeu tudo na garganta, engolindo toda aquela porra. E sorrindo! Olhava para Jorge e ainda piscava, aquela cadela. Puta sem-vergonha, era no que ela havia se transformado. Jorge permanecia vestido e atuando apenas como espectador, corno, que ele seria a partir de agora. Aliás, Jorge estava adorando ver sua esposinha com a boca cheia de porra de outro macho. Dora olhou para Jorge com um pouco de porra escorrendo dos lábios e perguntou: - Gostou, meu corninho? Daqui para frente você vai ver! Você vai ser o maior corno da cidade. Essas palavras soaram como música em seus ouvidos. Sua querida mulher estava se livrando de todos os preconceitos e adotando sua nova posição cadela sem-vergonha. Nos dois fomos para o banho não permitindo que Jorge nos acompanhasse. Lá iniciamos uma nova sessão de beijos e línguas. Dora aproveitou e abocanhou mais uma vez meu membro colossal até deixá-lo mais uma vez em ponto de bala. Eu era um amante fogoso, logo em seguida ele já estava pronto novamente. Eu trouxe Dora no colo e levei-a até a cama, deitando-a de costas para o colchão e deixando-a de pernas totalmente abertas. A visão de sua xoxotinha depilada era algo mais do que tesudo. Eu então comecei a lambê-la e vez por outra enfiava a língua no fundo de sua xoxota. Alternava com lambidinhas no cuzinho e no clitóris. Esta operação durou uns quinze minutos e Dora chegou ao clímax duas vezes, gemendo e gritando de tesão. Eu levantei-a, coloquei Dora de quatro e comecei a pincelar aquela boceta com sua imensa glande. Eu vi que Jorge ficou preocupado, pois as diferenças de calibre eram impressionantes. Mas eu sou um mestre. Enquanto eu pincelava sua boceta, ela gemia e gritava, suplicando que eu a penetrasse. Eu estava prolongando a excitação ao seu mais alto grau. Eu realmente sabia como fazer para deixar uma mulher subindo pelas paredes. Comecei então a penetrá-la de maneira lenta e gradativa. Era impressionante! Sua bocetinha agasalhava aquele mastro com uma facilidade incrível. Assim que aquela cabeçorra entrou, Dora deu um suspiro e relaxou. Sua boceta havia engolido um membro descomunal. Eu iniciei o vaivém durante quase meia hora e Dora gritava, gemia e me chamava Jorge de corno. - Viu como faz um macho? Vê se aprende, corno! Eu olhei para Jorge e ri. - Ô, corno, como é que você agüenta ver outro macho comendo sua esposa assim? Você vai ver só, de agora em diante, toda vez que eu quiser, você vai ter que me mandar esta putinha para eu comer! Jorge nem me incomodava pois a cena estava mais do que picante. Dora já não agüentava mais. Rebolava gemendo pedindo para eu tirar e assim que comecei a tirar ela implorava que enfiasse novamente com mais força até que dei um gemido e enchi sua bocetinha de esperma. Mas mesmo assim continuei a meter e a visão que Jorge tinha era de uma xoxota totalmente alargada e alagada de porra. Cada vez que eu bombava, escorria porra de sua xana e Dora sorria maravilhada. Gritava que de agora em diante ela iria dar para quem quisesse e que Jorge não poderia fazer nada. Caíamos extenuados um para cada lado. Jorge levantou da poltrona, beijou-a e notou seu olhar brilhante de satisfação. Dora confessou-lhe que jamais havia sentido tanto tesão na vida. Fez uns carinhos em Jorge, agradecendo esta oportunidade e voltou-se para mim acariciando meu peito. Descansamos todos, pedimos uns drinks e conversamos sobre as taras de cada um. Dora disse então que esta era sua oportunidade de inaugurar seu cuzinho, até então quase virgem, porém tinha receio de que doesse. Eu garanti-lhe que faria com o máximo de carinho e que não sentiria nada. Então olhei para Jorge e disse: - Ô corno, pega o lubrificante que eu vou comer o cu da sua esposa! Aí Jorge ficou realmente preocupado. Eles mal faziam sexo anal, pois ela sempre reclamava de dores! Imagina agora, agüentar um cavalo daqueles no rabo. Para espanto de Jorge, Dora não esboçou nenhuma reação contrária. Olhando para Jorge, ela perguntou: - Que cara é essa de espanto? Hoje eu não saio daqui sem levar no rabo essa coisa gostosa! Ânimos recobrados, Jorge entregou-me o tubo de KY, que iniciei uma massagem no cuzinho de sua esposa. Passei também um pouco de creme anestésico e iniciei uma lenta penetração com um dedo. Dora gemia e se contorcia. Eu era realmente um professor nesta arte. Fazia as coisas sem nenhuma pressa e com bastante carinho. Dora posicionou-se com a bundinha empinada e levantada e atendendo às minhas instruções que ordenava que ela relaxasse o cuzinho. Introduziu mais um dedo e depois o terceiro. Dora já não falava coisa com coisa. Mordia o travesseiro, mas não de dor e sim de prazer. Eu levantei, passei mais um pouco de lubrificante no meu membro, apontei aquela imensa glande no rabo de Dora e fez uma leve pressão. Dora deu um pulo para frente mas, Eu bem mais forte, segurei-a determinado e forcei um pouco mais. Pronto: a cabeça de meu pau já havia entrado. Dora então deu um suspiro e algumas lágrimas chegaram a escorrer no seu rostinho lindo. Eu parei por alguns minutos para que o cuzinho, que jamais seria o mesmo, se acostumasse com o calibre. Comecei a acariciar seu clitóris e a beijar sua nuca de maneira que ela relaxasse ao máximo para receber aquele mastro por inteiro. Passados alguns momentos, comecei a enfiar lentamente até chegar a bater o saco na sua bocetinha. Dora urrava de prazer. Dizia que estava no céu. Iniciei um vaivém, bombeando e bombeando. O cuzinho de minha doce Dora estava agora todo arrombado. Nossos olhos brilhavam, ela me chamava Jorge de corno e ele a xingava de cadelinha, de puta, de vagabunda. E ela gritava que daria para mim a qualquer momento que eu a chamasse. agora, tirava meu imenso cacete por completo e atolava até a raiz. Depois de muito tempo, comecei a encher seu rabo de porra. Era tanta porra no cuzinho de Dora que, pelo buraco que havia ficado, escorria por toda sua bunda. Ela gritava mais uma vez: - Tá vendo corno? É assim que se fode uma mulher! Vê se aprende e vai se conformando com seus chifres daqui para frente! Caímos cada um para um lado, respirando sofregamente e Dora com uma expressão de absoluta satisfação. Confessou-me depois que jamais havia sentido tanto prazer e que Eu seria de agora em diante seu companheiro de cama. Jorge concordou, logicamente, pois para sua esposinha ele não recusaria nada. Jorge estava em êxtase. Os seus sonhos estavam se tornando realidade. Sua mulher agora estava transformada em uma bela puta. Era o que ele mais desejava. Eu estava maravilhado com a performance de Dora e cuidei de parabenizar Jorge pela fêmea que ele tinha em casa. Jamais eu havia conhecido uma mulher tão fogosa na cama. Aproveitei e disse que gostaria muito de participar outras vezes e inclusive, com mais um amigo e que, se Jorge não opusesse, eu poderia convidar. Falando isso os olhos de Dora brilharam e vislumbraram a possibilidade de confirmar seu novo papel de putinha. Ela confidenciou que sempre fantasiou uma transa com mais de dois homens e se mostrou eufórica com a suposta chance.

.391. MINHA MULHER E O NEGÃO!Já há um bom tempo eu tinha conhecimento da fantasia de minha mulher, Marina, de realizar um menage masculino. Marina é uma morena escultural, de olhos verdes, cabelos longos, que sempre chama a atenção por onde passa. Sei que sou um cara de sorte. Também sei que ela nutria uma curiosidade por saber como seria ter relação com um negro. Recentemente, fomos passar as férias na praia, e ficamos sabendo de um local onde as pessoas podiam praticar nudismo à vontade, sem problemas. Inicialmente, ficamos com um pouco de vergonha, mas logo estávamos completamente à vontade. Com a visão de todos aqueles corpos nus, claro que vem um pouco de desejo, então procuramos um local mais afastado para que pudéssemos namorar. Chegamos a um local onde as rochas bloqueavam a visão das pessoas, e lá já havia três outros casais. Em pouco tempo, as carícias começaram a acontecer, e cada qual transou com sua parceira, uns olhando os outros de certa distância. Ficamos excitados com aquilo, e no dia seguinte resolvemos transar entre as árvores; a praia fica ao pé de um morro . Quando estávamos nos beijando e iniciando as preliminares, vimos um negão correndo sozinho pela beira da praia, que veio se aproximando. Resolvemos sair de lá. Mais tarde, encontramos dois dos casais que havíamos conhecido nas pedras, e devido ao calor, fomos para as árvores para ter um pouco de sombra. Conversamos um pouco, e resolvemos namorar ali, cada qual com seu par, de vez em quando olhando para o casal do lado. Marina já estava bastante excitada, e comecei a penetração. Tivemos uma grande surpresa quando o negão apareceu ao nosso lado e perguntou se podia olhar e se masturbar. Parecia não ser nada de complicado, e eu disse que podia, desde que ejaculasse para outro lado que não o nosso. Enquanto eu comia minha mulher por trás, ele se masturbava vigorosamente, e logo ejaculou, indo embora em seguida. Fomos para a praia, tomamos banho de sol, umas cervejas, e voltamos para as árvores para namorar mais um pouco. Lá já estavam dois outros casais, o local era ideal para aquilo mesmo. Minha esposa se apoiou , completamente nua como todos os presentes, em um galho mais baixo, empinando sua bundinha para que eu a penetrasse. Comecei a introduzir meu cacete, sob a visão das outras pessoas. Logo o negão apareceu novamente , pedindo para ver, e chegou mais perto, perguntando se podia. Deixamos, e ele começou a se masturbar novamente. Foi chegando mais perto, e receei que ele esporrasse nas costas ou na bunda de Marina, pois com uma mão ele friccionava seu avantajado cacete, e com a outra se apoiava em um galho de árvore. Seu cacetão estava a poucos centímetros da bunda de minha mulher. O negão -seu nome era Milton - tremia de excitação. Com um misto de tesão e ciúme, falei que ele podia passar a mão na bunda de Marina, desde que apontasse seu cacete para outro lado. Ele começou a apalpar ávidamente a bunda de minha esposa, que passou a gemer e tremer de excitação. O cacete do negão estava bem duro, e ela virava sua cabeça com frequência para observar o membro dele, enquanto sentia o meu em sua xoxota. Milton foi ficando mais ousado, e pediu para passar a mão também nos seios dela, que consentiu com a cabeça. Ele já foi passando a mão nas costas e nos seios, e em seguida levou a boca aos seios de minha esposa, que já parecia em transe, e não recusou. Ela ergueu um pouco o tronco, e ele passou a lamber os peitos, o pescoço e o rosto de Marina.Ela gemia de olhos fechados, enquanto os outros casais assistiam, e começou a passar as mãos nas costas e na bunda de Milton . O negão ejaculou de novo, e se afastou um pouco. Os casais foram saindo, combinando retornar às árvores mais tarde, mas resolvi conversar um pouco com Milton. De repente, estávamos comentando a possibilidade de irmos para nosso quarto no hotel. Seria para algumas horas mais tarde, mas logo estávamos subindo as escadas. Marina entrou no quarto, e então resolvi satisfazer a fantasia dela. Convidei o negão para entrar no quarto. Ele queria assistir nossa transa e se masturbar novamente. Marina relutou, mas estava visivelmente excitada. Sugeri que deitássemos na cama; achei que ela ia me abraçar enquanto Milton passava a mão em sua bunda e se masturbava, mas ela se virou de costas para mim, para que a penetrasse por trãs; o negão passou a lamber seu pescoço e seios. Então sugeri que ela ficasse de quatro, e ele ficaria com o rosto embaixo dela, beijando seus seios e acariciando-a enquanto eu a penetrava por trás. Seu cacete ficaria para fora da cama. Mesmo assim, mandei que colocasse uma camisinha; ele reclamou mas concordou. Resolvi comer o cuzinho de Marina; ela costuma gozar mais facilmente dessa maneira. Milton estava entusiasmado, sua mão esquerda e sua boca percorriam o corpo de minha mulher enquanto a outra mão friccionava seu cacetão. Após algum tempo, ele gozou novamente, mas Marina ainda não; estava nervosa e muito excitada. Então decidi ousar mais um pouco, falei pra Milton se deitar na cama - já que ele havia gozado, devia esperar ela gozar também. Marina iria cavalgá-lo, sem penetração. Para isso, coloquei uma toalha entra o cacete do negão e a barriga de minha mulher. O resto de seu corpo estava em contato com o dela, e eu me deitei por cima, fazendo um sanduíche. Lubrifiquei bem seu cuzinho, e passei a penetrá-la. Ela estava extremamente excitada, e já lambia os ombros e o pescoço do negão também. Comecei o vai-e - vem, e ela tremia de excitação. Após algum tempo, gozou fortemente, e ela chegou a morder meu braço. Achei que podia dispensar o Milton, mas ela disse que queria mais, que queria gozar de novo em cima dele. Continuei os movimentos, mas ela pediu para que eu lavasse meu cacete e a penetrasse na xoxota. Fiquei receoso que , enquanto fizesse isso, o negão enfiasse seu cacetão nela, ele já havia tirado a camisinha, mas realmente não dava para fazer sexo anal e depois vaginal, sem lavar bem meu membro. Fui rapidamente ao banheiro, e retornei ( depois fiquei sabendo que realmente ele pediu para penetrá-la, mas ela não deixou).Para que ela tivesse a sensação de dupla penetração, peguei um pênis de silicone que havia levado ( usamos vários apetrechos em nossas brincadeiras), e introduzi em seu rabinho, enquanto penetrava sua xoxotinha. O negão acariciava as costas e as nádegas de Marina, lambia suas orelhas, seu rosto, seus seios, que também sugava com vontade, e movimentava seu tronco, como que querendo penetrá-la, o que não era possível por causa da toalha. Minha mulher estava alucinada, e suava, tremia e gemia. Eu também passei a suar e , como estava meio demorado, meu cacete começou a amolecer. Sugeri que parássemos um pouco para descansar e depois recomeçar, mas ela gemia e dizia que não, que eu continuasse , que ela queria gozar de novo, que aquilo estava muito gostoso. Ela estava completamente alucinada, como eu nunca havia visto. Quando enfim ela começou a gozar, deitei meu corpo sobre o dela, e segurei sua boca com minha mão, que ela mordeu com força, e também arranhou o negão. Seu corpo endureceu totalmente, e enfim ela relaxou. Havíamos combinado de, depois dali, irmos ao local onde Milton estava hospedado, mas Marina estava exausta e não quis sair da cama, e pediu desculpas por ter arranhado o negão. Nosso amigo saiu, sugerindo que repetíssemos a dose na manhã seguinte, e eu e minha mulher fomos tomar um banho. Ela , talvez para me agradar, inicialmente disse que não havia achado a transa tão legal como as nossas, mas após mostrar as marcas da mordida, ela admitiu que foram os orgasmos mais intensos que já havia experimentado. Naquela noite, transamos mais duas vezes, excitados pela experiência. Na manhã seguinte, mal havíamos começado a tomar o café da manhã, lá estava o Milton, conversando com um dos garçons. Comecei a achar que ele estava começando a querer demais. Afinal, na primeira vez ele só olhou, na segunda passou a mão, na terceira deitou na cama...com certeza acreditava que desta vez iria comer a xoxota e a bunda dela...perguntei a Marina se ela queria, e ela disse que não.Ele veio com um papo de fazer uma ligação no meu celular, pois o dele não estava funcionando...estava chovendo, e usei isso como desculpa para não aceitar sua sugestão do dia anterior, pois iríamos para outra praia. Ele ficou contrariado, mas não podia fazer nada. Logo em seguida, o sol apareceu e parou de chover. resolvemos ficar na praia, e volta e meia o negão estava correndo perto de onde estávamos. Lá pelo final da tarde, achamos que ele já havia ido embora, e fomos para as árvores, onde outros casais já estavam trepando. Começamos também, e após algum tempo vi o Milton atrás de mim, olhando para Marina e se masturbando. Admito que fiquei com muito ciúme, emeu cacete amoleceu; resolvi que iríamos sair dali. Marina fez que não, que a gente devia ficar mais um pouco, beijando pelo menos, para não pegar mal, mas eu insisti e comecei a falar mais alto., peguei as toalhas de praia e puxei-a pela mão. Logo em seguida, o negão também saiu e foi para os lados de uma moça loira, que era sua noiva. Quando já estava quase escurecendo, fomos tomar uma ducha, e novamente o negão apareceu para acenar para nós e se despedir. Apenas acenei, mas Marina sorriu, dando a entender que queria mais .

.392. TRAIÇÃO, PRAZER E VINGANÇA!Os fatos que passo a relatar agora são tão especiais que volta e meia, quando minha mulher fica brava por algum motivo, me lembro dessa aventura e trato logo de acalma-la. Eu sou Alberto, empresário, 40 anos, bem casado, adoro a vida e principalmente sexo. Tenho um amigo de futebol e gandaia, o Pedrão, comerciante, também casado, uma baixinha que é um veneno de brava; mas com nossa habilidade , cuidados, e muito sigilo, realizamos nossas aventuras com mulheres e casais. Formamos uma dupla que atende pelo cód de Prazer em dobro2000, temos alguns anúncios nos classificados dos sites o que nos tem proporcionado ótimos momentos, um em especial passo a relatar. Recebemos um e-mail da Cris de São Paulo, acompanhado de uma foto que revelava uma mulher linda, revelando seus desejos e a urgência de se encontrar com o Prazer em dobro no período em que o marido estaria na fazenda do casal . Depois de uma curta troca de e-mails, marcamos para um sábado, às 7 da noite, num bar da Oscar Freire, nos Jardins. Chegamos mais cedo ,escolhemos uma mesa lá dentro e aguardamos. Deu 7:00hs, logo 7:30hs e nada da Cris. Conformados de que a aventura havia falhado, aproveitamos e curtimos o lugar. Já passava das 8:30hs quando notamos a chegada de duas mulheres, uma delas com a descrição da Cris, morena, cabelos lisos, corpo estilo violão, usava calça jeans e camiseta vermelha, era ela sem dúvidas. Veio até nossa mesa, visivelmente nervosa, nos apresentamos, ela apresentou a Lina, uma amiga, e nos sentamos. Pediu desculpas pelo atraso, disse que havia pensado em desistir mas enfim criou coragem e veio ao nosso encontro. Disse que Lina era sua amiga e confidente e entre elas não havia segredos. Depois de duas doses de Whiscky , mais solta, nos convidou para irmos até seu apartamento, também nos jardins. Lina foi dirigindo e logo estávamos na garagem do prédio. Subimos, discretos e comportados. No apartamento, amplo e finamente decorado, ela nos serviu cervejas e continuou com whisky, então, no sofá começou em forma de desabafo a contar sua historia. Moça de família rica havia conhecido e se apaixonado pelo marido, de classe média baixa, e mesmo contra a vontade dos pais em menos de dois anos de namoro se casou com ela, virgem, e que ele era o único homem de sua vida. Tiveram 3 filhos, o marido trabalhava com o pai dela, e levavam uma vida feliz até o dia 14 de Dezembro de 2003, segundo ela um dia de cão. Tudo começou naquele fim de semana, quando o casal estava com as crianças e os pais dela no Guarujá . Diferente do que fazia sempre, seu marido resolveu subir no domingo, à tarde, alegando que na segunda-feira o transito estaria muito ruim. De fato ele subiu por volta das 6 da tarde. Passavam das 8 horas da noite ela voltava da sorveteria, na avenida da praia quando foi surpreendida por dois assaltantes, dois garotos, armados, roubaram sua bolsa com todos os documentos, celular, talões de cheques,cartões de credito etc. Transtornada tentou falar com o marido em casa, em São Paulo, e ele não havia chegado, tentou várias vezes no celular também e nada, conversando com seu pai resolveu pegar uma carona com a Lina que estava subindo a serra para que na segunda-feira bem cedo tomasse as providencias junto aos bancos. Subiu a serra, sempre tentando ligar para casa, nada do marido atender . Passava das 11hs da noite quando Lina a deixou no prédio. Ela subiu e no hall do elevador ouviu música em casa, abriu a porta com cuidado e entrou . Sentiu um perfume diferente, viu dois copos na mesinha, e a garrafa de whisky pela metade, umas botas femininas de cano longo confirmaram seus temores. Transtornada foi até o quarto onde encontrou seu marido sendo cavalgado por uma mulher bem alterada pela bebida . Ele quase teve um ataque cardíaco, a baixaria foi geral, ela avançou na mulher e nele ao mesmo tempo, quebrou tudo, chorando ela perguntou se a outra era amante dele há muito tempo. Tentando se explicar , o marido disse que aquele teria sido um momento de fraqueza e que a garota era uma prostituta que ele pegou na Rua Augusta. Ela tinha sido trocada por uma puta de rua . Não se conforma até hoje. Guardou tudo, preservou as crianças e a família, sofreu calada esses dias, e resolveu se vingar, pagando na mesma moeda. O marido virou um cordeiro e naquela semana foi a mando dela para uma das fazendas da família para um retiro forçado de onde só retornaria a seu pedido. Eu e o Pedrão ouvimos aquela história e entre olhares sabia que ele também achava que nós estávamos numa grande fria. Ela se levantou do sofá, tomou o whisky numa golada e disse para a Lina que ia se preparar e foi para o quarto. Ficamos na sala com Lina uma mulher fria feito uma pedra de gelo, que passou a preparar uma máquina fotográfica digital . Alguns minutos se passaram e Cris apareceu na sala vestida como uma puta de rua, mini saia, botas, frente única e uma bolsinha, colocou uma nova dose ,e começou a se exibir pra gente. Lina disse que ela havia esquecido a peruca, mostrou então na máquina umas fotos de uma puta de rua, na calçada e que na última foto se confirmou ser a Cris, com a mesma roupa, só que de peruca ruiva. Cris disse que elas tiraram as fotos na madrugada anterior e que tiveram que sair correndo de uns travestis que defendiam o ponto. De peruca ruiva e copo na mão foi nos guiando até o quarto enquanto a Lina fotografava tudo. No quarto do casal, ela fez um strip meio atrapalhado, nervosa tirou nossa roupa, sempre preocupada com as fotos, com o melhor ângulo , acho que só caiu a ficha do que ela estava fazendo quando passou a sentir nosso calor, nosso carinho, nossas línguas e finalmente sentiu nossos dois paus ao seu alcance. Cris foi se acendendo e pedindo para ser chamada de puta ,de piranha , de vagabunda, e seu fogo foi aumentando, ela se soltando e Lina fotografando. Deitamos na cama, sua pele parecia veludo, ela estava trêmula e ofegante, já alterada pelo whisky, aquela mulher de um só homem a vida toda agora estava em casa, na cama do casal, com dois estranhos. Pegou meu pau e ficou alisando, acariciando, talvez comparando com o do marido, o Pedrão se apresentou também e ela passou a bater duas punhetas e conhecer bem nossas picas. Deitado puxei sua cabeça em direção ao meu pau, ela resistiu um pouco mas após me olhar abocanhou timidamente enquanto Pedrão alisava suas coxas e aquele rabo delicioso. Cris assumiu o papel de puta e partiu para chupar o Pedrão deixando aquele bumbum virado pra mim. Chupei sua buceta e a cada toque da minha língua ela se contorcia e gemia , preparei meu pau, esfreguei na portinha,e comecei a penetrar com cuidado e carinho aquela delicia de mulher, a partir daí transamos em várias posições, sempre trocando com Pedrão, procurando dar a Cris o maior prazer. No momento mais esperado, Cris ficou cavalgando o Pedrão enquanto eu passava KY no rabinho dela, ela tremia, e gozava feito louca, Ela me chupou novamente deixando meu pau em ponto de bala para comer o rabinho dela, então meio que sussurrando pediu pra eu colocar com cuidado. Lina continuava fotografando, fria e indiferente ao nosso tesão, Atendendo a Cris, me posicionei atrás dela e apreciei aquela mulher deliciosa cavalgando o meu amigo, que rabo , que corpo, foi quando ela pediu pra eu colocar logo, me abaixei, o Pedrão parou de foder, abriu o bumbum dela me mostrando aquele rabinho rosado e brilhante , repleto de creme, encostei a cabeça e Cris se contraiu, alisei com o dedo, falei pra ela ter calma e relatar foi quando ela disse que nunca tinha feito sexo anal, perguntei se queria desistir mas ela me pediu paciência e que queria ir em frente. O Pedrão voltou a bombar e logo fui tentar novamente com mais creme, desta vez, coloquei dois dedos até ela se acostumar, tirei os dedos e encostei cabeça do pau, com dificuldade passou a cabeça e Cris voltou a se contrair , parei e pedi pra ela se contrair e prender o Maximo que pudesse para se acostumar com os dois paus, na buceta e no rabinho, e então mais relaxada começamos a fode-la com carinho e muito tesão , Lina não perdia uma pose, gelada como sempre, Cris passou a ter orgasmos seguidos, voltou a pedir para ser chamada de vagabunda, puta, biscate e em alguns minutos de Dupla Penetração aquela mulher gozou o que não conseguiu gozar com o marido no papai-mamãe durante todo o casamento. No final acabamos juntos e exaustos enquanto Lina O "robôt", ainda tirava fotos. Tomamos um banho, e antes de nos levar de volta Cris teve uma crise de choro que nos assustou muito. Superado o problema ela pediu desculpas e disse que nós fomos muito "legais" e muita coisa tinha acontecido na vida dela em pouquíssimo tempo, da traição à vinganças com prazer em dobro, da raiva, do ódio ela tirou forças para reagir e que nunca esqueceria aquelas noites, em que encontrou o marido com a puta e essa que se passando como puta teve os melhores orgasmos da vida. Quanto as fotos, ia apresentar ao marido dizendo que estavam quites, que nós dois eramos clientes que ela conseguiu na rua , na Augusta, e que havia cobrado bem barato feito puta de rua mesmo, agora poderia perdoa-lo . Lina nos mandou algumas das fotos, protegendo os rostos, para eternizar aquela transa.

.393. O NAMORADO DA MINHA AMIGAChamo-me Lílian tenho vinte três anos, morena clara, olhos castanhos e cabelos cacheados. Minha amiga Raquel me apresentou um namorado novo, um gato moreno, corpo definido, então gamei por ele na hora e disse pra mim mesma. "Eu quero esse homem pra mim!". Depois pensei mil maneiras de tê-lo me comendo, mas o cara parecia apaixonado pela Raquel. Como sou esperta tratei de inventar uma armação dos diabos para Raquel. Eu a convidei para uma festa e a entupi de bebidas, como ela não é acostumada ficou bêbada e um amigo meu, o Rodrigo a levou para casa dele, bêbada Raquel foi seduzida. Como estava tudo combinado eu levei o Bruno, namorado dela na casa do Rodrigo, com a desculpa de que ela havia passado mal e precisava de ajuda. Ao entrarmos, a porta estava aberta, vimos as roupas pelo chão... E do quarto vinha os berros e gemidos... "VAII... ISSO... METE..METE..ISSO.. VAI..HUNNNNN..." Raquel estava de quatro no chão sendo socada pela pica de Rodrigo que não perdoava aquele rabo e metia com muita força, como se quisesse rasgar aquela cadela ali mesmo. Bruno ficou olhando a namorada ser fodida de quatro, confesso que me excitei, Raquel é uma mulher de seus 28 anos e muito gostosa, ver aquela mulher nua de quatro com um macho enganchado no cu era uma cena linda. Eu dei um jeito de arrastar o Bruno dali sem que fossemos notados, já no carro Bruno guiava muito nervoso e repetia "Aquela cadela imunda, eu achei que ela fosse diferente das outras!", foi aí que resolvi investir dizendo "Todas as mulheres são putas... inclusive eu!". Ele me olhou incrédulo. Mas eu já havia ido longe demais e abri minha blusa expondo meu par de seios bicudos e disse "Venha! Tome meus seios!". Ele apenas olhou meus peitos apetitosos e sem dizer palavras parou o carro no acostamento, era noite e o lugar era ermo. Sem demora aquele homem estava me sugando os bicos rosados com muita gula, eu fiquei louca ao sentir aquela boca quente me chupando e me mordendo as mamas com tanta fúria, eu precisava daquele homem e ele de mim, ambos queríamos sexo selvagem. Bruno continuou a chupação e meus seios já estavam doloridos, mas eu estava amando. Nem me dei conta já estava sendo rebocada entre chupões e mordidas nos peitos e no pescoço para fora do carro, meu macho me deitou no capô quente e me inclinou de forma que meus seios e minha barriga queimassem no contato com o carro, estava tão excitada que nem liguei. Bruno levantou minha saia e abaixou minha calcinha de renda branca e a retirou levando ao nariz cheirou, em seguida começou a se despir liberando sua tora, ele se posicionou atrás de mim e eu me abri ao máximo, mas ele queria meu rabo. Colocou minha perna direita em cima do capô para eu ficar bem aberta para a sua pica, agora eu estava pronta para receber aquele mastro de aço bem no cú. Bruno posicionou a cabeça melada no meu buraco, e esfregou minha calcinha na minha cara, eu senti o cheiro forte da minha buceta, em seguida ele se arremessou feito um touro para dentro de meu carnudo orifício, me contraí toda por causa da dor forte, ele não ligou e continuou mais forte ainda rompendo as pregas do meu anel anal, nessa hora a dor foi tanta que eu gritei bem alto, era um grito de dor e prazer ele socou mais três vezes até se enterrar por completo no meio da minha bunda, eu gritei mais uma vez porem esse grito foi um grito mais de prazer que de dor, afinal é maravilhoso para uma mulher como eu sentir um pau grosso alargando meu cu apertado. Bruno parou para eu me acostumar com o tamanho dele, enquanto isso enfiou dois dedos gostosos dentro da minha xota, me cutucando e arranhando minhas carnes.. Não suportei e gozei feito uma louca. Depois de me ver gozando ele começou a se mexer dentro do meu rabo quente me chamando de puta, ele passou a retirar o tronco e socar de novo, tirava e socava com raiva... Tanta força... Ele gemia alto... "hunnn!Rabo gostoso!!!" "Hunnn.. toma do olho , sua vaca...""Hoooo... minha puta rabuda.. hun... toma... toma... toomaaa nesse cuzão gostoso...", Bruno delirava enquanto me fodia forte... Seus dedos loucos abriam minha vagina, apertavam meu grelo... Eu já estava na terceira gozada... Aquilo estava bom demais... Sentir aquele homem me rasgando o cu e me dedando a gruta... Eu estava no céu... Bruno continuou a me arrombar o buraco do rabo durante uns 15 minutos... Eu estava louca de desejo, minha face contraída de prazer, eu trinquei os dentes, e minhas narinas dilataram senti a corisa escorrer e os olhos virando... Eu estava fora de mim e ele apertava de forma perfeita meu clitóris inchado... Até que finalmente ele gritou alto e despejou sua porra quente dentro do meu rabo, ficou ali parado para depois se jogar sobre meu corpo... Ficamos um tempo jogados sobre o carro, nossos corpos molhados de suor, o sêmen de cheiro forte escorrendo pelas minhas pernas... Eu havia conseguido ser fodida na bunda pelo macho que desejei. Mas eu queria aquela tora de carne na minha buceta. Mas a enrabação foi perfeita, eu de fato cheguei ao clímax e isso foi ótimo. Naquela noite eu chegaria mais uma vez, e dessa vez receberia toda aquela tora bem dentro da minha buceta, mas isso eu conto depois... Sobre minha amiga, nunca me arrependi. Afinal eu desejei que aquele homem fosse meu e eu o tive. Raquel ainda deu umas trepadas com o Rodrigo depois sumiu de vista e desfizemos amizade. Eu continuo trepando e trepando... é muuuito bom...

.394. A ESCOLA DA SURUBA!Meu nome é Alice, tenho 26 anos, sou morena clara, seios grandes, corpo bonito, cabelos longos, simpática e sou casada. Meu marido se chama Marcos tem 30 anos e é um homem muito bonito, desejado por muitas mulheres. Quando fiquei grávida do meu segundo filho passei por maus momentos, como era uma gestação de risco tive que pedir ajuda a Carla, amiga do tempo de segundo grau e faculdade, para cuidar da casa e também do meu primeiro filho. Ela realmente se mostrou uma grande amiga. Como trabalhava somente das 8:00 ás 14:00 horas, passava o resto do dia em casa a me ajudar, às vezes até dormia lá. Após o parto mais complicações, fiquei mais de uma semana internada, e ela ali me ajudando. Como não tenho irmãs e ainda não tenho cunhadas, somente ela poderia estar ao meu lado, já que minha mãe mora em outro estado e não tinha tempo disponível Tanto sofrimento e preocupação me deixaram fria em relação ao sexo, fiquei quase um ano sem ter uma noite de prazer e sem dar prazer ao meu gato. É claro, um certo dia acabou acontecendo, descobri no bolso da calça dele uma evidência de que tinha estado em um motel. Fiquei arrasada, fui direto para a casa da Carla, ela assustada com meu estado ficou tentando me acalmar me dizendo umas verdades, acabou conseguindo. Cai na realidade, aceitei que Marcos, não era tão culpado assim, afinal ele mesmo já estava me cobrando e se mostrando insatisfeito com minha falta de apetite. Voltei para casa e fiquei calada, não toquei no assunto, na hora de deitar ataquei Marcos e me senti péssima transando com ele. Tinha consciência de que ainda o amava, mas o prazer não mais acontecia no sexo. Assim o tempo foi passando e minha vida sexual foi ficando cada vez pior, até que um dia..... Trabalho na filial de uma grande empresa aqui em Brasília, há pouco tempo atrás recebemos alguns colegas de São Paulo que vieram implantar um novo sistema de informatização. O chefe do grupo, um homem de 37 anos, alto, moreno,não muito bonito mas muito sedutor e charmoso, chamado Marcelo me deixou balançada. Fiquei impressionada como ele era delicado e direto nas cantadas que me dava, confesso que foi difícil me segurar para não cair nelas. No dia do retorno de Henrique para São Paulo ele me contou que haveria um treinamento na sede da empresa, que eu iria participar juntamente com mais duas pessoas da filial Brasília. Como foram longos os dias de espera. O tempo foi passando, conversei algumas vezes por telefone com Marcelo e sempre ficava excitada, às vezes transava com Marcos pensando que era Marcelo, isso ajudou meu casamento, mas ainda estava longe de ser o de antes. Finalmente estava no dia de viajar, já tinha acertado com meu marido a programação das crianças com a empregada e pedi a Carla para dar uma um apoio para Marcos. Na parte da manhã fiz umas compras, é claro que encontrei lindas peças íntimas e fui vestida de forma muito elegante. No desembarque, eu e meus colegas de treinamento fomos recebidos por Marcelo,ele brincou com a gente dizendo que os outros participantes foram para o hotel de táxi, mas fazia questão de ir nos levar para o hotel. Mais uma cantada sutil, pois eu sabia que ele falou se referindo a mim. Fomos para o hotel, ele tomou uns chopps com a gente e foi para casa. Pela manhã um carro foi nos buscar, no final do dia Marcelo ofereceu carona para os "brasilienses", meus colegas tinham outros compromissos e eu acabei indo só com ele. Antes paramos em um agradável bar e ficamos bebendo vinho branco e beliscando algo, já era mais de 9:00 da noite quando saímos para o hotel. Na portaria ele me perguntou se eu tomava mais um cálice de vinho, aceitei e o convidei para beber no meu apartamento, ele deu um sorriso lindo e disse que não havia lugar melhor. Mil pensamentos passaram pela minha cabeça, estava excitada como há muito tempo não ficava, pensei em meu marido e deu um arrependimento, mas como lembrei da traição dele acabei indo as nuvens. Quando entramos, ele pediu para usar o banheiro, enquanto isso eu fui servir nosso vinho. Estava com vontade de também usar o banheiro, trocar de roupa, assim que ele saiu eu entrei, fiz o que tinha que fazer e sai com um ar de sacana no rosto e vestida com um short e uma blusa bem folgada. Realmente estava disposta a levar adiante minhas intenções. Conversamos mais um pouco, bebemos e quando dei por mim já estávamos nos beijando, senti sua língua penetrar minha boca profundamente, começamos um a tirar a roupa do outro, foi quando pude ver e pegar seu cacete, foi uma loucura, pela primeira vez depois de casada eu tinha um cacete de outro homem em minhas mãos. Abocanhei aquela pica e chupei por um bom tempo, ele gemia e pedia para eu engolir o máximo possível. Depois me deitou na cama chupou meus seios, minha xoxota, e iniciamos um gostoso e louco 69, rolamos na cama, eu ficava por cima, por baixo, de lado. Já estava gozando como há muito tempo eu não gozava. Finalmente o senti dentro de mim, parecia minha primeira transa, eu gritava, mordia meus lábios e gozava muito. Após me comer no papai-mamãe e de quatro, ele sentou na cama e me colocou sentada em seu cacete e ficamos assim um bom tempo, nos beijávamos e eu ficava rebolando naquele pau gostoso enquanto ele dava lentas estocadas, ele gozou dentro de mim. Gritei como uma louca. Ficamos nos beijando e trocando mil carícias, nunca tive meus seios tão acariciados e chupados, infelizmente tivemos que nos separar, ele tinha que voltar para casa. Ainda brincou dizendo que tinha que guardar um pouco para Cristina, sua esposa. Tive inveja, afinal ela passaria a noite com um homem muito gostoso. Amanheceu a quinta-feira, estava super feliz, não via a hora de transar com ele outra vez. Depois do treinamento, ele me apresentou sua esposa. Bela mulher, seios menores que os meus, cintura acentuada, pernas bonitas, cabelos e olhos negros e um bonito sorriso. Fiquei sem graça, ele percebeu e me fez ficar bem à vontade. Ela perguntou se eu gostava de comida chinesa, sendo positiva minha resposta eles me deixaram no hotel para me arrumar, iríamos jantar fora e depois dar uma volta. Passado mais de uma hora eles voltaram para me buscar, eu estava um pouco confusa e triste pois queria ficar com ele e pelo jeito parecia não ser possível. Imaginei que ela estava marcando em cima, devia ter desconfiado da noite anterior. Ela realmente era uma mulher muito bonita e vestida de forma muito sensual, mas modéstia à parte eu não ficava atrás. Fomos a um maravilhoso restaurante chinês, de lá seguimos para uma boite e dançamos por várias horas. Em certo momento, ele começou a me beijar e fazer carícias mais ousadas. Disse a ele que parasse pois estava sem graça, ele mandou eu olhar para ela, fiz isso e ela deu uma piscada muito sensual e sacana. Voltando para a mesa ela me colocou bem relaxada ao me contar que sabia da noite anterior e gostaria de me ver transando com ele. Nunca pensei nisso, sexo a três era muito para mim, mas quem cala consente. Saímos da boite, Cristina foi dirigindo enquanto eu e Marcelo ficávamos nos atracando no banco traseiro do carro, ele chupava meus peitos, e eu chupei sua pica deliciosa, e não acreditava que ela estava bem ali vendo tudo. Quando me dei conta já estávamos na entrada de um motel, entramos na suíte e caímos na cama, ele me despia e ela ficava sentada vendo tudo e alisando a xoxota. Ele pediu a participação de Cristina e ela na se fez de rogada, veio para a cama e começou a beijar e se enrolar com ele, em certo momento ele me pegou por trás, eu de joelhos e ele a me penetrar, ela se deitou de costas na cama abocanhou meus seios e depois foi com a boca na minha bocetinha, pela primeira vez eu sentia uma mulher a tocar de forma íntima meu corpo. Era maravilhoso ser penetrada e chupada ao mesmo tempo, foi ai que Marcelo começou a me empurrar para baixo e pediu para eu chupar a Cristina, nunca tinha feito isso antes, confesso ter tido um pouco de nojo mas adorei o gosto de uma mulher. Estava sendo maravilhoso ser chupada por ela, estar chupando e ainda sendo penetrada pelo gostoso cacete dele. Ficamos assim por muito tempo até ele gozar dentro de mim, após o gozo ele a deixou me sugando, ela sugava cada gota da porra que escorria da minha boceta. Ainda estávamos no 69 quando ele mandou ela ficar por cima, vi quando ele lambeu o cuzinho da mulher e depois de passar algum gel lubrificante, meteu com vontade na bunda dela. Era uma loucura ver de tão perto ela ser enrabada com maestria. Eu já havia tentado dar a bundinha para meu marido mas nunca consegui, fiquei alucinada vendo ela aceitar com facilidade e tesão. Parei de chupar boceta e engoli quase todo o saco do Marcelo, ele gozou pela segunda vez, eu já tinha perdido as contas de quantas vezes tinha gozado. Adormecemos, acordei com ele comendo Cristina, dei um longo beijo na boca de cada um e perguntei como ela conseguia dar a bunda com tanta facilidade. Ela gemendo respondeu que era só relaxar, resistir por uns instantes a dor inicial e aproveitar, pois depois de passar a dor, tudo fica uma delícia. É claro que na mesma hora Marcelo quis comer minha bunda, senti vontade de dar, mas ainda estava com medo e ele não forçou a barra. Comeu minha xana enquanto Cris me beijava e sugava meus seios, e eu os dela. Meteu na Cristina outra vez e acabou gozando dentro da boca da esposa, que logo após receber o jato de porra me beijou repentinamente. Pela primeira vez senti o gosto de porra. Não gostei muito mas foi super excitante. Bom, ai terminou a festa, eles me deixaram no hotel e foram para casa se preparar para sexta-feira. O treinamento só acabaria no sábado as 18:00 horas. Já na empresa Marcelo disse que eles iam deixar os filhos na casa dos avós, que era para eu fechar a conta ao meio-dia, pois ficaria hospedada na casa deles no final de semana. Comentei com meus colegas de Brasília que estava saindo do hotel para ficar na casa de uns parentes, é que eles ficariam no hotel até domingo dia do churrasco de despedida do grupo. Na hora do almoço fomos ao hotel fechar a conta e pegar minha bagagem, no caminho a conversa foi sobre o que havia acontecido, contei a ele que nunca tinha pensado em fazer algo semelhante e que muito menos imaginava que eles fossem tão liberais assim. Ele me contou que logos após o casamento eles tiveram a primeira experiência, gostaram continuaram fazendo. Foi ai que ele me perguntou se eu gostaria de conhecer uns amigos e amigas, todos adeptos do sexo grupal, com segurança e respeito, assim como eles. Fiquei pensativa, perguntei se ele aceitava Cristina com outros homens, ele respondeu que sim, gostava muito, que várias vezes ela tinha ficado com ele e outros homens. Fiquei curiosa em saber como era ficar com vários homens. Disse para ele que uma vez, quando foi ao motel com Marcos, vi um filme onde uma garota transava com muitos rapazes, tinha achado interessante mas nunca tinha pensado em fazer, mas que agora isso estava me fazendo ficar doidinha. Perguntei se ele tinha como marcar uma festinha para nós com vários homens pra mim e para Cris.. Ele respondeu que teria que fazer alguns contatos, pois o grupo que eles conheciam tinha o costume de se encontrar na última sexta-feira de cada mês, o que não era o caso. No que eu disse com um sorriso maroto: - Então faça seus contatos. No final do dia, enquanto íamos para casa dele, ele me contou que Cristina tinha adorado minha idéia e já estava tudo pronto para o sábado na mesma boite. Fiquei super animada. Como deveria ser uma transa com muitas pessoas? Eram 8:30 da noite de sexta-feira quando Cristina me chamou para dar uma saída com ela, ela ia fazer umas compras no shopping e passar na casa de uma amiga. Marcelo iria levar os meninos na casa dos avós durante esse tempo. Depois das compras passamos na casa da tal amiga, Marta, pessoa muito simpática, divertida, uns 35 anos, loira, seios e bumbum grandes, bonita e charmosa. Cristina me apresentou a ela como "minha amiga de Brasília que te falei". Marta sorriu, fez uns elogios carinhosos e nos serviu um pouco de vinho branco, no vídeo tinha uma fita pornô com mulheres transado entre si. O clima começou a esquentar e as duas já trocavam carícias bem ousadas. Eu estava paralisada, observando as duas, quando elas começaram a me beijar e despir. Ficou uma loucura, três mulheres em uma cama se chupando, esfregando xoxotas, dedos e viradores agindo como homens. Foi muito bom quando fiz o papel de homem e com vibrador de cinto, comi uma de cada vez. Depois Cristina com muito carinho me comeu, Marta me lambeu, beijou e chupou por inteira. Chegou a hora mais inesperada, Cris disse que ia me ensinar a dar a bundinha pois no dia seguinte não seria possível eu fugir dessa tarefa. Com muito carinho das duas eu fui enrabada pela primeira vez na vida até o fim, gozando muito por sinal. Era penetrada e sugada ao mesmo tempo, depois de sentir o gozo anal, lambi por muito tempo a boceta de Marta. Quando terminei brinquei dizendo estar muito bem preparada para dar a bunda pelo resto da minha vida e arrependida de não ter dado antes. Tomamos banho as três juntas, foi mais uma sessão de carinhos, beijos e lambidas. Assim terminou a visita a casa de Marta. Ao chegarmos em casa Marcelo estava a dormir o sono dos "justos", fizemos o mesmo, e assim acabou a noite. O sábado transcorreu como o esperado, mas eu não via a hora de irmos para a boite onde eu poderia conhecer os amigos de Marcelo e Cristina. Nos preparamos de forma bem sensual, vestidos curtos e decotados. Chegamos na boite às dez horas, ficamos um pouco longe da pista de dança, minutos depois chegaram Ricardo e Silvia, aproximadamente 30 e poucos anos, ele alto, charmoso e muito educado, ela chamava atenção pelo tamanho dos seios e da bunda. Um verdadeiro corpo de violão. Mais um pouco, Sávio e Estela nos faziam companhia, casal interessante, ele bem alto, quase 1,90m e ela pouco mais 1,60m, ambos bonitos e charmosos. Ficamos na boite até uma da manhã e saímos direto para a casa dos meus anfitriões. Lá chegando Cris fez uma proposta para todo mundo. Disse que como era a minha primeira vez com mais de um homem, seria justo eu aproveitar ao máximo, que ela, Silvia,e Estela ficariam juntas a transar e a observar seus maridos me comendo. Todos concordaram e eu fiquei assustada, afinal teria que suportar três de uma só vez. Música tocando, bebidas servidas e os três sentados como reis da noite, elas carinhosamente foram me despindo, beijando e acariciando todo o meu corpo. Quando elas me deixaram eles já estavam nus e prontos para me comerem. Primeiro dei um longo e molhado beijo em Marcelo, os outros dois mordiam e lambiam minhas costas, pernas e bunda. Agachei-me e engoli a vara do Marcelo, um deles se deitou por baixo de mim e começou a lamber minha xana, Marcelo tirou o pau da minha boca e entrou outro, percebi que era bem maior que o dele. Fui colocada, de costas, no enorme sofá e fui penetrada por Sávio, o segundo que chupei, achei lindo ser metida por um caralho gostoso e grande, e ter dois para chupar. Olhei para o lado e vi as três amigas se deliciando com a cena ao mesmo tempo em que transavam. Após uns minutos Sávio voltou a meter em minha boca e Ricardo meteu em mim. Marcelo sugava meus seios. Fui colocada de quatro no sofá, agora era Marcelo que me comia enquanto eu chupava os outros dois, cheguei a ter os dois na boca ao mesmo tempo não sei como. Ricardo deitou no sofá e me mandou sentar na pica dele, assim fiz. Marcelo enfiou na minha boca e Sávio passou a beijar minha nuca, costas e foi descendo até passar a língua no meu cuzinho, fiquei louquinha de tesão. Para minha surpresa ele meteu aquele cacete bem grande na minha xana. Dei um grito alto que foi abafado por Marcelo que meteu mais fundo, indo quase até a garganta. Estava delirando com dois cacetes indo bem fundo dentro de mim. Tudo ia acontecendo e eles me chamavam de todas as maneiras, putinha, safada, gostosa, piranha, etc, etc... Neste ponto da história Marcelo disse para mim que fazia questão de ser o primeiro a comer minha bunda. Sávio saiu de dentro de mim e Ricardo também, para minha surpresa Marcelo falou para eu sentar na pica do Sávio, assim fiz. Era a primeira vez que eu dava a bundinha para uma pica de verdade e já era numa dupla penetração. Eu gritava de tesão e dor, pudera uma pica enorme na frente e outra na bunda. Ricardo mandava eu chupar seu cacete e saco, depois ele trocou de lugar com Marcelo e meteu de forma bruta mas deliciosa no meu cu. Algum tempo depois Sávio falou que era a vez dele comer meu cuzinho, fiquei assustada e disse que não, que era muito grande. Eles riram e disseram que não tinha mais jeito, que não seria justo ele sair de lá sem ter me enrabado. Olhei para minhas amigas e elas nem ai para o que acontecia, estavam se chupando e se esfregando umas nas outras. Aceitei, sentei no pau de Ricardo, engoli o do Marcelo e esperei a tora entrar. Ela foi entrando e eu gritando e gozando. Deliciava-me com tudo que acontecia, depois uns minutos senti o sabor da porra de Marcelo invadir minha boca e garganta, era a primeira vez que um homem gozava em minha boca. Os dois continuavam a meter com força, senti duas bocas , um em cada seio, me chupando, Cris me deu sua boceta para chupar e assim fiz. Senti minha bunda e boceta serem preenchidas pelo gozo dos meus homens, quando eles me largaram, elas começaram a me lamber e chupar de forma forte e intensa, queriam engolir cada gota de porra despejada dentro de mim.. Adormeci, quando acordei vi Ricardo se deliciando com Cris e Estela, enquanto Silvia se divertia com Sávio e Marcelo. Não acreditei quando vi que ambos metiam na bunda de Silvia, era uma loucura o que estava acontecendo. Passamos o final da madrugada e o domingo na maior putaria. Fui gozada pelos três na frente, atrás e na boca. Antes dos casais irem embora Marcelo cobrou de Cris uma promessa, fazer com Sávio e Ricardo o mesmo que Silvia tinha feito, ou seja, dar a bundinha para dois ao mesmo tempo enquanto ele ia gozar na boca de Cris. Ela um pouco contrariada aceitou. Sentou na pica de Sávio, Ricardo foi metendo por trás e o marido dela meteu em sua boca. Ela chorava, gritava mas em momento nenhum pediu para eles pararem. Eu, Estela e Silvia ficamos vendo e nos deliciando com aquilo. Fico toda nervosa só de pensar que ainda terei que fazer isso. Assim terminou meu primeiro final de semana fazendo suruba. Tudo em mim doía mas eu estava super feliz. Eu e Marcelo nem fomos ao churrasco de confraternização de nossa empresa, não havia sangue para tanto. Segunda de manhã voltei para Brasília, fui direto para o serviço, depois para casa, quando encontrei Marcos falei que estava morrendo de saudades dele e que ele ia ter que me matar de tesão. De noite gozei como louca ao trepar com ele. Descobri que sou super tarada em sexo, adoro suruba e não consigo passar muito tempo sem ter dois ou mais homens a meter em mim Daí para frente muitas coisas aconteceram, Carla agora mora com a gente e Marcos tem duas mulheres. E como isso aconteceu, vou contar depois, em poucos dias.

.395. O BURACO NA PAREDE DA VIZINHA!Meu nome é Marcello tenho 23 anos, sou loiro, 1,85m e 83Kg. Tenho que confessar que sou muito tarado, e sempre toco uma punhetazinha pensando em alguma gata que vejo ou falo durante o dia. Fantasio tudo o que vocês podem imaginar, tiro a roupa da mulher somente com o olhar, e pelos meus cálculos já comi umas 2000 mulheres só em punheta, é uma maravilha...rss Moro numa casa que é colada a outra em Copacabana. Tinha uma vizinha chamada Sabrina. Ela é loira de olhos verdes, tem 1,68m e tem uns peitões lindos, sem falar do rabo delicioso também, era linda. Ela é minha vizinha de casa e de parede também, pois do meu quarto pro dela so existe uma parede de compensado, muito fina, deve ter mais ou menos 1CM de espessura, e dava para escutar quase tudo, desde a conversa dela no telefone, até ela gemendo quando levava homem para o quarto dela. Eu ficava maluco e tocava uma punheta a cada foda dela. Por isso fiz um buraco com uma furadeira atrás do armário dela, o que me permitia ver ela trocando de roupa e passando crenes e até fodendo quando a porta do armário estava entreaberta, o que não era tão raro de acontecer. Até que um dia cruzei com minha vizinha, eu estava sem camisa porque estava suado porque tinha acabado de malhar na academia e ela me parou e disse boa noite gato. Eu fiquei maluco, pois nunca tinha parado para falar com ela, já que nossas rotinas e horários não eram compatíveis. Eu já era intimo dela por escutar as conversas dela e as transas também, mas daí para ela me chamar de gato foi uma surpresa que me deixou de pau duro. Ai respondi - oi Manoela! Ela ficou meio espantada e disse - como é que você sabe meu nome. Fiquei meio confuso e disse que tinha escutado ela conversando na rua com alguém, e que ela tinha falado o nome para essa outra pessoa. Ai ela cheia de malicia falou assim - Ah bom, pensei que você estivesse me vigiando - e deu um sorrisinho misterioso. No final nos despedimos e ela falou - Tenho que ir porque tenho aula agora, tchau. E eu despedi dela e fui logo pra casa tocar uma punheta imaginado aquela deliciosa mulher chupando meu pau e tudo o que era possível. Passou uma semana, uma sexta feira ela estava chegando em casa e eu também estava chegando junto. Dei boa noite pra ela e ela fez o mesmo. Entrei no meu quarto correndo para ver ela trocar de roupa pelo buraco da parede, quando ela liga o som do quarto e poê uma musica meio romântica e começa a dançar simulando um encontro e tirar a blusinha, depois o sutiã deixando aqueles peitos lindos a vista, e eu vendo aquela imagem linda e com o pau na mão. Depois ela começou a tirar a mini saia justinha que estava usando e por ultimo ela tira a calcinha, nisso minha pica já estava latejando muito. Fui quando ela começou a se masturbar com o dedinho na grelha e passando a lingüinha nos seus peitos que estava segurando com a outra mão, e se olhando no espelho. Eu fiquei maluco e gozei na parede mesmo, pois não podia perder aquele momento lindo daquela vizinha deliciosa com a xoxotinha aberta se olhando no espelho e se deliciando com o dedinho na xoxotinha. Com a cena que vi acho que toquei umas dez punhetas naquela semana. Passou mais um tempo e eu e minha já nos falávamos com freqüência quando nos cruzávamos pela rua. Eu já fazia até fiu-fui quando ela vinha na minha direção, e ela adorava e começava a rir meio sem graça. As vezes eu me empolgava e falava - La vem o espetáculo da minha vizinha. E ela falava - Você é abusado garoto, mas eu prefiro ser elogiada do que ser ignorada. Eu ficava louco como sempre, e falava pra ela - Obrigado meu deus por colocar essa vizinha no meu caminho. Ela somente ria e não falava nada. Um dia estava lendo um livro na cama do meu quarto até que escutei ela chegando em casa, mais ou menos umas 11:00hs da noite. Ela deve ter bebido algumas pois chegou falando no celular com alguém, conversando alto e com a voz bem enrolada, fiquei curioso e encostei meu ouvido na parede de compensado e ela estava falando um monte de besteiras tipo: Adorei aquele cara porque ele me agarrava muito gostoso, etc... Papo vai, papo vem, ela fala com a pessoa que devia ser uma amiga intima, estou louca para dar um beijo na boca do meu vizinho e começa a rir no telefone. Fiquei maluco e quase derrubei a parede..rsss No dia seguinte eu estava indo para a praia quando cruzei por ela, e ela estava com uma cara de ressaca. Foi ai que falei - A noite deve ter sido daquelas ontem heim!? Ela falou sem sorrir e enigmática - Poderia ter sido melhor. Eu perguntei porque é lógico! Ela falou que bebeu e que estava esperando um cara e que ela não apareceu. Pensei, que sacana, poderia ter me proporcionada uma espionada boa, mas tudo bem. Sem muita pretensão chamei ela para sair a noite. Para minha surpresa ela disse que ia sair com uma amiga se melhorasse e que já tinha pensado em me chamar para ficarmos conversando, já que nos conhecíamos mais ou menos bem. Falei - é uma boa eu te ligo mais tarde, me da seu telefone. Ela me deu, huruuuuu!!!! De noite liguei pra ela e ela combinou com a amiga de irmos a um barzinho nos três. Beleza! Antes de sair toquei uma punhetinha para não sair com a pistola totalmente carregada..rss Fomos ao barzinho, papo vai papo vem ela e a amiga começam a falar de sexo, desilusões e eu olhando para o peito da minha vizinha. A amiga da minha vizinha encontra um amigo e vai conversar com ele, e eu cantando a minha vizinha deliciosa. A amiga da minha vizinha falou que ia embora com o cara que estava conversando e eu adorei a idéia. Maravilha!!!!! Paramos de beber e voltando pra casa eu dou um beijo gostoso na minha vizinha. Comecei a passar a mão nos peitos da minha vizinha ela deixava, ai eu comecei a beijar seu pescocinho e ela só gemia e não falava nada. Foi quando eu falei vamos la pra casa, e minha vizinha respondei, vamos para minha porque eu fico mais a vontade. Fomos pra casa dela então. Chegando no quarto dela ela começa a me beijar e tirar minha camisa e eu não perdi tempo já comecei a beijar seu pescocinho e tirar sua blusinha e seu sutiã. Minha vizinha estava com um fogo delicioso e enquanto eu comecei a chupar os peitos deliciosos dela, ela gemia e ajeitava a cama dela para deitarmos. Deitamos na cama meu peito esfregando no peito dela e ela mordendo meu queijo e eu passando a mão naquele rabo gostoso dela e ela falando - Você quer me comer é safado, mas não vai não. Eu só respondia - Vou te comer sim porque você quer uma rola sua safada, putinha, cachorra. Enquanto eu chupava os peitos deliciosos dela , ela falava - Me chama de putinha - O que eu sou mesmo. Eu falava - Você é putinha porque adora uma pica na xoxotinha, adora sentar numa rola. Eu pedia para eu continuar falando. Fui falando besteiras e lambendo aquele corpinho até tirar a calcinha molhadinha dela com os dentes. Hmmmm que delicia aquela cena, minha vizinha se contocendo e ajudando a tirar a calcinha que estava nos atrapalhando. Só foi ela tirara a calcinha para eu abrir a perninha dela e cair de boca naquela xoxotinha deliciosa. Comecei a lamber o clitóris dela, lambendo de cima pra baixo sugando aquele liquido da xoxotinha dela. Hmmmm falei _ que delicia de xoxotinha molhadinha, ela se contorcendo pediu para eu não parar e ela puxava minha caber poara dentro da sua xoxotinha que estava muito molhadinha. Eu lambia sua xoxotinah e enviava um dedo na xaninha e outro no cuzinho dela, e ela gemendo que nem uma cachorrinha no cio. Daí eu virei de lado e tirei minha cueca e pegeui a mão dela e ela começou a tocar uma punheta gostosa. Vi que ela não estava tomando atitude de colocar na boca, comecei a bater com a minha rola no rostinho dela e mandei ela chupar. Ela disse primeiro que não, mas eu puxei sua cabeça na direção do meu pau e falei - Engole minha rola sua vadia. Ela não falou nada e começou a chuapr e olhar nos meius olhos, e falar - Você gosta que eu chupe sua rola gosta? Fiquei com a rola latejando de tesão e mandei ela chupar tudo porque minha rola era toda dela. Ela lambeu meu pau desde o saco até a cabeça com aquela lingüinha deliciosa e me olhando falou - Quero seu leitinho dentro da minha boca agora. Fiquei louco de tesão e cai de boca na xoxotinha dela denovo, e ficamos num 69 delicioso até que ela começou a tremer de tesão e falou vou gozar seu safado gostoso, e eu falei que ia gozar na boquinha dela também. Ela engoliu minha rola como uma bezerra querendo leitinho e eu estava com a língua dentro da xoxotinha dela quendo ela começou a apertar as pernas querendo sair dali e tanto prazer, e eu segurando ela e chupando todo aquele caldinho de buceta, e ela tremia que nem uma cadela de tesão quando eu jorrei leituinho na boca dela enquanto ela gemia com minha rola na boca jorrando e sua perna tremia de tanto tesão. Depois disso caímos cada um para um lado de satisfação. Fui muito gostoso disse ela, e eu concordei, mas falei que íamos transar muito ainda. Ela pediu um tempo para se recompor. Falei tudo bem, e acabamos dormindo daquele jeito mesmo. No dia seguinte eu levantei e fui pra casa e ela ficou deitada dormindo que nem um anjinho na cama dela. Quando era mais ou menos 12:00hs ela aparece la em casa dizendo que foi maravilhoso e que queria mais. Ai falei que ia tomar um banho pois estava totalmente sujo e ela ficou me esperando no quarto. Quando terminei o banho ela estava sentada na minha cama lendo livro que eu estava terminando de ler. Eu cheguei de toalha e de pau duro só de imaginar ela chupando minha rola de novo. Mas eu ia tirando a toalha e ela falou que ia na faculdade e que mais tarde voltaria e quando viu que meu pau estava duro falou - Nossa eu tenho que ir porque se não eu não vou resistir e foi saindo. Mas quando ela saiu do quarto eu fiquei pelado para me secar e ela voltou e disse - Me da só um beijinho para eu ir tranqüila. Eu estava maluco de tesão e quando comecei a beija-la puxei para dentro do quarto de novo. Já que eu já estava pelado fiquei assim mesmo, e comecei a chupar os peitos dela e ela resistindo e falando que tinha que ir na aula, mas eu não deixei ela sair e jogueio ela na cama e comecei a chupar seu peitos e ela me empurrando e rindo - Não seu tarado. Arranquei sal blusinha e chupei muito aqueles peitos e ela só falava - seu tarado, vai me estuprar vai. Eu falava - Vou se você não me der essa bucetinha. Ela então começou a me provocar - Hmmmm seu safado você quer minha bucetinha quer? Nisso ela começou a morder meu pescoço e eu chupando ela até começar morder a xoxotinha dela por cima da calma apertadinha que ela estava usando. Ela falava _ seu cachorrão, vc não vai conbseguir tirara minha calça, vai? Eu ficava com mais tesão e lambia a calça dela por cima e dava para sentir aquele cheiro de xoxotinha molhada, querendo rola. Foi quando eu abri os botões da calca dela jóquei ela de lado e tirei a calça dela na força, com calcinha e tudo. Ela só me provocava - Vem seu safado, quero ver se vc consegue me comer, vem. Já estava louco de tesão, fui quando eu falei - Vou colocar minha rola na sua boca para vc ficar quietinha. Ela provocando falou - Na minha boca entra nada agora. Peguei ela pelo cabelo e puxei até minha rola que estava insuportavelmente dura. Enfiei minha rola na boca dela e enfiava fundo controlando pelo cabelo dela. Dava tapinhas na cara dela e falava para ela engolir tudo. Ela fazia tudo o que eu mandava e gemia que nem uma loba. Foi quando eu joguei ela na cama e a virei de quatro. Minha rola estava latejando e comecei a meter nela de quatro e ela dizia - Vem taradão mete essa rola na minha xoxotinha . Metia em quanto puxava seu cabelo. Sentia minha rola bater no útero dela. Falava - Toma sua vagabunda, toma minha rola. E ela gemia como uma putinha. Foi quando ela falou - Vou gozar na sua rola seu safado. Eu continuei metendo e ela começou a se contorcer e gosar, e eu metia e puxava o cabelo dela com força. Eu falava Não mandei parar de gozar sua putinha e ela gemia e gozava mais e eu metia mais ainda. Foi quando ela falou - Não agüento mais seu safado. Falei então - Vc quer leitinho então toma sua putinha, vadia... ela virou e começou a chupar meu pau como uma vadia, e eu falei - Vou gozar. Ela continuou chupando até sair a primeira jorrada, e quando eu estava gozando ela fechou o olho e falou goza na minha cara seu safado. Eu jorrei durante um minuto naquela carinha linda e ela depois disso continuou chupando minha rola até ficar murchinha na boca dela. Ela só falava que estava delicioso o gosto da minha rola.

.396. KIARA BRINCA DE MÉDICO!O primeiro mês de férias já estava passando e até que eu estava aproveitando bem, descansando bastante dos estudos e me divertindo muito com o meu primo, os meus vizinhos e os meus amiguinhos, na segunda quinzena do mês, a emprega saiu de férias e tirou 30 dias de folga, com isso eu ficava praticamente o dia todinho sozinha em casa, meus pais saem para trabalhar as oito da manhã e voltam somente às depois das 18h, com o dia inteiro livre, ficava lembrando dos momentos que passei junto dos meus amiguinhos virtuais, para passar o tempo, às vezes ficava na net ou ficava ouvindo música e vendo filmes, numa terça-feira comecei a pensar em meus amiguinhos da academia e resolvi depois da aula de malhação chamar o Daniel para vir até a minha casa e pedi que ele fosse com o Júlio, pois eu estava com muita saudades dos dois, Daniel logo percebeu as minhas intenções e não perdeu muito tempo, umas duas horas depois chegam em minha casa os meus dois tesãozinhos, os recebi na porta com deliciosos beijos na boca e os levei para o meu quarto, pois no momento que eles chegaram eu estava me exercitando e faltava ainda 10 minutos de exercícios, continuei pedalando na bicicleta ergométrica, vestindo um shortinho e um top, os dois estavam de short e camiseta e tinham um olhar deliciosamente mal intencionados, os dois sentaram-se na minha cama e eu voltei para a bicicleta, observando-os com muita atenção, Daniel logo me elogiou: "Você a cada dia fica mais gostosa, estamos com saudades desse seu corpinho gostoso!", já me sentindo bem taradinha lhe disse: "Hoje vocês vão poder matar toda a saudades que estão sentindo!", percebi que Júlio afastava as cobertas para se acomodar melhor, disse-lhe: "Coloque as cobertas na gaveta em baixo da cama!", ao fazê-lo, Júlio acabou descobrindo um dos meus "segredinhos", ele deu de cara com a minha calcinha erótica que tem dois vibradores dentro, essa foi o momento para começarem as gracinhas, Daniel fingiu ter ficado chocado e perguntou: "Kiara, o que é isso?", lhe respondi com uma risadinha gostosa: "É meu brinquedinho!", aproveitando a deixa, Júlio provocou dizendo: "Você tem brincado muito com ele?", lhe respondi com toda a sinceridade: "Não, eu usava muito quando tinha meus 15 e 16 anos, agora tenho meus amiguinhos para brincar comigo!", Daniel se intrometeu rápido e disse: "Hum, que tal brincarmos um pouquinho agora, então?", um calor me subiu pelo corpo ao ouvir aquilo e desci imediatamente da bicicleta. Sentei entre os dois e lhes propus dizendo: "Vamos brincar de médico, eu sou uma médica urologista e vocês são meus pacientes!", Júlio mostrou seus reflexos e levantou primeiro, em pé à minha frente, abaixou o short e fez cara de sério, como se estivesse mesmo em um consultório, envolvida pela situação, segurei seu cacete ainda mole, e fingi examiná-lo, bastou massageá-lo por um instante, para que crescesse e ficasse rígido como pedra, dessa maneira, pude rever as dimensões daquele colosso, bem maior que meu vibrador, entrando totalmente na brincadeira eu lhe disse: "Hum, o senhor é muito bem dotado, qual é o seu problema?", Júlio foi maldoso na resposta: "Eu tenho dificuldade para ejacular!", bem taradinha lhe perguntei: "Você quer que eu resolva este seu problema de ejaculação?", diante da sua confirmação, com a mão levantei seu pau e lambi o saco lentamente, Júlio arrepiou-se, delicadamente abocanhei suas bolas, uma a uma, causando-lhe tremores, o máximo que ele conseguia dizer era: "Ah, doutora, ah!", quando seus gemidos aumentaram, segurei o caralho bem firme e passei a chupar sua cabecinha, ao mesmo tempo em que o masturbava, comecei a sentir um líquido docinho sair timidamente do seu caralho, o gostinho de caralho na minha boca me excitou ao extremo, acelerei as chupadas, em pouco tempo Júlio começou a gritar, tremer e finalmente explodiu, gozando uma quantidade enorme de porra na minha boca, apesar do meu esforço, o cacete escapara no meio da ejaculação e acabei ficando com o queixo todo melado, lambendo os beiços disse para Júlio: "Acho que seu problema está resolvido!", Júlio todo satisfeito sentou-se novamente em minha cama. Daniel que apenas acompanhava, se levantou, eu nem deixei que abrisse a boca, e já lhe perguntei: "E o senhor, qual é o problema?", Daniel quase rindo, me respondeu: "É que o meu órgão sexual fica permanentemente ereto!", eu sorri de volta e apalpando-o por sobre a calça, disse: "Hum, muito interessante, vamos fazer um exame detalhado!", tirei seu short e beijei a cabecinha de seu cacete, já bem louca de tesão, lhe pedi: "Traga aquela cadeira e sente-se, que o exame já vai começar!", rapidamente, Daniel pegou a cadeira aos tropeções e sentou, o seu cacete estava bem duro e pronto para a ação, eu em pé em sua frente, virei de costas para ele e comecei a abaixar meu shortinho vagarosamente, enquanto olhava o pau de Júlio já se recuperando, sabia que Daniel aguardava ansioso, já totalmente peladinha, voltei minhas atenções para Daniel, abri minhas pernas sobre seu colo e sentei no cacete duro de uma só vez, embora Daniel não seja muito avantajado, seu caralho encaixou bem em mim, comecei a rebolar bem gostoso em seu cacete, tentando sentir a profundidade e a grossura dentro da minha xoxota, Daniel já bem louco de tesão, de vez em quando, falava: "Isso, rebola em cima do meu pau, rebola bem gostosinho!", nesse momento, fui surpreendida por uma pressão no meu cuzinho, era Júlio que tinha se aproximado e agora tentava penetrar o seu dedinho no meu cuzinho, sem nenhuma cerimônia, eu parei para que ele pudesse encontrar o buraquinho direitinho, lentamente enfiou somente um dedo, aos poucos começou a mexer o dedo dentro do meu cuzinho, me deixando louca de tesão, já sem controle, voltei a subir e descer no pau de Daniel, apertando aquele cacete quente e vibrante, o dedinho dentro de mim temperava a trepada e não pude controlar, bem taradinha ia dizendo: "Hum Daniel, me fode bem fundo, me come bem gostoso, ai meu cuzinho, huuuum!", Daniel me agarrou firme pela cintura e passou a forçar mais a penetração, tinha a impressão que seu pau batia no meu útero, fiquei a cada segundo mais louca de tesão, gritando coisas sem nexo, de repente ele me puxou com força, mantendo meus lábios vaginais colados ao seu saco, gozou dentro de mim, sua porra fervia e devido à posição escorria, alastrando a sensação maravilhosa por toda a extensão da minha xoxota, Júlio tirou o seu dedinho gostoso do meu cuzinho e eu pude enfim desmontar de Daniel, exausta mas ainda ávida por sexo. Deitei na cama de bruços, abraçando um travesseiro, queria descansar por alguns instantes, contudo logo senti a boca de Júlio beijando minhas costas, ele estava doido para me comer como o Daniel me comeu, sua boca foi descendo em carícias lentíssimas até chegar a minha bundinha, então Júlio começou a mordiscar minhas nádegas, sensualmente me provocando arrepios, na hora esqueci o cansaço, num movimento brusco me virei e atolei sua cabeça entre as minhas pernas, Júlio parecia que ia literalmente comer minha bocetinha com a boca, mordia os lábios, enfiava a língua bem fundo, esfregava o queixo, o nariz, me chupava bem gostoso, ele sabia que estava limpando a porra de Daniel, mas nem se importava, no meu clitóris ele dava atenção especial, encostou a língua quente e iniciou uma série de movimentos circulares, intensos e constantes, aproveitei aquelas deliciosas lambidas no meu clitóris por um ou dois minutos, enlouquecida de tesão disse para Júlio: "Quero que você me foda, come a minha bocetinha como o Daniel comeu, enfia esse caralhão todinho em mim!", Júlio ergueu a cabeça e me pediu: "Fica então de quatro, vou te comer bem gostoso!", é óbvio que eu não estava em condições de recusar nada, assumi a posição que ele escolhera e esperei, um pau encostou no meu rabo, percebi que estava frio e logo notei que era o meu vibrador, Júlio esfregou o instrumento de plástico pela entrada da minha boceta e seguiu para o cuzinho, lá forçou a entrada delicadamente, até que a cabeça entrou, dei um gritinho bem gostoso ao sentir o vibrador dentro de mim, depois de alargar a entrada, ele tirou o vibrador e voltou a deslizá-lo mais embaixo, minha bocetinha esfolada não teve perdão, Júlio enfiou-o inteiro, um cacete certamente maior que o de Daniel, eu protestei: "Eu quero o seu cacete, mete ele todinho em mim!", ele respondeu: "Calma, estou adorando ver a sua xoxota engolir o vibrador todinho!", o vibrador se encontrava totalmente atolado na minha boceta, me penetrando de maneira plena, quis tirá-lo com a mão mas Daniel entrou em cena e me interrompeu, Daniel achou uma posição na minha frente e conduziu minha mão ao encontro do seu caralho, seu cacete já estava todo refeito da cavalgada, pegando no seu caralho quente, admirando as veias saltadas e a cabeça roxa, mal podia suportar a ausência de um homem bem-dotado me fodendo, para suprir a carência, abocanhei o cacete de Daniel e obriguei-o a foder minha boquinha, nesse exato momento, a cabeçorra de Júlio tocou a entrada do meu rabinho, tocou e a invadiu sem piedade, o extenso membro foi me penetrando, centímetro por centímetro, numa penetração que parecia não ter fim, Daniel empurrou o caralho até a minha garganta, me impedindo de gemer de tesão, quando finalmente o imenso caralho de Júlio entrou todo, começou o movimento de vai e vem, eu procurava apoiar as mãos em algum lugar, pois mal conseguia manter a posição, estava muito excitada, chupando bem gostoso o caralho de Daniel e dando o meu cuzinho para Júlio, meu cuzinho foi se dilatando, acomodando melhor o cacete exagerado que recebia. Júlio, diante da facilidade, Júlio começou a acelerar, comendo gostoso o meu rabo com suas deliciosas estocadas constantes e poderosas, simultaneamente, Daniel metia o seu pau todinho em minha boca, a cada minuto, a enrabada ficava mais prazerosa, menos tensa, caprichei nas chupadas em Daniel, fazendo-o em pouco tempo gozar abundantemente, com a boca cheia de porra, gemi alucinadamente e disse para Júlio: "Arromba meu cu todinho, me fode com força, me fode com muita força, aiii que gostoso, me fode!", ele enfiava com aplicação, algumas vezes até demais, eu empinava o meu bumbum para encostar no corpo suado de Júlio, deixando minha boceta ainda mais encharcada e carente de uma boa pica. Vendo o pau de Daniel endurecido de novo, não pude resistir à tentação, tirei o cacete de Júlio do meu cuzinho e pedi: "Me fodam os dois ao mesmo tempo, quero sentir os dois cacetes dentro de mim!", Daniel se deitou no chão e logo entendi como seria essa deliciosa dupla penetração, Daniel segurando o cacete, abri bem as minhas pernas e fui sentando no caralho de Daniel, ao penetrá-lo inteiro na minha xoxota, me inclinei, levantando o cuzinho para que Júlio pudesse penetrar todo o seu caralho, desajeitado com as pernas dobradas, me penetrou bem gostoso, louca de tesão eu disse: "Que delicia, os dois cacetes estão deliciosos dentro de mim!", eu estava adorando os meus dois tesãozinhos me fodendo bem gostoso, os dois começaram a se mover dentro de mim, dividindo o espaço, sem qualquer sincronia, nem era necessário, apenas a presença de dois cacetes duros e quentes ao mesmo tempo já me fazia suspirar de prazer, gozei muitas vezes, matando a saudade de ser comida duplamente, o primeiro a gozar foi Daniel, que manteve o pau amolecido, cravado na minha boceta ardida, Júlio então intensificou as penetrações, sem forças, eu suplicava: "Goza gostoso, molha meu cuzinho todo, me dá toda a sua porra!", e assim ele gozou bem gostoso, deixando o meu cuzinho bem molhadinho. Ao terminarmos essa deliciosa transa, decidimos tomar um banho todos os três juntos, no chuveiro os dois me deram um delicioso banho, ensaboando bem gostoso toda as partes do meu corpo, fiz o mesmo com Daniel e Júlio, ensaboei cada parte de seus corpos, dando bastante atenção ao dois cacetes deliciosos, assim que terminamos o banho, voltamos para o meu quarto, onde meus dois tesãozinhos para finalizar a nossa brincadeira de médico, decidiram me consultar, Daniel me perguntou: "Qual o seu problema gatinha linda?", já me sentindo novamente bem excitada, lhe respondi: "Sempre gostei de chupar caralhos bem grandes, só que às vezes eu não consigo engolí-lo por completo!", Daniel logo me disse: "Hoje vamos acabar de vez com o seu problema!", Daniel me pediu para que eu fosse para a cama e ficasse sentada, pediu para Júlio ficar por traz de mim e segurasse firme a minha cabeça, fizemos o que Daniel nos pediu e logo ele subiu na cama e disse: "Abra bem a boca que irei enfiar o meu pau todinho nela!", abri bem a boca e Daniel foi metendo o seu enorme caralho, com o Júlio segurando a minha cabeça, eu não podia me mover ou tentar tirar o pau da minha boca, Daniel foi penetrando até que senti a cabeça do pau encostando na minha garganta, no início me deu um pouco de náuseas, mas logo passou com a excitação de que minha boquinha estava engolindo todo o cacete de Daniel, em pouco tempo senti meus lábios tocarem o seu saco, eu havia engolido por completo o cacete de Daniel, ele todo tarado me disse: "Fique assim que eu irei despejar a minha porra diretamente na sua garganta!", ficamos nesta posição por uns 3 minutos, até que Daniel começou a gozar, a cabeça do caralho de Daniel estava dentro da minha garganta, nunca havia sentido um cacete gozar na minha boca desta forma, na medida que Daniel ejaculava a sua porra, eu já ia engolindo de imediato, foi delicioso e muito excitante, assim que Daniel terminou, Júlio disse: "Agora é a minha vez!", ambos trocaram de lugar e eu nem podia acreditar no que estava para acontecer, Júlio iria meter o seu cacete por completo em minha boca, o seu caralho era enorme, eu mal conseguia engolí-lo com a boceta, pois ele sempre tocava o meu útero, ficamos na posição e Júlio começou a penetração em minha boca, Daniel segurava firme a minha cabeça e eu não podia fazer nada, só mesmo engolir o cacete de Júlio, senti que eu já havia engolido metade do pau, assim que Júlio penetrou um pouco mais, a cabeça chegou na minha garganta, tive novamente um princípio de náuseas, que passou rápido quando Júlio penetrou um pouco mais o seu cacete, a cabeça já estava dentro da minha garganta e ainda tinha caralho para engolir, aos poucos Júlio meteu um pouco mais e meus lábios finalmente encostaram em seu saco, parecia incrível, mas eu havia engolido por completo o caralho enorme de Júlio, estava uma delícia sentir todo aquele caralho na minha boca, ficamos nesta posição por uns 3 minutos, até que Júlio me presenteou gozando bem gostoso direto na minha garganta, no momento que gozava, Júlio dizia: "Engole toda a minha porra, é uma delícia sentir o meu cacete jogando porra diretamente em sua garganta!", no mesmo instante que Júlio ejaculava na minha garganta, eu ia engolindo tudinho bem gostoso, assim que Júlio terminou de gozar, ele tirou o cacete da minha boca e me disse: "Gostou de engolir dois cacetes por completo?", muito excitada com este delicioso sexo oral, eu lhe respondi: "Adorei, foi muito excitante sentir a porra saindo direto na minha garganta!", os meus dois tesãozinhos se vestiram e como já era um pouco tarde, nos despedimos e fiquei em casa sozinha, relembrando todos os momentos que havia acabado de passar com Daniel e Júlio. Bom pessoal, adorei rever os meus amigos da Academia, brincar de médica com eles é delirante, adoro todas as sacanagens que eles fazem comigo, a minha bocetinha fica molhadinha só de pensar neles, desta vez a minha boca se deliciou por ter engolido por completo aqueles dois caralhos enormes.

.397. A ESPOSA E A AMIGA.Como toda pessoa normal, eu sempre tive muitas fantasias sexuais. Talvez até influenciado por filmes e antigas revistinhas pornográficas. O problema é que a principal fantasia, eu nunca consegui realizar antes do meu casamento. A fantasia em questão é simplesmente transar com duas ou mais mulheres ou vê-las transando e participar. O caso é que terminei me casando com uma mulher do interior, e bastante conservadora nas idéias sexuais (apesar de aprender tudo muito rapidinho). Para ela, o negócio é um homem com uma só mulher, sem nenhuma variação. Ainda no namoro eu já jogava umas indiretas "modernosas", dizendo que um dia eu queria fazer aquilo que víamos nos filmes pornográficos que assistíamos, e ela dizia que não era louca, que nunca iria me dividir com ninguém, etc. Eu, no meu íntimo sempre achei que acabaria convencendo-a. Já se passaram vários anos, e pelo jeito, a coisa desandou. Desisti do assunto, apesar de, de vez em quando lançar umas indiretas, e ela sempre reclamar que eu fico insistindo no que ela não quer. Justifica que se fosse o contrário, eu não transaria com outro homem. Eu digo que é diferente, que mulher não deixa de ser mulher se tiver uma transa homossexual, já homem vira "boiola", etc. Não adiantou nada, e olha que sou muito bom de papo, e muito paciente, mas a patroa é irredutível. Só me restou ficar nos sonhos eróticos, nos filmes e nas ameaças que eu fazia para ela que um dia eu iria fazer com duas mulheres, nem que fosse pagando. (Ela me xinga e diz para depois disso, sair da vida dela, porque me ama e não aceita me dividir com ninguém... blá, blá, blá ...) . O único sinal positivo em todos esses anos, foi uma vez que aluguei uma fita somente com lésbicas lindíssimas, todas se lambendo, se curtindo e no final culminando em uma transa, digo, suruba com umas seis belas gatas!!! Eu e minha gata assistimos (eu fingindo ser sem nenhuma intenção...), e no final, eu excitadíssimo quis transar, e verifiquei de imediato que minha mulher estava "molhadinha". Na verdade bastante "molhadona", para a minha surpresa. Então ela tinha gostado!, teve tesão! Perguntei se isso não era estranho, já que ela diz não gostar de mulher, e ela me respondeu: "-Também, com um filme desses, com essas cenas...". (para mim foi o máximo, quase tive uma ejaculação precoce. O mundo não estava perdido, afinal) Mais alguns anos se passaram sem novidades. Ela sempre me satisfazendo muito bem, com todos os requintes de uma gueixa, porém para mim sempre faltava aquela fantasia específica. Até que um dia... Uma amiga de infância de minha mulher quis conhecer o Rio de Janeiro, e veio morar conosco por quase dois meses. No início, eu nunca a descartei como mulher, já que era bem bonita e muito espevitada. Naturalmente eu secretamente a desejava, só que jamais demonstrei. Um dia, nós três jantamos bem tarde, num Sábado. Bebemos caipirinha demais, e "apagamos" os três na cama,onde fomos ver uns álbuns de fotografias onde nossa amiga aparecia menina ainda. Eu apesar de "alto", estava ficando ensandecido de tesão com a situação tão esperada: Eu numa cama bêbado, com duas mulheres também bêbadas!. O problema é que eu não tinha idéia da reação das duas se eu insinuasse alguma coisa. Tinha que bolar algo genial. Elas dormiam como anjinhos bêbados. Espertamente, como não querendo nada, fui me encostando na nova amiguinha, e fiquei respirando bem perto. Ela tinha começado a dormir, já de avançado pilequinho, e eu sentia seu hálito gostoso de fêmea e de álcool misturado. Eu já subia pelas paredes, e estava de água na boca quando resolvi ousar. Minha mulher dormia já de pilequinho também, e eu me aproximei da amiga dorminhoca e, fingindo que dormia, comecei a respirar bem em cima do seu rosto, de maneira que ela também sentisse meu "hálito de macho". Eu esperava que os aromas dos hormônios fizessem o serviço da natureza. Depois de algum tempo, ela se mexeu parecendo meio que despertar, e eu perguntei bem baixinho: - Tá com soninho ? - Um pouco - respondeu ela bem baixinho tambem. - Sua boca tá cheirando a bebida - A sua também - disse ela meio careteira - Estou atrapalhando ? - Não, tô só com a cabeça meio zonza, Nós estávamos conversando bem próximos, eu olhando fixamente para seus lábios, e ela de olhos fechados (talvez achando que eu estivesse de olhos fechados também). Eu tremia de excitação, e estava louco para lhe dar um beijo naquela boca vermelha. Então resolvi provocar... - Esse batom é da minha mulher ? - Não! - É bem vermelho, do jeito que eu gosto! - Eu só uso o vermelho. - Será que seu futuro marido vai gostar ? - Que marido o quê !!! - Ué, não vai casar nunca ??? - Um dia, se tiver um cara bem legal. - Assim que nem eu ? - É. - Você já está com vinte e muitos anos! daqui a pouco fica pra titia! - Tudo tem sua hora. Um dia eu me caso. - Se eu fosse seu marido agora, será que você seria feliz ? - Acho que sim - falou ela com a voz quase sumindo. Percebendo um tom de tristeza em sua voz (podia ser impressão minha, eu admito) eu perguntei: - Você trocaria de lugar com minha mulher, se pudesse? Ela não disse nada, apenas balançou a cabeça concordando que sim. Eu comecei a tremer de novo, já vislumbrando que eu ia mesmo poder beijá-la. Então resolvi arriscar mais. - Você sabia que essa boca vermelha de batom está me deixando doido ? Nesse momento ela começou a respirar fundo e rápido, demonstrando que estava excitada também. E foi ficando com o rosto avermelhado. Meu Deus-É agora! Então eu me levantei devagar, corri e apaguei a luz. Voltei a me deitar bem pertinho, bem devagarinho e então sussurrei: - Olha, eu quero te dar um beijo. Se você não quiser, pode virar de lado. Se você continuar quietinha, eu vou te beijar na boca. Ela continuou de olhos bem fechados, mas aumentou muito o ritmo da respiração e não se virou de lado para me evitar. Caramba! Ela queria! Estava doidinha de prazer! Eu não tinha mais nenhuma dúvida e não perdi mais tempo, e dei um beijo bem suave em sua boca. A princípio, não muito molhado, para não assustar. Ela também ficou de boca fechada no início, os lábios tão quentinhos que parecia febre, então introduzi a língua entre seus lábios, e ela começou a chupa-la carinhosamente, e depois com mais força. Ficamos por quase 40 minutos um chupando a língua do outro. Ela adorava fazer isso, e a minha até já estava meio inchada, de tão forte que ela chupava. - Parece que você estava no atraso. Perguntei - É que eu sou tarada por língua e saliva. Ela respondeu. (Ai! Meu deus! Estou mesmo merecendo essa maravilha?) Depois de alisar seus seios por cima do pano, eu levantei a blusa dela e comecei a chupar gulosamente seu peitinho. - Cuidado!, ela vai acordar! - Que nada!, a bichinha está mais bêbada que nós dois juntos! - Nesse momento tive uma brilhante idéia. - Quer ver como ela não acorda ? fique olhando. Então eu ergui a blusa da minha mulher, e comecei a lamber-lhe os seios, lambuzando-os bem. Aline (esse é o nome fictício de minha amiga) ficou fingindo que dormia, espiando com os olhos semicerrados o que eu fazia. Ela respirava rapidamente, de tanta excitação. (A safadinha estava gostando de ser "voyeur") Para provocar mais, eu desci a língua pela barriga de minha mulher, deixando propositadamente um rastro de saliva. Então baixei sua bermuda e "beijei" seu sexo cheiroso como ele só. Eu também já estava tremendo e ofegante como minha espiã, e minha mulher se mexeu um pouco, abrindo mais as pernas instintivamente. Mas eu não queria só a minha mulher! Na verdade minha tara era a nova amiguinha, toda vermelha e toda suadinha de tesão. - Vem cá. Me ajuda! Beija ela na boca. - Eu não! - Por quê? - E eu vou beijar mulher ? quero beijar você! - Sussurrou baixinho. - Ela gosta! Beija que ela gosta. Dizendo isso, peguei-a pelo rosto, aplicando-lhe um suculento beijo e então, guiei sua cabeça em direção ao rosto de minha mulher. Assim, três bocas se juntaram na escuridão, no beijo mais gostoso de toda a minha vida. Meio zonza, minha mulher correspondeu rapidinho, de tão bom que estava. Ela até estava ficando meio tremula e sem fôlego. - Hummm! Que delícia! Esse sempre foi um sonho que eu tive! -Disse eu depois de um tempo. A partir desse ponto, minha mulher parecia ter acordado com o fervor. Os três rostos estavam se devorando loucamente em poderosos beijos molhados, e eu cheguei a chupar as duas línguas ao mesmo tempo! Alimentando minha tarinha safada.(Melhor do que nos meus melhores sonhos!...) Pretendendo aumentar a sacanagem, eu desci de novo ao sexo de minha mulher, e lhe tirei fora a calcinha, voltando a lamber-lhe e chupar-lhe, enquanto as duas continuavam se beijando. (O maravilhoso álcool estava fazendo efeito, com certeza). - Você é louca! - disse minha mulher entre um beijo e outro - Seu marido que mandou... - Se eu soubesse que era bom assim...- e agarrou Aline com as duas mãos e estalou outro beijo bem guloso. - Eu já sabia! Quando era pequena no ginásio, eu beijava muito minha amiga de fé a Rosaninha. - Para de falar e me beija mais -falou minha mulher bem baixinho, rouca de tesão, puxando novamente o rosto de nossa amiguinha. Em um minuto, minha mulher começou a arquejar e tremer-se toda, e gozou longamente, gemendo como um gatinho. Eu nunca a vi gozando desse jeito assim tão dengoso. Era a presença da amiga que causou isso, com certeza. Eu também estava louco para gozar logo, mas resisti e subi para beijar as bocas novamente. Depois eu pedi: - Aline, me chupa um pouquinho. - Hei! Que negócio é esse? -Interferiu minha mulher. - Ué! O que é que tem ? - Eu perguntei logo. - Aqui quem chupa você sou só eu! - E foi logo abocanhando meu pênis-duro-como-rocha. - Oh é claro, tem muita lógica! Eu e a Aline podemos apenas nos beijar. Grande ciúme! Eu estava 'as voltas com o maior orgasmo da minha vida. Mas me controlei heroicamente. Então aproveitando a euforia eu pedi a Aline de novo: - Monta no meu rosto, vai... Quero chupar essa xoxotinha. - Ei! Que negócio é esse? Quem disse que pode ? Reclamou minha mulher. - Poxa, eu já te chupei amor. Fica calma senão o clima esfria. Agora é a vez dela... - Olha, é idéia dele, heim? - Avisou Aline já ficando em pé na cama e se acocorando sobre minha cara, antes que minha mulher reagisse. Eu senti seu peso em minha boca. E senti seu cheiro também. Sua vagina estava quentíssima, e pingava muito. Então eu praticamente comi o seu sexo, e não só chupei. (Eu sempre sou muito guloso). Minha amiga se esfregava em minha cara fazendo vai e vem para frente e para trás igual a uma louca. Logo em seguida, como eu estava sendo brutalmente chupado pela minha mulher, eu relaxei, liberei geral e senti o gozo chegando. - Vamos fazer igual eu vi num filme, Aline: coloca o cuzinho na minha boca! -Eu pedi suplicando. Logo, ela se moveu para a cima e eu passei a lamber-lhe o ânus. Minha mulher percebeu meus gemidos orgásticos, e começou a masturbar-me com as duas mãos, lambendo meu saco ao mesmo tempo. (Como ela não gosta de esperma na boca, sempre faz assim na hora "H"...). Nesse momento, minha fantasia máxima se completou: Eu, numa cama transando com duas mulheres e gozando igual a um animal, no melhor estilo das fitas pornô que tanto assisti. Quando relaxei, e Aline me "desmontou", minha mulher ficou sentada limpando o rosto, e me olhando satisfeita. Então eu comecei a atiçar. - Sabe, Aline, ela não gosta de me chupar durante o gozo, diz que tem nojo. Imagina! Nojo do maridão. - Eu já chupei meu namorado até o fim uma vez...- disse Aline - E engoli. - Você é avançadinha, hein? Quem diria? - Eu disse para irritar minha mulher. Que logo tentou se explicar: - É que na primeira vez que eu chupei e ele gozou, eu não esperava e estranhei muito, e até hoje eu tenho cisma e evito dele gozar na minha boca. - Disse minha mulher. - Bom, eu só acho injustiça a Aline não ter gozado ainda. Que fazemos ? - Perguntei safadamente. - Deixa ele meter em mim um pouquinho ? -Quis saber nossa visita. - Ah, não sei... - Olha, eu não sou muito atleta sexual, e só posso meter daqui a pouco, pois eu acabei de gozar muito forte. Porque vocês não fazem um 69 para eu ver e me animar um pouco? Assim eu me animo e meto nas duas. - 69 não! -Afirmou minha mulher. - Eu nunca imaginei fazer isso com mulher. - Então me beija! - Disse eu tentando manter o clima quente. Peguei minha mulher, e beijei na boca, puxando Aline pela nuca para cima de nós. Novamente as três bocas se comeram gulosamente. (Vocês não imaginam como isso é bom! Quase melhor que sexo!) Meu pênis logo recuperou a rigidez, e comecei a ficar em transe louco. Nessas horas me surgem idéias impensáveis em momentos de lucidez: - Deixa eu beber saliva. Pedi ofegante à minha mulher (entre nós de vez em quando eu fazia esse pedido no auge do meu tesão) Logo, minha esposa veio por cima e abriu bem a boca e começou a "babar" uma quente e adocicada saliva, que eu ia também de boca aberta aparando com a língua e engolindo com um prazer transgressivo. De canto de olho, eu vi nossa amiga embevecida com o que via, de rosto vermelhíssimo, já meio suada e nos olhando com olhos semicerrados de tesão aquele estranho beijo francês, de onde escorria da língua de minha mulher e pingava direto na minha boca um verdadeiro néctar afrodisíaco dos deuses... - Vem, Aline, me dá a sua saliva pra eu beber também! E enfiando rapidamente a língua na minha boca, ela entra em transe. - Toma, seu louco! Bebe tudinho! Hum! Ahh! Engole tudo, meu amor! Toma meu cuspinho, toma bebe, que loucura! Huummmm. - adoro homem que não tem nojo de mulher! Realmente a cena era o máximo de erotismo que eu podia ter imaginado. Eu admito fazer algumas loucuras bem loucas quando tenho tesão, mas mulher para mim é sagradamente apetitosa, e para sentir seus sabores a aromas faço de tudo. Até hoje só em me lembrar dos detalhes, eu fico excitado. Lá estavam três pessoas nuas em pêlo, um homem por baixo com a boca escancarada, uma mulher por cima, na posição papai e mamãe beijando de boca aberta e esticando uma língua muito vermelha para dentro da primeira boca. Deitada do lado, ao alcance de um beijo, outra mulher com a língua estirada para fora de uma boca linda, vermelha, bem aberta, encostada na outra língua, sendo que as duas de cima entornavam bastante saliva na língua de baixo. Os três muito lambuzados fazendo rotações com as cabeças, espalhando mais e mais saliva nos três rostos rubros e febris de tanto tesão. Com um indescritível prazer, inclusive agora enquanto escrevo, concluo que sou um pervertido... O final foi bastante convencional (para os padrões Fita pornô): Como minha mulher desceu para me chupar mais, minha amiga desceu também. Logo, mais uma fantasia minha se realizou...(e eu nem esperava mais nada) Realmente sempre quis ver duas mulheres me chupando, igual aos filmes (he he he, que maravilha, agora posso morrer) Gozei já com menos esperma, e minha amiga engoliu muito mais do que minha mulher, que (talvez sentimento de posse) ficou tentando tomar o "pau" de volta com a boca, e só conseguiu no final puxando com a mão e captando as últimas gotinhas. Então minha mulher (com ar de zangada) falou: - Amor, deixa que quando a gente for transar sem ninguém por perto, eu engulo tudo sozinha. Me aguarde! O tesão apenas declinou um pouco, e logo comi minha mulher em posição papai-mamãe, com nossa amiga assistindo e acariciando meus cabelos e os de minha mulher. Não vou mentir que depois comi minha amiga. Eu já estava meio esgotado e depois que minha mulher gozou, ela desconversou e ficou evitando assistir minha "traição". Minha amiga meio que "respeitou" e me "poupou". Depois, sacana como sou, pedi para ver as duas fazendo xixi (não é novidade, pois 'as peço a minha mulher para fazer xixi na minha mão), mas elas não toparam. Incrível, mas alegaram que tinham vergonha uma da outra, e não de mim! Nós rimos muito disso, depois. Os últimos dias juntos foram divertidos, mas de impacto inferior ao primeiro dia do "Ménage a Trois". Elas se davam muito bem, mas sem intimidades sexuais. Eu é que quando chegava do trabalho injetava sacanagem e terminava tudo em orgia. E assim foi...No penúltimo dia de sua estadia, eu cheguei de noite em casa e ouvi uma música romântica bem bonita. Entrei e elas estavam dançando nuas bem coladinhas e nitidamente esperaram eu entrar para ficarem se beijando. Senti um doce cheirinho alcoólico... era uma surpresinha regada a vinho, muito vinho. A surpresa funcionou! Em um segundo meu pênis quase rasgou a calça. Fui tomar banho, mas elas não me deixaram ir só. Transamos como possuídos no box e no chão do banheiro. Teve de tudo que vocês imaginarem (menos penetração anal, infelizmente). Gozamos como loucos e terminamos dormindo no tapete da sala. Foi uma despedida e tanto e nunca mais vou me esquecer. No dia seguinte, de manhã levamos ela na rodoviária. Já se passaram muitos anos, e eu nunca mais vi minha amiga taradinha. Só sei que ela hoje está casada e tem filhos. Agora minha próxima e difícil missão é convencer minha tímida mulher a arrumar outra parceirinha para nós dois e que tope algumas loucurinhas. (Ela diz que nunca mais...) Enquanto isso, até hoje sempre me masturbo com essas lembranças.

.398. ARROMBADA POR HOMENS BEM DOTADOS.Me chamo Mary, sou casada há oito anos, tenho 29 anos, 1m60 e 50kg, cabelos longos, enrolados e pretos, tenho a pele branquinha, rosto de garotinha, seios grandes e um bumbum de parar o comércio. Continuando os meus relatos, esse aconteceu uma semana após a minha primeira transa com o Carlos e o Donizete. Eles me ligaram novamente e queriam repetir a dose, marcamos novo encontro para uma sexta-feira, aproveitando que meu corninho (maridinho) chegaria mais tarde do trabalho. Neste dia, tomei um banho bem demorado, caprichei na depilação, deixando a xaninha e o cuzinho todos lisinhos, vesti uma camisola preta transparente, ficando sem sutiã e calcinhas, já perderá a vergonha, me portando como uma autêntica piranha, que espera seus fregueses. Por volta das 16:00 horas, a campanhia tocou, era o Carlos e o Donizete, eles também já haviam perdido a vergonha, foram logo entrando e me agarrando. Carlos abraçou-me pela frente e me deu um gostoso beijo, ele enfiava e tirava sua língua quente da minha boca, Donizete agarrou-me por trás e foi levantando minha camisola, deixando a mostra o meu bumbum, ele apertou com força e sussurrou no meu ouvido. - Que saudade do seu cuzinho, ele é tão apertadinho, vou fuder ele bem gostoso. - Então não vamos perder tempo, disse-lhe, levando-os até o sofá. Carlos tirou as calças e sentou-se, tirando para fora aquele pauzão, que eu já fora apresentada, (22 cm x 7 cm), fui de quatro até ele, peguei aquele caralho e o levei até a boca, como era gostoso pegar naquele pinto, não conseguia fechar a mão em torno dele, mal cabia em minha boca. - Huuummm que delícia de pinto, adoro chupar ele todinho. - Sua piranha desde o primeiro dia que te vi, percebi que era uma putinha, que não via a hora de chifrar seu maridinho. Donizete que já se livrara de toda a sua roupa, posicionou-se atrás de mim, segurou forte a minha bunda e a abriu, senti sua língua quente passando por toda a minha xoxotinha, ele começou a me fuder com aquela língua, me dando mais tesão, eu gemia com aquela língua na buceta e aquele pauzão delicioso na boca. Carlos então se deitou no chão e ordenou-me que sentasse em seu cacete, fui descendo lentamente, sentindo aquela pica enorme empurrando os pequenos lábios da minha xota para dentro, gemi sentindo um pouquinho de dor, mas logo a minha xota se acostumou com o tamanho daquele mastro, comecei a subir e descer naquela pica grossa, sentindo-a pulsar dentro de mim. Donizete empurrou-me fazendo deitar-se sobre o Carlos, ele então começou a lamber o meu cuzinho, gemi gostoso, sentindo ele pressionar sua língua contra o meu orifício anal. - Huuummm...como você chupa gostoso, que delíciaaa.... Ele então posicionou seu caralho na portinha do meu cu, que estava lubrificada com a sua saliva e começou a pressiona-lo, forçando passagem, aos poucos meu cuzinho foi relaxando e aceitando aquela pica enorme, (20cm x 6 cm), senti ela toda dentro de mim, Donizete vendo que já havia me acostumado com aquela pica, começou um vai e vem dentro de mim, eu delirava sentindo aquelas picas enormes me preenchendo totalmente. - Huummmm, que delícia seus pauzudos, como é bom dar pra vocês, isso sim é que é caralho, não aquela merdinha que meu corninho tem, enfiaaa...gostosoooo. Eu gemia de prazer sentindo aqueles cacetes entrando e saindo, estava gozando feito louca, acho que eles ficaram uma meia hora me fudendo, que delícia, estava melhor do que a primeira vez, minha xoxotinha e meu cuzinho já haviam se acostumado com o tamanho daquelas picas. Donizete acelerou as estocadas, dizendo que ia gozar, podia sentir aquele pinto tocando no fundo do meu reto. - Huummm. que cuzinho apertadinho, quentinho, vou gozaaar.... Eu também gozei novamente, sentindo fortes jatos de porra inundando o meu cuzinho. Carlos por sua vez continua com sua pica em riste dentro de mim, a porra do Donizete escorreu do meu cuzinho até minha buceta, lubrificando-a ainda mais. Donizete saiu de cima de mim e foi para o banheiro. Carlos então tomou o seu lugar, pois ele queria experimentar o meu cuzinho. Ele posicionou aquela pica no meu cuzinho e foi enfiando aos poucos, meu cuzinho já estava escancarado e aceitou com uma certa facilidade aquela pica grossa. Carlos enfiou até tocar o fundo do meu cuzinho, doeu um pouco quando ele socou forte, pedi para ele ir devagar, mas ele estava alucinado, disse para eu agüentar que ele iria gozar. Eu gemia de dor e prazer e agüentei firme, até ele gozar e encher meu cuzinho de porra novamente. Carlos então foi se lavar, enquanto Donizete retornava do banheiro, deitou-se no chão e mandou chupar seu caralho, eu sem cerimônia, cai de boca naquela pica enorme e gostosa, que acabara de me dar muito prazer, lambia das bolas até a glande, ele foi ficando durinho novamente, em ponto de bala. Donizete mandou eu sentar nele e cavalga-lo. - Vem minha putinha, engole esse cacete inteiro com essa bucetinha quente. Eu fui sentando devagarzinho, sentindo centímetro por centímetro daquele pica deliciosa, até ela atolar todinha em mim, senti ela bater lá no fundo da minha xaninha, que a essa altura estava em brasa, toda vermelha e inchada, mas eu estava alucinada de tesão, queria mais e mais pinto dentro de mim, cavalgava gostoso em cima daquele macho. Carlos retornou do banheiro e veio se juntar a nós, ficou em pé parado a minha frente colocou seu pinto da minha boca. - Mama sua putinha, vadia, eu sei que você gosta é de pinto grande. - Huuummm... adoro pinto grande, eu sou tarada por pinto grande. Novamente o pinto de Carlos ficou ereto, duríssimo, ele pegou um pouco de gel lubrificante/refrescante e passou por toda o seu membro, indo para trás de mim. - Hoje nós temos uma surpresinha para você. Donizete que estava embaixo de mim, puxou-me, fazendo deitar sobre ele e abraçou-me forte, fiquei imobilizada, sem entender o que estava acontecendo. Carlos então abriu bem as minhas pernas e posicionou seu caralho na entrada da minha xaninha, que já era ocupada por Donizete. Soltei um grito, gemendo de dor, quando Carlos enfiou a cabeça daquela pica enorme na minha xana. - Aaaaiiii..., para vocês vão me rasgar toda, aiiii... para seus caralhudos... Donizete segurou-me com força, era impossível escapar deles, Carlos continuou a atolar aquele pauzão na minha buceta, lágrimas de dor escorriam pelo meu rosto, mas ele continuou, até enterrar todo seu pinto em mim, parecia que eles iam me abrir ao meio, aqueles dois pauzudos. - Aaaiiii... minha buceta, para, vocês vão rasgar ela todinha, paraaaa... - Sabia que você ia agüentar dois caralhos dentro dessa buceta, ela é gulosa. Carlos continuava a socar aquela pica em mim, eles aumentaram o ritmo, estavam próximos de gozarem, não via a hora deles saírem de dentro de mim. O primeiro a gozar foi Carlos, senti fortes jatos de porra inundando a minha buceta, após ele deitou-se ao nosso lado, meio que desfalecido, exausto. Donizete continuava em baixo de mim, meu suor escorria pelo meu corpo, misturando-se ao dele, ele então anunciou que também iria gozar. - Huumm.. mexe gostoso minha putinha, vou gozar nessa bucetinha quente e reganhada. Dito isso ele explodiu em um gozo farto e forte em minha buceta. Cai desfalecida entre os dois, estava com a buceta escancarada, esfolada, inchada, mas sentia-me realizada, era incrível o que acabará de acontecer, havia recebido dois pauzões de uma só vez na minha bucetinha, e com certeza havia dado muito prazer aqueles dois machos super dotados. Donizete começou a passar a sua mão pelo meu corpo, acariciando-me, indo até o meu seio, ele segurou firme com uma das mãos e começou a suga-lo, sua outra mão desceu até minha xaninha que estava em brasa e delicadamente ele começou a alisa-la. - Huummmmm...hoje você me deu muito prazer, nunca gozei tanto, vamos repetir a dose, e da próxima vez, você terá uma nova surpresinha, vamos ver se você agüenta os dois caralhos em seu cuzinho. - Você ta louco, minha buceta está em brasa, toda inchada e esfolada, nem morta. - Você agüenta sim, seu cuzinho é guloso, agora vamos tomar banho antes que seu maridinho chegue. Dito isto os dois foram para o banheiro, eu fiquei ali deitada, estava exausta, acabei dormindo no tapete. Donizete e Carlos foram embora me deixando largada ali no chão. Acordei por volta das 19:00 horas, com o barulho da porta se abrindo, era meu corninho (maridinho), não deu tempo de me correr para o banheiro, ele me viu ali deitada, com as pernas abertas, porra escorria da minha buceta até meu cuzinho, ambos estavam dilacerados. Ele ficou pálido, seu rosto tinha um ar de pena e preocupação, ele veio ao meu encontro e ajoelhou-se ao meu lado. - Meu Deus Mary, o que aconteceu, você foi estuprada, quem fez isso com você, você está machucada? Bom, eu poderia mentir, mas com certeza ele iria querer chamar a polícia, e mentira tem perna curta, então resolvi contar-lhe toda a verdade. - Olha meu amorzinho, acalme-se, sabe aquela sua fantasia de dp... Quando terminei de contar o ocorrido, meu maridinho ficou vermelho de raiva, parecia que ia me bater, passando a fazer acusações contra mim. - Sua piranha, vagabunda, você sempre quis dar para outro, vadia. - Espera um pouco, quem começou com esta história foi você, a idéia da fita foi sua, você sempre falava que queria ser corno, que queria me ver dando o cuzinho pra outro, e agora me acusa de trai-lo. Meu maridinho retirou-se de perto de mim, indo para a cozinha, onde pude ver ele se servindo de uma dose de uísque, fiquei com medo, pois quando ele bebe, sai do seu normal. Ele voltou para a sala, eu sentei-me no chão e fiquei encolhida, estava envergonha, afinal ele tinha razão, pois deixei a fantasia tornar-se realidade e acabará de trai-lo. Ele então se aproximou de mim, e perguntou se estava machucada, respondi que estava com a xaninha dolorida, pois acabará de receber dois cacetes enormes. Ele então me pegou no colo, com carinho, deu-me um beijo na boca. - Me desculpa, você tem razão, foi eu quem provocou tudo isso. Ele levou-me até o banheiro, colocando-me na banheira e começou a lavar-me carinhosamente, passava a mão por todo o meu corpo, parou a mão sobre a minha xaninha e disse. - Nossa como ela está arreganhada, será que volta ao normal, meu pinto não vai fazer nem cócegas aqui dentro. Eu então comecei a falar como nas nossas fantasias. - Claro que volta ao normal meu corninho, mas de agora em diante ela sempre vai querer um cacete enorme, gigante. Meu maridinho animou-se, pude notar o volume em suas calças. Fiz beicinho e com carinha de menina arrependida disse-lhe. - Tira esse pauzinho pra fora, tira, deixa eu mamar nele, deixa... Ele tirou seu pintinho pra fora, que já estava latejando de tesão. Comecei a alisar as bolas, passando a língua por todo ele, circulava a língua por toda a glande, deixei ele bem lubrificado com a minha saliva e comecei a punheta-lo, seu pintinho pulsava em minha mão e não demorou muito para explodir em um gozo forte dentro de minha boca, engoli toda a sua porra. Ele me deu um beijo apaixonado, pude notar que no fundo ele estava gostando de ter descoberto que havia se casado com uma putinha, tesuda e safada que adora dar a buceta e o cuzinho, para homens bem dotados.

.399. MEU PRIMEIRO DIA DE PUTA!Sou casada, tenho 35 anos, falsa magra (55kg.), com altura acima da média (1,75m) e com peitos fartos e bumbum um tanto avantajado. Casei há 5anos e sempre fui fiel ao meu marido, até que um dia... Bem, vou contar minha estória, trocando os nomes, pois meu nome e rosto foram muito divulgados pela mídia, quando era modelo. Meu nome será, pois, Sara e meu marido, chamarei de Toni. Meu marido é um rico empresário paulista, sendo que suas lojas estão esparramadas por todo o Brasil. Há até uma sede em Nova Iorque, pois Toni já começou a exportar produtos brasileiros para os Estados Unidos há dois anos. Casei por amor, embora ninguém acredita nisso, principalmente quando me vê junto com meu marido, que é coroa (54anos), baixo(1,65m) e barrigudo(78kg.). Mas Toni se cuida muito, fez até implante de cabelos na cabeça e já aplicou uns botox. Dizem até que é meio garanhão e que, quando viaja, sempre está acompanhado por alguma funcionária da empresa. Faço os olhos cegos do morcego e vou tocando minha vida. Tenho muitas coisas p´ra fazer o dia todo para me preocupar com meu marido, principalmente agora que minha vida mudou radicalmente. Voltei a estudar, estou no 4º ano da faculdade de Administração de Empresas. Foi na faculdade que eu conheci três colegas, a Jane, a Rose e a Mary. São três mulheres belíssimas, de vinte e poucos anos, sendo a Jane loira e as outras morenas. Todas com corpos esculturais, à custa de muita malhação, lipo e outros tratamentos modernos. Fizemos um trabalho em grupo no apartamento das três e, depois disso, nossos laços de amizade se estreitaram. Ficamos amicíssimas. Términos o trabalho da faculdade e ficamos conversando um pouco, tomando um chá com bolachas. Percebi que o telefone tocava e uma delas corria para atender no quarto. Falava baixinho e logo em seguida voltava para a sala. Senti que elas me queriam ver pelas costas, na medida em que anoitecia. Quando chegou lá pelas 19h, Jane, a loira, iniciou uma conversa que me deixou estupefata."_Sara, eu tenho uma coisa para contar para você que a deixara muito decepcionada conosco. Por favor, não pense mal de nós, pois não tivemos nenhuma escolha na vida. Nós somos garotas de programa. Daqui há meia hora começará a chegar nossos clientes e, por isso, vou pedir para você ir embora, se não eles vão confundir você e... Você não vai gostar..." Fiquei de boca aberta, com os olhos arregalados. Pedi um copo d´água. Bebi a água e fiquei algum tempo olhando para a cara delas, sem falar nada. Pelo luxo do apartamento, pelos carros que elas tinham, pelas roupas, vi logo que elas eram prostitutas de alto luxo. Só transavam com gente muito e muito rica. Com certeza, daqui a meia hora esse apto.está cheio de homens bem vestidos, intelectuais, empresários, artistas, pensava. Com a curiosidade aguçada, destravei a voz:"_Não se preocupem comigo de jeito nenhum. Jamais eu iria condená-las, jamais iria jogar a primeira pedra. Cada um faz da vida o que quiser. Ruim é fazer mal p´ras pessoas, roubar, matar... Vocês não fazem mal p´ra ninguém. Pelo contrário, só fazem bem..(risos). E dão o que é de vocês (risos)." Aquela minha aprovação e incentivo deixaram elas bem à vontade. Era só sorriso. Nem me mandaram embora mais. Pelo contrário, até me convidaram para ficar. Aquele convite me excitou muito. Senti que minha bocetinha estava ensopadinha, molhando até minha calcinha e o líquido já estava começando a escorrer pela minha perna. Pelo meu grande interesse no assunto, pelo meu jeito histérico de rir, de falar, de comentar, as meninas perceberam que eu estava realmente querendo ficar por ali, para me encontrar com os fregueses da noite. Mudaram a conversa e começaram a me convidar para ficar. Insistiram. Jane disse que iria me apresentar um gatão, um empresário alto, bonito e rico. E não era velho não. Tinha lá seus 40anos. Comecei a ficar ainda mais excitada. Nunca na minha vida me senti assim. Era só tesão. Minha cabeça rodava a mil. Minhas pernas tremulavam, até minha voz mudou. E elas perceberam que eu queria, mesmo, experimentar uma noite de puta. Convencida a ficar, liguei para o Toni comunicando que não conseguimos terminar o trabalho e que iríamos passar a noite toda fazendo o tal trabalho escolar. Telefonei para casa e, obviamente, meu marido acreditou, pois eu nunca mentira para ele antes. Fui para a suíte de Jane e me preparei. Depois de um banho no chuveiro, coloquei uma das roupas dela e fiquei aguardando a freguesia. O primeiro a chegar foi um senhor de uns 60anos e muito bem vestido. Ele se enroscou com Rose e foram para a suíte dela. Depois chegou outro homem, também de meia idade, e foi trepar com Mary. Eu e Jane ficamos aguardando o Ricardo, o tal quarentão bonito. Jane me contou que Ricardo sempre falou que queria trepar com duas ao mesmo tempo, mas nunca dava certo, pois as outras meninas sempre estavam ocupadas com seus clientes. Hoje ia dar certo, disse Jane, olhando para mim, cheia de malicia. Eu estava nas nuvens. Nunca pensei que eu tinha tanto tesão. Aliás, me achava meio fria. Acho que precisava mesmo de uma situação erótica dessa para me acender. Ricardo chegou. Jane abriu a porta e entrou aquele homenzarrão de quase dois metros, maravilhoso. E muitíssimo educado. Entrou, nos cumprimentou com carinho e foi puxando a Jane para a suíte dela. "_Espere, tenho uma surpresa para você. Lembra que falou que queria transar com duas? Chegou o dia. Esta é Sara, minha prima, que está de passagem por São Paulo e quer nos fazer companhia. Topa?" Ricardo nem respondeu, pegou, gentilmente, meu braço e, abraçado em nós duas, se dirigiu para a suite de Jane. Com aqueles braços fortes nas minhas costas, me senti uma menininha indo para a escola pela 1ª.vez com o pai. Entramos e Jane se jogou na cama, desfazendo-se das roupas. Ricardo fez o mesmo, jogando as roupas no chão. Eu fiz de conta que já estava acostumada com tudo aquilo e também me livrei das roupas, ficando de calcinha e soutien. Enquanto os dois se abraçavam e se beijavam, numas preliminares sensuais, eu ficava acompanhando passando a mão nas costas do Ricardo, louquinha para ver o pau dele. Jane matou minha curiosidade, puxando de dentro da cueca aquele mastro enorme. Com as duas mãos, ela punhetou com carinho e colocou a cabeçorra na boca. Com a pica na mão, Jane me chamou com um gesto, para eu aproveitar um pouco aquele pintão. Me aproximei e gulosamente tentei enfiar tudo na boca. Não consegui, mas um bom bocado entrou. Chupei, chupei com vontade. Vontade tão grande que Jane até se assustou. Não queria mais largar a tora. Não queria passar para a Jane. Queria chupar, lamber, punhetar, aquele pinto, que tamanho igual NUNCA vira. Nunca mesmo. Jane ficou apreciando minha chupada com grande admiração, afinal Ricardo era seu melhor cliente. Deixei Jane chupar um pouquinho, mas logo catei de novo e fiquei meia hora com aquele pau na boca. Ricardo delirava. Pediu para eu me virar e colocar a boceta em sua boca. Fizemos um 69. Jane me ajudava, chupando o saco e a base do pau do Ricardo. Eram duas bocas no seu pau. Ricardo adorou. Gemeu, gemeu e gozou na nossa boca. Sem muita prática, tirei o pau da boca e a porra esguichou na minha cara. Jane, com mais prática, enfiou o pau na boca e ficou chupando, levemente, aquele pau que ejaculava. Ricardo se estrebuchava, gritando palavrões e elogios. Fizemos o mesmo. Gozamos e, para minha supresa, Jane se virou e enfiou a boca na minha xana. Fiquei perplexa com o atrevimento de Jane. Mas adorei e vibrei quando a língua de Jane começou a chicotear meu clitóris. A língua dela penetrou fundo na minha boceta. Vendo aquela vagina depilada na minha cara, não pestanejei e fiz exatamente o que Jane estava fazendo comigo. Lambi, bati a língua no seu clitóris e a enfiei todinha naquele buraquinho molhadissimo. Estava no céu. Como é gostoso um momento de lésbica. Gozei tanto que fiquei até mole. Descansamos um pouco. Tomamos uma ducha e começamos outra sessão. Ricardo queria me comer. Deitei e abri a perna. Ricardo me penetrou devagar, pois sabia o poder de seu tarugão. Mesmo sabendo que iria ser arrombada, fiquei forçando o mais que pude para tudo aquilo entrar em mim. E entrou. Doeu um pouco, claro, mas valei a pena. Me senti toda preenchida por dentro. Era uma delícia. Jane percebeu minha felicidade e be deu um beijo ardente. Fiz um gesto para ela colocar a boceta na minha boca e ela ficou meio agachada sobre meu rosto. Chupei com sofreguidão aquela bocetinha deliciosa que estava na minha cara, enquanto recebia dentro de mim o pauzão do Ricardo. Ricardo não parava de se mexer. Era uma máquina de fazer sexo. E eu acompanhava aquele ritmo louco. Até gozar. E gozamos gostosamente depois de ficar um longo tempo curtindo aquela transa a três. Ricardo descansou. Eu e Jane continuamos fazendo sexo, uma dedilhando a xana da outra. Aprendi a tocar siririca direitinho com Jane. Depois de uns drinques, Ricardo foi dando sinal de vida. Com a ajuda de minha lingüinha esperta, o pau de Ricardo começou a despertar. Jane também queria agradar seu melhor cliente. Deitou-se e esperou por aquele cacete. Ricardo abriu uma gaveta e pegou uma pomadinha. Jane viu e se virou, colocando dois travesseiros na barriga e deixando a bunda bem empinada para cima. Fiquei só observando o que estava para acontecer. Ricardo chupou delicadamente o cuzinho da Jane e passou o lubrificante. Enfiou o dedo cheio de pomada no cu de Jane e começou a enfiar o tarugo no meio daquele bundão lindo. Me aproximei para ver se ela ia mesmo agüentar tudo aquilo. A cabeça entrou com certa dificuldade, mas o resto entrou fácil. Jane deu um gritinho e depois começou a gemer e rebolar. Jane deu um sinal para eu me aproximar. Percebi o que ela queria e coloquei minha xaninha molhada perto de sua boca. Enquanto ela tomava aquela tora no cu, lambia minha boceta com carinho. Como era bom ver aquele pinto entrar e sair do cuzinho de Jane, enquanto sua língua entrava e saia da minha xaninha, no mesmo ritmo. Assim ficamos até que percebemos que Ricardo ia gozar. Nos preparamos para gozar juntamente com Ricardo. Foi uma festa. Gritamos todos juntos que estávamos gozando. Dos outros quartos, os outros casais escutaram e riram alto de nossos entusiasmos. Depois de super satisfeito, Ricardo tomou outra ducha, se arrumou e foi embora, após nos beijar e agradecer muito. Sobre a mesa da suíte deixou um cheque de 5 mil reais. Não acreditei. Indaguei se ele estava pagando por um mês de transa e Jane falou que o Ricardo era assim mesmo. Quando ele gosta da trepada, ele paga um bom dinheiro. Prometeu me dar a metade. Argumentei que eu não queria dinheiro, pois meu dever era pagar por todo aquele prazer. Mas pela insistência dela, aceitei o cheque que ela preencheu. Foi meu primeiro "cachê" como garota de programa. E não foi o último não, pois continuei muito amiga de Jane, Rose e Mary. De vez em quando, vou até lá para fazer um outro "trabalho escolar", que me dá um bom dinheirinho extra. E a minha performance na cama melhorou muito. Meu maridinho (agora,corno) está felicíssimo com minha transformação, mas nem faz idéia do que acontece quando faço tal "trabalho". Se vocês gostaram desta minha primeira aventura como garota de programa, votem nesse conto, assim relato outras transas (superinteressantes) na casa de minhas novas amiguinhas.

.400. UMA CASADA NA BORRACHARIA!Sou uma mulher verdadeiramente casada com um belo e bem-sucedido executivo de vendas, que nesses nossos dez anos de casamento sempre procurou proporcionar-me todo o conforto e liberdade que certamente a grande maioria das mulheres casadas gostariam de poder usufruir. Acostumada a freqüentar os melhores lugares, bem como viajar constantemente com meu marido, jamais pude imaginar que um dia acabaria nos braços de um tesudo e viril borracheiro. Depois de comprar dois jogos de rodas de liga-leve para o meu carro, meu marido pediu-me para trocá-las em uma borracharia localizada na saída de Campo Grande para São Paulo, onde, quando precisava, mandava os carros do escritório. Após uma revigorante ducha de água fria e ter-me secado e passado um refrescante creme hidratante por todo o corpo, como fazia muito calor naquele final de tarde de quinta-feira, decidi vestir uma roupa bem leve e confortável. Como de costume, vesti uma minúscula tanguinha vermelha, cuja parte de trás fica completamente enterrada no meu bumbum e a da frente mal cobre meus sempre aparados, sedosos e perfumados pentelhinhos. Escolhi um conjuntinho jeans formado por um minúsculo top que mal cobria meus pequenos e firmes seios e um pequenino short que deixava transparecer na sua parte de trás as dobras do meu bumbum. Nos pés, um lindo par de sandálias de saltos sete e meio com tiras amarradas nas pernas. Nos meus carnudos lábios, passei um cremoso batom marrom, cor que combinava perfeitamente com a do esmalte das minhas unhas dos pés e das mãos. Nos cabelos loiros, cujo comprimento vai um pouco abaixo do ombro, dei uma bela escovada. Óculos escuros, bolsa pendurada no ombro, celular numa das mão e as chaves na outra, entrei no carro e saí em direção à tal borracharia. Dez minutos depois, estacionava o veículo quase dentro do estabelecimento. Foi quando vi o homem vindo em minha direção: um moreno-claro, alto, sem camisa, suado, forte e com um belo sorriso que mostrava uma dentição perfeita. Ao aproximar-se da janela do carro e visualizar meu tesudo par de pernas, o borracheiro ficou, verdadeiramente, de boca aberta e queixo caído. Estranhamente, não senti repulsa alguma por ele, ao contrário, senti-me desejada e cobiçada por aquele simples trabalhador, o qual me havia dito que eu poderia permanecer dentro do carro, pois não atrapalharia o seu serviço. Concordei e coloquei um CD para tocar, enquanto ele começava a retirar as rodas da mala do carro. Fumando, eu via pelo retrovisor aquele homem com seu peito peludo e forte. Aquilo foi me dando um tesão enorme e resolvi provocá-lo para ver qual seria sua reação. Vendo que ele começava a levantar o carro do meu lado, para retirar a roda traseira esquerda, após acender um cigarro, sem tirar o óculos escuros, muito sacana abri o botão do short fazendo com que o zíper também abrisse um pouco. Como vestia um minúsculo top, que mal cobria os seios, minha barriga ficava completamente exposta. Com a abertura intencional do short, sabia que, ao descer do carro, estaria tentadoramente provocante. E foi o que fiz. Desci do veículo e fiquei bem próxima ao borracheiro que, para falar comigo, tinha de virar a cabeça para cima. Só que, ao fazer tal movimento, ele dava de cara com o meu tesudo par de coxas e com o lindo espetáculo que o tesudo short proporcionava à sua visão. Enquanto trabalhava, ele me disse que se chamava André, tinha 32 anos, era casado com uma comerciária de 25 anos e que, por estar desempregado, havia decidido abrir aquela borracharia para poder sobreviver. Sua história me comoveu, porque ele disse que tinha o segundo grau completo e que, inclusive, havia feito um curso completo de computação. Enquanto prosseguia conversando com André, coloquei o pé esquerdo no estribo da porta. Esse movimento deixou a parte do fundo do meu short totalmente escancarada na sua cara. Já demostrando um certo desejo indisfarçável por mim, quando me dirigia a palavra olhava diretamente na direção da minha boceta. Esse seu olhar guloso e tarado me deixou completamente tesuda e excitada e comecei a sentir que minha bocetinha ficava toda melada. Ai, que tesão! Sem que André percebesse, abri mais ainda o zíper do short, deixando um pouquinho da minha tanguinha à mostra, e comecei a andar pela borracharia, procurando ficar sempre de costas, porque, assim, sabia que ele teria uma ampla visão das dobras do meu bumbum. Que delícia! Num determinado momento, deixei cair meu isqueiro e, ao apanhá-lo, ainda de costas, abaixei-me como se estivesse executando um exercício de alongamento. Foi demais! André havia visualizado meu bumbum como eu queria. Ao virar-me rapidamente, flagrei-o com seu olhar guloso grudado no meu traseiro. Ficou meio sem graça, afinal, conhecia meu marido, mas dei-lhe um belo sorriso, como se estivesse gostando de vê-lo olhando para minha bunda, e fiquei mais excitada ainda. Então, aumentei o volume do som do carro e, acompanhando o ritmo da música, passei a mexer e remexer o corpo, com meu pequenino short quase que totalmente aberto. Só depois de algum tempo é que me dei conta dos vários pôsters de mulheres colados pelas paredes da borracharia. Um deles mostrava uma loira que, por incrível coincidência, era muito parecida comigo e, para maior surpresa ainda, vestia-se como eu estava. Era o que eu precisava! - Nossa, André, como a loira deste pôster se parece comigo! Além disso, ela tá vestida igualzinha a mim, não está? - falei fazendo beicinho, ao mesmo tempo que me virava para ele. - Veja, até o short dela é curtinho como o meu! Você gosta? Completei, passando a mão no bumbum e dando-lhe uma piscadela. André não resistiu mais e agarrou-me ali mesmo, dando-me um beijo violento na nuca que quase me arrancou um pedaço. Como foi gostoso! Afastei-me, servi um pouco de café de uma garrafa térmica que estava sobre uma bancada e, pedindo que me acompanhasse, dirigi-me até o carro. Sentei-me com as pernas para fora e coloquei o copo quase quente sobre o painel. Quando André se aproximou, imediatamente dirigi as mãos para a sua cintura, abri o zíper da calça e retirei para fora um belo e reluzente cacete marrom-chocolate. Que pau maravilhoso! Não pensei duas vezes, peguei o copo com o café, sorvi um enorme gole, abocanhei a vara e, quando a cabeçorra arroxeada teve contato com o café dentro da minha boca, André não agüentou e exclamou: Ai, você vai me queimar, sua piranha gostosa. Isso, me chupa gostoso, sua vadia que adora cornear o marido! Passei a chupar o pau daquele borracheiro com muita vontade e um incontrolável tesão, ao mesmo tempo que carros passavam em alta velocidade na avenida. Tentava abocanhar sua vara inteira, mas não conseguia, pois era muito maior que a do meu marido. Beijava, lambia, chupava e cheirava seu cacete, como se fosse um suculento pedaço de picanha ao ponto. Que gostoso! O gosto do café na minha boca não impediu que sentisse o cheiro do seu cacete suado. Isso me deixava ainda mas excitada. Passei a chupar sua vara com mais vontade ainda, fazendo movimentos de vaivém com a boca. Eu, sentada no banco do carro; o André, do lado de fora, em pé, com a calça totalmente aberta. Era uma depravação só! Depois de ficar chupando aquela maravilhosa tora de carne, nervos e veias dilatadas, percebendo que André estava para gozar na minha boca, levantei-me e, afastando-o e segurando-o pelo pau, conduzi-o para o interior da borracharia, onde, deitada sobre dois pneus, pedi-lhe que tirasse meu short e a tanguinha. Sem perda de tempo, André me atendeu e passou a lamber-me dos pés até chegar nos meus sempre sedosos e aparados pentelhos, perfumados com Boucheron, um aroma verdadeiramente irresistível! André me lambia como uma gata lambe seus filhotes e me chupava com força e vontade, parecendo que queria arrancar meu útero, de tanta força que demonstrava com a boca. Que maravilha! Fazendo-me ficar em pé, posicionou-me de costas para ele e debruçou-me sobre uma outra pilha de pneus. Aí, agachou-se e, de cócoras, ficou enterrando a língua no meu cuzinho, enquanto abria minhas nádegas com as mãos fortes e calejadas. Que delícia! Mostrando saber proporcionar um belo tesão e prazer a uma mulher elegante, tesuda e de fino trato, como eu, André, além de enfiar sua língua no meu cuzinho, passou a enfiar seu enorme dedo indicador no buraquinho da minha boceta, que estava completamente melada de tanta excitação. Sentia-me uma puta de beira de estrada. Não demorou muito e gozei feito uma cadela, latindo, gemendo e delirando de prazer com aquela língua entrando e saindo do meu cuzinho e o dedão dentro da minha boceta. Foi uma delícia! Assim que acabei de gozar, virei-me, abaixei-me na frente de André e, de uma maneira despudorada e depravada, voltei a chupar-lhe o enorme cacete que estava duríssimo e enorme. Depois, fiquei de quatro em cima dos pneus e ele, entendendo o que eu queria, passou a me rasgar e a me dilacerar a boceta com a sua bela e reluzente pica. Que sensação maravilhosa! Ao mesmo tempo que me estocava sua vara na boceta, rasgando-me sem dó nem piedade, eu gritava e delirava de prazer na vara do borracheiro amigo do meu marido. Vendo que André gozaria, metendo-me daquele jeito, fiz com que saísse daquela posição e fiquei massageando suas bolas, ao mesmo tempo que beijava a cabeça da sua pica, que agora tinha o cheiro de cacete suado misturado ao cheiro maravilhoso do líquido da minha boceta. Pedi a ele que deitasse no chão e o cavalguei como uma amazona cavalga o seu garanhão. André gemia e urrava de prazer, enquanto lhe proporcionava um luxuoso sobe-e-desce com a boceta completamente melada na sua vara de tamanho descomunal. Ele me fazia deitar sobre seu corpo e beijava meus seios mordiscando levemente os bicos intumescidos. Estava adorando trepar com aquele homem aparentemente rude, ali no chão da borracharia. Meu caríssimo perfume francês já se havia misturado ao cheiro do seu suor. Eu subia com a boceta até o meio do seu pau, parava e ali ficava mordendo com os músculos vaginais a vara de André, que gemia como se estivesse sentido uma deliciosa dor. Para aumentar mais o meu tesão, enquanto continuava meu delirante sobe-e-desce na sua pica, ele, muito sacana, simplesmente enfiou o dedo no meu cu. Aí foi demais! Gritei, berrei e delirei de prazer, ao mesmo tempo que, juntamente com ele, atingi um louco e desvairado orgasmo, de uma intensidade a qual nunca havia sentido e experimentado antes. Foi demais! André me inundou a boceta com tanta porra que, misturada ao meu líquido, passou a escorrer-me pela dobras do meu bumbum e pelas minhas pernas. Foi maravilhoso o prazer que senti trepando ali com o borracheiro. Para despedir-me, virei em direção ao seu enorme cacete e o abocanhei sorvendo com os lábios as últimas gotas de porra que teimavam em sair da sua vara. Foi muito delicioso! Quando dei por mim, já passavam das cinco e meia da tarde. Despedi-me de André e deixei-lhe minha minúscula tanguinha de recordação. Ao chegar em casa toda suja, que até deixei minha empregada assustada, disfarcei e corri para o banheiro, onde voltei a tomar uma nova e revigorante ducha de água fria. À noite, enquanto trepava com meu marido, contei-lhe o fato como se fosse uma fantasia. Ele acreditou e até hoje pensa que foi uma fantasia criada naquele momento. Chegou a achar graça em me imaginar trepando com um borracheiro. Foi demais!

.401. PERDI MEU CABAÇO PARA UM CÃO.Esta é uma história verídica, porem o fato ocorreu muito rápido, mas, contudo tentarei de todas as formas narrar os detalhes que aconteceram. Não lembro bem, mas acho que tinha por volta de 15 anos, nesta época eu morava na casa da minha avó; era uma casa grande e afastada da metrópole, era uma espécie de casa com muitos animais, uma casa típica de interior, e nesta época meus pais moravam na capital. Na casa tinha um cão vira-lata de porte grande e chamava-se DUKE. Este cão era muito bravo e todo mundo tinha medo dele, e ele vivia preso. (eu nem poderia imaginar que com ele seria a minha primeira transa) Certo dia, minha avó saio, e como era de costume e ela soltava o cão pra tomar conta da casa, mas só que neste dia eu esqueci deste detalhe. Estava tomando banho e como a minha avó tinha saído, eu não levei toalha pra me enxugar. Quando acabei de banhar-me saí nua e fui apanhar a toalha no quintal, mas como já mencionei, não lembrei que o cão estava solto; entrei em meu quarto e comecei a me enxugar quando derrepente me deparo com o cão, ele olha pra mim e vem correndo, o meu medo foi tanto que, estava bem perto da porta e não consegui sair do lugar. Ele veio pra cima de mim e começou a cheirar-me, e cheirou o meu órgão genital. Fique parada só observando e dando tempo pra o medo passar. Foi quando o medo começou a virar tesão. Aquela língua era de mais! Quanto mais ele me lambia mais eu gostava, então me encostei um pouco na parede, me inclinei levemente e dobrei minhas pernas para ele lamber melhor e fiquei um bom tempo sentindo uma sensação que até então não conhecia, foi ai que ele parou e veio pra cima de mim com suas patas. Ele era quase do meu tamanho e com seu peso derrubou-me e fique no chão. Quando tentei me erguer, ele veio pra cima de mim (nesta hora eu estava de quatro) e montou-me, tentei várias vezes levantar e depois de um certo tempo consegui, e fui correndo para dentro da casa, mas ele me perseguia, e acabei indo para o meu quarto e quando eu tentava subi na cama ele veio e me derrubou mais uma vez, fiquei deitada no chão, depois tentei sair do quarto, mas ele se encontrava na passagem e quando tentei sair ele começou a rosnar e a latir, eu não tinha como sair foi quanto ele veio para cima de mim, mas, o que ele queria era me comer e ficava forçando o meu ânus com o seu focinho, como se quisesse levanta-lo para come-lo. Ele tentou me penetrar de qualquer maneira, mas na posição que me encontrava (deitada) ele não teve êxito, e por várias vezes senti seu pênis bater no meu rosto, e novamente ele veio tentar me erguer forçando meu ânus com o seu focinho. Foi ai que ele além de forçar ele começou a lamber, comecei a gostar e acabei cedendo as suas tentativas, aquela sensação de estar sendo violentada por um cão era uma delicia, por isso deixei a coisa rolar. Então a cada lambida que ele dava eu arreganhava mais meu ânus para que ele me lambesse mais dentro. Peguei minhas mãos e com as pontas dos dedos arreganhei o máximo que pude o meu ânus, ele percebeu, e me lambeu tão no fundo que eu dei uma gemida quase a tom de grito; quando ele mais me lambia mais eu empinava a bundinha até ficar de quatro e com a cara no chão. Parecia que ele não queria me deixar escapar e com extrema pressa começou a penetrar-me no ânus. Com aquela respiração rápida no meu ouvido pensei por varias vezes que tinha uma pessoa me comendo. Fique parada gostando da novidade e ele foi penetrando-me bem voraz, e fui sentindo uma coisa suave e quente adentrando e abrindo meu ânus, era muito gostoso, tive vontade de gritar, não de dor mas de loucura orgasmática, aquele pênis entrando em mim, tirando a virgindade do meu ânus sendo minha primeira pene-tração (era demais). Quando ele me penetrava subia automaticamente uma tremedeira e um calor inexplicável. A cada movimento dele eu sentia seu membro entrar mais e mais no meu interior, até que ele não podia mais entrar e, pois-se se mover rapidamente. Foi quando ele forçou um pouco mais e penetrou tudo o que tinha que penetrar, e eu senti seu pênis aumentar de volume dentro de mim e um líquido quente entrando no meu ânus saindo do seu pênis; parecia que ele sabia que ele era o primeiro a rasgar (de prazer) meu ânus, e que tinha guardado todo esperma para aquele momento. Depois de um certo tempo ele parou e algo de interessante aconteceu; ele na posição que estava (em cima de mim) começou a lamber meu pescoço e minhas costa, como se tivesse dizendo...calma o pior já passou (ou já entrou). Eu fiquei curtindo por um curto tempo (cerca de um minuto ) aquele líquido quente esporrar do seu pênis para o meu ânus. Depois disso, ele se virou e ficamos na posição 'bunda com bunda', fiquei com um certo medo e tentei sair, mas senti uma leve dor e retrocedi, comecei a rebolar só para sentir um pouco mais seu pênis dentro de mim. Coloquei a mão no meu ânus todo melecado e senti que ele (o pênis) tinha entrado todo; tentei novamente sai e sentido uma leve, mas 'gostosa' dor consegui sair. Foi ai que ele veio e começou a lamber meu ânus como se tivesse aprovando e admirando o cú que ele acabava de foder, (era como se ele estivesse pensando alto, ou como dissesse para mim: 'PARABENS MINHA CADELA, NÃO É TODO MUNDO QUE AGUENTA UM ROJÃO COMO ESSE). Hoje fico com uma duvida, nós não chegamos a ficar engatados ou encangados ou preso por um longo tempo como é normal. Depois dele me lamber e tirar o excesso de esperma que escorria do meu ânus, (nossa que língua!!!!) olhei e vi que o seu pênis estava ereto e inchado com uma leve capa de sangue e que cuspia pausadamente um certo líquido. Me admirei do tamanho do pênis que acabava de agüentar, e daquele formato estranho. - aquele pênis grande, vermelho, cheio de veias com uma bola na base, aquela glande diferente e que balançava com sua respiração - e quando eu o olhava pensava: - Nossa! Que tamanho de vara que eu agüentei sem reclamar e nem doer. (por incrível que pareça não doeu). Passei o dedo no meu ânus e percebi que estava levemente sujo de sangue, não sei se era do meu ânus ou do seu pênis, porque o pênis dele também estava encoberto por um pouco de sangue. Acho que do meu ânus não foi porque não senti nenhuma dor para ele ter sangrado. Parecia que aquele pênis, que ainda esporrava, estava me chamando, me Hipnotizando....aquela coisa me chamava, era mais forte do que eu!!!! Agachei-me e sem nenhum medo ou receio fui lambe-lo também; como se eu fosse sua escrava e sub-missa e dando a ele parabéns por ter sido o primeiro a adentrar-me e me queimar de tesão. Parece que ele sabia o que eu estava pensando, porque quando comecei a lambe-lo, ele se deitou e abriu as pernas para que eu fizesse o serviço completo. O tesão era tanto que eu não queria para de lamber, não deixava desperdiçar uma gota se quer, e literalmente mamava-o com muita vontade, parecia uma leitoa dando de mamar par sua cria; e aquele pênis vermelho, viril e voraz, e cada vez que eu lembrava do que ele me fez, mais vontade eu tinha de chupar aquele líquido, e quando eu o chupava ele se mexia e gemia, parecia que cada vez que eu o chupava gozava. Mas tive que parar porque estava perto de alguém chegar. Depois ficamos mui amigos, e quase toda noite eu dizia que ia brincar na rua, e ao invés ir brincar, eu disfarçadamente pulava o muro e ia pra sua casinha e ficamos transando quase a noite toda. Por isso que posso dizer que a minha primeira transa foi animal.

.402. FIM DE SEMANA A TRÊS.Conheci Roberto e Julia através de um site classificado de sexo. Após vários e-mails e telefonemas, marcamos um encontro e viajei até a cidade em que moravam. Chegando lá, eles gentilmente foram até a rodoviária para me receber. Fiquei maravilhado quando vi que eram muito mais bonitos do que as fotos que já havíamos trocado. Ela era loira, branquinha, muito bonita e muito atraente, cabelos até os ombros, cacheados, boca carnuda e sensual, coxas roliças, bundinha redonda e farta, assim como seus seios. Ele era boa pinta, alto, moreno, e forte. Fomos direto para a casa deles e logo que chegamos eles queriam que eu me preparasse para a grande noitada que iríamos ter a três. Muito ansioso, fui logo para a suíte de hóspedes, entrei no banheiro e comecei então a minha transformação: depois de um bom banho, depilei a virilha e meu cuzinho rosado, deixando ele bem lisinho. Pintei as unhas do pé de vermelho escarlate bem sexy, colei as unhas postiças da mão, pintadas da mesma cor, vesti a lingerie branca bem sexy, composta de espartilho rendado, cinta ligas, calcinha de renda fio dental, meias 7/8 da cor da pele com abertura para os dedinhos, e uma sandália plataforma branca de salto bem alto, me deixando com a bundinha bem empinada. Coloquei a peruca, brincos, colares, fiz a maquiagem e por fim pus um vestido champagne para encobrir a lingerie mais íntima. Transformada numa putinha, agora estava pronto para realizar uma fantasia das mais excitantes: transar com um casal, me passando por mulher bi, comer a esposa e ser comido pelo marido. Fui até a sala, onde eles já me esperavam ansiosos. Ela estava deslumbrante, com um vestido preto realçando suas curvas magníficas, seus seios muito bem mostrados no decote generoso e sensual, seus lindos pezinhos, com as unhas pintadas de renda, estavam saborosos numa sandália de salto bem alto de tirinhas, mostrando seus pezinhos quase que por inteiro. Ele estava de calça e camisa sociais, como se fosse sair para trabalhar. Começamos a conversar, eles me elogiaram dizendo que eu estava muito bonita e sexy, e que eu tinha pezinhos lindos (tenho pés tam. 38 muito bem cuidados, que ficam bem femininos quando pinto as unhas) e que seria bem agradável ter a minha companhia naquele fim de semana. Disseram também que nunca tinham transado com uma linda morena travesti como eu parecia ser. Eu então disse que não estava mais me agüentando, então Julia me abraçou e começamos a nos beijar bem gostoso no sofá. No começo era bem devagar, mas depois nossas línguas se entrelaçavam bem rápido, querendo sugar toda a saliva uma da outra, e o marido só olhando. Fui tomando a posição de ativa, me deliciando com aquela deliciosa loira, minhas mãos percorrendo aquelas pernas gostosas, minha boca no seu pescocinho branquinho e cheiroso fazendo ela dar gemidos de prazer. Libertei seus seios macios do vestido, seus mamilos duros foram rodeados pela minha língua, depois foram mordiscados de leve, depois mais forte, arrancando gemidos da Julia. Fui descendo com a boca até chegar no seu umbigo, que lambi e chupei com gosto, antes de descer mais e chegar na sua púbis. Ela estava usando uma calcinha preta de renda minúscula, que já estava totalmente molhada pelos sucos que saíam da sua linda buceta, que era linda, rosada, lisinha e cheirosa. Com minha mão pus a calcinha de lado, e caí de língua naquele buraquinho delicioso, alternando a língua em sua vagina e no seu clitóris, levando ela à loucura. Depois enfiei um dedo em sua bucetinha e massageei seu ponto G até ela gozar na minha boca, desabando no sofá, onde ficou imóvel, deliciada. Enquanto isso, o seu marido Roberto, que estava olhando a tudo num canto da sala, já mostrava estar de pau duro, embaixo das calças. Ele então chegou mais perto, e então eu, que estava de joelhos no carpete, abri seu zíper, depois o cinto, e ele deixou cair as calças até o joelho, deixando à mostra seu pau grande (devia ter uns 20 cm), duro, com as veias saltadas, bastante excitado. Comecei a lhe fazer um boquete bem gostoso, começando com a cabeçona, que engoli com gosto, ela era bastante grande para minha boca, e sofri um pouco para poder abocanha-lo de jeito. Com uma mão ia punhetando ele, que gemia gostando de ser chupado pelo traveco que fez sua mulher gozar. Minha baba grossa estava lubrificando aquele pau delicioso, que parecia ficar mais duro à medida que eu chupava. Lambi e chupei ele de cima a baixo, não esquecendo de nenhum centímetro daquela pica maravilhosa, tentando fazer igual às atrizes dos filmes pornô, mas não conseguia enfiar o pau todinho dentro da minha boca. Isso me deixava louco, e senti que deveria tentar engolir aquele mastro de outra maneira. Me ajoelhei no outro sofá (pois no outro estava Julia, ainda imóvel) com os braços na cabeceira, empinando a minha bundinha redonda e roliça e ofereci a Roberto, que subiu meu vestido foi logo pondo minha calcinha de lado com os dedos, expondo meu cuzinho depiladinho e rosadinho. Ele começou a lamber e a chupar meu cuzinho, que piscava de tesão. Roberto foi lambendo e lubrificando meu buraquinho virgem, que foi se abrindo para a sua língua grossa e áspera, até que ele enfiou a língua lá dentro, deixando meu botão rosado bem molhado. Depois ele pegou um tubo de gel lubrificante e lambuzou o dedo indicador. Em seguida foi invadindo meu cu bem devagar, sentindo cada centímetro das minhas preguinhas por dentro. Depois tirou o dedo e, sentindo que eu estava mais aberta, enfiou dois dedos, o médio e o indicador no meu buraquinho. Eu estava adorando aquilo, pedia para ele ir devagar, que eu queria sentir tudo da melhor e maior maneira possível. Ele começou movimentos de vai-vem, me deixando louca e pedindo para ir mais rápido. Ele ficou assim por alguns minutos e eu então não agüentei, e implorei para ele por o cacetão dele lá dentro. Ele ficou de pé, eu de quatro no sofá pedindo para ele me deflorar com carinho. Ele começou devagar, pondo com cuidado, sentindo meu cuzinho abocanha-lo pouco a pouco até suas bolas encostarem no meu buraquinho, que engoliu aquele pinto duro até o fim. Roberto começou a entrar e sair em movimentos lentos, que foram ficando mais rápidos à medida que eu ia pedindo. Eu estava adorando aquilo, sentir um pau de verdade arrancar meu cabacinho, sentia aquele cacete quente me invadindo, me preenchendo, suas bolas batendo na entradinha, querendo entrar também, mas não conseguiam, eu me sentia uma mulherzinha dessas de filme pornô, eu me sentia a puta das putas, gemia e gritava alto pedindo mais, quando num momento vi Julia se masturbando no sofá ao lado. Seus olhos brilhavam, ela parecia estar muito excitada e fascinada com aquela cena. Roberto continuou dando estocadas fortes quando falou que ia gozar. Eu disse para ele gozar na minha boquinha gulosa. Ele então tirou seu pau (e eu me senti esvaziada) e veio na minha direção. Eu me virei e fiquei de joelhos na frente de seu pau, e masturbei ele por alguns segundos até que ele gemeu e jorrou um rio de porra na minha cara e na minha boca aberta. Queria encher minha boca com o sêmen daquele macho gostoso e me lambuzar muito, e foi isso que fiz: espalhei sua porra gostosa no meu rosto e no meu pescoço, enquanto senti Julia se aproximar e lamber o pau do marido, que ainda estava lambuzado de porra. Ela lambeu o que restou no pau do marido e depois veio com sua língua maravilhosa me lambendo e sorvendo toda a porra do marido que estava no meu pescoço, queixo e rosto. Depois demos um beijo bem gostoso, compartilhando as últimas gotas da primeira das muitas gozadas que Roberto daria naquele fim de semana.

.403. KAREN... NO CINEMA!Resolvi colocar em ação mais uma das minhas fantasias; dessa vez seria dentro de um cinema, na capital de nosso estado que dista mais ou menos 90 quilômetros de nossa cidade. Já tinha lido e ouvido falar muito a respeito das loucuras sexuais que acontece dentro desse lugar. Para aqueles que não ainda não me conhecem, usarei para me descrever a narrativa que meu cúmplice-marido mais gosta de exprimir: "MORENA, 1,60M, 57KG, CABELOS E OLHOS PRETOS COMPRIDOS, FARTOS SEIOS, COXAS GROSSAS BEM TORNEADAS, BUNDA CARNUDA, EMPINADA, CINTURA DE ENCAIXE PERFEITO". O modelito escolhido para esse lugar deveria estar em conformidade com o mesmo, pois assim, eu seria mais uma dentro de um lugar comum. Passei algumas vezes na frente do cinema escolhido parei meu carro próximo da porta de entrada, e a pretexto de estar esperando alguém, fiquei observando as mulheres que ali freqüentam. Notei que o comprimento das saias eram bem reduzidos, a trivialidade fazia parte das blusas ou camisetas, o calçado era uma mistura de comum com brega-chique; percebi também que, lingeries era a gosto e a bolso da usuária. Dessa observação formei a vestimenta a ser usada. Agora restava aprovação do meu esposo e cúmplice. Contei ao meu cúmplice-marido a fantasia; e depois de analisarmos e pensarmos algumas regras de segurança decidimos que eu levaria uma pequena e surrada bolsa com 9 preservativos "jontex ultra" mais nada, e que nenhum contato seria a flor da pele, pois assim estaríamos evitando as DST's. Decidimos o dia e a hora, já que o local estava previamente escolhido. A vestimenta a ser usada seria algo básico, uma micro-calcinha fio dental transparente, saia preta de coton coladíssima ao meu corpo, um top sem sutiã, uma sandália simples. Para uma prévia aprovação do meu cúmplice, vesti essa roupa e por algumas horas transformamos a sala de nossa casa na sala do cinema onde eu poria em pratica mais uma das minhas fantasias, e dessa forma transamos deliciosamente. No dia escolhido fui ao cinema, combinamos que eu entraria sozinha e ficaria no canto oposto a porta de entrada, ficaria em pé atrás da primeira fila de cadeiras, meu marido se postaria logo atrás, numa distancia que pudesse entrar em cena rapidamente caso necessário. E assim aconteceu. Na tela um filme pornô que começava mostrando um belo dia de verão numa praia deserta e alguns casais desfrutando do paradisíaco local, achei ótimo, pois com a claridade vinda da tela, podia ver tudo o que acontecia ao meu redor. Não demorou e um senhor postou-se ao meu lado direito, eu apenas olhei e continuei com o olhar fixo na tela, de repente sinto uma mão acariciando minha bunda por sobre a saia, olhei para ele sorri, foi à senha para ele se atrever, logo senti minha saia subir e a mão dele tocar minha bunda, percorrer o desenho da minha calcinha e ficar acariciando minhas coxas; minha xaninha lubrificou-se, a sensação do medo, do tesão e do inusitado sempre mexeu comigo, olhei para meu acariciador vi que ele tinha aberto o zíper e sua mão por dentro da calça deixava claro que ele estava se masturbando enquanto me tocava. De repente surge ao meu lado esquerdo um garoto que aparentava uns 18 anos, nas costas uma mochila, na mão um capacete e um cheiro de perfume barato misturado com óleo diesel que exalava do seu corpo, logo pensei em se tratar de um moto-boy, o garoto chegou colocando a mão por sobre minha perna e eu afastei, tentando disfarçar sua intenção ele cruzou os braços, porem uma das mãos tentou tocar meus seios, deixei, ele percebeu meus biquinhos intumescidos para em seguida acariciar todo meu seio: eu estava sendo acariciada por mãos de dois estranhos e como me conheço, achei melhor deixar um só me tocar, segurei então as mãos do jovem e falei ao seu ouvido: "ESPERE SUA VEZ" , não demorou muito, o homem ao meu lado apertou minha bunda com força e ao olhar para ele, percebi que ele estava gozando, nunca pensei que alguém gozaria só ao tocar meu corpo, fiquei plenamente satisfeita. O homem se recompôs e foi embora. O garoto ao perceber o homem sair, posicionou-se as minhas costas, como quem diz, agora é minha vez, aqui ninguém toca, e colando seu corpo no meu, pude sentir seu membro duro tocando minha bunda, o garoto tentava enfiar seu .pau no meio das minhas coxas, imediatamente abri minha bolsa, saquei um preservativo e dei a ele, de pronto ele revestiu seu pau e novamente veio procurar o calor das minhas coxas, facilitei empinando a bunda, abrindo as pernas, e logo pude sentir aquele membro no meio das minhas coxas; urna mão invadiu meu top e começou acariciar meu seio, a outra tentava levantar a parte da frente da minha saia a procura do meu grelo, imediatamente sustei sua intenção, e ele passou a segurar minha cintura iniciando um cadenciado vai e vem no meio das minhas coxas, eu por minha vez fechei bem as pernas, apertei bem aquele cacete duro, pulsando deliciosamente, em meu corpo; aproveitei então, para com as coxas, ficar apertando e soltando aquele pau, e escutei no meu ouvido "APERTA GOSTOSA..., APERTA..., APERTA... QUE EU VOU METER NA SUA BUCETA"; imediatamente balancei a cabeça negando sua intenção e /ou atitude; a mão que segurava a minha cintura, agora, tentava puxar minha calcinha para o lado e o seu dedo tocava meu anelzinho, um frisson arrepiou todo meu corpo, o garoto percebendo tirou seu pau do meio das minhas coxas e posicionou na portinha do meu anelzinho, aquela pressão na portinha me deixa num tesão louco, e logo eu estava empinando a bunda e com as mãos separando minhas nádegas, o garoto foi enfiando, metendo, e na primeira tentativa que ele teve em enterrar tudo, eu o segurei, ele entendeu, e foi metendo devagar, quando senti suas calças encostarem-se à minha bunda, percebi então que ele tinha metido tudo dentro da minha bunda, imediatamente enfiei minha mão por dentro da minha calcinha e comecei a me masturbar, ao mesmo tempo que rebolava naquele mastro enfiado dentro da minha bunda. Comecei a entrar em êxtase, um gemido surdo saia da minha boca, gozei, gozei gostoso, e logo em seguida o jovem gozou também, foi então que me dei conta onde estava, e ao olhar para o lado procurei meu marido, e o encontrei sorrindo a distancia. O garoto sumiu, eu me ajeitei novamente, agora eu precisava sentar, minhas pernas estavam bambas e eu radiante de tesão, queria mais, mais e mais... . Ao sentar fiquei recordando os instantes anteriores, e fiquei feliz, mais uma vez um estranho tinha se deliciado na minha bunda, absorvida pelos instantes anteriores nem notei que um homem sentara-se ao meu lado, e quando dei por conta, sua mão acariciava meu joelho direito; impetuosamente levantei e fui sentar em outra cadeira mais distante. Olhando a minha esquerda um homem me observava, tinha uns traços bonitos e de repente vejo ele com um dedo fazendo um sinal para ir sentar-se ao seu lado. Levantei e fiz questão de sentar a sua esquerda, ele sorriu, respondi seu sorriso e voltei para a cena que acontecia na tela, onde uma mulher de quatro chupava um, enquanto era metida por outro, fiquei estática olhando aquela cena, porem senti uma um movimento ao meu lado, e olhando para o homem, vi que ele tinha tirado o pau para fora da calça e se masturbava lentamente. Aquele pau em riste pedia minha boca, mas me contive, levantei a minha saia enfiei a mão por dentro da minha calcinha e comecei a me masturbar na mesma cadência do meu parceiro, ao me ver nesse movimento, delicadamente falou ao meu ouvido "POR QUE VOCE NÃO TIRA A CALCINHA?" . Na hora gelei, mas aquela minúscula calcinha já estava me incomodando desde a hora que eu saí de casa, e sem titubear tirei-a; ao ver meus ralos pelinhos ele acariciou, ao mesmo tempo em que eu passei a acariciar seu pau, olhei para traz, a procura de meu marido e notei que ele estava postado bem a nossas costas, e a tudo observava. Naquela cadenciada masturbação, percebi que o membro daquele estranho tinha uma deliciosa corpulência e nessa percepção minha xana lubrificou-se ainda mais, agora, era eu que queria tomar iniciativa, meu tesão falava mais alto que a razão, saquei outra camisinha da minha bolsa e revesti aquele sólido membro, ao mesmo tempo, na minha boca depositei um Hall's menta, e segundos depois já estava ajoelhada entre as pernas daquele estranho num delicioso boquete. O Hall's tirava o gosto do látex e proporcionava um delicioso frescor na boca, meu macho se contorcia na cadeira, e meu cúmplice marido a tudo observava. Noutro instante, senti mãos segurando meu rosto, e na hora parei de chupar, meu macho estava prestes a gozar. Ao tentar voltar a sentar ao seu lado, ele me segurou pela cintura e me fez sentar em seu colo; sentada em seu colo, enrolei toda minha saia ate a cintura, abri minhas pernas, e nesse abrir vi surgir roçando minha xana, meu grelo, o vigoroso membro, arqueei meu corpo para frente e apoiei minhas mãos nos braços da poltrona, abri as pernas e fui lentamente sentando naquele suculento membro, sentia cada milímetro daquele mastro invadir minha buceta, e meu corpo respondia, meus mamilos eriçados pareciam querer explodir , meu seio todinho arrepiado, minhas coxas em total erupção, demonstravam o imenso tesão que eu estava sentindo em meter com um estranho; apoiada que estava, comecei a rebolar naquele pau delicioso, ajudando no apoio, meu macho me segurava pela cintura, e eu rebolava, rebolava, rebolava cada vez mais, ate sentir meu orgasmo tomar conta do meu corpo, e numa explosão de gozo, sentei, enterrando todo aquele pau dentro da minha buceta. Minha xana contraia aquele pau; que delicia de pau, que maravilha de cacete, mas meu macho não tinha gozado, e agora quem queria gozar era ele, e ao meu ouvido pronunciou a deliciosa frase "QUERO SUA BUNDINHA... TAMBÉM", esse também era sinal que ele tinha visto eu dar para o jovem; deitada em seu colo, balancei a cabeça negativando sua intenção, mas ele carinhosamente me abraçava, me tocava e dizia "VOU COMER SUA BUNDINHA..., GOSTOSA!" ; ainda tentando frustrar sua intenção eu negava, mas ele carinhosamente ao meu ouvido pedia "QUERO SUA BUNDA...., TESÃO....VOCE É MUITO GOSTOSA, VOU COMER SUA BUNDA, VEM...DÁ ELA PARA MIM....DÁ!" . Não tinha como recusar um pedido daquele... Num súbito senti meu corpo ir ao o ar, eu levitava, meu macho, me pegou pela cintura, me ergueu, e voltava direcionando minha bunda para seu pau, senti seu membro separar minhas nádegas e parar na portinha, de novo aquela pressão, de novo aquele tesão, parecia que ele sabia que eu adoro dar a bunda, e seu cacete foi entrando, invadindo minhas pregas, começou a doer, pedi para ele parar, ele não me atendeu, um silencioso gemido saiu da minha boca, mas logo o tesão falou mais alto; no momento seguinte a dor deu lugar ao tesão, e novamente estava eu rebolando loucamente no pau daquele macho maravilhoso. Esqueci que estava no cinema e rebolei gostoso me senti em plena sapucaí, sendo eu a rainha da escola de samba; rebolei feito louca, feita vadia, rebolei feito puta querendo agradar seu macho, e nesse rebolado ouvi um sussurro "VOU GOZAR....VOU GOZAR, TO GOZANDOOOOO", como que num flash a razão voltou, na hora me levantei, olhei para baixo e vi seu cacete lançar jatos dentro da camisinha. Precipitadamente, fui desenrolando minha saia, ajeitando meu top e me dirigindo a saída, quando dei por mim, estava dentro do estacionamento, ao lado do meu carro, e vi meu cúmplice-marido vindo em minha direção, entramos no carro e voltamos para nossa cidade, para nossa casa. Em casa, tomando banho, me dei conta que tinha esquecido a calcinha e a bolsinha surrada dentro do cinema e me enchi de alegria; era quase certo que meu desconhecido macho tenha levado embora como troféu; em nossa cama meu cúmplice-marido me esperava, agora era o momento de realizar meu macho-mor, meu cúmplice-marido, e dando gostoso para ele, eu relatava ao seu ouvido as sensações que tinha sentido ao realizar mais essa fantasia.

.404. UM PRESENTE PARA AMANDA.Meu nome é Carlos, tenho 32 anos, sou casado e o que vou contar aqui aconteceu comigo, realizando minha grande fantasia que era ter duas mulheres na cama, satisfazendo todas as minhas taras. Minha mulher tem 25 anos, chama-se Amanda, é morena, peitinhos que só de olhar da vontade de chupar, cinturinha fina que realça mais sua bundinha empinadinha com uma deliciosa marca de biquíni, adora fazer sexo, me deixando louco de tesão sempre que transamos. Estamos casados a cinco anos, e desde que começamos a transar nunca escondi minha vontade de ter outra em nossa cama. Quando estamos transando esta fantasia sempre esta presente em nossas conversas, e embora sempre relutou com a idéia, dizendo que não conseguiria transar com outra, que sentiria ciúmes, etc., etc., nunca deixei de perceber sua excitação, às vezes até levando-me a loucura com comentários que faria se tivesse outra ali conosco. Embora esta fantasia nunca me abandonou, nunca forcei a barra, pois Amanda sempre foi uma putinha comigo, e pensava que um dia talvez acontecesse um milagre...E aconteceu. Minha mulher por ser muito bonita e gostosa, sempre chamou a atenção dos homens e das mulheres também. Freqüentamos um barzinho, onde nas sextas - feiras sempre paramos para bebermos um pouco e jogar conversa fora com amigos. Em uma sexta-feira, eu e Amanda estávamos na mesa com uns amigos, quando ela levantasse para ir ao banheiro. Demorou uns 10 min., quando voltou perguntei a ela o porque da demora, ela disse-me que havia encontrado no banheiro uma conhecida, e ficaram conversando, e que a havia convidado para sentar-se à mesa. Fiquei surpreso, pois Amanda sempre foi de fazer amizades, mas não tão rápido. Bem o papo continuou entre nós e os amigos, quando surge uma "Menina", ao lado da Amanda - "Oi, você me convidou, vim conhecer o seu pessoal". De onde estava, pude observar como era bonita e gostosa, não quis olhar muito para não dar bandeira, mas percebi que era um moerão. Amanda me apresentou Tatiane, que me deu um lindo sorriso, depois apresentou a nossos amigos, que logo a convidaram para sentar. No meio da conversa, Amanda falou que Tatiane tinha 19 anos, e estava fazendo faculdade de Odontologia, entre um papo e outro pude notar mais detalhadamente nossa nova amiga, loira, com umas coxas espetaculares, e uns peitinhos que pareciam que iriam saltar de sua blusa coladinha, instintivamente a cada olhada que dava em seus peitinhos, meu pau se manifestava. Conversa vai, bebida vem, meu desejo foi aumentando, e lembrando de minha tara, ali mesmo comecei a fantasiar como seria delicioso comer a gostosinha da Tatiane junto com a Amanda. Ficamos mais um tempo, e depois fomos embora. Na despedida, Tatiane de pé, pude observar melhor sua tesuda bundinha, empinadinha e durinha, pronta para receber um carinho, e quando fui dar um beijo de despedida, minha mão roçou de leve em seu peitinho, o que pude notar que logo ficaram com os bicos duros, o que assanhou mais ainda meu pau. Naquela noite Amanda e eu trepamos deliciosamente, e cheguei a fantasiar com ela, como seria bom nossa amiga Tatiane junto. Ela perguntou se eu havia gostado da Tatiane eu respondi que sim, que ela era gostosa e devia ser uma delicia na cama. Amanda ficou quieta, para surpresa minha. Passaram-se duas semanas, nem lembrava mais do que havia acontecido. Uma noite chegando em casa, escutei Amanda na sala conversando com alguém, quando entro encontro Tatiane sentada no sofá. Quando me viu, deu aquele sorriso maroto e levantou-se para me cumprimentar. Estava mais gostosa do que a primeira vez...usava uma calça jeans apertadíssima, e uma blusinha de alcinha branca que mostrava seu umbigo. Estava sem sutiã, o que logo notei pelo bico durinho que apontava em minha direção.Minha mulher não ficava atrás, estava mais gata do que nunca, com um vestido branco que realçava seu corpo e sua pele morena, de alcinha, sem sutiã, o que ela sabia... me deixava louco de tesão. Amanda disse-me que sua amiga iria jantar com a gente, sugeriu que eu fosse tomar um banho, mas antes preparasse uma bebida para as duas, para poderem me esperar. Preparei, e fui tomar banho. Aquela visão das duas na sala, tesudas como estavam mexeu comigo e de novo com minhas fantasias. Quando voltei o papo estava animado, e as duas já haviam tomado um pouco mais de bebida, estavam descontraídas e sorridentes. Sentei-me do lado de Amanda, e de onde estava podia ver bem Tatiane, sentada a vontade com as pernas em cima do sofá, cruzadas...dava-me uma visão de sua xana, que logo imaginei abertinha para mim. Amanda colocou uma música suave e perguntou a Tatiane se ela gostava de dançar. "Claro, adoro dançar e de preferência bem agarradinho".Olhou para mim e deu um sorrisinho delicioso, com sua boca tesuda. Amanda levantou-se e me puxou para junto dela, encostou seu corpo bem coladinho ao meu, e esfregando seu corpo no meu, sensualmente, pude sentir que minha mulher estava com tesão... já dançamos assim, mas em público...estranhei, mas coloquei a culpa na bebida. Ainda dançando comigo, Amanda chama Tatiane. Ela vem e Amanda pega meu braço e enlaça na cintura da Tati "Dancem, aproveitem a música".Eu quando senti aquele corpinho tesudo encostar no meu, meu pau não se conteve, apertei mais Tatiane no meu corpo e começamos a dançar quase sem sair do chão. Amanda sentada nos observava, no começo fiquei inibido, pois tinha medo que Amanda notasse meu tesão, mas o hálito quente de Tatiane no meu rosto, seus peitinhos duros no meu corpo, e a proximidade daquela xana no meu pau, fui me envolvendo.Dançamos por algum tempo, e Tatiane também mostrava que estava com tesão, pois sua respiração estava mais rápida e seu hálito mais quente. De repente senti as mãos de Amanda me abraçando também, fazendo de Tatiane um sanduíche. Tatiane se aconchegou mais em mim, e Amanda deslizava sua mão em minha cintura e em meus cabelos. A música, o perfume das duas mulheres, o clima todo deixou meu pau duro, querendo rasgar meu shorts. Amanda continuou a roçar o corpo de Tatiane, e foi nos rodeando com seu corpo ao compasso da música, me deixando cada vez mais louco. Instintivamente beijei a boca carnuda de Tatiane, num beijo molhado, que ela correspondeu passando sua língua dentro da minha boca. Neste momento não agüentava mais de tesão e vontade de comer Tatiane. Amanda vai por trás da Tati, e começa a acariciar seus peitinhos, desce com as mãos até sua barriga e depois lentamente começa a tirar sua blusa.Enquanto vai tirando, eu não consigo tirar os olhos da Tati. Logo sua blusa é jogada no chão, e Amanda continua acariciando seus peitos, segura os dois em minha direção, e beijando o pescoço de Tati que geme igual uma gatinha me diz, "Carlos, chupa os peitinhos da Tati, olha como estão durinhos e tesudos por você, a mesma vontade que você sentiu de comer nós duas, ela também sentiu e esta toda molhadinha para você". Eu não agüentei e comecei a chupar feito louco a Tatiane, que gemia no meio de nós dois. Enquanto mamava aqueles peitos tesudos, mordia os biquinhos, um de cada vez, fazendo Tati gemer baixinho, Amanda devagar foi tirando o resto de sua roupa, deixando-a nua. Senti a mão de minha mulher puxando o meu shorts, e logo meu pau encostou na xaninha da Tati. Amanda abraça a Tati e sussurra em seu ouvido alguma coisa que logo entendi, ela abaixa devagarzinho e abocanha meu pau, colocando em sua boca quente. No início suavemente para depois me fazer delirar com suas chupadas maravilhosas. Amanda se aproximou de mim, me olhou com um olhar de tesão e me deu um beijo que nunca havia me dado, quente, molhado, cheio do maior tesão. Afastei-a e baixei seu vestido, e enquanto tinha Tatiane se deliciando com meu pau, chupei os peitos de minha mulher com tanto tesão que ela gemia forte, mordia seus biquinhos que estavam duros de tesão. Tatiane largou o meu pau e foi para debaixo de minha mulher, enquanto eu chupava os peitinhos de Amanda ela começou a chupar sua boceta o que fez Amanda gemer mais alto. Aquilo estava me deixando cada vez mais louco, não via a hora de comer Tatiane, experimentar aquela bocetinha, e foder minha mulher como nunca, naquele momento nada me faria parar. Amanda pega a mão de Tatiane, que se levanta, e leva-a para o sofá. Tatiane senta, e colocando suas duas pernas abertas na beirada do sofá, pude observar sua linda e rosada bocetinha, tão pequena. Não acreditava no que via, minha mulher nua, deliciosamente nua, olhando para mim, oferecendo aquela bocetinha gostosa da Tati e passando de leve a mão na boceta de Tatiane falou "Vem Carlos, vamos chupar a bocetinha da Tati, eu e você, ela é Virgem, e ela quer você". Meu pau estava estourando de tesão, ajoelhei em frente daquela grutinha deliciosa e eu e Amanda começamos a chupá-la. Nossas línguas se encontravam dentro da bocetinha de Tatiane que abria cada vez mais as pernas e gemia como uma gata no cio. Amanda deixou-me chupando Tatiane, e foi dar-lhe um beijo na boca, correspondido ardentemente por Tati, depois desceu até seus peitos e começou a mamar os biquinhos, fazendo os gemidos de Tati aumentarem. Amanda ajoelhada no chão ao meu lado, com aquela bunda empinada, não resisti, e enquanto chupava Tati, enfiei meu dedo em sua boceta que rebolava de tesão. Amanda me afastou, abriu a bocetinha de Tati e começou a chupá-la, eu enquanto isso, ouvindo os gemidos de Tati, fui atrás de minha mulher, abri suas pernas e comecei a chupar sua boceta, enfiando a língua e fazendo seu grelo endurecer de tesão. Amanda se afastou, e enquanto parto para beijar a Tati, ela se posiciona em baixo de mim e começa a chupar meu pau, passando a língua em volta, deixando-o molhado com sua saliva quente. Eu não agüentava mais, beijava aquela boca quase sem deixar a Tati respirar, era demais eu pensar que logo estaria com meu pau dentro daquela boceta virgem, comendo aquele cabaço gostoso. Amanda me conhecendo, sabia que estava prestes a gozar, eu estava em cima da Tati, chupando seus peitinhos, quando senti a mão de Amanda guiando meu pau para aquela bocetinha virgem "Pronto Carlos, esta molhadinha para você comer". A Tati que até então não havia falado nada disse "Mete seu pau gostoso em mim, tira meu cabacinho, Carlos." Não tive dúvidas, assim que senti a cabeça do meu pau naquela grutinha virgem fui enfiando devagar, mas com vontade. Que boceta... apertadinha, molhadinha...sentia meu pau abrindo caminho naquele buraquinho virgem. Amanda lambia meu saco gostoso, aumentando meu tesão. Logo encontrei resistência do hímem da Tati...minha mulher chupando meu saco, aquele tesãozinho embaixo de mim, não tive dúvidas, segurei as mãos da Tatiane para os lados, que deixou seus peitinhos abertos para mim, comecei a chupar os biquinhos um de cada vez que a fazia gemer, me posicionei e empurrei meu pau de uma vez, abrindo aquele cabaço gostoso. Tati deu um gritinho abafado, e disse "Ta doendo Carlos" o que não me fez parar, intensifiquei as investidas, até ter certeza de ter o meu pau todo dentro dela. Que delícia, ver Tatiane gemendo embaixo de mim, com meu pau todo em sua boceta. Amanda foi até nós e dividiu comigo a boca e os peitinhos de Tati, que gemia, rebolava e suava entre nós. Comer Tatiane, e ver minha mulher chupá-la e me beijar ao mesmo tempo, estava me deixando delirar, e quando senti que ia gozar, tirei meu pau de dentro daquela bocetinha e explodi em um gozo na barriga da Tatiane, Amanda lambeu meu pau pegando as últimas gotas, e depois foi lamber meu gozo que escorria por Tatiane. Estava exausto naquele momento, me afastei um pouco e deixei Amanda tomar conta de nossa amiga. Tatiane ofegava, com a boca de minha mulher em sua boceta, segurava em seus peitinhos puxando os bicos e rebolava, de repente estremeceu em um gozo delicioso, derramando na boca de minha mulher que se masturbava e também gozava lambendo a boceta de Tatiane. Ainda louco de tesão, com o pau duro de ver as duas gozarem juntas, me aproximei, beijando minha mulher e a Tati. Ficamos alguns minutos nos beijando, e nos acariciando. Amanda respirava profundamente, enquanto eu enfiava um dedo em sua boceta, e outro em Tatiane. Virei Amanda de joelhos, e ainda com o dedo na bocetinha gostosa de Tatiane, meti gostoso em minha mulher, fazendo-a gemer. Tatiane se posicionou em baixo de Amanda e enquanto comia minha mulher, ela chupava meu pau e a boceta de Amanda. Fiquei assim alguns minutos, mas não gozei, pois queria mais. Tirei o pau de Amanda, e Tatiane foi beijá-la na boca, uma em cima da outra, as duas com as pernas abertas e bocetinhas juntas, não deu outra, meti em Tatiane, tirava e metia na Amanda, assim fiquei fazendo por algum tempo, comendo as duas bocetas, ora uma, ora outra. As duas gemiam e se beijavam, pedindo que eu fodesse mais. Deixei as duas, e me afastei um pouco, observando a gostosa bundinha de Tatiane. Parecendo ler meus pensamentos Amanda começa a alisar a bundinha de Tatiane e abriu para mim mostrando aquele botãozinho rosado."Olha Carlos, que tal comer agora o cuzinho da Tati". Nossa...era tudo o que eu queria naquele momento, foder aquele cuzinho gostoso. Sem mais demora me aproximei e encostei a cabeça do meu pau no buraquinho, Tati se encolheu um pouquinho, relutando mas Amanda se encarregou de deixá-la descontraída, beijando-a na boca. Fui colocando devagar meu pau naquele buraquinho pequeno, que logo foi abrindo para mim. Amanda falou "Pode colocar sem medo, o cuzinho ela já deu algumas vezes" Ai que gostoso... aquele buraquinho foi engolindo meu pau, e consegui colocar tudo, encostando meu saco naquela bunda maravilhosa. Tatiane começou a rebolar devagar o que me deixou mais louco, e fui apressando os movimentos. Segurei seus ombros, puxando-a para mim e Amanda embaixo, cheia de tesão, chupava os bicos de Tati que gemia e pedia mais. Meu pau estava latejando de vontade de gozar, eu fazia movimentos rápidos arregaçando aquele cuzinho. Não agüentei mais, tirei e gozei muito nas costas de Tati. Nós três caímos cansados no tapete, e ficamos alguns minutos para recompor os ânimos. Amanda sugeriu que fossemos tomar banho, o que aceitamos rapidamente. Fomos para o nosso quarto, pois em nosso banheiro a banheira é maior. Tomamos banho juntos, e eu sendo lavado pelas duas. Deitamos na banheira para relaxar um pouco, eu do lado da Tatiane e Amanda a nossa frente. A água estava quente, e o contato da pele de Tatiane e de Amanda me davam tesão. Tatiane agora sem pudores me abraçou e começou a me beijar, meu pau se manifestou novamente. Amanda percebendo, começou a chupá-lo, e eu com Tatiane ao meu lado não perdi tempo, comecei a chupar seus peitinhos gostosos. Tatiane gulosa foi juntar-se a Amanda e dali para as duas começarem a se beijar foi rápido. Eu fiquei só observando. Amanda sentou-se na beirada da banheira com as pernas abertas, onde eu podia ver seu grelo pedindo uma chupada. Tatiane beijo-a e foi descendo a língua pela barriga de minha mulher até chegar em sua boceta. Que visão maravilhosa, Tatiane chupando minha mulher com aquele cuzinho apontado para mim. Amanda gemia e segurava a cabeça da Tati em direção a sua boceta. E eu explodia de tesão. Tatiane mudou de posição com Amanda, agora Amanda chupava aquela bocetinha gostosa, e com sua bundinha em minha direção. Me aproximei e lambi seu cuzinho e bocetinha, o qual minha mulher gemeu, me posicionei com o pau em seu cuzinho e fui entrando devagar, mas com vontade. Amanda rebolava e chupava a boceta de Tatiane que olhava para mim com tesão. Coloquei tudo e fodia minha mulher como nunca, beijava a Tati e chupava seus peitos. Fiquei assim, fodendo o cu de minha mulher e me deliciando com aquela menina tesuda, que me olhava com cara de quero mais. Tirei de Amanda e coloquei meu pau na bocetinha da Tati, que agora já estava abertinha para mim. Amanda acariciava Tati, enquanto eu fodia sua boceta como louco. Não queria gozar novamente tão rápido, pois tinha muito que comer as duas ainda. Saí da banheira e fui para o quarto. Deitei na cama, e Tatiane logo veio ficar ao meu lado. Me deu um beijo, e foi descendo passando sua língua quente no meu corpo. Meu pau que estava começando amolecer, logo ficou duro com aquela boca gulosa me chupando. Amanda chegou, me deu um beijo na boca e foi por trás da Tati. Começou a chupá-la, o que pude notar pelos gemidos que Tati dava, e pela chupada no meu pau. Logo Tati sentou em cima de mim de costas e colocou meu pau em sua boceta, ficando com as pernas abertas em direção da Amanda. Comecei a foder aquela menina com vontade, e Amanda lambia meu pau que entrava e saia d boceta da Tati, percorrendo a língua até meu saco. Quando Amanda percebeu que eu ia gozar, ficou em cima da Tatiane, enquanto eu segurava seus braços, ela chupava seus peitos, fazendo com que Tatiane gozasse em meu pau. Não agüentei, tirei meu pau de sua boceta e gozei na cara das duas, que lambiam igual duas cadelas. Cansados dormimos os três. No dia seguinte acordei tarde e quando acordei, Tatiane não estava mais, só de lembrar da noite passada eu comi Amanda mais uma vez, lembrando da noite que tivemos. Encontramos Tatiane mais três vezes, e sempre com o mesmo tesão, mas ela mudou de nossa cidade.

.405. SAFADEZAS NA OBRA.Sou Tatiana e esse fato ocorreu aos meus 20 anos em frente a minha casa havia casarão antigo que foi demolido para a contrução de um prédio e como era costume dormir peladona com a janela semi aberta eu não mudei o meu hábito de dormir pelada por causa da obra mesmo sabendo que eles me espreitavam enquanto dormia. Um dia ao acordar vi um grupo de homens me comtemplando e um deles estava com binóculo onde procurei fingir que ainda estava dormindo me espreguiçando de um lado para o outro para eles olharem melhor o meu corpo e enquanto me espreguiçava eu exibia meu bumbum e depois me virava exibindo minha buceta e para deixa-los mais excitados eu me acariciava desde o pescoço até a minha vulva e nessas caricias eu entreabria meus lábios chupando meus dedos como se tivesse chupando uma pica e com a outra mão acariciava meus seios deixando o bico da mama ouriçado e assim fui me acariciando até minha mão tocar na minha buceta. Notando que eles continuavam na sacada da varanda me olhando eu abri mais minhas pernas para eles terem uma melhor visão da minha buceta raspadinha igual a de neném e com as mãos procurei arreganhar bem minha buceta ao mesmo tempo tocava uma siririca enfiando meus dedos na buceta, não aguentando o tesão acabei pegando o meu consolo em cima na mesinha de cabeceira e lentamente fui introduzindo ele todinho na minha buceta e com os movimentos de vaivém acabei gozando. Depois que gozei continuei deitada na cama me acariciando e nisso ouço e vejo seus aplausos e logo depois eles acenaram com as mãos mandando beijinhos e da mesma forma eu correspondi mandando beijinhos. Dai para frente eu deixava a janela totalmente aberta para que de manhã eles me vissem peladinha fudendo com o meu consolo até que um dia um deles num cantinho da varanda exibiu sua pica sacudindo-a e com gestos de uma das mãos ele apontava para pica como estivesse me convidando para foder. Sem pensar duas vezes gesticulei com um sinal mandando esperar e rapidamente coloquei uma minissaia e uma blusa super decotada que dava para ver os meus peitinhos, pois nesse dia eu estava super afim de trepar com uma pica de verdade que nem coloquei a calcinha. Quando cheguei no local um rapaz abre o portão e mal entrei ele me agarra pela cintura e logo sinto sua piroca sarrando minhas coxas e quando ele percebeu que estava sem calcinha e sutiã ficou totalmente afoito e me debruçou numa pilha de madeiras levantando minha saia e de maneira abrutalhada ele penetra de uma só vez toda a pica dentro de minha buceta onde devido a dor acabei xingando de "ai! seu puto vai devagar" e nisso ele fala "vou te arrombar todinha sua putinha gostosa, escâncara essa buceta sua vadia " e enquanto ele penetrava sua rola na minha buceta suas mãos apertavam meus peitinhos,suas estocadas eram dolorosas devido a sua afobação mas estava gostando de levar pica que acabei falando"vai seu puto,fode minha buceta vai,ah! que delícia" e nisso vi monte de homens e todos pelados com suas pirocas super dotadas se aproximando e ao ver aquelas picas super avantajadas fiquei um pouco receosa devido ao tamanho e a grossura de seus pênis que era bem maior e mais grosso do que o meu consolo e pensando comigo mesmo "to fodida,eles vão me arombar" e eles vão se aproximando com seus paus empinados enquanto levava pica na buceta.Eles já estavam bem pertinhos de mim ou seja do meu lado quando um deles bate esfregando com sua pica no meu rosto me chamando de " piranha, abre essa boca que vou foder até gozar" e imediatamente abocanho aquela vara que mal cabia na minha boca e comecei a chupar e nisso ele segura minha cabeça forçando penetrar aquela vara avantajada até tocar no fundo de minha garganta me deixando sufocada que meus olhos lacrimejavam, isso lhe dava tanto prazer que por diversas vezes ele tirava sua piroca de minha boca retornando a colocar até o fundo de minha garganta e nessa brincadeira com os dois eles acabaram esporrando na minha buceta e na minha boca onde acabei engolindo toda a porra. Mal aqueles dois tinham acabado de gozar um terceiro se aproxima e coloca sua pica na minha boca e como uma gulosa chupei aquela pica colocando-a toda na minha boca até tocar no fundo de minha garganta fazendo ele gemer de prazer e enquanto isso um outro macho penetrou sua pica na minha buceta que estava cheia de porra e feito um tarado ele penetrava na minha vagina com tanto desejo que acabou gozando ao mesmo tempo que o outro deixando novamente minha buceta e boca cheia de porra e acabei engolindo todo sêmem depositado na minha boca. Depois disso um deles me segura pela mão me levando para um quarto onde tinha um sofá, enquanto ele me levava para o quarto os outros vieram atrás.Assim que chegamos ele me abraça envolvendo minha cintura por detrás dando um chupão no meu pescoço me deixando ainda mais excitada e acabei pedindo"pica" e ele sem tirar a mão da minha cintura me puxa ao mesmo tempo que se senta no sofá e com isso acabei sentando de costa naquela piroca que entrou de uma vez só totalmente na minha buceta já encharcada de tanta porra que escorria buceta abaixo,mas mesmo assim não parei de cavalgar em cima daquele caralho gostoso que escorregava buceta adentro fazendo um melaço tremendo quando derepente minha buceta é invadida por uma segunda e como estava adorando ser fodida por duas picas na buceta ao mesmo tempo me proporcionando um prazer incomensurável e acabei gozando juntamente com eles sentindo suas porras jorrando na minha buceta deixando-a ainda mais lambuzada, logo assim que eles gozaram suas pirocas amoleceram saindo da minha vagina deixando um vazio e logo minha buceta aclamou fazendo eu pedir por mais pica e logo o meu pedido é atendido recebendo dois enormes caralhões deixando minha buceta totalmente arrombada.Apesar de estar sentindo um pouco de dor estava gostando deles me foderem que em voz alta pedia para eles me "arrombarem com aquelas picas maravilhosas" e foi o suficiente essa deixa porque a partir daí todos passaram a foder minha buceta e cú ao mesmo tempo e assim eles passaram o dia todo fodendo minha buceta e o meu cú ao mesmo tempo dando estocadas cada vez mais violentas com suas varas onde eles gozaram várias vezes deixando a minha buceta e cú alagados de porra que chegou um ponto que não aguentava mais levar pirocada pois estava toda dolorida e eles acabaram me dando um banho de porra deixando o meu rosto,cabelos, seios e barriga todo lambuzado de porra e logo a seguir eles mijaram em cima de mim parecendo que suas pirocas eram um chafariz regando o meu corpo, era tanto mijo que acabei bebendo parte daquela urina ficando assim com o corpo todo molhado de suas mijadas e quando todos já tinham acabado de mijar um deles se aproxima mandando abrir bem a boca e assim que o fiz ele colocou toda a vara dentro de minha boca e começou a mijar fazendo eu beber toda sua urina quentinha. E assim foi o dia inteiro trepando com eles e sempre que estava afim eu os procurava passando o dia inteiro levando vara na buceta e no cú deixando-os gozar e mijar na minha cara, hoje sinto saudades dessas fodas pois a obra terminou e nunca mais os vi.

.406. ORGIA COM O TIME DE BASQUETE.Sempre fui muito tarada e gostei de sexo em seu todo, já tinha feito de quase tudo, menenger masculino e feminino, lesbo, tenho 27 anos sou branca de cabelos negros tenho uma filha de 8 anos trabalho e sou independente financeiramente, 1,68 m e 64 kg, me considero bonita e gostosa, entre as coisas que fiz, já animei festas fingindo estar bêbada, já fui em bailes de carnaval com micro roupas, despedidas de solteiros com as amigas e outras coisas mais nunca tinha participado de sexo grupal com mais de 2 homens, a historia começou na academia onde malho quando saio do trabalho, malho lá porque sou super exibicionista e como é distante de casa posso me exibir sem correr riscos, a academia fechou contrato com uma escola que tinha um time participando do campeonato de basquete escolar e começaram a malhar lá os atletas que eram 7 negros enormes e 3 brancos também enormes, perto deles eu parecia uma anã, eles malhavam em horários diferentes e peguei amizade com 2 deles e comecei a ficar excitada com o volume que fazia no short de lycra deles, como só usava shorts curtos e calcinhas pequenas na academia percebia que eles também ficavam me marcando, numa sexta-feira Marcão me convidou para beber algo o que aceitei e Jairo nos acompanhou, paramos num bar e comecei a sair com Marcão que logo no 1 amasso no andar superior do bar peguei sua rola e quase transamos, na hora de ir embora eu passaria perto da casa do Jairo e ofereci uma carona já que marcos iria em sentido oposto só que quando chegamos no carro pedi para que ele dirigisse e no caminho fui com a mão na perna dele e de vez em quando passava sobre o short, deixei ele em casa e fui embora, sábado com certeza eles já tinham se falado e marcos me convidou para sair o que topei só que quando chequei lá estavam marcos e Jairo, começamos a beber e marcos me chamou pra dar uma volta e fomos para areia da praia que estava bem escura, começamos um amasso maravilhoso e quando senti seu pau de fora não acreditei, devia ter uns 30 cm quase, comecei a chupa-lo com tanto tesão que cheguei a gozar, como estava de calças dificultou fazer outras coisas mais quando ele gozou fiquei louca, era tanta porra na minha cara que quase sufoquei, nunca tinha visto ninguém gozar assim, me limpei e voltamos para o bar e Jairo logo que cheguei me chamou para dar uma volta, percebi que tinham combinado e fui para o mesmo lugar, logo começamos a ralação e também chupei a rola dele que também era enorme, quando ele gozou na minha boca também quase sufoquei pois também era muita porra, voltamos para o bar e ainda fizemos umas artes lá, quando estavam para sair eles falaram que teria um jogo da quartas de final e me convidaram para ir, pediram para ir bem sexy e me deram um convite, acordei no domingo e a tarde me arrumei, deixei minha filha na avo e fui, mini saia e top, coloquei uma lingerie vermelha fio dental e cabelos soltos, estava disposta a sentir aquelas rolas enorme me rasgando num motel após o jogo mais quando chequei lá fiquei louca, todos os jogadores eram enormes, o menor devia ter 1,94m o clube estava lotado e na arquibancada uma tentação jovem, eram homens e mulheres todos lindos torcendo para os times, a todo instante era tocada na bunda devido a saia ser curta e já estava excitadíssima quando o jogo terminou e os meninos foram vitoriosos e se classificaram para a semi final, na saída Marcos disse que iriam sair para comemorar na casa de um deles e achei que iriam ele e Jairo, quando chegamos lá tinham 3 mais o Marcos que tinha ido comigo, ele me apresentou falando essa é a Paty que lhes falei e eu pensando "essa é a puta que lhes falei" mais tudo bem, na apresentação demos beijos na boca de estalinho e me ofereceram vinho, entramos e quando chegamos na salas tinham umas almofadas grandes e não tinha como sentar sem tampar minha lingerie e quando eu levantava o copo para beber minha calcinha ficava a mostra, foram se aproximando conforme o papo rolava e quando me dei conta já estavam os 4 colados comigo e acariciando minhas pernas, estava no quarto copo e já um pouco alta quando pediram para fazer um strip para eles e quando comecei ficaram em volta aplaudindo, estava cercada de quatro negros enormes todos com mais de 1,95m e fazendo strip, uma baixinha de 1,68m, tirei o top e eles levantaram, continuei e quando tirei a saia que ele viram a calcinha toda voaram em cima de mim e começaram e me chupar inteira, fui jogada numa almofada e senti dedos e bocas invadindo meus buracos e uma rola de uns 20 cm entrava e saia da minha boca, chupava um enquanto era chupada nos seios e na buceta e era penetrada com dedos que mais pareciam rolas, gozei duas veses, Marcos apontou a rola na direção da minha buceta e quando começou a penetrar dei um grito de dor e tesão e gozei de novo, acho que a cena foi demais para o cara que chupava pois ele descarregou toda a sua porra na minha boca na hora, ele foi penetrando devagar e quando entrou tudo ele deu uma paradinha, sua rola era fina porem muito grande, depois de uns cinco segundos lá dentro ele tirou e enfiou de uma só vez, gozei de novo e ele começou um vai e vem frenético que me levou a uns três orgasmos, ele gozou dentro e a sensação foi de estar estufada, quando a rola saiu um rio de porra começou a escorrer, Jairo me pois de quatro e começou a penetrar também e quando tirou apontou para meu cuzinho tentou um pouco e não conseguiu, saiu e o que eu estava chupando foi para traz meter em min, nisso Junior, o único que ainda estava de sunga e que só tinha me chupado, um negão de 2,08m, volta do quarto com um tubo de óleo mineral, deu na mão do Beto que me comia e tirou a sunga, quando olhei aquilo não acreditei, sua rola era maior que a do Marcos um pouco e bem mais grossa, Beto tirou e jogou óleo e min, Junior foi para traz e começou a meter devagar, conforme ia entrando ia sentindo como se estivesse perdendo o cabaço de novo, quando entrou tudo acho que desfaleci pois escureceu por uns segundos e quando abri os olhos estava deitada de bunda pro alto levanto aquela tora na buceta, era uma dor quase insurpotavel mais também não parava de gozar quando ele gozou e tirou sua rola sentir um vácuo por dentro, minha buceta estava completamente arrombada e gozada pois nenhum deles tinham usado camisinha, Jairo veio apontando para minha bunda e eu não tinha forca nem para falar, pois mais um pouco de óleo e penetrou forte, não conseguia gritar pois estava fraca com tantos orgasmos, ele socou forte e deu lugar para o Beto que também socou forte, Mario veio em seguida e também me currou a bundinha que já estava tão arrombada como a buceta, me virou na posição de frango assado e saiu, Junior veio e tentou penetrar meu cuzinho mais foi em vão, estava groge, não sentia mais nada, estava num transe devido aos orgasmos que tinham sido mais de cinco quando eles me colocaram em cima do Junior que depois de tentar atrás de novo e não conseguir me comeu em frango assado de forma tão violenta que não sei de onde conseguir forças para gritar e gozar de novo, eles terminaram de gozar sobre meus seios e rosto e me deixaram lá desmaiada, acordeis eram umas 20:00, marcos me deu um banho e me levou ao carro, mal conseguia andar mais tinha adorado aquela curra, no estacionamento do ap ainda fiz um boquete para ele que gozou na minha boca de novo, me deu um beijo e combinamos de nos encontrar na academia mais na segunda não consegui ir, terça-feira fui e estavam lá mais isso conto depois.

.407. A UNIVERSITÁRIA E O PROFESSOR!Para quem não me conhece, tenho 27 anos, tipo atleta, moreno bronzeado, cabelos castanhos claros, olhos castanhos esverdeados, 1.71m, 67kg. Pouco antes do final do ano de 2003, recebi uma ligação de uma universitária chamada Juliana. Elas juntamente com mais quatro amigas estavam preparando um trabalho para a faculdade onde o tema era tendências da moda, porém a apresentação deste trabalho não ficaria a cargo da equipe e sim de algum especialista convidado que cada grupo deveria arrumar. O professor da matéria que me conhece profissionalmente sugeriu a elas que estendessem o convite a mim para analisar o trabalho delas e apresentá-lo no auditório da mesma faculdade que cursei há alguns anos atrás. No início havia negado o convite, dando a desculpa que estava muito ocupado, porém na verdade eu não queria mesmo era "pagar esse mico". Porém a menina insistiu, disse que todas do grupo estavam desesperadas e que dependiam desse trabalho para passar na matéria. Concordei em ir até a casa dela para dar uma olhada no trabalho e avaliar se dava para encarar ou não. Quando cheguei em sua casa, fui recebido por uma morena muito gostosa de 22 anos com medidas incríveis como pude constatar mais tarde: 1.78m, 90cm busto, 60cm de cintura e 90cm de quadril - que tive a oportunidade milimetricamente de explorar. Vestia uma mini saia branca e uma blusa colada que salientava seus apetitosos seios. Suas outras quatro amigas, Joana e Karine eram igualmente uma tentação, e Paula e Jenifer eram bonitas porém não cuidavam tão bem do corpo quanto as outras duas. Logo de cara, percebi que o grupo não queria saber de porra nenhuma de faculdade e não era à toa que estavam quase reprovadas na matéria. O negócio delas era bebida, festa, sexo e muita sacanagem. Apesar do ar de safada em seus olhares, pude perceber também o desespero caso fossem reprovadas. Fiquei empolgado em ajudar aquelas gostosas, pois quem sabe aquilo me renderia alguma coisa. Pedi que deixassem o trabalho na minha empresa para avalia-lo. Juliana apareceu dois dias depois para entregar a cópia do trabalho e resolveu esperar para ver o que eu achava. O problema era que o trabalho era muito ruim, enfim uma matação só. Disse a ela que infelizmente não poderia aproveitar nada daquilo e que eu desistiria se elas não melhorassem o material. Juliana ficou desesperada, implorou para que eu não desistisse. Combinamos que ela aperfeiçoaria o trabalho e que no dia seguinte (sábado) eu iria a sua casa para analisar tudo novamente. No dia seguinte qual não foi minha surpresa quando Juliana me recebe só de camisola. Ela me ofereceu uma bebida e com jeitinho foi falando que o grupo não havia corrigido o trabalho, pois saíram para festar à noite. Porém ela "representando" o grupo faria qualquer coisa em troca da minha ajuda. Saquei na hora que essa puta queria me usar para cuidar de tudo para elas e em troca estaria bem servido. Sem falar nada, abracei aquele corpo malhado e lhe dei um beijo na boca com um chupão na língua demorado. Ela correspondeu ao beijo, abraçou-me forte e senti seu corpo estremecer dos pés a cabeça. Ela me puxou para a cama, onde deitamos e começamos a rolar. O colchão fazia muito barulho e aquilo nos deixava mais excitados. Arrancou minha bermuda junto com a cueca e arregalou os olhos ao ver meu cacete duro e grosso apontando para seu rosto. Com toda a experiência e tara, ela segurou firme meu caralho com as duas mãos iniciou uma punheta deliciosa. Enquanto curtia (e planejava) tudo o que eu poderia fazer com essa gostosa, acabei não conseguindo me controlar e gozei jatos de porra, e minha putinha apertava meu caralho até sair dele as últimas gotas de esperma. Com a porra depositada em cima da minha barriga, Juliana não se conteve e passou a se esfregar nela com o rosto, os lábios e a língua sugando assim todo o leite jorrado. Por fim, ela abocanhou meu pau, sem me dar chance de tomar qualquer iniciativa. Ela chupou com vontade, lambeu avidamente a cabeçorra, passou a língua até o saco sempre babando muito. Às vezes, colocava o pau no canto da boca e fazia movimentos rápidos de entra-e-sai. A cabeça roçava na língua dela e aquilo me levou a outro orgasmo, mas agora dentro da sua garganta. Juliana engoliu toda minha porra e lambeu os lábios de satisfação. Minha putinha foi ao banheiro e, somente ao voltar, passou a tirar a camisola ficando apenas de calcinha. Seus peitos eram enormes, arredondados e muito apetitosos. Ela se jogou por cima de mim e me ofereceu suas tetas para que eu mamasse a vontade. Suguei e mordi cada um dos seios, especialmente aqueles bicos rijos de tesão. Minha putinha safada gemia e delirava de prazer, apertando os peitos na minha cara e esfregando a bocetinha depilada no meu cacete. Querendo alcançar o gozo rapidamente, Juliana se levantou e tirou a calcinha enquanto eu permanecia deitado, esperando tudo acontecer. A boceta era grande, toda depilada, com lábios salientes e rosados me deixando literalmente com água na boca. Ela percebeu minha admiração e veio por cima de mim, metendo a xotinha na minha cara e se esfregando na minha boca. Gozou na minha cara, gemendo e apertando minha cabeça. Depois de gozar umas três vezes seguidas, Juliana se esparramou na cama e escancarou as pernas. Nessa posição pude contemplar aquela bocetinha molhada que espumava e exalava um cheiro típico de mulher no cio, excitada e louca de tesão. Passei a língua delicadamente naquele qrelinho rosado arrancando um gemido e puxando minha cabeça contra sua boceta. Sem ter como escapar, iniciei um banho de língua em Juliana que esperneava, se contorcia e gozava na minha boca. O tesão era tanto, que minha putinha me ajudava a abrir a boceta, separando os lábios carnudos e me oferecendo o grelo para sugar. Sem resistir mais ao tesão e ao desejo, começou a pedir por meu caralho. Dizia que queria sentir meu pau arrombando sua boceta molhada. Levantei-me e fiquei de joelhos na frente dela. Segurei meu pau e encostei a cabeça na entrada da gruta. Rocei a cabeça do pau lentamente nos beiços da boceta, pincelando o clitóris e seu cuzinho fazendo com que gozasse duas vezes antes mesmo de penetrá-la. A bocetinha de Juliana se alargava a cada gozo. Quando meti a vara invadindo sua xotinha até o fundo, a putinha me prendeu com uma chave de pernas e passou a chorar de felicidade. Cravei o caralho o mais fundo que pude, bombando forte e com estocadas bem ritmadas. Suas pernas apertaram-me ainda mais as costas e as unhas arranharam todo o meu corpo. Segurei firme seus cabelos, dando fortes puxadas, chupando seu pescoço e sussurrando em seu ouvido o quando ela era uma puta gostosa. O vaivém ficou cada vez mais acelerado e, não demorou muito para descarregar minha porra inundando sua bocetinha. Ela sentia meu caralho ainda pulsante dentro dela e procurava pressioná-lo com os músculos da boceta. Dessa forma ela gozou mais uma vez antes que meu cacete amolecesse e saísse de dentro dela. Com certeza foi uma das melhores trepadas da minha vida. Nunca tinha gozado tão gostoso assim. Juliana elogiou minha performance e minha forma física e ficou me provocando a fim de emendar logo um segundo tempo. Fui à cozinha a fim de beber alguma coisa, onde fui seguido pela minha doce amante que apalpava minha bunda a todo instante chamando-a de "bunda boa". Juliana sentou-se na mesa, de pernas abertas, exibindo a bocetinha que vazava leite sem parar. Abri um iogurte que estava na geladeira e derramei sobre meus peitos que rapidamente escorreu para sua barriga torneada, lambuzando seu piercing. Meu pau duro novamente estava pronto para o segundo round. Comecei a lamber e a chupar seus peitões deixando-a toda arrepiada. A fim de retribuir o tesão, ela pulou da mesa, lambuzou meu pau com iogurte para em seguida iniciar sua chupeta majestosa além de massagear minhas bolas e cravar as unhas em minha bunda. Para me provocar ainda mais, Juliana apoiou-se de costas na mesa, com uma perna firme do chão e a outra apoiada sobre a mesa me convidando a invadí-la novamente. Dando algumas fortes palmadas naquela bunda maravilhosa, penetrei sua boceta ensopada agarrando firme nas ancas para bombar o mais forte possível. Minha putinha implorava para aumentar o ritmo no que eu obedecia sem questionar. Segurando firme seus longos cabelos castanhos, me encostei em seu cangote, gemendo alto e repetindo o quanto ela era gostosa. Quando cansamos da posição, Juliana deitou-se na mesa e rapidamente chupei o restante do iogurte que estava em seus seios, descendo até a barriga para depois ir ao umbigo lamber seu piercing (que eu adoro) me deixando completamente louco. Ela firmou então as pernas em meus ombros para que a penetração fosse a mais profunda possível. Da forma como sua boceta pressionou meu caralho não me contive e gozei intensamente apesar da quantidade de leite ter caído pela metade a esta altura do campeonato. Apesar de um ser um fã assumido do sexo anal, essa transa foi tão gostosa, tão envolvente que nem senti falta de um cuzinho apertado. Mesmo assim, se minha putinha era tão despachada, comecei a ficar imaginando em como seria uma transa anal com essa gata, porém não podia ser guloso, afinal ela havia sugado toda minha energia e também meu estoque de esperma. Enquanto divagava em meus pensamentos, Juliana preparou a hidromassagem no banheiro de seus pais e tomamos um delicioso banho de espuma. Sempre muito fogosa Juliana massageava meu peito, beijava meu pescoço e sussurrava sacanagens ao meu ouvido. Por baixo da espuma, ela começou a massagear meu saco e a punhetar de leve meu caralho. Aconselhei-a relaxar um pouco, pois no terceiro round seu cuzinho seria o alvo e queria ela bem disposta. Mas Juliana afirmou que apesar de ser uma putinha na cama, eram raros os que tinham a chance de comer o seu rabinho pois ela não curtia muito, porém a culpa era dos homens e não dela. Fiquei na minha e continuamos nos beijando sempre num clima de muita excitação. Sentei na borda da piscina para que Juliana pudesse iniciar outro boquete me deixando em ponto de bala. Minha putinha babava literalmente em minha pica, me chamando de pauzudo e afirmando que meu pau era uma delícia. Eu, de olhos fechados, curtindo essa incrível chupada escuto Juliana dizer: "vou adorar receber esse pau maravilhoso em meu rabinho". Resolvi então agir rápido sem perder tempo. Peguei-a rapidamente no colo ainda molhada e com espuma pelo seu corpo levei-a para a cama de seus pais. Iniciamos um 69 onde Juliana chupava com uma voracidade tremenda meu caralho. Minha língua tocava levemente sua boceta e seu cuzinho. Ela parecia adorar o toque da minha língua em seu cu. Ficou tão excitada que, não resistindo mais ao prazer, virou-se e ficou de quatro, oferecendo aquele belo traseiro. Coloquei-me atrás dela e resolvi provocar, antes de penetra-la. Primeiro pincelei meu pau em seu cuzinho, que piscava de vontade de ser fodido. Insinuava que estava iniciando a penetração, empurrando a cabeça lentamente, mas tirava em seguida, em movimentos repetidos seguidamente. Juliana sorria, suspirava e gemia. Saí de seu cuzinho e cutuquei a bocetinha, atolando o cacete de uma só vez. Ela deu um grito e arreganhou-se inteira. Ela tinha uma vagina profunda, quente, que estava completamente ensopada. Meu pau mergulhava com facilidade, num vaivém alucinante, até sentir a aproximação do gozo. Para curtir melhor aquela transa, interrompi momentaneamente os movimentos. Meu pau atolado naquela boceta molhada passou a ser massageada, porque Juliana fazia a vagina latejar e apertar meu membro. A sensação de prazer se tornou novamente irresistível, mas, como estava a fim de terminar no cuzinho, tirei meu pau da boceta, e com um creme especial lubrifiquei o ânus dela. Nunca tinha visto uma mulher ficar tão enlouquecida ao sentir uma pica entrando no rabo. A cabeça foi penetrando lentamente, sentindo o cuzinho dela piscar cada vez mais rápido. Nunca estocada furiosa e de muito tesão, minha vara sumiu dentro dela e Juliana gritou: "Enfia tudo seu gostoso". Ela rebolava, gritava e arfava como uma cadela. Iniciei um movimento gradual de entra-e-sai, mas o cuzinho dela estava tão quente e gostoso que não me contive e acelerei a velocidade. Era fascinante ver aquele rabo se abrindo para receber-me por completo. Minha putinha soltou um gemido alto e disse que estava gozando. "Não pára de mexer... enfia tudo... me come gostoso...", gritava. Aproveitei e liberei também o meu gozo. Gozei, soltando uma descarga de porra em seu cuzinho rosado e lisinho. Juliana chorava de tesão sentindo minha porra quente encher seu cu. Anestesiada pelo prazer, ela deixou seu corpo cair para a frente, fazendo-me deitar por cima dela. Ficamos ali durante algum tempo, até que minha pica amolecesse e saísse naturalmente de dentro dela. Juliana virou-se de lado e me abraçou carinhosamente. Trepamos a tarde inteira, e no final do dia fomos surpreendidos por uma integrante do grupo que apareceu de surpresa. Resolvi então ajuda-las com a apresentação e fui muito bem recompensado.

.408. A FANTASIA DE FABIANA.Trabalho há alguns anos como técnico de segurança para o trabalho em um importante pólo industrial da região onde eu moro. Fabiana, assistente de RH, nem feia nem bonita, uma mulher alta, seios médios, uma bunda grande, cabelos loiros encaracolados, carinha de inocente, não uma mulher dessas malhadas, barriguinha definida, nada disso, mas ainda assim uma mulher muito gostosa.Mas o melhor disso tudo é que temos um caso, sim sou casado e ela é noiva, de uns tempos pra cá as coisas ficaram muito difíceis para nós, tanto seu noivo quanto minha esposa começaram a desconfiar, quem já teve um caso extra conjugal sabe que nós homens começamos a relaxar com o tempo e passamos a deixar de ser discretos quando a traição passa a ser parte de nossa vida.Já estávamos há quase um mês sem nos encontrarmos quando começamos com beijos rápidos às escondidas e esses beijos foram ficando freqüentes após as reuniões diárias antes do expediente, e tudo foi ficando muito gostoso, talvez a sensação do alto risco, ambos estávamos apostando muito alto, os beijinhos foram se transformando em verdadeiros pegas e já estava a ponto de ficar louco trabalhando o dia inteiro de pau duro.E é aí que o conto começa, Fabiana me revelou que sempre se sentiu atraída pelos funcionários de área da empresa, aquela pose de macho, suado depois de um dia de trabalho braçal e que, aí vem à surpresa, adoraria fazer sexo comigo na firma, suado, com o uniforme de área e naquele mesmo dia.Passei o dia inteiro pensando nisso, na hora do almoço nos encontramos na sala da assistente social, como já devem ter percebido já não tínhamos mais os cuidados necessários tamanho era nosso tesão, combinamos de nos encontrarmos após o expediente no antigo laboratório, nos fundos da fábrica, estava desativado então não haveria chance de alguém nos flagrar.E assim foi, no cair da tarde dispensei meus funcionários e fiquei sozinho em minha sala, durante a movimentação da troca de turnos peguei uma bicicleta cargueira e parti para os fundos da fábrica, um matagal dos infernos cortado por uma estradinha de terra, cheguei a duvidar que Fabiana teria coragem de passar por ali, mas ela já estava lá, quando entrei no pequeno galpão Fabiana estava sentada em um galpão azulejado e sorriu quando me viu, me olhou de cima a baixo "Do jeito que eu queria...".Aproximei-me e ela me recebeu de braços abertos onde trocamos um gostoso beijo e sem se fazer de rogada enquanto me beijava Fabiana abriu meu zíper e colocou meu pau pra fora e começou a me punhetar levemente sentindo toda extensão do meu pênis, por minha vez comecei a despi-la, arranquei sua blusa e pude ver seu sutien preto de renda, e fui abrindo sua calça também, ela largou meu cacete já bem duro e baixou minhas calças junto com a cueca, eu tirei as botas com os pés mesmo e chutei tudo pro canto ficando apenas de camisa que Fabiana por sua vez já desabotoava e logo me deixou sem roupa alguma, também tirei sua calça deixando a bela mulher apenas de conjunto de renda preta, puxei sua calcinha pelo reguinho deixando sua xana bem marcada.iniciamos novamente um longo beijo e nossas mãos passeavam pelos nossos corpos igualmente nossas línguas por nosso rosto e boca, Fabiana tinha um interesse especial pela minha rola, raramente ela largava, aliás, só largava para cheirar e chupar os dedos da mão que ela segurava meu pinto, ela passou a morder meu pescoço e desceu passando a ponta da língua pelo meu corpo até chegar em seu objeto de desejo e o abocanhou como um bote de cobra, muito pelo contrário do que estamos acostumados Fabiana não iniciou lentamente, já abocanhou meu pinto e chupou com força me punhetando ao mesmo tempo, foi prazer imediato explodindo na minha cabeça, faltavam forças nas pernas então me sentei em um banco que estava próximo e ela ainda no boquete olhando diretamente em meus olhos rodeava a extensão de meu pinto como se fosse um parafuso depois passava a ponta da língua no buraquinho eu me segurava a cada segundo pra não gozar, acariciava seus cabelos e me deliciava com o prazer que ela me dava e com o barulho que ela fazia com a boca enquanto chupava meu cacete, pedi para parar pois não agüentaria mais segurar o orgasmo, ela se levantou e passou os dedos entre as pernas e passou na minha cara dizendo "olha aqui como você me deixa..." e colocando a calcinha para o lado sentou em cima do meu pinto cravando até o talo, era incrível Fabiana parecia estar drogada, metia como uma égua e não reclamava de dor, assim que alojou todo meu pinto iniciou uma cavalgada frenética batendo aquela bundona contra minhas pernas "minha calcinha ta me arranhando amor...rasga ela pra mim porque eu não quero que você tire esse pau de mim nunca mais...." dizia ela pulando em cima da minha rola, agarrei a renda lateral da calcinha com as duas mãos e rasguei de uma vez só, Fabiana sentada no meu colo de frente pra mim apoiou os pés por debaixo do banco e com as pernas forçava seu corpo pra baixo esmagando meu saco contra o banco, a dor não era nada comparado ao prazer, sentia meu pau totalmente dentro dela, era impossível segurar mais, vendo que ela queria resolvi tomar as rédeas e sair do papel passivo na foda, uma vez que ela ergueu o corpo pra descer de novo agarrei sua cintura e puxei pra baixo ao mesmo tempo que joguei meu quadril pra cima, e assim comecei a reagir, Fabiana urrava com as bombadas e simplesmente parou de se mexer, segurou minha cabeça com as duas mãos e somente eu levantava e abaixava seu corpo em cima do meu, assim consegui segurar mais, ela por sua vez não agüentou ficar passiva por muito tempo, jogou seu corpo para trás me dando a impressão que ia cair, mas se apoiou com os braços no chão e passou a rebolar o quadril enquanto eu estocava dentro dela, estava gostoso demais ela percebendo que eu não ia agüentar muito disse "vai goza amor, não precisa segurar é só o aquecimento..." ela deixou de se apoiar com os braços encostando as costas no chão me puxou com as pernas pra cima dela e sendo assim ficou com os joelhos na altura da cabeça deixando aquela xana bem molhada virada pra cima, me agachei em cima dela e passei a comê-la como se socasse o pilão, de cima pra baixo, não demorou muito eu comecei a gozar, e como gozei, talvez pela posição ejaculei mais que o normal, foram muitos jatos de porra alguns dentro dela outros na barriga que escorreram em seu sutien e rosto, cai pra trás batendo contra o banco, e logo Fabiana veio pra cima de mim ainda toda suja de porra, estávamos ambos ensopados de suor, permanecemos um tempo quietos nos acariciando recuperando o fôlego e logo começamos a nos beijar de novo, e os beijos foram ficando mais selvagens e logo as mãos voltaram a agir com mais vigor por nossos corpos, pensei comigo mesmo "agora vou retribuir a surra de boceta com uma surra de rola..." levantei-a em meus braços e a deitei sobre o balcão de madeira que ficava do outro lado da sala, tirei seu sutien que por incrível que pareça ela ainda usava a essa altura da transa, de pé ao seu lado me abaixei e beijei sua boca, seu queixo, mordi seu pescoço e desci passeando com a ponta da língua até seus seios médios, os biquinhos pareciam que iam explodir de tão tesos, dei atenção especial a eles mordi e chupei um enquanto segurava o outro e vice versa, com a outra mão desci até sua xana que estava ensopada, Fabiana ainda não havia gozado e se tremia de tesão, enquanto sugava seus seios acariciava seu grelinho ora invadindo-a com os dedos, Fabiana crispou os dedos na beirada do balcão e delirava de prazer, continuei a descer com a ponta da língua, passei por sua barriga, contornei o umbigo diversas vezes e desci por sua perna voltando pela parte interna da coxa até chegar de frente com sua xana que parecia implorar pra gozar, Fabiana olhou pra mim quando parou de sentir minha língua em seu corpo, era tudo que eu esperava, abocanhei seu grelo como se um jacaré abocanhasse uma cereja subi a língua pelos lábios até chegar no grelinho e descia de novo, com uma mão subi até seu rosto e desci até seus seios acariciando um ora outro, com a outra passei a introduzir um dedo por vez em sua xana, e com a língua lambi fazendo pressão em cima de seu clitóris, aí foi demais, Fabiana arquejava com as mãos agarradas na beirada do balcão e tentava falar alguma coisa porém só gritava e gemia, de repente levantou se como uma pessoa que está se afogando e crispou as unhas em minhas costas gemendo bem fundo, senti na hora sua xaninha tremer convulsivamente e logo minha boca foi inundada com seu mel, permaneci sugando aquela vulva maravilhosa mesmo me babando todo em cima dela, chupei aquela xana até Fabiana encostar no balcão de novo então sem tirar meus dedos de dentro dela subi e a beijei dividindo com ela todo o seu líquido, Fabiana lambeu todo meu rosto e chupou minha língua a procura de mais do que era dela mesmo, continuei beijando sua boca, chupando sua língua e mordendo sua orelha até sua libido voltar a explodir de tesão, quando senti que era o momento, subi no balcão e tirei meus dedos colocando a cabeça do meu pau já duro como ferro na entrada da sua xaninha e disse "o aquecimento acabou agora, se já ta bom agora imagina lá no fim..." ela apertou os olhos e sentiu cada centímetro de rola entrando dentro dela, dessa vez foi devagar, com carinho, mas mesmo assim até o talo, uma vez lá dentro não tive pressa fiz o que as mulheres adoram, rebolei com a rola dentro dela explorando cada parede vaginal, beijando sua boca, ora descendo até seus seios, Fabiana parecia estar em êxtase, chegando até a virar os olhos tendo espasmos e arrepios contínuos, comecei a fazer movimentos de vai e vem ainda sem tirar de dentro, e logo fui puxando mais e estocando, depois já praticamente bombava dentro dela rapidinho sem tirar muito, Fabiana gemia e apertava os lábios, levantei uma de suas pernas deixando ela meio de ladinho e passei a ser mais vigoroso, Fabiana me envolveu com seus braços e apoiou a cabeça em meu ombro e permaneceu quieta, lânguida, respirando fundo e gemendo baixinho, começou a dizer alguma coisa mas não entendia o que, e ela disse várias vezes, eu estava tão enlouquecido que tirava e colocava freneticamente sem me importar com nada, estava delicioso, Fabiana estava tão molhada que minha rola deslizava até o fundo de sua xana, e ela ainda continuava a dizer algo que não entendia, encostei meu ouvido em sua boca e pude ouvir "estou gozando....não para..." aquilo foi como uma injeção de animo, Fabiana já estava gozando a um bom tempo, era o primeiro orgasmo múltiplo claramente visível que eu proporcionava a uma mulher, Fabiana quase desmaiou, permaneceu uns três minutos quietinha em meus braços depois abriu os olhos chorando, me abraçou forte e permanecemos assim por muito tempo, seu coraçãozinho parecia que ia explodir e logo foi se acalmando e sua respiração voltando ao normal, meu pau por sua vez estava estourando de duro entre nós, mas já estava ficando tarde, pensei que ia acabar por ali quando ela me disse baixinho "manda um recado pro meu noivo..." não entendi o que ela quis dizer e ela repetiu dizendo "come meu cu e deixa ele bem aberto pro meu noivo aprender como se come uma mulher..." meu pau que já estava duro agora estava trincando, acredito que minha visão até escureceu de tanto sangue que corria na minha rola, como se fosse possível, Fabiana levantou-se e engatinhou até a outra extremidade do balcão então permaneceu de quatro, eu me posicionei atrás dela, e lubrifiquei minha benga em sua xaninha que aquela altura já estava inchada e vermelha, mas ainda estava bem molhada, coloquei meu pau até o fundo e passei na porta de seu cuzinho, ela suspirou, coloquei de novo até o fundo da xana e quando ia tirar ela disse "me arromba...quero que você me coma de verdade..." coloquei na entrada de seu cu de novo e fui empurrando, em momento algum eu voltei, sempre pra frente minha pica foi se alojando dentro daquele cuzinho rosado, Fabiana rebolava e empinava a bunda facilitando a penetração que foi mais fácil do que eu esperava, logo estava tudo lá dentro e Fabiana jogou a mão pra trás pra ter certeza que estava tudo lá dentro, podia sentir o calor de sua xana junto de meu saco, e ela disse "agora amor...me fode..." iniciei um movimento cadenciado de vai e vem e fui aumentando o ritmo cada vez mais forte e rápido, cada vez mais fundo e rigoroso, minha rola entrava e saia Fabiana gritava e gemia enquanto esfregava seu grelo com uma das mãos, de vez em quando olhava pra trás com uma cara selvagem olhava dentro dos meus olhos e gemia de prazer "goza dentro de mim que não agüento mais..." fui cada vez mais rápido, mais rápido, Fabiana iniciou um longo gemido "aaahh aaahh aahh....." gemia interrompido pela batida da minha rola naquela bunda, até que explodi em um gozo fortíssimo, com certeza ela sentiu minha porra bater dentro dela, fiquei totalmente sem forças e num ultimo movimento joguei meu corpo pra trás deixando Fabiana sentada cravando seu cu em minha rola, escorrendo muita porra pra fora ela deitou-se de costas em meu ombro onde permanecemos exatamente como estávamos durante quase meia hora... E esse foi o dia em que Fabiana teve sua fantasia realizada, esse também foi o dia em que ela marcou seu casamento com seu noivo, parecia que era o que estava faltando pra ela se casar, uma foda inesquecível, ainda ns encontramos depois disso porém nunca mais dentro da fábrica, mas era bem raro e foi ficando cada vez mais difícil, talvez tenha perdido a graça, depois que ela engravidou do marido nem me lembro quando foi a ultima vez que trepamos, espero que tenha passado pra vocês leitores toda a sensação que foi realizar a fantasia dessa mulher fantástica...

.409. UMA DELÍCIA DE BONECA.Ela estava numa esquina da noite da bela Porto Alegre. Por ali, em várias quadras, várias travestis tentavam atrair seus parceiros. Às vezes prefiro procurá-las à pé, pois é difícil a mobilidade dos carros para todas as quadras em que elas ficam. Estava já cansado de andar. Duas já tinha visto que mexeram comigo. Vi uma loira de longe. Contornei mais uma quadra para ver as que estavam no caminho e quando olhei de novo não a vi mais. A curiosidade e a excitação aumentavam a cada passo. Um misto químico violento e maravilhoso de receio e desejo tomava conta de mim. A adrenalina vencia o cansaço. Ao não encontrar mais a loira que vi de longe, sua outra companheira quis me arrastar de todo o jeito. Era bonita, mas a imagem de sua outra amiga de antes me fazia querer esperar. E continuei andando. Até que, numa esquina, em que já tinha passado umas três vezes, não fui apenas surpreendido como, para dizer a verdade, tomei um choque. Uma loiraça de cabelo longo e liso, com um rosto lindíssimo e lábios carnudos. Como vi ela de soco, no canto da esquina, passei adiante, como sempre faço para não chegar direto e, assim, não dar na vista. Mas mal agüentei atravessar a rua e simplesmente o meu organismo despejava doses cavalares de adrenalina, fiquei trêmulo e não conseguia mais pensar em nada. Atravessei a rua e pensei que não conseguiria chegar de volta nela sem que um carro a apanhasse. Pois ela era de parar o trânsito. Mesmo homens que pareciam não gostar de travesti davam a meia-volta para ver o espetáculo daquele corpão de mulher, que muito poucas mulheres conseguem ter. Não consegui disfarçar, nem sequer tomar o mínimo de cuidado e discrição. Já estava andando havia uma hora e não poderia permitir que a levassem antes de mim. Na passada mal a vi. Foi rápido. Ela também não teve tempo de reagir quando surgi de repente no canto da esquina, perto dela. Ficou parada. Mas pude ver que seu corpo era uma harmonia rara da natureza e da ciência. Mas, tão logo atravessei a rua e, não resistindo, me virei de novo, ela começou a andar imponente de um lado para outro. Encarava os carros que passavam acariciando suas curvas. Era tanta beleza que quando insinuava um toque nos seus seios parecia até uma arrogância, diante da imperfeição das pessoas. Um pouquinho mais baixa, o estilo dela é semelhante ao da feiticeira. Com a diferença de ter um rosto muito mais bonito, absolutamente sedutor. E o pior para o meu desespero: não bastasse a beleza toda da moça, ela não poupa quem passa. A única coisa que usava eram sandálias altas e um short de quinze centímetros de largura. E nada mais. Uma loucura. Um bumbum maravilhoso, arrebitado e suculento saltava para fora daquele shortinho. Seios estilo americana, desenvolvidos, firmes, empinados e com bicos pontiagudos. Uma coisa enlouquecedora. Ela notou que eu parei e comecei a olhá-la. Olhou para mim e veio até a beira da calçada como se viesse ao meu encontro. De repente parou. Deu uma meia-volta maravilhosa, deu as costas e desfilou até a parede do prédio da calçada de onde estava. Colocou o dedo na boca e fez um rosto sedutor enquanto eu me aproximava. Ao chegar na frente dela, começou a acariciar os seios suavemente, me dificultando a imagem deles. De repente, escancarou-os. Segurou-os por baixo e os empinou para a frente. Os bicos estavam duros e bem crescidos. Dava para ver que ela estava excitada. Então ela disse: - e aí, só quer olhar ou quer tocar? Falei que queria tocar fui e levando a mão. Ela disse: - não, meu amor, só na cama. Então eu disse: - vamos! Ela percebeu que eu estava me babando de vontade de transar com ela. Aí ela deu um sorriso toda envaidecida e fulminou: - eu sei o que está acontecendo. Eu perguntei: - como assim? Ela foi direta: - tá com vontade de gozar, né? Tremi pensando que ela fosse me descartar. Perguntei: - por que você diz isso? Ela foi direta, sorrindo mais ainda: - porque está na sua cara. Você está com o saco cheio de porra e não se agüenta mais de vontade de botar ela pra fora. Eu emudeci e ela mandou que eu a seguisse até o motel. Pedi que fosse na frente. Caminhou meia quadra na minha frente. Ela desfilava maravilhosamente, pisando forte e firme. De longe dava para ouvir a batida dos saltos na calçada. A cada passo era uma loucura ver aquele bundão maravilhoso mexendo na minha frente. Não conseguia pensar em outra coisa senão em que dali a alguns minutos estaria montado em cima dela. Entramos no quarto. Ela começou a dançar na minha frente, a me olhar, se lamber e a acariciar os seios. Arrancou a sainha, virou de costas, se apoiou na parede e começou a gingar. Curvou-se e deu para ver o volume no meio de suas pernas. Olhou para mim e deu um sorriso safado. Puxou a calcinha e deixou o saco sair para fora. Por trás, puxou-o para cima o quanto pôde. O pinto continuava preso. Ela puxou mais um pouco fazendo um esforço. Deu para ver que a perna dela tremeu. Foi se curvando cada vez mais para frente e levantando a bunda e o saco. Até que de repente o pinto escapou por baixo e badalou gostosamente pendurando o seu volume entre as penas dela. Então ela ficou parada, imóvel. Na verdade, não estava imóvel por completo. Ficou apenas sem se mexer por uns instantes para que eu vesse o principal: que o pau estava pulsando no meio das pernas dela. Então se virou de frente. Sentou-se num sofá exibindo o seu pinto sobre a barriga. Então cuspiu na mão e perguntou: - você já ouviu o som de alguém batendo punheta? Eu falei: - não, isso não tem som. - Ah é, então você não sabe nada, ela disse. E pegou aquele pau com força, cuspiu de novo até lambuzar bem e disse: - Então você vai ver agora. Montou na guarda do sofá, apoiou-se bem para trás e começou a socar com força o punho contra a barriga. Fazia cada vez mais rápido e forte. O braço começou a bater na barriga dela violentamente e dava para se ouvir as batidas como se fosse a mão na bunda. Começou a gemer alto. Permaneceu fazendo isso alguns minutos. Dependurou a cabeça para trás e parecia absorvida, embriagada de prazer. Seu corpo começou a brilhar, vertendo suor que escorria pelos seios barriga abaixo. Então soltou três gritos mais fortes. Pensei que iria gozar. Então levantou a cabeça, olhou para mim e parou, soltando o pinto de soco. Estava duríssimo. A cabeça inchada e reluzente. Saltitava como um coração. O saco estava inchado e duro como o pinto. Então ela disse: - agora estou pronta para você. Estou desesperada por uma chupada no meu saco. Faça descer para ele toda a porra que eu tenho. Ela deitou na cama e comecei a chupar. Ela pediu para começar de vagar e ir sugando com mais força. Abocanhei os dois. Ela ordenou: - isso, não me dá moleza. Senti na minha boca que estavam mais quentes. - Aperte-os um pouco, ela disse. Comecei a sugar com mais intensidade. Ela começou a gemer alto, gritando às vezes e se debatendo na cama. Uma barulheira dos diabos. Senti que o saco dela estava inchando. Ela gritava: - não pára, não pára. Aí veio num sessenta e nove. Eu já não agüentava mais. Ela percebeu e disse: - se você gozar agora, eu vou bater em você. Segura essa porra nesse saco! Então se virou e sentou em cima de mim. Me beixou na boca demoradamente enquanto roçava o pau duro na minha barriga. Então ela disse: - quero ver se você é macho mesmo ou se se borra todo na quinta estocada. E sentou aquele bundão no meu pau. Começou a cavalgar feito louca, pressionando o pau dela contra mim e tendo um duplo prazer. Eu disse: - quero montar nesse bundão. Ela respondeu: - a primeira posição é minha. - Só me come noutra quem se segurar nessa primeira. E mandou ver! Berrava e galopava no meu colo. Umas quatro vezes segurei a cintura dela com força para que parasse, senão não teria agüentado. - Então venha, coma a minha bunda. - Mas meta com toda a força que você puder. E fomos! Ela berrava feito louca. E gritava histérica: - come essa bunda, come essa bunda! Depois de um tempo enfiando nela de bruços, levantei a cintura dela e botei ela de quatro e comecei a soltar a minha pica para dentro daquele bum-bum maravilhoso. A minha cintura estourava chocando-se com a bunda dela. O barulho se misturava aos gemidos e gritos dela. Estávamos lavados de suor. A minha penetração com força fez ela se entregar. Nos desemendamos e ela caiu na cama. Chupou o meu pau enquanto agora era eu que berrava de prazer. Então ela disse: - solta essa porra seu vadio, lava os meus peitos com ela. Estremeci e gozei em cima dela com várias esguichadas. Ela me fitava com cara de felina e começou a se masturbar de novo. Desta vez com verdadeiro frenesi. Berrou alto e estremeceu algumas vezes. Mas não soltou a porra. Estava lavada de suor se debatendo em cima da cama como uma louca. Pegou um pouco de creme e pôs no pau mandou pega-lo com minha mão e masturba-lo com força. De repente tomou ele da minha mão, suspendeu as costas erguendo-se sobre os pés apoiadas nas costas e soltou um grito: - está descendo! Ta descendo! A partir disso simplesmente berrava, o seu saco estava inchadíssimo e o pinto absolutamente enorme. Aí ela parou, puxando a mão o máximo para baixo e segurando na base do pinto. A cabeça latejava como se fosse explodir. Subiu a mão com força de novo e deu duas socadas violentas para baixo. Na segunda, esporrou num esguicho forte e grosso. Aos berros, despejou mais quatro golfadas, ficando toda lambuzada de porra. Aí foi se acalmando. Arrumou-se e saiu: - tchau, meu amor, foi a gozada do ano.